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Esporte Interativo acaba e demite jornalistas

Canais, donos dos direitos de transmissão dos jogos da Liga dos Campeões da Europa, deixam de existir e dispensam mais de 100 pessoas


Pelo jeito agosto não está mesmo sendo um bom mês para o jornalismo. Depois do fechamento da sucursal carioca da IstoÉ e do fim de 11 títulos da Editora Abril e de centenas de demissões, a bola da vez é o fim dos canais EI (Esporte Interativo), anunciado nesta quinta-feira (9 de agosto).

Telespectadores frustrados

Detentora dos direitos de transmissão dos jogos da Liga dos Campeões da Europa e alvo de uma comoção não tão distante entre os clientes de algumas operadoras de TV a cabo para a sua inclusão na grade de programação, o fim do Esporte Interativo frustra os telespectadores que acreditaram no projeto.

Jornalistas demitidos

Apesar da promessa da Turner – controladora dos canais – de manter a marca nas redes sociais, o resultado prático do encerramento das atividades dos canais do Esporte Interativo é a demissão de mais de 100 pessoas, muitas delas jornalistas, que vão se juntar aos já dispensados pela Abril e pela Editora Três.

Programas como Jogando em Casa, Mais 90, Melhor Futebol do Mundo e Dois Toques, deixaram de ser produzidos, fazendo com que a programação – que será exibida até setembro – seja um looping do programa No Ar.

Champions League e Brasileirão

Os jogos da Liga dos Campeões da Europa (pelos próximos três anos) e do Campeonato brasileiro (até 2024) serão distribuídos pela programação dos canais TNT e Space, que fazem parte do mesmo grupo.

Talvez o projeto tenha sido ambicioso demais, mas tenho certeza de que uma reengenharia menos radical poderia mudar o rumo da marca EI.

Voltar a transmitir os jogos em canais sem nenhuma identidade com Esporte não parece interessante ou inteligente.

Animados com o futuro?

A nota oficial enviada aos funcionários chega a ser surreal. Não fala em demissões e, em determinado trecho, se diz animados com o futuro. Mais um caso de jornalismo indo pela privada.

A nota oficial

Nós do Esporte Interativo/Turner, agora uma afiliada AT&T, anunciamos hoje que estamos migrando a nossa programação de TV com o futebol nacional e internacional para as marcas TNT e Space. A Turner continua comprometida com a Liga dos Campeões da UEFA pelas próximas três temporadas, iniciando as transmissões a partir deste mês. Além disso, a partir do ano que vem, começaremos a transmitir a série A do Campeonato Brasileiro até 2024.

Os canais do Esporte Interativo na TV serão desativados nos próximos 40 dias e deixaremos de transmitir competições que nos orgulhamos muito durante os últimos anos. Entretanto, as nossas atividades no mundo digital seguem firmes, e continuaremos levando a emoção que o Brasil merece pra vocês através do nosso Facebook, Instagram, Youtube, Twitter, EI Plus e qualquer outra plataforma digital em que os apaixonados por esporte estejam presentes.

Não dá pra negar que estamos tristes com o fim dos canais Esporte Interativo na TV, mas ao mesmo tempo estamos ansiosos e animados com o futuro, em que estaremos todos os dias na TNT e Space, com as mesmas narrações, comentários e brincadeiras que nos acostumamos a ouvir nos últimos 11 anos. E claro, seguiremos juntos, diariamente, com a nossa família de mais de 20 milhões de fãs nas redes sociais. Muito obrigado pelo apoio de sempre.

Contamos com vocês nessa nova caminhada. Tamo junto!

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Bolões da Copa: como você pode ganhar um dinheiro extra

Recebi o texto abaixo e achei muito interessante. Vale conferir o site dos bolões.

A Copa do Mundo está chegando e certamente você já deve ter sido convidado para participar de algum bolão no seu trabalho, grupo de amigos ou em sua própria família. É sempre assim a cada quatro anos: tão tradicional quanto à competição de futebol.

Ele consegue fazer com que uma das maiores paixões do brasileiro – o futebol – fique ainda mais animada com a reunião e as apostas entre amigos. Todos os 64 jogos do Mundial passam a ser interessantes e valem algo – até mesmo dinheiro em alguns casos.

A brincadeira mais praticada é justamente a que envolve a disputa de um valor financeiro entre os participantes. Cada um deles dá um valor combinado previamente e, no fim da competição, quem tiver mais pontos fica com o prêmio.

Entretanto, há grupos que jogam apenas pela diversão, como para determinar quem sabe mais sobre futebol em um determinado grupo. Tudo, é claro, com regras claras que precisam ser determinadas e aceitas por todos antes dos jogos.

Se você ainda não foi convidado para participar de um bolão, não perca tempo e organize você mesmo com seus amigos. É uma forma lúdica e empolgante para acompanhar a Copa do Mundo de futebol. Confira um pouco mais sobre o tema:

Da Polla ao Bolão

Não há uma data precisa para determinar a criação e o surgimento dos bolões. Estima-se que seu aparecimento tenha sido ainda na Antiguidade, ao lado das primeiros jogos que as pessoas faziam umas com as outras.

Porém, a prática ganhou corpo e se desenvolveu na Espanha e nos países de língua hispânica graças à Polla. Esse nome é derivado da palavra inglesa poll, que pode ser traduzida como apuração ou pesquisa de votos.

Aliás, essa é a principal característica que a diferencia de outras modalidades de apostas. Ao invés de escolher números aleatórios, no bolão precisamos fazer prognósticos e definir placares, classificação final e outras variáveis mais complexas e imprevisíveis.

Diversão na casa e no trabalho

O que faz dele ser uma atividade preferida em famílias e empresas é a capacidade de envolver muitas pessoas em um mesmo objetivo. Você pode apostar sozinho na Mega-Sena, mas não pode competir individualmente em um bolão.

Não basta escolher apenas alguns números ou votar em determinados times. Participar dessa brincadeira exige um compromisso grande entre as pessoas, normalmente com reuniões e conversas antes, durante e até depois do evento.

Por conta disso, é uma estratégia estimulada e desenvolvida por muitas organizações para melhorar o clima organizacional entre os funcionários. Ou por famílias que procuram formas de se aproximarem ainda mais.

Quais as regras?

Não há um modelo fixo para as regras. Cada grupo define o melhor regulamento de acordo com o conhecimento, número de participantes, período da competição e as variáveis que desejam prever e acertar.

Um sistema clássico consiste na previsão simples dos placares dos jogos. Os participantes definem o resultado final das partidas que irão acontecer no torneio e ganham um ponto a cada acerto – ou até mais, dependendo do que foi acordado antes do início.

Contudo, é possível criar regras bem mais difíceis, dependendo do interesse das pessoas envolvidas. Elas podem ter que acertar, por exemplo, a pontuação das seleções na primeira fase, os classificados à segunda fase e até estatísticas individuais, como artilharia.

Dinheiro – e experiência – a mais

Além da brincadeira em grupo, a possibilidade de ganhar um dinheiro inesperado também é um atrativo aos participantes. Se for um grupo numeroso, é possível ganhar algumas centenas ou até milhares de reais.

Mas o lado financeiro não é um fator preponderante para as pessoas participarem dos bolões. O que pesa é justamente a possibilidade de incrementar a experiência que elas terão ao acompanharem as partidas de futebol, reunindo amigos e familiares.

Assistir à partida de Copa do Mundo sozinho é uma coisa; acompanhar do lado de quem você gosta é outra bem diferente. Ainda mais se, independente das seleções envolvidas, tiver um lado ou objetivo para torcer.

Não conte apenas com a sorte

A imprevisibilidade também faz parte da rotina do bolão. Não dá para saber realmente quem irá ganhar e quem irá perder na Copa do Mundo. As competições esportivas contam com resultados inesperados – e isso afeta as apostas.

Quem já participou de outras brincadeiras deste tipo certamente presenciou ou soube de casos como o do tio que não gosta de futebol, mas ganhou uma boa grana. Ou da criança que desbancou os adultos e fez mais pontos. Mas não se engane: não dá para contar com a sorte.

Como envolve prognósticos, quem tiver mais conhecimento sai na frente nesta disputa. No caso da Copa do Mundo, é recomendável conhecer futebol, saber os atletas convocados e quais seleções são favoritas em cada grupo.

Quanto mais informação você tiver em mãos, mais fácil fica identificar possíveis surpresas, jogos com placares mais elásticos e os principais favoritos ao título. A imprevisibilidade ainda estará lá, mas você certamente entrará mais preparado.

Há várias formas de participar

Quer participar ou organizar um e não sabe como? Não se preocupe. Há várias formas de criar e mobilizar um grupo. O mais comum, claro, é fazer tudo manual, com cada um preenchendo diferentes tabelas e, depois, realizar a checagem dos resultados.

Mas o avanço da tecnologia permitiu que até essa simples atividade fosse automatizada. Hoje há sites que realizam bônus sem depósito e podem ajudar você a criar seu grupo de bolão para a Copa do Mundo de futebol em 2018.

Fonte: Seo Marketing

 

As cervejas preferidas dos torcedores brasileiros

Que o brasileiro gosta de cerveja todo mundo sabe. Que muita gente reclama que a Ambev pasteurizou o sabor de várias marcas tradicionais, também é verdade. Porém, saber quais marcas são as preferidas dos brasileiros na hora de ver uma partida de futebol pode ser fundamental na hora de reunir os amigos para assistir a um jogo da Copa.

Um levantamento do aplicativo Snapcart, em parceria com a agência de marketing esportivo Sport Track, mostrou que as campeãs de venda – Brahma, Skol e Itaipava – continuam sendo as preferidas dos beberrões.

Rio x São Paulo

O estudo pesquisou torcedores das 14 maiores torcidas do Brasil para saber qual marca é a preferida dos fãs de cada time. Por uma pequena margem (0,2%) a Brahma ficou na liderança com 20,2%, seguida pela Skol (20%) e deixando a Itaipava em terceiro, com 14,4% da preferência. Não sei como a Antarctica não está nesse pódio.

Em São Paulo, a preferida é mesmo a Brahma, enquanto no Rio a Skol ganha, com a Antarctica ficando como uma opção para duas das quatro maiores torcidas do estado. Foram ouvidas 10.800 pessoas com idades entre 18 e 64 anos.

Agora, vamos iniciar os trabalhos.

Fonte: Meio & Mensagem

Mais burradas do Sistema Globo de Rádio

Adoro rádio (AM e FM), embora tenha tido poucas experiências no veículo, e sofro toda vez que vejo (ou ouço) as decisões que tiram do rumo o que estava dando certo.

Faz um bom tempo eu escrevi sobre a derrocada da CBN. Na época, falava sobre várias decisões equivocadas tomadas pela direção da emissora. Passado um bom tempo, o panorama parece não ter mudado, principalmente no Rio de Janeiro. Depois de alguns indícios de que a Central Brasileira de Notícias – sim, esse é o nome original da emissora, lembram? – poderia voltar ao primeiro lugar no Ibope das emissoras de notícias – todos os dados divulgados mostram que Ricardo Boechat e a BandNews estão na liderança com alguma folga há algum tempo -, a coisa parece que piorou.

A contratação de Fernando Molica como âncora do CBN Rio foi um acerto que, se não compensava os erros das demissões de gente do calibre do Sydney Rezende, Carolina Morand e Maurício Martins, para citar apenas alguns, mas deixava as manhãs do Rio de Janeiro com uma opção diferente da BandNews FM e do ótimo Ricardo Boechat e equipe, na faixa das rádios de notícias.

Os números não mentem e, seja lá qual for a razão da demissão de Molica – falaram em salário alto demais – a única verdade da qual não se pode escapar é da lavada que a rádio está levando das concorrentes em vários quesitos. Na verdade, o problema não está apenas na CBN, mas sim em todo o Sistema Globo de Rádio (SGR), que vai só caindo. A competição no segmento de notícias mostra que a BandNews nada de braçada, mas o pior mesmo é ver que no geral a rádio não consegue nem ficar entre as dez mais ouvidas e que a Rádio Globo segue a mesma trilha.

Bola fora no esporte

Alguns anos atrás os entendidos do SGR chegaram a conclusão de que manter equipes esportivas e programação exclusiva nas principais praças custava muito caro. Para diminuir os custos, juntaram as programações esportivas, fazendo programas que falavam de times do Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas e outros estado para toda a rede. Além disso, juntaram as equipes da Rádio Globo e da CBN em transmissões que passaram a ter dois comentaristas (geralmente um de cada emissora e, em muitos casos, um de cada estado). O resultado? Um fracasso total, que teve que ser desfeito depois de um curto tempo.

Que o futebol em AM precisa ser engraçado, popular e descontraído, ninguém discute, mas que o FM tem outro público e que a CBN já tinha estabelecido um estilo próprio e mais sóbrio, principalmente pela presença (no Rio) de narradores como Evaldo José e comentaristas como Carlos Eduardo Éboli, além de profissionais como Marcos Gyuotti (MG) – dispensado após o fim da Globo MG, outra decisão para lá de desastrada. Mas, voltando ao assunto do parágrafo anterior, após o fracasso da experiência de unificação das equipes esportivas, o tempo passou, a direção do SGR mudou e aí tiveram uma ideia brilhante para diminuir os custos e melhorar a audiência: unificar as equipes de esporte!

O resultado não podia ser outro: fracasso total (de novo). Nem mesmo a iniciativa de trazer globais como os bons Alex Escobar, Juninho Pernambucano e Júnior, pôde superar a rejeição as chegadas de nomes que sempre foram do segundo escalão do rádio AM do Rio e que em nada se encaixam no gosto dos ouvintes de futebol em FM como Luiz Penido e Dé (o Aranha). Prova disso é a surra que a CBN/Globo vem levando dos veteraníssimos, porém ainda competentes José Carlos Araújo, Gérson (o Canhotinha de Ouro), Jota Santiago, Gilson Ricardo e Washington Rodrigues.

Junte-se a má escolha da equipe esportiva (para o FM, deixo claro) com o fim da Globo BH e sua equipe de esportes, e a experiência má sucedida anteriormente e só poderia dar no que está dando. Se há tempo de reverter essa tendência? Não sei.

Sidney Rezende dá drible na CBN

Hoje – 29 de fevereiro de 2018 – o site do jornalista Sidney Rezende estreia um novo projeto que pode sepultar de vez o futebol da CBN. O portal montou uma equipe esportiva que transmitirá ao vivo por web rádio partidas de futebol com, basicamente, a equipe que foi dispensada pela Central Brasileira de Notícias: o jornalista e narrador Evaldo José, o comentarista Antonio Carlos Duarte, o repórter Felipe Santos e o jornalista Robson Aldir.

Provavelmente – apesar da esteeia seja transmitindo um jogo do framengu – essa nova opção vai causar ainda mais estragos na já combalida audiência do SGR e, muito provavelmente, até mesmo na líder Tupi.

Não sei quem escolhe os comandantes do SGR e de onde saem as brilhantes ideias para revitalizar a programação e a equipe (dispensando os melhores e mais experientes profissionais), mas sei que a coisa anda feia faz tempo.

Olimpíada do Rio terá centro para evitar ataques

A violência dispara, a polícia parece impotente e a população se divide sobre a diminuição da maioridade penal. A Fifa, CBF e o futebol em geral afundados em escândalos e as Olimpíadas chegando….

Olimpíadas e violência no RioPalco dos Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil se prepara para o evento em diversas frentes. Entre a construção dos equipamentos olímpicos e da infraestrutura do Rio de Janeiro (RJ) para receber atletas e turistas de todos os cantos do globo, a segurança é uma das agendas principais da organização.

Uma frente importante desse esforço é a defesa cibernética. O responsável pela montagem do aparato da área será o Exército. Para executar a tarefa, o Centro de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro (CDCiber) contará com 200 especialistas, militares e técnicos, para atuar durante a Olimpíada.

A atenção, segundo o órgão, é para o risco de sites públicos e privados serem invadidos e terem informações roubadas por hackers devido ao baixo grau de maturidade em segurança da informação de alguns sítios. Os portais privados não são de responsabilidade governamental, mas receberão apoio técnico, caso sejam alvos de ataques cibernéticos.

O esquema de proteção é uma ampliação do que foi utilizado durante a Copa do Mundo de 2014. Na época, cem militares estiveram espalhados pelas 12 cidades-sede do evento. Além da proteção, os centros monitoravam redes sociais para evitar protestos violentos ou ação de terroristas.

Fonte: Agência Gestão CT&I

Neymar é superado em ranking de marketing

Graças a Deus!

eugenie-bouchard-img12138_668Neymar perdeu o trono de atleta com maior poder de marketing do mundo segundo o ranking da SportsPro. A atleta melhor cotada na edição desse ano é a tenista Eugenie Bouchard, que estava em 13º na lista de 2014. A canadense de 21 anos, que já é a sexta colocada no ranking da WTA, é patrocinada pela Nike, Coca-Cola, Babolat, Rogers e pela Usana Health Sciences.

O jogador brasileiro, que foi o líder nos anos de 2012 e 2013, aparece em segundo. O site ressalta a força que Neymar vem ganhando na Europa e que a derrota para a Alemanha na Copa do Mundo não afetou sua imagem, já que não estava em campo. Os principais patrocinadores de Neymar são Nike, Panasonic, Claro, Volkswagen e Rexona. Gabriel Medina, único brasileiro na lista além do jogador de futebol, aparece na 29ª colocação.

Eugenie_Bouchard_(13048376413)O top 10 ainda inclui o golfista norte-americano Jordan Spieth, a nadadora Missy Franklin, o piloto Lewis Hamilton, o jogador indiano de críquete Virat Kohli, o jogador de bsquete Stephen Curry, o tenista Kei Nishikori e os corredores Katarina Johnson-Thompson e Usain Bolt.

A SportsPro publica o ranking há cinco anos e durante esse tempo apenas seis atletas apareceram em todas as edições: Usain Bolt, que nunca saiu do top 10, Lewis Hamilton, Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Rory Mcllroy e Sebastian Vettel. Dentre dos 50 nomes, apenas 12 são mulheres.

O futebol e o tênis são os esportes que mais possuem representantes na lista, com seis atletas cada um, seguido por golfe, motociclismo, basquete, futebol americano e atletismo. No total, 12 esportes aparecem na lista. Os critérios avaliados são retorno de investimento, idade, mercado local, carisma, vontade de ser veiculado a uma marca e crossover appeal.

Fonte: Meio & Mensagem

SporTV e NBA fecham acordo de exibição

Essa é uma ótima notícia para os fãs de basquete e péssima para quem gosta da ESPN Brasil. Situação preocupante.

chicago_bulls_all_time_dream_team_by_jayray_by_artworkbyjayray-d7i448iO SporTV e a NBA bateram o martelo da negociação pela aquisição dos direitos de transmissão do principal torneio de basquete do mundo. A Globosat e a National Basketball Association assinaram um acordo de longo prazo para exibir três jogos por semana da temporada, além de partidas das séries de playoffs e as finais.

A estreia do SporTV na NBA acontecerá no dia 24, no jogo entre Toronto Raptors e Dallas Mavericks. A partida será transmitida às 22h30, no horário de Brasília. Além da exibição na televisão, todas as partidas da NBA exibidas pelo SporTV também serão mostradas na plataforma digital. O canal também pretende, no futuro, incluir os jogos em seu serviço on demand.

Com o acordo, o SporTV entra na lista dos canais pagos que transmitem a NBA, da qual a ESPN faz parte desde 1995. O canal esportivo, inclusive, renovou o acordo com a NBA por mais nove anos. O Space, da Turner, também possui os direitos de transmissão das partidas da liga norte-americana da basquete, exibindo os jogos realizados às quintas-feiras.

Fonte: Meio & Mensagem

Uma derrota que nem doeu tanto – mudanças no futebol brasileiro

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup BrazilAos poucos eu estava comentando as rodadas da Copa na sua primeira fase. Depois, num misto de preguiça e falta de tempo, decidi esperar para comentar apenas após as semifinais, das quais acreditava que o Brasil faria (como fez) parte. Porém, não dá para esperar o jogo entre Argentina e Holanda para me manifestar sobre o verdadeiro massacre ocorrido em Belo Horizonte e que, convenhamos, foi tão poderoso e rápido, nem doeu tanto.

A derrota (e eu seu que é fácil falar isso depois do jogo e que não deixa de ser um clichê) deixa claro uma série de mudanças que precisam acontecer no nosso futebol. Não sei exatamente a ordem na qual elas precisam acontecer, mas cito as que acho mais importante abaixo.

– Mudança no estilo e intensidade dos treinamentos da seleção (e dos clubes). Ficou provado que a nossa seleção não tinha um plano B treinado (a defesa desentrosada e a falta de jogo no meio de campo são provas disso). Mas o pior mesmo é que até haveria tempo de treinar, não fosse o exagerado número de folgas dadas pela comissão técnica. A Alemanha, nossa algoz, treinou bem mais do que nós nessa Copa.

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup Brazil– Mudança no estilo de concentração da seleção. Caros, alemães e holandeses mostraram que não é preciso se isolar, colocar o time dentro de um castelo intransponível ou deixar tudo virar um grande ôba-ôba. As duas delegações mostraram que é possível fazer um trabalho sério e se divertir. Mais ainda, mostraram que contato com o povo não faz mal a ninguém.

– Mudança na maneira de formar nossos jogadores. Tem muita gente “normal“, mas muito pouca gente que consegue “pensar o jogo“. Faltam armadores (principalmente).

– Mudança na mentalidade de torcedores, dirigentes, técnicos e, até, jornalistas. Já não somos os melhores faz tempo. Não jogamos bonito desde 1982 e não temos razão para bater no peito com orgulho de nossas últimas participações em Copas. Uma reformulação na base (clubes) e até mesmo a contratação de um técnico estrangeiro para a seleção deveriam ser consideradas, antes que percamos toda e qualquer chance de reação.

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup Brazil– Mudança na quantidade de faltas cometidas por nossos times/jogadores. O que tem de brucutu fazendo faltas, orientados pelos “professores” que comandam os times é uma festa. Dizer que equipes como o Barcelona, o Real Madrid ou a Seleção Alemã fazem poucas faltas por conta da qualidade de seus atletas é admitir que nós não temos qualidade. Não seria melhor colocar os que jogam melhor no lugar dos que só correm e batem, mesmo que “a equipe fique mais vulnerável“?

Temos que aproveitar os bons estádios e manter os bons gramados, para exigir mais qualidade de jogadores e treinadores. Não dá para ver partidas do futebol europeu (excelentes) e depois assistir as peladas jogadas no Brasil.

Dei-me o direito de não comentar sobre a partida desta terça, porque não há o que comentar. Toda e qualquer opinião vai estar contaminada pelo espanto, indignação, vergonha e humilhação pelo que vimos no Mineirão.

Fotos: Image.net

Copa do Mundo 2014: Resumo da segunda rodada

Switzerland v France: Group E - 2014 FIFA World Cup BrazilA Copa do Mundo do Brasil mostra-se sensacional dentro das quatro linhas. São jogos emocionantes, bons tecnicamente, times ofensivos e resultados surpreendentes. Tão surpreendentes que a Espanha foi sumariamente eliminada, assim como a Inglaterra. A diferença é que a Espanha não mostrou um pingo de futebol, enquanto a Inglaterra protagonizou os dois melhores jogos da competição até aqui – contra o Uruguai e a Itália, respectivamente.

A média de gols foi mais uma vez excelente (2,80) e seis seleções já garantiram suas classificações – Holanda, Chile, Colômbia, Costa Rica, Argentina e Bélgica – e as torcidas deram show nas arquibancadas. Mas vamos a um resumo, desta vez grupo por grupo.


Grupo A 

O Brasil era/é o grande favorito, mas tem feito a torcida sofrer com más atuações. O jogo contra o México foi um dos piores do torneio e o 0 a 0 foi um dos piores jogos da competição. Destaques: o goleiro do México (Ochoa) e a eliminação de Camarões.
Belgium v Russia: Group H - 2014 FIFA World Cup BrazilGrupo B

Um dos grupos de melhor nível técnico, o B contou com um ótimo jogo entre Austrália e Holanda (com vitória apertada dos laranjas por 3 a 2), mostrando que os holandeses também podem ser incomodados. Por outro lado, confirmou que o Chile é uma das grandes forças da Copa, vencendo e carimbando a volta da Espanha para casa (2 a 0).

A decisão do primeiro lugar fica para o jogão da terceira e última rodada (Chile x Holanda). Qualquer um dos dois vai ser pedreira.
Grupo C

Incrível, mas a Colômbia confirmou que não veio para brincar. O time jogou bem mais uma vez, venceu a Costa do Marfim (2 a 1) e se garantiu nas oitavas. Embora a Costa do Marfim tenha três pontos, ela ainda pode ser ultrapassada por Japão e Grécia. Tudo só será resolvido na terça (24).
Switzerland v France: Group E - 2014 FIFA World Cup BrazilGrupo D 

O grupo da morte é uma das maiores fontes de surpresas dessa Copa. Como disse no início do texto, a Inglaterra foi desclassificada participando das duas melhores partidas da competição. Pior foi a Espanha, que saiu na segunda rodada, sem um gol, e joga uma partida melancólica com a Costa Rica – primeira classificada do grupo, depois da boa vitória sobre a Itália.

Para a última rodada sobrou um eletrizante Uruguai x Itália.
Grupo E

Um grupo que contribuiu com a boa média de gols. França 5×2 Suíça e Equador 2 x 1 Honduras, foram bons jogos. Além da França, já classificada, Equador e Honduras ainda têm chances.
Switzerland v France: Group E - 2014 FIFA World Cup BrazilGrupo F

A Argentina continua jogando mal e Messi continua decidindo. O craque argentino está longe de ter boas atuações, mas continua decisivo. O Irã mostrou um bom futebol e Nigéria e Bósnia…hum…bem……. Os jogos começam às 13h do dia 25/06.
Grupo G

Se a Copa anda meio inexplicável e furando todos os bolões, o que dizer de um grupo onde literalmente tudo pode acontecer? O gol de Portugal aos 49min30s do segundo tempo, empatando a partida contra os Estados Unidos foi sofrido, mas manteve as chances dos patrícios. Aliás, temos que destacar a grande atuação de Gana, que empatou, mas poderia ter vencido a poderosa Alemanha (2 a 2).

Quem passa e quem volta para casa? Aguardemos até a quinta (26).
Grupo H

Ufa! A Bélgica ganhou da Rússia (1 a 0), se classificou, mas sem jogar um tostão de bom futebol. A Argélia derrotou a Coréia do Sul por 4×2, mas foram tantas falhas que o jogo valeu mesmo só pelos gols. Esse é outro grupo que será decidido na quinta (26).
Belgium v Russia: Group H - 2014 FIFA World Cup BrazilPontos negativos

Os gramados, que apresentaram desgaste e mau estado em vários estádios. Além disso, continuam faltando água e comida, sem falar nas falhas de segurança, que culminaram com a inacreditável invasão de um grupo de chilenos (sem ingressos) ao Maracanã e a ainda mais inacreditável falta de atitude das autoridades em prender essas pessoas. Muitas delas, diga-se, continuam no país, sem nenhum problema.

Houve uma briga entre brasileiros e argentinos no entorno do Mineirão, mas, na boa, foi mais “excesso de álcool nas ideias” do que qualquer outra coisa.

Dentro do campo os destaques negativos foram Espanha, Brasil, Argentina e a (injusta) desclassificação da Inglaterra.
Pontos positivos

Os gols, os grandes jogos, as viradas e os resultados inesperados. As torcidas sul-americanas também merecem destaque. Até o momento, uma Copa eletrizante!
Os números

A segunda rodada teve uma média de gols de 2,80 por partida (45 gols em 16 jogos). A média de público está perto dos 51 mil espectadores por jogo.

Destaque para os jogos realizados na Fonte Nova. Em três jogos foram 17 gols!
Agora é torcer por uma última rodada tão boa quanto às duas primeiras.

Fotos: Image.net

Um resumo da primeira rodada da Copa 2014

Spain v Netherlands: Group B - 2014 FIFA World Cup BrazilA segunda rodada já está em curso, mas decidi fazer um resumo com a minha visão pessoal de como foi a primeira rodada da Copa 2014 em terras brasilis.

Apesar de todo o potencial para termos grandes problemas – em termos de organização, principalmente – a Copa do Mundo do Brasil se saiu bem.

Alguns problemas (óbvios) ocorreram, como dificuldade de acesso em alguns estádios, desabastecimento em bares e restaurantes de várias arenas e até pequenos piques de energia, como se viu na partida de abertura do torneio.

O mais importante é que a grande maioria dos jogos teve um nível altíssimo, de emoção e gols (média de 3,06 por partida). Esse desempenho dentro dos gramados faz esquecer os últimos torneios, que tiveram jogos pra lá de sonolentos.

Tivemos resultados surpreendentes – como a goleada da Holanda sobre a campeã Espanha –, jogadas de muita técnica e erros bisonhos de arbitragem. Todos os ingredientes para uma Copa ser comentada e lembrada por muito tempo (de forma positiva).

England v Italy: Group D - 2014 FIFA World Cup BrazilO Brasil

A Seleção do Felipão entrou em campo nitidamente emocionada, com jogadores chorando antes e durante o hino, o que pode ter influenciado em uma partida não muito inspirada e que acabou gerando a primeira polêmica do torneio, com a marcação de um pênalti absurdamente cavado pelo nosso centro avante. Azar da Croácia (sobre o jogo contra o México falamos quando terminar a segunda rodada).

A torcida

Os fãs da maioria das seleções sul americanas deu um show no quesito animação. Para falar a verdade, acho que a do Brasil foi até um pouco tímida na animação. Ficou claro que o calor dos torcedores vai ser importante para que as equipes ganhem um fôlego extra nas partidas.

Protestos

Os parcos protestos blackblocks perderam força e, mesmo com alguma destruição, não ganharam tantas manchetes quanto era de se imaginar. Quem sabe os que são contra a Copa se negaram a aproveitar os feriados e ficaram em suas empresas trabalhando e contribuindo para o enriquecimento da nação. Afinal, com o trabalho eles podem gerar mais recursos para a educação, saúde…….

Spain v Netherlands: Group B - 2014 FIFA World Cup BrazilOs destaques

Como destaques positivos dessa primeira rodada eu destacaria a Holanda, a Alemanha e a surpreendente Costa Rica.

Brasil, Inglaterra e Argentina não chegaram a decepcionar, mas ficaram longe de apresentar o futebol que o mundo esperava.

No campo das decepções, tivemos a Espanha e Portugal. Não que a equipe de Cristiano Ronaldo seja um primor, mas a presença do melhor jogador do mundo sempre deixa a esperança de um bom jogo.

A segunda rodada já está em andamento e algumas dessas surpresas e destaques se confirmam (outras não), mas é fato que a Copa vai bem.

Fotos: Image.net

Patrocinadores fazem marcação em David Luiz

Um dos homens de confiança do técnico Luiz Felipe Scolari, o zagueiro David Luiz também tem se destacado fora das quatro linhas. Reconhecido pela molecada pela vasta cabeleira, o carismático jogador tem chamado a atenção dos patrocinadores e é um dos atletas mais requisitados pelas marcas para participar de comerciais.

De acordo com um levantamento do Controle da Concorrência, dentre os craques que vão disputar a Copa do Mundo de 2014, Luiz só perde para o parceiro de time Neymar em termos de número de inserções nos breaks comerciais no primeiro semestre deste ano. Garoto-propaganda de marcas como Nike, PepsiCo, Seguros Unimed, Tam, Vivo e Itaú (veja comerciais abaixo), David Luiz teve uma ascensão meteórica no ranking.

No primeiro semestre do ano passado, o jogador nem fazia parte do top 10, e neste ano aparece em sexto, com 746 inserções, atrás de Neymar, Ronaldo, Felipão, Raí e Pelé, e à frente de craques em atividade como Cristiano Ronaldo e Kaká, e de personagens folclóricos como Joel Santana e Túlio Maravilha (veja quadro abaixo).

O levantamento do Controle da Concorrência analisou os intervalos comerciais de Bandeirantes, Globo, Record, Rede TV e SBT entre 1º de janeiro e 10 de junho. Os formatos incluem propaganda e patrocínio.

Nos comerciais, David Luiz faz tabelinha com Hulk e Bernard, para Vivo, com Thiago Silva e Marcelo, para a Tam, e até dá entrevista coletiva, no filme da Seguros Unimed. O zagueiro também virou personagem de animação ao lado de Ibrahimovic, Neymar, Cristiano Ronaldo e Iniesta, dentre outros, em um curta-metragem da Nike. Confira a seguir.

top+10+jogadores+final

Fonte: Meio & Mensagem

Críticas inglesas, o que esperar do Brasil e as lições de Sochi

guardian-logoO brasileiro é orgulhoso e não admite que ninguém de fora fale mal do país. odos nós somos realmente mais ou menos assim. Reclamamos, criticamos e malhamos, mas não aceitamos muito bem quando as críticas vêm do exterior. Pouco mais de uma semana atrás o jornal britânico The Guardian publicou uma matéria/artigo onde pintava um futuro incerto para a Copa do Mundo, por conta dos atrasos, protestos e mortes durante as obras nos estádios. Porém, o pior mesmo foi ler que “promover a Copa do Mundo pretendia mostrar que a vez do Brasil – uma terra há muito condenada a ser “o país do futuro – e que sempre será” – teria chegado, mas não chegou.

Os superfaturamentos das obras, os atrasos incompreensíveis, as rusgas com a Fifa, a desconfiança na qualidade das construções, o maciço uso de verbas públicas e a comprovada incapacidade da polícia em lidar com baderneiros que se travestem de manifestantes, causa ceticismo aos britânicos. O amor pelos brasileiros e pelo jeito brasileiro de ser também fica nítido, mas não é suficiente para amenizar as críticas.

sochiAssim como aconteceu com a África do Sul, o olhar do The Guardian é cético em relação aos estádios, que poderão (e alguns vão mesmo) virar elefantes brancos. Além disso, a violência nas cidades sede, especialmente o Rio, assusta. E nem precisamos citar o trânsito e a tão falada mobilidade urbana, que são pontos absolutamente indefensáveis, mesmo para o mais patriota dos brasileiros.

Da mesma forma que eu, o jornal também acredita que ainda há tempo para que a Copa seja um sucesso, mas que adverte que essa possibilidade é cada vez menos.

As lições de Sochi

Com o término das Olimpíadas de Inverno na cidade de Sochi, na Rússia, ficou claro que, com rios de dinheiro público, é possível realizar um evento desse porte mesmo que a cidade esteja mais para balneário do que para estação de esqui. Os problemas enfrentados por lá se parecem muito com os daqui e podem servir como parâmetro para que as autoridades responsáveis pelos jogos do Rio de Janeiro evitem a enxurrada de críticas pela qual passaram os russos.

Sochi encerramentoAinda dá tempo para rever a utilização de alguns equipamentos e o esquema de trabalho, principalmente no quesito propaganda e divulgação de notícias. Geralmente um evento desse porte, raro nesse hemisfério, acaba trazendo uma certa soberba, que pode se amplificar, dependendo do ego de cada um dos envolvidos.

Só resta aos brasileiros – e principalmente aos cariocas – torcer para que tudo dê certo e que algo de bom (em termos de infraestrutura) fique como legado de toda essa maravilhosa oportunidade de mostrar o Brasil para todo o mundo.

Uma segunda de vergonha

vasco_gamaOntem era dia para falar do sofrimento vascaíno, da queda para a segunda divisão e de aturar a gozação de todos. porém, as cenas que vimos no domingo, por mais que a violência tenha se banalizado, me fizeram calar. Não que a vascainidade vá diminuir em 2014, mesmo tendo novamente que aturar um time fraco e uma eleição que ode trazer de volta um ex-presidente que não deixou saudades.

O rebaixamento é doído, mas justo. Teremos mais 265 dias de gozação e uma missão ingrata, já que o Flu também estará na competição. Vamos torcer e ficar em low profile na próxima temporada.

Que todos os envolvidos sejam realmente presos, assim como acontece com qualquer um que arrume encrenca em algum estádio na Inglaterra, por exemplo.  É fácil fazer isso.

VASCO!

Fox Sports anuncia transmissão da Copa do Mundo e chegada do segundo canal

Equipe Fox SportAs 64 partidas da Copa do Mundo de 2014 vão contar com a cobertura jornalística ao vivo do canal Fox Sports. A notícia foi divulgada nessa terça-feira, 13. A novidade é que, para dar conta de tantos jogos, a emissora lançará o segundo canal no ano que vem.

De acordo com informações do UOL, a ideia da emissora é que todos os jogos tenham cobertura. A Copa será realizada entre 12 de junho e 13 de julho no Brasil. O canal novo, entretanto, deve chegar em janeiro do próximo ano. O espaço vai auxiliar na transmissão e trazer investimentos comerciais – pelo menos 12 mil inserções serão disponibilizadas para os anunciantes, que terão a oportunidade de expor a marca nos outros canais do grupo, como Foz, Fox e no Nat Geo.

“A cobertura que está sendo preparada pelo Fox Sports para a Copa do Mundo contará com estruturas de transmissão em todas as sedes, com objetivo de traduzir todo o envolvimento que os brasileiros têm com o futebol”, declarou ao UOL o VP do canal, Eduardo Zebini.

As negociações dos direitos junto à Globo começaram no final do ano passado e foram finalizadas na semana passada. Os valores não foram divulgadas. A TV fechada terá transmissão do Sportv e da ESPN Brasil, além da Fox Sports. Na TV aberta, Globo e Bandeirantes têm os direitos dos jogos da Copa do Mundo.

Fonte: Comunique-se

Qual o verdadeiro futebol brasileiro?

Vasco IA pergunta passeia pela minha cabeça desde a vitória da Seleção Brasileira sobre a Espanha na final da Copa das Confederações. O futebol brasileiro é o daquele dia, com estádio cheio e ingressos caros, com jovens jogadores como Bernard comendo a bola ou é o de estádios com meia (ou menos capacidade) e veteranos como Juninho Pernambucano, Seedorf e Alex dando as cartas?

A recente excursão do São Paulo e o amistoso do Santos contra o Barcelona, só serviram para aumentar as dúvidas. As derrotas do São Paulo para Milan e Bayern foram indiscutíveis e a surra (8 a 0) que o Santos levou foi vergonhosa. Estamos tão atrasados taticamente e tão mal tecnicamente assim? Nem parece o mesmo jogo.

Vasco IIDomesticamente, vivemos um momento dos mais estranhos. Times bons e pseudo times grandes lutando na zona de rebaixamento e alguns comemorando não estarem nela. Como disse Paulo Autuori no seu calvário são-paulino, não se deve comemorar empates, carrinhos e, diria eu, ficar de fora do Z4. É ridículo.

No quesito estádios, uma busca por um valor que faça com que o torcedor compareça aos jogos. Infelizmente, os administradores dos novos estádios parecem preferir lugares vazios do que baixar os preços. No caso específico do Rio, ainda temos que lidar com gratuidades em excesso, o que faz com que sempre tenhamos muitos milhares de torcedores entrando de graça, sem falar na meia entrada, esse câncer, muito mais que um benefício, já que prejudica muita gente para beneficiar apenas alguns, muitos deles trambiqueiros.

AGIF13080417324088A compra de ingressos é outra demonstração de que o Século XX não nos deixou ainda. Embora possamos comprar pela internet, que mesmo com todos os seus problemas, evita filas, nossos cartolas conseguem exigir que os torcedores precisem trocar a compra feita online por um ingresso físico, criando novas e inexplicáveis filas nos estádios. Isso é tão bizarro, que até mesmo um programa de fidelidade de um posto de gasolina consegue vender e entregar o ingresso na casa do cliente, de maneira mais eficiente do que a de quem tem essa obrigação.

FredA encruzilhada na qual nos encontramos é de difícil escolha. Temos a oportunidade de criar novos torcedores, melhorar a qualidade dos espetáculos (seja pelo conforto nos estádios, seja pela capacidade de contratar bons jogadores), mas lutamos contra cartolas míopes, que pagam salários fora do mundo para pernas de pau e alguns treinadores, e federações e uma CBF que parecem não ter a menos noção de como organizar campeonatos atraentes. Lembro do tempo no qual os jogos no Maracanã eram sempre às 17h – ok, 16h nem é tão mal -, mas jogos 19h30 e 22h é dose pra elefante. Como ir em São Januário, por exemplo, e sair de lá meia-noite? O mesmo vale para o Pacaembu, o Mineirão e muito outros estádios espalhados pelo País. É querer que vejam pela TV ao invés de ir in loco. Isso, sem contar com a impunidade para os marginais que se dizem torcedores organizados. Torcedor de verdade não se organiza, torce. Faz amizades na hora, se abraça na alegria do gol e xinga junto a mãe do juiz e do técnico.

Enfim, qual o verdadeiro futebol brasileiro?

Um pequeno resumo da Copa das Confederações

sbneymar_wc_220613013Escrevo esse texto sem a pretensão de ser um estudo definitivo sobre as atuações de cada um dos times ou sobre as qualidades técnicas de cada time, muito menos sobre os acontecimentos que ocorreram fora dos gramados, como muitos especialistas ou ajuntadores de camisas gostam de fazer. É apenas uma constatação do que estes olhos viram até agora.

Previsível

Os resultados das partidas da Copa das Confederações e os classificados para as semi foram bastante óbvios, assim como ficou óbvio o favoritismo da Espanha que, mesmo sem forçar em nenhuma partida, mostrou que é bastante superior aos outros selecionados. Uruguai, Itália (bastante cansada e sofrendo com contusões) e Brasil, ainda são zebras.

A evolução Canarinho

Gostem ou não da dupla Parreira/Felipão (ou vice-versa), gostem ou não do esquema tático e até mesmo de alguns convocados, é nítida a evolução da Seleção Brasileira em termos de conjunto, algo que não acontecia na mesma velocidade na época do técnico anterior, teoricamente com ideias e métodos mais modernos do que nossos comandantes atuais. O crescimento de Neymar também ajuda este melhor desempenho do time, já que ele é, sem dúvidas, nosso melhor jogador, mas ainda bem longe de estar perto de um Messi ou Iniesta.

??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????Aliás, o que é o Iniesta? O cara domina a bola com uma facilidade inacreditável, praticamente não erra um passe, só corre quando necessário e ainda descobre sempre a melhor opção para o time, comandando o ritmo dos jogos. Inacreditável que alguns entendidos achem o jogo da Espanha chato. Chato é quando o adversário não tem capacidade para impedir ou tentar impedir o jogo da atual campeã do mundo.

Fim das contas e tudo se encaminha para uma final Brasil x Espanha, onde precisaremos de sorte para fugir de uma derrota daquelas categóricas. Porém, vale lembrar, uma zebra sempre pode aparecer, mesmo que ela se chame Brasil.

Sofrimento vascaíno 2013, a soberba do futebol brasileiro e o drama dos times cariocas

vasco_gamaO início da segunda rodada do Campeonato Brasileiro serviu para confirmar o que qualquer um – que nem precisa ser expert, escrever em jornal ou andar fantasiado – já sabia: o futebol brasileiro anda mal, em especial o carioca. Com a honrosa exceção do Botafogo (que venceu, mas também sofreu), o resto (Vasco e framengo) foi ruim de doer. O Vasco reafirmou o potencial de sua equipe, que vence apertado um adversário fraco como a Portuguesa em casa e é goleado pelo São Paulo, lá na cidade de São Paulo, sem piedade. O time até fez um primeiro tempo decente (mesmo sendo sufocado), mas se perdeu assim que levou um gol. Cinco a um foi pouco. O framengo…bem…perdeu e continua lá atrás na tabela.

Mas o problema não ficou apenas no Brasileiro, na Libertadores, mais um dos seis brasileiros que passaram da primeira fase ficou pelo caminho. O Fluminense (e seu rico time) amargou mais uma retranca (ou falta de ousadia) e sucumbiu diante do Olímpia, no Paraguai. Resultado que premiou a mentalidade pequena que vive rondando o competente Abel. Não sei se a crise não vai se instalar nas Laranjeiras.

Hoje é dia de ver se o Atlético Mineiro salva a pátria ou também vai ficar apenas na competição nacional.

Seleção? Deixa prá lá!

Medo dos estádios da Copa

Cobertura Fonte NovaSe tinha algo sobre o qual não pairava nenhuma dúvida na minha mente era de que os estádios construídos para a Copa do Mundo estariam funcionando plenamente e que esse seria um item com os quais os brasileiros não precisariam se preocupar. Porém, os últimos acontecimentos já me deixam dúvidas de que eles podem acabar se tornando um grande mico para o país.

O que vi no Mineirão – falta de iluminação do lado de fora do estádio, encanamento de esgoto jorrando merda (literalmente) pelos corredores e engarrafamento monstro na saída do estádio -, aliado aos relatos da falta de infraestrutura no entorno do Castelão, até mesmo com ruas inacabadas, os problemas relatados por coleguinhas no Mané Garrincha – a mesma falta de iluminação externa encontrada no Mineirão, cadeiras numeradas inexistentes e total falta de informações para os torcedores de como encontrar seus lugares, deixam a gente assustado. Isso, sem contar no imenso canteiro de obras que existe no entorno do Maracanã e o inacreditável e inaceitável problema com a cobertura da Fonte Nova, que já teve problemas com menos de 1 semana de uso, por conta de uma chuva!

Merda no MineirãoO fechamento do Engenhão e a queda de uma grade no estádio do Grêmio (arena é um termo que não faz sentido ser usado por aqui), já deixavam dúvidas sobre a qualidade dos projetos, dos materiais utilizados nas construções e da seriedade dos responsáveis pelos clubes em relação à segurança dos torcedores.

Incrível pensar que nenhum dos novos e caríssimos estádios tenha uma cobertura retrátil, o que poderia minimizar os problemas com chuvas e ventos, embora pudesse criar novos “defeitos“. Essa “quebra” na Fonte Nova (que poderia ter ferido muita gente, caso ocorresse em dia de jogo) é motivo mais que suficiente para que todos (governantes, imprensa, empreiteiros e torcedores) liguem o alerta vermelho.

Um desempenho pífio da seleção pode ser aceitável, não ter aeroportos, ruas, rodovias e um sistema de transporte viário decente (nem vamos falar de metrô), também pode ser tolerado, mas estádios novos caindo na cabeça das pessoas é inadmissível.

Que Deus nos ajude.

O sofrimento vascaíno – versão 2013

vasco-da-gamaO sofrimento vascaíno no Campeonato Brasileiro de 2013 começou com uma partida em casa contra a Portuguesa, equipe que disputou a segunda divisão de São Paulo. Sem o mito Dedé, a equipe que entrou em campo era recheado de rostos e nomes desconhecidos e, aqueles que já eram familiares, bem que poderiam ser esquecidos.

Éder Luís continua mal e a ausência do Carlos Alberto -não que ele seja um jogador imprescindível – por não estar bem fisicamente é inexplicável. O cara foi pego no antidoping, o time estava fora do carioca e ele não está bem condicionado?

Bem, com o time que se apresentou, a coisa vai ser dura. Devemos comemorar sempre que ficarmos acima do 15° lugar.

Até a primeira vitória.

A soberba do futebol brasileiro

Campeonato-Brasileiro-2012Ao contrário do que pregava Nelson Rodrigues, que dizia que tínhamos um “complexo de vira-latas“, o futebol brasileiro parece estar acometido (já faz um bom tempo) de uma inexplicável soberba. Depois de termos seleções, times e jogadores de primeira linha – apesar da péssima situação econômica do país -, nossos dirigentes, torcedores e jornalistas parecem viver em uma realidade paralela que em nada ajuda o desenvolvimento do velho esporte bretão.

Parece que as péssimas apresentações da Seleção Brasileira (que está na posição mais baixa no ranking da Fifa desde que este foi implantado) e as diversas transmissões de jogos da Europa (praticamente diários) não são suficientes para fazer com que técnicos dirigentes, torcedores e (mais uma vez) jornalistas parem para refletir sobre a razão desse nosso declínio. Declínio que é maquiado sempre que algo de importância duvidosa acontece a nosso favor, como foi a classificação de seis times brasileiros para a fase de mata-mata da Copa Libertadores.

Foi um festival de declarações exaltando a força de nossos elencos, a qualidade técnica de nossos jogadores, a excelência de nossos treinadores… Afinal, o Boca Juniors está meia boca, o Tijuana é fraco, assim como o Olimpia e todos os outros times da América do Sul. Era a prova de nossa superioridade e de que podemos, sim, entrar como favoritos em qualquer competição, mesmo que alemães, argentinos, espanhóis e italianos também estejam nela.

O resultado? Das seis potências, apenas quatro passaram pelos seus adversários, sendo que um dos confrontos era entre brasileiros. O único classificado contra estrangeiro – o Fluminense – teve de suar sangue para conseguir a sua vaga. Os três paulistas – São Paulo, Palmeiras e Corinthians – não mostraram força para superar adversários mais fraco” e agora falam até em complô contra brasileiros e não em má qualidade de jogadores ou esquemas.

Até quando vão insistir em comparar o Neymar ao Messi, em convocar o Julio Cesar, em ressuscitar o Felipão, em não mudar o colégio eleitoral da CBF, em não ver que tudo precisa mudar?

Até mesmo as diferenças regionais que poderiam nos dar alguma vantagem (ou causar problemas para as outras seleções na Copa) foram abandonadas. O gramado do Maracanã foi diminuído, a grama do Mineirão – que sempre foi muito alta e fazia o jogo ficar mais lento – foi aparado e ficou parecido com os gramados ingleses, o sol que faz no Norte do país, assim como a grande distância com o Sul, deixou de ser uma arma para “cansar” nossos adversários (dane-se a logística de deslocamento). Enfim, vencer vai ser (tomara que não) impossível.

Hora de vestir as Sandálias da Humildade!

Sofrimento vascaíno com orgulho

vasco_gamaNão dava mesmo para sonhar muito com o título da Taça Guanabara. Com um time limitado e que entrou em campo sem nenhum pingo de proposta ofensiva, o Vasco não podia mesmo querer nada além de segurar o 0 a 0.

Tomara que o time ainda consiga alternativas para não depender de jogadores como Carlos Alberto. Alguns reforços são necessários para, pelo menos não sofrermos com a possibilidade de um rebaixamento.

Vamos manter a cabeça erguida e o orgulho em alta.

Feliz 50 anos, Michael Jordan

????????Ter alguma idade tem lá suas vantagens. Posso não ter visto o Pelé jogar, não ter uma lembrança exata das lutas de Muhammad Ali ou nunca ter visto os Beatles ao vivo, mas posso dizer que me tornei fã de basquete e do Chicago Bulls por causa de um senhor que completa 50 anos no dia 17 e que é, sem qualquer espaço para discussão ou dúvidas, o melhor jogador de basquete de todos os tempos: Michael Jordan.

O que esse negão fazia em quadra só pode se encaixar na categoria “é sacanagem“. A quantidade de bolas roubadas, arremessos impossíveis, tocos, enterradas voadoras, jogos decididos no último segundo e assistências dadas por ele são absurdas. O Chicago teve belos times, mas era Jordan quem brilhava e fazia os outros brilhares. Scottie Pippen, Toni Kukoch, Dennis Rodman & Cia, eram coadjuvantes que ganhavam ares de astros, sem nunca perder de vista que sua majestade era outro.

O aniversário é neste domingo, mas aqui fica o meu muito obrigado ao atleta que mudou o patamar do basquete em todo o mundo.

Feliz Aniversário, Michael Jordan.

Veja alguns dos lances desse gênio