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Região Sudeste tem o ingresso de cinema mais caro do país

Pesquisa mostra que nem sempre cinema é uma opção popular no Brasil

Faz tempo que ir ao cinema permitia que uma pessoa passasse o dia vendo e revendo um filme. Não havia obrigatoriedade de sair da sala após o fim da sessão.

Hoje, com o fim dos cinemas de rua e os preços cobrados pela pipoca e refrigerante, os lucros das redes de cinema subiu até a estratosfera. E os valores cobrados pelos ingressos ajudam esses resultados, principalmente no Sudeste.

Poderíamos pensar que a onda de streaming e a popularização das TVs de tela grande poderia prejudicar as bilheterias, mas isso não aconteceu, mesmo com os caríssimos valores das salas brasileiras.

Pesquisa realizada pelo Business Insider, site norte-americano especializado em notícias econômicas, algumas cidades brasileiras estão muito bem (mal) posicionadas no ranking das mais caras do mundo — São Paulo, em 34°, e Rio de Janeiro em 36°.

Se levarmos em conta que os ingressos mais caros ficam em países anos luz mais desenvolvidos e ricos que o nosso, fica a certeza de que ir ao cinema nem sempre é um programa viável.

Armadilhas

Para aliviar um pouco o bolso, fuja de algumas armadilhas, como comprar lanches e pipoca nas lanchonetes das salas. É muito mais barato levar suas guloseimas de algum outro lugar. Isso não diminui o preço do ingresso, mas deixa o gasto geram bem menor.

Veja os números na arte abaixo.

Leia a pesquisa completa seguindo o link.

Uma versão deste texto também foi publicado na Revista Ambrosia

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Brasileiro prefere ficar preso no trânsito a ligar para o SAC

Entre uma irritação e outra, brasileiro opta pelo trânsito parado ou por uma consulta ao dentista!

Quem já não ficou horas e se irritou tentando fazer alguma reclamação aos Serviços de Atendimento ao Cliente da vida? Nem mesmo a possibilidade de utilizar as redes sociais parece ter tirado do brasileiro o trauma do mau atendimento dos SAC.

Até mesmo ir ao dentista aparece como uma opção menos dolorida do que ligar para uma empresa e tentar ser atendido. Esses dados fazem parte de uma pesquisa ‒ nem tão recente ‒ realizada pelo grupo Opinium, em parceria com a Zendesk.

As principais reclamações é o atendimento realizado por máquinas ou chatbots, assunto que já abordamos aqui, Infelizmente, essa é uma tendência que (parece) veio para ficar.

Será que as empresas que utilizam menos tecnologia vão ter algum ganho em termos de imagem? Qual a sua opinião?

O que o brasileiro menos gosta

Falar com um SAC ‒ 35%
Ficar preso no trânsito ‒ 29%
Problemas com TI‒ 8%
Propagandas de TV‒ 5%
Ir ao dentista ‒ 5%

Motoristas dizem que mulheres são melhores no volante

Pesquisa realizada pela plataforma de caronas BlaBlaCar mostra que as mulheres são consideradas melhores no volante

Quem já não fez uma piadinha safada sobre a habilidade feminina ao volante? Quem nunca ouviu “mulher ao volante, perigo constante”? Mas, parece, que essa percepção está, definitivamente, ficando para trás.

O aplicativo de caronas BlaBlaCar divulgou que a avaliação das motoristas foi melhor que a dos seus pares homens (4,8 a 4,7, de um total de 5). Os condutores foram avaliados em quesitos como simpatia, gentileza durante a viagem, limpeza e organização dos carros.

Esse resultado bate com os divulgados pelo Detran em 2017. De janeiro a agosto do ano passado, apenas 15% dos acidentes graves tinham mulheres na direção. Na maioria das vezes os acidentes eram batidas leves.

Então, nada de preconceito contra as motoristas!

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIV – As cidades mais caras do mundo para se viver

Há pouco tempo publiquei uma pesquisa que mostrava quais as cidades estrangeiras preferidas pelos brasileiros. Com o atual cenário do dólar e das principais moedas (euro e libra) a escolha de um destino passa obrigatoriamente pela questão econômica. Se uma cidade é considerada cara para se viver pelos próprios locais, imagine os custos para nós,

Uma pesquisa da revista britânica The Economist revela o ranking das cidades mais caras e as mais baratas para se viver no mundo. Fiquei surpreso com a colocação das cidades brasileiras (que considero muito caras). São Paulo aparece na 77ª posição e o Rio de Janeiro em um estranho 82º. Os lugares mais caros são dominados pela Ásia e Europa, enquanto os mais baratos estão melhor divididos.

Os quesitos

Para chegar a esse ranking a publicação analisou 150 itens como custo com comida, bebida, moradia, transporte, cuidados pessoais, entretenimento, educação, transporte, compras de supermercado e até o preço dos cigarros. A pesquisa é extensa e esmiuçar todos os seus aspectos demandaria um tempo demasiado longo. Então….

Cingapura é a mais cara

Se houve variação no ranking, ela passou longe do 1º lugar. Pela quinta vez consecutiva Cingapura foi classificada como a cidade mais cara do mundo. A cidade foi a mais cara no transporte e nas compras de supermercado. Nova York e Los Angeles foram as mais caras dos Estados Unidos (13º e 14º lugares, respectivamente), ficando muito adiante de Londres (30º), por exemplo.

Portanto, na hora de escolher um destino de viagem, de intercâmbio ou mesmo um local para viver longe do Brasil, vale a pena dar uma conferida nesse ranking.

As mais baratas

Gostaria de falar mais sobre as mais baratas, mas não acredito que Damasco (na Síria) ou Caracas (Venezuela) sejam capazes de atrair a atenção de muita gente no momento, principalmente por conta do péssimo momento social/econômico pelos quais os países onde estão localizados passam.

O ranking

As cidades estrangeiras que o brasileiro mais gosta de visitar

OrlandoQue o brasileiro gosta de viajar ninguém duvida, mas que o gosto pelos destinos pode ser questionado também não tenho dúvidas. Segundo um levantamento realizado pela agência ViajaNet (entre janeiro e março deste ano), Londres fica de fora dos dez destinos mais procurados, enquanto quatro cidades dos Estados Unidos estão no Top 10. A pesquisa é tão surpreendente que Paris aparece numa modesta 6ª posição e Roma na , mostrando que o Velho Continente e o turismo cultural andam em baixa na conta dos turistas tupiniquins.

Ainda segundo a pesquisa, as vendas de passagens aéreas internacionais cresceram 27% entre janeiro e março deste ano no Brasil, quando comparadas com o mesmo exercício anterior e (segundo a pesquisa F(r)ases da Vida/Blog do feroli) o preço das passagens para os EUA e para as principais cidades da Europa ficaram praticamente parelhos, não justificando a preferência pela Terra do Tio Sam.

MiamiSegue o ranking

1 – Orlando

2 – Miami

3 – Nova Iorque

4 – Los Angeles

5 – Lisboa

6 – Paris

7 – Toronto

8- Roma

9 – Madri

10 – Cancun

Fonte: ViajaNet