Arquivo da tag: Amazon

Clientes da Amazon são presos por lucrarem US$ 1,2 mi com fraude em devoluções

A vida imitando ela mesma!

Information Security

GUSTAVO GUSMÃO

Três clientes norte-americanos da Amazon foram condenados a penas entre 2 e 6 anos de prisão por um fraudarem a política de devoluções da loja virtual nos EUA. O trio lucrou 1,2 milhão de dólares dizendo à empresa que suas compras eram extraviadas ou que os produtos chegavam comprados com defeito. Seguindo sua política, o e-commerce, então, enviava a eles um item novo no lugar, sem custo. As informações vêm do site ZDNet.

Quem liderava a fraude era o casal Eran e Leah Finan, ambos de 38 anos. Durante dois anos, a dupla usou identidades falsas para adquirir cerca de 2.700 produtos eletrônicos na Amazon, em uma lista que incluía videogames, notebooks, tablets, smartwatches, câmeras e mais. Depois de receberem cada item, os dois encaminhavam uma reclamação à Amazon, sempre dizendo que havia um problema nos dispositivos ou na entrega.

Novos produtos eram, então, enviados pela loja…

Ver o post original 180 mais palavras

Anúncios

Amazon contratará estagiários no Brasil

Uma oportunidade para quem quer e pode ir para São Paulo.

 Programa

Em seu Programa de Estágio a Amazon vai contratar interns para sua unidade em São Paulo. Os estudantes passam por um processo de formação e desenvolvimento enquanto trabalham na Companhia, sendo expostos a desafios reais e projetos nas diferentes áreas.

Os cursos

São aceitos estudantes dos cursos de: tecnologia, como ciência da computação, análise de sistemas e sistemas de informação; administração; marketing; contabilidade; economia; engenharia; matemática; estatística; comunicação; jornalismo; publicidade e psicologia.

Os benefícios

Os estudantes terão possibilidade de atuar na gigante do varejo on-line, que foi considerada a varejista do ano no World Retail Congress 2017, e está entre as companhias mais inovadoras. Neste ambiente, serão expostos a desafios e aprendizados e ainda receberão bolsa-auxílio no valor de R$ 1.900,00 reais + benefícios como vale transporte, vale refeição, assistência médica.

Diversidade

A Amazon é uma empresa de oportunidades iguais e contrata indivíduos qualificados independente de gênero, raça, orientação sexual, religião, nacionalidade, idade ou deficiência. Como um empregador de oportunidades iguais, a Amazon é aberta a estudantes de qualquer faculdade ou universidade cursando graduação no Brasil e com disponibilidade para estagiar em nossos escritórios. Não é necessário que o/a candidato/a tenha experiência profissional para se aplicar para o programa de estágio na Amazon Brasil.

Inscrições

A consultoria responsável pelo processo de seleção é a Companhia de Estágios.

Inscrições devem ser feitas através do site: www.ciadeestagios.com.br/amazon

Fonte: Companhia de Estágios | PPM Human Resources

Amazon lança botão para comprar produtos sem sair de casa

500-Amazon-Dash-Button[1]A Amazon está investindo cada vez mais para conectar pessoas a produtos. A gigante do e-commerce começou a testar o Dash Button, uma espécie de mini-beacon que avisa os consumidores quando itens de uso caseiro, como detergente e comida de bebê, estão prestes a acabar. Então o pedido de entrega pode ser realizado apenas com um toque no botão, sem que seja necessário acessar o computador ou o smartphone.

A novidade tem uma fita adesiva e pode ser acoplado à máquina de lavar, ao armário da cozinha ou a qualquer outro local próximo a um produto que esteja acabando. Ao apertar o botão, o aparelho, que usa o sinal wi-fi da casa, envia à Amazon um alerta para entregar o produto, economizando assim o tempo gasto até o supermercado. Algumas marcas, como Tide, Clorox e Huggies, já têm aparelhos disponíveis.

http://www.youtube.com/watch?v=NMacTuHPWFI

Fonte: ProXXIma

Amazon pode começar a realizar entregas via táxi

Essa notícia é do fim do ano passado e o “pode”  já está valendo em várias cidades do mundo. Enquanto isso, no Brasil, sofremos com altas taxas de frete e a morosidade dos Correios. Realmente não sei o porquê de não usarem esse sistema nas grandes cidades brasileiras.

Amazon Flyheel

Além de drones, a Amazon quer utilizar meios mais convencionais para realizar entregas. Segundo informações publicadas pelo Wall Street Journal, a varejista está testando, nas cidades de São Francisco e Los Angeles, o app Flyheel para delivery via táxi.

Cada carro transportaria até dez pacotes, cada um pelo valor de US$ 5, para um único código postal. Os pedidos chegariam ao destinatário dentro de uma hora. De acordo com o jornal, os táxis seriam uma forma de a empresa conter gastos de entrega, que aumentaram ano após ano.

O Flywheel é uma empresa californiana que deve anunciar nova rodada de investimentos neste mês e expansão para dez grandes cidades norte-americanas.

Fonte: ProXXIma

Amazon lidera ranking dos 25 maiores anunciantes do Google

Quem tem dinheiro e sabe como usá-lo sempre tem sucesso!

Amazon PackA Amazon investiu US$157,7 milhões em anúncios de busca do Google em 2013, só nos Estados Unidos, liderando o ranking do Ad Age Data Center dos 25 maiores anunciantes de busca do Google. A lista é feita com base nos dados da AdGooroo, uma empresa da Kantar Media com foco em marketing de busca.

Nos últimos anos, a Amazon desenvolveu seu segmento de venda de anúncios display e de busca, concorrendo diretamente com o Google. No ano passado, a empresa de e-commerce gerou US$750 milhões em receita publicitária mundial. A expectativa é que o número atinja mais de US$ 1 bilhão em 2014, segundo estimativas do eMarketer. No total, os 25 anunciantes do ranking investiram US$1,34 bilhão.

A varejista já é uma grande investidora no segmento, em geral. Em julho deste ano, a empresa gastou cerca de US$19,5 milhões em anúncios de busca do Google e US$1,2 milhões com o Bing, da Microsoft, segundo declaração de Rich Strokes, CEO da AdGooroo, ao Advertising Age.

A lista é baseada nos dados da AdGooroo sobre anúncios de busca para desktop em propriedades do Google. As informações não incluem publicidade móvel ou anúncios que são exibidos em outras propriedades que utilizam o Google como ferramenta de busca.

Confira o ranking abaixo:

ranking+google

Fonte: ProXXIma

Google e Barnes & Noble unem forças

Será que teremos isso aqui algum dia? Acho que enquanto dependermos dos Correios, não.

barnes-and-noble-booksellersNão é só o Walmart.com que está com a Amazon em sua alça de mira. O Google e a Barnes & Noble firmaram um acordo na área de distribuição de livros. A partir dessa semana, quem comprar obras impressas no Google Shopping Express receberá seu produto no mesmo dia. A informação é do jornal The New York Times.

O serviço estará disponível inicialmente para compradores residentes em Manhattan, na região Oeste de Los Angeles e na baía de São Francisco. O novo sistema de entregas usará o suporte das unidades físicas da rede de livrarias.

A parceria, que poderá ajudar a desenvolver a operação online da Barnes & Noble – que fechou 63 lojas nos últimos cinco anos –, foi divulgada um dia após a Amazon confirmar a ampliação do seu serviço de entrega no mesmo dia para outras seis cidades (Baltimore, Dallas, Indianápolis, Nova York, Filadélfia e Washington).

E-commerce com entregas no mesmo dia criado pelo Google em 2013, o Google Shopping Express está disponível apenas para algumas regiões dos Estados Unidos. Em alguns locais, a entrega é feita em um dia. O site abrange lojas como Cole Hardware, Costco, Google Play, Guitar Center, L’Occitane, Nob Hill Foods, Staples, Target e Walgreens.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook testa sistema de pagamento na rede social para concorrer com PayPal e Amazon

Facebook_news_feedO Facebook irá testar um sistema de pagamentos para que os usuários que já cadastraram um cartão de crédito na rede social usem o mesmo login para fazer compras em aplicativos parceiros. O objetivo é agilizar a compra na rede social e também facilitar o processo via dispositivo móvel. O sistema seria concorrente do PayPal, Google e Amazon, além de startups como Braintree e Klarna.

Segundo o site AllThingsD, o primeiro parceiro seria o JackThreads, site de compras para jovens que tem grande parte de sua receita proveniente de compras feitas por meio de dispositivos móveis.

Um porta-voz do PayPal afirmou em nota ao site americano que tem uma ótima relação com o Facebook e espera que isso continue. “Investimos em pagamentos mobile desde 2006, e no último ano 10% do nosso volume total de pagamentos – US$ 14 bilhões – veio de dispositivos móveis. Ainda assim, sempre damos boas vindas a competidores e estamos ansiosos para ver o que o Facebook vai anunciar”, conclui a nota da companhia de pagamentos à distância.

Fonte: ProXXIma

Amazon enfrenta novos obstáculos na luta por consumo de final de ano

Se está prestes a entrar no mercado brasileiro, a Amazon enfrenta problemas nos Estados Unidos para manter a liderança em vendas.

O dom de dominar a temporada de festas de final de ano que sempre beneficiou a Amazon pode perder parte de seu encanto este ano.

As maiores cadeias de varejo físico dos Estados Unidos, da Wal-Mart Stores e Target à Toys “R” Us, têm a Amazon na mira e estão concorrendo mais agressivamente quanto a preços e oferecendo entrega mais rápida, sites melhores e lojas que também servem como centrais locais de distribuição.

O ataque surge no momento em que a vantagem de preço da Amazon sobre o varejo físico está sendo reduzida. A empresa começou a pagar mais impostos de vendas este ano no Texas, Pensilvânia e Califórnia, o que pode resultar em aumento de preços a não ser que a Amazon decida bancar o prejuízo.

“São fatores que sem dúvida estão colocando mais pressão sobre a Amazon este ano, mais que no passado”, disse Eric Best, presidente-executivo da Mercent, que ajuda comerciantes a vender on-line.

O trimestre final de cada ano, que tem o Dia de Ação de Graças e o Natal, é vital para o varejo porque é quando as empresas geram mais receita e grande proporção de seus lucros. A Amazon, devido a suas despesas inferiores, gestão eficiente de estoques e melhor seleção e busca de produtos, domina as compras on-line na temporada de festas.

Agora, a própria Amazon parece estar reconhecendo a ameaça à sua liderança natalina, ou pelo menos a incerteza causada pela concorrência ressurgida.

Em teleconferência com analistas, a empresa previu resultados para o quarto trimestre que variavam de prejuízo de US$ 490 milhões a lucro de US$ 310 milhões — uma variação muito mais ampla do que no ano passado, quando previu resultado que variava de prejuízo de US$ 200 milhões a lucro de US$ 250 milhões. A Amazon terminou lucrando US$ 260 milhões no quarto trimestre de 2011.

Fonte: O Globo

Amazon fecha acordo com editoras e chega ao Brasil até dezembro

Depois de alguns jornais garatirem que a Amazon passaria a atuar no Brasil em setembro, agora parece que a coisa vai. Ainda não foram divulgados os detalhes de como ela vai operar, mas vai mexer com o mercado.

Fontes do mercado editorial confirmam a iminência do fechamento do acordo entre a Amazon.com com a distribuidora de livros digitais DLD, que engloba as editoras Rocco, Sextante, Objetiva e Record.

O acordo, que vem sendo costurado há mais de um ano entre as editoras e a maior varejista on-line do mundo, deverá ser assinado em breve — ainda este mês — e prevê a estreia da operação da Amazon no Brasil entre o final de novembro e a primeira quinzena de dezembro.

A princípio, a livraria fundada por Jeff Bezos venderá no Brasil seu leitor Kindle e títulos de ebooks. A Amazon anuncia em seu site oficial que está abrindo 15 vagas de trabalho em São Paulo.

Segundo a Reuters apurou há alguns meses, a potência americana do e-commerce deve oferecer um catálogo de dez mil livros digitais em português para o Kindle. A estratégia 100% digital permitiria à varejista minimizar custos no país.

— O Brasil seria o primeiro país em que a Amazon entra apenas com produtos digitais, e essa decisão foi tomada por motivos logísticos e dificuldades tributárias — disse então à agência uma fonte da indústria.

A Amazon é a mais recente empresa americana a buscar uma fatia do mercado de e-commerce brasileiro de US$ 10,5 bilhões. Espera-se que o segmento cresça 25% neste ano, impulsionado pelo aumento da classe média do país. Essa seria a mais recente incursão da Amazon em mercados emergentes, após seu ingresso na China, em 2004, e na Índia, neste ano.

Para adquirir fatia de mercado rapidamente no Brasil, a Amazon provavelmente venderá o Kindle a um preço subsidiado de R$ 500 (US$ 239) — três vezes mais caro que nos Estados Unidos, mas abaixo de produtos rivais no mercado brasileiro, disse a agência.

Fonte: O Globo

Amazon chega ao Brasil no dia 1 de setembro

E lá vão nossas economias!

A Amazon, maior empresa de comércio eletrônico do mundo, começa as atividades no Brasil no dia 1 de setembro. A informação é do site Brasil Econômico e, segundo executivos ligados à companhia, a meta é vender 1,1 milhão de produtos até o final do ano. Para 2013, a expectativa é alcançar a marca de 6 milhões de unidades vendidas.

Trabalhando inicialmente apenas com a versão online, em sua primeira fase no país a empresa deve manter o foco em produtos como CDs, DVDs, Blu-rays, jogos de video game, livros e softwares. Móveis e televisores LCD serão disponibilizados apenas em uma segunda fase, de acordo com os resultados obtidos pela companhia.

Um centro de distribuição de mercadorias está sendo preparado para a cidade de São Paulo e, a exemplo do que acontece com a B2W, responsável pelos sites Submarino, Americanas e Shoptime, deverá ser o coração de todas as operações da empresa no país.

Mudanças no mercado

A chegada da gigante Amazon ao mercado brasileiro deve ampliar os números do segmento no país e impor mudanças na forma como o comércio eletrônico é feito no Brasil. A B2W, por exemplo, vem acumulando prejuízos nos últimos anos. Em 2011, o déficit foi de R$ 89,2 milhões, mesmo em um ano em que o mercado cresceu 26%.

Para a Amazon, um dos maiores desafios será enfrentar as dificuldades de logística no país, e encontrar um bom parceiro para as entregas é tido como prioridade máxima pela empresa. Contudo, inicialmente, a companhia deverá utilizar o serviço dos Correios para as suas encomendas.

Fonte: Brasil Econômico

Amazon pode mudar cara do e-commerce brasileiro

No prazo de aproximadamente duas semanas, a Amazon decidirá, afinal, quando inicia sua operação de e-commerce a partir do Brasil. É quase certo que seja escolhida uma data do segundo semestre deste ano. A decisão tem tudo para estabelecer um marco no mercado local, bastando para isso que a gigante do varejo eletrônico replique aqui o modelo de negócios criado nos Estados Unidos em 1994 e exportado para as outras nove nações onde a empresa mantém operação direta: Áustria, Canadá, China, França, Alemanha, Itália, Japão, Espanha e Grã-Bretanha.

Quem duvidar do peso que a gigante pode vir a exercer aqui, pode dirimir a cisma a partir da seguinte comparação: em 2011, a Amazon faturou, em vendas para 137 milhões de clientes em todo o planeta, 48 bilhões de dólares, o equivalente a 88 bilhões de reais; no mesmo ano, todo o e-commerce brasileiro movimentou apenas 18,7 bilhões de reais. Além de números, a empresa exibe como marcas agilidade na entrega e no atendimento ao cliente – calcanhares de Aquiles dos serviços nacionais. “Se você construir uma boa experiência, os consumidores irão comentar sobre o serviço. O boca a boca é muito poderoso”, disse certa vez Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon.

“O modelo de operação bem-sucedido da Amazon se apoia em três pilares”, diz Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de E-commerce. “Automação em grande escala dos centros de distribuição de produtos, parcerias muito bem amarradas com empresas transportadoras que fazem entregas ágeis e confiáveis e utilização de canais eletrônicos de atendimento aos clientes.” A fórmula foi bem-sucedida lá fora. Resta saber em que medida a Amazon vai repetir o modelo no Brasil – e em que medida vai esbarrar em obstáculos ou características típicas do país, como gargalos de infraestrutura e preferências do consumidor.

Atualmente, a Amazon opera com cinquenta armazéns de produtos, espalhados entre os continentes americano, europeu e asiático: desses estoques gigantescos são enviados os itens adquiridos por consumidores em qualquer parte do globo. Cada um desses “fulfillment centers”, como são chamados, conta com um nível elevado de automação. Esqueça, portanto, a ideia de homens guiando carrinhos velozes em grandes corredores em busca de itens estocados nas prateleiras.

Segundo Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a automação dos centros de distribuição da Amazon chega a 100%; a média brasileira é de 60% – o que ajuda, em parte, a entender os recorrentes problemas que assolam o e-commerce nacional e perturbam consumidores. Os armazéns contam com esteiras, classificadores, dispensadores, robôs e transelevadores automatizados. “Isso acelera o trabalho e minimiza erros”, diz Edson Carrillo, vice-presidente da Associação Brasileira de Logística (Abralog). O sistema, aliado a equipes de até 1.000 funcionários, permite a cada um dos centros de distribuição despachar aproximadamente 600.000 peças por dia.

A primeira dúvida é: a Amazon replicará integralmente esse modelo no Brasil? Os especialistas dizem que isso custará caro, muito caro. De acordo com Carrillo, automatizar um centro de distribuição no Brasil pode custar 30% a mais do que nos Estados Unidos devido ao preço salgado cobrado por aqui pelos equipamentos necessários. Se lá, segundo estimativas, um armazém de grande dimensão sai por aproximadamente 150 milhões de dólares, por aqui, não ficaria de pé por menos de 195 milhões – ou 356 milhões de reais.

Se os armazéns são o coração da Amazon e de seus concorrentes, o serviço de entrega de produtos é seu sistema vascular. O americano Richard L. Brandt, autor do livro Nos Bastidores da Amazon – O Jeito Jeff Bezos de Revolucionar Mercados Com Apenas Um clique, que dissecou os métodos da empresa, diz que boa parte do sucesso da companhia se deve à obsessão de seu criador em construir e manter um circuito de entrega ágil e competente.

Para isso, selou um acordo com a UPS, uma das gigantes de logística de transporte nos Estados Unidos, para garantir rapidez e eficácia – e sossego para os clientes. Através de um sistema integrado a seu centro de logística, a companhia rastreia a trajetória de cada compra e consegue informar, em tempo real, sua posição. Coincidência ou não, a UPS anunciou recentemente a expansão de sua atividade no Brasil. “Oito novos centros operacionais foram inaugurados, triplicando a rede doméstica da empresa em grandes cidades e atendendo a 47% do PIB com estrutura própria”, explica Nadir Moreno, presidente da UPS no Brasil. A empresa não confirma (nem desmente) a hipótese de que a expansão de sua atividade esteja relacionada à chegada da Amazon ao país.

É provável, contudo, que a Amazon tenha de recorrer a outras transportadoras no Brasil. Nesse caso, a qualidade do serviço pode variar. Esta é a segunda variável na equação de sucesso ou fracasso da empresa no país. Rastreamento de entregas não é segredo no Brasil entre as grandes transportadoras. Mas o mesmo não acontece entre as menores. Para Fernando Di Giorgi, fundador da Uniconsult Sistemas, empresa do segmento de back-office para e-commerce, esse será um dos gargalos com o qual a Amazon se defrontará.
“Quando a demanda cresce, as grandes transportadoras são obrigadas a terceirizar suas entregas e, consequentemente, perdem o controle sobre os produtos em trânsito, pois as pequenas não oferecem tal recurso”, diz o analista. Surgem, então, situações em que nem o consumidor nem a varejista consegue localizar o produto em questão. “Esse é o círculo vicioso testemunhado pelos consumidores e uma realidade que a Amazon terá de encarar em sua primeira incursão em um país emergente.”

A ideia da automação de estoques também foi adaptada ao atendimento ao cliente. Atualmente, cerca de 90% das ocorrências pré e pós-vendas da Amazon são resolvidas por meios eletrônicos, via chat, e-mail ou serviço de perguntas e respostas (FAQ). Somente 10% dos casos são encaminhados para o call center, onde um atendente de fato conversa com o consumidor. “Bezos não gosta de atendimento telefônico. Ele é obrigado a manter essa estrutura, mas reconhece que seu resultado não é efetivo. Ele se concentrou no desenvolvimento de sistema eletrônico, que hoje é sempre muito bem avaliado”, diz Richard L. Brandt, autor do livro One Click.

Eis, enfim, a terceira incógnita acerca da chegada da Amazon. No Brasil, mais de 50% dos usuários ainda buscam os call centers como primeira opção na hora de resolver um problema relativo à suas compras on-line, segundo levantamento da 3CORP, empresa que desenvolve plataformas SAC (serviço de atendimento ao consumidor) em parceria com a Alcatel-Lucent. E-mails e chats são preferidos por menos de 20% dos consumidores brasileiros. Nos Estados Unidos, a Amazon acumula dois prêmios de excelência no atendimento ao cliente. Terá de suar a camisa para repetir o êxito por aqui. Mas a gigante de Jeff Bezos tem tudo para fazê-lo.

Fonte: Exame

Leia também – Amazon fecha as primeiras parcerias para loja on-line no Brasil

Amazon fecha as primeiras parcerias para loja on-line no Brasil

De acordo com a coluna Radar On-line, de Lauro Jardim, da revista VEJA, a Amazon já está com o terreno bem preparado para seu desembarque no Brasil. A gigante americana já teria fechado alguns contratos com fornecedores brasileiros.

O maior site de vendas on-line do mundo teria acertado com algumas editoras médias e pequenas, entre elas a Larousse, a Novo Conceito e a Melhoramentos. A varejista americana teria conseguido descontos de 40% com as editoras, em comparação com os preços oferecidos em outras livrarias.

A Amazon.com deve iniciar sua operação de e-commerce no País a partir do dia 1 de setembro, quando vai concorrer diretamente com empresas do grupo B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime). Inicialmente, o site vai vender produtos de pequeno porte, como o e-reader Kindle, CDs, DVDs, livros, videogames e softwares. A previsão é que 1,1 milhão desses itens sejam vendidos de setembro a dezembro deste ano e, em 2013, a estimativa deve chegar a 4,6 milhões.

Amazon no Brasil

Os olhos da gigante americana estão cada vez mais voltados para o Brasil. Em dezembro do ano passado, a empresa iniciou a oferta de seu serviço de computação em nuvem em toda a América do Sul. Gol Linhas Aéreas, Peixe Urbano e o portal de notícias R7 são algumas das empresas que utilizam o serviço.

Outro indício do forte investimento da Amazon no Brasil é o lançamento de seu tablet, o Kindle. A companhia anunciou na última quarta-feira (28/03) o lançamento do Kindle Touch 3G com interface traduzida para a língua portuguesa (Português BR). Até o momento, o e-reader será comercializado pelo site americano da Amazon, e vai custar US$ 189 (cerca de R$ 344 na cotação atual).

Ainda não se sabe como seriam as vendas do Kindle após o lançamento da loja brasileira. Mas especula-se que o dispositivo seja vendido por R$ 200, tornando-se, assim, o leitor digital mais barato disponível no Brasil.

Fonte: Olhar Digital

Amazon lançará três novos tablets em 2012

Linha Kindle ganhará modelo com resolução full HD, diz imprensa asiática

A Amazon prepara a expansão da sua linha de tablets Kindle com o lançamento de três novos modelos ainda em 2012. De acordo com informações reveladas pela imprensa asiática, onde ficam os fornecedores da companhia, dois dos aparelhos teriam telas de 7 polegadas, com resolução de 1024×600 e 1280×800. O terceiro tablet a ser lançado teria tela de 8.9 polegadas e resolução full HD de 1920×1200.

Os novos modelos ampliariam a cobertura do o portfólio da linha Kindle, que teria produtos para usuários entrantes e experts em tablets. A Amazon trabalha com fornecedores tailandeses para manter os custos – e consequentemente os preços – de seus tablets abaixo dos da concorrência.

De acordo com a consultoria IHS iSupply, a Amazon respondeu por 6% da produção mundial de tablets em 2011, logo atrás da Samsung (9%) e bem distante da líder Apple (62%).

Fonte: Meio & Mensagem

Amazon chega ao Brasil em setembro

Eu comemoro e meu bolso se preocupa!

O Brasil deve ganhar uma versão nacional da Amazon em setembro deste ano. A princípio ela venderá apenas Kindles, livros, CD e DVDs – incluindo aí softwares e games – mas é possível que passe a comercializar produtos de maior porte já no ano seguinte.

A informação vem de um documento da própria empresa, ao qual o jornal Brasil Econômico diz ter tido acesso. Em entrevista ao periódico, um executivo ligado à companhia, que preferiu não se identificar, afirmou que o portal já está atrás de um centro de distribuição em São Paulo, Estado que responde pela maior parte das vendas do setor.

O e-commerce nacional é o sétimo maior do mundo – em 2011 arrecadou 18,7 bilhões de reais – e, segundo o instituto Translated.net, deve alcançar a quarta posição em 2015. Para efeito de comparação, ano passado a renda da Amazon foi de 87 bilhões de reais, vinte vezes mais que os 4,2 bilhões da B2W – controladora de Submarino, Shoptime e Americanas.

A abertura da loja virtual da gigante é comentada há algum tempo. Em julho de 2011 ela começou a contratar no País – buscava um gerente sênior para o setor do Kindle – e em dezembro passou a oferecer serviços de computação em nuvem para companhias. Sua chegada é natural, pois já está presente nos seis maiores mercados globais (Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França) e o Brasil é o próximo da lista – Espanha e Canadá também possuem versões locais do site.

A Amazon, para manter sua imagem intacta – é a terceira empresa mais admirada pelos norte-americanos – terá de superar problemas de logística, transporte e tributação, que prejudica a maioria dos concorrentes por aqui. Por isso, talvez, deverá começar com produtos pequenos, cuja entrega é bem mais simples.


Fonte: Computerworld