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Twitter lança módulo para promover eventos ao vivo: Moments

Ultimamente tenho tido mais dúvidas que certezas. Se essa nova funcionalidade do Twitter vai ser útil é uma delas.

Twitter MomentsA cada 24 horas, o evento que utilizar a nova funcionalidade do Twitter, a Moments, recém-lançada, contará com um recurso em os tweets sobre ele se organizem e sejam apresentados em tempo real para os seguidores.

Moments converte em tempo real do fluxo de tweets em torno de um mesmo eixo e quando os seguidores abrirem o app verão uma guai específica onde os posts estarão reunidos.

As pessoas poderão seguir toda a timeline em forma cronológica, incluindo textos, fotos, vídeos e videos do Vine com seis segundos de duração.

Twitter Moments II“O que queremos é proporcionar uma forma simplificada para os usuários obter o valor instantâneo da plataforma e, literalmente, tirar o melhor do que está acontecendo no Twitter agora”, disse o vice-presidente de Vendas Twitter Matt Derella. Ele acrescentou que a seção “deve ser uma maneira muito fácil de acompanhar com o que está acontecendo em seu mundo com um simples toque.”

Momentos vai estrear sem anúncios, mas isso poderá mudar em breve. Nas próximas semanas algumas marcas serão convidadas a testar os formatos de comunicação existentes dentro da nova ferramenta, num padrão que está sendo chamado de “promoted moments”.

Fonte: ProXXIma

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Quase um quarto do conteúdo publicado no Twitter é falso

twitter_logoEsse é um ótimo alerta para aqueles que disputam os Fla x Flu imaginários e embarcam em qualquer canoa furada postada nas redes sociais. Apuração é sempre muito importante e, muitas vezes, a melhor maneira de confirmar informações fica longe da internet.

Quase um quarto de tudo conteúdo publicado no Twitter é falso, conforme constatou um estudo do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, nos Estados Unidos, encabeçado pela pesquisadora indiana Tanushree Mitra. O levantamento ganhou o nome de CredBank por avaliar a credibilidade dos tuítes e averigou mais de 1 bilhão de dados de outubro de 2014 a fevereiro de 2015.

A partir dos dados coletados, a acadêmica descobriu um hoax que surgiu num site de paródias e foi divulgado por veículos como a Newsweek como um “apocalipse zumbi do ebola”. Apesar de ser piada, a chamada gerou uma onde de desinformação na rede de microblogs. “A mídia social ganhou proeminência como fonte de informação, mas persistem os questionamentos sobre a sua capacidade para espalhar boatos”, justifica Tanushree.

Além de ser divulgada por publicações especializadas como “New Scientist” e “Adweek”, a pesquisa foi liberada publicamente na web para promover o debate sobre o alarmante número de 23,46% da corrente global de tuítes que não trazem informações verdadeiras. Confira a íntegra do estudo.

Fonte: Comunique-se

Twitter lança primeiro programa de estágio no Brasil

Uma boa notícia para os futuros focas

twitter_logoO Twitter abriu inscrições para primeira edição de seu programa de estágio no Brasil. A companhia oferece 13 vagas distribuídas entre seus escritórios do Rio de Janeiro e São Paulo. As oportunidades são destinas a estudantes de graduação do penúltimo ou último ano de curso. Ter inglês fluente é um dos pré-requisitos da seleção.

Alunos de Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Relações Internacionais, Administração, Economia, Ciências Contábeis, Direito, Psicologia e Engenharias podem se inscrever no projeto até o dia 5 de junho. A empresa oferece bolsa auxílio é de R$ 1.800, com benefícios de vale refeição, vale transporte e academia.

Uma das redes sociais mais acessadas, com cerca de 500 milhões de posts enviados por dia, o Twitter conta com cerca de 3.900 funcionários em escritórios espalhados pelo mundo. Apenas no Brasil, onde a empresa iniciou as operações em 2012, são 62 colaboradores.

“A ideia do programa de estágio é contribuir com o aprendizado do jovem, dando a ele a oportunidade de trabalhar com equipe experiente, movida a soluções de missão crítica, mas também generosa, simpática e apaixonada por transformar a vida dos usuários de forma impactante e relevante”, explica o site do programa. Para inscrições e mais informações, acesse o site da Cia de Estágios.

Fonte: Comunique-se

Twitter permite que usuário comente em retuítes

twitter_logoO Twitter passou a permitir que os usuários incluam seus comentários em retuítes de outras contas. Chamado de ‘Retweet com comentários’, o recurso lançado agora dá espaço de 140 caracteres para observações, como em postagens comuns.

Segundo a rede social, a novidade funciona incorporando a publicação anterior na íntegra, inclusive com fotos, e já está disponível para quem acessar a plataforma pela web e pelo aplicativo para iOS. A atualização para Android ainda não tem previsão de lançamento, mas o Twitter antecipa que será “em breve”.

Em fase beta desde o ano passado, a ferramenta chega para suprir a necessidade dos tuiteiros, que criaram artifícios como o uso do termo “RT” para fazer comentários e ao mesmo tempo identificar outro usuário como autor da postagem original.

Fonte: Comunique-se

Twitter disponibiliza ferramenta para compartilhamento de vídeos

Twitter videoNa semana passada o Twitter anunciou que vídeos produzidos na plataforma poderão ser embedados em outros sites. A medida sinaliza a intenção do microblog de entrar na briga pelos vídeos online, território dominado por Youtube e Facebook.

Para publicar os vídeos, o usuário terá que baixar uma ferramenta de edição desenvolvida pelo próprio microblog, disponível para iOS e Android. Ao publicar, o link direcional para o conteúdo estará disponível embaixo do tuite.

Fonte: ProXXIma

Google mostrará resultados do Twitter nas buscas novamente

Essas briguinhas de gigantes são entediantes, não?

twitter-microblogO Twitter estará nos resultados das buscas do Google novamente, depois de quatro anos sem aparecer nas páginas do maior sistema de search do mundo. Segundo a Bloomberg, ambas as empresas teriam chegado a um acordo para que os tweets apareçam no buscador do Google em tempo real. Isso deverá acontecer ainda no primeiro semestre deste ano. O Twitter não se manifestou sobre o eventual acordo.

A parceria daria ao Google o acesso aos dados do Twitter de novo, o que os rivais Yahoo e Bing, da Microsoft, já têm. Twitter e Google já foram parceiros em acordo parecido em 2009, mas essa parceria não foi renovada em 2011. Pelos termos do novo acordo, as postagens do Twitter ficarão visíveis nos resultados de pesquisa do Google imediatamente após serem publicadas.

A volta da parceria pode ter várias razões. Segundo a Bloomberg, não há receitas publicitárias negócio a partir desse acordo, mas o Google pagará pela receita de “licenciamento de dados”. O Twitter, que tem esse tipo de receita, faturou US$ 41 milhões no ano passado com isso. Outro motivo é que, com os tweets promovidos que aparecerão em aplicativos de terceiros e sites – como Flipboard e Yahoo Japan -, o Google fará questão de puxar e rentabilizar os visitantes para o seu serviço, que não registram, atualmente, os usuários do Twitter. Ao aparecer mais frequentemente na página de resultados de busca do Google, esses tweets promovidos podem aumentar significativamente a receita.

Fonte: ProXXIma

As dez marcas brasileiras mais “socialmente dedicadas”

Ponto-Frio-Logo1
A Pontofrio.com foi a marca mais dedicada aos fãs no Facebook e Twitter no segundo trimestre de 2014. É o que aponta a Socially Devoted, pesquisa do Socialbakers que divulga o desempenho das fanpages de empresas no Facebook e Twitter. Se a página da varejista de eletrodomésticos encabeçou a lista com uma média de respostas às perguntas de 87,97%, a Nokia Suporte ocupa o segundo lugar com 79,90%. Em terceiro vem outra página de assistência, a GVT Suporte, com um índice de 70,55%. Completando o top 10 estão, na sequência, as marcas TAM, Sky, Ecovias, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e VAIO.

Já o relatório global da empresa aponta que, até o encerramento do 2º trimestre do ano, os consumidores fizeram milhões de perguntas às marcas no Facebook e Twitter. Segundo a análise, uma marca é considerada dedicada ao público quando responde a pelo menos 65% dos questionamentos dos fãs. Na rede social de Zuckerberg, somente 5% das empresas se enquadram nesse perfil e respondem a mais de 75% das perguntas em menos de 15 horas. No Twitter, 7% das marcas representam 63% do total de respostas na plataforma.

Fonte: ProXXIma

Twitter tem alta de 124% no segundo trimestre

twitter_logoContrariando as expectativas de mercado, o Twitter teve aumento de receita no segundo trimestre deste ano na comparação com o ano passado. O faturamento do microblog cresceu 124% em relação ao mesmo no período, chegando a US$ 312 milhões.

A maior parte desse incremento se deve aos ganhos em publicidade. A receita do setor chegou aos US$ 277 milhões, aumento de 129% em relação ao mesmo período do ano passado. Só o share de advertising em dispositivos móveis aumentou 81% no período.

O IPO na bolsa de valores de Nova York em novembro do ano passado colaborou para fortalecer o primeiro semestre como um todo, na comparação com o mesmo período de 2013. O aumento da receita foi de 121%, chegando a US$ 562,65 milhões neste ano. Mas esse não foi um fator determinante já a partir de 6 de fevereiro, quando o valor das ações despencou 24,16% e permaneceu em declive até 3 de junho.

dedo e dinheiroÀs vésperas da Copa do Mundo, o Twitter lançou uma diversidade de produtos, voltou a atrair audiência e verba anunciante. Novidades como placares em tempo real, notificações na tela, enquetes em tempo real, timelines das partidas e mensagens privadas no Vine surtiram efeito. O número médio de usuários ativos chegou a 271 milhões ao final de junho, um aumento de 24% em relação ao mesmo período de 2013. Não por acaso, a receita internacional do Twitter também deu um salto de 168% no segundo trimestre, chegando a US$ 103 milhões – 33% de share do total da empresa.

“Continuamos focados em aumentar a base de usuários e o engajamento”, escreveu, em comunicado, Dick Costolo, CEO. “Desenvolvendo novas experiências de produtos, como os que criamos em torno da Copa do Mundo, acreditamos que podemos aumentar o apelo do Twitter e ampliar sua audiência.”

Fonte: ProXXIma

Redes sociais encostam em jornais online como principal fonte de informação

Depois perguntam a razão do brasileiro ser desinformado e do grande número de boatos que se espalham pela rede. Gente, redes sociais são ótimas, mas não podem ser usadas como fonte principal de informação. Para isso existem os JORNAIS!

Hoax social networkQue as pessoas têm a Internet como fonte de informação fundamental e de forma crescente, parece óbvio. Menos evidente, no entanto, é o movimento medido pelo Reuters Institute em seu ‘Digital News Report 2014’, divulgado nesta semana: as redes sociais, em particular o Facebook, vão se tornando a grande plataforma para o consumo de notícias.

No Brasil esse movimento é o mais notável entre os 10 países pesquisados. Por aqui, o Facebook não só é a rede mais usada – por 80% dos entrevistados – como é a principal fonte de notícias para 67%, seguida pelo YouTube (33%); G+ (14%) e Twitter (13%).

Particularmente, quando perguntados sobre como se informaram na semana passada, 54% dos brasileiros entrevistados indicaram “redes sociais”, contra 55% que buscaram “veículos tradicionais”, como os sites de jornais. É o maior percentual entre os 10 países, com a Itália em segundo (51%).

Curiosamente, Brasil e Itália são os dois pesquisados onde o acesso à Internet é menor. A penetração no Brasil foi indicada em 46% (Brasil Urbano, segundo o estudo) e, na Itália, 58%. Nos demais – EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Dinamarca, Finlândia, Espanha e Japão – a penetração é acima de 80%.

boatos redes sociaisO mesmo estudo (www.digitalnewsreport.org) coloca os brasileiros como os mais interessados em notícias (87%) e aqueles que têm a Internet como a principal fonte de informações – 37% , ao lado da Finlândia. Entre quem tem 18 a 24 anos, não importa o país: 49% acessam informações prioritariamente online.

O Brasil também aparece como o país pesquisado onde os internautas mais compartilham notícias em redes sociais ou por e-mail – 54% dos entrevistados; seguido da Itália, 44%; Espanha, 40%; EUA, 35%; e Finlândia, 24%.

Finalmente, o Brasil aparece ainda como o país onde mais se aceita pagar pelas notícias – 22% dos entrevistados pagaram pelo menos por um artigo ou mantinham assinaturas digitais em 2013, contra uma média de 11% quando agregados os 10 países avaliados.

Fonte: Convergência Digital

Criador do Twitter apresenta novo aplicativo

jellyBiz Stone, um dos fundadores do Twitter, apresentou seu novo aplicativo na semana passada. Jelly é um app que funciona como ferramenta de busca humano. Conectando-se pelo Facebook ou Twitter, o usuário faz uma pergunta e insere uma imagem que ilustre a dúvida. Os outros usuários podem responder por meio de link, imagem ou texto.

Disponível gratuitamente para iOS e Android, o serviço é semelhante ao Quora e ao Ask.com e apresenta uma função que poderia ser desenvolvida até mesmo no Twitter. Mas Stone defende que outras redes sociais não são utilizadas especificamente para essa função. O executivo afirma que o aplicativo nasceu de sua crença de que uma comunidade conectada só tem sentido se as pessoas se ajudarem.

Diferentemente do que esta nota dizia anteriormente, o Jelly não tem relação oficial com o Twitter: além do fato de ambos terem Stone com oum de seus criadores, são empresas distintas.

Assista ao vídeo em que o executivo apresenta o novo app:

Fonte: Meio & Mensagem

Mais um jornalista demitido por postagem no Twitter

Flavio Gomes - PortuguesaPelo jeito as empresas brasileiras ainda vão perder muita gente boa enquanto não entenderem que as redes sociais são particulares e que seus funcionários têm direito de se manifestar da maneira que quiserem, desde que não estejam vestindo a camisa da empresa. Não é porque alguém trabalha em um lugar com determinada orientação (seja política, comercial ou moral) que um jornalista precisa concordar com ela 100% do tempo. Mais ainda, as opiniões têm que ser respeitadas. Imagine se neste blog (que nem é tão visualizado) eu não puder xingar, expor minhas opiniões sobre o que ou quem quiser? Não haveria razão para esse espaço existir. Isso vale também para minhas contas no Twitter, Facebook, etc. Eu só reproduzo coisas do meu trabalho que expressem a minha opinião.

A notícia de que a ESPN Brasil demitiu o ótimo comentarista Flavio Gomes, por comentários que ele fez no seu Twitter após um jogo da Portuguesa é uma grande bola fora de uma empresa que sempre me pareceu um ótimo lugar para trabalhar. Espero que as empresas compreendam que jamais comandarão o pensamento de ninguém.

Leia a notícia completa publicada no Jornalistas & Cia.

O comentarista e repórter da ESPN Flavio Gomes foi desligado da emissora nesta segunda-feira (9/9) após duras críticas e ofensas que publicou em sua conta no Twitter contra torcedores do Grêmio. A confusão começou logo após a partida entre Portuguesa – time de coração do comentarista – e Grêmio, realizada no último sábado (7/9), que foi marcada por lances polêmicos com a arbitragem. Também por sua conta no Twitter, o diretor de Jornalismo da ESPN Brasil João Palomino pediu desculpas pelos comentários ofensivos, não apenas de Flávio Gomes, mas também de outro profissional da casa, o gerente de Programação dos canais ESPN Arnaldo Ribeiro.

ESPN BrasilEm entrevista a Luiz Carlos Reche, da Rádio Guaíba, o comentarista defendeu-se afirmando que tudo havia sido um grande mal-entendido que teve uma consequência proporcional ao tamanho deste: “Quem me segue sabe que meu nível de brincadeira no Twitter é esse. Eu estava de folga e utilizando essa ferramenta que é absolutamente pessoal, sem ligação a nenhuma empresa. Respeito a decisão da empresa, que é soberana, mas acho que isso abre um precedente muito grave. As redes sociais ainda não estão sendo bem entendidas pelas empresas de comunicação e estão misturando muito do que é brincadeira com o que é jornalismo. Eu não me arrependo de brincar com o futebol.  O dia em que eu parar de brincar com o futebol, como torcedor da Portuguesa que sou, o futebol pra mim vai perder a graça”.

Facebook e Twitter batalham por ads no Brasil

Redes sociais investem no mercado brasileiro e competem para captar anunciantes no País

twitter_logoA população brasileira é obcecada por mídia social e já forneceu ao Facebook e Twitter uma legião de novos usuários, mas agora o objetivo das duas redes sociais é atrair outro tipo de olhares: anunciantes. Para isso, o Twitter abriu um escritório físico em São Paulo, em janeiro. Enquanto o Facebook investe em novos gerentes para o mercado local, após o Brasil se tornar o segundo maior país em número de usuários – com 66 milhões, em uma nação com 200 milhões de pessoas.

Porém, apesar dos grandes eventos que rodeiam o País, como Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, as oportunidades de captar novos anunciantes é de longo prazo, tendo em vista o tamanho do ainda jovem mercado digital brasileiro, em termos de propagandas digitais.

O grupo de pesquisas de mercado, Zenith Optimedia, projeta que os gastos com publicidade digital no Brasil serão de US$ 1,2 bilhão este ano. Segundo a companhia, as redes sociais competirão por esse montante com o Google e portais como UOL, Globo e Terra. Além disso, o Facebook vai enfrentar a concorrência, por anunciantes, com a TV aberta brasileira – na qual a captação de publicidade representa 69,4% no mercado. Problema que a companhia já encontra no mercado norte-americano – onde a captação é de 38,4%.

“Eu sempre digo que temos dois Super Bowls por semana no Brasil”, afirma Fábio Saad, diretor de mídia on-line da DDB Brasil, referindo-se às partidas de futebol e novelas que cativam a população brasileira. Já o chefe de vendas do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, disse que o desafio do Facebook é convencer os anunciantes a migrarem da mída comum para a rede social. “Este é um país grande, então não há muita oportunidade para migrar receita de um meio para outro”, afirma.

facebookSegundo dados da ComScore, o Facebook pode aproveitar o comportamento dos usuários brasileiros para se favorecer, já que 38% deles estão conectados ao site enquanto assistem TV. Com isso em mente, a equipe de Hohagen tem sido capaz de transformar a conexão entre o Facebook e TV em uma oportunidade de receita. Por exemplo, no ano passado, a Unilever aumentou 10% de seu anúncio mensal ao executar uma campanha de dois dias para a sua marca de shampoo, Seda, durante o final da novela “Avenida Brasil”. A ação foi integrada com anúncios no Facebook, que obtiveram um sucesso impressionante.

Hohagen foi o responsável em sugerir a ideia da integração para os engenheiros do Facebook no Vale do Silício, em 2011, e a primeira reação dos nomes forte da rede social foi: “Ninguém vai trabalhar em conjunto com o mundo off-line”. Mas com o tempo, Hohagen conseguiu demostrar para os líderes do Facebook que os brasileiros tem um comportamento diferente em comparação com os norte-americanos. “Se você vai a um mercado emergente, o número de pessoas que está off-line é grande”, explica.

Enquanto isso, o Twitter é, essencialmente, um recém-chegado ao Brasil e ainda está engatinhando na questão de anunciantes. Isso porque as agências tinha que enfrentar um grande tramite para aprovação de anúncios na rede social. Além disso, os números de usuários brasileiros também são difíceis de avaliar. Segundo relatório da ComScore, são 9,2 milhões de usuários únicos mensais dentro do Twitter, sem incluir dispositivos móveis.

Segundo gerente do Twitter no Brasil, Guilherme Ribenboim, a rede social irá focar estrategicamente no mercado subdesenvolvido de mobile, uma vez que a retenção do Twitter de usuários móveis é melhor se comparado a utilização no ambiente de trabalho. Ribenboim vai firmar parcerias estratégicas com operadoras de celular no País. “O mobile e as operadoras são uma parte muito importante do ecossistema para que os usuários acessem dados e, consequentemente, o Twitter”, finaliza.

Fonte: Ad Age

Fundadores do Twitter lançam Medium, nova plataforma de blogs

Alguém já experimentou?

Depois de criarem o Blogger (posteriormente vendido para o Google) e o Twitter, agora Biz Stone e Evan Willians, em parceria com Jason Goldman, criaram uma nova plataforma de blogs chamada Medium . O novo serviço pretende atender os usuários que acham o espaço dos blogs tradicionais muito longo e do Twitter muito curto para divulgar suas ideias.

Segundo Evan Williams, que criou com Biz Stone a incubadora Obvious em 2008, o Medium permite que o usuário escolha o tipo de contribuição que quer dar ao blog. “A maioria das pessoas, na maior parte do tempo, simplesmente leem conteúdo, e está tudo bem. Se elas escolherem, podem votar para indicar o que é bom ou dar algum retorno para o responsável pelo blog”, diz Williams.

Todas as postagens dos usuários do Medium serão organizadas em coleções, que são definidas pelo tema e modelo escolhido pelo usuário. Segundo Williams, o Medium oferecerá diversidade em temas e modelos para que “o design sirva ao propósito dos usuários da ferramenta”.

Os usuários da ferramenta também poderão criar coleções de conteúdos publicados em outros blogs do Medium, de maneira similar a como os internautas interagem com o mural de fotos online Pinterest. Porém, as coleções poderão ser construídas com posts de fotos, vídeos ou texto puro. Será possível, também, votar nos melhores conteúdos, como no novo Digg: os mais populares aparecerão no topo da página.

O Medium não está aberto para todos os usuários, mas qualquer pessoa com uma conta no Twitter poderá ler o conteúdo publicado pelos usuários beta – que incluem apenas amigos e familiares dos fundadores, por enquanto. É possível fazer um cadastro para ganhar acesso ao site na segunda fase dos testes.

Fonte: IG

Twitter alcança a marca de meio bilhão de contas. Brasil é 2° país na rede

O Facebook anunciou recentemente a marca de 1 bilhão de pessoas conectadas, mas o Twitter, meses antes, também anunciou uma marca importante. Sucesso total dos dois.

O Twitter alcançou, em junho, a marca de meio bilhão de contas criadas, segundo estudo realizado pela Semiocast, empresa com sede em Paris, que realiza pesquisa sobre mídias sociais.

Os Estados Unidos representa o maior número de novas contas desde o começo do ano – mais de 140 milhões. Mesmo assim, os resultados da pesquisa mostram que o número de usuários norte-americanos na rede está caindo. Em janeiro de 2012, o país representava 28,1% dos usuários. Em julho, esse número foi para 27,4%.

Já o Brasil foi o país que mais cresceu, com 41,2 milhões de usuários – contra os 33,3 milhões registrados em janeiro. Isso representa apenas 8% do total. No entanto, no ranking de mais tweets postados, o País representa apenas 6,6% – porcentagem menor que o esperado, se levar em conta que ele é o segundo país na classificação de contas criadas.

O terceiro lugar ficou com o Japão, que, mesmo com essa classificação, continua sendo o país com usuários mais ativos – 10,6% de todos os tweets postados eram provenientes de lá, apesar de representar apenas 6,7% dos usuários e com um número menor de novas contas criadas (cerca de 35 milhões). Por conta desses valores, a língua japonesa conquistou também o posto de segunda língua mais falada no Twitter – perdendo apenas para o inglês.

No ranking de postagens de tweets, São Paulo ficou em 4º lugar, perdendo apenas para Tókio (segunda posição) e Londres, que ficou em terceiro lugar. Outra cidade brasileira que entrou para o ranking foi o Rio de Janeiro, que alcançou a 16º posição. O primeiro lugar de cidade mais ativa na rede social ficou com Jacarta, capital da Indonésia, representando 27% de todos os tweets públicos. Bandung, a segunda maior área metropolitana, ocupa o 6º lugar, seguido por Paris, Los Angeles e Chicago.

Apesar de representar a maior nação no Twitter, os Estados Unidos só aparecem na lista de cidades mais ativas em 5º, representado por Nova York – com 0,4% dos tweets. Ironicamente, São Francisco – terra natal da rede social – representa menos de 0,2% do total de postagens no site. Ela nem chegou a entrar para o ranking, que apresenta apenas as 20 cidades mais ativas.

A pesquisa mostra ainda outro sinal da globalização do serviço. A Semiocast afirma que o árabe segue forte no Twitter e é a sexta língua mais popular do site, respondendo por 2,8% de todos os tweets. O número de usuários da Arábia Saudita cresceu 93% em seis meses – chegando a 2,9 milhões.

A pesquisa foi realizada com base em uma amostra de 1.058 milhões de tweets públicos registrados no mês de junho.

Fonte: IDG Now!

Twitter é a rede social mais popular entre grandes empresas

O Twitter é a rede social mais utilizada entre as grandes empresas do mundo, aponta o “Estudo Global Social Mídia Check-up”, realizado pela Burson-Marsteller.

O relatório aponta que 80% das 100 primeiras empresas que estão na lista elaborada pela revista “Fortune”, que inclui nomes como Telefônica, Santander e Repsol, possuem pelo menos uma conta nesta rede.

Cada uma destas empresas, situadas entre as 100 primeiras na lista da “Fortune”, tem uma média de quase 15 mil seguidores no Twitter, um número que foi triplicado a partir de 2011.Depois do Twitter, as redes sociais mais utilizadas pelas grandes companhias são YouTube e Facebook. Isso porque, 79% destas empresas possuem um canal próprio no site do YouTube, sendo que no último ano esse índice era situado em 57%.

No caso do Facebook, o número de empresas que possui pelo menos uma página nesta plataforma é de 74%. Apesar de sua recente implementação, a rede Google+ também já é utilizada por 48% das grandes corporações.

O “Estudo Global Social Media Check-up” foi desenvolvido pela empresa Burson-Marsteller, com dados da Visible Technologies, que se dedica ao acompanhamento, análise e serviços de mídias sociais para empresas internacionais.

Fonte: Exame

Twitter é a rede social mais popular entre grandes empresas

O Twitter é a rede social mais utilizada entre as grandes empresas do mundo, aponta o “Estudo Global Social Mídia Check-up”, realizado pela Burson-Marsteller.

O relatório aponta que 80% das 100 primeiras empresas que estão na lista elaborada pela revista “Fortune”, que inclui nomes como Telefônica, Santander e Repsol, possuem pelo menos uma conta nesta rede.

Cada uma destas empresas, situadas entre as 100 primeiras na lista da “Fortune”, tem uma média de quase 15 mil seguidores no Twitter, um número que foi triplicado a partir de 2011.
Depois do Twitter, as redes sociais mais utilizadas pelas grandes companhias são YouTube e Facebook. Isso porque, 79% destas empresas possuem um canal próprio no site do YouTube, sendo que no último ano esse índice era situado em 57%.

No caso do Facebook, o número de empresas que possui pelo menos uma página nesta plataforma é de 74%. Apesar de sua recente implementação, a rede Google+ também já é utilizada por 48% das grandes corporações.

O “Estudo Global Social Media Check-up” foi desenvolvido pela empresa Burson-Marsteller, com dados da Visible Technologies, que se dedica ao acompanhamento, análise e serviços de mídias sociais para empresas internacionais.

Fonte:Exame

Os assuntos do ano nas redes sociais

Fim de ano é a época oficial das listas. Tradicionalmente, os veículos fazem um resumo dos principais acontecimentos do ano, resgatando os fatos que mais marcaram o período. Nesse retrospecto, entretanto, não é possível desconsiderar o ambiente mais livre (e propício) para a repercussão dos acontecimentos e pela troca de comentários acerca de tudo o que aconteceu no ano: as redes sociais.

Por conta disso, o Facebook e o Twitter divulgaram, em seus respectivos blogs oficiais, o ranking com os termos e palavras mais postadas pelos seus usuários em 2011. No caso da rede social de Mark Zuckerberg, foi elaborado um ranking global com os termos mais postados pelos 800 milhões de cadastrados no Facebook em todo o mundo. Vale considerar que essa lista é quantitativa, não contextualizando a situação – positiva ou negativa – do uso do termo.

No ranking global do Facebook, o assunto campeão de comentários foi a morte do líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. A morte do homem mais procurado do mundo ganhou a atenção de todos os usuários do Facebook, gerando uma onda impressionante de comentários. Em segundo lugar apareceu o termo Packers, referência ao time Green Bay Packers, vencedor da edição de 2011 do Super Bowl, nos Estados Unidos, ao derrotar o Pittsburgh Steelers. A força dos Estados Unidos na rede social também se reflete na terceira posição da lista. O nome de Casey Anthony, julgada e, posteriormente, absolvida da acusação de ter assassinado a própria filha, na Florida, alcançou o terceiro lugar entre os termos mais postados. Veja a lista global do Facebook:

1- Osama Bin Laden
2- Packers vence Super Bowl
3- Casey Anthony é absolvida
4- Charlie Sheen
5- Morte de Steve Jobs
6- Casamento Real
7- Morte de Amy Winehouse
8- Call of Duty
9- Operações militares na Líbia
10- Furacão Irene

Brasil

No Brasil, o esporte roubou a cena (e o assunto) entre os usuários do Facebook. O termos UFC, campeonato de MMA que se popularizou espantosamente no País este ano, foi o campeão de postagens entre os brasileiros participantes da rede. Em segundo lugar ficou o Vasco da Gama, que, em 2011, conquistou o título de campeão da Copa do Brasil e foi vice-campeão brasileiro. Por falar em futebol, o Corinthians, que sagrou-se campeão brasileiro de 2011, apareceu na sétima posição da lista.

Na terceira posição figurou a morte da cantora Amy Winehouse, seguida da morte de Bin Laden. Veja a lista dos dez termos campeões no Brasil:

1- UFC
2- Vasco da Gama
3- Morte de Amy Winehouse
4- Morte de Osama Bin Laden
5- Flamengo
6- Exaltasamba
7- Corinthians
8- Slipknot
9- PlayStation 3
10- Ronaldinho Gaúcho

Twitter

O Twitter relacionou os termos mais postados por 14 categorias. Televisão (Pretty Little Liars); Futebol (Wayne Roonie); Filmes (Thor); Futebol Americano (Dallas); Musica (Rebecca Black e Friday); NBA (Rashard Lewis); Assuntos mundiais (renúncia de Osni Mubarack, líder do Egito); Atriz (Elizabeth Taylor); Ator (Charlie Sheen); Baseball (Texas Ranger); Comida e Bebida (McLobster); Tecnologia (Mac App Store); Cidades e Países (Cairo) e Hashtag (#egypt).


Fonte: Meio & Mensagem

Redes Sociais são o fim da liberdade expressão?

Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin, etc. São várias as redes sociais que se espalham pelo universo globalizado, permitindo que mais gente se encontre, troque ideias, comentários bobos e paqueras, certo? Bem, nem tanto. Enquanto as redes sociais (assim como os blogs) deveriam ser espaços onde o politicamente correto deveria passar longe (liberdade de expressão, lembra?), a verdade é que o seu uso pode causar danos aos usuários. Danos profissionais.

No início desta semana o editor da revista National Geographic Brasil, publicada pela editora Abril, foi demitido por alguns comentários que postou em seu Twitter. CLARO que, por mais democráticos e pessoais que sejam os espaços utilizados, não dá para um funcionário execrar seus chefes, dizer que são incompetentes, sem foco ou feios, nem soltar os podres da empresa onde trabalha. Tem que vestir a camisa. Porém, não dá para ser demitido por ter opinião própria. Boa polêmica, não?

O que faltam são regras (nas empresas) que sejam claras e não firam os direitos individuais dos funcionários. Eu, particularmente, acho que uma conversa em uma mesa de bar pode ser muito mais prejudicial que um comentário no Twitter. Isso, sem contar que perder a liberdade de escrever um palavrão, fazer uma piada de mau gosto, ser politicamente incorreto está (e se não está, devia) na Constituição.

Imagine se alguém for demitido porque discordou de uma crítica de cinema, acha um determinado crítico fraco ou um colunista tendencioso(a) e com nariz feio?

Os e-mails corporativos já foram alvo de restrições, mas são corporativos, da empresa. Se meter na opinião e na individualidade dos funcionários parece um passo um pouco largo demais.

Leia mais sobre o caso da demissão do editor da National Geographic Brasil

Twitter cada vez mais sério – só falta gente competente para gerir

A notícia confirma o que já tinha colocado aqui dias atrás: o Twitter não é apenas uma bincadeira de nerd adolescente. Segundo a revista Fortune, das 100 maiores empresas do mundo 47 têm conta ativa no microblog.  O problema é que a maioria delas ainda é muito mal gerida, assim como acontece no Brasil, onde qualquer gaiato que esteja no meio por pouco tempo pode se vender como expert. É só ter um sorrisinho maroto e hábitos sociais decentes (falta de cabelos é opcional).

Tudo bem que os parâmetros usados para definir conta ativa são estranhos. Eles consideram ativo aquele que posta uma mensagem uma vez por mês. Ainda detectaram que as companhias da área de seguros são as maiores adeptas do microblog, seguidas pelas do ramo de alimentação e que das 20% das empresas presentes na Fortune 500 mantém um blog corporativo de relacionamento, 19%usam podcast e 31% aderiram ao videoblog.

Mas….e o conteúdo?

Para quem acha que twitter é apenas brincadeira de nerd e adolescente

Essa notícia foi repassada pelo amigo Marlos Mendes e mostra como o Twitter virou coisa séria.

As “tuitadas” do representante da Associação Software Livre,org, Marcelo Branco, que do dia para a noite tornou-se porta-voz do presidente Lula, ao revelar declarações dele sobre a reativação da Telebrás, gerou nesta quarta-feira, 03/03, um volume de negócios com as ações preferenciais da estatal (com direito à voto e em lotes de mil ações), no mercado à vista da Bovespa, da ordem de R$ 224,6 milhões.

Para se ter uma idéia do que isso representa – um único dia de especulação financeira dos acionistas da Telebras suspostamente embasados nas declarações de Lula postadas no Twiiter por Marcelo Branco – o volume de negócios da estatal foi maior do que todo o esforço de investimentos feitos pelo Serpro e pela Dataprev ao longo de 2009, respectivamente, R$ 131,3 milhões, e R$ 186,3 milhões.

Monitorando o Twitter

De 13 a 19 de janeiro, cerca de 79 mil mensagens em português foram postadas no Twitter por brasileiros citando o terremoto no Haiti. O levantamento foi feito pela empresa E.Life e faz parte de um release distribuído para promover o software E.Life TweetMeter, uma espécie de Big Brother do microblog.

Segundo a empresa, o software é uma ótima ferramenta para quem quer monitorar como, quando e quantas vezes andam falando de você no Twitter.

Será que precisamos mesmo disso? Acho que nem as empresas que usam o Twitter para divulgar suas ações vão ser beneficiadas o suficiente para investirem neste tipo de programa. Como já disse aqui algumas vezes, o importante não é ter os dados, é saber interpretá-los.

O Brasil e a Internet – Crescimento no número de pessoas conectadas

Somos os maiores no Orkut, uma potência no Twitter, líderes em Internet Banking e vamos bem no comércio eletrônico. Agora, sai o dado oficial: Em três anos, acesso à internet cresce 75% no Brasil. É ou não é para se orgulhar?

Se lembrarmos das desigualdades econômicas, de que há gente sem água potável e em estado de pobreza total, pode soar estranho que tenhamos Internet grátis em praias e acesso restrito aos domínios .gov.br nos aeroportos, assim como um crescimento desse tamanho em um país onde a TV ainda é a maior força.

São 56,4 milhões de brasileiros plugados na rede (2008), contra 31,9 milhões em 2005. Segundo os dados do IBGE, a maior parte dos novos internautas vem das camadas mais pobres. Mesmo assim, continuamos atrás (em termos percentuais de população conectada) de países como Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia.

O nosso atraso é explicado por um conjunto de características, que vão da pobreza (já mencionada) a total falta de educação, passando por falta de infra-estrutura.

Anyway, vamos celebrar nosso crescimento (em alguma área, pelo menos).