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Netflix UK ‘rebrands’ para o lançamento de ‘Outlaw King’

A popular conta do Twitter foi renomeada de Netflix UK para  Netflix Scotland  (ps. assista Outlaw King)  para promover filme

Finalmente chegou o dia! Outlaw King, a grande aposta dos originais Netflix este ano, está disponível para todo o mundo no serviço de streaming. Para comemorar, a conta do Twitter da empresa no Reino Unido mudou até de nome.

E, claro, o social media está se divertindo horrores:

A Escócia como protagonista

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De Seacliff Beach, em East Lothian, até a Talisker Bay, na Ilha de Skye, o filme foi rodado em locais incríveis em toda a Escócia. Pode não ter um verdadeiro escocês no papel titular, mas os landscapes do país são o verdadeiro protagonista do longa.

A primeira versão de Outlaw King foi exibida durante o Toronto International Film Festival, no início deste semestre. Como a reação do público foi fria, o diretor David MacKenzie fez uma reedição. Versão que foi exibida em meados de outubro em
Edinburgh, com pré-estreia de gala.

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Outlaw King será exibido em salas de cinemas nas grandes cidades escocesas — Edinburgh, Glasgow e Inverness. O longa, estima-se, valeu pelo menos 17,5 milhões de libras para a economia. MacKenzie disse ao The Scotsman, em uma entrevista anterior:

“Braveheart fez um desserviço a Robert [The Bruce]. Retratou-o como uma pessoa molhada e muito desagradável. Achei que havia um buraco na história do cinema daquele período em que queríamos entrar.”

De acordo com a VisitScotland — que oferece visitas  guiadas a alguns das locações — o filme usou 45 locais escoceses diferentes em sua produção.

Algumas cenas foram filmadas em Northumberland — que teria ficado sob o domínio da Escócia nos dias de glória de Robert the Bruce.

Locais para visitar (um dia)

Aqui estão alguns dos melhores locais que serviram de set para o filme que você pode visitar quando decidir conhecer a Escócia.

Craigmillar Castle
 As ruínas do castelo medieval de Edimburgo parecem ter sido usadas para uma cena de batalha no filme, com fotógrafos de olhos
ágeis observando Chris Pine e James Cosmo vestindo roupas de batalha na área, bem como vários extras disparando flechas flamejantes em setembro de 2017.

O castelo não existia durante a época de Robert the Bruce, mas os produtores ignoraram um pouco da imprecisão histórica
para um impressionante local de filmagem.

Dunfermline Abbey
A Abadia de Dunfermline — agora o lugar de descanso final real de Robert the Bruce depois que ele foi enterrado lá, em 1329 — foi parcialmente fechado em setembro de 2017 para as filmagens de Outlaw King.

Linlithgow Palace  e St. Michael’s Parish Church 
O palácio localizado em West Lothian será familiar para os telespectadores da TV e dos filmes
escoceses como o local usado para servir
como prisão de Wentworth em Outlander.

Foi fechado no fim de agosto passado para
filmar, e a igreja paroquial próxima também
foi fechada.

Glasgow Cathedral
A armadura e os cavalos medievais foram trazidos para o prédio de 800 anos no ano passado, enquanto a equipe filmava cenas para o drama histórico, com Chris Pine sendo visto no set várias vezes.

Mugdock CastleA equipe de produção por trás do filme Netflix chegou a construir uma vila medieval em torno do histórico castelo escocês, construindo seis barracas medievais à frente das cenas de Chris Pine em novembro de 2017. Os planos para a vila também incluíram um estábulo temporário para 50 cavalos usados durante uma sequência de filmes no campo de batalha.

Inverbeg
Fotógrafos rápidos conseguiram tirar fotos de membros do elenco apertando garrafas de água quente enquanto filmavam cenas nas
margens do Loch Lomond no ano passado.

University of Glasgow Você pode não ter acesso aos icônicos cloisters da Universidade de Glasgow, a menos que você seja um estudante lá, mas é
interessante ver como eles foram transformados em um grande salão de banquetes, fazendo um banquete digno de um rei.

Blackness Castle
As filmagens que ocorreram no Blackness Castle no final de novembro passado podem ter sido as mais árduas do lote, já que as
temperaturas despencaram abaixo de zero durante um frio. Um extra foi suspenso em uma gaiola de ferro do lado de fora do
prédio, expondo-a aos elementos enquanto algumas tomadas eram feitas para obter certas cenas bem na margem sul do Firth of Forth.

Berwick-upon-TweedA cidade de Northumberland pode não estar na Escócia agora, mas durante a vida de Robert, o Bruce, foi.

Berwick Quayside foi transformado no porto de Glasgow, enquanto a ponte velha foi transformada em London Bridge para as filmagens.

Doune Castle
Não é estranho para a tela, Doune Castle é escolhido novamente como um local para Outlaw King, e torna-se o castelo e a igreja
de Douglas no filme. Fique atento para uma foto brilhante do castelo em chamas!

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‘Bodyguard’ chega ao Netflix nesta quarta, dia 24

É a chance de já ver Richard Madden na pele de um agente britânico

A série britânica Bodyguard, que fez um enorme sucesso este ano na BBC One, está chegando na Netflix. O serviço de streaming disponibilizará os seis capítulos a partir desta quarta, 24 de outubro.

Mas por que assistir?

Primeiro, porque a série conseguiu atingir recorde de audiência da emissora desde 2006. Foram 10 milhões de espectadores em todo o Reino Unido.

Um outro motivo é conferir o desempenho de Richard Madden no papel de um agente federal.

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Novo James Bond pode ser Robb Stark de Games of Thrones

Madden dá vida a David Budd, um veterano de guerra que trabalha na Filial de Proteção Especial da Polícia Metropolitana de Londres.

O agente é designado para proteger a ambiciosa e poderosa secretária de Estado Julia Montague (Keeleu Howes).

Mas a política representa tudo o que Budd despreza. E ele se vê dividido entre suas crenças e seu dever.

Confira o trailer!

Vem aí um épico escocês na Netflix

Confira o trailer de ‘Outlaw King’, que estreia em 9 de novembro no serviço de streaming

A Netflix divulgou nesta segunda-feira, 20 de agosto, o primeiro trailer de seu próximo filme de grande orçamento. O blockbuster histórico “Outlaw King” mostrará a ascensão desafiadora do herói escocês Robert The Bruce.

O filme tem um orçamento não confirmado de 100 milhões de libras. “Outlaw King” abrirá o Toronto International Film Festival, em setembro. Dirigido por David McKenzie, estreia na Netflix em 9 de novembro.

A história segue Robert The Bruce em sua jornada de nobre derrotado a herói nacional. Passa-se no século 14, durante a ocupação opressiva da Escócia medieval por Eduardo I da Inglaterra.

O filme mostrará Robert The Bruce se apoderando da coroa escocesa e reunindo partidários para lutar contra o poderoso exército inglês. Foram sete batalhas épicas, sendo as mais conhecidas travadas em Stirling e em Bannockburn, em 1314. Esta última tornou o herói Rei Robert I da Escócia.

Achou essa sinopse um tanto familiar? Pois está certíssimo se o resumo remeteu ao “Coração Valente” (Braveheart) de Mel Gibson.

Parem de odiar Robert The Bruce

Épico arrasa-quarteirão de 1995, “Coração Valente” é a representação do imaginário coletivo quando se fala de Escócia. Produzido, dirigido e estrelado por Mel Gibson, o filme recebeu dez indicações ao Oscar e ganhou em cinco categorias, incluindo melhor filme e melhor direção.

Mas a verdade é que o longa americano é uma grande piada sob o ponto de vista dos escoceses. Pelos erros (MUITOS!) de roteiro e produção, por causa do pífio sotaque escocês de Gibson — que nem chegou perto do autêntico burr escocês, o som rótico do
sotaque das highlands.

Mas, especialmente, pela falta de compromisso com a história do país. Para começo de conversa, o nome do filme já é errado. “Braveheart” era o apelido de Robert The Bruce, e não de Wallace.

Pois é. O verdadeiro “Coração Valente” foi justamente o cara que aparece como um dos vilões do filme — mas o pai de Bruce tinha mesmo lepra e era leal ao trono inglês.

Mel Gibson e Angus Macfadyen em ‘Braveheart’ (Reprodução/Paramount)

Robert The Bruce nunca traiu William Wallace. Na verdade, sequer esteva na Batalha de Falkirk. Wallace e suas conquistas o incentivaram a continuar lutando pela Escócia. Mas foi a persistência de Robert The Bruce que venceu os ingleses.

Depois de perder seis batalhas seguidas, Bruce teve que fugir e se esconder em uma caverna. Desanimado e abatido, pensou que sua jornada chegara ao fim. Mas sua atenção foi desviada para uma aranha que tentava fazer uma teia no teto na caverna.

A aranha tentava e caía. Tentava e caía, sem nunca desistir. Robert The Bruce observou como, na sétima tentativa, o inseto conseguiu se prender e formar a teia. Robert então decidiu que tentaria até conseguir. O que aconteceu na sétima batalha.

Ok. É uma lenda local. Mas serve para parar de detestar Robert The Bruce, não serve?

Será ‘Outlaw King’ um ‘Braveheart 2’?

“Outlaw King” se concentrará em retratar o ano turbulento em que Robert agarrou a glória, provou a derrota e se tornou um rebelde com uma causa. O roteiro foi escrito por uma equipe que inclui o diretor, Mackenzie, e o renomado dramaturgo escocês
David Harrower.

O escritor é autor da peça “BlackBird”, que esteve em cartaz por aqui em 2017, numa adaptação. Já Mackenzie é mais conhecido pela direção de “Hell or high water” (2016) . Mas se tiver oportunidade, assista aos seus excelentes “Perfect Sense” (2011), com Ewan McGregor e Eva Green, e “Starred up” (2013), com o espetacular (e ainda pouco conhecido) Jack O’Connell.

“Estou muito feliz em mergulhar fundo na história de Robert The Bruce e descobrir algumas das verdades que muitas vezes são obscurecidas pela lenda. [É] uma das grandes histórias de retorno da história”, disse Mckenzie à imprensa escocesa.

Só que eu não estou muito feliz, caro leitor. Não estou…

Vai faltar burr. De novo…

O longa mostra um importante trecho da história da Escócia. Tem escoceses no roteiro e na direção. Conta com escoceses na produção — a pequena produtora de Glasgow,  Sigma,  com apoio da Creative Scotland, agência de fomento às artes do governo escocês.

As filmagens ocorreram em locais históricos. Mostrará famosos landscapes do país como pano de fundo: Craigmillar, Blackness e Doune, Aviemore, Linlithgow Palace e Glencoe. Incluindo o último local conhecido de descanso dos restos mortais de Robert The Bruce.

Mas e o elenco, senhoras e senhores?

Chris Pine como Robert The Bruce (Foto: Netflix)

O elenco de apoio é basicamente britânico. Inclui os ingleses Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos), Florence Pugh (Lady Macbeth), Stephen Dillane (Game of Thrones) e Billy Howle (Na praia Chesil). Os escoceses que aparecem nos créditos são Tony Curran, como Angus MacDonald, e James Cosmo no papel de Robert The Bruce pai, o 6th Lord of Annandale.

Curran recentemente desempenhou um papel crucial em outro filme da Netflix feito pela Escócia, Calibre. E Cosmo é conhecido pelas participações em filmes como Highlander, Braveheart, Trainspotting, Troy, The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, Ben-Hur and Wonder Woman e séries da TV, como em Sons of Anarchy e Game of Thrones (como Jeor Mormont).

No papel principal… um americano.

Na tentativa de atrair um público americano forte, a produção peca e se prostitui ao escalar o protagonista. O ator de Hollywood Chris Pine (Star Trek, Wonder Woman) dará vida a Robert The Bruce, em vez um escocês legítimo assumir o papel. Pine já foi dirigido por Mackenzie, em “Hell or high water”.

Enfim, é esperar para ver.

Netflix traça planos para investir em jornalismo

Seria uma luz para uma profissão em perigo (pelo menos no Brasil)?

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Após incomodar os canais de TV com o lançamento de séries originais como ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e ‘Demolidor’, o radar do Netflix parece apontar para novos rumos. O serviço de streaming, que acaba de alcançar 69 milhões de assinaturas ao redor do mundo, divulgou a intenção de produzir conteúdo jornalístico. Em uma videoconferência realizada após a divulgação de resultados do terceiro trimestre da companhia, o CEO Reed Hastings e o diretor de conteúdo da marca, Ted Sarandos, deixaram claro o interesse em investir na área.

A inclusão de programação noticiosa foi abordada inicialmente por Hastings, que questionou Sarandos sobre a possibilidade de competir diretamente com o grupo de mídia online Vice. “Provavelmente alto”, respondeu o executivo. A empresa canadense é apontada como um dos maiores exemplos de jornalismo inovador e dinâmico, usando 30 escritórios globais para elaborar programas e documentários focados no relato dos repórteres. Os bons resultados renderam uma parceria com a HBO para a produção do primeiro noticiário do canal.

“No que se refere ao jornalismo, estamos nos tornando definitivamente mais aventureiros em termos de gêneros do que estamos fazendo agora”, declarou Sarandos. O serviço de streaming já vem demonstrando a afinidade com a área nos últimos anos, após demonstrar apoio a diversos documentários, como ‘Our Planet’, que vai explorar a vida selvagem em localidades remotas ao redor do mundo.

Além disso, o talk-show é outro gênero tem chamado atenção dos executivos do Netflix A primeira produção neste sentido está prevista para 2016, com o comando da comediante americana Chelsea Handler, que é apresentadora do canal E -Entertainment Television. “Estamos interessados em ser capazes de melhorar a experiência de consumo de qualquer tipo de conteúdo que as pessoas estejam assistindo”, disse Sarandos.

Fonte: Comunique-se

Netflix lança pré-pago no Brasil

A gente sabe que está evoluindo quando alguns serviços que só encontrávamos lá fora começam a aparecer por aqui. Agora só falta fazer com que os políticos tenham algum senso de moral para que a gente não precise ficar vendo House of Cards.

Cartão netflixA Netflix lançou no Brasil um sistema de pagamento pré-pago.

Comprando cartões nos valores de R$ 30, R$ 70 e R$ 150 o cliente poderá pagar a assinatura de qualquer um dos planos oferecidos pelo serviço.

Os cartões estarão disponíveis nas redes Saraiva e Walmart e, em novembro, nas lojas da rede Pão de Açúcar. Também é possível adquiri-los no site disponibilizado pela Netflix.

Nos Estados Unidos, o modelo pré-pago funciona desde julho deste ano, no mesmo mês, a opção também passou a ser oferecida no Canadá, México e Alemanha. Em alguns países da Europa e no Japão a Netflix já vende os cartões.

Fonte: Meio & Mensagem

Netflix: US$ 5 bilhões em conteúdo exclusivo

Serviços de streaming são ótimos e o Netflix se destaca, mas deixar de oferecer conteúdo conhecido de terceiros para apostar em produções próprias parece um desvio da oferta original feita ao consumidos. E olha que as produções deles são excelentes!

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Exclusividade parece ser a palavra-chave para Netflix atualmente.

Em busca desse diferencial, a rede encerrou contrato com a Epix, distribuidora da Paramount Pictures, MGM e Lions Gate, que fornecia seu portfólio de filmes para Netflix nos Estados Unidos. Feito em 2010, o acordo foi avaliado em US$ 1 bilhão e irá durar até o fim deste mês.

Cinco anos depois, a Netflix intensificou esse investimento. Agora, a rede destinará US$ 5 bilhões na produção e ou aquisição de conteúdos exclusivos, de acordo com informações publicadas pela Reuters.

A Netflix, que já lançou séries próprias como House of Cards e Orange is the New Black, está trabalhando na produção de um filme com Brad Pitt e Adam Sandler. Ainda segundo a Reuters, a rede será a única a transmitir o conteúdo da Walt Disney, inclusive a franquia Star Wars, no ano que vem.

Quem pode perder com a mudança são os fãs norte-americanos de filmes como Jogos Vorazes, Guerra Mundial Z e Transformers, que serão removidos do catálogo. A Epix, no entanto, passará a exibir seu conteúdo no Hulu. A quebra de acordo com a Epix não irá alterar o serviço no Brasil.

A movimentação da Netflix parece ser uma tendência. A Amazon também começou a produzir seus próprios programas, e segundo a revista Variety, a Apple está considerando fazer o mesmo.

Fonte: Meio & Mensagem

Netflix chega a Cuba

Os caras são rápidos mesmo!! Apesar da precariedade da internet na Ilha de Fidel, os americanos não perderam tempo.

Confira o anúncio!

NETFLIX, INC. LOGO
O Netfix começa a oferecer sua ampla gama de ótimo entretenimento global para os consumidores cubanos. Séries originais, filmes, documentários, shows de stand up e programas de TV estarão disponíveis a partir das melhorias de acesso à Internet e maior disponibilidade de cartões de crédito e débito.

Por um custo fixo mensal de US$ 7,99, os cubanos, com conexões de internet e acesso a métodos de pagamento internacional, poderão assinar a Netflix e assistir, instantaneamente, uma seleção incrível de filmes populares e programas de TV.

Entre as séries premium e exclusivas disponibilizadas pela Netflix estão as séries indicadas ao Globo de Ouro® e vencedoras do Emmy®: House of Cards e Orange is the New Black; a série global de aventura Marco Polo, programações incríveis para crianças, como as animações da DreamWorks, Saúdem Todos o Rei Julien e As Aventuras do Gato de Botas, além de documentários originais indicados ao Oscar®, incluindo Virunga e The Square. A Netflix também oferece uma grande variedade de filmes, séries e programações infantis, como faz em toda a América Latina.

“Estamos muito felizes por finalmente podermos oferecer a Netflix para o povo cubano, conectando-os com histórias de todo o mundo que eles irão adorar”, disse o  cofundador e CEO da Netflix, Reed Hastings. “Cuba tem grandes cineastas e uma cultura e arte robustas. Esperamos poder trazer seus trabalhos para a nossa audiência global, de mais de 57 milhões de membros”.

Desde o lançamento de seu serviço online em 2007, a Netflix revolucionou a maneira como as pessoas desfrutam do entretenimento. Com uma experiência oferecida aos usuários em constante aperfeiçoamento, uma tecnologia de personalização avançada e uma seleção incrível de filmes e séries de TV, os membros podem criar a sua própria experiência de visualização e descobrir com facilidade novos programas favoritos ao se reconectarem com personagens e histórias populares. A Netflix começou a oferecer seu serviço na América Latina em 2011, e agora conta com mais de 5 milhões de membros, desfrutando de milhões de horas de filmes e séries de TV por um baixo preço mensal.

Os membros da Netflix que dispõem de conexões de banda larga podem assistir quando e onde preferirem, e em qualquer dispositivo disponível no mercado que seja compatível com a Netflix. Os usuários podem começar a assistir o canal em um dispositivo, pausar e, em seguida voltar a assistir de onde pararam, seja em casa ou em movimento. É fácil se cadastrar para um período gratuito de um mês, e você pode cancelar a qualquer momento.

Netflix supera HBO em receita por assinantes

 

Netflix HBOReed Hasting, CEO da Netflix, publicou um post no Facebook em comemoração ao “pequeno marco” da empresa. Estatísticas do último trimestre revelaram que a plataforma ultrapassou a HBO em receita por assinantes.

Enquanto a Netflix faturou US$ 1,146 bilhão, a HBO alcançou US$ 1,141 bilhão. Apesar da diferença, o acontecimento é de grande valor para a empresa, visto que a concorrente está há muito mais tempo no mercado. Ainda assim, Hasting ressaltou em sua postagem: “Eles ainda detonam com a gente em renda [no geral] e em prêmios Emmy, mas estamos progredindo”.

Fonte: ProXXIma

Frank Underwood e os políticos brasileiros

Faz tempo que não comento sobre uma série de TV, mas House of Cards realmente me pegou!

House-of-Cards-Season-2-Poster.jpgPara os que não conhecem Frank Underwood, personagem vivido na série de TV House of Cards pelo sempre brilhante Kevin Spacey, ele é um político inescrupuloso, imoral, criminoso, corrupto, sedento de poder e sem limites – características facilmente encontradas na maioria dos nossos políticos tupiniquins. A segunda temporada da série – produzida pelo Netflix (serviço de vídeo pela internet) teve a sua segunda temporada disponibilizada este mês e comprova que a televisão e a internet podem produzir programas de muita qualidade, com enredos envolventes, roteiros inteligentes e atores de primeira linha. Provavelmente desde West Wing que uma série sobre a política norte-americana não é tão bem realizada.

Underwood, apesar de todas as características imundas já citadas, é um homem culto, insinuante, inteligente e que conhece as leis, qualidades que a maioria dos nossos parlamentares, ministros, aspones e, vamos admitir, presidentes não têm. Ele é capaz de cometer crimes graves quase sempre sem deixar vestígios primários, como acontece por aqui. Na verdade, o fato dele ser um parlamentar que se tornou vice-residente e depois…bem…vocês podem imaginar, só o deixa mais próximo da realidade brasileira.

house-of-cards-netflixA visível decadência das telenovelas produzidas por aqui deixa um espaço livre para que produções como House of Cards ganhem mais destaque e prestígio por aqui. Trazer para uma produção feita para a internet atores como Spacey, Robin Wright e Michael Kelly, mostra que essa mídia ganha um status inimaginável menos de uma década atrás.

Não sei se a série vai ganhar prêmios importantes (merece), mas deveria servir pelo menos para que os nossos políticos pudessem tentar aprender a não achar que o povo é idiota. Se são corruptos, criminosos perigosos e/ou imorais, que aprendam a esconder seus delitos ou que a Justiça se faça sentir sobre eles.

Quem quiser assistir deve se inscrever no Netflix ou procurar uma locadora – a primeira temporada já está disponível.


PS: E ainda nos obrigam a engolir produções nacionais.

PS”: Assistir aos 13 episódios da segunda temporada foi muito bom e, infelizmente, rápido.