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Brasil é o 61º país mais conectado do mundo

A União Internacional das Telecomunicações, órgão ligado à ONU, liberou uma nova edição de seu ranking quinquenal que mede o grau de desenvolvimento da sociedade da informação. O documento mostra que o Brasil evoluiu nos últimos cinco anos e deu um bom salto na lista, atingindo uma nota 6,03.

O país ficava na 73ª colocação em 2010, e se tornou o 61º país mais conectado do mundo em 2015. Não chega a ser impressionante, mas é um crescimento bom, que se deu principalmente graças ao “boom” das assinaturas de banda larga móvel nos últimos cinco anos, mas também houve um aumento no número de casas com computares e casas com internet.

Brasil-e-o-61-pais-mais-conectado-do-mundoO ranking é um tipo de índice de desenvolvimento da tecnologia informática e telecomunicações. Ele é calculado a partir do nível de acesso às tecnologias, a utilização e a competência na área, levando em consideração a taxa de analfabetismo, o percentual da população que chegam aos níveis mais altos de estudo, além, claro, da disponibilidade de computadores, smartphones, telefones fixos e acesso à internet (fixa e móvel).

O relatório aponta também que o mundo já tem 3,2 bilhões de pessoas conectadas, ou cerca de 43,4% da população mundial. Em 2020, a expectativa é que 56% dos lares devem ter acesso à internet, mas só 53% da população global deve utilizar a rede.

No topo da lista está a Coreia do Sul, com nota 8,93 que se manteve no posto em comparação com 2010, seguido de perto pela Dinamarca, com pontuação de 8,88, e Islândia, com 8,86. Você pode conferir o top 10 abaixo, ou clicar neste link para ver o ranking completo.

 

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Fonte: Exame

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Internet 5G iniciará testes no Brasil a partir do ano que vem

Enquanto isso, continuamos sofrendo com o 3G!!

Metal antenna symbol with letters 5G on white
Metal antenna symbol with letters 5G on white

O primeiro teste da conexão 5G acontecerá no país em 2016, através de uma parceira da sueca Ericcson com a América Móvil e as universidades de São Paulo, Federal do Ceará e Unicamp.

O anúncio foi feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff à sede da empresa na Suécia nesta segunda (19). “Estou convencido de que a próxima geração de banda larga móvel e a Internet das Coisas, possibilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em áreas como saúde, educação, serviços de energia e agricultura, e em novas aplicações na indústria”, disse Hans Vestberg, presidente e CEO da Ericsson.

A Ericsson, juntamente com a América Móvil, realizará o primeiro teste de 5G no Brasil durante o ano de 2016. O projeto vai permitir que operadoras de telecom e seus parceiros, como instituições acadêmicas, agentes de saúde, energia e agricultura testem as funcionalidades da conexão em uma rede ao vivo.

Além disso, a Ericsson e a América Móvil também irão implementar um sistema de testes para Internet das Coisas (IoT). Essa iniciativa vai focar, especificamente, em aplicações de baixo consumo de bateria, como sensores de baixa potência para áreas remotas.

“Para o 5G, nosso foco é entender como os sistemas serão usados tanto pela sociedade quanto pela indústria. Para estar com redes comerciais prontas em 2020, a Ericsson fechou uma parceria com a América Móvil para o primeiro sistema de testes de 5G no Brasil, como uma demonstração clara da nossa vantagem competitiva, e, ao mesmo tempo, uma forma de levar a pesquisa para fora dos laboratórios e para redes de teste ao vivo.”

5G IIAlém da pesquisa de 5G com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que já falamos por aqui, a Ericsson também anunciou programas adicionais com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a serem realizados em 2017. Uma delas é a a Cyber-Physical Systems, que são redes que se comunicam sem intervenção humana. Eles poderiam, por exemplo, fornecer a base para sistemas rodoviários que se comunicam com autoridades rodoviárias em casos de emergência, sistemas de clima, que monitoram as condições da estrada, e carros autônomos.

Foi apresentado também o MiMo (multiple-input multiple-output), com a Universidade Federal do Ceará. Trata-se de sistemas de 5G com design transceptor com várias antenas em estações rádio base e terminais de usuários (MiMo). O objetivo é aumentar significativamente a capacidade dos sistemas de comunicação móvel atuais.

O teste de rádio da Ericsson demonstrou 5Gpbs em 2014 – a primeira no mundo – e a companhia está começando testes e medições ao ar livre. O objetivo é a implementação comercial completa até 2020.

Fonte: Mundo Bit

4G no Brasil: boa velocidade, mas a cobertura ainda é sofrível

Eu quase nunca consigo conectar em boa velocidade.

A OpenSignal publicou os resultados do estudo The State of LTE (que compara o 4G de diferentes países) correspondentes ao terceiro trimestre de 2015. Neles podemos observar que o Brasil, apesar de ter uma posição razoável entre os 68 países analisados ainda tem uma cobertura bastante deficitária.

Com uma velocidade média de 16 Mpbs, o Brasil aparece na frente de países como o Reino Unido, Japão e Alemanha. Mostrando os resultados das operadoras, podemos ver que a liderança é da Claro, com 20 Mpbs, seguida da Vivo (18 Mpbs), Oi (14 Mpbs), Tim (10 Mpbs) e a Nextel, na lanterna, com apenas 3 Mpbs.

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Pode-se argumentar que os números podem iludir um pouco, já que só agora as fabricantes estão começando a levar a tecnologia 4G para aparelhos mais baratos. Assim, a rede ainda não se popularizou, de modo que não há muito congestionamento na rede LTE, o que proporciona velocidades maiores. Será interessante observar se os números positivos se mantém dentro de um ou dois anos.

Já quando o assunto é cobertura, o Brasil não está indo tão bem assim, se encontrando próximo do fim da lista. Os dispositivos com 4G aqui no país têm acesso à rede apenas 50% do tempo, em média. A Claro e a Vivo estão na liderança, quando comparamos as operadoras, com 51% cada, seguidas pela Tim e pela Nextel, com 50%. Já a Oi tem apenas 42%.

Deve-se observar também o critério utilizado pela OpenSignal. A empresa se baseia em seu aplicativo, instalado voluntariamente por usuários, para medir a qualidade da internet móvel. Portanto, o relatório apresenta algumas distorções, já que ele não leva em consideração a quantidade de localidades cobertas com o 4G, apenas quanto tempo usuários de celulares com capacidade LTE conseguem ficar conectados a uma rede móvel da quarta geração.

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Fonte: Olhar Digital

Google cria tecnologia para melhorar reconhecimento de voz

Dá série: “Lá vem o Google de novo aí, gente!

Eu já acho o reconhecimento de voz deles muito bom. Imagino como será essa versão melhorada.

Google-voice-recognition-620x270A equipe de reconhecimento de voz do Google anunciou que a empresa conseguiu melhorar os modelos acústicos de sua rede neural, o que permitirá que os comandos de voz sejam reconhecidos com mais eficiência.

Graças a um recurso que a empresa chama de “Classificação Temporal Conexionista” e uma sequência de técnicas de treinamento discriminativas. O resultado é muito simples: se você tentar fazer uma busca por voz a partir de agora, o Google entenderá mais rápido, com mais precisão e com menos interferência de ambientes barulhentos, diz a empresa.

A equipe diz que a diferença é que a nova tecnologia usa a frase inteira falada, e não apenas fragmentos individuais de palavras, para identificar o que é dito. A tecnologia de redes neurais recorrentes permite identificar os sons da voz dentro de um contexto.

A novidade já está valendo desde já em vários lugares, permitindo reconhecer melhor comandos de voz e buscas no aplicativo do Google no Android e no iOS. Ela também já está presente no ditado para Android.

Fonte: Olhar Digital

Internautas brasileiros são os que mais recomendam marcas

Em um país onde as empresas e instituições têm pouquíssima confiança o boca a boca vale muito!

ConectadosMarcas podem comemorar. Pesquisa da SurveyMonkey com mais de 5.500 internautas em 11 países, incluindo o Brasil, revela que os internautas brasileiros são os que mais recomendam marcas para amigos ou parentes. Dos usuários de redes digitais no país entrevistados para o estudo, 94% declaram seguir alguma marca e 42%, que a recomendariam.

Perfis identificados no estudo como “promotores”, se encontram em sua maioria em países emergentes, com Índia (33%) e China (25%) aparecendo logo depois do Brasil. Na média global, apenas 19% dos entrevistados declara pertencer a este grupo de promotores. O Japão é onde menos internautas declaram hastear bandeira em defesa de uma marca, com apenas 1% dos indivíduos declarando fazê-lo.

O estudo revela ainda que 96% dos chineses declaram seguir alguma marca, superando o Brasil neste quesito. Logo atrás do Brasil, aparecem países como Índia (93%), Indonésia (91%) e Alemanha (84%).

Na média global, uma parcela de 84% dos respondentes declaram ser seguidores de marcas nas redes sociais. Entre este grupo, 63% querem em grande parte expressar sua satisfação por uma marca e 79% dizem que as empresas respondem seus comentários, estando a Indonésia à frente deste ranking (90%), seguida por Índia (87%) e Brasil (81%). Por outro lado, franceses (34%), americanos (28%) e japoneses (27%) dizem que as marcas não respondem seus comentários. Há ainda um grupo identificado no estudo como “compartilhadores”, mais engajado que os seguidores, mas falha na recomendação.

Compartilhar é o que importa

“Curtir” e “seguir” são importantes, mas o estudo da SurveyMonkey revela que as marcas estão começando a prestar mais atenção aos compartilhadores sociais, aqueles que não apenas seguem uma marca, mas vão além, compartilhando ativamente a sua experiência nas mídias sociais.

Seis em cada 10 respondentes declaram que compartilham conteúdos de marcas. O perfil desse público é de pessoas super conectadas nas redes sociais: em um dia normal, quase todos entram no Facebook (84%), metade visita o YouTube (51%) e 40% acessam o Twitter. A maioria (91%) se declara propensa a seguir uma marca e 69% o fazem para saber sobre produtos, ofertas e novidades. No entanto, 71% usam as redes sociais para falar de suas experiências ruins com as marcas.

O Brasil lidera o ranking dos que compartilham este tipo de experiências, com 78% dos internautas afirmando fazê-lo, seguido por Reino Unido (77%), Austrália (76%), Canadá (73%) e Indonésia (72%).

Os brasileiros estão também no topo do ranking dos que mais compartilham experiências positivas (95%), atrás apenas dos chineses (97%) e dos indianos (96%), mas à frente dos indonésios (94%) e dos japoneses (93%).

Fonte: IDG Now!