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Popularidade das cinco principais redes sociais desacelera; WhatsApp cresce

Não tenho como dizer se essa é uma tendência duradoura, mas, em tecnologia, nada dura para sempre.

Popularidade-cinco-principais-redes-sociais-desacelera-WhatsApp-cresceO crescimento das cinco maiores redes sociais desacelerou ou estagnou, mas o uso de aplicativos de troca de mensagem e aqueles efêmeros, como o Snapchat e WhatsApp, está atualmente aumentando, revelou uma nova pesquisa Pew Research.

A última pesquisa sobre social media revela, pela primeira vez, dados sobre o uso de aplicativos de mensagem como uma atividade móvel independente. O relatório foi baseado em entrevistas feitas pelo telefone com 1.907 adultos americanos e conduzida entre março e abril de 2015.

Os resultados demonstram uma mudança em curso do consumidor, que tende a se afastar de serviços tradicionais para soluções mais simples, em resumo, aplicativos mais sofisticados que permitem expressar imediatamente impulsos sociais em dispositivos móveis.

A significante penetração desses aplicativos e as taxas de uso sugerem que plataformas sociais de nicho estão alcançando um ponto que pode eventualmente derrubar as estruturas da então estabelecida “indústria social”.

De acordo com a Pew, 36% de todos os usuários de smartphone e 49% das pessoas entre 18 e 29 anos usam aplicativos de mensagens, como o Facebook Messenger ou KiK. O relatório também identificou que 17% de todos os usuários de smartphone e 41% das pessoas na mesma faixa etária, usam posts que “desaparecem” ou se auto-apagam, caso do Snapchat.

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Facebook ainda domina cenário

O Facebook continua a se manter na liderança; 62% de todos os adultos americanos usam o serviço e 70% deles se conectam ao aplicativo, pelo menos, uma vez ao dia, diz a pesquisa da Pew. Mesmo que o crescimento de sua base de usuários nos Estados Unidos tenha estagnado, vale ressaltar que a companhia fundada por Mark Zuckerberg também opera dois dos aplicativos de mensagem mais populares: WhatsApp e Messenger tem mais de 800 milhões e 700 milhões de usuários ativos, respectivamente.

Já a base de usuários do Pinterest e Instagram mais que duplicou desde que a Pew começou a acompanhar plataformas de redes sociais, isso em 2012, apesar de que o crescimento de ambas diminuiu durante o último ano.

O LinkedIn também experimentou uma queda, o Twitter estagnou. Nenhuma das cinco plataformas – Facebook, Instagram, LinkedIn, Pinterest e Twitter tiveram um crescimento significante  em uso entre setembro de 2014 e abril de 2015, de acordo com a pesquisa.

O relatório também encontrou que 59% dos usuários do Instagram checam o aplicativo diariamente, 27% dos membros do Pinterest o fazem todos os dias e LinkedIn é checado diariamente por 22% dos usuários.

Enquanto o número total de usuários em aplicativos de mensagem ainda é tímido em comparação ao Facebook, a Pew determinou que 30% dos adultos online usam os aplicativos, incluindo WhatsApp, Kik e iMessage.

A popularidade das ferramentas ditas “efêmeras” também está numa crescente, mas elas se mantêm populares entre a população de adultos jovens. As taxas de uso caíram consideravelmente entre pessoas entre 30 e 49 anos, aponta a Pew, atingindo apenas 11%, comparados ao 41% de todos os adultos de 29 anos ou mais jovens.

Fonte: Computerworld

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Redes sociais são apps mais usados no País

Redes Sociais IAs redes sociais e os comunicadores por mensagens são os aplicativos mais populares do país, de acordo com a pesquisa Mobile Report, da Nielson IBOPE. Entre os dez apps mais usados, quatro pertencem a essa categoria e dois são de e-mail.

Por outro lado, o uso dos aplicativos de bancos está crescendo e um deles já aparece no top 10, enquanto quatro estão no top 20.

Os hábitos relacionados a tablets também foram investigados. Enquanto os adultos são os que mais usam os aparelhos nos domicílios brasileiros (54%), as crianças estão em segundo ligar na lista, com 28%. O tablet é usado, principalmente, para jogos, mas também se destaca o uso para redes sociais, vídeos e e-mail.

A pesquisa foi realizada pela internet com 881 usuários brasileiros de smartphones de 29 de maio e 9 de junho deste ano.

Fonte: ProXXIma

Facebook e Google dominam tempo gasto por usuários em apps

A notícia não traz nenhuma novidade, mas dados que podem ajudar nas reflexões sobre vantagens e desvantagens da era das redes sociais.

Social Media Logotype BackgroundA batalha pela supremacia no mundo móvel se concentra em dois competidores. Juntos, Facebook e Google respondem por um em cada quatro minutos que os norte-americanos passam em dispositivos móveis. O dado é da Forrester Research, que rastreou o uso dos smartphones de 1721 pessoas por um período de três meses.

A coleção de aplicativos do Facebook — que inclui Messenger, Instagram e Whatsapp – responde por 13% do tempo gasto pelos usuários. A gigante das redes sociais também marcou presença considerável no mercado de apps corporativos, responsável por 8% do tempo passado em smartphones.

A oferta mais ampla e diversa do Google – com serviços como Gmail, Chrome e YouTube – tomou cerca de 12% do tempo dos consultados pela pesquisa. Players remanescentes como Apple, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay demandaram entre 1% e 3% do tempo dos usuários.

A Forrester ressaltou que seu sistema de rastreamento não registra de forma exata o tempo passado em apps pré-instalados, reduzindo de forma significativa o percentual do Google, que possui diversas de aplicações nativas no Android.

Outros apps sociais, como Twitter, Snapchat e LinkedIn, registram vasta audiência em categorias-chave, mas “falharam em dominar ou expandir seus nichos” e não equivalem a 1% do tempo gasto nos dispositivos móveis, apontou o relatório.

Os minutos ou horas passadas em cada serviço e a receita associada são importantes, mas a principal medida do poder desses serviços é a recorrência do que a Forrester chama de “momentos mobile”, ou “todo minuto que um usuário passa em um app junto com os dados que coleta durante esse período”.

O relatório assinala que as empresas ganham poder no setor móvel quando dominam uma audiência (os tais “momentos mobile”) ou dados de consumidor e podem monetizar esses ativos enquanto ditam as regras.

Fonte: Computerworld

Brasileiro passa 9,7 horas mensais nas redes sociais

Detalhe importante: esse número sobre demais se pensarmos apenas nas regiões Sul e Sudeste.

Quase metade (45%) da população brasileira tem acesso à internet e, grande parte do tempo online é passado nas redes sociais. Segundo o estudo “Futuro Digital em Foco BGrasil 2015”, os internautas brasileiros passam, em média, 9,7 horas por mês nas plataformas sociais. Além disso, o País é campeão no consumo de social media, seguido por Filipinas, Tailândia, Colômbia e Peru. A Infobase Interativa reuniu os principais dados do estudo no infográfico abaixo.

Confira:

 

redes-sociais-infográfico
Fonte: Meio & Mensagem

Estudo revela horários de pico nas redes sociais

Os melhores horários para postar nas redes sociais estão sempre mudando, dependendo de quem faz a pesquisa. Esse é um assunto que parece que deve ser avaliado levando-se em conta o conteúdo produzido.  Minha experiência ensinou que para cada veículo há uma verdade diferente. Entretanto, acho válido que os que não podem fazer esse tipo de medição se guiem por alguma pesquisa.

Melhores horário redes sociais II

O Scup, serviço especializado em monitoramento, gestão e análise de mídias sociais, divulga os resultados da quinta edição de seu estudo “Horários Nobres das redes sociais”. Na edição que reuniu dados referentes a 2014, foram percebidas mudanças no comportamento dos usuários do Facebook. O Instagram foi a rede social que apresentou o maior crescimento, cerca de 235%. O estudo analisou 170.708.117 menções no total, 97% a mais que na edição anterior.

“Alguns comportamentos se solidificaram da edição 2014 para a edição 2015. O que mais chamou a atenção foi o Twitter, que se tornou uma segunda tela poderosa”, conta Fabio Marques, Gerente de Marketing do Scup.

Nos dias que antecedem o final de semana, quinta e sexta-feira, o Facebook teve uma redução em sua movimentação, contrário do que ocorreu com Instagram e Twitter. O estudo identificou que o pico das menções no Instagram é o período entre 19 e 20 horas de sexta-feira, o contrário do que ocorre no Twitter, em que os usuários diminuem o uso da rede a partir das 19 horas.

No Twitter o período mais acessado é a tarde de domingo, a partir das 16 horas, até o fim da noite, às 23 horas. Essa rede social apresenta maior movimentação diariamente a partir das 17 horas. Os períodos mais movimentados durante a semana são às terças, das 23 às 0 horas, e às quartas-feiras, das 21 às 22 horas.

Melhores horário redes sociais

O Facebook passou a ser mais utilizado no meio da semana, diferentemente do que foi apresentado na última edição do estudo. O horário de maior utilização foi das 11 às 12 horas, às quartas-feiras. As terças feiras também foram apontadas como dia de grande movimento. No estudo, cada um desses dois dias foi responsável por 15,9% do volume de menções da semana.

De acordo com Marques, é importante saber que alguns eventos, como Copa do Mundo e Eleições, que ocorreram em 2014 motivaram os usuários a procurarem mais as redes sociais para comentarem e darem opiniões. “O número maior de menções no meio da semana pode ter sido por conta dos eventos que ocorreram no meio da semana. Cada vez mais as pessoas estão nas redes sociais e querem comentar o que estão acontecendo”, conta Marques.

Fonte: Meio & Mensagem

Status ” se sentindo gordo” é retirado do Facebook

Santa babaquice, Batman!!! Agora até os gordos não podem mais se sentir gordos!

facebook-feeling-fat-780x439Nesta semana, o Facebook removeu a opção “se sentindo gordo”, que estava disponível em suas atualizações de status na aba “O que você está fazendo?”. A decisão ocorre após uma série de protestos online, que alegavam que o recurso reforçava preconceitos e imagens negativas do corpo.

A ação teria sido proposta no final de fevereiro pelo grupo Endangered Bodies, que conseguiu recolher mais de 16 mil assinaturas de apoio em petições no site Change.org. Os ativistas da campanha “Fat is not a feeling” (gordura não é um sentimento) apontaram que a opção representava um problema para pessoas com distúrbios alimentares.

Em nota oficial, a rede social disse que ouviu as críticas da comunidade que definiu a remoção. “Nós pretendemos continuar a ouvir o feedback enquanto pensamos em formas de ajudar as pessoas a se expressarem no Facebook”.

Mesmo com a remoção da opção da lista, o emoji ligado a ela pode ser encontrado com a definição “se sentindo empanturrado”. Os usuários ainda podem inserir a expressão “se sentindo gordo” manualmente.

Fonte: Comunique-se

Geração Y lidera acessos às redes sociais no Brasil

Geração Y nas redes sociaisNo Brasil, o público das redes sociais é jovem. Um estudo realizado pela Experian Marketing Services em novembro de 2014 aponta que mais da metade (54%) dos usuários de social media do País tem idade entre 18 a 24 anos.

Adultos na faixa dos 25 a 34 anos aparecem em segundo lugar, com 29,8%, enquanto aqueles com 35 a 44 anos têm 12,7% de participação. Os grupos com idade entre 45 e 54 anos e acima dos 55 anos apresentam a menor amostra, com 2,9% e 0,3%, respectivamente.

Em comparação com o mesmo levantamento realizado pela Experian em julho do ano passado, a presença geração millennial aumentou consideravelmente. Naquele mês, jovens brasileiros contabilizaram 24,8% das visitas nas redes sociais.

De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Facebook, adolescentes e jovens adultos brasileiros (com idade de 13 a 24 anos) esperam que o conteúdo das marcas seja engajador (81%). E quase sete entre 10 participantes dizem gostar quando anunciantes conversam com eles nas redes sociais.

De forma geral, o eMarketer estima que 78,1 milhões de brasileiros acessaram alguma rede social pelo menos uma vez ao mês em 2014. O número corresponde a 72,6% dos internautas do País, ou a 38,5% da população nacional. Desse grupo, 72 milhões acessaram o Facebook mensalmente, enquanto 12,1 milhões usaram o Twitter com a mesma frequência. A empresa afirma que 53 milhões de pessoas acessaram as redes via mobile ao menos uma vez ao mês no ano passado.

Fonte: ProXXIma

Facebook gera US$ 10 bilhões para economia brasileira

E eu continuo impressionado com o alcance da crise…..

 

facebook
Um estudo da Deloitte, apresentado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, mediu o impacto do Facebook na economia mundial em 2014. De acordo com a pesquisa, a plataforma movimentou US$ 227 bilhões globalmente e gerou 4,5 milhões de empregos. No Brasil, o montante foi de US$ 10 bilhões, com 231 mil vagas de trabalho abertas. Entre os principais beneficiados estão as pequenas empresas, além de desenvolvedores de aplicativos e companhias inovadoras.

“O Brasil possui um grande número de empreendedores de pequeno porte e boa parte deles já descobriu como podem usar o Facebook para expandir seus negócios”, declarou Alexandre Hohagen, vice-presidente da rede social na América Latina. Segundo ele, hoje uma em cada três pequenas empresas possui página na plataforma. “Boa parte delas já consegue se beneficiar das conexões para impulsionar vendas e também gerar empregos”, explicou.

Para chegar a esses números, foram considerados três pilares: marketing, plataforma e conectividade. No primeiro caso, foi avaliado o impacto econômico para marcas que recorrem ao Facebook para se conectar com o consumidor por meio de estratégias de marketing e branding e para impulsionar vendas (online e off-line). Por esse viés, a Deloitte apontou que o Facebook injetou US$ 148 bilhões na economia global. Quem mais se destaca nesse sentido? EUA, com US$ 77,6 bilhões. Em segundo lugar, vem o Brasil, com um impacto de US$ 8,4 bilhões e 189 mil empregos gerados. Um exemplo de sucesso é a Arte by Zeuda Rebouças, confecção de roupas infantis artesanais de Fortaleza, que emprega 15 pessoas e exporta para Estados Unidos, Suíça, Espanha e Portugal, entre outras regiões.

O segundo pilar (plataforma) está voltado aos desenvolvedores de app. Por aqui, esse ecossistema movimentou US$ 600 milhões na economia. Já a conectividade, o terceiro recorte da análise, avalia o impacto proporcionado pelo desejo de acessar a rede. Ou seja, trata da venda de dispositivos móveis e de conectividade de internet. O impacto econômico foi de US$ 50 bilhões no mundo. No Brasil, o estudo indica que esse movimento foi de US$ 1,3 bilhão.

Por mês, são 91 milhões de brasileiros conectados no Facebook. E há 2,1 milhões de pequenas empresas com páginas ativas na rede. Dessa base de usuários, 72 milhões de pessoas (80%) interagem com conteúdos postados por esses perfis corporativos. A média mundial é de 70%.

O estudo completo, chamado The global economic impact of Facebook, pode ser acessado a partir da página da Deloitte (em inglês).

Fonte: ProXXIma

Cinco passos para seu plano de social media marketing dar certo ou Aposte no ser humano!

Há coisas que não se aprendem na faculdade ou em algum curso cheio de expressões em inglês e verdades definitivas saídas da mente de “especialistas”. Há ações que são aparentemente simples, mas que muitas empresas (várias delas com “consultorias especializadas”) não conseguem enxergar ou implementar.

É tão difícil entender que mesmo em tempos de redes sociais o boca-a-boca (ou ser humano) ainda é o veículo mais importante de marketing? Engraçado como a maioria dessas empresas sempre caí no conto do vigário do profissional bonitinho, bem articulado e 171.

Procure oferecer boas e rápidas respostas e apostar sempre nas pessoas. Parece tão fácil….

socialmedia_siteAlgumas das maiores marcas do mundo estão investindo muito dinheiro para converter likes pagos e seguidores em ROI. Adivinhe: elas têm feito isso da forma errada.

Mergulharam no fundo do poço da social media como marcas, não como pessoas por trás das marcas. Desembolsaram enormes fatias de budget em vários canais de mídia social.

A ironia é que a solução para o desafio de conseguir pessoas – humanos de carne e osso – para compartilhar conteúdo atrelado à marca é algo que está bem próximo dessas marcas. Porque estatíticas apontam que os melhores embaixadores da marca são seus próprios funcionários que já compartilham conteúdo em seus próprios canais de sociais:

– 84% das pessoas confiam em recomendações de pessoas que conhece, comparado com 42% que confiam em anúncios de banner (Nielsen, 2013).

– 846 é o número médio de conexões de um usuário nas redes sociais (Pew Research, 2013 e DMR, 2014)

– 50% dos funcionários postam mensagens, fotos e vídeos sobre a empresa nas redes sociais (KRC Research, 2013).

– 39% dos funcionários já publicaram comentários positivos sobre a empresa no ambiente online (KRC Research, 2013).

Todo mundo já ouviu o ditado “marcas não são pessoas”. É verdade. Canais corporativos na mídia social têm se tornado cemitérios de content marketing enlatado, discursos regurgitados que refletem de maneira rasa e pobre os interesses e personalidades das pessoas – funcionários e consumidores – por trás de tudo isso.

E, ainda assim, as marcas continuam a imaginar por que ninguém se engaja com o conteúdo. Em grande parte, é porque muitas marcas tratam a social media como um mediador entre marca e pessoas.

Porém, o poder da social media é baseado na comunicação pessoas para pessoas.

Uma abordagem melhor

O melhor marketing é o boca-a-boca. O mesmo dizer se aplica à social media. Funcionários são os melhores embaixadores das marcas. E já compartilham conteúdo. Imagine ser capaz de emergir desse mar de conteúdo e humanizar sua marca, aproximar consumidores. Pessoas confiam em pessoas, não confiam em marcas.

Ao lado da confiança está a realidade de que a atuação eficaz de um funcionário que dizer que a empresa precisa abrir mão do controle. Tudo bem soltar um pouco as amarras se você usa as melhores ferramentas para escolher o melhor conteúdo de seus funcionários.

O benefício nativo do social está em sua democratização da informação e volocidade em distribuí-la. O benefício para empresas é que sua mensagem é recebida de forma mais ampla e significativa. Todas as ferramentas de promoção da marca devem permitir conteúdo moderado e ofensivo, mas somente as empresas que encorajam o fluxo livre de informações se beneficiarão verdadeiramente de seus embaixadores.

Então veja quais são os fatores que uma marca deve ter em mente ao aderir a uma estratégia que envolva cada funcionário da empresa:

1) Social media não traballha para geração de leads

Consumidores estão fugindo de seus feeds poluídos. Anúncios pagos estão sendo ignorados e o tráfego é fraudulento. Destinar 10% de seu investimento em marketing online para tráfego pago não vai dar bons resultados.

Em resumo, não espere que táticas tradicionais para atingir leads funcionem no marketing de social media. Em vez disso, abrace o real poder do social: sua autenticidade e amplitude.

2) Comunidades online entregam valor real

Consumidores e funcionários apoiam sua marca sem que você precise pedir isso a elas. Eles oferem insights e críticas ao produto.

Tenha certeza de investir no crescimento dessa comunidade. Ninguém deve ser ignorado quando participam. Se alguém posta e não obtém engajamento dos outros participantes, você precisa intervir,.

3) Social media é uma ótima forma para consumidores engajarem diretamente com a marca

Consumidores já esperam e na maioria dos casos já recebem respostas rápidas quando se comunicam com a marca nas redes sociais. Boas notícias chegam rápido, notícias ruins mais ainda.

Compartilhar conteúdo que reflita sua comunidade – não só sua marca – é uma forma eficaz de humanizar uma entidade que não é humana, como a marca de uma companhia.

4) Funcionários embaixadores são uma oportunidade

Engajar seus funcionários pode resultar no aumento de vendas, retenção, entre outros benefícios. Empresas precisam reconhecer que seus funcionários já falam sobre a empresa nas redes sociais. O que podem fazer em relação a isso é transformá-los em embaixadores da marca em vez de tentar restringir essas interações com políticas ineficazes.

Na social media é impossível controlar tudo ao mesmo tempo. Na verdade, não há motivo para tentar fazer isso.

Não exagere. Faça com que eles falem com certa frequência. Algo que possa parecer “ruim” logo é enterrado com novas histórias – não agir é a atitude mais correta em vários casos.

5) Você precisa ser estratégico na social media

Marketing, PR e vendas precisam trabalhar juntos e entregar mensagens consistentes e experiência positiva. A social media ainda é o patinho feio em muitas empresas com baixa visibilidade e budget mínimo apesar do impacto em diversas áreas do negócio. A oportunidade está lá para que líderes tomem a iniciativa e impulsionem os embaixadores que já fazem parte de sua estratégia.

Os melhores programas de social media focam em pessoas tanto quanto em produtos. Lembre-se disso e será recompensado.

Fonte: ProXXIma

Veja 20 palavras e frases que você não deve pôr no seu perfil do LinkedIn

linkedin_rede_social_corporativaRedes Sociais são cheias de cascas de bananas. Na hora de procurar um emprego todo cuidado é pouco, já que muitas empresas ainda têm valores ultrapassados e podem usar tudo o que você disser contra você.

Não garanto que a lista abaixo seja 100% confiável, mas não custa segui-la.

Seu perfil no LinkedIn é, na maioria das vezes, a primeira impressão que os possíveis empregadores terão de você. É importante ficar atento, pois isto pode representar a diferença entre ser entrevistado para um emprego ou ser ignorado pra sempre.

Para ter certeza de que tanto você quanto seu futuro empregador saiam com o pé direito, é fundamental evitar alguns chavões sem sentido como uma espécie de estratégia, o que faz parecer que não deu a devida atenção ao seu perfil.

Confira abaixo a lista de 20 palavras e frases que devem ser evitadas:

  1. Eu- De quem mais este perfil seria?
  2. Eu- Veja acima.
  3. Meu- veja acima.
  4. Ela- somente narcisistas falam na terceira pessoa
  5. Ele- veja acima.
  6. Salário- não liste isto, a menos que o empregador peça
  7. Meta- jargão (ninguém gosta de jargão.)
  8. Sinergia- jargão.
  9. Submisso- jargão.
  10. Autodidata- jargão.
  11. Estratégico- usado em demasia.
  12. Criativo- usado em demasia.
  13. Eficaz- usado em demasia.
  14. Expert- se você realmente é.
  15. Induzido- você pode parecer focado nas suas próprias realizações pessoais em detrimento do seu empregador.
  16. Inovador- usado em demasia.
  17. Analítico- usado em demasia.
  18. Referências- Se eles quiserem, irão perguntar. Ao contrário, está só perdendo espaço.
  19. Dedicado- chato.
  20. Detalhista- Quem não é?

Fonte: Agencia In

Redes sociais encostam em jornais online como principal fonte de informação

Depois perguntam a razão do brasileiro ser desinformado e do grande número de boatos que se espalham pela rede. Gente, redes sociais são ótimas, mas não podem ser usadas como fonte principal de informação. Para isso existem os JORNAIS!

Hoax social networkQue as pessoas têm a Internet como fonte de informação fundamental e de forma crescente, parece óbvio. Menos evidente, no entanto, é o movimento medido pelo Reuters Institute em seu ‘Digital News Report 2014’, divulgado nesta semana: as redes sociais, em particular o Facebook, vão se tornando a grande plataforma para o consumo de notícias.

No Brasil esse movimento é o mais notável entre os 10 países pesquisados. Por aqui, o Facebook não só é a rede mais usada – por 80% dos entrevistados – como é a principal fonte de notícias para 67%, seguida pelo YouTube (33%); G+ (14%) e Twitter (13%).

Particularmente, quando perguntados sobre como se informaram na semana passada, 54% dos brasileiros entrevistados indicaram “redes sociais”, contra 55% que buscaram “veículos tradicionais”, como os sites de jornais. É o maior percentual entre os 10 países, com a Itália em segundo (51%).

Curiosamente, Brasil e Itália são os dois pesquisados onde o acesso à Internet é menor. A penetração no Brasil foi indicada em 46% (Brasil Urbano, segundo o estudo) e, na Itália, 58%. Nos demais – EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Dinamarca, Finlândia, Espanha e Japão – a penetração é acima de 80%.

boatos redes sociaisO mesmo estudo (www.digitalnewsreport.org) coloca os brasileiros como os mais interessados em notícias (87%) e aqueles que têm a Internet como a principal fonte de informações – 37% , ao lado da Finlândia. Entre quem tem 18 a 24 anos, não importa o país: 49% acessam informações prioritariamente online.

O Brasil também aparece como o país pesquisado onde os internautas mais compartilham notícias em redes sociais ou por e-mail – 54% dos entrevistados; seguido da Itália, 44%; Espanha, 40%; EUA, 35%; e Finlândia, 24%.

Finalmente, o Brasil aparece ainda como o país onde mais se aceita pagar pelas notícias – 22% dos entrevistados pagaram pelo menos por um artigo ou mantinham assinaturas digitais em 2013, contra uma média de 11% quando agregados os 10 países avaliados.

Fonte: Convergência Digital

Apesar da queda de adesão LinkedIn permanece como a principal rede para geração de negócios

Não posso atestar a veracidade de todas as informações, mas a lógica parece bastante simples. Realmente não entendo como uma empresa de comunicação decide restringir meios de comunicação aos seus funcionários.

linkedin_rede_social_corporativaEstudo feito com 402 conselheiros financeiros mostra que espaço conquistado pelo LinkedIn pode estar relacionado ao fato de muitas empresas impedirem o acesso ao Facebook durante o expediente

Cada vez mais os consultores financeiros migram para redes sociais em busca de conquistar novos clientes. Dados obtidos pelo estudo feito pela FTI Consulting, empresa de consultoria empresarial global que oferece aos clientes soluções multidisciplinar para ajudá-los a lidar com desafios e oportunidades complexos, com 402 consultores financeiros norte-americanos, mostra a crescente adesão desses profissionais a redes sociais em busca da conquista de novos clientes.

Além disso, durante o estudo foi identificado, que apesar dos respondentes enxergarem e utilizarem o LinkedIn como a rede primária para negócios sociais, a adesão a plataforma para geração de negócios declinou levemente. “Em um estudo que conduzido em 2012, 90% dos conselheiros disseram ver o LinkedIn como sua rede primária para negócios; em 2013, esse número mudou 80%”, afirma Sheila Magri, Managing Director da Divisão de Comunicação Estratégia da FTI Consulting Brasil.

O espaço conquistado pelo LinkedIn pode estar baseado no fato de muitas empresas impedirem o acesso ao Facebook durante o expediente, 30% dos respondentes disseram que seria ideal para construção da marca o uso dessa plataforma social. 27% consideram o Facebook como ferramenta mais desejável para aumentar a eficiência em suas redes. Para cultivar prospecção de clientes, o Facebook seria a plataforma de opção dos 33% de nossos respondentes. Apesar de serem percentagens mais baixas do que aquelas que citam o LinkedIn, os profissionais estão levemente mais propensos a dizer que o Facebook é a rede preferida para manter e alimentar as relações já existentes. Podendo se tornar a rede de opção para algumas empresas que estão procurando aumentar sua presença nas redes sociais.

Como as escolhas e popularidade evoluem ao longo do tempo, irá depender das políticas da companhia e de quais ferramentas de negócio as redes sociais dão em retorno. Os players atuantes nas mídias irão também fundir e convergir. Mas a pesquisa encontrou uma mudança potencial sendo feita e que precisa ser observada.

As mídias sociais possuem o potencial para mudar o jeito que profissionais se comunicam com seus clientes e constroem uma reputação positiva. Mesmo com compliance regulatório e reputação de marca sendo questões importantes, as organizações já estão se movendo para além dessas preocupações.

Twitter é a rede social mais popular entre grandes empresas

O Twitter é a rede social mais utilizada entre as grandes empresas do mundo, aponta o “Estudo Global Social Mídia Check-up”, realizado pela Burson-Marsteller.

O relatório aponta que 80% das 100 primeiras empresas que estão na lista elaborada pela revista “Fortune”, que inclui nomes como Telefônica, Santander e Repsol, possuem pelo menos uma conta nesta rede.

Cada uma destas empresas, situadas entre as 100 primeiras na lista da “Fortune”, tem uma média de quase 15 mil seguidores no Twitter, um número que foi triplicado a partir de 2011.Depois do Twitter, as redes sociais mais utilizadas pelas grandes companhias são YouTube e Facebook. Isso porque, 79% destas empresas possuem um canal próprio no site do YouTube, sendo que no último ano esse índice era situado em 57%.

No caso do Facebook, o número de empresas que possui pelo menos uma página nesta plataforma é de 74%. Apesar de sua recente implementação, a rede Google+ também já é utilizada por 48% das grandes corporações.

O “Estudo Global Social Media Check-up” foi desenvolvido pela empresa Burson-Marsteller, com dados da Visible Technologies, que se dedica ao acompanhamento, análise e serviços de mídias sociais para empresas internacionais.

Fonte: Exame

Os assuntos do ano nas redes sociais

Fim de ano é a época oficial das listas. Tradicionalmente, os veículos fazem um resumo dos principais acontecimentos do ano, resgatando os fatos que mais marcaram o período. Nesse retrospecto, entretanto, não é possível desconsiderar o ambiente mais livre (e propício) para a repercussão dos acontecimentos e pela troca de comentários acerca de tudo o que aconteceu no ano: as redes sociais.

Por conta disso, o Facebook e o Twitter divulgaram, em seus respectivos blogs oficiais, o ranking com os termos e palavras mais postadas pelos seus usuários em 2011. No caso da rede social de Mark Zuckerberg, foi elaborado um ranking global com os termos mais postados pelos 800 milhões de cadastrados no Facebook em todo o mundo. Vale considerar que essa lista é quantitativa, não contextualizando a situação – positiva ou negativa – do uso do termo.

No ranking global do Facebook, o assunto campeão de comentários foi a morte do líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. A morte do homem mais procurado do mundo ganhou a atenção de todos os usuários do Facebook, gerando uma onda impressionante de comentários. Em segundo lugar apareceu o termo Packers, referência ao time Green Bay Packers, vencedor da edição de 2011 do Super Bowl, nos Estados Unidos, ao derrotar o Pittsburgh Steelers. A força dos Estados Unidos na rede social também se reflete na terceira posição da lista. O nome de Casey Anthony, julgada e, posteriormente, absolvida da acusação de ter assassinado a própria filha, na Florida, alcançou o terceiro lugar entre os termos mais postados. Veja a lista global do Facebook:

1- Osama Bin Laden
2- Packers vence Super Bowl
3- Casey Anthony é absolvida
4- Charlie Sheen
5- Morte de Steve Jobs
6- Casamento Real
7- Morte de Amy Winehouse
8- Call of Duty
9- Operações militares na Líbia
10- Furacão Irene

Brasil

No Brasil, o esporte roubou a cena (e o assunto) entre os usuários do Facebook. O termos UFC, campeonato de MMA que se popularizou espantosamente no País este ano, foi o campeão de postagens entre os brasileiros participantes da rede. Em segundo lugar ficou o Vasco da Gama, que, em 2011, conquistou o título de campeão da Copa do Brasil e foi vice-campeão brasileiro. Por falar em futebol, o Corinthians, que sagrou-se campeão brasileiro de 2011, apareceu na sétima posição da lista.

Na terceira posição figurou a morte da cantora Amy Winehouse, seguida da morte de Bin Laden. Veja a lista dos dez termos campeões no Brasil:

1- UFC
2- Vasco da Gama
3- Morte de Amy Winehouse
4- Morte de Osama Bin Laden
5- Flamengo
6- Exaltasamba
7- Corinthians
8- Slipknot
9- PlayStation 3
10- Ronaldinho Gaúcho

Twitter

O Twitter relacionou os termos mais postados por 14 categorias. Televisão (Pretty Little Liars); Futebol (Wayne Roonie); Filmes (Thor); Futebol Americano (Dallas); Musica (Rebecca Black e Friday); NBA (Rashard Lewis); Assuntos mundiais (renúncia de Osni Mubarack, líder do Egito); Atriz (Elizabeth Taylor); Ator (Charlie Sheen); Baseball (Texas Ranger); Comida e Bebida (McLobster); Tecnologia (Mac App Store); Cidades e Países (Cairo) e Hashtag (#egypt).


Fonte: Meio & Mensagem

Quando as redes sociais são anti-sociais

Foram dois dias de almoços japoneses no simpaticíssimo Dombri Edo, em Ipanema. A comida ótima, o ambiente agradável, mas o destaque foram dois grupos de jovens que eventualmente comiam, riam e usavam seus telefones para conversar através das redes sociais. Os diálogos tradicionais quase não existiam. No máximo era um “gostei do seu comentário” e mais teclação.

Ok, nenhuma das meninas ou dos rapazes em questão eram daqueles com visual de parar o trânsito, mas espanta ver que preferem interações virtuais a papos olho no olho.

Sozinho, fiquei observando e lamentando. Lembrei daquele anúncio no qual dois caras comentam que uma mulher bonita é ruim de internet. As que vi, podem até ser boas de internet, mas não tem cara de que serão boas de cama algum dia.

Redes Sociais são o fim da liberdade expressão?

Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin, etc. São várias as redes sociais que se espalham pelo universo globalizado, permitindo que mais gente se encontre, troque ideias, comentários bobos e paqueras, certo? Bem, nem tanto. Enquanto as redes sociais (assim como os blogs) deveriam ser espaços onde o politicamente correto deveria passar longe (liberdade de expressão, lembra?), a verdade é que o seu uso pode causar danos aos usuários. Danos profissionais.

No início desta semana o editor da revista National Geographic Brasil, publicada pela editora Abril, foi demitido por alguns comentários que postou em seu Twitter. CLARO que, por mais democráticos e pessoais que sejam os espaços utilizados, não dá para um funcionário execrar seus chefes, dizer que são incompetentes, sem foco ou feios, nem soltar os podres da empresa onde trabalha. Tem que vestir a camisa. Porém, não dá para ser demitido por ter opinião própria. Boa polêmica, não?

O que faltam são regras (nas empresas) que sejam claras e não firam os direitos individuais dos funcionários. Eu, particularmente, acho que uma conversa em uma mesa de bar pode ser muito mais prejudicial que um comentário no Twitter. Isso, sem contar que perder a liberdade de escrever um palavrão, fazer uma piada de mau gosto, ser politicamente incorreto está (e se não está, devia) na Constituição.

Imagine se alguém for demitido porque discordou de uma crítica de cinema, acha um determinado crítico fraco ou um colunista tendencioso(a) e com nariz feio?

Os e-mails corporativos já foram alvo de restrições, mas são corporativos, da empresa. Se meter na opinião e na individualidade dos funcionários parece um passo um pouco largo demais.

Leia mais sobre o caso da demissão do editor da National Geographic Brasil

Elis Monteiro: Buzz, Wave, Facebook, Orkut e outras Redes Sociais

Havia separado esse texto da querida e super competente Elis Monteiro (um beijão pra você) e as enrolações do Carnaval quase me fizeram deixar de publicá-lo. Assim como eu, Elis parece não se empolgar muito com as novas tentativas de redes sociais. São muitas e os atrativos poucos.

Só eu já estou em umas 10 (muitas por conta da profissão e por curiosidade tecnológica) e não me empolgo com quase nenhuma delas (como são mal aproveitadas, não?).

Vamos ao que diz a nossa Elis, em texto publicado no dia 16 de fevereiro, no ótimo site Fórum Pcs.

Se alguém te perguntasse, neste minuto, se o Orkut é ou não um sucesso o que você responderia? Se você for brasileiro e mora no Brasil, provavelmente dirá que sim. A verdade, no entanto, é que a rede social que deu (e ainda dá) as cartas nas redes sociais com sotaque português do Brasil só deu certo por aqui – está certo, também conquistou uns indianos. Nos Estados Unidos, o Orkut começou a ser visto com maus olhos a partir da entrada massiva dos brasileiros, com seu português invasor, seus hábitos espalhafatosos e, claro, sua educação internética ainda um tanto quanto atrasada. Enquanto o Orkut fazia sucesso aqui, os americanos buscavam uma alternativa por lá.

Depois de tentarem o MySpace, que acabou virando nicho de músicos ou candidatos a, os americanos adotaram, felizes, o Facebook, assim como os europeus e o resto do planeta. O Orkut continuou sendo usado aqui – são mais de 40 milhões de usuários – mas foi sendo abandonado pelos “formadores de opinião”, na verdade uma galera ciberneticamente antenada (ou que se acha isso) que abre as portas dos novos serviços para os meros mortais, depois de testá-los e aprová-los.

São os chamados “early adopters”, que no caso do Facebook acabaram comendo a maior mosca. Foi só em 2009 que a rede criada por Mark Zuckerberg começou a despontar no Brasil como candidato sério a sucessor do Orkut no coração e no dia-a-dia dos mouses e touchpads brasileiros das classes A e B e um pouco da C.

Enquanto isso, a adoção cada vez maior do Twitter no país bagunçava tudo. Mesmo sem ser uma rede social, este bem que pode substituir uma, ainda mais quando casado com um legítimo representante da categoria, como o Facebook. Assim, muitos têm instalado o aplicativo de Twitter dentro do Facebook e recebido as atualizações do segundo via e-mail, sem precisar abrir mais um programa todos os dias.

A ideia é, então, casar uma rede com a outra e tudo dá certo, o céu fica azul e os gênios de Mountain View ficam rindo à toa, certo? Não é bem assim. Simplesmente porque, desde o lançamento do Orkut, mais de cinco anos atrás, o Google não acerta uma bola dentro quando o assunto é rede de relacionamento na internet. Um exemplo rápido: o Google Wave, que chegou com ares de revolução, a quantas anda? Confuso demais? Muito evoluído para o nosso tempo? O que deu errado na rede que chegava a dar água na boca dos usuários, desesperados que ficaram por um convite? Faltou gente para “movimentar” o ambiente?

Robert Scoble, um dos mais conhecidos blogueiros de tecnologia do planeta, resumiu bem sua opinião sobre o Google Wave. Em artigo publicado em plena efervescência do desespero virtual por um convite, ele disparou: “Eu acabei de receber o meu convite para o Google Wave. Não, eu já estou fora. Assim, eu não posso mandar um para você, me desculpe”. Scoble foi enfático ao afirmar que o Wave mescla de forma improdutiva duas das principais ferramentas virtuais necessárias hoje: o e-mail e os programas de mensagens instantâneas. Assim, disse ele, o melhor é sair fora antes de começar a perder tempo.

Scoble tem a mesma opinião que eu sobre o Wave: à primeira vista, observar as pessoas conversando num grande chat parece ser bem interessante. Mas só vale mesmo à pena se você estiver trabalhando em conjunto num trabalho importante – usando, vamos lá, o Google Docs. Eu cheguei a usar o Wave para traduzir um texto junto com um amigo indiano, que ia corrigindo o arquivo enquanto eu mexia nele também. Acabamos bem mais rápido porque fizemos juntos. Mesmo assim, achei a aplicação bem chata e não quis compartilhar mais nenhum trabalho online com ninguém. Ok, minha vida anda corrida, mas nem tanto que não me sobre um tempo para fazer uma tradução, enviar para o meu amigo – por e-mail porque passei dos 30 – e esperar suas considerações.

O blogueiro americano tocou, no artigo, em outro ponto importante sobre o qual também temos a mesma opinião: o Wave é muito, muito “barulhento”. Mesmo que tenha poucas pessoas na minha lista, elas sempre vão criar “ondas” que não me interessam e na qual eu não estarei interessada em imergir. O resultado é uma tela confusa, com nomes conhecidos e outros dos quais nunca ouvi falar. A vontade que dá é sair correndo e ir para o Twitter, onde reconheço os nomes, os rostos e posso decidir quando devo intervir, sem pensar em invasão de privacidade.

Um detalhe Scoble fez questão de ressaltar: se formos pensar no Wave como uma ferramenta de e-mail e compará-lo com um, digamos, Outlook, a criatura do Google deixa muito a desejar e peca feio no momento em que oferece as últimas mensagens na parte de baixo das “conversas”, enquanto novos e-mails sempre aparecem, na caixa de entrada, na parte de cima do programa. A subversão desta lógica, velha conhecida de todos, é perigosa e, claro, tende ao fracasso simplesmente porque exige que os usuários se acostumem a uma nova forma de receber e ler as mensagens.

Ok, ok, mas será que o Wave não pode vir a ser um novo Twitter? Diz Scoble (e eu assino embaixo, novamente): não há comparação entre um e outro porque o Twitter é dinâmico e as novidades aparecem na parte de cima da página. Ou seja, se eu comento alguma coisa, imediatamente ela aparece no topo de tudo, e não perdida em meio a uma discussão (caso do Wave). Além disso, os olhos chegam a doer quando você tenta observar as pessoas “conversando” em tempo real dentro do Wave.

Mas, afinal, se não é um Twitter nem uma rede social nem um e-mail, o que é o Google Wave? Para o blogueiro americano, ele chega quase a se aproximar de um programa de mensagem instantânea, mas que só serviria caso você só o compartilhasse com os amigos mais íntimos ou companheiros de trabalho. Com estranhos invadindo sua tela, nem pensar.

Concordo em gênero, número e grau com Scoble e, aqui, adianto que corri atrás para saber a opinião dele sobre o Buzz, a mais “nova novidade” do reino Google. E não é que, de novo, nosso amigo detesta um novo filhote da família Google? Pior ele diz que o Buzz não passa de uma “cópia” piorada do serviço FriendFeed.

O segundo problema, de acordo com Scoble? Para quem segue muita gente, ou seja, quem mantém contato com muitos dentro do Gmail (caso de Scoble e também o meu), o Buzz se torna “inusável”. De todos os defeitos encontrados pelo blogueiro, o mais grave para mim é “ele não permite que eu veja todos os comentários de uma única pessoa”, ou seja, ele espalha as conversações e, assim, eu preciso sair procurando por aquela pessoa no meio da multidão, o que dá um cansaço danado.

Assim como Scoble, eu achei o Buzz muito “barulhento”. Aliás, quem quiser 12 bons itens que o convencerão a não usar o Buzz, visite o post de Scoble sobre o assunto em http://tinyurl.com/yjlp6fe. Ah sim: a frase da qual eu mais gostei: “se você vai copiar outro sistema, pelo menos não o faça pior”.

A princípio, o Buzz foi criado para que o usuário possa ter uma experiência rápida de compartilhamento (seja de fotos, vídeos, links, páginas do Flickr, do Picasa e até do Twitter); para se integrar à caixa de entrada do Gmail, assim fica mais fácil receber notificações de atualizações e novos posts; para ganhar seguidores de forma automática, uma vez que os tais seguidores podem brotar da lista de contatos do Gmail.

Aqui entra um grande problema: além dos “buzzies” dos seus contatos, você pode acabar recebendo buzzies dos contatos dos seus contatos, ou seja, na sua tela poderá aparecer a conversa dos seus amigos com os amigos destes. E assim por diante, sem que você consiga entender em que momento você entrou naquela grande loucura.

Diz o Google que é possível separar, de forma muito simples, o conteúdo privado do conteúdo público, mas não foi bem o que o Google fez. Assim que lançou o Buzz, ele foi logo aparecendo na página inicial do Gmail e identificando as páginas que os usuários possuíam no Blogger, assim como as contas de Picasa, canais no YouTube e outras coisas que muitos podem considerar pessoais mas que ficaram ali, disponíveis para quem acessasse o Buzz um do outro.

Concordo que ainda é cedo para saber o que o Buzz vai oferecer aos usuários que outras ferramentas como o Twitter já não oferecem. E gosto de saber que o Google está batalhando para criar A aplicação, como já está acostumado. O problema é que agora ele lida com pesos-pesados. O Facebook já passa dos 500 milhões de usuários, enquanto o Twitter prossegue em sua trajetória de subida e não parece estar perdendo o fôlego. E o Google, claro, não está acostumado a perder ou a ficar em segundo, que dirá em terceiro plano…

Enquanto isso, a repaginada dada no Orkut não funcionou e o Buzz não parece ter agradado tanto assim – lembra o Facebook, mas o segundo é muito mais ágil e menos confuso. Eu ainda não desativei o meu Buzz e, confesso, pelo menos duas vezes por dia passo lá para ver se entendo. Mas também adianto que não me agrada o visual tumultuado, aquela página descendo e os “grupos de conversação” se formando, tal qual um e-mail do Gmail. Fico com preguiça só de pensar em dar meus pitacos por lá.

Decerto que tudo pode ser uma rejeição ao novo. Mas pelo que andei pesquisando – perguntei, por exemplo, aos meus seguidores de Twitter – o Buzz ainda não conseguiu agradar. Falta alguma coisa nele. Ou sobra. Vamos ver.

Mais loucuras sobre as Redes Sociais

facebook
Redes Sociais
são as jóias da coroa do momento. Todo mundo quer meter a colher e vir com teorias sobre o seu futuro e utilização, como é comum e óbvio com qualquer tecnologia nova. Mas tem gente que exagera.

Quando era criança havia o temor de que a televisão (e depois os videogames) emburrecessem as crianças fazendo com que o percentual de leitura caísse. Esse temor continua até hoje, acrescido do problema da Internet.

Nas últimas semanas vêm pipocando na Internet vários textos de médicos e psicólogos com avaliações sobre Twitter, Facebook e outros. Todos tentando classificar e mostrar os efeitos de cada uma das redes. O que mais tem sido divulgado são opiniões do tipo Facebook faz as pessoas mais inteligentes e Twitter emburrece.

Sinceramente não acho que existe uma característica própria tão destacada para cada uma dessas ferramentas. Acho até que o Twitter é mais benéfico (ou menos prejudicial) ao intelecto dos jovens do que a maneira desleixada que os programas de mensagens são usados, em relação ao assassinato cometido com a língua portuguesa.

Tenho minhas convicções, sem nenhuma certeza do que irá acontecer com essas ferramentas e sem saber quais outras aparecerão para se unir ou substituí-las. Mas, tenho certeza absoluta de que conheço muito poucos que deveriam se achar em condições de fazerem qualquer previsão sobre o assunto. Melhor aprenderem a fazer seus trabalhos direito antes de opinar.

Mais uma da série ‘Enganadores sem Noção’

twitter.fedupOutro dia comentei no Twitter que a quantidade de pessoas burras que cita pseudos gurus da informática e redes sociais para parecerem entendidaa, mas não consegue formular três pensamentos sobre as coisas que cita, é incrível. 

Se há uma coisa que você aprende escrevendo e trabalhando com tecnologia é exatamente que o que importa é o hoje e que ninguém sabe demais sobre algo. Mas, quem geralmente sabe muito pouco, costuma endeusar muitos, especialmente de fora do país e sempre dando um jeito de não precisar se aprofundar nos assuntos. Normalmente fazem perguntas para que os outros possam responder suas duvidas. 

Cerca de seis anos atrás um executivo (sim, vamos chamá-lo assim) chegou a apresentar um plano que iria revolucionar e viabilizar um grande site, apesar das experiências mal sucedidas de algumas outras empresas em um passado, então, recente. Para encurtar o papo, o tal programa só foi implantado cinco anos depois de sua apresentação e o tal executivo nem estava mais na empresa. Conheço gente que ainda elogia a sua percepção de futuro. Eu o considero um idiota que chupou dinheiro e fez a empresa perder cinco anos em reformulações que nunca funcionaram. 

Algo parecido acontece com as tais redes sociais. Há muitos visionários, que sempre perguntam “Você sabe como tirar proveito das redes sociais? Sabe o que é Web 2.0?”

Fuja desse tipo de gente. Normalmente são inseguros e não aceitam que se mostre algum tipo de superioridade sobre eles (o que é quase impossível de não fazer). Faça de tudo para esconder a total falta de respeito, mas não se deixe nunca enganar ou cair na mediocridade. 

Ia terminar esse texto quando Gustavo de Almeida solta a pérola abaixo no Twitter. Irresistível. 

Tal e qual Nelson Rodrigues, eu sinto inveja do caráter eterno da burrice. E não me canso de espantar com sua capacidade de permanecer.