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Erro na cobrança da fatura do celular é a maior reclamação recebida pela Anatel

As reclamações sobre o serviço de telefonia móvel no Brasil são muitas e se justificam. Que os erro na cobrança das faturas sejam o principal motivo para reclamações dos consumidores parece lógico, mas saber que o melhor serviço de celular pós-pago do país está no Amazonas é surpreendente. Essas duas informações foram divulgadas na pesquisa de satisfação e qualidade dos serviços de telecomunicação, divulgada recentemente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para constar, entre as prestadoras, a melhor avaliada foi a Porto Seguro, que opera nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em seguida, vem a Vivo e a TIM.

Fonte: Agência do Rádio

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Steve Ballmer acredita que o futuro do Windows Phone está no Android

Pôxa, vocês não sabem como fico feliz quando vejo que um player de peso concorda com a minha opinião -não, não sei quem pensou nisso antes. Mesmo assim, estou longe (ufa) do título de Guru Digital.

windows-10-logoO Windows 10 para dispositivos móveis mal foi lançado, e ex-CEO da Microsoft já parece querer “enterrá-lo” ou, na melhor das hipóteses, apontar um melhor caminho para a própria companhia o fazê-lo.

Nesta semana, durante conferência da Microsoft para acionistas, a jornalista Dina Bass do Bloomberg – que se encontrava próxima a Steve Ballmer, o ex-CEO e ainda acionista da companhia, ouviu o executivo criticar o atual CEO, Satya Nadella e a posição da Microsoft. Um dos erros da companhia, segundo Ballmer? Ignorar aplicativos Android.

Dina também reporta que o executivo criticou a resposta de Nadella para um membro da audiência, quando este questionou a falta de aplicativos tidos como chaves, como um App do Starbucks, no telefone da companhia.

Nadella respondeu citando o plano da companhia que permite que desenvolvedores Windows escrevam aplicações universais que rodam tanto em computadores, quanto smartphones e tablets, tendo como alvo uma matriz maior de dispositivos do que apenas telefones da Microsoft, que no final das contas representa uma parte bem pequena do mercado mobile.

“Isso não funcionará”, comentou Ballmer enquanto Nadella falava. Ao invés disso, a companhia precisa permitir que os Windows Phones rodem também aplicativos Android, completou.

E Ballmer estaria certo? Provavelmente. Mas como a Microsoft convencerá desenvolvedores Android a direcionarem seus aplicativos para Windows? Cada vez mais parece que outro telefone Android poderia ser a resposta.

Uma questão de aplicativos

app2503[1]A loja de apps da Microsoft está muito atrás de sua competição. Verdade seja dita, a lista de aplicativos gratuitos mais baixados para o Windows Phone são os quase onipresentes Facebook, Twitter, Netflix e, olhando mais de perto, vários aplicativos como o Instagram e o próprio Twitter são listados em sua versão beta ou sua qualidade simplesmente não chega perto da qualidade daqueles oferecidos em outros sistemas operacionais.

E bem, isso piora quando falamos de aplicativos pagos que são populares no Android, mas não no Windows. Resumindo: tanto Android quando o iOS geram mais receita para desenvolvedores do que o Windows Phone. Assim, a maioria dos desenvolvedores negligenciam o sistema da Microsoft.

Entretanto, não está claro o que Ballmer exatamente quis dizer com seus comentários. Estaria ele sugerindo que o Windows Phone precise rodar aplicativos que foram originalmente projetados para Android e depois adaptados para Windows? Nesse caso, ele provavelmente deve estar ciente de que o Projeto Astoria, a ferramenta “ponte” do Windows que permitirá desenvolvedores migrarem aplicativos Android para Windows, foi colocado em estado de espera.

Há outra opção? Por mais estranho que isso possa soar, um telefone “Android-Windows” pode não ser tão distante. Vale lembrar que você provavelmente deve usar aplicativos como Cortana, Bing, Outlook, Skype e apps do Office e mais no seu aparelho Android ou mesmo iPhone.

Porém, até agora não houve o menor indício de que a Microsoft está desenvolvendo seu próprio sistema operacional Android ou um telefone novo.

E com a Microsoft já aplicando bilhões de dólares em seu próprio Windows Phone e no desenvolvimento de dispositivo, pode ser que a companhia se recuse a gastar mais.

Mas a pergunta incômoda permanece em relação ao lema da companhia “nuvem primeiro, mobile primeiro”. É de se pensar que uma plataforma móvel viável é necessária para avançar. E isso não parece apontar para um horizonte que inclui o Android?

Fonte: Computerworld

Brasil tem 68 milhões de pessoas que acessam a internet pelo smartphone

Internet Smartphone IIA nova pesquisa realizada pela Nielsen Ibope constata que 68,4 milhões de brasileiros acessaram a internet via smartphone no primeiro trimestre de 2015. O número representa um crescimento de cerca de 10 milhões sobre os 58,6 milhões do trimestre anterior.

Segundo a pesquisa Mobile Report, o aumento do acesso mobile foi mais expressivo entre as pessoas de menor renda. No quarto trimestre de 2014, as classes C, D e E, juntas, representavam 36%. No trimestre seguinte, o índice saltou para 38%. Porém, a posse de smartphone conectado à internet continua bastante concentrada nas classes A e B, que somam 62% do total.

A Nielsen também apresentou um aumento do uso do smartphone online entre pessoas a partir de 35 anos. Nesse grupo, o crescimento médio no trimestre foi de 20%, enquanto entre adolescentes ficou em 9%. As mulheres são maioria entre os usuários de internet via smartphone, com 51%.

A região Sudeste é o maior mercado de smartphones conectados, com 47% do total. Mais da metade dos smartphones do Sudeste está no estado de São Paulo, que tem 26% do total do Brasil. A segunda maior região é o Nordeste, com 23%.

Internet SmartphoneAs redes sociais, serviços de mensagens, e-mail, vídeos, notícias, música e portais são os conteúdos e ferramentas mais utilizados usuários brasileiros de smartphone. Dos vinte aplicativos mais utilizados no Brasil, sete são redes sociais ou comunicadores instantâneos. Na sequência aparecem apps de bancos, e-mail, vídeos e games.

Quanto à leitura de conteúdo, os aplicativos ainda não são o meio favorito dos usuários de smartphone. Em abril, 40% dos usuários disseram que consumiram notícias pelo aparelho. Desses, 68% afirmaram que abriram o navegador de internet do smartphone para se informar, 42% leram notícias a partir de compartilhamentos em rede social e 30% consumiram conteúdo compartilhado em um app de mensagens.

A pesquisa também questionou o quanto as pessoas estão dispostas a pagar para ler notícias no dispositivo. Do total de leitores de notícias, 4% disseram que já pagam para ler conteúdo jornalístico no tablet ou no smartphone e 10% responderam que estão dispostos a pagar.

A pesquisa foi realizada pela internet com 908 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 26 de abril e 5 de maio de 2015.

Fonte: ProXXIma

Android fecha 2014 em mais de 80% dos smartphones

Isso surpreende alguém?

Google-AndroidO Android e o iOS aumentaram suas fatias combinadas no mercado global de sistemas móveis em 2014, fechando o ano em 96,3% de todos os smartphones. As informações são da IDC.

De acordo com a consultoria, esse resultado é superior aos 93,8% de participação registrados em 2013 pelas plataformas rivais.

Enquanto o Android aumentou sua fatia no mercado, subindo de 78,7% para 81,5% em 2014, o iOS, da Apple, viu sua presença encolher de 15,1% para 14,8%.

Apesar da queda, as vendas de aparelhos iOS cresceram 25,6% graças ao lançamento do iPhone 6, segundo o IDC. A Apple vendeu 192,7 milhões de smartphones em 2014 contra 153,4 milhões no ano anterior.

iphone-3g-de-8gbO Android, por sua vez, registrou vendas de mais de 1 bilhão de smartphones em 2014, superando a marca de 802 milhões no ano anterior. A Samsung manteve seu título como a maior fabricante da plataforma, comercializando mais unidades do que as cinco empresas seguintes. No entanto, o volume de vendas da Samsung ficou estável em 2014, segundo a IDC – a maior parte do crescimento do Android veio de fabricantes como Xiaomi, Huawei, LG e ZTE.

Com 34,9 milhões de unidades, a Microsoft aumentou levemente os envios de Windows Phones em 2014 – no ano anterior foram 33,5 milhões. A empresa focou em aparelhos mais baratos na última temporada, vendendo celulares básicos que adquiriu com a compra da Nokia e permitindo que parceiros como HTC e Samsung lidassem com o segmento top de linha. Mas o lançamento do Windows 10 neste ano deve fazer a Microsoft voltar as suas atenções novamente ao mercado de smartphones top de linha, aponta o IDC.

A BlackBerry foi a única fabricante a perder participação no ano passado, indo de 1,9%, em 2013, para 0,4% no ano seguinte.

Fonte: Computerworld

Aplicativo permite receber chamadas sem sinal

Provavelmente será um dos aplicativos mais úteis para os brasileiros. Tomara que chegue logo.

Reach MeÉ muito comum o celular perder o sinal dependendo do lugar em que você estiver. Mas, se você tiver acesso a uma rede wi-fi, poderá receber chamadas em seu celular – graças a um serviço da Libon chamado Reach Me.

O mecanismo foi apresentado na Mobile World Congress e ainda dá a opção de redirecionar as ligações para a caixa postal, dependendo de quem está ligando. De acordo com o CEO da Libon, Dominic Lobo, a vantagem do serviço é o fato de funcionar com qualquer operadora, caso o app esteja disponível no país. O recurso será disponibilizado primeiro para Android, e deve chegar pra IOS em breve.

O Reach Me começou como um serviço de caixa-postal com mensagens de voz e texto. Atualmente, está disponível para utilização em 100 países. Já o Reach Me terá o seu lançamento em Milão, na Itália, e depois irá para os outros países.

Fonte: ProXXIma

Latinos têm em média 18 apps em dispositivos

Acho que 18 é um número modesto, mas a qualidade dos aplicativos pode muito bem compensar a pouca potência dos smartphones mais populares.

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Na América Latina, usuários de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, possuem em média 18 aplicativos. Na lista desses usuários frequentes, app de redes sociais e GPS são considerados fundamentais. Entre os preferidos dos usuários, estão o Twitter, Linkedin, Spotify e o Waze, que facilita a mobilidade e ajuda evitar caminhos mais congestionados.

Os dados fazem parte de um estudo recente realizado pela comSore em parceria com Internet Media Services (IMS). Segundo a análise, nove em cada 10 latino-americanos possuem ou usam com regularidade um dispositivo móvel que pode ser um smartphone ou tablet.

O estudo, realizado em países como Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, México e Peru, comprovou que 99% dos entrevistados possuem aplicativos instalados em seus dispositivos. Na pesquisa, os usuários de smartphones mantêm, em média, 18 aplicativos.

A análise do comportamento dos usuários frequentes de dispositivos móveis apontou ainda que os aplicativos de táxi estão entre os mais populares. Os usuários destacam a praticidade e a rapidez no atendimento como pontos positivos do serviço.

Considerado um dos aplicativos de maior interatividade entre seus usuários, o app WayTaxi apostou no desenvolvimento de sistemas de segurança para evitar assédios e a classificação dos serviços prestado pelo motorista. Para aumentar a segurança do usuário, o app desenvolveu um filtro de palavras indevidas. O sistema aprende com o próprio uso, por meio dos algoritmos, e é capaz de identificar novas palavras que podem tentar burlar bloqueio.

Na prática, o sistema identifica o mau uso e bloqueia essas chamadas, evitando constrangimentos aos taxistas. Tal medida proporciona respeito e profissionalismo na prestação do serviço e dá ao taxista a tranquilidade para realizar sua atividade. Ele se sente mais seguro”, diz Cláudio Ávila, CEO da WayTaxi.

Além do filtro de palavras, o aplicativo conta com uma classificação de taxistas, e o usuário pode escolher seu preferido. O WayTaxi também calcula o valor da corrida para o usuário.

Fonte: Convergência Digital

4G cresceu 416,55% em 2014 e chegou a 1,31 milhão de linhas ativas no Brasil

Enquanto isso, o 3G e a banda larga…

4g

Depois de recalcular os dados dos serviços 4G, a Anatel informou que o Brasil fechou 2014 com 6,76 milhões de acessos móveis 4G LTE, o que representa um crescimento de 416,55% em relação a dezembro de 2013, quando havia 1,31 milhão de linhas ativas de 4G. Vale observar que a IDC Brasil projeta que o país termine 2015 com 11 milhões de linhas 4G ativas, o que signficaria um crescimento de aproximadamente 800% nas adesões ao longo deste ano.

Somando os acessos de todas as tecnologias, A Antel informa também que o Brasil encerrou o exercício de 2014 com 280,73 milhões de linhas ativas na telefonia móvel – um crescimento de 3,55% em relação a dezembro de 2013 – e teledensidade de 137,96 acessos por 100 habitantes. No décimo segundo mês de 2014, os acessos pré-pagos totalizavam 212,93 milhões (75,85% do total) e os pós-pagos 67,80 milhões (24,15%).

Os números da Anatel mostram ainda que, enfim, a tecnologia 3G superou, de fato, o GSM no país, respondendo por 51,53% das linhas ativas. Em janeiro de 2014, o 3G somava 35,92%. O GSM terminou 2014 com 40,25%. Em janeiro passado, a tecnologia 2G somava 57,85%. O 4G ainda fica com 3,06%. No ranking nacional, a Vivo fechou o ano na primeira posição com 28,47%, mas com queda em relação a janeiro, quando tinha 28,55%.

A TIM desponta na segunda posição com 26,97%, mas também com queda em relação a janeiro de 2014, quando somava 27%. A Claro aparece na terceira posição com 25,33%, e também com queda em relação a janeiro, quando somava 25,35%. A Oi fica com a quarta posição, ou 18,14% e também registra queda em relação a janeiro de 2014 quando somava 18,52%. A Nextel aparece com 0,54%. Em janeiro somava apenas 0,38%.

Fonte: Convergência Digital

Android está em 91% dos celulares vendidos no Brasil. iOS está em apenas 2%

Coxinhas x Corruptos?

Android x iOSMuitos Applemaníacos podem estar no hype por causa dos últimos lançamentos da Maçã, incluindo os iPhones 6 e 6 Plus. Mas quando o assunto é sistema operacional móvel, não tem para ninguém: o Android se mostra consolidado como a plataforma mais usada em smartphones em todo o mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, o software está em 91,6% dos celulares inteligentes.

Os dados, que correspondem ao primeiro semestre de 2014, são de um estudo recente da Nielsen Ibope feito em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA) e divulgado nesta terça-feira (23). Segundo o G1, aparelhos com iOS representam apenas 2% das vendas no país, seguidos pelos dispositivos com Windows Phone (1,8%) e Symbian (0,9%). Os outros 3,7% são de outros sistemas pouco usados ou desconhecidos.

A supremacia do Android tem um motivo: a variedade de celulares disponíveis, uma vez que são fabricados por várias empresas, e os modelos de entrada, mais baratos que os aparelhos topo de linha, que podem chegar a custar mais de R$ 2.000, como é o caso do iPhone 5S e do Galaxy S5. “Há variedade e preços convidativos”, comenta Thiago Moreira, diretor da área de digital da Nielsen Ibope.

Vendas

Não é só o Android que tem conquistado um grande número de usuários, mas o varejo brasileiro como um todo também cresceu. Na primeira metade deste ano, as vendas de smartphones subiram 47% em relação ao mesmo período de 2013. Em julho, esses mesmos aparelhos responderam por 67% do total de telefones comercializados no país, superando os dispositivos comuns. De acordo com a pesquisa, o consumidor gasta, em média, R$ 615 por aparelho.

Com 211 modelos diferentes, os tablets são outra categoria de eletrônicos que viram seu negócio aumentar neste ano. No primeiro semestre de 2014, as vendas de tablets cresceram 118% em relação ao ano passado. Lembrando que tal porcentagem foi calculada com base nos produtos comprados pelos consumidores finais – ao contrário da IDC, que divulgou nesta segunda-feira (22) um estudo que mostra que as vendas de tablets aumentaram 21% nos seis primeiros meses do ano. Neste caso, a entidade levou em consideração as unidades enviadas para os varejistas.

Classes

Outro dado interessante do levantamento da Nielsen mostra a taxa de impacto dos smartphones em diversos públicos. Cerca de 53% dos usuários de telefones inteligentes no Brasil são da Classe B, seguidos pela Classe C, com 34%. A maioria está na faixa etária de 25 a 34 anos, com 28% do montante total, enquanto os grupos de 18 a 24 anos e 35 a 49 anos empatam no segundo lugar, cada um com 23%. Na terceira posição aparecem os jovens entre 10 e 17 anos, com 15%.

Tratando-se de aplicativos mais usados pelos brasileiros, não deu outra: Facebook e WhatsApp dominam com folga o topo do ranking. Em agosto deste ano, o app da maior rede social do mundo estava instalado em mais de 70% dos aparelhos. Já a ferramenta de mensagens – que também pertence à empresa de Mark Zuckerberg – tinha mais de 60% de participação. Em terceiro lugar aparece o Viber, um dos principais concorrentes do WhatsApp, com 30% da audiência.

Os games mais jogados pelos donos de smartphones no Brasil são o hit “Candy Crush Saga”, que está instalado em 19% dos dispositivos, seguido pelo “Pou” (11%), “Angry Birds Epic” (10%) e “Subway Surfers” (9%).

Fonte: Canaltech

 

 

Rio e SP serão atendidas com 4G na faixa de 700 MHz só em 2018

Na boa, você esperava algo dibrasil-4g IIferente? Nem o 3G é confiável…

As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo serão atendidas somente em 2018 com a tecnologia da quarta geração de celular (4G), na faixa de 700 megahertz (MHz). Esta previsão consta no edital de licitação aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Anatel).

Havia a expectativa de que as duas cidades tivessem os novos serviços 4G, na faixa de 700 MHz, em 2017, quando capitais de todo o país teriam desligado o sinal analógico da TV aberta. Isso ocorreria após a conclusão do processo de digitalização dos canais de televisão.

“Ficou claro que não daria para entrar no Rio e São Paulo com o 4G, se os Estados inteiros já não estivessem com sistema analógico das TVs desligado. Foi uma decisão tomada por meras questões técnicas”, justificou o conselheiro da Anatel Rodrigo Zerbone, que foi o relator da proposta final de edital aprovada pelo comando da agência.

Zerbone explicou que os serviços 4G em 700 MHz chegarão primeiro em cidades com faixa já desocupada. Em seguida, explicou, serão levados às cidades que os canais de TV precisam ser reposicionados, sem ter que esperar o fim da transmissão analógica. O edital aprovado pela Anatel prevê que os serviços 4G poderão ser oferecidos 12 meses após o desligamento do sinal analógico.

Até 2018, as populações das capitais do Rio de Janeiro e São Paulo serão atendidas com os serviços 4G da faixa de 2,5 gigahertz (GHz). A venda das licenças nesta faixa foi realizada em 2012.

Fonte: Valor Econômico

 

Android atinge 85% de participação no mercado de smartphones

Enquanto espero o smartphone novo – que ainda está longe de ser um top de linha – compartilho com vocês o crescimento do sistema Android.

Avente, Google!

Google-AndroidO domínio do Google no mercado de smartphones aumentou, com o Android batendo recorde de participação dos embarques globais de smartphones, com 84,6% de participação, de acordo com pesquisa realizada pela Strategy Analytics. O crescimento durante o segundo trimestre reduziu um pouco as fatias do BlackBerry, dos iPhones e dos Windows Phone, da Microsoft.

O Android está em 249,6 milhões smartphones embarcados no segundo trimestre, cerca de sete vezes mais do que os 35,2 milhões de iPhones entregues ao mercado. A participação dos smartphones iOS caiu para 11,9% no trimestre. Era de 13,4% no mesmo período do ano passado.

Os Embarques globais de smartphones cresceram 27% no trimestre, para 295,2 milhões de unidades, contra 233 milhões em igual período de 2013. Embora esse índice de crescimento anual tenha sido o mais baixo em cinco anos, houve forte crescimento na Ásia e na África e um crescimento mais fraco na América do Norte e na Europa.

AndroidDe acordo com a Strategy Analytics, a Xiaomi tornou-se o quinto maior fornecedor de smartphones do mundo no segundo trimestre deste ano, catapultada para os cinco primeiros lugares pela primeira vez pelo sucesso dos seus produtos no mercado doméstico da China.

A empresa chinesa conseguiu um recorde de 5,1% da quota de mercado mundial de smartphones, muito acima dos 1,8% que detinha há um ano.

Isto coloca-a um pouco atrás das rivais chinesas Huawei Technologies e Lenovo, que ficaram em terceiro e quarto lugar, respectivamente. A IDC tinha colocado a LG como quinta empresa a nível mundial no mercado dos smartphones.

A projeção da Strategy Analytics é a de que o número de usuários de smartphones em todo o mundo se aproxime de 2,5 bilhões até o final de 2015, impulsionado por um forte crescimento na Ásia Oriental.

Fonte: ProXXIma

3G só vai chegar a todos os brasileiros em 2019

Depois da porrada alemã, decidi relembrar essa outra notícia triste.

Slow-iPhoneO ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, previu que a cobertura gradativa da rede 3G só atenderá todo o país em 2019. “É razoável que as empresas façam investimentos dos grandes centros para os pequenos centros”, justificou.

Segundo Bernardo, a falta de estrutura é a principal vilã para a sobrecarga do sinal. “Às vezes tem cinco mil pessoas usando a mesma antena, é evidente que não vai funcionar”, diz ele ao apontar a “Lei de Antenas”, aprovada no Senado, como solução para atenuar a dificuldade técnica.

O Plano Nacional de Banda Larga também esteve em pauta. Para o ministro, é preciso investir nas redes de transporte para estender a fibra óptica às regiões afastadas. Atualmente, quase metade das cidades brasileiras (47%) não tem acesso a esta tecnologia que oferece internet mais rápida e estável.

O maior desafio será levar conexões para as cidades localizadas em regiões de mata densa, como a Floresta Amazônica. Construir infraestrutura de fibra na floresta só seria possível com cobertura de satélites.

Fonte: Olhar Digital

Motorola atrasa atualização de smartphones da linha Razr para Android 4.4 KitKat

Pode até ser que não aconteça, mas fico com a impressão de que a Motorola vai ganhar um bom número de processos dos seus consumidores.

Família razrA Motorola vai atrasar a disponibilização do Android 4.4 KitKat para os smartphones da linha Razr, que havia sido garantida pela empresa até o final do segundo trimestre de 2014.

Em resposta a INFO, a Motorola pede desculpas aos consumidores e reafirma que os donos desses aparelhos podem aguardar o novo sistema do Google ainda neste ano.

O atraso se deve às diferenças de hardware entre os smartphones e a atual linha de aparelhos da empresa, que inclui o Moto X, Moto G e Moto E. A família Razr foi criada no começo da década de 2000 com o Razr V3, que era um dos celulares mais vendidos da história da Motorola. Esse posto foi tomado pelo Moto G recentemente.

Leia, na íntegra, a resposta da Motorola sobre o atraso da atualização do sistema Android na linha Razr:

“A Motorola reafirma o seu compromisso em oferecer upgrade de software para o Motorola Razr HD, Motorola Razr i, Razr D1 e Motorola Razr D3 para a nova versão AndroidT 4.4, KitKat.

Porém, por se tratarem de produtos baseados na arquitetura anterior, que não seguia ainda o conceito do Android puro, o processo levará mais tempo do que o planejado para que adaptações necessárias na interface do usuário destes modelos sejam realizadas.

A Motorola se desculpa com seus consumidores e informa que está trabalhando para disponibilizar este upgrade – o antes possível – ainda neste ano. “

Fonte: Info

ECT quer ofertar telefonia ainda em 2014

Correios telefoniaA Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) pretende iniciar a oferta de serviços de telefonia móvel virtual, conhecido tecnicamente como MVNO (sigla para mobile virtual network operator) ainda em 2014. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, assinou uma autorizando companhia a explorar a atividade.

A partir de agora os Correios poderão firmar parceria com empresas do setor de telecomunicações para oferecer o serviço a seus clientes, de acordo com a regulamentação específica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo a portaria, a parceria poderá ser implementada com a constituição de subsidiárias ou a aquisição de controle ou de participação acionária em empresas já estabelecidas.

Os Correios apostam em sua capilaridade – possui aproximadamente 12 mil unidades de atendimento – para conquistar mercado oferecendo o serviço em áreas onde não há pontos de vendas de empresas de telefonia móvel.

Fonte: Meio & Mensagem

Guerra do Android: Oracle impõe derrota ao Google

oracleA Oracle venceu um litígio contra o Google, enquanto uma corte de apelações norte-americana decidiu que a empresa de Larry Ellison tem direitos de copyright de partes da programação de linguagem Java, que foi usada pelo Google para desenhar o sistema operacional de smartphones Android.

O caso, decidido pela corte de apelações do circuito de Washington, está sendo acompanhado de perto pelo Vale do Silício. Um julgamento que teve depoimentos do presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, e do Google, Larry Page, e as questões legais abordam como as companhias de tecnologia protegem sua propriedade intelectual.

O Android é a plataforma de smartphone mais vendida no mundo. A Oracle processou o Google em 2010, alegando que o Google incorporou inapropriadamente partes da linguagem Java no Android. A Oracle busca indenização de aproximadamente 1 bilhão de dólares alegando direitos de copyright.

google11Um juiz federal de San Francisco decidiu que a Oracle não poderia pedir proteção de copyright sobre partes da linguagem Java, mas nesta sexta-feira, um painel de três juízes do circuito federal reservou esse direito à empresa.

O advogado da Oracle, Dorian Daley, chamou a decisão de uma “vitória” para uma indústria que “depende da proteção do copyright para impulsionar a inovação”. Já o Google disse que a decisão foi “um precedente perigoso para a ciência computacional e para o desenvolvimento de softwares” que estava considerando suas opções.

Fonte: Reuters

Android: como descobrir se um app é potencialmente perigoso

App Android VIISim, como todos nós já sabemos, o Android possui vários aplicativos que são considerados maliciosos e que realmente podem prejudicar o desempenho do seu dispositivo – e nos piores casos, roubar informações privadas.

Para evitar esse tipo de susto, existem alguns quesitos bem básicos que podem ser observados sempre que você baixar novos aplicativos em seu smartphone, por mais simples que eles pareçam você já pode filtrar grande parte do conteúdo prejudicial existente.

As aprovações dos apps não são realizadas manualmente pela Google, como ocorre na Apple, porém scans consecutivos são feitos na Google Play Store para identificar possíveis malwares. O Android permite que você instale aplicativos que não sejam da Play Store, como apps da Amazon App Store, porém tal funcionalidade permite que riscos maiores sejam criados em seu aparelho – e grande parte dos apps maliciosos não chegam pela Google Play Store.

App Android VISe um aplicativo não está presente na Google Play Store, não o instale por precaução – a não ser que haja motivos muito específicos para você fazer isso. E se você fizer, é melhor realizar um scan assim que o app for instalado – habilite nas configurações do seu smartphone as verificações automáticas de aplicativos para maior segurança.

Scans que nem sempre funcionam

O Android oferece apps de scan que realizam verificações assim que os softwares são instalados, porém assim como qualquer antivírus, esses aplicativos não são perfeitos. Se um determinado aplicativo está na Play Store e foi identificado pelo Google como malicioso, ele será automaticamente retirado de lá.

Por isso, entramos em outros dois pontos importantes: permissões e reputação dos apps. Diversos softwares requerem inúmeros tipos de permissão, como localização, lista de contatos, conexão com internet, entre outros. Sempre que um aplicativo pedir por essas autorizações exageradamente, principalmente se ele for relativamente simples, suspeite bastante. Ao contrário do iOS, em que você pode negar essas autorizações de modo mais explícito, no Android não há tal opção.

App Android VApps que exigem permissões demais são suspeitos. Além disso, um bom modo de você perceber se o app é confiável ou não é pelo número de vezes que ele já foi baixado, assim como as estrelas que foram dadas para ele nas reviews. É claro que isso não é 100% garantido, porém já dá para ter noção de quão popular o aplicativo é – e quanto mais desconhecido, mais perigoso.

A reputação dos desenvolvedores também é algo capaz de proporcionar maior confiabilidade e segurança aos usuários – aplicativos da Google e do Facebook, por exemplo, são mais seguros do que softwares criados por empresas desconhecidas. Você deve se atentar pelo seguinte fato: se um app simples, como um joguinho, pede permissões demais há algo de estranho sobre ele.
Assim como qualquer software, não existem meios de você se assegurar que determinado aplicativo é completamente seguro, porém essas dicas (permissões exageradas, número de downloads, reviews dos usuários), já ajudam na precaução de apps maliciosos.

Fonte: Tecmundo

Microsoft dará Windows de graça em smartphones e tablets

MicrosoftA Microsoft anunciou no início do mês que fornecerá o sistema operacional Windows gratuitamente a fabricantes de smartphones e tablets pequenos, em uma tentativa de capturar participação nesses mercados de rápido crescimento.

A decisão da Microsoft, anunciada em uma conferência anual de desenvolvedores em San Francisco, é uma tentativa de ampliar a base de usuários das versões móveis do Windows, diante da esperança de que mais usuários optem por serviços como Skype e Office.

O anúncio foi feito uma semana depois do novo presidente-executivo da companhia, Satya Nadella, ter apresentado novas versões dos programas Word, PowerPoint e Excel para o tablet iPad, da Apple.

Fonte: Exame

Documentos internos mostram temor da Apple com avanço do Android

Galaxy NoteO rápido avanço dos smartphones Android no mercado acenderam o sinal amarelo na Apple, ao menos é o que apontam documentos internos tornados públicos ma semana passada, em julgamento envolvendo companhia fundada por Steve Jobs e a gigante sul-coreana Samsung. Num texto, preparado para uma reunião este ano, a equipe de vendas destaca a melhoria dos aparelhos da concorrência, informa o site Re/Code.

“Os concorrentes melhoraram drasticamente o hardware e, em alguns casos, o ecossistema”, diz o texto apresentado pela Samsung durante interrogatório do vice-presidente da Apple, Phil Schiller.

O documento aponta que todo o crescimento do mercado vinha de smartphones com tela grande e preço acima de US$ 300 ou de aparelhos populares, custando menos de US$ 300. O segmento onde o iPhone está incluído vem perdendo espaço.

Outra preocupação apontada é sobre o investimento feito pelas rivais com Android de “quantidades obscenas de dinheiro em publicidade e/ou canais com operadoras para ganhar tração”. Segundo o texto, as operadoras têm interesse em limitar as vendas de iPhone porque, entre outras coisas, elas pagam altos subsídios com o aparelho da Apple.

Em seu testemunho, Schiller afirmou não concordar com grande parte do documento, que, segundo o executivo, não representa a política da Apple. Entretanto, em e-mail enviado em 2013, o próprio Schiller mostra preocupação com os anúncios da Samsung.

“Eu assisti ao anúncio pré superbowl que a Samsung lançou hoje”, escreveu. “E eu não posso deixar de pensar que ‘esses caras estão sentindo isso (como um atleta que não pode errar), enquanto nós sofremos para pregar informações convincentes sobre o iPhone”.

Outros documentos apresentados durante o julgamento exacerbam a preocupação da Apple com o crescimento do Android, tanto que em um deles, Steve Jobs afirma que a companhia deve levar uma “Guerra Santa contra a Google” em 2011. O e-mail datado de outubro de 2010 era sobre a agenda de Jobs numa série de reuniões com executivos da empresa. Ao citar o sistema operacional, o cofundador da Apple deixou claro o que queria:

“Estratégia: alcançar o Android onde estamos atrás (notificações, tethering, reconhecimento de voz…) e ultrapassá-los (Siri…)”.

Fonte: O Globo

As “incoerência” da telefonia celular no país da Copa

celulares xing-lingO Brasil é mesmo um país muito peculiar, não importa sob qual aspecto olharmos. Um dos últimos exemplos é a série de situações que envolvem a telefonia celular no país e na época da Copa do Mundo. Que o Brasil é um dos maiores países em volume de aparelhos pré-pagos no mundo não é novidade. Que a qualidade do serviço é precária até mesmo nas grandes cidades, também. Mas o que impressiona é a total falta de foco de autoridades na condução de políticas e ações que realmente venham se traduzir em alguma melhora no serviço ou benefício ao consumidor.

Na mesma época na qual autoridades anunciam que celulares não testados pelos órgãos competentes (Anatel), uma outra série de problemas bate a nossa porta, sem maior preocupação dessas mesmas autoridades. Primeiro vamos deixar claro que só os muito inocentes podem acreditar que essa censura aos aparelhos Xing-Ling tem relação com o bem estar e com a segurança dos consumidores. Como sempre acontece, uma cortina de fumaça é levantada para encobrir ações que visam apenas defender interesses econômicos sob a bandeira do bem estar social. Que os aparelhos Xing-Ling devem ser combatidos – por conta da má qualidade – ninguém discute, mas seria muito mais importante para o brasileiro que se fiscalizasse a qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras e as razões para que os aparelhos vendidos por aqui sejam tão caros.

Na Europa, por exemplo, é possível comprar um chip 4G com validade de 1 mês por meros R$ 40. Caso prefira um combo com um aparelho (médio), fica por aproximadamente R$ 350. Esses preços nos fazem pensar o porquê de um smartphone médio custar mais de R$ 1 mil e dos planos de internet (longe de entregarem o 3G prometido) sejam tão caros. O capitalismo é ótimo, mas a fiscalização é sempre necessária.

xing-ling-de-respeitoOutro ponto interessante desse bloqueio é o timing. Ele acontece (em fase de testes) exatamente na época que o Brasil vai receber milhares de turistas por conta da Copa do Mundo. Podem até dizer que esse bloqueio só irá acontecer efetivamente após o torneio, mas essa é apenas uma meia verdade. Meia verdade porque vários aparelhos vendidos na Europa e nos Estados Unidos não foram analisados pela Anatel ou porque muitos deles não operam nas frequências usadas no Brasil. Pior, nem nos estádios – que precisariam de pelo menos 90 dias para que o sistema fosse implantado – ele vai funcionar, já que alguns serão entregues a menos de um mês do início da competição.

“O leilão da faixa de 2,5 GHZ ocorrido em 2012, que inaugurou a era 4G no Brasil, teve como principal objetivo cumprir uma exigência da Fifa para a Copa do Mundo. Tal cobrança, bastante razoável assevere-se, tem como fundamento garantir que os torcedores pudessem compartilhar os melhores lances do evento com seus amigos mundo afora.

Arena PantanalDizer que o Brasil não cumpriu a exigência não podemos, pois há 4G nos estádios, só que não disponível aos torcedores – de muitos países do mundo – conforme era a intenção da Fifa. Explico. A faixa de frequências de 2,5 Ghz não é utilizada pela maioria dos países da Europa, nem por países como os EUA, por exemplo. Não bastasse esse fato, agora o bloqueio de celulares pode atingir inclusive consumidores daqui que adquiriram equipamentos nos EUA e Europa, compatíveis com o 3G brasileiro.

O Governo Federal prejudicou a indústria brasileira, usuária da faixa de 450 mhz e criou uma hipervalorização das frequências do 4G, encareceu a conta do consumidor e inviabilizou que muitos dos celulares de estrangeiros funcionem na Copa do Mundo”, explica Adriano Fachini, residente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Pelo jeito, o governo está preocupado com a saúde financeira de empresas como a Motorola, Samsung e similares, e não com salvar alguma pequena parte da organização do mundial e da imagem do nosso país.

complexo-penitenciário-de-BanguA coisa fica ainda mais surreal se pensarmos que onde os celulares e smartphones não deveriam funcionar (dentro dos presídios, por exemplo) o seu uso é mais eficiente do que dentro de muitos lares espalhados nas grandes capitais do Brasil. Falam em “falta de vontade política” – uma expressão que nunca desceu pela garganta -, mas acho que falta mesmo é vontade (ponto).

A segurança no Rio (apenas para me prender a cidade com mais visibilidade do país) é colocada em cheque e as autoridades de segurança admitem que ordens para crimes e ataques a alvos policiais vêm de presídios. Penso se não seria mais importante cuidar desse problema do que procurar proteger a indústria (nem tão) nacional.

Mas, como sempre, existe a possibilidade da minha opinião estar totalmente errada (sqn).

Windows Phone ultrapassa iOS e fica na 2ª posição

iphone-3g-de-8gbO Windows Phone, sistema operacional para smartphones da Microsoft, ultrapassou o iOS, da Apple, assumindo a segunda posição no mercado brasileiro.

Entre o 4º trimestre de 2012 e o mesmo período do ano passado, o sistema apresentou um aumento de participação de 1,22 ponto percentual, ficando com uma fatia de 6% do total. O iOS, por sua vez, teve uma queda de 3,36 pontos percentuais na mesma comparação e fechou o ano com 4,7%. O Android, do Google, ampliou sua participação, chegando a 88,73% (de 76,44% no quarto trimestre de 2012. Os números são da empresa de pesquisa IDC e foram informados ao Valor pela Microsoft. Atualmente, duas companhias vendem aparelhos com Windows no Brasil, a Nokia e a Samsung. A maior parte das vendas foi feita pela Nokia, que tem oito telefones no mercado. A Samsung só tem um modelo.

Para Mariano de Beer, presidente da Microsoft no Brasil, o avanço ocorreu tanto nas vendas para consumidores residenciais quanto para empresas. O desempenho foi resultado de três fatores principais: o aumento no portfólio de produtos (que agora abrange mais faixas de preços e perfis de consumidores); os investimentos em distribuição e a promoção do sistema, que incluiu anúncios na TV aberta; e o lançamento de aplicativos populares como a rede social de fotos Instagram. “No 4º trimestre fomos o único sistema a ganhar mercado. Isso nos deixa muito confiantes”, disse de Beer ao Valor. De acordo com a IDC, foram vendidos 34 milhões de smartphones no Brasil em 2013, um crescimento de 120% na comparação com 2012. A expectativa é que o número chegue a 47 milhões neste ano. “O Brasil é um mercado prioritário”, disse Celso Winick, gerente-geral de mobilidade da Microsoft.

Fonte: Valor Econômico

Diretor do Android diz que sistema não foi criado para ser seguro

Quem disse que a internet também deveria ser segura?

Android inseguroO Android tem algumas vantagens interessantes em relação aos concorrentes, que incluem personalização e abertura, mas segurança não é uma delas. Sundar Pichai, chefe da divisão responsável pelo sistema no Google, concorda com isso, mas minimiza a situação.

Durante a Mobile World Congress, em Barcelona, Pichai declarou que a popularidade do sistema operacional pesa muito na hora da distribuição de malware, considerando as pesquisas recentes de que mais 90% dos vírus para celulares miram os dispositivos com Android.

“Quando as pessoas falam nesse número, elas devem levar em consideração que é o sistema operacional móvel mais popular do mundo. Se eu tivesse uma empresa dedicada a malware, eu estaria direcionando meus ataques ao Android”, afirma ele quando questionado sobre o assunto, relata o FrAndroid.

Entretanto, ele também deu uma declaração interessante. “Nós não podemos garantir que o Android foi criado para ser seguro; o formato foi criado para dar mais liberdade”, afirmou ele.

Fonte: Olhar Digital

 

Lançado app que mede qualidade das operadoras

No Brasil há algumas perguntas que parecem fáceis de responder. Por exemplo: Qual a melhor operadora de celular? Nenhuma!

Mesmo assim, algumas soluções para ajudar o consumidor são lançadas, todas com boas intenções, mas nem todas com real valor prático. Ainda não sei se esse app se encaixa nessa categoria.

App para operadoras GloveFoi lançado um aplicativo para Android que mede a qualidade das operadoras de telefonia e ajuda o usuário a decidir qual delas se encaixa melhor às suas necessidades.

Durante três dias, o Glove monitora o uso do celular para saber em quais lugares a pessoa mais usa o aparelho. Então ele encontra a operadora com o sinal mais forte nessas regiões.

A empresa que criou o app argumenta que três a cada quatro pessoas poderiam usar operadoras melhores, se soubessem qual delas se enquadra melhor às suas rotinas. Então, ao invés de trocar de celular achando que ele tem problemas de recepção ou contratar outra operadora no escuro, o ideal seria analisar a concorrência e escolher conscientemente.

Aqui no Brasil existe um aplicativo que faz exatamente a mesma coisa; chamado CrowdMobi, ele se difere por estar disponível também para iOS.

O Glove ainda está em fase beta e por enquanto só funciona na área da baía de São Francisco, em Nova York e em Israel. A versão para iOS será lançada até o fim do ano, segundo o The Next Web.

Site: Olhar DigitalA empresa que criou o app argumenta que três a cada quatro pessoas poderiam usar operadoras melhores, se soubessem qual delas se enquadra melhor às suas rotinas. Então, ao invés de trocar de celular achando que ele tem problemas de recepção ou contratar outra operadora no escuro, o ideal seria analisar a concorrência e escolher conscientemente.

Aqui no Brasil existe um aplicativo que faz exatamente a mesma coisa; chamado CrowdMobi, ele se difere por estar disponível também para iOS (conheça).

O Glove ainda está em fase beta e por enquanto só funciona na área da baía de São Francisco, em Nova York e em Israel. A versão para iOS será lançada até o fim do ano, segundo o The Next Web.

Fonte: Olhar Digital

Um novo adepto do Android

androidDemorou até me render ao Android, mas estou adorando. Ok que o smartphone não é topo de linha (Razr D3) e que a rapidez com a qual a bateria acaba nesses dias de baixar, configurar e testar aplicativos, me irrita muito, mas estou feliz.

Não vou me atrever a fazer um review do aparelho ou do sistema (tarefa para a Elis Monteiro), mas de tempos em tempos vou postar uma ou outra novidade que descobrir.

Bem vinda, nova era!

Mozilla anuncia smartphone com Firefox OS para desenvolvedores

Smartphone FirefoxA Fundação Mozilla anunciou o primeiro smartphone com o Firefox OS , novo sistema operacional para dispositivos móveis de código aberto, para desenvolvedores. O aparelho foi desenvolvido em parceria pela Geeksphone e pela Telefonica. O produto começará a ser vendido em fevereiro pela Geeksphone, que ainda não divulgou o preço nem as primeiras regiões a receber o produto.

O smartphone é equipado com processador Snapdragon de 1 GHz, tela de 3,5 polegadas com tecnologia multitoque, câmera de 3 megapixels e 512 MB de memória RAM. O produto possui sensor de luminosidade e proximidade, além de giroscópio e GPS, e é compatível com redes Wi-Fi e 3G.

O Firefox OS é um sistema baseado em Linux projetado para explorar ao máximo os recursos da tecnologia HTML5 . A ideia é permitir que os aplicativos HTML5 tenham acesso a todos os recursos do sistema e do aparelho. Em plataformas como iOS e Android, apenas aplicativos nativos podem acessar todos os recursos dos celulares.

Segundo a Mozilla, os aplicativos podem interagir diretamente com os recursos do aparelho, como fazer o celular vibrar, fazer uma ligação ou enviar uma mensagem de texto. “Nós não poderíamos ter feito isso sem os desenvolvedores. Agora nós estamos trabalhando para trazer o poder da web para os dispositivos móveis”, diz Stormy Peters, diretora de sites e engajamento de desenvolvedores da Fundação Mozilla, no blog oficial.

Fonte: IG

Consumidores identificam os problemas da telefonia móvel

Essa pesquisa aconteceu no fim de novembro de 2012. Você notou alguma diferença de lá para cá?

Celulares desbloqueadosA Konkero realizou a ação “Alô, quero falar!” com o objetivo de identificar os problemas na relação entre as empresas de telefonia e os consumidores. Em 30 dias, o site http://www.aloquerofalar.com.br recebeu reclamações de 1.646 pessoas, que registraram 2.181 problemas, de 24 estados. Desse total, 50% foram queixas sobre falta de sinal para efetuar ou receber ligações e 15% sobre dificuldades para acessar a internet, por usuários de cinco operadoras de telefonia móvel do país: Claro, Nextel, Oi, Tim e Vivo.

Dentro de problemas com sinal, a queda das ligações durante a chamada representou 14% dos relatos registrados no site. Cobranças indevidas e falha no envio de mensagens também tiveram destaque, com 10% e 7% das queixas.

Outra queixa recorrente foram as cobranças indevidas. A Konkero visitou lojas das cinco operadoras relacionadas e identificou a falta de divulgação dos preços de todos os serviços. A equipe verificou que as operadoras listam os preços nos materiais de comunicação. Entretanto, não fica claro nos panfletos o valor cobrado por excedentes, como os custos de envio de SMS (quando ultrapassado o pacote proposto pelo plano), DDD e roaming. O levantamento também identificou que os contratos são fechados sem todos os detalhes do plano fechado (custos extras, velocidade de internet, limite dos pacotes).

Respostas das operadoras

A Nextel foi a única operadora que recebeu a equipe da Konkero para entrega da carta. Após a visita, a empresa enviou um comunicado oficial. A TIM retornou o contato por meio de sua assessoria de imprensa. Já as empresas Claro, Oi e Vivo não se pronunciaram sobre a ação.

Fonte: ProXXIma

Justiça proíbe todo tipo de bloqueio de celulares

Free at last!

Em decisão unânime, a Justiça Federal de Brasília proibiu que as operadoras de celulares bloqueiem aparelhos mesmo no período de fidelização, de até 12 meses, estipulado em contrato e permitido pela Anatel. O desrespeito a decisão pode render multa diária de R$ 50 mil a Vivo e a Claro.

Os recursos julgados foram formulados pelo Ministério Público Federal e pela Oi, contra sentença de primeiro grau que julgou improcedentes os pedidos formulados em ação civil pública ajuizada pelo MPF contra as operadoras de telefonia móvel, com o objetivo de coibir práticas de fidelização e de bloqueio, mesmo temporário, de celulares, prejudiciais à ordem econômica e aos consumidores.

Na argumentação dos recursos, MPF e Oi sustentaram que “nada justifica o bloqueio dos aparelhos celulares, pois, tal prática vincula o consumidor a ficar ligado a uma única operadora”. Ressaltaram, ainda, que a citada conduta fere o direito do consumidor de exercer a livre escolha.

Em sua defesa, as operadoras Vivo e Claro, sustentaram a tese de que o consumidor sempre teve o direito de procurar a operadora que lhe conviesse pagando o valor total do aparelho celular. Contudo, salientam, “para conceder determinados benefícios, a operadora arca com o preço do aparelho e acaba por transportar determinados encargos para o mercado”. Tal prática, conhecida como fidelização, é, segundo as operadoras de telefonia móvel, permitida pela Anatel.

O relator, desembargador federal Souza Prudente, discordou dos argumentos apresentados pelas operadoras de telefonia móvel. Segundo o magistrado, a tese de que Resolução da Anatel permite a prática da venda casada na forma do subsídio cruzado é equivocada.

“O bloqueio técnico dos aparelhos celulares configura uma violência contra o consumidor”, destacou o relator ao reformar a sentença de primeiro grau para determinar que as operadoras de telefonia móvel se abstenham da prática de bloqueio técnico dos aparelhos celulares.

Ao acompanhar o voto do relator, a desembargadora federal Selene Almeida destacou que não há como se aceitar cláusulas desse tipo. “Ao obrigar o consumidor a ficar fidelizado a determinado plano, está caracterizada a venda casada, uma afronta, pois, aos direitos do consumidor”, pois o que as empresas de fato estão fazendo através de descontos concedidos em troca de aparelhos é restituírem-se do desconto com a prestação do serviço, “já que o valor das mensalidades acaba por pagar, com sobras, os benefícios concedidos”.

Fonte: Tele Síntese