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Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX: Bacon não é mais vilão contra a saúde do coração

Essa é mais uma reportagem que também poderia entrar para a série: “Bacon é Vida”. Agora é ir até o supermercado comprar um pedacinho de uns 3kg.

Bacon faz bemUma nova pesquisa publicada no site britânico de cardiologia Open Heart (da editora British Medical Journal) faz um polêmico alerta: todas as recomendações médicas contra o consumo de gordura saturada jamais deveriam ter sido feitas. Desde o ano passado que cardiologistas, inclusive no Brasil, começam a despertar a atenção para a tese de que gorduras saturadas não são as principais causas de males cardíacos.

O artigo diz que as advertências anteriores eram baseadas em dados falhos e evidências “muito limitadas”. Segundo os primeiros alertas, os homens não poderiam consumir mais de 30g de gordura saturada por dia e as mulheres se limitariam a 20g. Mas os especialistas do Open Heart hoje renegam todos estes avisos, que começaram a ser veiculados na década de 1980.

BaconManteiga, banha de porco, bolos, tortas, leite integral, bacon, queijos e chocolates entram na nova lista de compras defendida pelo Open Heart. O que os especialistas argumentam é que os açúcares, carboidratos e comidas processadas é que contribuem mesmo para doenças do coração. Assim, recomendam evitar mesmo é arroz branco, frutose (a não ser a encontrada naturalmente nas frutas), pão francês e comidas processadas em geral.

A BMJ, editora do British Medical Journal, tem parceria com o Ministério da Saúde do Brasil desde 2012, quando lançou ferramentas digitais para auxiliar diagnósticos.

Mais sobre bacon e vida:

Mulher de 105 anos diz que o segredo para uma vida longa é bacon

Fonte: Jornal Extra 

 

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Quanto mais proteína no café da manhã, melhor

Como sempre digo: Bacon é vida! Agora, respaldado por estudos científicos seríssimos, posso afirmar que o café da manhã dos ingleses é extremamente saudável e deve ser adotado por todos (:p). Na boa, fazer um estudo para dizer que um café da manhã reforçado faz com que as pessoas sintam menos fome até a hora do almoço chega a ser engraçado de tão inútil. Porém, a descoberta de que comer linguiça e ovos pela manhã pode equilibrar as taxas de glicose é surpreendente.

Vamos comer proteína!

English breakfastO corpo de pesquisas que apontam os benefícios da ingestão de proteína no café da manhã está crescendo. Após cientistas da Universidade de Yale e de Missouri-Columbia mostrarem que linguiça e ovos logo cedo podem regular o apetite durante o dia e equilibrar as taxas de glicose no sangue, um novo estudo da empresa de alimentos Hillshire sugere que quanto maior o consumo de proteína, mais amplos são os benefícios para a saúde.

A pesquisa mostrou que as refeições matinais com alto teor de proteína foram mais eficazes em reduzir o apetite até a hora do almoço. Os cientistas testaram seis tipos de café da manhã: os três primeiros com linguiça e um alimento industrializado à base de ovo, com 40, 23 e 9 gramas de proteína; o quarto com cereais e leite contendo 8 gramas de proteína; o quinto com panqueca e xarope (comum nas refeições americanas), com 3 gramas de proteína; e o sexto sem café da manhã.

Os participantes tiveram que avaliar sua fome antes do almoço e em intervalos de 30 minutos durante quatro horas. Depois ganharam uma refeição de massa e foram aconselhados a comer até estarem satisfeitos.

Salsicha-e-ovos1Os resultados da pesquisa, divulgados durante a Conferência da Sociedade Americana para a Nutrição Experimental na Biologia, mostram que os participantes que comeram o café da manhã com maior quantidade de proteína sentiram menos fome durante toda a manhã e comeram menos no almoço.

— Há um grande valor no verdadeiro entendimento do poder da proteína quando ingerida em quantidades ideais. Proteína é o o melhor alimento, mas os consumidores devem estar mais informado sobre as quantidades que precisam ingerir em cada refeição, para que possam maximizar os benefícios, como o controle da fome — declarou Kristin Harris, chefe de pesquisa de nutrição da Hillshire.

Outra pesquisa, publicada na revista “Experimental Biology”, dá suporte ao estudo da Hillshire. Uma equipe de cientistas testou a diferença dos benefícios de um café da manhã com alimentos industrializados contendo 39 gramas e 30 gramas de proteína. Eles observaram que as pessoas que comeram mais proteína tinham menores taxas de glicose no sangue após a refeição.

Apesar de os pesquisadores afirmarem que esse tipo de café da manhã não prejudica a pressão, o colesterol e o peso, a nutricionista clínica Haline Dalsgaard alerta que comer gema e linguiça diariamente não faz bem para a sáude.

É bom lembrar que cresce no mercado o número de empresas que fabricam e vendem produtos industrializados com alto teor de proteína e que o estudo foi patrocinado e realizado por uma companhia de alimentos.

Fonte: O Globo

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras XXI – Mulheres com quadris largos fazem mais sexo casual

Não que isso faça muita diferença, mas os ingleses parece que estão tentando transferir a culpa pela sua pouca frequência sexual para as mulheres do país, já que elas não se encaixam na descrição das gulosas descritas na pesquisa.

A justificativa para fazer mais sexo me parece extremamente pobre, mas você pode tentar arriscar suas fichas baseado em um estudo científico.

Large hipsSe você está buscando sexo casual, é melhor começar a olhar para o quadril das mulheres. Segundo estudo publicado na revista “Archives of Sexual Behavior”, aquelas com quadris mais largos são mais propensas a ter parceiros de apenas uma noite. A relação não é com o prazer sexual, e sim com o parto. Conhecidos como “quadris férteis”, eles facilitam o nascimento e tornam o momento menos traumático para as mulheres, o que faz com que elas curtam mais o sexo sem compromisso.

A relação parece complicada, mas pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, realizaram uma pequisa com 148 mulheres. Aquelas com cadeiras avantajadas relataram ter tido mais relações com parceiros de apenas uma noite. Os cientistas concluíram que a forma do corpo da mulher tem relação direta com a sua decisão pelo sexo casual. Por terem partos mais complicados, as mulheres com quadris pequenos tendem a ter mais cautela no comportamento sexual.

– A largura do quadril das mulheres tem um impacto direto sobre o risco potencial de lesões fatais relacionadas ao parto. Parece que quando as mulheres têm o controle sobre sua própria atividade sexual esse risco se reflete em seu comportamento – disse Colin A. Hendrie, professor de Etologia Humana e Animal da Universidade de Leeds, ao “Telegraph”. – A atividade sexual das mulheres é, portanto, pelo menos em parte influenciada pela largura do quadril.

Entenda a pesquisa

Quadril largoOs pesquisadores definiram quadris largos aqueles maiores que 36 centímetros, e pequenos os menores de 31 centímetros. Eles selecionaram 148 mulheres com idade entre 18 e 26 anos, não virgens. Elas tiveram seus quadris medidos e responderam a um questionário sobre sua atividade sexual, incluindo idade na primeira relação, número de parceiros sexuais e relação emocional com eles.

Aquelas que relataram de três a quatro parceiros de apenas uma noite tinham um quadril cerca de dois centímetros mais largo do que as que contaram ter tido a experiência casual apenas uma vez.

Os pesquisadores ligaram o comportamento com a evolução do ser humano. De acordo com eles, o homem aprendeu a andar ereto e seu quadril foi se tornando cada vez mais estreito para tornar o andar mais fácil.

Nesse processo, o quadril feminino ficou apenas largo o suficiente para permitir o parto. Diferentemente da maioria dos outros primatas, o bebê humano nasce em uma fase menos desenvolvida da vida por conta dessa restrição e, portanto, precisa de mais atenção de seus pais.

– Descobrimos que as mulheres com quadris menores tendem a ter, ao longo de toda a sua história sexual, poucos parceiros sexuais. Elas realmente só tinha relações sexuais no contexto de relações, o que demonstra uma estratégia sexual mais cautelosa. Se engravidassem, haveria alguém em sua vida para ajudá-las – analisou Hendrie.

Apesar de as mulheres classificadas com quadril largo terem relatado mais relações causais, houve exceções em cada ponta.
– Outra coisa importante é que este estudo não está refletindo o que os homens acham atraente, é sobre as mulheres estarem no comando de seu próprio destino, onde podem controlar seu próprio comportamento sexual – ressaltou Hendrie.

Fonte: O Globo

Mulher de 105 anos diz que o segredo para uma vida longa é bacon

BaconEssa eu postei primeiro no Facebook primeiro, mas merece entrar aqui no F(r)ases da Vida. Como já afirmei algumas vezes bacon é vida! Nunca vi alguém sofrer uma intoxicação alimentar por conta desse saudável e natural alimento. Isso é coisa para batata e outros legumes. Agora, vem uma anciã, no auge dos seus 105 anos, dizer que o segredo para a sua longevidade é o…BACON!

Pearl Cantrell, a nossa garotona de 105 anos, jura que a verdadeira fonte de juventude é o bacon. A norte-americana disse comer bacon todos os dias e que isso ajuda o seu coração.

É ou não é para sair correndo e subir no primeiro pé de bacon que encontrarmos pela frente?

Usar tablets antes de dormir pode atrasar o sono

smartphones, tablets e FacebookQuem usa tablets ou laptops instantes antes de dormir pode demorar mais para sentir sono, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa em Iluminação do Instituto Rensselaer, em Nova York, nos Estados Unidos. Isso porque a tela, quando configurada com o brilho máximo, pode suprimir a liberação da melatonina, um hormônio que “avisa” ao organismo quando é a hora de dormir.

Os pesquisadores descobriram que um iPad ligado nessas condições por duas horas é o suficiente para retardar a liberação da substância.

Em condições normais, a melatonina sinaliza que já é noite, o que aumenta a sensação de sonolência. Com o uso de tablets, o alto brilho da tela prejudica a liberação do hormônio e, consequentemente, atrasa o sono.

Conforme reportagem do UOL, a pesquisadora Mariana Figueiro alerta que, se a exposição à tela for crônica, ou seja, ocorrer durante vários anos, o usuário pode enfrentar uma série de complicações de saúde devido à perturbação do ritmo circadiano, mecanismo pelo qual o corpo ajusta o relógio biológico.

O estudo ressalta que laptops e computadores de mesa também prejudicam o sono, mas o problema é mais agudo com o uso de tablets, pois eles são posicionados mais perto dos olhos do usuário.

Fonte: UOL

Cientistas australianos transformam emissões elétricas em música

Essa música tem cara de ser péssima!

Cientistas australianos se lançam no esforço de “ouvir” o sistema nervoso para escutar emoções e transcrever o vai-e-vem elétrico em um coro vocal com a esperança de aliviar, um dia, as patologias afetivas. Em um laboratório da Faculdade de Medicina da Universidade de Western Sydney, na Austrália, o neurofisiologista Vaughan Macefield coloca um cabo elétrico na perna de sua cobaia, Ben Schultz, um ator de 27 anos.

No outro extremo do cabo, um microfone grava a atividade acústica do nervo através de um pequeno alto-falante instalado em um canto da sala. “É o som que captamos do nervo”, explica Erin Gee, cantora canadense que trabalha nessa experiência. “É a transcrição do que acontece eletricamente”, acrescenta.

Vaughan Macefield esquadrinha as telas onde se formam curiosos algoritmos cada vez que Ben Schultz gera uma emoção ao observar imagens, por exemplo, violentas ou eróticas. Seu cérebro emite sinais que o cientista intercepta. São sinais aos quais os artistas “põem música”.

Estas pesquisas entram no campo da “informática afetiva” que trata de máquinas capazes de detectar, compreender e responder às emoções humanas, destaca o professor Macefield. Transcrever as emoções de forma inteligível, projetá-las na tela ou transformá-las em notas de música pode permitir tratar algumas patologias como o autismo. “Pode ser que, ao ampliar as próprias emoções, as pessoas as leiam melhor”, diz.

Os instrumentos gravam os sons gerados pelos nervos, a pressão arterial, a respiração, o suor e o coração. Todas estas gravações são guardadas nas trilhas de um computador, como se faz na mesa de edição de um estúdio, e programas desenvolvidos especialmente para esta experiência transformam as diferentes vozes em um coro vibrante de sinos e relógios.

Ao final da sessão, disporão de material suficientemente rico e complexo para compor uma “sinfonia emocional” executada eletronicamente. “Não se pode ler o pensamento de Ben e dizer porque sente emoções, mas existem agora meios tecnológicos capazes de demonstrar que tem realmente emoções e medir a intensidade das mesmas”, explica Erin Gee. “Posso, inclusive, colocar estas emoções em uma garrafa e conservá-las”, assegura.

A primeira exibição desta sinfonia nervosa está prevista para 2013 em Montreal.

Fonte: Terra

Chá preto pode causar câncer de próstata

Os caras não são ingleses, mas da região, claro!

Uma pesquisa feita na Escócia mostra que tomar chá preto várias vezes ao dia pode aumentar o risco de câncer de próstata. Essa possibilidade foi verificada por cientistas da Universidade de Glasgow, que acompanharam, durante 37 anos, 6 mil voluntários do sexo masculino.

Segundo o estudo, homens que bebiam sete xícaras de chá preto por dia aumentaram em 50% a chance de desenvolver o problema do que aqueles que não tomavam chá. Lembrando que em países britânicos, essa quantidade de consumo da bebida é relativamente comum entre a população.

No entanto, não há certeza se o chá é um fator de risco, de fato, ou se os consumidores da bebida acabam vivendo mais, até quando o câncer de próstata é mais comum.

Estatísticas, prevenção e tratamento – Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram que o câncer de próstata figura como o segundo, atrás somente do câncer de pele, mais comum entre os homens no Brasil e o sexto tipo mais prevalente no mundo, representando cerca de 10% do total das neoplasias. Considerado um tumor da terceira idade, cerca de três quartos dos casos acometem pessoas com mais de 65 anos.

Diante da alta incidência, tão importante quanto a prevenção é o diagnóstico precoce e, em qualquer que seja o tipo de câncer, é consensual que a doença não precisa estar associada a um atestado de morte.

“Com as novas descobertas, tratamentos individualizados de acordo com a linha histológica e drogas cada vez mais avançadas, as taxas de remissão ou cura são hoje uma realidade incontestável, ao mesmo tempo em que a qualidade de vida do paciente é cada vez maior”, destaca o oncologista Dr. Anderson Silvestrini, presidente da SBOC – Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Para o câncer de próstata, por exemplo, a medicina conta com alternativas cada vez menos dolorosas. Uma dessas substâncias é o acetato de leuprorrelina, comercializado como Eligard(R). Com aplicação subcutânea (sob a pele), agulha mais fina e aplicado apenas trimestralmente, proporciona maior conforto, comodidade e qualidade de vida ao paciente em tratamento.

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XVIII – Pessoa que sofrem de depressão dizem, nos perfis das redes sociais, serem bem-humoradas

Pelo jeito os nossos intrépidos pesquisadores ingleses andam focados no problema da depressão e da bipolaridade (vide pesquisa anterior publicada aqui no F(r)ases). Mas, pelo menos desta vez, a coisa parece passar longe do inútil e fica mais perto só do bizarro.

Uma ONG Britânica para Saúde Mental fez um acompanhamento com 3.789 pessoas que sofrem de depressão e/ou transtorno bipolar. Os pacientes, todos eles cientes do seu problema, tomando suas medicações tarja preta e sofrendo com os sintomas que atrapalham os seus desempenhos profissional e social, foram monitorados nas redes socias. Segundo os cientistas, nenhum dos pesquisados sabia que seus passos nas redes sociais seriam monitorados, para não inibir seus atos. Sendo assim, apesar de cientes e – segundo os cientistas – até um pouco orgulhosos em dizer que sofrem de uma das duas patologias, as pessoas pareceram não querer que certos círculos compartilhassem dessa informação.

O estudo mostra que mais de 82% preenchia seus perfis nas redes sociais (Facebook e Linkedln) se dizendo bem-humoradas e pró-ativas! Nota do editor: Seria isso um sintoma de falta de confiabilidade ou apenas um estratagema para enganar patrões e supostos amigos ou apenas mais um sintoma da doença? Indagados sobre essas características (ainda sem saberem do monitoramento) praticamente a mesma proporção (78%) disse que bom humor e pró-atividade aconteciam em momentos esporádicos e que a depressão e falta de disposição eram bem mais frequentes, além de um complexo de perseguição que eles mesmos não sabiam explicar o porquê.

Quando confrontados com os perfis fake, os pacientes disseram que deviam ter escrito aquilo em um momento de euforia e depois se esqueceram de mudar. Ou seja, papo para boi dormir, já que mesmo depois de desmascarados, a maioria não foi lá mudar seu perfil, principalmente nas áreas relacionadas com trabalho.

Pelo jeito, depressão e transtorno bipolar, também podem estar relacionados com vergonha ou falta de caráter. Tomara que seja só vergonha, algo que pode ser revertido.

Depressão na velhice

Para completar, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a expectativa de vida do brasileiro é de pelo menos 73,4 anos e, segundo especialistas, pessoas com mais de 60 anos têm mais chance de sofrer de depressão, que pode estar acompanhada de outros problemas físicos. O tema foi alvo de debates no XVIII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia – Envelhecimento: oportunidades, desafios e conquistas, que aconteceu em maio, no Rio de Janeiro. Entre os sintomas da doença estão insônia, ansiedade e isolamento social.

Mais informações no site do congresso.

Antidepressivo pode reduzir avanço de tumores

Uma equipe de pesquisadores taiwaneses descobriu que o antidepressivo Mirtazipine pode reduzir o avanço de tumores de câncer colorretal, afirmou nesta quinta-feira o diretor do projeto, Fang Chun-kai, do Hospital Mackay de Taipé.

“No estudo, as cobaias que foram tratadas com Mirtazipine viveram 67 dias em média, enquanto as que não receberam medicamentos só viveram 43 dias”, disse Fang em entrevista coletiva. Segundo o pesquisador, este remédio não cura o câncer, mas desacelera seu crescimento.

O médico iniciou essa pesquisa após constatar que os pacientes com câncer colorretal que eram submetidos ao tratamento contra depressão com Mirtazipine apresentavam um atraso no crescimento tumoral. “Este medicamento melhora o sistema imunológico, eleva os níveis de serotonina e reduz o fator de necrose nos tumores”, disse o professor de radiologia da Universidade Yang Ming John J.J. Hwang, que explicou que agora vão realizar o estudo em outros tipos de câncer.

Os resultados da pesquisa serão publicados neste mês na revista científica Public Library of Science One.

Fonte: EFE

Levedo de cerveja combate lesões e o envelhecimento precoce

A cerveja é uma das bebidas preferidas do brasileiro e a sua principal finalidade é servir de desculpa para reunir os amigos, correto? Nem sempre. Há muitos anos, ela também vem sendo utilizada como base para tratamentos estéticos, que recorrem ao levedo – rico em fibras, aminoácidos e vitaminas do Complexo B -, para combater problemas de pele como acne e psoríase.

De acordo com Ana Luísa Sampaio, dermatologista responsável pelo serviço de Dermatologia do Hospital Israelita Albert Sabin, do Rio de Janeiro, e sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), “o levedo de cerveja beneficia pessoas que possuem deficiência de nutrientes e pode atuar ainda sobre o estresse oxidativo, que é uma das causas do envelhecimento cutâneo”.

Entretanto, segundo Moises Albuquerque, dermatologista e também membro da SBD, apesar dos relatos do uso desta substância ser de longa data, sua aplicabilidade para melhoria da cútis ainda não foi comprovada, por isso, o tratamento com levedo só deve ser utilizado como um método auxiliar. “Há indícios de que o levedo de cerveja já era utilizado para tratar da acne por volta de 300 a.C., fase em que não existiam remédios eficazes para tratamento. Agora, estamos em 2012, e vivemos em uma época, na qual os dermatologistas combatem a acne com relativa tranquilidade. Além do mais, até hoje não existem estudos conclusivos sobre os benefícios desta substância no combate à acne, portanto, é fundamental que as pessoas interessadas neste método consultem um médico”.

A nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde, defende que “o levedo combate a fraqueza muscular e a dificuldade de concentração. Também pode melhorar o funcionamento cerebral e a pele, como nos casos de acne, eczemas (irritação na pele) e psoríase”. Segundo ela, as vitaminas do complexo B, presentes no levedo de cerveja, estão envolvidas em vários processos metabólicos do corpo humano, principalmente na síntese (formação) de carboidratos, que são importantes para fornecer energia ao organismo, mantendo seu equilíbrio e bom funcionamento.

Da acne à queda de cabelo

Apesar de a maioria dos benefícios ainda requerer comprovação científica, o levedo, obtido por meio do fungo Saccharomyces cerevisiae , também pode ser uma boa opção para as mulheres que sofrem com a oleosidade da cútis.

“A substância contribui para a melhoria das lesões causadas pela acne, para a redução da oleosidade da pele e até mesmo para a queda de cabelo. Ela também tem se mostrado promissora no tratamento de eczemas e psoríase (doença inflamatória da pele)”, revela Luciana do Espírito Santo Saraiva, dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro integrante do corpo clínico do Hospital Felício Rocho, de Belo Horizonte.

Onde encontrar?

Ainda pouco conhecido do grande público, a substância não é comercializado em grande escala. Por isso, o levedo pode ser encontrado com mais facilidade em casas de produtos naturais sob a forma de farinhas (que pode ser misturada aos alimentos) ou em cápsulas (consumidas 30 minutos antes das refeições).

Além disso, já existem linhas de cosméticos que exploram as propriedades do levedo em cremes e xampus. Uma das principais redes que comercializam esse tipo de produto é a loja virtual Payot e a linha importada Manufaktura.

Com restrições

Mesmo com o seu alto poder nutritivo e benefícios, os produtos naturais e industrializados feitos à base da substância devem ser consumidos apenas com a autorização prévia de um profissional da área da saúde, pois a substância pode causar algumas disfunções intestinais por competir com bactérias probióticas (bactérias benéficas) presentes no intestino. Portanto, pessoas que apresentam algum problema intestinal devem evitar o levedo.

Mas, na maioria dos casos, a substância não oferece riscos à saúde. “Quando ingerido sob orientação médica e na quantidade adequada, não há efeitos colaterais”, garante Luciana.

Fonte: Meio News

Moscas rejeitadas ingerem álcool para afogar as mágoas

Estudo feito com drosófilas mostrou comportamento diferente entre insetos machos que foram desprezados e aqueles que copularam

A cena é corriqueira: o cara leva um fora e vai para o bar afogar as mágoas de um amor malsucedido. A novidade é que cientistas americanos descobriram que as moscas-de-fruta (também chamadas de drosófilas) também fazem coisa parecida quando a fêmea refuta o acasalamento. O estudo mostrou que os machos da espécie Drosophila melanogaster ingeriram mais álcool após levar um não.

A descoberta tem grande importância científica, pois foi observado que moscas que copulavam não só consumiam menos álcool como também tinham níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado NPF- análogo a outro neurotransmissor também encontrado em mamíferos como humanos. Moscas que não copulavam tinham a taxa de NPF mais alta. Os pesquisadores acreditam que este neurotransmissor seja um componente chave para o sistema de recompensa.

“Inicialmente achamos que as drosófilas não seriam um bom modelo, mas mecanismos básicos que envolvem uso de drogas e o sistema cerebral de recompensa se mostraram muito antigos em termos evolutivose. Muito da anatomia e comportamento das moscas que pode ser extrapolado para mamíferos, inclusive humanos”, disse a autora do estudo Ulrike Heberlein da Universidade da Califórnia em San Francisco, durante um podcast divulgado pelo periódico científico Science, que publicou o artigo.

Para chegar a estas conclusões, os pesquisadores separaram dois grupos de fêmeas. O primeiro foi composto por moscas virgens, e o segundo com moscas que haviam copulado por vários dias, o que aumentaria a tendência de rejeição a uma nova cópula. Após um período isolado com a fêmea, os machos iam para outro container com dois canudos, um contendo apenas solução nutritiva e outro com 15% de álcool. Os machos rejeitados ingeriram muito mais álcool que as que copularam.

A análise mostrou que não se tratava apenas de uma questão de comportamento: os níveis de NPF também foram muito diferentes entre os machos que copularam e os que foram rejeitados.

“Eu acho que é possível apostar que isto também se traduza em humanos, disse Ulrike Heberlein. Se for assim “poderemos entender agora porque experiências negativas, como a rejeição sexual, pode levar alguém a beber”, disse.

Fonte: IG

Vinho e cerveja protegem contra doenças do coração

Enquanto vinho e cerveja agem de maneira semelhante no organismo, protegendo contra doenças cardiovasculares (desde que consumidos moderadamente), bebidas destiladas não apresentam o mesmo benefício.

Essa é a conclusão de um meta estudo feito por pesquisadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, e publicado no periódico European Journal of Epidemiology.

Os pesquisadores cruzaram resultados de diversas pesquisas sobre o assunto. Ao analisarem 16 estudos sobre a relação entre o consumo de vinho e a redução de risco de doenças cardiovasculares, concluíram que a ingestão de 21 gramas de álcool ao dia gera, em média, 31% de redução nas chances de desenvolver o problema. Efeitos semelhantes foram observados em 13 estudos sobre o consumo de cerveja: a ingestão diária de 43 gramas de álcool foi relacionada com 42% de proteção contra eventos cardiovasculares. Entretanto, o estudo não identificou uma associação significativa entre consumo de bebidas destiladas e proteção cardiovascular.

Esses resultados confirmam o que muitos estudos já haviam dito sobre o consumo de bebida alcoólica: a chamada ‘curva em J’. A pesquisa observou que as pessoas que não bebem cerveja e vinho tem poucos benefícios relacionados com as doenças cardiovasculares; quando consumidas moderadamente, essas bebidas são benéficas; mas, se ingeridas exageradamente, são extremamente prejudiciais. Entretanto, esse padrão não foi observado em relação ao consumo de bebidas destiladas. Os pesquisadores imaginam que isso se deve ao fato de esse tipo de bebida estar mais relacionado a consumo excessivo, e não moderado.

Para os realizadores do estudo, entretanto, os resultados não permitem chegar a uma conclusão sobre qual substância é benéfica nas bebidas alcoólicas. Ou seja, não é possível dizer que a proteção contra doenças cardiovasculares se deve aos polifenóis presentes na cerveja e no vinho e nem ao álcool, uma vez que os destilados também apresentam essas substâncias.

Não é para você

Apesar de a bebida alcoólica, com moderação, proporcionar benefícios para a saúde, ela não é indicada para todos. Existem pessoas que não devem ingerir quantidade alguma de álcool, já que os prejuízos são muito maiores do que as vantagens. Sinal vermelho para quem tem os seguintes problemas:

Doença hepática alcoólica: é a inflamação no fígado causada pelo uso crônico do álcool. Principal metabolizador do álcool no organismo, o fígado é lesionado com a ingestão de bebidas alcoólicas.

Cirrose hepática: o álcool destrói as células do fígado e é o responsável por causar cirrose, quadro de destruição avançada do órgão. Pessoas com esse problema já têm o fígado prejudicado e a ingestão só induziria a piora dele.

Triglicérides aumentado: o triglicérides é uma gordura tão prejudicial quanto o colesterol, já que forma placas que entopem as artérias, podendo causar infarto e derrame cerebral. O álcool aumenta essa taxa. Portanto, quem já tiver a condição deve manter-se longe das bebidas alcoólicas.

Pancreatite: a doença é um processo inflamatório do pâncreas, que é o órgão responsável por produzir insulina e também enzimas necessárias para a digestão. O consumo exagerado de álcool é uma das causas dessa doença, e sua ingestão pode provocar muita dor, danificar o processo de digestão e os níveis de insulina, principal problema do diabetes.

Úlcera: é uma ferida no estômago. Portanto, qualquer irritante gástrico, como o álcool, irá piorar o problema e aumentar a dor.

Insuficiência cardíaca: por ser tóxico, o álcool piora a atividade do músculo cardíaco. Quem já sofre desse problema deve evitar bebidas alcoólicas para que a atividade de circulação do sangue não piore.

Arritmia cardíaca: de modo geral, ele afeta o ritmo dos batimentos cardíacos. A bebida alcoólica induz e piora a arritmia.

Redobre a atenção

Há também aqueles que devem ter muito cuidado ao beber, mesmo que pouco.Tudo depende do grau da doença, do tipo de remédio e do organismo de cada um.

Problemas psiquiátricos: o álcool muda o comportamento das pessoas e pode alterar o efeito da medicação. É arriscada, portanto, a ingestão de bebida alcoólica por aqueles que já têm esse tipo de problema.

Gastrite: é uma fase anterior à úlcera e quem sofre desse problema deve tomar cuidado com a quantidade de bebida alcoólica ingerida. Como pode ser curada e controlada, é permitido o consumo álcool moderado, mas sempre com autorização de um médico.

Diabetes: Todos os diabéticos devem ficar atentos ao consumo de álcool. A quantidade permitida dessa ingestão depende do grau do problema, dos remédios e do organismo da pessoa. Recomenda-se, se for beber, optar por fazê-lo antes ou durante as refeições para evitar a hipoglicemia.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

Beber demais pode danificar memória de meninas adolescentes

Essas pesquisas sobre álcool são engraçadas. As conclusões são sempre um tanto óbivas, embora nesse caso particular eu ache que o cérebro das meninas não são mais vulneráveis que o dos homens. Quando eu lembrar a razão, eu publico.

Adolescentes, especialmente do sexo feminino, que bebem grandes quantidades de álcool de uma só vez podem danificar a parte do cérebro que controla a memória e a percepção espacial, de acordo com um estudo americano. Os cérebros de jovens mulheres são mais vulneráveis aos danos causados pelo álcool porque se desenvolvem mais cedo que os dos homens.

Por isso, segundo a pesquisa publicada em Alcoholism: Clinical and Experimental Research, aquelas que bebem demais em um curto espaço de tempo podem acabar tendo problemas ao dirigir, jogar esportes com movimentos complexos, usar mapas e ao tentar lembrar o caminho para os lugares.

Testes

Os pesquisadores de diversas universidades dos Estados Unidos fizeram testes neuropsicológicos e de memória espacial com 95 adolescentes entre 16 e 19 anos de idade. Entre eles, 40 (27 do sexo masculino e 13 do sexo feminino) bebiam muito de uma só vez (mais de 1,5 l de cerveja ou quatro taças de vinho para mulheres ou mais de 2 l de cerveja ou uma garrafa de vinho para os homens).

Os mesmos testes foram repetidos com 31 rapazes e 24 moças que não bebiam em grandes quantidades e os resultados foram então comparados.

Tecnologia

Usando aparelhos de ressonância magnética, os pesquisadores descobriram que as adolescentes que bebiam muito tinham menos atividade em várias áreas do cérebro que as que não bebiam, durante o mesmo teste de percepção espacial.

Segundo Susan Tapert, professora de psiquiatria na Universidade da Califórnia e autora do estudo, estas diferenças na atividade cerebral podem afetar negativamente outras funções, como concentração e o tipo de memória usado na hora de fazer cálculos, o que também seria fundamental para o pensamento lógico e capacidade de raciocínio.

Já os jovens rapazes não teriam sido afetados da mesma forma, de acordo com Tapert. “Os adolescentes que bebiam demais mostraram alguma anormalidade, mas menos, na comparação com os rapazes que não bebiam. Isso indica que as jovens do sexo feminino são particularmente vulneráveis aos efeitos negativos do excesso de álcool”.

Fonte: BBC Brasil

Estudo aponta que 70% da população sofre com estresse no trabalho

Fizeram um estudo meio óbvio. Agora, é enviar esse estudo aos pseudo chefes que gritam, são grossos, tocam terror e não fazem nada, apesar de sofrerem com o stress e o excesso de ordens dadas. Mas eles não devem ler essas coisas científicas.

Stress é algo que só quem trabalha de verdade deveria ter o direito de dizer que tem.

Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 109 mil profissionais receberam auxílio-doença por conta de efeitos gerados pelo estresse, contra 85 mil casos registrados em 2010

Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 109 mil profissionais receberam auxílio-doença por conta de efeitos gerados pelo estresse, contra 85 mil casos registrados no mesmo período de 2010. E não é só isso: estudo realizado pela unidade brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR), associação especializada na prevenção e estudo do estresse, aponta que 70% da população economicamente ativa do País já sofre com o problema.

Para o administrador de empresas Anderson Cavalcante, especialista em desenvolvimento das competências humanas, as práticas adotadas pelo mercado devem ser repensadas.

“Jornadas permanentes que ultrapassam 10 horas por dia e acúmulo de tarefas são fatores cada vez mais presentes no cotidiano das empresas e a pergunta que fica é: está valendo a pena? Ao que tudo indica, a resposta é não. Ao invés de verem seus resultados melhorando, as organizações estão fazendo com que seus colaboradores fiquem desmotivados, sem energia e incapacitados de buscarem as metas estabelecidas”, pondera.

Para se ter uma ideia, até junho, a Previdência já havia gastado R$ 147 milhões com o apoio prestado aos que sofrem com as consequências do estresse. Para Cavalcante, isso demonstra a dimensão do problema e evidencia que “remediar” não é mais a saída. “Pelo contrário, temos que ver o estresse como um mal da saúde pública e não apenas como algo relacionado ao trabalhador e às empresas.

“Caso a questão não seja tratada com seriedade em sua base, veremos os números aumentarem constantemente”, afirma.

O especialista dá dicas que podem ser aplicadas ao dia a dia.

“O trabalho deve ser uma atividade prazerosa, não uma tortura. Além de cuidados com pontos básicos, como alimentação e realização de atividades físicas, o profissional deve refletir sobre produtividade e a importância atribuída ao que se faz”, explica.

Para ele, as reflexões não podem ficar limitadas a reclamações.

“Questões como ‘trabalho com foco no resultado ou acabo desviando das minhas metas e acumulando tarefas com as quais não preciso me preocupar?’ e ‘meus valores e objetivos estão alinhados às exigências da empresa em que estou atualmente?’ podem ajudar a melhorar o rendimento e diminuir o estresse”, opina.
Para o setor de Recursos Humanos, a recomendação do especialista é tentar equilibrar de forma mais harmônica a quantidade de trabalho ao número de profissionais de cada área.

“Os gerentes, por exemplo, têm equipes cada vez mais enxutas e projetos sempre maiores. A equação não bate e um dos resultados disso é o estresse”, resume.

De olho nos sinais

Ficar atento aos sinais do estresse pode ajudar a tomar medidas preventivas antes da situação fugir do controle e exigir tratamentos complexos. De acordo com a pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR), ao se falar em sintomas físicos, 38% das pessoas passam por distúrbios do sono e 86% são afetadas por tensão muscular e dor de cabeça. Ansiedade e angústia atingem, respectivamente, 81% e 78%.

Para aliviar e combater o estresse, o psicólogo Luiz de Vasconcelos, membro do Conselho Regional de Psicologia, diz que, além de prestar atenção no corpo é necessário dar tempo para ele processar o estresse.

“Busque alguma atividade física que ocupe sua mente por pelo menos uma hora diária. Algo que dê prazer.

Cada pessoa gosta de uma coisa. Pode ser uma caminhada, andar de bicicleta ou até mesmo lutar box. O importante é que a atividade seja feita com entusiasmo e promova o relaxamento”, encerra.

Atenção para rotinas e o equilíbrio do corpo

A nutricionista Fabiana Machado Loureiro, especialista em dietas para atletas, que vivem sob estresse nos treinamentos, explica que é essencial termos uma rotina nos horários das refeições, e não ficar longos intervalos sem nos alimentarmos.

“O ideal são seis refeições ao dia. Se você está atrasado para a escola ou trabalho, um simples café preto não vai resolver a situação. Depois de uma noite de 8 horas de sono, que é o mínimo recomendado pelos médicos, nosso organismo precisa se abastecer de energia.

Segundo Fabiana, as fontes são conhecidas, mas não custa relembrar, não é mesmo?

“Os carboidratos estão mais presentes nas massas e cereais; As vitaminas e minerais, nas frutas e legumes; Proteínas podem ser encontradas nas carnes. O ideal é investir mais em carnes brancas, porque têm menor concentração de gordura. O equilíbrio é o segredo para manter o corpo em dia, equilibrado e longe do estresse”, aconselha.

Ela diz ainda que se ingerirmos cafeína em excesso, seja através de café, chá mate ou preto, refrigerantes à base de cola, nossa predisposição para a ansiedade e irritação será maior, o que pode comprometer os resultados na escola ou trabalho.

“Esta regra também se aplica ao almoço. Se o tempo é curto e não for possível apreciar comida caseira, não fique apenas no lanche. Procure compensar montando um cardápio variado e completo. Para isso, pode ser necessário pedir ajuda a um profissional de nutrição.”

A especialista avisa ainda que, para combater a sensação de cansaço após as refeições, o ideal é evitar frituras e massas pesadas em todas as refeições.

“Esses alimentos só acumulam gorduras, favorecendo o entupimento de veias coronárias, estimulando o enfarte.”

Escolhas acertadas

Alface: a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.

Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, garantindo o bom funcionamento do sistema nervoso, devido ao magnésio, ao fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B.

Castanha-do-pará: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. É rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.

Laranja: promove um melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular e ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga.

Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio que agem diretamente no cérebro.

Texto de Simone Schettino, publicado no jornal O Fluminense

Ansiedade faz mal para a saúde

Não adianta acordar preocupado em resolver um problema que, caso venha a existir, só terá uma solução plausível no período noturno. A maioria das pessoas não reage bem à pressão excessiva, críticas constantes e avisos desnecessários.

Gente, vamos combinar que relaxar é preciso. Não lembro de nada que tenha sido feito melhor porque alguém foi pressionado.

E tem até estudos comprovando isso. O reproduzido abaixo foi publicado no Portal da revista Veja.

Estudo mostra que, em doses elevadas, a ansiedade aumenta em até 43% o risco de um homem saudável ter um infarto

Naiara Magalhães

Hipertensão, diabetes, tabagismo, obesidade, depressão. À já extensa lista de fatores de risco para a saúde do coração, a ciência agora acrescenta mais um: o excesso de ansiedade. Um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, divulgado na semana passada, mostrou pela primeira vez que, em altas doses e de maneira crônica, a ansiedade é suficiente para provocar infartos até mesmo em indivíduos que não pertencem a nenhum grupo de risco associado a doenças cardíacas. Morrer de ansiedade, portanto, não é apenas uma expressão: trata-se de uma possibilidade real. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam por doze anos um grupo de 735 homens saudáveis. Com idade média de 60 anos, eles tiveram seus hábitos monitorados por questionários e foram submetidos a exames médicos periódicos. A metodologia permitiu aos pesquisadores avaliar o efeito da ansiedade sobre o coração de duas formas: isoladamente e em conjunto com outras variáveis, como hábitos de comportamento e índices metabólicos. O resultado do trabalho mostrou que os indivíduos excessivamente ansiosos – com ou sem outras características que elevam a propensão a doenças cardíacas – têm entre 31% e 43% mais probabilidade de sofrer um infarto do que pessoas com um grau de aflição normal.

Quando os pesquisadores se referem a “indivíduos excessivamente ansiosos”, não estão falando, evidentemente, daqueles cujos batimentos cardíacos aceleram diante da visão do ser amado ou dos que sentem os músculos tensionarem em situações de grande stress. A ansiedade exagerada é definida por um conjunto de características e comportamentos específicos que foram descritos em 1942, por um grupo de pesquisadores da Universidade de Minnesota. Eles dividiram os ansiosos em quatro grupos: fóbicos, somatizadores, psicastênicos e introvertidos. Os primeiros se caracterizam por um medo irracional e exagerado de determinados objetos ou situações. Os segundos são aqueles que, em momentos estressantes, demonstram sintomas físicos, como falta de ar, diarréia e forte taquicardia. O terceiro grupo, o dos psicastênicos, é formado por indivíduos com pensamentos obsessivos e compulsões absolutamente irracionais. O quarto grupo é o dos introvertidos – pessoas que se sentem inseguras ou extremamente desconfortáveis quando precisam interagir socialmente. Desses quatro tipos, os fóbicos são os que estão mais sujeitos a infartos, segundo o estudo da Universidade do Sul da Califórnia.

A ansiedade exagerada é um transtorno psicológico que atinge 12 milhões de brasileiros. Para os que têm propensão ao problema, especialistas recomendam terapia e atividades físicas. “As melhores são aquelas que, em vez de estimular a competição, induzem ao relaxamento e ao convívio com outras pessoas”, afirma o cardiologista Ibraim Pinto. Apaziguar o coração, diz ele, ajuda a conservá-lo. O que era intuição popular ganhou o aval da medicina.

Falar duas línguas pode adiar Alzheimer

Sei que meus fieis leitores estão sentindo falta das pesquisas inglesas. Sei que as americanas, italianas ou canadenses não têm o mesmo charme, mas também têm o seu valor. A de hoje fala sobre a faculdade de quem fala duas línguas em retardar o desenvolvimento do Alemão Maldito – o Alzheimer.

Não sei se esse estudo realmente tem fundamento, mas até que eu ficaria feliz.

Dominar um segundo idioma vai além de melhorar o currículo e facilitar a comunicação em viagens. Segundo uma pesquisa da Universidade de York, no Canadá, também pode retardar o desenvolvimento do Alzheimer.

A cientista Ellen Bialystok analisou 450 pacientes com a doença, sendo uma metade bilíngue (duas línguas faladas regularmente por boa parte da vida) e a outra composta por quem sabia apenas o seu idioma natal. Todos apresentavam o mesmo grau de comprometimento.

Os voluntários bilíngues manifestaram sintomas da patologia e foram diagnosticados cerca de quatro ou cinco anos depois que o restante. Ellen disse ao jornal The Huffington Post que, apesar de o levantamento focar em bilíngues de longo prazo, pessoas que começam a aprender uma nova língua mais tarde também têm a ganhar.

Grande parte do estudo do bilinguismo tem se concentrado em bebês. Conversar com eles em duas línguas permite que as aprendam no tempo que os outros costumam aprender somente uma. Seus cérebros parecem se tornar mais flexíveis e, com o tempo, mostrar melhor controle executivo (capacidade de raciocinar de forma mais complexa). Ellen completou que são justamente os anos de bom controle executivo que fazem com que o Alzheimer não se manifeste tão rápido.

Texto de Patricia Zwipp, do Terra

Sexo matinal melhora humor e sistema imunológico

Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato faz se sentir mais feliz ao longo do dia e ainda pode fortalecer o sistema imunológico.

A cientista disse ao jornal Daily Mail que as relações sexuais no período da manhã liberam oxitocina, que tornam os casais mais amorosos e ligados. Também elevam os níveis de IgA, um anticorpo que protege contra infecções.

Os benefícios não param por aí. Já ouviu dizer que transar deixa a pele, as unhas e o cabelo mais vistosos? Pois é a mais pura verdade. Isso porque aumenta as taxas do hormônio estrogênio.

Nem sempre é fácil encontrar tempo para uma praticar sexo ao despertar. Filhos e afazeres domésticos podem atrapalhar. Mas o empenho vale a pena, certo?

Texto de Patrícia Zwipp, publicado no Portal Terra

Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência

Nem sempre as verdades científicas podem ou devem ser consideradas definitivas. A pesquisa abixo – publicada no site da revista Galileu – diz que quem dorme até tarde não é vagabundo.

(In)felizmente há casos e casos. O que não falta é vagabundo que não gosta de acordar cedo.

Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência

por Bruna Bernacchio

Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.

O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, conseqüentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.

Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.

Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e a noite, quando tem mais energia.

O pesquisador Luciano Ribeiro Jr. da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.

A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.

A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre do transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.

O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior susceptibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestivo, além do comportamento sexual.

O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e principalmente um trabalho de reeducação.

E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’”, diz o neurologista.

Encontrados ácaros fazendo sexo há 20 milhões de anos

O Biological Journal of the Linnean Society publicou uma reportagem onde os pesquisadores Pavel Klimov e Ekaterina Sidorchuk estudaram um casal de ácaros preservado em âmbar por mais de 20 milhões de anos e observaram que os papéis sexuais tradicionais estavam trocados.

Segundo os cientistas, “o sexo dos ácaros provavelmente é mais complexo e interessante do que imaginávamos em criaturas tão diminutas. Os machos de muitas espécies de ácaros obrigam as fêmeas a copular, lutam com potenciais rivais e vigiam as fêmeas antes e depois de acasalar. Se a parceira não estiver no clima, azar: o assédio masculino sobre as fêmeas é comum”.

Uma péssima notícia para as fêmeas de todas as espécies, nessa época de Carnaval.


Ovo: O mistério do mundo

Além da velha questão – quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? – há uma outra que também se repete faz décadas: Ovo faz bem ou faz mal?

Colesterol e outros males sempre foram atribuídos ao consumo do ovo. Recentemente alguns médicos começaram a desenvolver teorias de que, na verdade, ele seria mais benéfico que maléfico.

Agora, acontece o Supra Sumo do bizarro, cientistas descobriram que o ovo está mais saudável que seus pares de décadas atrás.

O estudo foi publicado no jornal britânico Daily Mail e foi produzido por pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Segundo eles, o teor de vitamina D, que ajuda a proteger os ossos, chegou a 64% a mais.

O motivo da melhoria seria a mudança na alimentação das galinhas. Apesar dessa constatação, o limite diário continua sendo saborear apenas um ovo por dia.

Mudou algo na sua vida essa informação?

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e bebida

Todos estão aguardando um desmentido oficial, mas os cretinos da Universidade do Estado de Ohio (EUA) fizeram esse estudo imbecil que diz que sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e bebida.

Segundo eles, o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.

Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.

Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.

No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns de câncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir.

Com informações do Terra

Estudo diz que barriga de chope é mito

Mais uma boa notícia para os homens cariocas, responsáveis pelo maior consumo per capta de chope do País. Agora todos podemos ir para os bares e para a noite sem aquele peso na consciência. A barriga é culpa de outros fatores que não o suco de cevada. Pelo contrário, a bebida não engorda e até reduz o risco de diabetes e hipertensão.

Só não sei qual seria uma quantidade normal para se beber todos os dias. Enquanto penso, vou ali beber um chopinho e volto já.

Abaixo o texto completo sobre o estudo.

Um novo estudo feito na Espanha afirma que a a barriga de chope é um mito. De acordo com a pesquisa, o consumo moderado da bebida, de até meio litro diário, associado a uma dieta como a mediterrânea, com bastante verduras, legumes, peixes, cereais e uso de azeite de oliva, não engorda e até reduz o risco de diabetes e hipertensão.

O modelo de homens e mulheres com barriga grande é próprio de uma cultura em que se ingere grandes quantidades de cerveja e comida rica em gorduras saturadas com quase nenhuma atividade física, disseram nesta quarta-feira (12) os autores do estudo.

Os médicos Ramón Estruch, do Serviço de Medicina Interna do Hospital Clínic, e Rosa Lamuela, do departamento de bromatologia e Nutrição da Universidade de Barcelona, dizem que a cerveja bebida com moderação não provoca aumento da massa corporal nem acúmulo de gordura na cintura.

O teste envolveu 1.249 participantes, sendo homens e mulheres com mais de 57 anos, que pela idade têm um maior risco cardiovascular. As pessoas que participaram do estudo se alimentando com uma dieta mediterrânea acompanhada de cerveja em quantidades entre 0,25 e 0,5 litro por dia, “não só não engordaram, mas, em alguns casos, perderam peso”, dizem os cientistas.

A dose recomendada pelos médicos é de dois copos diários para as mulheres e de três para os homens, com alimentação balanceada. As pessoas também devem praticas exercícios.

Rosa diz que a cerveja é uma bebida fermentada, que recebe as propriedades alimentares dos cereais com que é produzida, assim como o vinho da uva, ou a cidra da maçã. A bebida fornece uma quantidade de ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio maior que outras, e provoca um efeito “protetor” sobre o sistema cardiovascular.

As pessoas que bebem quantidades normais de cerveja apresentam uma menor incidência de diabetes e hipertensão, e um índice de massa corporal inferior.

As informações são da EFE

 

Escovar os dentes reduz risco de doenças cardiovasculares

Tirado de um release que recebi.

Escovar os dentes, além de prevenir cáries, gengivite e outras doenças bucais, faz bem ao coração. É o que indica a pesquisa escocesa publicada recentemente em artigo no British Medical Journal, que afirma: não escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia pode aumentar risco de doenças cardiovasculares em até 70%.

A pesquisa mostrou que homens fumantes e com outros problemas de saúde como: diabetes, hipertensão arterial ou obesidade, costumavam não escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia.

As doenças cardíacas podem estar ligadas a problemas na gengiva, cuja inflamação pode provocar obstrução das artérias, causando problemas no coração.

Estão no “grupo de risco” das doenças cardiovasculares homens, fumantes, obesos e diabéticos, e uma das formas de preveni-las é o constante cuidado com a higiene bucal.

Está cada vez mais comprovado que a saúde bucal é fundamental, não só para evitar problemas nos dentes e gengivas, como para que todo o organismo e órgãos vitais funcionem perfeitamente.

Viva o plano dental!

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XI – O Besouro Mais Forte do Mundo

Muitos sucumbem diante de um obstáculo. Outros se encolhem na hora de tomar uma atitude. Há até os que demonstram falta de ‘inteligência emocional’ e não escondem sua falta de paciência com atos burros e incompetentes. Sinais de fraqueza?

Bem, para mostrar que qualquer um pode levar um grande peso sobre os ombros, cientistas britânicos e australianos pesquisaram muito para descobrir que o inseto mais forte do mundo é o besouro Onthophagus taurus, capaz de puxar 1.141 vezes seu próprio peso, o equivalente para uma pessoa de 70 kg conseguir levantar 80 toneladas, o peso de seis ônibus de dois andares.

O mais legal é a parte do estudo que diz:

A força extraordinária de muitos besouros se deve a seus incomuns rituais de acasalamento. Porém, até mesmo os machos mais fracos da espécie têm uma compensação evolutiva: testículos enormes que aumentam suas chances de fertilizar uma fêmea. Os besouros fêmeas desta espécie cavam túneis no esterco, onde os machos acasalam com elas. Se um macho entrar em um túnel que já está ocupado por um rival, eles vão lutar com os chifres, um tentando puxar o outro para fora. Alguns besouros, embora sejam menores e mais fracos, não precisam disputar a atenção das fêmeas por causa de seus testículos substancialmente maiores.

É, pelo jeito, até para os besouros tamanho é documento.

Ciência confirma: Sou um Viciado!

Cientistas do Scripps Research Institute, na Flórida, Estados Unidos, chegaram a uma conclusão muito preocupante. A de que junk food, como hambúrguer, bacon ou salsicha, vicia tanto quanto heroína ou cocaína.

Testes, feitos em ratos, confirmaram o meu vício. Mostram que a compulsão por alimentos gordurosos funciona como um vício em drogas e é muito difícil de ser combatida. Os roedores, mesmo sabendo que receberiam choques elétricos, não largavam a comida. Pior, quando não podiam comer podreiras, preferiram passar fome do que comer alimentos saudáveis

Mais grave ainda, a ingestão de alimentos gordurosos causou mudanças no cérebro, semelhantes às causadas pelo consumo de drogas em cérebros humanos.

A pesquisa mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer, além de super estimuladas, deterioravam-se gradualmente à medida que o consumo dos alimentos gordurosos fosse aumentando. Essas regiões passaram a responder cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.

Será que vou para o Narcóticos Anônimos?