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Caras fecha redação no Rio de Janeiro e VIP vira seção da Exame

Mais um capítulo do esvaziamento do Rio e do fim do mercado jornalístico

Faz anos que os empresários falam da crise no mercado editorial. Claro que houve mudanças e que as tiragens físicas diminuíram, mas não faltam exemplos de como sobreviver e continuar ganhando dinheiro (leia sobre o New York Times).

A notícia abaixo — tirada do Comunique-se — é triste e mostra, mais uma vez, a falta de visão e capacidade de adaptação dos nossos empresários.

Caras fecha redação no Rio de Janeiro e VIP vira seção da Exame

Mais duas notícias negativas para a mídia impressa brasileira. Nesta semana, a revista Caras decidiu descontinuar a sua redação no Rio de Janeiro, conforme informou o site Metrópoles. No Grupo Abril, empresa que está em processo de recuperação judicial, a notícia gira em torno da VIP. A partir deste mês, a marca deixa de ser um título próprio para seguir como um simples caderno dentro da Exame.

O fim da redação da Caras no Rio de Janeiro foi divulgado em primeira mão pelo jornalista Leo Dias. Em seu perfil no Twitter, o profissional de SBT e O Dia lamentou o episódio. A estrutura fluminense do impresso já vinha operando de forma diminuta. De acordo com os dados atualizados no Workr, solução do Comunique-se que conta com mailing jornalístico, apenas quatro jornalistas atuavam no espaço: a editora Bianca Portugal, o repórter fotográfico Cadu Pilotto, a repórter Roberta Encansette e o diretor Pablo D’la Fuelte. A equipe deve, por ora, seguir em formato home office.

O fechamento do escritório carioca se dá no ano em que a Caras promoveu demissão em massa. Em março, reportagem assinada por Nathália Caravalho apontou que mais de 20 profissionais tinham sido demitidos da revista. Na ocasião, a empresa informou que iria investir cada vez mais no título voltado a falar de celebridades.



Fim da VIP

Além da sucursal carioca da Caras, quem chega ao fim é a VIP enquanto revista. Mantido desde a década de 1980 pela Editora Abril, o título masculino deixa de ter vida própria nas bancas. A edição de setembro foi a última da marca. A partir de agora, VIP volta às origens, compondo o conteúdo apresentado nas páginas da Exame. A agora ex-revista passa a ser uma seção dentro da publicação voltada à economia e aos negócios. No Facebook, rede social em que o título tem mais de 1,2 milhão de seguidores, o nome já foi alterado para Exame VIP.

“A VIP nasceu em 1981, como uma seção de lifestyle da Exame. Agora, volta às origens. Por aqui, continue acompanhando nossa curadoria do melhor do estilo de vida, para homens e mulheres – com ainda mais apuro e sofisticação”, avisou a equipe da Abril em comunicado divulgado no Facebook ainda em setembro. Nesta semana, o site Coletiva.net registra que, como caderno da Exame, VIP contará com oito páginas de conteúdo — a ser editado por Ivan Padilla.

Fonte: Comunique-se

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Os vencedores do Comunique-se 2018

Prêmio destaca jornalistas de várias áreas

O Prêmio Comunique-se já se tornou um dos principais eventos na área jornalística. Vencer (e até mesmo ser indicado) pode ser considerado uma honra.

Este ano, figurinhas carimbadas e novatos apareceram na lista de vencedores.

Confira.

Âncora

Rádio
Ricardo Boechat – BandNews FM

TV
Chico Pinheiro – TV Globo

Blog & Tecnologia

Blog
Andréia Sadi – G1

Tecnologia
Viviane Werneck – TechTudo

Colunista

Notícia
Ricardo Boechat – IstoÉ

Opinião
Eliane Brum – El País

Correspondente Internacional

Brasileiro no Exterior – Mídia Escrita
Claudia Trevisan – ex-Estadão

Brasileiro no Exterior – Mídia Falada
Rodrigo Alvarez – TV Globo

Estrangeiro no Brasil
Alba Santandreu – EFE

Cultura

Mídia Escrita
Xico Sá – El País

Mídia Falada
Adriana Couto – TV Cultura

Economia

Mídia Escrita
Nathalia Arcuri – Me Poupe

Mídia Falada
Flávia Oliveira – GloboNews

Empreendedorismo

Cobertura de Empreendedorismo
Maria Prata – GloboNews

Jornalista Empreendedor
Conrado Corsalette – Nexo Jornal

Esporte

Mídia Escrita
Paulo Vinícius Coelho – UOL

Mídia Falada
Tino Marcos – TV Globo

Locutor
Luís Roberto – TV Globo

Nacional

Mídia Escrita
Malu Gaspar – Piauí

Mídia Falada
Zileide Silva – TV Globo

Repórter

Imagem
Marlene Bergamo – Folhapress

Mídia Escrita
Chico Felitti – BuzzFeed BR

Mídia Falada
Caco Barcellos – TV Globo

Sustentabilidade
Rosana Jatobá – Rádio Globo, Rede TV e Universo Jatobá

EBC suspende perfis nas redes sociais durante período eleitoral

O Brasil é mesmo um país muito peculiar. Parece que sempre preferimos remediar um problema ao invés de atacarmos o seu cerne. Preferem – os governantes e legisladores do país – jogar a poeira para baixo do tapete do que afastar as maças podres e colocar nos cargos-chave pessoas (seja lá qual tendência política ou religiosa) de bem.

Sendo assim, criaram uma legislação que obriga a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – responsável pelo controle da Agência Brasil, da TV Brasil, Rádio Nacional, Rádio MEC, NBR e A Voz do Brasil – a suspender as páginas de todos os perfis institucionais e de programas da empresa no Facebook e no Instagram. A suspensão vale de 7 de julho até 7 de outubro (ou 28 de outubro, caso haja um 2° turno).

Mas, qual seria o motivo para isso? Ah, a dificuldade em controlar as postagens nas redes sociais. Afinal, não se pode publicar nada que possa ser considerado como campanha eleitoral e, ao invés de responsabilizar as pessoas responsáveis (em todos os níveis), melhor impedir as publicações.

Você acha que é só isso? Claro que não!Segundo o portal Comunique-se, a EBC também vai ocultar as áreas de comentários e de chats de todos os canais institucionais e de programas da empresa no YouTube. O uso de fotos (mesmo as de arquivo), imagens e vídeos, inclusive de conteúdos jornalísticos, que contenham logomarcas, slogans, anúncios, painéis e qualquer conteúdo de natureza similar de governos ou de programas de governo também ficará proibido.

Quem controla a mídia no Brasil? – Um estudo que comprova a hipocrisia da audiência brasileira

No fim do ano passado li um estudo muito interessante realizado pela organização Repórteres Sem Fronteiras e o grupo Intervozes. Nele estavam dados sobre quem controla os principais meios de comunicação do Brasil. O assunto, que sempre me interessa, levanta questões que sempre fazem com que os revoltados fiquem sem poder responder. Por exemplo, por que não boicotar o sistema e dar audiência para os veículos que só falam a verdade?

Sempre achei curioso que aproximadamente 99,28% das pessoas que gritam “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo” não abrem mão da sua novela, dos desfiles das escolas de samba, do futebol, das transmissões de shows e festivais de música, do Jornal Nacional, do pay-per-view, do BBB, dos filmes dos canais por assinatura, etc. Isso, sem falar que todos são contra mas adoram quando aparecem no citado canal ou quando algum amigo/cliente aparece nas páginas dos jornais ou revistas do grupo.

Os números mostram que os líderes continuam líderes e que não há nenhum movimento para uma mudança (nem por conta da qualidade da programação ou por razões ideológicas dos leitores/ouvintes/telespectadores.

O estudo pode ser revelador de que há muita hipocrisia e pouco idealismo no país.

O estudo

A organização Repórteres Sem Fronteiras e o grupo Intervozes apresentaram o relatório “Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil” (Media Ownership Monitor/Brasil – MOM). O estudo traz informações detalhadas sobre quem são os principais responsáveis pelos órgãos de imprensa do país, suas atuações em outros setores da economia e mostra o nível de concentração da propriedade dos meios de comunicação locais.

“O MOM associa os nomes dos proprietários aos seus veículos de mídia, grupos econômicos e empresas em outros setores, sistematiza essas informações e as torna acessíveis ao público em geral”, afirma o coordenador da pesquisa pelo Intervozes, André Pasti. Para gerar o relatório, a investigação durou quatro meses, abrangendo os 50 veículos de comunicação com maior audiência no Brasil e os 26 grupos econômicos que os controlam.

Para os organizadores da pesquisa, a transparência a respeito da propriedade da mídia é pequena, pois as empresas não são legalmente obrigadas a divulgar sua estrutura acionária ou balanços. Além disso, nenhuma das organizações respondeu as solicitações de informação da equipe do MOM.

A metodologia para o monitoramento foi desenvolvida pela organização Repórteres Sem Fronteiras. “A mídia não é como qualquer outro setor econômico. É importante saber quem a controla. Os cidadãos têm direito de conhecer os interesses por trás dos meios de comunicação que consomem. É isso que o Media Ownership Monitor deseja proporcionar”, diz o diretor do MOM e integrante da Repórteres Sem Fronteiras na Alemanha, Olaf Steenfadt.

Centros de poder da mídia

Os 50 meios de comunicação com maior audiência no Brasil pertencem a 26 grupos empresariais: nove são do Grupo Globo; cinco do Grupo Bandeirantes; cinco de Edir Macedo (considerando a Rede Record e os meios de comunicação pertencentes à Igreja Universal do Reino de Deus); quatro da RBS; e três do Grupo Folha. Os grupos Estado, Abril e Editorial Sempre Editora/Sada controlam, cada um, dois dos veículos de maior audiência. Os demais grupos possuem apenas uma das mídias pesquisadas.

No total, 80% dos grandes grupos de mídia estão localizados nas regiões Sul e Sudeste do país. Entre os dados revelados pelo estudo é informado que a região metropolitana de São Paulo abriga 73% das empresas sudestinas do setor.

As emissoras de rádio e televisão são organizadas em redes nacionais, em que afiliadas locais retransmitem programação da empresa-mãe. “A propriedade das empresas de comunicação reflete esta hierarquia da transmissão do conteúdo. As afiliadas pertencem a políticos locais ou mantêm fortes laços com eles, o que reforça as relações de poder entre as oligarquias locais e a sede dos grupos, em São Paulo”, dizem os responsáveis pelo estudo.

Os donos da audiência

Como principal meio de comunicação de massa no Brasil, a TV concentra altos índices de audiência. Mais de 70% do público nacional é compartilhado entre quatro grandes redes televisivas: Globo – com 36,9% do total da audiência –, SBT (com 14.9%), Record (com 14,7%) e Band com (4,1%).

O estudo mostra, ainda, que a concentração da audiência se estende aos mercados de mídia impressa e online. A soma da audiência dos quatro principais veículos, em ambos os segmentos, é superior a 50%.

Em rádio, a audiência local é menos concentrada e mais relacionada a dinâmicas de cada cidade. As emissoras de rádio, no entanto, também são organizadas em redes nacionais, que transportam grande parte do conteúdo das emissoras-mães. Das 12 grandes redes de rádio, três pertencem ao Grupo Bandeirantes de Comunicação e duas ao Grupo Globo.

Propriedade Cruzada

Outra questão abordada no estudo é a da propriedade cruzada, ou seja, quando um mesmo grupo controla emissora de rádio, televisão, jornais e portais na web. No Brasil não há dispositivos legais que impeçam este fenômeno. Ao contrário, “a comunicação de massa se constituiu com base na propriedade cruzada, o que reforça a concentração da propriedade nas mãos de um pequeno número de grupos. Isto se aplica tanto a nível nacional como estadual e local”, declaram os responsáveis pela pesquisa.

A única norma brasileira que limita a propriedade cruzada é a Lei 12.485 / 2011, que regula o mercado de televisão por assinatura e proíbe que empresas produtoras de conteúdo audiovisual, por um lado, e as empresas de rádio e de televisão por assinatura, por outro, se controlem mutuamente.

O Grupo Globo, por exemplo, desempenha papel central em diversos mercados: a Rede Globo é líder da TV aberta; o conteúdo gerado por sua subsidiária GloboSat – que inclui GloboNews e dezenas de outros canais – tem destaque na TV por assinatura; o portal Globo.com é o maior veículo de notícias online no Brasil; e as redes de rádio Globo e a CBN estão entre as dez maiores em termos de público. Além disso, o conglomerado atua nos mercados editorial e fonográfico.

Mais dois exemplos podem ser vistos com os grupos Record e RBS. O Grupo Record opera a Record TV e a RecordNews na TV aberta, e seu jornal (Correio do Povo) e o portal R7 estão entre os veículos com maior audiência no país. A RBS, por sua vez, administra a afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, os jornais Zero Hora e Diário Gaúcho, duas redes de rádio (a nacional Gaúcha Sat e a regional Atlântida), o portal ClicRBS e possui outros investimentos em mídia digital, bem como em publicações impressas.

Veja o alcance dos grupos de mídia e seus veículos em números no infográfico apresentados pelos organizadores da pesquisa:

Coronelismo eletrônico

Além de apresentar quem são os grupos de mídia que detêm mais audiência e falar sobre suas extensões, o Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil mostra quem são os proprietários por trás da comunicação destas empresas, o que inclui pessoas muito próximas a políticos e donos de fundações privadas como bancos, siderúrgicas e igrejas.

De acordo com a Constituição Federal (art.54), políticos titulares de mandato eletivo não podem ser sócios ou associados de empresas concessionárias do serviço público de radiodifusão. Apesar disso, 32 deputados federais e oito senadores controlam meios de comunicação, ainda que não sejam seus proprietários formais.

Em diversos estados brasileiros, os maiores impressos, as afiliadas das grandes redes de TV e estações de rádio são controlados por empresas que representam diretamente políticos ou famílias com uma tradição política – geralmente proprietárias de empresas em mais de um setor da mídia. Como reproduz a concentração da propriedade da terra no Brasil, esse fenômeno é definido, por pesquisadores, como “coronelismo eletrônico”.

Ex-deputado federal e atual prefeito de Betim (MG), Vittorio Medioli (PHS) é um destes políticos. Sua mulher e sua filha gerenciam os negócios de mídia do Grupo Editorial Sempre Editora, que publica cinco jornais – entre o Super Notícias e O Tempo –, tem um portal de internet, um canal de webTV e uma estação de rádio FM.

“A família Macedo, que controla o grupo Record e a Igreja Universal do Reino de Deus, também domina um partido político, o Partido Republicano Brasileiro (PRB), que conta com um ministro no governo federal, um senador, 24 deputados federais, 37 deputados estaduais, 106 prefeitos e 1.619 vereadores”, informam os responsáveis pelo estudo que cita, ainda famílias como os Câmara (Goiás e Tocantins), Faria e Mesquita (São Paulo).

O MOM destaca que, na maioria dos casos, os laços entre políticos e meios de comunicação de massa são forjados por meio de estruturas de rede e acordos comerciais em que grandes radiodifusores nacionais sublicenciam sua marca e seu conteúdo para empresas no nível estadual. Esses afiliados atuam como redistribuidores, mas são veículos de co-propriedade para homens (muito raramente mulheres) poderosos em seus estados e municípios.

Há outros exemplos apresentados no relatório:

  • O Grupo do qual fazem parte a TV Bahia (afiliada da Rede Globo) e o jornal Correio da Bahia, controlado pela família Magalhães, do atual prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM).
  • O Grupo Arnon de Mello, que possui a TV Gazeta Alagoas (afiliada da Rede Globo), o jornal Gazeta de Alagoas e a emissora de rádio FM Gazeta 94, é liderado pelo ex-presidente e agora senador Fernando Collor de Mello (PTC).
    O Grupo Massa (afiliada do SBT no Paraná), do apresentador Carlos Massa, cujo filho, Ratinho Filho, foi deputado estadual e federal;
  • E o Grupo RBA de Comunicação, que possui o jornal Diário do Pará e a TV Tapajós (afiliada da Globo no Pará) e pertence ao senador Jader Barbalho (PMDB) e sua família.

Para além da política

Além de controlar as empresas de comunicação, os proprietários da mídia no Brasil mantêm fundações privadas no setor de educação, são ativos nos setores financeiro, de agronegócios, imobiliário, de energia e de saúde ou empresas farmacêuticas.

Por exemplo, o grupo Sada/Editora Sempre, da família Medioli, que investe em transporte de veículos e carga, logística, siderurgia, energia, esportes e educação. Além deste, há os proprietários do grupo Objetivo, que, além de controlar a Rádio Mix, são donos de escolas privadas, cursos pré-vestibulares e da Universidade Paulista (Unip).

Redes nacionais de rádio e televisão também são ligadas a igrejas, como o Grupo Record, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus e à Rede Aleluia de Rádio. Seu proprietário majoritário, o bispo Edir Macedo, também controla 49% do capital do Banco Renner.

Fonte: Comunique-se

 

 

Juiz decreta falência do jornal Diário de S. Paulo

A crise na mídia impressa parece continuar. Agora é o Diário de São Paulo – que já foi do grupo Globo (até 2009) – teve a sua falência decretada e a circulação suspensa por cinco dias. Não creio que possa haver uma reversão no curto prazo e espero que o título não tenha uma caminhada de sofrimento tão grande quanto a do Jornal do Brasil.

 

Os leitores e as bancas não receberão a edição de 24 de janeiro de 2018 do Diário de S. Paulo. Isso porque, na manhã desta terça-feira, 23, o prédio da empresa de comunicação foi lacrado por decisão da justiça. O caso se trata de uma confusão societária envolvendo o impresso e as marcas Editora Fontana, Editora Minuano e Cereja Serviços de Mídia. A decisão é do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências de São Paulo.

A extensão de falência a terceiros é prevista no art. 81 da Lei 11.101/05 apenas para sócios de responsabilidade ilimitada. O que acontece no caso envolvendo o Diário de S. Paulo é que a Editoria Minuano – empresa processada – tem 99,99% do seu capital social detido por Nilson Luiz Festa e 0,01% por Editora Fontana que, por sua vez, tem a titularidade de suas quotas detidas em 88,05% pela Cereja Serviços de Mídia, 11,91% pela Minuano e 0,04% por Nilson. A Cereja tem suas quotas detidas em 92,5% pela Minuano e 9% por Luiz Cezar Garcia. O Diário de S. Paulo tem suas cotas detidas pela Minuano e por Luiz Cesar Garcia. O processo mostra que existe grande confusão societária, gerencial e laboral entre as empresas.

Diário de S. Paulo, por exemplo, era sediado no mesmo local que a Minuano e a Cereja. O estoque de papel da Minuano estava na Editora Fontana, mas era vendido com nota fiscal emitida pelo Diário. A administração financeira de todas as pessoas jurídicas do grupo era realizada pelo mesmo diretor financeiro, sendo que ele movimentava todas as contas bancárias. Além disso, outros funcionários aparecem no processo como prestadores de serviço para as empresas, mesmo sendo contratados apenas em um local.

Diante disso, o juiz concluiu que as empresas têm unidade patrimonial, de gestão, laboral e societária. “O que demonstra que não apenas integravam um único grupo, mas agiam sem qualquer consideração às suas personalidades jurídicas como se fossem uma só e em detrimento dos credores”, explica Marcelo Barbosa Sacramone no texto.

Especificamente sobre o Diário de S. Paulo, a decisão explica que as atividades no impresso estão suspensas por cinco dias, período em que a administradora judicial pode indicar um gestor para a atividade do veículo. Sendo assim, o jornal poderá continuar circulando, já que o juiz considera que a massa falida terá mais benefícios ao alienar um negócio que está na ativa do que um que esteja paralisado.

A reportagem do Portal Comunique-se conversou com o diretor de redação, Guilherme Gomes. O jornalista contou que o prédio foi fechado e lacrado, sendo que os profissionais foram autorizados a entrar apenas para retirar pertences pessoais. Depois disso, todos foram liberados, já que não teve expediente. O comunicador explica que a empresa de comunicação vai acionar a justiça para falar sobre o caso e tentar reverter a situação.

Fonte: Comunique-se

A pisada de bola do Extra no caso Alex Muralha

Este é outro assunto velho, mas, agora, que o ano acabou e o Brasileirão também, posso escrever sem que o ódio que reina no Brasil apareça por aqui (espero). O caso é a capa do jornal Extra, publicada no dia 1 de setembro de 2017, onde havia um comunicado onde o jornal avisava que não chamaria mais o goleiro Muralha pelo apelido.

Todo mundo tem o direito de errar e os (então) responsáveis pelo jornal erraram feio ao atiçar ainda mais os ânimos nada amistosos da torcida contra o atleta. Mas, o pior mesmo, foi ver que os responsáveis não admitiram o erro e disseram que o que fizeram foi uma piada e que piadas não devem ser explicadas. Bem, se uma piada precisa ser explicada é porque, no mínimo, ela não foi boa. A jogada pode até ter tido alguma lógica se a ideia era vender jornais ou gerar polêmica, mas eu ainda acredito que os jornais precisam informar, mesmo que com uma certa dose de humor, o que está longe de ser o caso.

Já que se fala muito nas mudanças que o jornalismo precisa fazer para sobreviver, tinha que escrever algo sobre esse episódio lamentável. Para deixar o meu pensamento ainda mais claro, reproduzo o editorial do Comunique-se sobre esse caso (publicado em 4 de setembro de 2017).

 

Todo mundo ganhou (menos o bom jornalismo)

No mundo do jornalismo e do futebol brasileiro, o último fim de semana foi marcado pela ação do diário Extra, do Grupo Globo, em noticiar que deixará de se referir ao goleiro do Flamengo pelo apelido de Muralha. A decisão tomada pelo popular veículo de comunicação foi alvo de críticas de internautas e jornalistas (até de profissionais de dentro da Globo). Muitos avaliaram que, na edição veiculada na sexta-feira, 1º de setembro, o impresso cometeu uma “bola fora” ao colocar a “informação” sobre Alex Muralha na primeira página e com teor semelhante a de pautas relacionadas a criminosos que tomam conta do Rio de Janeiro, estado que o mesmo título definiu estar em guerra, com direito a criação de editoria especial.

Para qualquer pessoa com um pouco de bom senso, seja ela profissional da comunicação ou não, fica nítido que o jornal errou no tom  ao se referir ao arqueiro flamenguista. Convenhamos, ao transformar as falhas do atleta em sua manchete principal e garantir que, por ora, o apelido “Muralha” não aparecerá em suas páginas, o diário carioca dá margem para se tornar alvo de críticas vazias semelhantes. Com o episódio, do qual por duas vezes os responsáveis pela publicação fizeram questão de colocar como uma simples “brincadeira” e pedir (de forma bem tímida) desculpas, o goleiro Alex Muralha, a diretoria do Flamengo, torcedores e quaisquer outras pessoas têm todo o direito de virem a público e dizer que não consideram como jornalismo o produto entregue pelo Extra.

Caímos no assunto jornalismo. Afinal, conforme o título deste editorial do Portal Comunique-se, o bom jornalismo foi o único elemento envolvido na história que perdeu. Pode parecer irônico, mas até o Extra, protagonista da “brincadeira” desnecessária, chega a esta semana com saldo positivo. Certamente, a edição que colocou o jogador de futebol como se fosse um foragido da polícia vendeu mais exemplares do que edições anteriores. No Facebook, graças ao conjunto de algoritmos que parece cada vez mais valorizar polêmicas em vez de conteúdos relevantes, a marca não tem do que reclamar.

A foto com a imagem da primeira página de sexta tem até o fim da tarde desta segunda-feira, 4 mil reações, 943 compartilhamentos e 1,5 comentários (a maioria criticando a postura adotada, mas o Facebook não se importa com isso). Sem polêmica ou piada idiota, a postagem com os destaques do dia anterior tem números bem menores: 133 reações, 32 compartilhamentos e 10 comentários.

Alex Muralha (seguiremos respeitando o nome “artístico” adotado pelo profissional) sai dessa história contando com o apoio de torcedores do Flamengo, que chegaram a pedir que ele fosse barrado para a final da Copa do Brasil. Possivelmente, o fato de ter sido acolhido pelo grupo de jogadores do Mengo fará com que o atleta tenha mais segurança no confronto que vale título. Uma coisa, porém, é fato, até a equipe do Portal Comunique-se, que não acompanha tão de perto as disputas futebolísticas, sabe que o goleiro estava em má fase técnica. Algo que deixou de ser notícia por causa da ação do Extra.

Cronistas esportivos pararam de falar do desempenho do arqueiro para demonstrar apoio ao ser humano. Aliás, a imprensa desportiva – principalmente a online – também ganhou, pois conquistou cliques com o desdobramento: reprodução da nota oficial de Muralha e o posicionamento por parte da diretoria do Flamengo. Os dirigentes do clube são outros vitoriosos do contexto; afinal, venderam para a mídia os valores éticos que regem a atual administração.

Entre vendagem em banca acima do normal, crescimento do alcance e engajamento no Facebook, um goleiro que vê sua má fase desaparecer do noticiário esportivo, sites atrás de mais cliques e cartolas que adoram um espaço na mídia, é simples constatar que o anúncio do Extra só fez um elemento ser derrotado (e de goleada): o bom jornalismo. Até porque, segundo a própria publicação, piadas sem graça merecem mais espaço numa primeira página.

TV Cultura investe em mais de 15 atrações para 2016

TV_CulturaUm novo mundo. Uma nova Cultura. É assim que a emissora vai se apresentar para o mercado a partir de agora. Com a proposta de alinhar a grade de programação ao modo atual como o usuário consome mídia, o canal compartilhou com a imprensa o que pensa para o próximo ano. No total, a empresa pretende colocar no ar 20 novas atrações, mas apenas 12 foram reveladas. A grande novidade no modelo é a abertura para o mercado publicitário.

À reportagem do Portal Comunique-se, o diretor comercial e de programação da TV Cultura, Marcos Amazonas, explicou que a crise e o boom de notícias negativas sobre a emissora acabaram desmotivando os profissionais e “apequenando” a empresa. “Eu visitava o mercado e eles me perguntavam se o canal não ia fechar porque era isso que eles liam na imprensa. Era praticamente inútil fazer reuniões. Com isso, decidimos inverter as coisas”. Amazonas assumiu o cargo de diretor em agosto deste ano e esteve envolvido em todo processo de mudança. Para ele, era importante mostrar o que a Cultura pode fazer pelo anunciante e pelo telespectador. Inclusive, ele explicou a mudança de postura com relação ao modelo financeiro. “Nós recebemos dotação do governo, que é uma grande vantagem, mas esse valor não é suficiente para cumprir o papel de ser inovador”.

Ainda não é possível saber quantos programas vão, de fato, para a grade da TV no próximo ano. A estratégia, agora, é levar todo o material para o mercado, com a proposta de recrutar investimentos para as atrações. A lista traz as seguintes propostas de exibições: ‘Canções da Terra’, ‘Programa Rolling Stone’ (em parceria com o impresso de mesmo nome), ‘DNA – Domínio No Ar’, ‘Metrópolis’ (reformulado), ‘Um Novo Estilo de Vida’, ‘Jogue o Jogo’, ‘Terra Dois’, ‘Novo Elenco’ (reality show dedicado ao teatro), ‘TV QI’, ‘Quintal’, ‘Robô TV’ e ‘O Quarto 13’. Em todas as atrações, as estratégias de interatividade e multiplataforma são percebidas.

Segundo Amazonas, o que vai acontecer se todos os projetos conseguirem financiamento é a readequação da grade. Ele afirma que não vai abrir mão dos programas existentes. “Vamos diminuir reprises, mudar o horário de alguns programas. Boa parte dos nossos lançamentos são semanais e ocupam espaço pequeno na grade”. O diretor explica que, diante dos pedidos dos telespectadores, o programa de Inezita Barroso, falecida neste ano, segue com as reprises. Já o de Antônio Abujamra deve sair da programação por questões de temporalidade.

As novidades refletem em outro ponto: investimento em digital. Para colocar a TV Cultura no novo cenário de consumo de conteúdo, o portal será reformulado. O executivo adianta ao Portal Comunique-se que ainda neste mês o internauta vai ter contato com a página atualizada, mas o redesenho segue sendo aprimorado e atualizado no ano que vem. Para atender a interatividade dos programas, a equipe de tecnologia do canal vai desenvolver aplicativos que serão lançados até abril de 2016. “O que quisemos fazer aqui foi mostrar que também sabemos fazer coisas para o futuro. Temos que nos inserir nessa nova maneira de consumo. Boa parte dos programas busca isso”.

A visão dele sobre conteúdo é que cada vez mais as empresas vão produzir seus trabalhos. “Hoje, a TV mais transmite do que produz. Isso é o passado. No futuro, você tem de apostar no próprio conteúdo para trabalhar em multiplataformas. E é por isso que vamos fazer uma TV Cultura para a próxima década”. Nos próximos dias, a emissora deve divulgar para o público o teaser que mostra os detalhes dos novos projetos.

Fonte: Comunique-se

TV Globo e CBN são os veículos com mais vencedores no Prêmio Comunique-se 2015

Não adianta espernear. Mesmo com todos os governistas achando que a Globo é golpista e com a oposição achando que ela é governista, os coleguinhas mantiveram a coerência e votaram nos seus profissionais no Prêmio Comunique-se. A CBN, apesar de todas as derrapadas, também se saiu muito bem.

Como o prêmio é dado pelos jornalistas aos jornalistas, imagino que ainda seja preciso converter muita gente para que a competência dê lugar a fé.

Prêmio Comunique-se 2015

Dois veículos de comunicação mantidos pelo Grupo Globo fecharam a noite de gala da imprensa nacional sendo os responsáveis por empregar boa parte dos profissionais que levaram troféus de vencedores para casa. TV Globo e CBN, com sete e cinco ganhadores, respectivamente, encerraram a edição 2015 do Prêmio Comunique-se no topo das redações mais prestigiadas no evento.

O número de troféus vinculados às duas empresas de mídia em determinadas categorias está associado à quantidade de comunicadores que tiveram seus trabalhos reconhecidos justamente por atuar nos dois ambientes. Míriam Leitão (Colunista de Noticia) e Carlos Alberto Sardenberg (Jornalista de Economia – Mídia Falada) entram na lista.

Exclusivos pela TV Globo estão cinco jornalistas, com destaque para a dobradinha na categoria Esporte, com Cléber Machado eleito o melhor narrador e Abel Neto sendo o mais votado como cronista de Mídia Falada. Além deles, a maior emissora televisiva do país somou conquistas com Sandra Annenberg (Âncora de TV), Alexandre Garcia (Colunista de Opinião) e Márcio Gomes (Correspondente Brasileiro no Exterior – Mídia Falada).

Pelo lado da CBN, Sardenberg voltou a ser lembrado, com a vitória como Âncora de Rádio. Na emissora pertencente ao Sistema Globo de Rádio, mais dois profissionais superaram os oponentes na final do Prêmio Comunique-se e foram considerados os melhores em suas categorias: Mariza Tavares (Executiva de Veículo de Comunicação) e Gilberto Dimenstein (Sustentabilidade).

Prêmio Comunique-se 2015

Com o tema “Jornalismo: Superação Olímpica”, o Prêmio Comunique realiza sua 13ª edição em 2015. Desta vez, são 26 grandes-vencedores definidos pelo júri formado pelos integrantes da comunidade do Portal Comunique-se. A premiação que ganhou a alcunha de ser o Oscar do Jornalismo Brasileiro prestigia os melhores em 12 categorias: ‘Repórter’, ‘Colunista’, ‘Apresentador/Âncora’, ‘Economia’, ‘Esporte’, ‘Cultura’, ‘Nacional’, ‘Blog e Tecnologia’, ‘Sustentabilidade’, ‘Correspondente Internacional’, ‘Executivo de Veículo de Comunicação’, e ‘Comunicação’.

Confira a lista completa com os nomes dos vencedores do Prêmio Comunique-se 2015:

Apresentador/Âncora

Rádio
Carlos Alberto Sardenberg – CBN

Sandra AnnenbergTV
Sandra Annenberg – TV Globo

Colunista

Notícia
Míriam Leitão – CBN/ GloboNews/O Globo/TV Globo

Opinião/Articulista
Alexandre Garcia – Rádio Estadão/TV Globo

Comunicação

Agência de Comunicação
S2Publicom

Profissional de Comunicação Corporativa
Eduardo Pugnali – Sebrae-SP

Propaganda e Marketing
Erich Beting – Máquina do Esporte

Correspondente Internacional

Brasileiro no Exterior – Mídia Falada
Márcio Gomes – TV Globo

Brasileiro no Exterior – Mídia Escrita
Guga Chacra – O Estado de S. Paulo

Estrangeiro no Brasil
Tim Vickery – BBC

Blog e Tecnologia

Blog
Marcelo Tas – Blog do Tas

Tecnologia
Pedro Doria – O Globo

Executivo de Veículo de Comunicação

Mariza Tavares – CBN

Cultura

Mídia Falada
Edney Silvestre – GloboNews

Mídia Escrita
Raquel Cozer – Folha de S. Paulo

Economia

Mídia Falada
Carlos Alberto Sardenberg – CBN/TV Globo

Mídia Escrita
Celso Ming – O Estado de S. Paulo

Esportes

Locutor Esportivo
Cléber Machado – TV Globo

Mídia Falada
Abel Neto – TV Globo

Mídia Escrita
Mauro Beting – Lancenet

Sustentabilidade

Gilberto Dimenstein – CBN/Catraca Livre

Nacional

Mídia Áudio e/ou Visual
Ricardo Boechat – Band/Bandnews FM

Mídia Escrita
Ricardo Boechat – IstoÉ

Repórter

Mídia Falada
Roberto Cabrini – SBT

Mídia Escrita
Daniela Pinheiro – Revista Piauí

Imagem

Claudinei Matosão – Band

Fonte: Comunique-se

Público da TV por assinatura no Brasil forma “nação” de 24 milhões de pessoas

 

 

 

 

É a crise!Tv por ssinatura XX

O furto de sinais é um dos temas mais pertinentes nos debates que envolvem representantes do setor de TV por assinatura. A parcela de domicílios brasileiros que possui o serviço alcança a faixa de 24.272.160. O número representa população maior que de estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro, que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm 20,8 milhões e 16,5 milhões, respectivamente, e ultrapassa países como Holanda (16,6 milhões de habitantes), Chile (17,4 milhões) e Austrália (21,7 milhões).

Os números de alcance da TV por assinatura no Brasil fazem parte da pesquisa “Sobre Furto de Sinal”, realizada pela H2R Consultoria e apresentada durante a Feira e Congresso da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura. O levantamento utilizou base de dados calculados por meio de análise de mercado feita em 2014, para comparação com os números atuais e observação do comportamento do consumidor.

Em comparação com o resultado total do último ano (calculado em 22 768 478), o número de domicílios que contam com o serviço de TV paga cresceu 6,6%. Da projeção, 19,7 milhões possuem assinaturas registradas pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), enquanto as conexões clandestinas alcançam 4,5 milhões de casas brasileiras. Assim, os contratantes legais cresceram 6,1% e os serviços ilegais, 8,6%.

De acordo com o estudo, o serviço clandestino é mais utilizado por pessoas das camadas mais baixas da população. Dessa forma, 13% dos indivíduos que optam pela pirataria são da classe C e 19% se distribuem entre D e E. Outro dado é que a maioria das pessoas que utilizam serviço ilegal é do sexo masculino.

Fonte: Comunique-se

Boa Forma vai além do mercado de revistas e passa a dar nome a iogurte

Não sei se essa é uma saída para o jornalismo, mas é uma iniciativa.

Iogurte Boa-forma

Após se associar a empresas de roupas, papelaria e academias, a revista Boa Forma vai apostar ainda mais em extensão de marca. A novidade é que o veículo de comunicação vai fazer parte do mercado alimentício. A ação é resultado de parceria com a Verde Campo.

Sem lactose, gordura e açúcar, a Boa Forma apresenta ao mercado o novo iogurte Grego da Verde Campo. Serão duas opções: frutas vermelhas com chia e natural. “É uma alternativa prática e gostosa para deixar o lanchinho da tarde ou do pós-treino com uma dose extra de proteína. Como tem poucas calorias, também ajuda no emagrecimento, além de ser uma ótima opção para quem não pode consumir lactose”, explicou a editora de nutrição e dieta da revista, Eliane Contreras.

O trabalho de extensão de marca da revista mantida pela Editora Abril já envolve parcerias com Marisa, Tilibra e Dermiwil. No ano passado, mais de 250 mil produtos com a marca Boa Forma foram vendidos.

Fonte: Comunique-se

Dez coisas que sabemos sobre o Windows 10

Está chegando a hora e, acreditem, estou achando que esse será um bom Windows.

windows-10-logoNo fim do mês passado (7/15) a Microsoft apresenta seu muito aguardado Windows 10. Quase três anos após o lançamento do último sistema operacional, a atualização gratuita está sendo disponibilizada em 190 países para usuários do Windows 7, Windows 8.1 e Windows Phone 8.1. Os upgrades serão liberados gradativamente, mas para matar a curiosidade listamos 10 coisas que já sabemos sobre a nova grande aposta da companhia.

1-Menu Iniciar e design familiar

O retorno do menu Iniciar já é considerado um dos grandes acertos da Microsoft no Windows 10. O design é familiar aos usuários de versões mais antigas do sistema operacional – com transparência Aero Glass – e também aos que já se acostumaram com mudanças na interface implementadas no Windows 8. Os blocos dinâmicos continuam fazendo parte da plataforma, apenas ganharam nova animação em 3D.

2-Migração facilitada

O software será disponibilizado aos poucos, priorizando as 5 milhões de pessoas que testaram as versões beta e os donos de novos computadores. Usuários de tablets e PCs poderão fazer o download gratuito até um ano após do lançamento do Windows 10. Com a migração, os arquivos pessoais armazenados nos dispositivos não são perdidos.

3-Assistente virtual Cortana

A chegada da assistente virtual aos computadores é um dos recursos mais aguardados do lançamento. Com a Cortana, é possível fazer pesquisas na internet e nos arquivos internos por comando de voz, assim como saber informações sobre o clima, agendar lembretes e, até mesmo, usar aplicativos de terceiros. A Microsoft já confirmou que até o final do ano será disponibilizada a versão brasileira, que irá falar e compreender português.

4-Novo navegador

Adaptado aos novos padrões da web, o Microsoft Edge veio para substituir o Internet Explorer com recursos para navegação mais rápida. Um novo “Modo Leitura” ajuda a manter o foco e elimina possíveis distrações. Na barra de endereços do browser é possível encontrar informações como previsão do tempo e dados da bolsa de valores. Outra aba também exibe notícias recentes e dá sugestões de apps para download.

Microsoft5-Segurança é prioridade

A proteção é uma questão de prioridade para a Microsoft que garante que a versão 10 é mais segura já lançada de seu sistema operacional. Segunda a companhia, o antivírus nativo Windows Defender passou por várias reformulações e agora atua de forma praticamente instantânea, podendo ser comparado aos melhores softwares do mercado. A preocupação se estende ao período de navegação, com soluções contra ataques de phishing e bloqueios de malware.

6-Multitarefa

Com a intenção de incentivar a produtividade dos usuários, a Microsoft criou a função de multitasking, que possibilita a criação e gerenciamento de múltiplos desktops para distribuição mais eficiente de ícones e widgets nas áreas de trabalho, de maneira similar ao que acontece em smartphones e tablets.

7-Windows Hello

A Microsoft implementou o Windows Hello, plataforma para autenticação do usuário por mecanismos de sensores digitais, como reconhecimento facial e leitura de íris. Ainda que o número de computadores que suportam a função seja muito pequeno, a iniciativa visa garantir a segurança e acabar com a necessidade de senhas – que podem ser esquecidas e roubadas – para desbloquear o PC.

8-Central de Ações

Em resposta aos frequentes questionamentos dos usuários do Windows 8, a companhia optou por criar uma Central de Ações, que substitui a Charm Bar e abriga controles para notificações e configurações rápidas, como volume, brilho da tela e WiFi, entre outras opções.

9-Apps nativos

Para que seja possível aproveitar o novo sistema logo após o download, a desenvolvedora está trazendo uma série de aplicativos nativos que cobrem boa parte das necessidades dos usuários mais básicos, como os programas Photos, Maps e Mail & Calendar. Da mesma forma, jogos populares como Paciência, Campo Minado e Candy Crush já vêm instalados automaticamente.

10-Menos espaço

Comparado ao Windows 8, a nova versão ocupa menos espaço no HD, graças a um algoritmo de compressão desenvolvido pela companhia. Agora, é possível economizar até 15 GB de espaço em alguns computadores.

Fonte: Comunique-se

Twitter permite que usuário comente em retuítes

twitter_logoO Twitter passou a permitir que os usuários incluam seus comentários em retuítes de outras contas. Chamado de ‘Retweet com comentários’, o recurso lançado agora dá espaço de 140 caracteres para observações, como em postagens comuns.

Segundo a rede social, a novidade funciona incorporando a publicação anterior na íntegra, inclusive com fotos, e já está disponível para quem acessar a plataforma pela web e pelo aplicativo para iOS. A atualização para Android ainda não tem previsão de lançamento, mas o Twitter antecipa que será “em breve”.

Em fase beta desde o ano passado, a ferramenta chega para suprir a necessidade dos tuiteiros, que criaram artifícios como o uso do termo “RT” para fazer comentários e ao mesmo tempo identificar outro usuário como autor da postagem original.

Fonte: Comunique-se

Revista Pais & Filhos passa a ser vendida pela Nuvem do Jornaleiro

Pais & Filhos, um dos mais importantes títulos da falecida Bloch Editores, sobrevive! Agora ganha novo canal de distribuição e, espero, uma garantia de ficar entre nós durante muitos anos.

pais-e-filhosA revista Pais & Filhos passou a fazer parte do portfólio de veículos oferecidos pela Nuvem do Jornaleiro. A plataforma que dispõe de importantes títulos de revistas, jornais e agências de notícias do Brasil e de mais de 150 países, comunicou o novo parceiro na última semana.

Lançada em 1968, a publicação possui matérias com foco em informar e compartilhar experiências sobre gravidez e parto, bebês, crianças, adolescentes, saúde e educação. De acordo com o anúncio oficial da Nuvem do Jornaleiro, é “uma revista voltada para a família, para a gestante e para os pais”.

Na banca digital, estão reunidos, além da nova publicação parceira, diversos títulos de vários segmentos editoriais, que podem ser acessados por meio de computadores, smartphones e tablets conectados à internet. Assim, o usuário não precisa fazer o download dos arquivos, pois eles estarão sempre disponíveis em nuvem.

O aplicativo da Nuvem do Jornaleiro está disponível na loja do Google Play e na App Store, em dois planos de assinatura. O plano mensal pode ser adquirido por U$ 4,99, enquanto o anual é oferecido por U$ 49,99.

Fonte: Comunique-se

Os dez aplicativos preferidos dos jornalistas

Eu conheço pelo menos uma pessoa que participou dessa pesquisa!

O smartphone há muito tempo é considerado peça-chave na rotina de qualquer jornalista, que é beneficiado com a variedade de recursos disponíveis em versão mobile. Dentro e fora das redações, várias atividades cotidianas foram simplificadas, como pesquisar informações, fazer anotações, entrar em contato com fontes, fotografar e gravar sonoras.

A verdade é que é difícil ficar sem o celular por perto, mas a quantidade de plataformas pode confundir e tirar o foco de uma apuração. Para entender as necessidades dos jornalistas e quais aplicativos realmente fazem a diferença em sua rotina, o Portal Comunique-se realizou uma pesquisa com seus leitores na última semana, considerando o uso de dispositivos móveis, como smartphone e tablets. As mais de 400 respostas foram bem variadas, superando a marca de 250 apps citados.

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No ranking, as redes sociais e serviços de mensagem instantânea ocupam posições de destaque, mostrando a influência que as plataformas têm como fontes de pautas e informação da chamada mídia tradicional. Confira o top 10 dos apps queridinhos dos jornalistas:

1º – WhatsApp: 229 votos

O mensageiro é o “queridinho” dos jornalistas por ser rápido, completo e popular. Usado tanto para debater pautas em grupos específicos, quanto para troca de informações com a redação, o app é usado para buscar personagens e contato com fontes, que muitas vezes confirmam informações e dão declarações diretamente pela ferramenta.

Em momentos críticos, pode ser usado para enviar sonoras, por meio da gravação de mensagens de voz, e imagens. O app é compatível com os principais sistemas, como Android, iOS, Windows Phone, Blackberry e Nokia. Recentemente, foi lançada a versão da plataforma para computadores.

2º – Facebook: 159 votos

A rede social mais popular da atualidade é útil para monitoramento de tendências, pautas, temas “quentes” e contato com fontes, já que mais de um quinto da população mundial tem perfil na plataforma. Em inúmeros grupos, “coleguinhas” trocam contatos e informações.

Disponível para Android, iOS, Windows Phone e BlackBerry, o app permite que o usuário desfrute praticamente dos mesmo recursos da versão web. Nele, os jornalistas ainda podem ter acesso a fotos e vídeos e compartilhar conteúdos audiovisuais seja com amigos ou em uma página própria. Como a maioria dos veículos de comunicação globais tem cadastro na rede, é possível acompanhar notícias em um só feed.

3º – Twitter: 108 votos

A característica mais valorizada pelos jornalistas e profissionais de comunicação que usam o Twitter como ferramenta de trabalho é a timeline em tempo real. Assim, o microblog funciona como um grande termômetro social, refletindo os principais acontecimentos e opiniões de usuários ao redor do mundo.

A rede também é unanimidade quando se fala em atingir uma grande quantidade de pessoas, pois as mensagens podem ser visualizadas por qualquer um. Se analisado com critério, é possível encontrar muitas informações de bastidores em primeira mão, antes que o assunto seja propriamente noticiado. O serviço pode ser acessado usando um navegador web ou por meio de aplicativos disponíveis para Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry e para aparelhos da Nokia.

4º – Instagram: 106 votos

Assim como o Twitter, as publicações do Instagram têm predominância por acontecimentos ao vivo, com isso, é possível monitorar conteúdos por meio das hashtags. É possível acompanhar uma série de flagrantes de eventos, acidentes e catástrofes naturais diretamente pela plataforma.

Da mesma forma, as hashtags também podem chamar atenção de outros usuários até o veículo de informação, facilitando a cobertura jornalística. Quanto mais divulgada for a tag, mais usuários poderão contribuir com o trabalho e interagir. O recurso da geolocalização também permite encontrar diversas histórias locais. Ao tocar num local, a rede exibe diversas fotografias clicadas ali. O usuário pode baixar o app gratuitamente no seu celular Android, iOS ou Windows Phone.

5º – Waze: 70 votos

Além da função principal de navegação via GPS, o Waze dispõe de uma série de informações úteis a condutores e jornalistas. Do trajeto até determinada entrevista, passando pela estimativa de tempo no trânsito, até notificações de acidentes que rendem pauta: são várias possibilidades para explorar o app.

A plataforma é uma comunidade de mapeamento em tempo real, com informações até do preço de postos combustíveis, estabelecimentos, blitz, radares e outras ocorrências no caminho. Pode ser baixado gratuitamente para iOS, Android, Blackberry e Windows Phone.

6º – Gmail: 52 votos

Com suporte para até cinco contas alternadas, o app do Gmail é muito prático e usual para quem precisa administrar mais de um endereço de e-mail simultaneamente. O fato de ser integrado com outros serviços do Google, como o Docs, Drive e o Calendar, também facilita a vida do usuário, que consegue concentrar anexos, compromissos e informações em um só lugar. Outra vantagem é possibilidade de receber notificações em tempo real na tela, evitando a perda de alguma mensagem importante. É acessível apenas em Android e iOS.

7º – Evernote: 43 votos

Companheiro de todas as horas, o Evernote tem foco em produtividade e organização. Além da função padrão de bloco de anotações, o app armazena fotos, arquivos, desenhos à mão livre e lembretes, que são sincronizados com o servidor da ferramenta na nuvem automaticamente, livrando os usuários da preocupação de salvar a todo momento.

Na nuvem, os arquivos podem ser acessados posteriormente de outros dispositivos – pelo navegador – e compartilhados com outras pessoas para edição em equipe. Os textos podem ser agrupados de acordo com assuntos específicos por tags. Um fator importante é que a plataforma permite acesso online e offiline. Dispositivos Android, iOS, Windows Phone, Blackberry suportam o programa.

8º – Skype: 37 votos

A plataforma da Microsoft é consagrada e conhecida por pessoas do mundo todo. Ideal para realização de chamadas de voz e vídeo, o app pode ser usado para entrevistas e flashes ao vivo, de acordo com a qualidade da internet. As conversas entre usuários do aplicativo são de graça, mas a ligação para telefones convencionais é tarifada. Ainda assim, o valor é mais vantajoso do que o praticado pelas operadores de telefonia.

O programa substituiu o antigo MSN e também pode ser usado para troca de mensagens de texto e arquivos para os contatos. O app está disponível para dispositivos Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry e já vem pré-instalado no smatphones Nokia X e Amazon Fire.

9º – Google Maps: 36 votos

Disponível na web, para Android e para iOS, o mapa online ajuda os usuários a chegarem a seu destino, por meio do GPS, considerando se será usado carro, transporte público ou se o caminho será feito a pé. O app dá informações meteorológicas e de trânsito e encontra qualquer lugar do mundo.

É muito produtivo pela possibilidade de usar o Street View para se mover como se estivesse andando na rua, graças às milhões de fotos do Google. Além disso, é uma fonte confiável para dar referência de distâncias e permite obter mais informações sobre diversos lugares que são relacionados a artigos na Wikipédia.

10º – Facebook Messenger: 33 votos

O chat Facebook Messenger permite enviar mensagens gratuitas para os amigos do rede social com dispositivos Android, iOS e Windows Phone. Concorrente direto do WhatsApp, o mensageiro também permite o envio de fotos e a gravação de mensagens de aúdio, além do recurso de fazer ligações gratuitas.

Com isso, também é usado para contato com fontes, troca de informações em grupos e até entrevistas. Outra característica interessante é que os usuários podem compartilhar sua localização pelo aplicativo.

Fonte:Comunique-se

Band demite irmã de Patrícia Poeta e mais 10 funcionários no Rio Grande do Sul

A crise não poupa ninguém.

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A redação da Band no Rio Grande do Sul está mais vazia. Por motivos ainda não revelados, a emissora precisou demitir aproximadamente 25 funcionários. Na lista, está a repórter Paloma Poeta, irmã da global Patricia Poeta. As informações são do site Na Telinha e do blog do jornalista Políbio Braga.

Paloma, que tem 22 anos, é considerada uma das promessas do jornalismo brasileiro, segundo o Na Telinha. Tanto é que, segundo o site, a Band pensava em mudar a jornalista de redação. O projeto era que ela estivesse, em breve, na base da emissora em São Paulo. A jovem estava no canal desde o início do ano passado e acabara de voltar das férias.

A reportagem do Portal Comunique-se apurou que os cortes realmente aconteceram, mas a emissora ainda não se pronunciou sobre o caso. O jornalista Políbio Braga explicou que outro nome que está na lista de demitidos é o do coordenador de esportes, Haroldo dos Santos, sendo que este foi desligado por “problema de gestão”. A jornalista Christiane Matos e alguns operadores também fazem parte do corte.

Fonte: Comunique-se

IVC amplia escopo de atuação com auditoria de app, webradio e TV online

Agora vai ficar bem mais difícil para portais, blogs e sites “inventarem” audiências e se colocarem em posições nas quais nunca estiveram.

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Além da mudança de posicionamento do IVC, que passa a ser reconhecido como Instituto Verificador de Comunicação, algumas novidades chegarão em 2015 com a ampliação de atuação da empresa. Na lista, vão passar a fazer parte dos serviços a aferição da audiência em aplicativos, webradios, TV na internet e eventos. Os novos projetos foram apresentados à imprensa na manhã desta terça-feira, 10, em encontro realizado em São Paulo.

Quem cuidou da apresentação foi o presidente-executivo do IVC, Pedro Silva, que explicou como vai funcionar cada atuação. Sobre aplicativos, ele afirmou que o serviço será uma análise da utilização desses programas com captação de dados armazenados no dispositivo do próprio usuário no momento da interação.

De acordo com o executivo, as informações serão confrontadas com dados reportados pela ferramenta de web analytics, levando em conta que a principal métrica será o unique device – que identifica o dispositivo único que está utilizando o app. Outras métricas a serem usadas serão: downloads, app page impression, app visit, app time spent e app ad impression.

Destinado às webradios e TVs na internet, a auditoria de streaming de áudio e vídeo também estão na cartela de novos serviços. A verificação pretende observar acessos como conexões únicas, seguindo os padrões recomendados pela Federação Internacional dos Institutos de Auditoria de Mídia (IFABC, da sigla em inglês).

O IVC vai fornecer dados com audiência por conexões e sua taxa de consumo, geolocalização da audiência por região e cidade, identificação dos dispositivos de acesso e determinação dos horários das conexões, os dayparts. “Cobrir websites, aplicativos e web rádios configura uma conquista importante. A presença da auditoria nos meios digitais é cada vez mais forte e nos permite ofertar dados multiplataforma de forma bastante abrangente. Isso cria cenário mais favorável aos investimentos seguros e o mercado publicitário ganha como um todo”, explicou Silva.

Por fim, eventos serão auditados pelo IVC, que vê neste mercado uma opção relevante em segmento com franca expansão e bastante explorado por publishers e agências especializadas. Este trabalho vai cobrir encontros sociais, empresariais, webinars e aqueles voltados ao consumo, bem como os de cunho técnico-científicocultural.

As métricas oferecidas ao mercado abrangem números de visitas pagas e gratuitas, além de um relatório de conversão de visitas e dados de qualificação de público, que incluem características como cargo e gênero. Atividades paralelas aos eventos como palestras, distribuição de brindes e shows, entre outras, também poderão ser auditadas e parametrizadas.

“Os eventos desempenham papel importante filiado à International Federation of Audit Bureaux of Circulations (IFABC) na construção de marcas por meio do relacionamento, entrega de conteúdo e debate de ideias. O serviço de auditagem de eventos se consolidou nos países onde foi implantado. Além disso, é apontado como tendência pela IFABC e tem tudo para ser bem sucedido no Brasil”, disse Silva.

Total View

O IVC lançou, ainda, o Total View, que chega junto da reformulação de seu site. A ferramenta de consulta vai fornecer ao usuário dados sobre participação e relevância de cada meio de comunicação em diferentes mercados. Os filtros permitem ao usuário visualizar dados de diferentes plataformas dos veículos (tablet, mobile, desktop ou impresso), segmentos de atuação, regiões geográficas e período.

O Total View permitirá que o usuário visualize as informações de mais de um veículo para criar, por exemplo, um banco de dados de uma campanha. Será possível exportar planilhas, gráficos e salvar o plano para execução de check in após a veiculação. “A necessidade de criar uma ferramenta como o Total View foi percebida pelo Instituto após estudos realizados no segundo semestre de 2014 com os profissionais de Mídia das agências”, afirmou o presidente do instituto.

Fonte: Comunique-se

Google muda política para conteúdo adulto em sua plataforma de blog

bloggerO Google está adotando postura mais rígida com relação a conteúdo adulto em suas plataformas. A empresa anunciou que vai banir a publicação de fotos e vídeos sexuais explícitos no Blogger, sua plataforma de blogs pessoais.

A nova política entrará em vigor a partir do dia 23 de março. Depois da data, todos os blogs que possuírem imagens proibidas marcados como privados, de forma que só poderão ser acessados pelo dono ou administradores da página, além de outras pessoas com as quais o proprietário queira compartilhar o site.

A nudez ainda será permitida caso a publicação vise um “benefício público”, com contexto artístico, educativo ou científico, conforme explica o Google. O que a empresa não deixou claro é a forma com que vai conduzir a curadoria da plataforma para distinguir os tipos de conteúdo.

É possível exportar o acervo do blog em arquivos .xml ou arquivar texto e imagens usando o serviço Google Takeout. Todas as páginas criadas após a implantação da nova norma poderão ser apagadas.

Fonte: Comunique-se

YouTube lança aplicativo para crianças que permite controle dos pais

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O Google lançou o YouTube Kids, plataforma específica para crianças. Com a novidade, é possível deixar os pequenos assistirem vídeos em smartphone em tablets sem o risco de encontrar conteúdo inapropriado para a idade.

Gratuito, o app conta com design próprio para o público infantil, com ícones grande, para facilitar a navegação intuitiva, sem a necessidade do auxílio de adultos. Os pais podem controlar a atividade dos filhos, restringindo o tempo de uso do aplicativo, por exemplo.

Já estão disponíveis versões para Android e iOS. Os vídeos estão classificados em categorias como “Aprender e Explorar”, “Shows”, “Música” e “Apropriado para a família”.

Fonte: Comunique-se

EBC é condenada por acumulo de funções de radialistas

Não me admira que essa empresa tenha problemas de gestão, mesmo entre seus próprios jornalistas. Uma pena mais esse exemplo de má administração e mau profissionalismo. Nem o PT segurou essa derrota.

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Por acumulo de funções aos profissionais radialistas, a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) decidiu que a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) deverá ser condenada a indenizar seus funcionários. A punição está avaliada em R$ 100 mil por dano moral coletivo por desrespeito à legislação trabalhista. As informações são do Conjur.

“No caso em tela, além de se impor ao empregado o exercício cumulativo de atividades laborais, há de forma transversa a supressão de cargos que poderiam ser destinados a outros concursados”, avaliou o relator, desembargador Dorival Borges de Souza Neto. Ele afirmou que não tem como negar a “lesividade do ato ilícito perpetrado”.

A situação foi investigada após o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) ajuizar a ação civil pública. O objetivo é inibir a prática de exercício acumulado nas empresas. Segundo o MPT, o radialista, pela Lei 6.615/1978, “não será permitido, por força de um só contrato de trabalho, o exercício para diferentes setores”.

O Conjur informa que a ação já tinha sido considerada procedente pelo juízo de primeiro grau. Neste processo, ficou decidido que a empresa deixaria de manter funcionários com acumulo de funções sob pena de R$ 5mil por empregado caso a situação continuasse irregular. O ministério, entretanto, pediu para que a EBC fosse condenada por dano moral. O valor da multa que a empresa deve pagar será revertido para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Fonte: Comunique-se

Trilogia de Matías Molina pretende contar história dos jornais brasileiros

Ainda não li nenhum trecho, mas desde já recomendo.

molina-livroO jornalista Matías Molina colocará no mercado três livros sobre a história dos jornais brasileiros. O tema das obras é resultado de décadas de pesquisa. Com o trabalho, o autor pretende abarcar toda a história da imprensa no país, desde suas primeiras manifestações no Brasil colônia até os dias atuais. O primeiro volume da série, intitulado História dos Jornais do Brasil – Da Era Colonial à Regência (1500-1840), será lançado em 10 de março.

O primeiro livro chega ao mercado com 536 páginas e fala sobre a imprensa no período colonial, tempo em que o Rio de Janeiro era sede da Corte, e se estende até a época da Independência. A história de que os jornais foram palco de disputas políticas será contada.

Editado pela Companhia das Letras, o volume traz epílogo com análise dos fatores que condicionaram o desenvolvimento da imprensa no país e ajudam a explicar a baixa penetração dos jornais na sociedade brasileira. A segunda obra vai falar sobre os jornais do Rio de Janeiro até o início do século XXI. O terceiro livro conta a história dos impressos de São Paulo no mesmo período.

Molina tem em seu currículo passagens pela Editora Abril, onde foi editor-chefe do grupo de revistas técnicas e lançou a revista Exame, pela Folha, como editor de Economia, e pela Gazeta Mercantil. No mercado editorial, é autor do livro Os melhores jornais do mundo.

Fonte: Comunique-se

Brasil perde título de país mais mortífero do Ocidente para trabalho da imprensa

Alguns insistem em culpar a polícia e as empresas jornalísticas, enquanto os, cada vez mais presentes, pseudos-manifestantes-criminosos são esquecidos. O Brasil é perigoso par os jornalistas por conta de criminosos e da falta de preparo dos nossos Homens da Lei, além, claro, da loucura normal dos profissionais.

A notícia:

Imprensa e violênciaO Brasil ficou na 99ª posição no ranking de liberdade de imprensa divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), com a análise das condições de trabalho para a imprensa em 180 países. A colocação representa um ganho de 12 posições em relação à 111ª posição que o país ocupou no ranking de 2013.

No relatório apresentado, a RSF comenta que o Brasil perdeu o título de país mais mortífero do Ocidente para jornalistas, assumido atualmente pelo México, que ocupa a 148ª posição no ranking geral de liberdade de imprensa. No ano passado, dois jornalistas foram assassinados no Brasil por motivos diretamente relacionados ao seu trabalho, enquanto três foram mortos no território mexicano.

A organização afirma que o Brasil “tornou-se um pioneiro na proteção dos direitos civis online. por meio da adoção do Marco Civil da Internet’. A Repórteres sem Fronteiras ressalta que “a segurança dos jornalistas e a concentração da propriedade da mídia nas mãos de poucos, no entanto, continuam sendo os principais problemas”.

O relatório também lembra que muitos atos de violência contra jornalistas foram cometidos durante a onda de protestos que tomou as ruas do país. “Um relatório da Secretaria de Direitos Humanos em março de 2014 sobre a violência contra jornalistas enfatizou a participação das autoridades locais e condenou o papel da impunidade na sua repetição constante.”

Na América do Sul, o país mais bem localizado no ranking da liberdade de imprensa é o Uruguai, na 23ª posição. Depois, antes do Brasil, aparecem Suriname (29ª), Chile (43ª), Argentina (57ª), Guiana (62ª), Peru (92ª) e Bolívia (94ª). Depois aparecem Equador (108ª), Paraguai (109ª), Colômbia (128ª) e Venezuela (137ª).

De acordo com a RSF, 69 jornalistas foram assassinados em todo o mundo em 2014, dez a menos do que em 2013. Em 2015, apenas em janeiro, 13 jornalistas foram mortos em crimes ligados diretamente a suas atividades profissionais: oito na França, funcionários do periódico Charlie Hebdo, e cinco no Sudão do Sul.

Fonte: Comunique-se

Comunicação é área com funcionários mais insatisfeitos

A profissão de jornalista – para citar apenas uma – é apaixonante, mas fico imaginando se essa informação terá alguma influência nas práticas gerenciais dos profissionais da área…

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Se você está no mercado de trabalho, precisa pensar em algo: você recomendaria a sua empresa para um amigo? Pelo menos 44% das pessoas que trabalham nas áreas de mídia e comunicação afirmaram que não. E sabe por quê? Por causa das condições de trabalho e os recorrentes salários baixos. As informações são da Love Mondays, comunidade de carreira em que os funcionários publicam avaliações sobre cada empregadora.

O estudo é resultado do levantamento feito pela Love em dezembro do ano passado por meio de 5487 opiniões de colaboradores. Os dados identificaram o percentual de funcionários, em 16 setores, que recomendaria a empresa em que trabalha. A área de mídia e eomunicação ficcou na última posição, com apenas 56% dos profissionais dispostos a indicar seus ambientes de trabalho. A lista traz outros cinco nichos com índices de insatisfação: viagens, turismo e lazer (63% indicariam); governo, ONGs e associações (65%); varejo (67%); serviços financeiros (68%) e serviços ao consumidor (68%).

A comunidade de carreiras afirma que os itens mencionados pelos profissionais são falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, empresa lenta e burocrática, processos, sistemas e ferramentas ruins, planejamento em curto prazo e instalações ruins. “Aspectos ligados à gestão da empresa e à progressão na carreira têm uma influência direta na satisfação do funcionário. As empresas desses setores precisam ficar atentas a esses apontamentos e investir na criação de planos de carreira e na formação de líderes que fomentem a meritocracia e o desenvolvimento do funcionário”, afirmou a CEO da Love Mondays, Luciana Caletti.

Por outro lado, existem sete setores em que os contratados estão felizes e dispostos a indicar um amigo. São eles: energia (79%), bens de consumo (78%), construção e engenharia (77%), farmacêutica e saúde (77%), agropecuária (75%), TI/Telecom (72%) e educação (72%). Os trabalhadores das áreas afirmam que puderam, em 2014, aprender e ter progresso trabalhando nesses nichos.

“O salário só foi destacado pelos profissionais da área de energia. Isto demonstra que as pessoas estão mais valorizando cada vez mais empresas preocupadas com a qualificação, pacote de benefícios, um plano de carreira e, acima de tudo, um ambiente de trabalho agradável”, explicou a executiva.

Veja a lista completa:

Profissionais insatisfeitos

Fonte: Comunique-se

Tam investe em internet e conteúdo individual durante voos

Depois de liberarem os smartphones chega a hora de aproveitarmos o wi-fi. Só falta ser “de grátis”.

 

Tam wi-fiO grupo LATAM , das companhias aéreas TAM (brasileira) e LAN (chilena), investiu em 2014 mais de US$100 milhões em projetos de tecnologia que visam melhorar a experiência de viagem dos seus passageiros. A primeira novidade é que as empresas passam a disponibilizar conexão Wi-Fi dentro das aeronaves que pode ser usada durante os voos.

Para ter acesso ao sistema, é preciso ter o aplicativo “LAN e TAM Entertainment”. A plataforma para dispositivos móveis apresenta várias opções de notícias, filmes, séries, informações turísticas e músicas. O conteúdo poderá ser assistido no próprio smartphone do usuário.

As duas companhias vão oferecer em voos nacionais e internacionais um canal do YouTube no serviço de entretenimento. A proposta é oferecer uma seleção com os envios mais populares, com atualização mensal. Quando estiver em tela individual, o usuário pode optar por até 120 minutos de vídeos do site.

Uma opção semelhante ao que vem sendo oferecido nos Estados Unidos e na Europa, mas é a primeira vez que a tecnologia aparece em companhias da América Latina.

Fonte: Comunique-se

‘Desilusões Perdidas’: 30 neuras clássicas do jornalista

Expressões1. Será que vai dar tempo de fechar a matéria?

2. Será que eu não me esqueci de fazer nenhuma pergunta?

3. Será que eu consigo um emprego quando me formar?

4. Será que o meu texto ficou bom?

5. Será que eu tô muito gorda no vídeo?

6. Será que a porra do gravador gravou tudo direitinho?

7. Será que eu estou na lista dos demitidos?

8. Será que o meu namorado realmente lê as minhas matérias ou só diz que lê?

9. Será que o William Bonner também tem suas neuras?

10. Será que a minha mulher realmente dorme durante o meu pescoção?

11. Será que pega mal ligar pra casa da fonte no domingo de manhã?

12. Será que eu escrevi certo o sobrenome do entrevistado?

13. Será que a coletiva vai bombar?

14. Será que sai pelo menos uma notinha?

15. Será só imaginação? Será que nada vai acontecer?

16. Será que eu cobro pela milésima vez o assessor?

17. Será que eu ainda me acostumo com este ritmo maluco?

18. Será que eu tô pedindo muita grana por este frila?

19. Será que eu tô pedindo pouca grana por este frila?

20. Será que eu já tinha desligado o celular quando mandei o entrevistado à merda?

21. Será que tem muito será neste post?

22. Será que alguém vai perceber que eu já usei essa declaração numa matéria antiga?

23. Será que eu levo o meu notebook para a praia no domingo?

24. Será que eu vou desmaiar de fraqueza se ficar o dia inteiro sem almoçar?

25. Será que eu estudo jornalismo mesmo com a queda do diploma?

26. Será que a informação que eu peguei no Wikipedia é confiável?

27. Será que se eu aceitar o jabá vão me achar um vendido?

28. Porra, será que eu salvei o texto?

29. Será que os outros repórteres ouviram algo que eu não ouvi?

30. Será que eu sou um pouquinho neurótico?

Fonte: Comunique-se

Estrangeiros que vão cobrir a Copa fazem curso para atuar em “zonas de conflito”

Violência na CopaPor causa das recentes manifestações e o número de vítimas, que coloca na lista diversos profissionais de imprensa, as empresas estrangeiras de comunicação estão treinando as equipes que vão cobrir a Copa no Brasil para lidar com situações de conflito. As informações são do blogueiro do Estadão, Jamil Chade.

De acordo com ele, fontes contaram sobre os treinamentos, mas pediram para que o nome da agência não fosse divulgado. O curso aplicado aos jornalistas esportivos é similar ao que é oferecido para repórteres que vão cobrir pautas em locais de guerra, como Iraque e Afeganistão.

“Outros grupos de imprensa, principalmente da Europa, também já reservaram o treinamento para seus jornalistas esportivos. Durante a Copa das Confederações, certas emissoras tiveram de sair às ruas com a ajuda de seguranças”, explicou.

Situação brasileira
Em fevereiro deste ano, um protesto contra a Copa do Mundo no Brasil terminou com 14 jornalistas agredidos, de acordo com informações da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). O ato foi realizado na região central de São Paulo e contou com mais de 100 integrantes da chamada “tropa do braço” da Polícia Militar.

De acordo com o levantamento da entidade, os acontecimentos fizeram com que chegassem a 57 os casos de agressões e detenções de jornalistas. O número registra apenas a violência cometida por policiais e passou a ser contabilizada desde as manifestações ocorridas no primeiro semestre do ano passado. A Abraji ainda salienta que a maioria das agressões (56%) ocorreu mesmo com o profissional da imprensa se identificando como tal.

Fonte: Comunique-se