Todos os posts de Fernando de Oliveira

Jornalista carioca que já passou dos 50

Grande parte dos internautas compra por impulso

Segundo pesquisa da CNDL/SPC Brasil, 41% dos gastos são feitos sem pesquisa prévia

Que o consumidor brasileiro está cada vez mais maduro e utiliza a internet para checar preços e a reputação dos vendedores, ninguém duvida, mas surpreende saber que 41% dos internautas ainda gastam por impulso, sem nenhuma pesquisa prévia.

A boa notícia é que 47% das compras em lojas físicas só acontecem depois que o internauta pesquisa na internet para conferir se vale a pena. A maioria pesquisa sobre as características do produto e preço, claro.

Ainda há muita resistência para compra de produtos como calçados, por exemplo, mas essas resistências tendem a desaparecer, principalmente por causa do bom atendimento das lojas online e das facilidades para devoluções e trocas.

Mesmo assim, 25% dos internautas visitam loja física antes de comprar na internet e 83%, acreditam que as lojas online praticam preços mais baratos. compras on-line. No geral, 91% dos internautas dizem se preocupar com fraudes na internet.

A pesquisa completa pode ser encontrada no link https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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Gadget que vai mudar a sua vida: lixeira que fica com a tampa aberta

Novas lixeiras vão acabar com muitos momentos de irritação

Ultimamente ando tendo brigas homéricas com as lixeiras (até com as de casa). Elas se recusam a abrir ou fecham quando querem. Um horror.

Mas o que é surpreendente (para um dono de casa) é saber que, além das lixeiras eletrônicas, há aquelas que possuem um sistema para ficarem abertas durante o depósito de lixo, sem que seja preciso pressionar o pedal da mesma.

Ok, que muita gente nem dá bola para o lixo, mas se você cozinha, sabe que lixeiras que não ajudam, atrapalham.

Aproveito o meu espanto para compartilhar alguns modelos que parecem bem bons.

Quase 50% dos idosos respondem pelo sustento da casa

Dados são de pesquisa CNDL/SPC Brasil

A Economia continua cambaleante, o número de desempregados grande e o protagonismo dos aposentados cada vez maior.

Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 43% dos brasileiros acima de 60 anos são os principais responsáveis pelo pagamento de contas e despesas da casa.

A situação fica ainda mais séria se fizermos o corte por gênero. Entre os homens, o percentual chega aos 53%. Pior, 26% dos idosos já fizeram empréstimo pessoal ou consignado para ajudar alguém e 37% atrasaram o pagamento de alguma conta nos últimos seis meses.

Quase 100%

Ainda segundo o estudo, 91% dos idosos no Brasil contribuem com o orçamento da família, sendo que em 25% dos casos colaboram com a mesma quantia que os demais membros da família.

– Há muitos casos em que a renda do aposentado é a única maneira para sustentar o lar de uma família que perdeu emprego, mas o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e suas atitudes nesta fase da vida também são fatores importantes. Hoje, os idosos são mais ativos, têm mais autonomia financeira e trabalham por mais tempo, seja por necessidade ou porque se sentem dispostos – explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Pode mesmo parecer que as aposentadorias estão com valores bons, mas o estudo também mostra que 39% dos idosos brasileiros até conseguem pagar suas contas sem atrasos, mas fecham o mês sem um tostão.

Além disso, 37% dos idosos acreditam que padrão de vida piorou na terceira idade e 51% precisam recorrer a crédito para pagar contas.

Com as prováveis mudanças na Previdência Social e as necessárias modificações no rumo da Economia do país, resta torcer para que os aposentados consigam manter (e melhorar) seu padrão de vida e que sua participação na renda familiar diminua.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Receita: costeleta de porco ao barbecue

Seguindo a linha do post anterior sobre carne de porco, resolvi publicar a minha receita de costeleta ao barbecue

A carne de porco está em alta, então vamos comemorar com uma receita que estou para postar faz tempo: costeleta de porco ao barbecue.

A costeleta

Compre uma costeleta não muito gorda e, de preferência, resfriada. É facil encontrar em supermercados e açougues e são bem mais saborosas que as congeladas.

Antes de temperar uma dica importante: retire a membrana que fica na parte próxima dos ossos (veja a foto). Essa membrana impede que o tempero penetre na carne e deixa a costela menos macia.

Feito isso, vamos ao tempero!

Tempero nem tão básico

Para temperar a costeleta você vai precisar de:

Páprica doce
Páprica defumada
4 dentes de alho picado ou alho em pasta equivalente
Pimenta-do-reino moída
Sal grosso (se possível, com ervas finas)
Limão
Vinho branco


Cubra a costeleta com os temperos como se criasse camadas com cada um deles. Deixe o sal grosso por último, esprema o limão (mais de um se for necessário) e despeje uma xícara de vinho branco e deixe a costeleta marinando em um pirex por aproximadamente uma hora, virando-a algumas vezes para que toda ela entre em contato com o líquido.

O molho barbecue

Ingredientes

1 colher de chá de azeite
1 cebola
1 dente de alho
300g de tomate (com ou sem pele)
2 colheres de sopa de catchup de boa qualidade
1 colher de sopa de açúcar mascavo
2 colheres de chá de molho inglês
1 colher de chá de páprica doce
sal
pimenta-do-reino (de preferência branca)

Modo de preparo (molho)

Passe no processador (ou liquidificador) a cebola com o tomate.Numa panela, esquente o azeite e depois junte o alho e o resto dos ingredientes, mexendo sempre. Tempere com sal e pimenta e coloque um pouco de água e tampe para engrossar, mexendo de tempos em tempos. Depois, passe tudo em um coador bem fino.

PS: Caso prefira, também pode usar um molho industrializado de boa qualidade. Não use os mais baratos!

Modo de fazer (costeleta)

Coloque a costeleta em forno pré-aquecido (alto) por aproximadamente 30 minutos, com os ossos para baixo. Retire do forno, desça a temperatura para o mais baixo possível.

Enquanto o forno desaquece, coloque a costeleta em um papel alumínio, cubra com um pouco do molho barbecue, um pouco de molho inglês e um fio de azeite. Acrescente o vinho (ou coloque mais caso ele tenha evaporado), cubra e feche com o papel alumínio e leve de volta ao forno (já em temperatura baixa) por mais 2h/2h30.

Quando alcançar esse tempo, abra o papel alumínio e verifique se ela já está macia o suficiente para se soltar do osso com facilidade. Caso seja necessário, deixe mais alguns minutos no forno. Se já estiver no ponto, retire o papel alumínio, pincele mais um pouco do molho e sirva em seguida.

Vai bem com arroz branco e uma salada verde ou caprese.

Veja outras receitas do blog

Carne de porco em alta entre os brasileiros

Depois de décadas de preconceito, brasileiros se rendem ao sabor (e preço) de uma proteína cheia de versatilidade

Sempre lembro de um episódio de No Reservations no qual o saudoso Anthony Bourdain declarava seu amor incondicional pela carne de porco.

Assim como o mestre, eu também sou fá dos sabores e da versatilidade da proteína suína. Portanto, comemoro o aumento do consumo dela pelos brasileiros.

Produção e consumo

Segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Brasil será o quarto maior produtor e exportador mundial de carne suína em 2018.

Já segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o consumo doméstico de carne suína pode aumentar em quase 50 mil toneladas a mais, se comparado a 2017.

Mas qual a razão para essa mudança de comportamento do brasileiro? Afinal, por muitos anos, houve um grande preconceito envolvendo a carne de porco, o que travava o aumento do consumo.

Mitos e verdades

A principal mentira sobre a carne de porco é a de que ela é prejudicial à saúde. Na verdade, a carne suína (na maioria dos cortes) é pouco gordurosa, além de ser nutritiva e rica em vitaminas e minerais.

Muita gente não sabe, mas o camarão tem mais colesterol que a carne de porco e um lombo cozido apresenta teores de gordura menores dos encontrados em um pedaço de filé mignon (também cozido e com o mesmo peso).

Por isso, a carne suína vem sendo incluída em várias dietas.Outro mito é a de que a carne de porco causa alergia. Ora, claro que causa, assim como o leite de vaca, ovos, amendoim, soja, nozes, peixes e frutos do mar.

O importante é que os casos de alergia são bem menos comuns do que os causados pelos frutos do mar, por exemplo.

Branca ou vermelha?

Essa é uma grande discussão entre nutricionistas e a sabedoria popular. Normalmente considerada branca (e em alguns casos mista), a carne suína é oficialmente vermelha.

A confusão acontece por conta da pouca clareza (com o perdão do trocadilho) dos conceitos de carne branca e vermelha, mas isso é outra conversa.

Versatilidade

É fácil encontrar cortes como picanha suína, alcatra, filé mignon suíno, lagarto suíno. Eles permitem uma série de ótimas receitas (confira alguns links no fim do post), fáceis de fazer, saborosas e com preços bastante atraentes.

A possibilidade de combinar sabores mais adocicados com outros mais cítricos e fortes, faz da carne de porco um item quase obrigatório nas geladeiras/freezers dos brasileiros.

Mude seus conceitos

Dito tudo isso, se você ainda tem alguma resistência ao consumo da carne de porco, mude seus conceitos e experimente preparar alguma receita pouco calórica.

Receitas do blog

Lombinho de porco assado com crosta de ervas

Lombinho de porco assado com melado

Elton John estrela belo anúncio de Natal

A cadeia de lojas inglesa John Lewis & Partners faz mais uma obra prima natalina

Todo ano a cadeia de lojas de departamento John Lewis & Partners, uma das maiores da Inglaterra, é famosa pelos seus anúncios de Natal. Este ano, usaram Elton John como inspiração para a peça publicitária.

Elton aparece (em várias fases) para mostrar que um presente pode mudar a vida de uma criança. No seu caso, o presente foi o piano da avó. Afinal, há dons que são mais especiais que outros.

Encomende o seu Diamonds – a coletânea definitiva de Elton John


– A campanha de Natal da John Lewis trouxe muitas lembranças boas para mim e a minha família. Foi uma oportunidade para refletir sobre minha vida na música e a incrível jornada pela qual passei e como tocar o piano da minha avó pela primeira vez marcou o momento no qual a música entrou na minha vida. O anúncio é absolutamente fantástico e eu adorei cada minuto no qual participei dele – disse Elton.

The Boy and the Piano é realmente lindo.

Aproveite e veja também o anúncio de 2017 com Golden Slumbers como trilha sonora.

Show de retorno de Elvis ganha edição luxuosa

Especial de TV gravado em 1968 terá 5 CDs e 2 blu-ray

Elvis é um fenômeno que precisa ser estudado por muitas e muitas décadas. Como um caipira que nunca saiu dos Estados Unidos conseguiu ter um impacto tão profundo na cultura de tantas nações?

Seja lá quais explicações existirem, o fato é que o Rei do Rock nunca morre. No fim deste mês a Sony Music vai lançar uma caixa comemorativa pelos 50 anos do especial de TV que marcou a volta de Elvis.

Clique e garanta a sua cópia

 Elvis Presley‘s ’68 Comeback Special terá sete discos – 5 CDs e 2 blu-ray – e deve pôr fim aos relançamentos desse evento.

Acompanhado de Scotty Moore (guitarra) e D.J. Fontana (bateria) Elvis soltou a voz em clássicos como That’s All Right, Heartbreak Hotel e Lawdy, Miss Clawdy, só para citar os mais inspirados.

Batizado originalmente de Singer Presents…Elvis – Singer é mesmo aquela empresa que fabricava máquinas de costura – o especial de TV revitalizou a carreira de Presley e se transformou em um marco na história do rock.

Tudo

O programa foi gravado em duas partes – com Elvis cantando sentado e em pé. Na verdade, foram feitas duas gravações para cada parte, todas incluídas na caixa. Todo o material em áudio e vídeo disponível estará reunido nesse novo lançamento, saciando o apetite de qualquer tipo de fã.

Além das gravações oficiais, ensaios e outtakes serão parte do show, assim como um livro de 84 páginas com entrevistas e depoimentos sobre o programa.

A data de lançamento está marcada para 30 de novembro.

CD 1
The Original Album
1. “Trouble” / “Guitar Man” (Opening)
2. Medley:
“Lawdy, Miss Clawdy”
“Baby, What You Want Me To Do”
Dialogue; Medley: “Heartbreak Hotel” / “Hound Dog” / “All Shook Up”
“Can’t Help Falling In Love”
“Jailhouse Rock”
Dialogue; “Love Me Tender”
3. Medley:
Dialogue; “Where Could I Go But To The Lord” / “Up Above My Head” / “Saved”
4. Medley:
Dialogue; “Blue Christmas” (5:34)
Dialogue; “One Night”
5. Memories
6. Medley: “Nothingville” / Dialogue; “Big Boss Man” / “Guitar Man” / “Little Egypt” / “Trouble” / “Guitar Man”
7. “If I Can Dream”
Bonus Cuts
8. “It Hurts Me” (splice/edit of part 1 – take 7, part 2 – take 7 & part 1 – take 6)
9. “Let Yourself Go” (splice/edit of part 1 – take 1 & part 2 – take 2)
10. “Memories”
11. “If I Can Dream”

CD 2
First ‘Sit Down’ show
1. “That’s All Right”
2. “Heartbreak Hotel”
3. “Love Me”
4. “Baby, What You Want Me To Do”
5. “Blue Suede Shoes”
6. “Baby, What You Want Me To Do
7. Lawdy, Miss Clawdy”
8. “Are You Lonesome Tonight?”
9. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
10. “Blue Christmas”
11. “Trying to Get to You”
12. “One Night”
13. “Baby, What You Want Me to Do”
14. “One Night”
15. “Memories”

First ‘Stand Up’ show
16. “Heartbreak Hotel”
17. “Hound Dog”
18. “All Shook Up”
19. “Can’t Help Falling in Love”
20. “Jailhouse Rock”
21. “Don’t Be Cruel”
22. “Blue Suede Shoes”
23. “Love Me Tender”
24. “Trouble”
25. “Baby, What You Want Me to Do”
26. “If I Can Dream”

CD 3
Second ‘Sit Down’ show
1. “Heartbreak Hotel”
2. “Baby, What You Want Me to Do”
3. Introductions
4. “That’s All Right”
5. “Are You Lonesome Tonight?”
6. “Baby, What You Want Me to Do”
7. “Blue Suede Shoes”
8. “One Night”
9. “Love Me”
10. “Trying to Get to You”
11. “Lawdy, Miss Clawdy”
12. “Santa Claus is Back in Town”
13. “Blue Christmas”
14. “Tiger Man”
15. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
16. “Memories”

Second ‘Stand Up’ show
17. “Heartbreak Hotel”
18. “Hound Dog”
19. “All Shook Up”
20. “Can’t Help Falling in Love”
21. “Jailhouse Rock”
22. “Don’t Be Cruel”
23. “Blue Suede Shoes”
24. “Love Me Tender”
25. “Trouble” / “Guitar Man”
26. “Trouble” / “Guitar Man”
27. “If I Can Dream”

CD 4
First rehearsal
1. “I Got A Woman”
2. “Blue Moon” / “Young Love” / “Oh, Happy Day”
3. “When It Rains It Really Pours”
4. “Blue Christmas”
5. “Are You Lonesome Tonight?” / “That’s My Desire”
6. “That’s When Your Heartaches Begin”
7. “Peter Gunn Theme”
8. “Love Me”
9. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
10. “Blue Christmas” / “Santa Claus is Back in Town”

Second rehearsal
11. “Danny Boy”
12. “Baby, What You Want Me to Do”
13. “Love Me”
14. “Tiger Man”
15. “Santa Claus is Back in Town”
16. “Lawdy, Miss Clawdy”
17. “One Night”
18. “Blue Christmas”
19. “Baby, What You Want Me to Do”
20. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
21. “Blue Moon of Kentucky”

CD 5
The Wrecking Crew Sessions
1. “Nothingville (Guitar Man’s Evil #1)” – takes 5 & 6
2. “Guitar Man (Guitar Man’s Evil #1)” – take 2
3. “Let Yourself Go, part 1 (Guitar Man’s Evil #2)” – take 5 & 7/M
4. “Let Yourself Go, part 2 (Guitar Man’s Evil #3)” – take 7/M
5. “Guitar Man (Escape #1, fast)” – takes 1, 2 & 5
6. “Big Boss Man (Escape #3)” – take 2
7. “It Hurts Me, part 1 (Escape #4)” – take 5
8. “It Hurts Me, part 2 (After Karate #1)” – take 3
9. “Guitar Man (After Karate #2)” – take 1
10. “Little Egypt (After Karate #2)” – take 6
11. “Trouble / Guitar Man (After Karate #3)” – take 2
12. “Sometimes I Feel Like a Motherless Child” / “Where Could I Go But to the Lord (Gospel #1)” – rehearsal & take 1 (5:23)
13. “Up Above My Head” / “Saved (Gospel #2)” – takes 4 & 7
14. “Saved (Gospel #3)” – takes 2 & 4
15. “Trouble” / “Guitar Man (Opening)” – takes 6 & 7
16. “If I Can Dream” – take 1
17. “If I Can Dream” – takes 2, 3 & 4
18. “Memories” – takes 3 & 4/vocal overdub #1
19. “Let Yourself Go” (closing instrumental)

Blu-ray Disc 1:
Elvis NBC TV Special originally broadcast on Dec. 3, 1968
Black Leather Sit-Down Show #1 – June 27, 1968
Black Leather Sit-Down Show #2 – June 27, 1968
Black Leather Stand-Up Show #1 – June 29, 1968
Black Leather Stand-Up Show #2 – June 29, 1968

1. Opening Production Number
2. Lawdy Miss Clawdy
3. Baby, What You Want Me To Do
4. Medley: Heartbreak Hotel / Hound Dog / All Shook Up
5. Can’t Help Falling In Love
6. Jailhouse Rock
7. Can I borrow your little whatchacallit?/This leather suit’s hot
8. Love Me Tender
9. Are You Lonesome Tonight?
10. Rock & roll music is . . .
11. Gospel Production Number
12. Baby, What You Want Me To Do
13. Blue Christmas
14. Man, I just work here./No strap.
15. One Night
16. Memories
17. Guitar Man Production Number
18. If I Can Dream – Show Closer
19. Credits Roll
20. Elvis takes the stage.
21. Elvis introduces band-mates.
22. That’s All Right
23. Heartbreak Hotel/Spoken Word
24. Love Me
25. Swapping axes./Are we on television?
26. Baby, What You Want Me To Do
27. Touching body with hands./Rock & roll music is . . .
28. Blue Suede Shoes
29. Baby, What You Want Me To Do
30. Something wrong with my lip./He’s gotta be crazy.
31. Lawdy Miss Clawdy
32. Are You Lonesome Tonight?
33. When My Blue Moon Turns To Gold Again
34. Blue Christmas
35. Trying To Get To You
36. One Night – Somebody pulled the plug, man.
37. Baby, What You Want Me To Do
38. Man, I just work here./No strap.
39. One Night
40. Memories
41. Audience warm-up./Mr. Elvis Presley.
42. Heartbreak Hotel
43. Baby, What You Want Me To Do
44. Elvis refers to script./Introduces band-mates.
45. That’s All Right/Spoken Word
46. Are You Lonesome Tonight?
47. Baby, What You Want Me To Do
48. Can’t even touch myself./You gonna get arrested, boy.
49. Blue Suede Shoes
50. We don’t have a strap?/Lines from MacArthur Park.
51. One Night
52. Love Me
53. Hanky flies about./The new music./My style came from . . .
54. Trying To Get To You/Spoken Word
55. Lawdy Miss Clawdy
56. Girl saves Elvis tissue lint./Never ceases to amaze me, baby.
57. Santa Claus Is Back In Town
58. Blue Christmas
59. Tiger Man
60. Another tissue girl./MacArthur Park lines.
61. When My Blue Moon Turns To Gold Again
62. Memories/Spoken Word
63. Audience warm-up./Here’s Elvis Presley.
64. Heartbreak Hotel/One Night – Sound Goes Out/Spoken Word
65. Heartbreak Hotel/Hound Dog/All Shook Up/Spoken Word
66. Can’t Help Falling In Love
67. Jailhouse Rock
68. Don’t Be Cruel
69. Blue Suede Shoes
70. Love Me Tender/Spoken Word
71. Anybody got a handkerchief?
72. Trouble/Spoken Word
73. Baby, What You Want Me To Do – Impromptu Jam
74. If I Can Dream – Lip-Synch Performance.
75. Audience warm-up./And it stars Elvis Presley./Heartbreak Hotel – False start.
76. Heartbreak Hotel/Hound Dog/All Shook Up
77. Can’t Help Falling In Love
78. Jailhouse Rock
79. Don’t Be Cruel – Moby Dick!
80. Blue Suede Shoes – False start. One more time, gently.
81. Blue Suede Shoes
82. Can I borrow your little whatchacallit?/This leather suit’s hot.
83. Love Me Tender
84. Preparation./Who’s that strange man out there, Elvis?
85. Trouble – Should I be on the microphone here?/Spoken Word
86. Trouble – I got my lip hung on the microphone./Spoken Word
87. Trouble/Guitar Man
88. Lines from MacArthur Park and Tiptoe Through The Tulips
89. Trouble/Guitar Man/Spoken Word
90. If I Can Dream – Lip-Synch Performance./Spoken Word

Blu-ray Disc 2:
“Trouble” / “Guitar Man” TV Show Opener – June 30, 1968 – All Takes and Raw Components
If I Can Dream TV Show Closer – June 30, 1968 – All Takes
Huh-Huh-Huh Promo – June 30, 1968
Elvis Closing Credits Without Credit Roll – June 30, 1968
“If I Can Dream” Special Music Video 2004 – June 30, 1968
Gospel Production Number – All Takes and Raw Components
“Guitar Man” Production Number – All Takes and Raw Components
Blu-ray Special Feature Re-Cut

Já conhece a playlist do blog?

Depois de um tempinho reunindo novidades, a playlist do F(r)adses da Vida está de volta atualizadíssima.

Além de canções dos discos que são resenhados por aqui, há também novidades nacionais e internacionais que pipocam pelo mundo.

Ouça e deixe a sua opinião/comentário/crítica.

Blues com a chancela dos Rolling Stones

Confessin’ The Blues é uma coletânea com clássicos do blues escolhidos pelos membros dos Stones

Os Rolling Stones, que antes de se tornarem a maior banda de rock de todos os tempos eram mais uma banda que fazia covers de clássicos do blues, não perdeu a sua essência.

Dois anos depois do excelente Blue & Lonesome, onde recriavam algumas das suas canções favoritas do blues, os Stones enveredam novamente pelos campos de colheita de algodão dos Estados Unidos com o lançamento de Confessin’ The Blues, uma coletânea de canções de artistas que são ícones do gênero.

O repertório escolhido por Ron Wood, Keith Richards, Mick Jagger e Charlie Watts não poderia ser mais certeiro. Elmore James, B.B King, Howlin’ Wolf e John Lee Hooker são alguns dos nomes que aparecem nas 42 faixas do CD duplo.

Capa caprichada

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Confessin’ The Blues ganhou, além do repertório, um trabalho cuidadoso no campo visual. Aproveitando o talento de Ron Wood como pintor, a banda decidiu colocar um de seus desenhos na capa do CD/vinil.

A ideia por trás do projeto é educar as novas gerações sobre um gênero que, infelizmente, não tem tanto espaço nas rádio, TVs e serviços de streaming.

Para isso, a banda decidiu doar 10% dos lucros com a venda do álbum para a Willie Dixon’s Blues Heaven Foundation, uma organização sem fins lucrativos baseada nos Estados Unidos.

O álbum já está disponível nas principais lojas que ainda vendem CDs pelo mundo. Lançamento no Brasil? Streaming? Por enquanto, nada, mas você pode ouvir algumas playlists bastante aproximadas com o produto oficial.

Disco 1
1. Rollin’ Stone – Muddy Waters
2. Little Red Rooster – Howlin’ Wolf
3. Boogie Chillen – John Lee Hooker
4. I Hate to See You Go – Little Walter
5. Little Queenie – Chuck Berry
6. You Can’t Judge A Book By It’s Cover – Bo Diddley
7. Ride ‘Em On Down – Eddie Taylor
8. I’m A King Bee – Slim Harpo
9. All Your Love – Magic Sam
10. Dust My Broom – Sonny Boy Williamson
11. Just Your Fool – Little Walter
12. I Want to Be Loved – Muddy Waters
13. Key to the Highway – Big Bill Broonzy
14. Love In Vain Blues – Robert Johnson
15. You Gotta Move – Mississippi Fred McDowell
16. Bright Lights, Big City – Jimmy Reed
17. Worried Life Blues – Big Maceo Merriweather
18. Everybody Knows About My Good Thing (Pt. 1) – Little Johnny Taylor
19. Commit a Crime (1991 Chess Box Version) – Howlin’ Wolf
20. I Can’t Quit You Baby – Otis Rush
21. Confessin’ the Blues (with Walter Brown) [Single Version] – Jay McShann

Disco 2
1. Just Like I Treat You – Howlin’ Wolf
2. I Got to Go – Little Walter
3. Carol – Chuck Berry
4. Mona – Bo Diddley
5. I Just Want to Make Love to You – Muddy Waters
6. Blues Before Sunrise – Elmore James & The Broom Dusters
7. Bad Boy – Eddie Taylor
8. Boogie Children – Boy Blue
9. Little Rain – Jimmy Reed
10. Stop Breakin’ Down Blues – Robert Johnson
11. The Prodigal Son – Reverend Robert Wilkins
12. Hoodoo Blues – Lightnin’ Slim
13. Don’t Stay Out All Night – Billy Boy Arnold
14. Crawdad. – Bo Diddley
15. Suzie Q – Dale Hawkins
16. Down The Road Apiece – Amos Milburn
17. Little Baby – Howlin’ Wolf
18. Blue and Lonesome – Little Walter
19. Rock Me Baby – B.B. King
20. Damn Right I Got The Blues – Buddy Guy
21. Mannish Boy – Muddy Waters

As mudanças do novo Álbum Branco

Novas mixagens, demos e outtakes revelam um universo paralelo dos Beatles em 1968

Já se passaram alguns dias desde o lançamento da caixa comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, tempo mais que suficiente para várias audições de todo o material e para tirar algumas conclusões.

Remix, demos e outtakes

Clique e encomende a sua cópia

A nova edição é dividida em compartimentos – o remix feito por Giles Martin e o engenheiro de som Sam Okell, os demos gravados pelo grupo no bangalô de George Harrison (em Esher), outtakes e ensaios das canções e, claro, a mixagem original em mono.

Difícil dizer o que é mais impactante. Portanto, vamos por partes, como diria Jack.

A nova mixagem

Primeiro vamos deixar claro que, ao contrário do que aconteceu com a caixa do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, que se baseou na mixagem original mono – a única na qual os Beatles e George Martin estiveram envolvidos – para o Álbum Branco foi usada como modelo a mixagem estéreo, com todas as suas falhas e erros.

Dito isto, vamos ao que interessa.

Cozinha quente

Para resumir, a grande diferença na nova mixagem é o maior peso do baixo e da bateria. A cozinha formada por Paul McCartney e Ringo Starr ganhou maior destaque em quase todas as faixas, onde ficavam mais ao fundo, provavelmente por conta das limitações técnicas da época.

Mas não é apenas isso. Há muitos fades que ficaram mais longos e instrumentos que estão bem mais claros e destacados, surpreendendo quem já conhece o disco.

Um bom exemplo disso é While My Guitar Gently Weeps, onde a guitarra de Eric Clapton está mais baixa, mas é possível ouvir melhor as notas tocadas por Deus.

Porém, a maior diferença fica mesmo por conta de outra composição de George Harrison: Long, Long, Long. A canção, que na sua versão original tem um clima sombrio e um volume bastante baixo, ganhou punch e destaque no vocal de George. O resultado é bastante diferente das versões lançadas anteriormente.

Há diferenças bastante nítidas em várias outras canções como Honey Pie, Dear Prudence e Helter Skelter. Dizem até que é possível detectar diferenças em Revolution 9, mas isso eu deixo para os meus bravos leitores.

Na verdade, a impressão é a de que Martin e Okell fizeram questão de deixar sua marca em todas as canções, sempre com um acorde de guitarra ou violão, um martelar no piano ou backing vocal com alguma diferença que vai surpreender os fãs.

Esher Demos, o primeiro Unplugged

George fotografado na sua casa em Esher

Esher é a localidade onde George Harrison vivia com a esposa Pattie em um bangalô que, segundo relatos, era bem pouco confortável. Foi lá que os quatro Beatles se reuniram para gravar demos das canções compostas na Índia, durante sua estadia com o guru Maharishi Mahesh Yogi.

Reza a lenda que 1968 marcou o início do fim da banda, mas o que se ouve nesses demos é reveladoramente diferente. Para início de conversa, a qualidade de som das gravações feitas no equipamento portátil de George Harrison é absurdamente boa e apresentada aqui em estéreo

Também merece registro que, apesar de mutas dessas gravações já circularem entre os colecionadores faz anos, aqui estão todos os registros, editados na ordem do disco, além de todas as que não fizeram parte do Álbum Branco.

Para finalizar, o clima parece mais que alegre, com várias músicas já praticamente prontas. Na verdade, se algumas delas fossem lançadas nessas versões acústicas, não fariam feio.

Clique e encomende a versão nacional (tripla)

Mais que as canções lançadas pelos Beatles no White Album, merecem uma audição atenciosa as sobras Child of Nature – que mais tarde ganhou nova letra de Lennon e foi rebatizada de Jealous Guy -, Jubilee – que foi lançada pr Paul McCartney como Junk –, além de Circles e Not Guilty – que receberam novos registros durante a carreira solo de George Harrison.

Há também canções que foram parar no disco Abbey Road, mas não vou contar para não acabar com a surpresa.

Outtakes e ensaios

Os destaques dessa partição são muitos, mas se tiver pouco tempo e quiser realmente ser impactado pelo que vai ouvir, vá logo para as versões de Good Night.

A canção de ninar escrita por Lennon e cantada por Ringo é de arrepiar nessas novas versões. A que conta com backing vocals de John, Paul e George (nunca antes ouvida) vale o disco inteiro.

Assim como nas demos, há muitas brincadeiras e risos registrados. Difícil imaginar que eles estavam se engalfinhado por qualquer motivo, mas é isso que a história (e eles mesmos) contam.

Não há como não gostar dos takes escolhidos pelo novo Martin. Martha My Dear (sem o arranjo de cordas) ganha novo sabor, assim como é interessante ouvir a evolução de While My Guitar Gently Weeps e as improvisações durante os takes de I Will, que acabaram gerando Los Paranoias e Can You Take Me Back?.

Há até uma versão embrionária de Let it Be, mas o melhor são mesmo as gravações das versões iniciais da base de canções que acabou criando o Álbum Branco.

O disco original tem 30 faixas e tecer comentários sobre cada um dos outtakes tornaria esse texto longo, longo, longo.

Melhor não, né?

Mixagem mono

Muita gente vai estranhar o porquê da minha preferência pela mizagem mono, algo que pode até soar antiquado, mas é importante ter em mente que em 1968 a maioria das pessoas ainda não possuia equipamentos estéro e por isso os Beatles só se envolviam nas mixagens feitas em mono.

As diferenças são enormes. Vão desde o avião de Back in the USSR, passa pela ausência das palmas em Ob-La-Di-Ob-La-Da, a inexistência do fade in e do grito de Ringo Starr ao final de Helter Skelter. Até os pássaros e porcos são diferentes em Blackbrd e Piggies, respectivamente.

Praticamente todas as canções têm diferenças em relação ao que o grande público está acostumado a ouvir. Então, vá lá ouvir o verdadeiro Álbum Branco.

 

Lady Gaga surpreende pessoas em abrigo com pizza e café

I love this girl!

UFW

Cantora aproveitou o Dia Mundial da Gentileza para visitar quem teve de deixar suas casas na Califórnia devido ao incêndio florestal

‘Pizza quente, café e gift cards para o abrigo’, publicou Lady Gaga no Instagram Stories.Foto: Instagram/ladygaga


Lady Gagaaproveitou o Dia Mundial da Gentileza, celebrado nesta terça-feira, 13, para surpreender pessoas abrigadas pela Cruz Vermelha, que tiveram de deixar suas casas na Califórnia devido aoincêndio florestal que provocou, até o momento, 50 mortes.

A cantora foi até o local, em Los Angeles, com caixas de pizza e café. Antes, ela encorajou outras pessoas a fazer atos de gentileza naquele dia.

“Hoje é meu dia favorito do ano, Dia Mundial da Gentileza. Eu encorajo todos vocês a fazer um ato de gentileza, mesmo que seja para você mesmo”, disse no Instagram Stories.

Gaga foi uma daspersonalidades que tiveram de deixar suas casas, em Malibu, por conta da…

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True Meanings, um Paul Weller acústico

Disco, o 26º da carreira de Weller, conta com participações de Martin Carthy e Danny Thompson, Conor O’Brien, Noel Gallagher e Lucy Rose

Clique e encomende a sua versão standard

Paul Weller é um veterano com mais de 40 anos de uma carreira muito respeitada e, no Brasil, pouco popular. Membro e principal força dos grupos The Jam e Style Council, Weller já navegou pelo rock, punk, new wave, pop, jazz, r&b e soul, sempre com maestria.

Agora, Weller lançou True Meanings — 26º disco da carreira ou 14º da carreira solo — um trabalho mais introspectivo e quase todo acústico.

Gravado no conforto de seu próprio estúdio, o álbum (lançado em setembro) pode até não estar entre os seus melhores, mas oferece ótimos momentos e vai crescendo a cada audição.

Climão folk

O folk é a principal influência do disco, até mesmo pelos convidados convocados por Weller. Martin Carthy e Danny Thompson, Conor O’Brien, Noel Gallagher e Lucy Rose são, na sua maioria, grandes nomes do gênero.

Mas o pop/jazz/soul não está ausente nesse novo trabalho. Logo na faixa de abertura — The Soul Searchers — a belíssima voz de Weller adorna uma melodia folk com toques do pop típico do inglês.

Talvez o momento mais belo e interessante do álbum seja Mayfly, canção que tem um sabor de r&b e blues com aquele tempero que só os britânicos sabem colocar em canções que poderiam ter sido criadas no interior dos Estados Unidos.

Marcas do tempo e David Bowie

Clique e encomende a versão deluxe

As rugas não escondem a idade. Aos 60, Weller parece mais reflexivo, mas não parece ter perdido o tesão e a inspiração para continuar como um dos nomes mais respeitados da cena inglesa desde os anos 80.

Outro momento interessante do disco é a homenagem que Weller faz ao camaleão David Bowie. Depois de alguns arranca-rabos, a dupla se entendeu e os dois acabaram se tornando bons amigos.

Agora, a homenagem sincera ao amigo chega na canção singelamente intitulada Bowie. Dá até para imaginar o camaleão ouvindo a canção e sorrindo lisonjeado.

Deluxe

True Meanings também pode ser encontrado em uma versão deluxe, com 5 faixas bônus, entre versões instrumentais e remixes e um libreto com 28 páginas.

Já a versão standard vem com 14 canções e um libreto de 12 páginas.

Em qualquer versão, True Meanings é um belo trabalho.

Escolha a sua versão.

As faixas da versão standard

1. The Soul Searchers
2. Glide
3. Mayfly
4. Gravity
5. Old Castles
6. What Would He Say?
7. Aspects
8. Bowie
9. Wishing Well
10. Come Along
11. Books
12. Movin On
13. May Love Travel With You
14. White Horses

Springsteen on Broadway em CD e vinil

Registro do show onde The Boss conta e canta suas canções chega ao mercado em dezembro, junto a especial na Netflix

O fim de 2018 está mesmo sendo cruel com os bolsos dos apreciadores e colecionadores de boa música. Além dos mega lançamentos dos Beatles e de Paul McCartney, agora a Sony anuncia o lançamento do CD (duplo) e vinil (quádruplo) do registro do espetáculo Springsteen on Broadway, de Bruce Springsteen.

Clique na imagem e peça o seu

Intimidade e proximidade

Walter Kerr Theatre – simpático e acanhado

Springsteen on Broadway é um espetáculo único na história dos grandes astros do rock. Um chefão sobe ao palco de um pequeno (e nem muito badalado) teatro na Broadway (Walter Kerr Theatre) e, munido apenas de um piano e um violão, conta histórias sobre algumas de suas mais conhecidas canções.

O resultado foi — além do preço dos ingressos terem chegado a inacreditáveis US$ 2.500 — um espetáculo cujas datas foram lotadas em segundos e onde os fãs puderam ficar a pouco metros do ídolo e ainda ouvir piadas e causos deliciosos.

Baseado na autobiografia Born to Run, Springsteen on Broadway será lançado dia 14 de dezembro — um dia antes do 236º e último show — e ainda vai ganhar o registro em vídeo, através da Netflix (também em dezembro, nos EUA).

Aguardemos notícias sobre algum lançamento no Brasil.

Clique na imagem e peça a sua cópia

2CD set

DISC 1
1. Growin’ Up (Introduction)
2. Growin’ Up
3. My Hometown (Introduction)
4. My Hometown
5. My Father’s House (Introduction)
6. My Father’s House
7. The Wish (Introduction)
8. The Wish
9. Thunder Road (Introduction)
10. Thunder Road
11. The Promised Land (Introduction)
12. The Promised Land

DISC 2
1. Born In the U.S.A. (Introduction)
2. Born In the U.S.A.
3. Tenth Avenue Freeze-Out (Introduction)
4. Tenth Avenue Freeze-Out
5. Tougher Than the Rest (Introduction)
6. Tougher Than the Rest
7. Brilliant Disguise (Introduction)
8. Brilliant Disguise
9. Long Time Comin’ (Introduction)
10. Long Time Comin’
11. The Ghost of Tom Joad (Introduction)
12. The Ghost of Tom Joad
13. The Rising
14. Dancing In the Dark (Introduction)
15. Dancing In the Dark
16. Land of Hope and Dreams
17. Born To Run (Introduction)
18. Born To Run

Biquini Cavadão faz releituras de canções de Herbert Vianna

Projeto Ilustre Guerreiro recria oito canções dos Paralamas do Sucesso

A admiração e camaradagem entre as bandas do rock nacional não é segredo. Porém, são poucas as bandas que tomam a iniciativa de homenagear outros grupos. O Biquini Cavadão está, desde meados do mês passado, fazendo isso com a obra de Herbert Viana e Os Paralamas do Sucesso.

Toda sexta-feira o Biquini lança uma canção nas plataformas de streaming. Serão oito canções — Cuide Bem de Seu Amor, Ska, Só pra te Mostrar e Vital e Sua Moto, só para citar algumas e deixar o suspense em alta.

O projeto vai até o dia 30 de novembro, data da divulgação da última canção na internet.

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

As empresas aéreas e as novas ‘Classes Econômicas’

Enquanto no Brasil aparecem as ‘Econômicas Premium’, lá fora a tendência são as ‘Econômicas Básicas

Uma das principais (e justas) reclamações dos viajantes brasileiros é em relação ao preço das passagens aéreas e a qualidade dos serviços prestados.

Enquanto no Brasil as empresas criam Classes Econômicas Premium para tentar compensar o aperto e a ausência de um simples amendoim ou barrinha de cereais, lá fora — principalmente nos Estados Unidos — as grandes companhias tentam combater os preços das empresas low-cost criando as Classes Econômicas Básicas.

Mas o que são as ‘econômicas básicas’?

Econômica básica é a denominação que algumas empresas — Delta e American, para citar alguns exemplos — utilizam para as passagens que praticamente não dão direito a nada (muitas vezes nem mesmo bagagem de mão). Há outros nomes como Eco Promo ou Light, mas a premissa é a mesma.

A ideia por trás dessas tarifas é rivalizar com os preços das empresas low-cost e ultra-low-cost, que, por lá, realmente cobram preços bem abaixo das companhias normais. Empresas que se encaixam na categoria ultra-low-cost (Allegiant, Frontier e Spirit, por exemplo) não chamam suas econômicas de Basic Economy. Afinal, isso seria um pleonasmo.

Sendo assim, fica claro que essas novas classes não possuem uma cabine especial. Elas se situam na mesma boa cabine onde os passageiros das classes econômicas normais se espremem.
Nada de barrinha de cereais

Nessas tarifas o passageiro geralmente não tem o direito de levar bagagem despachada, escolher o assento — o que não chega a ser um inconveniente em viagens curtas, mas que pode ser um empecilho para famílias em viagens mais longas — e não ganha nem uma barrinha de cerais sem ter que pagar.

Ah, em algumas empresas o assento nem mesmo reclina!

A vantagem é que as tarifas normalmente compensam, caso você esteja indo fazer um bate e volta, principalmente.

Mas vale destacar que na maioria das vezes não é possível fazer upgrade (nem mesmo pagando) e não há possibilidade de reembolso da passagem em (quase) nenhuma circunstância.

Portanto, nada de atrasos ou no shows.

Low-costs são confiáveis?

Assentos não reclináveis da Spirit

Essa é outra pergunta muito comum entre os brasileiros, já que não estão acostumados com empresas cobrando barato por qualquer tipo e voo. A resposta é simples: sim!

As razões para os preços serem mais baratos são muitas, mas a segurança e pontualidade dos voos é acima da média.

Essas empresas usam aeroportos secundários e suas partidas têm horários (muitas vezes) pouco convencionais e o uso de papel é mínimo.

Também não é incomum o funcionário que faz o check-in ser o comissário de bordo.

Na Europa, por conta das distâncias menores, utilizar o serviço dessas empresas pode ser muito interessante do ponto de vista econômico.

Dependendo da época do ano e da antecedência da compra da passagem, é possível ir de Londres para Edimburgo por meras £6!

Letrinhas pequenas

Como já citei, há várias restrições contidas nas tarifas chamadas básicas. É preciso ler com muito cuidado as letrinhas pequenas onde estão detalhadas as características de cada bilhete. Pode ser que o preço não compense.

Veja também em quais aeroportos a empresa atua. O custo do deslocamento pode ser até maior que o do voo.

Outro ponto importante é o acúmulo de milhas. Em alguns voos o acúmulo é normal, mas pode ter milhas reduzidas ou até mesmo não acumular milhas.

Caso queira despachar alguma bagagem, a tarifa média cobrada é de US$ 30.

Fora de alinhamento

Há empresas que não oferecem esse tipo de bilhete básico. Entre elas estão Avianca, Caribbean Airlines, e a Copa estão nessa categoria de dissidentes. Fique atento.

Dicas importantes

• Leve pouca bagagem. Tente ser o mais leve possível;

• Se for preciso levar alguma bagagem para despachar, procure fazer isso na hora da compra da passagem. Normalmente as tarifas são mais baratas.;

• Leve seus próprios salgadinhos ou lanches. Não há restrições;

• Leve seu game/laptop ou smartphone. Não é comum ter nenhum tipo de entretenimento nos voos;

• Faça uma pesquisa de preços e dos aeroportos utilizados antes de fazer a sua reserva.

Algumas características das principais ‘Econômicas Básicas’ (EUA/Canadá/México)

Aeromexico (Basic)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop), desde que os dois itens (combinados) não ultrapassem os 10 kg. Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas em quantidade reduzida.

Air Canada (Economy Basic)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso, mas é bom checar. Não acumula milhas.

American Airlines (Basic Economy)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso, mas é bom checar. São creditadas apenas 50% das milhas.


Delta (Basic Economy)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop) e a escolha de acentos na hora do check-in. Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso da bagagem de mão e item pessoal, mas é bom checar. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

United Airlines (Basic Economy)

Não permite bagagem de mão. Apenas um item pessoal que não ultrapasse as medidas 22cm x 25,4cm x 43cm. Oferece refrigerantes e snacks. Algumas milhas são creditadas.

Allegiant (Economy)

Não permite bagagem de mão. Apenas um item pessoal que não ultrapasse as medidas 17cm x 38cm x 40cm.

Cobra por todas as bebidas e salgadinhos. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Air Transat (Eco promo ou Eco)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Não indica limite de peso da bagagem de mão e item pessoal, mas é bom checar.

Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Frontier (Standard Fare)

Permite um item pessoal desde que não ultrapasse as medidas 20cm x 35cm x 45,7cm.

Cobra por todas as bebidas e salgadinhos. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Interjet (Light)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop), desde que os dois itens (combinados) não ultrapassem os 10 kg. Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas em quantidade reduzida.

Europa

As principais empresas low-cost da Europa são:

Ryanair, Eurowings e EasyJet. Já usei os serviços das três e não me arrependi.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

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Dica de Viagem VIII: comer e beber bem em Veneza

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Biografia dos Beatles completa 50 anos

Às vésperas do relançamento da versão comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, A Vida dos Beatles, única biografia autorizada dos Beatles, continua uma leitura obrigatória

Os Beatles se separaram oficialmente em 1970. Portanto, é impressionante o efeito que a música e a atitude da banda ainda têm sobre a nossa sociedade.

Vários ótimos (e vários péssimos) livros já foram escritos sobre o grupo, mas um deles continua imprescindível.

The Beatles — que no Brasil teve a sua primeira edição publicada com o título A Vida dos Beatles — é a única biografia autorizada pela banda e a única na qual o autor realmente conviveu com a banda durante sua carreira, presenciando fatos reais e não apenas através de depoimentos de terceiros.

Um pouco de história

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Hunter Davies — hoje um respeitado senhor de 82 anos (que se recupera de uma cirurgia para a colocação de três pontes de safena) e autor de uma série de livros sobre turismo, esportes e, claro, Beatles — era um jovem jornalista trabalhando no Sunday Times, quando recebeu o sinal verde de Brian Epstein para escrever a biografia da maior banda de todos os tempos.

Isso, depois de ter sugerido a Paul McCartney a ideia do livro, em 1966, bem no meio da revolução psicodélica e do início das gravações de Sgt. Pepper’s, mas o OK final aconteceu apenas em 25 de janeiro de 1967, quando Penny Lane e Strawberry Fields Forever já estavam finalizadas.

— Eles sabiam que Pepper seria algo diferente e grande. Paul estava definitivamente no comando. Nesta época, John estava ficando entediado com os Beatles e se tornando preguiçoso — me disse Davies.

Lançado em 30 de setembro, o livro se tornou a única biografia da banda por conta de uma cláusula (sugerida por Brian Epstein) que garantia que nenhum outro escritor teria acesso aos Fab Four por dois anos. Como eles se separaram em 1970…

Fool on the Hill

Dentre as grandes histórias do livro está o dia no qual John falou para Paul gravar uma demo daquela música do cara da montanha e Paul respondeu que não iria esquecer dela. No fim, Fool on the Hill se tornou uma das canções mais conhecidas dos Beatles.

— Passei muitas tardes com eles no estúdio enquanto gravavam Sgt. Pepper’s e também em suas casas, observando Paul e John dando vida as canções. Infelizmente, eu nunca gravei nenhum desses momentos. Escrevi tudo em 30 pequenos cadernos de anotação e, hoje, nem consigo entender minha letra — revelou Davies.

Getting Better

Outro momento que causa inveja aos admiradores da música dos Beatles é a descrição da criação de Getting Better, até hoje uma das histórias citadas por Paul McCartney.

— Eu estava lá desde o início da composição. Eu caminhava com Paul quando ele teve a ideia pela primeira vez. Também estava em Cavendish Avenue (casa de Paul McCartney) quando ele e John escolhiam palavras e rimas para a canção — lembrou o escritor.

Álbum Branco

— Eu fui com eles para a Índia quando eles foram encontrar o Maharishi. As esposas e os rodies foram deixados para trás e eu viajei em um vagão com eles, Mick Jagger e Marianne Faithfull. Foi lá que compuseram a maior parte das canções do Álbum Branco — relembrou.

O disco que agora completa 50 anos é, de muitas maneiras, o ponto de ruptura da banda, principalmente pela presença de uma certa japonesa.

— Eu conheci Yoko antes do John. Um dia (em 1967) ela me ligou dizendo que estava fazendo um filme e se eu toparia participar. O problema é que era um filme sobre bundas nuas. Então, eu inventei uma desculpa e declinei do convite — confessou o jornalista.

Na casa de Hunter Davies (outubro/2013). Foto: Jo Nunes

E, apesar da camaradagem que Giles Martin diz ter encontrado nas fitas que ouviu para produzir a versão comemorativa do Álbum Branco, que sai no próximo dia 9, essa não é a lembrança de Hunter Davies.

— Em 68, o único que parecia ainda estar gostando de ser um beatle era Paul. Ele morava em uma casa perto de Abbey Road enquanto John e Ringo viviam bem mais afastados (em Weybridge) e George em Esher, não muito longe deles —relembrou.

Isso pode explicar tudo o que aconteceu depois e que culminou na separação do grupo.

Rebatendo John Lennon e George Harrison

Na sua famosa entrevista para a revista Rolling Stone (em 1970) John se referiu ao livro de Davies como bullshit (merda).

— Eu liguei para John em 1971, logo depois que a entrevista foi publicada, e ele me disse rindo: “Você me conhece, eu falo as coisas que me vêm à cabeça. Hunt”. Nem Paul ou Ringo tiveram objeções ao livro, embora George tenha ficado contrariado por eu não ter escrito mais sobre suas opiniões sobre o hinduísmo e crenças espirituais, coisas que achei que não se encaixavam no livro — revelou.

Outros livros

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 Hunter Davies é reconhecido hoje pela biografia dos Beatles, mas sua ligação com a banda vai além. Ele escreveu (e ainda escreve) vários outros títulos com relação ao grupo. Dois deles são especialmente relevantes e especiais.

As Letras dos Beatles é o livro onde Davies revela ao mundo uma série de manuscritos com versões (muitas originais) de letras de canções dos Beatles, algumas escritas em guardanapos e até mesmo no verso de cartões de aniversário. São imagens reveladoras.

O outro tem o título de As Cartas de John Lennon (The John Lennon Letters, no original), onde revela uma série de recados, cartas e cartões postais escritos por Lennon para assistentes, amigos e fãs.

Brasileiros em alta

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Em Lennon Letters o Brasil ganha destaque especial em dois momentos distintos. Um quando Davies mostra algumas raridades de Lizzie Bravo — a brasileira que gravou os backing vocals da canção Across the Universe — e quando conta a história de um certo fã carioca para o qual Lennon escreveu três cartões postais entre novembro de 1979 e janeiro de 1980.

Vale conferir.

Portanto, se algum fã dos Beatles ainda não leu a biografia autorizada, acredite, ela ainda é leitura obrigatória, mesmo que existam outros títulos mais completos sobre o fenômeno que até hoje influencia o mundo.

Bilheteria EUA: Bohemian Rhapsody,  O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, Nobody’s Fool, Nasce uma Estrela, Halloween

Como era de se esperar.

UFW

Bohemian Rhapsody, cinebiografia do Queen, estreia liderando com vantagem na bilheteria dos EUA

rhapsody.jpgBohemian Rhapsody


Como era de se esperar, Bohemian Rhapsody, a cinebiografia do Queen, estreou liderando o ranking de arrecadação da bilheteria norte-americana. O longa arrecadou US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana.

Vale lembrar que os números são superiores ao esperado – durante a semana, era especulado que o filme estrelado por Rami Malek somasse cerca de US$ 35 milhões. A abertura com larga vantagem em relação ao segundo filme do ranking fez com que Bohemian Rhapsody se tornasse a segunda melhor estreia de uma cinebiografia musical nos Estados Unidos, perdendo apenas para Straight Outta Compton, de 2015, que abocanhou US$ 60 milhões.

O segundo colocado também é um estreante: O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, a nova fantasia dos Estúdios Disney, arrecadou US$ 20 milhões. Fechando o pódio só com estreia…

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The Beatles – Glass Onion – o vídeo

Falta apenas uma semana para o lançamento oficial da versão comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, dos Beatles.

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Para dar mais um gostinho do que vem por aí, a Apple (dos Beatles) divulgou um vídeo da canção Glass Onion.

 

Dica de Viagem VIII: comer e beber bem em Veneza

A Itália é uma perdição para quem gosta de comer. Veneza, que esteve nos noticiários por conta de uma série de restrições aos turistas, não foge a regra

Polenta, Bellini, bacalhau e frutos do mar. Veneza pode ser famosa por seus canais e sua estrutura típica, mas a gastronomia fala alto por lá, assim como em toda a Itália.

Se a constante ameaça de desaparecimento e as recentes restrições as ações e hábitos dos turistas não são notícias simpáticas para os visitantes, isso não diminui o fascínio da cidade e os seus encantos.

Tomar um café ou um drink gelado nas cadeiras do Caffè Florian, no coração da Piazza San Marco — o mais antigo do lugar, fundado em 1720 — pode ser quase uma obrigação para os turistas, mas, o que mais há para degustar em Veneza?

Bellini

O que não faltam são opções. As lógicas — massas e frutos do mar — podem ser encontradas em praticamente qualquer restaurante da cidade, mas há mais segredos. O primeiro deles é o Bellini.

O Bellini — drink feito com Prosecco e purê de pêssegos brancos — foi criado no Harry´s Bar, no início dos anos 30. O bar, que funciona até hoje no mesmo endereço (Calle Vallaresso 1323), não muito longe da Piazza San Marco, é uma parada obrigatória para qualquer turista de carteirinha.

Há quem diga que o lugar não merece a fama, mas a história contradiz esses hereges. A atmosfera e o prazer de experimentar o verdadeiro drink valem qualquer preço (que nem é tão caro).



Entrada e prato principal

Petiscar é sempre bom e Veneza nos oferece o carpaccio. Sabe onde foi criado? No mesmo Harry´s Bar responsável pelo Bellini. Até não acho que os dois — Bellini e carpaccio — combinam, mas você pode ir lá em momentos diferentes para experimentar os dois.

Porém, se quiser provar uma entrada matadora e menos habitual, procure pelo Bacalà Mantecato, um purê feito de bacalhau seco hidratado, cortado em tiras e misturado com alho e azeite.

A maioria dos lugares servem o prato acompanhado por polenta grelhada, embora vá muito bem (ou até melhor) com pão.

Impossível indicar apenas um lugar para experimentar o Bacalà Mantecato. A dica aqui é andar pela cidade, olhar os cardápios e entrar onde você achar mais simpático.

Mesmo os restaurantes/osterias menos nobres fazem bem essa entrada.

Como outra opção de entrada ou prato principal é praticamente inevitável sugerir algo que não tenha polenta — faça um esforço e experimente, mesmo que não goste muito. Portanto, indico o polenta e schie, que nada mais é do que polenta com camarão.

Pode parecer simples (e é), mas em Veneza os camarões são especiais, pequenos e saborosos. São pescados na laguna da cidade.

Para um prato principal mais tradicional, peça alguma massa com frutos do mar. Onde? Procure um lugar que esteja cheio de pessoas que não pareçam turistas. Como sugestão deixo o Taverna al Remer.

Airfarewatchdog

Sobremesa

Para a sobremesa: tiramisú. Simples, direto e delicioso.

Há vários segredos na cidade, mas ainda preciso ir lá conferi-los. Ficam as dicas que sei que são boas.

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Johnny English ataca novamente

Depois de sete anos, Rowan Atkinson, o eterno Mr. Bean, volta a encarnar o Inspetor Clouseau dos agentes secretos

Alguns personagens colam nos artistas e mesmo que venham a ter outros papeis de destaque, sempre serão lembrados por eles. Sean Connery será sempre o 007, assim como Peter Sellers será sempre ligado ao inspetor Clouseau e Rowan Atkinson ao Mr. Bean.

Atkinson, hoje uma instituição britânica, volta a desfilar o seu humor clássico na nova aventura do agente secreto do MI 7, Johnny English, cuja última aparição nas telonas já faz sete anos.

Johnny English 3.0 (Johnny English Strikes Back, no original em inglês) é uma comédia da velha guarda. Há momentos nos quais é impossível não lembrar de filmes como Corra Que a Polícia Vem Aí, A Pantera Cor de Rosa e, claro, os filmes anteriores da franquia.

Analógico

O humor do longa é analógico, assim como o seu enredo. Aposentado e dando aulas para alunos de uma escola primária, English é reconvocado para o seu antigo posto de agente secreto depois de um ataque cibernético que revelou a identidade de todos os agentes em atividade.

Ele precisa descobrir a identidade do vilão e neutralizar a ameaça. A história não é lá muito nova ou criativa, mas é o veículo perfeito para as caretas e confusões de Bean, digo, English, e seu fiel escudeiro, o agente Bough (Ben Miller).

Bond Girl

Outra característica dos agentes secretos ingleses é a presença de belas figuras femininas em seus filmes. Dessa vez, English (re)aproveitou o talento de Olga Kurylenko (um dos pares românticos de Daniel Craig em 007 Quantum of Solace).

E, acredite, uma relação entre os dois parece tão improvável que você chega até a torcer pelo herói. Mais estranho ainda, a dupla tem uma boa química e timing humorístico.

Inocência e algumas (boas) risadas

No fim das contas, entre qualidades e defeitos, Johnny English 3.0 cumpre o seu papel, que é tirar risadas do público, mesmo em gags que os mais velhos vão achar familiares.

Mas é um filme onde há Rowan Atkinson e isso garante sempre algum bom momento (preste atenção na cena onde ele usa a realidade virtual).

Além de Atkinson, Kurylenko e Miller, o filme ainda conta com a luxuosa participação de Emma Thompson, como a primeira-ministra da Inglaterra, que faz o tradicional papel do superior que não acredita na capacidade de seu comandado.

Compre e veja O Retorno de Johnny English

 

O filme vai virar uma boa opção para as sessões da tarde e deve fazer sucesso nos canais a cabo. Vale a ida ao cinema se a ideia for esvaziar o cérebro ou dar algumas risadas antes do festival de lágrimas de Bohemian Rhapsody, que também entra em cartaz nesta quinta (1).

Cotação ***

Bohemian Rhapsody – A apoteose da rainha

Bohemian Rhapsody, que chega amanhã aos cinemas, emociona e vai fazer muita gente cantar, apesar de algumas licenças poéticas

Deus salve a rainha!

Provavelmente, mesmo o mais punk dos britânicos se renderá à magia da história do Queen contada no longa Bohemian Rhapsody, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (1).

Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta.

O filme mostra o sucesso meteórico da banda e a sua quase implosão.

Durante esse processo, foi consolidado o legado do grupo, um bando de desajustados.

Bismillah, que filme!

A direção (Dexter Fletcher) é afiada, assim como as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Ben Hardy (Roger Taylor), Joseph Mazzello (John Deacon) e, principalmente, Gwilym Lee (Brian May).

— Quando você faz Freddie Mercury o dia todo, passa a ser Freddie Mercury — disse Malek em uma de suas entrevistas durante a divulgação de Bohemian Rhapsody.

Mas, se as atuações são irretocáveis (até os gatos têm boas atuações), o figurino maravilhoso, os efeitos especiais super realistas e, óbvio, a trilha sonora é sensacional, por que o filme não é perfeito?

A reposta está no roteiro. Não que ele seja ruim (muito pelo contrário), há ótimas tiradas de um humor tipicamente britânico, mas a necessidade de apresentar um Mercury mais doce e sem falar quase nenhum palavrão e as licenças poéticas/graves erros de cronologia, vão incomodar o fã mais atento.

E olha que Brian May e Roger Taylor estão entre os produtores executivos do filme!

O Brasil, particularmente o Rio de Janeiro, ganha cenas que vão deixar os brasileiros emocionados em saber da importância da apresentação do Rock in Rio (em janeiro de 1985) para a banda. Infelizmente, é aí que acontece o mais grave desses erros de cronologia.

O longa usa o emblemático momento de Love of my life cantado em uníssono no Rock in Rio como mote para a cisão fundamental na vida de Mercury. Porém, o momento é descrito como se tivesse acontecido muitos anos antes da data verdadeira.

Outra licença poética foi alterar a data na qual Mercury revelou aos companheiros que estava com Aids. Talvez para caber tudo nas 2h15min de duração, adiantaram em alguns anos esse evento — Mercury só seria oficialmente diagnosticado em 1987.

Galileo, Galileo, Galileo, Figaro

Até chegar por aqui, Bohemian Rhapsody passou por diversas mudanças. Uma delas, crucial. O ator britânico Sacha Baron Cohen (conhecido por sua atuação em Borat) viveria Mercury inicialmente, sob direção de Bryan Singer. Dexter Fletcher — que era a primeira opção, quando se começou a falar no filme, em 2010 — assumiu a direção e Malek incorporou Mercury.

Mas para quem quer um relato mais preciso da história da banda, melhor ler o livro 40 Years of Queen.  Além da trajetória do Queen,  traz uma boa quantidade de memorabilia. Peça a sua cópia aqui (em inglês).

Live Aid

Já a apresentação no Live Aid — em 13 de julho de 1985 — é o momento usado para unir toda a história. Iniciando e fechando o filme, o show no estádio de Wembley. Ganha um registro quase tão poderoso quanto o da performance verdadeira.

Para quem não lembra (ou sabe), o Queen estava longe de ser uma das atrações principais do evento. Porém, com o tombo de Pete Townshend e uma apresentação burocrática do The Who, os desafinos do Duran Duran, a péssima noite do Led Zeppelin, o microfone desligado de Paul McCartney e a embaraçosa performance de Bob Dylan, Keith Richards e Ron Wood, foram Freddie & Cia e o U2 quem roubaram a cena.

Aliás, o áudio do show é a cereja do bolo da trilha sonora do filme, já que jamais havia sido lançada oficialmente. Mas não deixe de ouvir as outras canções. Você vai correr para elas assim que sair da sessão.

Veja os discos do Queen e escolha o seu

Como não querer escutar Don’t Stop Me Now, Somebody To Love, Crazy Little Thing Called Love ou Under Pressure em um looping infinito?

Clássicos

Bohemian Rhapsody (o filme) é também uma celebração da música criada pelo quarteto. Momentos da criação de clássicos como We Will Rock You, Another One Bites the Dust, Bohemian Rhapsody (claro) e outras canções icônicas estão lá.

Com certeza, as salas de cinema farão com que muita gente solte a voz — principalmente os desafinados — em volumes bem maiores que o recomendado, para desespero de quem quiser ouvir Freddie Mercury em todo o seu esplendor.

Pipoca e lenços

O filme não chega até os últimos dias do cantor — para no Live Aid, e apenas cita o que aconteceu depois. Não há nada sobre os discos da última fase da banda. Mas as lágrimas estão garantidas em grande parte das cenas.

Se a pipoca é a companhia inseparável para um bom filme, aconselho comprar também uma embalagem de lenços de papel. Eles serão muito necessários.

Freddie Mercury faleceu em 24 de novembro de 1991, aos 45 anos. Sua última aparição pública foi durante o BrittAwards, em 18 de fevereiro de 1990. Nesse período de um ano, viveu em reclusão, cercado apenas pela família e os amigos mais chegados. Foi na fase terminal da doença que Mercury gravou vocais para o Queen, que lançaria um disco inteiro póstumo.

Fãs tiveram a confirmação da doença a três dias de sua morte, por um comunicado oficial de “Miami” Beach, manager do Queen, feito a pedido do próprio Freddie Mercury.

Impressionante lembrar que já faz tanto tempo.

Deus salve a rainha!

Cotação **** ½

Texto: Fernando de Oliveira e Débora Thomé

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

Dica de Viagem VII: vinho quente nos jardins de Paris

Piqueniques no outono entre goles de vin chaud. Programão para os turistas

O outono na Europa tem temperaturas agradáveis, tendendo para o frio (para os padrões de um carioca).

O fim da estação, principalmente, é a época perfeita para se experimentar o vin chaud — um vinho quente, parecido com o nosso quentão, que é vendido em vários quiosques espalhados por Paris.

Não tenha vergonha

Embora possa parecer um sacrilégio (para os amantes de vinho) o vin chaud é um sucesso e vai bem nos dias mais frios.

Feito com uma mistura de vinho tinto, frutas, açúcar, cravo e canela, ele pode ser encontrada em praticamente toda a cidade.

Não tenha vergonha em provar. Caso veja um quiosque de lanches, pode ter certeza de que o vin chaud vai estar entre as opções de bebida, mesmo que ainda sejam nove da matina. É um sucesso de vendas.

Nos jardins

Quem já visitou a Cidade Luz sabe que seus jardins são um espetáculo. No Jardim de Luxemburgo (meu preferido) há um quiosque onde, em certos horários, existe até uma fila para pedir a bebida.

As centenas de turistas que tomam os gramados, abrem suas toalhas e espalham seus quitutes, não se furtam em provar a iguaria. Alguns dizem que isso é muito programa de turista. Graças a Deus!

Se você vai viajar para Paris (em breve ou em algum momento da sua vida), guarde esta dica. Jardins e vin chaud.

Por via das dúvidas, segue o endereço do Jardim de Luxemburgo.

Jardin du Luxembourg
2 rue Auguste Comte 75006
Metrô linha
Metro linha 12, estação Notre-Dame-des-Champs ou RER: linha B, estação Luxembourg

Receita

Ingredientes

1 garrafa de vinho tinto
3 bastões de canela
Cascas de laranja seca (mais ou menos uma laranja)
Cascas de limão seca ralada (mais ou menos um limão)
6 cravos
6 pedaços pequenos (rodelas) de gengibre fresco
Noz moscada (a gosto)
2 favas de baunilha
1/4 de xícara de açúcar mascavo

Modo de fazer

É simples. Misture todos os ingredientes em uma panela e aqueça em fogo médio, mexendo até levantar fervura. Diminua o fogo e deixe que os ingredientes se incorporem por aproximadamente meia hora.

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