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Facebook: 76% do faturamento já vêm do mobile

Bem que eles podiam financiar a troca do meu smartphone!

facebook jornalismo digitalMaior rede social do mundo, o Facebook continua ampliando a sua base de usuários. De acordo com o balanço oficial divulgado no fim de julho, a rede alcançou a marca de 1,49 bilhão de usuários ativos por mês no segundo trimestre deste ano, um aumento de 13% na comparação com o mesmo período de 2014.

Em termos de receitas, a expansão da rede de Mark Zuckerberg também continua em bom ritmo. No segundo trimestre de 2015, a receita líquida do Facebook alcançou o montante de US$ 4,04 bilhões – um aumento de 39% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Já o lucro teve um pequeno recuo, passando de US$ 791 milhões no segundo trimestre de 2014 para US$ 719 milhões.

De acordo com a rede social, a receita publicitária vinda de dispositivos móveis já é responsável por 76% do faturamento total do Facebook. A comunidade de usuários mobile também aumentou, alcançando a marca de 1,31 bilhão de pessoas por mês. Por dia, 844 milhões de pessoas acessam o Facebook via smartphones ou tablets.

Fonte: ProXXIma

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Facebook e Google dominam tempo gasto por usuários em apps

A notícia não traz nenhuma novidade, mas dados que podem ajudar nas reflexões sobre vantagens e desvantagens da era das redes sociais.

Social Media Logotype BackgroundA batalha pela supremacia no mundo móvel se concentra em dois competidores. Juntos, Facebook e Google respondem por um em cada quatro minutos que os norte-americanos passam em dispositivos móveis. O dado é da Forrester Research, que rastreou o uso dos smartphones de 1721 pessoas por um período de três meses.

A coleção de aplicativos do Facebook — que inclui Messenger, Instagram e Whatsapp – responde por 13% do tempo gasto pelos usuários. A gigante das redes sociais também marcou presença considerável no mercado de apps corporativos, responsável por 8% do tempo passado em smartphones.

A oferta mais ampla e diversa do Google – com serviços como Gmail, Chrome e YouTube – tomou cerca de 12% do tempo dos consultados pela pesquisa. Players remanescentes como Apple, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay demandaram entre 1% e 3% do tempo dos usuários.

A Forrester ressaltou que seu sistema de rastreamento não registra de forma exata o tempo passado em apps pré-instalados, reduzindo de forma significativa o percentual do Google, que possui diversas de aplicações nativas no Android.

Outros apps sociais, como Twitter, Snapchat e LinkedIn, registram vasta audiência em categorias-chave, mas “falharam em dominar ou expandir seus nichos” e não equivalem a 1% do tempo gasto nos dispositivos móveis, apontou o relatório.

Os minutos ou horas passadas em cada serviço e a receita associada são importantes, mas a principal medida do poder desses serviços é a recorrência do que a Forrester chama de “momentos mobile”, ou “todo minuto que um usuário passa em um app junto com os dados que coleta durante esse período”.

O relatório assinala que as empresas ganham poder no setor móvel quando dominam uma audiência (os tais “momentos mobile”) ou dados de consumidor e podem monetizar esses ativos enquanto ditam as regras.

Fonte: Computerworld

Facebook apresenta serviço para notícias

facebook jornalismo digitalOs usuários do aplicativo móvel do Facebook no iOS não precisarão clicar em links externos para acessarem conteúdo jornalístico de alguns veículos. O Facebook lançou, nesta quarta-feira, 13, o recurso Instant Articles. A ferramenta permite que empresas jornalísticas hospedem seu conteúdo diretamente na rede social, evitando que o usuário saia da rede social.

Os primeiros veículos a integrarem o Instant Articles são New York Times, National Geographic, BuzzFeed, The Atlantic e NBC News e, em breve, The Guardian, BBC News, Bild e Der Spiegel também terão seus conteúdos integrados no recurso. Há a expectativa de lançar a ferramenta para usuário Android no futuro.

O serviço é uma forma de tornar a experiência mais rápida no aplicativo. Os textos serão carregados no app da mesma forma que fotos e vídeos aparecem na timeline. Os anúncios por trás do conteúdo jornalístico serão exibidos normalmente e, de acordo com a rede social, toda a receita dessa forma de publicidade será destinada ao veículo que produziu o conteúdo. A empresa diz que o algoritmo não será alterado para favorecer os Instant Articles.

Fonte: ProXXIma

Facebook vai permitir transação financeira entre amigos

facebook-messenger-payments[1]O Facebook anunciou uma nova função para seu aplicativo de chat, o Messenger. Agora, a plataforma irá intermediar transações de dinheiro feitas entre os usuários. A novidade chegará aos Estados Unidos nos próximos meses e poderá ser usada tanto pelo computador como na versão do app para Android e iOS.

Segundo o que foi explicado pela companhia, para enviar uma quantia, o usuário seleciona um amigo da lista, clica no novo ícone “$”, digita o número do cartão e o valor, concluindo a operação com a opção “Pagar”.

Ao receber a transferência, o usuário insere o número de seu cartão de débito. Pronto. A operação é feita na hora. O recurso é gratuito e está sendo finalizado para inserir uma camada a mais de proteção, visando bloquear fraudes. A intermediação financeira é uma tendência para serviços do gênero. O Snapchat, mensageiro concorrente, já dispõe de função similar desde novembro de 2014.

Saiba mais sobre a novidade:

http://www.youtube.com/watch?v=-fyKMkm1Cc0

Fonte: Comunique-se

Status ” se sentindo gordo” é retirado do Facebook

Santa babaquice, Batman!!! Agora até os gordos não podem mais se sentir gordos!

facebook-feeling-fat-780x439Nesta semana, o Facebook removeu a opção “se sentindo gordo”, que estava disponível em suas atualizações de status na aba “O que você está fazendo?”. A decisão ocorre após uma série de protestos online, que alegavam que o recurso reforçava preconceitos e imagens negativas do corpo.

A ação teria sido proposta no final de fevereiro pelo grupo Endangered Bodies, que conseguiu recolher mais de 16 mil assinaturas de apoio em petições no site Change.org. Os ativistas da campanha “Fat is not a feeling” (gordura não é um sentimento) apontaram que a opção representava um problema para pessoas com distúrbios alimentares.

Em nota oficial, a rede social disse que ouviu as críticas da comunidade que definiu a remoção. “Nós pretendemos continuar a ouvir o feedback enquanto pensamos em formas de ajudar as pessoas a se expressarem no Facebook”.

Mesmo com a remoção da opção da lista, o emoji ligado a ela pode ser encontrado com a definição “se sentindo empanturrado”. Os usuários ainda podem inserir a expressão “se sentindo gordo” manualmente.

Fonte: Comunique-se

Facebook e Google lideram tráfego de internet móvel no Brasil

Essa é uma daquelas notícias que não surpreendem ninguém, mas merecem ser destacadas.

google11Os aplicativos de redes sociais e de streaming de vídeo praticamente dominam o tráfego nos aparelhos mobile, de acordo com uma nova pesquisa da Ericsson feita em dezembro de 2014.

Segundo o relatório Mobility Report, cerca de dois terços do tráfego de dados de apps em redes móveis estão concentrados em cinco aplicativos, especialmente nas duas categorias citadas acima.

FB e Google dominam Brasil

O aplicativo do Facebook foi o número em todos os países estudados pela empresa, incluindo o Brasil, onde o app responde por 28% do tráfego móvel, à frente do navegador Chrome, com 16%, do YouTube, com 15%, do WhatsApp, com 13%, e do Instagram, com 6%.

Vale notar que os apps do WhatsApp e do Instagram são do próprio Facebook, enquanto que o Chrome e o YouTube são do Google. Ou seja, as duas empresas dominam o mercado de apps móveis por aqui com 78% do tráfego de apps em redes móveis.

facebookOutros países

Já nos EUA, o Facebook (16%) ficou à frente do YouTube (15%) e do Netflix (12%), que completaram o top 3 daquele país. Na Espanha e na Coreia do Sul, a rede social de Zuckerberg também aparece em primeiro lugar, com 20% em cada país.

Vídeo em alta

Outra conclusão do relatório da Ericsson é que o vídeo basicamente comanda o crescimento do tráfego. A previsão de crescimento do segmento é de 45% ao ano, até 2020. Ao longo dos próximos seis anos, o tráfego total de vídeo deve crescer 17 vezes mais do que nos últimos seis anos.

Fonte: Computerworld

Páginas de notícias crescem no Facebook

Se souberem capitalizar não será preciso demitir…

As páginas de Mídia e de Notícias foram as que mais cresceram (em termos de curtidas) no Facebook no último trimestre de 2014. A informação foi extraída do estudo realizado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) em parceria com a Socialbakers.

De acordo com os dados, as páginas do segmento Mídias e Notícias possuíam, ao final de dezembro, uma média de 2,45 milhões de curtidas. Com isso, esse segmento ultrapassou o de Marcas/Institucional, que, até o terceiro trimestre de 2014 (julho, agosto e setembro), lideravam a rede social. Em dezembro, as páginas do segmento Marcas/Institucional tinham uma média de 2,15 milhões de curtidores.

De acordo com a Faap e a Socialbakers, o ritmo do crescimento dos fãs das páginas do Facebook teve uma desaceleração no último trimestre de 2014. Enquanto as páginas de e-commerce, por exemplo, ganharam uma média de 94,9 mil fãs no terceiro trimestre do ano passado, esse número caiu para a média de 91,9 mil fãs no último trimestre de 2014. (Veja gráfico abaixo)

VolumedeFas-Pesquisa-GrandeApesar da diminuição no crescimento de novos fãs, as páginas analisadas pelo Facebook geraram mais interação entre os usuários no último trimestre do ano. O gênero Mídia e Notícias, que tinha uma média 1,009 milhão de interações, ampliou o total para 6,885 milhões. As páginas de e-commerce também apresentaram um grande aumento em suas interações, passando da média de 43.876 para 265.107 no último trimestre.

Twitter

A mesma diminuição no ritmo da conquista de novos seguidores também foi registrada no Twitter. De acordo com a pesquisa da Faap, no último trimestre de 2014, os perfis de marcas conquistaram, em média 14.105 novos seguidores. No trimestre anterior, essa média havia sido de 18.681 seguidores. Os perfis de usuários comuns e celebridades também registraram uma média menor de conquista de novos seguidores: 224.588 no último trimestre de 2014, contra 238.923 no trimestre anterior.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook gera US$ 10 bilhões para economia brasileira

E eu continuo impressionado com o alcance da crise…..

 

facebook
Um estudo da Deloitte, apresentado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, mediu o impacto do Facebook na economia mundial em 2014. De acordo com a pesquisa, a plataforma movimentou US$ 227 bilhões globalmente e gerou 4,5 milhões de empregos. No Brasil, o montante foi de US$ 10 bilhões, com 231 mil vagas de trabalho abertas. Entre os principais beneficiados estão as pequenas empresas, além de desenvolvedores de aplicativos e companhias inovadoras.

“O Brasil possui um grande número de empreendedores de pequeno porte e boa parte deles já descobriu como podem usar o Facebook para expandir seus negócios”, declarou Alexandre Hohagen, vice-presidente da rede social na América Latina. Segundo ele, hoje uma em cada três pequenas empresas possui página na plataforma. “Boa parte delas já consegue se beneficiar das conexões para impulsionar vendas e também gerar empregos”, explicou.

Para chegar a esses números, foram considerados três pilares: marketing, plataforma e conectividade. No primeiro caso, foi avaliado o impacto econômico para marcas que recorrem ao Facebook para se conectar com o consumidor por meio de estratégias de marketing e branding e para impulsionar vendas (online e off-line). Por esse viés, a Deloitte apontou que o Facebook injetou US$ 148 bilhões na economia global. Quem mais se destaca nesse sentido? EUA, com US$ 77,6 bilhões. Em segundo lugar, vem o Brasil, com um impacto de US$ 8,4 bilhões e 189 mil empregos gerados. Um exemplo de sucesso é a Arte by Zeuda Rebouças, confecção de roupas infantis artesanais de Fortaleza, que emprega 15 pessoas e exporta para Estados Unidos, Suíça, Espanha e Portugal, entre outras regiões.

O segundo pilar (plataforma) está voltado aos desenvolvedores de app. Por aqui, esse ecossistema movimentou US$ 600 milhões na economia. Já a conectividade, o terceiro recorte da análise, avalia o impacto proporcionado pelo desejo de acessar a rede. Ou seja, trata da venda de dispositivos móveis e de conectividade de internet. O impacto econômico foi de US$ 50 bilhões no mundo. No Brasil, o estudo indica que esse movimento foi de US$ 1,3 bilhão.

Por mês, são 91 milhões de brasileiros conectados no Facebook. E há 2,1 milhões de pequenas empresas com páginas ativas na rede. Dessa base de usuários, 72 milhões de pessoas (80%) interagem com conteúdos postados por esses perfis corporativos. A média mundial é de 70%.

O estudo completo, chamado The global economic impact of Facebook, pode ser acessado a partir da página da Deloitte (em inglês).

Fonte: ProXXIma

As dez marcas brasileiras mais “socialmente dedicadas”

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A Pontofrio.com foi a marca mais dedicada aos fãs no Facebook e Twitter no segundo trimestre de 2014. É o que aponta a Socially Devoted, pesquisa do Socialbakers que divulga o desempenho das fanpages de empresas no Facebook e Twitter. Se a página da varejista de eletrodomésticos encabeçou a lista com uma média de respostas às perguntas de 87,97%, a Nokia Suporte ocupa o segundo lugar com 79,90%. Em terceiro vem outra página de assistência, a GVT Suporte, com um índice de 70,55%. Completando o top 10 estão, na sequência, as marcas TAM, Sky, Ecovias, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e VAIO.

Já o relatório global da empresa aponta que, até o encerramento do 2º trimestre do ano, os consumidores fizeram milhões de perguntas às marcas no Facebook e Twitter. Segundo a análise, uma marca é considerada dedicada ao público quando responde a pelo menos 65% dos questionamentos dos fãs. Na rede social de Zuckerberg, somente 5% das empresas se enquadram nesse perfil e respondem a mais de 75% das perguntas em menos de 15 horas. No Twitter, 7% das marcas representam 63% do total de respostas na plataforma.

Fonte: ProXXIma

Facebook cria botão para salvar conteúdo

Atualização (14/8) –  Apareceu hoje essa opção para mim.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO Facebook apresentou a ferramenta “salvar”. Com ela, o usuário pode selecionar conteúdos de sua timeline para ler ou ver depois.

Segundo o comunicado oficial da empresa, o dispositivo permite salvar links, lugares, vídeos e música. Só o próprio usuário pode ver os itens salvos, a não ser que ele escolha compartilhar com seus amigos.

A lista de conteúdo será organizada segundo diferentes categorias. Periodicamente, o Facebook deverá lembrar o usuário de seus itens salvos postando uma notificação em sua timeline.

O dispositivo “salvar” deverá ficar disponível para os aplicativos Android e iOS e para o Facebook na web nos próximos dias.

Fonte: Meio & Mensagem

Netflix supera HBO em receita por assinantes

 

Netflix HBOReed Hasting, CEO da Netflix, publicou um post no Facebook em comemoração ao “pequeno marco” da empresa. Estatísticas do último trimestre revelaram que a plataforma ultrapassou a HBO em receita por assinantes.

Enquanto a Netflix faturou US$ 1,146 bilhão, a HBO alcançou US$ 1,141 bilhão. Apesar da diferença, o acontecimento é de grande valor para a empresa, visto que a concorrente está há muito mais tempo no mercado. Ainda assim, Hasting ressaltou em sua postagem: “Eles ainda detonam com a gente em renda [no geral] e em prêmios Emmy, mas estamos progredindo”.

Fonte: ProXXIma

Redes sociais encostam em jornais online como principal fonte de informação

Depois perguntam a razão do brasileiro ser desinformado e do grande número de boatos que se espalham pela rede. Gente, redes sociais são ótimas, mas não podem ser usadas como fonte principal de informação. Para isso existem os JORNAIS!

Hoax social networkQue as pessoas têm a Internet como fonte de informação fundamental e de forma crescente, parece óbvio. Menos evidente, no entanto, é o movimento medido pelo Reuters Institute em seu ‘Digital News Report 2014’, divulgado nesta semana: as redes sociais, em particular o Facebook, vão se tornando a grande plataforma para o consumo de notícias.

No Brasil esse movimento é o mais notável entre os 10 países pesquisados. Por aqui, o Facebook não só é a rede mais usada – por 80% dos entrevistados – como é a principal fonte de notícias para 67%, seguida pelo YouTube (33%); G+ (14%) e Twitter (13%).

Particularmente, quando perguntados sobre como se informaram na semana passada, 54% dos brasileiros entrevistados indicaram “redes sociais”, contra 55% que buscaram “veículos tradicionais”, como os sites de jornais. É o maior percentual entre os 10 países, com a Itália em segundo (51%).

Curiosamente, Brasil e Itália são os dois pesquisados onde o acesso à Internet é menor. A penetração no Brasil foi indicada em 46% (Brasil Urbano, segundo o estudo) e, na Itália, 58%. Nos demais – EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Dinamarca, Finlândia, Espanha e Japão – a penetração é acima de 80%.

boatos redes sociaisO mesmo estudo (www.digitalnewsreport.org) coloca os brasileiros como os mais interessados em notícias (87%) e aqueles que têm a Internet como a principal fonte de informações – 37% , ao lado da Finlândia. Entre quem tem 18 a 24 anos, não importa o país: 49% acessam informações prioritariamente online.

O Brasil também aparece como o país pesquisado onde os internautas mais compartilham notícias em redes sociais ou por e-mail – 54% dos entrevistados; seguido da Itália, 44%; Espanha, 40%; EUA, 35%; e Finlândia, 24%.

Finalmente, o Brasil aparece ainda como o país onde mais se aceita pagar pelas notícias – 22% dos entrevistados pagaram pelo menos por um artigo ou mantinham assinaturas digitais em 2013, contra uma média de 11% quando agregados os 10 países avaliados.

Fonte: Convergência Digital

Gigantes da web querem levar sinal a regiões remotas com drones

Parece brincadeira e pode até ser que seja mesmo.

Drone internetCom pouco mais de 44 anos de existência, a internet tem cerca de 2,7 bilhões de usuários (39% da população mundial), alimentando um mercado multibilionário. Os restantes 61% desconectados estão provocando uma espécie de “corrida espacial” entre os gigantes da rede. E, no mundo móvel, a briga é ainda mais acirrada. Com o celular atingindo mais de 96% dos terráqueos, uma expansão da infraestrutura da web representaria um potencial de venda de serviços monumental. Google e Facebook estão esfomeados, quase desesperados, para engolir o próximo bilhão de internautas. E, para isso, não param de bolar novas maneiras de levar sinal a rincões ainda virgens.

Equipamentos geoestacionários, drones e balões estão entre os veículos por meio dos quais os players querem conquistar territórios. Para isso, eles terão de vencer desconfianças que cercam tais tecnologias — no Oriente Médio, por exemplo, um dos potenciais mercados a explorar, com apenas 26% da população atualmente conectada à internet, drones são comumente associados pela população a ações de contraterrorismo americanas e percebidos como ameaças. Além disso, dizem especialistas, há o medo de que os exploradores desse tesouro virtual possam recolher dados de usuários indiscriminadamente de modo muito mais fácil a partir do espaço.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, lançou em agosto de 2013 sua iniciativa “internet.org” em parceria com seis grandes companhias de telefonia móvel, com o objetivo de levar acesso à internet mais barato a todos. “A população conectada do mundo está crescendo apenas 9% ao ano. Queremos acelerar esse crescimento”, diz o documento principal da instituição, que já fechou acordos com provedores nas Filipinas e no Paraguai. Mas a internet.org investe também em outras tecnologias.

No setor de satélites, para fornecer conexão à internet, o Facebook contempla usar equipamentos geoestacionários, que orbitam a mais de 35 mil quilômetros de altitude, além de satélites não estacionários de órbita terrestre baixa (entre 400 e 600 quilômetros). A rede social está avaliando usar em seus satélites a tecnologia FSO (Free Space Optics), baseada em laser e que exige grande precisão na pontaria do feixe luminoso.

Empregabilidade ainda é incerta

Já no departamento dos drones, o Facebook tem planos ousados, mas levou uma rasteira de última hora do Google, que comprou, debaixo de seu nariz, a empresa Titan Aerospace, cortejada há muito pela companhia de Mark Zuckerberg. Este acabou arrematando a inglesa Ascenta, que produz drones movidos a energia solar.

Mesmo parecendo promissores, os drones ainda são uma tecnologia incerta para prover conectividade.

— Drones usados para internet ainda são uma aposta — afirma Nei Brasil, cofundador e presidente da Flight Technologies, empresa brasileira especializada nessas aeronaves. — Os custos são altos, e a viabilidade técnica existe, mas a modelagem econômica ainda é um mistério. Outro fator é a incerteza quanto à regulamentação pelas autoridades do setor aeronáutico, tanto no Brasil quanto nos outros países. Os próprios americanos ainda não têm regulamentação para drones na área privada. Mas Google e Facebook têm bala na agulha para se dar ao luxo de queimar US$ 50 milhões ou US$ 60 milhões em um projeto experimental de drones para implementar conectividade.

Outra seara à vista no futuro da internet são os balões. Desde 2008, o Google já vinha pesquisando modelos atmosféricos para levar conectividade à internet, mas só em junho de 2013 iniciou o Project Loon, com um experimento na Nova Zelândia envolvendo 30 balões lançados em coordenação com as autoridades locais de aviação civil. O projeto piloto fornece acesso à rede a 50 usuários da região.

No início de abril passado, o Google soltou cerca de 300 balões, que deram uma volta completa pela Terra na latitude 40° Sul, provendo experimentalmente acesso à internet a regiões ermas de Nova Zelândia, Austrália, Chile e Argentina. E um dos balões — o histórico I-167 — fez a volta completa em 22 dias. O plano da empresa é espalhar milhares deles na estratosfera, de modo a cobrir as áreas secas e habitáveis do planeta.

O Brasil também tem uma iniciativa para prover conexão à internet por balões: o Projeto Conectar, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Mas o conceito é diferente.
— Nossos balões são ancorados, ou seja, ficam presos ao solo por uma corda de aramida, bem leve — explica José Ângelo Neri, pesquisador do Inpe e coordenador do Projeto Conectar. — Eles pairam a cerca de 400 metros do solo, proporcionando conexão num raio de até 100 quilômetros e funcionando como se fossem torres convencionais, só que mais altas, mais baratas e com alcance muito maior.

O projeto é 100% brasileiro e pode servir também para dar apoio a regiões em caso de desastres. O próximo passo é um experimento piloto — definido em dezembro de 2013, mas ainda aguardando autorização ministerial — na Região Norte, que deve cobrir dez cidades num raio de 50 quilômetros a 100 quilômetros.

— Usamos nos balões os gases hélio ou hidrogênio, mas a logística do projeto é complicada. Quanto à inflamabilidade do hidrogênio, não há problema. Já testamos nossos balões dando até sete tiros neles. Não houve explosão, e a descida foi suave, já que a diferença de pressão é minúscula, apenas um centésimo de atmosfera.

Momento de transformação na rede

Os tubarões da internet sabem que a grande rede está num momento de transformações, e este — além da possibilidade de grandes lucros — é um dos motivos para a fome por novos usuários. Hugo Fuks, professor e diretor do Departamento de Informática da PUC-Rio, explica que, de fato, a web está mudando de vocação.

— Deixando de lado o bom e velho e-mail, a internet está deixando de ser um veículo de consumo de informações para se tornar uma via de interações entre usuários, instituições e empresas, uma metamorfose bem simbolizada pelo fenômeno das redes sociais — explica. — Com a iminente “internet das coisas”, essa situação se agrava ainda mais, pois as interações passam a contemplar bilhões ou trilhões de objetos conectados e endereçáveis pelo protocolo IPv6, que teoricamente seria capaz de abarcar todos os grãos de areia do planeta.

Google, Facebook e outros gigantes estão conscientes desse futuro. É o que diz o analista de tecnologia americano Mike Elgan:

— Essas redes estão se convertendo de sites centralizados que concentram milhões de usuários em aplicativos com funções específicas dentro de uma mesma plataforma, que conseguirão captar ainda mais usuários e, é claro, juntar o máximo de informações deles para, depois, dirigir-lhes anúncios personalizados super eficientes.

Fonte: O Globo

Quanto você realmente vale para Facebook e Google

Escritório GoogleVocê já se perguntou quanto o Facebook lucra com as horas que você passa vendo as fotos de seus amigos e postando quizzes do BuzzFeed sobre qual personagem do “Game of Thrones” é mais parecido com você?

A empresa de softwares AVG desenvolveu um aplicativo capaz de responder essa questão. O PrivacyFix faz uma estimativa desses valores com base em dados publicamente disponíveis sobre a receita que as empresas geram por usuário, de acordo com o uso pessoal.

Primeiramente, o app requer uma permissão para acessar as contas do Google e Facebook da pessoa para mostrá-las como suas opções de privacidade estão configuradas. Assim, elas são direcionadas à página em que os ajustes podem ser feitos, além de ter acesso ao seu suposto valor monetário.

Depois de analisar curtidas, postagens, fotos e quantidade de amigos, foi revelado que as mulheres são 25% mais valiosas do que os homens. Em relação à localização, usuários americanos e canadenses geram cerca de 8,5 vezes mais receita do que as pessoas da América Latina, Austrália e África, segundo o próprio Facebook.

Para o Google, o app baseia-se no volume de pesquisas feitas nos últimos 60 dias a partir de um navegador específico e dispositivo utilizado no momento da busca. Parte-se do princípio de que quanto mais você pesquisar, a probabilidade de você clicar em um anúncio também aumenta.

Com base nos critérios utilizados, um usuário médio do PrivacyFix curte 130 itens por mês, posta 110 atualizações (incluindo comentários em fotos e posts de outros usuários), publica nove fotos e tem 175 amigos. O app foi lançado em setembro de 2013, e até agora a AVG não divulgou o número de pessoas que já instalaram a ferramenta.

A usuária de maior valor dos Estados Unidos produz, em média, US$ 37,98 por ano ao Facebook, enquanto o usuário americano mais valioso gera US$ 30,38, de acordo com os cálculos. A mulher americana menos valiosa, por sua vez, contribui com US$ 17,02, e o homem, com US$ 13,61.

Por outro lado, também é possível que atividades como curtir e publicar não sejam mais os melhores indicadores de engajamento no Facebook. Pessoas menos ativas podem, ás vezes, estar mais engajadas do que aqueles que sempre aparecem no feed de notícias. Por esse motivo, a rede social tem tentado entender os padrões por trás desse engajamento mais silencioso.

Segundo o Slate, a plataforma está estudando cuidadosamente os hábitos de consumo dos seus usuários para descobrir pelo que as pessoas realmente se interessam, com o objetivo de oferecer conteúdos mais relevantes. Assim, o like de um usuário que realmente clicou e leu o que aparece em seu news feed tem um peso maior do que as inúmeras curtidas de usuários que apenas leram o título, se interessaram pelo tema, mas não se dão ao trabalhos de clicar para ler a história completa.

Fonte: ProXXIma

Facebook cria aplicativo de notícias

Paper-app-2Hoje o Facebook lançará o Paper, aplicativo mobile para leitura de notícias.

No app, o conteúdo será dividido em 19 seções, incluindo as editorias cultura pop, tecnologia, esportes e LOL, além de exibir um feed de notícias com um design diferente da home da rede social.

A novidade estará disponível somente para iPhones e consumidores norte-americanos. Ainda não há previsão de lançamento em outros países ou para sistema Android.

Cada seção terá um carrossel de imagens no topo da interface, com histórias abaixo das fotos. O Paper foi desenvolvido para ter uma cara diferente dos demais aplicativos do Facebook.

Os usuários poderão assinar as editorias de interesse e o conteúdo será distribuído por meio de um processo que envolve algoritmo e seleção humana. Por enquanto a personalização das seções não está disponível.

Outra funcionalidade da ferramenta é a pré-visualização do conteúdo antes da publicação. O compartilhamento pode ser visualizado pelos amigos do usuário na versão web da rede social.

Por enquanto, Paper não tem anúncios, mas é provável que a empresa inclua publicidade no futuro, depois de observar como os usuários se engajam com o serviço.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook busca talentos brasileiros

Essa é para os nerds com disposição.

facebookO Facebook anunciará em breve a criação de um programa para recrutar profissionais para a operação brasileira da rede. O alvo do projeto são as pessoas que se interessam pelo desenvolvimento do empreendedorismo corporativo que, segundo o diretor geral do Facebook Brasil, Leonardo Tristão, é a cara da empresa. A companhia, que conta atualmente com 65 profissionais, terá até o final deste ano outras 20 posições disponíveis. Além de novas vagas em 2014.

O crescimento da operação é um dos três pilares que o Facebook trabalhará no próximo ano. Expandir o contato com as marcas e mostrar como a plataforma pode impactar as estratégias de negócios de empresas, principalmente as pequenas e médias, é um dos outros focos da rede. A aposta em segunda tela completa os objetivos. “Mais de 44 milhões de usuários acessam o Facebook por dispositivos móveis enquanto assistem à TV. Os eventos esportivos que virão oferecem oportunidades incríveis nesse sentido”, explica Tristão.

Outras praças da AL

O VP para a América Latina, Alexandre Hohagen, que inicialmente comandou a abertura do escritório no País, em 2011, passa a se dedicar mais aos outros mercados da América Latina, onde a rede tem 250 milhões de usuários, e aos escritórios da Argentina, do México e em Miami.

Leonardo Tristão segue atuante no País. Com 76 milhões de usuários ativos, o Brasil fica atrás de Estados Unidos e Índia em número de adeptos. Informações de mercado não confirmadas oficialmente pelo Facebook colocam a operação brasileira entre as cinco mais importantes para a rede em termos de faturamento.

Fonte: ProXXIma

Canon lança câmera com botão especial para Facebook

Intitulada “Facebook Ready”, funcionalidade possibilita fazer o upload, compartilhar e comentar diretamente na câmera

facebook-canonHoje em dia, uma boa foto quase sempre vai parar nas redes sociais, e pensando em facilitar a vida dos consumidores, a Canon lançou a máquina fotográfica digital PowerShot N. A novidade possui todas as funcionalidades de uma câmera normal, mas conta também com um botão na lateral que ostenta o logotipo do Facebook. Com isso, o usuário pode, instantaneamente, ter acesso à rede social para compartilhar fotos ou vídeos assim que eles forem gravados.

Além disso, a câmera está conectada via Wi-Fi. Ao pressionar o botão intitulado “Facebook Ready”, o usuário tem a opção de fazer o upload, compartilhar e comentar fotos direto da câmera. O produto poderá ser adquirido em setembro apenas na loja online da Canon e vai custar U$S 299,99.

Fonte: ProXXIma

Facebook testa sistema de pagamento na rede social para concorrer com PayPal e Amazon

Facebook_news_feedO Facebook irá testar um sistema de pagamentos para que os usuários que já cadastraram um cartão de crédito na rede social usem o mesmo login para fazer compras em aplicativos parceiros. O objetivo é agilizar a compra na rede social e também facilitar o processo via dispositivo móvel. O sistema seria concorrente do PayPal, Google e Amazon, além de startups como Braintree e Klarna.

Segundo o site AllThingsD, o primeiro parceiro seria o JackThreads, site de compras para jovens que tem grande parte de sua receita proveniente de compras feitas por meio de dispositivos móveis.

Um porta-voz do PayPal afirmou em nota ao site americano que tem uma ótima relação com o Facebook e espera que isso continue. “Investimos em pagamentos mobile desde 2006, e no último ano 10% do nosso volume total de pagamentos – US$ 14 bilhões – veio de dispositivos móveis. Ainda assim, sempre damos boas vindas a competidores e estamos ansiosos para ver o que o Facebook vai anunciar”, conclui a nota da companhia de pagamentos à distância.

Fonte: ProXXIma

Facebook adiciona ”hashtags” como uma de suas funcionalidades

hashtagsNa semana passada o Facebook anunciou que irá utilizar as hashtags como ferramenta oficial da rede social. Em comunicado, a companhia formalizou a nova funcionalidade, uqe deve ser incorporada nas próximas semanas: “As hashtags permitirão que você adicione contexto a um post ou indique que ele é parte de uma discussão maior. Ao clicar em uma hashtag, você verá atualizações de outras pessoas e páginas que estão abordando o mesmo tópico”, destacou o post.

Com a inclusão das hashtags, os usuários conseguirão fazer pesquisas específicas em suas barras de busca e clicar em hashtags originadas em outros serviços, como posts do Instagram. A ferramenta popularizada pelo Twitter também permite aos usuários agrupar várias mensagens sobre um determinado assunto, de maneira mais rápida.

Fonte: ProXXIma

Receita do Facebook com publicidade móvel deve chegar a US$ 2 bilhões em 2013

Estudo prevê que rede social terá aumento 300% em relação ao valor obtido em 2012

facebookNa última quinta-feira, dia 13, o eMarketer divulgou um estudo que avalia o valor da receita de publicidade móvel que será obtida pelo Facebook neste ano. A pesquisa aponta que a rede social deve lucrar cerca de US$ 2 bilhões em 2013 – um aumento de 300% no faturamento com mobile ads em comparação com o valor de 2012, que ficou abaixo de US$ 500 milhões.

Os números são ainda mais impressionantes em comparação com 2011, quando o Facebook ainda não havia introduzido os anúncios de publicidade da rede social. A estimativa deve impulsionar o crescimento de lucro do Facebook como um todo. A companhia computou cerca de US$ 5 bilhões de receita total em 2012.

Se confirmada a previsão do eMarketer, o Facebook será responsável por 10% das verbas de publicidade móvel do mundo.

Fonte: ProXXIma

Facebook e Twitter batalham por ads no Brasil

Redes sociais investem no mercado brasileiro e competem para captar anunciantes no País

twitter_logoA população brasileira é obcecada por mídia social e já forneceu ao Facebook e Twitter uma legião de novos usuários, mas agora o objetivo das duas redes sociais é atrair outro tipo de olhares: anunciantes. Para isso, o Twitter abriu um escritório físico em São Paulo, em janeiro. Enquanto o Facebook investe em novos gerentes para o mercado local, após o Brasil se tornar o segundo maior país em número de usuários – com 66 milhões, em uma nação com 200 milhões de pessoas.

Porém, apesar dos grandes eventos que rodeiam o País, como Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, as oportunidades de captar novos anunciantes é de longo prazo, tendo em vista o tamanho do ainda jovem mercado digital brasileiro, em termos de propagandas digitais.

O grupo de pesquisas de mercado, Zenith Optimedia, projeta que os gastos com publicidade digital no Brasil serão de US$ 1,2 bilhão este ano. Segundo a companhia, as redes sociais competirão por esse montante com o Google e portais como UOL, Globo e Terra. Além disso, o Facebook vai enfrentar a concorrência, por anunciantes, com a TV aberta brasileira – na qual a captação de publicidade representa 69,4% no mercado. Problema que a companhia já encontra no mercado norte-americano – onde a captação é de 38,4%.

“Eu sempre digo que temos dois Super Bowls por semana no Brasil”, afirma Fábio Saad, diretor de mídia on-line da DDB Brasil, referindo-se às partidas de futebol e novelas que cativam a população brasileira. Já o chefe de vendas do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, disse que o desafio do Facebook é convencer os anunciantes a migrarem da mída comum para a rede social. “Este é um país grande, então não há muita oportunidade para migrar receita de um meio para outro”, afirma.

facebookSegundo dados da ComScore, o Facebook pode aproveitar o comportamento dos usuários brasileiros para se favorecer, já que 38% deles estão conectados ao site enquanto assistem TV. Com isso em mente, a equipe de Hohagen tem sido capaz de transformar a conexão entre o Facebook e TV em uma oportunidade de receita. Por exemplo, no ano passado, a Unilever aumentou 10% de seu anúncio mensal ao executar uma campanha de dois dias para a sua marca de shampoo, Seda, durante o final da novela “Avenida Brasil”. A ação foi integrada com anúncios no Facebook, que obtiveram um sucesso impressionante.

Hohagen foi o responsável em sugerir a ideia da integração para os engenheiros do Facebook no Vale do Silício, em 2011, e a primeira reação dos nomes forte da rede social foi: “Ninguém vai trabalhar em conjunto com o mundo off-line”. Mas com o tempo, Hohagen conseguiu demostrar para os líderes do Facebook que os brasileiros tem um comportamento diferente em comparação com os norte-americanos. “Se você vai a um mercado emergente, o número de pessoas que está off-line é grande”, explica.

Enquanto isso, o Twitter é, essencialmente, um recém-chegado ao Brasil e ainda está engatinhando na questão de anunciantes. Isso porque as agências tinha que enfrentar um grande tramite para aprovação de anúncios na rede social. Além disso, os números de usuários brasileiros também são difíceis de avaliar. Segundo relatório da ComScore, são 9,2 milhões de usuários únicos mensais dentro do Twitter, sem incluir dispositivos móveis.

Segundo gerente do Twitter no Brasil, Guilherme Ribenboim, a rede social irá focar estrategicamente no mercado subdesenvolvido de mobile, uma vez que a retenção do Twitter de usuários móveis é melhor se comparado a utilização no ambiente de trabalho. Ribenboim vai firmar parcerias estratégicas com operadoras de celular no País. “O mobile e as operadoras são uma parte muito importante do ecossistema para que os usuários acessem dados e, consequentemente, o Twitter”, finaliza.

Fonte: Ad Age

Brasileiro é quem mais interage no Facebook

Isso não é novidade, mas é impressionante como, seja lá qual for a Rede Social, o brasileiro está lá.

facebookO Social Bakers realizou uma pesquisa para saber o nível de influência de cada país nas atividades do Facebook. O Brasil é o país que mais interage em páginas da rede social, sendo mais de 800 perfis monitorados que mantiveram o seu mural ocupado com quase 86 mil recados por mês. Isso representa uma média de 103 por conta, levando o quinto lugar na categoria logo depois de Itália, Colômbia, Rússia e Egito.

No ranking geral, o Egito ficou em segundo lugar, com média de 380 mensagens por mês. No entanto, o país tem quase seis vezes menos páginas do que o Brasil e oito vezes menos do que os Estados Unidos. A Rússia se destacou pela maior atividade per capita de postagem.

Fonte: ProXXIma

Facebook passa Google como site mais acessado no Brasil

A queda por cerca de uma hora durante a tarde da segunda-feira, 26, levou o Google para a segunda colocação no ranking de sites mais acessados no País. Segundo o Alexa, ferramenta que mensura diariamente as páginas mais visualizadas mundialmente, o gigante de buscas perdeu a liderança no Brasil para o Facebook.

Rede social serviu de espaço para comentar queda do Google

A rede social já tinha figurado à frente do Google, mas o ranking nacional apresentado pelo Alexa nesta terça-feira, 27, resulta na primeira vez que o Facebook lidera a lista em um dia útil. Nas demais ocasiões, o site criado por Mark Zuckerberg só superou o site de buscas durante finais de semana – fato que também ocorre de acordo com o ranking mundial do Alexa.

Com o Google fora do ar, o Facebook serviu justamente como espaço para promoção de brincadeiras e discussões relacionadas ao ocorrido. Comentarista de TV da rádio Jovem Pan, José Armando Vannucci afirmou, afirmou, em seu perfil na rede social, que a queda do site de buscas estava relacionada com o fim do mundo. “O mundo acabou: o Google caiu. Não haverá nada hoje e amanhã. O que você faz sem o Google?”, questionou o jornalista. Também no Facebook, a conta da TV Esporte Interativo perguntou se o Google seria rebaixado à Série B da internet.

Depois que voltou ao ar, o Google Brasil emitiu uma nota na qual afirma que a empresa não encontrou nenhum problema em seus servidores. “Soubemos que alguns usuários tiveram problemas para acessar algumas de nossas ferramentas, mas não encontramos problemas em qualquer serviço até agora. Continuamos monitorando nossos sistemas, e avisaremos sobre qualquer novidade”, informou.

Segundo o site de O Globo, usuários de algumas operadoras de banda larga, como a GVT, conseguiram ter acesso ao Google durante toda a tarde, sem interrupções. O veículo ainda divulgou que teve casos em que as páginas do Google foram abertas normalmente quando procuradas por números que identificam o endereço eletrônico na web, em substituição do Domain Name System (DNS – nome de domínio no sistema).

Fonte: Comunique-se