Arquivo da tag: Google

Os 20 anos do Google

Site de buscas revolucionou a internet e trouxe uma série de novidades para o ciberespaço

Apesar de muita gente não acreditar, houve um tempo onde a hegemonia para das buscas na internet era compartilhado por sites como AltaVista, Hot Bot ou Yahoo Search.

Isso pode parecer estranho, mas o mundo funcionava com tecnologias tão antigas quanto o fax, o telefone e o pager (façam buscas para saber o que são).

Dois aniversários

A data oficial de nascimento do Google é 4 de setembro 1998 (quando foi registrado como empresa, embora o Google comemore no dia 27, sem uma explicação plausível para a escolha dessa data).

Segundo dados da própria empresa, 15% das consultas feitas no buscador são inéditas, há 130 trilhões de endereços que já foram pesquisados, com uma média de tempo de resposta de apenas 0,25 segundo.

A empresa também é responsável por outros serviços que dominam a internet como o YouTube, Chrome, Maps, Gmail, Drive e o Google Translator (para citar alguns).

No Brasil desde 2005, o Google já investiu milhões no país — somente entre janeiro de 2017 e maio de 2018 foram R$ 700 milhões — e tem quase mil funcionários.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o Brasil é um dos cinco principais mercados do Google.

Parabéns pra você!

Anúncios

Chaves USB de US$ 20 garantem a segurança de 85 mil funcionários da Google

A boa e velha chave…

Information Security

Você pode imaginar que tem muito hacker por aí que ficaria muito feliz se conseguisse enganar funcionários da Google para roubar dados, não é mesmo? Pois a empresa também sabe disso, por isso sempre investe bastante na segurança de suas informações. E uma das medidas mais legais não está em software, mas sim em “chaves físicas” que são usadas como autenticação de dois fatores por lá.

A Google começou a usar chaves USB em 2017. Desde então, garante que nenhum de seus 85 mil funcionários teve suas contas roubadas ou invadidas. Essa chave funciona no lugar dos celulares e outros métodos de autenticação de dois fatores, sendo exigida para a homologação de acesso logo após a inserção de senha na conta Google.

Na Google, as chaves USB de autenticação utilizam U2F (universal 2nd factor) para as homologações. Além de inserir o dispositivo na porta USB…

Ver o post original 65 mais palavras

Google descobre falha crítica nos navegadores Firefox e Edge

Perigo, Will Robinson!!

Information Security

JULIANA AMÉRICO

Um pesquisador do Google descobriu uma vulnerabilidade grave nos navegadores Mozilla FireFox e Microsoft Edge, que permite que os sites roubem conteúdos confidenciais das contas e informações de outros sites acessados pelos usuários.

Segundo informações do The Hack News, Jake Archibald explica que a falha está na forma como os navegadores lidam com solicitações de origem cruzada para arquivos de vídeo e áudio. Normalmente, os navegadores não permitem que os sites façam solicitações de origem cruzada para um domínio diferente, a menos que o domínio permita explicitamente.

Ver o post original 103 mais palavras

Natura, Google e Nubank tem os melhores serviços de atendimento ao cliente

O sucesso de uma empresa nem sempre está ligado apenas ao produto ou serviço que é oferecido. Muitas vezes o atendimento e o pós-venda são tão ou mais importantes. Ranking criado pela revista Exame e pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) mostra que mesmo as empresas que não possuem call center próprio – como a Natura – podem obter ótimos resultados se utilizarem as práticas corretas.

O estudo mostra que as grandes marcas normalmente se aproveitem do seu poderia econômico para oferecer uma experiência melhor ao cliente. Porém, o grande destaque do ranking é o Nubank (na posição 3), uma startup relativamente nova, que oferece serviços financeiros (cartão de crédito e conta corrente) sem a cobrança de tarifas.

A discussão sobre atendimento interno ou terceirizado parece infinita e a decisão por uma ou outra opção pode definir a diferença entre o sucesso ou o fracasso de uma boa ideia/produto. Claro que um bom serviço de atendimento não garante nada. Vide os setores de telecomunicações, internet banda larga, TV a cabo e telefonia celular, que estão sempre entre os piores serviços e atendimentos.

Veja o ranking

Fonte: Blog Televendas & Cobrança

Conheça quatro áreas que apontam o futuro da pesquisa no Google

GoogleEm uma conferência realizada na última semana em Toulouse, na França, o diretor de pesquisa de inovação do Google, Behshad Behzadi, apontou que a companhia acredita que o futuro esteja nos dispositivos móveis e ofereceu algumas pistas do que deve ser o futuro da área de buscas na gigante de tecnologia. Segundo ele, 4 grandes áreas devem se modificar drasticamente nos próximos anos. Veja quais são elas:

  1. Voz

O processamento de linguagem natural do Google evoluiu bastante nos últimos anos: antes, a taxa de erro era de 1 em 4. Atualmente, o valor passou para 1 a cada 16. De acordo com Behzadi, isso significa que o sistema interpreta as pesquisas por voz na velocidade e com a capacidade de uma conversa entre pessoas.

  1. Contexto

Cada vez mais, o motor de busca do Google está tentando entender o que o usuário quer descobrir ou encontrar quando digita algo na página de buscas. O sistema capta as pesquisas do usuário e seu histórico para tentar captar o que ele realmente quer saber.

  1. Localização

As pesquisas baseadas em localização devem se tornar ainda mais importantes para a plataforma. Ao buscar itens gerais, o usuário deve obter resultados específicos, com base no lugar onde ele se encontra. Pesquisando, por exemplo, loja de roupas, em uma rua qualquer, o usuário receberá indicações dos estabelecimentos que se encontram próximos a ele.

  1. Dados pessoais

O item é uma das grandes polêmicas enfrentadas pelo Google atualmente. Questionada, a companhia revela que a intenção é saber mais sobre o usuário e adaptar os resultados com base em sua maneira de pesquisar e em seus interesses. No entanto, defensores da privacidade na rede apontam que essa pode ser uma grande oportunidade para obter informações sensíveis sobre as pessoas.

Fonte: Olhar Digital

Google e Yahoo aumentam esforços no controle de spam

google11O Google e o  Yahoo estão expandindo o uso de um bem-sucedido sistema que consegue identificar spam. O movimento é parte de um esforço a longo prazo para implementar uma série de revisões projetadas para descobrir se um e-mail realmente foi enviado por um domínio que ele diz se originar.

E-mails fraudulentos são um problema antigo, uma vez que é fácil forjar o endereço do remetente, tornando mais fácil para o destinatário acreditar que veio de uma fonte legítima.

Até 2 de novembro, o Yahoo planeja usar o DMARC, sigla para Domain-based Message Authentication, Reporting & Conformance ou Mensagem baseada no domínio de Autenticação, Relatório & Conformidade para seus serviços ymail.com e rocketmail.com. No ano que vem, o Google também planeja direcionar o Gmail para uma política rigorosa do DMARC, de acordo com um release para a imprensa.

Como funciona

yahooO DMARC permite que remetentes de e-mails digam aos serviços de recebimento se eles estão usando duas outras tecnologias para limpar spam.

Muitos remetentes usam o DKIM (DomainKeys Identified Mail) que usam assinatura criptografada ao redor de um e-mail que verifica o nome do domínio através da mensagem que foi enviada.

A segunda tecnologia, SPF (Sender Policy Framework) permite que destinatários indiquem quais hosts são autorizados a enviar seus e-mails, permitindo que organizações que os recebem discartarem mensagens daqueles endereços fraudulentos que chegam na caixa de entrada.

O DMARC também permite alguma flexibilidade para destinatários, permitindo que eles digam ao destinatário o que fazer se algumas mensagens não forem autenticadas. Destinatários também podem informar remetentes o que eles fizeram com as mensagens que não passaram pelo sistema.

A ideia é cortar drasticamente e-mails do tipo phishing, que buscam levar pessoas a clicarem em links maliciosos ou revelar informações pessoais.

Vale ressaltar que o DMARC conta com apoio amplo da indústria e também é usado pelo Facebook e Microsoft.

Fonte: IDG Now!

Google cria tecnologia para melhorar reconhecimento de voz

Dá série: “Lá vem o Google de novo aí, gente!

Eu já acho o reconhecimento de voz deles muito bom. Imagino como será essa versão melhorada.

Google-voice-recognition-620x270A equipe de reconhecimento de voz do Google anunciou que a empresa conseguiu melhorar os modelos acústicos de sua rede neural, o que permitirá que os comandos de voz sejam reconhecidos com mais eficiência.

Graças a um recurso que a empresa chama de “Classificação Temporal Conexionista” e uma sequência de técnicas de treinamento discriminativas. O resultado é muito simples: se você tentar fazer uma busca por voz a partir de agora, o Google entenderá mais rápido, com mais precisão e com menos interferência de ambientes barulhentos, diz a empresa.

A equipe diz que a diferença é que a nova tecnologia usa a frase inteira falada, e não apenas fragmentos individuais de palavras, para identificar o que é dito. A tecnologia de redes neurais recorrentes permite identificar os sons da voz dentro de um contexto.

A novidade já está valendo desde já em vários lugares, permitindo reconhecer melhor comandos de voz e buscas no aplicativo do Google no Android e no iOS. Ela também já está presente no ditado para Android.

Fonte: Olhar Digital

Google pode reduzir orçamento de negócios não relacionados à internet em US$4 bilhões

Da série: Reestruturar não significa necessariamente demitir!

Um exemplo para os empreendedores brasileiros?

google11Recentemente, o Google anunciou a sua maior mudança organizacional de todos os tempos. A reestruturação levou a criação de um holding chamado Alphabet dentro do qual o Google em si seria apenas mais uma empresa. Ao lado da gigante das buscas, figuram outros investimentos da companhia, como pesquisas em saúde e banda larga de alta velocidade.

Até então, com tudo sob a batuta do Google, o dinheiro para investimento saía do mesmo bolso. Agora, porém, a companhia deve prosseguir com a separação completa de seu núcleo de internet (buscador, YouTube, Android e outros) do restante dos serviços e pesquisas não relacionados à web.

Assim, todos os serviços atuarão de maneira independente dentro da Alphabet. Com isso, o especialista do Bank of America (agora pertencente ao Merril Lynch) Justin Post acredita que esses produtos não relacionados à internet devem sofrer um pesado corte de investimentos.

Produtos sem valor de mercado

Google insideO grande responsável por isso seria o fato de que a maioria dos produtos que não são o Google dentro da Alphabet ainda não têm valor de mercado suficiente para se manter com as próprias pernas. Tirando empresas como Nest, Dropcam e Fiber (ambas parte do holding), as demais ainda não têm essa capacidade.

Para Post, essas três empresas devem trazer uma arrecadação de US$ 500 milhões para a empresa em 2016, gerando um lucro que varia entre US$ 100 milhões e US$ 150 milhões. Enquanto isso, as demais letras deste alfabeto ainda são minúsculas, com o perdão do trocadilho, e necessitam de dinheiro que vem de outras companhias do grupo.

Diferentes cenários para a análise

Para chegar a essa conclusão, Justin Post utiliza dois cenários diferentes. No primeiro, ele assume que a margem de operação dos principais produtos do Google foi ajustada em 53%, como aconteceu em 2010, antes da companhia ampliar seus investimentos em setores fora da web. Já o YouTube, teve sua margem de operação ajustada em 15%.

A partir disso, ele conclui que os produtos menos relevantes (ao menos para o público) da empresa, aqueles que não orbitam o mundo da internet, poderiam perder cerca de US$ 4 bilhões em investimento quando a reestruturação da companhia em torno da Alphabet for completada.

Esse, contudo, é o pior cenário de análise. Usando como parâmetro a ampliação dos postos de trabalho, Post revela que o núcleo central do Google foi o destino de 16% dos novos empregados contratados ao longo dos últimos cinco anos. Com base nessa informação, as perdas da Alphabet seriam de US$ 2,7 bilhões.

De olho no mercado de ações

Apesar de números nada animadores, pelo menos diante das previsões do especialista do Bank of America, há indícios de que a jogada do Google pode dar resultados positivos. Isso porque a segmentação da companhia pode atrair a atenção de investidores do mercado de ações.

A ideia é simples: investidores interessados em desenvolver o mercado de banda larga de alta velocidade e telecomunicações, por exemplo, podem investir diretamente na Fiber, a empresa do Google (ou, melhor dizendo, da Alphabet) responsável por esse tipo de pesquisa.

Por outro lado, aponta Post, esse panorama pode ser uma faca de dois gumes. Na mesma medida em que pode estimular investimentos específicos, a separação completa do Google (o que deve acontecer em janeiro de 2016) pode afastar investidores das demais empresas da Alphabet. De qualquer forma, apenas os próximos anos dirão qual previsão estava correta.

Fonte: Canaltech

O que Google, Cisco e Apple fazem para encantar seus funcionários?

Quando será o dia no qual as nossas empresas terão em mente que ações como as descritas abaixo podem melhorar (muito) o seu desempenho?

Google inside
A cadeira do seu escritório está acabando com suas costas? Bem, saiba que passar oito horas de seu dia sentado pode estar contribuindo para o desconforto. Adicionemos mais elementos nessa equação, afinal, já aprendemos que a cultura moderna do “sempre disponível” não tem feito bem a saúde de muita gente. Somemos, ainda, elementos estressantes e a pressão do dia a dia e, aos poucos, surge uma rotina que é quase uma bomba relógio prestes a estourar.

Os pontos apresentados no parágrafo anterior são mais comuns do que se imagina. O cenário vivenciado no dia a dia do mundo corporativo revela que muitas empresas não estão, de fato, se preocupando totalmente com o bem estar de seus colaboradores.

Para trazermos uma pouco de ar fresco a discussão, apresentamos alguns benefícios que cinco empresas – reconhecidas pela forma como tratam seus recursos humanos – oferecem aos colaboradores a ponto de mantê-los felizes, com saúde e, acima de tudo, elevando sua produtividade.

Google

Conhecida por seu ambiente despojado e criativo, a gigante de internet aplica um intenso programa de bem estar corporativo. Ao longo do dia, a companhia oferece diversas opções de refeições saudáveis para seus colaboradores. Além disso, possui especialistas para cuidar da saúde dos colaboradores, que podem procurar assistência de enfermeiros (por exemplo) no próprio escritório caso sintam que uma gripe se aproxima.

Escritório GoogleA empresa também encoraja seus colaboradores a seguirem processos de aprendizado contínuo com programas de incentivo a cursos de graduação e especialização. Os empregados também podem recorrer a aconselhamento legal sem custo ou obterem descontos a serviços de advocacia, caso precisem.

Os benefícios não acabam aí. Há serviços de transporte com internet a bordo para todos funcionários no caminho de casa para o escritório (e vice-versa), bem como ofertas de compartilhamento de veículos elétricos. Há, também, espaço para prática de exercício e tempo extra de folga para quem acaba de ter filho.

Zappos

A Zappos decidiu abolir a hierarquia e acabar com a figura do chefe. Mas não é só isso que a provedora oferece como diferencial para seu contingente de colaboradores. Há uma vasta quantidade de benefícios, começando por serviços de saúde gratuitos de alta qualidade a todos empregados – desde exames a tratamentos.

O escritório da empresa em Las Vegas possui uma academia com aulas presenciais ou a distância. Os funcionários podem, ainda, obter aconselhamento nutricional, ter dicas para controle de peso, para parar de fumar e/ou reduzir o estresse. A companhia oferece ainda uma sala de “soneca” para quem quiser relaxar um pouco antes de voltar ao trabalho.

Isso é parte de uma política de “competição do bem estar”, que permite que os funcionários sejam premiados ou recebam reconhecimento por seus esforços de saúde de acordo com algumas metas associadas a questões fitness.

Cisco

Elogios no Trabalho IAlém de benefícios como horários de trabalho flexíveis e outras atividades desse tipo, a fabricante de equipamentos de redes oferece a seus colaboradores serviços como acupuntura, fisioterapia e cuidados primários de saúde no local de trabalho. A empresa mantém uma academia onde os trabalhadores podem se exercitar ao longo do dia. Além disso, há espaços ao ar livre para prática de esportes, ligas desportivas organizadas e trilhas para caminhadas e ciclismo em seu campus.

No refeitório há opções de comidas saudáveis e sempre frescas, de acordo com as temporadas. Os trabalhadores também recebem “fun funds” (uma espécie de recompensa) para que possam celebrar e integrar times de exercícios fora do ambiente de trabalho. A empresa também premia trabalhos voluntários e doações feitas por funcionários a instituições sem fins lucrativos.

Yahoo

Mesmo que Marissa Mayer tenha cortado a prática de home office, os benefícios oferecidos pelo Yahoo aos seus empregados são extensos. Funcionários podem praticar exercícios e atividades que vão desde yoga a pilates, kickboxing e gole. A cantina fica aberta 24×7 e há subsídios na compra de alimentos.

A companhia garante também licença maternidade e paternidade acima da média do mercado para seus colaboradores. Além disso, há uma política mensal que oferece US$ 500 para compras em supermercados, serviços de lavanderia e alimentação. Além disso, quando uma pessoa completa cinco anos de empresa, pode tirar um descanso de oito semanas.

Apple

Uma breve espiada na página Glassdoor deixa claro que os funcionários gostam de trabalhar para a Apple. O site reúne nada menos que 5,5 mil comentários, garantindo uma classificação de 4 estrelas (de cinco possíveis) dadas pelos colaboradores/candidatos. Os benefícios tocam desde empregados até trabalhadores de meio período nas lojas da marca.

Algumas empresas podem manter os funcionários abastecidos com refrigerante e bolinhos. A Apple prefere abastecer seus trabalhadores com… maçãs. De tempos em tempos, a companhia promove uma festa em seu campus, onde reúne colaboradores para ouvir música e beber cerveja. A empresa também oferece serviços de deslocamento até sua base, em Cupertino.

Fonte: Computerworld

Google vai lançar um novo sistema operacional voltado para empresas

google11Depois de se estabelecer nos mercados educacionais e do usuário final com produtos baratos e mais simples, o Google volta agora seus olhos para o segmento corporativo com sua nova oferta de Chromebooks. Nesta semana, a empresa anunciou a nova versão de seu sistema operacional baseado no navegador e em código aberto voltado para as companhias que precisam adaptar suas estruturas atuais para o mundo da computação na nuvem.

Em parceria com a Dell, que vai lançar novos produtos do tipo no mercado, o Google quer garantir que os sistemas legados das empresas possam ser utilizados e, mais do que isso, convertidos para a nova onda. É justamente por isso que o grande destaque aqui é um conjunto de ferramentas que permitirão a transição de aplicativos que rodam no Windows para os sistemas de nuvem da gigante.

Esse é um anseio antigo da companhia, que há anos trabalha ao lado de corporações frisando as vantagens do cloud computing – mais segurança, maior disponibilidade, colaboração e, acima de tudo, a possibilidade de um gerenciamento centralizado, estejam os funcionários no escritório, viajando ou trabalhando de casa. O que o Google percebeu é que, por mais que muitos clientes concordem com tudo isso, essa transição efetiva era um pouco dificultada pelos sistemas já em funcionamento, que exigiam adaptações, desenvolvimentos adicionais ou mudanças completas, algo que pode não ser muito viável ou, ainda, ter impacto sobre as receitas.

Para companhias de TI, pode até ser um trabalho importante, mas e quando se trata de empresas mais tradicionais ou com poucos funcionários? Foi justamente em uma visita a uma fábrica desse tipo que o Google percebeu o problema há cerca de um ano e decidiu agir.

Uma das principais adições é um sistema que vai permitir que usuários de Chromebooks acessem pela internet os sistemas de suas empresas, fazendo uso até mesmo de aplicações antigas, que nem mesmo sonhavam com uma arquitetura online. Isso além, é claro, dos sistemas de adaptação e desenvolvimento de novos softwares que estarão disponíveis para todos e facilitarão a transição. Além da Dell, empresas como a Citrix e a VMWare também fazem parte da empreitada.

Os primeiros computadores da nova leva de Chromebooks para o mercado corporativo chegam no dia 17 de setembro e, nos Estados Unidos, vão custar de US$ 399 (cerca de R$ 1,4 mil) até US$ 799, aproximadamente R$ 2,8 mil. Outras fabricantes, como Acer e HP, por exemplo, também devem incorporar os novos sistemas à sua oferta de máquinas futuras.

Concorrência direta

Mais do que atender às necessidades de seus clientes, a nova empreitada do Google é também uma forma de ampliar seu rol de ferramentas para trazer clientes para si e evitar que eles permaneçam na concorrência. Mais do que notar que o uso de sistemas legados é uma realidade, a empresa provavelmente reparou também que são poucas as empresas que pensam dessa maneira.

A HP, uma de suas parceiras na fabricação de Chromebooks, por exemplo, trabalha com foco em virtualização e adaptação, mas a partir de consultorias que auxiliam a transposição de aplicativos antigos para a nuvem. Enquanto isso, a Amazon prefere focar em suas próprias ferramentas e não possui nenhum tipo de assistente para realizar essa conversão. Parece que, pelo menos por algum tempo, o Google será um dos grandes nomes desse movimento se tudo der certo.

Fonte: Canaltech

Facebook e Google dominam tempo gasto por usuários em apps

A notícia não traz nenhuma novidade, mas dados que podem ajudar nas reflexões sobre vantagens e desvantagens da era das redes sociais.

Social Media Logotype BackgroundA batalha pela supremacia no mundo móvel se concentra em dois competidores. Juntos, Facebook e Google respondem por um em cada quatro minutos que os norte-americanos passam em dispositivos móveis. O dado é da Forrester Research, que rastreou o uso dos smartphones de 1721 pessoas por um período de três meses.

A coleção de aplicativos do Facebook — que inclui Messenger, Instagram e Whatsapp – responde por 13% do tempo gasto pelos usuários. A gigante das redes sociais também marcou presença considerável no mercado de apps corporativos, responsável por 8% do tempo passado em smartphones.

A oferta mais ampla e diversa do Google – com serviços como Gmail, Chrome e YouTube – tomou cerca de 12% do tempo dos consultados pela pesquisa. Players remanescentes como Apple, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay demandaram entre 1% e 3% do tempo dos usuários.

A Forrester ressaltou que seu sistema de rastreamento não registra de forma exata o tempo passado em apps pré-instalados, reduzindo de forma significativa o percentual do Google, que possui diversas de aplicações nativas no Android.

Outros apps sociais, como Twitter, Snapchat e LinkedIn, registram vasta audiência em categorias-chave, mas “falharam em dominar ou expandir seus nichos” e não equivalem a 1% do tempo gasto nos dispositivos móveis, apontou o relatório.

Os minutos ou horas passadas em cada serviço e a receita associada são importantes, mas a principal medida do poder desses serviços é a recorrência do que a Forrester chama de “momentos mobile”, ou “todo minuto que um usuário passa em um app junto com os dados que coleta durante esse período”.

O relatório assinala que as empresas ganham poder no setor móvel quando dominam uma audiência (os tais “momentos mobile”) ou dados de consumidor e podem monetizar esses ativos enquanto ditam as regras.

Fonte: Computerworld

Google investe US$ 45 milhões no Duolingo

Duolingo-bannerO Google Capital fechou um investimento de US$ 45 milhões com o Duolingo, aplicativo de educação de idiomas gratuito, com a participação de seus investidores anteriores. De acordo com a empresa, o que levou o Google a investir foi a “forma inovadora da empresa em desenvolver o que parece ser o futuro da educação.”

Criado pelo guatemalteco Luis von Ahn, professor de ciência de computação da Universidade Carnegie Mellon, e por Severin Hacker, o Duolingo foi eleito pela Apple como App do Ano em 2013 e Melhor do melhor para Android pelo Google em 2013 e 2014. O aplicativo, que utiliza a linguagem dos games para ensinar, passou recentemente a ser utilizado em programas pilotos dos governos da Costa Rica e Guatemala.

O Duolingo já recebeu outras rodadas de investimento, incluindo US$ 3,3 milhões da Union Square Ventures em 2011, US$ 15 milhões da NEA em 2012 e outra liderada pela Kleiner Perkins Caufield & Byers. O ator Ashton Kutcher e o autor Tim Ferriss também já investiram no aplicativo.

Fonte: ProXXIma

Google lança serviço para armazenamento de fotos e vídeos

Ilimitado e gratuito. O novo serviço de armazenamento do Google, específico para imagens e vídeos, disponível desde o fim de maio. A novidade guarda e organiza arquivos de até 16 megapixels e filmes de alta definição, com até 1080 pixels.

Google Fotos

O Google Photos pode ser acessado tanto por desktop como aplicativo para Android e iOS. Na home do assistente, o usuário encontra as fotos de acordo com as datas e pode compartilhar com outras ferramentas, como o Hangouts, WhatsApp e Twitter.

Ainda há sugestões de ajustes para fazer com os diferentes conteúdos, como alterações na cor e luz, criação de colagens e animações. A ferramenta separa as fotos por pessoas, lugares e coisas, de forma automática, facilitando futuras pesquisas.

Saiba mais sobre a novidade:

http://www.youtube.com/watch?v=IcXesOhnwrM

Fonte: Comunique-se

Google permanece como maior empresa de mídia

O Google se manteve como a maior empresa de mídia do mundo no novo ranking da ZenithOptimedia, que lista as 30 companhias de destaque do setor.

No entanto, houve mudanças no pódio. Walt Disney Company, que no ano passado havia conquistado a terceira posição, subiu um degrau e aparece em segundo lugar na análise de 2015. A companhia foi beneficiada pela saída da DirecTV do ranking, após ser vendida para a AT&T. Na terceira colocação está a Comcast (veja a lista completa abaixo).

O Google é líder isolado no ranking. De acordo com o levantamento, a companhia agora é 136% maior do que a Disney, a segunda colocada. O único brasileiro a figurar na lista é o Grupo Globo, que subiu três posições em relação ao ano passado e agora está na 17ª posição. O Grupo, inclusive, foi o terceiro de maior crescimento no mundo. Avançou 15%, atrás apenas do Facebook (63%) e do Baidu (43%).

zenithglobal (1)

Fonte: Meio & Mensagem

Pesquisa do Google descobre que 5% de seus usuários estão infectados com adwares

Acho a pesquisa conservadora. Só 5%? Bem, as informações são do Google….

Adware Malware IMalwares que inserem anúncios indesejados em sites são um dos golpes mais eficazes da internet. E antigos, também. Mesmo assim, segundo uma pesquisa do Google e da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, o golpe ainda infecta mais de cinco milhões de usuários no mundo todo.

Esse tipo de vírus, chamado de adware, funciona da seguinte forma: assim que um computador é infectado, o vírus insere anúncios em qualquer site que o usuário visite, fazendo os hackers que controlam o malware ganharem dinheiro com a receita de publicidade gerada pelos page views na página infectada.

O estudo fez uma pesquisa com computadores que visitaram sites do Google entre junho e outubro de 2014, verificando se anúncios falsos estavam sendo “injetados” pelos sistemas nessas páginas.

Adware Malware IIDurante esses cinco meses, o sistema detectou mais de 5 milhões de endereços de IP infectados com adwares, quase 5,5% do total de requisições. Segundo o estudo, o número pode ser ainda maior. Isso porque os programas de adware evitam inserir anúncios em sites de grandes empresas, para não serem detectados por elas.

A pesquisa também mostrou que o adware Superfish ainda continua ativo e infectando computadores no mundo todo. O Superfish esteve presente em mais de 3,7 milhões de pageviews. O programa se tornou conhecido após ser descoberto em alguns computadores da Lenovo, pré-instalado, quebrando protocolos de segurança de qualquer computador infectado com ele.

Outros dos programas mais encontrados pelos pesquisadores foram o Jollywallet, Crossrider e Netcrawl.

O Google iniciou uma guerra contra os adwares nos últimos meses. Em abril, a empresa parou de aceitar anúncios de empresas que lançam sofwares gratuitos para desktops, como WinZip e VLC. Isso porque, normalmente, os adwares entram no computador por meio desses programas.

Fonte: Info Abril

Mudança em buscas do Google favorece sites adaptados ao mobile

sony-google-tvCom uma mudança em seus algoritmos de busca, o Google passou a dar prioridade a sites adaptados a dispositivos mobile. Assim, os endereços com versão para celular serão melhor elencados no ranking de resultados de pesquisas.

“Os usuários poderão, de maneira mais fácil, encontrar resultados relevantes e de alta qualidade que são otimizados para seus aparelhos”, disse a empresa, em comunicado oficial. O Google pretende expandir a experiência do usuário no smartphone ou tablet, de forma que seja tão completa quanto no desktop.

Ainda que a motivação siga as tendências de hábitos de consumo de conteúdo da atualidade, cerca de 38% dos 177 milhões de sites existentes na internet não estão de acordo com as novas regras. O dado é da consultoria Forrester Research. A adoção da nova especificação do motor de buscas está “rebaixando” sites em flash e sem design responsivo.

Para afastar a dúvida de quem estiver inseguro com seu website, o Google desenvolveu um Teste de compatibilidade com dispositivos móveis, que diz se o site é mobile-friendly e ainda dá dicas para aprimorar a página.

Fonte: Comunique-se

Google firma acordo com oito grandes jornais europeus

A iniciativa reúne pesos pesados e promete fazer muito barulho.

google-news

O Google fez parceria com oito editoras de jornais europeus com o intuito de desenvolver plataformas digitais para esses veículos. A empresa planeja investir mais de € 150 milhões (o equivalente a US$ 167 milhões) em projetos de jornalismo digital.

O acordo foi firmado por meio da Digital News Initiative e inclui os jornais Financial Times, The Guardian, Les Echos, El País, Die Zeit, Frankfurter Allgemeine Zeitung, La Stampa e NRC Media. Segundo o presidente de relações estratégicas do Google na Europa, Carlo D’Asaro Biondo, a companhia trabalhará com a entidade para ajudar os publishers a desenvolverem modelos sustentáveis para a produção de notícias. O porta-voz espera que outros veículos se juntem à iniciativa.

Fonte: ProXXIma

Receita publicitária do Google atinge US$ 15,5 bilhões no 1º trimestre

Google insideOutro trimestre se passou e a receita publicitária do Google continuou a crescer. Apesar disso, a gigante de buscas lucrou menos com cliques em seus anúncios nos primeiros três meses do ano, apresentando queda de 7% em relação ao final do ano passado. Porém, o número de cliques nos anúncios do Facebook cresceu 13% nesse primeiro trimestre. Esse padrão vem se repetindo desde o quatro trimestre de 2011.

No último trimestre de 2013, o Google migrou sua plataforma de compra de anúncios para a Enhanced Campaigns, que estabelece o preço para anúncios de mobile relacionados a anúncios de desktop, fazendo com que os anunciantes paguem mais em espaços pequenos.

Porém, a empresa afirma que o mobile não é responsável pela queda no preço por clique, e sim o YouTube. O valor cobrado pelo True View é muito baixo, justifica a companhia. Dessa forma, o valor do espaço do Google também cai.

A partir de uma olhada mais a fundo na questão de preço do Google é possível descobrir que os preços dos anúncios disponibilizados nos sites da própria empresa estão caindo. No primeiro trimestre, anúncios que o Google redireciona para sites third-party apresentaram valores 2% superiores aos do ano passado, mas 12% a menos clicaram nesses anúncios.

A empresa não informa o valor dos anúncios ou quantos anúncios são veiculados, então é difícil comparar as duas empresas. Mas é possível ver que, cada vez mais, a receita do Google vem de seus próprios sites.

Fonte: ProXXIma

Google anuncia Chromebit, um novo computador do tamanho de um pendrive

google-chromebitO Google anunciou novidades em sua linha de dispositivos que rodam o sistema Chrome OS. E a mais empolgante delas é também a menor: o Chromebit, um aparelho do tamanho de um pen-drive que pode ser conectado a qualquer tela, transformando-a em um computador completo rodando Chrome OS, o sistema operacional do Google.

Os Chromebits serão fabricados pela Asus e custarão 100 dólares no mercado americano. Seu lançamento está previsto para junho, segundo post no blog da empresa. Ainda não há detalhes sobre o hardware, mas considerando que o Chrome OS é um sistema operacional “peso leve”, originado a partir da tecnologia do navegador web, um aparelho compacto com este faz sentido na estratégia do Google.

Além desses pequenos computadores, outros dois Chromebooks de baixo custo foram anunciados: o Haier Chromebook 11 e o Hisense Chromebook, ambos a partir de 150 dólares no mercado americano. Infelizmente, ainda não há informações sobre lançamento das máquinas no Brasil.

Fonte: Info Abril

Nova extensão para Chrome deixa acesso à internet mais rápido

Chrome badO Google lançou uma versão para desktops da sua ferramenta de análise e compressão de dados. O serviço funciona por meio de uma extensão do Chrome e ajuda a diminuir o consumo de internet e aumentar a segurança da navegação.

 

Isso porque o navegador usa os servidores do Google para compactar as páginas que o internauta quiser ver antes de fazer o download. “Páginas no modo anônimo e em SSL não são incluídas”, avisa a empresa.

 

A ferramenta ainda está em modo beta, mas está disponível plenamente no Android e no iOS através do menu de configurações do Chrome para dispositivos móveis.

 

Para baixar no desktop, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital

Balão do Google oferece sinal 4G a uma área de até 5 mil km²

A ideia parece boa, mas um tanto utópica.

BlogImage7-copy[1]

O Google revelou novos detalhes sobre o Project Loon, o projeto que usa balões para distribuir sinal de internet a áreas remotas. Segundo a empresa, um único balão é capaz de cobrir uma área similar a um pequeno estado americano como Rhode Island, que ocupa um espaço de 3,1 mil km² no mapa.

As dimensões não são suficientes para cobrir nenhum estado brasileiro por completo, nem mesmo o Distrito Federal. No entanto, o número subestima a real capacidade dos balões de internet da empresa, que, na verdade, podem cobrir um diâmetro de 80 quilômetros, com uma área de cobertura de até cerca de 5 mil km².

Para cobrir áreas maiores, será necessária a utilização de mais balões, o que não parece ser um problema para a empresa. Eles são capazes de se comunicar entre si para ampliar o alcance do sinal, e o projeto é bem barato.

Toda a ideia do Project Loon não é, na verdade, oferecer internet por conta própria, mas trabalhar com operadoras de telefonia móvel para levar conectividade a áreas onde a construção da infraestrutura necessária seria custosa demais, o que desencoraja o investimento.

A parceria com o Google permite que as operadoras apenas apontem sua infraestrutura já existente para o ar e se comuniquem com os balões para ganhar m alcance muito maior. “Se você já tem torres para cobrir uma cidade, você pode apontar uma parte delas para o céu e ser capaz de oferecer conexão para uma região inteira pela rede de balões”, explica Johan Mathe, um dos designers do projeto em entrevista ao Ars Technica.

Outra questão importante do projeto é a durabilidade dos balões. Já foi provado pelo Google: eles são altamente resistentes, e conseguem aguentar até seis meses (embora a média seja de cerca de apenas 100 dias) no ar em condições bastante desfavoráveis. O balão que mais tempo resistiu fez isso por 187 dias, com 9 voltas no globo terrestre aguentando temperaturas de até -75º Celsius e ventos com velocidades de até 291 km/h em uma altitude de até 21 quilômetros passando por mais de uma dúzio de países por quatro continentes.

Por enquanto, o Loon ainda está em fase de testes, atendendo poucas regiões no planeta. Um dos balões oferece conectividade 4G à escola Linoca Gayoso Castelo Branco, no Piauí; também há balões do Google na Nova Zelândia.

Fonte: Olhar Digital

Facebook e Google lideram tráfego de internet móvel no Brasil

Essa é uma daquelas notícias que não surpreendem ninguém, mas merecem ser destacadas.

google11Os aplicativos de redes sociais e de streaming de vídeo praticamente dominam o tráfego nos aparelhos mobile, de acordo com uma nova pesquisa da Ericsson feita em dezembro de 2014.

Segundo o relatório Mobility Report, cerca de dois terços do tráfego de dados de apps em redes móveis estão concentrados em cinco aplicativos, especialmente nas duas categorias citadas acima.

FB e Google dominam Brasil

O aplicativo do Facebook foi o número em todos os países estudados pela empresa, incluindo o Brasil, onde o app responde por 28% do tráfego móvel, à frente do navegador Chrome, com 16%, do YouTube, com 15%, do WhatsApp, com 13%, e do Instagram, com 6%.

Vale notar que os apps do WhatsApp e do Instagram são do próprio Facebook, enquanto que o Chrome e o YouTube são do Google. Ou seja, as duas empresas dominam o mercado de apps móveis por aqui com 78% do tráfego de apps em redes móveis.

facebookOutros países

Já nos EUA, o Facebook (16%) ficou à frente do YouTube (15%) e do Netflix (12%), que completaram o top 3 daquele país. Na Espanha e na Coreia do Sul, a rede social de Zuckerberg também aparece em primeiro lugar, com 20% em cada país.

Vídeo em alta

Outra conclusão do relatório da Ericsson é que o vídeo basicamente comanda o crescimento do tráfego. A previsão de crescimento do segmento é de 45% ao ano, até 2020. Ao longo dos próximos seis anos, o tráfego total de vídeo deve crescer 17 vezes mais do que nos últimos seis anos.

Fonte: Computerworld

Google muda política para conteúdo adulto em sua plataforma de blog

bloggerO Google está adotando postura mais rígida com relação a conteúdo adulto em suas plataformas. A empresa anunciou que vai banir a publicação de fotos e vídeos sexuais explícitos no Blogger, sua plataforma de blogs pessoais.

A nova política entrará em vigor a partir do dia 23 de março. Depois da data, todos os blogs que possuírem imagens proibidas marcados como privados, de forma que só poderão ser acessados pelo dono ou administradores da página, além de outras pessoas com as quais o proprietário queira compartilhar o site.

A nudez ainda será permitida caso a publicação vise um “benefício público”, com contexto artístico, educativo ou científico, conforme explica o Google. O que a empresa não deixou claro é a forma com que vai conduzir a curadoria da plataforma para distinguir os tipos de conteúdo.

É possível exportar o acervo do blog em arquivos .xml ou arquivar texto e imagens usando o serviço Google Takeout. Todas as páginas criadas após a implantação da nova norma poderão ser apagadas.

Fonte: Comunique-se

Ferramenta do Google que busca passagens mais baratas ganha versão em português

Quem viaja sabe que os orçamentos não podem ficar restritos aos das agências de viagens tradicionais. Cada vez mais os sites de procura de passagens e hotéis vêm melhorando e aumentando a sua influência nos viajantes. Agora, é o Google quem chega com o seu Google Flight. Ainda não usei o serviço, mas já estou de olho nele!

Google FlightFoi lançada a versão do Google Flight em português. O serviço oferece pesquisa de passagens aéreas mais baratas na web. Pela plataforma é possível pesquisar por preços de diferentes companhias e conhecer os roteiros mais populares.

Ferramenta de pesquisa de vôos do Google ganha versão em português (Imagem: Divulgação)

O recurso traduzido está disponível também na versão para mobile. Para utilizar a ferramenta de pesquisa, basta selecionar o lugar de partida e de destino com opção de escolha de chegada, que inclui diversos aeroportos internacionais e nacionais. Depois, se define as datas, a quantidade de passageiros e o tipo de passagem.

Torre de Londres 2013É possível escolher entre a econômica, premium, executiva e primeira classe, dependendo da companhia aérea. Também estão disponíveis recursos extras como a exibição de destinos mais populares procurados pelas pessoas, armazenamento de histórico com as pesquisas realizadas pelo usuário e informações completas de cada companhia aérea, incluindo telefone e link para reserva.

A plataforma inclui, ainda, a opção de visualizar o mapa do local, com indicações de hotéis no Google Maps e calendário para pesquisar por datas mais distantes, fluxo de dias com mais viagens e filtros na busca como personalizações de faixa de preço máxima, companhia aérea, horários e quantidade de paradas.

Após a pesquisa, a ferramenta exibe lista das passagens aéreas com informações como data, horário e preço de cada. As informações mais relevantes aparecem destacadas em vermelho – como vôo ser noturno, por exemplo. A ferramenta fornece, ainda, informações das companhias, com nome, telefone e link para fazer reservas.

Fonte: Comunique-se

YouTube lança aplicativo para crianças que permite controle dos pais

apertura-youtube-kids

O Google lançou o YouTube Kids, plataforma específica para crianças. Com a novidade, é possível deixar os pequenos assistirem vídeos em smartphone em tablets sem o risco de encontrar conteúdo inapropriado para a idade.

Gratuito, o app conta com design próprio para o público infantil, com ícones grande, para facilitar a navegação intuitiva, sem a necessidade do auxílio de adultos. Os pais podem controlar a atividade dos filhos, restringindo o tempo de uso do aplicativo, por exemplo.

Já estão disponíveis versões para Android e iOS. Os vídeos estão classificados em categorias como “Aprender e Explorar”, “Shows”, “Música” e “Apropriado para a família”.

Fonte: Comunique-se