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Eleições 2018: Por que está tão difícil escolher um vice e por que ele é importante — Blog QAP Osvaldo Matos

Michel Temer substituiu Dilma, alvo de impeachment, e José Sarney assumiu após a morte do presidente eleito Tancredo Neves O Brasil guarda, em sua história, um capítulo especial para vice-presidentes. Num período de 57 anos, o país foi comandado por quatro vices. João Goulart, José Sarney, […]

via Eleições 2018: Por que está tão difícil escolher um vice e por que ele é importante — Blog QAP Osvaldo Matos

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Dropbox será integrado ao Google Docs e Gmail em breve

Armazenamento cada vez mais global.

Information Security

Por Jessica Pinheiro

Depois de oferecer o serviço de armazenamento sincronizado na nuvem para as massas, posicionando-se como uma concorrente imediata do Google Docs e o Google Drive; o Dropbox firmou uma parceria com o Microsoft Office, o que lhe forneceu recursos poderosos para a criação de documentos e colaboração. Partindo para uma evolução natural disso, eis que a companhia surpreendeu ao anunciar na quinta-feira (1) que trabalhará em conjunto com a Google a partir de então.

A nova parceria permitirá que o Dropbox se conecte com o Google G Suite, oferecendo assim aos usuários a possibilidade de criar arquivos do Google Docs, Sheets e Slides diretamente pela plataforma de armazenamento.

Como deverá funcionar a parceria?

Ainda não se sabe exatamente como isso funcionará, já que mais detalhes não foram fornecidos até então. Mas é provável que a parceria com a Google não seja muito diferente da união feita com a Microsoft…

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Clientes da Amazon são presos por lucrarem US$ 1,2 mi com fraude em devoluções

A vida imitando ela mesma!

Information Security

GUSTAVO GUSMÃO

Três clientes norte-americanos da Amazon foram condenados a penas entre 2 e 6 anos de prisão por um fraudarem a política de devoluções da loja virtual nos EUA. O trio lucrou 1,2 milhão de dólares dizendo à empresa que suas compras eram extraviadas ou que os produtos chegavam comprados com defeito. Seguindo sua política, o e-commerce, então, enviava a eles um item novo no lugar, sem custo. As informações vêm do site ZDNet.

Quem liderava a fraude era o casal Eran e Leah Finan, ambos de 38 anos. Durante dois anos, a dupla usou identidades falsas para adquirir cerca de 2.700 produtos eletrônicos na Amazon, em uma lista que incluía videogames, notebooks, tablets, smartwatches, câmeras e mais. Depois de receberem cada item, os dois encaminhavam uma reclamação à Amazon, sempre dizendo que havia um problema nos dispositivos ou na entrega.

Novos produtos eram, então, enviados pela loja…

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Amor em pedaços

Love is all we need (?)

Divagações & Pensamentos


(Gostou? veja tamém Folha de papel)…
Juras quebradas
Fotos rasgadas
Papéis queimados

Roupas picotadas
Lençóis manchados
Travesseiro abandonado

Espelhos estilhaçados
Cacos de vidro espalhados
Pulsos cortados

Doce azedado
Corações dilacerados
Amor aos pedaços

(GeraldoCunha/2018)

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Dicas de Viagem – Escócia – Parte III – Afinal, o que não pode ser deixado de fora?

Mel Gibson – Braveheart

Conversei com o chefe feroli e a culpa de ainda não ser desta vez que exibirei meus dotes geométricos é dele. Blame on him!

Mas é verdade; além das considerações acerca de clima e etc., que abordei no post anterior, tem mais coisa para levar em conta na hora de montar o seu roteiro de viagem para a Escócia.

Vamos a elas, então — e deixemos o trabalho mastigado para o fim; a cereja do bolo.

Até aqui concordamos que o mês campeão para viajar para a Escócia é maio (ou não; é com você) e que o ideal é reservar um mínimo de dez dias para ter uma experiência realmente válida nessa trip (embora eu tenha feito justamente o contrário na minha primeira vez).

É preciso destacar uma outra possibilidade, a de montar um roteiro temático — ilhas, castelos, Outlander, Harry Potter, etílico — coisa bem modinha. Basta escolher o que pretende fazer e arregaçar as mangas na pesquisa. Prefiro seguir meus instintos e conhecer o que vai me chamando mais atenção, em vez de afunilar opções desse jeito.

Mas vamos pensar no que não pode faltar nesse itinerário. Pablo, uma nota:

EDINBURGH

Conhecer a capital escocesa deve ser a sua primeira opção. Sempre. Se você não conhece nada da Escócia nem nunca pisou no país, comece por Edinburgh. Caso tenha apenas quatro ou cinco dias para passear em solo escocês, escolha Edinburgh. Ou, até, se dispõe de 15, 20 dias para perambular pelo território, o ponto de partida precisa ser Edinburgo.

Mas e se você conhece Edinburgh e já passou alguns dias na cidade alguma vez na vida?

Edinburgh é um lugar que tem uma magia pairando no ar. O guia da tour Dark Edinburgh, que fiz em 2016, garante que é karma esse negócio, e que nem sempre é bom. Achei marketing dele.

E tem uma penca de filmes sendo rodados no país e, mais especificamente, na cidade.

Trainspotting 1 e 2, Sunshine on Leith, Cova rasa, Filth, Carruagens de fogo, Um dia e, mais recentemente, Avengers – Guerra Infinita, que entra em cartaz no próximo dia 26.

Para além da capital

Tá certo, todo mundo quer ouvir gaitas de foles, ver homens de saias, conhecer castelos medievais e beber umas boas doses de whisky. Só que a Escócia vai muito, mas muito além disso daí.

Montanhas nevadas, campos, vales, cachoeiras, castelos, cenários de cinema, penhascos paradisíacos, sítios arqueológicos, aurora boreal, animais exóticos, praias de “dar surra no Caribe”. Tem tudo isso e muito mais para se ver na Escócia.

O país, embora pequeno, é dividido em nove regiões:

– Edingurh and the Lothians
– Southern Scotland
– Glasgow and the Clyde
– Central Scotland
– Argyll & Bute
– Northeast Scotland
– The Highlands
– Skye an Western Isles
– Orkney and Shetland

Repito: a escolha é sua. Tem que ser sua. Só estou por aqui para dar aquele famoso empurrãozinho e te guiar com uma mão amiga.Portanto, confira no resumo a seguir alguns dos detaques/o que fazer/ver de cada uma das nove regiões de ‘Bonnie Scotland’. O que pode te facilitar muito a vida! De nada!

1 – Edingurh and the Lothians

O canhão original dos disparos, hoje substituído por um armamento mais moderno

Embro, para os mais íntimos, é a capital escocesa desde 1492. A cidade cresceu à margem do Firth of Forth, ainda no século IX — uma região bastante acidentada (leia-se: vai precisar do joelho em dia para perambular pelos altos e baixos e muitas, muitas escadarias do local) com direito até a um vulcão adormecido, onde foi erguido o famoso e onipresente castelo.

Tem muito a se fazer na Auld Reekie (“velha fedorenta”), como costumavam chamá-la no século XVIII. Mas se você dispuser de pouco tempo, escolha sair do e subir a Royal Mile até o Edinburgh Castle para uma visita — vai ter post especial com roteiro para a cidade, mais à frente, onde eu detalho o que observar nesse 1,6 km de ruas.

Dica de ouro: ajuste seu pace para cobrir toda a milha a tempo de estar a postos no castelo antes das 13h. Assim dá para assistir ao tradicional disparo de canhão da Mill’s Mount Battery, que fica na face norte do cartão postal da cidade, realizado há mais de um século e meio. O One O’Clock Gun só não acontece aos domingo. E é impreterivelmente às 13h. Afinal, britânicos, né gente.

2 – Southern Scotland

Rosslyn Chapel, famosa pela ‘ponta’ nas franquias de Dan Brown

Uma parte da Escócia que pouco ou quase nada conheço. Repleta de abadias e castelos, a região fez filhos pródigos como Robert Burns, o famoso bardo escocês, e Sir Walter Scott, também escritor e poeta de fama mundial. Guarda recantos medievais, como a Rosslyn Chapel (basicamente tudo o que conheci da área), muita arquitetura renascentista.

 

Fundada em 1451, a Universidade de Glasgow é uma atração pela sua arquitetura

3 – Glasgow and the Clyde

Maior cidade do país e a mais populosa do Reino Unido fora da Inglaterra, Glasgow (ou Glesga, como eles pronunciam por lá), acaba subestimada se comparada com a capital Edinburgh. Mas não se engane, tem muita riqueza por lá. Não à toa, o lema da cidade é “Let Glasgow flourish”.

Traduzido do gaélico, Glasgow significa “vale verde”. Mas há tempos que a cidade transpira progresso e tendências. De um centro mercantil de grande importância no século XVI ao terceiro maior centro de comércio do Reino Unido, a cidade vem acompanhando as mudanças e o crescimento econômico mundial através dos séculos.

Berço de feras do rock como Mark Knopfler (Dire Straits) e os irmãos Angus e Malcolm Young (AC/DC), a cidade respira cultura — seu patrono é St. Mungo, também patrono da cultura e das artes. Está em Gesga um dos museus mais legais que já tive a oportunidade de visitar, o Kelvingrove Art Gallery and Museum, que fica no coração da ebulição noturna e cultural da cidade, entre o West End, a Universidade de Glasgow e o River Clyde — onde estão localizados vários pubs e galerias de artes e ciências.

Em tempo: embora pareça estranho, não deixe de visitar o cemitério da cidade, o Necropolis; tão legal quanto o Père-Lachaise, em Paris.

4 – Central Scotland

A vista do Castelo de Stirling para o Wallace Monnument

– Stirling
– Falkirk
– The Kelpies
– St. Andrews
– Doune Castle
– Trossaschs National Park
– Loch Lomond
– Battle of Bannockburn Centre

Prato cheio para quem é fã de Braveheart, William Wallace e toda essa fase histórica de heróis e vitórias do país.

 

Vista aérea de Oban, uma das pequenas grandes cidades mais legais que já vi na vida

5 – Argyll & Bute

É uma das regiões mais antigas da Escócia, a oeste do país. Há duas informações importantíssimas sobre a área: tem o pôr-do-sol mais bonito que presenciei na Escócia e reúne uma enorme quantidade de destilarias de whisky do país — alguns dos melhores, inclusive.

Por enquanto, além de Oban, apenas conheci Mull. Mas Islay e Jura estão na lista para as próximas passagens por lá.

Não deixe de passar pela menor maior destilaria escocesa, bem no centro de Oban, saboreie o melhor fish&chips de todo o Reino Unido (ou não, né) em uma barraquinha ao lado da entrada da estação de ferry-boat, e faça sua viagem a Mull para conhecer o castelo da família de Sean Connery e então siga até Kintyre para pisar na mesma areia da praia onde foi gravado o clipe da música dos Wings que leva o nome do lugar.

6 – Northeast Scotland

Na peça de Shakespeare, Macbeth residia neste castelo, vai saber…

A região banhada pelo Mar do Norte. A má notícia é que trago pouca informação de lá.

Nunca fui, pouco pesquisei a respeito. Há rumores de que a região guarda impressionantes sítios arqueológicos, remanescentes dos Pictish, povo que habitava a região desde, bem… sempre.

Parece que ganharam esse nome pelo hábito de se tatuarem.

Vale a visita por essas curiosidades e para visitar o Glamis Castle, lar de veraneio da Rainha Vitória em Aberdeenshire. Desculpem, mas é só.

7 – The Highlands

O Culloden Battefield, perto de Inverness, onde os clãs escoceses foram dizimados, em 1746

Sem dúvida, a região que mais atrai turistas. E a culpa é de um único escocês famoso: o monstro do lago Ness. Mas tem muito, muito mis para ser conferido por lá.

Tem para ver:

– Inverness
– Culloden
– Fort William e Mallaig (entre essas duas cidades, sugiro pegar o trem do Harry Potter, é verdade, o trem do Harry Potter!!!)
– The Cairngorms
– Ben Nevis (a montanha mais alta de todo o Reino Unido)
– Glen Coe, Ullapool
– Kyle of Lochalsh
– John O’Groats

8 – Skye an Western Isles

Neist Point, o lugar mais DUCA onde já pisei

As raivosas correntes do Atlântico que açoitam a costa oeste do país não poderiam ter feito um trabalho artístico mais perfeito na natureza. A Ilha de Skye é totalmente formada por penhascos cobertos de acidentes geológicos absurdamente espetaculares. Para completar, o tom profundo do azul do mar se confunde com o do céu e engolem, ambos o horizonte.

Ali, naquele pedacinho de lugar, mora a mais fiel definição para a palavra INFINITO.

Se vocês querem ter orgasmos visuais e perseguir paisagens de tirar o fôlego, Skye, senhoras e senhores, é o lugar a visitar.

E palavras mais, não tenho para descrever.

9 – Orkney and Shetland

Reprodução da internet das Callanish Standing Stones, em Orkney

São as duas ilhas mais distantes da costa escocesa, no extremo norte do país. Ainda não conheço, mas já estão na lista.

Principalmente Orkney, onde se pode ver tesouros da Era da Pedra em sítios arqueológicos absurdamente bem conservados, como Skara Brae e as Callanish Stand Stones, que bota Stonehenge no chi-ne-lo.

Estou trabalhando, embora lentamente, num itinerário que inclua, pelo menos, Orkney. Mantenho vocês informados.

Nota do editor: Embora já tenha sido abordado no post anterior, lembro que todos devem evitar viagens no fim do outono e no inverno. Mesmo uma criatura dotada de generosa camada de tecido adiposo vai sentir muito frio por lá.

Texto de Débora Thomé

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Escócia I

Dicas de Viagem: Escócia II – Qual é a melhor época do ano para conhecer a Escócia?

Outros posts sobre viagens e turismo

Dicas de Viagem: Escócia II – Qual é a melhor época do ano para conhecer a Escócia?

Letreiro no aeroporto de Edingurgh, perto do ponto dos ‘tram’, como eles chamam o VLT

Existe uma corrente de nômades-mochileiros-viajantes-das-galáxias que defende a elaboração de roteiros geométricos. O objetivo, dizem, é economizar tempo, dinheiro e energia. Dá um trabalho do cacete fazer isso. Principalmente se você é libriano raiz, que fica totalmente perdido quando é obrigado a escolher entre tantas opções.

Aconteceu comigo. E foi uma morte horrível.

O lado bom é que agora tenho vários roteiros prontos, coisa de deixar o velho Euclides, pai da geometria, superorgulhoso!

Nos nossos próximos encontros por aqui explicarei como fazer um bom roteiro pela Escócia. E prometo mostrar minha experiência geométrica. Agora vamos falar de uns outros detalhes importantes. Tipo: qual é a melhor época do ano para visitar a Escócia? Eu poderia responder, simplesmente: TODAS.

Mas aí acabariam o post e a expectativa. Sendo assim, precisamos considerar alguns aspectos de calendário. E do mapa mundi também.

A Escócia fica ao norte do Reino Unido. Tem ilhas que pertencem ao país que estão até mais para a Noruega do que propriamente para a Escócia. E, vamos combinar, se a Inglaterra já tem fama de ser um lugar frio e chuvoso, imagina a Escócia, né. Por lá eles dizem que o país tem duas estações do ano: inverno e julho.

Já dá pra perceber que não é recomendável programar a viagem, especialmente se for a primeira visita, para os meses que correspondem ao inverno no hemisfério norte. Deixa pra fazer isso quando você estiver mais “corajoso”. Bem mais. Daí você fica de olho num troço chamado Hogmanay, o réveillon escocês, uma festa que dura TRÊS DIAS, companheiros, TRÊS! Com direito a banho no gelado Mar do Norte logo ao amanhecer.

Por outro lado, não acredito que seja uma boa ideia programar a estada para o verão deles, em julho/agosto. Até porque, como dizem por lá, o verão na Escócia dura apenas um dia.

Brincadeiras à parte, é bom ressaltar que em julho e agosto os europeus estão viajando. E os americanos também. E os japoneses (e esses são incrivelmente muitos). As cidades estão mais cheias, as atrações a serem visitadas são disputadas palmo a palmo e fica tudo mais caro. Muito mais caro. Sem falar na dificuldade de encontrar vagas em hotéis, que passam a ter diárias com valores exorbitantes, principalmente na capital escocesa, Edinburgh, que já não é um lugar barato. Mas não dá pra deixar fora da mira.

Outro aspecto negativo desses meses, que são o auge do verão, é que a Escócia fica mais verde. E a Escócia não pode ser vista tão verde, seria um absurdo; porque verde é a Irlanda.

A Escócia é dourada…

Kilt Rock, em Isle of Skye, nas Highlands

E é preciso conhecê-la na plenitude de seu tom mais belo sim. Portanto, esqueçam a fase de festas — Fringe, Military Tattoo e Highland Games — e optem por marcar viagem para o país na primavera ou no outono. A boa notícia é que nessa ocasiões os valores das passagens de avião estão sempre com valores mais agradáveis.

Por coincidência ou não, mesmo com o meu aniversário em outubro, nunca passei a data no “meu” país. Sempre opto por viajar na primavera. E em maio. Isso porque além da estação do ano, tenho levado em consideração outos tipos de calendário: o de corridas (esse eu explico em um papo bem mais reto, bem mais adiante) e a RODA DO ANO.

A melhor coisa que fiz na minha última viagem à Escócia foi levar em consideração o calendário pagão, que ainda é celebrado em várias partes do Reino Unido. Por isso, de olho nos Sabbats, defini, inicialmente, dois meses como preferidos: maio, mês de Beltane, comemorado no dia 1º, e outubro, mês de Samhain (pronucia “sôu-en”), a festa das bruxas, no dia 31.

Acabei indo em maio, e a experiência, amigos, de assistir ao Beltane em Edinburgh, num frio de 10 graus e sensação térmica em torno de 5 graus, no alto da Calton Hill, ainda não consegui explicar com palavras. Só “ibagens”.

Portanto, para responder, de verdade, à pergunta-título do post: maio vence. Tem corrida (maratonas e meias de Edinburgh e de Stirling), tem festa pagã, temfestival de whisky; também há mais dias ensolarados, os animais (na maioria, cavalos, ovelhas e as famosas hairy-coo) ficam soltos nos campos, as bluebells, marchairs e primroses já desabrocharam e o o clima está mais seco (embora possa mudar enlouquecidamente em uma única tarde, várias e várias vezes).

Mas, mesmo enfrentado vento e chuva (não tem como escapar; dizem que é isso em qualquer época do ano), você consegue se livrar dos “blood-sucking beasties”, como o povo se refere aos mosquitos por lá.

Resumindo, então. Fatores para pesar na definição do mês da viagem (aconselho passear por lá por, no mínimo, no mínimo, dez dias):

– Suas férias
– Tolerância do frio
– Tolerância a grandes grupos de turistas
– Poder aquisitivo
– Tempo de planejamento

Como no próximo post já prometi exibir meus dotes geométricos (pode chamar assim?), esses dois últimos ítens dessa listinha acima abordaremos logo em seguida. Mesmo que eu acredite que poder aquisitivo vai de cada um, correto?

Até a próxima!

Texto de Débora Thomé

Leia também:

Dicas de Viagem – Escócia I

Outros posts sobre viagens e turismo

Capitão América confirmado como o Nômade em Vingadores – Guerra Infinita

Wow!

hqrock

Capitão América - O Nômade dos 70s Steve Rogers adota a identidade de Nômade: crítica à era Nixon.

Há muito tempo se especulava que Steve Rogers iria deixar a identidade de Capitão América e se tornar o Nômade, tal qual nos quadrinhos da Marvel Comics dos anos 1970. O ator Chris Evans e os diretores já havia falado sobre isso anteriormente em entrevistas, chegando a dizer explicitamente que o personagem assumiria o “espírito” da ideia do Nômade. Mas agora, os irmãos Anthony e Joe Russo parecem ter confirmado que o personagem usará aquele nome no filme, pois divulgaram uma imagem no Twitter com o herói e a legenda: Steve Rogers, The Nomad. Isso é uma confirmação, não é mesmo?

infinity war nomad confirmed O tweet dos irmãos Russo: Nômade!

Captain_America_Vol_1_180Nas HQs, ao fim da saga Império Secreto, publicada em 1975, em Captain America & the Falcon 169 a 176, escrita por Steve Englehart e Mike Friedrich com desenhos de Sal…

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Dicas de Viagem – Escócia I

Scots Wha Hae!

O amigo Feroli ousou, mais uma vez, abrir espaço para minhas sandices em seu blog. Desta vez, o convite é para falar de viagens, outra coisa que gosto pouco, além de shows e café. O problema é que tenho uma –fixação incontrolável– especialidade no quesito trip: Scotland.

Já nem lembro mais quando comecei a responder “Escócia”, sem piscar, quando perguntada sobre um lugar que sonhava conhecer. Data de antes de eu descobrir que os vocalistas das minhas bandas favoritas na adolescência eram escoceses. Ou que meu 007 preferido usava kilt. E ainda antes de Highlander, Rob Roy e Braveheart e muito, mas muito antes de… Valente 😬.

Descobri que começou assistindo aos MacGregor na sessão faroeste na extinta TVS.

O sonho de conhecer a Escócia foi realizado em 2010, numa Eurotrip, quando passei apenas quatro dias no país e achei que era a pessoa mais feliz do mundo.

Mas foi uma enganação do cacete aquilo.

Explico.

Hoje em dia ainda há pouca informação precisa na internet a respeito de viagens à Escócia. Imagina em 2010. Fui tateando no escuro. Noves fora, deu tudo certo.

Mas só conhecer a capital, Edinburgh, com um bate-volta até as “highlands” — peguei um busão na cidade e só fui até Fort Augustus e achei que estava abafando —, era um grão de areia na praia escocesa. E eu descobriria isso durante a ressaca que bate depois que voltamos duma viagem dessas.

Só na volta comecei a pesquisar de verdade sobre o país, porque voltei com um arrependimento enorme de só ter ficado lá por quatro dias. Comecei a procurar filmes ambientados (ou que falassem sobre) na Escócia. Pesquisei fatos históricos, personagens, música, folclore e aprendi alguns termos e frases em socottish english, glesga slang e até gaélico escocês!

Achar que lá é a terra do whisky, do kilt e da gaita de foles é pensar muito pequeno.

Televisão, telefone, radar, bicicleta, pneu, geladeira, papel higiênico, fotografia colorida, Sherlock Holmes, Peter Pan, clonagem (a Dolly é escocesa), Bóson de Higgs, Adam Smith (motor a vapor), David Hume (pai do iluminismo), James Watt (pai da economia), ultra-som, anestesia geral, insulina, penincilina. Tudo coisa de escocês.

Até a “Valsa da despedida”, amores, veio da Escócia, lidem!

Já deixei você com vontade de conhecer o país? Então acompanhe o Blog do Feroli, que vamos contribuir com uma série de posts ajudando a preparar sua viagem e apontando os cantos imperdíveis e coisas que você deve fazer de qualquer jeito para ter uma experiência maravilhosa no pequeno e bravo país chamado Escócia.

Na próxima participação darei dicas sobre a melhor época para visitar a Escócia e como planejar um roteiro épico (e básico) ao país.

Slàinte mhath!

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Programação

Dicas de Viagem – Orçamento

Dicas de Viagem – Transporte

Outros posts sobre viagens e turismo

A última balada de Wilde (by André Machado)

Edição de 1921 do poema, editado por Robert Ross (foto minha, eu tenho o livro)

Num país como o nosso, com prisões superlotadas e volta e meia palcos de rebeliões e chacinas, é válido lembrar um dos mais famosos textos que denunciaram a dura realidade das prisões inglesas no século XIX — o longo poema “A balada do cárcere de Reading“, de Oscar Wilde, cuja publicação completou 120 anos no último dia 13 de fevereiro.

Condenado por sua homossexualidade a dois anos de prisão com trabalhos forçados a partir de 1895, Wilde viu sua vida ruir: foi à falência (seus bens foram leiloados às pressas antes mesmo do julgamento final), nunca mais pôde ver os filhos e tornou-se um pária. Um dos diretores do presídio de Reading, onde cumpriu a maior parte da pena, previu que o regime de trabalhos forçados a que o escritor foi submetido o deixaria alquebrado e o levaria à morte em poucos anos. De fato: Wilde morreu pobre e esquecido em Paris três anos e meio após sair da cadeia.

Edição de 1904 do poema (domínio público)

Enquanto estava em Reading, Wilde soube que um soldado de um regimento de cavalaria real, Charles Thomas Woolridge, seria enforcado por matar a esposa (cortou-lhe a garganta), o que lhe causou profunda impressão. Teria sido um crime passional. A execução ocorreu em julho de 1896, e o escritor foi libertado no ano seguinte, mudando-se para um chalé em Berneval-sur-mer, na França. Ali começou a rascunhar a balada, que se tornaria sua mais célebre obra em versos.

Dedicado ao soldado enforcado, o poema descreve as sofríveis condições na prisão, o clima de medo e solidão, a rotina de labuta e privações, e chega ao auge com a estrofe:

“Todos os homens matam o que amam

Seja por todos isto ouvido,

Alguns o fazem com acerbo olhar,

Outros com frases de lisonja,

O covarde assassina com um beijo,

O bravo mata com um punhal!”

(Tradução de Oscar Mendes)

Dedicatória de Wilde ao Major Nelson, diretor que o tratou melhor em Reading. Lê-se:"[ao] Major Nelson, do autor, em reconhecimento de muitos atos de delicadeza e gentileza". Note o C.3.3, número da cela de Wilde, com que foram assinadas as primeiras edições (reprodução)

Com tais versos, Wilde se compara ao cavalariano enforcado, mas em seu caso foi de sua própria vida social e liberdade que ele deu cabo, ao tentar processar o marquês de Queensberry, pai de seu amante, Alfred Douglas, e ver o governo britânico se voltar contra si.

O poema, última obra literária do escritor irlandês, teve seu esboço inicial escrito em apenas 12 dias, segundo o biógrafo Richard Ellmann. Depois foi revisado e aumentado. No total são 109 estrofes com seis versos cada uma, alternados entre oito e seis sílabas. Mas uma versão com 63 estrofes também apareceu em edições póstumas, editadas por Robert Ross, melhor amigo, amante e testamenteiro literário de Wilde. Numa reedição de 1921 de “Selected poems – Oscar Wilde“, originalmente publicada em 17 de agosto de 1911, Ross apresenta as versões completa e a condensada, indicando que a última deriva “do esboço original. Ela foi incluída para beneficiar récitas cujas plateias acharam o poema muito longo para declamação”. (Uma leitura magistral do texto em inglês está no YouTube. O poema original em inglês pode ser encontrado aqui.

Wilde em 1897 em Nápoles, após sair da prisão (reprodução) Ross também nota que a balada representou a volta de Wilde à poesia após 16 anos mergulhado em prosa e teatro, com a notável exceção de “A esfinge”, de 1894. O poema foi inicialmente publicado pelo editor Leonard Smithers sem o nome do autor e com o pseudônimo C.3.3, que indicava a cela onde Wilde ficava. Só após sete edições seu nome foi revelado, e mesmo assim ao lado do C.3.3, entre parênteses, na folha de rosto. Segundo Ellmann, entre 1898 e 1899 foram vendidas cerca de 4.100 cópias (até a sexta edição). Uma tradução francesa feita por Henry Davray saiu ainda no final de 1898.

“Estou tão feliz com o sucesso de meu poema na Inglaterra”, escreveu Wilde a um amigo. “Mas é o meu canto de cisne, e sinto ter de partir com um grito de dor; mas a Vida que tanto amei — amei demais — me dilacerou como um tigre (…). Não creio que escreverei novamente; la joie de vivre se foi.”

Dito e (não) feito. A chama wildeana se apagou em novembro de 1900 em Paris. Mas “A Balada…” permanece. Dela saiu o próprio epitáfio de Wilde: “Por ele se encherá de alheia lágrima/ A urna partida da compaixão,/ porque por ele chorarão os proscritos/ E os proscritos sempre choram“.

 

Sobre o autor

André Machado é jornalista, rockeiro, bluseiro, amante da boa literatura e uma das pessoas mais especiais que já conheci. Difícil encontrar algo que ele não faça bem.

Phil Collins – Maracanã – 22/2/2018 (by Débora Thomé)

“I can feel it coming in the air tonight, oh Lord
And I’ve been waiting for this moment for all my life, oh Lord
Can you feel it coming in the air tonight, oh Lord, oh Lord”

Dia 22 de fevereiro de 2018, guardem essa data: foi o dia em que o hitmaker Phil Collins atingiu 40 mil pessoas em cheio, de uma só vez, sem nem levantar da cadeira. Mas poderia ter sido mais, digamos assim, destruidor, caso o popstar britânico tivesse consultado minha página no Facebook — como “fizeram”, bem recentemente, os compatriotas do The Who.

(Explico. Sofro de alta-ansiedade-pré-mega-shows. O gatilho é a compra do ingresso; pesquiso setlists, assisto a shows, documentários e entrevistas antigos no YouTube, pesquiso a vida do artista/banda no Google, compro biografias. Mergulho de cabeça quando me interessa. Os mais recentes “music divings” desse tipo foram Rod Stewart, The Who e Phil Collins. Consulta às minhas sugestões de setlist não passa de uma brincadeira, que virou uma enorme coincidência no caso do The Who.

E apesar de ter sido tudo lindo, maravilhoso, tio Phil meteu um pequeno engodo em geral. Não mentiu quando disse que a voz está em dia, apesar das limitações físicas. Nem um pouco; está tinindo mesmo o gogó. Mas não cumpriu o prometido, que era trazer um show maior para o público brasileiro, que aguarda esse encontro desde 1980.

O safadjenho cortou a “parada técnica” — a turnê realizada em 2017 teve shows divididos em dois sets, com um video engraçadíneo de autozoação no intervalo — e limou uma música de cada set. Ou seja. Em vez de marcar um gol de placa em pleno Maracanã, resolveu fazer “o técnico maluco do Framengo*” e mexeu errado.

Só que ele acusou o golpe, que eu vi. Tomou um susto quando, mesmo sem querer, já garrou a gente pelos cabelos nos primeiros acordes da balada arrasa-quarteirão Against all odds. Dali do meio-campo, quer dizer, da pista, eu olhava aqueles celularzinhos todos acesos, balançando no anel do Maraca naquele efeito maravilhosamente brega e pensava “nossa, esse cara fez essa música por absoluta encomenda, como pode?”.

Moro em frente ao estádio. Fui brindada com dois shows, porque rolou ensaio (aquilo não foi passagem de som, não) na quarta à noite, e anotei o setlist para preparar meu coraçãozinho. Segunda música, outro sucesso balada; estava batendo com o ensaio, eu feliz e esperançosa. Na terceira veio o drible pro lado errado. CADÊ One more night, cacete? Quase ouvi o Galvão gritar PRA FOOOOOOOOOOOOORAAAAAAAAAAAAA no sistema de som da Suderj que mora dentro da minha cabeça.

Mas ok, emendou I missed again e tinha muito jogo pela frente. Mas aí ele me mete as desnecessárias Hang in long enough e Wake up call em sequência, e o time perdeu um pouco o ritmo.

Sério. Consegui até avançar mais no meio do público, que abriu um clarão nessa hora. Só que talento é talento, né. Para não deixar escapar o controle sobre a turba, que pulou no colo do cara nas primeiras músicas, ele me manda um clássico do Genesis.

Juro pra vocês: houve um momento, durante a execução de Throwing it all away, em que vi Phil Collins abrir um sorrisão enquanto a torcida (ops!) a plateia cantava o refrão a plenos pulmões, aquele monte de mãozinha batendo palmas pra cima. Show de bola. E foi só alegria dali até o fim, apesar de eu ter considerado desnecessário Dance into the light na sequência final dançante.

Se ele presta atenção em mim tinha incluído dois petardos ali naquela meiuca, para lavar a alma e correr pro abraço! Enfim, como ele mesmo canta, “it’s just another day for you and me in paradise“. Para quem vai assistir aos shows em São Paulo (dias 24 e 25) ou Porto Alegre (dia 27), desejo apenas que ele leia este post e faça os devidos (e pequenos, vamos combinar) ajustes!

COMO ENSAIOU

– Against all odds
– Another day in paradise
One more night
– Wake up call
– Follow you, follow me
Can’t turn back the years
– I missed again
– Hang in long enough
– Separate lives
I don’t care anymore
– Something happened on the way to heaven
You know what I mean
– In the air tonight
– You can’t hurry love
– Dance into the light
Don’t lose my number
– Invisible touch
– Easy lover
– Sussudio
– Take me home

COMO FOI

– Against all odds
– Another day in paradise
– I missed again
Hang in long enough
Wake up call
– Throwing it all away
– Follow you, follow me
– Only you know and I know
– Separate lives
– Something happened on the way to heaven
– In the air tonight
– You can’t hurry love
Dance into the light
– Invisible touch
– Easy lover
– Sussudio
– Take me home

O QUE EU SONHAVA PRESENCIAR

– Against all odds
– Another day in paradise
– One more night
– Tonight, tonight, tonight
– Follow you, follow me
– Land of confusion
– I missed again
– I wish it would rain down
– A groovy kind of love
– I don’t care anymore
– Something happened on the way to heaven
– You know what I mean
– In the air tonight
– You can’t hurry love
– I cannot believe it’s true
– Don’t lose my number
– Invisible touch
– Easy lover
– Sussudio
– Take me home

* Mudança feita pelo editor do site, que é limpinho.

Sobre a autora: Débora Thomé é jornalista talentosa, escocesa por opção e amiga por toda  vida. Como não pude ir ao show, escalei essa  enviada mais que especial.

Fotos: Marcos Serra Lima

Fotos da galeria: Marcos Hermes

Confira sete coisas que você não deve dizer ao pedir demissão de um emprego (ou que deve)

Pé na bundaAlgumas vezes gosto de publicar aqui alguns textos que vão diretamente contra muitos de meus pensamentos. Já disse que não coloco em alta consideração as ideias dos profissionais de RH (sorry, folks) e as dicas abaixo são daquelas altamente contestáveis. Afinal, você acredita que as empresas farão o mesmo com você (principalmente a primeira frase)?

A especialista em carreira, Dana Manciagli, explica que as pessoas comumente se arrependem durante a demissão por estarem agitados, nervosos ou inconscientes das consequências que uma palavra mal colocada pode vir a ter.

Confira abaixo uma lista com coisas que você não deve dizer ao pedir demissão:

“Estou deixando o emprego…hoje”

Nunca saia sem oferecer um tempo amplo para a companhia completar os procedimentos da transição.

“Esta é a pior empresa para a qual já trabalhei”

Aqui, a especialista fala que você está anulando qualquer possibilidade de voltar para a empresa, ou fazer com que aquela companhia tenha boas referências a seu respeito.

“Você não sabe gerir pessoas”

Insultos não levam a lugar algum, diz Dana. E também, segundo ela, são necessárias duas pessoas para se ter uma boa relação gestor-empregado.

“Ninguém é feliz aqui”

Não tente sugerir que as coisas estão indo mal pra você, mesmo que estejam.

“O valor pago pela empresa não é competitivo com o mercado”

Não faça isto questão de dinheiro. Mesmo que seja, tal atitude não será vista de modo positivo na sua carreira futura.

“Estou preocupado com o futuro da empresa”

“Eu não tinha nada para fazer”

Isto acaba soando como falta de iniciativa.

Fonte: Agência IN

Um dicionário de carioquês-português

O Brasil é mesmo um país de muitas realidades e muitos dialetos. Já ganhei um dicionário de baianês e aprendi muitas expressões usadas em Pernambuco. Sendo assim, foi bom encontrar esse dicionário de carioquês no blog Diário do Rio de Janeiro. Abaixo reproduzo o ótimo trabalho feito por eles.

Rio de Janeiro IxQue o carioca é o sotaque oficial do Brasil (nem que seja na língua cantada e cênica) a gente já sabe mas e como a gente faz para explicar algumas de nossas muitas gírias a quem não teve a sorte de pertencer à Cidade Maravilhosa. Afinal ser carioca, ser do Rio de Janeiro, não é para qualquer um.

Conheça então o dicionário de português-carioquês e aproveita para traduzir a seguinte frase: O mané não partiu para um 0800 bolado e acabou ficando na mão do palhaço de arroz.
0800

Diz-se de qualquer situação que não demandará gasto monetário. De graça. “O show será 0800”. “Pode vir que hoje é tudo 0800”

1. Partícula iniciadora de frase. “Aê, se liga (…)”.

2. Advérbio de lugar. “A parada está por aê”.

A porra toda

[Termo composto] “Tudo”, com eventual viés agressivo. Totalidade do que está ao alcance. “Quebramos a porra toda”. “Sai xingando a porra toda”.

Arroz

Aquele que só acompanha. Sujeito que vive rodeado de mulheres, tem muitas amigas, e não pega nenhuma.

Sin. “Arame-liso” (cerca, mas não machuca); “mestre-sala” (só dança em volta); “Cantor de churrascaria” (canta enquanto os outros comem).

Beleza

1. Cumprimento usual. “E ai, beleza?”

2. Aceitação. “Tá ok, beleza!”

3. Expressa exaltação. “Que beleza!!”

Boiola

Homossexual masculino; gay; bichona; bicha; bambi; baitola; viadinho.

Rio de Janeiro IVxBolado

Condição de incompreensão momentânea ou preocupação em qualquer nível. “Tô ficando bolado”.

Bucha

Indivíduo com marra de malandro, mas que não passa de um tremendo prego; as antigas era chamado de malandro coca-cola (só dar um sacode que ele perde o gás).

Cabaço

Sujeito trapalhão. “Tu viu que merda? Esse cara é mó cabaço!”.

Caído

1. Evento pouco divertido. “A festa estava caída”.

2. Mulher de traços físicos ou mentais pouco atraentes. “Achei a mulher meio caída”.

Coé

Aglutinação de “qual é”.

1. Partícula iniciadora da frase. “Coé, irmão, beleza?!”.

2. Partícula afrontativa. “Coé, irmão, tá maluco?!”

3. artícula de incerteza. “Não entendi coé a do maluco”.

Conto

Unidade monetária sem plural. “Essa parada custa 10 conto”.

Dá uma moral (aê!)

[Termo composto]

1. Pedir auxílio a outrem. “Dá uma moral pra eu empurrar o carro, aê!”

2. Barganhar pequena vantagem. “Dá uma moral nessa dose, aê!”

Fluir

Dar certo. “Meu projeto fluiu”. “Essa parada tá fluindo”.

Sin. “Rolou”.

Filhadaputa

1. Interjeição genérica de descontentamento. Pode ser usada após qualquer acontecimento desagradável e/ou inesperado.

2. Adjetivo utilizado para humilhar, xingar, ofender aqueles que merecem.

Ver fura-olho.

Rio de Janeiro IIxFoda

1. Qualificação indicativa de dificuldade. “Aquela parada é foda!”.

2. Qualificação positiva indicando algo muito bom “Aquela parada é foda!”.

3. Qualificação que indica algo impressionante “Aquela parada é foda!”.

Fura-olho

[Termo composto] Fala-se do indivíduo que, incapaz de conseguir realizar os feitos próprios, usufrui das glórias alheias.

Ver filhodaputa.

Goxtosa

Diz-se da mulher de formas físicas harmoniosas. Elogio glorioso. “Aquela garota nova da turma é muito goxtosa”. “Você viu a goxtosa que entrou no ônibus?”. “Tem uma goxtosa na mesa do lado”.

Irado

1. Qualificação positiva relacionada a um fato, ocorrência ou objeto. “O jogo de ontem foi irado!”.

2. Qualificação positiva a um sujeito. “Aquele cara é irado”.

Já é!

[Termo composto] Exclamação da pessoa que demonstra concordância com o que foi proposto. “Vamos embora daqui a uma hora?” “Já é!”.

Sin. “Demorô”.

Maluco

Cara; sujeito; indivíduo. “Eu não conheço aquele maluco”. “Estava com uns malucos da faculdade”.

Maneiro

Muito legal. Show de bola. Um estágio acima do simples “legal”. Às vezes menos eufórico do que “irado”.

Mermão (masculino)

Aglutinação de “meu irmão”. “Aí, mermão, que parada é essa?”

Rio de Janeiro IIIx

Aglutinação de maior. “Ih, coé? Mó otário, aê!”.

Na mão do palhaço

[Termo composto] Diz-se da condição das pessoas entorpecidas, não importa com qual substância. “Virou dez copos de pinga e agora está na mão do palhaço”.

Nego

Toma o lugar da terceira pessoa do plural. Curiosamente flexiona o verbo que o segue para a terceira pessoa do singular. “Nego vai pra festa amanhã” (Eles vão pra festa amanhã). “Nego é muito burro” (Eles são muito burros).

Night

Diz-se sobre a diversão noturna, comumente acompanhada de entorpecentes e saliências com outrem. Chamada de diferentes formas pelo Brasil, como “Balada” em São Paulo. “Partiu night hoje!”

Parada

Substantivo genérico. Pilar da linguagem carioca. Refere-se a qualquer coisa para a qual a pessoa não ache um termo digno. “Que parada é essa?”. “Qualquer parada me liga”. “Parada doida”. “Preciso fazer uma parada”.

Partiu

1. Interrogação sobre se é o momento certo de iniciar uma ação. “Partiu?”.

2. Exclamação de quem julga ser aquele o momento certo para começar uma ação. “Partiu!”.

Paraíba

Indivíduo nascido ou residente acima do paralelo que passa por Copacabana.

Peidão

Covarde, frouxo, borra-botas. “Maluco mó peidão”.

Pela-saco

1. Pessoa chata; piegas.

2. Puxa-saco; baba-ovo; rabiola.

Ver Arroz.

Rio de Janeiro XxPerdeu a linha

[Termo composto] Fala-se do indivíduo que cometeu um ato inconsequente/insensato. “Perdeu a linha e virou seis doses de tequila em meia hora”. “Perdeu a linha e foi o centro das atenções na festa da empresa”.

Porra

Segundo sustentáculo da linguagem carioca.

1. Interjeição (“Porra!”).

2. Substitutivo para “parada”. “Olha aquela porra ali!”

3. Advérbio de intensidade. “Em São Leopoldo estava um frio da porra!”.

Porrada

1. Coletivo genérico. Multidão – uma porrada de gente. Matilha – uma porrada de cachorros.

2. Briga. Sujeitos em momento não muito romântico.

Se liga

[Termo composto] Apelo por atenção para o que será dito a seguir. “Se liga, pra onde a gente vai hoje a noite?”.

Sin. “Então”.

Sinistro

1. Adjetivo que qualifica aquilo que acompanha. “O Neymar é um jogador sinistro”

2. Adjetivo que expressa dificuldade. “Essa fase do jogo é bem mais sinistra que a outra”.

Tu

Pronome pessoal do caso reto de comportamento esquizofrênico. Segue sendo segunda pessoa do singular, mas flexiona o verbo que o segue na terceira pessoa. “Tu viu”,”Tu faz”, “Tu é”.

Fonte:  Diário do Rio de Janeiro

 

Editora JB terá de indenizar jornalista do Estadão

Depois de seis anos, o Tribunal de Justiça de São Paulo condenou, em segunda instância, a editora JB, do empresário Nelson Tanure, por danos morais ao jornalista Lourival Sant’Anna, do jornal O Estado de São Paulo. A indenização será de R$ 50 mil.

De acordo a Agência Estado, em 2006 os jornais Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil, comandados por Tanure, publicaram textos difamatórios contra o profissional do Estadão. As matérias surgiram depois que Sant’Anna assinou reportagem com o perfil do empresário, que na época pretendia comprar a companhia aérea Varig.

O juiz que escreveu a decisão, Paulo Alcides Amaral Salles, disse que, “a despeito da conduta desonrosa da ré (Editora JB)”, a reputação de Sant’Anna – alvo de manifestações de solidariedade da Federação Nacional dos Jornalistas e da Associação Brasileira de Imprensa – “não foi fortemente abalada nem caiu em descrédito”.

Fonte: Comunique-se

Um guia sobre quanto ganha o americano que trabalha com mídias sociais

Vamos sonhando em salários como esse!

Onward Search mapeia os profissionais de mídia social nas 20 principais cidades dos Estados Unidos

A Onward Search, site especializado em empregos relacionados à marketing e internet, divulgou um infográfico que traz um olhar abrangente do mercado de trabalho americano, tanto a demanda de cargos como as faixas salariais dos profissionais de mídia social nas 20 principais cidades dos Estados Unidos.

Fonte: Site ProXXima

Vinho e cerveja protegem contra doenças do coração

Enquanto vinho e cerveja agem de maneira semelhante no organismo, protegendo contra doenças cardiovasculares (desde que consumidos moderadamente), bebidas destiladas não apresentam o mesmo benefício.

Essa é a conclusão de um meta estudo feito por pesquisadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, e publicado no periódico European Journal of Epidemiology.

Os pesquisadores cruzaram resultados de diversas pesquisas sobre o assunto. Ao analisarem 16 estudos sobre a relação entre o consumo de vinho e a redução de risco de doenças cardiovasculares, concluíram que a ingestão de 21 gramas de álcool ao dia gera, em média, 31% de redução nas chances de desenvolver o problema. Efeitos semelhantes foram observados em 13 estudos sobre o consumo de cerveja: a ingestão diária de 43 gramas de álcool foi relacionada com 42% de proteção contra eventos cardiovasculares. Entretanto, o estudo não identificou uma associação significativa entre consumo de bebidas destiladas e proteção cardiovascular.

Esses resultados confirmam o que muitos estudos já haviam dito sobre o consumo de bebida alcoólica: a chamada ‘curva em J’. A pesquisa observou que as pessoas que não bebem cerveja e vinho tem poucos benefícios relacionados com as doenças cardiovasculares; quando consumidas moderadamente, essas bebidas são benéficas; mas, se ingeridas exageradamente, são extremamente prejudiciais. Entretanto, esse padrão não foi observado em relação ao consumo de bebidas destiladas. Os pesquisadores imaginam que isso se deve ao fato de esse tipo de bebida estar mais relacionado a consumo excessivo, e não moderado.

Para os realizadores do estudo, entretanto, os resultados não permitem chegar a uma conclusão sobre qual substância é benéfica nas bebidas alcoólicas. Ou seja, não é possível dizer que a proteção contra doenças cardiovasculares se deve aos polifenóis presentes na cerveja e no vinho e nem ao álcool, uma vez que os destilados também apresentam essas substâncias.

Não é para você

Apesar de a bebida alcoólica, com moderação, proporcionar benefícios para a saúde, ela não é indicada para todos. Existem pessoas que não devem ingerir quantidade alguma de álcool, já que os prejuízos são muito maiores do que as vantagens. Sinal vermelho para quem tem os seguintes problemas:

Doença hepática alcoólica: é a inflamação no fígado causada pelo uso crônico do álcool. Principal metabolizador do álcool no organismo, o fígado é lesionado com a ingestão de bebidas alcoólicas.

Cirrose hepática: o álcool destrói as células do fígado e é o responsável por causar cirrose, quadro de destruição avançada do órgão. Pessoas com esse problema já têm o fígado prejudicado e a ingestão só induziria a piora dele.

Triglicérides aumentado: o triglicérides é uma gordura tão prejudicial quanto o colesterol, já que forma placas que entopem as artérias, podendo causar infarto e derrame cerebral. O álcool aumenta essa taxa. Portanto, quem já tiver a condição deve manter-se longe das bebidas alcoólicas.

Pancreatite: a doença é um processo inflamatório do pâncreas, que é o órgão responsável por produzir insulina e também enzimas necessárias para a digestão. O consumo exagerado de álcool é uma das causas dessa doença, e sua ingestão pode provocar muita dor, danificar o processo de digestão e os níveis de insulina, principal problema do diabetes.

Úlcera: é uma ferida no estômago. Portanto, qualquer irritante gástrico, como o álcool, irá piorar o problema e aumentar a dor.

Insuficiência cardíaca: por ser tóxico, o álcool piora a atividade do músculo cardíaco. Quem já sofre desse problema deve evitar bebidas alcoólicas para que a atividade de circulação do sangue não piore.

Arritmia cardíaca: de modo geral, ele afeta o ritmo dos batimentos cardíacos. A bebida alcoólica induz e piora a arritmia.

Redobre a atenção

Há também aqueles que devem ter muito cuidado ao beber, mesmo que pouco.Tudo depende do grau da doença, do tipo de remédio e do organismo de cada um.

Problemas psiquiátricos: o álcool muda o comportamento das pessoas e pode alterar o efeito da medicação. É arriscada, portanto, a ingestão de bebida alcoólica por aqueles que já têm esse tipo de problema.

Gastrite: é uma fase anterior à úlcera e quem sofre desse problema deve tomar cuidado com a quantidade de bebida alcoólica ingerida. Como pode ser curada e controlada, é permitido o consumo álcool moderado, mas sempre com autorização de um médico.

Diabetes: Todos os diabéticos devem ficar atentos ao consumo de álcool. A quantidade permitida dessa ingestão depende do grau do problema, dos remédios e do organismo da pessoa. Recomenda-se, se for beber, optar por fazê-lo antes ou durante as refeições para evitar a hipoglicemia.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

Brasil será o maior produtor mundial de biodiesel

Relembrando meus tempos voltados para a Ciência e Tecnologia, uma notícia de um projeto que vi crescer. Se vai render mesmo algo? Nobody Knows.

Em 2012, o Brasil deverá ultrapassar a Alemanha na produção de biodiesel, se transformando no maior produtor mundial desse tipo de combustível. A previsão é do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que participou na tarde de hoje de uma audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado.

Segundo ele, apesar de ser considerado um sucesso, o programa de biodiesel brasileiro ainda tem desafios como a descentralização da produção e a ampliação da participação da agricultura familiar como fornecedora de matéria prima. “Nosso desafio é continuar crescendo com sucesso, mas de uma forma mais bem distribuída nos estados brasileiros e com maior participação dos pequenos produtores, especialmente nas regiões mais empobrecidas”, disse à Agência Brasil, antes da audiência.

De 2008 a 2011, a venda de biodiesel cresceu de 1,1 milhão de metros cúbicos (m³) para 2,6 milhões de m³. As regiões Centro-Oeste e Sul concentram o maior número de usinas. Em 2010, cerca de 100 mil agricultores familiares faziam parte do programa de biodiesel, mas, segundo Rossetto, a produção e a renda dessas famílias ainda não são satisfatórias.

Segundo Rossetto, o crescimento do programa de biodiesel depende do aumento da quantidade de biodiesel que é misturado ao óleo diesel mineral, atualmente na proporção de 5%, além do incentivo à exportação. Ele defendeu a atualização dos incentivos fiscais e tributários para o setor,  assegurando apoio às regiões de menor desenvolvimento agrícola e social.

Rosseto também falou sobre o etanol, cuja produção e consumo estão em queda. Nos próximos dias, o governo deve anunciar medidas para estimular o setor. “As medidas já estão definidas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia. Imagino que até sexta-feira [11] ou segunda-feira [14] isso seja anunciado”. Além de financiamento para estocagem, também devem ser abertas linhas de crédito para estimular a renovação e expansão dos canaviais e para aproveitar a capacidade ociosa das usinas.

As informações são da Agencia Brasil

A briga dos smarts – Samsung supera Apple

Vendas globais da coreana fica com 23,8% de market share

A Samsung deixou a Apple para trás na venda de smartphones. No terceiro trimestre, a sul-coreana embarcou 27 milhões de aparelhos de suas unidades produtivas, segundo a consultoria Strategy Analytics, ante 17 milhões de unidades da marca criada por Steve Jobs. Com esse desempenho, a Samsung conseguiu quadruplicar suas vendas de smartphones em um período de um ano, fato que a consultoria atribui à entrada do sistema operacional Android, criado pelo Google, que passou a acompanhar os celulares da Samsung. O design amigável e a capilaridade da distribuição global da Samsung também foram apontados pela consultoria como fatores relevantes a impulsionar as vendas. Com o desempenho, a Samsung teria obtido 23,8% de market share, ante 14,6% da Apple, de acordo com a Strategy Analytics.

Fonte: Meio & Mensagem

Grupo RBS deve adquirir o portal iG, da Oi

Seria essa uma boa ou uma má notícia para os jornalistas?

A Editora Abril e o Yahoo também estariam entre os eventuais interessados em adquirir o portal

O Grupo RBS deve adquirir a operação do portal iG, controlado pela Oi. Segundo informações obtidas pelo Meio & Mensagem, há um leilão em andamento para efetivar a compra do iG e, entre os interessados, além do Grupo RBS, estão também a Editora Abril e o Yahoo.

Nesta quinta-feira, 13, uma reunião de conselho da Oi deve decidir a venda. O Grupo RBS é o mais cotado para adquirir o iG. O Yahoo que, nos Estados Unidos, tem sido objeto de crescentes investidas agressivas pela Microsoft, que tentou comprar o portal já em 2007, já estaria fora da disputa pelo iG. O que deixa a potencial venda do iG entre o Grupo RBS e a Editora Abril.

Procurado pelo Meio & Mensagem, o presidente do iG, Pedro Ripper, nega a venda. Ripper, além de ser o principal dirigente do iG, é também vice-presidente da Oi da área de inovações, novos negócios, aquisições e fusões. No entanto, Ripper admite que existem várias conversas com o próprio Grupo RBS e outros players.

“Estamos conversando com a RBS e mais dois ou três players. São parcerias que fazem sentido e podem ser para canais (de conteúdo) ou para publicidade”, afirma. O executivo diz que vários players estão fora de escala, ou seja, não têm tamanho para competir com os grandes portais. Ripper prevê um cenário completamente distinto para os portais a médio prazo, entre 12 e 18 meses, com a consolidação dos players.

Procurado para se pronunciar oficialmente sobre a eventual negociação, o Grupo RBS, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que “não está comprando o portal de internet iG.”

E por que faria sentido para a Oi vender o iG, um portal de conteúdo e serviços? Como referência, o Grupo Telefônica controla o portal Terra. Por outro lado, empresas concorrentes da Oi como a própria Telefônica, a Embratel/Claro/Net e a GVT têm investido mais nas ofertas convergentes do que, propriamente, em conteúdo. A Embratel/Claro/Net (controladas pela América Móvil e Telmex, do mexicano Carlos Slim), acaba de lançar um pacote convergente que oferece telefonia fixa e móvel, banda larga fixa e móvel e TV paga. Oferta semelhante tem a Telefônica/Vivo/TVA e a GVT já lançou seu próprio pacote de telefonia fixa e TV paga.

Ou seja, as teles não têm exatamente investido na produção de conteúdo próprio (a não ser a Telefônica, pelo Terra), e sim na sinergia proporcionada pelas redes – as operadoras tanto têm a rede de transporte dos sinais (telefonia, banda larga e TV) quanto as redes de distribuição desses sinais (seja via fio de cobre, fibra óptica ou satélite). Portanto, faz sentido a Oi se desfazer dos ativos do iG que, atualmente, agregam as mais variadas plataformas da operadora, e se dedicar à oferta de telefonia e banda larga (fixa e móvel) e TV paga (por cabo e satélite).

Fonte: Meio & Mensagem

Número de celulares deve dobrar até 2020

O mundo precisa de tantos telefones?

Estudo realizado pela Research Machine aponta que receita da indústria de telefonia poderá alcançar US$ 12 trilhões

Com o número de aparelhos celulares chegando ao número de pessoas no planeta, a indústria de telefonia celular poderá enfrentar uma crise se não conseguir convencer as pessoas a obter mais de um dispositivo móvel conectado.

“Nós definitivamente não acreditamos que esse é o caso”, disse Mike O’Hara, diretor de marketing da GSM em evento realizado nesta segunda-feira, 10, na Espanha.

Em vez disso, disse O’Hara, a indústria deve subir de seis bilhões de conexões existentes hoje para mais de 12 bilhões em 2020. A receita para o segmento, desta forma, poderia crescer para US $ 1,2 trilhões, segundo um estudo feito pela Research Machine para a GSMA.

“É um crescimento significativo para a nossa indústria”, disse O’Hara.

Fonte: Meio & Mensagem

Circulação de revistas bate recorde

E os empresários reclamam e achatam os salários dos jornalistas….

Segundo o IVC, média de circulação no Brasil nos últimos 12 meses superou a marca de 13,7 milhões de exemplares

O aumento das vendas das publicações baratas (cujo preço é inferior a R$ 5) e o incremento dos exemplares vendidos avulsos colaboraram para que a circulação de revistas no Brasil atingisse um marco recorde nos últimos 12 meses.

De acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC), entre julho de 2010 e junho de 2011, a média de circulação de revistas no Brasil foi de 13.735.919 exemplares, o que representa um recorde para o setor e um aumento de 5,1% em relação á média registrada entre julho de 2009 e junho de 2010.

Para o IVC, o crescimento foi puxado pelo aumento das vendas das publicações com baixo preço de capa (inferior a R$ 5), cuja comercialização foi 8,77 maior nos últimos 12 meses e também pelo crescimento das vendas avulsas de exemplares (em bancas de jornal e pontos de venda), que foi de 7,6% em comparação com o período anterior.

Para a realização do estudo anual, o IVC utiliza dados de todas as publicações a ele afiliadas. Dessa vez, os números compreendem um conjunto de 172 títulos, sendo 25 deles de circulação semanal, 145 mensais e duas publicações quinzenais.

Fonte: Meio & Mensagem

O perigo de ficarmos sem conexão – NET, Claro e Embratel criam pacote multiplay

Os serviços de telefonia, acesso internet e TV para o consumidor estão entrando numa nova fase. A expressão triple play, que esteve em moda há poucos anos, dá lugar uma espécie de “multiplay”. A mudança é bem exemplificada pelos novos pacotes conjuntos que a NET, a Claro e a Embratel anunciaram hoje. Eles poderão incluir também acesso à internet via Wi-Fi e 3G, além vídeo sob demanda, expandindo o cardápio habitual desses serviços.

As três empresas são controladas pelo grupo Telmex, do mexicano Carlos Slim. E a NET já incluía, em seus pacotes, o serviço de telefonia NET Fone via Embratel. A principal novidade, então é a inclusão da telefonia celular no pacote, por meio da Claro. Chamado Combo Multi, o novo pacote está sendo oferecido em quatro opções, com mensalidades que vão de 399,90 a 699,90 reais. Ele começará a ser vendido no dia 15 deste mês.

A versão mais barata do Combo Multi inclui dois pontos de TV a cabo; acesso ao serviço de vídeo sob demanda NOW; telefone fixo; duas linhas de celular; banda larga fixa de 10 Mbps; plano de 2 GB para acesso à internet em 3G, com modem incluído; e acesso livre nos hotspots Wi-Fi disponíveis em São Paulo. Como o preço sobe, aumentam também o limite de tráfego de dados via celular e os minutos de ligações incluídos. As duas versões mais caras incluem, ainda, um gravador digital de vídeo.

Embora esse seja o primeiro serviço desse tipo no Brasil, pacotes do tipo quadruple play já existem em outros países. A operadora canadense Rogers, por exemplo, oferece telefonia e internet fixa e móvel, além de TV a cabo. São soluções que têm feito sucesso oferecendo conveniência e alguma economia para o consumidor. NET, Embratel e Claro dizem que o Combo Multi custa 30% menos do que custariam os serviços se fossem adquiridos separados.

As informações são do Meio & Mensagem

Ai, minhas ações do FGTS

Produção total da Petrobras cai 2,78% em julho

A produção de gás natural da Petrobras, no Brasil, em julho, foi de 56 milhões 713 mil metros cúbicos por dia, segundo números divulgados hoje pela estatal. Esse volume indica aumento de 8% em relação ao mesmo mês de 2010.  Se comparado a junho deste ano, o patamar foi mantido nos mesmos níveis.

“Como consequência de um programa de manutenções em plataformas na Bacia de Campos, a produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil, em julho, manteve-se no mesmo nível de julho de 2010 (apenas 0,5% de queda) e foi 3,5% menor em comparação com o mês anterior”. Foram produzidos no País 2.325.068 barris de óleo equivalente por dia (boed) em julho.

Considerada a produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, a companhia registrou decréscimo de 1,8% em relação a julho de 2010 e de 3,8% sobre junho deste ano.

Na produção internacional, o volume de petróleo e gás natural dos campos situados nos países onde a Petrobras atua chegou a 242.899 barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 234.566 boed provenientes de empresas controladas pela Petrobras e 8.333 boed provenientes de empresas coligadas.

Esse volume indicou acréscimo de 3,7% quando comparado à produção de junho de 2011, devido a ganhos de produtividade em Agbami, na Nigéria; e melhor desempenho dos poços das campanhas 2010/2011 em Medanito e em Puesto Peter, ambos na Argentina.

A produção média total de petróleo e gás natural da companhia (Brasil e exterior), em julho foi de 2.567.967. Este volume ficou no mesmo patamar de julho de 2010 e foi 2,78% menor, em relação ao mês anterior.

Fonte: Agêncai IN

Pesquisa revela hábitos de investimentos das mulheres

Recebi um release que fala dos hábitos de investimento das mulheres. Investimentos que ultrapassam a procura por um marido rico ou um amante taradamente embascabado pelo charme sedutor do sexo frágil.

Provavelmente vocês não leram, mas já publiquei aqui que os homens gastam mais com mulheres de vermelho, o que pode ser considerado uma forma de investimento feminino (sem preconceito :p)

Agora em mode sério on, o estudo é super interessante e pode servir para que as empresas entendam onde está o dinheiro.

Mais da metade das entrevistadas investe parte da renda. Poupança ainda é a principal modalidade de investimento.

As mulheres estão investindo cada vez mais. É o que comprova pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher, que entrevistou, durante o mês de junho, 600 mulheres, com idades entre 18 e 60 anos, que possuem renda própria e algum tipo de investimento. O objetivo do levantamento é entender as principais dificuldades que as mulheres têm para lidar com seus investimentos. Da amostra total com 1.157 mulheres, 52% delas responderam que investem parte de sua renda. A estimativa de 67% delas é aumentar o volume de investimentos nos próximos doze meses. Em janeiro de 2010, o percentual de mulheres com algum investimento era de 46%.

A compra ou reforma de um imóvel foi apontada por 35% das mulheres como o principal motivo para realizar investimentos. Fazer uma viagem apareceu com 26%, aposentadoria, 23%, e comprar um automóvel, 19%. Para as mulheres que não conseguem poupar ou investir (48%), o principal motivo é a situação financeira que as obriga a gastar toda a renda (78%). Já 13% delas afirmaram gastar toda sua renda em compras.

Quando perguntadas com que frequência guardam seu dinheiro, mais da metade das entrevistadas mostrou uma postura prudente: 28% separam um montante fixo regularmente e outros 28% fazem a conta e decidem quanto guardar antes de gastar. Vinte e cinco por cento responderam que não têm regra específica e guardam eventualmente. A opção “faço contas e decido quanto vou guardar antes de gastar” cresceu nove pontos percentuais de 2010 para 2011, saltando de 19% para 28%.

A pesquisa levantou ainda as principais diferenças entre homens e mulheres quando o assunto é investimento. As mulheres se vêem mais prudentes e a maioria afirmou que os homens buscam maior retorno e elas, menor risco. Quatorze por cento delas disseram que o homem arrisca mais e 5% se declararam mais conservadoras. Mais da metade das entrevistadas (52%) assume que sente necessidade de aprender mais sobre finanças pessoais e 22% delas se sentem seguras e acreditam que aplicam bem o seu dinheiro.

Onde aplicar?

De acordo com a pesquisa, 75% das mulheres sentem dificuldade em entender as diversas opções de investimento, principalmente os informativos dos bancos, por usarem uma linguagem muito técnica e rebuscada. A internet é a fonte de informação mais utilizada por elas, o que mostra a força de influência dessa mídia. Praticidade e comodidade fazem com que elas invistam no banco onde possuem conta corrente.

A poupança é a principal modalidade de investimento, escolhida por 76% das mulheres. Quem não aplica em poupança (24%), geralmente por considerar uma aplicação de baixo rendimento, costuma investir seus recursos em fundos de investimento com renda fixa (27%), seguidos pelos títulos de renda fixa (19%) e CDB (10%). Já 11% delas investem diretamente em ações.

A pesquisa perguntou ainda o que as mulheres considerariam relevante caso optassem por trocar a modalidade de investimento. Mais da metade delas respondeu que acham importante uma ferramenta constante via Internet, baixo investimento inicial e uma maior oferta de serviços financeiros, como seguros e empréstimos com menores taxas.

Fonte: Sophia Mind

Desemprego cai para 6,0% em julho

E olha que tem gente demais empregada que não merece! Enfim, lá vai a notícia.

A taxa de desemprego no Brasil recuou 0,2 ponto percentual em julho deste ano, contra junho, para 6,0%, segundo informações divulgadas há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a menor taxa para o mês, desde o início da série (março de 2002).

Em comparação a julho de 2010 (6,9%), recuou 0,9 ponto percentual. A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) ficou estável em relação ao mês anterior, enquanto que, frente a julho do ano passado apresentou queda de 12,1% (menos 200 mil pessoas a procura de trabalho).

Por sua vez, a população ocupada (22,5 milhões) não apresentou variação significativa frente a junho. No confronto com julho de 2010, ocorreu aumento de 2,1% nessa estimativa, representando adicional de 456 mil ocupados. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (10,9 milhões) registrou alta de 1,2% na comparação com junho. Na comparação anual, houve uma elevação de 7,1%, representando um adicional de 726 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Ainda com relação ao nível da ocupação, regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões mantiveram resultados estáveis. Frente a julho de 2010, ocorreu variação significativa apenas em Recife, onde o indicador subiu 2,4 pontos percentuais (passou de 44,7% para 47,1%).

Segundo os grupamentos de atividade, de junho para julho, foi verificada variação apenas nos grupamentos dos Serviços domésticos, que assinalou declínio de 4,4%, e dos Outros serviços, com elevação de 3,0%. No confronto anual, ocorreu acréscimo no contingente de trabalhadores da Construção e dos Serviços prestados à empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, de 5,5% (90 mil pessoas) e 7,3% (243 mil pessoas), respectivamente. Os demais grupamentos não se alteraram no período.

No período, o rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.612,90, o valor mais alto para o mês de julho desde 2002) apresentou alta de 2,2% na comparação mensal e de 4,0% frente a julho do ano passado. A massa de rendimento real habitual (R$ 36,6 bilhões) ficou 2,7% acima da registrada em junho e cresceu 6,0% em relação a julho de 2010. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 36,2 bilhões), estimada em junho de 2011, subiu 2,5% no mês e 6,0% no ano.

Fonte: Agência IN