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Gol amplia serviço para pessoas com necessidades

Voe Junto, que monitora o viajante, agora está disponível para clientes de todas as idades

Nem só de serviços de utilidade questionável vive o mercado de viagens aéreas no Brasil. A Gol anunciou a ampliação do serviço Voe Junto, que permite o acompanhamento, em tempo real, das pessoas que estejam viajando sozinhas, mas precisem de um monitoramento pessoal, do check-in ao desembarque.

Crianças e adultos

O programa, que inicialmente estava disponível apenas para crianças de 5 a 11 anos, agora poderá também ser utilizado por qualquer passageiro, seja adolescente, adulto ou idoso, incluindo pessoas com dificuldades cognitivas para compreensão ou comunicação.

Esse monitoramento é feito por meio de uma pulseira de identificação com tecnologia de rastreamento sem fio. Com isso, uma pessoa determinada (pode ser parente ou amigo) recebe todas as informações do trajeto do passageiro em tempo real, através do aplicativo da companhia e/ou por e-mail.

Como Funciona

Após contratar o serviço, disponível para voos nacionais e internacionais da Gol (exceto Miami, Orlando, Quito e Suriname), o passageiro recebe a pulseira com um chip de identificação no momento do check-in e, a cada fase da viagem, colaboradores da companhia fazem a leitura eletrônica dos dados do aparelho para atualização do status de localização, além de acompanhar o passageiro durante todo o percurso. Entre as áreas responsáveis, estão as equipes dos aeroportos da origem, conexões/escalas e destino.


No momento do check-in, no aeroporto, é necessário informar para quem devem ser enviadas as informações sobre o voo e, a partir daí o amigo ou parente que não está junto com o Cliente durante a viagem, receberá as informações sobre cada etapa.

Caso haja alguma intervenção operacional, como o cancelamento ou atraso de voos que possam alterar a viagem do cliente, a GOL irá contatar a pessoa indicada no cadastro para verificar a melhor acomodação. Para crianças de 5 a 11 anos, o serviço permanece obrigatório.

Preço

Para jovens e adultos os preços variam entre R$ 149 e US$ 110 e o serviço pode ser contratado pelo telefone 0300 115 2121.

Boa pedida.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

Dicas de Viagem V: Tipos de tomadas pelo mundo

Dicas de Viagem VI: Não se aperte com comida

Não gosta de cães e gatos? Cuidado com os voos da Gol

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Mulheres compram maioria das passagens aéreas

Segundo levantamento da agência ViajaNet, participação feminina é de 64%. Sabe o que isso significa?

Segundo pesquisa divulgada pela agência ViajaNet, as mulheres já respondem por 64% de todas as vendas de passagens aéreas no Brasil.

Esse número significa um aumento de dois pontos percentuais em relação ao ano passado.

Claro que esse número precisa ser relativizado, já que a compra das passagens pode ser feita para outra pessoa ou para toda a família.

Clique para ampliar

Portanto, respondendo à pergunta lá de cima, isso não significa nada.

Ainda vale a pena comprar celular no exterior

Pesquisa compara os preços dos 21 celulares top de linha no Brasil e nos EUA

Muitos já ouviram histórias de pessoas que viajaram para o exterior para comprar enxovais e muambas para revender. Agora, com o dólar nas alturas e as passagens de avião custando mais e ainda tendo o limite de bagagens diminuído, o cenário mudou, certo? Errado!

Uma pesquisa divulgada recentemente mostra que a carga de impostos brasileira supera toda a instabilidade da nossa economia e a valorização do dólar. A Cuponation, do grupo alemão Global Savings Group, comparou os preços dos celulares de última geração das 6 principais marcas de tecnologia em 5 grandes e-commerces no Brasil, comparado com os preços do e-commerce mais popular dos EUA.

Os preços

Um bom exemplo da diferença de preços é o valor do (ainda) novo iPhone X com 256GB de memória. No Brasil ele custa, na média, R$ 6.453, enquanto nos Estados Unidos ele pode sair por volta de R$ 4.515 (no cartão) e menos ainda (R$ 4.261) se for pago em dinheiro e se livrar da tarifa do IOF. Já o Motorola Moto Z Play com 32GB é vendido por mais de R$ 2.900, lá fora ele custa entre R$ 1.238 e R$ 1.312. Para finalizar, o S9 Plus com 128GB, da Samsung, na terra do Tio Sam, custa entre R$ 3.050 e R$ 3.300, muito mais barato que os R$ 4.600 cobrados por aqui.

Vale a viagem

Com as diferenças apresentadas, se um casal decidir trocar os celulares eles vão poder viajar para os EUA, passar um fim de semana em Nova York, por exemplo, ficar hospedado em um hotel em Manhattan e ainda economizar. A passagem (ida e volta) para NY está custando por volta de R$ 1.795 e, para Miami, R$ 1.668. Um hotel, com café da manhã e happy hour e não muito distante da Times Square custa R$ 1.400 por três dias/duas noites. Dependendo dos modelos escolhidos (pelo menos dois) você paga a passagem e a estadia e ainda sobra um trocado para se alimentar (cachorros-quentes e pizzas).

Conclusão

Esse resultado é uma VERGONHA! Não há explicação para termos preços tão absurdos em produtos que são montados no exterior ou com a maioria das peças fabricadas na China. Se tivéssemos passagens por preços mais justos a situação seria ainda mais desfavorável ao comércio brasileiro. Imaginar que a economia pode ser aumentada se o destino escolhido for Miami ou se o hotel em NY estiver situado fora da ilha, só aumenta a vontade de comprar uma passagem e viajar o mais rápido possível, mesmo que não precise de um celular novo.

PS: Uma pesquisa própria, em lojas e hotéis das duas cidades citadas mostrou que o valor da viagem pode baixar bastante.

Dicas de Viagem IVc: minivisto para a Europa

Brasileiros precisarão de ‘minivisto’ eletrônico antes de viajar à Europa. Medida entra em vigor em 2021

A série de dicas para evitar ser barrado em um país estrangeiro já deveria ter terminado, mas a notícia de que a União Europeia vai passar a exigir um visto eletrônico para que cidadãos de vários países (inclusive o Brasil) me fez repensar e incluir mais um post na série.

A exigência só vai valer a partir de 2021 e é parte de uma estratégia para aumentar a segurança e evitar atentados terroristas e a imigração ilegal, alguns dos problemas mais graves do continente.

Como vai funcionar

O Etias (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem, na sigla em inglês) nem vai mudar muito a vida do turista brasileiro, apenas aumentar um pouco a burocracia na hora de planejar uma viagem. Segundo as informações divulgadas, o viajante que quiser visitar Paris ou Roma, por exemplo, terá que preencher um cadastro e pagar uma taxa de 7 euros (cerca de R$ 32, em valores de julho de 2018).

Relembrando: hoje, os turistas brasileiros que querem viajar para um dos países da União Europeia precisam apenas de um passaporte válido e responder a algumas perguntas sobre o motivo da viagem, além de comprovar a existência de um seguro de viagem e de fundos suficientes para se manter durante a estadia.

Quando o Etias estiver em vigor, será necessário preencher um formulário online com dados pessoais, número do passaporte e histórico anterior de viagens (o que deve facilitar a aceitação no continente). Esse formulário precisará ser preenchido com pelo menos 96 horas de antecedência do embarque e, conforme já mencionei, também será cobrada a tal taxa de 7 euros de taxa, sendo ou não concedida a autorização.

Os seus dados serão checados por vários órgãos – entre eles a Interpol – para saber se há algo que desabone a sua entrada no Velho Continente.

E o Reino Unido?

O Etias vai abranger toda a Área Econômica Europeia (AEE) e os países membros da Associação de Livre Comércio Europeia. Ou seja, toda a União Europeia, além da Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. São, no total, 36 países que utilizarão a nova diretriz. Mas, e o Reino Unido? Bem, as Irlandas, a Inglaterra, País de Gales, Escócia, além de países como Bulgária, Croácia, Chipre e Romênia não vão exigir o Etias. Porém, como ele será exigido em caso de escalas em países da União Europeia, sua obrigatoriedade acontecerá em quase 100% dos casos.

Tempo de validade

A autorização de entrada na Europa será válida por até três anos.

Boa viagem (antes de 2021)!

Outras dicas de viagem

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Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Continuando as dicas para evitar problemas no desembarque em solo estrangeiro, chega a hora de falar de um item importante e muitas vezes negligenciado pelo viajante: o seguro viagem.

A importância do seguro

Antes de falarmos sobre quais países exigem o seguro, é importante dizer que ele é importante para a sua saúde e segurança. Ao contrário do que muitos pensam, o seguro viagem não é apenas um plano de saúde. Ele cobre vários outros itens, como perda de bagagem, despesas jurídicas e remarcação de passagens, entre outras coisas. Mas, mesmo que sua função fosse apenas cobrir gastos médico-odontológicos – e falo por experiência própria – ele já seria mais que útil, já que uma consulta médica na Europa pode desfalcar em muito o orçamento.


Seguro ou Assistência Viagem?

Embora exista essa diferenciação, para o viajante o nome não faz muita diferença. O importante é saber quem se está contratando e quais as condições do produto escolhido. O importante é saber se você terá que pagar pelos procedimentos médicos (escolhendo os locais de consulta e exames, por exemplo) ou se terá que se dirigir até um local credenciado pelo seguro. Há prós e contras nas duas modalidades, mas a disponibilidade financeira é mesmo o mais importante na hora de decidir.

Normalmente, em uma emergência, ter a liberdade de escolher onde ir é muito bom, mas os custos podem ser bastante altos. Para os que se preocupam com a burocracia, aviso que já utilizei essa modalidade e não tive nenhum problema com o reembolso das despesas. Uma boa notícia é que as seguradoras, na maioria das vezes, vendem os dois serviços no mesmo pacote. É preciso ler bem as letras miúdas do contrato.

Leve em conta também que alguns países da Europa exigem um seguro com cláusulas especiais (falaremos disso mais para frente no texto).

Quanto custa?

Essa é a grande pergunta. O custo do seguro depende muito do tempo, destino da viagem e do tipo de cobertura que se escolhe. Comparado com outras despesas (até mesmo taxas de embarque) o seguro é barato e há maneiras de deixa-lo ainda mais em conta ou até sem qualquer custo. Em 2017, para uma viagem de 17 dias para os EUA, o gasto foi de menos de R$ 300. Há vários sites onde é possível comparar preços de diversas seguradoras.

Como conseguir o seguro grátis

Hoje em dia há várias maneiras de conseguir bons descontos ou até mesmo o seguro de maneira grátis. Clubes de milhagens, programas de descontos e até mesmo cartões de crédito oferecem seguros de viagem para seus associados. É preciso verificar todos os seus programas e quais as condições e características do seguro disponível. Existe a possibilidade das condições e preço não serem interessantes, mas também é possível conseguir um produto que satisfaça as suas necessidades totalmente de graça.

Quanto tempo de cobertura?

Esse é um item com o qual o viajante novato costuma se enrolar. O seguro precisa cobrir desde o dia do embarque até a data do desembarque de volta. Não adianta fazer o seguro para o dia da saída do voo, mas sim da chegada! Esse cuidado é importante para a sua segurança e para os fiscais alfandegários.

O seguro é obrigatório?

Sim, é obrigatório para quem vai viajar para a Europa, Estados Unidos, Cuba e alguns outros destinos.

Europa x EUA

Há diferenças nas exigências dos seguros para os Estados Unidos e para a Europa.
Na Europa é preciso que o seguro cubra pelo menos 30 mil euros em despesas médicas – pode parecer muito, mas como já mencionei, o preço é bastante baixo e vale muito. Mais importante ainda, sem ele a sua entrada no destino está gravemente ameaçada. A regulamentação do Velho Continente é guiada pelo Tratado de Schengen, um acordo feito por vários países – Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia e Suécia – e que obriga todas as pessoas de outros países que vão para lá, a fazerem um seguro de viagem.

Atendimento em português?

Normalmente as seguradoras oferecem telefones onde podemos conversar com alguém em português (voz ou mensagens instantâneas), mas é muito importante ler as letras pequenas do contrato, para ter certeza desses detalhes.

E se o seguro falhar?

Como dizem os ingleses: shit happens. Embora as chances de alguma zebra com o seu seguro acontecer seja raríssima, imaginando que você escolheu uma boa seguradora, a possibilidade sempre existe.

Caso tenha dificuldades em entrar em contato com a sua seguradora quando estiver no exterior, o ideal é deixar cópias dos seus documentos e do contrato com alguém de sua confiança no Brasil, onde será (em teoria) falar com a empresa. Se o problema for algum reembolso não efetuado, a dica é guardar todos os comprovantes dos pagamentos realizados para poder reclamar nos órgãos competentes – A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), ou mesmo para acionar a seguradora na Justiça.

Caso tenha dúvidas ou algum aspecto que ache que devesse ter sido abordado, deixe um comentário no post ou envie um e-mail para blogdoferoli@gmail.com

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Copa do Mundo aumenta em seis vezes a venda de passagens aéreas para a Rússia

Copa começou e ainda tem muita gente viajando

Parece óbvio que a venda de passagens aéreas para o país sede cresça. Porém, saber que as vendas de passagens aéreas para a Rússia subiram seis vezes, impressiona. Mais ainda se levarmos em conta que sempre há gente que decide em cima da hora, de acordo com o desempenho da seleção.

Segundo levantamento do site ViajaNet, quase metade dos bilhetes para Moscou foi comprada em março deste ano. A quantidade de bilhetes vendidos para os dias de torneio é 520% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior

Pelo jeito, o brasileiro aprendeu a planejar.

As principais cidades do mundo para os amantes da música

O Tripadvisor, um dos maiores sites de viagens do mundo e sempre com boas avaliações de colaboradores. Recentemente o site divulgou uma lista com as cidades mais importantes para os amantes da música. Infelizmente eles não divulgaram os critérios para a escolha, mas admito que não tenho muitas divergências quanto aos locais (com a exceção da falta de Londres e NY), apenas quanto ao seu ranking.

Toda lista é polêmica e fica claro que essa pesquisa teve como base os Estados Unidos, mas realmente o estudo parece ter sido bem feito.

O ranking

1. Nashville, EUA
2. Nova Orleans, EUA
3. Dublin, Irlanda
4. Menphis, USA
5. Branson, USA
6. Doolin, Irlanda
7. Budapeste, Hungria
8. Havana, Cuba
9. Key West, USA
10. Liverpool, Inglaterra
11. Salzburgo, Áustria
12. Montreal, Canadá

Para conhecer todas as cidades recomendadas, siga o link.

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIV – As cidades mais caras do mundo para se viver

Há pouco tempo publiquei uma pesquisa que mostrava quais as cidades estrangeiras preferidas pelos brasileiros. Com o atual cenário do dólar e das principais moedas (euro e libra) a escolha de um destino passa obrigatoriamente pela questão econômica. Se uma cidade é considerada cara para se viver pelos próprios locais, imagine os custos para nós,

Uma pesquisa da revista britânica The Economist revela o ranking das cidades mais caras e as mais baratas para se viver no mundo. Fiquei surpreso com a colocação das cidades brasileiras (que considero muito caras). São Paulo aparece na 77ª posição e o Rio de Janeiro em um estranho 82º. Os lugares mais caros são dominados pela Ásia e Europa, enquanto os mais baratos estão melhor divididos.

Os quesitos

Para chegar a esse ranking a publicação analisou 150 itens como custo com comida, bebida, moradia, transporte, cuidados pessoais, entretenimento, educação, transporte, compras de supermercado e até o preço dos cigarros. A pesquisa é extensa e esmiuçar todos os seus aspectos demandaria um tempo demasiado longo. Então….

Cingapura é a mais cara

Se houve variação no ranking, ela passou longe do 1º lugar. Pela quinta vez consecutiva Cingapura foi classificada como a cidade mais cara do mundo. A cidade foi a mais cara no transporte e nas compras de supermercado. Nova York e Los Angeles foram as mais caras dos Estados Unidos (13º e 14º lugares, respectivamente), ficando muito adiante de Londres (30º), por exemplo.

Portanto, na hora de escolher um destino de viagem, de intercâmbio ou mesmo um local para viver longe do Brasil, vale a pena dar uma conferida nesse ranking.

As mais baratas

Gostaria de falar mais sobre as mais baratas, mas não acredito que Damasco (na Síria) ou Caracas (Venezuela) sejam capazes de atrair a atenção de muita gente no momento, principalmente por conta do péssimo momento social/econômico pelos quais os países onde estão localizados passam.

O ranking

As cidades estrangeiras que o brasileiro mais gosta de visitar

OrlandoQue o brasileiro gosta de viajar ninguém duvida, mas que o gosto pelos destinos pode ser questionado também não tenho dúvidas. Segundo um levantamento realizado pela agência ViajaNet (entre janeiro e março deste ano), Londres fica de fora dos dez destinos mais procurados, enquanto quatro cidades dos Estados Unidos estão no Top 10. A pesquisa é tão surpreendente que Paris aparece numa modesta 6ª posição e Roma na , mostrando que o Velho Continente e o turismo cultural andam em baixa na conta dos turistas tupiniquins.

Ainda segundo a pesquisa, as vendas de passagens aéreas internacionais cresceram 27% entre janeiro e março deste ano no Brasil, quando comparadas com o mesmo exercício anterior e (segundo a pesquisa F(r)ases da Vida/Blog do feroli) o preço das passagens para os EUA e para as principais cidades da Europa ficaram praticamente parelhos, não justificando a preferência pela Terra do Tio Sam.

MiamiSegue o ranking

1 – Orlando

2 – Miami

3 – Nova Iorque

4 – Los Angeles

5 – Lisboa

6 – Paris

7 – Toronto

8- Roma

9 – Madri

10 – Cancun

Fonte: ViajaNet 

British Airways oferece voos grátis para crianças até 12 anos (na Inglaterra)

Seguindo a onda dos posts sobre a Escócia – da Querida Debinha Thomé – aproveito para divulgar uma ação que, sei lá o porquê, não recebeu a divulgação que merece, já que serve para todas as famílias que tenham filhos menores de 12 anos. A British Airways está com a promoção Kids fly free (Crianças voam de graça) – que dá voos de graça – para alguns destinos com voos saindo de Londres.

A promoção contempla até a época de férias escolares e vale tanto para a ida quanto para a volta, uma tremenda economia par as famílias. Para tanto, as reservas precisam ser feitas até o dia 13 de maio e os voos precisam acontecer entre os dias 1 de junho e 5 de novembro. Os destinos englobados na promoção são: Belfast, Edimburgo, Glasgow, Aberdeen, Leeds e Newcastle.

Ainda há outras boas promoções que incluem passagens grátis para os pimpolhos no Heathrow Express – que faz a ligação entre o aeroporto e a estação de Paddington, no centro de Londres – e até refeições grátis em alguns restaurantes do terminal 5 do aeroporto de Heathrow.


Portanto, caso esteja planejando uma viagem para Londres e uma esticada até algum dos destinos contemplados pela promoção, aproveite.

Saiba mais no link (em inglês).

Nota do editor: Infelizmente o blog não tem nenhuma parceria com a British Airways, mas posso dar o testemunho de que a empresa tem o melhor serviço de bordo, de entretenimento e a melhor classe econômica entre as companhias que operam o trecho Rio-Londres.

Dicas de Viagem – Escócia I

Scots Wha Hae!

O amigo Feroli ousou, mais uma vez, abrir espaço para minhas sandices em seu blog. Desta vez, o convite é para falar de viagens, outra coisa que gosto pouco, além de shows e café. O problema é que tenho uma –fixação incontrolável– especialidade no quesito trip: Scotland.

Já nem lembro mais quando comecei a responder “Escócia”, sem piscar, quando perguntada sobre um lugar que sonhava conhecer. Data de antes de eu descobrir que os vocalistas das minhas bandas favoritas na adolescência eram escoceses. Ou que meu 007 preferido usava kilt. E ainda antes de Highlander, Rob Roy e Braveheart e muito, mas muito antes de… Valente 😬.

Descobri que começou assistindo aos MacGregor na sessão faroeste na extinta TVS.

O sonho de conhecer a Escócia foi realizado em 2010, numa Eurotrip, quando passei apenas quatro dias no país e achei que era a pessoa mais feliz do mundo.

Mas foi uma enganação do cacete aquilo.

Explico.

Hoje em dia ainda há pouca informação precisa na internet a respeito de viagens à Escócia. Imagina em 2010. Fui tateando no escuro. Noves fora, deu tudo certo.

Mas só conhecer a capital, Edinburgh, com um bate-volta até as “highlands” — peguei um busão na cidade e só fui até Fort Augustus e achei que estava abafando —, era um grão de areia na praia escocesa. E eu descobriria isso durante a ressaca que bate depois que voltamos duma viagem dessas.

Só na volta comecei a pesquisar de verdade sobre o país, porque voltei com um arrependimento enorme de só ter ficado lá por quatro dias. Comecei a procurar filmes ambientados (ou que falassem sobre) na Escócia. Pesquisei fatos históricos, personagens, música, folclore e aprendi alguns termos e frases em socottish english, glesga slang e até gaélico escocês!

Achar que lá é a terra do whisky, do kilt e da gaita de foles é pensar muito pequeno.

Televisão, telefone, radar, bicicleta, pneu, geladeira, papel higiênico, fotografia colorida, Sherlock Holmes, Peter Pan, clonagem (a Dolly é escocesa), Bóson de Higgs, Adam Smith (motor a vapor), David Hume (pai do iluminismo), James Watt (pai da economia), ultra-som, anestesia geral, insulina, penincilina. Tudo coisa de escocês.

Até a “Valsa da despedida”, amores, veio da Escócia, lidem!

Já deixei você com vontade de conhecer o país? Então acompanhe o Blog do Feroli, que vamos contribuir com uma série de posts ajudando a preparar sua viagem e apontando os cantos imperdíveis e coisas que você deve fazer de qualquer jeito para ter uma experiência maravilhosa no pequeno e bravo país chamado Escócia.

Na próxima participação darei dicas sobre a melhor época para visitar a Escócia e como planejar um roteiro épico (e básico) ao país.

Slàinte mhath!

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Programação

Dicas de Viagem – Orçamento

Dicas de Viagem – Transporte

Outros posts sobre viagens e turismo

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Chegar em uma cidade ou país diferente do seu é sempre um prazer, mas também traz seus desafios. Um dos principais é saber como se locomover e chegar até os locais de seu interesse. Nesse momento, muitas vezes o turista acaba embarcando em algumas furadas que podem (e devem) ser evitadas. Vale lembrar que, com exceção da maioria das cidades do Brasil, usar o transporte público é quase sempre a melhor opção.

Transporte no Brasil

Infelizmente a infraestrutura de transportes no Brasil é muito precária. Portanto, ao decidirmos por um destino nacional é preciso pensar bem se vale apostar em táxis, Uber ou similares, alugar um carro ou utilizar ônibus e metrô.

Caso o seu destino seja uma grande capital ou cidades de praia, montanha e serra, de grande fluxo de turistas, as chances de conseguir utilizar ônibus, metrô ou táxi, embora seja bom checar quanto custa a bandeirada do táxi e se existe mesmo a opção do Uber, são boas. Ônibus e metrô deveriam ser as decisões lógicas, mas a violência e a pequena malha metroviária inviabilizam ao turista utilizar esses meios de transporte sem correr nenhum risco, vide a situação da segurança em cidades como o Rio de Janeiro, Recife, Natal ou São Paulo. Nesse caso, a minha sugestão é mesmo utilizar táxi, Uber ou equivalente. Não vale correr o risco de seguir por um caminho errado e parar em uma área de risco. Em algumas capitais há bares e restaurante que possuem um serviço de transfer de hotéis até o estabelecimento. É sempre bom conferir essa opção.

Se o destino for uma cidade do interior, pode ser que alugar um carro seja uma opção mais em conta e mais prática do que o táxi. Um exemplo disso é Campos do Jordão. A cidade do interior de São Paulo, considerada a Suíça Brasileira, tem a maioria dos seus atrativos no centro de Capivari, podendo ser explorado a pé, sem problemas. Porém, dependendo da localização do seu hotel/pousada qualquer deslocamento pode exigir um carro ou táxi. O problema é que a bandeirada dos táxis faz com que qualquer corrida dificilmente saia por menos de R$ 50. Por esse preço, dependendo de quantas vezes você pretende se deslocar, vale mais a pena alugar um carro do que ficar na dependência dos táxis, que são poucos na cidade. Portanto, faça um cálculo aproximado de quanto deve gastar (normalmente as cidades turísticas possuem portais onde pode-se encontrar as informações básicas sobre preços dos transportes e distâncias dos principais pontos turísticos. Além disso, os próprios hotéis e pousadas costumam dar aos hóspedes esse tipo de informação. Vale ligar e checar.

No exterior

Caso a sua viagem seja para o exterior, mas o destino seja próximo (Argentina, Uruguai ou Chile, por exemplo) a dica é: use o táxi e, quando possível, o metrô. A diferença de câmbio favorece o turista brasileiro, tornando as viagens super baratas. Mas há de se tomar alguns cuidados. Em Buenos Aires, por exemplo, evite pagar as corridas com notas de valor muito alto. Há um enorme número de relatos de turistas que receberam o troco com notas falsas. Alugar um carro só mesmo se os planos incluírem deslocamentos por grandes distâncias. Normalmente não há problemas com as carteiras de motoristas. As emitidas no Brasil são válidas em praticamente todos os países.

Europa e Estados Unidos

Nos países do 1° Mundo a coisa é diferente. Cidades como Londres, Paris ou Nova York possuem sistemas de transporte público que são inimagináveis para o brasileiro comum. As redes de metrô levam a praticamente qualquer lugar e os ônibus são confortáveis e com intervalos mais que convenientes, embora sempre sofram com os engarrafamentos.

A grande dica para esses destinos é comprar passes relativos ao número de dias que você pretende ficar no destino. Normalmente há bilhetes para 1, 3 ou 7 dias. O melhor de tudo é que esses bilhetes permitem (na grande maioria das vezes) viagens ilimitadas em qualquer um dos meios de transporte (ônibus, trens e metrô). Há também a opção de comprar um cartão e carregar com o valor desejado, o que pode ser melhor para quem prefere caminhar. Porém, nas cidades citadas, as distâncias e a quantidade de atrações faz com que essa tática, apesar de saudável, seja pouco prática.

Há também a opção de incluir o transporte nos City Pass que oferecem descontos em atrações e evitam filas (falo sobre eles em um próximo post). É uma boa saída para economizar tempo e dinheiro caso a sua lista de atrações seja extensa e esteja contemplada na lista de locais englobados nesse passe turístico.

Pode-se comprar os City Pass no Brasil e receber em casa ou (minha opção preferida) recolher o passe em algum endereço da cidade destino (normalmente há algum ponto de recolhimento nos aeroportos ou perto dos centros turísticos e, algumas vezes pode mandar entregar no hotel onde vai ficar. Há também a opção de utilizar as cabines ou máquinas automáticas das estações de metrô locais, mas, mesmo com a possibilidade de usar o espanhol, pode ser complicado. Portanto, se você não domina a língua do país para onde vai, sugiro a compra antecipada – Dizer “A 7 day travelcard, please” deve funcionar nos guichês do metrô de países de língua inglesa.

Outra dica importante: verifique em qual parte da cidade você está hospedado e para onde vai precisar ir na maioria das vezes. O metrô costuma ser dividido em zonas (Londres é um exemplo disso) e a viagem para cada uma delas tem um preço diferente. Portanto, se você está na zona 1 e, no máximo, vai se deslocar para a zona 2, não é preciso comprar um ticket que dê direito de ir até as estações da zona 5. Observar esse detalhe pode economizar um bom dinheiro. Usei o exemplo de Londres, mas Nova York e Paris usam basicamente o mesmo sistema.

Nas três cidades há aplicativos que auxiliam o turista sobre qual a melhor linha e estação para chegar até determinado destino e o serviço de wi-fi nas estações funciona muito bem (esses aplicativos também serão tema de um post futuro).

Segurança

Apesar da possibilidade de você ser ameaçado por alguém portando ema faca ou uma arma de fogo, há um grande número de batedores de carteira (pickpockets) atuando nas estações de metrô de Londres e Paris (menos em NY) é grande. Muitas vezes á avisos sonoros nas estações avisando da atuação dessas gangues. Portanto, não relaxe apenas porque a sensação de segurança é grande. Não deixe sua carteira, bolsa ou celular dando mole. Mantenha sempre os olhos abertos e suas coisas perto de você.

Aluguel de carros

O aluguel de um carro pode ser feito de várias maneiras. Pode-se incluir essa opção na hora da compra da passagem aérea, diretamente nos sites ou balcões das empresas, no local de destino ou usando descontos de algum clube de vantagens (postos de gasolina ou cartões e crédito, por exemplo). Para destinos nacionais eu sugiro que o aluguel seja feito antes da chegada ao destino. Digo isso porque, apesar das grandes operadoras possuírem balcões nos principais aeroportos do país, a burocracia pode acabar causando dores de cabeça e atrasos. Além disso, é mais fácil verificar as diferenças de tarifa e os tipos de aluguel possíveis – quilometragem livre ou não, tipo de automóvel, wi-fi ou não, etc. – para as suas necessidades.

É possível andar sozinho nos ônibus de Nova York. O trânsito é pesado

Já para os destinos internacionais a burocracia é bem menor. Normalmente, em menos de meia-hora você resolve tudo e sai dirigindo um carro nos principais aeroportos do mundo. Outra facilidade é o grande número de locais onde você pode devolver o automóvel, mesmo em outra cidade/estado. Eu mesmo saí de Miami e fui até Nova York, dirigindo milhares de quilômetros e passando por mais de dez estados, sem nenhum problema (essa história ainda vai se transformar em uma série de posts). Outra coisa que vale destacar é que no exterior, além das marcas famosas, há muitas empresas que oferecem o serviço e que são extremamente confiáveis e, algumas vezes, com preços mais em conta. Mas aí, o melhor é conferir in loco todas as opções. No fim do post coloco o link para algumas empresas de aluguel de automóveis.

Para obter mais informações sobre o transporte público siga os links (em inglês)

Londres

Nova York

Paris


Empresas de aluguel de carros

Unidas

Localiza

Alamo

Caso tenha alguma sugestão sobre tema ou alguma crítica, deixe um comentário.

Dicas de Viagem Parte I

Dicas de Viagem Parte II

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Vamos continuar com as dicas pré-viagem. Mas antes, vamos relembrar algumas coisas que citamos na Parte I das Dicas de Viagem.

1- Já escolheu a época da viagem;
2- Já selecionou algumas opções de destinos (nacionais e internacionais);
3- Já definiu o orçamento e o tipo de viagem que gostaria de fazer;
4- Já fez uma pesquisa sobre as atrações e se há algum feriado ou evento na cidade destino que possa atrapalhar a sua diversão.

Chegou a hora de se aprofundar ainda mais na programação, a não ser que, como já citei no texto anterior, você seja um mochileiro, esteja viajando por impulso, ou seja daquele tipo de pessoa que acha que nada precisa de programação (um easy rider retardatário).

O Orçamento

Toda viagem depende, basicamente, de quanto você pode gastar. Há o mito de que as viagens nacionais são mais baratas do que as para o exterior. Infelizmente, muitas vezes é mais barato ir do Rio para Miami do que para Manaus ou Fernando de Noronha. O mesmo vale para as diárias de hotel. Muitos estabelecimentos em Nova York têm tarifas iguais às cobradas no Rio de Janeiro. Portanto, caso a sua intenção não seja fazer uma viagem curta e para bem perto, não fique preso ao conceito de que viagens internacionais são caras. No fim das contas, um fim de semana em Buenos Aires pode sair muito mais em conta do que um fim de semana em Recife.

Gastos obrigatórios

Há despesas óbvias e das quais não há como fugir. Passagens, hotéis, malas, vistos e seguros (no caso de destinos internacionais), são alguns deles. Os mais importantes são, claro, passagem e hospedagem. São esses gastos que podem definir a duração e o destino das suas férias. Há sempre maneiras de conseguir tarifas e/ou descontos para aliviar o bolso, desde que haja disposição para abrir mão de alguns luxos.

Viagens em ônibus regulares, nas classes econômicas de empresas aéreas de atendimento menos glamoroso e em voos com escalas podem fazer muita diferença, assim como quartos duplos em hotéis que não fiquem tão perto das atrações ou dos centros das cidades.

Dicas para economizar

Antes de fechar qualquer orçamento, lembre-se de verificar todo e qualquer programa de fidelidade do qual participe. Cartões de crédito e clubes de fidelidade podem dar descontos em hotéis, pacotes turísticos, seguros e muito mais. Então, faça uma pesquisa em todos os seus prêmios que possam estar pendentes.

Outra dica é verificar a enxurrada de sites que fazem levantamentos de preços de hotéis e viagens e que inundam os comerciais dos canais de TV. Infelizmente, nenhum desses sites ou aplicativos mostra todas as possibilidades de hospedagem ou preços de passagens. É preciso mesmo fazer uma verificação em cada um deles e – apesar de parecer uma aberração em tempos digitais – anotar as melhores tarifas de cada um deles, além dos sites de redes de hotéis e empresas aéreas.

Diferentemente de sites especializados em turismo, o F(r)ases da Vida não ganha nenhum centavo com opiniões positivas ou negativas sobre algum site ou companhia. Sendo assim, os links que vou indicar são por terem proporcionado boas experiências para este viajante.

Sites para pesquisa de passagens aéreas e hotéis

Trivago
Hoteis.com
Expedia
Booking.com
Accor Hotéis
Tripadvisor
Airbnb
Hotel Urbano
CVC
Kayak
Decolar
Maxmilhas
Viajanet
Latam
Gol
Azul
Skyscanner
Avianca
Birtish
American
Alitalia
Air France
United

No próximo post vamos falar mais especificamente sobre transporte.

Dicas de Viagem Parte I

Cartórios conveniados com a PF poderão emitir passaportes

Os problemas para a emissão de passaportes vêm se repetindo ano após anos pelas mais diversas razões. A última delas, se dá por conta do temporal que atingiu o Rio de Janeiro nesta quinta-feira (14 de fevereiro de 2018). Agora, chega a notícia de que alguns cartórios vão poder emitir o documento. Se essa é uma notícia boa eu realmente não sei (dado os diversos casos de corrupção, além da burocracia), mas vale o registro, já que pode se tornar uma opção para quem não tem como se locomover até um dos postos da PF.

Cartórios conveniados com a Polícia Federal poderão emitir passaportes

Os cartórios de todo o Brasil receberam autorização para iniciar o processo de emissão de passaporte para cidadãos brasileiros. Com a novidade, não será mais obrigatório solicitar o documento apenas em órgãos públicos, assim diminuindo a burocracia. Mas atenção: a prestação deste serviço na unidade requer um convênio que terá de ser firmado entre a Polícia Federal e a Associação Nacional dos Cartórios de Registro Natural.

A Polícia Federal poderá autorizar, também, que os cartórios participem do processo de renovação de passaportes. Neste caso, quem pagar uma taxa extra pelo serviço poderá ir ao local, onde terá as digitais colhidas e enviadas à PF para validação dos dados pessoais. A medida administrativa foi anunciada em 26 de janeiro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Marcio Evangelista, a medida não afeta a confiabilidade do passaporte brasileiro, que obedece a exigências internacionais de segurança. “A Polícia Federal continuará responsável por emitir o passaporte. O convênio só permitirá o compartilhamento do cadastro de informações dos cidadãos brasileiros com os cartórios, que apenas colherão as digitais e confirmarão para a Polícia Federal a identidade de quem solicitar o documento”.

Outro serviço disponibilizado é o de emissão de documento de identidade (RG), caso o cartório seja conveniado a Secretaria de Segurança Pública.

Fonte: Melhores Destinos

Gol lança recurso de geolocalização mobile

As empresas aéreas estão entre as companhias mais criticadas e odiadas do Brasil (e do mundo). Porém, temos que admitir que de vez em quando elas nos surpreendem. Ainda não testei esse novo app da Gol, mas devo confessar que ele parece ser muito bom.

App Gol Linhas Aéreas

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes atualiza seu app mobile com um novo recurso de geolocalização. A funcionalidade permite que o usuário receba, antes da viagem e quando estiver a caminho do aeroporto, informações sobre o tempo estimado de percurso.

Dependendo da intensidade do trânsito, o cliente poderá saber se chegará a tempo do embarque ou ainda se poderá antecipar ou adiar o voo. As notificações são opcionais.

O serviço é gratuito e está disponível para smartphones com sistema iOS e, ainda este mês, chega para modelos Android. O recurso será automaticamente atualizado para os clientes que já têm o aplicativo instalado.

Fonte: ProXXIma

Projeto autoriza transferência de bilhete aéreo entre passageiros

Isso vai facilitar aqueles que gostariam de dar passagens de presente.

bilhete-aereoAguarda designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) projeto de lei de do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) que cria a possibilidade de transferência de bilhete aéreo entre passageiros (PLS 394/2014).

Atualmente, explica o senador, a transferência de passagens aéreas entre pessoas físicas é proibida por resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que determina que “o bilhete de passagem é pessoal e intransferível”.

O projeto, que altera o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/1986), estabelece que o bilhete, embora seja pessoal, poderá ser transferido, de uma pessoa a outra, “sujeitando-se, exclusivamente, às regras e restrições que o transportador lhe impuser, bem como às exigências estipuladas pela autoridade aeronáutica com relação à identificação de passageiro”.

bilhete-aereo IIA proibição da transferência, afirma Ferraço, é defendida por argumentos relativos à segurança pública e à possibilidade de surgimento de um mercado paralelo de revenda dos bilhetes aéreos. O senador ressalta, porém, que as empresas poderiam optar por proibir a transferência de passagens vendidas a preços promocionais.

“Entendemos que a possibilidade de transferência de bilhetes aéreos entre passageiros atenderá aos ditames da Política Nacional de Relações do Consumo, uma vez que alargará o poder de escolha do consumidor e beneficiará o mercado concorrencial do setor”, argumenta Ferraço na justificação da matéria, que será votada em decisão terminativa pela CCJ. As informações são da Agência Senado.

Fonte: Agência IN

Tam investe em internet e conteúdo individual durante voos

Depois de liberarem os smartphones chega a hora de aproveitarmos o wi-fi. Só falta ser “de grátis”.

 

Tam wi-fiO grupo LATAM , das companhias aéreas TAM (brasileira) e LAN (chilena), investiu em 2014 mais de US$100 milhões em projetos de tecnologia que visam melhorar a experiência de viagem dos seus passageiros. A primeira novidade é que as empresas passam a disponibilizar conexão Wi-Fi dentro das aeronaves que pode ser usada durante os voos.

Para ter acesso ao sistema, é preciso ter o aplicativo “LAN e TAM Entertainment”. A plataforma para dispositivos móveis apresenta várias opções de notícias, filmes, séries, informações turísticas e músicas. O conteúdo poderá ser assistido no próprio smartphone do usuário.

As duas companhias vão oferecer em voos nacionais e internacionais um canal do YouTube no serviço de entretenimento. A proposta é oferecer uma seleção com os envios mais populares, com atualização mensal. Quando estiver em tela individual, o usuário pode optar por até 120 minutos de vídeos do site.

Uma opção semelhante ao que vem sendo oferecido nos Estados Unidos e na Europa, mas é a primeira vez que a tecnologia aparece em companhias da América Latina.

Fonte: Comunique-se

Empresa quer trocar janelas de aviões por telas inteligentes

Empresa- trocar-janelas-avioes-telas-inteligentesQuem viaja de avião e sofre nas apertadas poltronas das classes econômicas do mundo, sabe que uma das coisas que podem amenizar o desconforto das viagens longas, da comida ruim, do atendimento deficiente, dos passageiros barulhentos e da falta de opções de entretenimento é ficar olhando a paisagem, mesmo que sejam apenas nuvens ou a escuridão da noite. Bem, já querem acabar até com isso. Querem melhorar as aeronaves diminuindo seu peso e aumentando a aerodinâmica. O problema é acabar com a vista, já que no lugar das paisagens teríamos vídeos e imagens escolhidas pelas empresas aéreas.

Será que custaria muito umas câmeras transmitido o que acontece do lado de fora do avião?

Em dez anos os aviões comerciais podem perder as janelas e, no lugar, entraria em cena uma série de telas que transformariam toda a sua extensão em uma enorme vitrine para exibir o que se passa do lado de fora.

A ideia foi apresentada pela companhia britânica Centre for Process Innovation (CPI) e tem como objetivo não só dar certa inteligência às paredes ao cobri-las com telas sensíveis ao toque, mas também reduzir o peso dos aviões, tornando-os mais sustentáveis.

Isso porque as janelas exigem uma engenharia complexa para garantir que elas aguentem a pressão do voo e, ao tirá-las do desenho, é possível deixar o avião mais fino. Com menos peso, usa-se menos combustível.

Em entrevista ao The Mirror, o dr. Jon Helliwel, representante da COI, explicou que a cada 1% de redução de peso, o avião economiza 0,75% de combustível.

Ao invés das janelas, então, seriam instaladas telas de OLED. Essa tecnologia já está pronta para assumir a forma arredondada do interior dos aviões, mas é preciso vários ajustes para que a ideia saia do papel. Por isso, espera-se que os aviões sem janelas estejam no ar só daqui a dez anos.

Fonte: Olhar digital

Londres, uma cidade em constante movimento – Parte I

Esse é um texto escrito em duas partes condensando minhas memórias de uma das cidades mais cativantes do mundo.

Torre de Londres 2013Poucos lugares são tão apegados as tradições do que Londres. A fleuma britânica, o humor peculiar, a educação impecável, a loucura incontrolável, a mão invertida e aquele sentimento de que a cultura é exalada de cada parede levantada na cidade. Mesmo assim, poucos lugares têm um processo de evolução tão constante quanto Londres. Você pode lembrar que o metrô (The Tube) tem mais de 150 anos, centenas de estações (em funcionamento e fechadas) e que mesmo assim continua sendo modificado de acordo com as necessidades dos moradores ou do desenvolvimento de alguma área. Visitar Londres é sempre um prazer, sempre uma novidade, sempre diferente. Desde 2002 que a cidade é uma das minhas paradas preferidas (como turista e como cidadão comum), seja pela sua música, sua história ou sua gente, cada vez mais globalizada.

A festa dos turistas

heathrowexpress3A festa começa logo na chegada. Ao contrário do que acontece no Galeão, sair e chegar do aeroporto de Heathrow é fácil e com uma boa gama de opções. Você pode escolher entre ônibus, táxi, serviço de vans, metrô ou Heathrow Express – trem de alta velocidade que o levará até o centro da cidade em meros 15 minutos. Isso, com TV exclusiva, local para bagagem, tomadas para recarregar o smartphone e wi-fi. Igualzinho ao Brasil. Você pode comprar o ticket na hora, mas comprar pela internet sai mais barato.

Nesta última viagem (outubro de 2013) foi possível ver (e rever) locais já conhecidos, outros novos e chegar a conclusão de que a cidade sabe se modernizar sem perder a identidade. Se o aeroporto continua sendo um exemplo de funcionalidade, os parques continuam bem cuidados e sendo uma ótima opção de passeio e os double decks ainda passeiam pelas ruas da cidade, embora bem mais modernos e confortáveis, as atrações turísticas mantêm o charme e o cuidado no trato com o turista.

Mão inglesaPara começar, nada como uma cidade que tenha um bom sistema de transportes. Se andar de táxi é caro, também é praticamente desnecessário. O sistema trem/ônibus/metrô é de uma eficiência indescritível para alguém que mora no Brasil. São linhas e linhas que se cruzam e dão opções de tarifas que, ao contrário do que acontece no Rio, por exemplo, ficam mais baratas a medida que você utiliza mais viagens ou compra passes para vários dias. E mesmo quando há paralisações no sistema (seja por problemas técnicos ou por obras de expansão), há avisos e opções alternativas grátis) que não causam grandes transtornos. Vale destacar que mesmo com 150 anos o metrô de Londres continua abrindo e fechando estações, se modernizando para atender melhor seus usuários. Vale lembrar que o intervalo entre os trens do metrô raramente chegam aos 3 minutos e que os pontos de ônibus também indicam quanto tempo determinada linha vai demorar para chegar. Como lá vale a mão inglesa, com os carros andando em sentido contrário ao do resto do mundo, olhe sempre para baixo antes de atravessar uma rua. Nos sinais há sempre uma mensagem lembrando os turistas para qual lado devem olhar antes de atravessar. Outros pontos positivos são a educação dos motoristas – que param sempre que você coloca o pé na rua (menos em uma travessia famosa) e o pedágio urbano, que diminuiu consideravelmente o número de carros nas ruas e o tamanho dos congestionamentos.

london-eye-pictureComo na maioria das cidades evoluídas, há um passe para descontos e entrada gratuita em atrações da cidade (museus, etc), que pode ser muito útil ao turista de primeira viagem ou aquele que queira mesmo agir como um turista, mesmo já conhecendo a cidade, que não cobra entrada em seus museus. Outros locais, como a London Eye, evoluíram em termos de comodidade e abrigam agora vários tipos de passeio, um ótimo local para quem aguarda sua vez na roda gigante e até mesmo um filme 3D sobre a cidade.

Mas se Londres é a casa do Big Ben, das Casas do Parlamento, da Torre e da Ponte de Londres, todas atrações erguidas séculos atrás, também é a casa do ainda jovem Museu do Rock, da Arena O2 e do novíssimo The Shard, o prédio mais alto da Europa que, como em todo bom local destinado ao turismo, tem uma bela estrutura de apoio, loja, pessoas tirando fotos que depois servem de souvenir, etc.

A segurança feita por uma polícia que não usa armas e que, longe de ser perfeita, não permite que sintamos medo de andar pelas ruas da cidade mais bem vigiada por câmeras do mundo, permite que existam caminhadas temáticas para personagens reais (Jack, O Estripador), fictícios (Sherlock Holmes) e até mesmo para quem ainda está vivo (Beatles). Os museus, que vão do chá das cinco até galerias de arte moderna, passando por figuras de cera, são muitos e imperdíveis.

Gastronomia renovada

Um dos pontos fracos da capital inglesa sempre foi a sua gastronomia. Durante décadas ela foi criticada pela péssima comida servida em restaurantes e pubs. Bem, a diferença entre a Londres de 2002 e a de 2013 é grande em vários aspectos, principalmente no quesito comida. Espalhados pela cidade estão cadeias de comida italiana, os pubs melhoraram muito e até mesmo as chip shops (que fechavam exatamente quando sentíamos fome) melhoraram e a rede Fish! Provou que o fish and chips pode ser uma iguaria e não apenas um prato tradicional e barato (provem os feitos com bacalhau). Outro ponto positivo são os sempre bons restaurantes do bairro chinês e os dos cheffs modernos, como Jamie Oliver, que servem refeições baratas e de ótima qualidade (na maioria das vezes).

Fish and chips 2013Outra vantagem da nova gastronomia londrina é a possibilidade de combinar uma visita a alguma das atrações da cidade, com uma refeição em algum restaurante parceiro. Isso economiza tempo, dinheiro e ainda garante uma qualidade mínima da refeição. E, para finalizar, fica a dica: marque tudo com antecedência pela internet. Até o tradicional chá da cinco pode ser reservado em um local perto de onde você vai estar e no horário que você quiser.

Parques, feiras e caminhadas

Londres não tem um espaço como o Central Park ou a Floresta da Tijuca, mas a beleza e tranquilidade do Hyde Park e do Regent’s Park (só para citar os meus preferidos) torna-os perfeito para uma caminhada matinal, um passeio de bicicleta ou mesmo para passar alguns momentos de ócio ou leitura de um bom livro, embora um turista raramente tenha tempo para ler. Mas, se a ideia for mesmo bater perna, as várias feiras e mercados da cidade (Camden Town, Portobello Road e Borough Market) servem como ótimos passeios e uma boa oportunidade para comprar algo que sirva como lembrança para toda a vida. Quem sabe você não dá sorte de encontrar até uma barraca de água-de-coco no meio de uma das mais movimentadas ruas da cidade.

Aproveitar o que Londres tem para oferecer não é tarefa para novatos. São muitos os guias (online e impressos), mas nada substitui o bom e velho roteiro feito a mão, dividindo a cidade em áreas e aproveitando cada segundo na capital do Reino Unido(?).

Passageiros terão que pagar taxa para fazer conexões em aeroportos

Pode parecer piada, mas não é. Além de termos de conviver com aeroportos péssimos, quentes, sem estrutura, empresas aéreas que parecem viver para desrespeitar os clientes e uma agência reguladora que não regula nada, agora os passageiros terão que pagar uma taxa toda vez que fizerem uma escala, mesmo que essa escala seja culpa das empresas, que não oferecem voos diretos para grande parte dos principais destinos.

No caso específico dessa nova taxa a culpa maior não pode recair sobre as empresas (que deveriam arcar com os custos extras, mas isso somente em um mundo perfeito), mas sobre a Anac, que criou esse monstrengo.

Pobres brasileiros…melhor viajarmos mesmo para o exterior, onde somos melhores tratados.

aeroportoDesde esta terça-feira, os passageiros que fizerem voos com conexão terão que pagar uma taxa para utilizar o aeroporto para a troca de voos. As companhias aéreas vão repassar aos passageiros o a tarifa de conexão, com valor que chega a R$ 7,16 por parada.

A TAM iniciou hoje a cobrança, que foi informada por um comunicado às agências de viagem. A mesma medida será tomada amanhã pela GOL e pela Azul. A Avianca Brasil não se pronunciou, mas também deve seguir o mesmo procedimento, que foi definido pelas companhias na Associação das Empresas Aéreas (Abear).

Segundo o comunicado da TAM, a tarifa será cobrada em todos os aeroportos do Brasil e varia de R$ 3 a R$ 7,16. Os maiores valores são cobrado nos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília, administrados por empresas privadas e nos dois terminais paulistas a taxa será reajustada para R$ 7,64 a partir do dia 10 de agosto.

A Abear confirmou que as quatro maiores companhias nacionais vão passar a trazer clara e discriminadamente no recibo do bilhete aéreo e outras vias de comunicação com os consumidores os valores relativos à cobrança da tarifa de conexão, que entrou em vigor no dia 19 nos aeroportos públicos, tal como já acontece com a tarifa de embarque há três décadas. O Juiz Antônio Cláudio Macedo da Silva, da 8ª vara do Tribunal Regional Federal do Distrito Federal, concedeu, por meio de medida liminar, o direito que foi pleiteado pelas companhias em ação declaratória apresentada pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), que atua em parceria com a Abear.

Aviões“Nesse novo cenário de desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária, com a perspectiva da melhoria dos serviços prestados aos passageiros e às companhias aéreas, é justo que os operadores sejam remunerados. A partir do momento que, com esse objetivo, foi instituída a tarifa de conexão, em tudo semelhante à tarifa de embarque que já era praticada, mas referente a serviços que até então não eram objeto de cobrança, nada mais natural que fosse dada a ela o mesmo tratamento”, explicou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

A tarifa de conexão foi criada pela Lei 12.648/2012 e ampliou a lista das tarifas aeroportuárias, definidas pela Lei 6.009/1973.  Ela já havia sido integrada aos contratos fechados entre os aeroportos concessionados em 2012 (Guarulhos, Viracopos e Brasília) e foi recentemente regulamentada pela Anac para que passasse a ser cobrada nos aeroportos públicos da Infraero, estados e municípios (Resolução nº 274/2013) a partir do dia 19 de julho.

Tanto a tarifa de embarque como a tarifa de conexão, segundo a definição legal, existem para cobrir os custos relativos aos serviços de embarque e desembarque, carrinhos e esteiras de restituição de bagagens, inspeções de segurança, transporte entre o terminal e as aeronaves, climatização do terminal e serviços de orientação por áudio e vídeo, entre outros.

O Melhores Destinos entrou em contato com as companhias para confirmar o repasse da tarifa, que já foi confirmado pela TAM, Azul e GOL. A Avianca Brasil não se pronunciou até o momento, mas o comunicado enviado ao MD pela Abear, também cita a companhia.

Fonte: Melhores Destinos

Um dia triste

Hoje eu deveria estar confortavelmente sentado no Royal Albert Hall para assistir a um dos concertos de Eric Clapton, que está comemorando 50 anos de carreira. Viagem cancelada, ingressos vendidos e uma tristeza profunda na alma.

Mais tarde conto aqui como foi o show que perdi.

EC Ticket

Veneza – ontem e hoje

Vejo as fotos de Veneza alagada e fico feliz em lembrar que no fim de outubro ela ainda estava ensolarada e linda.

Compare!

Fim de outubro de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novembro de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Jo Nunes, Fernando de Oliveira e Agências Internacionais

Um Ogro em Paris – parte III – Baguetes, pães bundados e a Torre Eiffel

Paris não é apenas a capital da alta gastronomia. Nem só de escargots e codornas vive o francês e, principalmente, o turista que passeia pelas ruas dessa cidadezinha. Na verdade, a baixa gastronomia parisiense é riquíssima. Principalmente se considerarmos que pães e patês podem se encaixar na definição de baixa gastronomia.

Os pães são fantásticos e a variedade de formatos e sabores se multiplicam em qualquer esquina. Por um acaso, estava hospedado perto da padaria que venceu o concurso de melhor baguete de 2011 e que ganhou o direito de fornecer seus produtos ao presidente! Porém, qualquer padaria tem suas qualidades. Dá vergonha dos pães vendidos no Brasil e daquilo que chamamos de Pão Francês. Poucas coisas são menos francesas.

Quem anda por Paris e tem pouco tempo (e dinheiro) para restaurantes, refeições completas e (argh) não aceita apelar para os McDonalds da vida, deve aproveitar os sanduíches feitos com os muitos queijos, frios e até atum (além de ovos, tomate, alface, etc), que são vendidos em praticamente qualquer lugar, por preços que variam entre 3 e 7 euros (algo como R$ 9 e R$ 21). Os sandubas (os mais caros não são necessariamente os mais gostosos) servem como almoço ou lanche da tarde, não deixando espaço para os kebabs locais. Os preços variam mais pelo local onde você está do que pelo sabor do sanduba.

Outra boa opção são as queijarias. Com sorte você vai esbarrar em alguma onde encontrará não apenas dezenas, mas centenas de queijos diferentes. Acredite, são mesmo diferentes. Não importa se de leite de cabra, de vaca, se duros, macios, temperados, apimentados ou apenas diferentes. Encontrar várias dessas lojas por Paris é enlouquecedor, mas encontrar A LOJA é recompensador. Difícil é escolher quais queijos provar ou trazer.

Ia falar sobre a Torre, certo? Ok!

A Torre Eiffel é linda. Grande, imponente, cercada por dois lindos jardins (ótimos para picnics). Dizem que ela pode ser vista de qualquer lugar de Paris, mas isso não é verdade (o Louvre é mais presente que ela na cidade). Verdade é que a primeira visão a gente nunca esquece e ir até o seu topo é algo similar a subir o Empire State. Jantar em um dos restaurantes da Torre é outro programa imperdível para os turistas, mesmo que alguns especialistas digam que a cozinha não é das melhores (mentira). Afinal, estamos lá para curtir o visual e a comida (boa) vira coadjuvante.

As filas

Prepare-se. Nos meses (e dias) de sol a fila para subir nos elevadores (há – para os masoquistas – a opção de subir pelas escadas) é inacreditavelmente grande e desanima. Para evitar isso, compre seu ticket com antecedência pela internet. A entrada é diferente e a espera é quase inexistente. Uma vez lá dentro, novamente, aja como o turista que é: fotografe, babe com a vista e grave na memória cada segundo da visita.

Faltou o pão bundado. Simples: compre um baguete, entregue para o companheiro de viagem e descubra que ele sentou no pão durante toda a viagem de metrô. Uma dilíça!

PS: Para se locomover em Paris dê preferência ao metrô (menos bonito, mas muito mais rápido que os ônibus), mas prepare-se para longas caminhadas por debaixo da terra. Há uma estação na qual você sobe duas escadas rolantes, desce uma escada convencional, passa por duas esteiras rolantes e anda mais um bom trecho antes de chegar na conexão para uma outra linha. Um ótimo exercício.

Caso queira dicas mais específicas ou indicações de sites, lojas e restaurantes, entre em contato deixando um recado.

Leia também

Um ogro em Paris – Parte I

Um Ogro em Paris – parte II