Arquivo da tag: Turismo

Netflix UK ‘rebrands’ para o lançamento de ‘Outlaw King’

A popular conta do Twitter foi renomeada de Netflix UK para  Netflix Scotland  (ps. assista Outlaw King)  para promover filme

Finalmente chegou o dia! Outlaw King, a grande aposta dos originais Netflix este ano, está disponível para todo o mundo no serviço de streaming. Para comemorar, a conta do Twitter da empresa no Reino Unido mudou até de nome.

E, claro, o social media está se divertindo horrores:

A Escócia como protagonista

OUTLAW-KING-frasesdavida

De Seacliff Beach, em East Lothian, até a Talisker Bay, na Ilha de Skye, o filme foi rodado em locais incríveis em toda a Escócia. Pode não ter um verdadeiro escocês no papel titular, mas os landscapes do país são o verdadeiro protagonista do longa.

A primeira versão de Outlaw King foi exibida durante o Toronto International Film Festival, no início deste semestre. Como a reação do público foi fria, o diretor David MacKenzie fez uma reedição. Versão que foi exibida em meados de outubro em
Edinburgh, com pré-estreia de gala.

Airfarewatchdog

Outlaw King será exibido em salas de cinemas nas grandes cidades escocesas — Edinburgh, Glasgow e Inverness. O longa, estima-se, valeu pelo menos 17,5 milhões de libras para a economia. MacKenzie disse ao The Scotsman, em uma entrevista anterior:

“Braveheart fez um desserviço a Robert [The Bruce]. Retratou-o como uma pessoa molhada e muito desagradável. Achei que havia um buraco na história do cinema daquele período em que queríamos entrar.”

De acordo com a VisitScotland — que oferece visitas  guiadas a alguns das locações — o filme usou 45 locais escoceses diferentes em sua produção.

Algumas cenas foram filmadas em Northumberland — que teria ficado sob o domínio da Escócia nos dias de glória de Robert the Bruce.

Locais para visitar (um dia)

Aqui estão alguns dos melhores locais que serviram de set para o filme que você pode visitar quando decidir conhecer a Escócia.

Craigmillar Castle
 As ruínas do castelo medieval de Edimburgo parecem ter sido usadas para uma cena de batalha no filme, com fotógrafos de olhos
ágeis observando Chris Pine e James Cosmo vestindo roupas de batalha na área, bem como vários extras disparando flechas flamejantes em setembro de 2017.

O castelo não existia durante a época de Robert the Bruce, mas os produtores ignoraram um pouco da imprecisão histórica
para um impressionante local de filmagem.

Dunfermline Abbey
A Abadia de Dunfermline — agora o lugar de descanso final real de Robert the Bruce depois que ele foi enterrado lá, em 1329 — foi parcialmente fechado em setembro de 2017 para as filmagens de Outlaw King.

Linlithgow Palace  e St. Michael’s Parish Church 
O palácio localizado em West Lothian será familiar para os telespectadores da TV e dos filmes
escoceses como o local usado para servir
como prisão de Wentworth em Outlander.

Foi fechado no fim de agosto passado para
filmar, e a igreja paroquial próxima também
foi fechada.

Glasgow Cathedral
A armadura e os cavalos medievais foram trazidos para o prédio de 800 anos no ano passado, enquanto a equipe filmava cenas para o drama histórico, com Chris Pine sendo visto no set várias vezes.

Mugdock CastleA equipe de produção por trás do filme Netflix chegou a construir uma vila medieval em torno do histórico castelo escocês, construindo seis barracas medievais à frente das cenas de Chris Pine em novembro de 2017. Os planos para a vila também incluíram um estábulo temporário para 50 cavalos usados durante uma sequência de filmes no campo de batalha.

Inverbeg
Fotógrafos rápidos conseguiram tirar fotos de membros do elenco apertando garrafas de água quente enquanto filmavam cenas nas
margens do Loch Lomond no ano passado.

University of Glasgow Você pode não ter acesso aos icônicos cloisters da Universidade de Glasgow, a menos que você seja um estudante lá, mas é
interessante ver como eles foram transformados em um grande salão de banquetes, fazendo um banquete digno de um rei.

Blackness Castle
As filmagens que ocorreram no Blackness Castle no final de novembro passado podem ter sido as mais árduas do lote, já que as
temperaturas despencaram abaixo de zero durante um frio. Um extra foi suspenso em uma gaiola de ferro do lado de fora do
prédio, expondo-a aos elementos enquanto algumas tomadas eram feitas para obter certas cenas bem na margem sul do Firth of Forth.

Berwick-upon-TweedA cidade de Northumberland pode não estar na Escócia agora, mas durante a vida de Robert, o Bruce, foi.

Berwick Quayside foi transformado no porto de Glasgow, enquanto a ponte velha foi transformada em London Bridge para as filmagens.

Doune Castle
Não é estranho para a tela, Doune Castle é escolhido novamente como um local para Outlaw King, e torna-se o castelo e a igreja
de Douglas no filme. Fique atento para uma foto brilhante do castelo em chamas!

Anúncios

Dicas de Viagem V: Tipos de tomadas pelo mundo

Você pode achar que está preparado para a sua viagem – passagens compradas, hotéis reservados, passeios programados, seguro de viagem confirmado, etc. – mas será que você está mesmo? Sabe se vai conseguir carregar seus equipamentos eletrônicos?

Tomadas diferentes

Provavelmente você já se perguntou o porquê de o Brasil adotar um tipo de tomada que só existe por aqui. Essa escolha, que parece favorecer apenas aos fabricantes nacionais, ajudou apenas a complicar ainda mais a vida dos viajantes.

Praticamente cada país usa um tipo de tomada próprio e, embora sempre haja a boa vontade dos atendentes dos hotéis ao redor do globo, nem sempre dá para viver sem um adaptador próprio.

Adaptadores

Clique e procure o seu adaptador

Apesar de baratos, os adaptadores são um dos acessórios imprescindíveis em uma viagem ao exterior. Imagine chegar na Itália e descobrir que não há como carregar seu celular ou filmadora. Não é nada bom.

 

Infelizmente, com a invenção da nova tomada brasileira, a coisa ficou ainda mais confusa e, muito provavelmente, você vai precisar levar um adaptador do novo tipo brasileiro para qualquer outro existente (de preferência as de dois pinos ou duas lâminas/pinos achatados) e comprar um adaptador para as tomadas do país onde está, de preferência ainda no aeroporto ou em alguma loja de eletrônicos.

A coisa é mesmo difícil e vale pesquisar sobre o assunto antes de viajar.

Abaixo exemplos das tomadas ao redor do mundo.

Outros bizus

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

As principais cidades do mundo para os amantes da música

O Tripadvisor, um dos maiores sites de viagens do mundo e sempre com boas avaliações de colaboradores. Recentemente o site divulgou uma lista com as cidades mais importantes para os amantes da música. Infelizmente eles não divulgaram os critérios para a escolha, mas admito que não tenho muitas divergências quanto aos locais (com a exceção da falta de Londres e NY), apenas quanto ao seu ranking.

Toda lista é polêmica e fica claro que essa pesquisa teve como base os Estados Unidos, mas realmente o estudo parece ter sido bem feito.

O ranking

1. Nashville, EUA
2. Nova Orleans, EUA
3. Dublin, Irlanda
4. Menphis, USA
5. Branson, USA
6. Doolin, Irlanda
7. Budapeste, Hungria
8. Havana, Cuba
9. Key West, USA
10. Liverpool, Inglaterra
11. Salzburgo, Áustria
12. Montreal, Canadá

Para conhecer todas as cidades recomendadas, siga o link.

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro

Viajar para o exterior requer uma série de procedimentos e precauções. Nada pior do que ter as férias ou uma viagem de trabalho frustradas por ter a sua (ou de algum acompanhante) entrada barrada no país de destino. Muita gente acha que é só obter o visto de entrada e tudo está resolvido. Ledo engano! O visto é muitas vezes obrigatório, mas não garante nada. Além disso, há muitos outros fatores que podem contribuir para que sua entrada seja negada em algum território. Neste post vou apontar os principais pontos que devem ser observados para garantir que sua admissão seja quase garantida. Portanto, preste atenção nessas Dicas para não ser barrado em um país estrangeiro.

Os vistos

Bem, para início de conversa, verifique se o país para o qual está indo e – MUITO IMPORTANTE – todos os países onde eventualmente fará escalas exigem visto. Caso o seu voo faça uma escala, digamos, no Canadá, é obrigatório que você tenha o visto de entrada no país ou você não vai seguir viagem (veja abaixo a lista dos países que exigem visto). As coisas são mais simples quando a viagem é para a América do Sul (para a maioria dos países não é necessário nem passaporte, apenas um documento de identidade original com foto, em bom estado (de preferência com menos de dez anos de emissão, como o RG ou a CNH). Porém, lembre-se de que mesmo a obtenção do visto (muitas vezes com o pagamento de taxas não muito suaves) não garante nada. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, “certificados de hospedagem, comprovantes do objetivo da viagem, cartas-convite e bilhetes de retorno ao Brasil podem ser exigidos pelas autoridades estrangeiras”. Fique preparado!

Pesquise também o tempo que cada país demora para a emissão do visto. Não são raros os problemas técnicos que podem fazer com que o documento demore meses para chegar até as suas mãos. Portanto, nunca marque sua passagem antes de ter certeza de que conseguiu o visto.

Onde o visto é obrigatório

Afeganistão, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Austrália, Azerbaijão, Bangladesh, Bahrein, Belize, Benin, Brunei, Burkina Faso, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camarões, Camboja, Canadá, Catar, Chade, China, Comores, Coreia do Norte, Costa do Marfim, Cuba, Djibuti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Eritreia, Estados Unidos, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiana Francesa, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Iêmen, Ilhas Cook, Ilhas Kiribati, Ilhas Marianas, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Índia, Irã, Iraque, Japão, Jordânia, Kuwait, Laos, Lesoto, Líbano, Libéria, Líbia, Madagascar, Malawi, Mali, Mauritânia, Moçambique, Moldova, Myanmar, Nepal, Níger, Nigéria, Omã, Papua-Nova Guiné, Paquistão, Quênia, Quirguistão, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Síria, Somália, Sri Lanka, Suazilândia, Sudão, Sudão do Sul, Tadjiquistão, Taiwan, Tanzânia, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Uganda, Uzbequistão, Vanuatu, Vietnã, Zâmbia e Zimbábue.

Visto não exigido para viagens de até 30 dias

Bolívia, Cazaquistão, Cingapura, Honduras, Ilhas Maldivas, Indonésia, Micronésia, Nauru, Nicarágua, República Dominicana, República do Palau e Tonga.

Onde o visto não é exigido para viagens de até 60 dias

Samoa Ocidental e Venezuela.

Onde o visto não é exigido para viagens de até 90 dias

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Argentina, Armênia, Áustria, Bahamas, Belarus, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Botsuana, Bulgária, Chile, Chipre, Coreia do Sul, Costa Risca, Croácia, Dinamarca, Dominica, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Granada, Grécia, Guatemala, Haiti, Holanda, Hong Kong, Hungria, Ilhas Fiji, Ilhas Seychelles, Ilhas Tuvalu, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Jamaica, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macau, Macedônia, Malásia, Malta, Marrocos, México, Mônaco, Mongólia, Montenegro, Namíbia, Noruega, Nova Zelândia, Palestina, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Rússia, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Martinho, São Vicente e Granadinas, Sérvia, Suécia, Suíça, Suriname, Tailândia, Trinidad e Tobago, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Vaticano.

Onde o visto não é exigido para viagens de até 180 dias

Antígua e Barbuda, Barbados, Colômbia e Grã-Bretanha.

Valores de alguns vistos

Austrália US$ 135
Canadá US$ 150
Estados Unidos US$ 160
Nova Zelândia US$ 140
China / Taiwan US$ 100
Rússia US$ 160

Cuidado com a bagagem e declare tudo

Problemas na bagagem são um dos principais motivos para barrar a entrada de estrangeiros. Sendo assim, muito cuidado ao aceitar levar encomendas para amigos ou conhecidos. Virar mula e ser preso ou deportado por conta de um favor, não é bom.

Outra dica muito importante é declarar tudo. Caso esteja levando algum produto que possa ser considerado agrícola (café, por exemplo), de origem animal (patês, etc) ou que possa infringir alguma lei sanitária do país de destino (queijo, etc), declare! Normalmente o viajante precisa preencher um formulário respondendo uma série de perguntas sobre o que está levando e, em caso de dúvida, opte por dizer que sim. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, essa tática pode até ser benéfica, já que você é atendido por um agente da imigração fora da fila normal e, caso não tenha nada de ilegal na sua bagagem, pode ganhar um tempo precioso.

No próximo post: A importância do seguro de viagem e de ter um roteiro definido.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Outros posts sobre viagem e turismo

As cidades estrangeiras que o brasileiro mais gosta de visitar

OrlandoQue o brasileiro gosta de viajar ninguém duvida, mas que o gosto pelos destinos pode ser questionado também não tenho dúvidas. Segundo um levantamento realizado pela agência ViajaNet (entre janeiro e março deste ano), Londres fica de fora dos dez destinos mais procurados, enquanto quatro cidades dos Estados Unidos estão no Top 10. A pesquisa é tão surpreendente que Paris aparece numa modesta 6ª posição e Roma na , mostrando que o Velho Continente e o turismo cultural andam em baixa na conta dos turistas tupiniquins.

Ainda segundo a pesquisa, as vendas de passagens aéreas internacionais cresceram 27% entre janeiro e março deste ano no Brasil, quando comparadas com o mesmo exercício anterior e (segundo a pesquisa F(r)ases da Vida/Blog do feroli) o preço das passagens para os EUA e para as principais cidades da Europa ficaram praticamente parelhos, não justificando a preferência pela Terra do Tio Sam.

MiamiSegue o ranking

1 – Orlando

2 – Miami

3 – Nova Iorque

4 – Los Angeles

5 – Lisboa

6 – Paris

7 – Toronto

8- Roma

9 – Madri

10 – Cancun

Fonte: ViajaNet 

B.B. King Club NY fecha as portas

A última visita (julho/2017)

Toda vez que uma boa casa de espetáculos fecha sinto uma enorme dor no coração, principalmente quando conheço e gosto do lugar. A notícia de que o B.B. King Blues Club & Grill, no coração de Nova York (no 237 da rua 42) encerrou as atividades choca tanto quanto os do Olympia, em São Paulo (em 2006) e do Canecão (em 2010).

Conheci a casa – que funcionava desde 2000 – em 2002 e sempre tive ótimas experiências tanto em relação aos shows, quanto ao cardápio e o atendimento – cheguei a ganhar convites grátis para um show porque era um dos únicos brancos em um show de soul music. Por lá, passaram nomes como o do próprio B.B., Aretha Franklin, James Brown, Etta James, Prentiss Mcneil, Alicia Keys, The Allman Brothers, ZZ Top, Jay-Z, Bon Jovi, Big Gilson, Mary J. Blige, Denny Laine, Jerry Lee Lewis, Little Richard, Chuck Berry, Al Green, Bruce “Big Daddy” Wayne, Wilson Pickett, Bo Diddley e Buddy Guy (que fez o show de encerramento). Lá também era a casa de um ótimo brunch com coro gospel (The Harlem Gospel Choir) aos domingos e com um cover dos Beatles, aos sábados.

Buddy Guy fez o último show, em 29 de abril.

A razão do fechamento – dada em nota oficial – foi o preço do aluguel, que ficou alto demais, apesar da quase totalidade dos shows ser sold out. Tsion Bensusan, responsável pelo local, também reclamou da prefeitura de Nova York, que fez um grande esforço para revitalizar a área duas décadas atrás, mas que agora não está se preocupando com o futuro da área.

Os shows que estavam programados foram realocados para outras casas, mas a maioria será realizada no Sony Hall, que ainda não conheço, mas que fica pertinho (na 46, entre 7ª e 8ª. Infelizmente alguns foram para bem longe do Times Square, mas nada que uma pequena viagem de metrô não resolva.

O (bom) vinho dos Rolling Stones

Uma pena que um dos marcos de Nova York, onde podíamos assistir bons shows por um preço justo e até experimentar o vinho (surpreendentemente bom) dos Rolling Stones, agora, seja apenas uma lembrança.

Ainda não há informações sobre o que vai funcionar no local, mas espero que não seja uma igreja ou uma farmácia, como acontece por aqui,

Deve ser horrível morar em uma cidade que não cuida da sua memória cultural!

Lembrando do caso Canecão

Desde maio de 2010 que o Canecão está fechado por conta de uma ordem judicial que determinou sua reintegração a UFRJ. Na época (e até hoje), muita gente inteligente saudou a decisão, como se a universidade tivesse alguma competência para operar o que era a principal casa de espetáculos do Rio. Sempre há o argumento de que o contrato era danoso (!?) para a instituição. Quem defende isso parece esquecer que o fim do Canecão foi danoso para a cidade, o estado e o país, já que perdemos uma grande parte da nossa história musical.

Abaixo um trecho do meu post de 8 de janeiro de 2012.

A UFRJ continua sendo uma instituição incompetente para gerir o espaço, diferente do que pode acontecer na gestão do seu ensino. Saber que membros da chamada academia se recusam a sequer admitir passar parte da gestão para alguma empresa ou grupo de pessoas fora da instituição é prova de que vivem dissociados da realidade. Querer criar algo como um Centro Cultural é ridículo! Centro Cultural, na visão dos nobres membros do Conselho Universitário, o fórum de 50 integrantes (afora os suplentes) pelo qual passa toda decisão importante tomada na UFRJ, é sinônimo de atrações que não interessam ao público do Rio e nem mesmo aos estudantes, que poderiam ser obrigados a prestigiar o espaço.

Viva a (burra) autonomia universitária e a facilidade em destruir o que beneficia o público. Não é só o Rio e o Canecão que foram vítimas de decisões estúpidas. Várias outras instituições de ensino – verdadeiros buracos negros de verbas e que se preocupam mais com pesquisas do que com ensino, o desenvolvimento cultural ou o bem-estar da população, vivem retomando e fechando teatros, cinemas e casas de espetáculo Brasil afora.

A academia deve estar feliz em ver Roberto Carlos e Chico Buarque falando publicamente que sentem não tocar no Canecão. Também devem estar felizes em saber que um espaço voltado para a comunidade acadêmica não deverá ser utilizado por plebeus da música mundana ou por qualquer evento relativo aos Jogos Olímpicos ou a Copa do Mundo. Afinal, quem precisa disso? Precisamos é de salas de cultura, onde possamos ver curtas-metragens ou exposições de fotos ou mesmo de obras de arte feitas de barro, sei lá.

Johnny Winter, um dos últimos grandes shows que vi no Canecão

O Brasil é um país sem rumo. Políticos corruptos/incompetentes/retrógrados, tribunais superiores infestados de ratos, instituições de ensino que não usam suas verbas para o que deveria ser sua finalidade (o ensino e não a pesquisa), uma total falta de respeito pela vida, além de visões tortas sobre o conceito de social.

Não sei se ainda verei alguma mudança significativa na situação geral do país, mas tenho certeza de que nunca mais verei um Canecão que possa trazer algo de realmente bom para a Cultura.

 

Fotos: Divulgação, Jo Nunes e Fernando de Oliveira

Vídeo: Jo Nunes

Azul e Emirates são escolhidas as melhores companhias aéreas

O site Melhores Destinos – um dos que indico para pesquisa de preços de passagens aéreas – divulgou recentemente o resultado do seu prêmio sobre as melhores empresas no ramo de (suspense) viagens! Este ano foram mais de 68 mil participantes que votaram em 14 categorias.

Na categoria melhor empresa aérea (nacional e internacional) as vencedoras foram a Azul e a Emirates. As duas já haviam sido as vencedoras em 2017 e repetiram a dobradinha esse ano. Minhas experiências com a Azul foram mais que satisfatórias – embora conheça gente que acha a companhia muito ruim – e sobre a Emirates eu não posso comentar (ainda). O que me decepcionou foi o 14º lugar da British Airways (atrás até da Delta), já que considero a empresa uma das melhores em termos de serviço e conforto, e da Alitalia, que ficou nas últimas posições e da qual tenho boas lembranças.

Os itens avaliados foram preço, serviço de bordo, entretenimento, atendimento e avião, com os internautas dando notas de 1 a 10 para cada um desses quesitos.

Nacionais

A letra A parece estar em alta no Brasil. Azul e Avianca ficaram nas primeiras posições, bem à frente das grandes Latam e Gol, o que não é de se admirar, já que o preço e principalmente o serviço das duas líderes da pesquisa dão um banho nas que ficaram nas piores posições. Destaque também para os aviões da Azul, que foram muito bem avaliados em termos de limpeza, idade, etc.

Internacionais

O grande destaque – além da vencedora Emirates – foi novamente a Azul, que terminou numa ótima 3ª posição. Os resultados foram mais apertados, com a Qatar ficando na segunda posição por muito pouco (veja quadro abaixo e clique para ampliar).

No fim, fica a conclusão de que as empresas mais tradicionais estão oferecendo uma experiência que deixa muito a desejar para os seus clientes. O prêmio serve também para acabar com alguns preconceitos sobre determinadas companhias.

Boa viagem!

Fonte: Melhores Destinos

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Chegar em uma cidade ou país diferente do seu é sempre um prazer, mas também traz seus desafios. Um dos principais é saber como se locomover e chegar até os locais de seu interesse. Nesse momento, muitas vezes o turista acaba embarcando em algumas furadas que podem (e devem) ser evitadas. Vale lembrar que, com exceção da maioria das cidades do Brasil, usar o transporte público é quase sempre a melhor opção.

Transporte no Brasil

Infelizmente a infraestrutura de transportes no Brasil é muito precária. Portanto, ao decidirmos por um destino nacional é preciso pensar bem se vale apostar em táxis, Uber ou similares, alugar um carro ou utilizar ônibus e metrô.

Caso o seu destino seja uma grande capital ou cidades de praia, montanha e serra, de grande fluxo de turistas, as chances de conseguir utilizar ônibus, metrô ou táxi, embora seja bom checar quanto custa a bandeirada do táxi e se existe mesmo a opção do Uber, são boas. Ônibus e metrô deveriam ser as decisões lógicas, mas a violência e a pequena malha metroviária inviabilizam ao turista utilizar esses meios de transporte sem correr nenhum risco, vide a situação da segurança em cidades como o Rio de Janeiro, Recife, Natal ou São Paulo. Nesse caso, a minha sugestão é mesmo utilizar táxi, Uber ou equivalente. Não vale correr o risco de seguir por um caminho errado e parar em uma área de risco. Em algumas capitais há bares e restaurante que possuem um serviço de transfer de hotéis até o estabelecimento. É sempre bom conferir essa opção.

Se o destino for uma cidade do interior, pode ser que alugar um carro seja uma opção mais em conta e mais prática do que o táxi. Um exemplo disso é Campos do Jordão. A cidade do interior de São Paulo, considerada a Suíça Brasileira, tem a maioria dos seus atrativos no centro de Capivari, podendo ser explorado a pé, sem problemas. Porém, dependendo da localização do seu hotel/pousada qualquer deslocamento pode exigir um carro ou táxi. O problema é que a bandeirada dos táxis faz com que qualquer corrida dificilmente saia por menos de R$ 50. Por esse preço, dependendo de quantas vezes você pretende se deslocar, vale mais a pena alugar um carro do que ficar na dependência dos táxis, que são poucos na cidade. Portanto, faça um cálculo aproximado de quanto deve gastar (normalmente as cidades turísticas possuem portais onde pode-se encontrar as informações básicas sobre preços dos transportes e distâncias dos principais pontos turísticos. Além disso, os próprios hotéis e pousadas costumam dar aos hóspedes esse tipo de informação. Vale ligar e checar.

No exterior

Caso a sua viagem seja para o exterior, mas o destino seja próximo (Argentina, Uruguai ou Chile, por exemplo) a dica é: use o táxi e, quando possível, o metrô. A diferença de câmbio favorece o turista brasileiro, tornando as viagens super baratas. Mas há de se tomar alguns cuidados. Em Buenos Aires, por exemplo, evite pagar as corridas com notas de valor muito alto. Há um enorme número de relatos de turistas que receberam o troco com notas falsas. Alugar um carro só mesmo se os planos incluírem deslocamentos por grandes distâncias. Normalmente não há problemas com as carteiras de motoristas. As emitidas no Brasil são válidas em praticamente todos os países.

Europa e Estados Unidos

Nos países do 1° Mundo a coisa é diferente. Cidades como Londres, Paris ou Nova York possuem sistemas de transporte público que são inimagináveis para o brasileiro comum. As redes de metrô levam a praticamente qualquer lugar e os ônibus são confortáveis e com intervalos mais que convenientes, embora sempre sofram com os engarrafamentos.

A grande dica para esses destinos é comprar passes relativos ao número de dias que você pretende ficar no destino. Normalmente há bilhetes para 1, 3 ou 7 dias. O melhor de tudo é que esses bilhetes permitem (na grande maioria das vezes) viagens ilimitadas em qualquer um dos meios de transporte (ônibus, trens e metrô). Há também a opção de comprar um cartão e carregar com o valor desejado, o que pode ser melhor para quem prefere caminhar. Porém, nas cidades citadas, as distâncias e a quantidade de atrações faz com que essa tática, apesar de saudável, seja pouco prática.

Há também a opção de incluir o transporte nos City Pass que oferecem descontos em atrações e evitam filas (falo sobre eles em um próximo post). É uma boa saída para economizar tempo e dinheiro caso a sua lista de atrações seja extensa e esteja contemplada na lista de locais englobados nesse passe turístico.

Pode-se comprar os City Pass no Brasil e receber em casa ou (minha opção preferida) recolher o passe em algum endereço da cidade destino (normalmente há algum ponto de recolhimento nos aeroportos ou perto dos centros turísticos e, algumas vezes pode mandar entregar no hotel onde vai ficar. Há também a opção de utilizar as cabines ou máquinas automáticas das estações de metrô locais, mas, mesmo com a possibilidade de usar o espanhol, pode ser complicado. Portanto, se você não domina a língua do país para onde vai, sugiro a compra antecipada – Dizer “A 7 day travelcard, please” deve funcionar nos guichês do metrô de países de língua inglesa.

Outra dica importante: verifique em qual parte da cidade você está hospedado e para onde vai precisar ir na maioria das vezes. O metrô costuma ser dividido em zonas (Londres é um exemplo disso) e a viagem para cada uma delas tem um preço diferente. Portanto, se você está na zona 1 e, no máximo, vai se deslocar para a zona 2, não é preciso comprar um ticket que dê direito de ir até as estações da zona 5. Observar esse detalhe pode economizar um bom dinheiro. Usei o exemplo de Londres, mas Nova York e Paris usam basicamente o mesmo sistema.

Nas três cidades há aplicativos que auxiliam o turista sobre qual a melhor linha e estação para chegar até determinado destino e o serviço de wi-fi nas estações funciona muito bem (esses aplicativos também serão tema de um post futuro).

Segurança

Apesar da possibilidade de você ser ameaçado por alguém portando ema faca ou uma arma de fogo, há um grande número de batedores de carteira (pickpockets) atuando nas estações de metrô de Londres e Paris (menos em NY) é grande. Muitas vezes á avisos sonoros nas estações avisando da atuação dessas gangues. Portanto, não relaxe apenas porque a sensação de segurança é grande. Não deixe sua carteira, bolsa ou celular dando mole. Mantenha sempre os olhos abertos e suas coisas perto de você.

Aluguel de carros

O aluguel de um carro pode ser feito de várias maneiras. Pode-se incluir essa opção na hora da compra da passagem aérea, diretamente nos sites ou balcões das empresas, no local de destino ou usando descontos de algum clube de vantagens (postos de gasolina ou cartões e crédito, por exemplo). Para destinos nacionais eu sugiro que o aluguel seja feito antes da chegada ao destino. Digo isso porque, apesar das grandes operadoras possuírem balcões nos principais aeroportos do país, a burocracia pode acabar causando dores de cabeça e atrasos. Além disso, é mais fácil verificar as diferenças de tarifa e os tipos de aluguel possíveis – quilometragem livre ou não, tipo de automóvel, wi-fi ou não, etc. – para as suas necessidades.

É possível andar sozinho nos ônibus de Nova York. O trânsito é pesado

Já para os destinos internacionais a burocracia é bem menor. Normalmente, em menos de meia-hora você resolve tudo e sai dirigindo um carro nos principais aeroportos do mundo. Outra facilidade é o grande número de locais onde você pode devolver o automóvel, mesmo em outra cidade/estado. Eu mesmo saí de Miami e fui até Nova York, dirigindo milhares de quilômetros e passando por mais de dez estados, sem nenhum problema (essa história ainda vai se transformar em uma série de posts). Outra coisa que vale destacar é que no exterior, além das marcas famosas, há muitas empresas que oferecem o serviço e que são extremamente confiáveis e, algumas vezes, com preços mais em conta. Mas aí, o melhor é conferir in loco todas as opções. No fim do post coloco o link para algumas empresas de aluguel de automóveis.

Para obter mais informações sobre o transporte público siga os links (em inglês)

Londres

Nova York

Paris


Empresas de aluguel de carros

Unidas

Localiza

Alamo

Caso tenha alguma sugestão sobre tema ou alguma crítica, deixe um comentário.

Dicas de Viagem Parte I

Dicas de Viagem Parte II

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Vamos continuar com as dicas pré-viagem. Mas antes, vamos relembrar algumas coisas que citamos na Parte I das Dicas de Viagem.

1- Já escolheu a época da viagem;
2- Já selecionou algumas opções de destinos (nacionais e internacionais);
3- Já definiu o orçamento e o tipo de viagem que gostaria de fazer;
4- Já fez uma pesquisa sobre as atrações e se há algum feriado ou evento na cidade destino que possa atrapalhar a sua diversão.

Chegou a hora de se aprofundar ainda mais na programação, a não ser que, como já citei no texto anterior, você seja um mochileiro, esteja viajando por impulso, ou seja daquele tipo de pessoa que acha que nada precisa de programação (um easy rider retardatário).

O Orçamento

Toda viagem depende, basicamente, de quanto você pode gastar. Há o mito de que as viagens nacionais são mais baratas do que as para o exterior. Infelizmente, muitas vezes é mais barato ir do Rio para Miami do que para Manaus ou Fernando de Noronha. O mesmo vale para as diárias de hotel. Muitos estabelecimentos em Nova York têm tarifas iguais às cobradas no Rio de Janeiro. Portanto, caso a sua intenção não seja fazer uma viagem curta e para bem perto, não fique preso ao conceito de que viagens internacionais são caras. No fim das contas, um fim de semana em Buenos Aires pode sair muito mais em conta do que um fim de semana em Recife.

Gastos obrigatórios

Há despesas óbvias e das quais não há como fugir. Passagens, hotéis, malas, vistos e seguros (no caso de destinos internacionais), são alguns deles. Os mais importantes são, claro, passagem e hospedagem. São esses gastos que podem definir a duração e o destino das suas férias. Há sempre maneiras de conseguir tarifas e/ou descontos para aliviar o bolso, desde que haja disposição para abrir mão de alguns luxos.

Viagens em ônibus regulares, nas classes econômicas de empresas aéreas de atendimento menos glamoroso e em voos com escalas podem fazer muita diferença, assim como quartos duplos em hotéis que não fiquem tão perto das atrações ou dos centros das cidades.

Dicas para economizar

Antes de fechar qualquer orçamento, lembre-se de verificar todo e qualquer programa de fidelidade do qual participe. Cartões de crédito e clubes de fidelidade podem dar descontos em hotéis, pacotes turísticos, seguros e muito mais. Então, faça uma pesquisa em todos os seus prêmios que possam estar pendentes.

Outra dica é verificar a enxurrada de sites que fazem levantamentos de preços de hotéis e viagens e que inundam os comerciais dos canais de TV. Infelizmente, nenhum desses sites ou aplicativos mostra todas as possibilidades de hospedagem ou preços de passagens. É preciso mesmo fazer uma verificação em cada um deles e – apesar de parecer uma aberração em tempos digitais – anotar as melhores tarifas de cada um deles, além dos sites de redes de hotéis e empresas aéreas.

Diferentemente de sites especializados em turismo, o F(r)ases da Vida não ganha nenhum centavo com opiniões positivas ou negativas sobre algum site ou companhia. Sendo assim, os links que vou indicar são por terem proporcionado boas experiências para este viajante.

Sites para pesquisa de passagens aéreas e hotéis

Trivago
Hoteis.com
Expedia
Booking.com
Accor Hotéis
Tripadvisor
Airbnb
Hotel Urbano
CVC
Kayak
Decolar
Maxmilhas
Viajanet
Latam
Gol
Azul
Skyscanner
Avianca
Birtish
American
Alitalia
Air France
United

No próximo post vamos falar mais especificamente sobre transporte.

Dicas de Viagem Parte I

Mais conforto na classe econômica da Alitalia

Todo mundo que faz viagens longas nas classes econômicas sabe que as poltronas dos aviões costumam ser desconfortáveis e que nem sempre a empresa aérea acha interessante oferecer aos passageiros itens como kit de higiene, meias, máscaras ou travesseiros minimamente usáveis. De vez em quando uma companhia decide ser misericordiosa com os mais pobres e fazer uma graça. É o caso da Alitalia, que, desde meados do ano passado, passou a oferecer travesseiros ergonômicos para o povo do fundão.

Travesseiro ergonômico Alitalia

O travesseiro parece bom e, segundo a Alitalia, permite que o passageiro o utilize como um travesseiro macio e retangular padrão, aberto em dois, como um travesseiro de pescoço ou como um travesseiro de enfermagem, ajudando as mães que amamentam.

Espero poder experimentar em breve.

PS: Como é bom poder escrever sobre qualquer assunto, empresa ou produto, sem ter que se preocup01ar com nada.

Cristo Redentor agora tem o wi-fi grátis

Como acontece em quase todos os pontos turísticos do mundo, o wi-fi grátis vai ganhando força. Pena que, por motivos (alegados) de segurança, proíbam o seu uso em bancos e outros locais onde o cidadão deveria estar protegido.

wireless-hotspot-tips-tucson-azO Cristo Redentor terá internet sem fio gratuita disponível para todos os visitantes pelos próximos dois anos. A iniciativa é da Hyundai Motor Brasil, montadora que também vai apoiar, pelo mesmo período, quatro atletas brasileiros da vela e do tiro com arco. Segundo a empresa, passam pelo ponto turístico três milhões de visitantes por ano. Em 2007, o monumento foi eleito uma das novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma votação feita pela internet, em todo o mundo, que contou com mais de 100 milhões de participantes.

Com o patrocínio, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze e os arqueiros Marcus Vinícius D’Almeida e Andrey Muniz de Castro terão participação em ações digitais e eventos organizados pela Hyundai para promover suas histórias. Nos Jogos Pan-Americanos que estão acontecendo em Toronto, no Canadá, Martine e Kahena conquistaram uma medalha de prata para o Brasil, enquanto Marcus Vinícius conquistou o bronze no Tiro com Arco por equipes. Andrey participa do Parapan em agosto.

Fonte: ProXXIma

Passagens aéreas são mais baratas no sábado

Eu nunca consegui comprovar essa teoria, mas faz sentido que os preços do sábado sejam mais baratos.

Passagem aéreaUm levantamento realizado pela agência ViajaNet revela que o preço de passagens aéreas pode variar em mais de 30% de acordo com o dia da semana escolhido para viajar. De acordo com a pesquisa, a segunda-feira tem o bilhete mais caro, enquanto que o sábado possui o tíquete mais barato.

A média geral de preços indica que a passagem aérea para embarque de sábado é cerca de 25% mais barata em relação ao resto da semana. Por outro lado, a segunda-feira tem um custo 30% maior sobre os outros dias.

O trecho do Rio de Janeiro a João Pessoa, um dos mais caros do País, custa cerca de R$ 1,8 mil para uma viagem na segunda-feira em agosto. Se a viagem for feita no sábado, o mesmo percurso sai 60% mais barato, cerca de R$ 730.

A pesquisa revela ainda que um dos trechos mais baratos é a ponte área do Rio de Janeiro para São Paulo, comprada hoje para embarque de sábado em novembro, com o valor de cerca de R$ 50. “Segundo levantamento, a sexta-feira é o dia mais buscado pelos brasileiros, enquanto que o domingo tem a menor procura”, revela Gustavo Mariotto, gerente de marketing da ViajaNet. “Por essas razões, é fundamental que o consumidor pesquise muito antes de comprar uma passagem aérea”, completa.

Fonte: Agência IN

Londres é a cidade mais visitada do mundo em 2014

Nova York é sensacional, Paris é belíssima, Roma, Florença e Siena são deslumbrantes, mas Londres é imbatível. Não tinha dúvida alguma que a capital britânica seria a cidade mais procurada por pessoas de todo o mundo. Mercantilista, moderna e, principalmente, aristocrática, imponente e tradicional, Londres é um paraíso para todos os que apreciam a boa música (rock, principalmente) e sabem admirar o humor dos seus cidadãos e a forma com a qual a cidade funciona perfeitamente.

Claro que não conheço todas as cidades que estão na lista das mais visitas (algumas até sei que jamais deverei ir), mas as viagens não vão parar tão cedo (espero).

LondresDe acordo com o Índice de Destinos Globais da MasterCard, Londres é a cidade mais visitada do mundo em 2014. Anualmente, desde 2010, o estudo é feito relacionando os destinos de acordo com as taxas de crescimento das chegadas de visitantes internacionais e de suas despesas em 132 cidades cobertas pela operadora de cartão de crédito.

Segundo o índice, o total de turistas estrangeiros que desembarcarão na capital britânica até o final do ano ficará em 19 milhões. Esse número foi suficiente para que a cidade recuperasse a primeira colocação, depois de ter perdido para Bangcoc no estudo do ano passado.

Enquanto o aumento de turistas em Londres foi de 8%, a capital tailandesa teve um declínio de 11% no número total de visitantes. Entre os motivos apontados, está a forte instabilidade política do país.

Nas dez primeiras colocações, Istambul foi a cidade que mais cresceu em relação ao último ranking (17,5%). Outro destaque foi Dubai (7,5%) que, com o bom índice de crescimento, se tornou uma forte candidata na competição para ultrapassar Paris (1,8%) e Cingapura (3,1%) como o terceiro principal destino global dentro de cinco anos.

ParisO levantamento também apontou que São Paulo deverá ser a terceira cidade mais visitada da América Latina em 2014, com 2,51 milhões de visitantes estrangeiros. Isso representa um aumento de 9,7% em comparação aos dados de 2013. O estudo também estima que o gasto gerado por visitantes em São Paulo deverá representar US$ 2,3 bilhões, segundo maior volume da região.

À frente da capital paulista no ranking, aparecem Lima, no Peru (a única cidade sul-americana no Top 20), com 5,11 milhões de visitantes, seguida pela Cidade do México, que deverá receber 2,57 milhões de turistas. O Rio de Janeiro ficou com a sétima posição, com 1,2 milhão de viajantes até o final do ano.

A lista:

1. Londres, Inglaterra – 18,69 milhões de visitantes

2. Bangcoc, Tailândia – 16,42 milhões de visitantes

3. Paris, França – 15,57 milhões de visitantes

4. Cingapura – 12,47 milhões de visitantes

5. Dubai, Emirados Árabes Unidos – 11,95 milhões de visitantes

6. Nova York, Estados Unidos – 11,81 milhões de visitantes

7. Istambul, Turquia – 11,6 milhões de visitantes

8. Kuala Lumpur, Malásia – 10,81 milhões de visitantes

9. Hong Kong – 8,84 milhões de visitantes

10. Seul, Coreia do Sul – 8,63 milhões de visitantes

Fonte: PureViagem

Londres, uma cidade em constante movimento – Parte I

Esse é um texto escrito em duas partes condensando minhas memórias de uma das cidades mais cativantes do mundo.

Torre de Londres 2013Poucos lugares são tão apegados as tradições do que Londres. A fleuma britânica, o humor peculiar, a educação impecável, a loucura incontrolável, a mão invertida e aquele sentimento de que a cultura é exalada de cada parede levantada na cidade. Mesmo assim, poucos lugares têm um processo de evolução tão constante quanto Londres. Você pode lembrar que o metrô (The Tube) tem mais de 150 anos, centenas de estações (em funcionamento e fechadas) e que mesmo assim continua sendo modificado de acordo com as necessidades dos moradores ou do desenvolvimento de alguma área. Visitar Londres é sempre um prazer, sempre uma novidade, sempre diferente. Desde 2002 que a cidade é uma das minhas paradas preferidas (como turista e como cidadão comum), seja pela sua música, sua história ou sua gente, cada vez mais globalizada.

A festa dos turistas

heathrowexpress3A festa começa logo na chegada. Ao contrário do que acontece no Galeão, sair e chegar do aeroporto de Heathrow é fácil e com uma boa gama de opções. Você pode escolher entre ônibus, táxi, serviço de vans, metrô ou Heathrow Express – trem de alta velocidade que o levará até o centro da cidade em meros 15 minutos. Isso, com TV exclusiva, local para bagagem, tomadas para recarregar o smartphone e wi-fi. Igualzinho ao Brasil. Você pode comprar o ticket na hora, mas comprar pela internet sai mais barato.

Nesta última viagem (outubro de 2013) foi possível ver (e rever) locais já conhecidos, outros novos e chegar a conclusão de que a cidade sabe se modernizar sem perder a identidade. Se o aeroporto continua sendo um exemplo de funcionalidade, os parques continuam bem cuidados e sendo uma ótima opção de passeio e os double decks ainda passeiam pelas ruas da cidade, embora bem mais modernos e confortáveis, as atrações turísticas mantêm o charme e o cuidado no trato com o turista.

Mão inglesaPara começar, nada como uma cidade que tenha um bom sistema de transportes. Se andar de táxi é caro, também é praticamente desnecessário. O sistema trem/ônibus/metrô é de uma eficiência indescritível para alguém que mora no Brasil. São linhas e linhas que se cruzam e dão opções de tarifas que, ao contrário do que acontece no Rio, por exemplo, ficam mais baratas a medida que você utiliza mais viagens ou compra passes para vários dias. E mesmo quando há paralisações no sistema (seja por problemas técnicos ou por obras de expansão), há avisos e opções alternativas grátis) que não causam grandes transtornos. Vale destacar que mesmo com 150 anos o metrô de Londres continua abrindo e fechando estações, se modernizando para atender melhor seus usuários. Vale lembrar que o intervalo entre os trens do metrô raramente chegam aos 3 minutos e que os pontos de ônibus também indicam quanto tempo determinada linha vai demorar para chegar. Como lá vale a mão inglesa, com os carros andando em sentido contrário ao do resto do mundo, olhe sempre para baixo antes de atravessar uma rua. Nos sinais há sempre uma mensagem lembrando os turistas para qual lado devem olhar antes de atravessar. Outros pontos positivos são a educação dos motoristas – que param sempre que você coloca o pé na rua (menos em uma travessia famosa) e o pedágio urbano, que diminuiu consideravelmente o número de carros nas ruas e o tamanho dos congestionamentos.

london-eye-pictureComo na maioria das cidades evoluídas, há um passe para descontos e entrada gratuita em atrações da cidade (museus, etc), que pode ser muito útil ao turista de primeira viagem ou aquele que queira mesmo agir como um turista, mesmo já conhecendo a cidade, que não cobra entrada em seus museus. Outros locais, como a London Eye, evoluíram em termos de comodidade e abrigam agora vários tipos de passeio, um ótimo local para quem aguarda sua vez na roda gigante e até mesmo um filme 3D sobre a cidade.

Mas se Londres é a casa do Big Ben, das Casas do Parlamento, da Torre e da Ponte de Londres, todas atrações erguidas séculos atrás, também é a casa do ainda jovem Museu do Rock, da Arena O2 e do novíssimo The Shard, o prédio mais alto da Europa que, como em todo bom local destinado ao turismo, tem uma bela estrutura de apoio, loja, pessoas tirando fotos que depois servem de souvenir, etc.

A segurança feita por uma polícia que não usa armas e que, longe de ser perfeita, não permite que sintamos medo de andar pelas ruas da cidade mais bem vigiada por câmeras do mundo, permite que existam caminhadas temáticas para personagens reais (Jack, O Estripador), fictícios (Sherlock Holmes) e até mesmo para quem ainda está vivo (Beatles). Os museus, que vão do chá das cinco até galerias de arte moderna, passando por figuras de cera, são muitos e imperdíveis.

Gastronomia renovada

Um dos pontos fracos da capital inglesa sempre foi a sua gastronomia. Durante décadas ela foi criticada pela péssima comida servida em restaurantes e pubs. Bem, a diferença entre a Londres de 2002 e a de 2013 é grande em vários aspectos, principalmente no quesito comida. Espalhados pela cidade estão cadeias de comida italiana, os pubs melhoraram muito e até mesmo as chip shops (que fechavam exatamente quando sentíamos fome) melhoraram e a rede Fish! Provou que o fish and chips pode ser uma iguaria e não apenas um prato tradicional e barato (provem os feitos com bacalhau). Outro ponto positivo são os sempre bons restaurantes do bairro chinês e os dos cheffs modernos, como Jamie Oliver, que servem refeições baratas e de ótima qualidade (na maioria das vezes).

Fish and chips 2013Outra vantagem da nova gastronomia londrina é a possibilidade de combinar uma visita a alguma das atrações da cidade, com uma refeição em algum restaurante parceiro. Isso economiza tempo, dinheiro e ainda garante uma qualidade mínima da refeição. E, para finalizar, fica a dica: marque tudo com antecedência pela internet. Até o tradicional chá da cinco pode ser reservado em um local perto de onde você vai estar e no horário que você quiser.

Parques, feiras e caminhadas

Londres não tem um espaço como o Central Park ou a Floresta da Tijuca, mas a beleza e tranquilidade do Hyde Park e do Regent’s Park (só para citar os meus preferidos) torna-os perfeito para uma caminhada matinal, um passeio de bicicleta ou mesmo para passar alguns momentos de ócio ou leitura de um bom livro, embora um turista raramente tenha tempo para ler. Mas, se a ideia for mesmo bater perna, as várias feiras e mercados da cidade (Camden Town, Portobello Road e Borough Market) servem como ótimos passeios e uma boa oportunidade para comprar algo que sirva como lembrança para toda a vida. Quem sabe você não dá sorte de encontrar até uma barraca de água-de-coco no meio de uma das mais movimentadas ruas da cidade.

Aproveitar o que Londres tem para oferecer não é tarefa para novatos. São muitos os guias (online e impressos), mas nada substitui o bom e velho roteiro feito a mão, dividindo a cidade em áreas e aproveitando cada segundo na capital do Reino Unido(?).

A travessia de Abbey Road – um templo sagrado da música mundial

Depois de falar do The Shard e da London Eye, é a vez de mais um ponto turístico de Londres: Abbey Road

Abbey Road INão é para qualquer um transformar uma simples travessia de rua em um dos ícones de uma cidade. Além disso, praticamente obrigar a mudança de nome de um dos mais famosos estúdios do mundo – onde obras primas como Dark Side of the Moon e vários discos dos Beatles, claro, foram gravadas – apenas por conta de uma foto estampada na capa de um LP. Mais interessante ainda é que a travessia nem fica em uma esquina, mas em um pedaço aparentemente pacato de uma rua nem tão importante assim para a vida da cidade. Sendo assim, fica impossível não ficar impressionado com a força da música e da imagem dos rapazes de Liverpool.

DSC04569

Ir até Londres e não visitar Abbey Road, atravessando sua faixa de pedestres, é um pecado (mortal, diria eu). Não importa se você é ou não fã da banda (que não existe mais faz 43 anos), você já viu a tal foto dos rapazes cabeludos atravessando a rua. Hoje, são hordas de pessoas fazendo a mesma travessia, imitando a pose da capa do disco homônimo. Mas não pensem que isso é tudo. Depois de ser tombada (sim, tombaram uma faixa de pedestres), agora há até um pessoa para tirar as fotos dos turistas atravessando. Mais e melhor: é de graça! O estúdio continua sendo guardado por um simples portão, mas que, as vezes, dá para ser invadido – e, com dinheiro, é até possível marcar uma sessão de gravação.

Chegar até lá é fácil – é só sair na estação St. John’s Wood, na linha Jubilee – e seguir pela rua Groove End e pronto. Em pouco menos de 3 minutos de caminhada você está lá. Mas cuidado, em 2011, foi inaugurada uma nova seção da Docklands Light Rail (uma espécie de trem de superfície rápido) onde uma das estações foi batizada de….Abbey Road! O problema é que essa estação fica bem longe (mais de 15 km) da rua que você que ir. Portanto, não se confunda!

Abbey Road errada

Outras ações bem turísticas do local incluem escrever algo no muro do estúdio e procurar uma placa com o nome da rua para tirar uma foto (as perto do estúdio ficam em andares altos de prédios, para evitar roubos, mas há outras por toda a rua). Também vale dar uma passadinha na casa de Sir Paul McCartney, que fica bem pertinho, em Cavendish Avenue, que apesar do nome é uma rua até pequena.

Como disse no início, há muitos turistas o dia todo e uma webcam (com som), onde você pode ser visto fazendo a travessia e até guardar o vídeo (fica online por 24h). Bobo, mas divertido.

Além de Abbey Road, você pode aproveitar a viagem para visitar o museu de Sherlock Holmes e o museu da Madame Toussaud (um dos próximos tópicos dessa séria Londres 2013).

PS: Infelizmente várias fotos foram deletadas indevidamente, impedindo de fazer a sequência que gostaria e apagando um registro que agora só existe na minha memória. Tomara que não aconteça mais.

Fotos: Jo Nunes e Fernando de Oliveira

 

London Eye – A Roda Gigante dos Sonhos

london-eye-pictureOutro dia falei do prédio The Shard, uma das novidades para quem quer ver Londres do alto, mas também citei a tradicional London Eye, a roda gigante que permite uma visão de 360° da capital londrina, faça sol ou faça chuva. Às margens do Tâmisa, a atração causa inveja a todos que moram em cidades turísticas sem um mínimo de estrutura para tratar bem os visitantes que querem ver suas belezas naturais.

London Eye 2013 IIIVisitei a London Eye novamente, depois de 11 anos, e admito que gostei. Por mais que seja daqueles ícones modernosos criados para tirar dinheiro de turistas, as possibilidades que a experiência pode proporcionar são mais que satisfatórias. Para começar, é impressionante a quantidade de opções que eles oferecem aos que pretendem passear por cima de Londres. Você pode comprar um ingresso comum (com ou sem horário marcado), ingressos VIPs (com direito a fila especial, que na pratica significa falta de fila), além de experiências com taças de champanhe, chocolates especiais e até mesmo um combo com direito a jantar em um restaurante italiano.

A dica é: compre pela internet (é mais barato) e escolha um bilhete que o deixe longe da fila comum. Ela é sempre enorme e, nos dias de chuva ou de muito sol, pode ser extremamente desconfortável. O passeio com direito a champanhe, cápsula reservada e a um guia que fica explicando os pontos mais importantes da cidade, é muito legal, principalmente se o dia estiver claro.

London Eye 2013 II

A London Eye é ótima para casais ou famílias com crianças (menos para quem ficar na mesma cápsula e não gostar de crianças). Os 30 minutos do passeio voam, mas dá para tirar muitas fotos e ter uma noção da geografia da cidade e dos seus pontos turísticos.

A estrutura de atendimento é fantástica, embora não entenda o porquê da área reservada não ter lugar para sentar, enquanto a dos mortais tem, e alguns ingressos ainda dão direito a uma apresentação em 4D de um filme muito interessante sobre a cidade.

Infelizmente não é possível montar uma estrutura dessas no Rio de Janeiro, cidade cercada de morros por todos os lados, mas bem que poderíamos copiar a maneira com a qual se vendem ingressos, se recepcionam os clientes e o padrão de qualidade dos produtos oferecidos, e que não são absurdamente caros. Aspectos como limpeza e sinalização, então, melhor nem comentar.

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

The Shard – Londres de um novo ângulo

The Shard view ITodo turista sabe (ou devia saber) que ver Londres da London Eye – aquela roda gigante às margens do Tâmisa – é obrigatório. O que nem todos sabem é que há um outro ponto que mostra a cidade de um ângulo ainda mais impressionante: o The Shard. O prédio, com seus 87 andares – você só vai até o 72 -, foi construído em 2012 e ainda cheira a novo. São 306 metros de altura que mostram uma Londres que praticamente só pode ser vista de avião ou helicóptero, o que deve ser bem mais caro.

View from The Shard IApesar do visual modernoso o The Shard não briga com os demais prédios da região e nem pode ser considerado um monstrengo, mesmo estando tão perto da London Bridge. Como toda atração turística, há pessoas para tirar fotos suas com a vista e uma série de souvenires para serem comprados, além de restaurantes com ótima vista. Entretanto, vale lembrar, tudo isso necessita de marcação prévia na internet (para assegurar que não tenha nenhuma surpresa desagradável). Mesmo assim, como aconteceu comigo, você não está livre de receber um e-mail dizendo que sua visita foi cancelada por causa de um evento privado. Neste caso, eles fazem uma devolução total do seu dinheiro e ainda remarcam a sua visita para o horário que você quiser. Nada mal.

O visual é mesmo de deslumbrar, ainda mais se você der sorte de ir em um dia de sol e céu claro, o que não é muito comum na cidade. São 25 libras que valem, ainda mais se você não vai mesmo sobrevoar a cidade. Um novo point para os turistas da capital inglesa.

Saia na estação de metrô London Bridge e olhe para cima. Achou!

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

Cristo Redentor completa 80 anos e escolhe música-tema

O Cristo Redentor – uma das sete maravilhas do mundo moderno – completa 80 anos no dia 12 de outubro e vai ganhar em 2011. Até lá, ganha festança, com inauguração de uma nova iluminação e a escolha da música-tema.

Veja como será a escolha.

Se a música brasileira sempre cantou em versos seus atrativos e as maravilhas da cidade – vide clássicos como Corcovado (Tom Jobim), Samba do Avião (Tom Jobim) e Garota de Ipanema (Tom Jobim/Vinicius de Moraes), canções populares como Aquele Abraço (Gilberto Gil), Do Leme ao Pontal (Tim Maia) e Rio Antigo (Chico Anysio) e marchinhas de carnaval como Cidade Maravilhosa (André Filho), que se tornou o hino da cidade – o concurso seguirá a mesma linha. Em âmbito nacional, terá enfoque no Cristo Redentor e sua sintonia com a cidade do Rio de Janeiro, sua natureza, beleza e povo acolhedor.

A música deverá ser em língua portuguesa e de qualquer gênero. Podem participar compositores, poetas, cantores ou intérpretes maiores de 18 anos de qualquer nacionalidade. Cada compositor poderá inscrever, individualmente ou em parceria, até duas composições, que serão analisadas pela comissão de triagem, mas será classificada apenas uma música, se for o caso.

As composições deverão ser inéditas, com duração máxima de 4 minutos, e, preferencialmente, arranjadas e com boa interpretação para facilitar a avaliação.

As inscrições são gratuitas e já estão abertas. Podem ser feitas através da ficha de inscrição disponível no site http://www.cristo80anos.org.br e se encerrarão em 23 de julho de 2011.

Dentre todas as composições inscritas serão selecionadas vinte semifinalistas. A seleção será feita pela comissão julgadora do festival, composta por nomes reconhecidos no meio musical. As semifinais estão programadas para os dias 29 e 30 de agosto no Teatro Tom Jobim e a final no dia 31 do mesmo mês, também neste teatro.

A comemoração ainda se estenderá com vários eventos, abrangendo todos os seguimentos de cultura: artes plásticas, dança, teatro, esporte, educação, gastronomia, moda e turismo, entre outros.

Premiação do Concurso

O compositor da primeira música colocada receberá o prêmio de R$ 10.000,00 (dez mil reais) e um troféu. Já o segundo lugar receberá o valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) e o terceiro R$ 2.000,00 (dois mil reais).

Além disso, a música vencedora, escolhida como tema dos 80 anos, participará, com o mesmo intérprete da final, do show comemorativo dos 80 Anos do Cristo no dia 12 de outubro de 2011, na Praia de Copacabana. O Show da Paz, como foi batizado, será em frente ao Copacabana Palace, com participação de um coral de 800 vozes, ballet coreografado por Caio Nunes, grandes nomes da música brasileira e, ainda, uma atração internacional.

Estará também no registro deste show histórico, que será gravado e lançado nos formatos CD, DVD e blu-ray.

NY: Uma cidade que sabe vender a sua imagem

Nova York é, provavelmente, a cidade onde mais se rodam filmes e seriados no mundo. A mega metrópole é o maior pólo turístico do mundo e faz de tudo para se manter nos holofotes por seu dinheiro, gastronomia, teatro, música, noite, comércio, etc.

Até mesmo nos momentos mais difíceis da vida da cidade – boom de violência ou 11 de setembro – os governantes e seus moradores se unem para manter a imagem de que tudo está bem e que a vida não pode parar. Uma atitude que deveria servir de inspiração para o Rio, outra cidade com forte apelo turístico.

O vídeo que você pode ver clicando aqui ou na imagem abaixo é uma amostra de como criatividade e solidariedade podem ajudar a vender a sensação de que tudo está bem. É a Mágica de Nova York.