Publicado por: Fernando de Oliveira | 19/06/2018

Paul McCartney lança single e anuncia novo álbum

Disco, ainda sem título confirmado, será lançado na primavera

O ex-beatle Paul McCartney é mais um dos dinossauros do rock que apesar de todas as loucuras dos anos 60 e 70 parecem estar em forma e sem indícios de que vão diminuir o ritmo produtivo. Aos 76 anos, Paul, que faz turnês todos os anos, quase sempre incluindo o Brasil no roteiro, acaba de lançar um novo single com dois lados A (‘I Don’t Know‘ e ‘Come On To Me’) e um novo disco, ainda sem título confirmado, mas que parece que vai se chamar Egypt Station.

O novo trabalho vem na sequência de New (2013) e pode contar com uma música gravada no e sobre o Brasil.

Será?

Publicado por: Fernando de Oliveira | 18/06/2018

Erasmo Carlos continua acreditando no amor

…amor é isso, novo álbum do Tremendão, traz parcerias com Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Tim Maia!

Quem disse que rockeiro não pode ser romântico? Erasmo Carlos é a prova viva de que rock e amor combinam. Responsável por grande parte das mais conhecidas canções de amor do país (compostas em parceria com o amigo Roberto Carlos) e depois de três discos de estúdio voltados mais para as guitarras, mas sem perder a gentileza – Rock n’ Roll (2007), Sexo (2011) e Gigante Gentil (2014) – o Tremendão vira o jogo e lança …amor é isso, baseado em e-mails com poesias que escreveu para a mulher, Fernanda Passos, durante os oito anos de namoro do casal.

O resultado, além das composições solo de Erasmo, é uma coleção de ótimas parcerias – Marisa Monte, Dadi, Samuel Rosa, Adriana Calcanhoto, Arnaldo Antunes, Emicida e Tim Maia – e presentes de amigos como Marcelo Camelo e Nando Reis, formando um repertório de altíssima qualidade, que fala sobre todas as faces do mais intenso dos sentimentos e passeia por vários estilos, não ficando preso apenas as baladas.

Paixão e inocência

Já na primeira canção – Convite para nascer de novo (Erasmo Carlos / Marisa Monte / Dadi), o ouvinte é levado a deixar a tristeza de lado e abraçar a oportunidade de uma nova paixão.

Houve um tempo em que eu chorava quase todo dia / Dando linha a uma vida extremamente chata / Com a vontade disponível de não existir… / Houve um tempo em que eu morava com minha tristeza / Era amigo e confidente das manhãs sem sol / Prisioneiro de mim mesmo, sem poder fugir… // De repente, o infinito de uma coisa boa / Começou devagarinho a orbitar em mim / Como num conto de fadas dos Irmãos Grimm… / Era um universo puro de uma pessoa / Que me viu um mundo morto portador de vida / Como um beija-flor perdido no próprio jardim… //

Mas se as letras dão o norte do disco, o instrumental também merece destaque. O baixo de Dadi, os violões e guitarras de Luiz Lopes, e os backings de Pedro Dias e Luiz Lopes, dão peso e unidade ao material pinçado por Erasmo. A faixa-título é um ótimo exemplo disso, com um arranjo delicado onde se destacam os violões e a ótima melodia.

Uma alegria de luz, o orgasmo da arte / Um sonho, uma ardência na alma / Uma dor, uma sorte / Mais que uma oferta egoísta e possessiva / Uma canção de ninar em carne viva… // Um universo inteiro de prazer no céu / A ressonância da paz no coração do seio / Nobre ilusão do horizonte da febre sem fim / E o som da banda avisando que o show é assim…

Sempre moderno

O romantismo não pode ser considerado uma novidade na carreira de Erasmo e mesmo assim ele ainda consegue encontrar formas de se manter novo e atualizado. Uma das surpresas do disco é a sua parceria com Emicida, que também faz uma participação vocal em Termos e Condições, faixa que fala sobre tecnologia e que é um dos destaques do disco. Até mesmo as semelhanças com trabalhos anteriores (Carlos Erasmo e A Banda dos Contentes) soam atuais e trazem um frescor reconhecível ao novo trabalho.

Erasmo pensou mesmo em tudo. O CD está sendo vendido (no site da Som Livre) com um lápis para que as pessoas possam expressar sua própria opinião sobre o que é o amor, já que o sentimento tem significados diferentes para cada alma.

Homenagem ao amigo

Se o sexo já foi tema de um disco recente, o amor expressado nas faixas de …amor é isso é daqueles que todos deveríamos querer viver: intenso, traidor, romântico, idealista e sem fim. Mesmo as canções onde o sentimento veio por conta de uma amizade – como a versão que Erasmo fez para a canção New Love, do companheiro de infância Tim Maia – têm um saboroso toque de inocência.

Eu amei / Todo o amor / Que eu tinha pra amar / O que eu não sabia / É que ela não me amava… / Eu chorei / Toda a dor / Que eu tinha pra chorar / E o pranto que eu chorava / Não fez ela voltar… / Foi então / Que a vida entre o cinza e o azul / Me mostrou / A beleza do mundo em você / Me pergunto / Se eu tenho alguma chance / De contar com seu amor nesse romance… / Ôôô love / Meu novo love / Foi tão bom achar você…

Muitos altos

Toda a unanimidade é burra, já diria Nelson Rodrigues, e dizer que …amor é isso é um trabalho perfeito seria muita pretensão, mas os altos são tantos que mesmo os mais exigentes vão se dobrar a qualidade das (12) canções e da produção (Pupillo). Convite para nascer de novo, Novo sentido, Novo Love e Parece que foi hoje, fazem os 50 minutos do álbum passarem muito mais rápido do que o normal, como num jogo de futebol bem jogado, que sempre passa mais rápido do que uma pelada.

Erasmo Carlos continua produzindo em um ritmo e com uma qualidade que impressionam, principalmente se compararmos com a preguiça do seu velho parceiro. Com …amar é isso, Erasmo deixa a estrada livre para mais canções e álbuns.

Graças a Deus!

Cotação: ****


Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

Publicado por: Fernando de Oliveira | 18/06/2018

Dicas da Copa: Rússia 2018 é o mundial dos apps

Mais que em qualquer outro Mundial, a Copa do Mundo da Rússia vai ser o evento dos apps. Estudos indicam que 4 bilhões de pessoas estarão ligadas na Copa. Anunciantes e marcas (grandes e pequenas) se preparam para batalhas tão intensas quanto as que serão travadas nos gramados. Hoje, há mais de um milhão de smartphones em todo o mundo em comparação com a Copa do Mundo de 2014.

Mais smartphones que PCs

Outra diferença em relação à Copa de 2014 é que 72% do conteúdo relacionado à Copa do Brasil em 2014 foi acessado a partir de computadores. Na Rússia, mais de metade do conteúdo será visto a partir de telefones móveis.

Além dos aplicativos oficiais da Fifa, os apps de notícias esportivas, informações dos jogos em tempo real, mídia social, entrega de comida, transporte, apostas, streaming ao vivo e pagamentos vão ser utilizados pela maioria dos fãs, na Rússia ou não. A lista é gigantesca e fazer qualquer lista de aplicativos é uma ideia que não parece fazer sentido.

Coca-Cola e Itaú são as marcas mais lembradas

Enquanto os apps servem para facilitar a vida dos torcedores e solidificar a presença de algumas marcas, a propaganda tradicional continua sendo uma força imbatível. Em relação à Copa, 78% dos brasileiros lembram de alguma marca, com Coca-Cola e Itaú na liderança, seguidos por Vivo, McDonald´s e Guaraná Antarctica.

O que isso significa? Que o mundo está conectado, que a tecnologia é importante, mas que o tradicional ainda é o foco principal das grandes marcas.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 15/06/2018

Eduardo Dussek esbanja humor e ritmo – Niterói – 13/6/18

Cantor encantou a plateia no Teatro da UFF

O Tao de Dussek é PH*dd*! O ator/compositor/cantor entrega sempre um caminhão de alegria para suas plateias e não foi diferente na última quarta-feira (13), na sua apresentação no Show das 4, projeto que leva grandes nomes ao Teatro da UFF, em Niterói, sempre às 16h.

Comemorando 40 anos de carreira (completados ano passado) e com uma carreira musical que abrange vários ritmos e tendências – nada de sertanejo ou pagode, deixo claro -, Eduardo Dussek continua em forma musicalmente e no humor afiado, mesmo lutando há mais de uma década contra o mal de Parkinson.

 

Fazendo um show sem roteiro e escolhendo as canções de acordo com o seu humor (e o do público), Dussek ainda é uma usina de força. Para o pessoal mais jovem, ele desfila marchinhas e sucessos autorais que muitos nem devem conhecer ou saber que são de sua autoria – Seu tipo (gravada por Ney Matogrosso), por exemplo. Para os mais velhos, recorda pérolas como Nostradamus, Cabelos Negros e Barrados no Baile.

A comemoração segue dia 20 com uma apresentação no Teatro Riachuelo, no centro do Rio, que vai contar com a participação especial de Silvia Machete.

Fotos e vídeo: Jo Nunes

Copa começou e ainda tem muita gente viajando

Parece óbvio que a venda de passagens aéreas para o país sede cresça. Porém, saber que as vendas de passagens aéreas para a Rússia subiram seis vezes, impressiona. Mais ainda se levarmos em conta que sempre há gente que decide em cima da hora, de acordo com o desempenho da seleção.

Segundo levantamento do site ViajaNet, quase metade dos bilhetes para Moscou foi comprada em março deste ano. A quantidade de bilhetes vendidos para os dias de torneio é 520% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior

Pelo jeito, o brasileiro aprendeu a planejar.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 14/06/2018

Dica para a Copa: Transiberiana: uma viagem de trem pelo mundo soviético

O título é longo – Transiberiana: uma viagem de trem pelo mundo soviético (e por outros países que não me deixaram entrar) -, mas a leitura é boa para quem já está na Rússia, ainda vai viajar ou vai ficar acompanhando a Copa por aqui mesmo.

O livro narra as aventuras de Zizo Asnis – escritor gaúcho de guias de viagem – que visitou vários países da ex-União Soviética, como a Bielorrússia e seguindo por Moldávia, Ucrânia e, Rússia, além de Mongólia e China.

O texto é leve, bem-humorado e vai ser uma boa companhia para os intervalos entre os jogos.

Alguns trechos do livro


Chernobyl

“Entrar nesses locais é a parte mais chocante da visita. Não tem como não se comover. Diferentemente de um museu, onde se tem acesso a informações, fotos, documentos, aqui não há nada escrito, fotografado, documentado, mas há evidência de vidas – vidas vividas e bruscamente interrompidas, como raramente se pode testemunhar.”

Cazaquistão

“E o que eu sabia do Cazaquistão? Fazia parte da União Soviética. Tinha montanhas. Tinha uns prédios modernos meio bizarros. E tinha Borat, o segundo melhor jornalista do glorioso país Cazaquistão! Enfim, um destino perfeito, ainda mais estando a poucas horas da fronteira. Só havia um possível problema: eu não tinha o visto. Não há consulado do país no Brasil, e não havia tempo hábil para solicitar em nenhum local durante esta viagem. Entretanto, eu vislumbrava duas chances: conseguir o visto na fronteira, eventualmente pagando uma taxa de ágio (e espero que ágio não seja eufemismo para propina) ou eu ser dispensado do visto. No site do Governo do Cazaquistão, informava sobre a necessidade de brasileiros portarem o visto, mas havia uma informação secundária, numa página mais escondida, que dispensava o visto de brasileiros (acho que a isenção era para diplomatas, mas não estava claro). Mesmo que aquilo tenha me parecido um erro, resolvi arriscar. E mais: constatei que argentinos não precisavam de visto para o Cazaquistão. Como assim? Por que cidadãos da Argentina não precisam e os do Brasil, sim? Considerei aquilo um ultraje diplomático que eu não iria aceitar, e assim, munido de todos os motivos do mundo, eu estava a caminho do território cazaque – sem visto”.

Transiberiana: uma viagem de trem pelo mundo soviético (e por outros países que não me deixaram entrar)

Preço – R$ 39,90
Páginas – 192
Compra através do link

Publicado por: Fernando de Oliveira | 13/06/2018

Dica para a Copa: pedir cerveja pelo Facebook

Brahma cria bot para torcedor pedir cerveja em casa durante Copa do Mundo pelo Facebook

A tecnologia é boa quando facilita a nossa vida e a Ambev parece ter feito um gol de placa. Tá, a expressão é batida, mas irresistível. A empresa pegou a Brahma, um de seus rótulos mais valiosos, e bolou uma maneira de não deixar ninguém sem cerveja. Em parceria com o Zé Delivery, vai ser possível comprar e receber a bebida com a ajuda de um bot.

A coisa funciona da seguinte forma: o consumidor vai até o perfil da Brahma no Facebook e fala com o bot colocando o símbolo da mãozinha com o Nº1. Nesse momento o bot leva o consumidor para o site do Zé Delivery, onde vai escolher o pack que quiser receber.

A ferramenta estará disponível até o final da Copa do Mundo, para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Os preços? Bem, os packs são promocionais e, portanto, tem preços que não podem ser comparados com os vendidos nos supermercados, mas não são absurdamente caros.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 13/06/2018

Na véspera da Copa, venda de camisas ainda não esquentou no Rio

Saara ainda “calma” na véspera da Copa

Brasil, futebol, carnaval. Tudo parece combinar, mas a crise econômica e o trauma do 7×1 parecem estar freando o ânimo do carioca. Na véspera da abertura da Copa, um passeio pelo Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), o maior shopping a céu aberto do Rio de Janeiro, mostrava uma estranha calmaria.

– O movimento ainda não esquentou, mas acho que se o Brasil for bem no primeiro jogo as pessoas vão se animar. Temos mercadoria para todos os bolsos e gostos – diz o gerente de uma das várias lojas com produtos sobre a Copa, que afirmou estar otimista com as vendas, mas preferiu não se identificar.

E, realmente, o que não faltam são opções para quem quer se vestir para a Copa. São muitos modelos, estampas, tamanhos e opções de personalização. Há até camisas comunitárias, para aqueles amigos seis que querem ficar juntos na mesma vestimenta, cada um com uma letra da palavra Brasil. Os preços também são democráticos. Há camisas entre R$ 6 até acima dos R$ 120.

– Vim comprar roupas para toda a família. Quero aproveitar que ainda não há muito tumulto e dá para escolher com calma – disse a aposentada Maria Aparecida, que saiu do Méier para fazer suas compras no centro da cidade.

O Brasil faz a sua partida de estreia no domingo (17), contra a Suíça, e vamos conferir se o Espírito da Copa vai se traduzir em vendas. O Rio de Janeiro, o Brasil e a autoestima do carioca precisam muito de um up.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 12/06/2018

Dropbox será integrado ao Google Docs e Gmail em breve

Armazenamento cada vez mais global.

Information Security

Por Jessica Pinheiro

Depois de oferecer o serviço de armazenamento sincronizado na nuvem para as massas, posicionando-se como uma concorrente imediata do Google Docs e o Google Drive; o Dropbox firmou uma parceria com o Microsoft Office, o que lhe forneceu recursos poderosos para a criação de documentos e colaboração. Partindo para uma evolução natural disso, eis que a companhia surpreendeu ao anunciar na quinta-feira (1) que trabalhará em conjunto com a Google a partir de então.

A nova parceria permitirá que o Dropbox se conecte com o Google G Suite, oferecendo assim aos usuários a possibilidade de criar arquivos do Google Docs, Sheets e Slides diretamente pela plataforma de armazenamento.

Como deverá funcionar a parceria?

Ainda não se sabe exatamente como isso funcionará, já que mais detalhes não foram fornecidos até então. Mas é provável que a parceria com a Google não seja muito diferente da união feita com a Microsoft…

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Publicado por: Fernando de Oliveira | 09/06/2018

Rio das Ostras Jazz & Blues Festival divulga nova programação

Festival acontece entre os dias 15 a 17 de junho

Depois de precisar ser adiado por conta da greve dos caminhoneiros, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, que será realizado entre 15 e 17 de junho, divulga as novas datas dos shows.

Sexta-Feira (15)

Palco Costa Azul
Orquestra de Sopros de Rio das Ostras
Big Gilson Blues Band
Amaro Freitas
Stanley Jordan Trio e Armadinho (USA)
Igor Prado e Just & Groove Band

Sábado (16)

Palco São Pedro
Laranjeletric

Palco Iriry
Lorenzo Thompson (USA) & Bruno Marques Band
Kynnie Williams

Rosa Marya Colin é um dos destaques do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival

Palco Costa Azul
Delicatessen
Rosa Marya Colin
Banda Black Rio
Marlon Sette e Banda (Jazz/funk/Soul)
Lorenzo Thompson (USA) & Bruno Marques Band

Domingo (17)

Palco São Pedro
Eduardo Ponti Guitar Jazz

Palco Iriry
Azimuthi e Léo Gandelman
Brasil X Suíça (Telão –15h)
Igor Prado e Just & Groove Band

Os shows acontecem em palcos localizados na Praça São Pedro (11h15), Lagoa de Iriry (14h30) e Costazul (20h). No último dia do festival o público poderá assistir a estreia do Brasil em um telão que será instalado na Lagoa de Iriry.

A vida imitando ela mesma!

Information Security

GUSTAVO GUSMÃO

Três clientes norte-americanos da Amazon foram condenados a penas entre 2 e 6 anos de prisão por um fraudarem a política de devoluções da loja virtual nos EUA. O trio lucrou 1,2 milhão de dólares dizendo à empresa que suas compras eram extraviadas ou que os produtos chegavam comprados com defeito. Seguindo sua política, o e-commerce, então, enviava a eles um item novo no lugar, sem custo. As informações vêm do site ZDNet.

Quem liderava a fraude era o casal Eran e Leah Finan, ambos de 38 anos. Durante dois anos, a dupla usou identidades falsas para adquirir cerca de 2.700 produtos eletrônicos na Amazon, em uma lista que incluía videogames, notebooks, tablets, smartwatches, câmeras e mais. Depois de receberem cada item, os dois encaminhavam uma reclamação à Amazon, sempre dizendo que havia um problema nos dispositivos ou na entrega.

Novos produtos eram, então, enviados pela loja…

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Publicado por: Fernando de Oliveira | 08/06/2018

Depois de Hendrix, o U2 se rende aos Monkees

Críticos musicais e muitos fãs de rock costumam ter atitudes pouco respeitosas por artistas que não eram puramente artistas. Provavelmente o maior exemplo disso são os Monkees, um grupo de atores/músicos contratados para estrelar uma série de TV sobre um grupo pop e que acabaram se tornando uma banda de verdade.

É verdade que, no início da carreira, Davy Jones (voz e percussão), Micky Dolenz (voz e bateria), Peter Tork (baixo, teclado e voz) e Mike Nesmith (voz e guitarra), não compunham ou tocavam nos discos (apenas cantavam), mas com canções escritas por nomes como Carole King, Harry Nilson, David GatesNeil SedakaNeil DiamondJerry Leiber e Mike Stoller, além do impulso de um ótimo programa na TV, não é de se admirar que seus singles e LPs fossem para o topo das paradas.

O que muita gente parece esquecer é que os rapazes eram talentosos (a voz de Micky Dolenz é um exemplo) e que eles nunca representaram ser o que não eram. Na verdade, quando decidiram que queriam mesmo ser uma banda, cavaram a sua sepultura. Pode parecer estranho, mas em 1967 os Monkees eram tão famosos que tinham como ato de abertura de seus shows um tal de Jimy Hendrix. Mais importante: eles foram os artistas que mais venderam discos nos Estados Unidos naquele ano. Repetindo: nem os Beatles, os Rolling Stones, Cream, Simon & Garfunkel ou Bob Dylan. Os maiores vendedores de discos foram os Monkees!

O reconhecimento

Apesar de todo o sucesso, a crença geral é de que só as crianças conhecem o grupo – graças aos filmes do Shrek e da canção I’m a Believer – ou os adultos que reconhecem a dança de Axl Rose, mas essa não é a verdade. No dia 21 de junho de 1997, em Los Angeles, o U2 – já uma das maiores bandas do mundo – fazia mais um show da sua turnê PopMart, na qual o guitarrista The Edge tinha o seu momento de destaque fazendo um karaokê onde a canção mais executada era Daydream Believer, um sucesso dos Monkees, claro. Então, do nada, Davy Jones entra no palco e rouba o show. Porém, mais surpreendente que a reverência de The Edge é ver que toda a plateia conhece a canção.

Viva a boa música!

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 08/06/2018

Roger Daltrey aposta no soul e se dá bem

As Long as I Have You traz canções originais e outras que inspiraram Daltrey na sua juventude

Uma das vozes mais marcantes do rock em todos os tempos, Roger Daltrey lança o seu 9º disco solo – ou 10º, se considerarmos o excelente Going Back Home (2014), feito em parceria com Wilko Johnson – dessa vez apostando no soul e no R&B, e se sai muito bem. Daltrey, que já passeou pelo e sempre será lembrado pelo trabalho com o The Who, mostra que, aos 74 anos, ainda tem muita lenha para queimar. A voz continua potente e afinada (apesar de algumas oitavas mais baixa) e ele consegue imprimir uma emoção genuína em todas as faixas.

Com a nobre presença do violão de Pete Townshend em sete das 11 faixas do disco, o frontman do The Who nos proporciona uma viagem por canções que fazem parte da sua vida desde jovem e por novas composições como Certified Rose, escrita para sua filha. Mas os destaques ficam mesmo com as regravações de How Far (Stephen Stills), Into My Arms (Nick Cave) e, principalmente, a faixa-título. As Long as I Have You é, inclusive, uma das canções que os High Nunbers (que depois se tornariam o The Who) tocavam em seus shows.

– Esse é um retorno ao tempo no qual Pete ainda não havia começado a compor, um tempo quando éramos uma banda de adolescentes tocando soul music para pequenas plateias em bailes de igreja – conta Daltrey.

Clima Who By Numbers

Townshend é, aliás, responsável por um clima Who by Numbers. How Far, por exemplo, poderia muito bem ter sido gravada pelo quarteto britânico em meados dos anos 70. Mas se o violão de Townshend remete aos anos 70, a inclusão de backing vocals gospel e o uso de metais em alguns arranjos fazem o disco soar denso e com a força de ícones como Otis Redding, que não é citado, mas está lá, em espírito.

Foto: Jo Nunes

O peso grave da voz de Daltrey é presença em números como Into My Arms, mas como mostrou na sua passagem pelo Brasil ano passado, ela ainda é versátil e potente o suficiente para segurar as canções mais balançadas, mostrando uma força e suingue bem maiores que os demonstrados no bom Endless Wire (2006), do The Who, e o já citado Going Back Home.

Mas nem tudo são flores. You Haven’t Done Nothing (Stevie Wonder) é um daqueles momentos que poderiam e deveriam ser evitados. Parece que faltou alguém avisar que ela destoa do resto do álbum, soando forçada e sem acrescentar nada ao disco ou a sua versão original.

Rumo ao topo

As Long as I Have You é uma prova de que o que é bom ainda faz sucesso. O disco – lançado no Brasil em CD e disponível nas plataformas de streaming – já alcançou o 3º lugar nas paradas britânicas, na frente até do moderninho Drake. Segundo as previsões, o álbum deve alcançar o topo até o início da próxima semana.

Coração: ****

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia.

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Publicado por: Fernando de Oliveira | 07/06/2018

Stanley Jordan se apresenta no Teatro Municipal de Niterói

Foto: Joe Mabel

Um dos músicos mais consagrados da música mundial, o guitarrista Stanley Jordan, vai se apresentar em um palco nobre: o Teatro Municipal de Niterói, na próxima sexta-feira (8/5). Dono de uma técnica virtuosa (tapping), Jordan é apaixonado pelo Brasil, sua música e seu público.

– Fico muito feliz toda vez que venho ao Brasil, país que tem uma musicalidade única e onde o público é aberto para todo tipo de ritmo e experimentações – disse o músico em 2010, durante uma de suas várias passagens pelo país.

São mais de 200 shows em palcos tupiniquins e, dessa vez, Jordan vem acompanhado de dois músicos de muito respeito: Ivan “Mamão” Conti, baterista do lendário grupo Azymuth, e Dudu Lima no baixo. O repertório inclui clássicos da carreira de Jordan, como releituras de músicas dos Beatles, Mozart e Led Zeppelin, além de canções da nossa MPB.

Com uma discografia rica – desde a estreia com Touch Sensitive (1982), até o mais recente Duets (2015) – Jordan construiu um repertório admirado tanto pelo público quanto pela crítica, passando por vários ritmos, como o jazz, rock e bossa nova.

Serviço

Stanley Jordan Jazz trio
Local: Teatro Municipal de Niterói – Rua XV de Novembro, 35, Centro – Tel.: 2620-1624
Data: 8 de junho (sexta-feira)
Hora: 20 horas
Censura: Livre
Ingresso: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (estudantes, maiores de 60 anos, menores de 21 anos e pessoas com deficiência).

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia.

Edinburgh Castle

A capital da Escócia é um sonho! Duvido que alguém conheça e não caia de amores. E não interessa se o céu está azul e o sol brilha, ou se é um dia tipicamente escocês, com chuva e muito, muito vento.

Edinburgh é uma cidade linda e cheia de programas maravilhosos para fazer.

Mas o que não dá para perder numa primeira visita?

Para facilitar a vida de quem tem pouco tempo e quer ver só o principal, selecionei dez atrações imperdíveis em Edinburgh. Como já estava prometido uns posts atrás

Tive a chance de apresentar a cidade para alguns amigos, que ficaram curiosos de eu tanto falar. Para eles, costumo dizer, sem medo de errar: a Escócia é dourada.

Edinburgh também!

Apesar de ser bem cosmopolita, é uma cidade pequena para os padrões brasileiros. E para quem já conhece Londres, por exemplo. O que é melhor ainda!

Então, a primeira dica para quem vai é: conheça a cidade a pé!

Com uma arquitetura basicamente vitoriana, a sensação é que as coisas não mudaram muito por ali com o passar dos séculos. É a capital escocesa desde 1492.

Dividida em Old Town e New Town, tem muitas de suas ruas principais ligadas por vielas, ladeiras e escadarias. Por isso, para ir de um lado para o outro, prepare as perninhas para trabalhar!

1 – Castelo de Edimburgo

Construído a 120 metros de altura do nível do mar, o Edinburgh Castle é onipresente. Onde quer que você esteja ali no centro da cidade, ele está te vigiando. A estrutura, que já sofreu várias transformações e reconstruções ao lono do tempo, guarda mais de 1.400 anos de história.

A cidade nasceu em torno no castelo. Isso lá pelo século IX. A Castle Rock, montanha onde a construção foi erguida, é, na verdade, um vulcão extinto que, estima-se, esteve em atividade há uns 340 milhões de anos.

Irado, não?

Visitar o castelo é atravessar toda a história do país e da cidade. Foi moradia preferida dos reis da Escócia até a união com a coroa inglesa, em 1603, e seus dangeons serviram de prisão para os jacobitas, um pouco mais de um século depois. Também teve papel estratégico importante durante a segunda grande guerra para o exército britânico.

Do alto do pátio está uma das mais belas vistas da cidade. No interior, as Joias da Coroa escocesa (Crown Jewels) e a Pedra do Destino (Stone of Destiny), a famosa rocha onde os monarcas eram coroados, levada para Londres e foi devolvida à Escócia em 1996.

Dica de ouro: programe-se para estar no castelo às 13h em ponto. De segunda a sábado, o One O’clock Gun, um canhão que fica no Mills Mount Battery, é acionado — proteja os ouvidos!

2 – Royal Mile

Robert Fergusson

É a rua mais turística e movimentada da cidade. Na verdade, a Royal Mile é uma sucessão de ruas que descem do Castelo até o Palácio de Holyroodhouse.

A extensão entre um e outro é de exatamente uma milha — ou seja, quase dois quilômetros de subidas e descidas cheias de atrações.

Desde os primórdios, foi a rua mais importante da cidade. E mantém seu status. Um status tão importante que estou pensando em fazer um post especial com cada uma das paradas que devem ser feitas ao longo da Royal Mile, para você não perder nem um centímetro desses quase dois quilômetros.

Na foto, a estátua do notável poeta escocês Robert Fergusson, em frente à Kirk of Canongate, construída entre 1688 e 1691, na Old Town.

3 – Palace of Holyroodhouse

Se o Edinburgh Castle era o preferido da realeza escocesa, o Palácio de Holyroodhouse é o favorito da realeza inglesa há gerações. É a residência oficial da Rainha Elizabeth II quando está no país. E está aberta a visitação, para quem tiver um tempinho sobrando.

É possível passear por vários ambientes do palácio em uma visita guiada. Mas apenas quando a família real não está na área. Incluindo a Galeria de Artes da Rainha, que por si só já vale o bilhete.

Mas não deixe de visitar as ruínas da Abadia, nos jardins do palácio, que data de 1128.

4 – Holyrood Park & Arthur’s Seat

Ruínas da St. Anthony’s Chapel

O parque fica bem ao lado do Palácio de Holyroodhouse, com o luxo de ter uma enorme montanha só pra ele. Outro vulcão extinto.

O monte é conhecido como Arthur’s Seat e tem algumas trilhas que levam ao seu topo. As vistas para a cidade são as mais arrasadoras da região. Quem assistiu a Trainspotting 2 vai identificar logo o local.

Trainspotting 2

São 251 metros de altura. Mas a subida é muito mais tranquila do que pode parecer a princípio. E vale muito à pena. A vista é realmente de tirar o fôlego (tanto quanto a subida!), e pode se ver quase toda cidade e muito dos seus arredores.

No parque, as atrações são algumas ruínas e lagos — como a St. Anthony’s Chapel, que data de 100 —, que dão fotos espetaculares para guardar pro resto da vida.

5 – Grassmarket

Last Drop Pub, na Grassmarket. Prisioneiros eram executados em frente ao pub

A praça não fica muito distante da Royal Mile. É cheia de restaurantes e pubs; um lugar bacana para sentar e beber e ver o tempo passar.

Uma informação macabra é que a praça já foi local de execução pública. O nome de alguns pubs por ali fazem referência ao fato e não me deixam mentir.

6 – National Museum of Scotland

É a casa da ovelha Dolly! Tá lá o primeiro clone “britânico” empalhada no museu, que a Dolly é escocesa. O acervo do museu é bem diversificado e vale uma visita.

A melhor parte é a que conta muito da cultura e história do país, mostrando tradições e inovações tecnológicas.

A entrada é gratuita!

7 – Princes Street, Rose Street e Princes Street Gardens

A Princes Street é passagem obrigatória para quem cruza da New Town para a Old Town e vice-versa.

É a rua mais comercial da cidade, tipo um shopping a céu aberto. Lojas famosas como a Jenners, a Galerie Lafayette escocesa, estão ali.

Na rua paralela, a Rose Street é um grande calçadão. Cheia de pubs e restaurantes charmosos, é perfeita para descansar das compras e curtir uma boa refeição.

Se de um lado a Princes Street tem lojas e magazines, do outro fica um belo parque. O Princes Street Gardens tem pequenos cafés para lanches rápidos e diversos banquinhos para descansar — olhe a plaquinha ao sentar!

Passear por ali é uma delícia, sempre com vista para o castelo. Se estiver na cidade durante a primavera, não deixe de procurar pelo Floral Clock. O relógio de flores é o mais antigo do mundo e marca as horas de verdade!

8 – Scott Monument

O monumento que fica na Princes Street é uma homenagem da cidade ao popular escritor escocês Sir Walter Scott.

Sua torre de 61 metros de altura oferece uma vista incrível do centro e do castelo.

Subir os 287 degraus é para os fortes, mas compensa!

9 – The Balmoral

Hotel de luxo em pleno centro da cidade. Pode não ser pro seu bico, mas vale foto, especialmente ao anoitecer, quando seus contornos de arquitetura vitoriana ficam iluminados.

A construção data de 1895, resultado de uma competição financiada pela Scottish Railway para dar um up no turismo local. Do gaélico, The Balmoral significa morada majestosa. Em 1991, depois de ter sido trocado de dono, o hotel foi reinaugurado com presença de ninguém menos que Sir Sean Connery.

Em fevereiro de 2007, J.K. Rowling se trancou no quarto 230 para terminar a saga Harry Potter. Anos mais tarde, a escritora escocesa retornou ao mesmo quarto para ser entrevistada por Oprah.

10 – Calton Hill

Outra das montanhas bem no centro da cidade. A Calton Hill fica na New Town. O acesso é bem fácil, com subida pouco íngreme e com o caminho de pedras.

Para encontrar o acesso, é só seguir pela Regent Road e logo chega lá. O lugar também oferece um linda vista panorâmica da cidade e arredores. Do alto, pode-se ver o Arthur’s Seat e o porto de Leith, além de Portobello Beach.

Alguns dos monumentos mais famosos da cidade, como Dugald Stewart Monument, Nelson Monument e o National Monument, estão no alto do Calton, onde também acontece, tradicionalmente, a festa pagã de Beltane.

Texto de Débora Thomé

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Escócia I

Dicas de Viagem: Escócia II – Qual é a melhor época do ano para conhecer a Escócia?

Dicas de Viagem – Escócia – Parte III – Afinal, o que não pode ser deixado de fora?

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Publicado por: Fernando de Oliveira | 06/06/2018

Palavra do Dia: Esfossilizar

Na vida sempre há ossos para desenterrar. O processo de esfossilizar pode ser doloroso e, algumas vezes, constrangedor, mas quase sempre é muito necessário. Infelizmente (ou felizmente) muita gente consegue passar a sua existência na Terra sem ter seu verdadeiro eu exposto.

Significado:
Desenterrar coisas e/ou objetos muito antigos (fósseis); exumar.
(Etm. es + fossilizar)

Sinônimos:
exumar, desenterrar, dessepultar

Classe gramatical:
verbo transitivo direto

Sílabas:
es-fos-si-li-zar

Publicado por: Fernando de Oliveira | 05/06/2018

Bolões da Copa: como você pode ganhar um dinheiro extra

Recebi o texto abaixo e achei muito interessante. Vale conferir o site dos bolões.

A Copa do Mundo está chegando e certamente você já deve ter sido convidado para participar de algum bolão no seu trabalho, grupo de amigos ou em sua própria família. É sempre assim a cada quatro anos: tão tradicional quanto à competição de futebol.

Ele consegue fazer com que uma das maiores paixões do brasileiro – o futebol – fique ainda mais animada com a reunião e as apostas entre amigos. Todos os 64 jogos do Mundial passam a ser interessantes e valem algo – até mesmo dinheiro em alguns casos.

A brincadeira mais praticada é justamente a que envolve a disputa de um valor financeiro entre os participantes. Cada um deles dá um valor combinado previamente e, no fim da competição, quem tiver mais pontos fica com o prêmio.

Entretanto, há grupos que jogam apenas pela diversão, como para determinar quem sabe mais sobre futebol em um determinado grupo. Tudo, é claro, com regras claras que precisam ser determinadas e aceitas por todos antes dos jogos.

Se você ainda não foi convidado para participar de um bolão, não perca tempo e organize você mesmo com seus amigos. É uma forma lúdica e empolgante para acompanhar a Copa do Mundo de futebol. Confira um pouco mais sobre o tema:

Da Polla ao Bolão

Não há uma data precisa para determinar a criação e o surgimento dos bolões. Estima-se que seu aparecimento tenha sido ainda na Antiguidade, ao lado das primeiros jogos que as pessoas faziam umas com as outras.

Porém, a prática ganhou corpo e se desenvolveu na Espanha e nos países de língua hispânica graças à Polla. Esse nome é derivado da palavra inglesa poll, que pode ser traduzida como apuração ou pesquisa de votos.

Aliás, essa é a principal característica que a diferencia de outras modalidades de apostas. Ao invés de escolher números aleatórios, no bolão precisamos fazer prognósticos e definir placares, classificação final e outras variáveis mais complexas e imprevisíveis.

Diversão na casa e no trabalho

O que faz dele ser uma atividade preferida em famílias e empresas é a capacidade de envolver muitas pessoas em um mesmo objetivo. Você pode apostar sozinho na Mega-Sena, mas não pode competir individualmente em um bolão.

Não basta escolher apenas alguns números ou votar em determinados times. Participar dessa brincadeira exige um compromisso grande entre as pessoas, normalmente com reuniões e conversas antes, durante e até depois do evento.

Por conta disso, é uma estratégia estimulada e desenvolvida por muitas organizações para melhorar o clima organizacional entre os funcionários. Ou por famílias que procuram formas de se aproximarem ainda mais.

Quais as regras?

Não há um modelo fixo para as regras. Cada grupo define o melhor regulamento de acordo com o conhecimento, número de participantes, período da competição e as variáveis que desejam prever e acertar.

Um sistema clássico consiste na previsão simples dos placares dos jogos. Os participantes definem o resultado final das partidas que irão acontecer no torneio e ganham um ponto a cada acerto – ou até mais, dependendo do que foi acordado antes do início.

Contudo, é possível criar regras bem mais difíceis, dependendo do interesse das pessoas envolvidas. Elas podem ter que acertar, por exemplo, a pontuação das seleções na primeira fase, os classificados à segunda fase e até estatísticas individuais, como artilharia.

Dinheiro – e experiência – a mais

Além da brincadeira em grupo, a possibilidade de ganhar um dinheiro inesperado também é um atrativo aos participantes. Se for um grupo numeroso, é possível ganhar algumas centenas ou até milhares de reais.

Mas o lado financeiro não é um fator preponderante para as pessoas participarem dos bolões. O que pesa é justamente a possibilidade de incrementar a experiência que elas terão ao acompanharem as partidas de futebol, reunindo amigos e familiares.

Assistir à partida de Copa do Mundo sozinho é uma coisa; acompanhar do lado de quem você gosta é outra bem diferente. Ainda mais se, independente das seleções envolvidas, tiver um lado ou objetivo para torcer.

Não conte apenas com a sorte

A imprevisibilidade também faz parte da rotina do bolão. Não dá para saber realmente quem irá ganhar e quem irá perder na Copa do Mundo. As competições esportivas contam com resultados inesperados – e isso afeta as apostas.

Quem já participou de outras brincadeiras deste tipo certamente presenciou ou soube de casos como o do tio que não gosta de futebol, mas ganhou uma boa grana. Ou da criança que desbancou os adultos e fez mais pontos. Mas não se engane: não dá para contar com a sorte.

Como envolve prognósticos, quem tiver mais conhecimento sai na frente nesta disputa. No caso da Copa do Mundo, é recomendável conhecer futebol, saber os atletas convocados e quais seleções são favoritas em cada grupo.

Quanto mais informação você tiver em mãos, mais fácil fica identificar possíveis surpresas, jogos com placares mais elásticos e os principais favoritos ao título. A imprevisibilidade ainda estará lá, mas você certamente entrará mais preparado.

Há várias formas de participar

Quer participar ou organizar um e não sabe como? Não se preocupe. Há várias formas de criar e mobilizar um grupo. O mais comum, claro, é fazer tudo manual, com cada um preenchendo diferentes tabelas e, depois, realizar a checagem dos resultados.

Mas o avanço da tecnologia permitiu que até essa simples atividade fosse automatizada. Hoje há sites que realizam bônus sem depósito e podem ajudar você a criar seu grupo de bolão para a Copa do Mundo de futebol em 2018.

Fonte: Seo Marketing

 

Publicado por: Fernando de Oliveira | 04/06/2018

Vem por aí uma Bond Girl “de respeito”

Segundo o The Mirror, as atrizes Angelina Jolie e Helena Bonham Carter estão disputando o papel de uma Bond Girl em Bond 25, título de trabalho do novo filme de 007. A personagem em questão será também a vilã do longa, o quinto estrelado por Daniel Craig. Segundo a fonte do jornal britânico, os chefes […]

via Novo 007 terá Angelina Jolie ou Helena Bonham Carter como Bond Girl — hqrock

Publicado por: Fernando de Oliveira | 04/06/2018

As principais cidades do mundo para os amantes da música

O Tripadvisor, um dos maiores sites de viagens do mundo e sempre com boas avaliações de colaboradores. Recentemente o site divulgou uma lista com as cidades mais importantes para os amantes da música. Infelizmente eles não divulgaram os critérios para a escolha, mas admito que não tenho muitas divergências quanto aos locais (com a exceção da falta de Londres e NY), apenas quanto ao seu ranking.

Toda lista é polêmica e fica claro que essa pesquisa teve como base os Estados Unidos, mas realmente o estudo parece ter sido bem feito.

O ranking

1. Nashville, EUA
2. Nova Orleans, EUA
3. Dublin, Irlanda
4. Menphis, USA
5. Branson, USA
6. Doolin, Irlanda
7. Budapeste, Hungria
8. Havana, Cuba
9. Key West, USA
10. Liverpool, Inglaterra
11. Salzburgo, Áustria
12. Montreal, Canadá

Para conhecer todas as cidades recomendadas, siga o link.

Estamos tão acostumados a nos disfarçar para os outros, que no fim acabamos nos disfarçando para nós mesmos- François de La Rochefoucauld

O mundo é uma grande ilusão, cheia de fumaça, efeitos especiais e muita enganação. Uma enganação que não é apenas natural, mas encenada no grande picadeiro que a vida proporciona aos que precisam de uma máscara para viverem vidas barulhentas, promiscuas e vazias.

Milhões de amigos e milhões de risadas, não significam nada além de um negro estratagema para encobrir algum sentimento, uma verdade que precisa ficar enterrada e escondida de todos, inclusive de nós mesmos.

Iludir os outros é fácil. Difícil deve ser dormir (e acordar) sabendo que não vai deixar ninguém chegar perto da alma, do ser sem máscara. No fim, quem é a pessoa sem máscara? Ela ainda existe ou já se tornou uma simbiose indivisível do triste ser que habita dentro do corpo?

Que Deus nos livre dessa maldição e nos afaste de quem precisa dela para viver suas confortáveis e vazias existências.

Texto produzido em algum momento entre 2007 e 2008.

Publicado por: Fernando de Oliveira | 02/06/2018

Os músicos mais ricos do Reino Unido

Adele e Paul McCartney estão na lista dos mais ricos. O velho Sir Macca é o primeiro colocado

Antiguidade é posto. A frase é antiga e batida, mas se encaixa perfeitamente no contexto dos músicos mais ricos do Reino Unido. Berço do melhor do rock (e outros ritmos) desde os anos 60, Inglaterra e adjacências também produziram alguns dos mais bem-sucedidos artistas do planeta. E, embora os mais jovens desdenhem do som que marcou e até hoje influencia o mundo, a maioria dos nomes é da velha guarda, com alguns que nem são tão levados a sério como talentos, mas que estão lá, marcados na história. Assim, membros dos Beatles, Stones, Pink Floyd e Queen, por exemplo, estão lá no topo da lista.

O ranking, produzido pelo jornal Sunday Times, é feita levando-se em conta vários fatores como terras, propriedades, bens móveis e ações em empresas públicas. Os valores guardados nos bancos não entram nessa conta. As cifras estão na moeda da Terra da Rainha (libras esterlinas), claro.

Chupa, garotada!

PS: O valor da libra está quase R$ 5

Os nomes e as cifras:

Eric Clapton, com £ 175 milhões, está na posição 12

1. Paul McCartney e Nancy Shevell – £ 820 milhões
2. Lord Lloyd Webber – £ 740 milhões
3. U2 – £ 569 milhões
4. Elton John – £ 300 milhões
5. Mick Jagger – £ 260 milhões
6. Keith Richards – £ 245 milhões
7. Olivia e Dhani Harrison – £ 230 milhões
8. Ringo Starr – £ 220 milhões
9. Michael Flatley – £ 202 milhões
10. Sting – £ 190 milhões
11. Rod Stewart – £ 180 milhões
12. Roger Waters – £ 175 milhões
12. Eric Clapton – £ 175 milhões
14. Robbie Williams – £ 165 milhões
15. Tom Jones – £ 163 mihões
16. Tim Rice – £ 152 milhões
17. Ozzy Ousbourne e Sharon Ousbourne – £ 145 milhões
18. Adele – £ 140 milhões
18. Calvin Harris – £ 140 milhões
18. Charlie Watts – £ 140 milhões
21. Brian May – £ 135 milhões
22. Roger Taylor – £ 130 milhões
23. Jimmy Page – £ 125 milhões
24. Phil Collins – £ 120 milhões
25. David Gilmour – £ 115 milhões
26. Robert Plant – £ 105 milhões
26. John Deacon – £ 105 milhões
28. Enya – £ 104 milhões
29. Chris Martin – £ 94 milhões
30. Nick Mason – £ 92 milhões
31. Pete Townshend – £ 82 milhões
31. Will Champion – £ 82 milhões
31. Jonny Buckland – £ 82 milhões
31. Guy Berryman – £ 82 milhões
35. Ed Sheeran – £ 80 milhões
35. Gary Barlow – £ 80 milhões

 

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

Publicado por: Fernando de Oliveira | 02/06/2018

As cervejas preferidas dos torcedores brasileiros

Que o brasileiro gosta de cerveja todo mundo sabe. Que muita gente reclama que a Ambev pasteurizou o sabor de várias marcas tradicionais, também é verdade. Porém, saber quais marcas são as preferidas dos brasileiros na hora de ver uma partida de futebol pode ser fundamental na hora de reunir os amigos para assistir a um jogo da Copa.

Um levantamento do aplicativo Snapcart, em parceria com a agência de marketing esportivo Sport Track, mostrou que as campeãs de venda – Brahma, Skol e Itaipava – continuam sendo as preferidas dos beberrões.

Rio x São Paulo

O estudo pesquisou torcedores das 14 maiores torcidas do Brasil para saber qual marca é a preferida dos fãs de cada time. Por uma pequena margem (0,2%) a Brahma ficou na liderança com 20,2%, seguida pela Skol (20%) e deixando a Itaipava em terceiro, com 14,4% da preferência. Não sei como a Antarctica não está nesse pódio.

Em São Paulo, a preferida é mesmo a Brahma, enquanto no Rio a Skol ganha, com a Antarctica ficando como uma opção para duas das quatro maiores torcidas do estado. Foram ouvidas 10.800 pessoas com idades entre 18 e 64 anos.

Agora, vamos iniciar os trabalhos.

Fonte: Meio & Mensagem

Publicado por: Fernando de Oliveira | 01/06/2018

A Copa do Mundo vai impulsionar vendas do comércio e serviços?

Falta menos de um mês para a Copa e, segundo pesquisa do SPC Brasil e CNDL, um terço dos empresários acham que o evento vai melhorar as vendas do comércio. O estudo destaca os números projetados por essa minoria dos empresários. Não estou vendo grande movimentação nas ruas por conta da Copa e não creio que teremos muitas vendas em todos os setores, apesar da nossa boa Seleção.

Estou certo ou errado?

Quem quiser saber mãos sobre a pesquisa é só ir no link https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival vai acontecer entre os dias 15 a 17 de junho. As novas datas dos shows serão divulgadas na próxima semana.

O bloqueio das estradas e o desabastecimento de combustíveis causaram uma série de transtornos ao povo brasileiro e afetaram até mesmo o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, que aconteceria de hoje (31) até o dia 3 de junho (no feriadão de Corpus Christi), teve que alterar as suas datas, passando para o período de 15 a 17 de junho. No último dia do festival o público poderá assistir a estreia do Brasil em um telão que será instalado na Lagoa de Iriry.

– Temos mais de 70% das atrações confirmadas para as novas datas. Stanley Jordan e Armandinho, Banda Black Rio, Marlon Sette, Rosa Marya Colin e Jefferson Gonçalves, Azymuth e DJ Nuts, Igor Prado & Just Groove, Fred Sun Walk & The Dog Brothers, Amaro Freitas e Big Gilson – conta Stenio Mattos, diretor do Festival.

A nova programação será divulgada na próxima semana, no site do festival.

Abaixo a nota oficial da produção da Prefeitura de Rio das Ostras:

É com bastante tristeza que viemos anunciar em nota oficial que o Rio das Ostras Jazz & Blues será realizado em nova data: 15 a 17 de junho.

A mudança se deu em função da gravidade do desabastecimento de combustíveis e seus reflexos no município. Em nota oficial, a Prefeitura de Rio das Ostras informa que a decisão foi tomada em conjunto com a produção do evento, representantes de hotéis, pousadas e restaurantes da cidade, durante uma reunião na tarde desta segunda-feira (28).

Ainda segundo a Prefeitura, o festival é de grande importância cultural e econômica para o município.

Para a produção do Festival, o adiamento torna-se necessário para garantir a qualidade do festival. Nós da produção não nos sentiríamos a vontade em manter o festival sem as condições ideais de infraestrutura, diz Stenio Mattos, diretor do Festival. Pedimos desculpas pelo transtorno, contamos com a compreensão de todos e esperamos vocês no dia 15 para comemorarmos finalmente os nossos 15 anos!

 

Publicado por: Fernando de Oliveira | 31/05/2018

Graham Nash vai ganhar nova coletânea com raridades

Além dos sucessos solo e com os companheiros David Crosby, Stephen Stills e Neil Young, novo álbum vai trazer demos e mixagens inéditas

A Rhino, gravadora especializada em resgatar raridades de vários artistas, vai lançar no fim de junho a coletânea Over The Years, com 30 canções e demos da carreira do cantor e compositor inglês Graham Nash, um dos mais importantes nomes do rock inglês desde os anos 60, quando fez parte dos Hollies e do Crosby, Stills & Nash – e, ocasionalmente, Young.

Segundo a gravadora, o verdadeiro atrativo do novo set são mesmo as 15 demos (12 inéditas) e as duas canções (Better Days e I Used To Be King) do maravilhoso primeiro disco solo (Songs For Beginners), em novas mixagens. Realmente a Rhino precisava colocar muito material novo para poder justificar uma nova coletânea, já que em 2009 o selo lançou Reflections, um CD triplo que engloba todas as fases da sua carreira, inclusive com os Hollies. Pelo jeito, conseguiram.

– Fico feliz de apresentar minhas canções desta maneira. Espero que as pessoas gostem de ouvir os demos das minhas músicas – como as de Our House, Teach Your Children, e outras, que mostram como eu iniciei as suas composições e como elas terminaram se tornando as versões que conhecemos – diz Nash.

Lá fora, Over The Years vai ser lançado no dia 29 de junho e a edição em vinil (que não vai incluir nenhum dos demos!) só sai no dia 31 de agosto.

Setlist – Over The Years – 2CD Edition

CD 1
1. Marrakesh Express – Crosby, Stills & Nash
2. Military Madness – Graham Nash
3. Immigration Man – Crosby/Nash
4. Just A Song Before I Go – Crosby, Stills & Nash
5. I Used To Be King – Graham Nash *
6. Better Days – Graham Nash *
7. Simple Man – Graham Nash
8. Teach Your Children – Crosby, Stills, Nash & Young
9. Lady Of The Island – Crosby, Stills & Nash
10. Wind On The Water – Crosby & Nash
11. Our House – Crosby, Stills, Nash & Young
12. Cathedral – Crosby, Stills & Nash
13. Wasted On The Way – Crosby, Stills & Nash
14. Chicago/We Can Change The World – Graham Nash
15. Myself At Last – Graham Nash

* Previously unreleased mixes

CD 2: The Demos

1. Marrakesh Express – London, 1968
2. Horses Through A Rainstorm – London, 1968
3. Teach Your Children – Hollywood, 1969
4. Pre-Road Downs – Hollywood, 1969
5. Our House – San Francisco, 1969
6. Right Between The Eyes – San Francisco, 1969 *
7. Sleep Song – San Francisco, 1969 *
8. Chicago – Hollywood, 1970 *
9. Man In The Mirror – Hollywood, 1970
10. Simple Man – Hollywood, 1970
11. I Miss You – San Francisco, 1972
12. You’ll Never Be The Same – San Francisco, 1972
13. Wind On The Water – San Francisco, 1975
14. Just A Song Before I Go – San Francisco, 1976
15. Wasted On The Way – Oahu, 1980

Conheça um pouco da obra de Graham Nash

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