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Brasil é o 61º país mais conectado do mundo

A União Internacional das Telecomunicações, órgão ligado à ONU, liberou uma nova edição de seu ranking quinquenal que mede o grau de desenvolvimento da sociedade da informação. O documento mostra que o Brasil evoluiu nos últimos cinco anos e deu um bom salto na lista, atingindo uma nota 6,03.

O país ficava na 73ª colocação em 2010, e se tornou o 61º país mais conectado do mundo em 2015. Não chega a ser impressionante, mas é um crescimento bom, que se deu principalmente graças ao “boom” das assinaturas de banda larga móvel nos últimos cinco anos, mas também houve um aumento no número de casas com computares e casas com internet.

Brasil-e-o-61-pais-mais-conectado-do-mundoO ranking é um tipo de índice de desenvolvimento da tecnologia informática e telecomunicações. Ele é calculado a partir do nível de acesso às tecnologias, a utilização e a competência na área, levando em consideração a taxa de analfabetismo, o percentual da população que chegam aos níveis mais altos de estudo, além, claro, da disponibilidade de computadores, smartphones, telefones fixos e acesso à internet (fixa e móvel).

O relatório aponta também que o mundo já tem 3,2 bilhões de pessoas conectadas, ou cerca de 43,4% da população mundial. Em 2020, a expectativa é que 56% dos lares devem ter acesso à internet, mas só 53% da população global deve utilizar a rede.

No topo da lista está a Coreia do Sul, com nota 8,93 que se manteve no posto em comparação com 2010, seguido de perto pela Dinamarca, com pontuação de 8,88, e Islândia, com 8,86. Você pode conferir o top 10 abaixo, ou clicar neste link para ver o ranking completo.

 

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Fonte: Exame

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Internet 5G iniciará testes no Brasil a partir do ano que vem

Enquanto isso, continuamos sofrendo com o 3G!!

Metal antenna symbol with letters 5G on white
Metal antenna symbol with letters 5G on white

O primeiro teste da conexão 5G acontecerá no país em 2016, através de uma parceira da sueca Ericcson com a América Móvil e as universidades de São Paulo, Federal do Ceará e Unicamp.

O anúncio foi feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff à sede da empresa na Suécia nesta segunda (19). “Estou convencido de que a próxima geração de banda larga móvel e a Internet das Coisas, possibilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em áreas como saúde, educação, serviços de energia e agricultura, e em novas aplicações na indústria”, disse Hans Vestberg, presidente e CEO da Ericsson.

A Ericsson, juntamente com a América Móvil, realizará o primeiro teste de 5G no Brasil durante o ano de 2016. O projeto vai permitir que operadoras de telecom e seus parceiros, como instituições acadêmicas, agentes de saúde, energia e agricultura testem as funcionalidades da conexão em uma rede ao vivo.

Além disso, a Ericsson e a América Móvil também irão implementar um sistema de testes para Internet das Coisas (IoT). Essa iniciativa vai focar, especificamente, em aplicações de baixo consumo de bateria, como sensores de baixa potência para áreas remotas.

“Para o 5G, nosso foco é entender como os sistemas serão usados tanto pela sociedade quanto pela indústria. Para estar com redes comerciais prontas em 2020, a Ericsson fechou uma parceria com a América Móvil para o primeiro sistema de testes de 5G no Brasil, como uma demonstração clara da nossa vantagem competitiva, e, ao mesmo tempo, uma forma de levar a pesquisa para fora dos laboratórios e para redes de teste ao vivo.”

5G IIAlém da pesquisa de 5G com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que já falamos por aqui, a Ericsson também anunciou programas adicionais com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a serem realizados em 2017. Uma delas é a a Cyber-Physical Systems, que são redes que se comunicam sem intervenção humana. Eles poderiam, por exemplo, fornecer a base para sistemas rodoviários que se comunicam com autoridades rodoviárias em casos de emergência, sistemas de clima, que monitoram as condições da estrada, e carros autônomos.

Foi apresentado também o MiMo (multiple-input multiple-output), com a Universidade Federal do Ceará. Trata-se de sistemas de 5G com design transceptor com várias antenas em estações rádio base e terminais de usuários (MiMo). O objetivo é aumentar significativamente a capacidade dos sistemas de comunicação móvel atuais.

O teste de rádio da Ericsson demonstrou 5Gpbs em 2014 – a primeira no mundo – e a companhia está começando testes e medições ao ar livre. O objetivo é a implementação comercial completa até 2020.

Fonte: Mundo Bit

4G no Brasil: boa velocidade, mas a cobertura ainda é sofrível

Eu quase nunca consigo conectar em boa velocidade.

A OpenSignal publicou os resultados do estudo The State of LTE (que compara o 4G de diferentes países) correspondentes ao terceiro trimestre de 2015. Neles podemos observar que o Brasil, apesar de ter uma posição razoável entre os 68 países analisados ainda tem uma cobertura bastante deficitária.

Com uma velocidade média de 16 Mpbs, o Brasil aparece na frente de países como o Reino Unido, Japão e Alemanha. Mostrando os resultados das operadoras, podemos ver que a liderança é da Claro, com 20 Mpbs, seguida da Vivo (18 Mpbs), Oi (14 Mpbs), Tim (10 Mpbs) e a Nextel, na lanterna, com apenas 3 Mpbs.

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Pode-se argumentar que os números podem iludir um pouco, já que só agora as fabricantes estão começando a levar a tecnologia 4G para aparelhos mais baratos. Assim, a rede ainda não se popularizou, de modo que não há muito congestionamento na rede LTE, o que proporciona velocidades maiores. Será interessante observar se os números positivos se mantém dentro de um ou dois anos.

Já quando o assunto é cobertura, o Brasil não está indo tão bem assim, se encontrando próximo do fim da lista. Os dispositivos com 4G aqui no país têm acesso à rede apenas 50% do tempo, em média. A Claro e a Vivo estão na liderança, quando comparamos as operadoras, com 51% cada, seguidas pela Tim e pela Nextel, com 50%. Já a Oi tem apenas 42%.

Deve-se observar também o critério utilizado pela OpenSignal. A empresa se baseia em seu aplicativo, instalado voluntariamente por usuários, para medir a qualidade da internet móvel. Portanto, o relatório apresenta algumas distorções, já que ele não leva em consideração a quantidade de localidades cobertas com o 4G, apenas quanto tempo usuários de celulares com capacidade LTE conseguem ficar conectados a uma rede móvel da quarta geração.

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Fonte: Olhar Digital

Google cria tecnologia para melhorar reconhecimento de voz

Dá série: “Lá vem o Google de novo aí, gente!

Eu já acho o reconhecimento de voz deles muito bom. Imagino como será essa versão melhorada.

Google-voice-recognition-620x270A equipe de reconhecimento de voz do Google anunciou que a empresa conseguiu melhorar os modelos acústicos de sua rede neural, o que permitirá que os comandos de voz sejam reconhecidos com mais eficiência.

Graças a um recurso que a empresa chama de “Classificação Temporal Conexionista” e uma sequência de técnicas de treinamento discriminativas. O resultado é muito simples: se você tentar fazer uma busca por voz a partir de agora, o Google entenderá mais rápido, com mais precisão e com menos interferência de ambientes barulhentos, diz a empresa.

A equipe diz que a diferença é que a nova tecnologia usa a frase inteira falada, e não apenas fragmentos individuais de palavras, para identificar o que é dito. A tecnologia de redes neurais recorrentes permite identificar os sons da voz dentro de um contexto.

A novidade já está valendo desde já em vários lugares, permitindo reconhecer melhor comandos de voz e buscas no aplicativo do Google no Android e no iOS. Ela também já está presente no ditado para Android.

Fonte: Olhar Digital

Internautas brasileiros são os que mais recomendam marcas

Em um país onde as empresas e instituições têm pouquíssima confiança o boca a boca vale muito!

ConectadosMarcas podem comemorar. Pesquisa da SurveyMonkey com mais de 5.500 internautas em 11 países, incluindo o Brasil, revela que os internautas brasileiros são os que mais recomendam marcas para amigos ou parentes. Dos usuários de redes digitais no país entrevistados para o estudo, 94% declaram seguir alguma marca e 42%, que a recomendariam.

Perfis identificados no estudo como “promotores”, se encontram em sua maioria em países emergentes, com Índia (33%) e China (25%) aparecendo logo depois do Brasil. Na média global, apenas 19% dos entrevistados declara pertencer a este grupo de promotores. O Japão é onde menos internautas declaram hastear bandeira em defesa de uma marca, com apenas 1% dos indivíduos declarando fazê-lo.

O estudo revela ainda que 96% dos chineses declaram seguir alguma marca, superando o Brasil neste quesito. Logo atrás do Brasil, aparecem países como Índia (93%), Indonésia (91%) e Alemanha (84%).

Na média global, uma parcela de 84% dos respondentes declaram ser seguidores de marcas nas redes sociais. Entre este grupo, 63% querem em grande parte expressar sua satisfação por uma marca e 79% dizem que as empresas respondem seus comentários, estando a Indonésia à frente deste ranking (90%), seguida por Índia (87%) e Brasil (81%). Por outro lado, franceses (34%), americanos (28%) e japoneses (27%) dizem que as marcas não respondem seus comentários. Há ainda um grupo identificado no estudo como “compartilhadores”, mais engajado que os seguidores, mas falha na recomendação.

Compartilhar é o que importa

“Curtir” e “seguir” são importantes, mas o estudo da SurveyMonkey revela que as marcas estão começando a prestar mais atenção aos compartilhadores sociais, aqueles que não apenas seguem uma marca, mas vão além, compartilhando ativamente a sua experiência nas mídias sociais.

Seis em cada 10 respondentes declaram que compartilham conteúdos de marcas. O perfil desse público é de pessoas super conectadas nas redes sociais: em um dia normal, quase todos entram no Facebook (84%), metade visita o YouTube (51%) e 40% acessam o Twitter. A maioria (91%) se declara propensa a seguir uma marca e 69% o fazem para saber sobre produtos, ofertas e novidades. No entanto, 71% usam as redes sociais para falar de suas experiências ruins com as marcas.

O Brasil lidera o ranking dos que compartilham este tipo de experiências, com 78% dos internautas afirmando fazê-lo, seguido por Reino Unido (77%), Austrália (76%), Canadá (73%) e Indonésia (72%).

Os brasileiros estão também no topo do ranking dos que mais compartilham experiências positivas (95%), atrás apenas dos chineses (97%) e dos indianos (96%), mas à frente dos indonésios (94%) e dos japoneses (93%).

Fonte: IDG Now!

Empresas questionam e colocam Projeto Banda Larga Para Todos na berlinda

Isso  não tá cheirando bem…

projeto-banda-largaO Ministério das Comunicações detalhou seu novo plano de universalizar o acesso à internet, mas a reação das empresas de telecomunicações – e mesmo de aliados no governo e no Congresso – é de dúvida. Em debate no Painel Telebrasil 2015, o Banda Larga Para Todos foi descrito como um programa que mira na oferta e não na demanda e que não conseguirá reunir os recursos estimados.

“O momento é complicado para o Brasil, com a desaceleração da economia. Nas empresas há preocupações com o câmbio, aumento de insumos como energia elétrica, aumento da inadimplência e agregaria ainda a extremamente alta carga tributária. Certamente em termos de investimento nossa capacidade é limitada ou nula diante do cenário”, afirmou o presidente da Claro, Carlos Zenteno.

O plano descrito pelo governo às operadoras prevê fortes investimentos para a construção de 100 mil quilômetros de fibras ópticas. São investimentos próximos a R$ 50 bilhões, a serem alavancados a partir de subsídios de R$ 27 bilhões. “Mesmo com as subvenções, o plano exige investimentos fortes que as empresas não tem como fazer”, avaliou o diretor do Sinditelebrasil, Alex Castro.

A incredulidade, no entanto, não é apenas do setor privado. Também convidado ao debate, o vice-líder do governo no Senado, Walter Pinheiro (PT-BA) foi categórico: “Não tem como sair dinheiro para banda larga. Apontou-se para uma perspectiva de investimento que não se viabiliza. Não viabilizava antes, em momento de crise menos ainda. Não entendo como alguém poderia sair com os recursos para essa massificação da banda larga. Vai tirar dinheiro de onde?”

projeto-banda-larga IIAlém do dinheiro, parlamentar e empresas criticam o foco do plano em ampliar a oferta. “Expansão da banda larga tinha que começar pela demanda, não na infraestrutura”, reclamou Pinheiro. “Sou da escola em que demanda direciona investimentos”, emendou o chefe adjunto da assessoria de assuntos econômicos do Ministério do Planejamento, Marcos Ferrari.

O secretário de Telecomunicações do Minicom, Maximiliano Martinhão, insiste que o plano é viável e necessário. “Estamos em uma posição vexatória. Somos o quarto maior mercado de telecom do mundo com velocidades como as que temos. Somos o 89o no ranking. A gente não pode pensar que o sistema sem fio vai ser solução para grandes municípios brasileiros. Só fazendo investimento em fibra óptica vamos conseguir sair dessa posição.”

O colega do Planejamento, no entanto, indicou que o momento é discutir mudanças no modelo, a partir das quais poderão ser otimizados recursos do setor privado. “Temos um ano de crescimento negativo, em 2016 projeção de crescimento de 0,2%. Vamos supor que a gente permaneça no zero a zero nesses três anos, são três anos para sentarmos e discutirmos as questões regulatórias que estão travando os investimento nos diversos setores.”

Fonte: Convergência Digital

Novo plano de banda larga prevê R$ 27 bilhões em subsídios

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O Ministério das Comunicações apresentou às operadoras um desenho detalhado de como espera incentivar o mercado privado a investir em cerca de 100 mil quilômetros de fibras ópticas em busca dos objetivos do Banda Larga Para Todos, um projeto que visa a universalização do acesso à internet no Brasil com velocidade média de 25 Mbps nos próximos três a quatro anos.

“Todo o empreendimento de rede de transporte exige R$ 10 bilhões em VPL negativo. Para a rede de acesso, são R$ 17 bilhões. Ao todo, portanto, R$ 27 bilhões que o governo precisa cobrir”, resumiu o diretor do departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, ao expor os dados no Painel Telebrasil 2015, que acontece, em Brasília.

As metas do programa são chegar a 2019 com redes de transporte de dados com fibras ópticas em 90% dos municípios (hoje esse tipo de rede está em 47% deles); além de redes de acesso em fibra em 45% dos lares (hoje são menos de 10%). Com essa modernização na infraestrutura, a velocidade média das conexões passariam nesse período de 5 Mbps para 25 Mbps.

O raciocínio da modelagem apresentada é cobrir a diferença entre os investimentos necessários e a receita obtida com as futuras redes em regiões onde a iniciativa privada não se animou a ir apenas pelas forças de mercado. Daí a conta do Valor Presente Líquido Negativo, ou justamente o tamanho do subsídio para empatar aportes que sem os quais seriam projetos deficitários.

Esse subsídio virá leilões nos quais as empresas disputarão recursos públicos, que podem ou não ser associados ao Fistel. “Entrego dinheiro para empresas interessadas em cumprir a meta. Ganha quem pedir menos para o governo. Leva a obrigação de fazer e o dinheiro. A contrapartida será obrigação de abrir a rede para outras empresas, não vamos verticalizar essa rede”, disse Coimbra.

Para acomodar a subvenção ao fluxo de caixa do Tesouro Nacional, os recursos do governo podem ser esticados em até 10 anos. “Estamos trabalhando com metas a serem atingidas em quatro ou cinco anos, mas os desembolsos seguem para além de 2018, alguns até 2012, 2022”, explicou o diretor do departamento de Banda Larga.

O projeto prevê que a infraestrutura de transporte será por redes subterrâneas paralelas às rodovias. “O edital prevê oferta obrigatória com tarifa de capacidade de atacado. Fora isso, a empresa tem plena liberdade para seguir o modelo que quiser, disse Coimbra. A conta prevê que essa expansão na rede de transporte vai viabilizar uma queda de 55% nos preços de varejo.

No caso das rede de acesso, o foco será nas cidades com mais de 100 mil habitantes e regiões metropolitanas. Nelas serão permitidas redes híbridas, mas será exigido que entreguem velocidades de 100 Mbps. E haverá alguma oferta de varejo com preço fixado em edital. “Onde houver redes de acesso, a ideia é cobrir com fibras 100% dos domicílios da classe C e os lares da classe D com renda de até três salários mínimos”, explicou o diretor de Banda Larga.Assistam a entrevista concedida por Artur Coimbra, à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o 59º Painel Telebrasil.

Fonte: Convergência Digital

Popularidade das cinco principais redes sociais desacelera; WhatsApp cresce

Não tenho como dizer se essa é uma tendência duradoura, mas, em tecnologia, nada dura para sempre.

Popularidade-cinco-principais-redes-sociais-desacelera-WhatsApp-cresceO crescimento das cinco maiores redes sociais desacelerou ou estagnou, mas o uso de aplicativos de troca de mensagem e aqueles efêmeros, como o Snapchat e WhatsApp, está atualmente aumentando, revelou uma nova pesquisa Pew Research.

A última pesquisa sobre social media revela, pela primeira vez, dados sobre o uso de aplicativos de mensagem como uma atividade móvel independente. O relatório foi baseado em entrevistas feitas pelo telefone com 1.907 adultos americanos e conduzida entre março e abril de 2015.

Os resultados demonstram uma mudança em curso do consumidor, que tende a se afastar de serviços tradicionais para soluções mais simples, em resumo, aplicativos mais sofisticados que permitem expressar imediatamente impulsos sociais em dispositivos móveis.

A significante penetração desses aplicativos e as taxas de uso sugerem que plataformas sociais de nicho estão alcançando um ponto que pode eventualmente derrubar as estruturas da então estabelecida “indústria social”.

De acordo com a Pew, 36% de todos os usuários de smartphone e 49% das pessoas entre 18 e 29 anos usam aplicativos de mensagens, como o Facebook Messenger ou KiK. O relatório também identificou que 17% de todos os usuários de smartphone e 41% das pessoas na mesma faixa etária, usam posts que “desaparecem” ou se auto-apagam, caso do Snapchat.

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Facebook ainda domina cenário

O Facebook continua a se manter na liderança; 62% de todos os adultos americanos usam o serviço e 70% deles se conectam ao aplicativo, pelo menos, uma vez ao dia, diz a pesquisa da Pew. Mesmo que o crescimento de sua base de usuários nos Estados Unidos tenha estagnado, vale ressaltar que a companhia fundada por Mark Zuckerberg também opera dois dos aplicativos de mensagem mais populares: WhatsApp e Messenger tem mais de 800 milhões e 700 milhões de usuários ativos, respectivamente.

Já a base de usuários do Pinterest e Instagram mais que duplicou desde que a Pew começou a acompanhar plataformas de redes sociais, isso em 2012, apesar de que o crescimento de ambas diminuiu durante o último ano.

O LinkedIn também experimentou uma queda, o Twitter estagnou. Nenhuma das cinco plataformas – Facebook, Instagram, LinkedIn, Pinterest e Twitter tiveram um crescimento significante  em uso entre setembro de 2014 e abril de 2015, de acordo com a pesquisa.

O relatório também encontrou que 59% dos usuários do Instagram checam o aplicativo diariamente, 27% dos membros do Pinterest o fazem todos os dias e LinkedIn é checado diariamente por 22% dos usuários.

Enquanto o número total de usuários em aplicativos de mensagem ainda é tímido em comparação ao Facebook, a Pew determinou que 30% dos adultos online usam os aplicativos, incluindo WhatsApp, Kik e iMessage.

A popularidade das ferramentas ditas “efêmeras” também está numa crescente, mas elas se mantêm populares entre a população de adultos jovens. As taxas de uso caíram consideravelmente entre pessoas entre 30 e 49 anos, aponta a Pew, atingindo apenas 11%, comparados ao 41% de todos os adultos de 29 anos ou mais jovens.

Fonte: Computerworld

Brasil aparece com segundo preço mais barato na América Latina

Um estudo publicado pelo Instituto de Estudos Peruanos Aileen Agüero, a partir de levantamento feito pela rede de pesquisa DIRSI (Diálogo Regional sobre Sociedad de la Información), que utiliza metodologia da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), aponta que a banda larga no Brasil tem um dos preços mais baratos da América Latina.

A pesquisa, feita em 2014, com apoio do Centro Internacional de Pesquisa para o Desenvolvimento e da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional, considerou 1.391 planos de oferta de serviços fixos de 48 operadoras, em 20 países latino-americanos. O levantamento, feito anualmente pelo Instituto, mostra avanços positivos em toda a região, como a redução de 16%, em média, no preço da banda larga fixa em 2014 e de cerca de 30% nos últimos quatro anos.

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De acordo com o levantamento, divulgado pela Telebrasil, o Brasil aparece em segundo lugar entre os preços mais baratos de banda larga fixa, com um valor mensal de 12,4 USD PPP (dólar/paridade de poder de compra), atrás apenas da Costa Rica, onde o pacote custa 9,8 USD PPP por mês, com impostos. Na outra ponta, com o preço mais caro, aparece a Argentina, com 59 USD PPP.

Considerando os planos que mais refletem a realidade de cada país, o Brasil aparece como o preço mensal mais barato da América Latina. Também levando-se em conta o que é chamado de “plano típico”, o estudo mostra que Brasil e Uruguai ocupam as duas primeiras posições em termos de maiores velocidades oferecidas. A velocidade, no caso brasileiro, quase dobrou frente a 2013.

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No indicador de acessibilidade, que mede o custo médio da banda larga em relação ao PIB per capita, o Brasil também aparece bem avaliado, ocupando a quarta posição, com 2,8%, bem abaixo da média da região, que é de 8,2%. No caso da banda larga móvel pré-paga, o Brasil lidera o ranking dos planos mais baratos, que tenham pelo menos 110 MB de download, com 0,6 USD PPP. Na análise da banda larga móvel, o Instituto levou em conta um universo de 2.100 planos. O estudo completo pode ser acessado em http://www.telebrasil.org.br/posicionamentos/estudo.

Fonte: Convergência Digital

GOL terá internet WI-FI e entretenimento de bordo em seus voos

Nos países desenvolvidos wi-fi é oferecido em bancos  – no Brasil é proibido o uso de telefones nas agências -,metrôs, ônibus, estações de trêm e ônibus e, o melhor, normalmente de graça. O mesmo acontece com várias companhias aéreas, tendência que parece estar chegando ao Brasil. Porém, como o serviço dessas companhias está cada vez pior e menos grátis, fico com sérias dúvidas sobre como esse acesso será oferecido. Vamos ver….

gol-wifi-voosJá imaginou poder ler seus e-mails, acessar seus sites favoritos, redes sociais ou utilizar o Whatsapp e outros aplicativos no celular durante voos dentro do Brasil? A GOL será a primeira companhia aérea brasileira, da América do Sul e Central a oferecer acesso WI-FI à internet durante o período de voo. A plataforma incluirá também canais de televisão, programação por streaming com filmes, desenhos, séries e jogos, conteúdo pay-per-view, música e mapa de voo. Todo conteúdo online e off-line poderá ser facilmente acessado por meio de dispositivos móveis, como celular, tablet ou notebook do próprio cliente.

A GOL fechou parceria com a Gogo – líder em soluções de conectividade e entretenimento a bordo para o mercado aéreo mundial, para o lançamento desta plataforma de conectividade e entretenimento. Como parte do acordo, a Gogo vai equipar toda a frota da GOL com uma antena de última geração, o modelo 2Ku, IPTV, o mais novo método de transmissão de sinais televisivos e do sistema de streaming para filmes e outros.

Wi-fi aviãoA primeira aeronave com esta tecnologia está prevista para o primeiro semestre de 2016. A partir deste lançamento o cronograma é para que, em menos de três anos, 100% da frota GOL tenha o sistema disponível aos clientes, uma ótima notícia.

A GOL não adiantou se e quanto cobrará pelo serviço, mas, da mesma maneira que ocorre em outros países onde esta tecnologia já é utilizada, é provável que seja cobrada uma tarifa acessível. É possível também que algumas tarifas (por exemplo, Flexível – voos domésticos e Confort – voos internacionais) já incorporem o custo do WI-FI e que clientes Smiles de categorias Gold e Diamante tenham acesso sem custo.

Fonte: Melhores Destinos

Brasileiro passa 9,7 horas mensais nas redes sociais

Detalhe importante: esse número sobre demais se pensarmos apenas nas regiões Sul e Sudeste.

Quase metade (45%) da população brasileira tem acesso à internet e, grande parte do tempo online é passado nas redes sociais. Segundo o estudo “Futuro Digital em Foco BGrasil 2015”, os internautas brasileiros passam, em média, 9,7 horas por mês nas plataformas sociais. Além disso, o País é campeão no consumo de social media, seguido por Filipinas, Tailândia, Colômbia e Peru. A Infobase Interativa reuniu os principais dados do estudo no infográfico abaixo.

Confira:

 

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Fonte: Meio & Mensagem

Microsoft está desenvolvendo um serviço para oferecer wi-fi no mundo todo

Será?

MicrosoftA Microsoft está desenvolvendo um serviço multi-plataforma que irá oferecer wi-fi “sem complicações” pelo mundo.

O novo serviço, chamado de Microsoft WiFi, foi visto pela primeira vez pelo usuário do TwitterWalking Cat — desde então, o site do produto foi substituído por uma imagem escrita “em breve”.

Mas em uma declaração ao site VentureBeat, um representante da Microsoft confirma que o serviço está em desenvolvimento.

“Podemos confirmar que estamos trabalhando em um novo serviço, chamado Microsoft WiFi, que irá levar wi-fi sem complicações para milhões de pessoas”, disse. “Estamos ansiosos para compartilhar novos detalhes assim que eles estiverem disponíveis.”

World wi-fiO Microsoft WiFi funcionaria em aplicativos no iOS, Android, OS X e, obviamente, Windows, e o wi-fi estaria disponível por meio de diversos provedores hotspot em todo o mundo.

Porém, o serviço não será gratuito no seu lançamento. Os usuários supostamente deverão ser assinantes do Skype Wi-fi, trabalhar em empresas que usem o Microsoft Office 365 Enterprise ou usar alguma oferta especial da Microsoft para WiFi.

A empresa deve fazer um anúncio oficial do serviço nas próximas semanas, mas ainda não se sabe quando ele será lançado.

Fonte: Info Abril

Peso econômico da internet no Brasil já supera o de áreas tradicionais

Não há muitos dados sobre a relevância econômica da internet no Brasil, mas uma pesquisa inédita da Associação Brasileira de Internet (Abranet), cujos resultados foram antecipados ao Valor, mostra que o setor já ganhou um peso maior que o de muitas áreas tradicionais.

Internet na Copa do MundoEm 2014, a receita das mais de 139,7 mil empresas de internet ultrapassou R$ 144 bilhões, com crescimento de 12,5% na comparação com 2013. O setor representou 1,74% da receita de R$ 8,28 trilhões obtida por todas as empresas brasileiras no ano passado. É mais que setores como alimentação fora de casa (1,13%), educação (1,03%), produtos têxteis (0,71%) e transporte aéreo (0,44%).

Essa fotografia também mostra que a maior parte dos negócios de internet no país (42%) tem receita de até R$ 360 mil. O crescimento nesse segmento foi de 7,9%, influenciado pela abertura de empresas iniciantes.

Ao todo, as companhias de internet empregaram 370,5 mil pessoas, um incremento de 7,6% em 12 meses. Em média, os trabalhadores do setor receberam salário anual de R$ 40,3 mil, alta de 13,3% ­ um ganho real de quase 7%. “É um setor importante e que tem crescido”, disse Eduardo Parajo, presidente do conselho executivo da Abranet.

dedo e dinheiroOs números vão ajudar a associação a dialogar com o governo para definir políticas para o setor. Entre elas, Parajo ressalta a manutenção da desoneração da folha de pagamento ­ concedida em 2012 e que está sob revisão por conta do ajuste fiscal ­ e unificação do PIS e do Cofins. “Se as empresas que pagam 3% hoje passarem a pagar 8%, isso vai prejudicar muito o setor. Especialmente em um momento em que a economia está ruim, a inflação está em alta e as pessoas podem pensar em cortar gastos, com possível impacto nos serviços de internet”, disse. Em 2014, as empresas de internet responderam por R$ 1,60 de cada R$ 100 arrecadados sob a forma de impostos pelo governo federal, o equivalente a R$ 19 bilhões ­ alta de 10% em relação a 2013.

O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) e levou em conta dados da Receita Federal e do Ministério do Trabalho. Foram excluídos os números das grandes operadoras de telecomunicações. O estudo não inclui empresas de tecnologia como Microsoft, IBM, Stefanini etc. Isso porque algumas delas têm classificação de atividade econômica diferentes das que foram usadas pelo IBPT. A ideia, segundo Parajo, é aperfeiçoar o levantamento com o tempo.

Fonte: Valor Econômico

Governo quer garantir acesso à banda larga para 95% dos brasileiros até 2018

E o Canecão vai reabrir, a corrupção vai acabar, a burocracia morrer, a Saúde melhorar….

Banda Larga LentaO ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, disse que a nova fase do Programa Banda Larga para Todos tem como meta garantir o acesso ao serviço para 95% da população até 2018. Assim, estima-se um total de 300 milhões de acessos à banda larga, no ano da projeção. Para chegar a esses números, o governo terá o desafio de criar condições para baratear o custo do serviço, inclusive em comunidades de difícil acesso.

“Há um estudo das Forças Armadas que quer fazer fibra ótica sub-aquática em todos rios da Amazônia. Passar na floresta é algo absolutamente complexo. Portanto é mais rápido lançá-las nos rios da região”, disse Berzoini durante audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

IC_canecão_chicobuarqueSegundo o ministro, serão necessários entre R$ 6 bilhões e R$ 8 bilhões para o projeto. “Para localidades onde a fibra ótica não tenha chegado, a ideia é usar satélites. Ano que vem lançaremos um satélite para comunicação militar que ajudará a levar internet para locais onde a fibra ótica não é acessível”, disse Berzoini.

O ministro afirmou ainda que as constantes mudanças tecnológicas encarecem os serviços prestados pelo setor de telecomunicações. Nesse sentido, ele defendeu um tratamento orçamentário diferenciado para este setor no ajuste fiscal em curso.

Fonte: Info Abril

Tempo gasto em redes sociais no Brasil é 60% maior do que a média global

A pesquisa não surpreende. O brasileiro é viciado em internet e em redes sociais. Portanto, ter um tempo de conexão maior que a maioria dos outros povos é lógico, como diria Spock.


O Brasil é líder global em relação ao tempo gasto nas redes sociais. Em média, os usuários navegam cerca de 21 minutos a cada visita. O intervalo é 60% maior do que a média mundial, segundo a empresa de pesquisa de mercado ComScore. Na Argentina, o acesso dura 15 minutos.

O dado é do levantamento Digital Future in Focus 2015, que analisa as principais tendências de consumo digital no país, apresentado em webinar na terça-feira, 12. “O engajamento do brasileiro sempre foi um dos mais altos nas redes sociais, desde o Orkut. É uma questão cultural. Não existe no horizonte nenhum sinal de que isso vá diminuir”, disse o vice-presidente da ComScore para América Latina, Alex Banks.

Mais atraídos pela web do que o público mundial, os brasileiros passam em média 25,6 horas online por mês, a maior parte do tempo nas redes sociais. O restante do período é dividido visitando endereços das categorias portais, serviços (e-mail, mensageiros) e sites de entretenimento.

Fonte: Comunique-se

Reino Unido pode ser obrigado a fazer racionamento da internet

A crise energética é grave mesmo!

Racionamento de InternetO Reino Unido pode ser obrigado a fazer um racionamento da internet, após especialistas alertarem que a rede de computadores pode consumir boa parte da energia elétrica do país nos próximos 20 anos.

Atualmente, a internet gasta 8% da energia do Reino Unido, com a transmissão e armazenamento de dados, além do uso de smartphones, laptops e televisões. A demanda dobra a cada quatro anos, segundo estimativas.

Andrew Ellis, professor de comunicações ópticas na universidade Aston, afirma que o racionamento do uso de internet ou sobretaxar a internet são medidas a ser consideradas.

O especialista diz que as maiores operadoras de telefonia no país gastam a mesma energia elétrica do que a produção de três usinas nucleares e o aumento da demanda por internet pode consumir toda a energia produzida no país até 2035.

LondresOutro problema é o fato da população local estar perto de ocupar toda a capacidade da rede de cabos do país, com a demanda cada vez maior de sites de streaming de vídeos como YouTube e Netflix. Segundo pesquisadores, os cabos de fibra óptica devem atingir seu limite de tráfego nos próximos oito anos.

“Desde o primeiro modem, a capacidade de conexão está aumentando exponencialmente, dobrando a cada dois anos”, afirma ao jornal Daily Mail o professor Ellis. “Não conseguiremos mais aumentar a capacidade em uma fibra e há sinais de desaceleração desde 2010.”

Ellis afirma que mais cabos deverão ser instalados para que a comunicação melhore no país, mas diz que “é provável que haja algum tipo de administração de demanda. Um jeito é racionar e outro é cobrar ou taxar os provedores.”

“Se não consertarmos isso em 10 anos, a internet irá custar mais caro”, afirma o especialista, que irá apresentar um projeto de contenção a Royal Society, instituição oficial que promove o conhecimento científico.

Fonte: Info Abril

Governo estuda lançar banda larga popular com velocidade de 25 Mbps

Do jeito que anda a minha conexão, acho que eu vou querer essa banda larga popular!

Banda Larga LentaO projeto Banda Larga para Todos pode ganhar novidades bastante animadoras em breve. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o Ministério das Comunicações, em meio a um ajuste fiscal, se prepara para levar o programa a 98% dos lares brasileiros até 2018, usando recursos de um fundo setorial que hoje ajuda o governo a fazer caixa para pagar juros de sua dívida.

A ideia faz parte de uma promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff, que pretende universalizar a internet e elevar a velocidade das conexões a patamares de outros países, como a Coreia do Sul, onde a rede é de 25 Mbps. É justamente essa a velocidade que o governo planeja alcançar com o Banda Larga para Todos, ampliando em quase nove vezes a média atual de velocidade em território nacional, que é de 2,9 Mbps.

Segundo a Folha, para tornar o projeto realidade, o governo estuda fazer parcerias público-privadas com as operadoras ainda no primeiro semestre deste ano. Para tal, o governo entraria com R$ 15 bilhões e as teles com R$ 35 bilhões. Os recursos públicos sairiam do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), que hoje conta com R$ 47 bilhões em caixa e ajuda a pagar as contas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e outros fundos setoriais.

Para receber esse dinheiro, as operadoras teriam de participar de uma concorrência conhecida como leilão reverso, quando recebem as quantias em vez de gastá-las ou investi-las – assim como aconteceu no leilão da internet móvel de quarta geração (4G). Os R$ 15 bilhões do Fistel seriam usados inicialmente pelas teles, que fariam investimentos próprios em uma segunda etapa, quando o programa já estivesse em curso.

O plano do governo é ambicioso, e as operadoras reconhecem isso. No entanto, elas dizem não ter como bancar R$ 35 bilhões em investimentos sem comprometer seu retorno ao prestar esse tipo de serviço, ainda mais agora que o país passa por um momento de crise na economia e contenção de gastos. Atualmente, a média anual de investimento das teles é de 15% a 20% da receita, mas para atingir o patamar estabelecido pelo Banda Larga para Todos, seria preciso aumentar essa proporção a cerca de 30% com a construção de fibra óptica, que ficaria ociosa na maior parte dos locais.

Uma possível solução para contornar esse problema seria usar o próprio Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) para estabelecer uma meta de conexão, só que, em vez dos 25 Mbps, o objetivo seria 10 Mbps – pelo menos num primeiro momento. Neste caso, as empresas investiriam na rede existente de fios de cobre, encurtando a distância entre as centrais das operadoras e as caixas que fazem as conexões com os domicílios.

A assessoria do ministério confirmou que o projeto está em fase de elaboração, mas não comentou detalhes, dizendo apenas que se tratam de estimativas. O Tesouro Nacional disse ainda que não participa do desenvolvimento do programa.

Fonte: Canaltech

Sistema Windows Phone ganha aplicativo que mede banda larga

anatel-aplicativo

Agora está disponível para os celulares com sistema Windows Phone o aplicativo Serviço Móvel, da Agência Nacional de Telecomunicações. A ferramenta permite consultar a qualidade dos serviços de voz, conectividade e de dados nas redes das operadoras de telefonia celular em todos os municípios brasileiros.

É possível consultar o ranking das operadoras, construído a partir dos indicadores de acessibilidade, conexão, quedas e desconexão aferidos. O usuário pode acompanhar, ainda, a evolução da qualidade de cada operadora a partir da consulta ao histórico desses indicadores em intervalos de até 12 meses.

O aplicativo permite também informar as estações licenciadas e em funcionamento e suas respectivas tecnologias (2G, 3G e 4G), por operadora. Com isso, os usuários poderão se informar melhor sobre a disponibilidade do serviço. A consulta pode ser ativada por meio do sistema de geolocalização do celular ou manualmente, em que o usuário escolhe o município que deseja pesquisar. As informações são atualizadas mensalmente pela Anatel.

As barras em amarelo e em vermelho indicam o descumprimento dos parâmetros de qualidade estabelecidos.

A ferramenta já estava disponível para celulares com sistemas Android e iOS, nas lojas de aplicativos Google Play e Apple App Store, respectivamente, e foi baixado mais de 300 mil vezes. Também é possível realizar a consulta por meio de uma versão web disponível na página da Anatel na internet ou pelo endereço http://gatewaysiec.anatel.gov.br/mobileanatel.

Fonte: Agência Gestão CT&I

Brasil é o sétimo país no ranking global de uso da Internet

Internet around the WorldSocializar é o principal uso da Internet para a maioria das pessoas. Notícias, informações de saúde, serviços públicos e empregos aparecem em seguida em uma lista que ainda inclui serviços financeiros e compras online. Elaborada pelo americano Pew Research Center, o levantamento reúne dados de 32 países classificados emergentes ou em desenvolvimento.

As preferências podem variar um pouco, assim como o uso de certas ferramentas ou aplicativos. Afinal, o próprio acesso é muito desigual. O Chile se destaca como o país pesquisado com maior proporção de adultos que usam a rede mundial diariamente (83%). Nessa relação específica o Brasil aparece em sétimo (75%). Nicarágua e Uganda, ambos com 32% de uso diário pelos adultos, são os últimos da lista.

Entre os pesquisados, 86% dizem usar a rede para se manter em contato com amigos e familiares – sendo que 82% fazem isso através de algum aplicativo como Facebook, Twitter ou redes sociais locais (a proporção no Brasil é rigorosamente igual a média de 82%).

A busca por notícias aparece como segundo uso, com mediana de 54%. O Brasil aparece com 58%, mesmo percentual daqueles que costumam usar a rede para obter informações relacionadas à saúde. No geral dos países avaliados, saúde aparece com 46% das respostas para qual o uso da Internet.  Também no geral, 42% buscam informações sobre serviços públicos (47% no Brasil).

Em geral, música e filmes (72%), esportes (56%) e comentários sobre produtos comprados (37%) são os assuntos mais badalados das redes sociais. Política aparece na lanterna (34%). No Brasil, os percentuais são, respectivamente, 80%, 61%, 58% e 33%.

Ainda nos principais usos da rede, a busca por emprego aparece com 35%. Apenas 22% do total dizem usar a Internet para realizar transações financeiras, bancárias. E somente 16% fazem compras online. No Brasil, a preferência é invertida: 31% dizem adquirir produtos pela rede, enquanto 26% fizeram ou receberam pagamentos. Na Polônia (58%) e na China (52%) comprar pela rede é muito mais comum.

Entre a divisão de atividades proposta pela pesquisa do Pew Research Center, a atividade online menos frequente é o estudo. Em geral somente 13% dos usuários da Internet nos países analisados assistiram a uma aula pela rede ou fizeram algum curso que emite certificado. O índice é maior no Brasil, onde chega a 21%. O destaque é a Colômbia, com 30%.

Os dados da pesquisa podem ser acessados via www.pewresearch.org.

Fonte: Convergência Digital

Facebook e Google lideram tráfego de internet móvel no Brasil

Essa é uma daquelas notícias que não surpreendem ninguém, mas merecem ser destacadas.

google11Os aplicativos de redes sociais e de streaming de vídeo praticamente dominam o tráfego nos aparelhos mobile, de acordo com uma nova pesquisa da Ericsson feita em dezembro de 2014.

Segundo o relatório Mobility Report, cerca de dois terços do tráfego de dados de apps em redes móveis estão concentrados em cinco aplicativos, especialmente nas duas categorias citadas acima.

FB e Google dominam Brasil

O aplicativo do Facebook foi o número em todos os países estudados pela empresa, incluindo o Brasil, onde o app responde por 28% do tráfego móvel, à frente do navegador Chrome, com 16%, do YouTube, com 15%, do WhatsApp, com 13%, e do Instagram, com 6%.

Vale notar que os apps do WhatsApp e do Instagram são do próprio Facebook, enquanto que o Chrome e o YouTube são do Google. Ou seja, as duas empresas dominam o mercado de apps móveis por aqui com 78% do tráfego de apps em redes móveis.

facebookOutros países

Já nos EUA, o Facebook (16%) ficou à frente do YouTube (15%) e do Netflix (12%), que completaram o top 3 daquele país. Na Espanha e na Coreia do Sul, a rede social de Zuckerberg também aparece em primeiro lugar, com 20% em cada país.

Vídeo em alta

Outra conclusão do relatório da Ericsson é que o vídeo basicamente comanda o crescimento do tráfego. A previsão de crescimento do segmento é de 45% ao ano, até 2020. Ao longo dos próximos seis anos, o tráfego total de vídeo deve crescer 17 vezes mais do que nos últimos seis anos.

Fonte: Computerworld

Estudo aponta que o uso da internet no Brasil cresceu com os smarthphones

Essa é daquelas que, se fossem inglesas, entrariam na série “Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras”.

Imagino o quanto pagaram por isso.

Smartphones-UsersO uso da internet tem crescido e se consolidado por meio dos smartphones. A edição 2015 da Pesquisa Brasileira de Mídia (PBM), encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), mostrou que 66% dos entrevistados usaram o celular para acessar a rede, enquanto na edição anterior, o número chegou a 40%.

O computador continua como o meio mais utilizado, mas perdeu espaço. Em um ano, caiu de 84% para 71% das respostas no levantamento. Além disso, a pesquisa destaca que 49% dos brasileiros utilizam a internet com alguma regularidade. O tempo médio gasto nela chega a 4h59 horas nos dias úteis e 4h24 horas nos fins de semana, superior ao dedicado com a televisão, que alcança 4h31 nos dias de semana e 4h14 aos sábados e domingos.

A internet é apontada como o meio de comunicação mais utilizado por 42% dos brasileiros, atrás da televisão (93%) e do rádio (46%). Os principais motivos de uso são para entretenimento (67%) e informação (67%). O levantamento mostra ainda que as redes sociais mais populares são o Facebook (83%), Whatsapp (58%), Youtube (17%) e Instagram (12%).

A edição deste ano contou com mais de 18 mil entrevistas feitas entre 5 e 22 de novembro de 2014. A pesquisa traz dados sobre o consumo de televisão, rádio, internet, jornal, revista e confiança nas informações da mídia.

Fonte: Agência Gestão CT&I

As marcas mais reconhecidas da web brasileira

Sabe aquelas listas que são interessantes de ver, mas que mudam quase nada na sua vida? Pois bem, esta é mais uma delas (ou você vai comprar um produto apenas porque a marca veio a sua cabeça?).

premio-top-of-mind-internet-1370637604094_571x380O UOL anunciou, mês passado, o resultado da oitava edição do Top of Mind Internet. A premiação, realizada pelo Instituto de Pesquisa Datafolha, foi dividida em 22 categorias, desde de produtos eletrônicos a alimentação. No total, 2.166 pessoas, maiores de 14 anos, e que acessam a internet pelo menos três vezes por semana responderam à pergunta “qual a primeira marca que vem à cabeça quando pensa em internet?”. A pesquisa foi feita em fevereiro de 2014 em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Confira os vencedores de cada categoria:

1 – Eletrodoméstico (nova categoria) – Brastemp
2 – Aparelho de TV – Samsung
3 – Câmera Digital – Samsung
4 – Computador e Notebook – Samsung
5 – Tablet (nova categoria) – Samsung
6 – Operadora de telefonia celular – TIM
7 – Aparelho de celular – Samsung
8 – Banco – Itaú
9 – Cartão de Crédito – Visa
10 – Companhia Aérea – TAM
11 – Automóvel – Fiat
12 – Carnes e Congelados (nova categoria) – Friboi
13 – Cerveja – Skol
14 – Iogurte (nova categoria) – Danone
15 – Refrigerante – Coca-Cola
16 – Lanchonete – Mc Donald´s
17 – Loja de eletroeletrônico/eletrodoméstico (nova categoria) – Casas Bahia
18 – Loja de perfumes e cosméticos (nova categoria) – O Boticário
19 – Operadora de TV Paga – Net
20 – Higiene Bucal (nova categoria) – Colgate
21 – Perfume e desodorante (nova categoria) – O Boticário
22 – Artigo Esportivo – Nike e Centauro

Fonte: ProXXIma

 

3G só vai chegar a todos os brasileiros em 2019

Depois da porrada alemã, decidi relembrar essa outra notícia triste.

Slow-iPhoneO ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, previu que a cobertura gradativa da rede 3G só atenderá todo o país em 2019. “É razoável que as empresas façam investimentos dos grandes centros para os pequenos centros”, justificou.

Segundo Bernardo, a falta de estrutura é a principal vilã para a sobrecarga do sinal. “Às vezes tem cinco mil pessoas usando a mesma antena, é evidente que não vai funcionar”, diz ele ao apontar a “Lei de Antenas”, aprovada no Senado, como solução para atenuar a dificuldade técnica.

O Plano Nacional de Banda Larga também esteve em pauta. Para o ministro, é preciso investir nas redes de transporte para estender a fibra óptica às regiões afastadas. Atualmente, quase metade das cidades brasileiras (47%) não tem acesso a esta tecnologia que oferece internet mais rápida e estável.

O maior desafio será levar conexões para as cidades localizadas em regiões de mata densa, como a Floresta Amazônica. Construir infraestrutura de fibra na floresta só seria possível com cobertura de satélites.

Fonte: Olhar Digital

Rio investe em rede própria

A notícia não é nada nova, mas é sempre um factóide que merece reaquecimento

O Rio de Janeiro está investindo na criação de uma rede de fibra óptica do governo municipal, com a previsão de 560 quilômetros de extensão.

O projeto entra no orçamento de R$ 10 milhões de um fundo de ciência e tecnologia da cidade.

De acordo com o secretário municipal de ciência e tecnologia, Franklin Coelho, neste momento o fundo está sendo regulamentado e a expectativa é que os primeiros editais saiam no segundo semestre e poderão ser conduzidos por meio de convênios com o CNPq e a Finep.

Segundo maior Pib do país, estimado em cerca de R$ 140 bilhões, o Rio é sede das duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil.

O setor de serviços abarca a maior parcela do PIB (65,52%), seguido pela arrecadação de impostos (23,38%), pela atividade industrial (11,06%) e pelo agronegócio (0,04%).

Pesquisa da consultoria Mercer aponta que o Rio de Janeiro está entre as cidades mais caras do mundo, colocada na posição 12 em 2011, 17 postos acima de sua classificação de 2010, e superada por São Paulo (posição 10), mas na frente de cidades como Londres, Paris, Milão e Nova York.

Apesar dos indicadores, o investimento planejado pelo Rio ainda está abaixo do executado por cidades com PIB inferior, como a capital catarinense, Florianópolis, que destinou R$ 15 milhões para investimento em projetos da área a partir de 2013.

Fonte: Baguete

PayPal tem novo rival na corrida dos pagamentos offline

O PayPal, serviço de pagamentos online controlado pelo eBay, acaba de encontrar novo rival em sua corrida para desenvolver um sistema de pagamento móvel que possa ser usado em lojas físicas.

A Boku, uma grande companhia de pagamentos móveis online que conta com investimentos de grupos de capital para empreendimentos como a Andreessen Horowitz e a Benchmark Capital, revelou na quinta-feira um novo serviço que permite que pessoas realizem pagamentos com seus celulares em quaisquer estabelecimentos que aceitem cartões de crédito.

Fonte: UOL

A Boku já oferece um serviço de cobrança em conta telefônica via 230 operadoras de telefonia móvel, entre as quais AT&T, Vodafone Group e Verizon Communications, em mais de 60 países. O serviço permite que as pessoas paguem usando seus números de celular e inclui os valores debitados em suas contas mensais de telefonia móvel.

A cobrança via operadora normalmente fica limitada a compras online de baixo valor, seja via computador pessoal ou por meio de aplicativos móveis.

A nova plataforma da Boku, conhecida como Boku Accounts, permite compras em lojas físicas, um mercado muito maior. O serviço será oferecido aos assinantes por suas operadoras, com suas marcas, e a Boku operará o sistema primário.

O lançamento faz da Boku concorrente direta do PayPal, que está promovendo o uso de seu popular serviço online de pagamentos em lojas físicas. O Google também está tentando introduzir seu serviço Google Wallet em lojas, por meio de parcerias com gigantes como MasterCard e Citigroup.

O sistema de pagamento em loja da PayPal funciona nos terminais existentes de ponto de venda do varejo, mas torna necessária uma atualização de software. O Google Wallet funciona com celulares que disponham de chips Near-Field Communication (NFC) e para lojas que usem terminais que operem com essa tecnologia.

O serviço da Boku inclui uma etiqueta que os usuários podem colar aos seus celulares e faz de qualquer aparelho um celular NFC. Também inclui um cartão de débito que pode ser lido nos terminais existentes do varejo, sem atualização de software, de acordo com a companhia.

“Queremos tornar o sistema disponível em qualquer loja”, disse Ron Hirson, co-fundador da Boku. “Não é preciso um celular novo ou um terminal novo”.