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De novo: Salvação dos jornais brasileiros está no digital?

Circulação digital dos grandes jornais cresce. Falta ganhar dinheiro com isso

Os empresários reclamam da crise editorial dos veículos de comunicação faz tempo. Entretanto, apesar dos problemas apresentados pelo Grupo Abril e o fechamento de vários jornais, muitos grupos de comunicação apresentam aumento nas suas receitas.

Que a circulação de produtos impressos vem caindo, é fato. Assim como é fato que as assinaturas digitais finalmente crescem em um ritmo que pode significar um lucrativo caminho para quem tiver boas (e ágeis) estratégias editoriais e, principalmente, comerciais.

Dados do Instituto Verificador de Comunicação (IVC), mostram que Folha de S. Paulo, O Globo, Estadão e Zero Hora ampliaram suas assinaturas digitais em 2018, em relação ao ano de 2017.

Esse aumento nas assinaturas (ainda com números díspares entre os veículos) exige que as empresas façam mudanças em seus departamentos comerciais, que precisam deixar de lado práticas mais convencionais e agir de acordo com as novas tendências, agregando clientes/anunciantes de todas as categorias e tamanhos.

O número de assinantes ainda é baixo, quando pensamos na fase áurea dos impressos, mas ter quase 100 mil pessoas consumindo suas notícias (no caso de O Globo) não é mau para nenhum jornal do mundo.

A aposta em conteúdos mais locais, exclusivos e que sigam as preferências de seus leitores e seguidores (também nas redes sociais) parece irreversível, da mesma forma que manter um nível de interação com esses mesmos internautas passou a ser obrigatório.

Quem não se adaptar, também em termos tecnológicos, focando nos aparelhos móveis, mas sem esquecer os que acessam por PCs e laptops, vai ficar para trás e, em algum momento, perder o bonde da história.

Veja, abaixo, a circulação digital média dos cinco maiores jornais do País em 2018. O cálculo da variação foi realizado com base nos dados do IVC, comparando a média anual de circulação de janeiro a dezembro de 2018 com a média de circulação de janeiro a dezembro de 2017):

Veículo

Circulação média (Digital) 2018

Circulação média (Digital) 2017

Variação

Folha de S. Paulo

194.855

167.592

16,26%

O Globo

173.527

99.689

74,06%

O Estado de S. Paulo

134.103

85.854

56,19%

Super Notícia

43.459

48.095

-9,63%

Zero Hora

88.472

81.872

8,06%

Fonte: Meio & Mensagem

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Brasileiro prefere ficar preso no trânsito a ligar para o SAC

Entre uma irritação e outra, brasileiro opta pelo trânsito parado ou por uma consulta ao dentista!

Quem já não ficou horas e se irritou tentando fazer alguma reclamação aos Serviços de Atendimento ao Cliente da vida? Nem mesmo a possibilidade de utilizar as redes sociais parece ter tirado do brasileiro o trauma do mau atendimento dos SAC.

Até mesmo ir ao dentista aparece como uma opção menos dolorida do que ligar para uma empresa e tentar ser atendido. Esses dados fazem parte de uma pesquisa ‒ nem tão recente ‒ realizada pelo grupo Opinium, em parceria com a Zendesk.

As principais reclamações é o atendimento realizado por máquinas ou chatbots, assunto que já abordamos aqui, Infelizmente, essa é uma tendência que (parece) veio para ficar.

Será que as empresas que utilizam menos tecnologia vão ter algum ganho em termos de imagem? Qual a sua opinião?

O que o brasileiro menos gosta

Falar com um SAC ‒ 35%
Ficar preso no trânsito ‒ 29%
Problemas com TI‒ 8%
Propagandas de TV‒ 5%
Ir ao dentista ‒ 5%

Gadget que vai mudar a sua vida: lixeira que fica com a tampa aberta

Novas lixeiras vão acabar com muitos momentos de irritação

Ultimamente ando tendo brigas homéricas com as lixeiras (até com as de casa). Elas se recusam a abrir ou fecham quando querem. Um horror.

Mas o que é surpreendente (para um dono de casa) é saber que, além das lixeiras eletrônicas, há aquelas que possuem um sistema para ficarem abertas durante o depósito de lixo, sem que seja preciso pressionar o pedal da mesma.

Ok, que muita gente nem dá bola para o lixo, mas se você cozinha, sabe que lixeiras que não ajudam, atrapalham.

Aproveito o meu espanto para compartilhar alguns modelos que parecem bem bons.

Os 20 anos do Google

Site de buscas revolucionou a internet e trouxe uma série de novidades para o ciberespaço

Apesar de muita gente não acreditar, houve um tempo onde a hegemonia para das buscas na internet era compartilhado por sites como AltaVista, Hot Bot ou Yahoo Search.

Isso pode parecer estranho, mas o mundo funcionava com tecnologias tão antigas quanto o fax, o telefone e o pager (façam buscas para saber o que são).

Dois aniversários

A data oficial de nascimento do Google é 4 de setembro 1998 (quando foi registrado como empresa, embora o Google comemore no dia 27, sem uma explicação plausível para a escolha dessa data).

Segundo dados da própria empresa, 15% das consultas feitas no buscador são inéditas, há 130 trilhões de endereços que já foram pesquisados, com uma média de tempo de resposta de apenas 0,25 segundo.

A empresa também é responsável por outros serviços que dominam a internet como o YouTube, Chrome, Maps, Gmail, Drive e o Google Translator (para citar alguns).

No Brasil desde 2005, o Google já investiu milhões no país — somente entre janeiro de 2017 e maio de 2018 foram R$ 700 milhões — e tem quase mil funcionários.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o Brasil é um dos cinco principais mercados do Google.

Parabéns pra você!