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Receita: Macarrão à carbonara (plus)

Uma versão da nem tão tradicional receita italiana com um toque extra de tomate e presunto

Há muitos pratos que ficam entre o sofisticado e o rústico. O molho à carbonara é um desses casos. Aqui mostro a  minha versão, que é um pouco mais incrementada.

A origem

Apesar de muitos acharem que essa é mais uma das tradicionais e anciães receitas italianas, sinto informar que isso não é verdade. Ela pode até ser tradicional, mas não é nada anciã. O molho carbonara só apareceu e ficou popular após a Segunda Guerra.

Como não poderia deixar de ser há várias versões para a origem do prato. A mais popular é a de que foi criado na Roma Antiga. Também dizem que pode ter sido criado pelos trabalhadores de carvão ˗ carbonara significa carvão em italiano. O importante é que é gostoso e se espalhou pelo mundo.

A receita tradicional

Os romanos fazem o molho apenas com ovos, queijo parmesão, queijo pecorino romano, toucinho, pimenta do reino preta e banha, azeite ou manteiga. Bem, com exceção do pecorino, nada difícil de conseguir, certo?

A minha receita (finalmente)

Equipamento

2 panelas
1 tigela

Ingredientes

1 pacote de linguine
3 ovos
1 pacote de queijo parmesão ralado (50g)
Mussarela ou pecorino ralado (100g)
2 fatias de presunto cortado em tiras
½ tomate cortado em cubos
Cheiro verde (a gosto)
Pimenta do reino moída (a gosto)
Bacon em cubos (100g)
Sal (opcional)

Modo de fazer

Como o preparo é rápido, comece logo colocando uma panela com água para ferver, onde será feito o macarrão. Em outra panela coloque o bacon em cubos para fritar até ficarem crocantes e reserve na própria panela. Bata os três ovos, acrescente os queijos, misture e reserve.

Quando o macarrão estiver al dente coloque na panela onde está o bacon e misture. Acrescente os ovos, o tomate, um pouco de pimenta do reino e o presunto e misture mais (caso goste bastante, pode acrescentar um pouco de sal). Coloque o cheiro verde picado por cima e sirva em seguida.

Como a maioria dos pratos italianos, é de uma simplicidade sofisticada de dar água na boca.

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Receita: Coxinha de Galinha

Futebol está sempre mais associado com churrasco, mas com a quantidade absurda de jogos de uma Copa do Mundo um salgadinho vai bem e nada melhor que um considerado tipicamente brasileiro, embora haja controvérsias: a coxinha de galinha.

Há várias teorias sobre a criação da coxinha, mas a mais aceita é que ela foi criada na década de 1920, no estado de São Paulo, como uma opção mais barata aos pedaços de frango frito que eram vendidos nas portas das fábricas, tornando-se logo um grande sucesso.

Exatamente por ser popular, há várias e várias receitas e estilos (com ou sem requeijão, com frango branco ou com colorau, etc). Testei várias e posto aqui a que mais gostei e que, por acaso, é uma das mais simples de fazer. Espero que gostem.

Equipamento

1 panela grande
2 panelas médias
1 travessa grande
2 travessas pequenas
1 colher de pau

Ingredientes

Recheio

1 kg de peito de frango cozido e desfiado
1 cebola picada
1 dente de alho picadinho
2 colheres de extrato de tomate
Cheiro verde picado
Sal a gosto
½ cebola média picadinha
Azeite
150ml de caldo de galinha
1 pote de requeijão cremoso ou 300g de catupiry
1 sachê de molho de tomate
Pimenta do reino (a gosto)
Páprica defumada (a gosto)
Pimenta biquinho (opcional)
Colorau (opcional)

Massa e montagem

750ml de água
250ml de leite
150ml de caldo de galinha
1colher de sopa de manteiga ou margarina (com sal)
1 colher de óleo
Meia colher de chá de sal (opcional)
1kg de farinha de trigo
300g de farinha de rosca

Modo de fazer

Recheio

Comece com o frango. Em uma panela média, coloque água para ferver (o suficiente para caber o frango sem transbordar). Assim que comece a fervura, coloque o peito de frango e deixe cozinhar até ficar bem macio (vá verificando com um garfo). Quando estiver pronto, retire o frango e desfie. Reserve o caldo.

Na outra panela média, coloque um fio de azeite e leve ao fogo baixo/médio. Coloque a cebola e refogue até ela ficar transparente. Coloque o frango desfiado, o alho, o cheiro verde, uma pitada de sal, o molho de tomate, despeje 150ml de caldo de galinha e mexa bem. Depois de 5 minutos, acrescente a pimenta do reino moída, a páprica e, se quiser, o colorau e a pimenta biquinho. Deixe no fogo até o caldo estar quase seco, coloque o extrato de tomate e prove para ver se está bom de sal. Desligue o fogo e reserve.

Detalhe: um dos problemas de muitas coxinhas espalhadas pelo país é que o recheio é extremamente seco. Eu prefiro deixá-lo um pouco mais molhado.

Massa

Na panela grande, coloque a água (750), o leite (150ml) e o caldo de galinha (150ml). Deixe levantar fervura e coloque a farinha (se quiser, coloque uma pitada de sal, mas acho que fica melhor sem). Em fogo médio/baixo, vá mexendo com a colher de pau até começar a desgrudar da panela. Acrescente a manteiga e continue mexendo até soltar completamente da panela. Desligue o fogo e deixe esfriar (se preferir, abra a massa em um pirex. Isso acelera o esfriamento).

Montagem

Em travessas separadas coloque o resto do leite (150ml) e a farinha de rosca. Passe um pouco de óleo nas pontas dos dedos e nas palmas das mãos (para não deixar a massa grudar). Pegue um punhado de massa e faça uma bola – do tamanho de uma bola de tênis, caso queira uma coxinha estilo lanchonete, ou um pouco menor, caso prefira algo mais delicado. Faça um buraco no meio da bola e á abrindo as paredes da massa até que fique com o formato de uma cumbuca. Coloque um pouco do catupiry/requeijão no fundo da massa (não muito) e preencha o resto com o frango desfiado, deixando um espaço livre para poder moldar no formato de coxinha. Passe no leite, na farinha de rosca e frite em óleo quente (+/- 200ºC). Coloque sobre papel toalha para escorrer e sirva.

PS: Essa massa também serve para salgadinhos de salsicha ou para ser recheada com queijo e presunto.

Veja outras receitas do blog

Fotos: Fernando de Oliveira

Receita: Camarão na mini moranga

Há alguns pratos que ficam numa linha muito tênue entre o sofisticado e a cozinha regional. Embora muitos imaginem que a origem do camarão na moranga seja africana ou nordestina, a receita é normalmente atribuída a cidade de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Há até uma Festa do Camarão na Moranga, que é realizada anualmente na cidade de Bertioga, também no litoral paulista.

O camarão na mini moranga pode até não ser o prato ideal para ser postado na atual situação do país – com greve de caminhoneiros, estradas bloqueadas e desabastecimento -, mas qual receita é? Em tempos normais, essa receita, que rende para três pessoas, é bastante econômica, saindo por menos de R$ 16 por pessoa.

Equipamento

Há três maneiras diferentes de preparar a mini moranga, mas basicamente o que você vai precisar é de duas panelas (uma alta para cozinhar a moranga e outra normal para o recheio), um recipiente para temperar o camarão e uma travessa que vá ao forno, além dos utensílios normais de cozinha (faca, colher, etc).

Ingredientes

  • 3 mini morangas
  • 450g de camarão descascado e limpo
  • Suco de meio limão
  • Coentro a gosto
  • Lemon Pepper a gosto
  • Páprica defumada a gosto
  • Páprica doce a gosto
  • Alho a gosto
  • 250g de catupiry ou 1 pote de requeijão cremoso
  • 2 colheres de sopa de amido de milho (Maisena)
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto
  • Óleo de soja
  • ½ lata de tomate pelati (aproximadamente 100g)
  • 1 colher de sobremesa de extrato de tomate
  • Molho de tomate (aproximadamente 100g)
  • 3 fatias de mussarela (opcional)
  • Água suficiente para cozinhar as mini morangas e para cozinhar os camarões

Modo de preparo

As mini morangas

Há três maneiras de pré-cozinhar as morangas, mas antes de explicar isso, vamos ao preparo básico. Primeiro corte a tampa das morangas com uma faca afiada, deixando o miolo aparente. Para isso, se guie pela própria moranga, que tem uma pequena marcação mostrando onde a tampa deve ser cortada (normalmente a abóbora tem uma marca mais clara, que serve como guia para saber onde a carne da moranga acaba). Essa marca natural ajuda no corte da tampa. Depois de retirada a tampa, pegue uma colher e retire todas as sementes que estão no interior da mini moranga. Com ela totalmente limpa, chega a hora de escolher o método de cozinha-la. Repetindo, eles são três e cada um tem suas características próprias. Testei todas e aí vão as dicas. Lembrete: não esqueça de colocar a tampa nas morangas antes do cozimento.

1- Micro-ondas – A maneira mais rápida de cozinhar as morangas. Encha cada moranga com água até a metade do seu volume e leve ao micro-ondas, em potência alta por 10 minutos (alguns micro-ondas podem precisar de 1 ou 2 minutos a mais). Verifique se as paredes ficaram macias, mas não moles (use um garfo), retire a água e reserve;

2- Forno – Coloque um fio de azeite dentro das mini morangas e espalhe com um pincel (opcional). Encha de água até a metade e leve ao forno médio (aproximadamente 180ºC). Fique monitorando até que estejam no ponto (macias) – normalmente esse procedimento demora entre 20 e 30 minutos, dependendo do tamanho da mini moranga. Esse processo é um pouco mais demorado, mas proporciona um resultado mais homogêneo, com as morangas cozidas de maneira mais uniforme;

3- Panela com água – Funciona, mas é a minha menos preferida (achei que as morangas ficaram moles demais). Encha uma panela alta com água e, quando estiver

fervendo, coloque a moranga nela até que fique macia. Retire e escorra as morangas de cabeça para baixo até que fiquem bem secas. É preciso tomar cuidado para não deixar cozinhar demais e deixa-las muito moles, o que pode acontecer com facilidade, já que elas continuam cozinhando por um tempo mesmo depois de tiradas da água

O recheio

Em um recipiente misture os temperos em pó, o coentro picado, o sal e o alho. Coloque os camarões e misture bem. Acrescente o suco de limão e deixe marinar por aproximadamente 30 minutos. Leve uma panela ao fogo médio, coloque um fio de óleo e jogue os camarões. Quando estiverem mudando de cor (cozinhando), coloque o molho de tomate, o tomate pelati, o extrato de tomate e misture. Prove para acertar o sal e acrescente o requeijão. Baixe o fogo, acrescente ½ xícara de água e deixe terminar de cozinhar os camarões (cuidado para não passar do ponto e deixá-los duros. Caso o caldo ainda esteja líquido demais, acrescente amido de milho até que fique com uma consistência cremosa. Preencha as mini morangas deixando um espaço para fechar a tampa. Leve ao forno médio (sem as tampas) por aproximadamente 10 minutos, retire, coloque uma fatia de mussarela sobre cada uma (caso tenha sobrado, pode colocar uma camada de catupiry ou requeijão) e leve novamente ao forno para gratinar. Retire, coloque a tampa e sirva em seguida.

Vai bem com arroz branco (ou com passas) e uma salada de folhas.

 

Temperos: a diferença na sua receita

EspeciariasFaz tempo que digo que os temperos são a diferença entre uma refeição comum e uma experiência gastronômica única. Já em 2012 falava da importância dos temperos na hora de executar uma receita. De lá pra cá a coisa evoluiu muito. A quantidade de temperos, ervas e especiarias (pelo menos para mim) aumentou muito e ficou bastante mais simples encontrá-los. Eles possuem a finalidade de realçar o sabor dos alimentos, tornando-os ainda mais saborosos.

temperos-basicosOs temperos básicos – sal, pimenta do reino, limão, cebola, orégano, vinagre, azeite, salsa e cebolinha (o famoso cheiro verde), coentro, louro e alho – continuam indispensáveis, mas não há como fugir do charme e do sabor de outras ervas e verduras que levam nossos pratos para um outro nível. Quem assiste aos (hoje) vários programas culinários da TV brasileira (aberta e por assinatura) pode ficar surpreso com alguns nomes ou imagens de produtos, mas também deve ficar curioso em experimentá-los, até porque, na grande maioria das vezes, seus preços são muito baixos.

manjericãoEntre os temperos que classificaria como semi-básicos estão: alecrim, cominho, noz-moscada, lemon pepper, hortelã, manjericão, pimentas (cayena, jamaicana, etc.), páprica (doce e picante), ervas finas (uma mistura de manjericão, tomilho, manjerona, sálvia, alecrim e orégano), alho em flocos, gengibre, açúcar mascavo, mel e caldos (galinha, carne, legumes e bacon), além das misturas de temperos que, no Rio de Janeiro, podem ser encontrados nas Casas Pedro. O Tempero do Edu Guedes – Açafrão Puro, Alho Granulado, Cebola Granulada, Desidratada, Cebolinha Verde Flocos, Cenoura Granulada, Caldo de Costela, Pimentão Vermelho, Pimentão Verde e Salsa Desidratada em Flocos – é um daqueles que podem ser usados em carnes ou para a criação de molhos de salada que ficam com um sabor bastante peculiar e que devem ser experimentados.

Plantar ou comprar?

alecrimHá uma diferença grande entre os temperos frescos e os desidratados. A boa notícia é que alguns deles podem ser cultivados até mesmo em apartamentos e sem a necessidade de muitos cuidados (apenas uma rega diária ou, na pior das hipóteses, de dois em dois dias. Manjericão, hortelã e alecrim, por exemplo, são algumas plantas que podem ser plantadas sem grande problema – o manjericão nasce quase como mato. Isso facilita na hora de cozinhar e ainda proporciona uma boa economia, já que não é preciso comprar uma quantidade enorme de nenhum desses produtos, colhendo apenas o necessário. Existem outros – coentro e certos tipos de pimentas e pimentões, entre outros – que não são tão fáceis de vingar e que recomendo ir até a feira/supermercado e comprar.

Temperos menos comuns

EstragãoDepois que você pega o gosto pelo uso e pelas experiências na mistura de temperos, alguns produtos menos comuns acabam entrando no seu radar. Fumaça em pó, estragão, manjerona, ervas de Provence (um mix de alecrim, manjericão, manjerona, tomilho, louro, segurelha e alfazema), sálvia e flor de sal, são alguns deles. Há muitos outros, mas não vou querer que os meus 12 leitores tenham uma coleção de opções tão grande quanto a que fui construindo ao longo dos anos.

Carne, aves, peixes

Claro que existem alguns temperos que combinam melhor com certas carnes – carne de boi/cominho, peixe/coentro/lemon pepper/lemon e ervas finas/alecrim, aves/colorau/ chimichurri/alecrim -, mas experimentar sabores e aromas diferentes não é um pecado, muito pelo contrário. Páprica no peixe pode tornar o sabor e até mesmo a aparência do prato e deixando-o bastante diferente, o mesmo vale para o açafrão. Já para carne vermelha, sálvia ou chimichurri são boas opções.

Massas e saladas

As massas são um campo amplo pra experimentações. Adoro fazer molhos com base tomate e acrescentar estragão, ervas de Provence, sálvia e algum tipo de pimenta. Já nos molhos brancos, sempre uso queijos, alho poró ou alecrim, ervas finas ou de Provence. Outra boa combinação é manteiga e limão, muito utilizada na Itália e que produz pratos deliciosos.

Marinadas

PápricaAs marinadas são misturas de temperos e líquidos (vinho, vinagre, suco de limão, etc.) que tem por objetivo amaciar e acentuar o sabor das carnes. Algumas misturas clássicas são vinho/louro/sal/alho (qualquer tipo)/páprica/pimenta ou suco de limão/páprica doce/alecrim/sal/açafrão/chimichurri ou algum mix de temperos, como o já citado Edu Guedes.

O normal é deixar a carne marinar por 30/40 minutos, mas há casos nos quais a marinada pode exigir de 8 a até mais de 24 horas (geralmente deixo as carnes de porco por um tempo mais longo). Nesses casos, não esqueça de colocar a carne na geladeira!

Uso com parcimônia

Tempero Edu GuedesA grande variedade de temperos disponíveis pode deixar o cozinheiro menos experiente com a vontade de misturar ingredientes demais e em quantidades excessivas. Os temperos, na maioria das vezes, são bastante marcantes e uma pequena pitada pode ser o suficiente (dependendo do tamanho do prato, claro) para deixar a sua marca. As misturas também devem ser experimentadas aos poucos. Algumas ervas tem um sabor mais doce e acentuado, e não devem ser misturadas com outras que tenham a mesma característica (sálvia e estragão, por exemplo), mas essa é uma regra que também pode ser quebrada, dependendo dos demais ingredientes utilizados.
.
No fim das contas, o uso dos temperos pode (e deve) seguir o melhor para o seu paladar. Há muitos livros sobre o assunto e sempre existe a possibilidade de se pesquisar na internet (cuidado com a fonte, já que há sites que sugerem alguns usos que considero bastante questionáveis). Mas o que recomendo de verdade é o bom e velho método da tentativa e erro (até porque não existe um errado absoluto).

Abaixo coloco o link de algumas receitas minhas que usam bem os temperos

Nhoque com ervas, pimenta e manteiga

Strogonoff

Linguado com molho crioulo

Molho barbecue caseiro

 

Receita: Quibe de forno recheado

O quibe ou kibe é um salgado típico do Oriente Médio e muito popular por aqui. O quibe tem várias versões – cru, cozido ou frito – sendo que a frita é a mais comum. Dessa vez vou dar a minha versão do quibe assado. Como acho que ele fica meio seco, resolvi dar uma incrementada na receita, fazendo um recheio com molho branco, tomates e queijo.

Equipamento

2 travessas comuns (metal ou plástico)
1 travessa refratária
1 panela

Ingredientes

500g de carne moída
350g de trigo para quibe
½ litro de água quente
1 cebola picada grosseiramente
Pimenta síria, cayena ou jamaicana
1 xicara de farinha de trigo
Sal
250ml de leite
½ maço de hortelã
250ml de leite
200g de mussarela ralada
Noz-moscada
10 tomates cereja cortados ao meio
Azeite
25g de manteiga

 

Modo de fazer

Coloque o trigo em uma travessa, acrescente a água quente e deixe descansar por pelo menos 40 minutos. Enquanto isso, em uma outra travessa misture a carne, a cebola, uma pitada de sal, o hortelã e a pimenta (a gosto). Misture bem (com as mãos), depois coloque o trigo e misture mais até que todos os ingredientes estejam bem uniformes. Coloque um fio de azeite na travessa refratária, cubra com uma parte da mistura e reserve.

Na panela, em fogo baixo, coloque a manteiga, a farinha e faça uma espécie de roux. Acrescente o leite e vá mexendo até ficar com uma consistência cremosa. Coloque um pouco de noz-moscada e reserve. Quando esfriar, cubra a mistura que está no refratário e coloque os tomates por cima. ‘Feche’ com o resto da mistura, faça alguns riscos com uma faca e ‘regue’ com um fio de azeite. Agora, é só levar ao forno pré-aquecido (180ºC) por 45 minutos.

 

Veja outras receitas do blog

Receita: Batata Rostie

Outro dia postei em algumas redes sociais fotos de umas batatas Rostie que tinha feito. Para minha surpresa, recebi vários pedidos para publicar a minha receita. Bem, aqui vai ela, mas antes algumas explicações sobre o prato e os equipamentos necessários.

A origem

A Batata Rösti, Rostie ou Batata Suíça é um prato tradicional da região do Cantão de Berna – a parte alemã da Suíça. Ela pode ou não ser recheada, mas devemos sempre lembrar que a palavra Rösti, significa fina e crocante. Portanto, seja lã a maneira como for prepara-la, ela precisa ficar crocante por fora e macia por dentro, mesmo que façamos do jeito brasileiro, nada fino.

O equipamento

Apesar de razoavelmente fácil, uma boa batata Rostie precisa de uma frigideira especial, que pode ser uma omeleteira ou similar. Pode-se até fazer sem esse equipamento, mas vai ser mais difícil obter um resultado perfeito.

A batata

É possível preparar a batata Rostie com qualquer tipo de batata, mas se você quer um resultado realmente bom, é melhor usar a asterix. A asterix (nenhuma relação com o herói gaulês das histórias em quadrinhos) é aquela de casca rosa. Ela é a mais apropriada para frituras e para a preparação da Rostie por ter mais amido e ser menos úmida, o que faz com que ela fique mais crocante e cremosa, que não são coisas excludentes.


Ingredientes

Quatro (4) batatas médias – para uma frigideira pequena/média
Manteiga com sal
Água fervente
Pimenta do reino
Salsinha (opcional)


O preparo

Há várias técnicas para o preparo da Rostie. Já experimentei todas e vou publicar a que me trouxe os melhores resultados.

 

Primeiro descasque as batatas e coloque a água para ferver. Com um processador, fatie as batatas com a lâmina que normalmente é usada para fatiar legumes para saladas. Coloque em um escorredor de macarrão ou legumes e jogue a água fervente sobre ela, para dar uma escaldada, mas sem cozinhar.

Em seguida, ainda, com o perdão do trocadilho, com a batata quente, misture um pouco da manteiga (algo entre 50g e 75g) e a salsinha (1/3 de um molho, aproximadamente) e a pimenta do reino. Misture bem e forre o fundo de uma das frigideiras/omeleteiras com uma camada não muito grossa (a não ser que seu recheio seja muito cremoso). Coloque as camadas do recheio sempre deixando o ingrediente mais cremoso (Catupiry ou cheddar, por exemplo) por último, para que fique na parte de cima da batata. Depois, é só fechar com outra camada de batata e levar ao fogo baixo/médio, virando de tempos em tempos para conseguir uma cor e crocância perfeitas e não deixar que ela queime.

Recheios

Os brasileiros meio que bagunçaram o prato (nesse caso, no bom sentido), o que significa que quase tudo é permitido. Os mais tradicionais são os recheios de bacon com cheddar, queijo e presunto, e o meu favorito, calabresa com mussarela, cebola e tomate.

Você pode fazer com o ingrediente que preferir (camarão, frango, catupiry, carne de porco desfiada, etc. O importante é lembrar de deixar o ingrediente mais cremoso ou que derreta na parte de cima do recheio. Isso evita que a batata grude no findo da primeira frigideira.

Observações finais

Preparar uma boa batata Rostie não chega a ser um tratado de física quântica, mas tem seus segredos. Já fiz sem ter uma frigideira própria, mas, confiem, dá muito mais trabalho. Outra coisa: . A manteiga e o recheio são mais que suficiente.

Uma última dica: escolha um recheio simples para a sua primeira tentativa. Caso não fique boa, você não vai desperdiçar ingredientes caros nesse primeiro teste.

Boa sorte e bom apetite.

Receita: Molho cítrico para salada

Quem viaja ou já viajou de avião na classe econômica sabe que pouca coisa se salva quando falamos sobre comida. A capacidade de transformar carnes, aves e massas em refeições com o mesmo sabor (ruim) é incrível. Porém, vez ou outra um detalhe pode chamar a tenção e até inspirar uma boa receita. Certa vez eu provei um molho para salada que se assemelhava aos italianos que podem ser encontrados nos supermercados da vida, mas que com alguns acréscimos pode se transformar em algo realmente excelente. Aqui vai a minha versão melhorada do molho.

Ingredientes:

Maionese
Azeite
Suco de meio limão
Vinagre de maçã
Alho em pasta (ou dois dentes de alho moído)
Alho em pó
Coentro picado
Flor de sal
Ervas finas
Chimichurri
Mostarda amarela (pode ser dijon)

Modo de preparo:

Com todos os ingredientes em temperatura ambiente, pegue uma tigela e coloque aproximadamente 25 ml de vinagre, o suco de limão, uma colher de sobremesa de alho em pasta, uma pitada de alho em pó e algumas flores de sal (poucas). Misture bem até que tudo se transforme em um líquido quase homogêneo. Então, acrescente as ervas finas e o chimichurri (a seu gosto), um fio de azeite, duas colheres de sobremesa de maionese e um pouco de mostarda. Misture bem até atingir a consistência semicremosa. Prove, ajuste o sal, junte um pouco de coentro picado e coloque mais mostarda caso seja necessário.

Algumas pessoas preferem o sabor mais ácido (o que necessita de mais vinagre), mas eu prefiro o molho com um toque cítrico mais acentuado. Sendo assim, sempre deixo um pouco de suco de limão de reserva, caso seja preciso deixar o sabor mais forte.

Aproveite.

Receitas – Croquetes de Carne

Relembrando uma boa receita

F(r)ases da Vida - O Blog do feroli

Estes croquetes de carne são ideais para serem preparados em dias festivos ou que peçam uma cervejinha gelada.

Modo de preparo:

Meia xícara de chá de azeite de oliva
Uma cebola média ralada
Dois dentes de alho amassados
Meia quilo de carne moída
Uma xícara de chá de molho de tomate
Meia xícara de chá de azeitona preta picada
Um sachê de caldo de carne
Uma colher de chá de molho de pimenta
Duas colheres de sopa de salsinha picada
Sal
Uma xícara de chá de farinha de trigo
Três xícaras de chá de farinha de rosca
Óleo

Modo de preparo:

Aqueça o azeite em uma panela e refogue a cebola e o alho. Acrescente a carne e deixe refogar por mais 15 minutos no fogo médio ou até que esteja cozida. Em seguida, acrescente o molho de tomate, a azeitona, o caldo de carne, o molho de pimenta e deixe apurar por mais dez minutos. Por fim, acrescente a…

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Receita – Batatas Crocantes

Receitas – Batatas Crocantes

Ainda não vou entrar na área das receitas mais complexas. Ao invés disso, vou compartilhar a minha versão de batatas crocantes, acompanhamento que se tornou praticamente uma obrigação semanal na minha cozinha. É simples de fazer, mas precisa dos ingredientes certos e um pouco de paciência.

Ainda não me rendi aos vídeos de receitas (tem muita gente fazendo isso por aí e, com certeza, de maneira mais bem produzida do que eu faria). Então, vamos manter o bom e velho esquema de receita e foto.


Ingredientes

½ Kg de batatas (de preferência batatas calabresas)

Alho em pó (a gosto)

Pimenta calabresa (a gosto)

Queijo parmesão ralado (a gosto)

Tempero Edu Guedes* ou mistura de temperos (Cebola, Cenoura, Alho, Caldo de Galinha, Pimentão, Açafrão, Cebolinha, Salsa e Glutamato Monossódico)

Sal

Azeite

*Pode ser encontrado nas Casas Pedro (em vários endereços no Rio de Janeiro)

Modo de fazer

Em uma tigela, coloque o alho em pó, a mistura de temperos, a pimenta calabresa e o queijo ralado. Misture bem e reserve. Corte as batatas calabresas ao meio (não precisa descascar) ou, caso use batatas comuns, corte em fatias de aproximadamente 1,5 centímetro de espessura. Coloque o azeite em um recipiente largo e umedeça as batatas, uma de cada vez e, logo em seguida, passe uma das extremidades na mistura de temperos e vá arrumando em uma travessa. Depois que todas estiverem na travessa (com o lado onde está o tempero virado para baixo) salpique um pouco de sal e regue com um pouco mais de azeite. Leve ao forno médio/baixo (aproximadamente 215℃) por uns 30 minutos ou até que a crosta das batatas já esteja crocante.

Pronto.

SBT lança coleção de e-books gratuitos com receitas do reality ‘Hell’s Kitchen’

Sou viciado em programas de culinária e, embora o Hell’s Kitchen não seja dos meus favoritos, algumas receitas sempre são aproveitáveis. Não sei como é a versão brasileira, mas deve valer uma conferida.

bertolazziCom a estreia da terceira temporada do reality show ‘Hell’s Kitchen – Cozinha Sob Pressão’, realizada no sábado, 31 de outubro, o SBT colocou em curso o projeto multiplataforma para a atração comandada pelo chef Carlos Bertolazzi. A emissora lançou de forma 100% gratuita coleção de 14 e-books com receitas do programa, em parceria com a editora O Fiel Carteiro.

A nova série de publicações possui mais receitas do que a da temporada anterior. De acordo com a emissora, os fãs da atração vão poder aprender como preparar alguns dos pratos apresentadas no reality show, além de receitas assinadas por Bertolazzi e pelos cozinheiros competidores. Patrocinadora do programa, a Friboi também disponibilizou, como conteúdo especial, dicas e receitas para o preparo ideal de carnes.

Segundo o canal, será lançado um e-book por vez, logo após a exibição dos episódios nas noites de sábado. Os telespectadores poderão encontrar os livros eletrônicos no site do SBT e por meio das lojas virtuais, como Apple Store (iBooks), Google Play, Amazon e Koboo.

Fonte: Comunique-se

Receita: Torta de espinafre com ricota

Torta de espinafre I

Outro dia estava sem nenhum bom programa e resolvi fazer algo saboroso e razoavelmente saudável para o jantar. Olhando os ingredientes que tinha disponíveis decidi por uma torta de espinafre com ricota. Ficou show!

Ingredientes:

1 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de leite
1 ovo
1 1/2 colher de sopa de fermento químico em pó
1 colher de chá de fermento natural
100g de queijo ralado

Recheio

2 molhos de espinafre
2 dentes de alho picados
½ cebola
Azeite
½ ricota fresca
Noz moscada (a gosto)
Sal (a gosto)

Modo de fazer:

Torta de espinafre IILave bem o espinafre e deixe escorrer até ficar seco. Separe as folhas dos talos e coloque tudo em um processador junto com a cebola. Bata até ficar bem picadinho, mas não demais!

Em uma panela larga coloque um fio de azeite e deixe esquentar (fogo médio). Coloque o alho para refogar e, quando estiverem ficando dourados, acrescente o espinafre. Tempere com a noz moscada e o sal e vá mexendo até o espinafre cozinhar.

Desmanche a ricota com as mãos até que fique em pedaços. Reserve.

Para a massa, coloque o leite, o ovo, os fermentos, a farinha e metade do queijo ralado no processador/liquidificador até que fique quase líquido. Coloque em um recipiente untado com farinha e deixe descansar por 45 min / 1h. Importante: a massa deve ficar um pouco grudenta. Após o descanso, unte um pirex com manteiga e farinha e vá moldando a massa de maneira que fique fina e cubra o fundo do pirex – atenção: faça com que a camada de massa do fundo do pirex seja FINA, pois vai crescer bastante. Coloque o espinafre e despeje a ricota por cima. Cubra com outra camada fina/média de massa, polvilhe o resto do queijo ralado por cima e leve ao forno pré-aquecido (200°C) por aproximadamente meia-hora. Retire quando estiver ficando morena.

Está pronto e é ótimo para acompanhar um filé de frango grelhado.

Fotos: Fernando de Oliveira

Receitas: Cupcakes de ovo ou mini omeletes

IMG_20141102_142159505Enquanto vários amigos e amigas se aprimoram em cursos de culinária, onde aprendem técnicas que ignoro (ainda farei algum desses cursos), sigo fazendo minhas receitas desprovidas de sofisticação.

Hoje vou ensinar como fazer Cupcakes de ovo ou mini omeletes com vários recheios. Você pode inventar novos recheios, mas o que coloco aqui foram devidamente testados e aprovados. Mas antes, lembre-se de comprar uma forma para os cupcakes (custa menos de R$ 20).

Esses omeletinhos são ótimo acompanhamento para vários pratos e o de espinafre, especialmente, serve muito bem como lanche.

Vamos lá:
IMG_20150129_151128983Ingredientes básicos

15 ovos (para fazer os 12 cupcakes da forma)

25g de fermento biológico (compre no supermercado ou em qualquer padaria)

½ xícara de leite

Sal a gosto

 

Recheios – ingredientes para três porções

 

IMG_20141102_134100983Calabresa com cebola

½ linguiça calabresa

1 cebola média

 

Espinafre

1 molho de espinafre

1 dente de alho

Óleo de soja

 

IMG_20141102_142038545Tomate com alho poró

2 tomates pequenos

½ talo de alho poró

Manteiga

 

Cenoura com ricota

1 cenoura ralada

150g de ricota defumada

½ tomate pequeno

 

IMG_20141102_134119940Modo de fazer:

Bata os ovos com o leite, uma pitada de sal e o fermento. Deixe descansando (40 minutos) enquanto prepara os recheios.

 

Recheios

Na maioria dos casos é só misturar os ingredientes. Os únicos que precisam de uma preparação especial são o de espinafre, que precisa ser refogado com um pouco de óleo e o alho, e o de alho poró.

No caso do espinafre, coloque o óleo e o alho em uma panela pequena e misture com o espinafre até que ele fique cozido. Depois, reserve. Para o alho poró, coloque a manteiga em uma panela ou frigideira e refogue o alho poró até que ele fique macio.
Ligue o forno em temperatura média.

Coloque os recheios na forma e depois os ovos, tendo cuidado para não colocar até a borda, pois eles vão crescer por causa do fermento. Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 7 minutos (vale conferir para não deixar queimar) e então é só servir.

Fotos: Fernando de Oliveira

Receitas: Arroz com linguiça

arroz_linguicaNão é um risoto, mas fica delicioso e tem a vantagem de ser rápido e fácil de fazer.

Ingredientes:

1 cebola

2 dentes de alho

1 “roda” de linguiça calabreza defumada

2 xícaras de arroz parboilizado

Pimenta a gosto

Óleo de soja

Sal

Modo de fazer

Refogue a linguiça no óleo e dê uma leve fritada. Depois, acrescente a cebola e o alho. Coloque em seguida o arroz e ponha um pouco de água. Dependendo da liguiça (melhor provar antes) acrescente a quantidade necessária de sal.

Tampe a panela e vá cozinhando o arroz em fogo bem baixo.

PS: Caso goste, ainda é indicado colocar um pouco de salsinha na hora de servir.

Receitas – Strogonoff

strogonoff-de-carneO Strogonoff, um dos pratos preferidos da maioria dos brasileiros, é uma das receitas com mais variações que conheço. O nosso (brasileiro) nem se parece muito com o originalmente criado lá na mãe Rússia. Assim como todo mundo, eu também tenho a minha (que faço raramente e nunca lembro de fotografar).

O segredo? Não existe. Como o prato foi criado para “matar a fome”, é praticamente um vale tudo.

Bem, espero que gostem da minha versão.
Ingredientes:

300g de filé mignon cortado em tirinhas

2 colheres (sopa) de cebola picada

2 colheres (sopa) de azeite extravirgem

200 ml de creme de leite fresco

60g de champignon

20g de mostarda (molho)

2 colheres (sopa) de conhaque/rum/vinho branco

10g de páprica doce

2 colheres (sopa) de molho inglês

Sal e pimenta a gosto

 

strogonoffModo de fazer:

Coloque o azeite e a cebola em uma frigideira e refogue. Acrescente a carne e deixe “selar“. Coloque o conhaque/rum/vinho branco e flambe a carne. Em seguida, Acrescente a páprica, a mostarda, o molho inglês, o creme de leite, o champignon e misture bem. Deixe em fogo baixo por mais uns 5 minutos e sirva.

Acompanhe com arroz branco e batatas sauté ou palha.


A história

O Strogonoff é um prato de origem russa; na verdade, chamava-se Strogonov. Reza a lenda que o prato foi criado no século XVI por um cozinheiro do Czar russo Pedro, o Grande, que se chamava Strogonov; daí surgiu a ideia de dar tal nome ao prato.

Atualmente ele é um dos dez pratos mais vendidos no mundo.

Receitas: Salada Alemã

IMG_20140410_125442[1]Não é porque é salada que não possa ter sustança. Para os que gostam de uma salada que também pode servir como refeição aí vai a minha versão de Salada Alemã, com salsichão, picles, batata e maionese.

Ingredientes:

4 salsichões
1 kg de batatas
Maionese (a gosto)
Picles (a gosto)
Pimenta do reino branco (a gosto)
Sal (a gosto)
1 tomate
1 limão
1 lata de ervilhas
1 tomate (opcional)
1 molho de cheiro verde (opcional)

Modo de Fazer:

Descasque e corte as batatas em pedaços pequenos. Cozinhe em água com sal e reserve. Cozinhe os salsichões, corte em pedaços e reserve. Corte o cheiro verde e o tomate, misture com as ervilhas e os picles e reserve.

Quando as batatas e os salsichões estiverem frios, misture com os demais ingredientes, junte uma quantidade de maionese suficiente para que tudo fique ligado. Esprema o suco do limão sobre a salada, moa um pouco de pimenta do reino branca e misture.

Leve a geladeira e sirva com uma boa cerveja gelada!

Dica: Azeite e mostarda escura são ótimos para temperar na hora de servir.

PS: A foto (ruim, por sinal) foi tirada por este blogueiro.

Receitas: Batatas à Grega

Batata à Grega IUm ótimo acompanhamento para as delícias engordativas de fim de ano. Bom também para ajudar a prevenir eventuais porres.

Ingredientes:

1Kg de batatas médias cortadas em rodelas médias
1/s colher de chá de sal
1 lata de creme de leite fresco
20ml de caldo de galinha (ou 1 tablete)
1/2 xícara de ervilhas
1/2 xícara de passas escuras
2 cenouras cortadas em cubinhos
1/2 xícara de pimentões cortados em cubinhos
200g de queijo ralado
100g de mussarela em picada
100g de Catupiry

Batata à Grega IIModo de fazer:

Cozinhe as batatas em água com sal até ficarem cozidas, mas ainda duras. Escorra e reserve. Coloque o creme de leite e o caldo de galinha em uma panela. Ligue o fogo bem baixo e vá misturando as ervilhas, as passas e as cenouras, até aquecer (sem ferver). Acrescente a mussarela e metade do queijo ralado. Em uma travessa, arrume uma fileira de batatas, despeje um pouco do conteúdo da panela até cobrí-las, junte um pouco do catupiry e repita a operação até que todas as batatas estejam  na travessa. Polvile o resto do queijo ralado e eleve ao forno médio por aproximadamente 20 minutos. Servir quente.

Batata à Grega IISugestões de hamonização:

Ótimo para acompanhar aves e, carne de porco. Melhor ainda se o dia não estiver muito quente. Para beber, um Cabernet ou um Chardonnay com passagem em madeira. Um Pinot Noir também pode ser uma boa opção.

Boas Festas!

PS: Podem deixar seus comentários!

Fotos (ruins): Fernando de Oliveira

Receitas: Salada de macarrão colorido

Salada de macarrão colorido IVCom os dias variando de temperatura sem muita lógica, mudando do calor para o frio com muita rapidez, fica difícil escolher uma receita que combine com a nossa pseudo-estação. Sendo assim, ai segue uma receita de salada de macarrão, ótima para os dias quentes, mas que não chega a ser uma má companhia para um prato quente em um dia frio.

Ingredientes:

500g de macarrão parafuso tricolor
150g de presunto
Pimentão vermelho (a gosto)
Pimentão verde (a gosto)
Passas pretas (a gosto)
Azeitonas verdes cortadas (a gosto)
Azeitonas pretas cortadas (a gosto)
Palmito (a gosto)
Maionese ou maionese com limão (a gosto)
1 limão (caso se opte pela maionese comum)
Alho poró (a gosto)
Cheiro verde (a gosto)
2 tomates médios
Sal (a gosto)
Pimenta do reino (a gosto)
1 pacote de batata palha

Salada de macarrão colorido IModo de fazer:

Corte os pimentões, o presunto, os tomates, os palmitos e o alho poró em pedaços não muito grandes e reserve em uma vasilha. Pique o cheiro verde, adicione as passas e misture com os demais ingredientes.

Cozinhe o macarrão até ficar al dente (não muito mole) e escorra bem.

Em um pirex, coloque um pouco do macarrão, misture um pouco dos ingredientes reservados e acrescente uma colher de maionese. Esprema 1/4 do limão (caso tenha optado pela maionese comum), tempere com um pouco de sal e de pimenta do reino e misture bem. Repita a operação até que todo o macarrão e todos os ingredientes tenham acabado. .

Salada de macarrão colorido IIIColoque na geladeira, espere umas 2 horas, enfeite com a batata palha e está pronto para servir.

Pode acreditar que vai dar um outro colorido mesmo nos pratos mais “sem vida” de um almoço preguiçoso de domingo.

PS: Caso queira, ainda pode acrescentar alguns pedaços de brócolis, cozidos na agua e sal.

PS’: Você também pode servir com um molho de iogurte, que combina perfeitamente com o sabor neutro dos componentes da salada.

Fotos: Fernando de Oliveira

Receitas – Camarão com Catupiry e molho vermelho

Camarão VGAssim como a maioria das receitas, o Camarão com Catupiry também tem muitas variações. Aqui vai uma versão com molho vermelho, embora a receita com molho branco também seja deliciosa, embora incomode uns e outros por sua monocromia.

Nesta receita usei camarões VG, aqueles gigantescos, mas nada impede de usarmos os menores. É tudo uma questão de custo/benefício.

Aproveitem!

Camarão VG IIIngredientes:

15 camarões VG ou 1kg de camarões de qualquer tamanho
4 tomates sem pele e sem caroço
1/2 xícara de leite com farinha
1 limão
1 cebola picada
1 lata de milho verde
Pimenta do reino
Sal
manteiga
400g de Catupiry

Camarão com CatupiryModo de fazer:

Descasque os camarões e reserve em uma tigela. Misture o suco de 1 limão, o sal e a pimenta do reino e deixe marinando por aproximadamente 3h.

Depois de marinados, junte em uma panela quente a manteiga e a cebola. Antes que a cebola doure, junte os camarões e deixe-os cozinhar em fogo médio. Acrescente os tomates, o milho e a mistura de leite e farinha. Mexa bem até criar um creme.

Camarão com Catupiry IIEm uma travessa, coloque o conteúdo da panela e corte o Catupiry em pedaços de maneira que ele possa encobrir todos os camarões quando começar a derreter. Leve ao forno baixo até que o Catupiry esteja derretido.

Sirva quente com arroz branco.

Rende três porções.

Receitas: Arroz com lentilha

Arroz com LentilhaSempre que chega perto do Dia dos Namorados eu me arrisco a fazer algum prato mais tcham (sem trocadilho, por favor). Este ano eu estou meio sem inspiração, mas andei aprimorando um acompanhamento que deveria ser simples, mas tem lá seus segredos: o arroz com lentilha.

Alguns vão dizer: “Pô, isso é mole de fazer!“. Eu responderia: “Nem tanto, caro Watson!“.

Fazer o arroz com lentilha e, principalmente, a cebola frita e crocante que deve vir por cima dele, tem lá seus mistérios. Só agora – depois de velho – aprendi o segredo de como deixar as cebolas crocantes e, já que não vai mesmo ter uma receita mais sofisticada, compartilho essa com vocês. Esse arroz é um ótimo acompanhamento para kaftas, bolinhos de carne, legumes recheados ou frangos grelhados.
Cebola frita IIngredientes

500g de arroz
250g de lentilha
4 cebolas médias ou 5 pequenas
Óleo
sal

Modo de fazer

Corte as cebolas em fatias bem finas e reserve. Lave as lentilhas em um escorredor de arroz em água corrente por cerca de 3 minutos e reserve. Coloque óleo – o suficiente para cobrir as cebolas – em uma panela alta. Deixe esquentar em fogo alto e coloque as cebolas. Deixe-as fritar até ficarem bem douradas. Retire do fogo e coloque em um recipiente com algumas folhas de papel toalha para retirar o excesso de óleo. Reserve um punhado dessas cebolas fritas e coloque no congelador.

Cebola frita IIRefogue o arroz com um pouco de óleo e de cebola, junte as lentilhas, o suficiente de água quente para cobrir o arroz e as lentilhas e adicione as cebolas fritas. Misture bem e deixe cozinhar em fogo bem baixo.

Quando achar que o arroz já está pronto, pegue as cebolas que estão no congelador e frite-as novamente. Elas servirão para enfeitar o arroz.

Fotos: Fernando de Oliveira

Receitas: Salmão ao pesto

Peixes são o alimento oficial da Semana Santa. Sendo assim, ai vai uma receitinha básica.

salmao-ao-pesto1Ingredientes

4 pedaços de de filé de salmão
manjericão fresco (a gosto)
1 dente de alho moído
4 colheres de sopa de azeite extravirgem
1 limão
3 colheres de sopa de água
2 colheres de sopa de parmesão ralado
pitada de sal
pitada de pimenta-do-reino

Modo de fazer

Pré-aqueça uma frigideira antiaderente grande em fogo médio por 3 minutos. Adicione o azeite de oliva e coloque a pele de salmão virada para baixo na frigideira. Aaumente o fogo e cozinhe por 3 minutos. Acrescente o sal e de pimenta. Vire o salmão e cozinhe até que fique do seu agrado (bem ou mal passado).

Pesto

Coloque o manjericão, os pinhões, o alho e o azeiter. Adicione o suco do limão, a água e o queijo. Aqueça até obter a consistência desejada.

Foto: Divulgação

Gastronomia e bebidas: Três receitas de sangria/clericó

O calor, que volta e meia vem em porções “senegalescas”, pede bebidas e drinks refrescantes. Uma sangria (ou sua variante, o clericó) são ótimas opções. Nesse post você vai encontrar três opções que são simplesmente perfeitas para quem gosta de bebericar nesses dias quentes. Melhor ainda, no lugar do vinho, as receitas usam espumante ou vinho verde, o que torna a sangria ainda mais refrescante.

Sangria branca com frutas cítricas e amarelas

Sangria IIngredientes

1 garrafa de espumante brut
450ml de Sprite
2 doses de licor (Cointreau ou 43)
Abacaxi (a gosto)
1 maracujá
2 pêssegos
1 larajna (sem ser lima)
2 maças
Gelo (a gosto)

Modo de fazer

Corte as frutas em pedaços pequenos – menos o maracujá, do qual você apenas vai retirar a polpa – e reserve. Misture o espumante (750ml) com o Sprite e as duas doses de licor. Deixe a mistura descansar por aproximadamente 30 minutos, coloque as frutas e adicione algumas pedras de gelo.

Sirva em seguida!


Sangria branca com frutas vermelhas

1 garrafa de espumante brut
450ml de Sprite
2 doses de licor (Cointreau ou 43)
100g de framboesas
100g de ameixa
150g de morangos
50g de cerejas
50g de uvas (com ou sem caroço)
Gelo

Modo de fazer

Corte as frutas em pedaços pequenos e reserve. Misture o espumante (750ml) com o Sprite e as duas doses de licor. Deixe a mistura descansar por aproximadamente 30 minutos, coloque as frutas e adicione algumas pedras de gelo.

Sirva em seguida!

Sangria com vinho verde

Sangria IIIngredientes

1 garrafa de vinho verde
450ml de Sprite
2 doses de licor (Cointreau ou 43)
Frutas (a gosto)

Modo de fazer

Corte as frutas em pedaços pequenos – pode misturar frutas amarelas e vermelhas – e reserve. Misture o vinho verde (750ml) com o Sprite e as duas doses de licor. Deixe a mistura descansar por aproximadamente 30 minutos, coloque as frutas e adicione algumas pedras de gelo.

Sirva em seguida!

Iscas de Picanha ao Molho Madeira

Antes das férias, mais uma receita que alivia fomes pelos quatro cantos do Brasil.

Ingredientes

– 500gr de picanha cortada em tiras
– 2 cebola em tiras
– 3 colheres de sopa de manteiga
– Óleo de soja
– 1 copo de vinho madeira
– pimenta-do-reino branca
– sal
– Molho inglês
– caldo de carne ou bacon (50ml) ou 1 tablete
– Água (50ml)

Modo de preparo

Tempere as iscas de picanha com sal e pimenta a gosto e deixe descansar por aproximadamente 15 minutos. Enquanto isso, aqueça a manteiga, refogue a cebola e reserve.

Em uma panela, coloque um fio de óleo, esquente bem e adicione as tiras de picanha. Em fogo alto, junte a cebola refogada na manteiga. Despeje o vinho madeira, coloque o caldo de carne, diminua o fogo, coloque a água, o moho inglês (a gosto) e vá mexendo até o líquido engrossar.

Acompanhamento recomendado: Arroz branco e farofa de ovos
A foto é meramente ilustrativa

Uma receita para o Dia do Nhoque

Daquelas sem complicação para não atrapalhar o ócio dominical

Nhoque ao Forno

Ingredientes:

500g de nhoque
Sálvia
Alecrim
Azeite
Manhericão
Tomates picados ou tomates cereja
Sal
Pimenta do reino (moído na hora)
3 dentes de alho fatiados
20g de manteiga
150g Queijo ralado (da sua preferência)

Modo de fazer:

Misture as ervas (quantidades a gosto), os tomates e os alhos. Junte uma pitada de sal e um pouco de pimenta do reino e deixe descansar por aproximadamente 45 minutos. Pouco antes de terminar o tempo de descanso, coloque os nhoques para cozinhar e unte uma assadeira com manteiga.

Coloque os nhoques na assadeira e despeje a mistura das ervas sobre eles. Polvilhe de queijo ralado e leve ao forno por cerca de 20 minutos.

Sirva quente.

Foto: Divulgação

Molho para Palmito ‘Cheirinho’ do Bosque

Quem acompanha o F(r)ases da Vida (seria pretensão achar que alguém segue o blog?), sabe que adoro cozinhar e sou apaixonado por palmitos. Já postei algumas receitas e aqui vai mais uma – na verdade de um molho para acompanhar um palmito assado.

Inspirado no molho Aroma do Bosque, servido no restaurante Otto, criei o Cheirinho do Bosque, com uma adaptação de ingredientes e preferências.

A maneira de assar o palmito é a mesma de sempre (veja um exemplo aqui), já o molho é uma mistura de tomates frescos picados e molho de ervas frescas e desidratadas batidas em azeite extra virgem e regadas com molho inglês.

Apesar da foto ligeiramente fora de foco, o molho fica com um sabor perto da fronteira entre o salgado e o doce, o temperado e o neutro (dependendo da mistura de ingredientes que você fizer).

Ingredientes para o molho

Tomates frescos picados
Manjericão fresco
Salsa fresca
Manjerona desidratada
Sálvia desidratada
Azeite extra virgem
Molho inglês

Modo de fazer:

Coloque os tomates e as ervas frescas no liquidificador com o azeite (quantidade a gosto) e pulse rapidamente. Retire, coloque a manjerona e a sálvia e o molho inglês, em quantidade suficiente para o número de palmitos que estejam sendo preparados e tendo sempre em vista se prefere um sabor mais forte ou mais neutro.

Abra os palmitos depois de assados, coloque o molho e sirva em seguida.

PS: Castanhas podem ser acrescentadas ao molho.

PS’: Reserve alguns tomates e ervas frescas para decorar o prato.

Receita: Filé de Peixe no forno com coentro, hortelã e azeite

Ingredientes

1kg de filé de peixe (linguado ou merluza, de preferência)
1 maço de coentro
1 maço de hortelã
Azeite
50g de manteiga
Sal
Pimenta do reino branca
½  limão
3 cebolas cortadas em rodelas grossas

Modo de fazer

Tempere os filés com um pouco de suco de limão, sal, azeite, pimenta do reino moída na hora (se possível) e o hortelã. Deixe marinando por cerca de 40 minutos.

Corte as cebolas em rodelas grossas e coloque no fundo de um refratário.  Disponha os filés sobre as cebolas, de modo que não encostem no fundo do refratário. Regue com azeite e coloque a manteiga sobre os filés. Leve ao forno baixo por aproximadamente 45 minutos, virando os filés por volta dos 25 minutos.

Sirva o peixe e as cebolas com arroz branco e passas e um bom vinho branco.

Foto: Fernando de Oliveira