Publicado por: Fernando de Oliveira | 19/02/2018

Pretos ou pardos são 63,7% dos desocupados

Numa época onde todos os assuntos têm alguma correlação com o politicamente correto, sei que vai aparecer alguém para dizer que os dados da notícia abaixo são preconceituosos. Imagino que também aparecerão os doutores e estudiosos sociais que farão verdadeiros tratados sobre como a sociedade é injusta e impõe restrições às pessoas dessas raças. Bem, vamos deixar claro que a nossa sociedade não é justa (alguma é?), que é preciso melhorar os indicadores sociais no Brasil () e que nem sempre as oportunidades aparecem para todos. Porém, é preciso deixar claro que nem toda mulher que morre é vítima de (argh) feminicídio, que nem todo gay agredido é por conta da sua orientação sexual e que nem todo negro/preto é vítima de racismo.

Precisamos melhorar o Brasil em quase todos os aspectos (Educação, Segurança, Economia), mas precisamos também deixar de lado o pensamento assistencialista e populista que muitos levantam como uma bandeira das mais lógicas e importantes da nossa sociedade. Não vou entrar na discussão política, mas espero que a maioria das pessoas possam interpretar os dados da pesquisa do IBGE sem idealismos político-partidários.

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, no terceiro trimestre de 2017, aponta que, dos 13 milhões de brasileiros desocupados, 8,3 milhões eram pretos ou pardos, ou seja 63,7%.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, o rendimento dos trabalhadores pretos e pardos também era menor: R$1.531, enquanto o dos brancos era de R$2.757.

Dos 23,2 milhões de empregados pretos ou pardos do setor privado, apenas 16,6 milhões tinham carteira de trabalho assinada. Outro dado relevante da pesquisa é que a participação dos trabalhadores pretos e pardos era superior à dos brancos na agropecuária, na construção, em alojamento e alimentação e, principalmente, nos serviços domésticos. É o caso do vigilante Everton Souza, de 35 anos. Ele trabalhava com serviços gerais em uma empresa que presta serviços para órgãos públicos e quem se destacava neste emprego, tinha a oportunidade de fazer um processo seletivo para ser promovido. Após passar por algumas fases, disseram que ele não tinha o perfil para a vaga.

“Eu e mais dois se destacamos, só que só tinha uma vaga. Beleza. Aí nós fizemos a seleção entre nós, fizemos a dinâmica, aí eu saí melhor do que os outros dois camaradas. Só que, quando ele viu, tipo assim, ele olhou para mim e eu acho que ele viu que eu era negro e falou que eu não tinha o perfil adequado para a vaga que eles tinham disponível, sendo que eu tinha sido o melhor de todo o processo seletivo lá que foi feito. Me senti discriminado.”

Fonte: Agência Rádio Mais

Publicado por: Fernando de Oliveira | 19/02/2018

Venda de guitarras despenca 80% em cinco anos no Brasil

Blackie, a Fender mais famosa do mundo, em NY

Enquanto outros ritmos parecem perder o pudor em adotar a guitarra como instrumento musical, a informação de que a venda de guitarras vem caindo no Brasil assusta. Afinal, a guitarra está associada ao rock – talvez o mais nobre dos ritmos populares – e pode significar que os samplers estão se tornando mais importante que os bons instrumentistas.

É verdade que os rockeiros mais importantes da história ou estão morendo ou se aposentando, mas saber que empresas como Fender e Gibson estão enfrentando problemas financeiros é de deixar lágrimas nos olhos.

Podemos lembrar dos abusivos preços cobrados no Brasil – o que faz com que a maioria dos instrumentos de grife sejam comprados lá fora – e que essa pode ser uma das principais razões para a queda nas vendas. Infelizmente, parece que estamos cada vez mais longe de um dia termos outros Hendrix, Claptons ou Pages andando e tocando no nosso planeta.

Saiba mais sobre o assunto

Publicado por: Fernando de Oliveira | 15/02/2018

Cartórios conveniados com a PF poderão emitir passaportes

Os problemas para a emissão de passaportes vêm se repetindo ano após anos pelas mais diversas razões. A última delas, se dá por conta do temporal que atingiu o Rio de Janeiro nesta quinta-feira (14 de fevereiro de 2018). Agora, chega a notícia de que alguns cartórios vão poder emitir o documento. Se essa é uma notícia boa eu realmente não sei (dado os diversos casos de corrupção, além da burocracia), mas vale o registro, já que pode se tornar uma opção para quem não tem como se locomover até um dos postos da PF.

Cartórios conveniados com a Polícia Federal poderão emitir passaportes

Os cartórios de todo o Brasil receberam autorização para iniciar o processo de emissão de passaporte para cidadãos brasileiros. Com a novidade, não será mais obrigatório solicitar o documento apenas em órgãos públicos, assim diminuindo a burocracia. Mas atenção: a prestação deste serviço na unidade requer um convênio que terá de ser firmado entre a Polícia Federal e a Associação Nacional dos Cartórios de Registro Natural.

A Polícia Federal poderá autorizar, também, que os cartórios participem do processo de renovação de passaportes. Neste caso, quem pagar uma taxa extra pelo serviço poderá ir ao local, onde terá as digitais colhidas e enviadas à PF para validação dos dados pessoais. A medida administrativa foi anunciada em 26 de janeiro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Marcio Evangelista, a medida não afeta a confiabilidade do passaporte brasileiro, que obedece a exigências internacionais de segurança. “A Polícia Federal continuará responsável por emitir o passaporte. O convênio só permitirá o compartilhamento do cadastro de informações dos cidadãos brasileiros com os cartórios, que apenas colherão as digitais e confirmarão para a Polícia Federal a identidade de quem solicitar o documento”.

Outro serviço disponibilizado é o de emissão de documento de identidade (RG), caso o cartório seja conveniado a Secretaria de Segurança Pública.

Fonte: Melhores Destinos

Publicado por: Fernando de Oliveira | 14/02/2018

Receitas – Croquetes de Carne

Relembrando uma boa receita

F(r)ases da Vida

Estes croquetes de carne são ideais para serem preparados em dias festivos ou que peçam uma cervejinha gelada.

Modo de preparo:

Meia xícara de chá de azeite de oliva
Uma cebola média ralada
Dois dentes de alho amassados
Meia quilo de carne moída
Uma xícara de chá de molho de tomate
Meia xícara de chá de azeitona preta picada
Um sachê de caldo de carne
Uma colher de chá de molho de pimenta
Duas colheres de sopa de salsinha picada
Sal
Uma xícara de chá de farinha de trigo
Três xícaras de chá de farinha de rosca
Óleo

Modo de preparo:

Aqueça o azeite em uma panela e refogue a cebola e o alho. Acrescente a carne e deixe refogar por mais 15 minutos no fogo médio ou até que esteja cozida. Em seguida, acrescente o molho de tomate, a azeitona, o caldo de carne, o molho de pimenta e deixe apurar por mais dez minutos. Por fim, acrescente a…

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Publicado por: Fernando de Oliveira | 14/02/2018

A Nestlé vai desistir do chocolate?

Não sei se a maioria das pessoas tem conhecimento, mas a Nestlé vendeu a sua divisão de doces nos Estados Unidos. Se isso vai ser uma tendência da empresa ou se foi apenas um negócio de ocasião, só o tempo vai dizer.

A venda da divisão de doces nos Estados Unidos para a Ferrero vai além de um alinhamento de portfólio e sinaliza o foco da empresa em alimentação saudável

A compra da divisão de doces da Nestlé nos Estados Unidos pela italiana Ferrero, anunciada nesta terça-feira, 16, foi a segunda grande transação envolvendo Mark Schneider, CEO da companhia suíça desde dezembro de 2016. Os analistas de mercado já davam a venda como certa e indicavam que esse movimento da Nestlé — em se desfazer de marcas de chocolates e confeitos como BabyRuth, Butterfinger e Crunch – vai muito além do que apenas redirecionar esforços no portfólio, mas compõe a missão de Schneider: orientar a companhia para um portfólio mais saudável.

O movimento da empresa, desde que Schneider assumiu, está em linha com o que outras grandes companhias de alimentos como PepsiCo, General Mills e Kraft Heinz vêm fazendo. Em dezembro do ano passado, a Nestlé pagou US$ 2,3 bilhões pela fabricante de vitaminas Atrium Innovations. Já sua divisão de doces nos Estados Unidos foi vendida por US$ 2,8 bilhões. De acordo com a Euromonitor, naquele país, o market share da Nestlé em chocolates é de 8,3%, atrás de Hershey’s, Mars e Lindt, a presença de mercado da Ferrero é de 3,2%. No mundo, a Nestlé ocupa a terceira posição com 9,6% de share, atrás de Mars e Mondelez.

Apesar do novo direcionamento estratégico da Nestlé, o argumento oficial dado pela empresa, de acordo com a Reuters, foi o baixo desempenho da divisão de chocolates nos EUA. Raphael Moreau, analista sênior de alimentação e nutrição da Euromonitor, afirma que uma das principais marcas da Nestlé no mercado americano, a Butterfinger, sofreu contra concorrentes com um posicionamento premium e marketing agressivo, incluindo Lindt e Mars. “Embora as empresas de private equity tenham demonstrado interesse, é provável que a Ferrero esteja disposta a pagar um prêmio de preço mais alto para alcançar seu objetivo estratégico de aumentar sua presença nos EUA. A transação pode fazer da Ferrero um dos maiores players de chocolate do mundo”, diz Moreau.

Gabriel Rossi, consultor e professor da ESPM, aponta que se trata de uma redução de portfólio, porém, há também a preocupação da empresa de crescer em novos nichos e segmentos promissores. “Cabe lembrar que o fato de uma marca ser forte e tradicional no mercado, além de ser flexível, não significa que a sua extensão seja um sucesso em relação aos concorrentes com maior economia de escala, mais rápidos e com melhor relacionamento com os fornecedores da categoria”, afirma.

De acordo com Luís Eduardo Ribeiro, diretor da Lelo Logística, esse movimento reflete diferentes momentos da Ferrero e da Nestlé. “A Ferrero busca escala — produtividade e força de negociação — e ganha participação de mercado se consolidando como gigante de doces e chocolates no mercado americano. Já a Nestlé quer apostar em segmentos saudáveis ou de margens maiores, como café, comida para animais, água e suplementos nutricionais”. Ele reforça que com a venda, a Nestlé ganha reforço de caixa para aquisições com foco saudável. “Outros negócios podem acontecer em breve de acordo com negociações que a empresa vem fazendo com a Merck”, diz Ribeiro referindo-se às tentativas da empresa suíça de tentar comprar a unidade de consumos da farmacêutica Merck.

Luiz Morcelli, CMO do Ahoy! Berlin, responsável pela chegada da Berlin School ao Brasil, afirma que o negócio é um sinal claro do caminho que a Nestlé está tomando. “Desde que escolheu esse novo CEO, que veio de uma empresa bem tradicional alemã, ela sinaliza o foco em produtos mais saudáveis com uma venda significativa num mercado de consumo tão pesado como americano. E, além dessa venda emblemática, ela é a principal candidata a adquirir as operações da Merck na área de produtos de consumo, como vitaminas e suplementos nutricionais”.

Fonte: Meio & Mensagem

 

Publicado por: Fernando de Oliveira | 11/02/2018

Palavra do Dia – Superficialidade

Muitos seres humanos têm por característica a superficialidade, seja por falta de conteúdo, como um mecanismo de proteção ou por opção de vida. A superficialidade pode ser expressada de várias maneiras e, normalmente, é encoberta por uma atitude proativa e cheia de segurança.

O superficial pode ser detectado nas amizades – afinal, ter milhões de amigos que são levados para festas em casa não significa que sejam confiáveis -, nos relacionamentos – aqueles que acontecem após um cruzar de olhos em um ônibus ou avião e não nos que são baseados em entrega e troca -, em caixas – sejam elas cheias de bolas de gude ou camisinhas – ou na incontrolável necessidade de demonstrar que a alma é livre e sem destino.

Não vamos confundir superficialidade com dissimulação (são coisas bem diferentes). Fico triste toda vez que vejo uma pessoa fugir de algo apenas por conta da falta de comprometimento e medo de algo que fuja do que pode ser considerado raso. Para muitos, se abrir é um verdadeiro tormento e se expor é algo que pode dar aos outros a chance de conhecer o que se esconde lá no fundo do seu ser.

Para manter a capa de superficialidade muitos riem (muito e alto), outros precisam manter a popularidade. Mas a superficialidade pode estar também na música, na política ou no estilo de vida. Nem sempre ser superficial é ruim. Há casos nos quais pode até ser uma boa tática de sobrevivência, mas sejamos honestos, é muito desagradável ver pessoas sendo enganadas por uma linda e superficial camada de personalidade.

Definição

superficialidade:

s.f. Superficialismo; condição ou qualidade do que é superficial, básico, elementar, pouco profundo: a superficialidade dos comentários na internet.

Observação ou análise feita sem reflexão, sem profundidade: os políticos se mantiveram em superficialidades.

Caráter do que não é profundo, daquilo que se situa na superfície.

(Etm. superficial + i + dade)


Sinônimos
:

superficialismo

Classe gramatical:

substantivo feminino

Citações:

“Ler é sonhar pela mão de outrem. Ler mal e por alto é libertarmo-nos da mão que nos conduz. A superficialidade na erudição é o melhor modo de ler bem e ser profundo.” – Fernando Pessoa

“Nada é mais insondável do que a superficialidade da mulher.” – Karl Kraus

*Esse texto foi escrito entre 2007 e 2008

Publicado por: Fernando de Oliveira | 07/02/2018

Homem-Formiga e Vespa (trailer)

 

 

 

Publicado por: Fernando de Oliveira | 07/02/2018

Wendy’s no Super Bowl

O Super Bowl é a maior audiência esportiva da TV americana e os espaços comerciais são os mais caros do mundo. Alguns anúncios são criativos, outros convencionais, mas, em 2018, o que mais me chamou a atenção foi o comercial do Wendy’s, uma cadeia de fast food que usa hambúrgueres quadrados e cheios de gordura. Pena que ela não esteja representada no Rio de Janeiro

Publicado por: Fernando de Oliveira | 26/01/2018

Submarino Amarelo volta aos cinemas

Infelizmente, acho que não no Brasil…

Publicado por: Fernando de Oliveira | 25/01/2018

Juiz decreta falência do jornal Diário de S. Paulo

A crise na mídia impressa parece continuar. Agora é o Diário de São Paulo – que já foi do grupo Globo (até 2009) – teve a sua falência decretada e a circulação suspensa por cinco dias. Não creio que possa haver uma reversão no curto prazo e espero que o título não tenha uma caminhada de sofrimento tão grande quanto a do Jornal do Brasil.

 

Os leitores e as bancas não receberão a edição de 24 de janeiro de 2018 do Diário de S. Paulo. Isso porque, na manhã desta terça-feira, 23, o prédio da empresa de comunicação foi lacrado por decisão da justiça. O caso se trata de uma confusão societária envolvendo o impresso e as marcas Editora Fontana, Editora Minuano e Cereja Serviços de Mídia. A decisão é do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências de São Paulo.

A extensão de falência a terceiros é prevista no art. 81 da Lei 11.101/05 apenas para sócios de responsabilidade ilimitada. O que acontece no caso envolvendo o Diário de S. Paulo é que a Editoria Minuano – empresa processada – tem 99,99% do seu capital social detido por Nilson Luiz Festa e 0,01% por Editora Fontana que, por sua vez, tem a titularidade de suas quotas detidas em 88,05% pela Cereja Serviços de Mídia, 11,91% pela Minuano e 0,04% por Nilson. A Cereja tem suas quotas detidas em 92,5% pela Minuano e 9% por Luiz Cezar Garcia. O Diário de S. Paulo tem suas cotas detidas pela Minuano e por Luiz Cesar Garcia. O processo mostra que existe grande confusão societária, gerencial e laboral entre as empresas.

Diário de S. Paulo, por exemplo, era sediado no mesmo local que a Minuano e a Cereja. O estoque de papel da Minuano estava na Editora Fontana, mas era vendido com nota fiscal emitida pelo Diário. A administração financeira de todas as pessoas jurídicas do grupo era realizada pelo mesmo diretor financeiro, sendo que ele movimentava todas as contas bancárias. Além disso, outros funcionários aparecem no processo como prestadores de serviço para as empresas, mesmo sendo contratados apenas em um local.

Diante disso, o juiz concluiu que as empresas têm unidade patrimonial, de gestão, laboral e societária. “O que demonstra que não apenas integravam um único grupo, mas agiam sem qualquer consideração às suas personalidades jurídicas como se fossem uma só e em detrimento dos credores”, explica Marcelo Barbosa Sacramone no texto.

Especificamente sobre o Diário de S. Paulo, a decisão explica que as atividades no impresso estão suspensas por cinco dias, período em que a administradora judicial pode indicar um gestor para a atividade do veículo. Sendo assim, o jornal poderá continuar circulando, já que o juiz considera que a massa falida terá mais benefícios ao alienar um negócio que está na ativa do que um que esteja paralisado.

A reportagem do Portal Comunique-se conversou com o diretor de redação, Guilherme Gomes. O jornalista contou que o prédio foi fechado e lacrado, sendo que os profissionais foram autorizados a entrar apenas para retirar pertences pessoais. Depois disso, todos foram liberados, já que não teve expediente. O comunicador explica que a empresa de comunicação vai acionar a justiça para falar sobre o caso e tentar reverter a situação.

Fonte: Comunique-se

Publicado por: Fernando de Oliveira | 24/01/2018

A Batata Frita

Ok, o blog fala sobre ilações inúteis, reflexões sobre o nada e coisas mais sérias. Então, vou publicar uma foto que entra na categoria das coisas mais sérias. E, o melhor, a imagem é autoexplicativa.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 23/01/2018

Especialista diz que doenças vasculares aumentam em até 30% no verão

Quem tem mais tecido adiposo sabe que o calor é sempre um tormento. A pressão sobre, você sua demais e, se não tomar cuidado, pode acabar tendo um piripaque. Portanto, todo cuidado é pouco.

Dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, seção Rio de Janeiro (SBACV-RJ), indicam que as altas temperaturas, comuns da época do verão, aumentam entre 20% e 30% o risco de doenças vasculares, ou venosas, nos membros inferiores. De acordo com os números, normalmente elas são associadas a varizes.

“O motivo de as altas temperaturas piorarem as doenças vasculares no verão é porque o calor provoca vasodilatação, ou seja, a dilatação dos vasos sanguíneos, com uma sobrecarga nas veias dos membros inferiores”, afirmou o presidente da SBACV-RJ, Breno Caiafa.

Segundo ele, pessoas com doença vascular prévia tendem a piorar no verão, enquanto as demais podem sentir edemas, dores nas pernas, cansaço, peso, caimbra, ressecamento da pele e coceira, “tudo provocado pelo calor”.

Desidratação

Breno Caiafa explicou que nesse período aumenta a secreção de suor e isso pode ser associado à desidratação. Lembrou ainda que, como estão em férias, muitas pessoas desregulam sua alimentação, ampliando o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, que também agravam os sintomas vasculares.

Para Caiafa, a população brasileira é propensa a ter varizes. A estimativa é que isso ocorra em 35% da população, envolvendo todas as faixas etárias. Avaliando apenas a população adulta, o percentual pode chegar até 70% de mulheres e a 50% de homens.

Para evitar o agravamento dos sintomas no verão, Caiafa informou que o ideal é que as pessoas com doença vascular procurem um angiologista ou cirurgião para um tratamento anterior à chegada da estação, a fim de, pelo menos, receber orientação.

Além do fator prévio da doença, existem agravantes, como a permanência em longos períodos com as pernas para baixo, em posição sentada ou em pé. Outros agravantes são excesso de peso e falta de exercício.

Evolução

“A correção será justamente fazer atividade física, perder peso, evitar permanência sentado ou em pé, alternar essa movimentação, movimentos com as pernas, levantar e andar durante o trabalho, restringir o uso de sal e de bebida alcoólica, aumentar a hidratação, alternar posições de elevação das pernas e, em alguns casos, com indicação médica, usar meia elástica de compressão para ajudar a circulação, sugeriu o especialista. Hidratar a pele também foi recomendado.

Entre os principais sintomas, a evolução da doença apresenta inchaço das pernas, que pode provocar pequenas fissuras na pele, facilitando infecções como a erisipela. A complicação mais temida é a formação de coágulos nas veias, a chamada trombose.

Breno Caiafa destacou que a hidratação nessa época do ano é fundamental, junto com a reposição de sais minerais. As pessoas devem beber de dois a três litros de água por dia. Se forem consumir cerveja, devem alternar a ingestão de água. Para recuperar sais minerais perdidos, podem beber sucos de frutas, isotônicos ou água de coco.

Fonte: Agência Brasil

 

Ainda há gente que duvida do aquecimento global e de que velhas práticas, como as queimadas, são pouco inteligentes e prejudicam o meio ambiente e a nossa saúde. O texto abaixo não é baseado em uma pesquisa inglesa, mas é mais que confiável e lógica.

 

As partículas carregadas de toxinas, liberadas durante queimadas na Amazônia, se inaladas involuntariamente por longo período, podem causar estresse oxidativo das células e danos genéticos irreversíveis, resultando até mesmo em câncer de pulmão.

A descoberta é resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fundação Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Rondônia(Ufro). 

A pesquisa é referente a uma tese de doutorado da bióloga Nilmara de Oliveira Alves, da USP. A equipe coletou amostras de material particulado fino em Porto Velho, uma das áreas mais afetadas pelas queimadas na região amazônica.
Para entender como ocorre a contaminação, os pesquisadores expuseram em laboratório linhagem de células pulmonares às partículas, compostas por material tóxico, em concentração semelhante com as encontradas nas queimadas da Amazônia, analisadas com técnicas bioquímicas avançadas.Essas análises permitiram medir o grau de inflamação e de lesão no DNA. Foi comprovado que o dano no DNA pode ser tão grave a ponto de a célula perder o controle e começar a se reproduzir desordenadamente, evoluindo para câncer de pulmão.

Para a pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de Saúde Pública, as conclusões do trabalho são inéditas. Segundo ela, pela primeira vez foi possível demonstrar que as partículas de queimadas da Amazônia, ao entrarem nos alvéolos pulmonares, causam danos genéticos nas células, podendo leva ao câncer de pulmão.

Sandra Hacon e o pesquisador Christovam Barcellos coordenaram o projeto Clima & Saúde da sub Rede de Mudanças Climáticas do INPE/INCT Rede Clima. O estudo foi publicado na revista Nature Scientific Reports.

O projeto da Rede Clima envolve os efeitos das queimadas com alterações climáticas. Sandra informou que algumas medidas podem ser adotadas pelas autoridades ambientais e de saúde, no sentido de evitar o agravamento de doenças respiratórias na população, exposta a fumaça das queimadas. 

“É uma questão de bom senso. Não faz sentido continuar esse processo de queimadas na Amazônia. A situação estava controlada, mas houve aumento acentuado nos últimos três anos. Uma alternativa é a montagem, pelas secretarias municipais de Saúde, de um sistema de vigilância das doenças respiratórias, de modo a ajudar a população das cidades onde as queimadas vem ocorrendo de forma sistemática.”

Nos meses de agosto, setembro e outubro os focos de incêndios dissipam uma nuvem de fumaça tóxica sobre a região amazônica. A população mais vulnerável é formada por crianças e idosos.

De acordo com Sandra Hancon, as crianças menores de cinco anos, prejudicadas pelo impacto das partículas com componentes cancerígenos da fumaça das queimadas, desenvolvem alergias respiratórias, que comprometem o aprendizado escolar. 

Conforme a pesquisadora, os mais atingidos são principalmente famílias de baixa renda, que estão em áreas de risco sem alternativa de sair.

Sandra Hacon disse ainda que a divulgação do trabalho pode incentivar as autoridades a instituir na região um programa de melhoria da qualidade do ar e monitoramento dessas partículas finas provenientes das queimadas, decorrentes da ocupação desordenada para atender a interesses econômicos .

Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, indicam que em 2017 ocorreram mais de 275 mil focos de incêndio em todo o território nacional, sendo mais de 132 mil em estados amazônicos.

Fonte: Agência Brasil

Publicado por: Fernando de Oliveira | 18/01/2018

Sofrimento vascaíno 2018

Começa hoje!

Publicado por: Fernando de Oliveira | 16/01/2018

Enquanto “Tio Phill” não vem… I Cannot Believe It’s True

Publicado por: Fernando de Oliveira | 15/01/2018

Viagem: Onde estão os acordos de céus abertos?

 

Se há uma coisa que atrapalha o brasileiro na hora de viajar é o preço das passagens. A falta de concorrência e, por conseguinte, de empresas Low Budget nos deixam em uma posição incômoda na hora de tentar adequar o orçamento aos desejos turísticos. Por isso fiquei intrigado ao ler que empresas aéreas – incluindo algumas brasileiras – são favoráveis a desregulamentação do setor e da assinatura de acordos de céus abertos – que permitem que o fim do limite de voos de um país para o outro, desde que as empresas tenham aeronaves em condições de fazer o trajeto e que haja espaço no aeroporto de destino para a chegada do avião.

Para se ter uma ideia, o Brasil não tem um acordo desse tipo com seus maiores parceiros turísticos, Argentina e Estados Unidos, mas tem com o Quênia e o Chile! Ou seja: ou mudamos algo ou continuaremos pagando caro na hora de viajar. Ok, mesmo com os preços atuais continua sendo mais barato ir para a Europa ou EUA do que para Fernando de Noronha, mas, convenhamos, ainda é muito pouco.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 14/01/2018

Lembrando o Brooklyn, Paul McCartney e o aniversário de Jimmy Fallon

 

 

Ainda estou escrevendo a odisseia que foi a viagem de setembro do ano passado aos Estados Unidos. Porém, hoje, algo me fez lembrar do show do Paul McCartney, no Barclays Center, no bairro do Brooklyn, em Nova York, no dia 19 de setembro de 2017, quando Paul, em uma surpresa armada com a esposa do apresentador do The Tonight Show, Jimmy Fallon, fingiu encontrar o aniversariante no meio da plateia e dedicou a canção Birthday a ele.

Nós (eu e minha noiva, Jo) estávamos lá – no nosso terceiro show do ex-Beatle – em um ângulo que permitia ver bem Jimmy, que recebia abraços e pedidos de fotos o tempo todo. Não sabíamos que era aniversário dele e pudemos ver que ele estava lá para comemorar e se divertir com a música de McCartney e que a sua surpresa foi mesmo genuína. Abaixo seguem a nossa (da Jo) filmagem da canção Birthday, além da do Barclays Center (local do show) e o comentário que Jimmy fez no Tonight Show do dia seguinte.

Aguardem, vai ter mais em breve.

 

 

 

 

Os ingleses nem estão entre os povos que mais gostam de bichos de estimação, mas é óbvio que eles não poderiam deixar de fazer uma pesquisa sobre os hábitos dos donos de pets. Eles chegaram a conclusão de que os idosos que têm animais de estimação – no caso, cães – caminham 23 minutos a mais do que os que não têm.

Para comprovar a tese, pesquisadores ingleses colocaram monitores de atividade física em 86 pessoas com mais de 65 anos e coletaram dados da rotina delas por três semanas. Resultado: idosos que tinham cães de estimação deram, a cada dia, uma média de 2.762 passos a mais do que aqueles que não conviviam com animais, e gastaram 23 minutos adicionais em caminhadas. 

Os números representam um acréscimo de 20% a 30% no nível de atividade física diária dessas pessoas. Nada mau para quem tem mais de 65 anos.

Bem, acho que vou ser mesmo um velho sedentário. Afinal, gatos não gostam mesmo de caminhar com seus donos.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 13/01/2018

Receita – Batatas Crocantes

Receitas – Batatas Crocantes

Ainda não vou entrar na área das receitas mais complexas. Ao invés disso, vou compartilhar a minha versão de batatas crocantes, acompanhamento que se tornou praticamente uma obrigação semanal na minha cozinha. É simples de fazer, mas precisa dos ingredientes certos e um pouco de paciência.

Ainda não me rendi aos vídeos de receitas (tem muita gente fazendo isso por aí e, com certeza, de maneira mais bem produzida do que eu faria). Então, vamos manter o bom e velho esquema de receita e foto.


Ingredientes

½ Kg de batatas (de preferência batatas calabresas)

Alho em pó (a gosto)

Pimenta calabresa (a gosto)

Queijo parmesão ralado (a gosto)

Tempero Edu Guedes* ou mistura de temperos (Cebola, Cenoura, Alho, Caldo de Galinha, Pimentão, Açafrão, Cebolinha, Salsa e Glutamato Monossódico)

Sal

Azeite

*Pode ser encontrado nas Casas Pedro (em vários endereços no Rio de Janeiro)

Modo de fazer

Em uma tigela, coloque o alho em pó, a mistura de temperos, a pimenta calabresa e o queijo ralado. Misture bem e reserve. Corte as batatas calabresas ao meio (não precisa descascar) ou, caso use batatas comuns, corte em fatias de aproximadamente 1,5 centímetro de espessura. Coloque o azeite em um recipiente largo e umedeça as batatas, uma de cada vez e, logo em seguida, passe uma das extremidades na mistura de temperos e vá arrumando em uma travessa. Depois que todas estiverem na travessa (com o lado onde está o tempero virado para baixo) salpique um pouco de sal e regue com um pouco mais de azeite. Leve ao forno médio/baixo (aproximadamente 215℃) por uns 30 minutos ou até que a crosta das batatas já esteja crocante.

Pronto.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 08/01/2018

Tecnologia ajuda na hora de abastecer o carro

Todos os motoristas do Brasil, em especial os do Rio, onde a gasolina é uma das mais caras do país, sofrem na hora de abastecer seus automóveis. Para tentar escapar dos preços abusivos, muita gente vem recorrendo aos aplicativos, na esperança de conseguir gerar alguma economia. Há os que comparam os preços nos postos, outros que dizem se é mais econômico abastecer com álcool ou gasolina e, claro, os que incentivam o transporte solidário.

Aqui estão alguns que podem ajudar a economizar alguns reais.

Gasosa (Android)

Este é para quem, como eu, tem carros Flex. Ele permite inserir os valores da gasolina e do etanol, o consumo médio do seu carro, e calcular qual combustível é mais vantajoso na hora de abastecer. Ainda é possível salvar as informações no aplicativo e acompanhar a evolução dos preços.

Preço dos Combustíveis (Android)

Esse usa a sua localização para mostrar uma comparação do preço da gasolina, álcool ou diesel nos postos de combustíveis mais próximos. O aplicativo é atualizado com informações dos usuários e dados fornecidos pela ANP.

BlaBlaCar (Android e iOS)

Este eu nunca usei, mas a ideia BlaBlaCar é incentivar a carona solidária como forma de rachar os custos de viagens entre cidades. De acordo com este aplicativo, o condutor que compartilha o seu trajeto com dois passageiros consegue reduzir os seus gastos em até 75%.

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