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Steve Ballmer acredita que o futuro do Windows Phone está no Android

Pôxa, vocês não sabem como fico feliz quando vejo que um player de peso concorda com a minha opinião -não, não sei quem pensou nisso antes. Mesmo assim, estou longe (ufa) do título de Guru Digital.

windows-10-logoO Windows 10 para dispositivos móveis mal foi lançado, e ex-CEO da Microsoft já parece querer “enterrá-lo” ou, na melhor das hipóteses, apontar um melhor caminho para a própria companhia o fazê-lo.

Nesta semana, durante conferência da Microsoft para acionistas, a jornalista Dina Bass do Bloomberg – que se encontrava próxima a Steve Ballmer, o ex-CEO e ainda acionista da companhia, ouviu o executivo criticar o atual CEO, Satya Nadella e a posição da Microsoft. Um dos erros da companhia, segundo Ballmer? Ignorar aplicativos Android.

Dina também reporta que o executivo criticou a resposta de Nadella para um membro da audiência, quando este questionou a falta de aplicativos tidos como chaves, como um App do Starbucks, no telefone da companhia.

Nadella respondeu citando o plano da companhia que permite que desenvolvedores Windows escrevam aplicações universais que rodam tanto em computadores, quanto smartphones e tablets, tendo como alvo uma matriz maior de dispositivos do que apenas telefones da Microsoft, que no final das contas representa uma parte bem pequena do mercado mobile.

“Isso não funcionará”, comentou Ballmer enquanto Nadella falava. Ao invés disso, a companhia precisa permitir que os Windows Phones rodem também aplicativos Android, completou.

E Ballmer estaria certo? Provavelmente. Mas como a Microsoft convencerá desenvolvedores Android a direcionarem seus aplicativos para Windows? Cada vez mais parece que outro telefone Android poderia ser a resposta.

Uma questão de aplicativos

app2503[1]A loja de apps da Microsoft está muito atrás de sua competição. Verdade seja dita, a lista de aplicativos gratuitos mais baixados para o Windows Phone são os quase onipresentes Facebook, Twitter, Netflix e, olhando mais de perto, vários aplicativos como o Instagram e o próprio Twitter são listados em sua versão beta ou sua qualidade simplesmente não chega perto da qualidade daqueles oferecidos em outros sistemas operacionais.

E bem, isso piora quando falamos de aplicativos pagos que são populares no Android, mas não no Windows. Resumindo: tanto Android quando o iOS geram mais receita para desenvolvedores do que o Windows Phone. Assim, a maioria dos desenvolvedores negligenciam o sistema da Microsoft.

Entretanto, não está claro o que Ballmer exatamente quis dizer com seus comentários. Estaria ele sugerindo que o Windows Phone precise rodar aplicativos que foram originalmente projetados para Android e depois adaptados para Windows? Nesse caso, ele provavelmente deve estar ciente de que o Projeto Astoria, a ferramenta “ponte” do Windows que permitirá desenvolvedores migrarem aplicativos Android para Windows, foi colocado em estado de espera.

Há outra opção? Por mais estranho que isso possa soar, um telefone “Android-Windows” pode não ser tão distante. Vale lembrar que você provavelmente deve usar aplicativos como Cortana, Bing, Outlook, Skype e apps do Office e mais no seu aparelho Android ou mesmo iPhone.

Porém, até agora não houve o menor indício de que a Microsoft está desenvolvendo seu próprio sistema operacional Android ou um telefone novo.

E com a Microsoft já aplicando bilhões de dólares em seu próprio Windows Phone e no desenvolvimento de dispositivo, pode ser que a companhia se recuse a gastar mais.

Mas a pergunta incômoda permanece em relação ao lema da companhia “nuvem primeiro, mobile primeiro”. É de se pensar que uma plataforma móvel viável é necessária para avançar. E isso não parece apontar para um horizonte que inclui o Android?

Fonte: Computerworld

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Pai do Android acha que o futuro da tecnologia não é o mobile

Sempre acho que esse tipo de previsão é extremamente duvidosa. Pseudo gurus digitais sempre me lembram os economistas em tempos de crise: sempre há um, entre milhares, que acerta, na maioria das vezes por mero acaso. Neste caso específico, a coisa é um pouco diferente, já que a pessoa que faz as previsões tem um senhor pedigree.

Google-AndroidAndy Rubin, o “pai do Android”, acredita que o futuro da tecnologia não está nos dispositivos móveis. Em um discurso feito nesta semana na Califórnia, Estados Unidos, ele revelou que acredita que a nova plataforma de comunicação não deve ser como conhecemos. “O mobile ainda não está indo embora. Mas acredito que em algum ponto do futuro – não nos próximos 10 ou 20 anos – alguma forma de inteligência artificial, por falta de termo melhor, será a próxima plataforma de comunicação.

Rubin criou o Playground, um fundo de capital de risco e incubadora que tem como objetivo descobrir qual é a próxima grande coisa, “o que irá além do celular ou do tablet”, segundo o desenvolvedor. “Quando você gastar todo o seu tempo interagindo com a tela, você tem que começar a pensar em coisas que não têm uma tela”, explicou.

O desenvolvedor aposta ainda que a nova tecnologia será capaz de recolher e analisar todas as informações geradas por dispositivos conectados.

Fonte: Olhar Digital

Android fecha 2014 em mais de 80% dos smartphones

Isso surpreende alguém?

Google-AndroidO Android e o iOS aumentaram suas fatias combinadas no mercado global de sistemas móveis em 2014, fechando o ano em 96,3% de todos os smartphones. As informações são da IDC.

De acordo com a consultoria, esse resultado é superior aos 93,8% de participação registrados em 2013 pelas plataformas rivais.

Enquanto o Android aumentou sua fatia no mercado, subindo de 78,7% para 81,5% em 2014, o iOS, da Apple, viu sua presença encolher de 15,1% para 14,8%.

Apesar da queda, as vendas de aparelhos iOS cresceram 25,6% graças ao lançamento do iPhone 6, segundo o IDC. A Apple vendeu 192,7 milhões de smartphones em 2014 contra 153,4 milhões no ano anterior.

iphone-3g-de-8gbO Android, por sua vez, registrou vendas de mais de 1 bilhão de smartphones em 2014, superando a marca de 802 milhões no ano anterior. A Samsung manteve seu título como a maior fabricante da plataforma, comercializando mais unidades do que as cinco empresas seguintes. No entanto, o volume de vendas da Samsung ficou estável em 2014, segundo a IDC – a maior parte do crescimento do Android veio de fabricantes como Xiaomi, Huawei, LG e ZTE.

Com 34,9 milhões de unidades, a Microsoft aumentou levemente os envios de Windows Phones em 2014 – no ano anterior foram 33,5 milhões. A empresa focou em aparelhos mais baratos na última temporada, vendendo celulares básicos que adquiriu com a compra da Nokia e permitindo que parceiros como HTC e Samsung lidassem com o segmento top de linha. Mas o lançamento do Windows 10 neste ano deve fazer a Microsoft voltar as suas atenções novamente ao mercado de smartphones top de linha, aponta o IDC.

A BlackBerry foi a única fabricante a perder participação no ano passado, indo de 1,9%, em 2013, para 0,4% no ano seguinte.

Fonte: Computerworld

Android perde popularidade nos principais mercados no mundo

Android em queda II Foi publicada uma nova edição do estudo ComTech da Kantar Worldpanel, que revela dados sobre o mercado de smartphones no mundo no último trimestre. Os dados mais interessantes mostram a queda do Android na maior parte dos mercados analisados.

Nos Estados Unidos, o iPhone retomou a ponta em vendas depois de ficar atrás do Google desde 2012. No trimestre final de 2014, houve um aumento de 3,8 pontos percentuais de mercado do iOS, enquanto o Android caiu os mesmos 3,8. A diferença de participação entre os dois agora é mínima, com o software da Apple presente em 47,7% dos aparelhos vendidos, enquanto o do Google está em 47,6%.

A tendência se repetiu na Europa, Austrália e na China, embora com intensidades diferentes.

Android em quedaNo “EU5”, que engloba Itália, França, Alemanha, Reino Unido e Espanha, o Android viu a mesma queda de 3,8 pontos percentuais, mas o iOS deu um salto maior, de 6,2, possivelmente roubando mercado do Windows Phone e sistemas menores. O Google, assim, esteve presente em 66,1% dos aparelhos, enquanto a Apple estava em 24,1%.

Na China, a variação negativa do Android foi de 1,6 pontos percentuais, enquanto do iOS foi positiva de 2,5 pontos. Na Austrália isso foi mais acentuado, com uma queda de 13,8 do Android e uma subida de 10,3 para iPhones.

A exceção, segundo a pesquisa, é o Japão, que teve uma alta acentuada no número de smartphones Androids vendidos no último trimestre de 2014, com um aumento de 7,8 pontos percentuais, enquanto o iPhone perdeu popularidade, com queda de 8,5 pontos.

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Fonte: Olhar Digital

Android está em 91% dos celulares vendidos no Brasil. iOS está em apenas 2%

Coxinhas x Corruptos?

Android x iOSMuitos Applemaníacos podem estar no hype por causa dos últimos lançamentos da Maçã, incluindo os iPhones 6 e 6 Plus. Mas quando o assunto é sistema operacional móvel, não tem para ninguém: o Android se mostra consolidado como a plataforma mais usada em smartphones em todo o mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, o software está em 91,6% dos celulares inteligentes.

Os dados, que correspondem ao primeiro semestre de 2014, são de um estudo recente da Nielsen Ibope feito em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA) e divulgado nesta terça-feira (23). Segundo o G1, aparelhos com iOS representam apenas 2% das vendas no país, seguidos pelos dispositivos com Windows Phone (1,8%) e Symbian (0,9%). Os outros 3,7% são de outros sistemas pouco usados ou desconhecidos.

A supremacia do Android tem um motivo: a variedade de celulares disponíveis, uma vez que são fabricados por várias empresas, e os modelos de entrada, mais baratos que os aparelhos topo de linha, que podem chegar a custar mais de R$ 2.000, como é o caso do iPhone 5S e do Galaxy S5. “Há variedade e preços convidativos”, comenta Thiago Moreira, diretor da área de digital da Nielsen Ibope.

Vendas

Não é só o Android que tem conquistado um grande número de usuários, mas o varejo brasileiro como um todo também cresceu. Na primeira metade deste ano, as vendas de smartphones subiram 47% em relação ao mesmo período de 2013. Em julho, esses mesmos aparelhos responderam por 67% do total de telefones comercializados no país, superando os dispositivos comuns. De acordo com a pesquisa, o consumidor gasta, em média, R$ 615 por aparelho.

Com 211 modelos diferentes, os tablets são outra categoria de eletrônicos que viram seu negócio aumentar neste ano. No primeiro semestre de 2014, as vendas de tablets cresceram 118% em relação ao ano passado. Lembrando que tal porcentagem foi calculada com base nos produtos comprados pelos consumidores finais – ao contrário da IDC, que divulgou nesta segunda-feira (22) um estudo que mostra que as vendas de tablets aumentaram 21% nos seis primeiros meses do ano. Neste caso, a entidade levou em consideração as unidades enviadas para os varejistas.

Classes

Outro dado interessante do levantamento da Nielsen mostra a taxa de impacto dos smartphones em diversos públicos. Cerca de 53% dos usuários de telefones inteligentes no Brasil são da Classe B, seguidos pela Classe C, com 34%. A maioria está na faixa etária de 25 a 34 anos, com 28% do montante total, enquanto os grupos de 18 a 24 anos e 35 a 49 anos empatam no segundo lugar, cada um com 23%. Na terceira posição aparecem os jovens entre 10 e 17 anos, com 15%.

Tratando-se de aplicativos mais usados pelos brasileiros, não deu outra: Facebook e WhatsApp dominam com folga o topo do ranking. Em agosto deste ano, o app da maior rede social do mundo estava instalado em mais de 70% dos aparelhos. Já a ferramenta de mensagens – que também pertence à empresa de Mark Zuckerberg – tinha mais de 60% de participação. Em terceiro lugar aparece o Viber, um dos principais concorrentes do WhatsApp, com 30% da audiência.

Os games mais jogados pelos donos de smartphones no Brasil são o hit “Candy Crush Saga”, que está instalado em 19% dos dispositivos, seguido pelo “Pou” (11%), “Angry Birds Epic” (10%) e “Subway Surfers” (9%).

Fonte: Canaltech