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Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIV – As cidades mais caras do mundo para se viver

Há pouco tempo publiquei uma pesquisa que mostrava quais as cidades estrangeiras preferidas pelos brasileiros. Com o atual cenário do dólar e das principais moedas (euro e libra) a escolha de um destino passa obrigatoriamente pela questão econômica. Se uma cidade é considerada cara para se viver pelos próprios locais, imagine os custos para nós,

Uma pesquisa da revista britânica The Economist revela o ranking das cidades mais caras e as mais baratas para se viver no mundo. Fiquei surpreso com a colocação das cidades brasileiras (que considero muito caras). São Paulo aparece na 77ª posição e o Rio de Janeiro em um estranho 82º. Os lugares mais caros são dominados pela Ásia e Europa, enquanto os mais baratos estão melhor divididos.

Os quesitos

Para chegar a esse ranking a publicação analisou 150 itens como custo com comida, bebida, moradia, transporte, cuidados pessoais, entretenimento, educação, transporte, compras de supermercado e até o preço dos cigarros. A pesquisa é extensa e esmiuçar todos os seus aspectos demandaria um tempo demasiado longo. Então….

Cingapura é a mais cara

Se houve variação no ranking, ela passou longe do 1º lugar. Pela quinta vez consecutiva Cingapura foi classificada como a cidade mais cara do mundo. A cidade foi a mais cara no transporte e nas compras de supermercado. Nova York e Los Angeles foram as mais caras dos Estados Unidos (13º e 14º lugares, respectivamente), ficando muito adiante de Londres (30º), por exemplo.

Portanto, na hora de escolher um destino de viagem, de intercâmbio ou mesmo um local para viver longe do Brasil, vale a pena dar uma conferida nesse ranking.

As mais baratas

Gostaria de falar mais sobre as mais baratas, mas não acredito que Damasco (na Síria) ou Caracas (Venezuela) sejam capazes de atrair a atenção de muita gente no momento, principalmente por conta do péssimo momento social/econômico pelos quais os países onde estão localizados passam.

O ranking

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As cidades que mais bebem vinho no mundo

O consumo per capta de qualquer alimento ou bebida pode trazer algum espanto sempre que são divulgados. Sempre fico bobo quando lembro que a Suíça tem o maior consumo per capta de sorvete, enquanto, por aqui, dizem que não devemos tomar sorvete no frio. Portanto, a divulgação das cidades que mais consomem vinho (minha bebida favorita) no mundo chamou a minha atenção.

Imaginei que cidades dos principais produtores de vinho – lembrando que quantidade não é qualidade – estariam no topo, mas admito que Londres, por exemplo, me surpreendeu. Paris, é a primeira do ranking, unindo os ótimos vinhos com a sua quantidade absurda de turistas sedentos todos os anos. Isso, com o consumo normal da população, colocam a cidade francesa bem adiante da segunda colocada, Buenos Aires, onde também e bebe muito (ic).

Paris lidera o ranking realizado por uma escola francesa

Uma pesquisa da escola de administração francesa INSEEC revelou as cidades que mais consomem vinho no mundo. Paris ficou em primeiro lugar, com 697 milhões de garrafas consumidas anualmente, o que dá uma média de 51,7 litros per capita.

No entanto, deve-se lembrar que a capital francesa é um enorme polo turístico, portanto, a média per capita pode ser bastante relativa. Aliás, o mesmo ocorre nas maioria das outras cidades no top 10.

Confira a lista completa:
(Posição – Milhões de garrafa/ano – Litros per capita/ano)

1. Paris (França) – 697 – 51,7

2. Buenos Aires (Argentina) – 457 – 32,2

3. Ruhr (Alemanha) – 385 – 28,5

4. Londres (Reino Unido) – 369 – 24,7

5. Nova York (Estados Unidos) – 308 – 12,1

6. Milão (Itália) – 301 – 38,9

7. Los Angeles (Estados Unidos) – 241 – 12,1

8. Nápoles (Itália) – 188 – 38,9

9. Madri (Espanha) – 181 – 25,2

10. Roma (Itália) – 177 – 38,9

Fonte: Revista Adega

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIII – Pessoas confiam mais nos jornais locais que nas redes sociais

Esta é, provavelmente, a pesquisa menos bizarra de toda a série. Porém, ela permite um número tão grande de reflexões que acho que ela se qualifica para fazer parte do rol das pesquisas voadoras.

A pesquisa, patrocinada pela News Media Association (NMA), mostrou que os ingleses confiam mais nos veículos locais (rádios e jornais, principalmente) do que nos grandes veículos nacionais e nas redes sociais. Os números mostram que 74% das pessoas confiam nos pequenos veículos locais, contra apenas 22% que disseram acreditar no que leem nas redes sociais, um território onde qualquer um escreve qualquer coisa sem o mínimo de apuração. A vantagem dos veículos de comunicação regionais também é grande quando comparado com os grandes jornais. O mais incrível é que os jornais alcançaram uma credibilidade maior que as TVs e rádios regionais (73% contra 43%).

A saída do jornalismo está nos veículos locais?

Claro que há grandes diferenças entre a mídia inglesa e brasileira. Entretanto, parece lógico que jornais locais acabem tendo a preferência das pessoas quando o assunto são notícias locais (com o perdão pela repetição). Infelizmente, no Brasil, os jornais (principalmente os menores) sofrem com uma visão distorcida do que deve ou não ser noticiado.

Muitas vezes um assunto é varrido para baixo do tapete por conta de amizades ou preferências polícias ou religiosas. Isso acaba se tornando uma bola de neve contraproducente, que vai minando a credibilidade do veículo, fazendo com que cada vez menos as notícias sejam recebidas da maneira correta.

A grande força dos veículos locais vem da proximidade. Os repórteres, editores e diretores são, na enorme maioria das vezes, pessoas que nasceram ou moram nas redondezas e que conhecem as pessoas, a cidade, a região e seus problemas. Impedir que determinada crítica seja publicada ou que determinado assunto seja impresso é de uma estupidez que me dá vergonha. Sempre há uma maneira positiva de se noticiar algo, mesmo que isso exija um pouco mais de trabalho.

Todo jornalista sabe que números, para citar um exemplo, podem dizer coisas totalmente diferentes, dependendo do viés que se pretenda dar ao assunto. O mesmo acontece com uma denúncia contra uma empresa, um segmento ou uma administração municipal. O jornalismo pressupõe que se ouçam todos os lados de uma questão, mas não impede que se tenham posições e uma linha editorial definida. O problema é que muitos jornais não possuem esse direcionamento definido.

A constante suposta crise do mercado jornalístico serve como justificativa para a diminuição das redações e a contratação de profissionais cada vez menos experientes e competentes. Enquanto na Inglaterra a confiança nos jornalistas subiu de 19% para 32%, nos últimos 6 anos, o mesmo não deve acontecer por aqui – não só pela qualidade dos profissionais, mas também pelo crescente clima de Fla-Flu que permeia quase todas as discussões sobre matérias que falem sobre temas que podem melindrar pessoas que não estão prontas para discutir, ouvir ou ler argumentos que não se encaixem na sua visão das coisas (política e futebol, por exemplo).

É bom saber que a imprensa inglesa está longe de ser um primor, mas tenho certeza de que lá tudo é feito muito mais as claras que em terras tupiniquins.

Fonte: PressGazette

Veja outras pesquisas inglesas

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Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXII – Idosos que têm cães caminham 23 minutos a mais

Os ingleses nem estão entre os povos que mais gostam de bichos de estimação, mas é óbvio que eles não poderiam deixar de fazer uma pesquisa sobre os hábitos dos donos de pets. Eles chegaram a conclusão de que os idosos que têm animais de estimação – no caso, cães – caminham 23 minutos a mais do que os que não têm.

Para comprovar a tese, pesquisadores ingleses colocaram monitores de atividade física em 86 pessoas com mais de 65 anos e coletaram dados da rotina delas por três semanas. Resultado: idosos que tinham cães de estimação deram, a cada dia, uma média de 2.762 passos a mais do que aqueles que não conviviam com animais, e gastaram 23 minutos adicionais em caminhadas. 

Os números representam um acréscimo de 20% a 30% no nível de atividade física diária dessas pessoas. Nada mau para quem tem mais de 65 anos.

Bem, acho que vou ser mesmo um velho sedentário. Afinal, gatos não gostam mesmo de caminhar com seus donos.

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XXI – Internet transmitida por luz atinge velocidade recorde de 224 Gbps

Li-Fi

Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, conseguiriam atingir uma velocidade bi-direcional de conexão de impressionantes 224 Gbps com uma tecnologia não muito convencional – a light fidelity, ou Li-Fi, que transmite o sinal de internet por ondas de luz.

O valor medido (um recorde para um padrão que havia batido “apenas” 10,5 Gbps em experimentos anteriores) seria suficiente para transmitir, em um único segundo, 18 filmes de 1,5GB. E a velocidade não é nem comparável às médias da internet de qualquer país. A mais alta está na Coreia do Sul, mas mesmo lá o valor não passa de “míseros” 24 Mbps.

A tecnologia de transmissão de sinal por luz ainda engatinha e está longe de poder ser usada comercialmente, mas está em desenvolvimento desde 2011, pelo menos, quando o Consórcio Li-Fi foi fundado. Ela surgiu como uma alternativa ao tradicional Wi-Fi, e, se pareada a uma conexão cabeada veloz, poderia trazer velocidades muito maiores do que a máxima de 600 Mbps apresentada pelas conexões sem fio do tipo atualmente.

Enquanto o padrão “concorrente” é baseado em circuitos de rádio, o método mais novo utiliza ondas de luz, tanto infravermelhas quanto visíveis, de lâmpadas LED para enviar o sinal de internet. Isso significa que seu campo de “atuação” é bem perceptível e delimitado – algo que os mais preocupados com a segurança da rede podem valorizar.

No caso da conexão usada no teste, o link “operava em um limite de 3 metros a 224 Gb/s (6 x 37,4 Gb/s) e 112 Gb/s (3 x 37,4 Gbp/s) com campos de visão (CDV) de 60º e 36º, respectivamente”, segundo o resumo da pesquisa. O estudo, por sinal, serviu como a “primeira demonstração de um link sem fio do tipo com um CDV” que poderia de fato cobrir uma sala.

O fato de sair de lâmpadas também significa que o sinal de internet poderia ser levado a praticamente qualquer lugar com iluminação por LED. “Temos a infraestrutura aqui”, disse em apresentação no TED o idealizador da ideia do Li-Fi, Harold Haas, como bem lembrou o IBTimes. “Tudo que precisamos fazer é colocar um microchip em todo aparelho de iluminação, e isso combinaria duas funcionalidades básicas: luz e transmissão de dados sem fio.”

Fonte: Info Abril

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX: Bacon não é mais vilão contra a saúde do coração

Essa é mais uma reportagem que também poderia entrar para a série: “Bacon é Vida”. Agora é ir até o supermercado comprar um pedacinho de uns 3kg.

Bacon faz bemUma nova pesquisa publicada no site britânico de cardiologia Open Heart (da editora British Medical Journal) faz um polêmico alerta: todas as recomendações médicas contra o consumo de gordura saturada jamais deveriam ter sido feitas. Desde o ano passado que cardiologistas, inclusive no Brasil, começam a despertar a atenção para a tese de que gorduras saturadas não são as principais causas de males cardíacos.

O artigo diz que as advertências anteriores eram baseadas em dados falhos e evidências “muito limitadas”. Segundo os primeiros alertas, os homens não poderiam consumir mais de 30g de gordura saturada por dia e as mulheres se limitariam a 20g. Mas os especialistas do Open Heart hoje renegam todos estes avisos, que começaram a ser veiculados na década de 1980.

BaconManteiga, banha de porco, bolos, tortas, leite integral, bacon, queijos e chocolates entram na nova lista de compras defendida pelo Open Heart. O que os especialistas argumentam é que os açúcares, carboidratos e comidas processadas é que contribuem mesmo para doenças do coração. Assim, recomendam evitar mesmo é arroz branco, frutose (a não ser a encontrada naturalmente nas frutas), pão francês e comidas processadas em geral.

A BMJ, editora do British Medical Journal, tem parceria com o Ministério da Saúde do Brasil desde 2012, quando lançou ferramentas digitais para auxiliar diagnósticos.

Mais sobre bacon e vida:

Mulher de 105 anos diz que o segredo para uma vida longa é bacon

Fonte: Jornal Extra 

 

Casais dobram cabeça para a direita ao se beijar

Essa é velha, mas merece ser lembrada (e observada)

o-beijo-de-rodin[1]Um pesquisador alemão, que observou mais de 120 casais se beijando, descobriu que o número de pessoas que dobra a cabeça para a direita é duas vezes maior do que aquelas que viram para a esquerda.

O hábito pode ser ditado pela tendência de bebês de dobrar a cabeça para a direita ainda no útero de suas mães.

O pesquisador Onur Güntürkün, da Universidade de Rühr, na Alemanha, estudou o beijo para tentar entender o funcionamento assimétrico do cérebro humano com cado lada controlando diferentes habilidades.

Diversidade

“Pode haver um costume muito precoce, adquirido pelos seres humanos antes do nascimento, que ainda influencia nosso comportamento pelo resto da vida e é visível em hábitos sutis, como beijar”, disse Güntürkün.

Ele observou casais com idades que iam da adolescência até os 70 anos beijando-se em lugares públicos, como aeroportos, estações de trem e praias.

Güntürkün estudou casais nos Estados Unidos, na Alemanha e na Turquia, para assegurar que houvesse uma diversidade cultural em sua pesquisa.

Ele estudou como os casais dobravam suas cabeças para um beijo inicial, que tinha que incluir posicionamento face a face e contato labial.

O pesquisador também observou se as pessoas que estavam se beijando carregavam algum objeto em suas mãos, o que poderia influenciar a maneira como se inclinavam.

Ele disse que a tendência a virar a cabeça para a direita na hora de beijar não está ligada ao fato de uma pessoa ser destra ou canhota, já que os destros são oito vezes mais numerosos que os canhotos.

A sua descoberta espelha a tendência que bebês mostram nas últimas semanas de gestação e nos primeiros seis meses depois do nascimento de dobrar a cabeça para a direita.

Güntürkün disse acreditar que essa preferência pelo lado direito nunca desaparece.

A pesquisa foi publicada na revista científica Nature.

Fonte: BBC

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Ter TV no quarto melhora a vida sexual

As mulheres detestam TV no quarto – menos quando elas querem ver um filme francês ou impedir que você preste atenção naquela mesa redonda diária sobre futebol -, mas, segundo os ingleses, ter uma Tv no quarto aumenta a frequência com a qual os casais (ingleses, insisto) praticam o sexo.

Por aqui, a TV desligada ajuda ao ato.

Realmente, eles são muito estranhos.

Sexo com TVTer uma TV no quarto pode até atrapalhar o seu sono –mas, segundo uma pesquisa britânica citada pelo “Daily Mail”, também pode dar um up no seu relacionamento.

Aqueles que têm TV no quarto transam, em média, duas vezes mais do que aqueles que não têm. (Compre uma já!)

A primeira pergunta era: “Você tem TV no quarto?”. Do total, 74% responderam sim.

Depois, todos os participantes foram questionados a dizer quantas vezes, em média, eles tinham relações sexuais.

Aí, os pesquisadores compararam os resultados colhidos e chegaram à essa brilhante conclusão: aqueles que têm TV transam, em média, duas vezes na semana. Aqueles que não têm, apenas uma vez, em média.

Todos os entrevistados que disseram que tinham TV foram perguntados se achavam que a presença da televisão levou a uma vida sexual mais saudável e frequente: 67% disseram que sim.

Sobre os porquês, eles citaram: assistir filmes eróticos juntos (37%) e transar sem perder os programas favoritos (32%). OI? Quase metade, 47%, disse que já teve relações sexuais assistindo televisão. Esses britânicos têm problemas!

“A tecnologia está se tornando parte essencial da vida diária e é muito mais comum ter uma TV no quarto do que não ter. Mesmo que seja melhor para a saúde usar o quarto como local para dormir e a sala para ver TV, parece que a inclusão de uma plasma pode apimentar as coisas debaixo dos lençóis”, afirmou um porta-voz da VoucherCodesPro.co.uk, empresa responsável pela pesquisa.

Vamos testar!

Fonte: UOL

Leia outras sensacionais pesquisas inglesas!

Quanto mais proteína no café da manhã, melhor

Como sempre digo: Bacon é vida! Agora, respaldado por estudos científicos seríssimos, posso afirmar que o café da manhã dos ingleses é extremamente saudável e deve ser adotado por todos (:p). Na boa, fazer um estudo para dizer que um café da manhã reforçado faz com que as pessoas sintam menos fome até a hora do almoço chega a ser engraçado de tão inútil. Porém, a descoberta de que comer linguiça e ovos pela manhã pode equilibrar as taxas de glicose é surpreendente.

Vamos comer proteína!

English breakfastO corpo de pesquisas que apontam os benefícios da ingestão de proteína no café da manhã está crescendo. Após cientistas da Universidade de Yale e de Missouri-Columbia mostrarem que linguiça e ovos logo cedo podem regular o apetite durante o dia e equilibrar as taxas de glicose no sangue, um novo estudo da empresa de alimentos Hillshire sugere que quanto maior o consumo de proteína, mais amplos são os benefícios para a saúde.

A pesquisa mostrou que as refeições matinais com alto teor de proteína foram mais eficazes em reduzir o apetite até a hora do almoço. Os cientistas testaram seis tipos de café da manhã: os três primeiros com linguiça e um alimento industrializado à base de ovo, com 40, 23 e 9 gramas de proteína; o quarto com cereais e leite contendo 8 gramas de proteína; o quinto com panqueca e xarope (comum nas refeições americanas), com 3 gramas de proteína; e o sexto sem café da manhã.

Os participantes tiveram que avaliar sua fome antes do almoço e em intervalos de 30 minutos durante quatro horas. Depois ganharam uma refeição de massa e foram aconselhados a comer até estarem satisfeitos.

Salsicha-e-ovos1Os resultados da pesquisa, divulgados durante a Conferência da Sociedade Americana para a Nutrição Experimental na Biologia, mostram que os participantes que comeram o café da manhã com maior quantidade de proteína sentiram menos fome durante toda a manhã e comeram menos no almoço.

— Há um grande valor no verdadeiro entendimento do poder da proteína quando ingerida em quantidades ideais. Proteína é o o melhor alimento, mas os consumidores devem estar mais informado sobre as quantidades que precisam ingerir em cada refeição, para que possam maximizar os benefícios, como o controle da fome — declarou Kristin Harris, chefe de pesquisa de nutrição da Hillshire.

Outra pesquisa, publicada na revista “Experimental Biology”, dá suporte ao estudo da Hillshire. Uma equipe de cientistas testou a diferença dos benefícios de um café da manhã com alimentos industrializados contendo 39 gramas e 30 gramas de proteína. Eles observaram que as pessoas que comeram mais proteína tinham menores taxas de glicose no sangue após a refeição.

Apesar de os pesquisadores afirmarem que esse tipo de café da manhã não prejudica a pressão, o colesterol e o peso, a nutricionista clínica Haline Dalsgaard alerta que comer gema e linguiça diariamente não faz bem para a sáude.

É bom lembrar que cresce no mercado o número de empresas que fabricam e vendem produtos industrializados com alto teor de proteína e que o estudo foi patrocinado e realizado por uma companhia de alimentos.

Fonte: O Globo

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras XXI – Mulheres com quadris largos fazem mais sexo casual

Não que isso faça muita diferença, mas os ingleses parece que estão tentando transferir a culpa pela sua pouca frequência sexual para as mulheres do país, já que elas não se encaixam na descrição das gulosas descritas na pesquisa.

A justificativa para fazer mais sexo me parece extremamente pobre, mas você pode tentar arriscar suas fichas baseado em um estudo científico.

Large hipsSe você está buscando sexo casual, é melhor começar a olhar para o quadril das mulheres. Segundo estudo publicado na revista “Archives of Sexual Behavior”, aquelas com quadris mais largos são mais propensas a ter parceiros de apenas uma noite. A relação não é com o prazer sexual, e sim com o parto. Conhecidos como “quadris férteis”, eles facilitam o nascimento e tornam o momento menos traumático para as mulheres, o que faz com que elas curtam mais o sexo sem compromisso.

A relação parece complicada, mas pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, realizaram uma pequisa com 148 mulheres. Aquelas com cadeiras avantajadas relataram ter tido mais relações com parceiros de apenas uma noite. Os cientistas concluíram que a forma do corpo da mulher tem relação direta com a sua decisão pelo sexo casual. Por terem partos mais complicados, as mulheres com quadris pequenos tendem a ter mais cautela no comportamento sexual.

– A largura do quadril das mulheres tem um impacto direto sobre o risco potencial de lesões fatais relacionadas ao parto. Parece que quando as mulheres têm o controle sobre sua própria atividade sexual esse risco se reflete em seu comportamento – disse Colin A. Hendrie, professor de Etologia Humana e Animal da Universidade de Leeds, ao “Telegraph”. – A atividade sexual das mulheres é, portanto, pelo menos em parte influenciada pela largura do quadril.

Entenda a pesquisa

Quadril largoOs pesquisadores definiram quadris largos aqueles maiores que 36 centímetros, e pequenos os menores de 31 centímetros. Eles selecionaram 148 mulheres com idade entre 18 e 26 anos, não virgens. Elas tiveram seus quadris medidos e responderam a um questionário sobre sua atividade sexual, incluindo idade na primeira relação, número de parceiros sexuais e relação emocional com eles.

Aquelas que relataram de três a quatro parceiros de apenas uma noite tinham um quadril cerca de dois centímetros mais largo do que as que contaram ter tido a experiência casual apenas uma vez.

Os pesquisadores ligaram o comportamento com a evolução do ser humano. De acordo com eles, o homem aprendeu a andar ereto e seu quadril foi se tornando cada vez mais estreito para tornar o andar mais fácil.

Nesse processo, o quadril feminino ficou apenas largo o suficiente para permitir o parto. Diferentemente da maioria dos outros primatas, o bebê humano nasce em uma fase menos desenvolvida da vida por conta dessa restrição e, portanto, precisa de mais atenção de seus pais.

– Descobrimos que as mulheres com quadris menores tendem a ter, ao longo de toda a sua história sexual, poucos parceiros sexuais. Elas realmente só tinha relações sexuais no contexto de relações, o que demonstra uma estratégia sexual mais cautelosa. Se engravidassem, haveria alguém em sua vida para ajudá-las – analisou Hendrie.

Apesar de as mulheres classificadas com quadril largo terem relatado mais relações causais, houve exceções em cada ponta.
– Outra coisa importante é que este estudo não está refletindo o que os homens acham atraente, é sobre as mulheres estarem no comando de seu próprio destino, onde podem controlar seu próprio comportamento sexual – ressaltou Hendrie.

Fonte: O Globo

Bizarro: Sete estudos científicos muito estranhos

Os seguidores do F(r)ases da Vida sabem que sempre vão encontrar boas e bizarras pesquisas científicas – muitas delas inglesas – entre os seus posts. Bem, como estamos em clima de fim de ano e não vou ter presentes para distribuir, segue um post com sete pesquisas pra lá de estranhas. Ok, que algumas delas já haviam sido divulgadas aqui, mas vale o repeteco.

Veja como muito do dinheiro governamental é gasto por pesquisadores em todo o mundo.

1. Decifrando o “pum” dos peixes
Quem sempre invejou o Dr. Dolittle, personagem interpretado por Eddie Murphy no filme de mesmo nome, talvez passe a reconsiderar o desejo de falar com animais depois de ler sobre esta experiência. Pesquisadores ingleses e canadenses se reuniram, em 2003, para investigar a flatulência de alguns tipos de arenques, pequenos peixes presentes nas águas do Atlântico Norte, Pacífico Norte, Mar Báltico e Mediterrâneo. De acordo com o grupo de pesquisadores, o “pum” dos peixinhos pode ser usado como protocolo de comunicação entre os indivíduos da espécie.

Em entrevista à National Geographic, o biólogo Ben Wilson, do Centro de Ciências Marinhas de Bamfield, no Canadá, afirmou que os arenques possuem uma boa audição e que costumam fazer alguns barulhos esquisitos durante a noite, expelindo ar pelo ânus e criando pequenas bolhas. Posteriormente, testes em laboratórios confirmaram que os gases emitidos pela espécie não estão relacionados com a alimentação, já que o comportamento se repetia mesmo quando os arenques estavam de barriga vazia.

Curiosamente, a flatulência aumenta quando muitos peixes dessa espécie estão reunidos, o que pode ser um indicativo de que eles usam os “ventos” para se comunicar. Você pode ouvir o som emitido pelos arenques no vídeo acima. Esse comportamento foi batizado de Fast Repetitive Tick (Tiques Repetitivos e Rápidos), que pode ser abreviado como FRT, sigla muito similar à palavra em inglês para se referir ao flato: fart.

2. Velocidade do som no cheddar

O som do cheddarA velocidade ultrassônica, ou seja, a velocidade com que o ultrassom se propaga, depende do meio pelo qual ele passa. Em 2006, cientistas descobriram que, ao atravessar o queijo cheddar, a velocidade ultrassônica varia de acordo com a temperatura do laticínio.

O artigo, publicado online e em inglês, especifica que se o queijo estiver a 0 ⁰C, a velocidade ultrassônica é de 1.590 m/s. Porém, quando aquecido a 35 ⁰C, o ultrassom viaja por ele a 1.696 m/s. De acordo com os pesquisadores, essa variação está relacionada com o derretimento de gorduras presentes no cheddar. Até o fechamento deste artigo, não descobrimos uma aplicação útil para a pesquisa. Alguém se habilita a sugerir algo?

3. Taxistas ingleses têm cérebros diferentes

CérebroPesquisadores analisaram resultados da ressonância magnética dos cérebros de profissionais com muita experiência de navegação e orientação, como os taxistas de Londres, e os compararam com os exames de pessoas que não dirigem táxi. O resultado foi revelador: taxistas possuem regiões de seu hipocampo maiores ou menores do que as de outras pessoas.

Para quem não se lembra, o hipocampo é uma região do cérebro humano relacionada com a memória e a navegação espacial, sendo uma das primeiras áreas do cérebro a ser afetada pela doença de Alzheimer. Os cientistas também perceberam que o volume de alteração do hipocampo depende do tempo de serviço de cada taxista, favorecendo, assim, a ideia de que a representação espacial fica armazenada em determinada área do hipocampo e que essa área pode ser expandida, de acordo com as necessidades do seu portador.

4. Mulheres de vermelho são mais atraentes?
Mulher de vermelhoJá percebeu que boa parte das femmes fatales do cinema usam vestidos vermelhos? Pois bem, pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, realizaram um estudo para verificar como os homens reagem de acordo com as cores das roupas usadas pelas mulheres.

Para isso, os pesquisadores distribuíram fichas com a fotografia de diversas mulheres usando cores diferentes. Com base na imagem, o entrevistado tinha que responder à seguinte questão: “Imagine que você se encontrará com essa mulher e tem uma nota de cem dólares na sua carteira. Quanto desse dinheiro você gastaria com ela?”. Em todas as etapas, a mesma resposta: os homens teriam encontros mais caros com as mulheres que estavam vestindo vermelho.

De acordo com os cientistas, essa resposta pode ter uma causa biológica, já que primatas não humanos também tendem a se sentir mais atraídos por fêmeas que exibam pelagem mais avermelhada. Agora, quer uma notícia nova? Mulheres também se sentem mais atraídas por homens que vestem roupas vermelhas. De acordo com outra pesquisa da mesma universidade, isso tem a ver com o fato de a cor fazer os homens parecerem poderosos e bem-sucedidos.

5. Alicates são ótimas ferramentas para liberar o “passarinho” da braguilha

Zíper preso

É comum, durante a infância, que meninos acabem prendendo o prepúcio no zíper da calça. Pais desesperados, filho gritando, possibilidade de sangue: a cena é desagradável para qualquer pessoa envolvida. Por isso, a doutora Satish Chandra Mishra, do Departamento de Cirurgias do Hospital Charak Palika, na Índia, desenvolveu um método de liberar o “passarinho” de maneira rápida, não traumática e que pode ser reproduzida em qualquer caso, independentemente da idade da criança.

A técnica até que é bastante simples: com um alicate, corte parte do zíper e do tecido ao redor do fecho. Repita a operação do outro lado. Depois, use o alicate para pressionar as laterais do fecho. Essa pressão fará com que o prepúcio seja liberado instantaneamente e sem dores. Outra ideia, ainda mais simples, é nunca deixar seu filho usar calça ou bermuda que tenha zíper sem cueca.

6. Tese de doutorado: amor e sexo com robôs
Sexo com robôsO pesquisador em inteligência artificial David Levy, da Universidade de Maastricht, na Holanda, conseguiu seu doutorado com uma linha de pesquisa pouco comum: o relacionamento entre humanos e robôs. Em entrevista para a LiveScience, o pesquisador disse acreditar que, por volta de 2050, o estado de Massachussets será o primeiro a legalizar o casamento com robôs.

Levy, que também é autor do livro “Love and sex with robots”, acredita que os robôs se tornarão tão parecidos com os humanos, tanto na aparência quanto na personalidade, que não demorará muito para que as pessoas comecem a se apaixonar por eles. Apesar de parecer estranho, o escritor acredita que o sexo e o amor com robôs serão inevitáveis no futuro.

7. Elefantes são capazes de se reconhecer

ElefanteVocê já ouviu falar do Teste do Espelho? Bem, esse é um experimento criado por Gordon Gallup Jr., em 1970, com base nas observações feitas por Darwin ao entregar um espelho de bolso para um orangotango, no zoológico. O procedimento acabou se tornando uma espécie de medida de autorreconhecimento em diversas espécies.

Além dos humanos, é sabido que algumas espécies de macaco, como bonobos, orangotangos e gorilas, também são capazes de se reconhecer em um espelho. Orcas e um gênero de golfinho, os Tursiops, representam os animais aquáticos com a mesma propriedade.

Mas um estudo realizado pela Wildlife Conservation Society de Nova York fez com que os elefantes também entrassem para esse grupo seleto de criaturas capazes de se reconhecer em espelhos. De acordo com a divulgação da pesquisa, os elefantes foram capazes de interagir com as marcas de identificação que carregavam logo acima dos olhos, além de analisar partes de seus corpos vendo a própria imagem refletida.

Achou essas pesquisas estranhas? Pois saiba que há muitas pesquisas como essas sendo realizadas a todo instante. Há, inclusive, um prêmio destinado aos estudos mais esquisitos ou inúteis já realizados, o Ignobel.

Fonte: Tecmundo

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Mulheres com a bunda grande vivem mais e são mais inteligentes

Essa me foi enviada há algum tempo pelo companheiro Mario Hugo Monken e fiquei esperando uma boa hora para publicá-la. Afinal, nem sempre temos motivos para chamar alguém de bindão ou simplesmente descobrir que a falta dela (bunda) pode ser a razão de algum ato estúpido.

bunda grande IUma pesquisa da Universidade de Oxford, concluiu que mulheres com bumbum grande, vivem mais e são mais inteligentes. De acordo com os pesquisadores, ter nádegas de tamanho grande previne o desenvolvimento de diabetes e com as mulheres que além de ter o bumbum grande, tem a cintura fina são mais inteligentes que as outras.

Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com a das pernas e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, devido à quantidade e tipo de hormônios que contém.

bunda grande IIAs gorduras das nádegas produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídios de forma mais simples, diferente da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.

A inteligência que os cientistas defendem, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam e que intervêm no desenvolvimento do cérebro.

Fonte: Diário do Nordeste

Mulheres gostam mais dos homens quando eles estão chateados

Ainda bem que faz tempo que parei de tentar entender essa raça!

A psicóloga Shiri Cohen, da Escola de Medicina de Harvard, fez um estudo junto com outros pesquisadores para o qual conversou com 156 casais sobre seus relacionamentos e descobriu algo interessante: os homens gostam quando suas namoradas ou esposas compartilham sua felicidade com eles. Mas o contrário não é verdadeiro. Elas preferem quando os homens compartilham sua raiva ou frustração.

É fácil entender a motivação dos homens – quer dizer, quem não gosta de ver os outros felizes, né? Mas e quanto às mulheres? Calma, isso não significa que sejamos do mal ou algo assim.

Segundo Cohen, as mulheres encaram a disposição de um homem em compartilhar sentimentos negativos como um sinal de que ele está investindo no relacionamento e disposto a se envolver. “As mulheres tendem a gostar mais de se envolver em conflitos”, disse ela. Já os homens sentem exatamente o oposto em relação a esses momentos de conflito e encaram isso como uma ameaça à relação. É por isso que preferem quando todo mundo parece feliz.

Parece um problema? Não precisa ser. Segundo o estudo, o que realmente importa em um relacionamento é se você sente que a outra pessoa está tentando se conectar a essas emoções – sejam elas boas ou más.

Fonte: Blog Como as Pessoas Funcionam

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVIII – Pessoa que sofrem de depressão dizem, nos perfis das redes sociais, serem bem-humoradas

Pelo jeito os nossos intrépidos pesquisadores ingleses andam focados no problema da depressão e da bipolaridade (vide pesquisa anterior publicada aqui no F(r)ases). Mas, pelo menos desta vez, a coisa parece passar longe do inútil e fica mais perto só do bizarro.

Uma ONG Britânica para Saúde Mental fez um acompanhamento com 3.789 pessoas que sofrem de depressão e/ou transtorno bipolar. Os pacientes, todos eles cientes do seu problema, tomando suas medicações tarja preta e sofrendo com os sintomas que atrapalham os seus desempenhos profissional e social, foram monitorados nas redes socias. Segundo os cientistas, nenhum dos pesquisados sabia que seus passos nas redes sociais seriam monitorados, para não inibir seus atos. Sendo assim, apesar de cientes e – segundo os cientistas – até um pouco orgulhosos em dizer que sofrem de uma das duas patologias, as pessoas pareceram não querer que certos círculos compartilhassem dessa informação.

O estudo mostra que mais de 82% preenchia seus perfis nas redes sociais (Facebook e Linkedln) se dizendo bem-humoradas e pró-ativas! Nota do editor: Seria isso um sintoma de falta de confiabilidade ou apenas um estratagema para enganar patrões e supostos amigos ou apenas mais um sintoma da doença? Indagados sobre essas características (ainda sem saberem do monitoramento) praticamente a mesma proporção (78%) disse que bom humor e pró-atividade aconteciam em momentos esporádicos e que a depressão e falta de disposição eram bem mais frequentes, além de um complexo de perseguição que eles mesmos não sabiam explicar o porquê.

Quando confrontados com os perfis fake, os pacientes disseram que deviam ter escrito aquilo em um momento de euforia e depois se esqueceram de mudar. Ou seja, papo para boi dormir, já que mesmo depois de desmascarados, a maioria não foi lá mudar seu perfil, principalmente nas áreas relacionadas com trabalho.

Pelo jeito, depressão e transtorno bipolar, também podem estar relacionados com vergonha ou falta de caráter. Tomara que seja só vergonha, algo que pode ser revertido.

Depressão na velhice

Para completar, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a expectativa de vida do brasileiro é de pelo menos 73,4 anos e, segundo especialistas, pessoas com mais de 60 anos têm mais chance de sofrer de depressão, que pode estar acompanhada de outros problemas físicos. O tema foi alvo de debates no XVIII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia – Envelhecimento: oportunidades, desafios e conquistas, que aconteceu em maio, no Rio de Janeiro. Entre os sintomas da doença estão insônia, ansiedade e isolamento social.

Mais informações no site do congresso.

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVIII – Exercício é irrelevante no tratamento da depressão

Uma pesquisa realizada pelas Universidades de Bristol e Exeter, na Grã-Bretanha, sugere que combinar exercícios com tratamentos convencionais pode não influenciar as chances de melhora da depressão. Os pesquisadores britânicos analisaram 361 pacientes. Um grupo recebeu, além dos medicamentos e terapia, ajuda para aumentar as atividades físicas.

Depois de um ano, todos eles tinham menos sintomas de depressão, mas não havia diferença entre o grupo que praticou exercício e o que não praticou. “É uma grande decepção, pois esperávamos que o exercício ajudasse (no tratamento) da depressão. Mas temos que lembrar que estes eram pacientes que já recebiam medicamentos, então, (a pesquisa) considera o exercício um complemento do tratamento médico. Não analisou casos leves de depressão nem levou em conta o exercício como uma alternativa aos medicamentos”, disse Alan Maryon-Davis, professor de saúde pública no King’s College, de Londres.

“A mensagem não deve ser parar com os exercícios. O exercício tem tantos outros benefícios, é bom para doenças do coração, diminui a pressão sanguínea, tem efeitos benéficos no equilíbrio das gorduras no sangue, fortalece os músculos e queima calorias”, diz.

“Muitas pessoas que sofrem de depressão podem ter outros problemas também. E um corpo ativo ajuda a ter uma mente saudável”, acrescentou o pesquisador. O estudo foi financiado pelo NHS, o sistema público de saúde britânico, e publicado na revista especializada British Medical Journal.

Cenário real

A pesquisa analisou como o estímulo à atividade física funciona em um cenário real. Todas as 361 pessoas que participaram receberam tratamentos tradicionais apropriados aos níveis de depressão de cada uma.

Mas, durante oito meses, algumas pessoas em um grupo escolhido de forma aleatória receberam aconselhamento sobre como aumentar o nível de atividade física. Os conselhos foram dados em 13 ocasiões separadas. Cada um dos pacientes deveria escolher que tipo de atividade queria fazer e o quanto deveriam praticar.

Esta abordagem deu bons resultados, estimulando os pacientes a praticar mais exercícios durante um tempo, algo que pode levar a mais benefícios à saúde. Mas, no final de um ano, os pesquisadores não encontraram nenhuma redução extra dos sintomas de depressão no grupo mais ativo.

“Muitos pacientes que sofrem de depressão preferem não tomar os remédios antidepressivos tradicionais, preferindo formas de terapia alternativas, que não são baseadas no uso de remédios”, disse John Campbell, do Colégio de Medicina e Odontologia Peninsula, que também participou da pesquisa.

“Exercícios e atividades físicas parecem prometer um tratamento como este, mas esta pesquisa mostrou que o exercício não parece ser eficaz no tratamento da depressão”, disse. No entanto, de acordo com Campbell, os médicos geralmente encontram pacientes com outros problemas de saúde e, para estes, o estímulo para a prática do exercício pode gerar benefícios.

“A mensagem deste estudo não é que o exercício não seja bom para você, mas que o exercício é realmente bom para você, mas não é bom para tratar pessoas com depressão grave”, acrescentou. “O prazer que todos nós temos a partir de exercícios de intensidade moderada é certamente reconhecido, mas não se sustenta e não é apropriado para tratar pessoas com depressão”, disse.

Fonte: BBC Brasil

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Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVII – Comportamento “depravado” de pinguins é divulgado após um século

Observações sobre a estranha vida sexual dos pinguins no Polo Sul feitas por um cientista britânico há um século foram divulgadas pela primeira vez, após terem passado décadas escondidas por terem sido consideradas “chocantes demais”.

O médico e biólogo George Murray Levick, que observou o comportamento dos animais, era um membro da famosa expedição do capitão Robert Falcon Scott ao Polo Sul, entre 1910 e 1913. Os detalhes das observações feitas por Levick, incluindo “coerção sexual”, necrofilia e comportamento homossexual, foram considerados “depravados” e retirados dos relatos oficiais da expedição.

Segundo o Museu de História Natural de Londres, que manteve os documentos originais e decidiu divulgá-los, muitos dos comportamentos supostamente “depravados” observados por Levick já foram posteriormente explicados cientificamente por pesquisadores.

Levick era o médico oficial da malsucedida expedição Terra Nova, comandada pelo capitão Scott, que partiu para o Polo Sul em 1910. Ele era um pioneiro no estudo dos pinguins e foi a primeira pessoa a acompanhar in loco um período de acasalamento completo de pinguins em uma colônia em Cabo Adare, na Antártida.

Ele registrou muitos detalhes das vidas dos pinguins-de-adélia, mas algumas das atividades dos animais foram consideradas fortes demais pela sensibilidade da época. Levick ficou chocado com o que descreveu como “atos sexuais depravados” de machos “arruaceiros” que copulavam com fêmeas mortas.

Ele ficou tão perturbado com o que viu que registrou as atividades “pervertidas” em seu caderno de anotações em grego, e não em inglês, para limitar o acesso aos registros.

Cópias restritas

Ao retornar à Grã-Bretanha, Levick tentou publicar um artigo intitulado “A história natural do pinguim-de-adélia”, mas segundo Douglas Russell, curador do setor de ovos e ninhos do Museu de História Natural, o relato foi considerado forte demais para a época.

“Ele submeteu essa descrição gráfica extraordinária do comportamento sexual dos pinguins-de-adélia, que o mundo acadêmico daquela época considerou um pouco difícil demais para ser publicado”, diz Russell. A seção do comportamento sexual não foi incluída no artigo oficial, mas o curador de zoologia do museu, Sidney Harmer, decidiu circular apenas cem cópias das descrições gráficas para um seleto grupo de cientistas.

Segundo Russell, a comunidade acadêmica da época simplesmente não tinha o conhecimento científico para explicar os relatos do que Levick considerou necrofilia. “O que acontece lá não é de maneira nenhuma análogo à necrofilia em um contexto humano”, afirma Russell. “É só uma reação sexual dos machos ao ver as fêmeas em determinada posição”, diz.

“Eles não conseguem distinguir entre fêmeas vivas que estão esperando o acasalamento na colônia e pinguins mortos no ano anterior que estão na mesma posição”, explica.

Descoberta acidental

Apenas duas das cem cópias originais dos relatos de Levick sobreviveram ao tempo. Russell e seus colegas do museu publicaram agora uma reinterpretação das observações de Levick para a revista especializada Polar Record. Russell diz ter descoberto uma das cópias por acidente.

“Estava olhando o arquivo sobre George Murray Levick quando mexi em alguns papéis e encontrei embaixo esse artigo extraordinário intitulado “Os hábitos sexuais do pinguim-de-adélia”, com um “Não para publicação” em corpo tipográfico grande. “Ele está cheio de relatos de coerção sexual, abuso sexual e físico de filhotes, sexo sem fins de procriação e finaliza com o relato do que ele ele considera comportamento homossexual. É fascinante”, diz.

O documento e as anotações originais de próprio punho de Levick estão agora em exibição no Museu de História Natural pela primeira vez. Para Russell, as anotações mostram um homem que teve dificuldades em entender o que os pinguins realmente são. “Ele estava completamente chocado. De certa maneira, ele caiu na mesma armadilha que um monte de gente que via os pinguins como pássaros bípedes ou como pessoas pequenas. Eles não são isso. São pássaros e devem ser interpretados como tal”, afirma.

Fonte: BBC Brasil

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Mulheres solteiras são as que mais comem chocolate no país, diz Ibope

Do total, 79% delas disseram ter comido o produto na última semana. Pesquisa ouviu 20.736 pessoas entre agosto de 2010 e agosto de 2011.

As mulheres solteiras são as que mais consomem chocolate no país, segundo pesquisa do Target Group Index, do Ibope Media, divulgada nesta quarta-feira (4). O levantamento apontou que 79% das entrevistadas com este estado civil declararam ter consumido o produto nos últimos sete dias.

Foram ouvidas 20.736 pessoas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília, além de moradores de cidades do interior de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste.
saiba mais

Segundo o Ibope, o  número de pessoas entrevistadas nas cidades representa os cenários de cada uma delas. Na metodologia, o instituto entrevistou pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 75 anos.

O levantamento também apontou que as mulheres são responsáveis por 55% do consumo de chocolate e os homens, por 45%. Desses, 67% dos que têm filhos em casa consomem o produto, mas quem não tem filho em casa come mais chocolate (69%). O instituto identificou que 75% dos solteiros consumiram chocolate nos últimos sete dias e 64% dos casados fizeram a mesma afirmação.

Por cidade, o estudo mostra que 73% dos moradores de Brasília declararam ter consumido chocolate nos últimos sete dias. Os brasilienses são os que mais comem o produto.

Fonte: G1

Segundo a pesquisa, 81% dos jovens (12 a 24 anos) e despreocupados (solteiros ou separados, que não são responsáveis diretos por outros moradores do domicílio) foram os que mais declararam ter consumido chocolate.

Homens com barba são menos atraentes

Esse estudo não é inglês – portanto, não muito confiável -, mas, atendendo a pedidos, faço o registro dele aqui no F(r)ases da Vida.

Em estudo publicado no Journal of Behavioral Ecology, os pesquisadores Barnaby J Dixson, da Universidade de Wellington, na Nova Zelândia, e Paul L Vasey, da Universidade de Lethbridge, no Canadá, afirmam que homens com barba parecem mais velhos, com status social maior e mais agressivos em comparação com os mesmos homens sem barba. E no quesito sensualidade, eles saem perdendo.

A pesquisa foi feita da seguinte maneira: 19 homens foram fotografados barbudos e após se barbearem. Também foi pedido que eles posassem com uma expressão agressiva nas duas versões, com e sem barba. As fotos do antes e depois foram mostradas para mais de 200 mulheres, que tinham que escolher qual versão era mais atraente.

As mulheres que participaram da pesquisa julgaram as versões barbeadas dos homens mais atraentes do que as versões barbudas. Os homens com barbas pareciam mais velhos e com maior status social do que os homens com o rosto lisinho.

Além disso, quando mostraram as fotos com expressão irritada, a versão barbuda foi eleita mais agressiva que a versão barbeada, demonstrando que a simples existência dos pelos no rosto confere agressividade aos homens.

A hipótese dos pesquisadores é que a evolução e permanência da barba nos homens ao longo do tempo faz referência não à preferência feminina – como defendia Charles Darwin – mas sim ao fato dos homens barbados intimidarem seus colegas de rosto lisinho.

A pesquisa foi feita com mulheres da Nova Zelândia e Samoa. Para podermos tirar nossas próprias conclusões, comparamos duas versões do ator Gabriel Braga Nunes: a primeira com o rosto barbeado, e a outra com uma barba vasta. Clique e arraste para comparar e vote na enquete. Você prefere homens com barba ou sem barba?

Fonte: IG

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVI – Facebook é causa de um em cada três divórcios

Eles voltaram! O singleses voltaram! Viva o Facebook!

Segundo levantamento, 33% dos pedidos de divórcio no país citavam a rede social; mensagens inapropriadas e comentários maldosos para ex são as principais razões

Maridos e esposas do Reino Unido que se separam estão cada vez mais citando o Facebook em suas petições, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site local especializado Divorce-Online.

Lançado nesta semana, o levantamento revelou que 33% dos pedidos de divórcio no país continham a palavra Facebook. Esse é um aumento significativo em relação a última vez que o site realizou a pesquisa em 2009. Naquela época, a rede social foi mencionada em 20% dos pedidos amostrados pelos pesquisadores.

Apesar de os advogados de divórcio estarem vasculhando o Facebook em busca de sinais de infidelidade, eles também procuram por comentários depreciativos feitos pelos esposos e esposas sobre o outro após terem se separado e estarem brigando judicialmente, explica o site. A página descobriu que as razões mais comuns para citar o Facebook em um processo de divórcio são:

-Mensagens inapropriadas para membros do sexo oposto

-Casais separados postando comentários maldosos um sobre o outro

-Amigos do Facebook informando o comportamento do ex-companheiro(a)

Já o microblog Twitter foi citado em apenas 20 dos 5.000 processos analisados pelo site.

Como as redes sociais tornaram-se uma das principais ferramentas de comunicação, tornaram-se o lugar mais fácil para as pessoas terem um caso ou flertarem com alguém do sexo do oposto, afirma o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan.

“Além disso, o uso do Facebook para fazer comentários sobre os parceiros(as) para amigos tornou-se algo extremamente comum, com os dois lados usando o site para mostrar suas mágoas um contra o outro”, completou.

Com cerca de 800 milhões de usuários, a maior rede social do mundo também virou terreno fértil para achar evidências em processos de divórcio nos Estados Unidos. Por exemplo, um estudo realizado em fevereiro de 2010 pelo membros da American Academy of Matrimonial Lawyers revelou que 81% desses profissionais viram um aumento em relação aos cinco anos anteriores no uso de evidências a partir de redes sociais nos processos de divórcio. Mais ainda, 66% afirmou que o Facebook era uma fonte primária para encontrar evidências para o divórcio.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

Vinho e cerveja protegem contra doenças do coração

Enquanto vinho e cerveja agem de maneira semelhante no organismo, protegendo contra doenças cardiovasculares (desde que consumidos moderadamente), bebidas destiladas não apresentam o mesmo benefício.

Essa é a conclusão de um meta estudo feito por pesquisadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, e publicado no periódico European Journal of Epidemiology.

Os pesquisadores cruzaram resultados de diversas pesquisas sobre o assunto. Ao analisarem 16 estudos sobre a relação entre o consumo de vinho e a redução de risco de doenças cardiovasculares, concluíram que a ingestão de 21 gramas de álcool ao dia gera, em média, 31% de redução nas chances de desenvolver o problema. Efeitos semelhantes foram observados em 13 estudos sobre o consumo de cerveja: a ingestão diária de 43 gramas de álcool foi relacionada com 42% de proteção contra eventos cardiovasculares. Entretanto, o estudo não identificou uma associação significativa entre consumo de bebidas destiladas e proteção cardiovascular.

Esses resultados confirmam o que muitos estudos já haviam dito sobre o consumo de bebida alcoólica: a chamada ‘curva em J’. A pesquisa observou que as pessoas que não bebem cerveja e vinho tem poucos benefícios relacionados com as doenças cardiovasculares; quando consumidas moderadamente, essas bebidas são benéficas; mas, se ingeridas exageradamente, são extremamente prejudiciais. Entretanto, esse padrão não foi observado em relação ao consumo de bebidas destiladas. Os pesquisadores imaginam que isso se deve ao fato de esse tipo de bebida estar mais relacionado a consumo excessivo, e não moderado.

Para os realizadores do estudo, entretanto, os resultados não permitem chegar a uma conclusão sobre qual substância é benéfica nas bebidas alcoólicas. Ou seja, não é possível dizer que a proteção contra doenças cardiovasculares se deve aos polifenóis presentes na cerveja e no vinho e nem ao álcool, uma vez que os destilados também apresentam essas substâncias.

Não é para você

Apesar de a bebida alcoólica, com moderação, proporcionar benefícios para a saúde, ela não é indicada para todos. Existem pessoas que não devem ingerir quantidade alguma de álcool, já que os prejuízos são muito maiores do que as vantagens. Sinal vermelho para quem tem os seguintes problemas:

Doença hepática alcoólica: é a inflamação no fígado causada pelo uso crônico do álcool. Principal metabolizador do álcool no organismo, o fígado é lesionado com a ingestão de bebidas alcoólicas.

Cirrose hepática: o álcool destrói as células do fígado e é o responsável por causar cirrose, quadro de destruição avançada do órgão. Pessoas com esse problema já têm o fígado prejudicado e a ingestão só induziria a piora dele.

Triglicérides aumentado: o triglicérides é uma gordura tão prejudicial quanto o colesterol, já que forma placas que entopem as artérias, podendo causar infarto e derrame cerebral. O álcool aumenta essa taxa. Portanto, quem já tiver a condição deve manter-se longe das bebidas alcoólicas.

Pancreatite: a doença é um processo inflamatório do pâncreas, que é o órgão responsável por produzir insulina e também enzimas necessárias para a digestão. O consumo exagerado de álcool é uma das causas dessa doença, e sua ingestão pode provocar muita dor, danificar o processo de digestão e os níveis de insulina, principal problema do diabetes.

Úlcera: é uma ferida no estômago. Portanto, qualquer irritante gástrico, como o álcool, irá piorar o problema e aumentar a dor.

Insuficiência cardíaca: por ser tóxico, o álcool piora a atividade do músculo cardíaco. Quem já sofre desse problema deve evitar bebidas alcoólicas para que a atividade de circulação do sangue não piore.

Arritmia cardíaca: de modo geral, ele afeta o ritmo dos batimentos cardíacos. A bebida alcoólica induz e piora a arritmia.

Redobre a atenção

Há também aqueles que devem ter muito cuidado ao beber, mesmo que pouco.Tudo depende do grau da doença, do tipo de remédio e do organismo de cada um.

Problemas psiquiátricos: o álcool muda o comportamento das pessoas e pode alterar o efeito da medicação. É arriscada, portanto, a ingestão de bebida alcoólica por aqueles que já têm esse tipo de problema.

Gastrite: é uma fase anterior à úlcera e quem sofre desse problema deve tomar cuidado com a quantidade de bebida alcoólica ingerida. Como pode ser curada e controlada, é permitido o consumo álcool moderado, mas sempre com autorização de um médico.

Diabetes: Todos os diabéticos devem ficar atentos ao consumo de álcool. A quantidade permitida dessa ingestão depende do grau do problema, dos remédios e do organismo da pessoa. Recomenda-se, se for beber, optar por fazê-lo antes ou durante as refeições para evitar a hipoglicemia.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

Pesquisa revela hábitos de investimentos das mulheres

Recebi um release que fala dos hábitos de investimento das mulheres. Investimentos que ultrapassam a procura por um marido rico ou um amante taradamente embascabado pelo charme sedutor do sexo frágil.

Provavelmente vocês não leram, mas já publiquei aqui que os homens gastam mais com mulheres de vermelho, o que pode ser considerado uma forma de investimento feminino (sem preconceito :p)

Agora em mode sério on, o estudo é super interessante e pode servir para que as empresas entendam onde está o dinheiro.

Mais da metade das entrevistadas investe parte da renda. Poupança ainda é a principal modalidade de investimento.

As mulheres estão investindo cada vez mais. É o que comprova pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher, que entrevistou, durante o mês de junho, 600 mulheres, com idades entre 18 e 60 anos, que possuem renda própria e algum tipo de investimento. O objetivo do levantamento é entender as principais dificuldades que as mulheres têm para lidar com seus investimentos. Da amostra total com 1.157 mulheres, 52% delas responderam que investem parte de sua renda. A estimativa de 67% delas é aumentar o volume de investimentos nos próximos doze meses. Em janeiro de 2010, o percentual de mulheres com algum investimento era de 46%.

A compra ou reforma de um imóvel foi apontada por 35% das mulheres como o principal motivo para realizar investimentos. Fazer uma viagem apareceu com 26%, aposentadoria, 23%, e comprar um automóvel, 19%. Para as mulheres que não conseguem poupar ou investir (48%), o principal motivo é a situação financeira que as obriga a gastar toda a renda (78%). Já 13% delas afirmaram gastar toda sua renda em compras.

Quando perguntadas com que frequência guardam seu dinheiro, mais da metade das entrevistadas mostrou uma postura prudente: 28% separam um montante fixo regularmente e outros 28% fazem a conta e decidem quanto guardar antes de gastar. Vinte e cinco por cento responderam que não têm regra específica e guardam eventualmente. A opção “faço contas e decido quanto vou guardar antes de gastar” cresceu nove pontos percentuais de 2010 para 2011, saltando de 19% para 28%.

A pesquisa levantou ainda as principais diferenças entre homens e mulheres quando o assunto é investimento. As mulheres se vêem mais prudentes e a maioria afirmou que os homens buscam maior retorno e elas, menor risco. Quatorze por cento delas disseram que o homem arrisca mais e 5% se declararam mais conservadoras. Mais da metade das entrevistadas (52%) assume que sente necessidade de aprender mais sobre finanças pessoais e 22% delas se sentem seguras e acreditam que aplicam bem o seu dinheiro.

Onde aplicar?

De acordo com a pesquisa, 75% das mulheres sentem dificuldade em entender as diversas opções de investimento, principalmente os informativos dos bancos, por usarem uma linguagem muito técnica e rebuscada. A internet é a fonte de informação mais utilizada por elas, o que mostra a força de influência dessa mídia. Praticidade e comodidade fazem com que elas invistam no banco onde possuem conta corrente.

A poupança é a principal modalidade de investimento, escolhida por 76% das mulheres. Quem não aplica em poupança (24%), geralmente por considerar uma aplicação de baixo rendimento, costuma investir seus recursos em fundos de investimento com renda fixa (27%), seguidos pelos títulos de renda fixa (19%) e CDB (10%). Já 11% delas investem diretamente em ações.

A pesquisa perguntou ainda o que as mulheres considerariam relevante caso optassem por trocar a modalidade de investimento. Mais da metade delas respondeu que acham importante uma ferramenta constante via Internet, baixo investimento inicial e uma maior oferta de serviços financeiros, como seguros e empréstimos com menores taxas.

Fonte: Sophia Mind

Estudo aponta que 70% da população sofre com estresse no trabalho

Fizeram um estudo meio óbvio. Agora, é enviar esse estudo aos pseudo chefes que gritam, são grossos, tocam terror e não fazem nada, apesar de sofrerem com o stress e o excesso de ordens dadas. Mas eles não devem ler essas coisas científicas.

Stress é algo que só quem trabalha de verdade deveria ter o direito de dizer que tem.

Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 109 mil profissionais receberam auxílio-doença por conta de efeitos gerados pelo estresse, contra 85 mil casos registrados em 2010

Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 109 mil profissionais receberam auxílio-doença por conta de efeitos gerados pelo estresse, contra 85 mil casos registrados no mesmo período de 2010. E não é só isso: estudo realizado pela unidade brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR), associação especializada na prevenção e estudo do estresse, aponta que 70% da população economicamente ativa do País já sofre com o problema.

Para o administrador de empresas Anderson Cavalcante, especialista em desenvolvimento das competências humanas, as práticas adotadas pelo mercado devem ser repensadas.

“Jornadas permanentes que ultrapassam 10 horas por dia e acúmulo de tarefas são fatores cada vez mais presentes no cotidiano das empresas e a pergunta que fica é: está valendo a pena? Ao que tudo indica, a resposta é não. Ao invés de verem seus resultados melhorando, as organizações estão fazendo com que seus colaboradores fiquem desmotivados, sem energia e incapacitados de buscarem as metas estabelecidas”, pondera.

Para se ter uma ideia, até junho, a Previdência já havia gastado R$ 147 milhões com o apoio prestado aos que sofrem com as consequências do estresse. Para Cavalcante, isso demonstra a dimensão do problema e evidencia que “remediar” não é mais a saída. “Pelo contrário, temos que ver o estresse como um mal da saúde pública e não apenas como algo relacionado ao trabalhador e às empresas.

“Caso a questão não seja tratada com seriedade em sua base, veremos os números aumentarem constantemente”, afirma.

O especialista dá dicas que podem ser aplicadas ao dia a dia.

“O trabalho deve ser uma atividade prazerosa, não uma tortura. Além de cuidados com pontos básicos, como alimentação e realização de atividades físicas, o profissional deve refletir sobre produtividade e a importância atribuída ao que se faz”, explica.

Para ele, as reflexões não podem ficar limitadas a reclamações.

“Questões como ‘trabalho com foco no resultado ou acabo desviando das minhas metas e acumulando tarefas com as quais não preciso me preocupar?’ e ‘meus valores e objetivos estão alinhados às exigências da empresa em que estou atualmente?’ podem ajudar a melhorar o rendimento e diminuir o estresse”, opina.
Para o setor de Recursos Humanos, a recomendação do especialista é tentar equilibrar de forma mais harmônica a quantidade de trabalho ao número de profissionais de cada área.

“Os gerentes, por exemplo, têm equipes cada vez mais enxutas e projetos sempre maiores. A equação não bate e um dos resultados disso é o estresse”, resume.

De olho nos sinais

Ficar atento aos sinais do estresse pode ajudar a tomar medidas preventivas antes da situação fugir do controle e exigir tratamentos complexos. De acordo com a pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR), ao se falar em sintomas físicos, 38% das pessoas passam por distúrbios do sono e 86% são afetadas por tensão muscular e dor de cabeça. Ansiedade e angústia atingem, respectivamente, 81% e 78%.

Para aliviar e combater o estresse, o psicólogo Luiz de Vasconcelos, membro do Conselho Regional de Psicologia, diz que, além de prestar atenção no corpo é necessário dar tempo para ele processar o estresse.

“Busque alguma atividade física que ocupe sua mente por pelo menos uma hora diária. Algo que dê prazer.

Cada pessoa gosta de uma coisa. Pode ser uma caminhada, andar de bicicleta ou até mesmo lutar box. O importante é que a atividade seja feita com entusiasmo e promova o relaxamento”, encerra.

Atenção para rotinas e o equilíbrio do corpo

A nutricionista Fabiana Machado Loureiro, especialista em dietas para atletas, que vivem sob estresse nos treinamentos, explica que é essencial termos uma rotina nos horários das refeições, e não ficar longos intervalos sem nos alimentarmos.

“O ideal são seis refeições ao dia. Se você está atrasado para a escola ou trabalho, um simples café preto não vai resolver a situação. Depois de uma noite de 8 horas de sono, que é o mínimo recomendado pelos médicos, nosso organismo precisa se abastecer de energia.

Segundo Fabiana, as fontes são conhecidas, mas não custa relembrar, não é mesmo?

“Os carboidratos estão mais presentes nas massas e cereais; As vitaminas e minerais, nas frutas e legumes; Proteínas podem ser encontradas nas carnes. O ideal é investir mais em carnes brancas, porque têm menor concentração de gordura. O equilíbrio é o segredo para manter o corpo em dia, equilibrado e longe do estresse”, aconselha.

Ela diz ainda que se ingerirmos cafeína em excesso, seja através de café, chá mate ou preto, refrigerantes à base de cola, nossa predisposição para a ansiedade e irritação será maior, o que pode comprometer os resultados na escola ou trabalho.

“Esta regra também se aplica ao almoço. Se o tempo é curto e não for possível apreciar comida caseira, não fique apenas no lanche. Procure compensar montando um cardápio variado e completo. Para isso, pode ser necessário pedir ajuda a um profissional de nutrição.”

A especialista avisa ainda que, para combater a sensação de cansaço após as refeições, o ideal é evitar frituras e massas pesadas em todas as refeições.

“Esses alimentos só acumulam gorduras, favorecendo o entupimento de veias coronárias, estimulando o enfarte.”

Escolhas acertadas

Alface: a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.

Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, garantindo o bom funcionamento do sistema nervoso, devido ao magnésio, ao fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B.

Castanha-do-pará: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. É rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.

Laranja: promove um melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular e ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga.

Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio que agem diretamente no cérebro.

Texto de Simone Schettino, publicado no jornal O Fluminense

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XV – Saiba onde há mais perigo de ganhar um chifre

Ninguém gosta de ser corno(a), embora seja muito difícil fugir dele, já que a natureza do ser humano é muito pouco confiável. Notícia publicada pelo site do jornal O Dia, dá um panorama de onde é mais fácil acontecer uma traição.

Claro que esse tipo de pesquisa tinha que sair da mente de pesquisadores ingleses!

Pesquisa aponta os locais onde as pessoas mais traem

Um estudo de um site americano listou os locais onde as pessoas mais traem, os lugares mais perigosos são as festa de casamento e comemorações de fim do ano do trabalho A pesquisa feita pelo site Illicit Encounter, entrevistou um grupo de 2.000 homens e mulheres, entre 25 e 45 anos para levantar o lugares que destroem casamentos.

De acordo com o site, um terço dos homens admitiu que enganou a parceira em um casamento – quando a sua outra metade não estava lá – Segundo um porta voz do site, “Há algo em uma dama de honra que é extremamente atraente para os homens”.

A pesquisa também apontou os locais onde as mulheres mais traem, no topo da lista está a tradicional festa de fim de ano do trabalho e balada com amigas. Também figura na lista um lugar inusitado, no qual o parceiro pode conhecer um amante, uma reunião de escola dos filhos.

Veja a lista dos locais onde mais há traição.

Homens

Festa de casamento 37%
Balada com amigos 27%
Festa de fim de ano do trabalho 21%
Reunião de escola 9%

Mulheres

Festa de fim de ano do trabalho 37%
Balada com amigas 35%
Reunião de escola 17%
Festa de casamento 11%

Leia mais pesquisas inglesas

Pesquisador brasileiro rastreia origem do Big Mac

Apesar da decadência do império do McDonald’s, parece que o fascínio sobre a outrora incontestável líder no ramo do fast food continua grande. No Brasil um pesquisador resolveu determinar as características do gado através da carne do Big Mac (entre outros aspectos). Leia a íntegra do texto publicado no Portal Terra.

A fim de identificar as características culturais da alimentação mundial, pesquisadores do Laboratório de Ecologia Isotópica do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Universidade de São Paulo (USP), viajaram o mundo para analisar o Big Mac, principal e mais conhecido produto da rede de fast-food McDonald’s, presente em mais de 100 países. “O lanche, considerado o carro-chefe do McDonald’s, funciona como um poderoso traçador do sistema de produção de carne dos países. O hambúrguer fornece diversas e variadas informações”, informa o pesquisador Luiz Antonio Martinelli, responsável pela pesquisa divulgada pela USP.

Para descobrir onde e como é produzido o principal produto do Big Mac, o hambúrguer, a pesquisa rastreou a cadeia alimentar do gado. Martinelli chegou à conclusão que, apesar de o sanduíche ser uma comida global, seu sabor é local, pois a carne é originária do rebanho de cada país. “Mas isso não ocorre no mundo todo. Os isótopos estáveis do carbono e do nitrogênio da carne contida em cada um dos Big Macs estudados mostraram, por exemplo, que o lanche consumido no Japão é proveniente da Austrália, com gado alimentado com gramíneas do tipo fotossintético C4″. Os isótopos são o núcleo das reações químicas de um alimento. É o núcleo, espécie de DNA, onde estão as informações sobre as composições químicas.

Esta conclusão foi baseada no fato que as carnes dos lanches japoneses tinham uma razão isotópica do carbono-13/carbono-12 mais elevada do que os esperados num país baseado em uma agricultura de ciclo C3 (norma que caracteriza a forma como a planta faz sua fotossíntese). O fato comprova que o Japão importa carne da Austrália, onde prevalece o modo fotossintético C4 da lavoura, ou seja, das plantas que suportam altas luminosidades, fato que não ocorre no país nipônico.

Esta pesquisa permitiu chegar a três conclusões. “A primeira é que com um simples hambúrguer é possível rastrear o que o gado come pelo mundo todo. A segunda confere a possibilidade de estabelecer como carnes produzidas em diferentes países viajam. E a terceira é que, por uma questão de mercado, o igual não é tão semelhante assim”, relata Martinelli, que empregou o conceito “glocal” (global + local) para caracterizar o Big Mac.

É curioso que até existe um índice econômico que calcula o preço do Big Mac em todos os países em que é consumido, com o intuito de medir o valor de uma moeda em relação ao dólar, o Big Mac Index. “O famoso lanche do McDonald’s tem a capacidade de estar, ao mesmo tempo, atualizado ao sistema mercadológico das empresas globais sem perder a influência cultural imposta pelo mercado local”, conclui o pesquisador.

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIV – Cientistas pesquisam comportamento de gatos com câmera e GPS

Depois de vários posts musicais, aqui vai o primeiro sobre pesquisas e, claro, deles: os ingleses.

Cientistas britânicos estão usando uma câmera especial, em miniatura, e um sistema de GPS para aprender mais sobre o comportamento dos gatos. O sistema foi apelidado de “cat-nav”, uma referência aos sistemas de navegação via satélite usados em carros e barcos. O novo estudo revela o que os gatos realmente fazem quando saem sozinhos.

Jim Fowler, dono de um dos gatos estudados, contou à BBC que foi interessante finalmente descobrir por onde seu gato, Freddy, andava o dia inteiro. “Foi interessante ver como ele andava em volta da casa, em nosso jardim, ver o que ele apronta”, disse. Fowler, que tem outro gato, Totty, contou que Freddy é o gato que “realmente gosta de ficar fora de casa, que gosta de escalar as coisas, explorar, pegar ratos”. E, segundo o dono de Freddy, no verão ele só entra em casa para comer e dormir.

Fonte: BBC Brasil