Arquivo da tag: Smartphones

Steve Ballmer acredita que o futuro do Windows Phone está no Android

Pôxa, vocês não sabem como fico feliz quando vejo que um player de peso concorda com a minha opinião -não, não sei quem pensou nisso antes. Mesmo assim, estou longe (ufa) do título de Guru Digital.

windows-10-logoO Windows 10 para dispositivos móveis mal foi lançado, e ex-CEO da Microsoft já parece querer “enterrá-lo” ou, na melhor das hipóteses, apontar um melhor caminho para a própria companhia o fazê-lo.

Nesta semana, durante conferência da Microsoft para acionistas, a jornalista Dina Bass do Bloomberg – que se encontrava próxima a Steve Ballmer, o ex-CEO e ainda acionista da companhia, ouviu o executivo criticar o atual CEO, Satya Nadella e a posição da Microsoft. Um dos erros da companhia, segundo Ballmer? Ignorar aplicativos Android.

Dina também reporta que o executivo criticou a resposta de Nadella para um membro da audiência, quando este questionou a falta de aplicativos tidos como chaves, como um App do Starbucks, no telefone da companhia.

Nadella respondeu citando o plano da companhia que permite que desenvolvedores Windows escrevam aplicações universais que rodam tanto em computadores, quanto smartphones e tablets, tendo como alvo uma matriz maior de dispositivos do que apenas telefones da Microsoft, que no final das contas representa uma parte bem pequena do mercado mobile.

“Isso não funcionará”, comentou Ballmer enquanto Nadella falava. Ao invés disso, a companhia precisa permitir que os Windows Phones rodem também aplicativos Android, completou.

E Ballmer estaria certo? Provavelmente. Mas como a Microsoft convencerá desenvolvedores Android a direcionarem seus aplicativos para Windows? Cada vez mais parece que outro telefone Android poderia ser a resposta.

Uma questão de aplicativos

app2503[1]A loja de apps da Microsoft está muito atrás de sua competição. Verdade seja dita, a lista de aplicativos gratuitos mais baixados para o Windows Phone são os quase onipresentes Facebook, Twitter, Netflix e, olhando mais de perto, vários aplicativos como o Instagram e o próprio Twitter são listados em sua versão beta ou sua qualidade simplesmente não chega perto da qualidade daqueles oferecidos em outros sistemas operacionais.

E bem, isso piora quando falamos de aplicativos pagos que são populares no Android, mas não no Windows. Resumindo: tanto Android quando o iOS geram mais receita para desenvolvedores do que o Windows Phone. Assim, a maioria dos desenvolvedores negligenciam o sistema da Microsoft.

Entretanto, não está claro o que Ballmer exatamente quis dizer com seus comentários. Estaria ele sugerindo que o Windows Phone precise rodar aplicativos que foram originalmente projetados para Android e depois adaptados para Windows? Nesse caso, ele provavelmente deve estar ciente de que o Projeto Astoria, a ferramenta “ponte” do Windows que permitirá desenvolvedores migrarem aplicativos Android para Windows, foi colocado em estado de espera.

Há outra opção? Por mais estranho que isso possa soar, um telefone “Android-Windows” pode não ser tão distante. Vale lembrar que você provavelmente deve usar aplicativos como Cortana, Bing, Outlook, Skype e apps do Office e mais no seu aparelho Android ou mesmo iPhone.

Porém, até agora não houve o menor indício de que a Microsoft está desenvolvendo seu próprio sistema operacional Android ou um telefone novo.

E com a Microsoft já aplicando bilhões de dólares em seu próprio Windows Phone e no desenvolvimento de dispositivo, pode ser que a companhia se recuse a gastar mais.

Mas a pergunta incômoda permanece em relação ao lema da companhia “nuvem primeiro, mobile primeiro”. É de se pensar que uma plataforma móvel viável é necessária para avançar. E isso não parece apontar para um horizonte que inclui o Android?

Fonte: Computerworld

Anúncios

Celulares estão canibalizando os tablets?

Posso soar repetitivo, mas sempre achei que os tablets só seriam úteis para trabalho (ok, depois descobri que é uma ferramenta importantíssima para os pais de filhos endiabrados) e a queda nas vendas me parece totalmente normal, já que não há apelo para a troca tão frequente como acontece com os smartphones.

Seria eu um “Guru Digital”?

smartphones, tablets e FacebookO embarque e despacho de tablets declinou 12,6% do ano passado até novembro, revela o mais recente estudo do IDC chamado Worldwide Quarterly Tablet Tracker. Sob todos os aspectos, seja de venda quanto de expansão de mercados, os indicadores de consumo de tablets vêm demonstrando queda.

Segundo analistas, isso se dá por alguns motivos.

Um deles é a saturação dos grandes mercados. O mesmo IDC estimava ao final do 2014 que a base instalada de tablets no mundo era de aproximados 581,9 milhões, mas de lá para cá essa base não registrou expressivo crescimento, sendo que mercados mais desenvolvidos como EUA, Europa Ocidental e a região da Ásia e Pacífico, tendo atingido 100 milhões de aparelhos em cada um deles, aparenta ter atingido o limite de seu potencial total de ocupação.

A outra razão é que a renovação dessa base instalada é mais lenta do que a de celulares, por exemplo, já que, na média, os usuários de tablets só trocam seu aparelho em média de quatro em quatro anos.

Trabalhando com tabletMas um dos fatores que de fato parece estar influenciando fortemente esse desempenho vem dos mais recentes modelos de smartphones, com telas maiores, que oferecem uma experiência de visualização e usabilidade eventualmente considerada mais confortável e completa, já que além de se aproximarem fortemente da visualização das telas maiores dos tablets, celulares fazem ligações telefônicas e tablets não.

Novos lançamentos de todas as grandes marcas para final deste ano podem alterar este quadro, mas não substancialmente. Na verdade, esses mesmos fabricantes estão colocando, em seu conjunto, um número menor de novidades no mercado ano após ano. Exatamente ao contrário dos fabricantes de celulares (os mesmos, em boa parte das vezes), que seguem num ritmo acelerado de competição via novos modelos.

O boom dos tablets diminuiu fortemente seu ritmo, enfrentando os menores índices de desempenho em vendas desde que eles foram criados primeiro pela Microsoft em 1999 e, depois, acabaram popularizados pelo iPad, da Apple, em 2010, há apenas 5 anos, portanto.

grafico tablets 11-15

Fonte: ProXXIma

Mercado de smartphones recua 13% no segundo trimestre

Recentemente publiquei um texto onde Andy Rubin, o “pai do Android”, afirmava que o futuro não está no mobile. O dado sobre a queda nas vendas de smartphones pode até ser uma confirmação dessa previsão, mas fica a pergunta: para onde vai o futuro? Será que só Doc. Brown pode responder isso?

Particularmente acho que a diminuição do número de smartphones vendidos é uma coisa natural. Assim como acontece com todos os setores, depois de um boom prolongado de consumo é previsível que haja um desaquecimento do mercado. O que será que acham os ““”gurus digitais””” (aspas triplas)?

Compra pelo smartphoneO mercado brasileiro de smartphones encolheu no segundo trimestre do ano, conforme dados da empresa de pesquisa de mercado IDC Brasil. O setor registrou queda de 13% em unidades vendidas em relação ao mesmo período de 2014. Entre abril e junho, o setor comercializou 11,3 milhões de unidades. O crescimento visto no período de janeiro a março, quando as vendas aumentaram 33% em relação a um ano antes, não deve se repetir este ano.  Para a consultoria, o cenário é desfavorável, e as vendas devem continuar em queda.

No segmento de feature phones, a queda é ainda mais acentuada, motivada em maior parcela pela migração da base de usuários para os smarpthones. O levantamento mostra que a venda dos aparelhos simples, que apenas fazem chamadas e trocam mensagens SMS ou MMS, caiu 78% no segundo trimestre, em relação ao segundo trimestre de 2014. Foram 936.725 aparelhos do tipo comercializados no período.

“Os problemas na economia, a inflação acima de 9%, a taxa de desemprego crescente e o índice de confiança do consumidor, que está em um patamar pior do que durante a crise de 2009, são os fatores responsáveis pelo mau desempenho. O cenário piora a cada mês e acredito que não haverá recuperação breve”, afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Apesar das dificuldades, as empresas estão conseguindo evitar que o faturamento caia na mesma proporção. Segundo o analista, houve queda de apenas 7% na receita. “Isso mostra que o consumidor brasileiro não está mais tão sensível aos preços e compra produtos mais caros também. As fabricantes estão investindo e colocando aparelhos cada vez melhores no mercado”, lembra. O ticket médio dos aparelhos aumentou R$ 78. Passou de R$ 789 (primeiro trimestre) para R$ 867 (segundo trimestre). Ele ressalta, no entanto, que os smartphones mais caros têm um ciclo de vida maior, o que também impacta o resultado das vendas futuras.

Smartphones-UsersO estudo revela, ainda, que os dispositivos começam a “encalhar” nas lojas. O estoque em toda a cadeia de produção, seja de insumos ou de aparelhos prontos, nunca foi tão grande como no segundo trimestre deste ano. “A alta do dólar obrigou o mercado a adiantar as compras para fugir do repasse de preços. Agora, para o mercado girar, fabricantes, canal e varejo tiveram que usar estratégias agressivas de preço para comercializar os produtos. Não há uma referência de valores aplicados e muitas empresas fizeram verdadeiras loucuras para conseguir cumprir suas metas”, analisa.

As operadoras têm tido papel fundamental para fazer o setor girar. São elas que estão identificando os consumidores dispostos a fazer um upgrade.”Elas observam em seus bancos de dados os usuários que adquiriram smartphones há algum tempo e propõem atualização. Se não houvesse essa movimentação, a queda no volume de vendas seria ainda maior”, diz Munin.

De acordo com o estudo, o cenário para o restante do ano não deve ser diferente. Apenas a Black Friday e o Natal podem dar algum fôlego ao mercado. Se o dólar continuar alto, um novo repasse de preços pode acontecer nos próximos meses. A expectativa da IDC Brasil é de que 50 milhões de smartphones sejam vendidos até o fim de 2015, número que é 8% menor do que o volume comercializado em 2014. Já o mercado total, somando feature e smartphone, deve cair 24%.

A pesquisa mostra, também, que os phablets, aparelhos com telas acima de 5.5 polegadas, corresponderam a apenas 3% das vendas. Os dispositivos com tela de 5 a 5,5 polegadas representam a maior fatia do mercado de smartphones. Já o interesse pelo 4G aumentou: 34% dos aparelhos vendidos no segundo trimestre têm tecnologia, o que deve pressionar a rede das operadoras em banda larga móvel.

Fonte: Tele Síntese

Mercado de smartphones deve passar por desaceleração

Tudo o que sobe….desce!

smartphonesA GfK, empresa global de pesquisa de mercado que monitora as vendas de bens duráveis em mais de 90 países, divulgou dados sobre a venda de smartphones no mundo. As vendas globais do aparelho chegaram à casa dos US$ 381,1 bilhões, 15% a mais que em 2013, e foram comercializadas 1,2 bilhão de unidades, 23% a mais.

A América Latina é o mercado que apresenta melhor desempenho nesse setor. Em 2014, foram vendidas 109,5 milhões de unidades e o faturamento foi de US$31,4 bilhões. Em comparação com 2013, o volume cresceu 59% e o faturamento 52%. Kevin Walsh, diretor de tendências e previsões da GfK, afirma que 2015 será um ano de desaceleração, pois os mercados desenvolvidos atingiram ponto de saturação. A empresa prevê ainda que os smartphones com preços acima de US$ 150 terão queda em sua participação de mercado. Já, as vendas de aparelhos com faixa de preço imediatamente inferior, entre US$ 100 e US$ 150, se manterão estáveis, enquanto os smartphones mais baratos, com preço abaixo de US$ 100 ganharão participação.

Fonte: ProXXIma

Latinos têm em média 18 apps em dispositivos

Acho que 18 é um número modesto, mas a qualidade dos aplicativos pode muito bem compensar a pouca potência dos smartphones mais populares.

apps-image

Na América Latina, usuários de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, possuem em média 18 aplicativos. Na lista desses usuários frequentes, app de redes sociais e GPS são considerados fundamentais. Entre os preferidos dos usuários, estão o Twitter, Linkedin, Spotify e o Waze, que facilita a mobilidade e ajuda evitar caminhos mais congestionados.

Os dados fazem parte de um estudo recente realizado pela comSore em parceria com Internet Media Services (IMS). Segundo a análise, nove em cada 10 latino-americanos possuem ou usam com regularidade um dispositivo móvel que pode ser um smartphone ou tablet.

O estudo, realizado em países como Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, México e Peru, comprovou que 99% dos entrevistados possuem aplicativos instalados em seus dispositivos. Na pesquisa, os usuários de smartphones mantêm, em média, 18 aplicativos.

A análise do comportamento dos usuários frequentes de dispositivos móveis apontou ainda que os aplicativos de táxi estão entre os mais populares. Os usuários destacam a praticidade e a rapidez no atendimento como pontos positivos do serviço.

Considerado um dos aplicativos de maior interatividade entre seus usuários, o app WayTaxi apostou no desenvolvimento de sistemas de segurança para evitar assédios e a classificação dos serviços prestado pelo motorista. Para aumentar a segurança do usuário, o app desenvolveu um filtro de palavras indevidas. O sistema aprende com o próprio uso, por meio dos algoritmos, e é capaz de identificar novas palavras que podem tentar burlar bloqueio.

Na prática, o sistema identifica o mau uso e bloqueia essas chamadas, evitando constrangimentos aos taxistas. Tal medida proporciona respeito e profissionalismo na prestação do serviço e dá ao taxista a tranquilidade para realizar sua atividade. Ele se sente mais seguro”, diz Cláudio Ávila, CEO da WayTaxi.

Além do filtro de palavras, o aplicativo conta com uma classificação de taxistas, e o usuário pode escolher seu preferido. O WayTaxi também calcula o valor da corrida para o usuário.

Fonte: Convergência Digital

Smartphones goleiam tablets na preferência do brasileiro

Faz algum tempo e eu disse que não me via comparando um tablet (na época existia apenas os iPads). Bem, acabei comprando um (Android), mas sempre achei que o gadget serviria mais para trabalhar do que para o lazer. Na verdade, ainda acho. Com os avanços dos smarthphones, não era difícil de prever que os aparelhos menores iriam acabar sendo os preferidos da maioria das pessoas. Agora, veio a confirmação.

A notícia:

Os smartphones goleiam os tablets no acesso residencial no Brasil. Pesquisa, que leva em conta dados compilados em outubro do ano passado, que a classe C já representa mais de um terço do total de usuários de smartphones (à época, 51,4 milhões).

O celular inteligente  é o equipamento mais usado em casa para acessar a internet (36%), desbancando dispositivos como desktop (25%) e notebook (32%). Apenas 6% dos entrevistados usam tablet. Nesse modelo, o aplicativo mais usado é o Android, que cresce, com 78% dos usuários, enquanto o rival iOS apresenta apenas 9%.

smartphone_tabletO levantamento, feito pela Mobile Marketing Association, em parceri com a Nielsen Ibope, e divulgado pela Vivera Mobile, marca da Spring Mobile Solutions, mostra que as redes sociais ainda são as mais acessadas, com 81%. Em segundo lugar, estão os e-mails, com 78%, índice que apresentou um aumento em relação ao último levantamento realizado pela MMA, em fevereiro de 2014.

Os vídeos tiveram uma leve queda, passando de 53% para 52%, assim como os games, que vêm baixando o porcentual de acesso desde setembro de 2013 (pesquisa anterior à penúltima realizada) e agora representam 35% da preferência. Os portais e o entretenimento mostram um aumento: ambos passaram para 38%, são o sexto e o sétimo mais acessados, respectivamente, depois de redes sociais, e-mail, vídeos, notícias e música.

Os dois últimos itens no ranking de acesso são esportes, com 22%, que contabilizou um crescimento em relação à medição anterior, e compradores, que cresceu e também se fixou nos 22%, para empatar com esportes. “A pesquisa deixa claro como a classe C está cada vez mais influente e contribuindo para o aumento do uso de smartphones no Brasil. Esses resultados ressaltam a importância de as empresas se especializarem em oferecer produtos inovadores, voltados para esse público, que exige cada vez mais qualidade, conteúdo e preços acessíveis”, diz Yuri Fiaschi, diretor de desenvolvimento de novos negócios da Vivera Mobile.

Fonte: Convergência Digital

Estudo aponta que o uso da internet no Brasil cresceu com os smarthphones

Essa é daquelas que, se fossem inglesas, entrariam na série “Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras”.

Imagino o quanto pagaram por isso.

Smartphones-UsersO uso da internet tem crescido e se consolidado por meio dos smartphones. A edição 2015 da Pesquisa Brasileira de Mídia (PBM), encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), mostrou que 66% dos entrevistados usaram o celular para acessar a rede, enquanto na edição anterior, o número chegou a 40%.

O computador continua como o meio mais utilizado, mas perdeu espaço. Em um ano, caiu de 84% para 71% das respostas no levantamento. Além disso, a pesquisa destaca que 49% dos brasileiros utilizam a internet com alguma regularidade. O tempo médio gasto nela chega a 4h59 horas nos dias úteis e 4h24 horas nos fins de semana, superior ao dedicado com a televisão, que alcança 4h31 nos dias de semana e 4h14 aos sábados e domingos.

A internet é apontada como o meio de comunicação mais utilizado por 42% dos brasileiros, atrás da televisão (93%) e do rádio (46%). Os principais motivos de uso são para entretenimento (67%) e informação (67%). O levantamento mostra ainda que as redes sociais mais populares são o Facebook (83%), Whatsapp (58%), Youtube (17%) e Instagram (12%).

A edição deste ano contou com mais de 18 mil entrevistas feitas entre 5 e 22 de novembro de 2014. A pesquisa traz dados sobre o consumo de televisão, rádio, internet, jornal, revista e confiança nas informações da mídia.

Fonte: Agência Gestão CT&I

Android atinge 85% de participação no mercado de smartphones

Enquanto espero o smartphone novo – que ainda está longe de ser um top de linha – compartilho com vocês o crescimento do sistema Android.

Avente, Google!

Google-AndroidO domínio do Google no mercado de smartphones aumentou, com o Android batendo recorde de participação dos embarques globais de smartphones, com 84,6% de participação, de acordo com pesquisa realizada pela Strategy Analytics. O crescimento durante o segundo trimestre reduziu um pouco as fatias do BlackBerry, dos iPhones e dos Windows Phone, da Microsoft.

O Android está em 249,6 milhões smartphones embarcados no segundo trimestre, cerca de sete vezes mais do que os 35,2 milhões de iPhones entregues ao mercado. A participação dos smartphones iOS caiu para 11,9% no trimestre. Era de 13,4% no mesmo período do ano passado.

Os Embarques globais de smartphones cresceram 27% no trimestre, para 295,2 milhões de unidades, contra 233 milhões em igual período de 2013. Embora esse índice de crescimento anual tenha sido o mais baixo em cinco anos, houve forte crescimento na Ásia e na África e um crescimento mais fraco na América do Norte e na Europa.

AndroidDe acordo com a Strategy Analytics, a Xiaomi tornou-se o quinto maior fornecedor de smartphones do mundo no segundo trimestre deste ano, catapultada para os cinco primeiros lugares pela primeira vez pelo sucesso dos seus produtos no mercado doméstico da China.

A empresa chinesa conseguiu um recorde de 5,1% da quota de mercado mundial de smartphones, muito acima dos 1,8% que detinha há um ano.

Isto coloca-a um pouco atrás das rivais chinesas Huawei Technologies e Lenovo, que ficaram em terceiro e quarto lugar, respectivamente. A IDC tinha colocado a LG como quinta empresa a nível mundial no mercado dos smartphones.

A projeção da Strategy Analytics é a de que o número de usuários de smartphones em todo o mundo se aproxime de 2,5 bilhões até o final de 2015, impulsionado por um forte crescimento na Ásia Oriental.

Fonte: ProXXIma

Microsoft dará Windows de graça em smartphones e tablets

MicrosoftA Microsoft anunciou no início do mês que fornecerá o sistema operacional Windows gratuitamente a fabricantes de smartphones e tablets pequenos, em uma tentativa de capturar participação nesses mercados de rápido crescimento.

A decisão da Microsoft, anunciada em uma conferência anual de desenvolvedores em San Francisco, é uma tentativa de ampliar a base de usuários das versões móveis do Windows, diante da esperança de que mais usuários optem por serviços como Skype e Office.

O anúncio foi feito uma semana depois do novo presidente-executivo da companhia, Satya Nadella, ter apresentado novas versões dos programas Word, PowerPoint e Excel para o tablet iPad, da Apple.

Fonte: Exame

Quase 70% dos usuários de smartphones são fieis ao sistema operacional

androidUm estudo feito pela Kantar Worldpanel aponta que, no ano passado, o sistema operacional Android teve uma clara liderança na batalha de smartphones e chegou a responder por 70% do mercado nas 12 principais economias mundiais, contra 22% do iOS, sistema operacional da Apple.

O relatório ComTech mostra as principais tendências do ano que passou baseado em alguns dos mercados mais importantes do mundo.

Smartphones-UsersJá o Windows Phone, apesar de não ter um começo muito promissor no início de 2010 devido à falta de aplicativos e a cautela do consumidor com relação a uma nova plataforma, atualmente vem sendo o sistema operacional que mais cresce no mundo e chegou a ultrapassar a Apple na Itália e está em segundo lugar na Alemanha, e em terceiro na Grã-Betanha.

O uso diferenciado dos smartphones levou o consumidor a uma busca por aparelhos com telas cada vez maiores. Com a possibilidade de assistir vídeos e navegar pela Internet, 58% dos consumidores já procuram por uma tela com 5 ou mais polegadas, enquanto outros 32% optam pela tela de 4.5 ou 4.9 polegadas e 31% dos usuários investem em aparelhos com telas de 4.0 ou 4.4 polegadas.

smartphones, tablets e FacebookQuando o assunto é fidelidade em relação à marca, é possível analisar que cerca de 41% dos usuários de smartphones costumam ser fieis a uma marca específica quando decidem mudar de dispositivo, contra 68% que preferem manter sua lealdade ao sistema operacional do aparelho.

Persuadir os clientes a comprar a marca e não o sistema operacional tem sido um foco importante para a Samsung nos últimos dois anos, com os resultados claros em seus números crescentes. Já as marcas HTC, Sony e LG estão investindo também em ajudar os consumidores a se conectar com a marca e não apenas com o software, pensando em trazer sucesso em longo prazo aos negócios.

Fonte: IDG Now!

Entre jovens, vício em smartphones é maior do que em Internet

smartphonesO Gabinete de Educação da Província de Gyeonggi, na Coreia do Sul, realizou uma pesquisa com aproximadamente 1,5 milhão de estudantes cursando o equivalente aos Ensinos Fundamental e Médio, no mês passado, para descobrir padrões de uso de smartphone. As informações são do jornal KBS World.

No geral, 66% dos alunos pesquisados tinham um smartphone. Desse total, 48% eram do ensino fundamental, 76% do ensino médio e 77% do último ano. Aproximadamente 46% dos alunos disseram passar 1-3 horas por dia em seus telefones, em média, enquanto 27% relataram uso de menos de uma hora diária. Apenas 10% disseram passar mais de cinco horas todos os dias.

O envio de mensagens por meio de aplicativos de bate-papo e falar ao telefone foram as atividades mais populares, de acordo com a pesquisa. Em seguida vieram ouvir música ou baixar arquivos MP3. Navegar na web e jogar jogos também são atividades comuns.

De acordo com as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Sociedade da Informação, 2.2% dos estudantes pesquisados estavam em um alto risco de vício em smartphone. Isso é mais que o dobro da taxa daqueles que estavam em um alto risco de vício em internet (1.1%), de acordo com estudo realizado no começo do ano. Os que estão na categoria de alto risco tiveram problemas levando suas vidas cotidianas, sofrendo sintomas de abstinência, se comunicando com os outros principalmente por meio de seus celulares e se sentindo ansiosos sem seus smartphones.

O governo pretende fortalecer a educação nas escolas para prevenir o vício em smartphone e promover o uso saudável do dispositivo.

Fonte: IDG Now!

Radiação, passado e futuro da tecnologia

Domingo de sol, saladas e estréias. Dia também para roubar de duas grandes amigas e jornalistas informações que merecem chegar ao conhecimento do maior número possível de pessoas.

Primeiro, a guru Cristina de Luca que descobriu e colocou em seu Circuito, uma tabela com a emissão de radiação dos celulares e smartphones que povoam nossas vidas. Depois, a querida coleguinha Debinha Thomé, que descolou uma série de anúncios da AT&T de 1993, que mostravam onde poderíamos chegar no futuro. Parece brincadeira, mas era tudo sonho mesmo, coisas mais que corriqueiras em 2009.