Recordações do show de Elton John no Rio – 19/2/14

DSC04987Reuni alguns vídeos do show de Elton John na HSBC Arena e resolvi compartilhá-los.

Padrão Jo Nunes de qualidade.

PS: Detalhe para o inglês perfeito da plateia no refrão de Crocodile Rock.

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Críticas inglesas, o que esperar do Brasil e as lições de Sochi

guardian-logoO brasileiro é orgulhoso e não admite que ninguém de fora fale mal do país. odos nós somos realmente mais ou menos assim. Reclamamos, criticamos e malhamos, mas não aceitamos muito bem quando as críticas vêm do exterior. Pouco mais de uma semana atrás o jornal britânico The Guardian publicou uma matéria/artigo onde pintava um futuro incerto para a Copa do Mundo, por conta dos atrasos, protestos e mortes durante as obras nos estádios. Porém, o pior mesmo foi ler que “promover a Copa do Mundo pretendia mostrar que a vez do Brasil – uma terra há muito condenada a ser “o país do futuro – e que sempre será” – teria chegado, mas não chegou.

Os superfaturamentos das obras, os atrasos incompreensíveis, as rusgas com a Fifa, a desconfiança na qualidade das construções, o maciço uso de verbas públicas e a comprovada incapacidade da polícia em lidar com baderneiros que se travestem de manifestantes, causa ceticismo aos britânicos. O amor pelos brasileiros e pelo jeito brasileiro de ser também fica nítido, mas não é suficiente para amenizar as críticas.

sochiAssim como aconteceu com a África do Sul, o olhar do The Guardian é cético em relação aos estádios, que poderão (e alguns vão mesmo) virar elefantes brancos. Além disso, a violência nas cidades sede, especialmente o Rio, assusta. E nem precisamos citar o trânsito e a tão falada mobilidade urbana, que são pontos absolutamente indefensáveis, mesmo para o mais patriota dos brasileiros.

Da mesma forma que eu, o jornal também acredita que ainda há tempo para que a Copa seja um sucesso, mas que adverte que essa possibilidade é cada vez menos.

As lições de Sochi

Com o término das Olimpíadas de Inverno na cidade de Sochi, na Rússia, ficou claro que, com rios de dinheiro público, é possível realizar um evento desse porte mesmo que a cidade esteja mais para balneário do que para estação de esqui. Os problemas enfrentados por lá se parecem muito com os daqui e podem servir como parâmetro para que as autoridades responsáveis pelos jogos do Rio de Janeiro evitem a enxurrada de críticas pela qual passaram os russos.

Sochi encerramentoAinda dá tempo para rever a utilização de alguns equipamentos e o esquema de trabalho, principalmente no quesito propaganda e divulgação de notícias. Geralmente um evento desse porte, raro nesse hemisfério, acaba trazendo uma certa soberba, que pode se amplificar, dependendo do ego de cada um dos envolvidos.

Só resta aos brasileiros – e principalmente aos cariocas – torcer para que tudo dê certo e que algo de bom (em termos de infraestrutura) fique como legado de toda essa maravilhosa oportunidade de mostrar o Brasil para todo o mundo.

Lançado app que mede qualidade das operadoras

No Brasil há algumas perguntas que parecem fáceis de responder. Por exemplo: Qual a melhor operadora de celular? Nenhuma!

Mesmo assim, algumas soluções para ajudar o consumidor são lançadas, todas com boas intenções, mas nem todas com real valor prático. Ainda não sei se esse app se encaixa nessa categoria.

App para operadoras GloveFoi lançado um aplicativo para Android que mede a qualidade das operadoras de telefonia e ajuda o usuário a decidir qual delas se encaixa melhor às suas necessidades.

Durante três dias, o Glove monitora o uso do celular para saber em quais lugares a pessoa mais usa o aparelho. Então ele encontra a operadora com o sinal mais forte nessas regiões.

A empresa que criou o app argumenta que três a cada quatro pessoas poderiam usar operadoras melhores, se soubessem qual delas se enquadra melhor às suas rotinas. Então, ao invés de trocar de celular achando que ele tem problemas de recepção ou contratar outra operadora no escuro, o ideal seria analisar a concorrência e escolher conscientemente.

Aqui no Brasil existe um aplicativo que faz exatamente a mesma coisa; chamado CrowdMobi, ele se difere por estar disponível também para iOS.

O Glove ainda está em fase beta e por enquanto só funciona na área da baía de São Francisco, em Nova York e em Israel. A versão para iOS será lançada até o fim do ano, segundo o The Next Web.

Site: Olhar DigitalA empresa que criou o app argumenta que três a cada quatro pessoas poderiam usar operadoras melhores, se soubessem qual delas se enquadra melhor às suas rotinas. Então, ao invés de trocar de celular achando que ele tem problemas de recepção ou contratar outra operadora no escuro, o ideal seria analisar a concorrência e escolher conscientemente.

Aqui no Brasil existe um aplicativo que faz exatamente a mesma coisa; chamado CrowdMobi, ele se difere por estar disponível também para iOS (conheça).

O Glove ainda está em fase beta e por enquanto só funciona na área da baía de São Francisco, em Nova York e em Israel. A versão para iOS será lançada até o fim do ano, segundo o The Next Web.

Fonte: Olhar Digital

Elton John – HSBC Arena – 19/2/2014 – Crítica

1059707_Elton_John_49_gElton John faz parte daquele naipe de artistas que podem fazer ótimos shows com quase 2h30 e ainda deixar de fora uma boa série de sucessos. Foi isso o que aconteceu na noite desta quarta-feira na HSBC Arena, na Barra da Tijuca. Elton e banda – Kim Bullard (teclados), John Mahon (percussão), Matt Bissonette (baixo), Davey Johnstone (guitarras, banjo, etc) e Nigel Olson (bateria) – subiram ao palco para apresentar a perna sul americana da turnê Follow de Yellow Brick Road, que comemora os 40 anos do disco Goodbye Yellow Brick Road.

Dificuldades para chegar até a Barra

Mas, antes de falar do show, é preciso destacar que boa parte das pessoas que chegaram atrasadas (mesmo com o início do espetáculo ter começado também atrasado) sofreram com o grande canteiro de obras que se transformou a cidade, em praticamente todos os bairros. Para piorar, sinalização é algo que parece não fazer parte do vocabulário das autoridades responsáveis pelo trânsito. Se para um carioca a coisa é complicada, imagine para um estrangeiro na Copa!

Simpatia e um caminhão de hits

1059689_Elton_John_32_gElton não é um desconhecido do público carioca. Desde 1995 ele vem visitando a cidade (e o país), com shows sempre de boa qualidade. Apesar de não ter mais uma banda tão brilhante quanto a da primeira apresentação, Elton fez seu melhor show na cidade, basicamente por conta do repertório e do seu ótimo humor. Ele esbanjou sorrisos, autógrafos, tirou até foto com um fã no palco, esteve falante e interagiu bem com a plateia Isso fez toda a diferença.

Vestindo um casaco azul com brilhantes e a inscrição Madman Across the Water nas costas (título de um de seus discos), Elton deixou o público de joelhos logo nos primeiros acordes de Funeral for a Friend / Love Lies Bleeding, a primeira das muitas canções de Goodbye Yellow Brick Road que iria apresentar.

VEJA VÍDEOS DA APRESENTAÇÃO

Dando preferência ao material produzido nos anos 70, Sir Elton Hercules John foi desfilando canções e sucessos de praticamente todos os álbuns que produziu naquela década. Lá estiveram, por exemplo, Levon e Tiny Dancer (Madman Across the Water), Mona Lisas and Mad Hatters e Rocket Man (Honky Château) e Someone Saved My Life Tonight (Captain Fantastic and the Brown Dirty Cowboys). Mas foi mesmo o material de GYBR que fez a diferença. Poucas vezes um disco teve tantos sucessos (Candle in the Wind, Bennie and the Jets, Saturday Night’s Alright for Fighting, Goodbye Yellow Brick Road, etc) e poucas vezes tantas músicas de qualidade que não foram hits apenas por “falta de tempo” (All The Girls Love Alice, The Ballad Of Danny Bailey (1903-34), I’ve Seen That Movie Too, Harmony, e por ai vai…).Infelizmente nem todas puderam ser tocadas (ou o show teria 4h de duração), mas a qualidade do resto do material preencheu essa lacuna. Até mesmo Home Again (a solitária canção do seu último disco Diving Board) poderia se encaixar perfeitamente na produção da sua fase de ouro.

Skyline Pigeon com banda

1059701_Elton_John_43_gSempre imagino o que deve passar pela cabeça de Elton e dos músicos com a recepção que a canção Skyline Pigeon, que segundo uma coletânea do cantor é uma das suas mais obscuras músicas. Se em 1995 ele ignorou a força dessa melodia, desde 2009 que ela é presença certa no setlist dos shows no Brasil (e só no Brasil, que fique bem claro). Porém, dessa vez, a boa nova foi que ela não se limitou a Elton e o piano. Toda a banda (muito bem ensaiada) participou do momento que a maioria do público presente na Arena vai lembrar para o resto da vida. Público que, na sua grande maioria, tinha mais de 40 anos, já que, talvez pelos preços praticados, pouquíssimos jovens e crianças deram as caras na Barra da Tijuca.

As poucas alterações no setlist foram positivas – talvez apenas a exclusão de Oceans Away e I’ve Seen That Movie Too provoquem alguma lamentação – e a plateia carioca pode acreditar que os elogios feitos a ela foram sinceros. Tão sinceros quanto os dela pela existência de um artista dessa envergadura e com esse talento para emocionar e para fazer você sentir vontade de dançar. Philadelphia Freedom e o fechamento do primeiro ato, com Your Sister Can’t Twist (But She Can Rock ‘n Roll) e Saturday Night’s Alright for Fighting, não me deixam mentir.

Ave Elton, Dave e Nigel. É um privilégio poder dividir o mesmo espaço com vocês  e poder ouvi-los tocar.

1059697_Elton_John_3_gSetlist:

Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding
Bennie and the Jets
Candle in the Wind
Grey Seal
Levon
Tiny Dancer
Holiday Inn
Mona Lisas and Mad Hatters
Believe
Philadelphia Freedom
Goodbye Yellow Brick Road
Rocket Man (I Think It’s Going to Be a Long, Long Time)
Hey Ahab
I Guess That’s Why They Call It the Blues
The One
Skyline Pigeon
Someone Saved My Life Tonight
Sad Songs (Say So Much)
All the Girls Love Alice
Home Again
Don’t Let the Sun Go Down on Me
I’m Still Standing
The Bitch Is Back
Your Sister Can’t Twist (But She Can Rock ‘n Roll)
Saturday Night’s Alright for Fighting

Bis:
Your Song
Crocodile Rock

Fotos: AgNews

Google supera Nike como empresa mais inovadora

google11Com 29 projetos em andamento, o Google foi escolhido como a empresa mais inovadora da lista anual da Fast Company. Entre as iniciativas da companhia baseada em Mountain View estão o Google Glass, o Google Fiber (que conecta algumas cidades nos EUA com internet de altíssima velocidade), o carro que anda sozinho, o experimento de varejo chamado de Shopping Express e a Calico, spin-off dedicado a buscar soluções biotecnológicas que combatam males associados ao envelhecimento.

Segundo a revista, o Google, uma companhia de US$ 350 bilhões, foi nomeada a primeira da lista pela amplitude de seus investimentos e projetos, por sua ambição e “incansável espírito” para continuar criando o futuro. Com isso, a empresa superou a Nike, a vencedora de 2013 – naquele ano a gigante tecnológica ficou em 11º lugar. No ranking atual, a marca esportiva ocupa a sétima posição. Esta é a segunda vez que o Google assumiu o primeiro lugar. Em 2008 ela também tinha sido selecionada.

Entre as 50 companhias relacionadas está uma brasileira, a Braskem, apontada como a 41ª mais inovadora.

O segundo lugar da lista de 2014 coube a uma fundação, a Bloomberg Philanthropies, que distribuiu US$ 452 milhões para iniciativas visando melhorar a vida nas cidades, para projetos sociais e para ações comunitárias. A Fast Company a escolheu por “fazer o bem, com método”. A fundação atua com um sofisticado sistema de dados, que orienta cada passo do envolvimento da entidade em um processo, identificando prioridade e monitorando o progresso.

Em terceiro, ficou uma chinesa: a Xiaomi, por “reinventar o modelo de negócios do setor de smartphones no maior mercado mobile do mundo”. A empresa, que tem apenas três anos, lançou quatro modelos no ano passado e vendeu mais de 19 milhões de aparelhos no período, uma alta de 150% sobre o exercício anterior. O quarto posto foi ocupado pela Dropbox. E em quinto brilhou a estrela da Netflix. Para conferir a lista completa, clique em Most Innovative Companies 2014.

12 dicas para inovar

Google TabletA Fast Company listou também 12 lições de inovação, feitas a partir da observação da equipe da revista que passou mais de seis meses debruçada sobre o projeto, coletando e analisando dados (que resultaram no ranking principal e em outras listas, definidas por setores, como tecnologia e publicidade). Desse processo, resultaram estas 12 dicas:

1 – Espere pelo excepcional – as empresa mais inteligentes tendem a focar em poucos objetivos. Ambição demasiada pode distrair a companhia do essencial e básico.

2 – Inovação é episódica – empresas se alternam muito no ranking, mas não é porque perderam seu olhar para a inovação, e sim os momentos inovadores vêm e vão.

3 – Fazer dinheiro importa – ter grandes ideias é cativante, mas as companhias precisam se sustentar. Dropbox e Airbnb, a quarta e a sexta colocadas no ranking das mais inovadoras, respectivamente, são vistas por investidores como empresas de risco, mas elas cobram de seus clientes. Ao contrário de alguns empreendimentos que buscam receitas principalmente com publicidade, as duas são companhias baseadas em transações.

4 – A sustentabilidade encontrou um novo motor – não se trata mais de fazer promessas “verdes”. Hoje a eficiência energética, os combustíveis alternativos e a reciclagem são vantagens competitivas. A Braskem, uma petroquímica de US$ 19 bilhões, usa etanol de cana de açúcar em vez de petróleo. A Levi Strauss (número 30 no ranking) produz mais de 10% de suas roupas com material reciclado.

5 – Desbloqueie talentos globais e amplie possibilidades – no Quênia, um centro tecnológico, iHub (38º lugar na lista) segue os caminhos do Vale Silício. Conta com 10 mil membros. Ajudou a lançar 152 companhias e gera esforços semelhantes na Tanzânia e em Uganda.

6 – A paixão está subestimada – ter uma boa base de fãs é uma ferramenta poderosa. O SXSW (12ª companhia mais inovadora) começou como um pequeno projeto regional. Agora, atrai mais de 60 mil pessoas ao redor do mundo. Ter a colaboração do público pode ser um recurso valioso para o desenvolvimento de iniciativas.

7 – Conflitos não são requeridos – como se implantam mudanças transformadoras em instituições calcificadas? Às vezes, o melhor é contornar essas calcificações.

Google Chrome8 – Clientes felizes fazem empresas felizes – premiar antigos clientes com novos features é uma estratégia de sucesso do Yelp (décimo no ranking). Outras empresas prosperam ao resolver problemas persistentes dos consumidores.

9 – Software bate o hardware – mesmo a iluminação, graças ao LED, se verá cada vez menos como um produto físico e mais como uma aplicação.

10 – “Made in China” é um elogio – a qualidade na produção da China está voltando. A ideia de que as companhias de lá não são adeptas da inovação ficou no passado. Além do exemplo da Xiaomi, o Beijing Genomics Institute (37º na lista) se tornou a maior instituição habilitada para fazer sequenciamento de código genético.

11 – O grande ganhador da “app economy” ainda é a Apple – a loja de aplicativos da Apple (14ª empresa mais inovadora) atingiu vendas de US$ 10 bilhões em 2013.

12 – Pensar grande não é bobagem. É obrigatório – A GE (27ª no ranking) estima que equipar motores de avião com um determinado tipo de sensores poderia resultar em uma economia de US$ 30 bilhões para as companhias aéreas em um prazo de 15 anos. A visão da Tesla de montar uma rede nacional de carros elétricos é muito ilusória? Talvez. Mas sem os sonhos, nunca vamos encontrar o caminho para o que é verdadeiramente possível.

Fonte: Meio & Mensagem

Um milhão de visitas

Um milhãoFaz tempo que dizem que os blogs (assim como os jornais e os CDs) estão morrendo. Entretanto, os jornais andam lucrando bem (apesar das demissões, convergências, etc, e os CDs terem até aumento nas vendas) e alcançar a marca de 1 milhão de visitas no F(r)ases da Vida também me surpreende, já que ele não foi criado no momento mais popular da mídia e tendo em vista que não há um assunto definido, um nicho, no qual ele se encaixe.

Agradeço aos que passaram por aqui vez ou outra para ler as opiniões e informações deste humilde (?) jornalista.

Obrigado de coração!

Novo chip promete velocidade de internet de até 400 Gbps

SuperchipA internet média do brasileiro tem uma velocidade média de 2,7 Mbps. É o suficiente para muitos invejarem o Google Fiber, serviço que oferece velocidades de 1 Gbps em algumas cidade dos EUA. No que depender da IBM, no entanto, até o Fiber ficará para trás com uma nova tecnologia que está desenvolvendo, capaz de alcançar velocidade de até 400 Gbps.

Pesquisadores suíços ligados à empresa criaram um conversor analógico para digital ultra rápido e de baixo consumo, que deve permitir que datacenters compartilhem informações em uma velocidade quatro vezes maior do que é possível hoje em dia.

O ZDNet faz a comparação que, com esta velocidade, seria possível transmitir 160 GB, o equivalente a um filme de duas horas com resolução 4K, ou 40 mil músicas, em apenas alguns segundos.

Antes de se animar com o novo super chip da IBM, saiba que ele tem um propósito um pouco maior do que simplesmente aumentar a velocidade da conexão da sua casa. Ele será utilizado para suportar o Square Kilometre Array, o maior telescópio do mundo, que deve iniciar suas operações totais em 2024.

Este telescópio será capaz de dar uma ideia melhor das origens do universo, mas também consumirá quantidades gigantescas de dados, chegando a recolher 1 exabyte por dia quando for concluído, o que é cerca de 1 bilhão de gigabytes. Por dia. Por isso, será necessário uma tecnologia capaz de suportar tudo isso.

Fonte: Olhar Digital

Já é Carnaval: Elton John faz show no Rio ou Following the Yellow Brick Road

Músico relança disco icônico, faz apresentação no Rio e tem show exibido no cinema

GYBR pre orderPoucos são os mortais que não conhecem alguma das canções de Sir Elton John. O músico, que dominou as paradas nos anos 1970 e que segue fazendo sucesso até hoje, volta ao Brasil para mais uma série de shows – no Rio a apresentação acontece na quarta-feira (19), na HSBC Arena – seguindo as comemorações pelos 40 anos do lançamento do seu disco mais bem sucedido em termos comerciais: Goodbye Yellow Brick Road, de 1973.

Como pode-se notar, Sir Elton está um pouco atrasado na celebração do sucesso do álbum, mas isso em nada diminui a importância do seu legado – nele estão canções de sucesso como Candle in the Wind, Bennie and the Jets, Saturday Night’s Alright for Fighting, além da faixa-título e de músicas que se transformaram em favoritas do público e de Elton como Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding, Roy Rogers e Harmony. Mas, antes tarde do que nunca. Para saciar os fãs, serão lançadas várias versões remasterizadas do álbum, com destaque para uma super deluxe version, que virá com o disco remasterizado, um CD com canções lançadas em compactos, demos e versões gravadas por artistas da nova geração.

Para completar, um mês após a apresentação na HSBC Arena, uma das apresentações realizadas em Las Vegas para a turnê The Million Dollar Piano vai ser apresentada em alguns cinemas do Brasil (no Rio as exibições acontecem no UCI New York City Center, no Cinemark Downtown e no Cinemark Botafogo, dando uma chance extra aos que não conseguiram ingresso para vê-lo cara a cara, de assistir um de seus shows pagando bem menos e com som 5.1.

0001418_goodbye-yellow-brick-road-super-deluxe_300Show de sucessos

Acompanhado por uma banda onde se destacam o baterista Nigel Olson (que o acompanha desde os anos 60) e o guitarrista Dave Johnstone (que embarcou no grupo nos anos 70), Elton vem ao Brasil com a turnê Follow the Yellow Brick Road e promete um espetáculo recheado de grandes sucessos, canções do disco Goodbye Yellow Brick Road (veja o setlist no fim do texto) – normalmente dez das 17 músicas do disco são tocadas – além de algumas do ótimo The Diving Board, lançado no fim do ano passado. O setlist usual (27 músicas) ainda deve ser engordado por Skyline Pigeon, o maior sucesso de Elton no Brasil e uma canção praticamente desconhecida no resto do planeta. Com isso, o cantor garante que todos os seus admiradores, sejam eles de que faixa etária forem, fiquem satisfeitos, não importa se prefiram os anos 70 (Rocket Man), os 80 (I’m Still Standing) os 90 (The One) ou seus lançamentos mais recentes (Hey Ahab e Oceans Away), em um repertório que promete ser o melhor desde seu primeiro concerto na cidade, no longínquo 1995, com a turnê do disco Made in England.

Portanto, com show ao vivo, outro projetado nos cinemas e mais o relançamento (ainda sem data no Brasil) da edição de comemoração dos 40 anos de Goodbye Yellow Brick Road, os fãs de Elton John podem se preparar para uma semana cheia de atividades.

Serviço:

Elton John: Follow the Yellow Brick Road
Local:HSBC Arena
Data: Quarta-feira (19/2)
Preços: Entre R$ 220 e R$ 550

Provável setlist:

Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding
Bennie and the Jets
Candle in the Wind
Grey Seal
Levon
Tiny Dancer
Holiday Inn
Mona Lisas and Mad Hatters
Believe
Philadelphia Freedom
Goodbye Yellow Brick Road
I’ve Seen That Movie Too
Rocket Man (I Think It’s Going to Be a Long, Long Time)
Hey Ahab
I Guess That’s Why They Call It the Blues
The One
Oceans Away
Someone Saved My Life Tonight
Sad Songs (Say So Much)
All the Girls Love Alice
Sorry Seems to Be the Hardest Word
Don’t Let the Sun Go Down on Me
I’m Still Standing
The Bitch Is Back
Your Sister Can’t Twist (But She Can Rock ‘n Roll)
Saturday Night’s Alright for Fighting

Bis:

Your Song
Crocodile Rock

elton_john-goodbye_yellow_brick_road-frontalMais uma versão de Goodbye Yellow Brick Road

Como citei no início deste texto, mais uma versão de GYBR está para chegar ao mercado. Desta vez serão 4 CDs e 1 DVD para contar a história desde trabalho, que encontrou Elton e o parceiro Bernie Taupin no auge da criatividade. Criatividade tão em alta que até mesmo um single (Harmony) teve que ser cancelado, já que, na época do seu lançamento, Elton & Cia já tinham um novo disco pronto para ser lançado.

Quem nasceu no Brasil tem uma relação diferente com o disco Goodbye Yellow Brick Road. Lançado em todo o mundo como um LP duplo, o álbum foi, por decisão de algum brilhante diretor de gravadora, reduzido a um álbum simples nesse país tropical. Mutilado de maneira impiedosa e sem qualquer tipo de aviso ao desavisado e desarmado consumidor, o brasileiro só foi ter contato com a versão completa do disco quando do lançamento da sua primeira prensagem em CD. Pior, antes disso, um outro disco Frankenstein, chamado One Day At a Time, foi colocado no mercado, com algumas músicas que haviam sido editadas em compactos, sobras do GYBR original e outras canções de diversas fontes. Como a primeira prensagem brasileira e o One Day At a Time ainda não completavam o quebra-cabeças e a primeira versão em CD era tosca – dois CDs com um som péssimo e uma falta de cuidado gráfico que destacava o libreto que acompanhava o disco, impresso em preto e branco – o fã ou colecionador brasileiro que não tivesse recursos para pagar os caros discos de vinil importados ficava com a ideia de um produto de segunda categoria, apesar de todas as ótimas canções contidas nele.

lp-elton-johnone-day-at-a-time1976Depois veio a versão em CD simples (completa) e a remasterizada, que trouxeram ganhos incontestáveis no quesito som. Mas, como colecionador sofre, ainda houve uma outra versão deluxe, em SACD, com alguns demos e mixagens até então exclusivas (que, ainda bem, foram incluídas nessa nova super deluxe) e que deixaram muitos de cabelos brancos, seja pelo preço ou pelo equipamento necessário para reproduzi-la de maneira adequada. Claro que ao completar 30 anos do lançamento original uma nova versão (dessa vez em CD comum) chegou ao mercado com parte do material citado. Mais dinheiro, senhoras e senhores, para os cofres da combalida indústria fonográfica.

Como a data de lançamento está marcada para 24 de março, não tenho como avaliar novos ganhos na qualidade sonora do disco, mas fica a esperança de que essa seja a verdadeira versão definitiva de Goodbye Yellow Brick Road.

PS: Ainda está sendo preparado um documentário sobre a banda que acompanhou Elton na década de 70, que parece ser muito interessante. Pelo jeito o poço é mesmo sem fundo.

Encomende a sua cópia aqui.

Setlist da versão super deluxe de Goodbye Yellow Brick Road:

Disc One:

Funeral For A Friend / Love Lies Bleeding
Candle In The Wind
Bennie And The Jets
Goodbye Yellow Brick Road
This Song Has No Title
Grey Seal
Jamaica Jerk Off
I’ve Seen that Movie Too
Sweet Painted Lady
The Ballad Of Danny Bailey (1909-34)
Dirty Little Girl
All the Girls Love Alice
Your Sister Can’t Twist (But She Can Rock’n’Roll)
Saturday Night’s Alright For Fighting
Roy Rogers
Social Disease
Harmony

Disc Two:

Candle In The Wind – Ed Sheeran (3:22)
Bennie and the Jets – Miguel (5:10)
Goodbye Yellow Brick Road – Hunter Hayes (3:15)
Grey Seal – The Band Perry (3:48)
Sweet Painted Lady – John Grant (3:58)
All The Girls Love Alice – Emili Sande (3:40)
Your Sister Can’t Twist (But She Can Rock And Roll) – Imelda May (2:51)
Saturday Night’s Alright For Fighting – Fall Out Boy (3:42)
Harmony – Zac Brown Band (2:55)
Grey Seal (piano demo) – Elton John (3:20)
Grey Seal (1970 Original) – Elton John (3:37)
Jack Rabbit – Elton John (1:51)
Whenever You’re Ready (We’ll Go Steady) – Elton John (2:52)
Screw You (Young Man Blues) – Elton John (4:43)
Candle In The Wind (Acoustic) – Elton John (3:52)
Step Into Christmas – Elton John (4:10)
Ho Ho Ho (Who’d Be A Turkey At Christmas?) (4:04)
Philadelphia Freedom – Elton John (5:21)
Pinball Wizard – Elton John (5:15)

Disc 3: BBC Elton John Hammersmith Odeon 22nd December 1973

Funeral For A Friend
Love Lies Bleeding
Candle In The Wind
Hercules
Rocket Man
Bennie And The Jets
Daniel
This Song Has No Title
Honky Cat

Disc 4: BBC Elton John Hammersmith Odeon 22nd December 1973

Goodbye Yellow Brick Road
The Ballad Of Danny Bailey
Elderberry Wine
Rudolph The Red-Nosed Reindeer
I’ve Seen That Movie Too
All The Girls Love Alice
Crocodile Rock
Your Song
Saturday Night’s Alright For Fighting

DVD Disc 5:

Bryan Forbes’ 1973 film Elton John and Bernie Taupin Say Goodbye To Norma Jean and Other Things (45 minutes)

Crítica: 1973 – O ano que reinventou a MPB

1973capalivroSe vivemos uma época onde as fitas cassetes são desconhecidas, os festivais de música acabaram, os CDs estão virando história e os LPs – aqueles bolachões feitos de vinil – voltaram a moda, nada melhor do que um olhar crítico sobre a época onde os LPs eram verdadeiramente as estrelas da indústria fonográfica, muito antes dos WalkMan, iPods e etc. Foi com a intenção de contextualizar a produção musical brasileira em um dos anos mais importantes de sua história que o jornalista Célio Albuquerque organizou o livro “1973 – O ano que reinventou a MPB” (Editora Sonora), que terá lançamento em Niterói na próxima terça-feira.

Para quem é muito jovem ou nunca se preocupou em conferir os anos nos quais seus discos preferidos foram lançados, um lembrete: 1973, ainda sob forte ditadura e muita censura, foi o ano dos Secos e Molhados, do primeiro disco de Raul Seixas, de Clementina de Jesus e seu “Marinheiro Só” e do debut de Luiz Melodia, só para citar alguns dos 50 títulos revistos pela obra.

Os textos, escritos com liberdade por nomes como Antônio Carlos Miguel, Silvio Essinger, Pedro Só, Rildo Hora, Tavito, Roberto Muggiati e Moacyr Luz, entre muitos outros, dão visões diferentes para cada um dos discos. Alguns em tom mais de crítica musical, outros em clima de memórias nostálgicas e alguns como sinceros depoimentos de quem participou dessa história.

SecoseMolhados1973Como toda lista de “melhores”, a do livro também tem suas polêmicas, a começar pelo próprio ano escolhido. É verdade que 1973 produziu alguma obras que até hoje se mantém atuais e seminais para nossa história musical, mas talvez seja um exagero disser que foi “O ano que reinventou a MPB”, já que um ano antes, apenas para citar um exemplo, foram lançados o Clube da Esquina (Milton Nascimento e Lô Borges) e Acabou Chorare (Novos Baianos), o que põe em cheque o status de reinvenção do ano seguinte. Mesmo entre os títulos analisados (até mesmo alguns que não chegaram ao mercado) podemos perguntar sobre a ausência do disco de Roberto Carlos que, apesar de realmente não ser dos mais inspirados do Rei, conta com canções como Proposta, uma das mais populares de seu repertório, lembrando que Roberto construiu nesta década o seu “reinado”.

Alguns dos textos são deliciosamente envolventes, outros mais informativos, mas em todas as resenhas há um quê de admiração, de reverência (justa) ao que foi produzido. Uma pena que não seja tão fácil reunir todo esse material em CD ou em formato digital, pois ouvir cada um dos discos escolhidos para compor o livro seria um complemento perfeito para o leitor/ouvinte com menos de 40 anos.

Bom saber que ainda há espaço e pessoas com disposição para resgatar nossa história, seja ela de qual setor for. Como diz o prólogo do livro:”os autores não pretendem fornecer explicações… mas sim abordar a certeza absoluta do mistério que envolverá para sempre 1973 – O ano que reinventou a MPB”.

 Serviço:

Lançamento: 1973 – O ano que reinventou a MPB
Local: Livraria Gutenberg, Rua Cel. Moreira Cesar 211 loja 101, Icaraí
Horário: 17h

Pendrive para smartphones e tablets é lançado no Brasil

Pen drive para celularA SanDisk lançou no Brasil um pendrive que pode ser usado em smartphones e tablets equipados com o sistema operacional Android. Para isso, o produto possui duas saídas, uma USB 2.0 e outra micro-USB.

É preciso que o aparelho tenha OTG² (USB On-The-Go) para usar o Ultra Dual USB Drive. As duas portas do produto possuem proteção retrátil e ele custa entre R$ 79 e R$ 249, com capacidades de armazenamento que vão de 16 GB a 64 GB.

Com ele é possível fazer transferências sem precisar de cabos ou de serviços de armazenamento de nuvem, seja entre dispositivos móveis, seja entre eles e computadores. “O SanDisk Ultra Dual USB Drive proporciona uma maneira simples e conveniente de liberar espaço e fazer backup de arquivos de smartphones e tablets”, destaca Dinesh Bahal, vice-presidente de marketing de produtos da empresa.

Fonte: Olhar Digital

 

Globo fatura R$ 11,5 bilhões em 2013

Receita cresceu 9,2% em relação a 2012, aponta site; valor poderá corresponder à metade da verba de TV aberta no ano

logo-rede-globoSegundo o site Notícias da TV, a Globo teve faturamento recorde em 2013: R$ 11,5 bilhões. A emissora cresceu, portanto, 9,2% em relação a 2012. Tal faturamento diz respeito às empresas próprias e não afiliadas, embora contabilize as contribuições pontuais dessas emissoras na veiculação de publicidade nacional.

O site lembra o tamanho da fatia da Globo em comparação com o mercado de TV aberta nacional, citando o Projeto Inter-Meios. No acumulado da pesquisa de janeiro a novembro de 2013 foram investidos R$ 19,37 bilhões em publicidade e, segundo projeções, pode fechar o ano com pouco mais de R$ 21 bilhões – a empresa da família Marinho teria, portanto, pelo menos metade desse valor.

Fonte: Meio & Mensagem

Frank Underwood e os políticos brasileiros

Faz tempo que não comento sobre uma série de TV, mas House of Cards realmente me pegou!

House-of-Cards-Season-2-Poster.jpgPara os que não conhecem Frank Underwood, personagem vivido na série de TV House of Cards pelo sempre brilhante Kevin Spacey, ele é um político inescrupuloso, imoral, criminoso, corrupto, sedento de poder e sem limites – características facilmente encontradas na maioria dos nossos políticos tupiniquins. A segunda temporada da série – produzida pelo Netflix (serviço de vídeo pela internet) teve a sua segunda temporada disponibilizada este mês e comprova que a televisão e a internet podem produzir programas de muita qualidade, com enredos envolventes, roteiros inteligentes e atores de primeira linha. Provavelmente desde West Wing que uma série sobre a política norte-americana não é tão bem realizada.

Underwood, apesar de todas as características imundas já citadas, é um homem culto, insinuante, inteligente e que conhece as leis, qualidades que a maioria dos nossos parlamentares, ministros, aspones e, vamos admitir, presidentes não têm. Ele é capaz de cometer crimes graves quase sempre sem deixar vestígios primários, como acontece por aqui. Na verdade, o fato dele ser um parlamentar que se tornou vice-residente e depois…bem…vocês podem imaginar, só o deixa mais próximo da realidade brasileira.

house-of-cards-netflixA visível decadência das telenovelas produzidas por aqui deixa um espaço livre para que produções como House of Cards ganhem mais destaque e prestígio por aqui. Trazer para uma produção feita para a internet atores como Spacey, Robin Wright e Michael Kelly, mostra que essa mídia ganha um status inimaginável menos de uma década atrás.

Não sei se a série vai ganhar prêmios importantes (merece), mas deveria servir pelo menos para que os nossos políticos pudessem tentar aprender a não achar que o povo é idiota. Se são corruptos, criminosos perigosos e/ou imorais, que aprendam a esconder seus delitos ou que a Justiça se faça sentir sobre eles.

Quem quiser assistir deve se inscrever no Netflix ou procurar uma locadora – a primeira temporada já está disponível.


PS: E ainda nos obrigam a engolir produções nacionais.

PS”: Assistir aos 13 episódios da segunda temporada foi muito bom e, infelizmente, rápido.

Briga de cachorro grande: Comcast compra Time Warner Cable

Operadora de TV paga líder nos EUA anuncia a aquisição da rival por US$ 45 bilhões

comcast_time_warner-100246017-largeFoi anunciado oficialmente na manhã desta quinta-feira, 13, a venda da Time Warner Cable para a Comcast, por US$ 45 bilhões. Como efeito, a operadora líder em TV paga nos Estados Unidos vai somar aos seus 22 milhões de assinantes outros 12 milhões de sua concorrente.

Uma venda ou fusão já eram aguardados desde que uma operadora menor, a Charter, ofereceu US$ 130 por ação da Time Warner Cable em meados de janeiro. O conselho da operadora considerou o valor inadequado e sugeriu US$ 160 – mais próximo dos US$ 158,82 por papel oferecidos agora pela Comcast.

Órgãos reguladores americanos ainda deverão arbitrar sobre a aquisição. É provável que a Time Warner Cable tenha de se desfazer de parte de sua base de assinantes para evitar monopólio do setor. Segundo sites e jornais financeiros americanos, a Comcast deverá negociar com a própria Charter a transferência de 3 milhões de usuários.

A DirecTV deverá manter sua segunda posição, embora mais afastada, com 20 milhões de assinantes. Ainda que o Brasil tenha números mais modestos – 17,9 milhões de domicílios assinantes segundo a Anatel – a compra da Time Warner pela Comcast equivaleria à Net adquirindo a Oi.

Há exatamente um ano, a Comcast concluiu a aquisição da NBCUniversal por US$ 16,7 bilhões, o que lhe garantiu o controle de uma série de programadoras, além dos serviços de internet e televisão. A empresa reúne hoje canais como Bravo TV, SyFy, Focus Features, MSNBC, E!, Telemundo e Weather Channel, entre outros, além de diversos investimentos em tecnologia e produtos on demand. Já a Time Warner Cable só possui canais regionais de notícias e esportes desde que se separou, em 2009, da Time Warner Inc., multinacional de conteúdo e entretenimento detentora de marcas como CNN, HBO e Warner Bros – esta, unidade internacional de conteúdo televisivo que ontem anunciou a aquisição da produtora holandesa Eyeworks.

Fonte: Meio & Mensagem

Google Play ainda luta contra adware e malware em apps

Google PlayA loja virtual Google Play está cheia de adware e malware, não é mesmo? De acordo com o último Relatório de Cyber Risco da HP, tudo depende do antivírus móvel que você executa.

Os pesquisadores da gigante de TI tentaram lidar com o problema comparando uma amostra de 500 mil aplicativos da Google Play contra uma base de dois milhões de dados de malware conhecidos e amostras de adware, chegando a alguns números surpreendentes.

A HP descobriu uma lista de Cavalos de Troia conhecidos que foram baixados por usuários em uma quatidade entre 1.1 milhão e 11 milhões de vezes globalmente. Em se tratando de adware para apps menos graves, mas ainda potencialmente problemáticos, estes foram baixados nada menos que 10 milhões de vezes.

A questão de malware furtivo no Google Play está bem documentado e a empresa tem sido mais rígida nos controles para evitar a sua entrada na loja virtual – ou pelo menos garantir sejam removidos mais rapidamente quando conseguirem entrar.

No entanto, a empresa também revelou uma questão mais ampla de como diferentes empresas de antivírus categorizam os aplicativos que tem como ofensa principal servir anúncios e coletar dados pessoais depois de ter sido instalado voluntariamente por usuários Android.

Rodando 7 mil aplicativos conhecidos que servem anúncios por meio de base de dados usados por programas de segurança móvel fornecidos por diferentes empresas, alguns resultados intrigantes foram encontrados.


Quais números você deve acreditar? Quem está correto, ou será que isso importa?
Empresas como a ESET, Fortinet, DrWeb e Sophos registraram entre 4507 e 5121 como adware suspeito, enquanto outros como Symantec identificaram apenas uma dúzia das mesmas amostras como sendo um problema.

“A indústria ainda não chegou a um consenso”, observaram os pesquisadores da HP, sugerindo que alguns dos verificadores de segurança móvel podem ter bancos de dados voltados para malware com foco no Windows.

google-play-updateNo entanto, o fato de Android ter mais dessas detecções de adware do que o iOS da Apple sugeriu diferenças mais profundas na forma como as lojas de aplicativos foram feitos para trabalhar.

“Uma maneira analisar isso é que o Google é mais amigável para desenvolvedores, e que não rejeita aplicativos por razões estéticas. Outra maneira de olhar para isso poderia ser que a receita do Google é mais direcionada a anúncios que a receita de centrada em hardware da Apple e, portanto, a empresa de Cupertino poderia impor uma política na app store mais favorável ao consumidor”, disse o relatório da HP.

“A indústria precisa trabalhar em conjunto para chegar a definições consistentes do que constitui comportamentos maliciosos ou indesejados e uma política e diretrizes de lojas virtuais mais sensata, voltada aos usuários de aplicativos, desenvolvedores e provedores de anúncios de terceiros, enquanto previne os abusos.”

Uma vantagem que os usuários móveis e Android têm sobre o mundo Windows é o poder da não recomendação de apps que abusam das permissões solicitadas, ou servem propaganda demais.

O fato de os aplicativos da loja virtual do Google servirem adware foi anteriormente observado por pesquisadores de empresas de segurança, com a Lookout Mobile Security tomando uma postura particularmente difícil na questão que envolvia nomear redes de anúncios que ela acreditava terem “cruzado a linha vermelha”.

Outras empresas acreditam que muitos aplicativos populares já vêm com essa desvantagem, uma consequência direta do modelo livre em que pequenos desenvolvedores se baseiam para ganhar algum dinheiro e justificar o seu esforço e adotam sistemas de publicidade que eles nem sempre compreendem.

Em uma nota separada no mesmo relatório, a divisão Fortify da HP analisou 180 aplicações móveis desenvolvidas para uso comercial, descobrindo que um número mais ou menos igual mostrou implementações pobres em criptografia – principalmente algoritmos fracos ou armazenamento de dados sem criptografia alguma.

Fonte: IDG Now!

Samsung se prepara para lançar Chromebook no Brasil

Samsung ChromebookA Samsung está prestes a lançar um Chromebook (notebook com o sistema operacional Chrome OS, da Google) no Brasil. A empresa convidou a imprensa para um evento no dia 12 de Fevereiro, mas uma listagem do produto no serviço de comparação de preços Buscapé já nos dá mais detalhes sobre a máquina e seu preço.

O Chromebook 303C12 é baseado em um processador Exynos 5 Dual de 1.7 GHz, um chip de arquitetura ARM que também é usado em aparelhos como o tablet Nexus 10, da Google, e o Chromebook 11 da HP. A máquina também tem uma tela de 11.6” com resolução de 1366×768 pixels, webcam integrada, 2 GB de RAM, saída HDMI, interfaces Wi-Fi e Bluetooth (mas não 3G) e uma unidade SSD de 16 GB para armazenar o sistema operacional e “cache” local de arquivos e apps.

A idéia da Google é que, em vez de armazenar documentos, fotos e músicas localmente, os usuários armazenem seus arquivos em serviços online como o Google Drive. Por isso, Chromebooks costumam vir acompanhados de uma oferta de 100 GB de espaço no Google Drive, gratuito por 2 anos.

O sistema operacional Chrome OS é baseado em Linux e no navegador Google Chrome, que é a “plataforma” sobre a qual rodam os aplicativos, que na verdade são serviços da Web. O sistema se mantém sempre atualizado sem intervenção do usuário e é seguro, imune a muitos dos vírus e worms projetados para Windows que afligem os usuários de PCs.

Uma listagem no site de comparação de preços Buscapé mostra o Chromebook da Samsung com preço de R$ 967 nas lojas Magazine Luiza, embora o link no momento aponte para um catálogo de “ofertas do dia” na loja. Se confirmado trata-se de um preço bastante agressivo: o Acer C710-2859, único outro Chromebook no Brasil, custa R$ 1.299.

Ainda assim é um preço distante dos EUA, onde os Chromebooks chamam a atenção por seu baixíssimo custo: o modelo da Samsung sai por US$ 249, mas há máquinas da Acer que podem ser encontradas por apenas US$ 199. Toshiba, Lenovo e HP também produzem Chromebook, embora não comercializem suas máquinas no Brasil.

Fonte: PCWorld

Com Kindle, Amazon inicia venda on-line de produtos físicos no Brasil

amazon_Kindle Family_300Depois de ter chegado ao Brasil há um ano e dois meses, a Amazon começará a vender produtos físicos no país. A maior varejista do comércio eletrônico do mundo, que até então só comercializava bens digitais no país, iniciou na última sexta-feira (7) a venda on-line de seu leitor eletrônico Kindle.

“A gente está abrindo uma operação de varejo tradicional, como todo mundo conhece: com armazém, logística”, disse ao G1 Alexandre Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil.

A companhia que faturou US$ 74,5 bilhões no ano passado chegou ao Brasil em dezembro de 2012 vendendo apenas livros digitais. No mesmo mês, o Kindle começou a ser vendido por outras lojas, como Ponto Frio e Livraria da Vila. Em novembro, a Amazon ampliou sua operação on-line e iniciou a venda de aplicativos para o sistema Android.

Segundo Szapiro, antes de começar a venda de bens físicos, a Amazon teve que trabalhar em processos internos: criar padrões de atendimento ao consumidor, bem como estruturar processos de logística e de armazenamento dos eletrônicos. “A gente dá um passo quando achamos que estamos prontos para dá-lo”, afirmou.

Lista de presentes

Amazon logoAlém de iniciar a venda do Kindle, a empresa traz outras duas novidades. Uma delas é o pré-registro. Os consumidores que já tiverem conta na Amazon e comprarem um Kindle na loja on-line da empresa receberão o aparelho com todos seus dados e biblioteca de e-books já registrados nele.

A outra novidade é que os clientes da Amazon poderão criar listas de desejos no site da empresa no Brasil. Ou seja, os usuários poderão gravar produtos que pretendem comprar e foram vistos em outros sites. Apesar de esse ser um bom indício de que a Amazon pode estar se preparando para aumentar o número de produtos físicos no Brasil, Szapiro prefere não comentar.

Por ora, logística e armazenamento serão feitos por empresas terceirizadas, mas, segundo Szapiro, “como toda a tecnologia que está em volta de tudo aquilo que a gente aprendeu em outros mercados nos últimos 19 anos”.

Serão três os modelos de Kindle vendidos pela Amazon no Brasil. O mais básico deles custa R$ 300. Com maior tela e contraste, o novo Kindle Paperwhite sai por R$ 480. Por fim, o Paperwhite com conexão gratuita à rede de internet 3G é vendido por R$ 700. Pesando cerca de 200 gramas, todos possuem suporte à conexão Wi-Fi. O frete é gratuito.

‘Brasileiro gosta de ler’

Agora, com a venda própria de Kindle, o Brasil se torna o primeiro país da América Latina onde a Amazon possui operação varejista de bens físicos. No México, a empresa norte-americana opera apenas com livros virtuais. Isso quer dizer que a trajetória de maior varejista do mundo foi construída pela Amazon com presença em apenas em 12 países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão, França, Canadá, China, Itália, Espanha, índia e Austrália).

Desde que chegou ao país, a Amazon ampliou seu portfólio de livros digitais de 13 mil para 28 mil títulos. Caso o consumidor não tenha um Kindle, é possível ler os livros comprados na Amazon por meio do aplicativo gratuito Kindle, disponível para smartphones, tablets e computadores.

Apesar de não mencionar quantos e-books ou Kindles foram vendidos, Szapiro diz estar muito otimista. “O Brasileiro é apaixonado pela leitura, quem lê realmente adora ler”.

“Quando a gente vai a áreas remotas do Brasil, a gente sabe de casos de leitores que têm de pegar o carro e percorrer 150 km para chegar ao primeiro local onde tem livraria”.

Fonte: G1

Apple Store brasileira será inaugurada no dia 15 no Rio de Janeiro

Apple-LogoA primeira loja física da Apple do Brasil – e também da América Latina – finalmente ganhou uma data oficial de abertura: será no próximo sábado, dia 15 de fevereiro, às 11h. A informação já pode ser vista na página oficial da Apple Store brasileira e confirma a inauguração do espaço no shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

Em entrevista ao jornal O Globo, Peter Oppenheimer, vice-presidente sênior e diretor financeiro da companhia, disse que o Brasil é um mercado cada vez mais importante para a empresa. “Lançamos nossa loja online em outubro de 2009 e ficamos muito orgulhosos de fazer negócios no país há mais de 20 anos”, revelou. O executivo afirma que a Apple escolheu o Rio e não São Paulo porque quer que a loja esteja funcionando a tempo da realização da Copa do Mundo da FIFA, entre junho e julho deste ano, e dos Jogos Olímpicos em 2016.

A loja brasileira será no estilo “pavillion”, expressão dada pela própria empresa, com apenas um andar e uma longa fachada curva com 30 metros de comprimento, toda feita de vidro. Serão 140 produtos para os visitantes experimentarem, incluindo Macs, iPads, iPhones e iPods. Haverá ainda o Genius Bar, um balcão de 7,6 metros onde os clientes receberão dicas, conselhos e instruções de configurações, serviços e reparos nos aparelhos da Apple.

Além disso, a Apple Store oferece workshops gratuitos sobre os produtos da marca, e o site oficial já lista cursos relacionados ao iPhone, iPad, Mac e às suítes iWork e iLife. Cada módulo tem uma hora de duração e é feito na própria loja. Os interessados precisam reservar um horário usando sua Apple ID. Até o fechamento desta matéria, o workshop sobre iPhone já está lotado e o do iPhoto está com lista de espera.

Outra novidade é o One to One. Ao comprar um novo computador, o consumidor tem direito a receber um treinamento (individual ou em grupo) quando desejar, logo após fazer um agendamento. Por ano, o serviço custa R$ 249 e pode ser um bom começo para quem ainda não é familiarizado com as máquinas pessoais da companhia.

Haverá também o Apple Camp para crianças, uma sessão gratuita de três dias que reúne crianças de 8 a 12 anos para ensiná-las a editar vídeos no iMovie. Ao final das sessões, os pequenos exibem suas criações no Festival de Cinema do AppleCamp. As inscrições ainda não começaram, mas para mais informações, visite o site da campanha. Escolas interessadas poderão fazer excursões para alunos e professores.

“Estamos muito empolgados em trazer nossa primeira loja física ao Brasil, de modo que os brasileiros possam experimentar nossos produtos em suas mãos e desfrutar dos serviços que nossas Apple Stores oferecem, incluindo o Genius Bar, o suporte técnico, os workshops e os treinamentos pessoais que promovemos”, disse Oppenheimer.

O vice-presidente ainda comentou que a Apple já tem definida a próxima cidade que receberá a próxima loja física da empresa, mas não revelou nada. Também não foi divulgada a estimativa de faturamento anual da loja carioca, assim como quanto a corporação gastou para montar a primeira Apple Store brasileira.

Fonte: Canal Tech

 

Microsoft confirma fim de suporte ao Windows XP no dia 08 de abril

MicrosoftA Microsoft alerta para o fim do suporte ao Windows XP – criado em 2001 – agendado para o dia 08 de abril e adverte às corporações para a necessidade de migração de sistema operacional. Em comunicado ao mercado, a empresa adverte que o custo para as empresas que se confrontaram com softwares infectados e perda de dados no ano de 2013, foi de aproximadamente 350 bilhões de dólares em todo o mundo.

Segundo ainda a companhia, os sistemas operacionais mais antigos estão desatualizados e ficam vulneráveis a ataques cibernéticos por não ter atualizado o software, não só os dados das empresas estão em risco, mas também o alto custo a que esses ataques podem acarretar. De acordo com o IDC, em 2013 as empresas gastaram US $ 114 bilhões, para enfrentar os problemas de segurança causados por softwares pirateados.

“A segurança de nossos clientes corporativos é muito importante. É por isso que insistimos para que eles atualizem seus software e eliminem qualquer potencial ameaça cibernética”, menciona Andrés Rengifo, diretor para América Latina da unidade de crimes digitais e propriedade intelectual da Microsoft. A companhia lembra que, há 12 anos, o Windows XP era um ótimo sistema operacional, tanto que, de acordo com a StatCounter, em outubro de 2013, sua penetração na América do Sul era de 20%.

Este sistema operacional tinha excelentes características anti-malware e de segurança, mas estas não são mais suficientes para defender as informações sigilosas das empresas. Portanto, reforça a Microsoft, é importante ter um sistema operacional moderno, como o Windows 8, que é 6,5 vezes menos capaz de ser infectado por malwares do que o Windows XP.

As empresas que ainda têm o Windows XP em seus computadores correm um grande risco de ficar cada vez mais desprotegidas de ataques virtuais. “O fim do suporte para Windows XP está próximo, o que significa que este sistema operacional deixará de receber atualizações de segurança no dia 8 de abril de 2014. Então as vulnerabilidades detectadas após esta data não serão mais resolvidas por atualizações de segurança da Microsoft”, disse Rengifo sobre a importância de ter o software moderno em computadores empresariais. A Microsoft incentiva migração para a versão 8,1 do Windows.

Fonte: Convergência Digital

Frase: “Se você quer um final feliz, ele depende, é claro, de onde você termina a sua história” – Orson Welles

Final felizFinais felizes

A nossa vida é formada por várias histórias e não apenas uma. São histórias paralelas, desencontradas, longas, inexplicáveis, sinuosas, perpendiculares e unicamente similares. Não há como fugir das armadilhas que aparecem atrás de cada curva do caminho. Assim como num videogame, saltamos, socamos, quebramos e corremos para tentar alcançar aquilo que vimos como nosso pote de ouro.

“Não permita que suas ações voltem como um bumerangue na forma de desapontamento.”

Final feliz IIO arco-iris está sempre protegido por vilões e armas poderosas. Muitas vezes o inimigo é o próprio pote de ouro e o final da história depende apenas da nossa capacidade de terminá-la. Falam muito de “inteligência emocional“, mas prefiro mesmo pensar em “honestidade emocional“. Nada muda de repente!

Rosebub pode não ser mais um mistério, mas sempre será um símbolo de tudo o que é, e sempre será, importante.

“Claro que você vai arrumar outros amores, mas alguns são mais fortes do que os outros”.

Texto escrito no início da década de 2000.

Mercado reaquece no fim de 2013

Projeto Inter-Meios mostra que, até novembro, indústria de comunicação nacional cresceu 6,1%

Se o primeiro semestre de 2013 não foi animador para o mercado publicitário, obrigando os veículos a reverem suas Gráfico subindoexpectativas, o segundo parece ter conseguido reaquecer a indústria de comunicação nacional. Dados do Projeto Inter-Meios apontam que, no acumulado entre janeiro e novembro, o faturamento dos veículos brasileiros cresceu 6,1%.

Até junho deste ano, o crescimento do mercado não passava de 2,65%. Em setembro já foi possível ver a reação do setor, que ampliou seu faturamento em 4,1% no acumulado do ano. Os meses de outubro e novembro conseguiram registrar um desempenho ainda melhor, elevando os números gerais de 2013.

Entre janeiro e novembro, os veículos receberam um investimento total de R$ 29.045 bilhões. Desse montante, a maior parte (67%) continua nas mãos da TV Aberta, que acumulou crescimento de 9,4% até novembro de 2013. Entre os meios com melhor desempenho, o destaque continua sendo a Mídia Exterior, que ampliou em 19,3% seu faturamento no período.

A segunda maior alta foi da TV por Assinatura, que cresceu 15,27%. Rádio também deu continuidade ao desempenho positivo que vem registrando em todos os meses de 2013, aumentando em 10,3% seu faturamento. Já o meio Cinema, que vinha crescendo nos meses anteriores, chegou a novembro com uma queda de 3,6% em seu faturamento.

Também tiveram retração os meios Guias e Listas (-28,1%), responsável pela maior queda entre todos os veículos; Internet (-7%), Jornal (-3,5%) e Revista (-8,4%). Veja a participação de cada um dos veículos (share) bolo publicitário.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook cria aplicativo de notícias

Paper-app-2Hoje o Facebook lançará o Paper, aplicativo mobile para leitura de notícias.

No app, o conteúdo será dividido em 19 seções, incluindo as editorias cultura pop, tecnologia, esportes e LOL, além de exibir um feed de notícias com um design diferente da home da rede social.

A novidade estará disponível somente para iPhones e consumidores norte-americanos. Ainda não há previsão de lançamento em outros países ou para sistema Android.

Cada seção terá um carrossel de imagens no topo da interface, com histórias abaixo das fotos. O Paper foi desenvolvido para ter uma cara diferente dos demais aplicativos do Facebook.

Os usuários poderão assinar as editorias de interesse e o conteúdo será distribuído por meio de um processo que envolve algoritmo e seleção humana. Por enquanto a personalização das seções não está disponível.

Outra funcionalidade da ferramenta é a pré-visualização do conteúdo antes da publicação. O compartilhamento pode ser visualizado pelos amigos do usuário na versão web da rede social.

Por enquanto, Paper não tem anúncios, mas é provável que a empresa inclua publicidade no futuro, depois de observar como os usuários se engajam com o serviço.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook ainda tem fôlego

Uma vez, em uma entrevista de emprego, me perguntaram qual a rede social que eu menos gostava. Cravei o Facebook. Assim como várias das minhas opiniões, esta também é discutível, mas ainda acho que o Twitter, por exemplo, é mais interessante.

facebookApesar de queda no número de usuários adolescentes, GlobalWebIndex mostra que rede social está muito à frente de concorrentes

Uma pesquisa da agência GlobalWebIndex aponta que o Facebook ainda é a rede social mais popular do mundo, entre todas as faixas etárias. Divulgada no início do ano, o estudo mostra que mesmo entre os usuários de 55 a 64 anos, onde tem menos usuários (44,8%), a rede de Zuckerberg é mais visitada do que a faixa mais popular do segundo lugar. No caso, os 35,4% dos jovens de 16 a 19 anos que visitaram o YouTube no mês anterior à pesquisa (veja o infográfico).

O estudo foi uma forma de verificar a análise do professor Daniel Miller, do curso de jornalismo da University College London, quando escreveu que o Facebook estava “morto e enterrado” para os jovens, em dezembro. O próprio GlobalWebIndex já havia publicado uma pesquisa que certificava a queda de usuários adolescentes na rede social no último ano, principalmente em mercados como Holanda (-52%), França (-44%), Turquia (-43%) e México (-34%) – Facebook perdeu 20% de usuários ativos no Brasil entre o segundo trimestre de 2012 e o terceiro de 2013.

A nova pesquisa aponta, no entanto, que a rede ainda tem fôlego na comparação com concorrentes. Cerca de 56% dos jovens entre 16 e 19 anos (foram questionadas mais 42 mil pessoas) se utilizam do Facebook mensalmente, 59% acima da mesma faixa etária do YouTube. No Twitter, terceiro colocado, 30,1% dos adolescentes visitaram ou participaram da rede no mês anterior.Info Facebook

Fonte: Meio & Mensagem

Agenda de shows internacionais no Rio em 2014

Elton John TicketO ano de 2014 começou de maneira atípica e o tradicional post com a lista de shows internacionais que acontecem na cidade do Rio de Janeiro foi uma das vítimas dessa atipicidade. Entretanto, não dá para deixar de lado esse serviço de utilidade pública. Assim, excluo o mês de janeiro (onde bons shows – Carl Palmer, por exemplo) aconteceram e partimos com tudo de fevereiro em diante. As atrações prometem, com veteranos como Elton John e o Guns N’ Roses se destacando na multidão.

A lista será atualizada sempre que alguma novidade for confirmada e qualquer informação é sempre bem vinda (mande seu comentário).

Atualizado em 29 de outubro –

Quem está certo:

1 de fevereiro: PFM (CCBB)

1 de fevereiro: Jorge Drexler (Miranda)

5 de fevereiro: Billy Paul (Miranda)

5 de fevereiro: Bad Religion (Circo Voador)

8 de fevereiro: Kamelot (Circo Voador)

19 de fevereiro: Elton John (HSBC Arena)

20 de fevereiro: The Piano Guys (Vivo Rio)

20 de março: ZAZ (Circo Voador)

13 de março: Jack Johnson (HSBC Arena)

14 de março: Information Society (Circo Voador)

15 de março: Avenged Sevenfold (HSBC Arena)

20 de março: Guns N’ Roses (HSBC Arena)

20 de março: Hugh Laurie (Citibank Hall)

21 de março: Joan Baez (Teatro Bradesco)

23 de março: All You Need is Love & Orchestra (Vivo Rio)

25 de março: Uli John Roth (Teatro Rival)

27 de março: Yanni (Vivo Rio)

28 de março: Jagwar Ma (Miranda)

30 de março: Alan Parsons (Vivo Rio)

4 de abril: Arcade Fire (Citibank Hall)

6 de abril: Nine Inch Nails (Citibank Hall) – CANCELADO

9 de abril: Ron Carter (Espaço Tom Jobim)

10 de abril: Macy Gray (Circo Voador)

10 de abril: Warrel Dane (Circo Voador)

12 de abril: Rick Astley (Circo Voador)

25 de março: Focus (Teatro Rival)

20 de abril: Misfits (Circo Voador)

27 de abril: Demi Lovato (Citibank Hall)

28 de abril: Demi Lovato (Citibank Hall)

2 de maio: Avril Lavigne (Citibank Hall)

10 de maio: Marilion (Vivo Rio)

11 de maio: Eddie Vedder (Citibank Hall)

11 de maio: Eddie Vedder (Citibank Hall)

16 de maio: Amon Amarth (Circo Voador)

27 de maio: Jesus & Mary Chains (Vivo Open Air)

27 de maio: Mario Biondi (Miranda)

30 de maio: Bobby McFerrin (Vivo Rio)

30 de maio: Patty Austin (Miranda)

31 de maio: Yo La Tengo (Circo Voador)

1 de junho: Korpiklaani & Tyr (Teatro Odisseía)

8 de agosto: Rio das Ostras Blues & Jazz Festival (vários palcos)

9 de agosto: Rio das Ostras Blues & Jazz Festival (vários palcos)

10 de agosto: Rio das Ostras Blues & Jazz Festival (vários palcos)

15 de agosto: Rio das Ostras Blues & Jazz Festival (vários palcos)

16 de agosto: Rio das Ostras Blues & Jazz Festival (vários palcos)

17 de agosto: Rio das Ostras Blues & Jazz Festival (vários palcos)

18 de agosto: Allen Toussaint e Mia Borders (Oi Casa Grande)

21 de agosto: Eric Gales (Teatro Rival)

4 de setembro: God is an Astronaut e Alcest (Teatro Rival)

5 de setembro: Fates Warning e Swallow the Sun (Teatro Rival)

14 de setembro: Tarja (Circo Voador)

16 de setembro: Omar Coleman (Teatro Rival)

26 de setembro: Julio Iglesias (Citibank Hall)

28 de setembro: Miley Cyrus (Praça da Apoteose)

2 de outubro: Franz Ferdinand (Vivo Rio)

5 de outubro: R5 (Citibank Hall)

18 de outubro: Roger Hodgson (Vivo Rio)

18 de outubro: 30 Seconds To Mars (Fundição Progresso)

19 de outubro: Jon Anderson (Vivo Rio)

27 de outubro: Beirut (Vivo Rio)

29 de outubro: Rick Wakeman (Teatro Bradesco)

1 de novembro: Echo & The Bunnymen (Fundição Progresso)

11 de novembro: Morcheeba (Citibank Hall)

30 de outubro: Playing For Change (Fundição Progresso)

12 de novembro: Paul McCartney (HSBC Arena)

16 de novembro: Jason Derulo (Citibank Hall)

28 de novembro: The Lumineers (Vivo Rio)

28 de novembro: Jake Bugg (Citibank Hall)

Relembre os shows internacionais que passaram pelo Rio em 2013!