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João Roberto Kelly comemora seus 80 anos e lança marchinha para a Copa

Aniversário será comemorado com dois shows no Rio de Janeiro

João Roberto Kelly, o Rei das Marchinhas comemorará seus 80 anos, em dois shows que lançarão sua mais recente marchinha para essa Copa do Mundo, em homenagem ao jogador Neymar e o técnico Tite.

No dia 24, dia de São João e seu aniversário, o show será na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, e terá as participações dos cantores e compositores Neguinho da Beija Flor que ganhou apelido em seu programa na antiga TV Tupi, “Rio Que Dá Samba”, onde Kelly foi o apresentador, e Eduardo Dussek, que gravou algumas marchinhas dele, durante sua carreira. Já no dia 29, dia de São Pedro, a festa será na segunda casa do ‘Rei das Marchinhas’, a Sede do Cordão da Bola Preta, na Lapa e contará com as participações do cantor Makley Matos e da Banda do Cordão da Bola Preta.

Marchinha da Copa

Já encomendei meu sorriso
Dessa vez não vale chorar
Quero ver o mundo gritando
Neymar, Neymar, Neymar

A galera tá ligada
Um novo tempo surgiu
Sonhei com o Tite vibrando
Em cada gol do Brasil

Lançada no final de março, a composição traz palavras de incentivo à Seleção e foi planejada para conquistar a torcida em todo o Brasil. “Marchinha da Copa” já está disponível no Youtube e conta com a participação do próprio compositor:

Segundo Kelly, as marchinhas carnavalescas resistiram ao tempo por não serem datadas. “Alô, Alô, Gilmar”, seu trabalho mais recente envolvendo essa data, não trazia nenhuma referência à festa e, apesar da crítica, não foge da ironia considerada por ele necessária neste gênero. “Tem que ter uma pimentinha”, sugere. Por este motivo, critica o politicamente correto, o que, em sua visão, caminha para o exagero. Ainda assim, destaca que nem os blocos temáticos ignoram esses trabalhos: “Acho que carnaval é para todo mundo. No meio das músicas, sempre tocam marchinhas. Dou a maior força!”, elogia, dizendo ser fã desse tipo de desfile.

Nos shows, além das participações especiais já anunciadas acima, estarão ao lado do João Roberto Kelly que tocará seu piano eletrico, os cantores Gilson Bongil e Manu Santos e os músicos Adilson Werneck (bateria) e Claudio Mateus (contrabaixo).

Certamente sucessos como “A Cabeleira do Zezé” (a primeira do compositor, que estourou em 1964 e segue até hoje como uma das mais executadas nos blocos e bailes de clubes de todo o país); “Mulata Iê-Iê-Iê” , mais conhecida como “Mulata Bossa Nova” (composta em homenagem a 1a mulata a vencer o “Concurso Miss Guanabara de 1965, a Vera Lucia Couto), “Colombina”, “Joga a Chave, Meu Amor”; “Mormaço”, “Rancho da Praça Onze”, ”Paz e Amor”, “Israel”, “Boato”, “Dança do Bole Bole”, “Samba do Teleco – Teco”, na década de 1980, os sucessos “Maria Sapatão”, “Esse Menino é Gay” e “Bota a Camisinha”, lançadas pelo Chacrinha, além das mais atuais “Marcha do Barak OBama”, “Marchinha do Xixi”, “Marchinha do Porcalhão” e a mais atual, “Onde está o Meu Dinheiro” entre tantas outras serão lembradas pelo compositor João Roberto Kelly.

Campeão do Carnaval

Kelly é líder absoluto há mais de 10 anos do ranking do Ecad dos autores com maior rendimento no carnaval.

Serviço

João Roberto Kelly: 80 ANOS

Dia 24 de Junho 2018 – Domingo 19h.
Participações especiais de Eduardo Dussek e Neguinho da Beija Flor
Local: Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana)
Ingresso: R$ 70,00 / R$ 35,00 (moradores de Copacabana, estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos, passageiros do MetroRio e Assinantes de O Globo)

Dia 29 Junho 2018 – Sexta Feira a partir das 19h.
Participação especial do cantor Makley Matos e a Banda do Cordão da Bola Preta.
Local: Sede do Cordão da Bola Preta (Rua da Relação 03 – esquina com a Rua do Lavradio – Centro – Reservas pelo tel. 21- 2240-8049)
Ingresso: R$ 35,00 (preço único com direito a mesa)

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Orquestra Petrobras Sinfônica lança EP com versões de sucessos nacionais que homenageiam o futebol

Disco, que tem canções de Skank e MC Guimê, está disponível nas plataformas digitais

A Copa do Mundo mexe com os brasileiros em todos os níveis, da economia até cultura. Um bom exemplo dessa mobilização é o EP lançado pela Orquestra Petrobras Sinfônica, com três músicas que celebram essa paixão nacional.

Com arranjos inéditos de Ricardo Candido, um grupo de oito músicos dá nova roupagem às composições – “É uma partida de futebol” (Skank), “País do futebol” (MC Guimê) e “Pra frente Brasil” – por meio de violinos, violas, contrabaixo, flauta, trompa e percussão. O resultado pode ser conferido no novo EP da série “O Clássico É”, que foi lançado em um show no Teatro Rival Petrobras e se encontra disponível nas plataformas digitais.

Ouça aqui

A série

A série “O Clássico é” começou em 2016 e já homenageou os gêneros pop, rock, samba e reggae, integrando um grande conjunto de ações para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero. A iniciativa faz parte do Mundo Pop, um dos três universos que compõe a Temporada 2018 da Petrobras Sinfônica, ao lado do Clássico e Urbano. As séries Djanira, Portinari, Armando Prazeres e Na Sala, além do Festival de Câmara, formam a programação clássica, enquanto projetos como Em Família, que apresenta versões de clássicos infantis (Prêmio da Música Brasileira 2017 – Saltimbancos Sinfônico), e #ConcertoSecreto (Prêmio Profissionais da Música 2016) fazem parte das ações que buscam reforçar o perfil agregador, democrático e desbravador do grupo de 80 músicos.

Dicas da Copa: Rússia 2018 é o mundial dos apps

Mais que em qualquer outro Mundial, a Copa do Mundo da Rússia vai ser o evento dos apps. Estudos indicam que 4 bilhões de pessoas estarão ligadas na Copa. Anunciantes e marcas (grandes e pequenas) se preparam para batalhas tão intensas quanto as que serão travadas nos gramados. Hoje, há mais de um milhão de smartphones em todo o mundo em comparação com a Copa do Mundo de 2014.

Mais smartphones que PCs

Outra diferença em relação à Copa de 2014 é que 72% do conteúdo relacionado à Copa do Brasil em 2014 foi acessado a partir de computadores. Na Rússia, mais de metade do conteúdo será visto a partir de telefones móveis.

Além dos aplicativos oficiais da Fifa, os apps de notícias esportivas, informações dos jogos em tempo real, mídia social, entrega de comida, transporte, apostas, streaming ao vivo e pagamentos vão ser utilizados pela maioria dos fãs, na Rússia ou não. A lista é gigantesca e fazer qualquer lista de aplicativos é uma ideia que não parece fazer sentido.

Coca-Cola e Itaú são as marcas mais lembradas

Enquanto os apps servem para facilitar a vida dos torcedores e solidificar a presença de algumas marcas, a propaganda tradicional continua sendo uma força imbatível. Em relação à Copa, 78% dos brasileiros lembram de alguma marca, com Coca-Cola e Itaú na liderança, seguidos por Vivo, McDonald´s e Guaraná Antarctica.

O que isso significa? Que o mundo está conectado, que a tecnologia é importante, mas que o tradicional ainda é o foco principal das grandes marcas.

Copa do Mundo aumenta em seis vezes a venda de passagens aéreas para a Rússia

Copa começou e ainda tem muita gente viajando

Parece óbvio que a venda de passagens aéreas para o país sede cresça. Porém, saber que as vendas de passagens aéreas para a Rússia subiram seis vezes, impressiona. Mais ainda se levarmos em conta que sempre há gente que decide em cima da hora, de acordo com o desempenho da seleção.

Segundo levantamento do site ViajaNet, quase metade dos bilhetes para Moscou foi comprada em março deste ano. A quantidade de bilhetes vendidos para os dias de torneio é 520% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior

Pelo jeito, o brasileiro aprendeu a planejar.

Dica para a Copa: Transiberiana: uma viagem de trem pelo mundo soviético

O título é longo – Transiberiana: uma viagem de trem pelo mundo soviético (e por outros países que não me deixaram entrar) -, mas a leitura é boa para quem já está na Rússia, ainda vai viajar ou vai ficar acompanhando a Copa por aqui mesmo.

O livro narra as aventuras de Zizo Asnis – escritor gaúcho de guias de viagem – que visitou vários países da ex-União Soviética, como a Bielorrússia e seguindo por Moldávia, Ucrânia e, Rússia, além de Mongólia e China.

O texto é leve, bem-humorado e vai ser uma boa companhia para os intervalos entre os jogos.

Alguns trechos do livro


Chernobyl

“Entrar nesses locais é a parte mais chocante da visita. Não tem como não se comover. Diferentemente de um museu, onde se tem acesso a informações, fotos, documentos, aqui não há nada escrito, fotografado, documentado, mas há evidência de vidas – vidas vividas e bruscamente interrompidas, como raramente se pode testemunhar.”

Cazaquistão

“E o que eu sabia do Cazaquistão? Fazia parte da União Soviética. Tinha montanhas. Tinha uns prédios modernos meio bizarros. E tinha Borat, o segundo melhor jornalista do glorioso país Cazaquistão! Enfim, um destino perfeito, ainda mais estando a poucas horas da fronteira. Só havia um possível problema: eu não tinha o visto. Não há consulado do país no Brasil, e não havia tempo hábil para solicitar em nenhum local durante esta viagem. Entretanto, eu vislumbrava duas chances: conseguir o visto na fronteira, eventualmente pagando uma taxa de ágio (e espero que ágio não seja eufemismo para propina) ou eu ser dispensado do visto. No site do Governo do Cazaquistão, informava sobre a necessidade de brasileiros portarem o visto, mas havia uma informação secundária, numa página mais escondida, que dispensava o visto de brasileiros (acho que a isenção era para diplomatas, mas não estava claro). Mesmo que aquilo tenha me parecido um erro, resolvi arriscar. E mais: constatei que argentinos não precisavam de visto para o Cazaquistão. Como assim? Por que cidadãos da Argentina não precisam e os do Brasil, sim? Considerei aquilo um ultraje diplomático que eu não iria aceitar, e assim, munido de todos os motivos do mundo, eu estava a caminho do território cazaque – sem visto”.

Transiberiana: uma viagem de trem pelo mundo soviético (e por outros países que não me deixaram entrar)

Preço – R$ 39,90
Páginas – 192
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Na véspera da Copa, venda de camisas ainda não esquentou no Rio

Saara ainda “calma” na véspera da Copa

Brasil, futebol, carnaval. Tudo parece combinar, mas a crise econômica e o trauma do 7×1 parecem estar freando o ânimo do carioca. Na véspera da abertura da Copa, um passeio pelo Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), o maior shopping a céu aberto do Rio de Janeiro, mostrava uma estranha calmaria.

– O movimento ainda não esquentou, mas acho que se o Brasil for bem no primeiro jogo as pessoas vão se animar. Temos mercadoria para todos os bolsos e gostos – diz o gerente de uma das várias lojas com produtos sobre a Copa, que afirmou estar otimista com as vendas, mas preferiu não se identificar.

E, realmente, o que não faltam são opções para quem quer se vestir para a Copa. São muitos modelos, estampas, tamanhos e opções de personalização. Há até camisas comunitárias, para aqueles amigos seis que querem ficar juntos na mesma vestimenta, cada um com uma letra da palavra Brasil. Os preços também são democráticos. Há camisas entre R$ 6 até acima dos R$ 120.

– Vim comprar roupas para toda a família. Quero aproveitar que ainda não há muito tumulto e dá para escolher com calma – disse a aposentada Maria Aparecida, que saiu do Méier para fazer suas compras no centro da cidade.

O Brasil faz a sua partida de estreia no domingo (17), contra a Suíça, e vamos conferir se o Espírito da Copa vai se traduzir em vendas. O Rio de Janeiro, o Brasil e a autoestima do carioca precisam muito de um up.

Bolões da Copa: como você pode ganhar um dinheiro extra

Recebi o texto abaixo e achei muito interessante. Vale conferir o site dos bolões.

A Copa do Mundo está chegando e certamente você já deve ter sido convidado para participar de algum bolão no seu trabalho, grupo de amigos ou em sua própria família. É sempre assim a cada quatro anos: tão tradicional quanto à competição de futebol.

Ele consegue fazer com que uma das maiores paixões do brasileiro – o futebol – fique ainda mais animada com a reunião e as apostas entre amigos. Todos os 64 jogos do Mundial passam a ser interessantes e valem algo – até mesmo dinheiro em alguns casos.

A brincadeira mais praticada é justamente a que envolve a disputa de um valor financeiro entre os participantes. Cada um deles dá um valor combinado previamente e, no fim da competição, quem tiver mais pontos fica com o prêmio.

Entretanto, há grupos que jogam apenas pela diversão, como para determinar quem sabe mais sobre futebol em um determinado grupo. Tudo, é claro, com regras claras que precisam ser determinadas e aceitas por todos antes dos jogos.

Se você ainda não foi convidado para participar de um bolão, não perca tempo e organize você mesmo com seus amigos. É uma forma lúdica e empolgante para acompanhar a Copa do Mundo de futebol. Confira um pouco mais sobre o tema:

Da Polla ao Bolão

Não há uma data precisa para determinar a criação e o surgimento dos bolões. Estima-se que seu aparecimento tenha sido ainda na Antiguidade, ao lado das primeiros jogos que as pessoas faziam umas com as outras.

Porém, a prática ganhou corpo e se desenvolveu na Espanha e nos países de língua hispânica graças à Polla. Esse nome é derivado da palavra inglesa poll, que pode ser traduzida como apuração ou pesquisa de votos.

Aliás, essa é a principal característica que a diferencia de outras modalidades de apostas. Ao invés de escolher números aleatórios, no bolão precisamos fazer prognósticos e definir placares, classificação final e outras variáveis mais complexas e imprevisíveis.

Diversão na casa e no trabalho

O que faz dele ser uma atividade preferida em famílias e empresas é a capacidade de envolver muitas pessoas em um mesmo objetivo. Você pode apostar sozinho na Mega-Sena, mas não pode competir individualmente em um bolão.

Não basta escolher apenas alguns números ou votar em determinados times. Participar dessa brincadeira exige um compromisso grande entre as pessoas, normalmente com reuniões e conversas antes, durante e até depois do evento.

Por conta disso, é uma estratégia estimulada e desenvolvida por muitas organizações para melhorar o clima organizacional entre os funcionários. Ou por famílias que procuram formas de se aproximarem ainda mais.

Quais as regras?

Não há um modelo fixo para as regras. Cada grupo define o melhor regulamento de acordo com o conhecimento, número de participantes, período da competição e as variáveis que desejam prever e acertar.

Um sistema clássico consiste na previsão simples dos placares dos jogos. Os participantes definem o resultado final das partidas que irão acontecer no torneio e ganham um ponto a cada acerto – ou até mais, dependendo do que foi acordado antes do início.

Contudo, é possível criar regras bem mais difíceis, dependendo do interesse das pessoas envolvidas. Elas podem ter que acertar, por exemplo, a pontuação das seleções na primeira fase, os classificados à segunda fase e até estatísticas individuais, como artilharia.

Dinheiro – e experiência – a mais

Além da brincadeira em grupo, a possibilidade de ganhar um dinheiro inesperado também é um atrativo aos participantes. Se for um grupo numeroso, é possível ganhar algumas centenas ou até milhares de reais.

Mas o lado financeiro não é um fator preponderante para as pessoas participarem dos bolões. O que pesa é justamente a possibilidade de incrementar a experiência que elas terão ao acompanharem as partidas de futebol, reunindo amigos e familiares.

Assistir à partida de Copa do Mundo sozinho é uma coisa; acompanhar do lado de quem você gosta é outra bem diferente. Ainda mais se, independente das seleções envolvidas, tiver um lado ou objetivo para torcer.

Não conte apenas com a sorte

A imprevisibilidade também faz parte da rotina do bolão. Não dá para saber realmente quem irá ganhar e quem irá perder na Copa do Mundo. As competições esportivas contam com resultados inesperados – e isso afeta as apostas.

Quem já participou de outras brincadeiras deste tipo certamente presenciou ou soube de casos como o do tio que não gosta de futebol, mas ganhou uma boa grana. Ou da criança que desbancou os adultos e fez mais pontos. Mas não se engane: não dá para contar com a sorte.

Como envolve prognósticos, quem tiver mais conhecimento sai na frente nesta disputa. No caso da Copa do Mundo, é recomendável conhecer futebol, saber os atletas convocados e quais seleções são favoritas em cada grupo.

Quanto mais informação você tiver em mãos, mais fácil fica identificar possíveis surpresas, jogos com placares mais elásticos e os principais favoritos ao título. A imprevisibilidade ainda estará lá, mas você certamente entrará mais preparado.

Há várias formas de participar

Quer participar ou organizar um e não sabe como? Não se preocupe. Há várias formas de criar e mobilizar um grupo. O mais comum, claro, é fazer tudo manual, com cada um preenchendo diferentes tabelas e, depois, realizar a checagem dos resultados.

Mas o avanço da tecnologia permitiu que até essa simples atividade fosse automatizada. Hoje há sites que realizam bônus sem depósito e podem ajudar você a criar seu grupo de bolão para a Copa do Mundo de futebol em 2018.

Fonte: Seo Marketing

 

As cervejas preferidas dos torcedores brasileiros

Que o brasileiro gosta de cerveja todo mundo sabe. Que muita gente reclama que a Ambev pasteurizou o sabor de várias marcas tradicionais, também é verdade. Porém, saber quais marcas são as preferidas dos brasileiros na hora de ver uma partida de futebol pode ser fundamental na hora de reunir os amigos para assistir a um jogo da Copa.

Um levantamento do aplicativo Snapcart, em parceria com a agência de marketing esportivo Sport Track, mostrou que as campeãs de venda – Brahma, Skol e Itaipava – continuam sendo as preferidas dos beberrões.

Rio x São Paulo

O estudo pesquisou torcedores das 14 maiores torcidas do Brasil para saber qual marca é a preferida dos fãs de cada time. Por uma pequena margem (0,2%) a Brahma ficou na liderança com 20,2%, seguida pela Skol (20%) e deixando a Itaipava em terceiro, com 14,4% da preferência. Não sei como a Antarctica não está nesse pódio.

Em São Paulo, a preferida é mesmo a Brahma, enquanto no Rio a Skol ganha, com a Antarctica ficando como uma opção para duas das quatro maiores torcidas do estado. Foram ouvidas 10.800 pessoas com idades entre 18 e 64 anos.

Agora, vamos iniciar os trabalhos.

Fonte: Meio & Mensagem

A Copa do Mundo vai impulsionar vendas do comércio e serviços?

Falta menos de um mês para a Copa e, segundo pesquisa do SPC Brasil e CNDL, um terço dos empresários acham que o evento vai melhorar as vendas do comércio. O estudo destaca os números projetados por essa minoria dos empresários. Não estou vendo grande movimentação nas ruas por conta da Copa e não creio que teremos muitas vendas em todos os setores, apesar da nossa boa Seleção.

Estou certo ou errado?

Quem quiser saber mãos sobre a pesquisa é só ir no link https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Urgente: completar o álbum da Copa está 115% mais caro que em 2014

Eu já desconfiava, mas não sabia que a diferença era tão grande.

Quanto custa completar o álbum da copa de 2018?

Mesmo a pouco mais de 2 meses para a Copa do Mundo na Rússia, cuja estreia ocorrerá em 14 de Junho em Moscou, uma paixão nacional já começou a entrar em campo com força total entre os fãs: completar o novo álbum de figurinhas, recorrente desde a copa de 1970 e fabricado pela italiana Panini. A edição de 2018 conta com 682 cromos, contra 640 da edição de 2014. Engana-se quem pensa que a tecnologia acabou com a tradição dos colecionadores, que muitas vezes passam de geração em geração guardando e conseguindo os exemplares mais recentes do evento. Tradição que pode ser rentável no futuro: uma réplica do álbum da Copa do Mundo de 1970 junto com os 288 cromos pode sair mais de mil reais em um dos marketplaces mais populares do Brasil.

Quanto vai custar para completar o álbum de 2018?

O que chamou a atenção do consumidor na banca ao adquirir os produtos foi, de prontidão, os preços. O custo unitário do pacote de figurinhas sai o dobro do cobrado na edição prévia: de R$ 1 para R$ 2, com 5 figurinhas. Se o valor cobrado fosse baseado no IPCA, o preço deveria ser 46% menor do que o atual, ou de aproximadamente R$ 1,37.

O Cuponation, plataforma de descontos online pertencente à alemã Global Savings Group, aponta que para conseguir completar a nova edição, com base no método estatístico de Monte Carlo, levando em conta o número de cromos repetidos e ainda sem incluir a troca dos mesmos entre amigos, custará pelo menos R$ 1.938, valor 115% mais alto desembolsado pelo consumidor para completar a edição de 2014, aproximadamente R$ 901,05.

Novamente, as estimativas consideram a repetição dos cromos e não considera o ato da troca. Ainda, se comparado ao valor calculado com base no IPCA, o preço total de completar o álbum está 83% mais alto do que o estimado pelo índice do IBGE, sendo este R$ 1.058,16. A plataforma de descontos também estima que para conseguir todos os 682 cromos seja necessária a compra de pelo menos 969 pacotes de figurinhas, ou 68 pacotes a mais que a última edição.

Veja no infográfico interativo uma análise completa do estudo, que reúne a comparação dos preços desde a Copa do Mundo de 1998, comparado aos valores calculados com base no IPCA e com alguns itens básicos para uma análise econômica completa, como cimento, cesta básica e o salário mínimo.

 

Fonte: Cuponation

Não era só a seleção que não tinha Plano B para a humilhação, a publicidade também não tinha

Pelo jeito, ninguém – ninguém mesmo – podia prever aquela catástrofe em BH.

mostra-tua-força-brasilJá no intervalo do jogo, com o Brasil perdendo de 5 a 0 para a Alemanha, sites estampavam a palavra “humilhação” para descrever o impacto do resultado na torcida brasileira. E, por mais que as marcas tivessem preparado alternativas para uma eventual derrota da Seleção Brasileira, não havia plano B para a humilhação.

Nesta Copa, as regras para veiculação de comerciais na TV, especialmente na Rede Globo, foram flexibilizadas. Se antes era exigido um intervalo grande entre a entrega do material e a veiculação, esse ano o prazo foi encurtado. E as agências e anunciantes foram encorajados a enviarem à emissora comerciais alternativos. Inicialmente, o medo era de manifestações que pudessem tirar o brilho da Copa e afetar algumas marcas. Como elas não ocorreram, o plano B passou a ser usado após a primeira fase da Copa, especialmente nos dias de jogos do Brasil, para o caso de insucesso da Seleção. O que acabou ocorrendo nessa terça-feira 8.

É evidente que motes como o “mostra a sua força Brasil”, eficientemente propagado pelo Itaú durante toda a Copa (e substituído na noite desta terça por um filme sobre acesso ao banco pelo celular), perdem efeito após a arrasadora derrota por 7 a 1 para a Alemanha, e frente às manchetes de “vexame” mundo afora. O mesmo vale para filmes que exploram a rivalidade histórica entre Brasil e Argentina, como o de Skol – afinal, os nossos vizinhos ainda têm chance de ir à final. Mas esse comercial continuava em veiculação na noite de terça.

Boa parte das marcas atreladas à Copa, à Seleção ou ao futebol passou a usar a possibilidade de plano B a partir das oitavas de final, enviando a emissoras dois filmes: um para o caso de vitória e outro para derrota da Seleção Brasileira. Anunciantes e agências mais cautelosos preferiram recorrer a filmes “genéricos”, sem menção à Copa, como plano B – como foi o caso do Itaú.

Entretanto, foram inevitáveis, mesmo meia hora depois do final da partida, a veiculação de comerciais como o da Johnson & Johnson na Globo, mostrando comemoração da torcida brasileira ao som de “Deixa Isso Pra Lá”. Na Globo e no SporTV, o filme da Claro de apoio à Seleção Brasileira após o desfalque de Neymar, por exemplo, ainda podia ser visto duas horas depois do fim do jogo.

O inusitado e a perplexidade foram maiores que qualquer planejamento que conseguisse responder ao sentimento dos telespectadores naquele momento. A saída mais rápida para a reação dos anunciantes foi pelas redes sociais, mesmo assim, poucos se manifestaram de imediato. A Visa foi uma das primeiras marcas intimamente ligadas à Copa a se posicionar, no Twitter: “Amanhã é quarta-feira de cinzas. #SemPalavras #AquiéCopa”. O McDonald´s também usou o microblog: “Aquele sentimento de quando você já comeu todas as McFritas mas ainda tem molho barbecue. :(“. O mesmo fez a Oi, tentando encontrar um viés positivo: “Foco, Brasil. Lembra que ainda podemos ganhar da Argentina”.

Fonte: Meio & Mensagem

 

Uma derrota que nem doeu tanto – mudanças no futebol brasileiro

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup BrazilAos poucos eu estava comentando as rodadas da Copa na sua primeira fase. Depois, num misto de preguiça e falta de tempo, decidi esperar para comentar apenas após as semifinais, das quais acreditava que o Brasil faria (como fez) parte. Porém, não dá para esperar o jogo entre Argentina e Holanda para me manifestar sobre o verdadeiro massacre ocorrido em Belo Horizonte e que, convenhamos, foi tão poderoso e rápido, nem doeu tanto.

A derrota (e eu seu que é fácil falar isso depois do jogo e que não deixa de ser um clichê) deixa claro uma série de mudanças que precisam acontecer no nosso futebol. Não sei exatamente a ordem na qual elas precisam acontecer, mas cito as que acho mais importante abaixo.

– Mudança no estilo e intensidade dos treinamentos da seleção (e dos clubes). Ficou provado que a nossa seleção não tinha um plano B treinado (a defesa desentrosada e a falta de jogo no meio de campo são provas disso). Mas o pior mesmo é que até haveria tempo de treinar, não fosse o exagerado número de folgas dadas pela comissão técnica. A Alemanha, nossa algoz, treinou bem mais do que nós nessa Copa.

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup Brazil– Mudança no estilo de concentração da seleção. Caros, alemães e holandeses mostraram que não é preciso se isolar, colocar o time dentro de um castelo intransponível ou deixar tudo virar um grande ôba-ôba. As duas delegações mostraram que é possível fazer um trabalho sério e se divertir. Mais ainda, mostraram que contato com o povo não faz mal a ninguém.

– Mudança na maneira de formar nossos jogadores. Tem muita gente “normal“, mas muito pouca gente que consegue “pensar o jogo“. Faltam armadores (principalmente).

– Mudança na mentalidade de torcedores, dirigentes, técnicos e, até, jornalistas. Já não somos os melhores faz tempo. Não jogamos bonito desde 1982 e não temos razão para bater no peito com orgulho de nossas últimas participações em Copas. Uma reformulação na base (clubes) e até mesmo a contratação de um técnico estrangeiro para a seleção deveriam ser consideradas, antes que percamos toda e qualquer chance de reação.

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup Brazil– Mudança na quantidade de faltas cometidas por nossos times/jogadores. O que tem de brucutu fazendo faltas, orientados pelos “professores” que comandam os times é uma festa. Dizer que equipes como o Barcelona, o Real Madrid ou a Seleção Alemã fazem poucas faltas por conta da qualidade de seus atletas é admitir que nós não temos qualidade. Não seria melhor colocar os que jogam melhor no lugar dos que só correm e batem, mesmo que “a equipe fique mais vulnerável“?

Temos que aproveitar os bons estádios e manter os bons gramados, para exigir mais qualidade de jogadores e treinadores. Não dá para ver partidas do futebol europeu (excelentes) e depois assistir as peladas jogadas no Brasil.

Dei-me o direito de não comentar sobre a partida desta terça, porque não há o que comentar. Toda e qualquer opinião vai estar contaminada pelo espanto, indignação, vergonha e humilhação pelo que vimos no Mineirão.

Fotos: Image.net

Palavra do Dia: Copa

A Copa do Mundo está quase acabando, mas você sabe o que a palavra copa quer dizer?

 

CopasCopa 

Nome dado a torneio esportivo no qual se disputa um troféu. O termo tem origem no latim ‘cuppa’, que significa tonel, taça. A Copa do Mundo de Futebol é uma competição internacional que ocorre a cada 4 anos, entre as melhores seleções nacionais do mundo. A primeira edição do evento foi realizada em 1930, no Uruguai, cuja seleção ganhou a taça naquele ano. A Copa do Mundo é o segundo evento esportivo mais assistido no mundo, atrás apenas dos Jogos Olímpicos.
Definição:

(co.pa) [ó]
sf.
1. Espécie de vaso fundo de tamanho e formatos diversos, para conter bebida, e do qual se a bebe; CÁLICE; TAÇA [Tb. us. em liturgia, heráldica etc.]

2. Taça artística us. como prêmio aos vencedores de competições; TROFÉU: A copa da Suécia em 1958 foi apenas a primeira de uma série de cinco conquistadas pelo Brasil.

Copa árvore3. Torneio esportivo no qual se disputa um troféu: Copa Davis (de tênis),, a Copa do Mundo de futebol[: O Brasil foi campeão pela quarta vez na Copa de 1994..Us. às vezes no Brasil como referência à Copa do Mundo de Futebol]

4. Cômodo de uma casa contíguo à cozinha onde se guardam louças, talheres, roupas de mesa etc., e onde se fazem refeições íntimas.

5. Esse cômodo em estabelecimentos públicos como hotéis, hospitais, escolas etc., onde se preparam refeições leves a serem servidas, lava-se a louça etc.

6. Parte superior do chapéu.

7. Parte superior das árvores, formada pela ramagem, em forma convexa.

Copa do Mundo - troféu8. Cada uma das guarnições redonadas nas duas extremidades do bocal de freio campeiro

9. Para o naipe de baralho, ver copas.

10. Vasilha de aduelas na qual se pisa a uva e se deixa o mosto fermentar; BALSEIRO; DORNA

11. Ant. Gír. Nota de quinhentos (mil réis, ou cruzeiros)
[F.: DO lat. cuppa ‘vaso’.]

Copa do Mundo 2014: Resumo da segunda rodada

Switzerland v France: Group E - 2014 FIFA World Cup BrazilA Copa do Mundo do Brasil mostra-se sensacional dentro das quatro linhas. São jogos emocionantes, bons tecnicamente, times ofensivos e resultados surpreendentes. Tão surpreendentes que a Espanha foi sumariamente eliminada, assim como a Inglaterra. A diferença é que a Espanha não mostrou um pingo de futebol, enquanto a Inglaterra protagonizou os dois melhores jogos da competição até aqui – contra o Uruguai e a Itália, respectivamente.

A média de gols foi mais uma vez excelente (2,80) e seis seleções já garantiram suas classificações – Holanda, Chile, Colômbia, Costa Rica, Argentina e Bélgica – e as torcidas deram show nas arquibancadas. Mas vamos a um resumo, desta vez grupo por grupo.


Grupo A 

O Brasil era/é o grande favorito, mas tem feito a torcida sofrer com más atuações. O jogo contra o México foi um dos piores do torneio e o 0 a 0 foi um dos piores jogos da competição. Destaques: o goleiro do México (Ochoa) e a eliminação de Camarões.
Belgium v Russia: Group H - 2014 FIFA World Cup BrazilGrupo B

Um dos grupos de melhor nível técnico, o B contou com um ótimo jogo entre Austrália e Holanda (com vitória apertada dos laranjas por 3 a 2), mostrando que os holandeses também podem ser incomodados. Por outro lado, confirmou que o Chile é uma das grandes forças da Copa, vencendo e carimbando a volta da Espanha para casa (2 a 0).

A decisão do primeiro lugar fica para o jogão da terceira e última rodada (Chile x Holanda). Qualquer um dos dois vai ser pedreira.
Grupo C

Incrível, mas a Colômbia confirmou que não veio para brincar. O time jogou bem mais uma vez, venceu a Costa do Marfim (2 a 1) e se garantiu nas oitavas. Embora a Costa do Marfim tenha três pontos, ela ainda pode ser ultrapassada por Japão e Grécia. Tudo só será resolvido na terça (24).
Switzerland v France: Group E - 2014 FIFA World Cup BrazilGrupo D 

O grupo da morte é uma das maiores fontes de surpresas dessa Copa. Como disse no início do texto, a Inglaterra foi desclassificada participando das duas melhores partidas da competição. Pior foi a Espanha, que saiu na segunda rodada, sem um gol, e joga uma partida melancólica com a Costa Rica – primeira classificada do grupo, depois da boa vitória sobre a Itália.

Para a última rodada sobrou um eletrizante Uruguai x Itália.
Grupo E

Um grupo que contribuiu com a boa média de gols. França 5×2 Suíça e Equador 2 x 1 Honduras, foram bons jogos. Além da França, já classificada, Equador e Honduras ainda têm chances.
Switzerland v France: Group E - 2014 FIFA World Cup BrazilGrupo F

A Argentina continua jogando mal e Messi continua decidindo. O craque argentino está longe de ter boas atuações, mas continua decisivo. O Irã mostrou um bom futebol e Nigéria e Bósnia…hum…bem……. Os jogos começam às 13h do dia 25/06.
Grupo G

Se a Copa anda meio inexplicável e furando todos os bolões, o que dizer de um grupo onde literalmente tudo pode acontecer? O gol de Portugal aos 49min30s do segundo tempo, empatando a partida contra os Estados Unidos foi sofrido, mas manteve as chances dos patrícios. Aliás, temos que destacar a grande atuação de Gana, que empatou, mas poderia ter vencido a poderosa Alemanha (2 a 2).

Quem passa e quem volta para casa? Aguardemos até a quinta (26).
Grupo H

Ufa! A Bélgica ganhou da Rússia (1 a 0), se classificou, mas sem jogar um tostão de bom futebol. A Argélia derrotou a Coréia do Sul por 4×2, mas foram tantas falhas que o jogo valeu mesmo só pelos gols. Esse é outro grupo que será decidido na quinta (26).
Belgium v Russia: Group H - 2014 FIFA World Cup BrazilPontos negativos

Os gramados, que apresentaram desgaste e mau estado em vários estádios. Além disso, continuam faltando água e comida, sem falar nas falhas de segurança, que culminaram com a inacreditável invasão de um grupo de chilenos (sem ingressos) ao Maracanã e a ainda mais inacreditável falta de atitude das autoridades em prender essas pessoas. Muitas delas, diga-se, continuam no país, sem nenhum problema.

Houve uma briga entre brasileiros e argentinos no entorno do Mineirão, mas, na boa, foi mais “excesso de álcool nas ideias” do que qualquer outra coisa.

Dentro do campo os destaques negativos foram Espanha, Brasil, Argentina e a (injusta) desclassificação da Inglaterra.
Pontos positivos

Os gols, os grandes jogos, as viradas e os resultados inesperados. As torcidas sul-americanas também merecem destaque. Até o momento, uma Copa eletrizante!
Os números

A segunda rodada teve uma média de gols de 2,80 por partida (45 gols em 16 jogos). A média de público está perto dos 51 mil espectadores por jogo.

Destaque para os jogos realizados na Fonte Nova. Em três jogos foram 17 gols!
Agora é torcer por uma última rodada tão boa quanto às duas primeiras.

Fotos: Image.net

Um resumo da primeira rodada da Copa 2014

Spain v Netherlands: Group B - 2014 FIFA World Cup BrazilA segunda rodada já está em curso, mas decidi fazer um resumo com a minha visão pessoal de como foi a primeira rodada da Copa 2014 em terras brasilis.

Apesar de todo o potencial para termos grandes problemas – em termos de organização, principalmente – a Copa do Mundo do Brasil se saiu bem.

Alguns problemas (óbvios) ocorreram, como dificuldade de acesso em alguns estádios, desabastecimento em bares e restaurantes de várias arenas e até pequenos piques de energia, como se viu na partida de abertura do torneio.

O mais importante é que a grande maioria dos jogos teve um nível altíssimo, de emoção e gols (média de 3,06 por partida). Esse desempenho dentro dos gramados faz esquecer os últimos torneios, que tiveram jogos pra lá de sonolentos.

Tivemos resultados surpreendentes – como a goleada da Holanda sobre a campeã Espanha –, jogadas de muita técnica e erros bisonhos de arbitragem. Todos os ingredientes para uma Copa ser comentada e lembrada por muito tempo (de forma positiva).

England v Italy: Group D - 2014 FIFA World Cup BrazilO Brasil

A Seleção do Felipão entrou em campo nitidamente emocionada, com jogadores chorando antes e durante o hino, o que pode ter influenciado em uma partida não muito inspirada e que acabou gerando a primeira polêmica do torneio, com a marcação de um pênalti absurdamente cavado pelo nosso centro avante. Azar da Croácia (sobre o jogo contra o México falamos quando terminar a segunda rodada).

A torcida

Os fãs da maioria das seleções sul americanas deu um show no quesito animação. Para falar a verdade, acho que a do Brasil foi até um pouco tímida na animação. Ficou claro que o calor dos torcedores vai ser importante para que as equipes ganhem um fôlego extra nas partidas.

Protestos

Os parcos protestos blackblocks perderam força e, mesmo com alguma destruição, não ganharam tantas manchetes quanto era de se imaginar. Quem sabe os que são contra a Copa se negaram a aproveitar os feriados e ficaram em suas empresas trabalhando e contribuindo para o enriquecimento da nação. Afinal, com o trabalho eles podem gerar mais recursos para a educação, saúde…….

Spain v Netherlands: Group B - 2014 FIFA World Cup BrazilOs destaques

Como destaques positivos dessa primeira rodada eu destacaria a Holanda, a Alemanha e a surpreendente Costa Rica.

Brasil, Inglaterra e Argentina não chegaram a decepcionar, mas ficaram longe de apresentar o futebol que o mundo esperava.

No campo das decepções, tivemos a Espanha e Portugal. Não que a equipe de Cristiano Ronaldo seja um primor, mas a presença do melhor jogador do mundo sempre deixa a esperança de um bom jogo.

A segunda rodada já está em andamento e algumas dessas surpresas e destaques se confirmam (outras não), mas é fato que a Copa vai bem.

Fotos: Image.net

Patrocinadores fazem marcação em David Luiz

Um dos homens de confiança do técnico Luiz Felipe Scolari, o zagueiro David Luiz também tem se destacado fora das quatro linhas. Reconhecido pela molecada pela vasta cabeleira, o carismático jogador tem chamado a atenção dos patrocinadores e é um dos atletas mais requisitados pelas marcas para participar de comerciais.

De acordo com um levantamento do Controle da Concorrência, dentre os craques que vão disputar a Copa do Mundo de 2014, Luiz só perde para o parceiro de time Neymar em termos de número de inserções nos breaks comerciais no primeiro semestre deste ano. Garoto-propaganda de marcas como Nike, PepsiCo, Seguros Unimed, Tam, Vivo e Itaú (veja comerciais abaixo), David Luiz teve uma ascensão meteórica no ranking.

No primeiro semestre do ano passado, o jogador nem fazia parte do top 10, e neste ano aparece em sexto, com 746 inserções, atrás de Neymar, Ronaldo, Felipão, Raí e Pelé, e à frente de craques em atividade como Cristiano Ronaldo e Kaká, e de personagens folclóricos como Joel Santana e Túlio Maravilha (veja quadro abaixo).

O levantamento do Controle da Concorrência analisou os intervalos comerciais de Bandeirantes, Globo, Record, Rede TV e SBT entre 1º de janeiro e 10 de junho. Os formatos incluem propaganda e patrocínio.

Nos comerciais, David Luiz faz tabelinha com Hulk e Bernard, para Vivo, com Thiago Silva e Marcelo, para a Tam, e até dá entrevista coletiva, no filme da Seguros Unimed. O zagueiro também virou personagem de animação ao lado de Ibrahimovic, Neymar, Cristiano Ronaldo e Iniesta, dentre outros, em um curta-metragem da Nike. Confira a seguir.

top+10+jogadores+final

Fonte: Meio & Mensagem

Mouses coloridos para torcer na Copa

Logitech-Wireless-Mouse-M325_1Essa nem é tão nova, mas como a Copa do Mundo está chegando, vale o registro para os mais fanáticos. A Logitech lançou uma linha de mouses chamada Logitech Global Fan Collection, com as cores de diversos países que disputarão o mundial no Brasil. O preço é salgadinho (R$ 79), mas eles até que são simpáticos. O problema vai ser se segurar e não jogá-lo pela janela em caso de um derrota do time. São 14 países representados na coleção e todos os mouses são sem fio – mais uma facilidade para atirá-los longe.

PS: Não ganhei um tostão por essa propaganda!

Estrangeiros que vão cobrir a Copa fazem curso para atuar em “zonas de conflito”

Violência na CopaPor causa das recentes manifestações e o número de vítimas, que coloca na lista diversos profissionais de imprensa, as empresas estrangeiras de comunicação estão treinando as equipes que vão cobrir a Copa no Brasil para lidar com situações de conflito. As informações são do blogueiro do Estadão, Jamil Chade.

De acordo com ele, fontes contaram sobre os treinamentos, mas pediram para que o nome da agência não fosse divulgado. O curso aplicado aos jornalistas esportivos é similar ao que é oferecido para repórteres que vão cobrir pautas em locais de guerra, como Iraque e Afeganistão.

“Outros grupos de imprensa, principalmente da Europa, também já reservaram o treinamento para seus jornalistas esportivos. Durante a Copa das Confederações, certas emissoras tiveram de sair às ruas com a ajuda de seguranças”, explicou.

Situação brasileira
Em fevereiro deste ano, um protesto contra a Copa do Mundo no Brasil terminou com 14 jornalistas agredidos, de acordo com informações da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). O ato foi realizado na região central de São Paulo e contou com mais de 100 integrantes da chamada “tropa do braço” da Polícia Militar.

De acordo com o levantamento da entidade, os acontecimentos fizeram com que chegassem a 57 os casos de agressões e detenções de jornalistas. O número registra apenas a violência cometida por policiais e passou a ser contabilizada desde as manifestações ocorridas no primeiro semestre do ano passado. A Abraji ainda salienta que a maioria das agressões (56%) ocorreu mesmo com o profissional da imprensa se identificando como tal.

Fonte: Comunique-se

As “incoerência” da telefonia celular no país da Copa

celulares xing-lingO Brasil é mesmo um país muito peculiar, não importa sob qual aspecto olharmos. Um dos últimos exemplos é a série de situações que envolvem a telefonia celular no país e na época da Copa do Mundo. Que o Brasil é um dos maiores países em volume de aparelhos pré-pagos no mundo não é novidade. Que a qualidade do serviço é precária até mesmo nas grandes cidades, também. Mas o que impressiona é a total falta de foco de autoridades na condução de políticas e ações que realmente venham se traduzir em alguma melhora no serviço ou benefício ao consumidor.

Na mesma época na qual autoridades anunciam que celulares não testados pelos órgãos competentes (Anatel), uma outra série de problemas bate a nossa porta, sem maior preocupação dessas mesmas autoridades. Primeiro vamos deixar claro que só os muito inocentes podem acreditar que essa censura aos aparelhos Xing-Ling tem relação com o bem estar e com a segurança dos consumidores. Como sempre acontece, uma cortina de fumaça é levantada para encobrir ações que visam apenas defender interesses econômicos sob a bandeira do bem estar social. Que os aparelhos Xing-Ling devem ser combatidos – por conta da má qualidade – ninguém discute, mas seria muito mais importante para o brasileiro que se fiscalizasse a qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras e as razões para que os aparelhos vendidos por aqui sejam tão caros.

Na Europa, por exemplo, é possível comprar um chip 4G com validade de 1 mês por meros R$ 40. Caso prefira um combo com um aparelho (médio), fica por aproximadamente R$ 350. Esses preços nos fazem pensar o porquê de um smartphone médio custar mais de R$ 1 mil e dos planos de internet (longe de entregarem o 3G prometido) sejam tão caros. O capitalismo é ótimo, mas a fiscalização é sempre necessária.

xing-ling-de-respeitoOutro ponto interessante desse bloqueio é o timing. Ele acontece (em fase de testes) exatamente na época que o Brasil vai receber milhares de turistas por conta da Copa do Mundo. Podem até dizer que esse bloqueio só irá acontecer efetivamente após o torneio, mas essa é apenas uma meia verdade. Meia verdade porque vários aparelhos vendidos na Europa e nos Estados Unidos não foram analisados pela Anatel ou porque muitos deles não operam nas frequências usadas no Brasil. Pior, nem nos estádios – que precisariam de pelo menos 90 dias para que o sistema fosse implantado – ele vai funcionar, já que alguns serão entregues a menos de um mês do início da competição.

“O leilão da faixa de 2,5 GHZ ocorrido em 2012, que inaugurou a era 4G no Brasil, teve como principal objetivo cumprir uma exigência da Fifa para a Copa do Mundo. Tal cobrança, bastante razoável assevere-se, tem como fundamento garantir que os torcedores pudessem compartilhar os melhores lances do evento com seus amigos mundo afora.

Arena PantanalDizer que o Brasil não cumpriu a exigência não podemos, pois há 4G nos estádios, só que não disponível aos torcedores – de muitos países do mundo – conforme era a intenção da Fifa. Explico. A faixa de frequências de 2,5 Ghz não é utilizada pela maioria dos países da Europa, nem por países como os EUA, por exemplo. Não bastasse esse fato, agora o bloqueio de celulares pode atingir inclusive consumidores daqui que adquiriram equipamentos nos EUA e Europa, compatíveis com o 3G brasileiro.

O Governo Federal prejudicou a indústria brasileira, usuária da faixa de 450 mhz e criou uma hipervalorização das frequências do 4G, encareceu a conta do consumidor e inviabilizou que muitos dos celulares de estrangeiros funcionem na Copa do Mundo”, explica Adriano Fachini, residente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Pelo jeito, o governo está preocupado com a saúde financeira de empresas como a Motorola, Samsung e similares, e não com salvar alguma pequena parte da organização do mundial e da imagem do nosso país.

complexo-penitenciário-de-BanguA coisa fica ainda mais surreal se pensarmos que onde os celulares e smartphones não deveriam funcionar (dentro dos presídios, por exemplo) o seu uso é mais eficiente do que dentro de muitos lares espalhados nas grandes capitais do Brasil. Falam em “falta de vontade política” – uma expressão que nunca desceu pela garganta -, mas acho que falta mesmo é vontade (ponto).

A segurança no Rio (apenas para me prender a cidade com mais visibilidade do país) é colocada em cheque e as autoridades de segurança admitem que ordens para crimes e ataques a alvos policiais vêm de presídios. Penso se não seria mais importante cuidar desse problema do que procurar proteger a indústria (nem tão) nacional.

Mas, como sempre, existe a possibilidade da minha opinião estar totalmente errada (sqn).

Consumo recorde de dados na Copa do Mundo deve comprometer internet móvel

Eu reclamo, mas vez ou oura dou voz aos especialistas.

Internet na Copa do MundoAs empresas de telecomunicações estão correndo contra o tempo para garantirem uma infraestrutura eficaz para fornecimento da internet de qualidade durante a Copa do Mundo, evento esportivo global mais aguardado nos últimos anos. Entretanto, especialistas alertam que a transmissão de dados no megaevento pode apresentar falhas. Com base no levantamento da Frost & Sullivan’s e Cisco, a expectativa é que sejam consumidos cerca de 19,2 bilhões de gigabytes (GB) em 2014. O número representa um crescimento de 65,09% do consumo em relação ao ano passado.

O especialista em tecnologia e diretor da empresa Ledcorp, José Lúcio Balbi de Mello, afirma que há possibilidades da internet apresentar falhas ou ficar lenta durante os jogos.

Recentemente, as cinco operadoras móveis – Oi, Vivo, TIM, Claro e Nextel – criaram um consórcio para montarem a infraestrutura dos estádios que receberão os jogos da Copa. Para isso, realizaram um investimento de R$ 200 milhões, abrangendo compra de antenas, cabos e roteadores nos estádios, que devem ficar prontos em abril, com dois meses de antecedência dos jogos. “A preparação pode não ser o suficiente para atender todo o público esperado. A demanda elevada na Copa deverá criar um congestionamento na rede de dados e, consequentemente, falhas na conexão. Para isso não acontecer, é preciso mais investimentos, como o uso de antenas emergenciais nos locais de maior concentração de pessoas”, alerta o especialista.

Ele explica que esses problemas refletem também na falta de organização da Anatel por não ter liberado, com antecedência, uma frequência que não interferisse na implantação do 4G. “As operadoras ainda não possuem estruturas adequadas para oferecerem o serviço de internet com qualidade, o que vale tanto para a internet 3G, quanto para o 4G. Para ser ter uma dimensão dessa falha, a rede 3G disponível no Brasil alcança a velocidade máxima de 7 Mbps, enquanto a internet 4G, utilizada nos EUA, na Ásia e Europa, pode atingir até 100 Mbps. As empresas de telefonia esqueceram que, além de implantarem o 4G, é necessário cuidarem da qualidade dos serviços já prestados. É importante investir no 3G para oferecer o mínimo de qualidade para a conversação e para a voz”, analisa o especialista.

Fonte: Administradores

 

Críticas inglesas, o que esperar do Brasil e as lições de Sochi

guardian-logoO brasileiro é orgulhoso e não admite que ninguém de fora fale mal do país. odos nós somos realmente mais ou menos assim. Reclamamos, criticamos e malhamos, mas não aceitamos muito bem quando as críticas vêm do exterior. Pouco mais de uma semana atrás o jornal britânico The Guardian publicou uma matéria/artigo onde pintava um futuro incerto para a Copa do Mundo, por conta dos atrasos, protestos e mortes durante as obras nos estádios. Porém, o pior mesmo foi ler que “promover a Copa do Mundo pretendia mostrar que a vez do Brasil – uma terra há muito condenada a ser “o país do futuro – e que sempre será” – teria chegado, mas não chegou.

Os superfaturamentos das obras, os atrasos incompreensíveis, as rusgas com a Fifa, a desconfiança na qualidade das construções, o maciço uso de verbas públicas e a comprovada incapacidade da polícia em lidar com baderneiros que se travestem de manifestantes, causa ceticismo aos britânicos. O amor pelos brasileiros e pelo jeito brasileiro de ser também fica nítido, mas não é suficiente para amenizar as críticas.

sochiAssim como aconteceu com a África do Sul, o olhar do The Guardian é cético em relação aos estádios, que poderão (e alguns vão mesmo) virar elefantes brancos. Além disso, a violência nas cidades sede, especialmente o Rio, assusta. E nem precisamos citar o trânsito e a tão falada mobilidade urbana, que são pontos absolutamente indefensáveis, mesmo para o mais patriota dos brasileiros.

Da mesma forma que eu, o jornal também acredita que ainda há tempo para que a Copa seja um sucesso, mas que adverte que essa possibilidade é cada vez menos.

As lições de Sochi

Com o término das Olimpíadas de Inverno na cidade de Sochi, na Rússia, ficou claro que, com rios de dinheiro público, é possível realizar um evento desse porte mesmo que a cidade esteja mais para balneário do que para estação de esqui. Os problemas enfrentados por lá se parecem muito com os daqui e podem servir como parâmetro para que as autoridades responsáveis pelos jogos do Rio de Janeiro evitem a enxurrada de críticas pela qual passaram os russos.

Sochi encerramentoAinda dá tempo para rever a utilização de alguns equipamentos e o esquema de trabalho, principalmente no quesito propaganda e divulgação de notícias. Geralmente um evento desse porte, raro nesse hemisfério, acaba trazendo uma certa soberba, que pode se amplificar, dependendo do ego de cada um dos envolvidos.

Só resta aos brasileiros – e principalmente aos cariocas – torcer para que tudo dê certo e que algo de bom (em termos de infraestrutura) fique como legado de toda essa maravilhosa oportunidade de mostrar o Brasil para todo o mundo.

Medo dos estádios da Copa

Cobertura Fonte NovaSe tinha algo sobre o qual não pairava nenhuma dúvida na minha mente era de que os estádios construídos para a Copa do Mundo estariam funcionando plenamente e que esse seria um item com os quais os brasileiros não precisariam se preocupar. Porém, os últimos acontecimentos já me deixam dúvidas de que eles podem acabar se tornando um grande mico para o país.

O que vi no Mineirão – falta de iluminação do lado de fora do estádio, encanamento de esgoto jorrando merda (literalmente) pelos corredores e engarrafamento monstro na saída do estádio -, aliado aos relatos da falta de infraestrutura no entorno do Castelão, até mesmo com ruas inacabadas, os problemas relatados por coleguinhas no Mané Garrincha – a mesma falta de iluminação externa encontrada no Mineirão, cadeiras numeradas inexistentes e total falta de informações para os torcedores de como encontrar seus lugares, deixam a gente assustado. Isso, sem contar no imenso canteiro de obras que existe no entorno do Maracanã e o inacreditável e inaceitável problema com a cobertura da Fonte Nova, que já teve problemas com menos de 1 semana de uso, por conta de uma chuva!

Merda no MineirãoO fechamento do Engenhão e a queda de uma grade no estádio do Grêmio (arena é um termo que não faz sentido ser usado por aqui), já deixavam dúvidas sobre a qualidade dos projetos, dos materiais utilizados nas construções e da seriedade dos responsáveis pelos clubes em relação à segurança dos torcedores.

Incrível pensar que nenhum dos novos e caríssimos estádios tenha uma cobertura retrátil, o que poderia minimizar os problemas com chuvas e ventos, embora pudesse criar novos “defeitos“. Essa “quebra” na Fonte Nova (que poderia ter ferido muita gente, caso ocorresse em dia de jogo) é motivo mais que suficiente para que todos (governantes, imprensa, empreiteiros e torcedores) liguem o alerta vermelho.

Um desempenho pífio da seleção pode ser aceitável, não ter aeroportos, ruas, rodovias e um sistema de transporte viário decente (nem vamos falar de metrô), também pode ser tolerado, mas estádios novos caindo na cabeça das pessoas é inadmissível.

Que Deus nos ajude.

Brazuca é o nome da bola do Mundial de 2014

É… nada de Gorduchinha (ainda bem). O nome da bola que será utilizada na Copa do Mundo de 2014 será Brazuca (assim, com Z), depois de uma votação que recebeu mais de 1 milhão de votos. Ok que essas votações pela internet andam resultando em escolhas esdrúxulas, mas Bossa Nova e Carnavalesca (as outras duas opções) eram ruins de doer.

Então, teremos a bola Brazuca e o tatu-bola como mascote, além do Mano como técnico.

Que Deus nos ajude.

FIFA garante US$ 3,6 bi com TVs até 2022

Entidade está negociando Copas da Rússia (2018) e Qatar (2022) e já fechou com TVs da Ásia e Estados Unidos

A Fifa anunciou na quinta-feira, 27, na Suíça, que garantiu mais US$ 1,85 bilhão com os direitos das Copas de futebol que acontecerão após o torneio do Brasil em 2014. Trata-se do período compreendido entre 2015 e 2022, e que inclui as Copas da Rússia (2018) e no Qatar (2022). A negociação para a TV brasileira ainda não foi feita.

Na semana passada, a entidade já tinha fechado com TVs dos Estados Unidos – em valor de US$ 1,2 bilhão – os direitos para os dois eventos, com as redes Fox Sports (língua inglesa) e Telemundo Media (pertencente à NBC/Universal) para língua espanhola.

Assim, os novos acordos complementam os contratos da entidade anunciados em março deste ano. Na ocasião, a Fifa comunicou que havia negociado contratos de direitos de transmissão de TV no valor de US$ 1,7 bilhão para países do Oriente Médio, Ásia e América Latina.

Os contratos recém-fechados já representam um aumento de 90% em comparação com as negociações feitas nas mesmas regiões para as Copas do Mundo de 2010 e 2014.

Fonte: Meio & Mensagem

A Copa de 2014 já começou

Foram R$ 30 milhões gastos pela prefeitura e pelo governo do estado para bancar a festa que, apesar de alguns discordarem das atrações musicais, correu muito bem e mostrou que o Brasil pode projetar uma imagem muito longe da real. Todos os que assistiram pela TV ao sorteio dos grupos das eliminatórias devem estar achando que tudo anda bem aqui pelo hemisfério Sul.

Com a presença de velhos ídolos e jovens promessas do nosso futebol – além de apresentadores da Rede Globo, claro – a festa foi pontual e sem atropelos. Houve uma ou outra gafe, mas nada que embaçasse o brilho da cerimônia. Políticos tentaram aparecer e revelaram certos ciúmes e disputas para saber quem é o verdadeiro dono da festa, mas, mais uma vez, nada comprometedor.

Ficou mais uma vez a certeza de que tudo vai ficar pronto e lindo na data marcada para a bola rolar.

Tomara!