Arquivo da categoria: Tecnologia

Ainda vale a pena comprar celular no exterior

Pesquisa compara os preços dos 21 celulares top de linha no Brasil e nos EUA

Muitos já ouviram histórias de pessoas que viajaram para o exterior para comprar enxovais e muambas para revender. Agora, com o dólar nas alturas e as passagens de avião custando mais e ainda tendo o limite de bagagens diminuído, o cenário mudou, certo? Errado!

Uma pesquisa divulgada recentemente mostra que a carga de impostos brasileira supera toda a instabilidade da nossa economia e a valorização do dólar. A Cuponation, do grupo alemão Global Savings Group, comparou os preços dos celulares de última geração das 6 principais marcas de tecnologia em 5 grandes e-commerces no Brasil, comparado com os preços do e-commerce mais popular dos EUA.

Os preços

Um bom exemplo da diferença de preços é o valor do (ainda) novo iPhone X com 256GB de memória. No Brasil ele custa, na média, R$ 6.453, enquanto nos Estados Unidos ele pode sair por volta de R$ 4.515 (no cartão) e menos ainda (R$ 4.261) se for pago em dinheiro e se livrar da tarifa do IOF. Já o Motorola Moto Z Play com 32GB é vendido por mais de R$ 2.900, lá fora ele custa entre R$ 1.238 e R$ 1.312. Para finalizar, o S9 Plus com 128GB, da Samsung, na terra do Tio Sam, custa entre R$ 3.050 e R$ 3.300, muito mais barato que os R$ 4.600 cobrados por aqui.

Vale a viagem

Com as diferenças apresentadas, se um casal decidir trocar os celulares eles vão poder viajar para os EUA, passar um fim de semana em Nova York, por exemplo, ficar hospedado em um hotel em Manhattan e ainda economizar. A passagem (ida e volta) para NY está custando por volta de R$ 1.795 e, para Miami, R$ 1.668. Um hotel, com café da manhã e happy hour e não muito distante da Times Square custa R$ 1.400 por três dias/duas noites. Dependendo dos modelos escolhidos (pelo menos dois) você paga a passagem e a estadia e ainda sobra um trocado para se alimentar (cachorros-quentes e pizzas).

Conclusão

Esse resultado é uma VERGONHA! Não há explicação para termos preços tão absurdos em produtos que são montados no exterior ou com a maioria das peças fabricadas na China. Se tivéssemos passagens por preços mais justos a situação seria ainda mais desfavorável ao comércio brasileiro. Imaginar que a economia pode ser aumentada se o destino escolhido for Miami ou se o hotel em NY estiver situado fora da ilha, só aumenta a vontade de comprar uma passagem e viajar o mais rápido possível, mesmo que não precise de um celular novo.

PS: Uma pesquisa própria, em lojas e hotéis das duas cidades citadas mostrou que o valor da viagem pode baixar bastante.

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Chaves USB de US$ 20 garantem a segurança de 85 mil funcionários da Google

A boa e velha chave…

Information Security

Você pode imaginar que tem muito hacker por aí que ficaria muito feliz se conseguisse enganar funcionários da Google para roubar dados, não é mesmo? Pois a empresa também sabe disso, por isso sempre investe bastante na segurança de suas informações. E uma das medidas mais legais não está em software, mas sim em “chaves físicas” que são usadas como autenticação de dois fatores por lá.

A Google começou a usar chaves USB em 2017. Desde então, garante que nenhum de seus 85 mil funcionários teve suas contas roubadas ou invadidas. Essa chave funciona no lugar dos celulares e outros métodos de autenticação de dois fatores, sendo exigida para a homologação de acesso logo após a inserção de senha na conta Google.

Na Google, as chaves USB de autenticação utilizam U2F (universal 2nd factor) para as homologações. Além de inserir o dispositivo na porta USB…

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Google descobre falha crítica nos navegadores Firefox e Edge

Perigo, Will Robinson!!

Information Security

JULIANA AMÉRICO

Um pesquisador do Google descobriu uma vulnerabilidade grave nos navegadores Mozilla FireFox e Microsoft Edge, que permite que os sites roubem conteúdos confidenciais das contas e informações de outros sites acessados pelos usuários.

Segundo informações do The Hack News, Jake Archibald explica que a falha está na forma como os navegadores lidam com solicitações de origem cruzada para arquivos de vídeo e áudio. Normalmente, os navegadores não permitem que os sites façam solicitações de origem cruzada para um domínio diferente, a menos que o domínio permita explicitamente.

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Dicas da Copa: Rússia 2018 é o mundial dos apps

Mais que em qualquer outro Mundial, a Copa do Mundo da Rússia vai ser o evento dos apps. Estudos indicam que 4 bilhões de pessoas estarão ligadas na Copa. Anunciantes e marcas (grandes e pequenas) se preparam para batalhas tão intensas quanto as que serão travadas nos gramados. Hoje, há mais de um milhão de smartphones em todo o mundo em comparação com a Copa do Mundo de 2014.

Mais smartphones que PCs

Outra diferença em relação à Copa de 2014 é que 72% do conteúdo relacionado à Copa do Brasil em 2014 foi acessado a partir de computadores. Na Rússia, mais de metade do conteúdo será visto a partir de telefones móveis.

Além dos aplicativos oficiais da Fifa, os apps de notícias esportivas, informações dos jogos em tempo real, mídia social, entrega de comida, transporte, apostas, streaming ao vivo e pagamentos vão ser utilizados pela maioria dos fãs, na Rússia ou não. A lista é gigantesca e fazer qualquer lista de aplicativos é uma ideia que não parece fazer sentido.

Coca-Cola e Itaú são as marcas mais lembradas

Enquanto os apps servem para facilitar a vida dos torcedores e solidificar a presença de algumas marcas, a propaganda tradicional continua sendo uma força imbatível. Em relação à Copa, 78% dos brasileiros lembram de alguma marca, com Coca-Cola e Itaú na liderança, seguidos por Vivo, McDonald´s e Guaraná Antarctica.

O que isso significa? Que o mundo está conectado, que a tecnologia é importante, mas que o tradicional ainda é o foco principal das grandes marcas.

Dropbox será integrado ao Google Docs e Gmail em breve

Armazenamento cada vez mais global.

Information Security

Por Jessica Pinheiro

Depois de oferecer o serviço de armazenamento sincronizado na nuvem para as massas, posicionando-se como uma concorrente imediata do Google Docs e o Google Drive; o Dropbox firmou uma parceria com o Microsoft Office, o que lhe forneceu recursos poderosos para a criação de documentos e colaboração. Partindo para uma evolução natural disso, eis que a companhia surpreendeu ao anunciar na quinta-feira (1) que trabalhará em conjunto com a Google a partir de então.

A nova parceria permitirá que o Dropbox se conecte com o Google G Suite, oferecendo assim aos usuários a possibilidade de criar arquivos do Google Docs, Sheets e Slides diretamente pela plataforma de armazenamento.

Como deverá funcionar a parceria?

Ainda não se sabe exatamente como isso funcionará, já que mais detalhes não foram fornecidos até então. Mas é provável que a parceria com a Google não seja muito diferente da união feita com a Microsoft…

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Clientes da Amazon são presos por lucrarem US$ 1,2 mi com fraude em devoluções

A vida imitando ela mesma!

Information Security

GUSTAVO GUSMÃO

Três clientes norte-americanos da Amazon foram condenados a penas entre 2 e 6 anos de prisão por um fraudarem a política de devoluções da loja virtual nos EUA. O trio lucrou 1,2 milhão de dólares dizendo à empresa que suas compras eram extraviadas ou que os produtos chegavam comprados com defeito. Seguindo sua política, o e-commerce, então, enviava a eles um item novo no lugar, sem custo. As informações vêm do site ZDNet.

Quem liderava a fraude era o casal Eran e Leah Finan, ambos de 38 anos. Durante dois anos, a dupla usou identidades falsas para adquirir cerca de 2.700 produtos eletrônicos na Amazon, em uma lista que incluía videogames, notebooks, tablets, smartwatches, câmeras e mais. Depois de receberem cada item, os dois encaminhavam uma reclamação à Amazon, sempre dizendo que havia um problema nos dispositivos ou na entrega.

Novos produtos eram, então, enviados pela loja…

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Armazenamento em nuvem é 36% mais caro que o físico

Os arquivos e aplicativos estão cada vez maiores. O número de fotos e vídeos produzidos por câmeras e smartphones superpoderosos não para de crescer e, com isso, a necessidade de dispormos de espaço para armazenar toda essa informação. Já se foi o tempo do disquete, do Zip Drive, do CD e do DVD. Hoje, nem mesmo o espaço possível nos blu-ray fazem frente ao ilimitado poder de armazenamento da nuvem. O que pouca gente sabe é que o preço do armazenamento na nuvem é mais caro do que o custo dos meios físicos. E olha que a diferença de preço não é pouca (mais de 35%). Uma diferença que faria muita gente correr até uma loja para aproveitar uma liquidação.

Não sei se essa diferença, aliada aos possíveis problemas de segurança dos dados, será suficiente para frear a onda da nuvem, mas deveria, ao menos, fazer com que as pessoas parassem para refletir sobre o assunto.

O Brasileiro está cada vez mais conectado. Segundo o levantamento do Pnad, realizado pelo IBGE, pelo menos 63,3% das residências brasileiras possuíam acesso a internet, fechando o ano de 2016 com pelo menos 116 milhões de pessoas conectadas na rede. O celular é, em disparada, o eletrônico mais utilizado para entrar na internet, representando 94,6% dos usuários, seguido por computadores (63,7%) e tablets (16,4%).

A alta conectividade do brasileiro facilita a mobilidade de seus dados que podem ser acessados em múltiplas plataformas. Em 2018 estima-se que 1.9 milhões (fonte: Statista) de usuários no mundo utilizem o armazenamento em nuvem (ou cloud storage), serviço que disponibiliza um espaço virtual para guardar diversos arquivos online, possibilitando que cada um tenha sua “própria nuvem” de armazenagem. Dentre os 6 principais serviços de armazenamento pesquisados, o 1º colocado ganha em disparada de seus concorrentes, possibilitando que os usuários guardem até 50 TB em arquivos, no plano pago. O vencedor também é destaque no armazenamento em nuvem gratuito: 15 GB com acesso multiplataforma e algumas opções de edição de arquivos.

Por outro lado, o cenário da internet fixa ou móvel nacional é marcado por baixa velocidade e insatisfação no serviço. Em 2017 a Anatel registrou 525.288 reclamações sobre o serviço de banda larga em todo o Brasil, e de acordo com o PROCON, os serviços de telefonia estão em 1º lugar no ranking de reclamações registradas pelo órgão, incluindo os serviços de conexão 3G e 4G. A instabilidade da conexão e o acesso mais restrito, dependendo da região, podem influenciar a preferência pelo armazenamento mais “tradicional” de arquivos, e principalmente para aqueles que necessitam ter à mão um alto volume de dados.

O levantamento realizado pelo Cuponation, plataforma de descontos online pertencente à alemã Global Savings Group, comparou o serviço de armazenamento em nuvem de 6 principais empresas, ao todo 18 serviços foram analisados. Destas empresas pesquisadas em diferentes planos, a média dos preços do armazenamento de 1 TB é 36% maior se comparado ao mesmo volume de dados de um HD externo com a mesma capacidade, que custa em média R$ 280. Entenda mais sobre a pesquisa no infográfico e conheça as duas formas de arquivar seus dados.

Fonte: Cuponation

Descoberta vulnerabilidade que permite hackear contas da Netflix

Para ficar de olho!

Information Security

Por Eduardo Hayashi

Foi descoberta uma nova vulnerabilidade que permite hackear contas da Netflix. O método em questão, descoberto e descrito pelo especialista em segurança digital James Fisher, envolve a exploração de brechas de segurança presentes na forma como o Gmail e a Netflix lidam com os logins em seus respectivos serviços.

Em publicação, Fisher afirma que o serviço de e-mails da gigante das buscas desconsidera o ponto “.” nos endereços eletrônicos, ao passo que o Netflix considera o caractere para diferenciar os logins de seus usuários.

Para exemplificar, o especialista comenta que o Gmail considera que a conta “bruce.schneier@gmail.com” é a mesma que “bruceschneier@gmail.com” ou “b.r.u.c.e.schneier@gmail.com”. Com isso, uma vez que a Netflix considera os pontos como critério de diferenciação, os comportamentos distintos entre os dois serviços podem ser explorados por meio do método de phishing. Para evitar golpes deste tipo, o especialista explica como funciona o golpe:

De forma resumida, uma conta…

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Erro na cobrança da fatura do celular é a maior reclamação recebida pela Anatel

As reclamações sobre o serviço de telefonia móvel no Brasil são muitas e se justificam. Que os erro na cobrança das faturas sejam o principal motivo para reclamações dos consumidores parece lógico, mas saber que o melhor serviço de celular pós-pago do país está no Amazonas é surpreendente. Essas duas informações foram divulgadas na pesquisa de satisfação e qualidade dos serviços de telecomunicação, divulgada recentemente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para constar, entre as prestadoras, a melhor avaliada foi a Porto Seguro, que opera nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em seguida, vem a Vivo e a TIM.

Fonte: Agência do Rádio

Brasil é o 17º país mais preparados para veículos autônomos

Com o trânsito cada vez mais caótico nas grandes cidades e as distrações as quais os motoristas estão expostos, sem contar os que insistem em dirigir alterados quimicamente, fica cada vez mais plausível a introdução dos veículos autônomos no nosso cotidiano. Nem mesmo o recente acidente (com morte) acontecido nos Estados Unidos deve abalar o avanço dessa nova tecnologia.

Só tenho dúvidas sobre essa colocação do Brasil. Não posso conceber que um país onde as ruas, avenidas e estradas são tão maltratadas possa estar tão preparado assim para os carros sem motorista.

A KPMG lançou o primeiro Índice de prontidão para o uso de veículos autônomos (Autonomous Vehicles Readiness Index – AVRI), que avalia o quão 20 países estão preparados para a introdução de veículos autônomos, além de destacar as principais práticas para ajudar as nações a acelerar a adoção desse tipo de transporte. O Brasil ocupa a 17ª posição no ranking, à frente de Rússia, México e Índia, outros países em desenvolvimento.

O índice avalia cada país de acordo com quatro pilares fundamentais para a capacidade de um país de adotar e integrar veículos autônomos. Dentre eles, o Brasil teve sua melhor posição na aceitação do consumidor (14º), seguindo por tecnologia e inovação (18º), infraestrutura (19º) e política e legislação (20º). Esses pilares são compostos de algumas variáveis que refletem a ampla gama de fatores que impacta a prontidão de um país para o uso de veículos autônomos, incluindo a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos, as atividades de pesquisa e desenvolvimento, a disposição da população para adotar tecnologias e o ambiente regulatório.

“Em termos de regulação, ainda não observamos discussões sobre o tema no Brasil, entretanto, o novo programa automotivo do governo, o ‘Rota 2030 ‘, poderá incluir alguns tópicos relacionados a veículos autônomos. Atualmente, as principais discussões estão ocorrendo em fóruns e eventos relacionados aos setores automotivo e de telecomunicações. Ainda não há um planejamento específico do governo em torno da introdução do veículo autônomo no mercado brasileiro”, analisa o sócio da área de infraestrutura da KPMG no Brasil, Mauricio Endo.

A Holanda ocupa a posição mais alta no ranking, com pontos fortes que incluem uma ampla aceitação dos carros elétricos e uma alta densidade de pontos de carregamento para esse tipo de veículo, uma rede de telecomunicações robusta e testes de estrada já planejados em grande escala. Cingapura e os Estados Unidos são os outros países que estão na liderança do índice.

Ranking Geral

Holanda
Cingapura
Estados Unidos
Suécia
Reio Unidos
Alemanha
Canadá
Emirados Árabes Unidos
Nova Zelândia
Coreia do Sul
Japão
Áustria
França
Austrália
Espanha
China
Brasil
Rússia
México
Índia

Saiba mais sobre o AVRI e o desempenho de cada país acessando o relatório na íntegra.

Fonte: KPMG

WhatsApp ganha recurso para usuário avisar que mudou o número de telefone

Essa pode ser uma má notícia para quem quer se esconder ou fugir de alguém.

O WhatsApp ganhou um recurso que promete facilitar a vida dos usuários que trocam o número de telefone e precisam avisar a mudança aos seus contatos. Conforme relata o WABetaInfo, a funcionalidade já está sendo liberada para a versão beta do aplicativo para Android (2.18.97) e, em breve, também estará disponível para iPhone.

Agora, quando o usuário entrar na seção de “Alterar/Mudar número” poderá escolher se quer notificar os contatos sobre a alteração. Neste caso, é possível escolher entre notificar todos os contatos, somente os contatos que estão com conversas salvas ou pessoas específicas.

Fonte: Olhar Digital

Por que o telemarketing te liga e desliga sem ninguém falar nada?

Seguindo o tema das irritantes ligações de telemarketing, reproduzo um texto que explica o porquê de algumas ligações serem desligadas sem que ninguém fale nada do outro lado da linha.

Entenda as razões para esse fenômeno e como (dizem) você pode se proteger.

Já deve ter acontecido com você. Em algum dia da sua vida, seu celular recebe ligações de números desconhecidos repetidamente e, mesmo desconfiando que seja um contato de telemarketing, você resolve atender. Acontece que, depois de 5 segundos da chamada, o telefone desliga.

De quem são essas ligações, afinal? E se é de uma empresa que quer vender algum produto ou fazer uma cobrança, por que eles desligam antes da conversa começar?

Liga e desliga: chamadas incompletas de telemarketing

A prática de realizar chamadas e depois desligar faz parte de um sistema das empresas de telemarketing que prende vários clientes ao mesmo tempo, mas em ligações centralizadas em um único operador. Por isso, nem sempre quando toca seu telefone você ouve um “alô” do outro lado.

Por que eles desligam a ligação?

Acontece que a máquina disca vários números de telefone que existem cadastrados no mailing e, quando uma pessoa atende, o operador entra automaticamente em contato com ela. Se a pessoa mantém o diálogo, o atendente fica ocupado e, assim, as outras chamadas são “derrubadas”. Tudo isso para garantir um atendimento mais volumoso.

O método, que leva em conta “taxas de abandono” (quantas ligações são perdidas) e “taxa de adesão” (quantas chamadas são, de fato, completas), faz com que o operador fique o tempo inteiro em uma conversa com uma pessoa, seja oferecendo produtos ou fazendo cobranças.

“Prática questionável”, diz advogado

Para o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Igor Marchetti, esse tipo de discagem automática que desliga antes mesmo de o operador conseguir contato com o usuário é, de fato, uma prática “totalmente questionável”.

“É uma conduta estranha, ligar e desligar sem efetivar o contato. E uma prática totalmente questionável, porque pode gerar violação da vida privada da pessoa que não quer receber esse contato”, explica. “Dependendo da situação, cabe uma ação de reparação por dano pessoal”.

Como fazer para se livrar e/ou denunciar

Alguns estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Paraíba, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo têm leis que permitem o bloqueio de telemarketing: basta acessar o site dos Procons regionais e cadastrar o CPF do titular da conta.

Em São Paulo, por exemplo, desde 2008 a lei garante que os cidadãos possam bloquear o contato de empresas que ofereçam produtos e serviços (empresas de cobrança e instituições que pedem doações não são atingidas pela regra), se não quiserem receber esse tipo de ligação.

Caso as ligações continuem acontecendo, o consumidor pode juntar os registros de chamada e levar ao Procon e, dependendo da situação, entrar com ação por dano moral contra a empresa

Para estados em que não há uma lei específica, o cidadão deve buscar apoio dos órgãos do consumidor.

“Se for o caso, o consumidor pode identificar o número que liga para ele com a operadora do celular ou de telefonia e enviar uma carta solicitando a retirada do contato da lista em que foi colocado de forma indevida ou sem autorização”, finaliza Marchetti.

Fonte: Veja

E-mail e dispositivos móveis: um casamento sólido

Ter uma certa idade tem lá suas vantagens. Lembro bem que ao escrever uma matéria sobre o ICQ (lembram dele?) afirmei que o programinha para troca de mensagens instantâneas era o futuro da Internet (que ainda se escrevia com caixa alta). Depois dele, vieram o Messenger e muitos outros. Hoje, vivemos a era do WhatsApp e das redes sociais. No meio disso, o bom e velho e-mail foi sobrevivendo, praticamente sem mudanças. Claro que o surgimento do Gmail e seu espaço de armazenamento praticamente ilimitado teve um bom impacto na imagem ferramenta de comunicação.

Em 2018, a maioria das empresas já se rendeu aos programas de mensagem eletrônica como ferramentas de trabalho. Há até gurus digitais que já decretaram a morte do e-mail (assim como muitos decretaram a morte do rádio, o que não canso de repetir), mas a verdade é que poucas vezes o e-mail esteve tão em alta. A possibilidade de anexar arquivos cada vez maiores, apresentações, filmes, músicas ou planilhas, por exemplo, unidos aos cada vez mais imprescindíveis dispositivos móveis, são uma combinação imbatível, principalmente para o e-commerce.

Não há dúvida que há desafios para tornar os e-mail atraentes e interessantes para as pequenas telas dos smartphones. É verdade que os cada vez mais poderosos filtros de spam (fica aqui o meu sincero agradecimento ao Monty Python – aguardem os próximos posts para entenderem a referência) precisam ser driblados pelas empresas que querem atingir o seu público-alvo.

Truques como o uso extensivo de elementos gráficos ou o envo de ofertas baseado na localização do usuário são algumas das táticas que podem definir o sucesso ou fracasso de um e-mail. Nem precisaria citar a importância de manter a sua base de endereços atualizada, mas sou da antiga e acho que a dica é sempre válida.

Para os que realmente têm a mente antiga e acham que e-mail é ultrapassado, alguns dados que valem uma reflexão.

– Levantamento da provedora de solução de dados Return Path constatou um aumento de 26% no uso de smartphones para a finalidade, comparado com 2012.

– A área de trabalho representa 17% de todos os e-mails abertos, webmail 36% e 47% móvel. – Litmus “The 2017 Email Money Market Share”.

– De acordo com o E-mail Client Monitor, a maior porcentagem de acessos a e-mails via dispositivos móveis acontece no fim de semana, 60% aos sábados e domingos.

– Cerca de 3 em cada 5 consumidores verificam seu e-mail em movimento (celular) e 75% dizem usar seus smartphones com mais frequência para verificar o e-mail

– 60% dos entrevistados verificam seus e-mails de trabalho em um smartphone e 14% em um tablet , enquanto 57% verificam seus e-mails de trabalho em laptop / desktop. – Fluente “O relatório da caixa de entrada, Percepções do consumidor sobre o email”.

– Depois de ver um e-mail de marketing, metade dos consumidores (50%) compraram através de sites móveis, 24% através de um aplicativo de smartphone, 35% comprados em um computador, 27% na loja.

– 83,8% usam seu smartphone para e-mail pessoal, 34,0% usam seus smartphones para e-mail comercial. – Adestra “Estudo de Adoção e Uso de Consumidores”.

– 34% dos consumidores marcaram e-mails promocionais como spam porque não funcionaram bem no seu smartphone.

Se isso não for o suficiente para deixar claro que um bom e-mail ainda pode ser mais eficiente que uma promoção em alguma rede social….melhor você nunca trabalhar com comunicação, vendas ou tecnologia.

Com dados do Dino

Tecnologia ajuda na hora de abastecer o carro

Todos os motoristas do Brasil, em especial os do Rio, onde a gasolina é uma das mais caras do país, sofrem na hora de abastecer seus automóveis. Para tentar escapar dos preços abusivos, muita gente vem recorrendo aos aplicativos, na esperança de conseguir gerar alguma economia. Há os que comparam os preços nos postos, outros que dizem se é mais econômico abastecer com álcool ou gasolina e, claro, os que incentivam o transporte solidário.

Aqui estão alguns que podem ajudar a economizar alguns reais.

Gasosa (Android)

Este é para quem, como eu, tem carros Flex. Ele permite inserir os valores da gasolina e do etanol, o consumo médio do seu carro, e calcular qual combustível é mais vantajoso na hora de abastecer. Ainda é possível salvar as informações no aplicativo e acompanhar a evolução dos preços.

Preço dos Combustíveis (Android)

Esse usa a sua localização para mostrar uma comparação do preço da gasolina, álcool ou diesel nos postos de combustíveis mais próximos. O aplicativo é atualizado com informações dos usuários e dados fornecidos pela ANP.

BlaBlaCar (Android e iOS)

Este eu nunca usei, mas a ideia BlaBlaCar é incentivar a carona solidária como forma de rachar os custos de viagens entre cidades. De acordo com este aplicativo, o condutor que compartilha o seu trajeto com dois passageiros consegue reduzir os seus gastos em até 75%.

Lenovo vai acabar com a marca Motorola

Se for verdade é para ficarmos todos de luto. Afinal, o celular só existe por causa dela!

Motorola Logo de Luto
A CES 2016 tem sido fruto de ótimas notícias para o mundo mobile nos últimos dias, mas parece que a feira foi o palco também de uma revelação “catastrófica”. O COO da Motorola, Rick Osterloh, disse em entrevista hoje na CES que a marca “Motorola” vai lentamente ser substituída por Lenovo. Em resumo, o nome da empresa que inventou o celular vai deixar de existir no mundo mobile.

“Nós vamos lentamente apagar a marca Motorola e focar na linha ‘Moto’”, disse Osterloh. Basicamente, a Lenovo vai substituir o nome da sua subsidiária em seus smartphones, mas eles continuarão com o título “Moto”, e, ao que tudo indica, o icônico M e forma de asa de morcego vai continuar existindo. Contudo, não sabemos se ele vai apenas adornar os aparelhos em segundo plano.

Histórica

Motorola OldPor outro lado, a atual Motorola vai assumir completamente a divisão mobile da Lenovo, que sempre sofreu para emplacar grandes sucessos, tanto na Ásia quanto no resto do globo.

A Motorola, por sua vez, teve nomes que ficaram para a história, como DynaTAC e o imensamente popular nos anos 2000 Motorola V3. Mais recentemente, depois de ter sido comprada pela Google, a empresa lançou a sua linha Moto e tem tido sucesso considerável nas Américas, porém não fora dessa região.

Apesar de a decisão da Lenovo parecer sensata do ponto de vista estratégico, alguns especialistas se perguntam se é realmente sábio “matar” uma marca de tamanha importância.

“A Lenovo não tem uma marca ruim, mas ‘Motorola’ significa muita coisa”, disse Carolina Milanesi, da Kantar WorldPanel ao CNET. Ao comprar a empresa das mãos da Google em 2014, o CEO da Lenovo disse em entrevista: “essa marca é o nosso tesouro. Nós planejamos não apenas protegê-la, mas torná-la mais forte”.

Quando isso vai acontecer?

Acredita-se que os primeiros smartphones lançados sem a marca Motorola devam aparecer no mercado mundial em um ano, e a Lenovo pretende introduzir os aparelhos da linha Moto nos mercados asiáticos como uma série de aparelhos “superpremium”. Onde a Lenovo ainda não está presente, mas a Motorola sim, vão ser lançados aparelhos mais baratos da marca chinesa.

Essa notícia, apesar de não impactar apenas no Brasil, traz um bocado de insegurança e dúvidas para os fãs da marca por aqui. Hoje mesmo, a empresa anunciou um reajuste salgado nos preços dos Moto G e Moto X Play em todas as suas variantes, o que também não agradou muito, uma vez que a marca já foi no país o ícone do custo-benefício.

Fonte: Tecmundo

TAM libera uso de celulares e tablets em modo avião durante todas as fases do voo!

É inacreditável que o uso de celulares seja tão retingido no Brasil. Lá fora (EUA e Europa) os bancos e companhias aéreas usam o wi-fi como chamariz para novos clientes, enquanto aqui tudo é proibido em nome da segurança, ou da falta de capacidade em dar segurança ao cidadão, e das péssimas condições tecnológicas de nossas aeronaves e aeroportos.

Espero que esse seja o início de uma grande mudança.

Wi-fi aviãoA TAM comunicou que os passageiros que voarem em algumas rotas domésticas da companhia poderão manter seus aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares, tablets e câmeras ligados durante todo o voo, desde que em modo avião. Até 31 de janeiro o uso será liberado em todos os voos domésticos e até março em todos os voos internacionais. A empresa não informou em quais rotas vai iniciar a liberação, então quem for voar com a TAM em janeiro deve seguir as orientações dos comissários.

Desde a liberação do FAA nos Estados Unidos em 2013, após estudos que comprovaram que os aparelhos eletrônicos não afetam a segurança de voo, as companhias aéreas norte-americanas iniciaram a liberação do uso de celulares e tablets durante todas as fases de voo, sendo seguidas, gradativamente, por empresas européias e asiáticas. No Brasil, tal prática só começou a valer em 2015, nos voos da GOL, que foi a primeira companhia aérea brasileira a liberar a utilização de eletrônicos durante todas as fases de voo.

Alguns leitores podem não compreender inteiramente o valor dessa medida, mas para quem faz pelo menos 6 voos por semana, 15 minutos adicionais de uso dos eletrônicos por voo podem representar aproximadamente 84 horas de trabalho em um ano ou a possibilidade de assistir 42 filmes dentro do avião. Mesmo para quem não viaja tanto assim, ter a liberdade de ouvir música, assistir algum vídeo ou mesmo ler um livro no celular ou no tablet sem ser repreendido pelos comissários é um alívio e tanto.

tam-passagens-aviaoÉ difícil entender por que tanta demora ou resistência em implementar essa prática no Brasil, uma vez que os aviões utilizados pelas companhias brasileiras são os mesmos da Airbus, Boeing ou Embraer que voam no mundo todo. Vamos torcer para que a Avianca e a Azul não durmam no ponto e implementem a liberação ainda este ano!

A notícia é especialmente interessante para os passageiros da TAM devido ao seu novo sistema de entretenimento, que já funciona em algumas aeronaves e que deve ser expandido para toda a frota doméstica ao longo de 2016. Com ele é possível assistir filmes, séries, documentários e até a alguns canais do YouTube em seu próprio smartphone, tablet ou notebook. Todo o conteúdo fica armazenado no servidor do sistema, não demandando memória do seu aparelho. Tem também um mapa interativo que permite acompanhar a rota e o tempo restante de voo.

Fonte: Melhores Destinos

Steve Ballmer acredita que o futuro do Windows Phone está no Android

Pôxa, vocês não sabem como fico feliz quando vejo que um player de peso concorda com a minha opinião -não, não sei quem pensou nisso antes. Mesmo assim, estou longe (ufa) do título de Guru Digital.

windows-10-logoO Windows 10 para dispositivos móveis mal foi lançado, e ex-CEO da Microsoft já parece querer “enterrá-lo” ou, na melhor das hipóteses, apontar um melhor caminho para a própria companhia o fazê-lo.

Nesta semana, durante conferência da Microsoft para acionistas, a jornalista Dina Bass do Bloomberg – que se encontrava próxima a Steve Ballmer, o ex-CEO e ainda acionista da companhia, ouviu o executivo criticar o atual CEO, Satya Nadella e a posição da Microsoft. Um dos erros da companhia, segundo Ballmer? Ignorar aplicativos Android.

Dina também reporta que o executivo criticou a resposta de Nadella para um membro da audiência, quando este questionou a falta de aplicativos tidos como chaves, como um App do Starbucks, no telefone da companhia.

Nadella respondeu citando o plano da companhia que permite que desenvolvedores Windows escrevam aplicações universais que rodam tanto em computadores, quanto smartphones e tablets, tendo como alvo uma matriz maior de dispositivos do que apenas telefones da Microsoft, que no final das contas representa uma parte bem pequena do mercado mobile.

“Isso não funcionará”, comentou Ballmer enquanto Nadella falava. Ao invés disso, a companhia precisa permitir que os Windows Phones rodem também aplicativos Android, completou.

E Ballmer estaria certo? Provavelmente. Mas como a Microsoft convencerá desenvolvedores Android a direcionarem seus aplicativos para Windows? Cada vez mais parece que outro telefone Android poderia ser a resposta.

Uma questão de aplicativos

app2503[1]A loja de apps da Microsoft está muito atrás de sua competição. Verdade seja dita, a lista de aplicativos gratuitos mais baixados para o Windows Phone são os quase onipresentes Facebook, Twitter, Netflix e, olhando mais de perto, vários aplicativos como o Instagram e o próprio Twitter são listados em sua versão beta ou sua qualidade simplesmente não chega perto da qualidade daqueles oferecidos em outros sistemas operacionais.

E bem, isso piora quando falamos de aplicativos pagos que são populares no Android, mas não no Windows. Resumindo: tanto Android quando o iOS geram mais receita para desenvolvedores do que o Windows Phone. Assim, a maioria dos desenvolvedores negligenciam o sistema da Microsoft.

Entretanto, não está claro o que Ballmer exatamente quis dizer com seus comentários. Estaria ele sugerindo que o Windows Phone precise rodar aplicativos que foram originalmente projetados para Android e depois adaptados para Windows? Nesse caso, ele provavelmente deve estar ciente de que o Projeto Astoria, a ferramenta “ponte” do Windows que permitirá desenvolvedores migrarem aplicativos Android para Windows, foi colocado em estado de espera.

Há outra opção? Por mais estranho que isso possa soar, um telefone “Android-Windows” pode não ser tão distante. Vale lembrar que você provavelmente deve usar aplicativos como Cortana, Bing, Outlook, Skype e apps do Office e mais no seu aparelho Android ou mesmo iPhone.

Porém, até agora não houve o menor indício de que a Microsoft está desenvolvendo seu próprio sistema operacional Android ou um telefone novo.

E com a Microsoft já aplicando bilhões de dólares em seu próprio Windows Phone e no desenvolvimento de dispositivo, pode ser que a companhia se recuse a gastar mais.

Mas a pergunta incômoda permanece em relação ao lema da companhia “nuvem primeiro, mobile primeiro”. É de se pensar que uma plataforma móvel viável é necessária para avançar. E isso não parece apontar para um horizonte que inclui o Android?

Fonte: Computerworld

Cidades inteligentes terão 1,6 bilhão de coisas conectadas em 2016

smart cityCidades inteligentes vão experimentar um drástico aumento no número de dispositivos conectados no ano que vem, de acordo com relatório recente do Gartner, intitulado “Forecast: Internet of Things — Endpoints and Associated Services, Worldwide, 2015”.

De acordo com a consultoria, 1,6 bilhão de coisas conectadas estão em uso nas cidades inteligentes em 2016, um aumento de 39 por cento em relação ao ano de 2015. O relatório afirma também que os edifícios comerciais inteligentes serão os maiores usuários de soluções de Internet das Coisas, com 518 milhões de itens conectados em uso em 2016.

Segundo Bettina Tratz-Ryan, vice-presidente de pesquisas do Gartner, os edifícios comerciais inteligentes serão o maiores usuários de Internet das Coisas até 2018, quando as casas inteligentes devem assumir a liderança com pouco mais de 1 bilhão de dispositivos conectados.

Inicialmente, os imóveis comerciais se beneficiarão muito da implementação IoT, de acordo com o Gartner, já que a IoT cria uma visão unificada de gestão das instalações, bem como de operações de serviços avançados através da coleta de dados e de insights a partir de uma infinidade de sensores.

“Especialmente em grandes sites, como zonas industriais, conjuntos de escritórios, shopping centers, aeroportos ou portos marítimos, a Internet das Coisas pode ajudar a reduzir os custos de energia, de gestão e manutenção dos prédios em até 30%”, afirma Tratz-Ryan.

De acordo com a consultoria, a implantação IoT em edifícios comerciais deve continuar a crescer em ritmo acelerado ao longo dos próximos anos, com a possibilidade real de atingir pouco mais de 1 bilhão em 2018.

Entre as aplicações de consumo que estão impulsionando o crescimento da IoT nas casas inteligentes estão as Smart TVs, os set-top boxes inteligentes, as lâmpadas inteligentes e várias ferramentas de automação residencial, como termostatos inteligentes, sistemas de segurança e utensílios de cozinha.

“A maturidade crescente das plataformas de casas inteligentes através de um ecossistema de eletrodomésticos, infotainment e sensores, deve fazer com que os investimentos nessas tecnologias ultrapasse os feitos na implantação de soluções disponíveis para os edifícios comerciais em 2018,” acrescenta Tratz-Ryan.

As casas inteligentes representarão 21% do total das soluções de IoT usadas nas cidades inteligentes em 2016, o maior aumento ao longo dos próximos cinco anos, afirma o Gartner.

Fonte: Computerworld

Conheça quatro áreas que apontam o futuro da pesquisa no Google

GoogleEm uma conferência realizada na última semana em Toulouse, na França, o diretor de pesquisa de inovação do Google, Behshad Behzadi, apontou que a companhia acredita que o futuro esteja nos dispositivos móveis e ofereceu algumas pistas do que deve ser o futuro da área de buscas na gigante de tecnologia. Segundo ele, 4 grandes áreas devem se modificar drasticamente nos próximos anos. Veja quais são elas:

  1. Voz

O processamento de linguagem natural do Google evoluiu bastante nos últimos anos: antes, a taxa de erro era de 1 em 4. Atualmente, o valor passou para 1 a cada 16. De acordo com Behzadi, isso significa que o sistema interpreta as pesquisas por voz na velocidade e com a capacidade de uma conversa entre pessoas.

  1. Contexto

Cada vez mais, o motor de busca do Google está tentando entender o que o usuário quer descobrir ou encontrar quando digita algo na página de buscas. O sistema capta as pesquisas do usuário e seu histórico para tentar captar o que ele realmente quer saber.

  1. Localização

As pesquisas baseadas em localização devem se tornar ainda mais importantes para a plataforma. Ao buscar itens gerais, o usuário deve obter resultados específicos, com base no lugar onde ele se encontra. Pesquisando, por exemplo, loja de roupas, em uma rua qualquer, o usuário receberá indicações dos estabelecimentos que se encontram próximos a ele.

  1. Dados pessoais

O item é uma das grandes polêmicas enfrentadas pelo Google atualmente. Questionada, a companhia revela que a intenção é saber mais sobre o usuário e adaptar os resultados com base em sua maneira de pesquisar e em seus interesses. No entanto, defensores da privacidade na rede apontam que essa pode ser uma grande oportunidade para obter informações sensíveis sobre as pessoas.

Fonte: Olhar Digital

PCs ficarão mais caros no Brasil em 2016

Infelizmente a mesma lógica pode ser usada para muitos outros produtos.

pcnovoAs projeções para o mercado brasileiro de PCs não são nada animadoras. Mas a diretora da área de Consumo da Intel no Brasil, Gisselle Ruiz Lanza ainda enxerga oportunidades na adversidade. Diante do inevitável reajuste no preço das máquinas em 2016 – mais por conta do aumento do dólar do que da Lei do Bem – e de uma postura mais conservadora por parte dos consumidores, a Intel aposta da diversificação das ofertas, a partir de uma maior segmentação e diferenciação de recursos capazes de aumentar a percepção de valor agregado dos PCs para o consumidor.

“Além de mais opções de configurações e preço, o consumidor precisa ter bons motivos para comprar um PC novo. O valor percebido com a oferta de novas tecnologias tira um pouco a referência de preço, principalmente da mera comparação de configurações”, explica a executiva.

Segundo Gisselle Lanza, o preço médio praticado na categoria PCs nos últimos 12 meses variou menos de 20%. A depreciação do Real frente ao dólar nos últimos 18 meses foi de 80%. E nos últimos 12 meses, de 50%. Em algum momento, os fabricantes vão ter que ajustar essa diferença.

“Há muitas máquinas já no varejo produzidas com componentes comprados com dólar mais baixo”, afirma Carlos Buarque, Diretor de Marketing da Intel Brasil para a área de Consumo.  “E mais de 90% dos componentes de um PC são fortemente impactados pelo valor do dólar”, completa Gisselle, lembrando que só o fim da Lei do Bem já será responsável por um reajuste de preços de no mínimo 12%.

A indústria está trabalhando fortemente junto ao governo no sentido de prorrogar a Lei do Bem.  “Há a possibilidade da publicação de uma Medida Provisória nos próximos dias, suspendendo o fim dos incentivos agora em dezembro”, afirma Américo Tomé, gerente de marketing da Intel.

De qualquer modo, na opinião de Américo, a janela para a compra de PCs ainda sem o reajuste previsto para próximo ano é agora, entre a BlackFriday e o saldão pós-Natal, no início de Janeiro, com a liquidação de estoques.

Para aquecer

Pesquisas feitas pela empresa revelam que as máquinas 2 em 1 têm um forte apelo para a troca antecipada de máquina.  “Do ponto de vista de comportamento, o que a gente tem visto é que o fato de ter o 2 em 1 na prateleira estimula a troca. Tem uma boa quantidade de consumidores que chega a antecipar a compra em 12 meses pelo fato de ter um dispositivo mais interessante para o perfil de uso”, explica Gisselle.

O 2 em 1 é, portanto, uma boa oportunidade para estimular essa base instalada de PCs com mais de 4 anos de uso. Até porque, de acordo com a executiva, a penetração dos dois em um no Brasil está abaixo da média mundial e também da média da América Látina. Em alguns países da região, como Colômbia, México e Chile, a penetração de 2 em 1 já está chegando a 15%, enquanto no Brasil fica entre 5% e 6%.  As mesmas pesquisas revelam também que muitos consumidores que desejavam comprar um tablet desistiram da compra para adquirir um 2 em 1.  “Comportamento que traz para o canal a oportunidade de aumento do ticket médio. A gente vê isso como uma oportunidade”, argumenta a executiva.

Um dos grandes desafios que a Intel teve nos últimos meses foi justamente aumentar a opção de escolhas, dos desktops aos 2 em 1. O que inclui novos formatos (All-in-One, 2 em 1, mini PCs), a chegada da 6ª geração Core no topo de linha e o lançamento de modelos de entrada, para compra da primeira máquina, rodando a mais recente geração dos Pentium.

“A gente nunca matou a marca na nossa estratégia de produto. A gente entende que no novo portfólio de preços o Pentium é uma boa opção para aquele consumidor de baixo poder executivo. O performance do Pentium de hoje é muito melhor que a do Pentium de 5 anos atrás. E vamos trazer máquinas mais finas, mais leves, com maior duração de bateria”, conta Gisselle.

Fonte: IDG Now!

Para 75% dos consumidores, conectividade é fator de decisão na compra de carros

Acredito que a conectividade seja um passo natural no desenvolvimento dos automóveis e que a preferência dos consumidores irá, cada vez mais, nessa direção.

Carros Conectados ICarros conectados têm chamado cada vez mais a atenção de potenciais consumidores e influenciado na decisão da compra do próximo veículo, segundo estudo realizado pela AT&T Drive Studio e Ericsson sobre Compradores de Carros Conectados.

De acordo com a pesquisa, três em cada quatro consumidores afirmam que serviços de conectividade veicular são recursos importantes em sua próxima compra de automóvel.

Conduzido em julho de 2015, o estudo foi realizado com consumidores que pretendem comprar um carro dentro dos próximos três anos no Brasil, México, Estados Unidos, Alemanha e China.

Por “carro conectado”, o estudo convencionou como aqueles automóveis equipados com uma conexão sem fio a Internet, que permite a execução de aplicativos de entretenimento e informação – como apps de música, serviços de navegação e atualizações em tempo real sobre o trânsito, entre outras possibilidades.

Para Chris Penrose, vice-presidente sênior de Internet das Coisas da AT&T Mobility, o estudo confirma que os motivadores atuais na compra de um carro se alinham com novidades tecnológicas e serviços de valor agregado que aprimoram a experiência ao volante.

“É ótimo ver que mais motoristas estão entendendo as possibilidades que um carro conectado oferece. Com essa maior conscientização, acreditamos que haverá uma adoção muito maior da conectividade sem fio integrada para carros”, defende.

Carros Conectados IIDe acordo com a pesquisa, 78% dos consumidores em todo o mundo esperariam um ano a mais para comprar um carro com serviços de conectividade veicular da sua marca preferida enquanto 62% dos entrevistados nos Estados Unidos disseram conhecer o termo “carro conectado”.

“Pelo segundo ano consecutivo, estamos presenciando uma tendência crescente em que consumidores em diferentes lugares do mundo não só estão cada vez mais conscientes do termo ‘carro conectado’, mas também estão dando mais valor aos serviços e recursos de conectividade veicular”, ressalta Orvar Hurtig, Vice-presidente da Ericsson Global Services e Diretor de Indústria e Sociedade da Ericsson.

Hurtig também chama atenção para o fato de que a conectividade nos carros também indica entrega mais rápida de soluções e reparos para carros “inteligentes”, incluindo aí atualizações de software e downloads de configurações avançadas. Já para o consumidor, a conectividade deve aprimorar a experiência de motoristas ao volante, mesmo após anos da compra do automóvel conectado.

Fonte: IDG Now!

Número de residências com computador no país cai pela primeira vez

Saturação de mercado, crise econômica ou ambos? Cada “guru digital‘ vai vir com suas teses e certezas, mas prefiro deixar vocês pensando sobre o assunto.

PC desktopPela primeira vez desde 2004, caiu o número de domicílios com microcomputador no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mostram que a proporção de domicílios com PCs passou de 48,9% em 2013 para 48,5% no ano passado, quando totalizou 32,5 milhões de residências.

A Pnad 2014 aponta também a queda no número de residências com PCs com acesso à internet no período de referência da pesquisa (28/09/2013 a 27/09/2014), que recuou de 42,4% para 42,1%, embora, pela primeira vez, a proporção de pessoas que acessaram a internet por meio de um microcomputador tenha passado da metade da população com idade a partir de dez anos (de 49,4% em 2013 para 54,4% em 2014), chegando a 95,4 milhões, um incremento de 11,4%. Em todas as grandes regiões, houve crescimento do contingente de internautas — 19,3% no Norte, 14,6% no Nordeste, 9,5% no Sudeste, 10,0% no Sul e 12,0% no Centro-Oeste.

Uma das possibilidades consideradas pelos pesquisados do IBGE para a queda no número de residências com PCs com acesso à web é o crescimento dos outros meios de acesso à rede mundial, como smartphones e tablets, ainda não incluídos no estudo. De 2013 para 2014, por exemplo, a proporção de pessoas que possuíam apenas telefone celular em casa cresceu, passando de 54% para 56,3%, totalizando 37,8 milhões de domicílios. Isso representa um aumento de 2,3 pontos percentuais, mais do que a proporção de domicílios com algum tipo de telefone, que aumentou 0,9 ponto percentual, para 62,7 milhões de residências.

A posse de telefone celular para uso pessoal também teve incremento, de 4,9% em 2014 (6,4 milhões de pessoas a mais), totalizando 136,6 milhões de pessoas com dez anos ou mais de idade que tinham o aparelho. A proporção dessas pessoas, que em 2013 era de 75,2%, passou a 77,9% do total.

Fonte: TI Inside

Celulares estão canibalizando os tablets?

Posso soar repetitivo, mas sempre achei que os tablets só seriam úteis para trabalho (ok, depois descobri que é uma ferramenta importantíssima para os pais de filhos endiabrados) e a queda nas vendas me parece totalmente normal, já que não há apelo para a troca tão frequente como acontece com os smartphones.

Seria eu um “Guru Digital”?

smartphones, tablets e FacebookO embarque e despacho de tablets declinou 12,6% do ano passado até novembro, revela o mais recente estudo do IDC chamado Worldwide Quarterly Tablet Tracker. Sob todos os aspectos, seja de venda quanto de expansão de mercados, os indicadores de consumo de tablets vêm demonstrando queda.

Segundo analistas, isso se dá por alguns motivos.

Um deles é a saturação dos grandes mercados. O mesmo IDC estimava ao final do 2014 que a base instalada de tablets no mundo era de aproximados 581,9 milhões, mas de lá para cá essa base não registrou expressivo crescimento, sendo que mercados mais desenvolvidos como EUA, Europa Ocidental e a região da Ásia e Pacífico, tendo atingido 100 milhões de aparelhos em cada um deles, aparenta ter atingido o limite de seu potencial total de ocupação.

A outra razão é que a renovação dessa base instalada é mais lenta do que a de celulares, por exemplo, já que, na média, os usuários de tablets só trocam seu aparelho em média de quatro em quatro anos.

Trabalhando com tabletMas um dos fatores que de fato parece estar influenciando fortemente esse desempenho vem dos mais recentes modelos de smartphones, com telas maiores, que oferecem uma experiência de visualização e usabilidade eventualmente considerada mais confortável e completa, já que além de se aproximarem fortemente da visualização das telas maiores dos tablets, celulares fazem ligações telefônicas e tablets não.

Novos lançamentos de todas as grandes marcas para final deste ano podem alterar este quadro, mas não substancialmente. Na verdade, esses mesmos fabricantes estão colocando, em seu conjunto, um número menor de novidades no mercado ano após ano. Exatamente ao contrário dos fabricantes de celulares (os mesmos, em boa parte das vezes), que seguem num ritmo acelerado de competição via novos modelos.

O boom dos tablets diminuiu fortemente seu ritmo, enfrentando os menores índices de desempenho em vendas desde que eles foram criados primeiro pela Microsoft em 1999 e, depois, acabaram popularizados pelo iPad, da Apple, em 2010, há apenas 5 anos, portanto.

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Fonte: ProXXIma

O e-mail ainda não morreu, mas…

Essa é mais uma daquelas ‘previsões’ que podem não acontecer. Não quero acreditar que a comunicação escrita vai ser dominada por abreviações e frases telegráficas. Mas……

Segurança e-mailEmpregados em seus 20 e 30 anos são muito mais propensos a usar a mídia social, como o Facebook, para fins de trabalho – cerca de três em cada 10 dentro de cada faixa etária, revela estudo divulgado pela CompTIA. Em contrapartida, menos de 20% dos Baby Boomers (nascidos antes de 1965) usam o Facebook para fins de trabalho e 25% não usam o Facebook como um todo, para trabalho ou uso pessoal.

Além das fronteiras entre trabalho e vida pessoal – as informações que estão sendo compartilhadas por meio dos canais de mídias sociais – são motivo de preocupação entre as empresas e reconhecidas como um problema em potencial pelos próprios funcionários. A maioria dos trabalhadores em todos os grupos etários (64%) acredita que a mídia social gera impactos negativo na produtividade no trabalho.

“As organizações devem considerar seriamente a construção de uma política em torno das mídias sociais para definir comportamentos apropriados e minimizar o risco de dados sensíveis serem compartilhados”, disse Seth Robinson, diretor sênior de análise de tecnologia da CompTIA. Entretanto, isso pode ser complicado no local de trabalho do futuro.

Os trabalhadores mais jovens enxergam uma maior ligação entre as mídias sociais e seu trabalho, e sentem que suas habilidades com as mídias sociais são um elemento importante do conjunto de habilidades que eles trazem para os seus empregos.

O levantamento mostra também que o e-mail continua a ser a forma mais dominante de comunicação no local de trabalho, mas novas formas de comunicação, como o Skype  e mensagens instantâneas estão reivindicando uma parcela cada vez maior, especialmente entre os trabalhadores com idade inferior a 50 anos.

Quando surgem problemas de suporte de tecnologia no local de trabalho os trabalhadores mais jovens são mais propensos a recorrer a mensagens instantâneas, vídeo chat e o uso de aplicativos mobile para resolução. Eles também estão abertos para o uso das mídias sociais para suporte de TI relacionados à reparação, manutenção e solução de problemas de dispositivos e aplicativos.

O estudo Gerenciando a Força de Trabalho Multigeracional realizado pela CompTIA, é baseado em duas pesquisas on-line separadas: a primeira com 700 profissionais de negócio;  a segundo com 1.010 adolescentes e jovens adultos entre as idades de 13 e 24 anos. Ambas as pesquisas foram realizadas em setembro de 2015. O relatório completo está disponível gratuitamente com o registo simples em https://www.comptia.org/insight-tools.

Fonte: Convergência Digital