Biografia de Peter Tork, dos Monkees, será lançada em São Paulo e Rio

Love is Understanding – A Vida e a Época de Peter Tork e os Monkees conta a história de uma das bandas mais subestimadas do rock

O rock é cheio de histórias não contadas (ou mal contadas). O biógrafo Sérgio Farias, que já escreveu um livro sobre John Lennon, conta agora a história dos Monkees, usando como fio condutor a vida do seu baixista/tecladista, Peter Tork.

Love is Understanding – A Vida e a Época de Peter Tork e os Monkees (Chiado Editora) tem lançamento em São Paulo — dia 14 (sexta-feira), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional — e no Rio de Janeiro — dia 18 (terça-feira), na Livraria Books, em Botafogo).

Em breve uma resenha completa do livro!

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Confira a lista dos indicados ao Globo de Ouro 2019

Indicações ao Globo de Ouro aquece temporada de premiações de 2019

Uma das mais importantes premiações do cinema e da televisão dos estados unidos, o Golden Globe Awards divulgou a lista de indicados para 2019 nesta quarta-feira (6).

Um dos filmes mais badalados do ano, ‘Pantera Negra‘ quebra mais um tabu e é o primeiro filme de heróia a figurar entre os indicados à premiação. O longa de Ryan Coogler concorre em três categorias:

  • Melhor Filme de Drama
  • Melhor Trilha Original Filmes
  • Melhor Música Filmes

Outro campeão de bilheteria, ‘Bohemian Rhapsody‘ recebeu indicações nas categorias Melhor Filme Drama e Melhor ator Filme Drama.

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Veja uma seleção de bons filmes. Clique, escolha e encomende o seu


Bohemian Rhapsody – A apoteose da rainha

Vice‘, com Christian Bale no papel do ex- vice-presidente americano Dick Cheney, é o campeão de indicações da edição. Concorrerá em seis categorias.

Nasce Uma Estrela‘, remake com Bradley Cooper e Lady Gaga, vem com cinco nomeações. Entre elas, Melhor Diretor e Melhor Canção Original.  ‘A favorita‘ e ‘Green Book: O Guia‘ também obtiveram cinco indicações.

The assassination of Gianni Versace‘ obteve quatro indicações e lidera na categoria TV.  Logo em seguida, ‘The marvelous Mrs. Maisel‘, ‘Killing Eve‘ e ‘Barry‘ aparecem entre as séries favoritas, com três indicações cada.

Realizada pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), a premiação geralmente aponta os favoritos para o Oscar. A cerimônia de entrega será realizada em 6 de janeiro, em Bervely Hills.

Os atores Andy Samberg (Brooklyn Nine-Nine) e Sandra Oh (Grey’s Anatomy) serão os apresentadores da festa de entrega dos troféus.

Confira a lista de indicados para 2019

CINEMA

Melhor Filme Drama
"Infliltrado na Klan"
"Pantera Negra"
"Bohemian Rhapsody"
"If Beale Street Could Talk"
"Nasce Uma Estrela"

Melhor Filme Musical ou Comédia
"Crazy Rich Asians"
"The Favourite"
"Green Book"
"Mary Poppins Returns"
"Vice"

Melhor Atriz Filme Drama
Glenn Close, "The Wife"
Lady Gaga, "Nasce uma estrela"
Nicole Kidman, "Destroyer"
Melissa McCarthy, "Can You Ever Forgive Me?"
Rosamund Pike, "A Private War"

Melhor Ator Filme Drama
Bradley Cooper, "Nasce uma estrela"
Willem Dafoe, "At Eternity's Gate"
Lucas Hedges, "Boy Erased"
Rami Malek, "Bohemian Rhapsody"
John David Washington, "Infiltrado na Klan"

Melhor Atriz Filme Musical ou Comédia
Emily Blunt, "O Retorno de Mary Poppins"
Olivia Colman, "A favorita"
Elsie Fisher, "Eighth Grade"
Charlize Theron, "Tully"
Constance Wu, "Podres de Ricos"

Melhor Ator Filme Musical ou Comédia
Christian Bale, "Vice"
Lin-Manuel Miranda, "O Retorno de Mary 
Poppins"
Viggo Mortensen, "Green Book: O Guia"
Robert Redford, "The Old Man and the Gun"
John C. Reilly, "Stan & Ollie"]

Melhor Diretor Filmes
Bradley Cooper, "Nasce uma estrela"
Alfonso Cuaron, "Roma"
Peter Farrelly, "Green Book: O Guia"
Spike Lee, "Infiltrado na Klan"
Adam McKay, "Vice"

Melhor Atriz Coadjuvante Filmes
Amy Adams, "Vice"
Claire Foy, "First Man"
Regina King, "If Beale Street Could Talk"
Emma Stone, "A Favorita"
Rachel Weisz, "A Favorita"

Melhor Ator Coadjuvante Filmes
Mahershala Ali, "Green Book: O Guia"
Timothee Chalamet, "Beautiful Boy"
Adam Driver, "Infiltrado na Klan"
Richard E. Grant, "Can You Ever Forgive Me?"
Sam Rockwell, "Vice"

Melhor Roteiro Filme
Barry Jenkins ("If Beale Street Could Talk")
Adam McKay ("Vice")
Alfonso Cuaron ("Roma")
Deborah Davis and Tony McNamara ("The 
Favourite")
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian 
Currie ("Green Book")

Melhor Filme em Língua Estrangeira
"Capernaum"
"Girl"
"Never Look Away"
"Roma"
"Shoplifters"

Melhor Animação
"Os Incríveis 2"
"Ilha dos Cachorros"
"Mirai"
"WiFi Ralph: Quebrando a Internet"
"Homem-Aranha no Aranhaverso"

Melhor Trilha Original Filmes
Marco Beltrami, "Um lugar silencioso"
Alexandre Desplat, "Ilha de cachorros"
Ludwig Göransson, "Pantera Negra"
Justin Hurwitz, "O primeiro homem"
Marc Shaiman, "O retorno de Mary Poppins"

Melhor Música Filmes
"All the Stars”, "Pantera Negra"
"Revelation”, Boy Erased
"Girl in the Movies”, "Dumplin"
"Shallow", "Nasce uma estrela"
"Requiem for a Private War", "A Private War"

TELEVISÃO

Melhor Série Drama
"The Americans"
"Bodyguard"
"Homecoming"
"Killing Eve"
"Pose"

Melhor Série Musical ou Comédia
"Barry"
"Kidding"
"The Good Place"
"The Kominsky Method"
"Marvelous Mrs. Maisel"

Melhor série limitada ou filme para TV
"The Alienist"
"The Assassination of Gianni Versace: 
American Crime Story"
"Escape at Dannemora"
"Sharp Objects"
"A Very Englisch Scandal"

Melhor Ator em Série Musical ou Comédia
Sascha Baron Cohen, "This is America"
Michael Douglas, "The Kominsky Method"
Donald Glover, "Atlanta"
Bill Hader, "Barry"

Melhor Atriz em Série Musical ou Comédia
Kristen Bell, "The Good Place"
Candice Bergen, "Murphy Brown"
Alison Brie, "Glow"
Rachel Broshnahan, "The Marvelous Mrs. 
Maisel"
Debra Messing, "Will & Grace"

Melhor Atriz Série Drama
Caitriona Balfe, "Outlander"
Elisabeth Moss, "The Handmaid's Tale"
Sandra Oh, "Killing Eve"
Julia Roberts, "Homecoming"
Keri Russell, "The Americans"

Melhor Ator Série Drama
Jason Bateman, "Ozark"
Stephan James, Homecoming"
Billy Porter, "Pose"
Richard Madden, "Bodyguard"
Matthew Rhys, "The Americans"

Melhor Ator Série Limitada ou Filme para TV
Antonio Banderas, "Genius: Picasso"
Daniel Bruhl, "The Alieniest"
Darren Criss, "The Assassination of Gianni 
Versace: American Crime Story"
Benedict CUmberbatch, "Patrick Melrose"
Hugh Grant, "A Very English Scandal"

Melhor Atriz Série Limitada ou Filme para TV
Amy Adams, "Sharp Objects"
Patricia Arquette, "Escape at Dannemora"
Connie Britton, "Dirty John"
Laura Dern, "The Tale"
Regina King, "Seven Seconds"

Melhor Ator Coadjuvante Série, Série 
Limitada ou Filme para TV
Alan Arkin, "Kominsky Method"
Kieran Culkin, "Succession"
Edgar Ramirez, "The Assassination of Gianni 
Versace: American Crime Story"
Ben Whishaw, "A Very English Scandal"
Henry Winkler, "Barry"

Melhor Atriz Coadjuvante Série, Série 
Limitada ou Filme para TV
Alex Bornstein, "The Marvelous Mrs.Maisel"
Patricia Clarkson, "Sharp Objects"
Penelope Cruz, "The Assassination of Gianni 
Versace: American Crime Story"
Thandie Newton, "Westworld"
Yvonne Strahovski, "O conto de Aia"

Grande parte dos internautas compra por impulso

Segundo pesquisa da CNDL/SPC Brasil, 41% dos gastos são feitos sem pesquisa prévia

Que o consumidor brasileiro está cada vez mais maduro e utiliza a internet para checar preços e a reputação dos vendedores, ninguém duvida, mas surpreende saber que 41% dos internautas ainda gastam por impulso, sem nenhuma pesquisa prévia.

A boa notícia é que 47% das compras em lojas físicas só acontecem depois que o internauta pesquisa na internet para conferir se vale a pena. A maioria pesquisa sobre as características do produto e preço, claro.

Ainda há muita resistência para compra de produtos como calçados, por exemplo, mas essas resistências tendem a desaparecer, principalmente por causa do bom atendimento das lojas online e das facilidades para devoluções e trocas.

Mesmo assim, 25% dos internautas visitam loja física antes de comprar na internet e 83%, acreditam que as lojas online praticam preços mais baratos. compras on-line. No geral, 91% dos internautas dizem se preocupar com fraudes na internet.

A pesquisa completa pode ser encontrada no link https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Morrissey se apresenta no Rio nesta sexta, às 22h

Ex-vocalista do The Smiths apresenta turnê de seu 11º álbum solo, ‘Low in High School’

Ex-vocalista do The Smiths, uma das mais importantes bandas de todos os tempos, Morrissey está de volta ao Brasil para dois shows, no Rio de Janeiro, nesta sexta (30), e em São Paulo, no domingo (2).

Será uma visita rápida. Moz chega ao Brasil por volta das 6h da manhã. Traz na bagagem, além dos clássicos dos Smiths, alguns hits da sólida carreira solo. Mais importante, a turnê divulga seu 11º álbum, Low in High School (2017).

Morrissey chegou à América Latina no meio do mês e fez duas apresentações na Cidade do México. O setlist dos shows fez um apanhado geral da carreira do cantor e deixou espaço apenas para três clássicos dos Smiths: William, It Was Really Nothing, Is It Really So Strange? e How Soon Is Now?.

Do último disco, três canções: I Wish You Lonely, Spent the Day in Bed e Jacky’s Only Happy When She’s Up on the Stage.

Confira trechos de uma das apresentações de Morrissey na capital mexicana:

Ainda há ingressos para pista premium, mezanino e frisas no Rio de Janeiro, e em São Paulo para todos os setores.

SERVIÇO:
Datas: 30 de novembro (Rio de Janeiro), 22h; e 2 de dezembro (São Paulo), 21h

Preços: Rio de Janeiro - pista premium R$ 435 (meia) / R$ 870 (inteira); mezanino R$ 220 (meia) / R$ 440 (inteira); frisas R$ 440 (meia) / R$ 880 (inteira) I São Paulo - pista a partir de R$ 170; mezanino a partir de R$ 250; pista premium a partir de R$ 300

Locais: Fundição Progresso (R. dos Arcos, 24 - Centro - Rio de Janeiro) e Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo)

Ingressos: Vendas pelo site da Eventim (Rio) e da Ticket 360 (São Paulo)

 

Gadget que vai mudar a sua vida: lixeira que fica com a tampa aberta

Novas lixeiras vão acabar com muitos momentos de irritação

Ultimamente ando tendo brigas homéricas com as lixeiras (até com as de casa). Elas se recusam a abrir ou fecham quando querem. Um horror.

Mas o que é surpreendente (para um dono de casa) é saber que, além das lixeiras eletrônicas, há aquelas que possuem um sistema para ficarem abertas durante o depósito de lixo, sem que seja preciso pressionar o pedal da mesma.

Ok, que muita gente nem dá bola para o lixo, mas se você cozinha, sabe que lixeiras que não ajudam, atrapalham.

Aproveito o meu espanto para compartilhar alguns modelos que parecem bem bons.

Quase 50% dos idosos respondem pelo sustento da casa

Dados são de pesquisa CNDL/SPC Brasil

A Economia continua cambaleante, o número de desempregados grande e o protagonismo dos aposentados cada vez maior.

Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 43% dos brasileiros acima de 60 anos são os principais responsáveis pelo pagamento de contas e despesas da casa.

A situação fica ainda mais séria se fizermos o corte por gênero. Entre os homens, o percentual chega aos 53%. Pior, 26% dos idosos já fizeram empréstimo pessoal ou consignado para ajudar alguém e 37% atrasaram o pagamento de alguma conta nos últimos seis meses.

Quase 100%

Ainda segundo o estudo, 91% dos idosos no Brasil contribuem com o orçamento da família, sendo que em 25% dos casos colaboram com a mesma quantia que os demais membros da família.

– Há muitos casos em que a renda do aposentado é a única maneira para sustentar o lar de uma família que perdeu emprego, mas o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e suas atitudes nesta fase da vida também são fatores importantes. Hoje, os idosos são mais ativos, têm mais autonomia financeira e trabalham por mais tempo, seja por necessidade ou porque se sentem dispostos – explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Pode mesmo parecer que as aposentadorias estão com valores bons, mas o estudo também mostra que 39% dos idosos brasileiros até conseguem pagar suas contas sem atrasos, mas fecham o mês sem um tostão.

Além disso, 37% dos idosos acreditam que padrão de vida piorou na terceira idade e 51% precisam recorrer a crédito para pagar contas.

Com as prováveis mudanças na Previdência Social e as necessárias modificações no rumo da Economia do país, resta torcer para que os aposentados consigam manter (e melhorar) seu padrão de vida e que sua participação na renda familiar diminua.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Receita: costeleta de porco ao barbecue

Seguindo a linha do post anterior sobre carne de porco, resolvi publicar a minha receita de costeleta ao barbecue

A carne de porco está em alta, então vamos comemorar com uma receita que estou para postar faz tempo: costeleta de porco ao barbecue.

A costeleta

Compre uma costeleta não muito gorda e, de preferência, resfriada. É facil encontrar em supermercados e açougues e são bem mais saborosas que as congeladas.

Antes de temperar uma dica importante: retire a membrana que fica na parte próxima dos ossos (veja a foto). Essa membrana impede que o tempero penetre na carne e deixa a costela menos macia.

Feito isso, vamos ao tempero!

Tempero nem tão básico

Para temperar a costeleta você vai precisar de:

Páprica doce
Páprica defumada
4 dentes de alho picado ou alho em pasta equivalente
Pimenta-do-reino moída
Sal grosso (se possível, com ervas finas)
Limão
Vinho branco


Cubra a costeleta com os temperos como se criasse camadas com cada um deles. Deixe o sal grosso por último, esprema o limão (mais de um se for necessário) e despeje uma xícara de vinho branco e deixe a costeleta marinando em um pirex por aproximadamente uma hora, virando-a algumas vezes para que toda ela entre em contato com o líquido.

O molho barbecue

Ingredientes

1 colher de chá de azeite
1 cebola
1 dente de alho
300g de tomate (com ou sem pele)
2 colheres de sopa de catchup de boa qualidade
1 colher de sopa de açúcar mascavo
2 colheres de chá de molho inglês
1 colher de chá de páprica doce
sal
pimenta-do-reino (de preferência branca)

Modo de preparo (molho)

Passe no processador (ou liquidificador) a cebola com o tomate.Numa panela, esquente o azeite e depois junte o alho e o resto dos ingredientes, mexendo sempre. Tempere com sal e pimenta e coloque um pouco de água e tampe para engrossar, mexendo de tempos em tempos. Depois, passe tudo em um coador bem fino.

PS: Caso prefira, também pode usar um molho industrializado de boa qualidade. Não use os mais baratos!

Modo de fazer (costeleta)

Coloque a costeleta em forno pré-aquecido (alto) por aproximadamente 30 minutos, com os ossos para baixo. Retire do forno, desça a temperatura para o mais baixo possível.

Enquanto o forno desaquece, coloque a costeleta em um papel alumínio, cubra com um pouco do molho barbecue, um pouco de molho inglês e um fio de azeite. Acrescente o vinho (ou coloque mais caso ele tenha evaporado), cubra e feche com o papel alumínio e leve de volta ao forno (já em temperatura baixa) por mais 2h/2h30.

Quando alcançar esse tempo, abra o papel alumínio e verifique se ela já está macia o suficiente para se soltar do osso com facilidade. Caso seja necessário, deixe mais alguns minutos no forno. Se já estiver no ponto, retire o papel alumínio, pincele mais um pouco do molho e sirva em seguida.

Vai bem com arroz branco e uma salada verde ou caprese.

Veja outras receitas do blog

Carne de porco em alta entre os brasileiros

Depois de décadas de preconceito, brasileiros se rendem ao sabor (e preço) de uma proteína cheia de versatilidade

Sempre lembro de um episódio de No Reservations no qual o saudoso Anthony Bourdain declarava seu amor incondicional pela carne de porco.

Assim como o mestre, eu também sou fá dos sabores e da versatilidade da proteína suína. Portanto, comemoro o aumento do consumo dela pelos brasileiros.

Produção e consumo

Segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Brasil será o quarto maior produtor e exportador mundial de carne suína em 2018.

Já segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o consumo doméstico de carne suína pode aumentar em quase 50 mil toneladas a mais, se comparado a 2017.

Mas qual a razão para essa mudança de comportamento do brasileiro? Afinal, por muitos anos, houve um grande preconceito envolvendo a carne de porco, o que travava o aumento do consumo.

Mitos e verdades

A principal mentira sobre a carne de porco é a de que ela é prejudicial à saúde. Na verdade, a carne suína (na maioria dos cortes) é pouco gordurosa, além de ser nutritiva e rica em vitaminas e minerais.

Muita gente não sabe, mas o camarão tem mais colesterol que a carne de porco e um lombo cozido apresenta teores de gordura menores dos encontrados em um pedaço de filé mignon (também cozido e com o mesmo peso).

Por isso, a carne suína vem sendo incluída em várias dietas.Outro mito é a de que a carne de porco causa alergia. Ora, claro que causa, assim como o leite de vaca, ovos, amendoim, soja, nozes, peixes e frutos do mar.

O importante é que os casos de alergia são bem menos comuns do que os causados pelos frutos do mar, por exemplo.

Branca ou vermelha?

Essa é uma grande discussão entre nutricionistas e a sabedoria popular. Normalmente considerada branca (e em alguns casos mista), a carne suína é oficialmente vermelha.

A confusão acontece por conta da pouca clareza (com o perdão do trocadilho) dos conceitos de carne branca e vermelha, mas isso é outra conversa.

Versatilidade

É fácil encontrar cortes como picanha suína, alcatra, filé mignon suíno, lagarto suíno. Eles permitem uma série de ótimas receitas (confira alguns links no fim do post), fáceis de fazer, saborosas e com preços bastante atraentes.

A possibilidade de combinar sabores mais adocicados com outros mais cítricos e fortes, faz da carne de porco um item quase obrigatório nas geladeiras/freezers dos brasileiros.

Mude seus conceitos

Dito tudo isso, se você ainda tem alguma resistência ao consumo da carne de porco, mude seus conceitos e experimente preparar alguma receita pouco calórica.

Receitas do blog

Lombinho de porco assado com crosta de ervas

Lombinho de porco assado com melado

Elton John estrela belo anúncio de Natal

A cadeia de lojas inglesa John Lewis & Partners faz mais uma obra prima natalina

Todo ano a cadeia de lojas de departamento John Lewis & Partners, uma das maiores da Inglaterra, é famosa pelos seus anúncios de Natal. Este ano, usaram Elton John como inspiração para a peça publicitária.

Elton aparece (em várias fases) para mostrar que um presente pode mudar a vida de uma criança. No seu caso, o presente foi o piano da avó. Afinal, há dons que são mais especiais que outros.

Encomende o seu Diamonds – a coletânea definitiva de Elton John


– A campanha de Natal da John Lewis trouxe muitas lembranças boas para mim e a minha família. Foi uma oportunidade para refletir sobre minha vida na música e a incrível jornada pela qual passei e como tocar o piano da minha avó pela primeira vez marcou o momento no qual a música entrou na minha vida. O anúncio é absolutamente fantástico e eu adorei cada minuto no qual participei dele – disse Elton.

The Boy and the Piano é realmente lindo.

Aproveite e veja também o anúncio de 2017 com Golden Slumbers como trilha sonora.

Show de retorno de Elvis ganha edição luxuosa

Especial de TV gravado em 1968 terá 5 CDs e 2 blu-ray

Elvis é um fenômeno que precisa ser estudado por muitas e muitas décadas. Como um caipira que nunca saiu dos Estados Unidos conseguiu ter um impacto tão profundo na cultura de tantas nações?

Seja lá quais explicações existirem, o fato é que o Rei do Rock nunca morre. No fim deste mês a Sony Music vai lançar uma caixa comemorativa pelos 50 anos do especial de TV que marcou a volta de Elvis.

Clique e garanta a sua cópia

 Elvis Presley‘s ’68 Comeback Special terá sete discos – 5 CDs e 2 blu-ray – e deve pôr fim aos relançamentos desse evento.

Acompanhado de Scotty Moore (guitarra) e D.J. Fontana (bateria) Elvis soltou a voz em clássicos como That’s All Right, Heartbreak Hotel e Lawdy, Miss Clawdy, só para citar os mais inspirados.

Batizado originalmente de Singer Presents…Elvis – Singer é mesmo aquela empresa que fabricava máquinas de costura – o especial de TV revitalizou a carreira de Presley e se transformou em um marco na história do rock.

Tudo

O programa foi gravado em duas partes – com Elvis cantando sentado e em pé. Na verdade, foram feitas duas gravações para cada parte, todas incluídas na caixa. Todo o material em áudio e vídeo disponível estará reunido nesse novo lançamento, saciando o apetite de qualquer tipo de fã.

Além das gravações oficiais, ensaios e outtakes serão parte do show, assim como um livro de 84 páginas com entrevistas e depoimentos sobre o programa.

A data de lançamento está marcada para 30 de novembro.

CD 1
The Original Album
1. “Trouble” / “Guitar Man” (Opening)
2. Medley:
“Lawdy, Miss Clawdy”
“Baby, What You Want Me To Do”
Dialogue; Medley: “Heartbreak Hotel” / “Hound Dog” / “All Shook Up”
“Can’t Help Falling In Love”
“Jailhouse Rock”
Dialogue; “Love Me Tender”
3. Medley:
Dialogue; “Where Could I Go But To The Lord” / “Up Above My Head” / “Saved”
4. Medley:
Dialogue; “Blue Christmas” (5:34)
Dialogue; “One Night”
5. Memories
6. Medley: “Nothingville” / Dialogue; “Big Boss Man” / “Guitar Man” / “Little Egypt” / “Trouble” / “Guitar Man”
7. “If I Can Dream”
Bonus Cuts
8. “It Hurts Me” (splice/edit of part 1 – take 7, part 2 – take 7 & part 1 – take 6)
9. “Let Yourself Go” (splice/edit of part 1 – take 1 & part 2 – take 2)
10. “Memories”
11. “If I Can Dream”

CD 2
First ‘Sit Down’ show
1. “That’s All Right”
2. “Heartbreak Hotel”
3. “Love Me”
4. “Baby, What You Want Me To Do”
5. “Blue Suede Shoes”
6. “Baby, What You Want Me To Do
7. Lawdy, Miss Clawdy”
8. “Are You Lonesome Tonight?”
9. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
10. “Blue Christmas”
11. “Trying to Get to You”
12. “One Night”
13. “Baby, What You Want Me to Do”
14. “One Night”
15. “Memories”

First ‘Stand Up’ show
16. “Heartbreak Hotel”
17. “Hound Dog”
18. “All Shook Up”
19. “Can’t Help Falling in Love”
20. “Jailhouse Rock”
21. “Don’t Be Cruel”
22. “Blue Suede Shoes”
23. “Love Me Tender”
24. “Trouble”
25. “Baby, What You Want Me to Do”
26. “If I Can Dream”

CD 3
Second ‘Sit Down’ show
1. “Heartbreak Hotel”
2. “Baby, What You Want Me to Do”
3. Introductions
4. “That’s All Right”
5. “Are You Lonesome Tonight?”
6. “Baby, What You Want Me to Do”
7. “Blue Suede Shoes”
8. “One Night”
9. “Love Me”
10. “Trying to Get to You”
11. “Lawdy, Miss Clawdy”
12. “Santa Claus is Back in Town”
13. “Blue Christmas”
14. “Tiger Man”
15. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
16. “Memories”

Second ‘Stand Up’ show
17. “Heartbreak Hotel”
18. “Hound Dog”
19. “All Shook Up”
20. “Can’t Help Falling in Love”
21. “Jailhouse Rock”
22. “Don’t Be Cruel”
23. “Blue Suede Shoes”
24. “Love Me Tender”
25. “Trouble” / “Guitar Man”
26. “Trouble” / “Guitar Man”
27. “If I Can Dream”

CD 4
First rehearsal
1. “I Got A Woman”
2. “Blue Moon” / “Young Love” / “Oh, Happy Day”
3. “When It Rains It Really Pours”
4. “Blue Christmas”
5. “Are You Lonesome Tonight?” / “That’s My Desire”
6. “That’s When Your Heartaches Begin”
7. “Peter Gunn Theme”
8. “Love Me”
9. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
10. “Blue Christmas” / “Santa Claus is Back in Town”

Second rehearsal
11. “Danny Boy”
12. “Baby, What You Want Me to Do”
13. “Love Me”
14. “Tiger Man”
15. “Santa Claus is Back in Town”
16. “Lawdy, Miss Clawdy”
17. “One Night”
18. “Blue Christmas”
19. “Baby, What You Want Me to Do”
20. “When My Blue Moon Turns to Gold Again”
21. “Blue Moon of Kentucky”

CD 5
The Wrecking Crew Sessions
1. “Nothingville (Guitar Man’s Evil #1)” – takes 5 & 6
2. “Guitar Man (Guitar Man’s Evil #1)” – take 2
3. “Let Yourself Go, part 1 (Guitar Man’s Evil #2)” – take 5 & 7/M
4. “Let Yourself Go, part 2 (Guitar Man’s Evil #3)” – take 7/M
5. “Guitar Man (Escape #1, fast)” – takes 1, 2 & 5
6. “Big Boss Man (Escape #3)” – take 2
7. “It Hurts Me, part 1 (Escape #4)” – take 5
8. “It Hurts Me, part 2 (After Karate #1)” – take 3
9. “Guitar Man (After Karate #2)” – take 1
10. “Little Egypt (After Karate #2)” – take 6
11. “Trouble / Guitar Man (After Karate #3)” – take 2
12. “Sometimes I Feel Like a Motherless Child” / “Where Could I Go But to the Lord (Gospel #1)” – rehearsal & take 1 (5:23)
13. “Up Above My Head” / “Saved (Gospel #2)” – takes 4 & 7
14. “Saved (Gospel #3)” – takes 2 & 4
15. “Trouble” / “Guitar Man (Opening)” – takes 6 & 7
16. “If I Can Dream” – take 1
17. “If I Can Dream” – takes 2, 3 & 4
18. “Memories” – takes 3 & 4/vocal overdub #1
19. “Let Yourself Go” (closing instrumental)

Blu-ray Disc 1:
Elvis NBC TV Special originally broadcast on Dec. 3, 1968
Black Leather Sit-Down Show #1 – June 27, 1968
Black Leather Sit-Down Show #2 – June 27, 1968
Black Leather Stand-Up Show #1 – June 29, 1968
Black Leather Stand-Up Show #2 – June 29, 1968

1. Opening Production Number
2. Lawdy Miss Clawdy
3. Baby, What You Want Me To Do
4. Medley: Heartbreak Hotel / Hound Dog / All Shook Up
5. Can’t Help Falling In Love
6. Jailhouse Rock
7. Can I borrow your little whatchacallit?/This leather suit’s hot
8. Love Me Tender
9. Are You Lonesome Tonight?
10. Rock & roll music is . . .
11. Gospel Production Number
12. Baby, What You Want Me To Do
13. Blue Christmas
14. Man, I just work here./No strap.
15. One Night
16. Memories
17. Guitar Man Production Number
18. If I Can Dream – Show Closer
19. Credits Roll
20. Elvis takes the stage.
21. Elvis introduces band-mates.
22. That’s All Right
23. Heartbreak Hotel/Spoken Word
24. Love Me
25. Swapping axes./Are we on television?
26. Baby, What You Want Me To Do
27. Touching body with hands./Rock & roll music is . . .
28. Blue Suede Shoes
29. Baby, What You Want Me To Do
30. Something wrong with my lip./He’s gotta be crazy.
31. Lawdy Miss Clawdy
32. Are You Lonesome Tonight?
33. When My Blue Moon Turns To Gold Again
34. Blue Christmas
35. Trying To Get To You
36. One Night – Somebody pulled the plug, man.
37. Baby, What You Want Me To Do
38. Man, I just work here./No strap.
39. One Night
40. Memories
41. Audience warm-up./Mr. Elvis Presley.
42. Heartbreak Hotel
43. Baby, What You Want Me To Do
44. Elvis refers to script./Introduces band-mates.
45. That’s All Right/Spoken Word
46. Are You Lonesome Tonight?
47. Baby, What You Want Me To Do
48. Can’t even touch myself./You gonna get arrested, boy.
49. Blue Suede Shoes
50. We don’t have a strap?/Lines from MacArthur Park.
51. One Night
52. Love Me
53. Hanky flies about./The new music./My style came from . . .
54. Trying To Get To You/Spoken Word
55. Lawdy Miss Clawdy
56. Girl saves Elvis tissue lint./Never ceases to amaze me, baby.
57. Santa Claus Is Back In Town
58. Blue Christmas
59. Tiger Man
60. Another tissue girl./MacArthur Park lines.
61. When My Blue Moon Turns To Gold Again
62. Memories/Spoken Word
63. Audience warm-up./Here’s Elvis Presley.
64. Heartbreak Hotel/One Night – Sound Goes Out/Spoken Word
65. Heartbreak Hotel/Hound Dog/All Shook Up/Spoken Word
66. Can’t Help Falling In Love
67. Jailhouse Rock
68. Don’t Be Cruel
69. Blue Suede Shoes
70. Love Me Tender/Spoken Word
71. Anybody got a handkerchief?
72. Trouble/Spoken Word
73. Baby, What You Want Me To Do – Impromptu Jam
74. If I Can Dream – Lip-Synch Performance.
75. Audience warm-up./And it stars Elvis Presley./Heartbreak Hotel – False start.
76. Heartbreak Hotel/Hound Dog/All Shook Up
77. Can’t Help Falling In Love
78. Jailhouse Rock
79. Don’t Be Cruel – Moby Dick!
80. Blue Suede Shoes – False start. One more time, gently.
81. Blue Suede Shoes
82. Can I borrow your little whatchacallit?/This leather suit’s hot.
83. Love Me Tender
84. Preparation./Who’s that strange man out there, Elvis?
85. Trouble – Should I be on the microphone here?/Spoken Word
86. Trouble – I got my lip hung on the microphone./Spoken Word
87. Trouble/Guitar Man
88. Lines from MacArthur Park and Tiptoe Through The Tulips
89. Trouble/Guitar Man/Spoken Word
90. If I Can Dream – Lip-Synch Performance./Spoken Word

Blu-ray Disc 2:
“Trouble” / “Guitar Man” TV Show Opener – June 30, 1968 – All Takes and Raw Components
If I Can Dream TV Show Closer – June 30, 1968 – All Takes
Huh-Huh-Huh Promo – June 30, 1968
Elvis Closing Credits Without Credit Roll – June 30, 1968
“If I Can Dream” Special Music Video 2004 – June 30, 1968
Gospel Production Number – All Takes and Raw Components
“Guitar Man” Production Number – All Takes and Raw Components
Blu-ray Special Feature Re-Cut

Já conhece a playlist do blog?

Depois de um tempinho reunindo novidades, a playlist do F(r)adses da Vida está de volta atualizadíssima.

Além de canções dos discos que são resenhados por aqui, há também novidades nacionais e internacionais que pipocam pelo mundo.

Ouça e deixe a sua opinião/comentário/crítica.

Blues com a chancela dos Rolling Stones

Confessin’ The Blues é uma coletânea com clássicos do blues escolhidos pelos membros dos Stones

Os Rolling Stones, que antes de se tornarem a maior banda de rock de todos os tempos eram mais uma banda que fazia covers de clássicos do blues, não perdeu a sua essência.

Dois anos depois do excelente Blue & Lonesome, onde recriavam algumas das suas canções favoritas do blues, os Stones enveredam novamente pelos campos de colheita de algodão dos Estados Unidos com o lançamento de Confessin’ The Blues, uma coletânea de canções de artistas que são ícones do gênero.

O repertório escolhido por Ron Wood, Keith Richards, Mick Jagger e Charlie Watts não poderia ser mais certeiro. Elmore James, B.B King, Howlin’ Wolf e John Lee Hooker são alguns dos nomes que aparecem nas 42 faixas do CD duplo.

Capa caprichada

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Confessin’ The Blues ganhou, além do repertório, um trabalho cuidadoso no campo visual. Aproveitando o talento de Ron Wood como pintor, a banda decidiu colocar um de seus desenhos na capa do CD/vinil.

A ideia por trás do projeto é educar as novas gerações sobre um gênero que, infelizmente, não tem tanto espaço nas rádio, TVs e serviços de streaming.

Para isso, a banda decidiu doar 10% dos lucros com a venda do álbum para a Willie Dixon’s Blues Heaven Foundation, uma organização sem fins lucrativos baseada nos Estados Unidos.

O álbum já está disponível nas principais lojas que ainda vendem CDs pelo mundo. Lançamento no Brasil? Streaming? Por enquanto, nada, mas você pode ouvir algumas playlists bastante aproximadas com o produto oficial.

Disco 1
1. Rollin’ Stone – Muddy Waters
2. Little Red Rooster – Howlin’ Wolf
3. Boogie Chillen – John Lee Hooker
4. I Hate to See You Go – Little Walter
5. Little Queenie – Chuck Berry
6. You Can’t Judge A Book By It’s Cover – Bo Diddley
7. Ride ‘Em On Down – Eddie Taylor
8. I’m A King Bee – Slim Harpo
9. All Your Love – Magic Sam
10. Dust My Broom – Sonny Boy Williamson
11. Just Your Fool – Little Walter
12. I Want to Be Loved – Muddy Waters
13. Key to the Highway – Big Bill Broonzy
14. Love In Vain Blues – Robert Johnson
15. You Gotta Move – Mississippi Fred McDowell
16. Bright Lights, Big City – Jimmy Reed
17. Worried Life Blues – Big Maceo Merriweather
18. Everybody Knows About My Good Thing (Pt. 1) – Little Johnny Taylor
19. Commit a Crime (1991 Chess Box Version) – Howlin’ Wolf
20. I Can’t Quit You Baby – Otis Rush
21. Confessin’ the Blues (with Walter Brown) [Single Version] – Jay McShann

Disco 2
1. Just Like I Treat You – Howlin’ Wolf
2. I Got to Go – Little Walter
3. Carol – Chuck Berry
4. Mona – Bo Diddley
5. I Just Want to Make Love to You – Muddy Waters
6. Blues Before Sunrise – Elmore James & The Broom Dusters
7. Bad Boy – Eddie Taylor
8. Boogie Children – Boy Blue
9. Little Rain – Jimmy Reed
10. Stop Breakin’ Down Blues – Robert Johnson
11. The Prodigal Son – Reverend Robert Wilkins
12. Hoodoo Blues – Lightnin’ Slim
13. Don’t Stay Out All Night – Billy Boy Arnold
14. Crawdad. – Bo Diddley
15. Suzie Q – Dale Hawkins
16. Down The Road Apiece – Amos Milburn
17. Little Baby – Howlin’ Wolf
18. Blue and Lonesome – Little Walter
19. Rock Me Baby – B.B. King
20. Damn Right I Got The Blues – Buddy Guy
21. Mannish Boy – Muddy Waters

As mudanças do novo Álbum Branco

Novas mixagens, demos e outtakes revelam um universo paralelo dos Beatles em 1968

Já se passaram alguns dias desde o lançamento da caixa comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, tempo mais que suficiente para várias audições de todo o material e para tirar algumas conclusões.

Remix, demos e outtakes

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A nova edição é dividida em compartimentos – o remix feito por Giles Martin e o engenheiro de som Sam Okell, os demos gravados pelo grupo no bangalô de George Harrison (em Esher), outtakes e ensaios das canções e, claro, a mixagem original em mono.

Difícil dizer o que é mais impactante. Portanto, vamos por partes, como diria Jack.

A nova mixagem

Primeiro vamos deixar claro que, ao contrário do que aconteceu com a caixa do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, que se baseou na mixagem original mono – a única na qual os Beatles e George Martin estiveram envolvidos – para o Álbum Branco foi usada como modelo a mixagem estéreo, com todas as suas falhas e erros.

Dito isto, vamos ao que interessa.

Cozinha quente

Para resumir, a grande diferença na nova mixagem é o maior peso do baixo e da bateria. A cozinha formada por Paul McCartney e Ringo Starr ganhou maior destaque em quase todas as faixas, onde ficavam mais ao fundo, provavelmente por conta das limitações técnicas da época.

Mas não é apenas isso. Há muitos fades que ficaram mais longos e instrumentos que estão bem mais claros e destacados, surpreendendo quem já conhece o disco.

Um bom exemplo disso é While My Guitar Gently Weeps, onde a guitarra de Eric Clapton está mais baixa, mas é possível ouvir melhor as notas tocadas por Deus.

Porém, a maior diferença fica mesmo por conta de outra composição de George Harrison: Long, Long, Long. A canção, que na sua versão original tem um clima sombrio e um volume bastante baixo, ganhou punch e destaque no vocal de George. O resultado é bastante diferente das versões lançadas anteriormente.

Há diferenças bastante nítidas em várias outras canções como Honey Pie, Dear Prudence e Helter Skelter. Dizem até que é possível detectar diferenças em Revolution 9, mas isso eu deixo para os meus bravos leitores.

Na verdade, a impressão é a de que Martin e Okell fizeram questão de deixar sua marca em todas as canções, sempre com um acorde de guitarra ou violão, um martelar no piano ou backing vocal com alguma diferença que vai surpreender os fãs.

Esher Demos, o primeiro Unplugged

George fotografado na sua casa em Esher

Esher é a localidade onde George Harrison vivia com a esposa Pattie em um bangalô que, segundo relatos, era bem pouco confortável. Foi lá que os quatro Beatles se reuniram para gravar demos das canções compostas na Índia, durante sua estadia com o guru Maharishi Mahesh Yogi.

Reza a lenda que 1968 marcou o início do fim da banda, mas o que se ouve nesses demos é reveladoramente diferente. Para início de conversa, a qualidade de som das gravações feitas no equipamento portátil de George Harrison é absurdamente boa e apresentada aqui em estéreo

Também merece registro que, apesar de mutas dessas gravações já circularem entre os colecionadores faz anos, aqui estão todos os registros, editados na ordem do disco, além de todas as que não fizeram parte do Álbum Branco.

Para finalizar, o clima parece mais que alegre, com várias músicas já praticamente prontas. Na verdade, se algumas delas fossem lançadas nessas versões acústicas, não fariam feio.

Clique e encomende a versão nacional (tripla)

Mais que as canções lançadas pelos Beatles no White Album, merecem uma audição atenciosa as sobras Child of Nature – que mais tarde ganhou nova letra de Lennon e foi rebatizada de Jealous Guy -, Jubilee – que foi lançada pr Paul McCartney como Junk –, além de Circles e Not Guilty – que receberam novos registros durante a carreira solo de George Harrison.

Há também canções que foram parar no disco Abbey Road, mas não vou contar para não acabar com a surpresa.

Outtakes e ensaios

Os destaques dessa partição são muitos, mas se tiver pouco tempo e quiser realmente ser impactado pelo que vai ouvir, vá logo para as versões de Good Night.

A canção de ninar escrita por Lennon e cantada por Ringo é de arrepiar nessas novas versões. A que conta com backing vocals de John, Paul e George (nunca antes ouvida) vale o disco inteiro.

Assim como nas demos, há muitas brincadeiras e risos registrados. Difícil imaginar que eles estavam se engalfinhado por qualquer motivo, mas é isso que a história (e eles mesmos) contam.

Não há como não gostar dos takes escolhidos pelo novo Martin. Martha My Dear (sem o arranjo de cordas) ganha novo sabor, assim como é interessante ouvir a evolução de While My Guitar Gently Weeps e as improvisações durante os takes de I Will, que acabaram gerando Los Paranoias e Can You Take Me Back?.

Há até uma versão embrionária de Let it Be, mas o melhor são mesmo as gravações das versões iniciais da base de canções que acabou criando o Álbum Branco.

O disco original tem 30 faixas e tecer comentários sobre cada um dos outtakes tornaria esse texto longo, longo, longo.

Melhor não, né?

Mixagem mono

Muita gente vai estranhar o porquê da minha preferência pela mizagem mono, algo que pode até soar antiquado, mas é importante ter em mente que em 1968 a maioria das pessoas ainda não possuia equipamentos estéro e por isso os Beatles só se envolviam nas mixagens feitas em mono.

As diferenças são enormes. Vão desde o avião de Back in the USSR, passa pela ausência das palmas em Ob-La-Di-Ob-La-Da, a inexistência do fade in e do grito de Ringo Starr ao final de Helter Skelter. Até os pássaros e porcos são diferentes em Blackbrd e Piggies, respectivamente.

Praticamente todas as canções têm diferenças em relação ao que o grande público está acostumado a ouvir. Então, vá lá ouvir o verdadeiro Álbum Branco.

 

Lady Gaga surpreende pessoas em abrigo com pizza e café

I love this girl!

UFW

Cantora aproveitou o Dia Mundial da Gentileza para visitar quem teve de deixar suas casas na Califórnia devido ao incêndio florestal

‘Pizza quente, café e gift cards para o abrigo’, publicou Lady Gaga no Instagram Stories.Foto: Instagram/ladygaga


Lady Gagaaproveitou o Dia Mundial da Gentileza, celebrado nesta terça-feira, 13, para surpreender pessoas abrigadas pela Cruz Vermelha, que tiveram de deixar suas casas na Califórnia devido aoincêndio florestal que provocou, até o momento, 50 mortes.

A cantora foi até o local, em Los Angeles, com caixas de pizza e café. Antes, ela encorajou outras pessoas a fazer atos de gentileza naquele dia.

“Hoje é meu dia favorito do ano, Dia Mundial da Gentileza. Eu encorajo todos vocês a fazer um ato de gentileza, mesmo que seja para você mesmo”, disse no Instagram Stories.

Gaga foi uma daspersonalidades que tiveram de deixar suas casas, em Malibu, por conta da…

Ver o post original 85 mais palavras

Aparentemente, até Pokémon está na Escócia

Trailer mostra cenários como Devil’s Pulpit em Stirlingshire, River Affric em Cannich e, possivelmente, Glen Nevis

Assisti, com atraso, ao trailer oficial do live-action Pokémon: Detective Pikachu, que tem estreia prevista para 10 de maio de 2019. E levei um susto com vislumbres de panos de fundo de uma beleza estonteante. Só para espectadores atentos.

Pouco mais da metade do trailer, quatro dos protagonistas do filme — personagens humanos Tim Goodman, Lucy Stevens, um Psyduck e um Pikachu — podem ser vistos pilotando um REVA G-Wiz pelo inconfundível cenário naturalescocês. Só não ficou claro se a
montanha em neve é a de Glen Nevis ou Glen Affric.

Segundos depois, pinheiros da Caledônia, provavelmente de Glen Affric, podem ser vistos quando os quatro personagens parecem
surpreendidos por um objeto invisível/Pokémon/inimigo que surge no horizonte.

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O cenário, onde parece ocorrer uma espécie de explosão, sugere que as Highlands se tornarão palco de uma batalha épica de Pokémons.

Mais cedo, no trailer, uma escola de Bulbasaurs pode ser vista atravessando um riacho que poderia ser Finnich Glen,  enquanto a geração VI Pokemon Greninja também pode ser vista saltando através do que parece ser a floresta escocesa.

 

Produção jurou sigilo. Mas…

O blockbuster da Warner baseado na imensamente popular franquia de games terá Ryan Reynolds (como Pikachu), a cantora Rita Ora e o ator veterano Bill Nighy no elenco. A direção é assinada por Rob Letterman. O protagonista do filme, Tim, será interpretado por Justice Smith.

A personagem se une a Pikachu para “descobrir uma trama chocante que poderia destruir a coexistência pacífica e ameaçar todo o universo de Pokemon”.

O papel da Escócia no filme ainda não está claro. A produção jurou sigilo. Apesar disso, de acordo com o jornal The Scotsman, uma fonte disse:

“Quando o filme for lançado, certamente mostrará os encantos naturais da Escócia sob uma luz ótima para milhões de pessoas.”

Assista ao trailer!

True Meanings, um Paul Weller acústico

Disco, o 26º da carreira de Weller, conta com participações de Martin Carthy e Danny Thompson, Conor O’Brien, Noel Gallagher e Lucy Rose

Clique e encomende a sua versão standard

Paul Weller é um veterano com mais de 40 anos de uma carreira muito respeitada e, no Brasil, pouco popular. Membro e principal força dos grupos The Jam e Style Council, Weller já navegou pelo rock, punk, new wave, pop, jazz, r&b e soul, sempre com maestria.

Agora, Weller lançou True Meanings — 26º disco da carreira ou 14º da carreira solo — um trabalho mais introspectivo e quase todo acústico.

Gravado no conforto de seu próprio estúdio, o álbum (lançado em setembro) pode até não estar entre os seus melhores, mas oferece ótimos momentos e vai crescendo a cada audição.

Climão folk

O folk é a principal influência do disco, até mesmo pelos convidados convocados por Weller. Martin Carthy e Danny Thompson, Conor O’Brien, Noel Gallagher e Lucy Rose são, na sua maioria, grandes nomes do gênero.

Mas o pop/jazz/soul não está ausente nesse novo trabalho. Logo na faixa de abertura — The Soul Searchers — a belíssima voz de Weller adorna uma melodia folk com toques do pop típico do inglês.

Talvez o momento mais belo e interessante do álbum seja Mayfly, canção que tem um sabor de r&b e blues com aquele tempero que só os britânicos sabem colocar em canções que poderiam ter sido criadas no interior dos Estados Unidos.

Marcas do tempo e David Bowie

Clique e encomende a versão deluxe

As rugas não escondem a idade. Aos 60, Weller parece mais reflexivo, mas não parece ter perdido o tesão e a inspiração para continuar como um dos nomes mais respeitados da cena inglesa desde os anos 80.

Outro momento interessante do disco é a homenagem que Weller faz ao camaleão David Bowie. Depois de alguns arranca-rabos, a dupla se entendeu e os dois acabaram se tornando bons amigos.

Agora, a homenagem sincera ao amigo chega na canção singelamente intitulada Bowie. Dá até para imaginar o camaleão ouvindo a canção e sorrindo lisonjeado.

Deluxe

True Meanings também pode ser encontrado em uma versão deluxe, com 5 faixas bônus, entre versões instrumentais e remixes e um libreto com 28 páginas.

Já a versão standard vem com 14 canções e um libreto de 12 páginas.

Em qualquer versão, True Meanings é um belo trabalho.

Escolha a sua versão.

As faixas da versão standard

1. The Soul Searchers
2. Glide
3. Mayfly
4. Gravity
5. Old Castles
6. What Would He Say?
7. Aspects
8. Bowie
9. Wishing Well
10. Come Along
11. Books
12. Movin On
13. May Love Travel With You
14. White Horses

Springsteen on Broadway em CD e vinil

Registro do show onde The Boss conta e canta suas canções chega ao mercado em dezembro, junto a especial na Netflix

O fim de 2018 está mesmo sendo cruel com os bolsos dos apreciadores e colecionadores de boa música. Além dos mega lançamentos dos Beatles e de Paul McCartney, agora a Sony anuncia o lançamento do CD (duplo) e vinil (quádruplo) do registro do espetáculo Springsteen on Broadway, de Bruce Springsteen.

Clique na imagem e peça o seu

Intimidade e proximidade

Walter Kerr Theatre – simpático e acanhado

Springsteen on Broadway é um espetáculo único na história dos grandes astros do rock. Um chefão sobe ao palco de um pequeno (e nem muito badalado) teatro na Broadway (Walter Kerr Theatre) e, munido apenas de um piano e um violão, conta histórias sobre algumas de suas mais conhecidas canções.

O resultado foi — além do preço dos ingressos terem chegado a inacreditáveis US$ 2.500 — um espetáculo cujas datas foram lotadas em segundos e onde os fãs puderam ficar a pouco metros do ídolo e ainda ouvir piadas e causos deliciosos.

Baseado na autobiografia Born to Run, Springsteen on Broadway será lançado dia 14 de dezembro — um dia antes do 236º e último show — e ainda vai ganhar o registro em vídeo, através da Netflix (também em dezembro, nos EUA).

Aguardemos notícias sobre algum lançamento no Brasil.

Clique na imagem e peça a sua cópia

2CD set

DISC 1
1. Growin’ Up (Introduction)
2. Growin’ Up
3. My Hometown (Introduction)
4. My Hometown
5. My Father’s House (Introduction)
6. My Father’s House
7. The Wish (Introduction)
8. The Wish
9. Thunder Road (Introduction)
10. Thunder Road
11. The Promised Land (Introduction)
12. The Promised Land

DISC 2
1. Born In the U.S.A. (Introduction)
2. Born In the U.S.A.
3. Tenth Avenue Freeze-Out (Introduction)
4. Tenth Avenue Freeze-Out
5. Tougher Than the Rest (Introduction)
6. Tougher Than the Rest
7. Brilliant Disguise (Introduction)
8. Brilliant Disguise
9. Long Time Comin’ (Introduction)
10. Long Time Comin’
11. The Ghost of Tom Joad (Introduction)
12. The Ghost of Tom Joad
13. The Rising
14. Dancing In the Dark (Introduction)
15. Dancing In the Dark
16. Land of Hope and Dreams
17. Born To Run (Introduction)
18. Born To Run

Netflix UK ‘rebrands’ para o lançamento de ‘Outlaw King’

A popular conta do Twitter foi renomeada de Netflix UK para  Netflix Scotland  (ps. assista Outlaw King)  para promover filme

Finalmente chegou o dia! Outlaw King, a grande aposta dos originais Netflix este ano, está disponível para todo o mundo no serviço de streaming. Para comemorar, a conta do Twitter da empresa no Reino Unido mudou até de nome.

E, claro, o social media está se divertindo horrores:

A Escócia como protagonista

OUTLAW-KING-frasesdavida

De Seacliff Beach, em East Lothian, até a Talisker Bay, na Ilha de Skye, o filme foi rodado em locais incríveis em toda a Escócia. Pode não ter um verdadeiro escocês no papel titular, mas os landscapes do país são o verdadeiro protagonista do longa.

A primeira versão de Outlaw King foi exibida durante o Toronto International Film Festival, no início deste semestre. Como a reação do público foi fria, o diretor David MacKenzie fez uma reedição. Versão que foi exibida em meados de outubro em
Edinburgh, com pré-estreia de gala.

Airfarewatchdog

Outlaw King será exibido em salas de cinemas nas grandes cidades escocesas — Edinburgh, Glasgow e Inverness. O longa, estima-se, valeu pelo menos 17,5 milhões de libras para a economia. MacKenzie disse ao The Scotsman, em uma entrevista anterior:

“Braveheart fez um desserviço a Robert [The Bruce]. Retratou-o como uma pessoa molhada e muito desagradável. Achei que havia um buraco na história do cinema daquele período em que queríamos entrar.”

De acordo com a VisitScotland — que oferece visitas  guiadas a alguns das locações — o filme usou 45 locais escoceses diferentes em sua produção.

Algumas cenas foram filmadas em Northumberland — que teria ficado sob o domínio da Escócia nos dias de glória de Robert the Bruce.

Locais para visitar (um dia)

Aqui estão alguns dos melhores locais que serviram de set para o filme que você pode visitar quando decidir conhecer a Escócia.

Craigmillar Castle
 As ruínas do castelo medieval de Edimburgo parecem ter sido usadas para uma cena de batalha no filme, com fotógrafos de olhos
ágeis observando Chris Pine e James Cosmo vestindo roupas de batalha na área, bem como vários extras disparando flechas flamejantes em setembro de 2017.

O castelo não existia durante a época de Robert the Bruce, mas os produtores ignoraram um pouco da imprecisão histórica
para um impressionante local de filmagem.

Dunfermline Abbey
A Abadia de Dunfermline — agora o lugar de descanso final real de Robert the Bruce depois que ele foi enterrado lá, em 1329 — foi parcialmente fechado em setembro de 2017 para as filmagens de Outlaw King.

Linlithgow Palace  e St. Michael’s Parish Church 
O palácio localizado em West Lothian será familiar para os telespectadores da TV e dos filmes
escoceses como o local usado para servir
como prisão de Wentworth em Outlander.

Foi fechado no fim de agosto passado para
filmar, e a igreja paroquial próxima também
foi fechada.

Glasgow Cathedral
A armadura e os cavalos medievais foram trazidos para o prédio de 800 anos no ano passado, enquanto a equipe filmava cenas para o drama histórico, com Chris Pine sendo visto no set várias vezes.

Mugdock CastleA equipe de produção por trás do filme Netflix chegou a construir uma vila medieval em torno do histórico castelo escocês, construindo seis barracas medievais à frente das cenas de Chris Pine em novembro de 2017. Os planos para a vila também incluíram um estábulo temporário para 50 cavalos usados durante uma sequência de filmes no campo de batalha.

Inverbeg
Fotógrafos rápidos conseguiram tirar fotos de membros do elenco apertando garrafas de água quente enquanto filmavam cenas nas
margens do Loch Lomond no ano passado.

University of Glasgow Você pode não ter acesso aos icônicos cloisters da Universidade de Glasgow, a menos que você seja um estudante lá, mas é
interessante ver como eles foram transformados em um grande salão de banquetes, fazendo um banquete digno de um rei.

Blackness Castle
As filmagens que ocorreram no Blackness Castle no final de novembro passado podem ter sido as mais árduas do lote, já que as
temperaturas despencaram abaixo de zero durante um frio. Um extra foi suspenso em uma gaiola de ferro do lado de fora do
prédio, expondo-a aos elementos enquanto algumas tomadas eram feitas para obter certas cenas bem na margem sul do Firth of Forth.

Berwick-upon-TweedA cidade de Northumberland pode não estar na Escócia agora, mas durante a vida de Robert, o Bruce, foi.

Berwick Quayside foi transformado no porto de Glasgow, enquanto a ponte velha foi transformada em London Bridge para as filmagens.

Doune Castle
Não é estranho para a tela, Doune Castle é escolhido novamente como um local para Outlaw King, e torna-se o castelo e a igreja
de Douglas no filme. Fique atento para uma foto brilhante do castelo em chamas!

Biquini Cavadão faz releituras de canções de Herbert Vianna

Projeto Ilustre Guerreiro recria oito canções dos Paralamas do Sucesso

A admiração e camaradagem entre as bandas do rock nacional não é segredo. Porém, são poucas as bandas que tomam a iniciativa de homenagear outros grupos. O Biquini Cavadão está, desde meados do mês passado, fazendo isso com a obra de Herbert Viana e Os Paralamas do Sucesso.

Toda sexta-feira o Biquini lança uma canção nas plataformas de streaming. Serão oito canções — Cuide Bem de Seu Amor, Ska, Só pra te Mostrar e Vital e Sua Moto, só para citar algumas e deixar o suspense em alta.

O projeto vai até o dia 30 de novembro, data da divulgação da última canção na internet.

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

As empresas aéreas e as novas ‘Classes Econômicas’

Enquanto no Brasil aparecem as ‘Econômicas Premium’, lá fora a tendência são as ‘Econômicas Básicas

Uma das principais (e justas) reclamações dos viajantes brasileiros é em relação ao preço das passagens aéreas e a qualidade dos serviços prestados.

Enquanto no Brasil as empresas criam Classes Econômicas Premium para tentar compensar o aperto e a ausência de um simples amendoim ou barrinha de cereais, lá fora — principalmente nos Estados Unidos — as grandes companhias tentam combater os preços das empresas low-cost criando as Classes Econômicas Básicas.

Mas o que são as ‘econômicas básicas’?

Econômica básica é a denominação que algumas empresas — Delta e American, para citar alguns exemplos — utilizam para as passagens que praticamente não dão direito a nada (muitas vezes nem mesmo bagagem de mão). Há outros nomes como Eco Promo ou Light, mas a premissa é a mesma.

A ideia por trás dessas tarifas é rivalizar com os preços das empresas low-cost e ultra-low-cost, que, por lá, realmente cobram preços bem abaixo das companhias normais. Empresas que se encaixam na categoria ultra-low-cost (Allegiant, Frontier e Spirit, por exemplo) não chamam suas econômicas de Basic Economy. Afinal, isso seria um pleonasmo.

Sendo assim, fica claro que essas novas classes não possuem uma cabine especial. Elas se situam na mesma boa cabine onde os passageiros das classes econômicas normais se espremem.
Nada de barrinha de cereais

Nessas tarifas o passageiro geralmente não tem o direito de levar bagagem despachada, escolher o assento — o que não chega a ser um inconveniente em viagens curtas, mas que pode ser um empecilho para famílias em viagens mais longas — e não ganha nem uma barrinha de cerais sem ter que pagar.

Ah, em algumas empresas o assento nem mesmo reclina!

A vantagem é que as tarifas normalmente compensam, caso você esteja indo fazer um bate e volta, principalmente.

Mas vale destacar que na maioria das vezes não é possível fazer upgrade (nem mesmo pagando) e não há possibilidade de reembolso da passagem em (quase) nenhuma circunstância.

Portanto, nada de atrasos ou no shows.

Low-costs são confiáveis?

Assentos não reclináveis da Spirit

Essa é outra pergunta muito comum entre os brasileiros, já que não estão acostumados com empresas cobrando barato por qualquer tipo e voo. A resposta é simples: sim!

As razões para os preços serem mais baratos são muitas, mas a segurança e pontualidade dos voos é acima da média.

Essas empresas usam aeroportos secundários e suas partidas têm horários (muitas vezes) pouco convencionais e o uso de papel é mínimo.

Também não é incomum o funcionário que faz o check-in ser o comissário de bordo.

Na Europa, por conta das distâncias menores, utilizar o serviço dessas empresas pode ser muito interessante do ponto de vista econômico.

Dependendo da época do ano e da antecedência da compra da passagem, é possível ir de Londres para Edimburgo por meras £6!

Letrinhas pequenas

Como já citei, há várias restrições contidas nas tarifas chamadas básicas. É preciso ler com muito cuidado as letrinhas pequenas onde estão detalhadas as características de cada bilhete. Pode ser que o preço não compense.

Veja também em quais aeroportos a empresa atua. O custo do deslocamento pode ser até maior que o do voo.

Outro ponto importante é o acúmulo de milhas. Em alguns voos o acúmulo é normal, mas pode ter milhas reduzidas ou até mesmo não acumular milhas.

Caso queira despachar alguma bagagem, a tarifa média cobrada é de US$ 30.

Fora de alinhamento

Há empresas que não oferecem esse tipo de bilhete básico. Entre elas estão Avianca, Caribbean Airlines, e a Copa estão nessa categoria de dissidentes. Fique atento.

Dicas importantes

• Leve pouca bagagem. Tente ser o mais leve possível;

• Se for preciso levar alguma bagagem para despachar, procure fazer isso na hora da compra da passagem. Normalmente as tarifas são mais baratas.;

• Leve seus próprios salgadinhos ou lanches. Não há restrições;

• Leve seu game/laptop ou smartphone. Não é comum ter nenhum tipo de entretenimento nos voos;

• Faça uma pesquisa de preços e dos aeroportos utilizados antes de fazer a sua reserva.

Algumas características das principais ‘Econômicas Básicas’ (EUA/Canadá/México)

Aeromexico (Basic)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop), desde que os dois itens (combinados) não ultrapassem os 10 kg. Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas em quantidade reduzida.

Air Canada (Economy Basic)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso, mas é bom checar. Não acumula milhas.

American Airlines (Basic Economy)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso, mas é bom checar. São creditadas apenas 50% das milhas.


Delta (Basic Economy)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop) e a escolha de acentos na hora do check-in. Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso da bagagem de mão e item pessoal, mas é bom checar. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

United Airlines (Basic Economy)

Não permite bagagem de mão. Apenas um item pessoal que não ultrapasse as medidas 22cm x 25,4cm x 43cm. Oferece refrigerantes e snacks. Algumas milhas são creditadas.

Allegiant (Economy)

Não permite bagagem de mão. Apenas um item pessoal que não ultrapasse as medidas 17cm x 38cm x 40cm.

Cobra por todas as bebidas e salgadinhos. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Air Transat (Eco promo ou Eco)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Não indica limite de peso da bagagem de mão e item pessoal, mas é bom checar.

Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Frontier (Standard Fare)

Permite um item pessoal desde que não ultrapasse as medidas 20cm x 35cm x 45,7cm.

Cobra por todas as bebidas e salgadinhos. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Interjet (Light)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop), desde que os dois itens (combinados) não ultrapassem os 10 kg. Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas em quantidade reduzida.

Europa

As principais empresas low-cost da Europa são:

Ryanair, Eurowings e EasyJet. Já usei os serviços das três e não me arrependi.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

Dicas de Viagem V: Tipos de tomadas pelo mundo

Dicas de Viagem VI: Não se aperte com comida

Dicas de Viagem VII:  Vinho quente nos jardins de Paris

Dica de Viagem VIII: comer e beber bem em Veneza

Leia outros posts sobre viagens

Biografia dos Beatles completa 50 anos

Às vésperas do relançamento da versão comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, A Vida dos Beatles, única biografia autorizada dos Beatles, continua uma leitura obrigatória

Os Beatles se separaram oficialmente em 1970. Portanto, é impressionante o efeito que a música e a atitude da banda ainda têm sobre a nossa sociedade.

Vários ótimos (e vários péssimos) livros já foram escritos sobre o grupo, mas um deles continua imprescindível.

The Beatles — que no Brasil teve a sua primeira edição publicada com o título A Vida dos Beatles — é a única biografia autorizada pela banda e a única na qual o autor realmente conviveu com a banda durante sua carreira, presenciando fatos reais e não apenas através de depoimentos de terceiros.

Um pouco de história

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Hunter Davies — hoje um respeitado senhor de 82 anos (que se recupera de uma cirurgia para a colocação de três pontes de safena) e autor de uma série de livros sobre turismo, esportes e, claro, Beatles — era um jovem jornalista trabalhando no Sunday Times, quando recebeu o sinal verde de Brian Epstein para escrever a biografia da maior banda de todos os tempos.

Isso, depois de ter sugerido a Paul McCartney a ideia do livro, em 1966, bem no meio da revolução psicodélica e do início das gravações de Sgt. Pepper’s, mas o OK final aconteceu apenas em 25 de janeiro de 1967, quando Penny Lane e Strawberry Fields Forever já estavam finalizadas.

— Eles sabiam que Pepper seria algo diferente e grande. Paul estava definitivamente no comando. Nesta época, John estava ficando entediado com os Beatles e se tornando preguiçoso — me disse Davies.

Lançado em 30 de setembro, o livro se tornou a única biografia da banda por conta de uma cláusula (sugerida por Brian Epstein) que garantia que nenhum outro escritor teria acesso aos Fab Four por dois anos. Como eles se separaram em 1970…

Fool on the Hill

Dentre as grandes histórias do livro está o dia no qual John falou para Paul gravar uma demo daquela música do cara da montanha e Paul respondeu que não iria esquecer dela. No fim, Fool on the Hill se tornou uma das canções mais conhecidas dos Beatles.

— Passei muitas tardes com eles no estúdio enquanto gravavam Sgt. Pepper’s e também em suas casas, observando Paul e John dando vida as canções. Infelizmente, eu nunca gravei nenhum desses momentos. Escrevi tudo em 30 pequenos cadernos de anotação e, hoje, nem consigo entender minha letra — revelou Davies.

Getting Better

Outro momento que causa inveja aos admiradores da música dos Beatles é a descrição da criação de Getting Better, até hoje uma das histórias citadas por Paul McCartney.

— Eu estava lá desde o início da composição. Eu caminhava com Paul quando ele teve a ideia pela primeira vez. Também estava em Cavendish Avenue (casa de Paul McCartney) quando ele e John escolhiam palavras e rimas para a canção — lembrou o escritor.

Álbum Branco

— Eu fui com eles para a Índia quando eles foram encontrar o Maharishi. As esposas e os rodies foram deixados para trás e eu viajei em um vagão com eles, Mick Jagger e Marianne Faithfull. Foi lá que compuseram a maior parte das canções do Álbum Branco — relembrou.

O disco que agora completa 50 anos é, de muitas maneiras, o ponto de ruptura da banda, principalmente pela presença de uma certa japonesa.

— Eu conheci Yoko antes do John. Um dia (em 1967) ela me ligou dizendo que estava fazendo um filme e se eu toparia participar. O problema é que era um filme sobre bundas nuas. Então, eu inventei uma desculpa e declinei do convite — confessou o jornalista.

Na casa de Hunter Davies (outubro/2013). Foto: Jo Nunes

E, apesar da camaradagem que Giles Martin diz ter encontrado nas fitas que ouviu para produzir a versão comemorativa do Álbum Branco, que sai no próximo dia 9, essa não é a lembrança de Hunter Davies.

— Em 68, o único que parecia ainda estar gostando de ser um beatle era Paul. Ele morava em uma casa perto de Abbey Road enquanto John e Ringo viviam bem mais afastados (em Weybridge) e George em Esher, não muito longe deles —relembrou.

Isso pode explicar tudo o que aconteceu depois e que culminou na separação do grupo.

Rebatendo John Lennon e George Harrison

Na sua famosa entrevista para a revista Rolling Stone (em 1970) John se referiu ao livro de Davies como bullshit (merda).

— Eu liguei para John em 1971, logo depois que a entrevista foi publicada, e ele me disse rindo: “Você me conhece, eu falo as coisas que me vêm à cabeça. Hunt”. Nem Paul ou Ringo tiveram objeções ao livro, embora George tenha ficado contrariado por eu não ter escrito mais sobre suas opiniões sobre o hinduísmo e crenças espirituais, coisas que achei que não se encaixavam no livro — revelou.

Outros livros

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 Hunter Davies é reconhecido hoje pela biografia dos Beatles, mas sua ligação com a banda vai além. Ele escreveu (e ainda escreve) vários outros títulos com relação ao grupo. Dois deles são especialmente relevantes e especiais.

As Letras dos Beatles é o livro onde Davies revela ao mundo uma série de manuscritos com versões (muitas originais) de letras de canções dos Beatles, algumas escritas em guardanapos e até mesmo no verso de cartões de aniversário. São imagens reveladoras.

O outro tem o título de As Cartas de John Lennon (The John Lennon Letters, no original), onde revela uma série de recados, cartas e cartões postais escritos por Lennon para assistentes, amigos e fãs.

Brasileiros em alta

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Em Lennon Letters o Brasil ganha destaque especial em dois momentos distintos. Um quando Davies mostra algumas raridades de Lizzie Bravo — a brasileira que gravou os backing vocals da canção Across the Universe — e quando conta a história de um certo fã carioca para o qual Lennon escreveu três cartões postais entre novembro de 1979 e janeiro de 1980.

Vale conferir.

Portanto, se algum fã dos Beatles ainda não leu a biografia autorizada, acredite, ela ainda é leitura obrigatória, mesmo que existam outros títulos mais completos sobre o fenômeno que até hoje influencia o mundo.

Bilheteria EUA: Bohemian Rhapsody,  O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, Nobody’s Fool, Nasce uma Estrela, Halloween

Como era de se esperar.

UFW

Bohemian Rhapsody, cinebiografia do Queen, estreia liderando com vantagem na bilheteria dos EUA

rhapsody.jpgBohemian Rhapsody


Como era de se esperar, Bohemian Rhapsody, a cinebiografia do Queen, estreou liderando o ranking de arrecadação da bilheteria norte-americana. O longa arrecadou US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana.

Vale lembrar que os números são superiores ao esperado – durante a semana, era especulado que o filme estrelado por Rami Malek somasse cerca de US$ 35 milhões. A abertura com larga vantagem em relação ao segundo filme do ranking fez com que Bohemian Rhapsody se tornasse a segunda melhor estreia de uma cinebiografia musical nos Estados Unidos, perdendo apenas para Straight Outta Compton, de 2015, que abocanhou US$ 60 milhões.

O segundo colocado também é um estreante: O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, a nova fantasia dos Estúdios Disney, arrecadou US$ 20 milhões. Fechando o pódio só com estreia…

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The Beatles – Glass Onion – o vídeo

Falta apenas uma semana para o lançamento oficial da versão comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, dos Beatles.

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Para dar mais um gostinho do que vem por aí, a Apple (dos Beatles) divulgou um vídeo da canção Glass Onion.

 

Ilações inúteis, reflexões sobre o nada e coisas mais sérias

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