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Tudo o que você precisa saber sobre ‘Vidro’. Sem spoiler

É uma trilogia? São três ‘origens’? Terá continuação? Quem são essas pessoas na foto de destaque?

Finalmente entra em cartaz o filme Vidro,  do cineasta M. Night Shyamalan.  Considerado um especialista em viradas  inesperadas de roteiro — os chamados plot  twist —, a expectativa é que a produção arrecade US$ 75 milhões em bilheteria logo na primeira semana. Apenas nos Estados  Unidos e no Canadá. O que supera os US$ 60 milhões de Sinais (2002), melhor marca  de estréia do diretor.

O filme é o terceiro e último capítulo da  trilogia de Shyamalan conhecida como  Eastrail 177. Teve início em Corpo  Fechado (2000), que girava em torno da  personagem David Dunn (Bruce Willis) — um  segurança que saiu ileso de um desastre de trem — e ganhou continuação em Fragmentado (2016), cuja personagem central era Kevin Wendell Crumb (James McAvoy) — ex-funcionário de um zoológico que se multiplica em 24 personalidades.

Desta vez, a figura central é Elijah Price (Samuel L. Jackson), um intelectual habituado a negociar obras de arte e fabricar teorias a partir de histórias em quadrinhos. Elijah foi apresentado ao
público em Corpo Fechado, já com uma pinta de super-vilão.

Os três protagonistas são reunidos em um manicômio para serem tratados por uma médica (Sarah Paulson) especializada em pessoas que pensam ser super-heróis ou personagens de HQs.

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Foto: Jessica Kourkounis/Paramount

Entre Corpo Fechado e Vidro, lá se vão longos 19 anos. Por isso, antes de comprar seu ingresso para mergulhar na conclusão da trilogia de Shyamalan, é melhor entender o contexto da história, como ela começou e, muito importante, ficar atento para a estética adotada pelo cineasta.  Tudo sem spoiler, é claro

Marvel, Samuel L. Jackson e palavrões

Em recente entrevista ao site IGN, Shyamalan garantiu que sempre quis gravar as sequências de Corpo Fechado. Mas desistiu da ideia por vários anos devido à recepção do filme na época do lançamento.

“Quando fiz Corpo Fechado, queria fazer três filmes. Era o que tinha em minha cabeça. Houve uma recepção estranha do filme. Fiquei chateado e decidi seguir em frente. Mas aí gravei Fragmentado e
senti que era a oportunidade de continuar com a ideia.”

A popularidade dos filmes de super-heróis — muito por conta da Marvel e seu poderoso universo cinematográfico — pode ter influenciado muito a produção de Vidro. Mas também pode ter pesado uma cobrança feita ao longo desses anos. Por Samuel L.
Jackson.

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Samuel L. Jackson é o vilão Sr. Vidro (Foto: Divulgação)

Essa história foi revelada pelo diretor e roteirista durante o painel especial sobre o filme na CCXP 2018, em dezembro do ano  passado, em São Paulo.

Para dar ao ator a notícia de que a sequência finalmente chegaria, Shyamalan preparou para ele uma sessão particular de Fragmentado, que termina com uma aparição de David Dunn, personagem de Willis.

Eu vi Samuel duas vezes em Los Angeles. A primeira ele estava em um carro, em um estúdio, e perguntou:

‘Quando vamos fazer o filme, filho da p***?’.

Três anos depois, encontro ele na rua, também no carro, e ele pergunta de novo:

‘Quando vamos fazer o filme, filho da p***?’.

Eu não gosto de contar nada para ninguém , então fiz uma sessão só para ele de Fragmentado. No final, quando viu a aparição de Bruce Willis, seu colega de elenco em Corpo Fechado, ele disse:

‘Vamos fazer isso, filho da p***?’.

Respondi:

‘Nós vamos, filho da p***’.

Shyamalan também garantiu que Vidro é o fim da história. “Tenho algumas ideias originais na cabeça. Para mim, é divertido começar de novo”, disse.

A visão dos protagonistas

O primeiro a embarcar no cosmo Shyamalan — mesmo sem saber — foi Bruce Willis. Um ano antes de o universo de heróis do cineasta ter sido apresentado ao público. Willis estrelou O sexto sentido,
em 1999, com roteiro e direção de Shyamalan.

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Bruce Willis caracterizado como o justiceiro David Dunn (Foto: Divulgação)

O sucesso estrondoso do longa, com uma reviravolta espetacular na história, levou Willis a topar, imediatamente, fazer Corpo Fechado.

“Logo depois que passamos por aquilo tudo, ele (Shyamalan) me manda um script e me faz uma ligação para saber se eu faria o
filme. ‘Vamos fazer essa p***a, eu respondi, sem nem ler o script. Aconteceu de novo em Fragmentado, quando me chamou para fazer a cena final, que virou Vidro“, disse o ator em uma entrevista na TV americana para divulgar o longa.

Quando Shyamalan convidou James McAvoy para assumir a personagem de um psicopata com múltiplas personalidades, o ator havia acabado as filmagens de ‘X-Men: Apocalipse’, na primeira aparição do “jovem” Professor Xavier careca.

Seus cabelos estavam começando a crescer e Shyamalan achou, bem…, que McAvoy daria um ótimo assassino psicopata com múltiplas personalidades com aquele “shape”.

Em Fragmentado, o ator escocês dá vida a Kevin Wendell Crumb. De quebra, vem junto mais 23 personalidades diferentes. Mas só nove delas apareceram no filme — sendo que a Besta era mais perigosa delas.

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McAvoy dá vida a uma das 24 personlidades de Kevin (Foto: Jessica Kourkounis/Paramount)

Em Vidro, 20 personalidades de Crumb aparecem. McAvoy chegou a dizer, em um entrevista, que uma delas é baseada na atriz irlandesa Saiorse Ronan, com quem contracenou em “Desejo e Reparação”; e uma outra é inspirada na voz do narrador de audiolivro Scott Brick, e que só fala na terceira pessoa.

“Ele lembra o Kevin, na verdade. Ele acha a vida tão traumatizante e difícil de vivenciar que ele não quis mais a experienciá-la enquanto passava”, disse James McAvoy, que entrega mais uma interpretação primorosa.

Samuel L. Jackson, por sua vez, já esteve em três grandes franquias do gênero heróis — Nick Fury no universo Marvel, como Gelado em “Os Incríveis” e como o Sr. Vidro em Corpo Fechado. Em entrevista à Digital Spy, o ator falou um pouco a respeito da febre dos super-heróis, que dominou os cinemas nos últimos anos.

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Mr. Glass (Samuel L. Jackson) em Vidro (Foto: Film Frame..©Universal Pictures)

“Senti que era um negócio que não foi finalizado. Uma vez que ele (Shyamalan) disse que queria fazer uma trilogia e colocou Elijah em uma instituição, pensei ‘Ok, então, o que ele está fazendo lá? Vai sair de lá e encontrar outra pessoa? Ou alguém irá procurá-lo?’ Sempre senti que isso tinha de ser explicado”, disse Jackson.

Entenda o cosmo de Shyamalan

Quadros dentro de quadros transformam o enquadramento em uma página de HQs. A câmera se movimenta da esquerda para a direita, por diversas vezes, como se estivéssemos lendo. Tomadas que ressaltam uma determinada cor, dependendo da personagem enfocada — verde para Dunn, amarelo para Kevin e roxo para Elijah.

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M. Night Shyamalan em ação (Foto: Jessica Kourkounis/Universal Pictures)

É importante reparar na estética magistralmente usada por M. Night Shyamalan que nos transporta imediatamente para o universo dos quadrinhos. Nos três filmes.

(confiram os tons de roxo que aparecem discretamente nas roupas das personagens de McAvoy e Willis, reforçando a ideia de que os dois são suas “criações”)

Assim como a estrutura do roteiro (também assinado pelo cineasta), que segue a fórmula das narrativas clássicas da Marvel e da DC Comics. E os diálogos expositivos e as cenas verborrágicas, muito comuns nas histórias dos quadrinhos quando o vilão explica seu plano mirabolante.

E depois decida: os quadrinhos são baseados na vida real?

Relembre a história de ‘Corpo Fechado’

Em Corpo Fechado somos apresentados a David Dunn (Bruce Willis), o único sobrevivente de um catastrófico acidente de trem. Um homem que, por algum mistério da natureza, não é capaz de se machucar nem de ficar doente, o que lhe deixa muito confuso.

Ele então conhece Elijah Price (Samuel L. Jackson), um homem preso a uma cadeira de rodas que tenta convencê-lo de que, na verdade, ele é um super-herói das HQs. Em um primeiro momento, a teoria é recebida com perplexidade, mas logo o personagem começa a se envolver com a possibilidade.

Elijah, um fanático por quadrinhos, é, na verdade, um terrorista disfarçado, cujo propósito de vida é ser o arqui-inimigo de David. O acidente de trem e diversos outros desastres fatais mencionados ao longo da história foram planejados e executados por ele, para encontrar Dunn. O problema congênito do vilão deixa seus ossos extremamente frágeis e quebradiços. Por causa disso, ele assume a alcunha de Sr. Vidro, seu antigo apelido de infância.

A personagem é presa no fim da trama.

Relembre a história de ‘Fragmentado’

Kevin Crumb (James McAvoy) é um jovem com 23 personalidades distintas, que consegue alternar as personas (a luz) usando a força do pensamento. Ele sequestra três adolescentes em um estacionamento. O terror psicológico da trama se desenrola à medida que elas conhecem todas as facetas de Kevin, que também inclui mulheres.

Até que Kevin é tomado pela 24ª personalidade, a Fera, que mata duas meninas e a psiquiatra Karen Fletcher. A Fera, no entanto, poupa Casey (Anya Taylor-Joy), que assim como Kevin havia sido vítima de abuso na infância. No embate com a jovem, Kevin é baleado, mas não morre.

O filme traz uma espécie de cena pós-créditos — que ficou muito famosa no universo Marvel, mas foi usada antes, até onde se recorda a autora deste post, pela primeira vez, no filme “O enigma da pirâmide”.

Uma cliente vê a reportagem sobre a tragédia das moças na televisão e repara que o caso é muito parecido com o de um “louco” que havia sido preso 15 anos antes. Sentado do lado dela no balcão, David Dunn lembra a ela o nome do criminoso: Sr. Vidro.

Só nesse momento é revelado ao espectador que, na verdade, o filme é uma continuação de Corpo Fechado.

Sinopse e trailer de ‘Vidro’

Após a conclusão de Fragmentado, Kevin passa a ser perseguido por David Dunn, o herói de Corpo Fechado, que decide ir atrás de pessoas com poderes sobre-humanos.

Tem-se início um jogo de gato e rato entre o homem inquebrável e a Fera, que é fortemente influenciado pela presença de Elijah Price, trancado em um manicômio. O trio acaba reunido depois que uma médica espacalista em tratar pessoas que acreditam ter super poderes.

De onde eles vieram? Para onde vão? Quem é o verdadeiro vilão? Quem são os heróis? Perguntas como essas prometem ser respondidas com a conclusão da trilogia.

Ficha técnica completa
vidro-poster-blogdoferoliVidro (Glass)
Nacionalidade: EUA, 2019
Gênero: Suspense, drama
Duração: 2h9
Classificação: 14 anos
Elenco: Samuel L. Jackson, James McAvoy, Bruce Willis, Anya Taylor-Joy, Sarah Paulson, Spencer Treat Clark, Charlayne Woodard
Direção e roteiro: M. Night Shyamalan
Produção: M. Night Shyamalan, Marc Bienstock, Jason Blum, Kevin Scott Frakes, Ashwin Rajan, John Rusk, Steven Schneider
Trilha sonora: West Dylan Thordson
Direção de fotografia: Mike Gioulakis
Edição: Luke Ciarrocchi, Renaldo Kell
Design de produção: Chris Trujillo
Direção de arte: Jesse Rosenthal
Distribuição: Walt Disney Studios
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Saiu trailer oficial de ‘John Wick: Parabellum – Capítulo 3’

Tiro, porrada e bomba. Preparem-se para a guerra.  Estreia mundial em 17 de maio

O ex-assassino de aluguel interpretado por Keanu Reeves volta a lidar com um submundo violento de assassinos e impérios do crime. Uma saga violenta que começou com a morte do cachorro do protagonista, John Wick.

Desta vez, Wick será perseguido por todos os assassinos da “alta cúpula”, que colocaram uma soma milionária por sua cabeça. Para escapar, ele precisa fugir da cidade de Nova York antes que seja tarde demais.

No elenco também estão Halle Berry, como Sofia, Ian McShane, como Winston e Anjelica Huston como a misteriosa Diretora, além de Laurence Fishburne, Common. Ruby Rose, Ian McShane e Mark Dacascos.

The Who quer fazer a gente sonhar!

Banda britânica de rock esteve no Brasil pela primeira vez no Rock in Rio 2017. Será que vão repetir a dose?

O The Who confirmou a realização de uma turnê na América do Norte este ano.  A partir de maio, começa uma série de shows por 29 cidades nos Estados Unidos e no Canadá.

Aproveite para comprar a autobiografia de Roger Daltrey

A agenda tem previsão de ser esticada até o fim de outubro.  A turnê já está batizada de “Moving On!”.

. Thanks Mr. Who?

“Roger batizou ela de Moving On! Eu amei isso. É o que nós dois queremos fazer. Seguir em frente, com novas músicas, músicas clássicas do The Who, tudo feito num jeito novo e excitante.  Assumindo riscos, nada a perder”, disse Pete Townshend em um texto publicado no site oficial do grupo.

Mas será o Rock in Rio de novo?

Coincidências ou não, o Rock in Rio 2019 acontece nesse mesmo período em que a banda inglesa estará encerrando a turnê pela América do Norte.

Até o momento, a organização do megaevento brasileiro anunciou o line-up do Palco Mundo apenas para os dias 4, 5 e 6 de outubro. As datas 27, 28 e 29 de setembro e 3 de outubro permanecem abertas, com atrações a confirmar.

O Who também anunciou que fará um álbum de inéditas, depois de 13 anos. Ainda sem data de lançamento, Pete adiantou que o disco terá uma mistura de rock pesado e eletrônico experimental.

A ‘super blood woolf moon’ está chegando

Um eclipse lunar total (e bem especial) ocorrerá em 20 de janeiro

Em 20 de janeiro, a Terra passará entre o sol e a lua, bloqueará a luz do sol e lançará uma sombra sobre a lua.

A “super blood woolf moon” recebe esse nome porque o eclipse ocorre quando a lua está cheia (a de janeiro, chamada de ‘woolf moon’) e mais próxima da Terra do que o normal (o fenômeno da super lua). A sombra da Terra fará a lua parecer avermelhada.

O eclipse lunar total será totalmente visível para as pessoas na América do Norte, América do Sul, Groenlândia, Islândia, Europa Ocidental e África. Pessoas em outras partes do mundo verão um eclipse parcial.

No Brasil, o fenômeno poderá ser melhor observado na madrugada de 20 para 21 de janeiro. O ápice está previsto para as 3h12, horário de Brasília.

O eclipse lunar deverá durar uma hora e dois minutos.

Esse eclipse lunar total será o último que veremos até maio de 2021 (embora haja eclipses lunares parciais antes disso).

Explicações semânticas dos fenômenos

Os eclipses lunares totais não são tão raros. O último ocorreu em julho de 2018. Mas este se destacará como uma “super lua de sangue do lobo”, para fazer uma tradução bem tosca do fenômeno.

A Nasa costuma manter um link de streaming online no seu canal do YouTube (abaixo). É bem provável que faça uma transmissão ao vivo do fenômeno, como aconteceu na super lua azul de sangue, no ano passado.

Esse nome é baseado no tempo do eclipse e na posição da lua em relação à Terra. Eclipses lunares totais fazem a lua parecer laranja-avermelhada devido ao efeito que a atmosfera da Terra tem sobre a luz do sol que passa através dela. E é por isso que eles são chamados de luas de sangue.

As luas cheias que ocorrem em janeiro são conhecidas como “luas do lobo” (cada mês recebe seu próprio nome de lua cheia). E esta aparecerá especialmente brilhante e grande porque a lua estará um pouco mais próxima da Terra do que o normal — daí a rótulo “super” —, fenômeno conhecido como perigeu.

Algumas explicações científicas

Durante um eclipse lunar, a lua toca a sombra externa da Terra, chamada penumbra, e então se move para a sombra completa, chamada de umbra. Em seguida, ele volta para a penumbra.

Cerca de 80% da atmosfera da Terra é gás nitrogênio, e o restante é principalmente oxigênio. Depois que nossa atmosfera absorve a luz branca do sol, essa mistura de gás se espalha ao redor das cores azul e roxa, e é por isso que o céu parece azul aos nossos olhos durante o dia.

Durante um eclipse lunar, a atmosfera da Terra dispersa a luz azul e refrata o vermelho — um processo semelhante ao que vemos durante o nascer e o pôr do sol. É por isso que a lua parece ficar vermelha quando está na umbra da Terra.

Para quem pretende acompanhar o fenômeno, vale lemrar que observar um eclipse lunar total não é perigoso — ao contrário de olhar para um eclipse solar sem proteção.

A comemoração do Hogmanay

Em Edinburgh, capital escocesa, festa dura três dias de
eventos para receber o novo ano

As origens da palavra Hogmanay são do início  do século 17 — talvez do hoguinané, forma  francesa normanda do antigo francês
aguillanneuf, que significa “último dia do  ano” ou “presente de ano novo”.

Mas o entusiasmo escocês pelo Hogmanay  surgiu ainda no século 16, quando o  Parlamento, dirigido por Puritan de Oliver  Cromwell, proibiu as celebrações de Natal,  em 1647. A proibição foi revogada 13 anos  depois, mas a celebração do Natal nunca foi  realmente reativada no país. Em 1958, o dia  de Natal continuava sendo um dia normal de  trabalho.

Só em 1974 o Boxing Day tornou-se feriado na  Escócia. Com dois dias de feriado após o Ano  Novo, os escoceses podiam comer, beber e se  divertir com amigos e familiares. O  historiador Ronald Hutton, da Universidade  de Bristol, sugere que os longos e escuros  invernos escoceses ajudaram a manter a  tradição viva.

“Durante toda a véspera de Ano Novo do  século 18, a agitação de Edimburgo foi cada  vez maior. Até que, em 1800, havia mais  pessoas nas ruas depois da meia-noite do que ao meio-dia”, disse Hutton.

Hogmanay de Edinburgh em números

  • A festa de rua está celebrando um quarto de  século.
  • No ano passado, 75 mil pessoas de mais de 80 países participaram da festa
  • Mais 75 mil pessoas aproveitaram os outros eventos oferecidos pela festa.
  • Mais de seis toneladas de fogos de artifício são usados ​​na queima de fogos do Midnight Moment no Castelo de Edinburgh.
  • Aproximadamente um bilhão de telespectadores em todo o mundo verão as comemorações do Edinburgh Hogmanay
  • Em 2015, as comemorações do Hogmanay tiveram um impacto econômico na cidade de £ 41.8 milhões

Novidades para a chegada de 2019

As celebrações começam com a Torchlight Procession, em 30 de dezembro. Cerca de 40  mil pessoas percorrem a capital escocesa e
continuarão até o “Loony Dook” no Dia de Ano  Novo, quando centenas de pessoas mergulham  no gelado River Forth.

O cantor e compositor inglês Rag’n’Bone Man fará o show principal no palco montado em  Princes Street Gardens na noite do dia 31,
enquanto rola festa no Street Party com bandas ao vivo e DJs, no centro da cidade.

Os fogos do Hogmanay à meia-noite iluminam o Castelo de Edinburgh, no 31, enquanto Bairns Afore, um novo evento neste ano, oferece às crianças fogos de artifício e entretenimento
familiar às 17h, antes de dormir.

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Famílias com bebês poderão desfrutar do evento Baby Loves Disco Hogmanay, no Festival Square para alguns “Hogmanay clubbing”.

Celebrações em outros lugares incluem Ceilidh (dança escocesa) aos pés do Castelo, com Edinburgh Gin apresentando música de bandas ceilidh tradicionais a noite toda.

Algumas outras tradições do Hogmanay

Acredita-se que muitos costumes de Hogmanay foram trazidos da Escandinávia pelos vikings invasores nos séculos VIII e IX. O Ano Novo ainda é conhecido como Yules em Shetland, onde as influências Viking permanecem mais fortes.

O First-footing está entre os costumes mais famosos. Refere-se à primeira pessoa a entrar nas casas de amigos ou parentes nas
primeiras horas do dia de Ano Novo, levando presentes — de pão preto a whisky e biscoitos amanteigados.

Dia a dia no Hogmanay

30 de dezembro
Torchlight Procession

Um espetáculo memorável que reúne dezenas de milhares de pessoas pelas ruas de Edinburgh carregando tochas, seguindo pela Royal Mile em direção ao Holyrood Park, passando pelo Parlamento Escocês e pelo Palácio da Holyrood House para o final dos fogos de
artifício.

Quando: 19h, a partir de três pontos de partida – St Giles Street, North Bridge e South Bridge
Preço: a partir de £13

31 de dezembro
O Concerto nos Jardins

O Concerto nos Jardins, com o título Rag’n’Bone Man, também oferece a melhor vista dos fogos da meia-noite.

Quando: as portas abrem a partir das 20h, e o evento começa às 21h
Preço: a partir de £60

Street Party

Três etapas da melhor música tradicional, rock e pop, bem como atos alternativos em locais ao redor do centro da cidade.  A apresentação deste ano no Waverley Stage é a banda inglesa de synth-pop, The Human League.

Quando: Arena, bares e atrações abrem a partir das 19h
Preço: £26

Concerto à luz de velas, Catedral de St Giles

Um concerto com apresentações do Coro da Catedral de St Giles e jovens solistas.

Quando: 19h30

Ceilidh aos pés do castelo

O que se diz ser o maior Ceilidh da Grã-Bretanha acontecerá no cenário do majestoso Castelo de Edinburgh.

Quando: 20h – 1h (arena abre às 20h)
Preço: £52,50

Hogmanay HQ

Acesso VIP às comemorações do Assembly Hall, oferecendo vistas amplas sobre Princes Street Gardens e um local privilegiado para
os fogos de artifício à meia-noite de seu bar ao ar livre. O preço do ingresso inclui uma meia garrafa de champanhe, um buffet
completo de jantar, festa VIP e entretenimento, bares privativos, música ao vivo e festa de rua.

Quando: 20h
Preço: £200

Fogos de artifício à meia-noite

Fotos de fogos de artifício sobre o Castelo de Edimburgo trazendo o novo ano são algumas das mais memoráveis ​​da capital escocesa.
Eles são mais bem vistos à distância, e não perto das áreas de lançamento, que serão isoladas.

1º de janeiro
Mensagem dos céus

Desfrute de uma “jornada literária pela cidade”, lendo uma nova história escrita pelo escritor de crime escocês Val McDermid,
projetada nos maiores edifícios e monumentos de Edimburgo.

Quando: do anoitecer até as 22h
Preço: gratuito

Loony dook

Este clássico mergulho do Ano Novo, no River Forth, vê pessoas em trajes extravagantes mergulharem na água à sombra das pontes de
Forth. Os espectadores podem torcer pelos “dookers” na praia ou ao longo da rota do desfile em direção a South Queensferry.

Quando: 11h
Preço: £11

Chuva de trailer neste fim de ano: agora saiu o primeiro de ‘MIB Internacional’

Novo filme da franquia ‘Homens de Preto’, ainda sem data de estreia em 2019, tem o seu primeiro trailer divulgado


O trailer já havia sido exibido com exclusividade para o público presente ao painel da Sony na CCXP18.

Além de Tessa Thompson e Chris Hemsworth, estão no elenco Rebecca Ferguson, Emma Thompson, Liam Neeson, Kumail Nanjiani, entre outros.

A produção é dirigida por F. Gary Gray, de Velozes e Furiosos 8 e Straight Outta Compton: A História do N.W.A.

Trailer oficial do reboot ‘Hellboy’ saiu hoje, mas não tem ligação com calor infernal no RJ

‘Hellboy’ chega aos cinemas em 12 de abril de 2019. No elenco, David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Daniel Dae Kim, e Sasha Lane

Edinburgh: visite e fique por lá (e nem sou eu que estou dizendo!)

Melhor cidade do UK para visitar por cinco anos consecutivos, e agora a melhor para morar em todo o mundo!

Vista da cidade, do alto do Calton Hill

Edinburgh foi aclamada a melhor cidade do Reino Unido para visitar pelo quinto ano consecutivo. Anualmente, o Telegraph abre votação popular para indicar os 20 principais destinos de viagem. Os leitores do jornal optaram, mais uma vez, pela capital escocesa.

De acordo com o jornal, Edinburgh conquistou o primeiro lugar por estar mergulhada em história, bem como pela “elegância arrebatadora”. O relatório acrescenta:

Edinburgh merece sua reputação como uma das cidades mais bonitas e atraentes do mundo.”

Em segundo lugar, mais uma vez, ficou a cidade histórica de York, seguida por Bath. Londres subiu uma posição e entrou no TOP 4, seguido por Cambridge, que ganhou dois lugares em relação ao sua posição no ranking do ano passado.

A cidade de York ficou em segundo lugar

Em sexto lugar ficou Wells; Liverpool aparece em sétimo lugar, depois de subir quatro posições, atrás apenas de Chester. Em um relatório mundial, no entanto, Edinburgh aparece como a melhor cidade do mundo para se viver!

Melhor lugar do mundo SIM!

Relatório publicado pela consultoria Global Arcadis aponta Edinburgh como a melhor cidade para se viver no mundo. Tudo graças à sua baixa taxa de criminalidade, altos níveis de educação e a saúde geral de sua força de trabalho.

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“Claramente, estamos no caminho certo. Todos devemos nos orgulhar de que a cidade de Edimburgo esteja confortavelmente entre as cinco maiores cidades do mundo neste índice e, particularmente, que seja considerada a número um das pessoas”, disse o líder do Conselho de Edimburgo, Adam McVey.

O estudo, chamado Sustainability Cities Index, mede a saúde social, ambiental e econômica de 100 cidades em todo o mundo. São levados em conta três pilares de sustentabilidade, conforme estabelecido pela Arcadis:

  1. pessoas
  2. planeta
  3. lucro

Segundo a pesquisa, a capital escocesa está no topo do ranking de pessoas. Recebeu, assim, o título de “cidade mais habitável do mundo” de 2018. À frente de Londres, Paris, Cingapura e Estocolmo.

A categoria pessoas considera os aspectos sociais de morar em uma cidade que refletem a qualidade de vida geral de seus moradores. Os indicadores incluem “educação, saúde, desigualdade de renda, equilíbrio entre trabalho e vida privada, crime, demografia e ofertas culturais”.

Mas nem lá tudo são flores

Mas, pelo relatório, as cidades devem abordar fatores negativos para manter competitividade. A rede de estradas superlotadas que circula e atravessa a cidade, e a falta de espaço de lazer foram indicados como fatores de preocupação.

“A Escócia tem uma força de trabalho altamente qualificada, bem-educada e adaptável, com cinco institutos de ensino superior no top 200 mundial. Temos que continuar trabalhando duro para melhorar a cidade, e não descansar em nossos louros”, disse McVey.

Considerando o aumento do custo da habitação e o aumento do congestionamento, Edinburgh passa para terceiro lugar — e fica atrás de Estocolmo, em segundo lugar, e Londres em primeiro.

O Edinburgh Evening News noticiou, em novembro, como o custo dos aluguéis particulares na capital estava fora de controle. O governo já pediu que mais casas de aluguel social fossem construídas para combater os altos custos de aluguel e a alta demanda.

Londres, claro, está entre as mais bem avaliadas

 

Londres também conquistou o primeiro lugar como a cidade mais sustentável do mundo, graças a uma pontuação alta nos pilares de pessoas e lucro, enquanto Kolkata, na Índia, ficou em 100º lugar.

As cidades europeias ocupam 14, das 20 primeiras posições. Cingapura, Hong Kong e Seul tiveram uma boa classificação. Assim como Nova York e São Francisco.

‘Vingadores: Ultimato’ – Saiu o trailer e OMFG!!!!

Não estamos sabendo lidar com as imagens fortíssimas!!!!

A Marvel liberou o trailer  de Vingadores 4 nesta sexta-feira. Com isso, foi revelado o título do próximo (e esperadíssimo!) filme da franquia — ‘Avengers: Endgame’ (‘Vingadores: Ultimato’).  A estreia será em 25 de abril de 2019 — mais cedo do que o imaginado; informação quentíssima que veio junto com o trailer.

Fãs em todo o mundo estão, digamos assim, descontrolados. Tanto quanto ou, até, um pouco mais do que quando terminaram de assistir a ‘Guerra Infinita‘.

Clique e encomende o livro que conta a história da Marvel

Anthony Russo e Joseph Russo, os diretores do filme, compartilharam uma mensagem hoje pela manhã para os fãs em suas redes sociais:

Para aqueles que estão aqui desde o começo.
Para aqueles que se juntaram ao longo do caminho.
Para os melhores fãs do universo.
Este trailer é para você ...
Com muito amor e gratidão pela sua paciência,

The RB's

Aperte o play e sofra confira!

As cenas são fortíssimas!

O trailer mostra a desolação daqueles deixados para trás após a devastadora batalha com Thanos (Josh Brolin) em ‘Avengers: Infinity War’, enquanto lutam para chegar a um acordo com a perda de seus amigos.

O Homem de Ferro/Tony Stark (Robert Downey Jr.) aparece flutuando no espaço. Sem comida, com pouco oxigênio e parecendo muito, muto ferrado.

“Thanos fez exatamente o que ele disse que faria”, diz a Viúva Negra (Scarlett Johansson). “Ele eliminou 50% de todas as criaturas vivas.”

“Nós perdemos — todos nós”, diz o Capitão América (Chris Evans). “Nós perdemos amigos, perdemos a família, perdemos uma parte de nós mesmos.”

Enquanto isso, o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) retorna à trama, visivelmente transtornado. E, tudo indica, atenderá por Ronin.

“Esta é a luta de nossas vidas”, diz o Capitão.

Leia uma boa história dos Vingadores

Mas, no final, aparece Scott Lang, também conhecido como Homem-Formiga (Paul Rudd). Ele não estava em ‘Infinity War’ mas, especula-se, após ‘Homem-Formiga e a Vespa’, pode ser a chave para derrotar Thanos devido a sua habilidade de acessar o Quantam Realm.

. ‘Homem-Formiga e a Vespa’ protagonizam o filme mais engraçado da Marvel

Avengers: Infinity War‘ foi um gigante de bilheteria. Arrecadou mais de US$ 630 milhões em todo o mundo. Podemos (e queremos!) esperar que ‘Endgame’ faça o mesmo.

Um livro com muitas boas novidades do mundo Marvel

Confira a lista dos indicados ao Globo de Ouro 2019

Indicações ao Globo de Ouro aquece temporada de premiações de 2019

Uma das mais importantes premiações do cinema e da televisão dos estados unidos, o Golden Globe Awards divulgou a lista de indicados para 2019 nesta quarta-feira (6).

Um dos filmes mais badalados do ano, ‘Pantera Negra‘ quebra mais um tabu e é o primeiro filme de heróia a figurar entre os indicados à premiação. O longa de Ryan Coogler concorre em três categorias:

  • Melhor Filme de Drama
  • Melhor Trilha Original Filmes
  • Melhor Música Filmes

Outro campeão de bilheteria, ‘Bohemian Rhapsody‘ recebeu indicações nas categorias Melhor Filme Drama e Melhor ator Filme Drama.

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Veja uma seleção de bons filmes. Clique, escolha e encomende o seu


Bohemian Rhapsody – A apoteose da rainha

Vice‘, com Christian Bale no papel do ex- vice-presidente americano Dick Cheney, é o campeão de indicações da edição. Concorrerá em seis categorias.

Nasce Uma Estrela‘, remake com Bradley Cooper e Lady Gaga, vem com cinco nomeações. Entre elas, Melhor Diretor e Melhor Canção Original.  ‘A favorita‘ e ‘Green Book: O Guia‘ também obtiveram cinco indicações.

The assassination of Gianni Versace‘ obteve quatro indicações e lidera na categoria TV.  Logo em seguida, ‘The marvelous Mrs. Maisel‘, ‘Killing Eve‘ e ‘Barry‘ aparecem entre as séries favoritas, com três indicações cada.

Realizada pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), a premiação geralmente aponta os favoritos para o Oscar. A cerimônia de entrega será realizada em 6 de janeiro, em Bervely Hills.

Os atores Andy Samberg (Brooklyn Nine-Nine) e Sandra Oh (Grey’s Anatomy) serão os apresentadores da festa de entrega dos troféus.

Confira a lista de indicados para 2019

CINEMA

Melhor Filme Drama
"Infliltrado na Klan"
"Pantera Negra"
"Bohemian Rhapsody"
"If Beale Street Could Talk"
"Nasce Uma Estrela"

Melhor Filme Musical ou Comédia
"Crazy Rich Asians"
"The Favourite"
"Green Book"
"Mary Poppins Returns"
"Vice"

Melhor Atriz Filme Drama
Glenn Close, "The Wife"
Lady Gaga, "Nasce uma estrela"
Nicole Kidman, "Destroyer"
Melissa McCarthy, "Can You Ever Forgive Me?"
Rosamund Pike, "A Private War"

Melhor Ator Filme Drama
Bradley Cooper, "Nasce uma estrela"
Willem Dafoe, "At Eternity's Gate"
Lucas Hedges, "Boy Erased"
Rami Malek, "Bohemian Rhapsody"
John David Washington, "Infiltrado na Klan"

Melhor Atriz Filme Musical ou Comédia
Emily Blunt, "O Retorno de Mary Poppins"
Olivia Colman, "A favorita"
Elsie Fisher, "Eighth Grade"
Charlize Theron, "Tully"
Constance Wu, "Podres de Ricos"

Melhor Ator Filme Musical ou Comédia
Christian Bale, "Vice"
Lin-Manuel Miranda, "O Retorno de Mary 
Poppins"
Viggo Mortensen, "Green Book: O Guia"
Robert Redford, "The Old Man and the Gun"
John C. Reilly, "Stan & Ollie"]

Melhor Diretor Filmes
Bradley Cooper, "Nasce uma estrela"
Alfonso Cuaron, "Roma"
Peter Farrelly, "Green Book: O Guia"
Spike Lee, "Infiltrado na Klan"
Adam McKay, "Vice"

Melhor Atriz Coadjuvante Filmes
Amy Adams, "Vice"
Claire Foy, "First Man"
Regina King, "If Beale Street Could Talk"
Emma Stone, "A Favorita"
Rachel Weisz, "A Favorita"

Melhor Ator Coadjuvante Filmes
Mahershala Ali, "Green Book: O Guia"
Timothee Chalamet, "Beautiful Boy"
Adam Driver, "Infiltrado na Klan"
Richard E. Grant, "Can You Ever Forgive Me?"
Sam Rockwell, "Vice"

Melhor Roteiro Filme
Barry Jenkins ("If Beale Street Could Talk")
Adam McKay ("Vice")
Alfonso Cuaron ("Roma")
Deborah Davis and Tony McNamara ("The 
Favourite")
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian 
Currie ("Green Book")

Melhor Filme em Língua Estrangeira
"Capernaum"
"Girl"
"Never Look Away"
"Roma"
"Shoplifters"

Melhor Animação
"Os Incríveis 2"
"Ilha dos Cachorros"
"Mirai"
"WiFi Ralph: Quebrando a Internet"
"Homem-Aranha no Aranhaverso"

Melhor Trilha Original Filmes
Marco Beltrami, "Um lugar silencioso"
Alexandre Desplat, "Ilha de cachorros"
Ludwig Göransson, "Pantera Negra"
Justin Hurwitz, "O primeiro homem"
Marc Shaiman, "O retorno de Mary Poppins"

Melhor Música Filmes
"All the Stars”, "Pantera Negra"
"Revelation”, Boy Erased
"Girl in the Movies”, "Dumplin"
"Shallow", "Nasce uma estrela"
"Requiem for a Private War", "A Private War"

TELEVISÃO

Melhor Série Drama
"The Americans"
"Bodyguard"
"Homecoming"
"Killing Eve"
"Pose"

Melhor Série Musical ou Comédia
"Barry"
"Kidding"
"The Good Place"
"The Kominsky Method"
"Marvelous Mrs. Maisel"

Melhor série limitada ou filme para TV
"The Alienist"
"The Assassination of Gianni Versace: 
American Crime Story"
"Escape at Dannemora"
"Sharp Objects"
"A Very Englisch Scandal"

Melhor Ator em Série Musical ou Comédia
Sascha Baron Cohen, "This is America"
Michael Douglas, "The Kominsky Method"
Donald Glover, "Atlanta"
Bill Hader, "Barry"

Melhor Atriz em Série Musical ou Comédia
Kristen Bell, "The Good Place"
Candice Bergen, "Murphy Brown"
Alison Brie, "Glow"
Rachel Broshnahan, "The Marvelous Mrs. 
Maisel"
Debra Messing, "Will & Grace"

Melhor Atriz Série Drama
Caitriona Balfe, "Outlander"
Elisabeth Moss, "The Handmaid's Tale"
Sandra Oh, "Killing Eve"
Julia Roberts, "Homecoming"
Keri Russell, "The Americans"

Melhor Ator Série Drama
Jason Bateman, "Ozark"
Stephan James, Homecoming"
Billy Porter, "Pose"
Richard Madden, "Bodyguard"
Matthew Rhys, "The Americans"

Melhor Ator Série Limitada ou Filme para TV
Antonio Banderas, "Genius: Picasso"
Daniel Bruhl, "The Alieniest"
Darren Criss, "The Assassination of Gianni 
Versace: American Crime Story"
Benedict CUmberbatch, "Patrick Melrose"
Hugh Grant, "A Very English Scandal"

Melhor Atriz Série Limitada ou Filme para TV
Amy Adams, "Sharp Objects"
Patricia Arquette, "Escape at Dannemora"
Connie Britton, "Dirty John"
Laura Dern, "The Tale"
Regina King, "Seven Seconds"

Melhor Ator Coadjuvante Série, Série 
Limitada ou Filme para TV
Alan Arkin, "Kominsky Method"
Kieran Culkin, "Succession"
Edgar Ramirez, "The Assassination of Gianni 
Versace: American Crime Story"
Ben Whishaw, "A Very English Scandal"
Henry Winkler, "Barry"

Melhor Atriz Coadjuvante Série, Série 
Limitada ou Filme para TV
Alex Bornstein, "The Marvelous Mrs.Maisel"
Patricia Clarkson, "Sharp Objects"
Penelope Cruz, "The Assassination of Gianni 
Versace: American Crime Story"
Thandie Newton, "Westworld"
Yvonne Strahovski, "O conto de Aia"

Morrissey se apresenta no Rio nesta sexta, às 22h

Ex-vocalista do The Smiths apresenta turnê de seu 11º álbum solo, ‘Low in High School’

Ex-vocalista do The Smiths, uma das mais importantes bandas de todos os tempos, Morrissey está de volta ao Brasil para dois shows, no Rio de Janeiro, nesta sexta (30), e em São Paulo, no domingo (2).

Será uma visita rápida. Moz chega ao Brasil por volta das 6h da manhã. Traz na bagagem, além dos clássicos dos Smiths, alguns hits da sólida carreira solo. Mais importante, a turnê divulga seu 11º álbum, Low in High School (2017).

Morrissey chegou à América Latina no meio do mês e fez duas apresentações na Cidade do México. O setlist dos shows fez um apanhado geral da carreira do cantor e deixou espaço apenas para três clássicos dos Smiths: William, It Was Really Nothing, Is It Really So Strange? e How Soon Is Now?.

Do último disco, três canções: I Wish You Lonely, Spent the Day in Bed e Jacky’s Only Happy When She’s Up on the Stage.

Confira trechos de uma das apresentações de Morrissey na capital mexicana:

Ainda há ingressos para pista premium, mezanino e frisas no Rio de Janeiro, e em São Paulo para todos os setores.

SERVIÇO:
Datas: 30 de novembro (Rio de Janeiro), 22h; e 2 de dezembro (São Paulo), 21h

Preços: Rio de Janeiro - pista premium R$ 435 (meia) / R$ 870 (inteira); mezanino R$ 220 (meia) / R$ 440 (inteira); frisas R$ 440 (meia) / R$ 880 (inteira) I São Paulo - pista a partir de R$ 170; mezanino a partir de R$ 250; pista premium a partir de R$ 300

Locais: Fundição Progresso (R. dos Arcos, 24 - Centro - Rio de Janeiro) e Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo)

Ingressos: Vendas pelo site da Eventim (Rio) e da Ticket 360 (São Paulo)

 

Aparentemente, até Pokémon está na Escócia

Trailer mostra cenários como Devil’s Pulpit em Stirlingshire, River Affric em Cannich e, possivelmente, Glen Nevis

Assisti, com atraso, ao trailer oficial do live-action Pokémon: Detective Pikachu, que tem estreia prevista para 10 de maio de 2019. E levei um susto com vislumbres de panos de fundo de uma beleza estonteante. Só para espectadores atentos.

Pouco mais da metade do trailer, quatro dos protagonistas do filme — personagens humanos Tim Goodman, Lucy Stevens, um Psyduck e um Pikachu — podem ser vistos pilotando um REVA G-Wiz pelo inconfundível cenário naturalescocês. Só não ficou claro se a
montanha em neve é a de Glen Nevis ou Glen Affric.

Segundos depois, pinheiros da Caledônia, provavelmente de Glen Affric, podem ser vistos quando os quatro personagens parecem
surpreendidos por um objeto invisível/Pokémon/inimigo que surge no horizonte.

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O cenário, onde parece ocorrer uma espécie de explosão, sugere que as Highlands se tornarão palco de uma batalha épica de Pokémons.

Mais cedo, no trailer, uma escola de Bulbasaurs pode ser vista atravessando um riacho que poderia ser Finnich Glen,  enquanto a geração VI Pokemon Greninja também pode ser vista saltando através do que parece ser a floresta escocesa.

 

Produção jurou sigilo. Mas…

O blockbuster da Warner baseado na imensamente popular franquia de games terá Ryan Reynolds (como Pikachu), a cantora Rita Ora e o ator veterano Bill Nighy no elenco. A direção é assinada por Rob Letterman. O protagonista do filme, Tim, será interpretado por Justice Smith.

A personagem se une a Pikachu para “descobrir uma trama chocante que poderia destruir a coexistência pacífica e ameaçar todo o universo de Pokemon”.

O papel da Escócia no filme ainda não está claro. A produção jurou sigilo. Apesar disso, de acordo com o jornal The Scotsman, uma fonte disse:

“Quando o filme for lançado, certamente mostrará os encantos naturais da Escócia sob uma luz ótima para milhões de pessoas.”

Assista ao trailer!

Netflix UK ‘rebrands’ para o lançamento de ‘Outlaw King’

A popular conta do Twitter foi renomeada de Netflix UK para  Netflix Scotland  (ps. assista Outlaw King)  para promover filme

Finalmente chegou o dia! Outlaw King, a grande aposta dos originais Netflix este ano, está disponível para todo o mundo no serviço de streaming. Para comemorar, a conta do Twitter da empresa no Reino Unido mudou até de nome.

E, claro, o social media está se divertindo horrores:

A Escócia como protagonista

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De Seacliff Beach, em East Lothian, até a Talisker Bay, na Ilha de Skye, o filme foi rodado em locais incríveis em toda a Escócia. Pode não ter um verdadeiro escocês no papel titular, mas os landscapes do país são o verdadeiro protagonista do longa.

A primeira versão de Outlaw King foi exibida durante o Toronto International Film Festival, no início deste semestre. Como a reação do público foi fria, o diretor David MacKenzie fez uma reedição. Versão que foi exibida em meados de outubro em
Edinburgh, com pré-estreia de gala.

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Outlaw King será exibido em salas de cinemas nas grandes cidades escocesas — Edinburgh, Glasgow e Inverness. O longa, estima-se, valeu pelo menos 17,5 milhões de libras para a economia. MacKenzie disse ao The Scotsman, em uma entrevista anterior:

“Braveheart fez um desserviço a Robert [The Bruce]. Retratou-o como uma pessoa molhada e muito desagradável. Achei que havia um buraco na história do cinema daquele período em que queríamos entrar.”

De acordo com a VisitScotland — que oferece visitas  guiadas a alguns das locações — o filme usou 45 locais escoceses diferentes em sua produção.

Algumas cenas foram filmadas em Northumberland — que teria ficado sob o domínio da Escócia nos dias de glória de Robert the Bruce.

Locais para visitar (um dia)

Aqui estão alguns dos melhores locais que serviram de set para o filme que você pode visitar quando decidir conhecer a Escócia.

Craigmillar Castle
 As ruínas do castelo medieval de Edimburgo parecem ter sido usadas para uma cena de batalha no filme, com fotógrafos de olhos
ágeis observando Chris Pine e James Cosmo vestindo roupas de batalha na área, bem como vários extras disparando flechas flamejantes em setembro de 2017.

O castelo não existia durante a época de Robert the Bruce, mas os produtores ignoraram um pouco da imprecisão histórica
para um impressionante local de filmagem.

Dunfermline Abbey
A Abadia de Dunfermline — agora o lugar de descanso final real de Robert the Bruce depois que ele foi enterrado lá, em 1329 — foi parcialmente fechado em setembro de 2017 para as filmagens de Outlaw King.

Linlithgow Palace  e St. Michael’s Parish Church 
O palácio localizado em West Lothian será familiar para os telespectadores da TV e dos filmes
escoceses como o local usado para servir
como prisão de Wentworth em Outlander.

Foi fechado no fim de agosto passado para
filmar, e a igreja paroquial próxima também
foi fechada.

Glasgow Cathedral
A armadura e os cavalos medievais foram trazidos para o prédio de 800 anos no ano passado, enquanto a equipe filmava cenas para o drama histórico, com Chris Pine sendo visto no set várias vezes.

Mugdock CastleA equipe de produção por trás do filme Netflix chegou a construir uma vila medieval em torno do histórico castelo escocês, construindo seis barracas medievais à frente das cenas de Chris Pine em novembro de 2017. Os planos para a vila também incluíram um estábulo temporário para 50 cavalos usados durante uma sequência de filmes no campo de batalha.

Inverbeg
Fotógrafos rápidos conseguiram tirar fotos de membros do elenco apertando garrafas de água quente enquanto filmavam cenas nas
margens do Loch Lomond no ano passado.

University of Glasgow Você pode não ter acesso aos icônicos cloisters da Universidade de Glasgow, a menos que você seja um estudante lá, mas é
interessante ver como eles foram transformados em um grande salão de banquetes, fazendo um banquete digno de um rei.

Blackness Castle
As filmagens que ocorreram no Blackness Castle no final de novembro passado podem ter sido as mais árduas do lote, já que as
temperaturas despencaram abaixo de zero durante um frio. Um extra foi suspenso em uma gaiola de ferro do lado de fora do
prédio, expondo-a aos elementos enquanto algumas tomadas eram feitas para obter certas cenas bem na margem sul do Firth of Forth.

Berwick-upon-TweedA cidade de Northumberland pode não estar na Escócia agora, mas durante a vida de Robert, o Bruce, foi.

Berwick Quayside foi transformado no porto de Glasgow, enquanto a ponte velha foi transformada em London Bridge para as filmagens.

Doune Castle
Não é estranho para a tela, Doune Castle é escolhido novamente como um local para Outlaw King, e torna-se o castelo e a igreja
de Douglas no filme. Fique atento para uma foto brilhante do castelo em chamas!

‘Bodyguard’ chega ao Netflix nesta quarta, dia 24

É a chance de já ver Richard Madden na pele de um agente britânico

A série britânica Bodyguard, que fez um enorme sucesso este ano na BBC One, está chegando na Netflix. O serviço de streaming disponibilizará os seis capítulos a partir desta quarta, 24 de outubro.

Mas por que assistir?

Primeiro, porque a série conseguiu atingir recorde de audiência da emissora desde 2006. Foram 10 milhões de espectadores em todo o Reino Unido.

Um outro motivo é conferir o desempenho de Richard Madden no papel de um agente federal.

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Novo James Bond pode ser Robb Stark de Games of Thrones

Madden dá vida a David Budd, um veterano de guerra que trabalha na Filial de Proteção Especial da Polícia Metropolitana de Londres.

O agente é designado para proteger a ambiciosa e poderosa secretária de Estado Julia Montague (Keeleu Howes).

Mas a política representa tudo o que Budd despreza. E ele se vê dividido entre suas crenças e seu dever.

Confira o trailer!

Is this the real life? Is this just fantasy?

Instalações inspiradas em filmes que estreiam em novembro iluminam a noite londrina

Para comemorar o lançamento de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald“, uma instalação mágica foi levantada em Londres. Nove varinhas gigantes se iluminam entre a Millenium Bridge e a Saint Paul Cathedral.

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O filme, baseado no livro homõnimo de J.K. Rowling, estreia no dia 15 de setembro. Confira o trailer oficial:

A ação tem como finalidade chamar atenção para a Lumos, criada pela escritora britânica. A missão é acabar com a institucionalização de crianças em todo o mundo.

As varinhas, que têm quinze metros de altura, são versões gigantes das varinhas usadas pelas personagens dos filmes Harry Potter e Fantastic Beasts. As instalações podem ser vistas até 13 de novembro.

As varinhas são acesas às 18h45, todas as noites.  A cada 30 minutos, até que as luzes se apaguem, às 22h45, tocam músicas.

Boa época para visitar Londres

bohemin-rhapsody-carnaby-frasesdavidaJá para os fãs do Queen, o Natal chegou mais cedo. Graças ao lançamento de “Bohemian Rhapsody“, a inauguração da anual luz festiva da Carnaby Street, no tradicional bairro boêmio de Soho, em Londres, foi antecipada.

Asletras da obra-prima de seis minutos foram recriadas em neon e erguidas acima da famosa rua para comemorar o lançamento do filme. Brian May e Roger Taylor, ao lado de membros do elenco incluindo Rami Malek, Lucy Boynton e Gwilym Lee, estiveram presentes ao mmomento em que as luzes foram acesas.

As luzes vão brilhar sobre Carnaby Street até 4 de janeiro. Uma loja temática “Bohemian Rhapsody” foi aberta no local. É possível comprar produtos inspirados na rainha para seus parentes que amam Freddie Mercury.

Leia mais sobre Londres

O “monstro fragmentado” já vai sair da jaula!

Sequência de  Fragmentado (Split), de 2016, e Corpo Fechado (Unbreakable), de 2000, Vidro (Glass) será lançado dia 17 de janeiro de 2019 no Brasil
Segue a alta a expectativa pela chegada do novo filme de M. Night Shyamalan aos cinemas. Vidro (Glass) é uma sequência das histórias de dois de seus filmes de grande destaque — Corpo Fechado (Unbreakable), de 2000, da Touchstone Pictures eFragmentado (Split), de 2016, da Universal — em um novo e explosivo suspense dos quadrinhos. O novo longa da Buena Vista Brasil chegará aos cinemas em 17 de janeiro de 2019, e acaba de ganhar novo trailer. Aperte o play!
O trailer saiu quentinho do forno, e com legendas!
Bruce Willis retorna como David Dunne Samuel L. Jackson como Elijah Price, também conhecido pelo pseudônimo de Sr. Vidro, ambos do filme De Corpo Fechado (Unbreakable). Vindos de Fragmentado (Split) estão James McAvoy, no papel de Kevin Wendell Crumb e suas múltiplas personalidades, e Anya Taylor-Joy como Casey Cooke — a única sobrevivente de um encontro com a Fera. Depois da conclusão de Fragmentado (Split)Vidro (Glass) mostra Dunn em uma série de encontros cada vez mais intensos com a figura super-humana conhecida como a Fera, uma das personalidades de Crumb. Enquanto isso, a presença sombria de Price surge como um articulador que guarda segredos críticos para os dois homens. Completando o elenco estão Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard, de Corpo Fechado (Unbreakable), que reprisam seus papéis como o filho de Dunn e a mãe de Price, além d a vencedora do Globo de Ouro, Sarah Paulson (série American Horror Story).

Titãs: nova série da DC será exibida no Brasil pela Netflix

Lançamento no canal de streaming da DC será no dia 12 de outubro. Por aqui, data ainda é incerta

A live-action dos Jovens Titãs, série de animação criada por Sam Register e Glen Murakami e produzida pela Warner Bros. Pictures, vai, enfim, sair. O lançamento mundial acontecerá no dia 12 de outubro.

Nos Estados Unidos e em várias outras partes do mundo, Titãs será exibida pelo DC Universe, um serviço de streaming da companhia. Por aqui, os direitos de exibição são da Netflix. Por aqui, ainda não há data de lançamento.

Asa Noturna (Robin), Ciborg, Estelar, Ravena e Mutano, além de Columba e Rapina, formam os chamados Jovens Titãs. A série é protagonizada por Brenton Thwaites, Anna Diop, Teagan Croft, Ryan Potter, Alan Ritchson, Minka Kelly e Lindsey Gort.

Confira o trailer:

A produção é de de Greg Berlanti, o mesmo de ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Supergirl’ e ‘Legends of Tomorrow’. O que promete cenários bem sombrios. A primeira temporada terá 12 episódios. A série gira em torno de Dick Grayson, um detetive da polícia de Detroit após Batman ter sido dado como morto em Gothan City.

Televisão: Os apartamentos de Jorge Bispo

Fotógrafo estreia no Canal Brasil “502”,  programa que aborda a nudez masculina

Neste post, faço um mea culpa, conto uma historinha rápida e aproveito para jogar umanovidade no colo de vocês. Não necessariamente nessa ordem, é claro.

Outro dia mesmo estava na lavanderia e a moça que ocupava uma das máquinas puxou papo. Aquela espera tipo fila. Nem adiantou o fato de eu estar com a cara enfiada no meu livro.

Conversamos amenidades por dois minutos.

Voltei para a leitura, mas ela disparou:

— Quando você terminar de ler, tenho uma pergunta para fazer. Uma curiosidade…

O livro na minha mão, bojudo, nem tinha chegado à metade de suas páginas. Respirei fundo e prestei atenção na companheira de roupa suja. Ela queria saber, antes de mais nada, se eu assistia ao Canal Brasil. E aqui vem o mea culpa.

Parei e pensei. Não lembrava a última vez que sintonizei na emissora. Inclusive, preciso frisar que, tirando futebol, não ligo mais canal de TV aberta e, com a facilidade do streaming, abandonei até a TV a cabo, que me prende a horários. Respondi que não, não tinha o costume.

Foi aí que ela introduziu seu desconforto com um programa com o qual se deparou, um belo dia, zapeando. Era o “302”. Desde 2014, o fotógrafo Jorge Bispo trabalha seu projeto, concebido para a internet — o “Apartamento 302” —, como programa televisivo.

Já foram ao ar quatro temporadas. Nele, mulheres comuns se despem, no sentido mais amplo da palavra, para a lente de Bispo. E as câmeras do Canal Brasil. O questionamento da companheira de lavanderia:

— O que leva essas mulheres a fazer isso? E por que mulheres, e não homens?

O que acontece em 10 minutos no 302

Curiosa, fui conferir.

Cada episódio tem duração de cerca de 10 minutos. A convidada, uma mulher “comum”, conta sua própria história diante das câmeras. O tratamento é típico de documentário.

Mulheres reais em seus próprios ambientes onde, teoricamente, se sentem mais confortáveis. Elas narram suas histórias, conversam com um interlocutor que nunca aparece. Não interessa; ela está falando com você, espectador.

No início, a nudez é metafórica. O assunto abordado deve ter o máximo de honestidade possível. A câmera é sua terapia, naquele momento. Depois de enfrentar seus fantasmas, é preciso se reencontrar. E, segundo Bispo, nenhuma maneira é melhor de fazê-lo, a não ser totalmente despida.

No fim, uma foto. E, talvez para muitas mulheres, a paz interior.

Para minha melhor amiga da lavanderia, a satisfação de tentar entender, agora, o universo masculino.

Nudez masculina dois andares acima: 502

A partir de 28 de setembro, o fotógrafo trará novidades para as telas: o “502”, programa que explora a nudez masculina. A série será dirigida por Helena de Castro. Matheus VK assina a trilha original da abertura.

Assim como no “302”, a relação com corpo será um tema bastante presente no “502”. Mas assuntos como racismo, masculinidade, virilidade, sexualidade e, claro, tamanho do pênis, também entram em questão quando homens tiram a roupa.

O programa ainda contará com a participação de um personagem trans que deixa bem clara sua motivação para estar ali: se reconhecer e se afirmar como homem. Quanto ao ato de despir-se, Bispo afirmou que os caras o fazem de forma bastante semelhante às mulheres.

“Venho me surpreendendo com como não faz muita diferença. Mesmo com o tabu do tamanho do pênis, masculinidade e etc. Vi que existem homens com perfis variados assim como acontecia com as mulheres. Não consigo identificar uma característica própria dos homens nesse aspecto”

Jorge Bispo

Enquanto nas mulheres fotografadas para o  “302”, liberdade e autoconhecimento apareciam entre os principais motivos para embarcar  no projeto, para os homens os motivos são mais variados: o desafio, vaidade, afirmação perante a sociedade de sua sexualidade.

Bateu curiosidade? Zapeia!

502 
Estreia: Sexta, dia 28, à 0h
Quando: Sextas, meia-noite
Classificação: 14 anos
Direção: Helena de Castro

Vem aí um épico escocês na Netflix

Confira o trailer de ‘Outlaw King’, que estreia em 9 de novembro no serviço de streaming

A Netflix divulgou nesta segunda-feira, 20 de agosto, o primeiro trailer de seu próximo filme de grande orçamento. O blockbuster histórico “Outlaw King” mostrará a ascensão desafiadora do herói escocês Robert The Bruce.

O filme tem um orçamento não confirmado de 100 milhões de libras. “Outlaw King” abrirá o Toronto International Film Festival, em setembro. Dirigido por David McKenzie, estreia na Netflix em 9 de novembro.

A história segue Robert The Bruce em sua jornada de nobre derrotado a herói nacional. Passa-se no século 14, durante a ocupação opressiva da Escócia medieval por Eduardo I da Inglaterra.

O filme mostrará Robert The Bruce se apoderando da coroa escocesa e reunindo partidários para lutar contra o poderoso exército inglês. Foram sete batalhas épicas, sendo as mais conhecidas travadas em Stirling e em Bannockburn, em 1314. Esta última tornou o herói Rei Robert I da Escócia.

Achou essa sinopse um tanto familiar? Pois está certíssimo se o resumo remeteu ao “Coração Valente” (Braveheart) de Mel Gibson.

Parem de odiar Robert The Bruce

Épico arrasa-quarteirão de 1995, “Coração Valente” é a representação do imaginário coletivo quando se fala de Escócia. Produzido, dirigido e estrelado por Mel Gibson, o filme recebeu dez indicações ao Oscar e ganhou em cinco categorias, incluindo melhor filme e melhor direção.

Mas a verdade é que o longa americano é uma grande piada sob o ponto de vista dos escoceses. Pelos erros (MUITOS!) de roteiro e produção, por causa do pífio sotaque escocês de Gibson — que nem chegou perto do autêntico burr escocês, o som rótico do
sotaque das highlands.

Mas, especialmente, pela falta de compromisso com a história do país. Para começo de conversa, o nome do filme já é errado. “Braveheart” era o apelido de Robert The Bruce, e não de Wallace.

Pois é. O verdadeiro “Coração Valente” foi justamente o cara que aparece como um dos vilões do filme — mas o pai de Bruce tinha mesmo lepra e era leal ao trono inglês.

Mel Gibson e Angus Macfadyen em ‘Braveheart’ (Reprodução/Paramount)

Robert The Bruce nunca traiu William Wallace. Na verdade, sequer esteva na Batalha de Falkirk. Wallace e suas conquistas o incentivaram a continuar lutando pela Escócia. Mas foi a persistência de Robert The Bruce que venceu os ingleses.

Depois de perder seis batalhas seguidas, Bruce teve que fugir e se esconder em uma caverna. Desanimado e abatido, pensou que sua jornada chegara ao fim. Mas sua atenção foi desviada para uma aranha que tentava fazer uma teia no teto na caverna.

A aranha tentava e caía. Tentava e caía, sem nunca desistir. Robert The Bruce observou como, na sétima tentativa, o inseto conseguiu se prender e formar a teia. Robert então decidiu que tentaria até conseguir. O que aconteceu na sétima batalha.

Ok. É uma lenda local. Mas serve para parar de detestar Robert The Bruce, não serve?

Será ‘Outlaw King’ um ‘Braveheart 2’?

“Outlaw King” se concentrará em retratar o ano turbulento em que Robert agarrou a glória, provou a derrota e se tornou um rebelde com uma causa. O roteiro foi escrito por uma equipe que inclui o diretor, Mackenzie, e o renomado dramaturgo escocês
David Harrower.

O escritor é autor da peça “BlackBird”, que esteve em cartaz por aqui em 2017, numa adaptação. Já Mackenzie é mais conhecido pela direção de “Hell or high water” (2016) . Mas se tiver oportunidade, assista aos seus excelentes “Perfect Sense” (2011), com Ewan McGregor e Eva Green, e “Starred up” (2013), com o espetacular (e ainda pouco conhecido) Jack O’Connell.

“Estou muito feliz em mergulhar fundo na história de Robert The Bruce e descobrir algumas das verdades que muitas vezes são obscurecidas pela lenda. [É] uma das grandes histórias de retorno da história”, disse Mckenzie à imprensa escocesa.

Só que eu não estou muito feliz, caro leitor. Não estou…

Vai faltar burr. De novo…

O longa mostra um importante trecho da história da Escócia. Tem escoceses no roteiro e na direção. Conta com escoceses na produção — a pequena produtora de Glasgow,  Sigma,  com apoio da Creative Scotland, agência de fomento às artes do governo escocês.

As filmagens ocorreram em locais históricos. Mostrará famosos landscapes do país como pano de fundo: Craigmillar, Blackness e Doune, Aviemore, Linlithgow Palace e Glencoe. Incluindo o último local conhecido de descanso dos restos mortais de Robert The Bruce.

Mas e o elenco, senhoras e senhores?

Chris Pine como Robert The Bruce (Foto: Netflix)

O elenco de apoio é basicamente britânico. Inclui os ingleses Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos), Florence Pugh (Lady Macbeth), Stephen Dillane (Game of Thrones) e Billy Howle (Na praia Chesil). Os escoceses que aparecem nos créditos são Tony Curran, como Angus MacDonald, e James Cosmo no papel de Robert The Bruce pai, o 6th Lord of Annandale.

Curran recentemente desempenhou um papel crucial em outro filme da Netflix feito pela Escócia, Calibre. E Cosmo é conhecido pelas participações em filmes como Highlander, Braveheart, Trainspotting, Troy, The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, Ben-Hur and Wonder Woman e séries da TV, como em Sons of Anarchy e Game of Thrones (como Jeor Mormont).

No papel principal… um americano.

Na tentativa de atrair um público americano forte, a produção peca e se prostitui ao escalar o protagonista. O ator de Hollywood Chris Pine (Star Trek, Wonder Woman) dará vida a Robert The Bruce, em vez um escocês legítimo assumir o papel. Pine já foi dirigido por Mackenzie, em “Hell or high water”.

Enfim, é esperar para ver.

Uma Madonna SessentoNNa e muito animada!

A Rainha do Pop Madonna completa 60 anos hoje e não resisti ao convite: obrigada pelo espaço no Blog do Feroli

O ano de 2018 está especialmente movimentado para Madonna. Seu primeiro álbum, que levava, simplesmente, seu nome, completou 35 anos de lançamento em 27 de julho. E nesta quinta, 16 de agosto, a rainha do pop completa 60 anos de uma vida animada e repleta de polêmicas.

Para iniciar as comemorações, Madonna fez uma apresentação es-pe-ta-cu-lar no MET Gala, em maio. O vídeo oficial foi liberado hoje, de presente para todos “wannabe”.

Traz “Like a prayer”, a nova “Beautiful game” e “Hallelujah”. Pode conferir!

A diva também é capa da Vogue Itália deste mês. E deve encerrar 2018 com o lançamento de um novo álbum inédito, anunciado desde janeiro deste ano.

Mas ainda vai ter festança! Pra lá de Marraquexe.

Só que para um petit-comité. E tudo no maior segredo, inclusive para os convivas. Dizem que a lista de felizardos não passará de 80 nomes. O local do evento é quase o quarto segredo de Fátima — o Marrocos é a maior aposta.

Os organizadores da festa assinaram contrato de confidencialidade. E o convite terá instruções sobre roupa (?!). Parece que Madonna planeja uma espécie de concurso entre os presentes. O look mais criativo e ousado ganhará como prêmio uma viagem para um dos melhores resorts na África.

Homenagens fotográficas

Vincent Flouret é um fotógrafo de moda de Paris. Mas o artista acumulou experiência recente em trabalhar com animais quando atuou como voluntário de abrigos em Los Angeles.

Flouret fazia retratos de cães em estúdios para ajudá-los a serem adotados. Agora vem trabalhando num projeto juntamente com seu cãozinho de 6 anos.

Max, o labrador de pelo dourado, começou a fazer ensaios fotográficos para recriar momentos icônicos da diva. Cenas de videoclipes e capas de discos de Madonna são o alvo do projeto, apelidado de “Maxdonna”.

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Todo o dinheiro arrecadado com “Maxdonna” será doado para a organização de caridade da pop star. Em sua conta no Instagram, Flouret e Max anunciaram um montante de US$ 12.000, até agora.

O Raising Malawi ajuda órfãos e crianças vulneráveis o Malauí. A arrecadação é feita por uma página de doações criada no Facebook. Mas o Brasil, infelizmente, não está listado para participar.

A campanha, em parceria com a Ripple, startup de pagamentos com criptomoedas, vai até o dia 31 de agosto. A estimativa era arrecadar 60 mil dólares. Mas já conseguiu três vezes mais: as doações já somam 199.462 mil dólares (cerca de 760 mil reais!). E a Ripple vai duplicar a quantia doada.

No The Sun também foram recriados momentos fotográficos de Madonna. O tabloide convidou quatro mulheres de 60 anos para um ensaio sexy.

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Os cliques foram inspirados na capa da Vogue Itália deste mês, que traz uma matéria especial com a cantora

Segundo o editorial do jornal britânico, “Madonna dá confiança às mulheres em vestir roupas que muitas não se atreveriam usar”.

Melina Krause

Avó, separada, fã dos filmes da Madonna. Acredita que a idade é um ótimo momento para se expressar

 

Sally Morse

Mora em Scarborough, North Yorkshire, trabalha num hospital e acha que Madonna está maravilhosa na capa da Vogue

 

Karen Hope

Enfermeira de Leeds, casada há cinco anos e com uma filha de 25 anos

 

 

Mercedes Yoshioka

Ex-dançarina e professora, tornou-se modelo há cinco anos. Mãe e grande fã da Madonna. É casada há 31 anos e mora no oeste de Londres

O que já vimos…

Madonna é um ícone da música pop desde a década de 1980. São três décadas e meia de sucesso, marcadas por trabalhos que sempre
pontuaram seu posicionamento desafiador. Nos shows, nunca teve medo de deixar clara sua opinião política ou de realizar referências
eróticas.

Algumas, vale a pena relembrar:

1 – ‘Blonde Ambition Tour’ (1990)

Vestida com os famosos bustiês conicos de Gualtier, Madonna simulava uma suruba com os dançarinos numa versão mais lenta e provocante de “Like a virgin”. O número terminava com a masturbação num cenário que recriava uma igreja.

2 – ‘The Girlie Show’ (1993)

A fase dominatrix de Madonna. A música “Erotica” chocava o mundo. O livro “Sex”, lançado em paralelo, com diversas fotos da cantora nua, abordando questões como homossexualidade e sadomasoquismo, chocou ainda mais. Foi nesse clima que Madonna veio pela primeira vez ao Brasil, para shows no Rio e em São Paulo.

3 – ‘The Confessions Tour’ (2006)

Madonna volta a meter o dedo na ferida da questão religiosa. Vestida como Jesus Cristo, a cantora aparecia “crucificada” no palco. Mas a cruz, toda espelhada, mostrava total coerência com o clima disco anos 1970 de “Confessions on a dance floor”.

…e o que vem por aí!

Ativista, símbolo sexual e ícone pop, seu mais recente trabalho de estúdio data de 2015. “Rebel Heart” foi a última turnê da cantora, que ainda rendeu um álbum ao vivo lançado em 2017. Um dos reflexos desse trabalho — e dos, até então, 33 anos de carreira — foi o título de “Mulher do Ano”.

Relembre alguns trechos do discurso “matador” da Rainha do Pop.

“Estou aqui em frente a vocês como um capacho. Quer dizer, como uma artista feminina. Obrigada por reconhecerem minha habilidade de dar continuidade à minha carreira por 34 anos diante do sexismo e da misoginia gritante, e do bullying e abuso constante.”

“Não há regras se você é um garoto. Há regras se você é uma garota. Se você é uma garota, você tem que jogar o jogo. Você tem permissão para ser bonita, fofa e sexy. Mas não pareça muito esperta. Não aja como se você tivesse uma opinião que vá contra o status quo. Você pode ser objetificada pelos homens e pode se vestir como uma puta, mas não assuma e se orgulhe da puta em você.”

“Seja o que homens querem que você seja, e mais importante, seja alguém com quem as mulheres se sintam confortáveis por você estar perto de outros homens. E por fim, não envelheça. Porque envelhecer é um pecado.”

“Eu me lembro de desejar ter uma mulher para me apoiar. Camille Paglia, a famosa escritora feminista, disse que eu fiz as mulheres retrocederem ao me objetificar sexualmente. Então, eu pensei: ‘Se você é uma feminista, você não tem sexualidade, você a nega’. E eu disse: ‘Foda-se. Eu sou um tipo diferente de feminista. Sou uma feminista má’.”

“O que eu gostaria de dizer para todas as mulheres que estão aqui hoje é: Mulheres têm sido oprimidas por tanto tempo que elas acreditam no que os homens falam sobre elas. Elas acreditam que elas precisam apoiar um homem. E há alguns homens bons e dignos de serem apoiados, mas não por serem homens, mas porque eles valem a pena. Como mulheres, nós temos que começar a apreciar nosso próprio mérito. Procurem mulheres fortes para serem amigas, para serem aliadas, para aprenderem com elas, para serem inspiradas, para serem apoiadas e para serem instruídas.”

Desde 2016, Madonna tem se dedicado a outros projetos. Suas apresentações têm sido pontuais. Vem trabalhando em dois projetos para o cinema — “Taking flight”, na direção, e “The impossible lives of Greta Wells”, como roteirista.

Lançou uma linha de maquiagem, a MDNA Skin, no mesmo ano. Mudou-se para Lisboa em 2017, depois de adotar as gêmeas do Malaui, Esther e Stella. Tudo isso deverá se refletir no novo trabalho que vem pos aí.

“Você sempre vai ouvir muito Fado e muito Kuduro, um gênero de música angolana, por aqui. Mas também há muito jazz, jazz old school, que é algo lindo de se ouvir. Lisboa influenciou minha música e meu trabalho. Como isso poderia ter acontecido de outra forma? É impossível ficar um ano aqui sem se condicionar por toda a cultura que me cerca”, disse Madonna à Vogue Itália.

‘Your mission, should you choose to accept it’

Tom Cruise volta às telonas com muito humor e ação

Mais do que uma franquia, “Missão Impossível – Efeito Fallout“, a grande estreia deste fim de semana, é um filme de retornos. Sexto da série, M:I, iniciada em 1996, o longa traz de volta à telona o agente Ethan Hunt (Tom Cruise) e equipe do IMF.

Junto com eles, os mocinhos, retornam outros personagens importantes — o vilão Solomon Lane (Sean Harris), a espiã badass britânica Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) e Julia (Michelle Monaghan). Além de Christopher McQuarrie (Missão Impossível – Nação Secreta, 2015) na direção e no roteiro.

Fato que, até então, era inédito na história da franquia.

O argumento de Fallout está fortemente ligado ao filme anterior. Desta vez, Hunt e equipe precisam correr contra o tempo para evitar que o grupo terrorista Apóstolos concretize atentados a lugares sagrados.

Para isso, além de lidar mais uma vez com Lane, ele terá de trabalhar em parceria com o agente da CIA August Walker (Henry Cavill) — e, obviamente, seu famigerado e polêmico bigode.

A trama passa a ser uma sequência de decisões rápidas tomadas a partir da boa índole do espião, que levam seu time a situações perigosas e muita ação. Tudo costurado por lembranças e dramas de escolhas antigas.

Socos, tiros, explosões e muitos saltos e correria

Politicamente correto ao destacar personagens femininas fortes — Angela Bassett, Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan e Vanessa Kirby —, Efeito Fallout é tão tenso quanto divertido. As piadas não soam nada forçadas e, algumas vezes nem são feitas com palavras, mas pelas trocas de olhares entre os personagens.

Cena da sequência do acidente de Cruise (Foto: Chiabella James/Divulgação)

Simon Pegg (Benji) e Ving Rhames (Luther), os coadjuvantes de luxo, estão voando em cena. Dão aquele brilho às situações surreais em que Hunt sempre se envolve durante as missões, e o peso na medida ao famoso “azar” do espião.

“I’m working on it” é frase recorrente no longa.

Azar, inclusive, que fez o astro Tom Cruise, que dispensa dublês, ficar de molho por algumas semanas durante as filmagens. A cena do acidente está lá. A decisão de manter a sequência no longa foi, sem dúvida, acertadíssima.

Abrilhanta uma sequência espetacular da correria numa perseguição nas alturas — que poderia ser só mais uma cena de ação caso não fosse fechada com o momento onde Tom Cruise (que tem 56 anos!!!) quebra o tornozelo mas continua correndo para preservar a tomada.

Atenção, mesmo, é preciso ter à sequência final, com uma perseguição de helicópteros. Tom Cruise aprendeu a pilotar em questão de poucos meses para fazê-la. Não só pilotar, mas a fazer malabarismos no ar.

A Paramount chegou a divulgar um making of sobre a cena, onde Tom pilota, faz malabarismos, atua e ainda opera a câmera instalada no interior do helicóptero.

Mas como dizem os vilões do filme, “quanto maior o sofrimento, maior a paz”.

FICHA TÉCNICA

Missão:Impossível – Efeito Fallout
(Mission:Impossible – Fallout)
Direção e roteiro: Christopher McQuarrie
Elenco: Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Henry
Cavill, Vanessa Kirby
Duração: 150min
Classificação: 14 anos

Cotação: ****

OBS: Eu quero beber da mesma água que bebem o Tom Cruise e Angela Bassett; alguém providencia, por favor!

This message will self-destruct in five seconds.

Thanks Mr. WHO?!

Autobiografia de Roger Daltrey ganha data de publicação

Um post na página de Roger Daltrey no Facebook, nesta quarta (25), anunciava a pré-venda da tão esperada autobiografia do fundador do The Who. O lançamento acontecerá no dia 18 de outubro, no London Literature Festival de 2018 do Southbank Centre. Nos EUA, chega em 23 de outubro, pela Blink Publishing.

Os felizardos que têm ZIP Code apto para a encomenda concorrerão a um exemplar especial — são apenas cinco —, com assinatura e capa personalizada exclusiva. Verifiquem suas chances neste link.

roger daltrey autobiografia frasesdavida
Capa: Roger nos anos 1970 em frente a uma pilha de escombros (Divulgação)

“Thanks A Lot Mr. Kibblewhite: My Story” aborda os 50 anos de Daltrey com o The Who, além da carreira solo que reúne oito álbuns de estúdio. Não é apenas um livro de memórias, nem só as lembranças de uma das lendas vivas do rock’n’roll; é também um vislumbre da vida no Reino Unido entre 1940 e 1970 — décadas de tumultuadas mudanças.

Ben Dunn, editor e diretor da Blink Publishing na Inglaterra, falou sobre a autobiografia.

“Roger Daltrey escreveu um livro de memórias brilhante: envolvente, engraçado e cheio de histórias incríveis. É uma das últimas grandes lendas do rock, e nós estamos satisfeitos que Roger escolheu a Blink Publishing para ajudar a contar sua fascinante história.”

Who the hell is Mr. Kibblewhite?

Nascido no coração da Blitz, em março de 1944, Roger Daltrey pertence a uma geração que lutou (literalmente) pela educação e sobreviveu à pobreza do pós-guerra. São histórias de trabalho duro, resiliência e, especificamente no caso de Daltrey, uma energia de tirar o fôlego.

“Tive a sorte de viver em tempos interessantes. Testemunhei a sociedade, a música e a cultura mudarem além do reconhecimento. E ainda estou aqui para contar a minha história quando tantos outros ao meu redor não fizeram nada de um milagre”, disse Daltrey a respeito da obra.

No caminho do jovem aluno inteligente e promissor que se tornou um trabalhador diurno em uma fábrica de chapas metálicas, estava  Mr. Kibblewhite, diretor da Acton County Grammar School que disse a Daltrey que ele não seria nada na vida.

“Sempre resisti à vontade de ‘fazer memórias’, mas agora, finalmente, sinto que tenho uma perspectiva suficiente. Quando você passou mais de meio século no epicentro de uma banda como o Who, a perspectiva pode ser um problema. Tudo aconteceu no momento. Em um minuto estou no chão de fábrica em Shepherd’s Bush, e no outro sou atração em Woodstock.”

Roger Daltrey

O cantor batizou seu livro com o nome do diretor da escola — a mesma onde estudavam Pete Townshend e John Entwistle — com quem ele frequentemente colidia no auge da sua transformação em um adolescente rebelde. Até ser expulso.

O que a imprensa estrangeira já fala sobre o livro

“Tão imediata quanto a autobiografia de Keith Richards e tão franca e honesta quanto Springsteen e Clapton.”

“Thank You, o Sr. Kibblewhite é franco, autodepreciativo e cheio de humor.”

“É um must-have não apenas para os fãs do The Who em todo o mundo, mas também para qualquer amante do rock.”

Roger Daltrey montou o The Who em 1961, recrutando John Entwistle. Concordou com a proposta de John de que Pete Townshend deveria participar. Daltrey era o líder e a voz da banda. Uma potência vocal. Ficou conhecido por sua presença de palco e energia.

O reconhecimento a suas performances como frontman podem ser comprovados pela sua introdução ao Rock And Roll Hall of Fame (1990) e no Music Hall of Fame do Reino Unido (2005). No livro, Daltrey lembra de suas muitas aventuras como vocalista do The Who e da criação das gravações clássicas da banda.

Seus relatos dos excessos do rock’n’roll pelos quais o The Who se tornou notório — a destruição da guitarra no palco, as brigas, o caos — são tão divertidos quanto chocantes.

“Demorou três anos para desfazer os eventos da minha vida, para lembrar quem fez o quê quando e por que, separar os mitos da realidade, desvendar o que realmente aconteceu no Holiday Inn no aniversário de 21 anos de Keith Moon. Espero que o resultado seja mais do que apenas outra autobiografia”, disse Daltrey.

Mas tão convincente quanto o sexo, as drogas e o rock são as reflexões honestas de Roger sobre as relações que definiram sua vida e carreira — as memórias agridoces de sua amizade com Keith Moon e seu relacionamento tumultuado com Pete Townshend que definiu uma das maiores parcerias criativas da nossa época e deu origem a tantos sucessos inesquecíveis.

Não é apenas a história pessoal de Roger Daltrey; é a história definitiva de uma das maiores bandas do mundo.

Moz ‘strikes again’!

Compositor e cantor britânico fará dois shows no Brasil em novembro e dezembro, em São Paulo e no Rio

Enquanto escrevo este post especialmente para o Blog do Feroli, Morrissey cancela uma penca de shows da turnê “Low in High School“, do álbum lançado em 2017, o 11º de sua carreira solo. O anúncio foi feito em sua página oficial. A alegação: “problemas logísticos além do controle”. O que afetou as apresentações no Reino Unido e na Europa.

Confira uma das melhores músicas do álbum:

A turnê Latino-Americana, no entanto, está confirmadíssima. O ex-vocalista do The Smiths marcou dois shows no Brasil. No dia 30 de novembro, na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, e em São Paulo, no dia 2 de dezembro, no Espaço das Américas. As vendas de ingressos já foram abertas.

Em apenas cinco dias, o primeiro lote promocional (R$ 170 ingresso solidário pista) para a Fundição Progresso se esgotou. Agora, quem não quer perder a chance de ficar pertinho desse ícone dos anos 1980 já encontrará valores que variam entre R$ 220 (ingresso solidário pista) e R$ 880 (frisa/camarote).

Como comprar seu ingresso para os shows:
smarturl.it/MorrisseySaoPaulo
smarturl.it/MorrisseyRio

‘Why is the last mile the hardest mile?’

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Morrissey, em uma de suas apresentações no ano passado (Crédito: GettyImages)

Steven Patrick Morrissey, o Moz, nunca teve uma extensão vocal privilegiada. Mas compensou (e muito) com seu timbre inconfundível e interpretações cheias de personalidade, que bebem na fonte do iodelei e se equilibram ali entre o característico pedantismo britânico e uma atitude blasé tipicamente francesa.

O resultado de toda essa “alquimia” — duvido você ouvir uma música do Moz e não identificar o cantor logo nas primeiras palavras cantadas — é que o vocalista, nascido em Davyhulme, no noroeste da Inglaterra, há 59 anos, é um dos poucos artistas a ter músicas no “Top 10 de Vendas de Discos do Reino Unido” em três décadas diferentes.

Na estrada desde 1977, Morrissey é uma personagem interessantíssima. Boa parte de sua vida e carreira foram contadas no livro “Autobiografia”, lançado em 2013. O livro entrou na lista dos mais vendidos do Reino Unido, em número um, atingindo a marca das 35 mil cópias apenas na primeira semana.

Vegano ativista (quem lembra do álbum Meat Is Murder, o segundo dos Smiths, lançado em 1985?), celibatário, fã de punk rock, Oscar Wilde e figuras como James Dean, Alain Delon, Joe Dallesandro e Jean Marais. As letras de Morrissey — aparentemente deprimentes, mas muitas vezes cheias de humor mordaz — inspiraram toda uma nova geração indie britpop que surgiu na década de 1990.

Em 1986, quando o The Smiths se apresentou no programa de música britânica The Old Grey Whistle Test, Morrissey usou um aparelho auditivo falso para confortar um fã com deficiência auditiva que tinha vergonha de usar o dispositivo. Frequentemente, usava óculos de aro grosso fornecido pelo Serviço Nacional de Saúde. No palco, a presença de Morrissey com danças desajeitadas e flores chamavam a atenção. Era assim que encorajava jovens ‘tímidos e desajeitados’ a dançar mesmo não sabendo dançar. Isso transformou Morrissey num objeto de culto. Seus shows precisavam de cada vez mais seguranças devido ao número de pessoas que invadiam o palco para tocar no ídolo.

Trecho da Wikipedia

Mas a atual década não tem sido muito gentil com o popstar britânico. Há quatro anos, Morrissey deixou escapar ao jornal espanhol “El Mundo” que foi submetido a tratamentos contra câncer.

Em 2012, numa de suas cada vez mais raras entrevistas, afirmou ter envelhecido muito rapidamente nos últimos anos — hipertenso, reclamou que o remédio para controle de pressão afina seu cabelo “dramaticamente”. Nesse mesmo ano, Morrissey chegou a anunciar uma aposentadoria planejada para 2014.

Mas como ele mesmo deixa subentender na letra de Speedway, só a morte fechará sua adorável boca.

Histórico (quase bizarro) de cancelamentos

Morrissey já se apresentou no Brasil em três ocasiões: 2000, 2012 e 2015. Em 2013, a “perna” da turnê na América Latina foi totalmente cancelada. Incluindo a passagem que faria por aqui. Na ocasião, a produtora responsável (Time For Fun) divulgou nota informando apenas que o cancelamento se deu por “motivos pessoais” do britânico.

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O polêmico Morrissey

No ano passado, Morrissey cancelou sua apresentação em Paso Robles, na Califórnia, no último minuto — na verdade, o público já esperava há uma hora que ele subisse ao palco — porque estava sentindo muito frio.

Além de ser extremamente polêmico (a revista Rolling Stones montou uma galeria com os insultos do cantor e compositor britânico na sua versão online), Morrissey protagoniza um histórico de cancelamentos que é, no mínimo, absurdo. Rendeu um post que é constantemente atualizado, infelizmente, no site We Heart Music. Uma compilação de cancelamentos que cobre desde 1988 até os dias atuais.

So far: 289 datas canceladas ou adiadas.

Previsão de setlist para os shows do Morrissey em novembro

Este ano, Morrissey subiu 19 vezes em palcos. As setlist têm uma espinha dorsal formada por várias canções que compôs ao lado de Johnny Marr para os quatro discos de estúdio do The Smiths, entre 1982 e 1987.

Um levantamento simples no site Setlist.fm, que reúne 14 setlists dos shows de Morrissey em 2018 —, já dá uma ideia do que podemos esperar para as apresentações de novembro — se o Morrissey não cancelar, of course

Nos links, vídeos das apresentações deste ano. O topete não está mesmo mais lá essas coisa. Mas o gogó continua o mesmo!

  1. Jacky’s Only Happy When She’s Up on the Stage – 14 vezes
  2. Spent the Day in Bed – 13 vezes
    When You Open Your Legs – 13 vezes
  3. Who Will Protect Us From the Police? – 12 vezes
    The Bullfighter Dies – 12 vezes
    I Wish You Lonely – 12 vezes
    World Peace Is None of Your Business – 12 vezes
    Jack the Ripper – 12 vezes
    My Love, I’d Do Anything for You – 12 vezes
    Everyday Is Like Sunday – 12 vezes
    How Soon Is Now? – 12 vezes
    Hold On to Your Friends – 12 vezes
    There Is a Light That Never Goes Out – 12 vezes
    The Boy With The Thorn In His Side – 12 vezes
  4. Munich Air Disaster 1958 – 11 vezes
    Back on the Chain Gang (The Pretenders) – 11 vezes
    If You Don’t Like Me, Don’t Look at Me – 11 vezes
  5. I Bury the Living – 10 vezes
    Suedehead – 10 vezes
    Irish Blood, English Heart – 10 vezes
    Home Is a Question Mark 10 vezes
  6. You’ll Be Gone (Elvis Presley) – 8 vezes
    I Started Something I Couldn’t Finish – 8 vezes
    Cemetry Gates – 8 vezes
  7. First of the Gang to Die – 6 vezes
    Bigmouth Strikes Again – 6 vezes
  8. The Last of the Famous International Playboys – 5 vezes
    This Charming Man  – 5 vezes
    The Queen Is Dead – 5 vezes
  9. Speedway – 4  vezes
    Girlfriend in a coma – 4 vezes
    Shoplifters of the World Unite – 4 vezes
  10. Judy Is a Punk (Ramones) – 3 vezes
    Vicar In A Tutu – 3 vezes
  11. I’m Not Sorry – 2 vezes
    Frankly, Mr. Shankly  – 2 vezes
    I Know It’s Over – 2 vezes
    Never Had No One Ever – 2 vezes
  12. Alone Again (Naturally) (Gilbert O’Sullivan) – 1  vez
    Alma Matters – 1  vez
    Israel – 1  vez
    The Girl from Tel-Aviv Who Wouldn’t Kneel – 1  vez
    All You Need Is Me – 1  vez
    Glamorous Glue – 1  vez
    November Spawned a Monster – 1  vez

 

Dicas de Viagem – Escócia – Parte IV – Um roteiro dos TOP 10 imperdíveis na capital

Edinburgh Castle

A capital da Escócia é um sonho! Duvido que alguém conheça e não caia de amores. E não interessa se o céu está azul e o sol brilha, ou se é um dia tipicamente escocês, com chuva e muito, muito vento.

Edinburgh é uma cidade linda e cheia de programas maravilhosos para fazer.

Mas o que não dá para perder numa primeira visita?

Para facilitar a vida de quem tem pouco tempo e quer ver só o principal, selecionei dez atrações imperdíveis em Edinburgh. Como já estava prometido uns posts atrás

Tive a chance de apresentar a cidade para alguns amigos, que ficaram curiosos de eu tanto falar. Para eles, costumo dizer, sem medo de errar: a Escócia é dourada.

Edinburgh também!

Apesar de ser bem cosmopolita, é uma cidade pequena para os padrões brasileiros. E para quem já conhece Londres, por exemplo. O que é melhor ainda!

Então, a primeira dica para quem vai é: conheça a cidade a pé!

Com uma arquitetura basicamente vitoriana, a sensação é que as coisas não mudaram muito por ali com o passar dos séculos. É a capital escocesa desde 1492.

Dividida em Old Town e New Town, tem muitas de suas ruas principais ligadas por vielas, ladeiras e escadarias. Por isso, para ir de um lado para o outro, prepare as perninhas para trabalhar!

1 – Castelo de Edimburgo

Construído a 120 metros de altura do nível do mar, o Edinburgh Castle é onipresente. Onde quer que você esteja ali no centro da cidade, ele está te vigiando. A estrutura, que já sofreu várias transformações e reconstruções ao lono do tempo, guarda mais de 1.400 anos de história.

A cidade nasceu em torno no castelo. Isso lá pelo século IX. A Castle Rock, montanha onde a construção foi erguida, é, na verdade, um vulcão extinto que, estima-se, esteve em atividade há uns 340 milhões de anos.

Irado, não?

Visitar o castelo é atravessar toda a história do país e da cidade. Foi moradia preferida dos reis da Escócia até a união com a coroa inglesa, em 1603, e seus dangeons serviram de prisão para os jacobitas, um pouco mais de um século depois. Também teve papel estratégico importante durante a segunda grande guerra para o exército britânico.

Do alto do pátio está uma das mais belas vistas da cidade. No interior, as Joias da Coroa escocesa (Crown Jewels) e a Pedra do Destino (Stone of Destiny), a famosa rocha onde os monarcas eram coroados, levada para Londres e foi devolvida à Escócia em 1996.

Dica de ouro: programe-se para estar no castelo às 13h em ponto. De segunda a sábado, o One O’clock Gun, um canhão que fica no Mills Mount Battery, é acionado — proteja os ouvidos!

2 – Royal Mile

Robert Fergusson

É a rua mais turística e movimentada da cidade. Na verdade, a Royal Mile é uma sucessão de ruas que descem do Castelo até o Palácio de Holyroodhouse.

A extensão entre um e outro é de exatamente uma milha — ou seja, quase dois quilômetros de subidas e descidas cheias de atrações.

Desde os primórdios, foi a rua mais importante da cidade. E mantém seu status. Um status tão importante que estou pensando em fazer um post especial com cada uma das paradas que devem ser feitas ao longo da Royal Mile, para você não perder nem um centímetro desses quase dois quilômetros.

Na foto, a estátua do notável poeta escocês Robert Fergusson, em frente à Kirk of Canongate, construída entre 1688 e 1691, na Old Town.

3 – Palace of Holyroodhouse

Se o Edinburgh Castle era o preferido da realeza escocesa, o Palácio de Holyroodhouse é o favorito da realeza inglesa há gerações. É a residência oficial da Rainha Elizabeth II quando está no país. E está aberta a visitação, para quem tiver um tempinho sobrando.

É possível passear por vários ambientes do palácio em uma visita guiada. Mas apenas quando a família real não está na área. Incluindo a Galeria de Artes da Rainha, que por si só já vale o bilhete.

Mas não deixe de visitar as ruínas da Abadia, nos jardins do palácio, que data de 1128.

4 – Holyrood Park & Arthur’s Seat

Ruínas da St. Anthony’s Chapel

O parque fica bem ao lado do Palácio de Holyroodhouse, com o luxo de ter uma enorme montanha só pra ele. Outro vulcão extinto.

O monte é conhecido como Arthur’s Seat e tem algumas trilhas que levam ao seu topo. As vistas para a cidade são as mais arrasadoras da região. Quem assistiu a Trainspotting 2 vai identificar logo o local.

Trainspotting 2

São 251 metros de altura. Mas a subida é muito mais tranquila do que pode parecer a princípio. E vale muito à pena. A vista é realmente de tirar o fôlego (tanto quanto a subida!), e pode se ver quase toda cidade e muito dos seus arredores.

No parque, as atrações são algumas ruínas e lagos — como a St. Anthony’s Chapel, que data de 100 —, que dão fotos espetaculares para guardar pro resto da vida.

5 – Grassmarket

Last Drop Pub, na Grassmarket. Prisioneiros eram executados em frente ao pub

A praça não fica muito distante da Royal Mile. É cheia de restaurantes e pubs; um lugar bacana para sentar e beber e ver o tempo passar.

Uma informação macabra é que a praça já foi local de execução pública. O nome de alguns pubs por ali fazem referência ao fato e não me deixam mentir.

6 – National Museum of Scotland

É a casa da ovelha Dolly! Tá lá o primeiro clone “britânico” empalhada no museu, que a Dolly é escocesa. O acervo do museu é bem diversificado e vale uma visita.

A melhor parte é a que conta muito da cultura e história do país, mostrando tradições e inovações tecnológicas.

A entrada é gratuita!

7 – Princes Street, Rose Street e Princes Street Gardens

A Princes Street é passagem obrigatória para quem cruza da New Town para a Old Town e vice-versa.

É a rua mais comercial da cidade, tipo um shopping a céu aberto. Lojas famosas como a Jenners, a Galerie Lafayette escocesa, estão ali.

Na rua paralela, a Rose Street é um grande calçadão. Cheia de pubs e restaurantes charmosos, é perfeita para descansar das compras e curtir uma boa refeição.

Se de um lado a Princes Street tem lojas e magazines, do outro fica um belo parque. O Princes Street Gardens tem pequenos cafés para lanches rápidos e diversos banquinhos para descansar — olhe a plaquinha ao sentar!

Passear por ali é uma delícia, sempre com vista para o castelo. Se estiver na cidade durante a primavera, não deixe de procurar pelo Floral Clock. O relógio de flores é o mais antigo do mundo e marca as horas de verdade!

8 – Scott Monument

O monumento que fica na Princes Street é uma homenagem da cidade ao popular escritor escocês Sir Walter Scott.

Sua torre de 61 metros de altura oferece uma vista incrível do centro e do castelo.

Subir os 287 degraus é para os fortes, mas compensa!

9 – The Balmoral

Hotel de luxo em pleno centro da cidade. Pode não ser pro seu bico, mas vale foto, especialmente ao anoitecer, quando seus contornos de arquitetura vitoriana ficam iluminados.

A construção data de 1895, resultado de uma competição financiada pela Scottish Railway para dar um up no turismo local. Do gaélico, The Balmoral significa morada majestosa. Em 1991, depois de ter sido trocado de dono, o hotel foi reinaugurado com presença de ninguém menos que Sir Sean Connery.

Em fevereiro de 2007, J.K. Rowling se trancou no quarto 230 para terminar a saga Harry Potter. Anos mais tarde, a escritora escocesa retornou ao mesmo quarto para ser entrevistada por Oprah.

10 – Calton Hill

Outra das montanhas bem no centro da cidade. A Calton Hill fica na New Town. O acesso é bem fácil, com subida pouco íngreme e com o caminho de pedras.

Para encontrar o acesso, é só seguir pela Regent Road e logo chega lá. O lugar também oferece um linda vista panorâmica da cidade e arredores. Do alto, pode-se ver o Arthur’s Seat e o porto de Leith, além de Portobello Beach.

Alguns dos monumentos mais famosos da cidade, como Dugald Stewart Monument, Nelson Monument e o National Monument, estão no alto do Calton, onde também acontece, tradicionalmente, a festa pagã de Beltane.

Texto de Débora Thomé

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Escócia I

Dicas de Viagem: Escócia II – Qual é a melhor época do ano para conhecer a Escócia?

Dicas de Viagem – Escócia – Parte III – Afinal, o que não pode ser deixado de fora?

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