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Steve Ballmer acredita que o futuro do Windows Phone está no Android

Pôxa, vocês não sabem como fico feliz quando vejo que um player de peso concorda com a minha opinião -não, não sei quem pensou nisso antes. Mesmo assim, estou longe (ufa) do título de Guru Digital.

windows-10-logoO Windows 10 para dispositivos móveis mal foi lançado, e ex-CEO da Microsoft já parece querer “enterrá-lo” ou, na melhor das hipóteses, apontar um melhor caminho para a própria companhia o fazê-lo.

Nesta semana, durante conferência da Microsoft para acionistas, a jornalista Dina Bass do Bloomberg – que se encontrava próxima a Steve Ballmer, o ex-CEO e ainda acionista da companhia, ouviu o executivo criticar o atual CEO, Satya Nadella e a posição da Microsoft. Um dos erros da companhia, segundo Ballmer? Ignorar aplicativos Android.

Dina também reporta que o executivo criticou a resposta de Nadella para um membro da audiência, quando este questionou a falta de aplicativos tidos como chaves, como um App do Starbucks, no telefone da companhia.

Nadella respondeu citando o plano da companhia que permite que desenvolvedores Windows escrevam aplicações universais que rodam tanto em computadores, quanto smartphones e tablets, tendo como alvo uma matriz maior de dispositivos do que apenas telefones da Microsoft, que no final das contas representa uma parte bem pequena do mercado mobile.

“Isso não funcionará”, comentou Ballmer enquanto Nadella falava. Ao invés disso, a companhia precisa permitir que os Windows Phones rodem também aplicativos Android, completou.

E Ballmer estaria certo? Provavelmente. Mas como a Microsoft convencerá desenvolvedores Android a direcionarem seus aplicativos para Windows? Cada vez mais parece que outro telefone Android poderia ser a resposta.

Uma questão de aplicativos

app2503[1]A loja de apps da Microsoft está muito atrás de sua competição. Verdade seja dita, a lista de aplicativos gratuitos mais baixados para o Windows Phone são os quase onipresentes Facebook, Twitter, Netflix e, olhando mais de perto, vários aplicativos como o Instagram e o próprio Twitter são listados em sua versão beta ou sua qualidade simplesmente não chega perto da qualidade daqueles oferecidos em outros sistemas operacionais.

E bem, isso piora quando falamos de aplicativos pagos que são populares no Android, mas não no Windows. Resumindo: tanto Android quando o iOS geram mais receita para desenvolvedores do que o Windows Phone. Assim, a maioria dos desenvolvedores negligenciam o sistema da Microsoft.

Entretanto, não está claro o que Ballmer exatamente quis dizer com seus comentários. Estaria ele sugerindo que o Windows Phone precise rodar aplicativos que foram originalmente projetados para Android e depois adaptados para Windows? Nesse caso, ele provavelmente deve estar ciente de que o Projeto Astoria, a ferramenta “ponte” do Windows que permitirá desenvolvedores migrarem aplicativos Android para Windows, foi colocado em estado de espera.

Há outra opção? Por mais estranho que isso possa soar, um telefone “Android-Windows” pode não ser tão distante. Vale lembrar que você provavelmente deve usar aplicativos como Cortana, Bing, Outlook, Skype e apps do Office e mais no seu aparelho Android ou mesmo iPhone.

Porém, até agora não houve o menor indício de que a Microsoft está desenvolvendo seu próprio sistema operacional Android ou um telefone novo.

E com a Microsoft já aplicando bilhões de dólares em seu próprio Windows Phone e no desenvolvimento de dispositivo, pode ser que a companhia se recuse a gastar mais.

Mas a pergunta incômoda permanece em relação ao lema da companhia “nuvem primeiro, mobile primeiro”. É de se pensar que uma plataforma móvel viável é necessária para avançar. E isso não parece apontar para um horizonte que inclui o Android?

Fonte: Computerworld

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Pai do Android acha que o futuro da tecnologia não é o mobile

Sempre acho que esse tipo de previsão é extremamente duvidosa. Pseudo gurus digitais sempre me lembram os economistas em tempos de crise: sempre há um, entre milhares, que acerta, na maioria das vezes por mero acaso. Neste caso específico, a coisa é um pouco diferente, já que a pessoa que faz as previsões tem um senhor pedigree.

Google-AndroidAndy Rubin, o “pai do Android”, acredita que o futuro da tecnologia não está nos dispositivos móveis. Em um discurso feito nesta semana na Califórnia, Estados Unidos, ele revelou que acredita que a nova plataforma de comunicação não deve ser como conhecemos. “O mobile ainda não está indo embora. Mas acredito que em algum ponto do futuro – não nos próximos 10 ou 20 anos – alguma forma de inteligência artificial, por falta de termo melhor, será a próxima plataforma de comunicação.

Rubin criou o Playground, um fundo de capital de risco e incubadora que tem como objetivo descobrir qual é a próxima grande coisa, “o que irá além do celular ou do tablet”, segundo o desenvolvedor. “Quando você gastar todo o seu tempo interagindo com a tela, você tem que começar a pensar em coisas que não têm uma tela”, explicou.

O desenvolvedor aposta ainda que a nova tecnologia será capaz de recolher e analisar todas as informações geradas por dispositivos conectados.

Fonte: Olhar Digital

Android fecha 2014 em mais de 80% dos smartphones

Isso surpreende alguém?

Google-AndroidO Android e o iOS aumentaram suas fatias combinadas no mercado global de sistemas móveis em 2014, fechando o ano em 96,3% de todos os smartphones. As informações são da IDC.

De acordo com a consultoria, esse resultado é superior aos 93,8% de participação registrados em 2013 pelas plataformas rivais.

Enquanto o Android aumentou sua fatia no mercado, subindo de 78,7% para 81,5% em 2014, o iOS, da Apple, viu sua presença encolher de 15,1% para 14,8%.

Apesar da queda, as vendas de aparelhos iOS cresceram 25,6% graças ao lançamento do iPhone 6, segundo o IDC. A Apple vendeu 192,7 milhões de smartphones em 2014 contra 153,4 milhões no ano anterior.

iphone-3g-de-8gbO Android, por sua vez, registrou vendas de mais de 1 bilhão de smartphones em 2014, superando a marca de 802 milhões no ano anterior. A Samsung manteve seu título como a maior fabricante da plataforma, comercializando mais unidades do que as cinco empresas seguintes. No entanto, o volume de vendas da Samsung ficou estável em 2014, segundo a IDC – a maior parte do crescimento do Android veio de fabricantes como Xiaomi, Huawei, LG e ZTE.

Com 34,9 milhões de unidades, a Microsoft aumentou levemente os envios de Windows Phones em 2014 – no ano anterior foram 33,5 milhões. A empresa focou em aparelhos mais baratos na última temporada, vendendo celulares básicos que adquiriu com a compra da Nokia e permitindo que parceiros como HTC e Samsung lidassem com o segmento top de linha. Mas o lançamento do Windows 10 neste ano deve fazer a Microsoft voltar as suas atenções novamente ao mercado de smartphones top de linha, aponta o IDC.

A BlackBerry foi a única fabricante a perder participação no ano passado, indo de 1,9%, em 2013, para 0,4% no ano seguinte.

Fonte: Computerworld

Android perde popularidade nos principais mercados no mundo

Android em queda II Foi publicada uma nova edição do estudo ComTech da Kantar Worldpanel, que revela dados sobre o mercado de smartphones no mundo no último trimestre. Os dados mais interessantes mostram a queda do Android na maior parte dos mercados analisados.

Nos Estados Unidos, o iPhone retomou a ponta em vendas depois de ficar atrás do Google desde 2012. No trimestre final de 2014, houve um aumento de 3,8 pontos percentuais de mercado do iOS, enquanto o Android caiu os mesmos 3,8. A diferença de participação entre os dois agora é mínima, com o software da Apple presente em 47,7% dos aparelhos vendidos, enquanto o do Google está em 47,6%.

A tendência se repetiu na Europa, Austrália e na China, embora com intensidades diferentes.

Android em quedaNo “EU5”, que engloba Itália, França, Alemanha, Reino Unido e Espanha, o Android viu a mesma queda de 3,8 pontos percentuais, mas o iOS deu um salto maior, de 6,2, possivelmente roubando mercado do Windows Phone e sistemas menores. O Google, assim, esteve presente em 66,1% dos aparelhos, enquanto a Apple estava em 24,1%.

Na China, a variação negativa do Android foi de 1,6 pontos percentuais, enquanto do iOS foi positiva de 2,5 pontos. Na Austrália isso foi mais acentuado, com uma queda de 13,8 do Android e uma subida de 10,3 para iPhones.

A exceção, segundo a pesquisa, é o Japão, que teve uma alta acentuada no número de smartphones Androids vendidos no último trimestre de 2014, com um aumento de 7,8 pontos percentuais, enquanto o iPhone perdeu popularidade, com queda de 8,5 pontos.

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Fonte: Olhar Digital

Android está em 91% dos celulares vendidos no Brasil. iOS está em apenas 2%

Coxinhas x Corruptos?

Android x iOSMuitos Applemaníacos podem estar no hype por causa dos últimos lançamentos da Maçã, incluindo os iPhones 6 e 6 Plus. Mas quando o assunto é sistema operacional móvel, não tem para ninguém: o Android se mostra consolidado como a plataforma mais usada em smartphones em todo o mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, o software está em 91,6% dos celulares inteligentes.

Os dados, que correspondem ao primeiro semestre de 2014, são de um estudo recente da Nielsen Ibope feito em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA) e divulgado nesta terça-feira (23). Segundo o G1, aparelhos com iOS representam apenas 2% das vendas no país, seguidos pelos dispositivos com Windows Phone (1,8%) e Symbian (0,9%). Os outros 3,7% são de outros sistemas pouco usados ou desconhecidos.

A supremacia do Android tem um motivo: a variedade de celulares disponíveis, uma vez que são fabricados por várias empresas, e os modelos de entrada, mais baratos que os aparelhos topo de linha, que podem chegar a custar mais de R$ 2.000, como é o caso do iPhone 5S e do Galaxy S5. “Há variedade e preços convidativos”, comenta Thiago Moreira, diretor da área de digital da Nielsen Ibope.

Vendas

Não é só o Android que tem conquistado um grande número de usuários, mas o varejo brasileiro como um todo também cresceu. Na primeira metade deste ano, as vendas de smartphones subiram 47% em relação ao mesmo período de 2013. Em julho, esses mesmos aparelhos responderam por 67% do total de telefones comercializados no país, superando os dispositivos comuns. De acordo com a pesquisa, o consumidor gasta, em média, R$ 615 por aparelho.

Com 211 modelos diferentes, os tablets são outra categoria de eletrônicos que viram seu negócio aumentar neste ano. No primeiro semestre de 2014, as vendas de tablets cresceram 118% em relação ao ano passado. Lembrando que tal porcentagem foi calculada com base nos produtos comprados pelos consumidores finais – ao contrário da IDC, que divulgou nesta segunda-feira (22) um estudo que mostra que as vendas de tablets aumentaram 21% nos seis primeiros meses do ano. Neste caso, a entidade levou em consideração as unidades enviadas para os varejistas.

Classes

Outro dado interessante do levantamento da Nielsen mostra a taxa de impacto dos smartphones em diversos públicos. Cerca de 53% dos usuários de telefones inteligentes no Brasil são da Classe B, seguidos pela Classe C, com 34%. A maioria está na faixa etária de 25 a 34 anos, com 28% do montante total, enquanto os grupos de 18 a 24 anos e 35 a 49 anos empatam no segundo lugar, cada um com 23%. Na terceira posição aparecem os jovens entre 10 e 17 anos, com 15%.

Tratando-se de aplicativos mais usados pelos brasileiros, não deu outra: Facebook e WhatsApp dominam com folga o topo do ranking. Em agosto deste ano, o app da maior rede social do mundo estava instalado em mais de 70% dos aparelhos. Já a ferramenta de mensagens – que também pertence à empresa de Mark Zuckerberg – tinha mais de 60% de participação. Em terceiro lugar aparece o Viber, um dos principais concorrentes do WhatsApp, com 30% da audiência.

Os games mais jogados pelos donos de smartphones no Brasil são o hit “Candy Crush Saga”, que está instalado em 19% dos dispositivos, seguido pelo “Pou” (11%), “Angry Birds Epic” (10%) e “Subway Surfers” (9%).

Fonte: Canaltech

 

 

Governo chinês desenvolverá seu próprio OS para competir com Windows e Android

É bom abrir o olho com os chineses!

Google-AndroidJá não é de hoje que a China declarou guerra a grandes companhias norte-americanas da informática como Microsoft, Google e Apple e seus sistemas operacionais. Há algum tempo, o governo do país chegou até mesmo a incentivar a utilização do Linux após saber que a gigante de Redmond não estenderia o suporte ao Windows XP, amplamente utilizado nos gabinetes governamentais do país.

Agora, ao que tudo indica, o país asiático quer ir além e desenvolver seu próprio sistema operacional para bater de frente com as gigantes. Segundo informações divulgadas pela Reuters, o governo chinês primeiramente quer atacar os desktops e depois investir no campo dos dispositivos móveis.

MicrosoftAinda de acordo com a agência de notícias, a iniciativa já está sendo trabalhada desde março deste ano e tem sido liderado por Ni Guangnam, um proeminente profissional de tecnologia da informação do país. A informação foi confirmada por um jornal oficial do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, o MIIT.

“Nossa expectativa é lançar um sistema operacional chinês voltado para computadores até outubro deste ano”, disse Guangnan à publicação. Segundo ele, o grande diferencial do novo sistema, que ainda não tem nome, é que ele terá todos os recursos das alternativas estrangeiras, inclusive uma loja virtual de aplicativos.

Se tudo sair conforme o planejado, a expectativa do governo chinês é que em até cinco anos os novos sistemas possam liderar o mercado local tanto no segmento de computadores quanto no mobile. Para alcançar tal objetivo, os planos incluem continuar restringindo o acesso ao Windows.

Apple-LogoEm maio deste ano o governo chinês proibiu as repartições públicas de utilizarem o Windows oito. Além disso, a companhia norte-americana está sendo investigada no país acusada de violar leis antitrustes. Medidas semelhantes foram tomadas em relação ao Google no ano passado, quando o país julgou que a empresa poderia representar perigo à nação pela enorme quantidade de smartphones que possuem o Android instalado.

Assim como o governo local, Guangnan acredita que tais atitudes representem uma grande oportunidade para a indústria do país. “Estamos criando um ambiente que nos permitirá competir com Google, Apple e Microsoft. Essa é a chave para o sucesso”, disse.

Fonte: CanalTech

Android ou iOS? Qual estará no seu próximo carro?

Seguindo o tema automotivo, aí vai mais uma notícia que pode interessar aos apaixonados por carro.

carplayEste ano ficará registrado como o marco zero para mais uma briga entre a Apple e o Google. As duas gigantes anunciaram suas versões de software para serem usados em carros — o Google com o Android Auto e a Apple com o CarPlay.

De maneira alguma, as duas são pioneiras nesse setor. A Microsoft, por exemplo, já fornece soluções para carros há algum tempo. O exemplo mais bem sucedido da empresa é a parceria com a Ford, que usa o Sync (desenvolvido pela Microsoft) como software para vários de seus carros.

A ideia desses programas é levar tecnologias que fazem parte de smartphones e tablets para um visor localizado no painel do carro. As parceiras da Apple usarão um cabo Lightning para conectar iPhones (no caso, os modelos a partir do iPhone 5), para levar o iOS para um visor integrado aos carros.

É possível dar ordens à assistente Siri, acessar mapas, tocar músicas, fazer uma ligação ou ditar o texto de uma mensagem SMS. O CarPlay foi anunciado pela Apple em março deste ano.

No final de junho, durante a conferência Google I/O, foi a hora de aparecer um rival à altura ao CarPlay. Ele atende pelo nome de Android Auto. A proposta não é diferente da criada pela Apple.

Sai o cabo Lightning e entra um cabo MicroUSB. Sai a Siri e entram os comandos de voz do Google Now. O Google Maps e outros serviços da empresa também marcam presença na tela integrada ao painel.

Ainda em 2014, alguns carros já devem ser lançados prontos para o uso do CarPlay, da Apple. No caso do Android Auto, o Google promete carros adaptados para o sistema no início de 2015.

Ao que tudo indica, depois da briga por smartphones e tablets, a disputa pelo seu carro também ficará polarizada entre aqueles que rodam CarPlay (iOS) e aqueles que usam o Android Auto.

Nesse terreno as fabricantes de carros se dividem em três categorias: as que são parceiras exclusivas da Apple, as que são parceiras exclusivas do Google e as que fecharam contratos com ambas as marcas.

No final das contas, as parceiras exclusivas são poucas. Nenhuma fabricante deve acreditar que alguém vá escolher um carro pensando no smartphone que tem. Desse modo, a melhor escolha é trabalhar com as duas possibilidades.

Veja na tabela como está esse jogo até agora:

Tabela de sistemas para carros

Fonte: Exame

Netshoes cria versão de aplicativo para Android

Dizem que comprar lá é muito bom. Talvez agora, com esse aplicativo, eu me anime. De qualquer forma, é uma boa notícia para os “mortais usuários” do Android.

Netshoes-App_Android_Divulga--o_002A Netshoes acaba de anunciar o lançamento da versão para Android do seu aplicativo. Criada em parceria com a Taqtile, a ferramenta já estava disponível para iOS desde junho deste ano. Um dos principais incentivos para o desenvolvimento do app para o sistema operacional Google é a grande quantidade de usuários e sua representatividade no e-commerce.

A ferramenta exibe os produtos mais relevantes de acordo com o perfil de compra ou de navegação do cliente no momento. A funcionalidade “Compra com um Clique” permite o pré-cadastramento dos dados do cartão de crédito, agilizando o processo de pagamento. Outros canais de venda da empresa também foram integrados à plataforma mobile. Assim, o consumidor recebe notificações sobre novos produtos no estoque ou promoções personalizadas.

Fonte: ProXXIma

 

Android atinge 85% de participação no mercado de smartphones

Enquanto espero o smartphone novo – que ainda está longe de ser um top de linha – compartilho com vocês o crescimento do sistema Android.

Avente, Google!

Google-AndroidO domínio do Google no mercado de smartphones aumentou, com o Android batendo recorde de participação dos embarques globais de smartphones, com 84,6% de participação, de acordo com pesquisa realizada pela Strategy Analytics. O crescimento durante o segundo trimestre reduziu um pouco as fatias do BlackBerry, dos iPhones e dos Windows Phone, da Microsoft.

O Android está em 249,6 milhões smartphones embarcados no segundo trimestre, cerca de sete vezes mais do que os 35,2 milhões de iPhones entregues ao mercado. A participação dos smartphones iOS caiu para 11,9% no trimestre. Era de 13,4% no mesmo período do ano passado.

Os Embarques globais de smartphones cresceram 27% no trimestre, para 295,2 milhões de unidades, contra 233 milhões em igual período de 2013. Embora esse índice de crescimento anual tenha sido o mais baixo em cinco anos, houve forte crescimento na Ásia e na África e um crescimento mais fraco na América do Norte e na Europa.

AndroidDe acordo com a Strategy Analytics, a Xiaomi tornou-se o quinto maior fornecedor de smartphones do mundo no segundo trimestre deste ano, catapultada para os cinco primeiros lugares pela primeira vez pelo sucesso dos seus produtos no mercado doméstico da China.

A empresa chinesa conseguiu um recorde de 5,1% da quota de mercado mundial de smartphones, muito acima dos 1,8% que detinha há um ano.

Isto coloca-a um pouco atrás das rivais chinesas Huawei Technologies e Lenovo, que ficaram em terceiro e quarto lugar, respectivamente. A IDC tinha colocado a LG como quinta empresa a nível mundial no mercado dos smartphones.

A projeção da Strategy Analytics é a de que o número de usuários de smartphones em todo o mundo se aproxime de 2,5 bilhões até o final de 2015, impulsionado por um forte crescimento na Ásia Oriental.

Fonte: ProXXIma

Motorola atrasa atualização de smartphones da linha Razr para Android 4.4 KitKat

Pode até ser que não aconteça, mas fico com a impressão de que a Motorola vai ganhar um bom número de processos dos seus consumidores.

Família razrA Motorola vai atrasar a disponibilização do Android 4.4 KitKat para os smartphones da linha Razr, que havia sido garantida pela empresa até o final do segundo trimestre de 2014.

Em resposta a INFO, a Motorola pede desculpas aos consumidores e reafirma que os donos desses aparelhos podem aguardar o novo sistema do Google ainda neste ano.

O atraso se deve às diferenças de hardware entre os smartphones e a atual linha de aparelhos da empresa, que inclui o Moto X, Moto G e Moto E. A família Razr foi criada no começo da década de 2000 com o Razr V3, que era um dos celulares mais vendidos da história da Motorola. Esse posto foi tomado pelo Moto G recentemente.

Leia, na íntegra, a resposta da Motorola sobre o atraso da atualização do sistema Android na linha Razr:

“A Motorola reafirma o seu compromisso em oferecer upgrade de software para o Motorola Razr HD, Motorola Razr i, Razr D1 e Motorola Razr D3 para a nova versão AndroidT 4.4, KitKat.

Porém, por se tratarem de produtos baseados na arquitetura anterior, que não seguia ainda o conceito do Android puro, o processo levará mais tempo do que o planejado para que adaptações necessárias na interface do usuário destes modelos sejam realizadas.

A Motorola se desculpa com seus consumidores e informa que está trabalhando para disponibilizar este upgrade – o antes possível – ainda neste ano. “

Fonte: Info

Guerra do Android: Oracle impõe derrota ao Google

oracleA Oracle venceu um litígio contra o Google, enquanto uma corte de apelações norte-americana decidiu que a empresa de Larry Ellison tem direitos de copyright de partes da programação de linguagem Java, que foi usada pelo Google para desenhar o sistema operacional de smartphones Android.

O caso, decidido pela corte de apelações do circuito de Washington, está sendo acompanhado de perto pelo Vale do Silício. Um julgamento que teve depoimentos do presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, e do Google, Larry Page, e as questões legais abordam como as companhias de tecnologia protegem sua propriedade intelectual.

O Android é a plataforma de smartphone mais vendida no mundo. A Oracle processou o Google em 2010, alegando que o Google incorporou inapropriadamente partes da linguagem Java no Android. A Oracle busca indenização de aproximadamente 1 bilhão de dólares alegando direitos de copyright.

google11Um juiz federal de San Francisco decidiu que a Oracle não poderia pedir proteção de copyright sobre partes da linguagem Java, mas nesta sexta-feira, um painel de três juízes do circuito federal reservou esse direito à empresa.

O advogado da Oracle, Dorian Daley, chamou a decisão de uma “vitória” para uma indústria que “depende da proteção do copyright para impulsionar a inovação”. Já o Google disse que a decisão foi “um precedente perigoso para a ciência computacional e para o desenvolvimento de softwares” que estava considerando suas opções.

Fonte: Reuters

Android: como descobrir se um app é potencialmente perigoso

App Android VIISim, como todos nós já sabemos, o Android possui vários aplicativos que são considerados maliciosos e que realmente podem prejudicar o desempenho do seu dispositivo – e nos piores casos, roubar informações privadas.

Para evitar esse tipo de susto, existem alguns quesitos bem básicos que podem ser observados sempre que você baixar novos aplicativos em seu smartphone, por mais simples que eles pareçam você já pode filtrar grande parte do conteúdo prejudicial existente.

As aprovações dos apps não são realizadas manualmente pela Google, como ocorre na Apple, porém scans consecutivos são feitos na Google Play Store para identificar possíveis malwares. O Android permite que você instale aplicativos que não sejam da Play Store, como apps da Amazon App Store, porém tal funcionalidade permite que riscos maiores sejam criados em seu aparelho – e grande parte dos apps maliciosos não chegam pela Google Play Store.

App Android VISe um aplicativo não está presente na Google Play Store, não o instale por precaução – a não ser que haja motivos muito específicos para você fazer isso. E se você fizer, é melhor realizar um scan assim que o app for instalado – habilite nas configurações do seu smartphone as verificações automáticas de aplicativos para maior segurança.

Scans que nem sempre funcionam

O Android oferece apps de scan que realizam verificações assim que os softwares são instalados, porém assim como qualquer antivírus, esses aplicativos não são perfeitos. Se um determinado aplicativo está na Play Store e foi identificado pelo Google como malicioso, ele será automaticamente retirado de lá.

Por isso, entramos em outros dois pontos importantes: permissões e reputação dos apps. Diversos softwares requerem inúmeros tipos de permissão, como localização, lista de contatos, conexão com internet, entre outros. Sempre que um aplicativo pedir por essas autorizações exageradamente, principalmente se ele for relativamente simples, suspeite bastante. Ao contrário do iOS, em que você pode negar essas autorizações de modo mais explícito, no Android não há tal opção.

App Android VApps que exigem permissões demais são suspeitos. Além disso, um bom modo de você perceber se o app é confiável ou não é pelo número de vezes que ele já foi baixado, assim como as estrelas que foram dadas para ele nas reviews. É claro que isso não é 100% garantido, porém já dá para ter noção de quão popular o aplicativo é – e quanto mais desconhecido, mais perigoso.

A reputação dos desenvolvedores também é algo capaz de proporcionar maior confiabilidade e segurança aos usuários – aplicativos da Google e do Facebook, por exemplo, são mais seguros do que softwares criados por empresas desconhecidas. Você deve se atentar pelo seguinte fato: se um app simples, como um joguinho, pede permissões demais há algo de estranho sobre ele.
Assim como qualquer software, não existem meios de você se assegurar que determinado aplicativo é completamente seguro, porém essas dicas (permissões exageradas, número de downloads, reviews dos usuários), já ajudam na precaução de apps maliciosos.

Fonte: Tecmundo

Atualização do Gmail para Android deixa usuários salvarem e-mails na nuvem

Gmail AndroidO Google anunciou uma série de novas atualizações para o aplicativo Android do Gmail, incluindo a opção de salvar e-mails diretamente no Google Drive, sistema de armazenamento de arquivos na nuvem da gigante.

Os outros novos recursos incluem “explicação de Spam”, que apresenta uma mensagem detalhando por que um determinado e-mail foi despejado para a pasta de spam; além de suporte de leitura da direita para a esquerda para árabe, hebraico e outras línguas.

Outra mudança no aplicativo está em seu menu de navegação, que ficará mais leve e mais fácil para achar as funções “configurações”, “ajuda” e “comentários” na parte inferior do aplicativo. Na atual versão, essas opções ficam escondidas no último ícone da barra superior.

As novidades estarão disponíveis nos próximos dias.

Fonte: Código Fonte

Google libera acesso remoto ao computador por meio de aparelho Android

Chrome-Remote-Desktop-BETA-permissionsLançado em 2011, o serviço Chrome Remote Desktop agora está chegando aos aparelhos móveis com Android. O app já está disponível na loja Google Play.

A ferramenta em questão permite que o usuário acesse seu computador de modo remoto por meio de aplicativos web em PCs, Macs ou computadores com Linux – ou ainda pelo próprio Chrome OS.

Agora, com esse lançamento, também é possível fazer isso por meio de um smartphone ou tablet com Android, o sistema móvel da gigante de buscas.

Além disso, o Google prometeu uma versão iOS do aplicativo ainda para este ano – mas não informou uma data específica de lançamento.

Fonte: IDG Now!

 

Documentos internos mostram temor da Apple com avanço do Android

Galaxy NoteO rápido avanço dos smartphones Android no mercado acenderam o sinal amarelo na Apple, ao menos é o que apontam documentos internos tornados públicos ma semana passada, em julgamento envolvendo companhia fundada por Steve Jobs e a gigante sul-coreana Samsung. Num texto, preparado para uma reunião este ano, a equipe de vendas destaca a melhoria dos aparelhos da concorrência, informa o site Re/Code.

“Os concorrentes melhoraram drasticamente o hardware e, em alguns casos, o ecossistema”, diz o texto apresentado pela Samsung durante interrogatório do vice-presidente da Apple, Phil Schiller.

O documento aponta que todo o crescimento do mercado vinha de smartphones com tela grande e preço acima de US$ 300 ou de aparelhos populares, custando menos de US$ 300. O segmento onde o iPhone está incluído vem perdendo espaço.

Outra preocupação apontada é sobre o investimento feito pelas rivais com Android de “quantidades obscenas de dinheiro em publicidade e/ou canais com operadoras para ganhar tração”. Segundo o texto, as operadoras têm interesse em limitar as vendas de iPhone porque, entre outras coisas, elas pagam altos subsídios com o aparelho da Apple.

Em seu testemunho, Schiller afirmou não concordar com grande parte do documento, que, segundo o executivo, não representa a política da Apple. Entretanto, em e-mail enviado em 2013, o próprio Schiller mostra preocupação com os anúncios da Samsung.

“Eu assisti ao anúncio pré superbowl que a Samsung lançou hoje”, escreveu. “E eu não posso deixar de pensar que ‘esses caras estão sentindo isso (como um atleta que não pode errar), enquanto nós sofremos para pregar informações convincentes sobre o iPhone”.

Outros documentos apresentados durante o julgamento exacerbam a preocupação da Apple com o crescimento do Android, tanto que em um deles, Steve Jobs afirma que a companhia deve levar uma “Guerra Santa contra a Google” em 2011. O e-mail datado de outubro de 2010 era sobre a agenda de Jobs numa série de reuniões com executivos da empresa. Ao citar o sistema operacional, o cofundador da Apple deixou claro o que queria:

“Estratégia: alcançar o Android onde estamos atrás (notificações, tethering, reconhecimento de voz…) e ultrapassá-los (Siri…)”.

Fonte: O Globo

Quase 70% dos usuários de smartphones são fieis ao sistema operacional

androidUm estudo feito pela Kantar Worldpanel aponta que, no ano passado, o sistema operacional Android teve uma clara liderança na batalha de smartphones e chegou a responder por 70% do mercado nas 12 principais economias mundiais, contra 22% do iOS, sistema operacional da Apple.

O relatório ComTech mostra as principais tendências do ano que passou baseado em alguns dos mercados mais importantes do mundo.

Smartphones-UsersJá o Windows Phone, apesar de não ter um começo muito promissor no início de 2010 devido à falta de aplicativos e a cautela do consumidor com relação a uma nova plataforma, atualmente vem sendo o sistema operacional que mais cresce no mundo e chegou a ultrapassar a Apple na Itália e está em segundo lugar na Alemanha, e em terceiro na Grã-Betanha.

O uso diferenciado dos smartphones levou o consumidor a uma busca por aparelhos com telas cada vez maiores. Com a possibilidade de assistir vídeos e navegar pela Internet, 58% dos consumidores já procuram por uma tela com 5 ou mais polegadas, enquanto outros 32% optam pela tela de 4.5 ou 4.9 polegadas e 31% dos usuários investem em aparelhos com telas de 4.0 ou 4.4 polegadas.

smartphones, tablets e FacebookQuando o assunto é fidelidade em relação à marca, é possível analisar que cerca de 41% dos usuários de smartphones costumam ser fieis a uma marca específica quando decidem mudar de dispositivo, contra 68% que preferem manter sua lealdade ao sistema operacional do aparelho.

Persuadir os clientes a comprar a marca e não o sistema operacional tem sido um foco importante para a Samsung nos últimos dois anos, com os resultados claros em seus números crescentes. Já as marcas HTC, Sony e LG estão investindo também em ajudar os consumidores a se conectar com a marca e não apenas com o software, pensando em trazer sucesso em longo prazo aos negócios.

Fonte: IDG Now!

Diretor do Android diz que sistema não foi criado para ser seguro

Quem disse que a internet também deveria ser segura?

Android inseguroO Android tem algumas vantagens interessantes em relação aos concorrentes, que incluem personalização e abertura, mas segurança não é uma delas. Sundar Pichai, chefe da divisão responsável pelo sistema no Google, concorda com isso, mas minimiza a situação.

Durante a Mobile World Congress, em Barcelona, Pichai declarou que a popularidade do sistema operacional pesa muito na hora da distribuição de malware, considerando as pesquisas recentes de que mais 90% dos vírus para celulares miram os dispositivos com Android.

“Quando as pessoas falam nesse número, elas devem levar em consideração que é o sistema operacional móvel mais popular do mundo. Se eu tivesse uma empresa dedicada a malware, eu estaria direcionando meus ataques ao Android”, afirma ele quando questionado sobre o assunto, relata o FrAndroid.

Entretanto, ele também deu uma declaração interessante. “Nós não podemos garantir que o Android foi criado para ser seguro; o formato foi criado para dar mais liberdade”, afirmou ele.

Fonte: Olhar Digital

 

Google se une a montadoras para colocar o Android nos carros

Carro com AndroidO Google anunciou na semana passada uma parceria com grandes montadoras que pretende colocar o sistema operacional da empresa nos carros. Chamada Aliança Automotiva Aberta (OAA, na sigla em inglês), a iniciativa une Audi, GM, Honda e Hyundai, além da Nvidia e o Google.

A ideia, pelo que explicou o diretor de engenaria do Android Patrick Brady, é fazer com que tudo o que o sistema proporciona em tablets, smartphones e computadores possa ser levado aos automóveis de forma segura.

“Colocar o Android no carro trará aos motoristas aplicativos e serviços que eles já conhecem e adoram, permitindo que as montadoras entreguem mais facilmente a tecnologia de ponta para seus clientes”, disse ele.

Fonte: Olhar Digital

Um novo adepto do Android

androidDemorou até me render ao Android, mas estou adorando. Ok que o smartphone não é topo de linha (Razr D3) e que a rapidez com a qual a bateria acaba nesses dias de baixar, configurar e testar aplicativos, me irrita muito, mas estou feliz.

Não vou me atrever a fazer um review do aparelho ou do sistema (tarefa para a Elis Monteiro), mas de tempos em tempos vou postar uma ou outra novidade que descobrir.

Bem vinda, nova era!

Dropbox agora com versão em português para Mac, PC e Android

dropbox-logotype-vertical-colorO Dropbox, um dos mais populares serviços de compartilhamento de arquivos disponíveis na internet, tem, desde o início do mês, sua interface também em português. O novo idioma está disponível para PC, Mac, Android e web, ficando a versão para iOS prometida para breve.

Mas essa não foi a única novidade anunciada pelo Dropbox. A empresa informou que fez uma parceria com a Samsung e que os proprietários de alguns produtos da marca sul-coreana – Galaxy Note 2, Galaxy S3, câmeras Samsung Smart e os tablets da linha Galaxy e Galaxy Grands – poderão ter acesso a 50 GB de espaço no serviço por até dois anos.

Com a entrada do português, já são dez os idiomas disponíveis para o serviço, entre eles o inglês, francês, espanhol, coreano, alemão e japonês.

Infelizmente, apesar da “abrasileirização” linguística, ainda não será possível fazer pagamentos em reais. Por enquanto, os usuários continuarão a ter que fazer seus gastos em dólares.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Pesquisa mostra que dono de Android é pessimista e introvertido

Donos de celulares com o sistema Android são ligeiramente mais pessimistas, introvertidos, econômicos e matemáticos do que os donos do iPhone, early adopters que preferem gastar seu dinheiro, são otimistas e comunicativos. As conclusões fazem parte de um estudo nada convencional liderado pela consultoria Hunch que ouviu 15 mil usuários de smartphones nos Estados Unidos.

O estudo constatou ainda que usuários de Android ganham menos do que donos de iPhone, com renda familiar de US$ 50mil a US$ 100 mil, contra US$ 200 mil respectivamente.

Além disso, quem escolhe o sistema da Google tende a votar nos republicanos e não tem um grau tão alto de escolaridade. Já os donos de iPhone, que afirmam votar nos democratas, tem diplomas universitários.

Sobre os gostos culturais, os fãs do sistema aberto são fãs de Radiohead e os usuários do device da Apple preferem Belle & Sebastian.

O estudo inclui até mesmo o gosto dos usuários de iPhone e Android em moda, comida e mídia. Os resultados viraram o infográfico disponível abaixo.

Texto originalmente publicado na neswletter ProxxIma