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Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIV – As cidades mais caras do mundo para se viver

Há pouco tempo publiquei uma pesquisa que mostrava quais as cidades estrangeiras preferidas pelos brasileiros. Com o atual cenário do dólar e das principais moedas (euro e libra) a escolha de um destino passa obrigatoriamente pela questão econômica. Se uma cidade é considerada cara para se viver pelos próprios locais, imagine os custos para nós,

Uma pesquisa da revista britânica The Economist revela o ranking das cidades mais caras e as mais baratas para se viver no mundo. Fiquei surpreso com a colocação das cidades brasileiras (que considero muito caras). São Paulo aparece na 77ª posição e o Rio de Janeiro em um estranho 82º. Os lugares mais caros são dominados pela Ásia e Europa, enquanto os mais baratos estão melhor divididos.

Os quesitos

Para chegar a esse ranking a publicação analisou 150 itens como custo com comida, bebida, moradia, transporte, cuidados pessoais, entretenimento, educação, transporte, compras de supermercado e até o preço dos cigarros. A pesquisa é extensa e esmiuçar todos os seus aspectos demandaria um tempo demasiado longo. Então….

Cingapura é a mais cara

Se houve variação no ranking, ela passou longe do 1º lugar. Pela quinta vez consecutiva Cingapura foi classificada como a cidade mais cara do mundo. A cidade foi a mais cara no transporte e nas compras de supermercado. Nova York e Los Angeles foram as mais caras dos Estados Unidos (13º e 14º lugares, respectivamente), ficando muito adiante de Londres (30º), por exemplo.

Portanto, na hora de escolher um destino de viagem, de intercâmbio ou mesmo um local para viver longe do Brasil, vale a pena dar uma conferida nesse ranking.

As mais baratas

Gostaria de falar mais sobre as mais baratas, mas não acredito que Damasco (na Síria) ou Caracas (Venezuela) sejam capazes de atrair a atenção de muita gente no momento, principalmente por conta do péssimo momento social/econômico pelos quais os países onde estão localizados passam.

O ranking

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Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXII – Idosos que têm cães caminham 23 minutos a mais

Os ingleses nem estão entre os povos que mais gostam de bichos de estimação, mas é óbvio que eles não poderiam deixar de fazer uma pesquisa sobre os hábitos dos donos de pets. Eles chegaram a conclusão de que os idosos que têm animais de estimação – no caso, cães – caminham 23 minutos a mais do que os que não têm.

Para comprovar a tese, pesquisadores ingleses colocaram monitores de atividade física em 86 pessoas com mais de 65 anos e coletaram dados da rotina delas por três semanas. Resultado: idosos que tinham cães de estimação deram, a cada dia, uma média de 2.762 passos a mais do que aqueles que não conviviam com animais, e gastaram 23 minutos adicionais em caminhadas. 

Os números representam um acréscimo de 20% a 30% no nível de atividade física diária dessas pessoas. Nada mau para quem tem mais de 65 anos.

Bem, acho que vou ser mesmo um velho sedentário. Afinal, gatos não gostam mesmo de caminhar com seus donos.

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XXI – Internet transmitida por luz atinge velocidade recorde de 224 Gbps

Li-Fi

Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, conseguiriam atingir uma velocidade bi-direcional de conexão de impressionantes 224 Gbps com uma tecnologia não muito convencional – a light fidelity, ou Li-Fi, que transmite o sinal de internet por ondas de luz.

O valor medido (um recorde para um padrão que havia batido “apenas” 10,5 Gbps em experimentos anteriores) seria suficiente para transmitir, em um único segundo, 18 filmes de 1,5GB. E a velocidade não é nem comparável às médias da internet de qualquer país. A mais alta está na Coreia do Sul, mas mesmo lá o valor não passa de “míseros” 24 Mbps.

A tecnologia de transmissão de sinal por luz ainda engatinha e está longe de poder ser usada comercialmente, mas está em desenvolvimento desde 2011, pelo menos, quando o Consórcio Li-Fi foi fundado. Ela surgiu como uma alternativa ao tradicional Wi-Fi, e, se pareada a uma conexão cabeada veloz, poderia trazer velocidades muito maiores do que a máxima de 600 Mbps apresentada pelas conexões sem fio do tipo atualmente.

Enquanto o padrão “concorrente” é baseado em circuitos de rádio, o método mais novo utiliza ondas de luz, tanto infravermelhas quanto visíveis, de lâmpadas LED para enviar o sinal de internet. Isso significa que seu campo de “atuação” é bem perceptível e delimitado – algo que os mais preocupados com a segurança da rede podem valorizar.

No caso da conexão usada no teste, o link “operava em um limite de 3 metros a 224 Gb/s (6 x 37,4 Gb/s) e 112 Gb/s (3 x 37,4 Gbp/s) com campos de visão (CDV) de 60º e 36º, respectivamente”, segundo o resumo da pesquisa. O estudo, por sinal, serviu como a “primeira demonstração de um link sem fio do tipo com um CDV” que poderia de fato cobrir uma sala.

O fato de sair de lâmpadas também significa que o sinal de internet poderia ser levado a praticamente qualquer lugar com iluminação por LED. “Temos a infraestrutura aqui”, disse em apresentação no TED o idealizador da ideia do Li-Fi, Harold Haas, como bem lembrou o IBTimes. “Tudo que precisamos fazer é colocar um microchip em todo aparelho de iluminação, e isso combinaria duas funcionalidades básicas: luz e transmissão de dados sem fio.”

Fonte: Info Abril

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX: Bacon não é mais vilão contra a saúde do coração

Essa é mais uma reportagem que também poderia entrar para a série: “Bacon é Vida”. Agora é ir até o supermercado comprar um pedacinho de uns 3kg.

Bacon faz bemUma nova pesquisa publicada no site britânico de cardiologia Open Heart (da editora British Medical Journal) faz um polêmico alerta: todas as recomendações médicas contra o consumo de gordura saturada jamais deveriam ter sido feitas. Desde o ano passado que cardiologistas, inclusive no Brasil, começam a despertar a atenção para a tese de que gorduras saturadas não são as principais causas de males cardíacos.

O artigo diz que as advertências anteriores eram baseadas em dados falhos e evidências “muito limitadas”. Segundo os primeiros alertas, os homens não poderiam consumir mais de 30g de gordura saturada por dia e as mulheres se limitariam a 20g. Mas os especialistas do Open Heart hoje renegam todos estes avisos, que começaram a ser veiculados na década de 1980.

BaconManteiga, banha de porco, bolos, tortas, leite integral, bacon, queijos e chocolates entram na nova lista de compras defendida pelo Open Heart. O que os especialistas argumentam é que os açúcares, carboidratos e comidas processadas é que contribuem mesmo para doenças do coração. Assim, recomendam evitar mesmo é arroz branco, frutose (a não ser a encontrada naturalmente nas frutas), pão francês e comidas processadas em geral.

A BMJ, editora do British Medical Journal, tem parceria com o Ministério da Saúde do Brasil desde 2012, quando lançou ferramentas digitais para auxiliar diagnósticos.

Mais sobre bacon e vida:

Mulher de 105 anos diz que o segredo para uma vida longa é bacon

Fonte: Jornal Extra 

 

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Ter TV no quarto melhora a vida sexual

As mulheres detestam TV no quarto – menos quando elas querem ver um filme francês ou impedir que você preste atenção naquela mesa redonda diária sobre futebol -, mas, segundo os ingleses, ter uma Tv no quarto aumenta a frequência com a qual os casais (ingleses, insisto) praticam o sexo.

Por aqui, a TV desligada ajuda ao ato.

Realmente, eles são muito estranhos.

Sexo com TVTer uma TV no quarto pode até atrapalhar o seu sono –mas, segundo uma pesquisa britânica citada pelo “Daily Mail”, também pode dar um up no seu relacionamento.

Aqueles que têm TV no quarto transam, em média, duas vezes mais do que aqueles que não têm. (Compre uma já!)

A primeira pergunta era: “Você tem TV no quarto?”. Do total, 74% responderam sim.

Depois, todos os participantes foram questionados a dizer quantas vezes, em média, eles tinham relações sexuais.

Aí, os pesquisadores compararam os resultados colhidos e chegaram à essa brilhante conclusão: aqueles que têm TV transam, em média, duas vezes na semana. Aqueles que não têm, apenas uma vez, em média.

Todos os entrevistados que disseram que tinham TV foram perguntados se achavam que a presença da televisão levou a uma vida sexual mais saudável e frequente: 67% disseram que sim.

Sobre os porquês, eles citaram: assistir filmes eróticos juntos (37%) e transar sem perder os programas favoritos (32%). OI? Quase metade, 47%, disse que já teve relações sexuais assistindo televisão. Esses britânicos têm problemas!

“A tecnologia está se tornando parte essencial da vida diária e é muito mais comum ter uma TV no quarto do que não ter. Mesmo que seja melhor para a saúde usar o quarto como local para dormir e a sala para ver TV, parece que a inclusão de uma plasma pode apimentar as coisas debaixo dos lençóis”, afirmou um porta-voz da VoucherCodesPro.co.uk, empresa responsável pela pesquisa.

Vamos testar!

Fonte: UOL

Leia outras sensacionais pesquisas inglesas!

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras XXI – Mulheres com quadris largos fazem mais sexo casual

Não que isso faça muita diferença, mas os ingleses parece que estão tentando transferir a culpa pela sua pouca frequência sexual para as mulheres do país, já que elas não se encaixam na descrição das gulosas descritas na pesquisa.

A justificativa para fazer mais sexo me parece extremamente pobre, mas você pode tentar arriscar suas fichas baseado em um estudo científico.

Large hipsSe você está buscando sexo casual, é melhor começar a olhar para o quadril das mulheres. Segundo estudo publicado na revista “Archives of Sexual Behavior”, aquelas com quadris mais largos são mais propensas a ter parceiros de apenas uma noite. A relação não é com o prazer sexual, e sim com o parto. Conhecidos como “quadris férteis”, eles facilitam o nascimento e tornam o momento menos traumático para as mulheres, o que faz com que elas curtam mais o sexo sem compromisso.

A relação parece complicada, mas pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, realizaram uma pequisa com 148 mulheres. Aquelas com cadeiras avantajadas relataram ter tido mais relações com parceiros de apenas uma noite. Os cientistas concluíram que a forma do corpo da mulher tem relação direta com a sua decisão pelo sexo casual. Por terem partos mais complicados, as mulheres com quadris pequenos tendem a ter mais cautela no comportamento sexual.

– A largura do quadril das mulheres tem um impacto direto sobre o risco potencial de lesões fatais relacionadas ao parto. Parece que quando as mulheres têm o controle sobre sua própria atividade sexual esse risco se reflete em seu comportamento – disse Colin A. Hendrie, professor de Etologia Humana e Animal da Universidade de Leeds, ao “Telegraph”. – A atividade sexual das mulheres é, portanto, pelo menos em parte influenciada pela largura do quadril.

Entenda a pesquisa

Quadril largoOs pesquisadores definiram quadris largos aqueles maiores que 36 centímetros, e pequenos os menores de 31 centímetros. Eles selecionaram 148 mulheres com idade entre 18 e 26 anos, não virgens. Elas tiveram seus quadris medidos e responderam a um questionário sobre sua atividade sexual, incluindo idade na primeira relação, número de parceiros sexuais e relação emocional com eles.

Aquelas que relataram de três a quatro parceiros de apenas uma noite tinham um quadril cerca de dois centímetros mais largo do que as que contaram ter tido a experiência casual apenas uma vez.

Os pesquisadores ligaram o comportamento com a evolução do ser humano. De acordo com eles, o homem aprendeu a andar ereto e seu quadril foi se tornando cada vez mais estreito para tornar o andar mais fácil.

Nesse processo, o quadril feminino ficou apenas largo o suficiente para permitir o parto. Diferentemente da maioria dos outros primatas, o bebê humano nasce em uma fase menos desenvolvida da vida por conta dessa restrição e, portanto, precisa de mais atenção de seus pais.

– Descobrimos que as mulheres com quadris menores tendem a ter, ao longo de toda a sua história sexual, poucos parceiros sexuais. Elas realmente só tinha relações sexuais no contexto de relações, o que demonstra uma estratégia sexual mais cautelosa. Se engravidassem, haveria alguém em sua vida para ajudá-las – analisou Hendrie.

Apesar de as mulheres classificadas com quadril largo terem relatado mais relações causais, houve exceções em cada ponta.
– Outra coisa importante é que este estudo não está refletindo o que os homens acham atraente, é sobre as mulheres estarem no comando de seu próprio destino, onde podem controlar seu próprio comportamento sexual – ressaltou Hendrie.

Fonte: O Globo

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX – Pesquisa derruba mitos do relacionamento

Meus queridos pesquisadores britânicos continuam fazendo o possível para elevar a ciência a um patamar jamais visto. O dinheiro gasto em assuntos inusitados é realmente impressionante. Algumas vezes eles até fazem algo interessante.

I Love You dedosAo contrário do que o pessoal fala, homens dizem as famosas três palavras “eu te amo” em média após sete meses de namoro. As mulheres precisam de no mínimo oito meses para isso. Quer ficar mais impressionado? Pessoas de mais de 55 anos de idade são o grupo que mais saem em encontros amorosos através de ferramentas online. Tudo isso na Inglaterra, onde revista Stella do jornal Telegraph promoveu uma pesquisa com quase 2.000 homens e mulheres para saber o que o inglês quer de seus relacionamentos e muitos dos resultados derrubam mitos urbanos como os dois citados acima.

Você até pode achar que os homens estão mais sensíveis hoje em dia mas segundo o psicólogo Oliver James, marmanjos tendem a se apaixonar mais do que as mocinhas e são mais propensos a se deixar levar por alguém. Isso porque as moçoilas amadurecem antes e desenvolvem uma atitude mais realista e mais conectada a sentimentos reais. Já a turma masculina em muitas ocasiões em que dizem “eu te amo”, na verdade estão tentando lidar com emoções difíceis e complexas que eles não entendem. A declaração acaba funcionando como uma válvula de escape. E com tudo isso, caímos no velho chavão que homens usam amor para conseguir sexo e as mulheres usam sexo para conseguir amor.

A pesquisa inglesa também derrubou alguns paradigmas quando 91% dos homens preferem ter alguém com senso de humor e 85% das mulheres querem um cara bonitão (esperava-se o contrário, o que mostra que o homem inglês é diferente ou sabe mentir bem). Por outro lado, metade dos caras disse que o principal motivo para namorar era conseguir sexo e 1/5 deles conseguem ir para a fronteira final no primeiro encontro contra apenas 5% das meninas.

O que impressionou no resultado do estudo foi o comportamento dos público acima dos 55 anos de idade. Dois terços dele usam serviços online de encontros, contra 1/5 daqueles entre 18 e 24 anos de idade. O grupo sênior também apontou ser o que tem mais relacionamentos de longo prazo com pessoas que eles conheceram na internet e ficou em segundo lugar entre as faixas de idade no quesito sexo com alguém que você conheceu na web (só perdem para o pessoal entre 45 e 54 anos de idade). Os sites de relacionamentos, salas de chat e redes sociais acabam facilitando a vida das pessoas que não sabem aonde ir para conhecer gente e, com isso, os seniores acabam sendo mais experimentais em sua busca por um parceiro.

No Brasil o cenário é bem diferente, já que a internet ainda é de predominância dos jovens. No site Par Perfeito, por exemplo, onde homens e mulheres publicam uma página pessoal na busca pelo parceiro, pessoas acima de 35 anos de idade representam apenas 32% do público total e 41% está entre 25 e 35 anos de idade. Na agência de encontros, Lunch42, que aproxima casais através de entrevistas e métodos de coaching, o cenário é um pouco diferente, mas tende a mudar. Hoje entre seus clientes apenas 5,9% das mulheres e 3,4% dos homens está entre 20 e 30 anos de idade. Já a turma acima de 50 anos representa 23,5% das mulheres e 37,8% dos homens. Segundo Mariana Yamada da Lunch42, neste ano eles estão verificando um aumento na procura do serviço pelo pessoal entre 30 e 45 anos. Trabalhando tanto com recursos online quanto entrevistas pessoais, o Selecto, um site de relacionamento que está no ar desde abril último tem seu público masculino concentrado entre os 30 e 50 anos de idade (81% das pessoas) e 90% das moças tem mais de 30 anos de idade.

É interessante notar que uma pesquisa mundial da empresa Global Market Insite (GMI) de 2006, que entrevistou 17,5 mil pessoas em 18 países, apontou o brasileiro como o internauta que mais usa os recursos online para conseguir sexo casual. Dos entrevistados brazucas, 29% disseram usar a internet para esse fim, mas 32% utilizam para conseguir um relacionamento de longo prazo. Agora resta saber em quanto tempo dizemos “eu te amo” sem segundas intenções.

Fonte: Terra

 

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Mulheres com a bunda grande vivem mais e são mais inteligentes

Essa me foi enviada há algum tempo pelo companheiro Mario Hugo Monken e fiquei esperando uma boa hora para publicá-la. Afinal, nem sempre temos motivos para chamar alguém de bindão ou simplesmente descobrir que a falta dela (bunda) pode ser a razão de algum ato estúpido.

bunda grande IUma pesquisa da Universidade de Oxford, concluiu que mulheres com bumbum grande, vivem mais e são mais inteligentes. De acordo com os pesquisadores, ter nádegas de tamanho grande previne o desenvolvimento de diabetes e com as mulheres que além de ter o bumbum grande, tem a cintura fina são mais inteligentes que as outras.

Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com a das pernas e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, devido à quantidade e tipo de hormônios que contém.

bunda grande IIAs gorduras das nádegas produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídios de forma mais simples, diferente da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.

A inteligência que os cientistas defendem, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam e que intervêm no desenvolvimento do cérebro.

Fonte: Diário do Nordeste

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVIII – Pessoa que sofrem de depressão dizem, nos perfis das redes sociais, serem bem-humoradas

Pelo jeito os nossos intrépidos pesquisadores ingleses andam focados no problema da depressão e da bipolaridade (vide pesquisa anterior publicada aqui no F(r)ases). Mas, pelo menos desta vez, a coisa parece passar longe do inútil e fica mais perto só do bizarro.

Uma ONG Britânica para Saúde Mental fez um acompanhamento com 3.789 pessoas que sofrem de depressão e/ou transtorno bipolar. Os pacientes, todos eles cientes do seu problema, tomando suas medicações tarja preta e sofrendo com os sintomas que atrapalham os seus desempenhos profissional e social, foram monitorados nas redes socias. Segundo os cientistas, nenhum dos pesquisados sabia que seus passos nas redes sociais seriam monitorados, para não inibir seus atos. Sendo assim, apesar de cientes e – segundo os cientistas – até um pouco orgulhosos em dizer que sofrem de uma das duas patologias, as pessoas pareceram não querer que certos círculos compartilhassem dessa informação.

O estudo mostra que mais de 82% preenchia seus perfis nas redes sociais (Facebook e Linkedln) se dizendo bem-humoradas e pró-ativas! Nota do editor: Seria isso um sintoma de falta de confiabilidade ou apenas um estratagema para enganar patrões e supostos amigos ou apenas mais um sintoma da doença? Indagados sobre essas características (ainda sem saberem do monitoramento) praticamente a mesma proporção (78%) disse que bom humor e pró-atividade aconteciam em momentos esporádicos e que a depressão e falta de disposição eram bem mais frequentes, além de um complexo de perseguição que eles mesmos não sabiam explicar o porquê.

Quando confrontados com os perfis fake, os pacientes disseram que deviam ter escrito aquilo em um momento de euforia e depois se esqueceram de mudar. Ou seja, papo para boi dormir, já que mesmo depois de desmascarados, a maioria não foi lá mudar seu perfil, principalmente nas áreas relacionadas com trabalho.

Pelo jeito, depressão e transtorno bipolar, também podem estar relacionados com vergonha ou falta de caráter. Tomara que seja só vergonha, algo que pode ser revertido.

Depressão na velhice

Para completar, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a expectativa de vida do brasileiro é de pelo menos 73,4 anos e, segundo especialistas, pessoas com mais de 60 anos têm mais chance de sofrer de depressão, que pode estar acompanhada de outros problemas físicos. O tema foi alvo de debates no XVIII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia – Envelhecimento: oportunidades, desafios e conquistas, que aconteceu em maio, no Rio de Janeiro. Entre os sintomas da doença estão insônia, ansiedade e isolamento social.

Mais informações no site do congresso.

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVIII – Exercício é irrelevante no tratamento da depressão

Uma pesquisa realizada pelas Universidades de Bristol e Exeter, na Grã-Bretanha, sugere que combinar exercícios com tratamentos convencionais pode não influenciar as chances de melhora da depressão. Os pesquisadores britânicos analisaram 361 pacientes. Um grupo recebeu, além dos medicamentos e terapia, ajuda para aumentar as atividades físicas.

Depois de um ano, todos eles tinham menos sintomas de depressão, mas não havia diferença entre o grupo que praticou exercício e o que não praticou. “É uma grande decepção, pois esperávamos que o exercício ajudasse (no tratamento) da depressão. Mas temos que lembrar que estes eram pacientes que já recebiam medicamentos, então, (a pesquisa) considera o exercício um complemento do tratamento médico. Não analisou casos leves de depressão nem levou em conta o exercício como uma alternativa aos medicamentos”, disse Alan Maryon-Davis, professor de saúde pública no King’s College, de Londres.

“A mensagem não deve ser parar com os exercícios. O exercício tem tantos outros benefícios, é bom para doenças do coração, diminui a pressão sanguínea, tem efeitos benéficos no equilíbrio das gorduras no sangue, fortalece os músculos e queima calorias”, diz.

“Muitas pessoas que sofrem de depressão podem ter outros problemas também. E um corpo ativo ajuda a ter uma mente saudável”, acrescentou o pesquisador. O estudo foi financiado pelo NHS, o sistema público de saúde britânico, e publicado na revista especializada British Medical Journal.

Cenário real

A pesquisa analisou como o estímulo à atividade física funciona em um cenário real. Todas as 361 pessoas que participaram receberam tratamentos tradicionais apropriados aos níveis de depressão de cada uma.

Mas, durante oito meses, algumas pessoas em um grupo escolhido de forma aleatória receberam aconselhamento sobre como aumentar o nível de atividade física. Os conselhos foram dados em 13 ocasiões separadas. Cada um dos pacientes deveria escolher que tipo de atividade queria fazer e o quanto deveriam praticar.

Esta abordagem deu bons resultados, estimulando os pacientes a praticar mais exercícios durante um tempo, algo que pode levar a mais benefícios à saúde. Mas, no final de um ano, os pesquisadores não encontraram nenhuma redução extra dos sintomas de depressão no grupo mais ativo.

“Muitos pacientes que sofrem de depressão preferem não tomar os remédios antidepressivos tradicionais, preferindo formas de terapia alternativas, que não são baseadas no uso de remédios”, disse John Campbell, do Colégio de Medicina e Odontologia Peninsula, que também participou da pesquisa.

“Exercícios e atividades físicas parecem prometer um tratamento como este, mas esta pesquisa mostrou que o exercício não parece ser eficaz no tratamento da depressão”, disse. No entanto, de acordo com Campbell, os médicos geralmente encontram pacientes com outros problemas de saúde e, para estes, o estímulo para a prática do exercício pode gerar benefícios.

“A mensagem deste estudo não é que o exercício não seja bom para você, mas que o exercício é realmente bom para você, mas não é bom para tratar pessoas com depressão grave”, acrescentou. “O prazer que todos nós temos a partir de exercícios de intensidade moderada é certamente reconhecido, mas não se sustenta e não é apropriado para tratar pessoas com depressão”, disse.

Fonte: BBC Brasil

Veja mais pesquisas inglesas

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIV – Hoje é o melhor dia da semana para fazer sexo

Essa notícia foi publicada no início do ano pelo jornal Extra e é mais uma pesquisa voadora inglesa. Não sei se devemos levar muito a sério, mas como hoje é quinta-feira…..

Quinta-feira é o melhor dia da semana para fazer sexo. Na segunda, o ideal é ouvir boa música para desestressar. Mas se o objetivo é encontrar um amor, dê preferência às quartas-feiras. As dicas fazem parte da conclusão de uma pesquisa da Universidade de Londres. O estudo elencou as melhores atividades para cada dia da semana, de acordo com o comportamento do cérebro.

– Nós vivemos uma expectativa de produção. Segunda, por exemplo, é comum que as pessoas fiquem ansiosas. Essa ansiedade dispara a produção de hormônios como a adrenalina e a serotonina, que têm impacto no nosso comportamento – explicou o psicólogo e mestre em Cognição e Linguagem pela UENF, João Oliveira.

A dica para o dia da volta ao trabalho, então, é relaxar. Já na terça-feira, dizem os especialistas, o lado esquerdo do cérebro está mais ativo, o que nos ajuda na resolução de problemas.

Na quarta-feira – bem no meio da semana – há um maior equilíbrio hormonal, o que nos deixaria mais aberto a proposta: no amor ou no emprego. Na quinta, porém, é a paixão quem fala mais alto: é neste dia que uma substância chamada cortisol alcança seu pico no organismo, aumentando a produção dos hormônios sexuais.

– Nada disso, porém é definitivo ou universal. O cérebro funciona se adaptando às diferentes culturas e rotinas. Para uma que trabalha em escalas, por exemplo, essa lógica é outra – disse Oliveira.

O esquema de comportamento também pode ser modificado através de sessões de terapia, de um comportamento focado e da adoção de hábitos saudáveis.

– Comer muito na segunda deixa a pessoa ainda mais ansiosa. Se adotarmos hábitos saudáveis, podemos nos programar para reagir diferente ao passar da semana. Não somos escravos dessa condição social – concluiu.

CALENDÁRIO DA FELICIDADE

SEGUNDA-FEIRA

A volta ao trabalho deixa qualquer um à flor da pele. Por isso, segunda é o melhor dia para desestressar. Encontre um tempo para relaxar. No primeiro dia da semana até a chance de infarto é 20% mais alta.

TERÇA-FEIRA

O lado esquerdo de nosso cérebro domina o pensamento no início da semana, sendo mais útil para a rotina de trabalho. Por isso, aproveite para resolver as pendências da semana anterior.

QUARTA-FEIRA

Melhor dia para encontrar um amor e para pedir um aumento: as pessoas são mais receptivas neste dia da semana.

QUINTA-FEIRA

O cortisol, além de ser a substância liberada durante os picos de stress, também estimula os hormônios sexuais, como a testosterona. E é na quinta-feira ele atinge o seu ápice de produção. Melhor dia para fazer sexo.

SEXTA-FEIRA

Melhor dia para deixar de fumar. Tentando parar de fumar na sexta-feira, você enfrenta melhor as tentações do fim de semana, quando a vontade é mais forte.

SÁBADO

Melhor dia para ter um bebê. Os sábados são melhores se você quiser que seu filho seja um vencedor mostra uma pesquisa do Office for National Statistics.

DOMINGO

Melhor dia para comer fora. Preparar o almoço em casa no domingo pode ser muito estressante, apontam os pesquisadores.

Fonte: Jornal Extra

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVII – Comportamento “depravado” de pinguins é divulgado após um século

Observações sobre a estranha vida sexual dos pinguins no Polo Sul feitas por um cientista britânico há um século foram divulgadas pela primeira vez, após terem passado décadas escondidas por terem sido consideradas “chocantes demais”.

O médico e biólogo George Murray Levick, que observou o comportamento dos animais, era um membro da famosa expedição do capitão Robert Falcon Scott ao Polo Sul, entre 1910 e 1913. Os detalhes das observações feitas por Levick, incluindo “coerção sexual”, necrofilia e comportamento homossexual, foram considerados “depravados” e retirados dos relatos oficiais da expedição.

Segundo o Museu de História Natural de Londres, que manteve os documentos originais e decidiu divulgá-los, muitos dos comportamentos supostamente “depravados” observados por Levick já foram posteriormente explicados cientificamente por pesquisadores.

Levick era o médico oficial da malsucedida expedição Terra Nova, comandada pelo capitão Scott, que partiu para o Polo Sul em 1910. Ele era um pioneiro no estudo dos pinguins e foi a primeira pessoa a acompanhar in loco um período de acasalamento completo de pinguins em uma colônia em Cabo Adare, na Antártida.

Ele registrou muitos detalhes das vidas dos pinguins-de-adélia, mas algumas das atividades dos animais foram consideradas fortes demais pela sensibilidade da época. Levick ficou chocado com o que descreveu como “atos sexuais depravados” de machos “arruaceiros” que copulavam com fêmeas mortas.

Ele ficou tão perturbado com o que viu que registrou as atividades “pervertidas” em seu caderno de anotações em grego, e não em inglês, para limitar o acesso aos registros.

Cópias restritas

Ao retornar à Grã-Bretanha, Levick tentou publicar um artigo intitulado “A história natural do pinguim-de-adélia”, mas segundo Douglas Russell, curador do setor de ovos e ninhos do Museu de História Natural, o relato foi considerado forte demais para a época.

“Ele submeteu essa descrição gráfica extraordinária do comportamento sexual dos pinguins-de-adélia, que o mundo acadêmico daquela época considerou um pouco difícil demais para ser publicado”, diz Russell. A seção do comportamento sexual não foi incluída no artigo oficial, mas o curador de zoologia do museu, Sidney Harmer, decidiu circular apenas cem cópias das descrições gráficas para um seleto grupo de cientistas.

Segundo Russell, a comunidade acadêmica da época simplesmente não tinha o conhecimento científico para explicar os relatos do que Levick considerou necrofilia. “O que acontece lá não é de maneira nenhuma análogo à necrofilia em um contexto humano”, afirma Russell. “É só uma reação sexual dos machos ao ver as fêmeas em determinada posição”, diz.

“Eles não conseguem distinguir entre fêmeas vivas que estão esperando o acasalamento na colônia e pinguins mortos no ano anterior que estão na mesma posição”, explica.

Descoberta acidental

Apenas duas das cem cópias originais dos relatos de Levick sobreviveram ao tempo. Russell e seus colegas do museu publicaram agora uma reinterpretação das observações de Levick para a revista especializada Polar Record. Russell diz ter descoberto uma das cópias por acidente.

“Estava olhando o arquivo sobre George Murray Levick quando mexi em alguns papéis e encontrei embaixo esse artigo extraordinário intitulado “Os hábitos sexuais do pinguim-de-adélia”, com um “Não para publicação” em corpo tipográfico grande. “Ele está cheio de relatos de coerção sexual, abuso sexual e físico de filhotes, sexo sem fins de procriação e finaliza com o relato do que ele ele considera comportamento homossexual. É fascinante”, diz.

O documento e as anotações originais de próprio punho de Levick estão agora em exibição no Museu de História Natural pela primeira vez. Para Russell, as anotações mostram um homem que teve dificuldades em entender o que os pinguins realmente são. “Ele estava completamente chocado. De certa maneira, ele caiu na mesma armadilha que um monte de gente que via os pinguins como pássaros bípedes ou como pessoas pequenas. Eles não são isso. São pássaros e devem ser interpretados como tal”, afirma.

Fonte: BBC Brasil

Veja mais pesquisas inglesas

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVI – Facebook é causa de um em cada três divórcios

Eles voltaram! O singleses voltaram! Viva o Facebook!

Segundo levantamento, 33% dos pedidos de divórcio no país citavam a rede social; mensagens inapropriadas e comentários maldosos para ex são as principais razões

Maridos e esposas do Reino Unido que se separam estão cada vez mais citando o Facebook em suas petições, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site local especializado Divorce-Online.

Lançado nesta semana, o levantamento revelou que 33% dos pedidos de divórcio no país continham a palavra Facebook. Esse é um aumento significativo em relação a última vez que o site realizou a pesquisa em 2009. Naquela época, a rede social foi mencionada em 20% dos pedidos amostrados pelos pesquisadores.

Apesar de os advogados de divórcio estarem vasculhando o Facebook em busca de sinais de infidelidade, eles também procuram por comentários depreciativos feitos pelos esposos e esposas sobre o outro após terem se separado e estarem brigando judicialmente, explica o site. A página descobriu que as razões mais comuns para citar o Facebook em um processo de divórcio são:

-Mensagens inapropriadas para membros do sexo oposto

-Casais separados postando comentários maldosos um sobre o outro

-Amigos do Facebook informando o comportamento do ex-companheiro(a)

Já o microblog Twitter foi citado em apenas 20 dos 5.000 processos analisados pelo site.

Como as redes sociais tornaram-se uma das principais ferramentas de comunicação, tornaram-se o lugar mais fácil para as pessoas terem um caso ou flertarem com alguém do sexo do oposto, afirma o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan.

“Além disso, o uso do Facebook para fazer comentários sobre os parceiros(as) para amigos tornou-se algo extremamente comum, com os dois lados usando o site para mostrar suas mágoas um contra o outro”, completou.

Com cerca de 800 milhões de usuários, a maior rede social do mundo também virou terreno fértil para achar evidências em processos de divórcio nos Estados Unidos. Por exemplo, um estudo realizado em fevereiro de 2010 pelo membros da American Academy of Matrimonial Lawyers revelou que 81% desses profissionais viram um aumento em relação aos cinco anos anteriores no uso de evidências a partir de redes sociais nos processos de divórcio. Mais ainda, 66% afirmou que o Facebook era uma fonte primária para encontrar evidências para o divórcio.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XV – Saiba onde há mais perigo de ganhar um chifre

Ninguém gosta de ser corno(a), embora seja muito difícil fugir dele, já que a natureza do ser humano é muito pouco confiável. Notícia publicada pelo site do jornal O Dia, dá um panorama de onde é mais fácil acontecer uma traição.

Claro que esse tipo de pesquisa tinha que sair da mente de pesquisadores ingleses!

Pesquisa aponta os locais onde as pessoas mais traem

Um estudo de um site americano listou os locais onde as pessoas mais traem, os lugares mais perigosos são as festa de casamento e comemorações de fim do ano do trabalho A pesquisa feita pelo site Illicit Encounter, entrevistou um grupo de 2.000 homens e mulheres, entre 25 e 45 anos para levantar o lugares que destroem casamentos.

De acordo com o site, um terço dos homens admitiu que enganou a parceira em um casamento – quando a sua outra metade não estava lá – Segundo um porta voz do site, “Há algo em uma dama de honra que é extremamente atraente para os homens”.

A pesquisa também apontou os locais onde as mulheres mais traem, no topo da lista está a tradicional festa de fim de ano do trabalho e balada com amigas. Também figura na lista um lugar inusitado, no qual o parceiro pode conhecer um amante, uma reunião de escola dos filhos.

Veja a lista dos locais onde mais há traição.

Homens

Festa de casamento 37%
Balada com amigos 27%
Festa de fim de ano do trabalho 21%
Reunião de escola 9%

Mulheres

Festa de fim de ano do trabalho 37%
Balada com amigas 35%
Reunião de escola 17%
Festa de casamento 11%

Leia mais pesquisas inglesas

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIV – Cientistas pesquisam comportamento de gatos com câmera e GPS

Depois de vários posts musicais, aqui vai o primeiro sobre pesquisas e, claro, deles: os ingleses.

Cientistas britânicos estão usando uma câmera especial, em miniatura, e um sistema de GPS para aprender mais sobre o comportamento dos gatos. O sistema foi apelidado de “cat-nav”, uma referência aos sistemas de navegação via satélite usados em carros e barcos. O novo estudo revela o que os gatos realmente fazem quando saem sozinhos.

Jim Fowler, dono de um dos gatos estudados, contou à BBC que foi interessante finalmente descobrir por onde seu gato, Freddy, andava o dia inteiro. “Foi interessante ver como ele andava em volta da casa, em nosso jardim, ver o que ele apronta”, disse. Fowler, que tem outro gato, Totty, contou que Freddy é o gato que “realmente gosta de ficar fora de casa, que gosta de escalar as coisas, explorar, pegar ratos”. E, segundo o dono de Freddy, no verão ele só entra em casa para comer e dormir.

Fonte: BBC Brasil

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIII – Elogiar trabalhador nas horas certas aumenta produtividade

Estudos recentes mostram que, assim como dizer Bom dia, os elogios podem fazer a diferença entre um ambiente de trabalho criativo e outro não.

Esse exemplar da criatividade dos pesquisadores britânicos veio direto do G1. Finalmente parece que vão provar para as pessoas que um ambiente emocionalmente saudável é sempre bom, em qualquer circunstância.

Vamos apoiar esse iniciativa!

Não tem quem não goste: de um elogio. Hoje já se sabe que o efeito é transformador e muda o comportamento. Algumas empresas já perceberam isso. Uma pesquisa inglesa comprovou: nas empresas onde o elogio é incentivado, o ambiente de trabalho melhora e até a produção aumenta. No Brasil, a ideia começa a ser discutida.

Uma frase curta tem poderes mágicos: “Bom dia”. Os especialistas em recursos humanos dizem que o cumprimento não é só formalidade, mas o primeiro passo para um bom trabalho de equipe.

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XII

Dizer palavrões alivia a dor em pessoas que não xingam

Dizer palavrões pode ajudar a aliviar a dor – mas apenas em pessoas que não xingam com frequência, concluíram pesquisadores de uma universidade britânica.

O estudo, dos pesquisadores Richard Stephens e Claudia Umland, da Keele University, em Newcastle-Under-Lyme, Inglaterra, será apresentado na conferência anual da British Psychological Society em Glasgow, na Escócia, em maio.

Um estudo feito anteriormente pela dupla já havia constatado que xingar pode reduzir a sensação de dor.

Quando diziam palavrões, participantes conseguiam manter suas mãos dentro de baldes contendo água gelada durante mais tempo.

Alívio da Dor Aguda

O estudo atual examinou se pessoas que dizem palavrões com mais frequência sentem tanto alívio quanto aquelas que xingam menos frequentemente.

Um total de 71 voluntários com idades entre 18 e 46 anos preencheram um questionário que avaliava com que frequência eles diziam palavrões.

Mais uma vez, a tolerância à dor foi medida com base em quanto tempo cada participante conseguia manter suas mãos em um balde contendo água gelada.

Os resultados revelaram que, quando comparados os índices de tolerância à dor com e sem xingamentos, os participantes que tinham o hábito de falar palavrões com mais frequência na vida diária conseguiram menos acréscimo de tempo ao xingar.

“A mensagem deste último estudo é interessante”, disse Stephens. “Se por um lado ele diz que xingar, como resposta à dor, pode ser benéfico, também há evidências de que se você xinga com muita frequência em situações do dia a dia o poder do xingamento não vai estar lá quando você precisar dele”.

“E se por um lado eu não defenderia o uso do xingamento como parte de uma estratégia médica de controle da dor, nosso estudo sugere que deveríamos ser mais tolerantes em relação a pessoas que xingam quando sentem dor forte”.

Stephens acrescentou: “de vez em quando, recebo cartas de pessoas que relatam episódios em que, como adultos, foram castigados por dizer palavrões em situações dolorosas”.

“Elas acham que as conclusões dos meus estudos provam que suas ações foram justificadas”.

Fenômeno Universal

Stephens e sua equipe acreditam que o alívio da dor ocorra porque xingar desencadeia no organismo a chamada reação de luta ou fuga.

Eles observaram que houve uma aceleração nas batidas do coração dos participantes que xingavam, uma resposta fisiológica associada ao comportamento agressivo.

O estudo provou, portanto, que dizer palavrões produz não apenas uma resposta emocional, mas também física.

Ele ajuda a explicar por que a prática de dizer palavrões persiste na humanidade desde tempos imemoriais.

“(A prática de) xingar existe há séculos e é um fenômeno linguístico humano universal”, disse Stephens.

“Ela parece ocupar o lado direito do cérebro, enquanto a maior parte da atividade linguística ocorre no hemisfério esquerdo”, explicou. “Nosso estudo aponta uma possível explicação para por que o xingamento surgiu e por que persiste”.

Texto da BBC Brasil

O dedão e o câncer de próstata

Essa saiu  na coluna do Aziz Ahmed (Jornal do Commercio). Mais uma dos intrépidos pesquisadores ingleses.

O dedão e o câncer de próstata

Caro leitor, repare bem as mãos. Estudo britânico, publicado na revista especializada British Journal of Cancer, descobriu que homens cujo dedo indicador era mais longo do que o anular tinham probabilidade significativamente menor de desenvolver câncer de próstata.

 

 

Escovar os dentes reduz risco de doenças cardiovasculares

Tirado de um release que recebi.

Escovar os dentes, além de prevenir cáries, gengivite e outras doenças bucais, faz bem ao coração. É o que indica a pesquisa escocesa publicada recentemente em artigo no British Medical Journal, que afirma: não escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia pode aumentar risco de doenças cardiovasculares em até 70%.

A pesquisa mostrou que homens fumantes e com outros problemas de saúde como: diabetes, hipertensão arterial ou obesidade, costumavam não escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia.

As doenças cardíacas podem estar ligadas a problemas na gengiva, cuja inflamação pode provocar obstrução das artérias, causando problemas no coração.

Estão no “grupo de risco” das doenças cardiovasculares homens, fumantes, obesos e diabéticos, e uma das formas de preveni-las é o constante cuidado com a higiene bucal.

Está cada vez mais comprovado que a saúde bucal é fundamental, não só para evitar problemas nos dentes e gengivas, como para que todo o organismo e órgãos vitais funcionem perfeitamente.

Viva o plano dental!

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XI – O Besouro Mais Forte do Mundo

Muitos sucumbem diante de um obstáculo. Outros se encolhem na hora de tomar uma atitude. Há até os que demonstram falta de ‘inteligência emocional’ e não escondem sua falta de paciência com atos burros e incompetentes. Sinais de fraqueza?

Bem, para mostrar que qualquer um pode levar um grande peso sobre os ombros, cientistas britânicos e australianos pesquisaram muito para descobrir que o inseto mais forte do mundo é o besouro Onthophagus taurus, capaz de puxar 1.141 vezes seu próprio peso, o equivalente para uma pessoa de 70 kg conseguir levantar 80 toneladas, o peso de seis ônibus de dois andares.

O mais legal é a parte do estudo que diz:

A força extraordinária de muitos besouros se deve a seus incomuns rituais de acasalamento. Porém, até mesmo os machos mais fracos da espécie têm uma compensação evolutiva: testículos enormes que aumentam suas chances de fertilizar uma fêmea. Os besouros fêmeas desta espécie cavam túneis no esterco, onde os machos acasalam com elas. Se um macho entrar em um túnel que já está ocupado por um rival, eles vão lutar com os chifres, um tentando puxar o outro para fora. Alguns besouros, embora sejam menores e mais fracos, não precisam disputar a atenção das fêmeas por causa de seus testículos substancialmente maiores.

É, pelo jeito, até para os besouros tamanho é documento.

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras X – Ponto G não existe

Demorou mas voltou. A série Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras, está de volta. Agora, com uma conclusão bastante inglesa: O Ponto G não existe!

Uma afirmação como essa só poderia mesmo ter vindo de um povo que acha a posição para fazer sexo ridícula. A chefe da pesquisa disse que disse que o resultado do levantamento fará um bem enorme às mulheres, principalmente as que sofrem por não atingirem o ápice do prazer nas relações. Para ela, a descoberta tira um peso das costas das mulheres e dos homens que se sentem pressionados a encontrar o ponto G.

Eu só não estou metendo mais o pau (com e sem trocadilho) porque não foi sugerido que ninguém para de procurar essa sensacional zona erógena.

Acho que essa pesquisa deveria ser feita com mulheres brasileiras (cariocas e do interior de São Paulo)e não com 1,804 britânicas com idades entre 23 e 83 anos.

Esse povo é muito estranho.

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras IX

O enigma dos ovos

Após rever uma sensacional cena de Friends, onde Joe e Chandler, onde os dois discutem a saída dos ovos e a procura por novos – na verdade, Chandler e Joe discutem sobre a mudança do último – lembrei de um dos grandes enigmas do mundo: Ovos fazem bem ou mal?

Eles já foram vilões por conta do colesterol, de enzimas e várias outras razões. Também já foram exaltados por suas propriedades proteínicas (existe isso, gente?). A última novidade é que Dois ovos por dia podem ajudar a emagrecer.

Sei lá se isso é verdade, mas acho sempre engraçado quererem ir até marte se não sabem nem ao menos se ovos são bandidos ou mocinhos. Talvez por isso os bifes a cavalo continuem cavalgando nos menus nossos de cada dia.

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras VIII

gatos_ronronam 1Que felinos são kanalhas eu já disse aqui. Que os admiro também (assim como os cientistas britânicos), mas eles (gatos e cientistas) me surpreendem cada vez mais.

Não creio que meu instinto paternal tenha se desenvolvido o suficiente para concordar com o que está escrito abaixo, mas me faz/fez pensar. Saber que eles tentam emular o choro de bebês para manipular seus donos é assustador.

Gatos ronronam para manipular humanos

Os gatos usam um ronronar específico para influenciar e manipular humanos, de acordo com um estudo feito na universidade britânica de Sussex.

gatos_ronronam 2Segundo a pesquisa, publicada na revista científica “Current Biology”, ao contrário do ronronar normal, este outro incorpora um som com uma frequencia parecida com o de bebês humanos.

Karen McComb, que liderou o estudo, disse que a pesquisa foi inspirada em seu próprio gato de estimação, Pepo.

“Ele me acordava pelas manhãs com um ronronar realmente irritante”, disse ela.

“Descobri que outros donos de gatos também passam pela mesma coisa.”

Classificação

McComb disse que esse tipo de som, ao contrário de fazer com que os gatos fossem expulsos, geralmente levava os donos a alimentarem os animais.

Para descobrir o mecanismo de “manipulação”, a equipe de pesquisadores treinou voluntários para gravar todos os tipos de ronronar de seus gatos.

090714gatoOs voluntários classificaram os sons emitidos pelos animais – alguns eram descritos como mais urgentes, enquanto outros foram classificados como mais agradáveis.

A equipe então relacionou os sons específicos à classificação dada pelos voluntários. Os resultados sugerem que os ruídos mais “solicitantes” estavam relacionados ao ronronar de frequencia mais baixa.

“Quando tocamos as gravações para outros voluntários, mesmo aqueles sem experiência de gatos consideraram o ronronar ‘solicitantes’ mais irritantes e urgentes”, disse ela.

“Os gatos conseguem produzir um ruído de baixa frequencia usando os músculos de suas cordas vocais, estimulando-as a vibrar”, disse ela.

“Acreditamos que eles aprenderam a exagerar dramaticamente isso quando sabem que vão gerar uma resposta humana”, diz.

Estudos anteriores já haviam apontado semelhanças entre o ronronar dos gatos de estimação com o choro dos bebês humanos.

Fonte: BBC Brasil

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras VI

email1Checar e-mail com freqüência pode ser sinal de estresse.

Sério? E para quem trabalha com o e-mail aberto e aquela janelinha chata do Notes avisando sempre que chega uma mensagem?

Lembro de um diálogo dentro de um elevador, no qual alguém perguntava se haviam lido o seu e-mail e que era importante. Responderam que não e, antes de saírem, foram aconselhados a lerem, porque era muito importante (mas não o suficiente para que fosse falado ao vivo). E-mails podem ser viciantes, assim como quase tudo na Internet.

Na boa, vamos relaxar e aproveitar essa seqüência de sextas-feira vésperas de feriado. 😉

Saiba tudo sobre o estudo no Dia Online.

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras V

Business woman with moneyMulheres morenas ganham mais e são mais bem sucedidas no amor

É isso. Depois de descobrirem que os homens gastam mais com mulheres vestidas de vermelho e que emburrecem diante das loiras, nossos grandes pesquisadores descobriram que as loiras são mesmo mais burras, infelizes e mal amadas que as morenas e vice-versa.

Particularmente acho que isso não faze nenhum sentido (pelo menos em termos de sexo), mas não vou discutir com provas científicas. Jamais!

Segundo informações da BBC Brasil, 44% das morenas naturais ou que pintam os cabelos afirmaram que a cor dos cabelos ajudou no sucesso com o parceiro – uma diferença de 10 pontos percentuais com relação às loiras (34%) que afirmaram o mesmo.

mulheres-para-testeAcho que agora devo tirar minhas dúvidas na prática, com todas as cores de cabelo. Quem sabe no fim eu não testo uma morena vestida de vermelho.