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O que Google, Cisco e Apple fazem para encantar seus funcionários?

Quando será o dia no qual as nossas empresas terão em mente que ações como as descritas abaixo podem melhorar (muito) o seu desempenho?

Google inside
A cadeira do seu escritório está acabando com suas costas? Bem, saiba que passar oito horas de seu dia sentado pode estar contribuindo para o desconforto. Adicionemos mais elementos nessa equação, afinal, já aprendemos que a cultura moderna do “sempre disponível” não tem feito bem a saúde de muita gente. Somemos, ainda, elementos estressantes e a pressão do dia a dia e, aos poucos, surge uma rotina que é quase uma bomba relógio prestes a estourar.

Os pontos apresentados no parágrafo anterior são mais comuns do que se imagina. O cenário vivenciado no dia a dia do mundo corporativo revela que muitas empresas não estão, de fato, se preocupando totalmente com o bem estar de seus colaboradores.

Para trazermos uma pouco de ar fresco a discussão, apresentamos alguns benefícios que cinco empresas – reconhecidas pela forma como tratam seus recursos humanos – oferecem aos colaboradores a ponto de mantê-los felizes, com saúde e, acima de tudo, elevando sua produtividade.

Google

Conhecida por seu ambiente despojado e criativo, a gigante de internet aplica um intenso programa de bem estar corporativo. Ao longo do dia, a companhia oferece diversas opções de refeições saudáveis para seus colaboradores. Além disso, possui especialistas para cuidar da saúde dos colaboradores, que podem procurar assistência de enfermeiros (por exemplo) no próprio escritório caso sintam que uma gripe se aproxima.

Escritório GoogleA empresa também encoraja seus colaboradores a seguirem processos de aprendizado contínuo com programas de incentivo a cursos de graduação e especialização. Os empregados também podem recorrer a aconselhamento legal sem custo ou obterem descontos a serviços de advocacia, caso precisem.

Os benefícios não acabam aí. Há serviços de transporte com internet a bordo para todos funcionários no caminho de casa para o escritório (e vice-versa), bem como ofertas de compartilhamento de veículos elétricos. Há, também, espaço para prática de exercício e tempo extra de folga para quem acaba de ter filho.

Zappos

A Zappos decidiu abolir a hierarquia e acabar com a figura do chefe. Mas não é só isso que a provedora oferece como diferencial para seu contingente de colaboradores. Há uma vasta quantidade de benefícios, começando por serviços de saúde gratuitos de alta qualidade a todos empregados – desde exames a tratamentos.

O escritório da empresa em Las Vegas possui uma academia com aulas presenciais ou a distância. Os funcionários podem, ainda, obter aconselhamento nutricional, ter dicas para controle de peso, para parar de fumar e/ou reduzir o estresse. A companhia oferece ainda uma sala de “soneca” para quem quiser relaxar um pouco antes de voltar ao trabalho.

Isso é parte de uma política de “competição do bem estar”, que permite que os funcionários sejam premiados ou recebam reconhecimento por seus esforços de saúde de acordo com algumas metas associadas a questões fitness.

Cisco

Elogios no Trabalho IAlém de benefícios como horários de trabalho flexíveis e outras atividades desse tipo, a fabricante de equipamentos de redes oferece a seus colaboradores serviços como acupuntura, fisioterapia e cuidados primários de saúde no local de trabalho. A empresa mantém uma academia onde os trabalhadores podem se exercitar ao longo do dia. Além disso, há espaços ao ar livre para prática de esportes, ligas desportivas organizadas e trilhas para caminhadas e ciclismo em seu campus.

No refeitório há opções de comidas saudáveis e sempre frescas, de acordo com as temporadas. Os trabalhadores também recebem “fun funds” (uma espécie de recompensa) para que possam celebrar e integrar times de exercícios fora do ambiente de trabalho. A empresa também premia trabalhos voluntários e doações feitas por funcionários a instituições sem fins lucrativos.

Yahoo

Mesmo que Marissa Mayer tenha cortado a prática de home office, os benefícios oferecidos pelo Yahoo aos seus empregados são extensos. Funcionários podem praticar exercícios e atividades que vão desde yoga a pilates, kickboxing e gole. A cantina fica aberta 24×7 e há subsídios na compra de alimentos.

A companhia garante também licença maternidade e paternidade acima da média do mercado para seus colaboradores. Além disso, há uma política mensal que oferece US$ 500 para compras em supermercados, serviços de lavanderia e alimentação. Além disso, quando uma pessoa completa cinco anos de empresa, pode tirar um descanso de oito semanas.

Apple

Uma breve espiada na página Glassdoor deixa claro que os funcionários gostam de trabalhar para a Apple. O site reúne nada menos que 5,5 mil comentários, garantindo uma classificação de 4 estrelas (de cinco possíveis) dadas pelos colaboradores/candidatos. Os benefícios tocam desde empregados até trabalhadores de meio período nas lojas da marca.

Algumas empresas podem manter os funcionários abastecidos com refrigerante e bolinhos. A Apple prefere abastecer seus trabalhadores com… maçãs. De tempos em tempos, a companhia promove uma festa em seu campus, onde reúne colaboradores para ouvir música e beber cerveja. A empresa também oferece serviços de deslocamento até sua base, em Cupertino.

Fonte: Computerworld

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Android está em 91% dos celulares vendidos no Brasil. iOS está em apenas 2%

Coxinhas x Corruptos?

Android x iOSMuitos Applemaníacos podem estar no hype por causa dos últimos lançamentos da Maçã, incluindo os iPhones 6 e 6 Plus. Mas quando o assunto é sistema operacional móvel, não tem para ninguém: o Android se mostra consolidado como a plataforma mais usada em smartphones em todo o mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, o software está em 91,6% dos celulares inteligentes.

Os dados, que correspondem ao primeiro semestre de 2014, são de um estudo recente da Nielsen Ibope feito em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA) e divulgado nesta terça-feira (23). Segundo o G1, aparelhos com iOS representam apenas 2% das vendas no país, seguidos pelos dispositivos com Windows Phone (1,8%) e Symbian (0,9%). Os outros 3,7% são de outros sistemas pouco usados ou desconhecidos.

A supremacia do Android tem um motivo: a variedade de celulares disponíveis, uma vez que são fabricados por várias empresas, e os modelos de entrada, mais baratos que os aparelhos topo de linha, que podem chegar a custar mais de R$ 2.000, como é o caso do iPhone 5S e do Galaxy S5. “Há variedade e preços convidativos”, comenta Thiago Moreira, diretor da área de digital da Nielsen Ibope.

Vendas

Não é só o Android que tem conquistado um grande número de usuários, mas o varejo brasileiro como um todo também cresceu. Na primeira metade deste ano, as vendas de smartphones subiram 47% em relação ao mesmo período de 2013. Em julho, esses mesmos aparelhos responderam por 67% do total de telefones comercializados no país, superando os dispositivos comuns. De acordo com a pesquisa, o consumidor gasta, em média, R$ 615 por aparelho.

Com 211 modelos diferentes, os tablets são outra categoria de eletrônicos que viram seu negócio aumentar neste ano. No primeiro semestre de 2014, as vendas de tablets cresceram 118% em relação ao ano passado. Lembrando que tal porcentagem foi calculada com base nos produtos comprados pelos consumidores finais – ao contrário da IDC, que divulgou nesta segunda-feira (22) um estudo que mostra que as vendas de tablets aumentaram 21% nos seis primeiros meses do ano. Neste caso, a entidade levou em consideração as unidades enviadas para os varejistas.

Classes

Outro dado interessante do levantamento da Nielsen mostra a taxa de impacto dos smartphones em diversos públicos. Cerca de 53% dos usuários de telefones inteligentes no Brasil são da Classe B, seguidos pela Classe C, com 34%. A maioria está na faixa etária de 25 a 34 anos, com 28% do montante total, enquanto os grupos de 18 a 24 anos e 35 a 49 anos empatam no segundo lugar, cada um com 23%. Na terceira posição aparecem os jovens entre 10 e 17 anos, com 15%.

Tratando-se de aplicativos mais usados pelos brasileiros, não deu outra: Facebook e WhatsApp dominam com folga o topo do ranking. Em agosto deste ano, o app da maior rede social do mundo estava instalado em mais de 70% dos aparelhos. Já a ferramenta de mensagens – que também pertence à empresa de Mark Zuckerberg – tinha mais de 60% de participação. Em terceiro lugar aparece o Viber, um dos principais concorrentes do WhatsApp, com 30% da audiência.

Os games mais jogados pelos donos de smartphones no Brasil são o hit “Candy Crush Saga”, que está instalado em 19% dos dispositivos, seguido pelo “Pou” (11%), “Angry Birds Epic” (10%) e “Subway Surfers” (9%).

Fonte: Canaltech

 

 

Governo chinês desenvolverá seu próprio OS para competir com Windows e Android

É bom abrir o olho com os chineses!

Google-AndroidJá não é de hoje que a China declarou guerra a grandes companhias norte-americanas da informática como Microsoft, Google e Apple e seus sistemas operacionais. Há algum tempo, o governo do país chegou até mesmo a incentivar a utilização do Linux após saber que a gigante de Redmond não estenderia o suporte ao Windows XP, amplamente utilizado nos gabinetes governamentais do país.

Agora, ao que tudo indica, o país asiático quer ir além e desenvolver seu próprio sistema operacional para bater de frente com as gigantes. Segundo informações divulgadas pela Reuters, o governo chinês primeiramente quer atacar os desktops e depois investir no campo dos dispositivos móveis.

MicrosoftAinda de acordo com a agência de notícias, a iniciativa já está sendo trabalhada desde março deste ano e tem sido liderado por Ni Guangnam, um proeminente profissional de tecnologia da informação do país. A informação foi confirmada por um jornal oficial do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, o MIIT.

“Nossa expectativa é lançar um sistema operacional chinês voltado para computadores até outubro deste ano”, disse Guangnan à publicação. Segundo ele, o grande diferencial do novo sistema, que ainda não tem nome, é que ele terá todos os recursos das alternativas estrangeiras, inclusive uma loja virtual de aplicativos.

Se tudo sair conforme o planejado, a expectativa do governo chinês é que em até cinco anos os novos sistemas possam liderar o mercado local tanto no segmento de computadores quanto no mobile. Para alcançar tal objetivo, os planos incluem continuar restringindo o acesso ao Windows.

Apple-LogoEm maio deste ano o governo chinês proibiu as repartições públicas de utilizarem o Windows oito. Além disso, a companhia norte-americana está sendo investigada no país acusada de violar leis antitrustes. Medidas semelhantes foram tomadas em relação ao Google no ano passado, quando o país julgou que a empresa poderia representar perigo à nação pela enorme quantidade de smartphones que possuem o Android instalado.

Assim como o governo local, Guangnan acredita que tais atitudes representem uma grande oportunidade para a indústria do país. “Estamos criando um ambiente que nos permitirá competir com Google, Apple e Microsoft. Essa é a chave para o sucesso”, disse.

Fonte: CanalTech

Android ou iOS? Qual estará no seu próximo carro?

Seguindo o tema automotivo, aí vai mais uma notícia que pode interessar aos apaixonados por carro.

carplayEste ano ficará registrado como o marco zero para mais uma briga entre a Apple e o Google. As duas gigantes anunciaram suas versões de software para serem usados em carros — o Google com o Android Auto e a Apple com o CarPlay.

De maneira alguma, as duas são pioneiras nesse setor. A Microsoft, por exemplo, já fornece soluções para carros há algum tempo. O exemplo mais bem sucedido da empresa é a parceria com a Ford, que usa o Sync (desenvolvido pela Microsoft) como software para vários de seus carros.

A ideia desses programas é levar tecnologias que fazem parte de smartphones e tablets para um visor localizado no painel do carro. As parceiras da Apple usarão um cabo Lightning para conectar iPhones (no caso, os modelos a partir do iPhone 5), para levar o iOS para um visor integrado aos carros.

É possível dar ordens à assistente Siri, acessar mapas, tocar músicas, fazer uma ligação ou ditar o texto de uma mensagem SMS. O CarPlay foi anunciado pela Apple em março deste ano.

No final de junho, durante a conferência Google I/O, foi a hora de aparecer um rival à altura ao CarPlay. Ele atende pelo nome de Android Auto. A proposta não é diferente da criada pela Apple.

Sai o cabo Lightning e entra um cabo MicroUSB. Sai a Siri e entram os comandos de voz do Google Now. O Google Maps e outros serviços da empresa também marcam presença na tela integrada ao painel.

Ainda em 2014, alguns carros já devem ser lançados prontos para o uso do CarPlay, da Apple. No caso do Android Auto, o Google promete carros adaptados para o sistema no início de 2015.

Ao que tudo indica, depois da briga por smartphones e tablets, a disputa pelo seu carro também ficará polarizada entre aqueles que rodam CarPlay (iOS) e aqueles que usam o Android Auto.

Nesse terreno as fabricantes de carros se dividem em três categorias: as que são parceiras exclusivas da Apple, as que são parceiras exclusivas do Google e as que fecharam contratos com ambas as marcas.

No final das contas, as parceiras exclusivas são poucas. Nenhuma fabricante deve acreditar que alguém vá escolher um carro pensando no smartphone que tem. Desse modo, a melhor escolha é trabalhar com as duas possibilidades.

Veja na tabela como está esse jogo até agora:

Tabela de sistemas para carros

Fonte: Exame

Linux entra na briga de sistemas operacionais para carros

E eu ainda só preciso de um ar condicionado, uma direção hidráulica e um GPS.

magazin_linuxDesenvolvido em conjunto com a Linux Foundation, o Automotive Grade Linux (AGL) é um sistema operacional para carros, assim como o Carplay, da Apple, e o Android Auto, do Google, mas com código aberto.

Com ele, as fabricantes poderão criar outras interfaces sem que isso atrapalhe a compatibilidade entre diferentes marcas de veículos. A plataforma é baseada no Tizen In-Vehicle-Infotainment (IVI), cuja principal desenvolvedora é a Intel.

A interface é feita em HTML5 e Javascript, padrões abertos já usados em computadores, além dos sistemas Android, o que também facilita a compatibilidade. Entre os parceiros do projeto estão a Toyota, Honda, Nissan, Hyundai, Jaguar e Renesas, fabricante de chips automotivos.

Seu funcionamento é diferente dos sistemas de Apple e Google, que atuam como interfaces distintas rodando sobre os sistemas proprietários dos fabricantes e dependem de smartphones.

Um álbum com imagens do sistema operacional da Linux em funcionamento está disponível aqui e a primeira versão já foi lançada. Agora depende do ritmo de adesão das montadoras.

Fonte: Olhar Digital

Apple retoma título de empresa mais respeitada do mundo

Essa é de antes do lançamento do novo iPhone. Se a Apple vai continuar com o título é algo que não tenho como prever.

Apple-LogoPela quarta vez nos últimos cinco anos, a Apple arrebata o primeiro lugar no ranking das empresas mais respeitadas do mundo elaborado pela revista de investimentos Barron’s. Com o resultado, a maçã retoma o título perdido em 2013 para o conglomerado de multinacionais Berkshire Hathaway, do bilionário Warrem Buffet, que aparece em segundo lugar.

A lista é feita sob a perspectiva de analistas financeiros de Wall Street e leva em conta o valor das ações das empresas e a importância de seus respectivos produtos para os consumidores. “Os iPads, iPhones e computadores Mac melhoraram a vida de bilhões de pessoas”, justifica a Barron’s.

A liderança da Apple não surpreende, já que a companhia de Cupertino é presença constante no topo das listas de empresas mais valiosas. Recentemente, porém, a dona do iPhone escorregou e viu o Google saltar em sua frente na análise da consultoria Millard Brown, publicada em maio. No entendimento da empresa de pesquisas, o gigante das buscas está avaliado em US$ 158,8 bilhões, US$ 11 bilhões a mais.

Fonte: Olhar Digital

Novidade vindo por aí: George Harrison – The Apple Years

George Harrison - The Apple YearsDepois do anúncio dos dois novos relançamentos da discografia de Paul McCartney (leia aqui), agora é a vez da confirmação de um novo box de George Harrison. The Apple Years – que vai contar com os sete CDs lançados pelo ex-beatle com o selo Apple, além de um DVD com conteúdo ainda desconhecido – será uma bela companhia para a caixa The Dark Horse Years, lançada em 2004.

A nova caixa (que você pode ver em destaque numa foto postada por Dhani Harrison no fim do mês passado) virá com os seguintes títulos:

1. Wonderwall Music
2. Electronic Sound
3. All Things Must Pass
4. The Concert For Bangladesh
5. Living in the Material World
6. Dark Horse
7. Extra Texture (Read All About It)

Georhe Harrison - The Dark Horse YearsComo disse, o conteúdo do DVD ainda é um mistério, mas há boatos de que viria com trechos da malfadada turnê de George pelos Estados Unidos, em 1974.

O único porém é que a data inicial para o lançamento da caixa é 25 de setembro, apenas três dias após os lançamentos de McCartney, o que pode prejudicar um pouco as vendas, já que o produto é direcionado aos fãs mais sérios e as versões da Paul McCartney Archive Collection já estão em pré-order.

Haja dinheiro!

Google é a marca mais valiosa do mundo

google11O Google superou a Apple como a marca mais valiosa do mundo, de acordo com as métricas do ranking BrandZ. De acordo com a nona edição do estudo produzido pela Millward Brown, sob a chancela do grupo WPP, o gigante da internet teve sua marca avaliada em US$ 159 bilhões, uma valorização de 40% em relação ao ano passado. Já a companhia liderada por Tim Cook viu o valor de sua marca cair para US$ 148 bilhões, recuo de 20% em relação ao período anterior – o que custou o posto de número 1, em poder da empresa há três anos.

O ranking BrandZ mede o valor de marca com base na performance de negócios e em entrevistas feitas com mais de dois milhões de consumidores no mundo todo.

“Google foi incrivelmente inovador nesse último ano, com o Google Glass, investimentos em inteligência artificial e múltiplas parcerias por meio das quais o Android passou a ser o sistema operacional de outros tipos de produtos, até mesmo carros”, afirma Nick Cooper, diretor geral da MIllward Brown Optimor. “Toda essa ação manda um sinal muito claro para os consumidores a respeito das intenções do Google. Isso coincidiu com uma queda da Apple.”

Microsoft (4º), Visa (7º) e Amazon (10º) foram outros destaques na edição 2014 do BrandZ, com crescimento na casa dos dois dígitos. Ainda que não tenham conseguido um lugar entre os Top 10, Facebook, Samsung e Yahoo também registraram evoluções significativas. A marca do Facebook valorizou 68%, estimada em US$ 35,7 bilhões. A Samsung, por sua vez, teve a marca avaliada em US$ 25,9 bilhões, alta de 21%. O Yahoo chegou aos US$ 14,2 bilhões em valor de marca, 44% a mais do que no ano passado.

O Twitter e o LinkedIn entraram pela primeira vez no Top 100 do ranking, ocupando a 71ª e 78ª posições, respectivamente.
Veja abaixo as dez primeiras do ranking e clique aqui para ver as cem melhores colocadas.

Marcas mais valiosas do mundo

Fonte: Meio & Mensagem

Documentos internos mostram temor da Apple com avanço do Android

Galaxy NoteO rápido avanço dos smartphones Android no mercado acenderam o sinal amarelo na Apple, ao menos é o que apontam documentos internos tornados públicos ma semana passada, em julgamento envolvendo companhia fundada por Steve Jobs e a gigante sul-coreana Samsung. Num texto, preparado para uma reunião este ano, a equipe de vendas destaca a melhoria dos aparelhos da concorrência, informa o site Re/Code.

“Os concorrentes melhoraram drasticamente o hardware e, em alguns casos, o ecossistema”, diz o texto apresentado pela Samsung durante interrogatório do vice-presidente da Apple, Phil Schiller.

O documento aponta que todo o crescimento do mercado vinha de smartphones com tela grande e preço acima de US$ 300 ou de aparelhos populares, custando menos de US$ 300. O segmento onde o iPhone está incluído vem perdendo espaço.

Outra preocupação apontada é sobre o investimento feito pelas rivais com Android de “quantidades obscenas de dinheiro em publicidade e/ou canais com operadoras para ganhar tração”. Segundo o texto, as operadoras têm interesse em limitar as vendas de iPhone porque, entre outras coisas, elas pagam altos subsídios com o aparelho da Apple.

Em seu testemunho, Schiller afirmou não concordar com grande parte do documento, que, segundo o executivo, não representa a política da Apple. Entretanto, em e-mail enviado em 2013, o próprio Schiller mostra preocupação com os anúncios da Samsung.

“Eu assisti ao anúncio pré superbowl que a Samsung lançou hoje”, escreveu. “E eu não posso deixar de pensar que ‘esses caras estão sentindo isso (como um atleta que não pode errar), enquanto nós sofremos para pregar informações convincentes sobre o iPhone”.

Outros documentos apresentados durante o julgamento exacerbam a preocupação da Apple com o crescimento do Android, tanto que em um deles, Steve Jobs afirma que a companhia deve levar uma “Guerra Santa contra a Google” em 2011. O e-mail datado de outubro de 2010 era sobre a agenda de Jobs numa série de reuniões com executivos da empresa. Ao citar o sistema operacional, o cofundador da Apple deixou claro o que queria:

“Estratégia: alcançar o Android onde estamos atrás (notificações, tethering, reconhecimento de voz…) e ultrapassá-los (Siri…)”.

Fonte: O Globo

Windows Phone ultrapassa iOS e fica na 2ª posição

iphone-3g-de-8gbO Windows Phone, sistema operacional para smartphones da Microsoft, ultrapassou o iOS, da Apple, assumindo a segunda posição no mercado brasileiro.

Entre o 4º trimestre de 2012 e o mesmo período do ano passado, o sistema apresentou um aumento de participação de 1,22 ponto percentual, ficando com uma fatia de 6% do total. O iOS, por sua vez, teve uma queda de 3,36 pontos percentuais na mesma comparação e fechou o ano com 4,7%. O Android, do Google, ampliou sua participação, chegando a 88,73% (de 76,44% no quarto trimestre de 2012. Os números são da empresa de pesquisa IDC e foram informados ao Valor pela Microsoft. Atualmente, duas companhias vendem aparelhos com Windows no Brasil, a Nokia e a Samsung. A maior parte das vendas foi feita pela Nokia, que tem oito telefones no mercado. A Samsung só tem um modelo.

Para Mariano de Beer, presidente da Microsoft no Brasil, o avanço ocorreu tanto nas vendas para consumidores residenciais quanto para empresas. O desempenho foi resultado de três fatores principais: o aumento no portfólio de produtos (que agora abrange mais faixas de preços e perfis de consumidores); os investimentos em distribuição e a promoção do sistema, que incluiu anúncios na TV aberta; e o lançamento de aplicativos populares como a rede social de fotos Instagram. “No 4º trimestre fomos o único sistema a ganhar mercado. Isso nos deixa muito confiantes”, disse de Beer ao Valor. De acordo com a IDC, foram vendidos 34 milhões de smartphones no Brasil em 2013, um crescimento de 120% na comparação com 2012. A expectativa é que o número chegue a 47 milhões neste ano. “O Brasil é um mercado prioritário”, disse Celso Winick, gerente-geral de mobilidade da Microsoft.

Fonte: Valor Econômico

Quase 70% dos usuários de smartphones são fieis ao sistema operacional

androidUm estudo feito pela Kantar Worldpanel aponta que, no ano passado, o sistema operacional Android teve uma clara liderança na batalha de smartphones e chegou a responder por 70% do mercado nas 12 principais economias mundiais, contra 22% do iOS, sistema operacional da Apple.

O relatório ComTech mostra as principais tendências do ano que passou baseado em alguns dos mercados mais importantes do mundo.

Smartphones-UsersJá o Windows Phone, apesar de não ter um começo muito promissor no início de 2010 devido à falta de aplicativos e a cautela do consumidor com relação a uma nova plataforma, atualmente vem sendo o sistema operacional que mais cresce no mundo e chegou a ultrapassar a Apple na Itália e está em segundo lugar na Alemanha, e em terceiro na Grã-Betanha.

O uso diferenciado dos smartphones levou o consumidor a uma busca por aparelhos com telas cada vez maiores. Com a possibilidade de assistir vídeos e navegar pela Internet, 58% dos consumidores já procuram por uma tela com 5 ou mais polegadas, enquanto outros 32% optam pela tela de 4.5 ou 4.9 polegadas e 31% dos usuários investem em aparelhos com telas de 4.0 ou 4.4 polegadas.

smartphones, tablets e FacebookQuando o assunto é fidelidade em relação à marca, é possível analisar que cerca de 41% dos usuários de smartphones costumam ser fieis a uma marca específica quando decidem mudar de dispositivo, contra 68% que preferem manter sua lealdade ao sistema operacional do aparelho.

Persuadir os clientes a comprar a marca e não o sistema operacional tem sido um foco importante para a Samsung nos últimos dois anos, com os resultados claros em seus números crescentes. Já as marcas HTC, Sony e LG estão investindo também em ajudar os consumidores a se conectar com a marca e não apenas com o software, pensando em trazer sucesso em longo prazo aos negócios.

Fonte: IDG Now!

Aplicativo que promete melhorar a visão

Tem coisas que fazem com que duvidemos um pouco da seriedade dos que trabalham com o desenvolvimento da tecnologia. Bem, essa vai para odos os míopes do mundo.

App visãoUm neurocientista da Universidade da Califórnia criou um aplicativo que promete melhorar a visão, inclusive fazendo com que os usuários enxerguem melhor em ambientes escurecidos.

Conforme explica o Mashable, o app, chamado UltimEyes, pede à pessoa que complete tarefas a fim de reprogramar o cérebro para interpretar as informações recebidas dos olhos, algo chamado de neuroplasticidade. As tarefas são atreladas a pontuações, o que mantém o estímulo do usuário em efetuá-las.

Quem desenvolveu a tecnologia por trás do app foi a Carrot Neurotechnology, empresa especializada em ferramentas para melhorar a visão.

Aaron Seitz, professor associado de psicologia da universidade, testou a eficácia do UltimEyes em 19 jogadores de beisebol, fazendo com que cada um usasse o app 30 vezes em intervalos de 25 minutos. O resultado foi uma melhora média de 31% na visão.

Por enquanto, o aplicativo só está disponível para download na App Store da Apple, em que pode ser comprado por US$ 5,99 para ser usado no iPad.

Fonte: Olhar Digital

Apple Store brasileira será inaugurada no dia 15 no Rio de Janeiro

Apple-LogoA primeira loja física da Apple do Brasil – e também da América Latina – finalmente ganhou uma data oficial de abertura: será no próximo sábado, dia 15 de fevereiro, às 11h. A informação já pode ser vista na página oficial da Apple Store brasileira e confirma a inauguração do espaço no shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

Em entrevista ao jornal O Globo, Peter Oppenheimer, vice-presidente sênior e diretor financeiro da companhia, disse que o Brasil é um mercado cada vez mais importante para a empresa. “Lançamos nossa loja online em outubro de 2009 e ficamos muito orgulhosos de fazer negócios no país há mais de 20 anos”, revelou. O executivo afirma que a Apple escolheu o Rio e não São Paulo porque quer que a loja esteja funcionando a tempo da realização da Copa do Mundo da FIFA, entre junho e julho deste ano, e dos Jogos Olímpicos em 2016.

A loja brasileira será no estilo “pavillion”, expressão dada pela própria empresa, com apenas um andar e uma longa fachada curva com 30 metros de comprimento, toda feita de vidro. Serão 140 produtos para os visitantes experimentarem, incluindo Macs, iPads, iPhones e iPods. Haverá ainda o Genius Bar, um balcão de 7,6 metros onde os clientes receberão dicas, conselhos e instruções de configurações, serviços e reparos nos aparelhos da Apple.

Além disso, a Apple Store oferece workshops gratuitos sobre os produtos da marca, e o site oficial já lista cursos relacionados ao iPhone, iPad, Mac e às suítes iWork e iLife. Cada módulo tem uma hora de duração e é feito na própria loja. Os interessados precisam reservar um horário usando sua Apple ID. Até o fechamento desta matéria, o workshop sobre iPhone já está lotado e o do iPhoto está com lista de espera.

Outra novidade é o One to One. Ao comprar um novo computador, o consumidor tem direito a receber um treinamento (individual ou em grupo) quando desejar, logo após fazer um agendamento. Por ano, o serviço custa R$ 249 e pode ser um bom começo para quem ainda não é familiarizado com as máquinas pessoais da companhia.

Haverá também o Apple Camp para crianças, uma sessão gratuita de três dias que reúne crianças de 8 a 12 anos para ensiná-las a editar vídeos no iMovie. Ao final das sessões, os pequenos exibem suas criações no Festival de Cinema do AppleCamp. As inscrições ainda não começaram, mas para mais informações, visite o site da campanha. Escolas interessadas poderão fazer excursões para alunos e professores.

“Estamos muito empolgados em trazer nossa primeira loja física ao Brasil, de modo que os brasileiros possam experimentar nossos produtos em suas mãos e desfrutar dos serviços que nossas Apple Stores oferecem, incluindo o Genius Bar, o suporte técnico, os workshops e os treinamentos pessoais que promovemos”, disse Oppenheimer.

O vice-presidente ainda comentou que a Apple já tem definida a próxima cidade que receberá a próxima loja física da empresa, mas não revelou nada. Também não foi divulgada a estimativa de faturamento anual da loja carioca, assim como quanto a corporação gastou para montar a primeira Apple Store brasileira.

Fonte: Canal Tech

 

Apple: música em baixa, apps em alta

As vendas de CDs e vinil subiram e a de arquivos caiu. Back to the Future?

the-beatles-on-apple-itunesA disseminação de serviços de streaming como Pandora e Spotify parece ser um problema para as lojas virtuais de música.

Em 2013, a iTunes Store registrou queda na venda de músicas, de acordo com balanço divulgado pela Nielsen SoundScan. É a primeira vez que essa redução acontece, desde a criação do comércio da Apple, há dez anos.

Segundo informações da Billboard, publicadas no The Verge, a comercialização de faixas caiu 5,7% enquanto a venda de álbuns, 1%. Os executivos da gravadora creditam o fato ao surgimento dos serviços de streaming, que permitem o acesso ilimitado a acervos musicais a preços módicos.

Venda de apps em alta

As venda de músicas pode estar em baixa, no entanto a comercialização de aplicativos trouxe bons resultados para a Apple. De acordo com levantamento divulgado nesta terça-feira 7, a companhia faturou US$ 10 bilhões em vendas de aplicativos no ano passado. Segundo informações da Reuters, foram realizados três bilhões de downloads no período.

Fonte: Meio & Mensagem

iTunes se transforma no fenômeno da Apple

Ferramenta é responsável por 60% das vendas de músicas digitais em 2012 e iTunes U bate um bilhão de downloads

iTunes-LatestFenomenal. Essa é a palavra que define os números do iTunes em 2012. A ferramenta de downloads de arquivos da Apple liderou as vendas de músicas no formato digital no ano passado, segundo pesquisa da Asymco. Além disso, a companhia divulgou que o iTunes U, recurso online que conecta estudantes e educadores em mais de 30 países, atingiu o marco de um bilhão de downloads.

Os dados da Asymco mostram que a Apple obteve 60% das vendas de canções digitais no ano, e pagou US$ 3,4 bilhões para as gravadoras por conta das músicas comercializadas. Isto significa um ótimo custo benefício, já que do total de vendas de músicas no mundo em 2012, a Apple obteve 20% das comercializações.

Com os resultados da Apple, a pesquisa apontou que, no ano passado o mercado de música cresceu pela primeira vez desde 1999 – o faturamento total foi de US$ 16,5 bilhões em todo o mundo. As músicas digitais alcançaramUS$ 5,6 bilhões em vendas em todos os serviços online.

Apesar do sucesso do iTunes, a Apple enfrenta forte concorrência de outras ferramentas no mercado norte-americano, como Rdio, Spotify e Pandora – estes serviços de músicas pagos tiveram 10% do faturamento do mercado no ano passado.

Fonte: ProXXIma

Apple pode encerrar parceria com Intel e usar chips próprios

Apple-LogoA Apple pode encerrar a parceria com a Intel e começar a utilizar processadores próprios em seus notebooks e computadores que seriam similares aos usados no iPhone e no iPad, segundo reportagem da “Bloomberg”.

A Intel fornece chips para os Macbooks e iMacs desde 2006. Antes, os processadores das máquinas da Apple eram Power PC.

De acordo com a “Bloomberg”, os engenheiros da Apple acreditam que seus processadores serão tão poderosos um dia que poderão ser utilizados nos computadores que desenvolvem. A mudança, contudo, não deve ocorrer tão cedo.

Outro motivo da mudança é que a Apple vê que os chips usados em smartphones, que são menores e consomem menos energia, ditam os rumos da indústria e, caso a empresa queira lançar aparelhos ainda menores, usar este tipo de processador ajudaria.

Fonte: G1

As pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas

Foram anos apostando no fim da Apple – a dos computadores e não a dos Beatles. Era um tempo quando apenas diagramadores e afins usavam seus computadores (caros e com pouco apelo, apesar de mais confiáveis). Mas, tudo mudou e hoje não é possível pensar no mundo sem ela.

A empresa mudou seus rumos após uma série de bons lançamentos, que culminaram no iPod e sua entrada no mundo da música (que rendeu mais uns bons dólares para a Apple original, a dos Beatles). A virada é mais uma prova de que seu mentor, o ex-sócio de Bill ‘Microsoft’ Gates, Steve Jobs é, no mínimo, um homem de muita visão.

Este texto era para falar da ótima frase do título desde post, mas depois de ver um documentário sobre a Pixar (produtora de filmes como Toy Sory e Monstros & Cia) fica difícil falar sobre uma frase de alguém tão genial quanto Jobs sem falar do próprio. O cara é um dos poucos que admito que chamem de guru ou visionário.

As pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas é uma daquelas frases que podem mudar vidas. Na verdade, mudou a vida de milhões de pessoas no planeta. Para mudar basta estar aberto e ter humildade para aceitar idéias de gente mais competente que você.

Em tempo: não uso Macs, não tenho iPhone ou iPod e nem tenho o que mostrar para ninguém. Isso faz muito mal para a minha conta bancária.