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Motoristas dizem que mulheres são melhores no volante

Pesquisa realizada pela plataforma de caronas BlaBlaCar mostra que as mulheres são consideradas melhores no volante

Quem já não fez uma piadinha safada sobre a habilidade feminina ao volante? Quem nunca ouviu “mulher ao volante, perigo constante”? Mas, parece, que essa percepção está, definitivamente, ficando para trás.

O aplicativo de caronas BlaBlaCar divulgou que a avaliação das motoristas foi melhor que a dos seus pares homens (4,8 a 4,7, de um total de 5). Os condutores foram avaliados em quesitos como simpatia, gentileza durante a viagem, limpeza e organização dos carros.

Esse resultado bate com os divulgados pelo Detran em 2017. De janeiro a agosto do ano passado, apenas 15% dos acidentes graves tinham mulheres na direção. Na maioria das vezes os acidentes eram batidas leves.

Então, nada de preconceito contra as motoristas!

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Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIV – As cidades mais caras do mundo para se viver

Há pouco tempo publiquei uma pesquisa que mostrava quais as cidades estrangeiras preferidas pelos brasileiros. Com o atual cenário do dólar e das principais moedas (euro e libra) a escolha de um destino passa obrigatoriamente pela questão econômica. Se uma cidade é considerada cara para se viver pelos próprios locais, imagine os custos para nós,

Uma pesquisa da revista britânica The Economist revela o ranking das cidades mais caras e as mais baratas para se viver no mundo. Fiquei surpreso com a colocação das cidades brasileiras (que considero muito caras). São Paulo aparece na 77ª posição e o Rio de Janeiro em um estranho 82º. Os lugares mais caros são dominados pela Ásia e Europa, enquanto os mais baratos estão melhor divididos.

Os quesitos

Para chegar a esse ranking a publicação analisou 150 itens como custo com comida, bebida, moradia, transporte, cuidados pessoais, entretenimento, educação, transporte, compras de supermercado e até o preço dos cigarros. A pesquisa é extensa e esmiuçar todos os seus aspectos demandaria um tempo demasiado longo. Então….

Cingapura é a mais cara

Se houve variação no ranking, ela passou longe do 1º lugar. Pela quinta vez consecutiva Cingapura foi classificada como a cidade mais cara do mundo. A cidade foi a mais cara no transporte e nas compras de supermercado. Nova York e Los Angeles foram as mais caras dos Estados Unidos (13º e 14º lugares, respectivamente), ficando muito adiante de Londres (30º), por exemplo.

Portanto, na hora de escolher um destino de viagem, de intercâmbio ou mesmo um local para viver longe do Brasil, vale a pena dar uma conferida nesse ranking.

As mais baratas

Gostaria de falar mais sobre as mais baratas, mas não acredito que Damasco (na Síria) ou Caracas (Venezuela) sejam capazes de atrair a atenção de muita gente no momento, principalmente por conta do péssimo momento social/econômico pelos quais os países onde estão localizados passam.

O ranking

As cidades estrangeiras que o brasileiro mais gosta de visitar

OrlandoQue o brasileiro gosta de viajar ninguém duvida, mas que o gosto pelos destinos pode ser questionado também não tenho dúvidas. Segundo um levantamento realizado pela agência ViajaNet (entre janeiro e março deste ano), Londres fica de fora dos dez destinos mais procurados, enquanto quatro cidades dos Estados Unidos estão no Top 10. A pesquisa é tão surpreendente que Paris aparece numa modesta 6ª posição e Roma na , mostrando que o Velho Continente e o turismo cultural andam em baixa na conta dos turistas tupiniquins.

Ainda segundo a pesquisa, as vendas de passagens aéreas internacionais cresceram 27% entre janeiro e março deste ano no Brasil, quando comparadas com o mesmo exercício anterior e (segundo a pesquisa F(r)ases da Vida/Blog do feroli) o preço das passagens para os EUA e para as principais cidades da Europa ficaram praticamente parelhos, não justificando a preferência pela Terra do Tio Sam.

MiamiSegue o ranking

1 – Orlando

2 – Miami

3 – Nova Iorque

4 – Los Angeles

5 – Lisboa

6 – Paris

7 – Toronto

8- Roma

9 – Madri

10 – Cancun

Fonte: ViajaNet 

As cidades que mais bebem vinho no mundo

O consumo per capta de qualquer alimento ou bebida pode trazer algum espanto sempre que são divulgados. Sempre fico bobo quando lembro que a Suíça tem o maior consumo per capta de sorvete, enquanto, por aqui, dizem que não devemos tomar sorvete no frio. Portanto, a divulgação das cidades que mais consomem vinho (minha bebida favorita) no mundo chamou a minha atenção.

Imaginei que cidades dos principais produtores de vinho – lembrando que quantidade não é qualidade – estariam no topo, mas admito que Londres, por exemplo, me surpreendeu. Paris, é a primeira do ranking, unindo os ótimos vinhos com a sua quantidade absurda de turistas sedentos todos os anos. Isso, com o consumo normal da população, colocam a cidade francesa bem adiante da segunda colocada, Buenos Aires, onde também e bebe muito (ic).

Paris lidera o ranking realizado por uma escola francesa

Uma pesquisa da escola de administração francesa INSEEC revelou as cidades que mais consomem vinho no mundo. Paris ficou em primeiro lugar, com 697 milhões de garrafas consumidas anualmente, o que dá uma média de 51,7 litros per capita.

No entanto, deve-se lembrar que a capital francesa é um enorme polo turístico, portanto, a média per capita pode ser bastante relativa. Aliás, o mesmo ocorre nas maioria das outras cidades no top 10.

Confira a lista completa:
(Posição – Milhões de garrafa/ano – Litros per capita/ano)

1. Paris (França) – 697 – 51,7

2. Buenos Aires (Argentina) – 457 – 32,2

3. Ruhr (Alemanha) – 385 – 28,5

4. Londres (Reino Unido) – 369 – 24,7

5. Nova York (Estados Unidos) – 308 – 12,1

6. Milão (Itália) – 301 – 38,9

7. Los Angeles (Estados Unidos) – 241 – 12,1

8. Nápoles (Itália) – 188 – 38,9

9. Madri (Espanha) – 181 – 25,2

10. Roma (Itália) – 177 – 38,9

Fonte: Revista Adega

Metade dos brasileiros prefere fazer compras utilizando táxi ou transporte por aplicativo

A guerra entre táxis e aplicativos de transporte é feroz em várias partes do mundo e, como não poderia deixar de ser, também no Brasil. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas mostra que a maioria da população prefere usar os aplicativos (Uber, Cabify, etc) do que os táxis ou outros meios de transporte na hora de fazer compras.

No caso específico do Rio de Janeiro, onde o serviço oferecido pelos táxis é – que a categoria me desculpe – ridículo e a violência faz com que receio de sair com o seu automóvel próprio cresça todos os dias, o resultado do estudo não surpreende e o corte por faixa etária me parece menos importante do que o resultado global.

A realidade é que os aplicativos vieram para ficar e que necessitam de alguma regulamentação, mas que não inviabilize o seu funcionamento. Quanto aos táxis, é necessário rever o serviço oferecido, com veículos melhores, motoristas mais treinados e educados e preços mais competitivos. Da maneira que a coisa está, taxista pode ser uma profissão em extinção.

Sessenta e cinco por cento das pessoas passou a usar mais os transportes por aplicativo no lugar dos táxis em função do melhor preço oferecido

A concorrência gerada pela entrada das novas plataformas de transporte por aplicativo no mercado está mudando o padrão de exigência do consumidor brasileiro, cada vez mais ávido por alternativas que economizem tempo e dinheiro, sem abrir mão de qualidade e comodidade. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) buscou compreender relação dos brasileiros na hora de optar por serviços de transporte particulares pagos e mostra que metade dos entrevistados (50%) afirmaram que preferem fazer compras utilizando serviços de transporte privados como táxi ou transporte por aplicativo, como Uber e Cabify, por serem mais baratos do que outras alternativas disponíveis.

Em uma comparação levando em conta somente os táxis e as plataformas de transporte por aplicativo, o levantamento revela que mais da metade dos brasileiros (65%), principalmente aqueles entre 18 e 34 anos (77%), concordam que passaram a usar mais os transportes por aplicativo no lugar dos táxis em função do preço oferecido. Já 58% citaram também a qualidade superior do serviço.

O estudo também mapeou quais os meios de transporte mais utilizados para fazer compras. Na opinião dos brasileiros entrevistados, ir às compras utilizando os serviços particulares de transporte é preferível por ser mais cômodo (55%), principalmente para os jovens entre 18 e 34 anos (64%), e também por ser de fácil acesso (55%), com maior frequência entre consumidores de 18 a 34 anos (63%).

As novas plataformas por aplicativo levaram vantagem em comparação com os táxis em muitas categorias pesquisadas. De acordo com os entrevistados, se locomover utilizando serviços de transporte por aplicativos é mais usual do que pedir um taxi principalmente para realizar atividades de lazer como ir a bares, restaurantes, cinema, festas e parques (18% das citações frente a 6% dos táxis), fazer compras longe de casa (10% das citações, frente a 6% dos táxis) e ir ao médico/dentista (6% das citações, frente 3% dos táxis).

“Refletindo uma sociedade cada vez mais conectada e em rede, a entrada da tecnologia da informação aliada aos serviços de transporte particulares possibilitou pela primeira vez a aproximação direta entre motoristas e passageiros”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Considerando tanto as novas plataformas de transporte por aplicativos, como as plataformas de táxis, como 99 Táxi e Easy Taxi, atualmente é possível chamar um carro, acompanhar o itinerário da corrida em tempo real e também avaliar a qualidade do serviço prestado. “Conforme mostram os dados, essa mudança de paradigma vem alterando a maneira com que os brasileiros se deslocam e consomem, principalmente os mais jovens, naturalmente mais adeptos a esse tipo de inovação”, afirma o presidente.

Para Pellizzaro, se tratando das leis de mercado, a demanda reprimida por transporte de qualidade do brasileiro foi atendida pelos serviços de transportes particulares, levando em consideração aqueles que podem pagar por este tipo de serviço. “Para que a equação da mobilidade urbana seja estendida a todos e garanta atributos como eficiência, segurança e consciência ecológica, ainda é preciso políticas públicas e investimentos concretos que incentivem o transporte coletivo de qualidade, a integração de modais e o melhor planejamento da ocupação do espaço público”, explica.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o IBOPE e ouviu 1.500 consumidores em todas as capitais. A margem de erro é de no máximo 2,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

Fonte: SPC Brasil

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIII – Pessoas confiam mais nos jornais locais que nas redes sociais

Esta é, provavelmente, a pesquisa menos bizarra de toda a série. Porém, ela permite um número tão grande de reflexões que acho que ela se qualifica para fazer parte do rol das pesquisas voadoras.

A pesquisa, patrocinada pela News Media Association (NMA), mostrou que os ingleses confiam mais nos veículos locais (rádios e jornais, principalmente) do que nos grandes veículos nacionais e nas redes sociais. Os números mostram que 74% das pessoas confiam nos pequenos veículos locais, contra apenas 22% que disseram acreditar no que leem nas redes sociais, um território onde qualquer um escreve qualquer coisa sem o mínimo de apuração. A vantagem dos veículos de comunicação regionais também é grande quando comparado com os grandes jornais. O mais incrível é que os jornais alcançaram uma credibilidade maior que as TVs e rádios regionais (73% contra 43%).

A saída do jornalismo está nos veículos locais?

Claro que há grandes diferenças entre a mídia inglesa e brasileira. Entretanto, parece lógico que jornais locais acabem tendo a preferência das pessoas quando o assunto são notícias locais (com o perdão pela repetição). Infelizmente, no Brasil, os jornais (principalmente os menores) sofrem com uma visão distorcida do que deve ou não ser noticiado.

Muitas vezes um assunto é varrido para baixo do tapete por conta de amizades ou preferências polícias ou religiosas. Isso acaba se tornando uma bola de neve contraproducente, que vai minando a credibilidade do veículo, fazendo com que cada vez menos as notícias sejam recebidas da maneira correta.

A grande força dos veículos locais vem da proximidade. Os repórteres, editores e diretores são, na enorme maioria das vezes, pessoas que nasceram ou moram nas redondezas e que conhecem as pessoas, a cidade, a região e seus problemas. Impedir que determinada crítica seja publicada ou que determinado assunto seja impresso é de uma estupidez que me dá vergonha. Sempre há uma maneira positiva de se noticiar algo, mesmo que isso exija um pouco mais de trabalho.

Todo jornalista sabe que números, para citar um exemplo, podem dizer coisas totalmente diferentes, dependendo do viés que se pretenda dar ao assunto. O mesmo acontece com uma denúncia contra uma empresa, um segmento ou uma administração municipal. O jornalismo pressupõe que se ouçam todos os lados de uma questão, mas não impede que se tenham posições e uma linha editorial definida. O problema é que muitos jornais não possuem esse direcionamento definido.

A constante suposta crise do mercado jornalístico serve como justificativa para a diminuição das redações e a contratação de profissionais cada vez menos experientes e competentes. Enquanto na Inglaterra a confiança nos jornalistas subiu de 19% para 32%, nos últimos 6 anos, o mesmo não deve acontecer por aqui – não só pela qualidade dos profissionais, mas também pelo crescente clima de Fla-Flu que permeia quase todas as discussões sobre matérias que falem sobre temas que podem melindrar pessoas que não estão prontas para discutir, ouvir ou ler argumentos que não se encaixem na sua visão das coisas (política e futebol, por exemplo).

É bom saber que a imprensa inglesa está longe de ser um primor, mas tenho certeza de que lá tudo é feito muito mais as claras que em terras tupiniquins.

Fonte: PressGazette

Veja outras pesquisas inglesas

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Quem controla a mídia no Brasil? – Um estudo que comprova a hipocrisia da audiência brasileira

No fim do ano passado li um estudo muito interessante realizado pela organização Repórteres Sem Fronteiras e o grupo Intervozes. Nele estavam dados sobre quem controla os principais meios de comunicação do Brasil. O assunto, que sempre me interessa, levanta questões que sempre fazem com que os revoltados fiquem sem poder responder. Por exemplo, por que não boicotar o sistema e dar audiência para os veículos que só falam a verdade?

Sempre achei curioso que aproximadamente 99,28% das pessoas que gritam “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo” não abrem mão da sua novela, dos desfiles das escolas de samba, do futebol, das transmissões de shows e festivais de música, do Jornal Nacional, do pay-per-view, do BBB, dos filmes dos canais por assinatura, etc. Isso, sem falar que todos são contra mas adoram quando aparecem no citado canal ou quando algum amigo/cliente aparece nas páginas dos jornais ou revistas do grupo.

Os números mostram que os líderes continuam líderes e que não há nenhum movimento para uma mudança (nem por conta da qualidade da programação ou por razões ideológicas dos leitores/ouvintes/telespectadores.

O estudo pode ser revelador de que há muita hipocrisia e pouco idealismo no país.

O estudo

A organização Repórteres Sem Fronteiras e o grupo Intervozes apresentaram o relatório “Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil” (Media Ownership Monitor/Brasil – MOM). O estudo traz informações detalhadas sobre quem são os principais responsáveis pelos órgãos de imprensa do país, suas atuações em outros setores da economia e mostra o nível de concentração da propriedade dos meios de comunicação locais.

“O MOM associa os nomes dos proprietários aos seus veículos de mídia, grupos econômicos e empresas em outros setores, sistematiza essas informações e as torna acessíveis ao público em geral”, afirma o coordenador da pesquisa pelo Intervozes, André Pasti. Para gerar o relatório, a investigação durou quatro meses, abrangendo os 50 veículos de comunicação com maior audiência no Brasil e os 26 grupos econômicos que os controlam.

Para os organizadores da pesquisa, a transparência a respeito da propriedade da mídia é pequena, pois as empresas não são legalmente obrigadas a divulgar sua estrutura acionária ou balanços. Além disso, nenhuma das organizações respondeu as solicitações de informação da equipe do MOM.

A metodologia para o monitoramento foi desenvolvida pela organização Repórteres Sem Fronteiras. “A mídia não é como qualquer outro setor econômico. É importante saber quem a controla. Os cidadãos têm direito de conhecer os interesses por trás dos meios de comunicação que consomem. É isso que o Media Ownership Monitor deseja proporcionar”, diz o diretor do MOM e integrante da Repórteres Sem Fronteiras na Alemanha, Olaf Steenfadt.

Centros de poder da mídia

Os 50 meios de comunicação com maior audiência no Brasil pertencem a 26 grupos empresariais: nove são do Grupo Globo; cinco do Grupo Bandeirantes; cinco de Edir Macedo (considerando a Rede Record e os meios de comunicação pertencentes à Igreja Universal do Reino de Deus); quatro da RBS; e três do Grupo Folha. Os grupos Estado, Abril e Editorial Sempre Editora/Sada controlam, cada um, dois dos veículos de maior audiência. Os demais grupos possuem apenas uma das mídias pesquisadas.

No total, 80% dos grandes grupos de mídia estão localizados nas regiões Sul e Sudeste do país. Entre os dados revelados pelo estudo é informado que a região metropolitana de São Paulo abriga 73% das empresas sudestinas do setor.

As emissoras de rádio e televisão são organizadas em redes nacionais, em que afiliadas locais retransmitem programação da empresa-mãe. “A propriedade das empresas de comunicação reflete esta hierarquia da transmissão do conteúdo. As afiliadas pertencem a políticos locais ou mantêm fortes laços com eles, o que reforça as relações de poder entre as oligarquias locais e a sede dos grupos, em São Paulo”, dizem os responsáveis pelo estudo.

Os donos da audiência

Como principal meio de comunicação de massa no Brasil, a TV concentra altos índices de audiência. Mais de 70% do público nacional é compartilhado entre quatro grandes redes televisivas: Globo – com 36,9% do total da audiência –, SBT (com 14.9%), Record (com 14,7%) e Band com (4,1%).

O estudo mostra, ainda, que a concentração da audiência se estende aos mercados de mídia impressa e online. A soma da audiência dos quatro principais veículos, em ambos os segmentos, é superior a 50%.

Em rádio, a audiência local é menos concentrada e mais relacionada a dinâmicas de cada cidade. As emissoras de rádio, no entanto, também são organizadas em redes nacionais, que transportam grande parte do conteúdo das emissoras-mães. Das 12 grandes redes de rádio, três pertencem ao Grupo Bandeirantes de Comunicação e duas ao Grupo Globo.

Propriedade Cruzada

Outra questão abordada no estudo é a da propriedade cruzada, ou seja, quando um mesmo grupo controla emissora de rádio, televisão, jornais e portais na web. No Brasil não há dispositivos legais que impeçam este fenômeno. Ao contrário, “a comunicação de massa se constituiu com base na propriedade cruzada, o que reforça a concentração da propriedade nas mãos de um pequeno número de grupos. Isto se aplica tanto a nível nacional como estadual e local”, declaram os responsáveis pela pesquisa.

A única norma brasileira que limita a propriedade cruzada é a Lei 12.485 / 2011, que regula o mercado de televisão por assinatura e proíbe que empresas produtoras de conteúdo audiovisual, por um lado, e as empresas de rádio e de televisão por assinatura, por outro, se controlem mutuamente.

O Grupo Globo, por exemplo, desempenha papel central em diversos mercados: a Rede Globo é líder da TV aberta; o conteúdo gerado por sua subsidiária GloboSat – que inclui GloboNews e dezenas de outros canais – tem destaque na TV por assinatura; o portal Globo.com é o maior veículo de notícias online no Brasil; e as redes de rádio Globo e a CBN estão entre as dez maiores em termos de público. Além disso, o conglomerado atua nos mercados editorial e fonográfico.

Mais dois exemplos podem ser vistos com os grupos Record e RBS. O Grupo Record opera a Record TV e a RecordNews na TV aberta, e seu jornal (Correio do Povo) e o portal R7 estão entre os veículos com maior audiência no país. A RBS, por sua vez, administra a afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, os jornais Zero Hora e Diário Gaúcho, duas redes de rádio (a nacional Gaúcha Sat e a regional Atlântida), o portal ClicRBS e possui outros investimentos em mídia digital, bem como em publicações impressas.

Veja o alcance dos grupos de mídia e seus veículos em números no infográfico apresentados pelos organizadores da pesquisa:

Coronelismo eletrônico

Além de apresentar quem são os grupos de mídia que detêm mais audiência e falar sobre suas extensões, o Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil mostra quem são os proprietários por trás da comunicação destas empresas, o que inclui pessoas muito próximas a políticos e donos de fundações privadas como bancos, siderúrgicas e igrejas.

De acordo com a Constituição Federal (art.54), políticos titulares de mandato eletivo não podem ser sócios ou associados de empresas concessionárias do serviço público de radiodifusão. Apesar disso, 32 deputados federais e oito senadores controlam meios de comunicação, ainda que não sejam seus proprietários formais.

Em diversos estados brasileiros, os maiores impressos, as afiliadas das grandes redes de TV e estações de rádio são controlados por empresas que representam diretamente políticos ou famílias com uma tradição política – geralmente proprietárias de empresas em mais de um setor da mídia. Como reproduz a concentração da propriedade da terra no Brasil, esse fenômeno é definido, por pesquisadores, como “coronelismo eletrônico”.

Ex-deputado federal e atual prefeito de Betim (MG), Vittorio Medioli (PHS) é um destes políticos. Sua mulher e sua filha gerenciam os negócios de mídia do Grupo Editorial Sempre Editora, que publica cinco jornais – entre o Super Notícias e O Tempo –, tem um portal de internet, um canal de webTV e uma estação de rádio FM.

“A família Macedo, que controla o grupo Record e a Igreja Universal do Reino de Deus, também domina um partido político, o Partido Republicano Brasileiro (PRB), que conta com um ministro no governo federal, um senador, 24 deputados federais, 37 deputados estaduais, 106 prefeitos e 1.619 vereadores”, informam os responsáveis pelo estudo que cita, ainda famílias como os Câmara (Goiás e Tocantins), Faria e Mesquita (São Paulo).

O MOM destaca que, na maioria dos casos, os laços entre políticos e meios de comunicação de massa são forjados por meio de estruturas de rede e acordos comerciais em que grandes radiodifusores nacionais sublicenciam sua marca e seu conteúdo para empresas no nível estadual. Esses afiliados atuam como redistribuidores, mas são veículos de co-propriedade para homens (muito raramente mulheres) poderosos em seus estados e municípios.

Há outros exemplos apresentados no relatório:

  • O Grupo do qual fazem parte a TV Bahia (afiliada da Rede Globo) e o jornal Correio da Bahia, controlado pela família Magalhães, do atual prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM).
  • O Grupo Arnon de Mello, que possui a TV Gazeta Alagoas (afiliada da Rede Globo), o jornal Gazeta de Alagoas e a emissora de rádio FM Gazeta 94, é liderado pelo ex-presidente e agora senador Fernando Collor de Mello (PTC).
    O Grupo Massa (afiliada do SBT no Paraná), do apresentador Carlos Massa, cujo filho, Ratinho Filho, foi deputado estadual e federal;
  • E o Grupo RBA de Comunicação, que possui o jornal Diário do Pará e a TV Tapajós (afiliada da Globo no Pará) e pertence ao senador Jader Barbalho (PMDB) e sua família.

Para além da política

Além de controlar as empresas de comunicação, os proprietários da mídia no Brasil mantêm fundações privadas no setor de educação, são ativos nos setores financeiro, de agronegócios, imobiliário, de energia e de saúde ou empresas farmacêuticas.

Por exemplo, o grupo Sada/Editora Sempre, da família Medioli, que investe em transporte de veículos e carga, logística, siderurgia, energia, esportes e educação. Além deste, há os proprietários do grupo Objetivo, que, além de controlar a Rádio Mix, são donos de escolas privadas, cursos pré-vestibulares e da Universidade Paulista (Unip).

Redes nacionais de rádio e televisão também são ligadas a igrejas, como o Grupo Record, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus e à Rede Aleluia de Rádio. Seu proprietário majoritário, o bispo Edir Macedo, também controla 49% do capital do Banco Renner.

Fonte: Comunique-se

 

 

Especialista diz que doenças vasculares aumentam em até 30% no verão

Quem tem mais tecido adiposo sabe que o calor é sempre um tormento. A pressão sobre, você sua demais e, se não tomar cuidado, pode acabar tendo um piripaque. Portanto, todo cuidado é pouco.

Dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, seção Rio de Janeiro (SBACV-RJ), indicam que as altas temperaturas, comuns da época do verão, aumentam entre 20% e 30% o risco de doenças vasculares, ou venosas, nos membros inferiores. De acordo com os números, normalmente elas são associadas a varizes.

“O motivo de as altas temperaturas piorarem as doenças vasculares no verão é porque o calor provoca vasodilatação, ou seja, a dilatação dos vasos sanguíneos, com uma sobrecarga nas veias dos membros inferiores”, afirmou o presidente da SBACV-RJ, Breno Caiafa.

Segundo ele, pessoas com doença vascular prévia tendem a piorar no verão, enquanto as demais podem sentir edemas, dores nas pernas, cansaço, peso, caimbra, ressecamento da pele e coceira, “tudo provocado pelo calor”.

Desidratação

Breno Caiafa explicou que nesse período aumenta a secreção de suor e isso pode ser associado à desidratação. Lembrou ainda que, como estão em férias, muitas pessoas desregulam sua alimentação, ampliando o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, que também agravam os sintomas vasculares.

Para Caiafa, a população brasileira é propensa a ter varizes. A estimativa é que isso ocorra em 35% da população, envolvendo todas as faixas etárias. Avaliando apenas a população adulta, o percentual pode chegar até 70% de mulheres e a 50% de homens.

Para evitar o agravamento dos sintomas no verão, Caiafa informou que o ideal é que as pessoas com doença vascular procurem um angiologista ou cirurgião para um tratamento anterior à chegada da estação, a fim de, pelo menos, receber orientação.

Além do fator prévio da doença, existem agravantes, como a permanência em longos períodos com as pernas para baixo, em posição sentada ou em pé. Outros agravantes são excesso de peso e falta de exercício.

Evolução

“A correção será justamente fazer atividade física, perder peso, evitar permanência sentado ou em pé, alternar essa movimentação, movimentos com as pernas, levantar e andar durante o trabalho, restringir o uso de sal e de bebida alcoólica, aumentar a hidratação, alternar posições de elevação das pernas e, em alguns casos, com indicação médica, usar meia elástica de compressão para ajudar a circulação, sugeriu o especialista. Hidratar a pele também foi recomendado.

Entre os principais sintomas, a evolução da doença apresenta inchaço das pernas, que pode provocar pequenas fissuras na pele, facilitando infecções como a erisipela. A complicação mais temida é a formação de coágulos nas veias, a chamada trombose.

Breno Caiafa destacou que a hidratação nessa época do ano é fundamental, junto com a reposição de sais minerais. As pessoas devem beber de dois a três litros de água por dia. Se forem consumir cerveja, devem alternar a ingestão de água. Para recuperar sais minerais perdidos, podem beber sucos de frutas, isotônicos ou água de coco.

Fonte: Agência Brasil

 

Pesquisadores comprovam que fumaça das queimadas da Amazônia pode causar câncer

Ainda há gente que duvida do aquecimento global e de que velhas práticas, como as queimadas, são pouco inteligentes e prejudicam o meio ambiente e a nossa saúde. O texto abaixo não é baseado em uma pesquisa inglesa, mas é mais que confiável e lógica.

 

As partículas carregadas de toxinas, liberadas durante queimadas na Amazônia, se inaladas involuntariamente por longo período, podem causar estresse oxidativo das células e danos genéticos irreversíveis, resultando até mesmo em câncer de pulmão.

A descoberta é resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fundação Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Rondônia(Ufro). 

A pesquisa é referente a uma tese de doutorado da bióloga Nilmara de Oliveira Alves, da USP. A equipe coletou amostras de material particulado fino em Porto Velho, uma das áreas mais afetadas pelas queimadas na região amazônica.
Para entender como ocorre a contaminação, os pesquisadores expuseram em laboratório linhagem de células pulmonares às partículas, compostas por material tóxico, em concentração semelhante com as encontradas nas queimadas da Amazônia, analisadas com técnicas bioquímicas avançadas.Essas análises permitiram medir o grau de inflamação e de lesão no DNA. Foi comprovado que o dano no DNA pode ser tão grave a ponto de a célula perder o controle e começar a se reproduzir desordenadamente, evoluindo para câncer de pulmão.

Para a pesquisadora Sandra Hacon, da Escola Nacional de Saúde Pública, as conclusões do trabalho são inéditas. Segundo ela, pela primeira vez foi possível demonstrar que as partículas de queimadas da Amazônia, ao entrarem nos alvéolos pulmonares, causam danos genéticos nas células, podendo leva ao câncer de pulmão.

Sandra Hacon e o pesquisador Christovam Barcellos coordenaram o projeto Clima & Saúde da sub Rede de Mudanças Climáticas do INPE/INCT Rede Clima. O estudo foi publicado na revista Nature Scientific Reports.

O projeto da Rede Clima envolve os efeitos das queimadas com alterações climáticas. Sandra informou que algumas medidas podem ser adotadas pelas autoridades ambientais e de saúde, no sentido de evitar o agravamento de doenças respiratórias na população, exposta a fumaça das queimadas. 

“É uma questão de bom senso. Não faz sentido continuar esse processo de queimadas na Amazônia. A situação estava controlada, mas houve aumento acentuado nos últimos três anos. Uma alternativa é a montagem, pelas secretarias municipais de Saúde, de um sistema de vigilância das doenças respiratórias, de modo a ajudar a população das cidades onde as queimadas vem ocorrendo de forma sistemática.”

Nos meses de agosto, setembro e outubro os focos de incêndios dissipam uma nuvem de fumaça tóxica sobre a região amazônica. A população mais vulnerável é formada por crianças e idosos.

De acordo com Sandra Hancon, as crianças menores de cinco anos, prejudicadas pelo impacto das partículas com componentes cancerígenos da fumaça das queimadas, desenvolvem alergias respiratórias, que comprometem o aprendizado escolar. 

Conforme a pesquisadora, os mais atingidos são principalmente famílias de baixa renda, que estão em áreas de risco sem alternativa de sair.

Sandra Hacon disse ainda que a divulgação do trabalho pode incentivar as autoridades a instituir na região um programa de melhoria da qualidade do ar e monitoramento dessas partículas finas provenientes das queimadas, decorrentes da ocupação desordenada para atender a interesses econômicos .

Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, indicam que em 2017 ocorreram mais de 275 mil focos de incêndio em todo o território nacional, sendo mais de 132 mil em estados amazônicos.

Fonte: Agência Brasil

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXII – Idosos que têm cães caminham 23 minutos a mais

Os ingleses nem estão entre os povos que mais gostam de bichos de estimação, mas é óbvio que eles não poderiam deixar de fazer uma pesquisa sobre os hábitos dos donos de pets. Eles chegaram a conclusão de que os idosos que têm animais de estimação – no caso, cães – caminham 23 minutos a mais do que os que não têm.

Para comprovar a tese, pesquisadores ingleses colocaram monitores de atividade física em 86 pessoas com mais de 65 anos e coletaram dados da rotina delas por três semanas. Resultado: idosos que tinham cães de estimação deram, a cada dia, uma média de 2.762 passos a mais do que aqueles que não conviviam com animais, e gastaram 23 minutos adicionais em caminhadas. 

Os números representam um acréscimo de 20% a 30% no nível de atividade física diária dessas pessoas. Nada mau para quem tem mais de 65 anos.

Bem, acho que vou ser mesmo um velho sedentário. Afinal, gatos não gostam mesmo de caminhar com seus donos.

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XXI – Internet transmitida por luz atinge velocidade recorde de 224 Gbps

Li-Fi

Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, conseguiriam atingir uma velocidade bi-direcional de conexão de impressionantes 224 Gbps com uma tecnologia não muito convencional – a light fidelity, ou Li-Fi, que transmite o sinal de internet por ondas de luz.

O valor medido (um recorde para um padrão que havia batido “apenas” 10,5 Gbps em experimentos anteriores) seria suficiente para transmitir, em um único segundo, 18 filmes de 1,5GB. E a velocidade não é nem comparável às médias da internet de qualquer país. A mais alta está na Coreia do Sul, mas mesmo lá o valor não passa de “míseros” 24 Mbps.

A tecnologia de transmissão de sinal por luz ainda engatinha e está longe de poder ser usada comercialmente, mas está em desenvolvimento desde 2011, pelo menos, quando o Consórcio Li-Fi foi fundado. Ela surgiu como uma alternativa ao tradicional Wi-Fi, e, se pareada a uma conexão cabeada veloz, poderia trazer velocidades muito maiores do que a máxima de 600 Mbps apresentada pelas conexões sem fio do tipo atualmente.

Enquanto o padrão “concorrente” é baseado em circuitos de rádio, o método mais novo utiliza ondas de luz, tanto infravermelhas quanto visíveis, de lâmpadas LED para enviar o sinal de internet. Isso significa que seu campo de “atuação” é bem perceptível e delimitado – algo que os mais preocupados com a segurança da rede podem valorizar.

No caso da conexão usada no teste, o link “operava em um limite de 3 metros a 224 Gb/s (6 x 37,4 Gb/s) e 112 Gb/s (3 x 37,4 Gbp/s) com campos de visão (CDV) de 60º e 36º, respectivamente”, segundo o resumo da pesquisa. O estudo, por sinal, serviu como a “primeira demonstração de um link sem fio do tipo com um CDV” que poderia de fato cobrir uma sala.

O fato de sair de lâmpadas também significa que o sinal de internet poderia ser levado a praticamente qualquer lugar com iluminação por LED. “Temos a infraestrutura aqui”, disse em apresentação no TED o idealizador da ideia do Li-Fi, Harold Haas, como bem lembrou o IBTimes. “Tudo que precisamos fazer é colocar um microchip em todo aparelho de iluminação, e isso combinaria duas funcionalidades básicas: luz e transmissão de dados sem fio.”

Fonte: Info Abril

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX: Bacon não é mais vilão contra a saúde do coração

Essa é mais uma reportagem que também poderia entrar para a série: “Bacon é Vida”. Agora é ir até o supermercado comprar um pedacinho de uns 3kg.

Bacon faz bemUma nova pesquisa publicada no site britânico de cardiologia Open Heart (da editora British Medical Journal) faz um polêmico alerta: todas as recomendações médicas contra o consumo de gordura saturada jamais deveriam ter sido feitas. Desde o ano passado que cardiologistas, inclusive no Brasil, começam a despertar a atenção para a tese de que gorduras saturadas não são as principais causas de males cardíacos.

O artigo diz que as advertências anteriores eram baseadas em dados falhos e evidências “muito limitadas”. Segundo os primeiros alertas, os homens não poderiam consumir mais de 30g de gordura saturada por dia e as mulheres se limitariam a 20g. Mas os especialistas do Open Heart hoje renegam todos estes avisos, que começaram a ser veiculados na década de 1980.

BaconManteiga, banha de porco, bolos, tortas, leite integral, bacon, queijos e chocolates entram na nova lista de compras defendida pelo Open Heart. O que os especialistas argumentam é que os açúcares, carboidratos e comidas processadas é que contribuem mesmo para doenças do coração. Assim, recomendam evitar mesmo é arroz branco, frutose (a não ser a encontrada naturalmente nas frutas), pão francês e comidas processadas em geral.

A BMJ, editora do British Medical Journal, tem parceria com o Ministério da Saúde do Brasil desde 2012, quando lançou ferramentas digitais para auxiliar diagnósticos.

Mais sobre bacon e vida:

Mulher de 105 anos diz que o segredo para uma vida longa é bacon

Fonte: Jornal Extra 

 

Casais dobram cabeça para a direita ao se beijar

Essa é velha, mas merece ser lembrada (e observada)

o-beijo-de-rodin[1]Um pesquisador alemão, que observou mais de 120 casais se beijando, descobriu que o número de pessoas que dobra a cabeça para a direita é duas vezes maior do que aquelas que viram para a esquerda.

O hábito pode ser ditado pela tendência de bebês de dobrar a cabeça para a direita ainda no útero de suas mães.

O pesquisador Onur Güntürkün, da Universidade de Rühr, na Alemanha, estudou o beijo para tentar entender o funcionamento assimétrico do cérebro humano com cado lada controlando diferentes habilidades.

Diversidade

“Pode haver um costume muito precoce, adquirido pelos seres humanos antes do nascimento, que ainda influencia nosso comportamento pelo resto da vida e é visível em hábitos sutis, como beijar”, disse Güntürkün.

Ele observou casais com idades que iam da adolescência até os 70 anos beijando-se em lugares públicos, como aeroportos, estações de trem e praias.

Güntürkün estudou casais nos Estados Unidos, na Alemanha e na Turquia, para assegurar que houvesse uma diversidade cultural em sua pesquisa.

Ele estudou como os casais dobravam suas cabeças para um beijo inicial, que tinha que incluir posicionamento face a face e contato labial.

O pesquisador também observou se as pessoas que estavam se beijando carregavam algum objeto em suas mãos, o que poderia influenciar a maneira como se inclinavam.

Ele disse que a tendência a virar a cabeça para a direita na hora de beijar não está ligada ao fato de uma pessoa ser destra ou canhota, já que os destros são oito vezes mais numerosos que os canhotos.

A sua descoberta espelha a tendência que bebês mostram nas últimas semanas de gestação e nos primeiros seis meses depois do nascimento de dobrar a cabeça para a direita.

Güntürkün disse acreditar que essa preferência pelo lado direito nunca desaparece.

A pesquisa foi publicada na revista científica Nature.

Fonte: BBC

Comunicação é área com funcionários mais insatisfeitos

A profissão de jornalista – para citar apenas uma – é apaixonante, mas fico imaginando se essa informação terá alguma influência nas práticas gerenciais dos profissionais da área…

triste-insatisfeito

Se você está no mercado de trabalho, precisa pensar em algo: você recomendaria a sua empresa para um amigo? Pelo menos 44% das pessoas que trabalham nas áreas de mídia e comunicação afirmaram que não. E sabe por quê? Por causa das condições de trabalho e os recorrentes salários baixos. As informações são da Love Mondays, comunidade de carreira em que os funcionários publicam avaliações sobre cada empregadora.

O estudo é resultado do levantamento feito pela Love em dezembro do ano passado por meio de 5487 opiniões de colaboradores. Os dados identificaram o percentual de funcionários, em 16 setores, que recomendaria a empresa em que trabalha. A área de mídia e eomunicação ficcou na última posição, com apenas 56% dos profissionais dispostos a indicar seus ambientes de trabalho. A lista traz outros cinco nichos com índices de insatisfação: viagens, turismo e lazer (63% indicariam); governo, ONGs e associações (65%); varejo (67%); serviços financeiros (68%) e serviços ao consumidor (68%).

A comunidade de carreiras afirma que os itens mencionados pelos profissionais são falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, empresa lenta e burocrática, processos, sistemas e ferramentas ruins, planejamento em curto prazo e instalações ruins. “Aspectos ligados à gestão da empresa e à progressão na carreira têm uma influência direta na satisfação do funcionário. As empresas desses setores precisam ficar atentas a esses apontamentos e investir na criação de planos de carreira e na formação de líderes que fomentem a meritocracia e o desenvolvimento do funcionário”, afirmou a CEO da Love Mondays, Luciana Caletti.

Por outro lado, existem sete setores em que os contratados estão felizes e dispostos a indicar um amigo. São eles: energia (79%), bens de consumo (78%), construção e engenharia (77%), farmacêutica e saúde (77%), agropecuária (75%), TI/Telecom (72%) e educação (72%). Os trabalhadores das áreas afirmam que puderam, em 2014, aprender e ter progresso trabalhando nesses nichos.

“O salário só foi destacado pelos profissionais da área de energia. Isto demonstra que as pessoas estão mais valorizando cada vez mais empresas preocupadas com a qualificação, pacote de benefícios, um plano de carreira e, acima de tudo, um ambiente de trabalho agradável”, explicou a executiva.

Veja a lista completa:

Profissionais insatisfeitos

Fonte: Comunique-se

Locutor de rádio, fotojornalista e repórter de jornal estão em top 10 de profissões estressantes

Depois perguntam o porquê de tantas pressões altas e taxas de fumantes e alcoólatras. Jornalista é, por definição, nervoso e ansioso (na maioria das vezes).

Jornlista estressadoTrabalhar com a produção de notícias pode ser tarefa prejudicial ao sistema nervoso, ao menos é o que sinaliza a pesquisa promovida pelo site CareerCast, cujos resultados foram divulgados nesta semana. Na lista das 10 profissões mais estressantes para quem mora nos Estados Unidos, alvo do estudo, três são ligadas ao meio da comunicação: locutor de rádio, fotojornalista e repórter de jornal.

Entre as funções jornalísticas citadas, a menos bem avaliada é a de locutor de rádio, que figura na sétima posição do ranking. De acordo com a CareerCast, profissionais da área são cobrados por atuarem sob os “olhos do público”. De acordo com os organizadores do estudo, quem atua no dia a dia à frente dos microfones de uma emissora radiofônica tem média de salário anual de US$ 60.070,00. A taxa de estresse, item que define as posições, é de 50.30.

Duas posições atrás da função de locutor de rádio, fotojornalista tem o nível de stress pontuado em 49.22, com salário anual médio de US$ 42.530,00. Ao falar do setor, a equipe do ranking destacou a coragem de quem lida com imagens. “Você já viu uma foto de tirar o fôlego em seu jornal ou site e se perguntou como aquilo foi capturado? Agradeça a um fotojornalista que arrisca a sua própria segurança para registrar momentos importantes em notícia e história, preservando-os para sempre”.

Na décima colocação do levantamento definido pelo CareerCast, repórter de jornal tem a média dos ganhos anuais 38,26% menor que o salário de um locutor de rádio, recebendo US$ 37.090,00. A taxa de estresse é avaliada em 48.76. Ao falar da função, os responsáveis pelo top 10 de apostas de profissões estressantes em 2015 chamaram a atenção justamente para os “baixos salários” da área, além da ameaça de ser demitido. “Essa é a vida diária de um repórter de jornal, que faz tudo ao mesmo tempo com prazos exigentes”, observa a pesquisa.

Jornlista estressado IIConfira, abaixo, a lista completa do CareerCast com as profissões estressantes:

10°- Repórter de jornal

9°- Fotojornalista

8°- Coordenador de eventos

7°- Locutor de rádio

6°- Ator

5°- Policial

4°- Polito de avião

3°- General militar

2°- Militar alistado

1°- Bombeiro

Fonte: Comunique-se

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Ter TV no quarto melhora a vida sexual

As mulheres detestam TV no quarto – menos quando elas querem ver um filme francês ou impedir que você preste atenção naquela mesa redonda diária sobre futebol -, mas, segundo os ingleses, ter uma Tv no quarto aumenta a frequência com a qual os casais (ingleses, insisto) praticam o sexo.

Por aqui, a TV desligada ajuda ao ato.

Realmente, eles são muito estranhos.

Sexo com TVTer uma TV no quarto pode até atrapalhar o seu sono –mas, segundo uma pesquisa britânica citada pelo “Daily Mail”, também pode dar um up no seu relacionamento.

Aqueles que têm TV no quarto transam, em média, duas vezes mais do que aqueles que não têm. (Compre uma já!)

A primeira pergunta era: “Você tem TV no quarto?”. Do total, 74% responderam sim.

Depois, todos os participantes foram questionados a dizer quantas vezes, em média, eles tinham relações sexuais.

Aí, os pesquisadores compararam os resultados colhidos e chegaram à essa brilhante conclusão: aqueles que têm TV transam, em média, duas vezes na semana. Aqueles que não têm, apenas uma vez, em média.

Todos os entrevistados que disseram que tinham TV foram perguntados se achavam que a presença da televisão levou a uma vida sexual mais saudável e frequente: 67% disseram que sim.

Sobre os porquês, eles citaram: assistir filmes eróticos juntos (37%) e transar sem perder os programas favoritos (32%). OI? Quase metade, 47%, disse que já teve relações sexuais assistindo televisão. Esses britânicos têm problemas!

“A tecnologia está se tornando parte essencial da vida diária e é muito mais comum ter uma TV no quarto do que não ter. Mesmo que seja melhor para a saúde usar o quarto como local para dormir e a sala para ver TV, parece que a inclusão de uma plasma pode apimentar as coisas debaixo dos lençóis”, afirmou um porta-voz da VoucherCodesPro.co.uk, empresa responsável pela pesquisa.

Vamos testar!

Fonte: UOL

Leia outras sensacionais pesquisas inglesas!

Sexo traz felicidade para os franceses, mas as francesas preferem chocolate

boca-chocolateA velha discussão entre meninos que dizem sim e meninas que dizem não ganha um novo contorno com a divulgação da pesquisa realizada com os franceses, que se não aparentam a mesma aversão ao sexo dos ingleses, também não são grandes entusiastas do assunto (pelo menos as mulheres, ao que parece).

Viva o Brasil, não é mesmo?

Homens franceses acreditam que o sexo é o caminho mais seguro para a felicidade, mas para as mulheres francesas a chave para a felicidade é a comida. De preferência chocolate, queijos e foie gras. A conclusão é de uma pesquisa publicada pela empresa Harris Interactive.

Sexo francesaOs franceses colocam sexo e comida no mesmo patamar como catalisadores de bem-estar, dando a ambos uma pontuação de 7,1 em uma escala de 0 a 10. A diferença é que os homens avaliam sexo em 7,5, enquanto as mulheres deram nota 6,7.

Para os gourmets de ambos os sexos, o chocolate levou o primeiro lugar na busca da felicidade, seguido de queijo, foie gras, marisco, morangos, bife e pão. Mulheres citaram chocolate e morangos mais frequentemente, os homens optaram pelas carnes.

Se fossem escolher entre cortar sexo ou comida, adivinhe o que elas responderam? Pois é, nada de sexo. A pesquisa foi feita com mil adultos em março e destaca ainda que, para 72% dos franceses, é pior que ter um parceiro é ruim na cama do que ruim na cozinha.

Fonte: O Globo

 

Quanto mais proteína no café da manhã, melhor

Como sempre digo: Bacon é vida! Agora, respaldado por estudos científicos seríssimos, posso afirmar que o café da manhã dos ingleses é extremamente saudável e deve ser adotado por todos (:p). Na boa, fazer um estudo para dizer que um café da manhã reforçado faz com que as pessoas sintam menos fome até a hora do almoço chega a ser engraçado de tão inútil. Porém, a descoberta de que comer linguiça e ovos pela manhã pode equilibrar as taxas de glicose é surpreendente.

Vamos comer proteína!

English breakfastO corpo de pesquisas que apontam os benefícios da ingestão de proteína no café da manhã está crescendo. Após cientistas da Universidade de Yale e de Missouri-Columbia mostrarem que linguiça e ovos logo cedo podem regular o apetite durante o dia e equilibrar as taxas de glicose no sangue, um novo estudo da empresa de alimentos Hillshire sugere que quanto maior o consumo de proteína, mais amplos são os benefícios para a saúde.

A pesquisa mostrou que as refeições matinais com alto teor de proteína foram mais eficazes em reduzir o apetite até a hora do almoço. Os cientistas testaram seis tipos de café da manhã: os três primeiros com linguiça e um alimento industrializado à base de ovo, com 40, 23 e 9 gramas de proteína; o quarto com cereais e leite contendo 8 gramas de proteína; o quinto com panqueca e xarope (comum nas refeições americanas), com 3 gramas de proteína; e o sexto sem café da manhã.

Os participantes tiveram que avaliar sua fome antes do almoço e em intervalos de 30 minutos durante quatro horas. Depois ganharam uma refeição de massa e foram aconselhados a comer até estarem satisfeitos.

Salsicha-e-ovos1Os resultados da pesquisa, divulgados durante a Conferência da Sociedade Americana para a Nutrição Experimental na Biologia, mostram que os participantes que comeram o café da manhã com maior quantidade de proteína sentiram menos fome durante toda a manhã e comeram menos no almoço.

— Há um grande valor no verdadeiro entendimento do poder da proteína quando ingerida em quantidades ideais. Proteína é o o melhor alimento, mas os consumidores devem estar mais informado sobre as quantidades que precisam ingerir em cada refeição, para que possam maximizar os benefícios, como o controle da fome — declarou Kristin Harris, chefe de pesquisa de nutrição da Hillshire.

Outra pesquisa, publicada na revista “Experimental Biology”, dá suporte ao estudo da Hillshire. Uma equipe de cientistas testou a diferença dos benefícios de um café da manhã com alimentos industrializados contendo 39 gramas e 30 gramas de proteína. Eles observaram que as pessoas que comeram mais proteína tinham menores taxas de glicose no sangue após a refeição.

Apesar de os pesquisadores afirmarem que esse tipo de café da manhã não prejudica a pressão, o colesterol e o peso, a nutricionista clínica Haline Dalsgaard alerta que comer gema e linguiça diariamente não faz bem para a sáude.

É bom lembrar que cresce no mercado o número de empresas que fabricam e vendem produtos industrializados com alto teor de proteína e que o estudo foi patrocinado e realizado por uma companhia de alimentos.

Fonte: O Globo

Esses ingleses maravilhosos e suas pesquisas voadoras XXI – Mulheres com quadris largos fazem mais sexo casual

Não que isso faça muita diferença, mas os ingleses parece que estão tentando transferir a culpa pela sua pouca frequência sexual para as mulheres do país, já que elas não se encaixam na descrição das gulosas descritas na pesquisa.

A justificativa para fazer mais sexo me parece extremamente pobre, mas você pode tentar arriscar suas fichas baseado em um estudo científico.

Large hipsSe você está buscando sexo casual, é melhor começar a olhar para o quadril das mulheres. Segundo estudo publicado na revista “Archives of Sexual Behavior”, aquelas com quadris mais largos são mais propensas a ter parceiros de apenas uma noite. A relação não é com o prazer sexual, e sim com o parto. Conhecidos como “quadris férteis”, eles facilitam o nascimento e tornam o momento menos traumático para as mulheres, o que faz com que elas curtam mais o sexo sem compromisso.

A relação parece complicada, mas pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, realizaram uma pequisa com 148 mulheres. Aquelas com cadeiras avantajadas relataram ter tido mais relações com parceiros de apenas uma noite. Os cientistas concluíram que a forma do corpo da mulher tem relação direta com a sua decisão pelo sexo casual. Por terem partos mais complicados, as mulheres com quadris pequenos tendem a ter mais cautela no comportamento sexual.

– A largura do quadril das mulheres tem um impacto direto sobre o risco potencial de lesões fatais relacionadas ao parto. Parece que quando as mulheres têm o controle sobre sua própria atividade sexual esse risco se reflete em seu comportamento – disse Colin A. Hendrie, professor de Etologia Humana e Animal da Universidade de Leeds, ao “Telegraph”. – A atividade sexual das mulheres é, portanto, pelo menos em parte influenciada pela largura do quadril.

Entenda a pesquisa

Quadril largoOs pesquisadores definiram quadris largos aqueles maiores que 36 centímetros, e pequenos os menores de 31 centímetros. Eles selecionaram 148 mulheres com idade entre 18 e 26 anos, não virgens. Elas tiveram seus quadris medidos e responderam a um questionário sobre sua atividade sexual, incluindo idade na primeira relação, número de parceiros sexuais e relação emocional com eles.

Aquelas que relataram de três a quatro parceiros de apenas uma noite tinham um quadril cerca de dois centímetros mais largo do que as que contaram ter tido a experiência casual apenas uma vez.

Os pesquisadores ligaram o comportamento com a evolução do ser humano. De acordo com eles, o homem aprendeu a andar ereto e seu quadril foi se tornando cada vez mais estreito para tornar o andar mais fácil.

Nesse processo, o quadril feminino ficou apenas largo o suficiente para permitir o parto. Diferentemente da maioria dos outros primatas, o bebê humano nasce em uma fase menos desenvolvida da vida por conta dessa restrição e, portanto, precisa de mais atenção de seus pais.

– Descobrimos que as mulheres com quadris menores tendem a ter, ao longo de toda a sua história sexual, poucos parceiros sexuais. Elas realmente só tinha relações sexuais no contexto de relações, o que demonstra uma estratégia sexual mais cautelosa. Se engravidassem, haveria alguém em sua vida para ajudá-las – analisou Hendrie.

Apesar de as mulheres classificadas com quadril largo terem relatado mais relações causais, houve exceções em cada ponta.
– Outra coisa importante é que este estudo não está refletindo o que os homens acham atraente, é sobre as mulheres estarem no comando de seu próprio destino, onde podem controlar seu próprio comportamento sexual – ressaltou Hendrie.

Fonte: O Globo

Pesquisa revela a preferência musical dos brasileiros durante o carnaval

musical rhythms IGosto é que nem bunda, cada um tem o seu, mas confirmar que o brasileiro tem um gosto musical pra lá de duvidoso é mesmo de doer o coração. Ainda bem que não fizeram especificamente com o povo carioca, que conseguiu se apropriar de maneira indevida de um dos ritmos mais contagiantes da música negra americana.

Veja o texto sobre a pesquisa

O Carnaval é uma das festas mais esperadas pelos brasileiros e, pensando nisso, a Ipsos Media CT – área especializada em mídia, conteúdo e tecnologia da Ipsos – desenvolveu um estudo que revela as preferências musicais dos brasileiros para esta época tão agitada e animada.

Foi apontado que o sertanejo universitário é o estilo de música mais escutado pelos brasileiros e especificamente pelos curitibanos com 48%, em segundo lugar ficou a MPB que tem como ouvintes fieis os cariocas com 39%. O samba/pagode ficaram em terceiro lugar e quem mais gosta deste gênero são os cariocas e baianos com 32% cada um.

Salvador que é a terra da folia neste período do ano, tem como estilo preferido o axé e o samba/pagode que destacam-se com 32% cada, outras 31% preferem a MPB. 44% dos ouvintes do gênero de axé são do sexo masculino e 56% do sexo feminino. Além disso, 51% pertencem a classe C e 54% tem faixa etária entre 25 e 49 anos.

musical rhythms II“Cada região tem a sua preferencial musical, com esta pesquisa conseguimos mostrar o quanto os brasileiros são ecléticos e qual o estilo que cada um irá curtir neste Carnaval”, afirma Diego Oliveira, diretor de contas da Ipsos Media CT.

No interior de São Paulo o sertanejo universitário destaca-se com 40% e na grande São Paulo com 33%. Ainda na grande São Paulo o samba/pagode aparecem em segundo lugar com 24% e a MPB com 22%.

Veja abaixo a tabela completa com os estilos preferidos dos brasileiros:

Música AM/FM – Sertanejo/ sertanejo universitário 31%
Música AM/FM – MPB 26%
Música AM/FM – Samba/ pagode 24%
Música AM/FM – Sucesso/ as mais pedidas 23%
Música AM/FM – Música religiosa 18%
Música AM/FM – Pop 17%
Música AM/FM – Forró 14%
Música AM/FM – Rock 12%
Música AM/FM – Funk 10%
Música AM/FM – Axé/ música baiana 9%
Música AM/FM – Música eletrônica 9%
Música AM/FM – Outros tipos de músicas 5%
Música AM/FM – Música classica 4%
Música AM/FM – Jazz/ Blues 4%
Música AM/FM – Música country 3%
Música AM/FM – Música folclórica 2%

Esta pesquisa foi realizada com mais de 57 mil de pessoas entre homens e mulheres, nos 13 mercados que a Ipsos tem atuação.

Fonte: Ipsos Media CT

Bizarro: Sete estudos científicos muito estranhos

Os seguidores do F(r)ases da Vida sabem que sempre vão encontrar boas e bizarras pesquisas científicas – muitas delas inglesas – entre os seus posts. Bem, como estamos em clima de fim de ano e não vou ter presentes para distribuir, segue um post com sete pesquisas pra lá de estranhas. Ok, que algumas delas já haviam sido divulgadas aqui, mas vale o repeteco.

Veja como muito do dinheiro governamental é gasto por pesquisadores em todo o mundo.

1. Decifrando o “pum” dos peixes
Quem sempre invejou o Dr. Dolittle, personagem interpretado por Eddie Murphy no filme de mesmo nome, talvez passe a reconsiderar o desejo de falar com animais depois de ler sobre esta experiência. Pesquisadores ingleses e canadenses se reuniram, em 2003, para investigar a flatulência de alguns tipos de arenques, pequenos peixes presentes nas águas do Atlântico Norte, Pacífico Norte, Mar Báltico e Mediterrâneo. De acordo com o grupo de pesquisadores, o “pum” dos peixinhos pode ser usado como protocolo de comunicação entre os indivíduos da espécie.

Em entrevista à National Geographic, o biólogo Ben Wilson, do Centro de Ciências Marinhas de Bamfield, no Canadá, afirmou que os arenques possuem uma boa audição e que costumam fazer alguns barulhos esquisitos durante a noite, expelindo ar pelo ânus e criando pequenas bolhas. Posteriormente, testes em laboratórios confirmaram que os gases emitidos pela espécie não estão relacionados com a alimentação, já que o comportamento se repetia mesmo quando os arenques estavam de barriga vazia.

Curiosamente, a flatulência aumenta quando muitos peixes dessa espécie estão reunidos, o que pode ser um indicativo de que eles usam os “ventos” para se comunicar. Você pode ouvir o som emitido pelos arenques no vídeo acima. Esse comportamento foi batizado de Fast Repetitive Tick (Tiques Repetitivos e Rápidos), que pode ser abreviado como FRT, sigla muito similar à palavra em inglês para se referir ao flato: fart.

2. Velocidade do som no cheddar

O som do cheddarA velocidade ultrassônica, ou seja, a velocidade com que o ultrassom se propaga, depende do meio pelo qual ele passa. Em 2006, cientistas descobriram que, ao atravessar o queijo cheddar, a velocidade ultrassônica varia de acordo com a temperatura do laticínio.

O artigo, publicado online e em inglês, especifica que se o queijo estiver a 0 ⁰C, a velocidade ultrassônica é de 1.590 m/s. Porém, quando aquecido a 35 ⁰C, o ultrassom viaja por ele a 1.696 m/s. De acordo com os pesquisadores, essa variação está relacionada com o derretimento de gorduras presentes no cheddar. Até o fechamento deste artigo, não descobrimos uma aplicação útil para a pesquisa. Alguém se habilita a sugerir algo?

3. Taxistas ingleses têm cérebros diferentes

CérebroPesquisadores analisaram resultados da ressonância magnética dos cérebros de profissionais com muita experiência de navegação e orientação, como os taxistas de Londres, e os compararam com os exames de pessoas que não dirigem táxi. O resultado foi revelador: taxistas possuem regiões de seu hipocampo maiores ou menores do que as de outras pessoas.

Para quem não se lembra, o hipocampo é uma região do cérebro humano relacionada com a memória e a navegação espacial, sendo uma das primeiras áreas do cérebro a ser afetada pela doença de Alzheimer. Os cientistas também perceberam que o volume de alteração do hipocampo depende do tempo de serviço de cada taxista, favorecendo, assim, a ideia de que a representação espacial fica armazenada em determinada área do hipocampo e que essa área pode ser expandida, de acordo com as necessidades do seu portador.

4. Mulheres de vermelho são mais atraentes?
Mulher de vermelhoJá percebeu que boa parte das femmes fatales do cinema usam vestidos vermelhos? Pois bem, pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, realizaram um estudo para verificar como os homens reagem de acordo com as cores das roupas usadas pelas mulheres.

Para isso, os pesquisadores distribuíram fichas com a fotografia de diversas mulheres usando cores diferentes. Com base na imagem, o entrevistado tinha que responder à seguinte questão: “Imagine que você se encontrará com essa mulher e tem uma nota de cem dólares na sua carteira. Quanto desse dinheiro você gastaria com ela?”. Em todas as etapas, a mesma resposta: os homens teriam encontros mais caros com as mulheres que estavam vestindo vermelho.

De acordo com os cientistas, essa resposta pode ter uma causa biológica, já que primatas não humanos também tendem a se sentir mais atraídos por fêmeas que exibam pelagem mais avermelhada. Agora, quer uma notícia nova? Mulheres também se sentem mais atraídas por homens que vestem roupas vermelhas. De acordo com outra pesquisa da mesma universidade, isso tem a ver com o fato de a cor fazer os homens parecerem poderosos e bem-sucedidos.

5. Alicates são ótimas ferramentas para liberar o “passarinho” da braguilha

Zíper preso

É comum, durante a infância, que meninos acabem prendendo o prepúcio no zíper da calça. Pais desesperados, filho gritando, possibilidade de sangue: a cena é desagradável para qualquer pessoa envolvida. Por isso, a doutora Satish Chandra Mishra, do Departamento de Cirurgias do Hospital Charak Palika, na Índia, desenvolveu um método de liberar o “passarinho” de maneira rápida, não traumática e que pode ser reproduzida em qualquer caso, independentemente da idade da criança.

A técnica até que é bastante simples: com um alicate, corte parte do zíper e do tecido ao redor do fecho. Repita a operação do outro lado. Depois, use o alicate para pressionar as laterais do fecho. Essa pressão fará com que o prepúcio seja liberado instantaneamente e sem dores. Outra ideia, ainda mais simples, é nunca deixar seu filho usar calça ou bermuda que tenha zíper sem cueca.

6. Tese de doutorado: amor e sexo com robôs
Sexo com robôsO pesquisador em inteligência artificial David Levy, da Universidade de Maastricht, na Holanda, conseguiu seu doutorado com uma linha de pesquisa pouco comum: o relacionamento entre humanos e robôs. Em entrevista para a LiveScience, o pesquisador disse acreditar que, por volta de 2050, o estado de Massachussets será o primeiro a legalizar o casamento com robôs.

Levy, que também é autor do livro “Love and sex with robots”, acredita que os robôs se tornarão tão parecidos com os humanos, tanto na aparência quanto na personalidade, que não demorará muito para que as pessoas comecem a se apaixonar por eles. Apesar de parecer estranho, o escritor acredita que o sexo e o amor com robôs serão inevitáveis no futuro.

7. Elefantes são capazes de se reconhecer

ElefanteVocê já ouviu falar do Teste do Espelho? Bem, esse é um experimento criado por Gordon Gallup Jr., em 1970, com base nas observações feitas por Darwin ao entregar um espelho de bolso para um orangotango, no zoológico. O procedimento acabou se tornando uma espécie de medida de autorreconhecimento em diversas espécies.

Além dos humanos, é sabido que algumas espécies de macaco, como bonobos, orangotangos e gorilas, também são capazes de se reconhecer em um espelho. Orcas e um gênero de golfinho, os Tursiops, representam os animais aquáticos com a mesma propriedade.

Mas um estudo realizado pela Wildlife Conservation Society de Nova York fez com que os elefantes também entrassem para esse grupo seleto de criaturas capazes de se reconhecer em espelhos. De acordo com a divulgação da pesquisa, os elefantes foram capazes de interagir com as marcas de identificação que carregavam logo acima dos olhos, além de analisar partes de seus corpos vendo a própria imagem refletida.

Achou essas pesquisas estranhas? Pois saiba que há muitas pesquisas como essas sendo realizadas a todo instante. Há, inclusive, um prêmio destinado aos estudos mais esquisitos ou inúteis já realizados, o Ignobel.

Fonte: Tecmundo

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX – Pesquisa derruba mitos do relacionamento

Meus queridos pesquisadores britânicos continuam fazendo o possível para elevar a ciência a um patamar jamais visto. O dinheiro gasto em assuntos inusitados é realmente impressionante. Algumas vezes eles até fazem algo interessante.

I Love You dedosAo contrário do que o pessoal fala, homens dizem as famosas três palavras “eu te amo” em média após sete meses de namoro. As mulheres precisam de no mínimo oito meses para isso. Quer ficar mais impressionado? Pessoas de mais de 55 anos de idade são o grupo que mais saem em encontros amorosos através de ferramentas online. Tudo isso na Inglaterra, onde revista Stella do jornal Telegraph promoveu uma pesquisa com quase 2.000 homens e mulheres para saber o que o inglês quer de seus relacionamentos e muitos dos resultados derrubam mitos urbanos como os dois citados acima.

Você até pode achar que os homens estão mais sensíveis hoje em dia mas segundo o psicólogo Oliver James, marmanjos tendem a se apaixonar mais do que as mocinhas e são mais propensos a se deixar levar por alguém. Isso porque as moçoilas amadurecem antes e desenvolvem uma atitude mais realista e mais conectada a sentimentos reais. Já a turma masculina em muitas ocasiões em que dizem “eu te amo”, na verdade estão tentando lidar com emoções difíceis e complexas que eles não entendem. A declaração acaba funcionando como uma válvula de escape. E com tudo isso, caímos no velho chavão que homens usam amor para conseguir sexo e as mulheres usam sexo para conseguir amor.

A pesquisa inglesa também derrubou alguns paradigmas quando 91% dos homens preferem ter alguém com senso de humor e 85% das mulheres querem um cara bonitão (esperava-se o contrário, o que mostra que o homem inglês é diferente ou sabe mentir bem). Por outro lado, metade dos caras disse que o principal motivo para namorar era conseguir sexo e 1/5 deles conseguem ir para a fronteira final no primeiro encontro contra apenas 5% das meninas.

O que impressionou no resultado do estudo foi o comportamento dos público acima dos 55 anos de idade. Dois terços dele usam serviços online de encontros, contra 1/5 daqueles entre 18 e 24 anos de idade. O grupo sênior também apontou ser o que tem mais relacionamentos de longo prazo com pessoas que eles conheceram na internet e ficou em segundo lugar entre as faixas de idade no quesito sexo com alguém que você conheceu na web (só perdem para o pessoal entre 45 e 54 anos de idade). Os sites de relacionamentos, salas de chat e redes sociais acabam facilitando a vida das pessoas que não sabem aonde ir para conhecer gente e, com isso, os seniores acabam sendo mais experimentais em sua busca por um parceiro.

No Brasil o cenário é bem diferente, já que a internet ainda é de predominância dos jovens. No site Par Perfeito, por exemplo, onde homens e mulheres publicam uma página pessoal na busca pelo parceiro, pessoas acima de 35 anos de idade representam apenas 32% do público total e 41% está entre 25 e 35 anos de idade. Na agência de encontros, Lunch42, que aproxima casais através de entrevistas e métodos de coaching, o cenário é um pouco diferente, mas tende a mudar. Hoje entre seus clientes apenas 5,9% das mulheres e 3,4% dos homens está entre 20 e 30 anos de idade. Já a turma acima de 50 anos representa 23,5% das mulheres e 37,8% dos homens. Segundo Mariana Yamada da Lunch42, neste ano eles estão verificando um aumento na procura do serviço pelo pessoal entre 30 e 45 anos. Trabalhando tanto com recursos online quanto entrevistas pessoais, o Selecto, um site de relacionamento que está no ar desde abril último tem seu público masculino concentrado entre os 30 e 50 anos de idade (81% das pessoas) e 90% das moças tem mais de 30 anos de idade.

É interessante notar que uma pesquisa mundial da empresa Global Market Insite (GMI) de 2006, que entrevistou 17,5 mil pessoas em 18 países, apontou o brasileiro como o internauta que mais usa os recursos online para conseguir sexo casual. Dos entrevistados brazucas, 29% disseram usar a internet para esse fim, mas 32% utilizam para conseguir um relacionamento de longo prazo. Agora resta saber em quanto tempo dizemos “eu te amo” sem segundas intenções.

Fonte: Terra

 

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Mulheres com a bunda grande vivem mais e são mais inteligentes

Essa me foi enviada há algum tempo pelo companheiro Mario Hugo Monken e fiquei esperando uma boa hora para publicá-la. Afinal, nem sempre temos motivos para chamar alguém de bindão ou simplesmente descobrir que a falta dela (bunda) pode ser a razão de algum ato estúpido.

bunda grande IUma pesquisa da Universidade de Oxford, concluiu que mulheres com bumbum grande, vivem mais e são mais inteligentes. De acordo com os pesquisadores, ter nádegas de tamanho grande previne o desenvolvimento de diabetes e com as mulheres que além de ter o bumbum grande, tem a cintura fina são mais inteligentes que as outras.

Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com a das pernas e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, devido à quantidade e tipo de hormônios que contém.

bunda grande IIAs gorduras das nádegas produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídios de forma mais simples, diferente da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.

A inteligência que os cientistas defendem, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam e que intervêm no desenvolvimento do cérebro.

Fonte: Diário do Nordeste

Qual o melhor show internacional do Rock in Rio 2013?

Agora que o Rock in Rio acabou, fica a pergunta: qual artista estrangeiro fez o melhor show do festival?

Ajude a pesquisa do F(r)ases da Vida e dê a sua opinião aqui no menu ao lado ——–>

Usar tablets antes de dormir pode atrasar o sono

smartphones, tablets e FacebookQuem usa tablets ou laptops instantes antes de dormir pode demorar mais para sentir sono, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa em Iluminação do Instituto Rensselaer, em Nova York, nos Estados Unidos. Isso porque a tela, quando configurada com o brilho máximo, pode suprimir a liberação da melatonina, um hormônio que “avisa” ao organismo quando é a hora de dormir.

Os pesquisadores descobriram que um iPad ligado nessas condições por duas horas é o suficiente para retardar a liberação da substância.

Em condições normais, a melatonina sinaliza que já é noite, o que aumenta a sensação de sonolência. Com o uso de tablets, o alto brilho da tela prejudica a liberação do hormônio e, consequentemente, atrasa o sono.

Conforme reportagem do UOL, a pesquisadora Mariana Figueiro alerta que, se a exposição à tela for crônica, ou seja, ocorrer durante vários anos, o usuário pode enfrentar uma série de complicações de saúde devido à perturbação do ritmo circadiano, mecanismo pelo qual o corpo ajusta o relógio biológico.

O estudo ressalta que laptops e computadores de mesa também prejudicam o sono, mas o problema é mais agudo com o uso de tablets, pois eles são posicionados mais perto dos olhos do usuário.

Fonte: UOL