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Eliana Pittman faz show em Niterói nesta quarta

Com o espetáculo ´Minhas novas influências’, Eliana Pittman se apresenta na série Show das 4, no Teatro da UFF

A veterana cantora Eliana Pittman – 72 anos de idade e 56 de carreira – vai até Niterói apresentar o repertório do seu mais recente CD (Minhas Novas Influências), como parte da série Show das 4, promovida pelo Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Acompanhada dos músicos Dudú Vianna (teclados), Jimmy Santacruz (baixo) e César Machado (bateria), a cantora interpreta canções dos maiores compositores do país como Milton Nascimento (Travessia), Ari Barroso (Aquarela do Brasil e Isso aqui o que é), Pixinguinha (Carinhoso), Luiz Gonzaga (Qui nem jiló), Cazuza (Codinome Beija-flor), Tom Jobim e Vinicius de Moraes (Chega de saudade, Garota de Ipanema e Eu sei que vou te amar), Adoniran Barbosa (Trem das onze), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Viola enluarada), Edu Lobo (Ponteio), João Nogueira (Esse mar é meu), entre outros.

Serviço:

Série Show das 4 – Eliana Pittman – ‘Minhas novas influências’

Data: 4 de julho (quarta-feira)
Horário: 16h
Local: Teatro da UFF – Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Preço: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia para maiores de 60 anos, professores e servidores da UFF e estudantes)

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João Roberto Kelly comemora seus 80 anos e lança marchinha para a Copa

Aniversário será comemorado com dois shows no Rio de Janeiro

João Roberto Kelly, o Rei das Marchinhas comemorará seus 80 anos, em dois shows que lançarão sua mais recente marchinha para essa Copa do Mundo, em homenagem ao jogador Neymar e o técnico Tite.

No dia 24, dia de São João e seu aniversário, o show será na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, e terá as participações dos cantores e compositores Neguinho da Beija Flor que ganhou apelido em seu programa na antiga TV Tupi, “Rio Que Dá Samba”, onde Kelly foi o apresentador, e Eduardo Dussek, que gravou algumas marchinhas dele, durante sua carreira. Já no dia 29, dia de São Pedro, a festa será na segunda casa do ‘Rei das Marchinhas’, a Sede do Cordão da Bola Preta, na Lapa e contará com as participações do cantor Makley Matos e da Banda do Cordão da Bola Preta.

Marchinha da Copa

Já encomendei meu sorriso
Dessa vez não vale chorar
Quero ver o mundo gritando
Neymar, Neymar, Neymar

A galera tá ligada
Um novo tempo surgiu
Sonhei com o Tite vibrando
Em cada gol do Brasil

Lançada no final de março, a composição traz palavras de incentivo à Seleção e foi planejada para conquistar a torcida em todo o Brasil. “Marchinha da Copa” já está disponível no Youtube e conta com a participação do próprio compositor:

Segundo Kelly, as marchinhas carnavalescas resistiram ao tempo por não serem datadas. “Alô, Alô, Gilmar”, seu trabalho mais recente envolvendo essa data, não trazia nenhuma referência à festa e, apesar da crítica, não foge da ironia considerada por ele necessária neste gênero. “Tem que ter uma pimentinha”, sugere. Por este motivo, critica o politicamente correto, o que, em sua visão, caminha para o exagero. Ainda assim, destaca que nem os blocos temáticos ignoram esses trabalhos: “Acho que carnaval é para todo mundo. No meio das músicas, sempre tocam marchinhas. Dou a maior força!”, elogia, dizendo ser fã desse tipo de desfile.

Nos shows, além das participações especiais já anunciadas acima, estarão ao lado do João Roberto Kelly que tocará seu piano eletrico, os cantores Gilson Bongil e Manu Santos e os músicos Adilson Werneck (bateria) e Claudio Mateus (contrabaixo).

Certamente sucessos como “A Cabeleira do Zezé” (a primeira do compositor, que estourou em 1964 e segue até hoje como uma das mais executadas nos blocos e bailes de clubes de todo o país); “Mulata Iê-Iê-Iê” , mais conhecida como “Mulata Bossa Nova” (composta em homenagem a 1a mulata a vencer o “Concurso Miss Guanabara de 1965, a Vera Lucia Couto), “Colombina”, “Joga a Chave, Meu Amor”; “Mormaço”, “Rancho da Praça Onze”, ”Paz e Amor”, “Israel”, “Boato”, “Dança do Bole Bole”, “Samba do Teleco – Teco”, na década de 1980, os sucessos “Maria Sapatão”, “Esse Menino é Gay” e “Bota a Camisinha”, lançadas pelo Chacrinha, além das mais atuais “Marcha do Barak OBama”, “Marchinha do Xixi”, “Marchinha do Porcalhão” e a mais atual, “Onde está o Meu Dinheiro” entre tantas outras serão lembradas pelo compositor João Roberto Kelly.

Campeão do Carnaval

Kelly é líder absoluto há mais de 10 anos do ranking do Ecad dos autores com maior rendimento no carnaval.

Serviço

João Roberto Kelly: 80 ANOS

Dia 24 de Junho 2018 – Domingo 19h.
Participações especiais de Eduardo Dussek e Neguinho da Beija Flor
Local: Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana)
Ingresso: R$ 70,00 / R$ 35,00 (moradores de Copacabana, estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos, passageiros do MetroRio e Assinantes de O Globo)

Dia 29 Junho 2018 – Sexta Feira a partir das 19h.
Participação especial do cantor Makley Matos e a Banda do Cordão da Bola Preta.
Local: Sede do Cordão da Bola Preta (Rua da Relação 03 – esquina com a Rua do Lavradio – Centro – Reservas pelo tel. 21- 2240-8049)
Ingresso: R$ 35,00 (preço único com direito a mesa)

Stanley Jordan se apresenta no Teatro Municipal de Niterói

Foto: Joe Mabel

Um dos músicos mais consagrados da música mundial, o guitarrista Stanley Jordan, vai se apresentar em um palco nobre: o Teatro Municipal de Niterói, na próxima sexta-feira (8/5). Dono de uma técnica virtuosa (tapping), Jordan é apaixonado pelo Brasil, sua música e seu público.

– Fico muito feliz toda vez que venho ao Brasil, país que tem uma musicalidade única e onde o público é aberto para todo tipo de ritmo e experimentações – disse o músico em 2010, durante uma de suas várias passagens pelo país.

São mais de 200 shows em palcos tupiniquins e, dessa vez, Jordan vem acompanhado de dois músicos de muito respeito: Ivan “Mamão” Conti, baterista do lendário grupo Azymuth, e Dudu Lima no baixo. O repertório inclui clássicos da carreira de Jordan, como releituras de músicas dos Beatles, Mozart e Led Zeppelin, além de canções da nossa MPB.

Com uma discografia rica – desde a estreia com Touch Sensitive (1982), até o mais recente Duets (2015) – Jordan construiu um repertório admirado tanto pelo público quanto pela crítica, passando por vários ritmos, como o jazz, rock e bossa nova.

Serviço

Stanley Jordan Jazz trio
Local: Teatro Municipal de Niterói – Rua XV de Novembro, 35, Centro – Tel.: 2620-1624
Data: 8 de junho (sexta-feira)
Hora: 20 horas
Censura: Livre
Ingresso: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (estudantes, maiores de 60 anos, menores de 21 anos e pessoas com deficiência).

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia.

Greve dos caminhoneiros muda datas do festival de jazz e blues de Rio das Ostras

O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival vai acontecer entre os dias 15 a 17 de junho. As novas datas dos shows serão divulgadas na próxima semana.

O bloqueio das estradas e o desabastecimento de combustíveis causaram uma série de transtornos ao povo brasileiro e afetaram até mesmo o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, que aconteceria de hoje (31) até o dia 3 de junho (no feriadão de Corpus Christi), teve que alterar as suas datas, passando para o período de 15 a 17 de junho. No último dia do festival o público poderá assistir a estreia do Brasil em um telão que será instalado na Lagoa de Iriry.

– Temos mais de 70% das atrações confirmadas para as novas datas. Stanley Jordan e Armandinho, Banda Black Rio, Marlon Sette, Rosa Marya Colin e Jefferson Gonçalves, Azymuth e DJ Nuts, Igor Prado & Just Groove, Fred Sun Walk & The Dog Brothers, Amaro Freitas e Big Gilson – conta Stenio Mattos, diretor do Festival.

A nova programação será divulgada na próxima semana, no site do festival.

Abaixo a nota oficial da produção da Prefeitura de Rio das Ostras:

É com bastante tristeza que viemos anunciar em nota oficial que o Rio das Ostras Jazz & Blues será realizado em nova data: 15 a 17 de junho.

A mudança se deu em função da gravidade do desabastecimento de combustíveis e seus reflexos no município. Em nota oficial, a Prefeitura de Rio das Ostras informa que a decisão foi tomada em conjunto com a produção do evento, representantes de hotéis, pousadas e restaurantes da cidade, durante uma reunião na tarde desta segunda-feira (28).

Ainda segundo a Prefeitura, o festival é de grande importância cultural e econômica para o município.

Para a produção do Festival, o adiamento torna-se necessário para garantir a qualidade do festival. Nós da produção não nos sentiríamos a vontade em manter o festival sem as condições ideais de infraestrutura, diz Stenio Mattos, diretor do Festival. Pedimos desculpas pelo transtorno, contamos com a compreensão de todos e esperamos vocês no dia 15 para comemorarmos finalmente os nossos 15 anos!

 

Rio das Ostras volta a sediar festival de jazz e blues

Festival volta ao calendário da cidade após um ano de ausência e ganha edição carioca, em setembro

Depois de um ano de ausência por conta da crise econômica que se abateu sobre o estado do Rio e seus municípios, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega a sua 15ª edição, entre os dias 31 de maio e 3 de junho, no feriado de Corpus Christi. Esse ano, apesar do cenário ainda pouco favorável, o evento traz grandes nomes (nacionais e internacionais) na sua escalação de shows, inteiramente grátis.

– Ano passado não tivemos como realizar o festival, mas esse ano, mesmo com uma verba menor e quase sem nenhum patrocínio, conseguimos montar uma estrutura que faz jus ao padrão do festival. Teremos nomes como o Stanley Jordan (que se apresenta ao lado de Armandinho), a Banda Black Rio, Rosa Marya Colin, Azymuth, Big Gilson, Amaro Freitas e Leon Beal Jr., só para citar alguns – explica Stenio Mattos, criador e produtor do festival.

Grandes nomes

Desde a sua primeira edição (2003) o festival trouxe nomes de peso ao país, se consolidando como um dos principais eventos do mundo. Logo na estreia o naipe de artistas que se apresentaram nos palcos do evento (hoje, são três) trazia Nuno Mindelis, Blues Etílicos, Baseado em Blues, Yamandú Costa e Kenny Brown, só para citar alguns.

– Durante todos esses anos conseguimos trazer gente do calibre do Stanley Clark, Ron Carter, Coco Montoya, John Mayall & the Bluesbreakers, T.M. Stevens e Al Jarreau, que foi um gentleman e fez questão de vir tocar no festival, fazendo uma de suas últimas apresentações – lembra Mattos.

Além da volta do festival em Rio das Ostras, uma outra boa notícia é que o evento vai ganhar uma edição carioca, entre os dias 7 e 9 de setembro, como parte do projeto Reage Rio, embora os detalhes ainda não tenham sido divulgados.

Jovens talentos

Se grande parte do público é atraído pelos nomes conhecidos e consagrados, o Festival também é palco para que jovens talentos mostrem o seu trabalho e conquistem novos fãs. Este ano, uma das grandes apostas é o pianista Amaro Freitas. Vencedor do Prêmio MIMO Instrumental de 2016, o pernambucano promete um show autoral, baseado no seu álbum de estreia, Sangue Negro (2016), mas com algumas novidades.

 

– Pretendo mostrar canções que vão entrar no meu próximo disco, que ainda não tem data para ser lançado, mas que pode acontecer ainda este ano – revela Amaro.

Com uma técnica apurada e improvisos com toques regionais, Amaro (de apenas 26 anos) considera a apresentação na Região dos Lagos uma experiência diferente.

– Normalmente toco mais em pubs e teatros. Grandes festivais como o de Rio das Ostras permitem estar em contato direto com a massa. É um desafio, assim como é um desafio viver somente de música no Brasil – conta o músico.

Amaro se apresenta no palco principal no dia 1 de junho.

 

Confira a programação completa da 15ª edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival.

Uma versão deste texto foi publicado na Revista Ambrosia.

 

 

Depois de Phil Collins, Steve Hackett

A música do Genesis parece ter sua mira apontada mesmo para o Brasil. Depois da passagem de Phil Collins pelo país, agora é a vez do guitarrista Steve Hackett desembarcar por aqui. No Rio, Hackett se apresenta no Vivo Rio, no dia 23, e o F(r)ases da Vida estará lá para conferir e dizer como foi o show.

A promessa é de que o show englobe canções de toda a carreira de Hackett, incluindo Genesis e o supergrupo GTR, que formou com Steve Howe, nos anos 80.

Serviço

Datas: 23/03/2018 – Sexta-feira
Local: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Horário: 22h
Abertura dos portões: 20h
Preços: De R$ 190 a R$ 320

Agenda de shows internacionais no Rio de Janeiro em 2018

Atualizado em 4/10

Seguindo a tradição do blog, segue uma lista com os shows já confirmados na cidade. Caso tenha algum acréscimo, deixe um comentário ou envie um e-mail para blogdoferoli@gmail.com

 

Janeiro

24 Mayer Hawthorne (Blue Note)

25 Phoenix (Circo Voador)


Fevereiro

1 Ibeyi (Circo Voador)

Jack Broadbent (Blue Note)

10 Jack Broadbent (Blue Note)

22 Phil Collins (Maracanã)

22 Pretenders (Maracanã) *Abrindo para Phil Collins

25 Foo Fighters (Maracanã)

25 Queens of the Stone (Maracanã) *Abrindo para Foo Fighters

 

Março

10 John Pizzarelli (Othon Palace Hotel)

11 Epica (Circo Voador)

13 Michael Bolton (Vivo Rio)

16 Air Suply (Vivo Rio)

18 Kate Perry (Parque Olímpico)

20 Zarah Larsson e Oh Wonder (Circo Voador)

21 Pearl Jam (Maracanã)

22 The National e Spoon (Circo Voador)

22 Imagine Dragons (KM de Vantagens Hall)

23 Wiz Khalifa + Mac Miller (KM de Vantagens Hall)

23 Steve Hackett (Vivo Rio)

28 David Bryne (KM de Vantagens Hall)

 

Abril

12 Jorge Drexler (Theatro Municipal)

20 Radiohead (Parque Olímpico) – Parte do Soundhearts Festival

20 Flying Lotus (Parque Olímpico) – Parte do Soundhearts Festival

20 Junun e Aldo The Band (Parque Olímpico) – Parte do Soundhearts Festival

20 Ozzy Osbourne (Apoteose)

21 Premiata Forneria Marconi (Vivo Rio)

29 Glenn Hughes (Circo Voador)

30 Alexandra Jackson (Teatro Rival)

 

Maio

10 Jason Derulo (KM de Vantagens Hall)

10 Thundercat (Circo Voador)

10 Orquestra Buena Vista Social Club (Vivo Rio)

12 Erasure (Vivo Rio)

14 The Kooks (Vivo Rio)

18 Kasabian (KM de Vantagens Hall)

18 The Congos e The Slackers

19 Rita Pavone (Vivo Rio)

20 Ozzy Osbourne (Jeunesse Arena)

25 Carl Palmer (Vivo Rio)

27 Harry Styles (Jeunesse Arena)

30 Simple Plan (Circo Voador)

 

Junho

The Manhattans (Vivo Rio)

7 Halsey (Vivo Rio)

23 Call the Police (Vivo Rio)

 

Julho

Nial Horan (KM de Vantagens Hall)

25 Flow (Tijuca Tênis Club)

 

Agosto

25 John Misty, Animal Collective e Cut Copy (Marina da Glória)

 

Setembro

11 Nathalie Lermitte (Teatro Bradesco)

15 Sublime With Rome (Hub RJ)

21 Kard (Vivo Rio)

 

 Outubro

Vance Joy (Circo Voador)

Flogging Molly (Circo Voador)

Dianne Reeves (Theatro Municipal)

11 Cypress Hill (Hub RJ)

20 Gipsy Kings (Vivo Rio)

24 Roger Waters (Maracanã)

 

Novembro

Loreena McKennitt (KM de Vantagens Hall)

Flogging Molly (Circo Voador)

British Lion/Steve Harris (Circo Voador)

11 Kreator/Arch Enemy (Circo Voador)

11 Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders (KM de Vantagens Hall)

17 At the Drive-In (Circo  Voador)

14 MGMT (Circo  Voador)

19 Herbie Hancock (KM de Vantagens Hall)

21 Demi Lovato (Jeunesse Arena)

29 Sarah Brightman (Vivo Rio)

30 Pennywise (Hub RJ)

30 Morrissey (Fundição Progresso)

 

Dezembro

1 L7 (Circo Voador)

 

Ivan Lins inicia o ano musical

Foto: Leo AversaPara muitos o ano no Brasil só começa mesmo após o carnaval, certo? Errado. Pelo menos a temporada de shows musicais começa bem antes das festas momescas e uma das primeiras grandes atrações do ano é o espetáculo de Ivan Lins, que acontece hoje e amanhã no Teatro Rival, no centro do Rio de Janeiro, com preços que não farão com que ninguém tenha que atrasar o pagamento do IPTU para comprar seu ingresso.

Ivan, um dos mais conhecidos e respeitados artistas da Música Popular Brasileira, reverenciado por nomes como Quincy Jones, Sting e até mesmo o ex-beatle Paul McCartney, e que já foi homenageado com um disco-tributo onde astros pop cantam suas músicas em inglês, sobe mais uma vez ao palco, agora para apresentar um espetáculo baseado no repertório de seu último trabalho, o excelente Amorágio (Som Livre), trabalho onde canta as várias formas de amor.

Amorágio é um trabalho no qual apresento alguns dos muitos ‘Ivans’ que moram no compositor popular que eu adoro ser”, conta o artista.

No repertório, Ivan promete mesclar grandes sucessos com as canções do novo CD. Assim, o público pode esperar ouvir clássicos como Madalena, Começar de Novo e Novo Tempo, além das novas (e nem tão novas) como Amorágio, Roda Bahiana (que já havia sido gravada pela diva Gal Costa), Sou Eu (parceria com Chico Buarque e que também ganhou um registro no último CD do cantor), a belíssima Quero falar de amor, uma das mais belas melodias da safra recente de Ivan, além da divertida Carrosel do Bate-Coxa, um xote escrito em parceria com o filho, Cláudio Lins, com quem também já dividiu o palco algumas vezes.

Leia a crítica do CD Amorágio

“São canções novíssimas, outras nem tanto, e algumas releituras transpostas para os sentimentos de hoje, nas quais o passado vira presente”, explica sobre as canções de Amorágio.

No palco do Rival, Ivan é acompanhado por uma banda afiadíssima formada por Teo Lima (bateria), Nema Antunes (baixo), Marco Brito (teclado), João Gaspar (violão e guitarra) e Neimar Dias (violão e viola) -, que dão destaque as belas harmonias lideradas pelos teclados do compositor. Mesmo as músicas que no disco contam com participações de grande peso como os astros Maria Gadu, Pedro Luis e o português António Zambujo, mantêm seu peso pop nas interpretações solo de Ivan.

Se 2012 promete ser o ano de mais um Rock in Rio – onde Ivan vai reviver a parceria com o guitarrista George Benson, sucesso na primeira edição do festival, no hoje longínquo 1985 – e de grandes atrações internacionais desembarcando na cidade e no país, começar o mês de janeiro ouvindo Ivan Lins falar de amor é, sem dúvidas, uma maneira de trazer bons fluídos para todos os outros dias desse novo tempo.

Serviço

Ivan Lins – no show Amorágio. Data: 4 e 5 de janeiro. Horário: 19h30. Local: Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia. Tel: 2240-4069. Preço: Setor A / Mezanino: R$ 90 (Inteira) R$ 45 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal) – Setor B: R$ 80 (Inteira) R$ 70 (Os 100 Primeiros pagantes) R$ 40 (Estudante/Idoso/Professor Da Rede Municipal). Capacidade: 472 lugares.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Foto: Leonardo Aversa

Catraca Livre: o melhor blog do mundo?

Essa coisa de escolha dos melhores do mundo na área do jornalismo ou tenologia é algo extremamente difícil. O Comunique-se falou com Gilberto Dimenstein (coordenador do projeto) e fica claro, para quem conhece o Catraca, que a iniciativa seria bem vinda em mais cidades (alô, Rio!).

Abaixo a matéria do Comunique-se

Criado em julho de 2009 por estudantes universitários sob a coordenação do jornalista Gilberto Dimenstein, o site Catraca Livre foi escolhido como o melhor blog do mundo em português, em premiação promovida pela Deustche Welle, emissora de TV pública da Alemanha. A votação, que tem a proposta de valorizar projetos com foco na cidadania, foi realizada em duas etapas: júri e, posteriormente, participação popular.

Sobre o prêmio vencido pelo site que está prestes a completar três anos de existência, o Comunique-se conversa com o idealizador do Catraca Livre, Gilberto Dimenstein. O jornalista conta como o projeto teve início, como funciona o trabalho da equipe e qual a principal proposta. A paixão pela comunicação comunitária e o “olhar diferente” que o profissional busca levar aos cidadãos por meio do jornalismo também fazem parte da entrevista. Confira a íntegra:

O site do Catraca Livre informa que a página foi desenvolvida por estudantes universitários. De qual forma você ingressou no projeto? Você participou do início?

Eu já vinha trabalhando o conceito de bairro-escola e esses estudantes da Metodista, Mackenzie, USP, FAAP e PUC tiveram a ideia de desenvolver o site com a proposta de mostrar o que a cidade de São Paulo tem de interessante e que muita gente não conhecia. Apoiei o projeto desde o começo. Andando pelo centro, eu via que as pessoas falavam que não iam a teatros e cinemas porque era tudo muito caro. Queria mostrar que há muita atividade interessante.

Qual o diferencial do Catraca Livre em comparação com os demais sites?

Acredito que o fato de desde o começo ter o objetivo de ser um espaço sócioeducativo. Investimos em dicas culturais, um site de serviços. Trabalhamos com um olhar diferente em relação à comunicação. Vemos a cidade como grande incubadora de serviços, apesar de termos notícias de outros lugares além de São Paulo. Contamos com a parceria de Harvard e Media Lab. E, além de tudo isso, o Catraca passou a ser sinônimo de eventos gratuitos; tornou-se comum ouvir alguém falar: “vamos, é um evento ‘catraca livre'”.

Os estudantes que deram origem ao Catraca Livre continuam trabalhando no site?

Boa parte deles, sim. Teve gente que saiu com o tempo, até para trabalhar em outro projeto, outro site, o que é absolutamente normal. Mas, da equipe inicial, tem muita gente que continua no Catraca Livre. E por aqui colocamos em prática o modo de cooperativa. A turma que ajudou a criar o site e continuou no projeto se tornou sócia do Catraca.

Em algum momento, desde a criação em junho de 2009, o Catraca Livre correu risco de acabar?

Sim. E posso até dizer que esse risco é contínuo. Somos um site que tem fins lucrativos e para se manter depende muito dos patrocínios. O que nos ajuda muito é a audiência, alavancada pelas redes sociais, e o perfil do nosso público. Temos média de 600 mil usuários únicos por mês, sendo que boa parte é formada por universitários. Segundo o Ibope, 28% dos leitores do Catraca são pós-graduados e 64% são do sexo feminino. Lidamos com um público formador de opinião e que é de interesse dos anunciantes.

Com a premiação realizada pela Deustche Welle (eleito o melhor blog em língua portuguesa), o Catraca Livre ganhará mais espaço e credibilidade perante o público e patrocinadores?

Um prêmio desse sempre dá maior visibilidade o que também chama a atenção das empresas a desejarem ter suas respectivas marcas associadas a um veículo como o Catraca Livre. Como disse anteriormente, nosso público é composto, em sua maioria, por formadores de opinião, pessoas com currículo acadêmico. A premiação ajuda a impulsionar ainda mais, assim como as redes sociais. Atualmente, temos mais de 120 mil fãs no Facebook e 70 mil seguidores no Twitter e passamos a ter nosso conteúdo exibido nos ônibus e no metrô de São Paulo.

Você esperava que o Catraca Livre tivesse esse reconhecimento com apenas três anos no ar?

Não esperava. Ele surgiu para ser uma experiência de jornalismo cidadão, publicar temas que fortalecessem a relação dos bairros com o que a cidade tem de melhor e de mais interessante. Criamos o Catraca para ser o laboratório de comunicação. Não imaginava essa repercussão. Ele entrou no ar em julho de 2009 com o trabalho de estudantes que estavam nos últimos períodos de suas faculdades, inclusive teve a presença dos meus filhos Marcos e Gabriel. Não poderia imaginar que teriámos essa força e nunca pensei que receberíamos um prêmio.

Qual a melhor notícia que o Catraca Livre publicou?

Não dá para citar uma única matéria. Há momentos em que damos um destaque maior a assuntos específicos. Um exemplo disso é a época da Virada Cultural (evento produzido pela Prefeitura de São Paulo que promove shows e atividades culturais durante todo um fim de semana). Sempre trabalhamos muito nessa fase pré-evento, como agora, com a produção de pautas sobre o assunto. É o ponto alto do site. Fora os eventos como o da Virada Cultural, apostamos em personagens.

O Catraca Livre pode ser considerado um divisor de águas da sua carreira no jornalismo?

Passou a ser. Eu já estava me dedicando ao jornalismo voltado ao cidadão, mas o Catraca Livre fez esse trabalho ficar ainda mais focado. Devo muito ao jornalismo investigativo, que não é menos importante e por onde ganhei diversos prêmios. Porém, queria me dedicar a outra forma de encarar a comunicação e o Catraca me ajudou muito nesse objetivo.

Fonte: Comunique-se

Multishow HD tem programação especial para o Dia do Rock 2012

Mais importante que uma mera sexta-feira 13, esse próximo 13 de julho é o dia onde comemoraremos o Dia do Rock. Assim como em 2011, os canais Multishow prepararam uma programação especial para os fãs do gênero.

Pode-se até questionar a qualidade de alguns shows, mas não se pode reclamar da quantidade.

Hoje é ia de Rock, bebê!

13 de julho – Dia do Rock

07h10    David Bowie – Ziggy Stardust
08h40    The Who At Kilburn 1977
09h50    Iggy and the Stooges – Escaped Maniacs
11h00    The Killers – Live at Royal Albert Hall
12h30    Arcade Fire – Live At Oxegen Festival
13h05    Lynyrd Skynyrd (SWU 2011)
14h25    Arctic Monkeys – Live At The Apollo
15h25    Eric Clapton- Sessions for Robert J.
17h05    U2 360 Live From Los Angeles
18h05    The Rolling Stones: Ladies & Gentlemen
19h30    Queen
20h30    Kaiser Chiefs – Live At Isle Of Wight
21h00    Especial Rock in Rio 2011
23h00    Beady Eye – Live At Isle Of Wight
23h30    Anthrax – Live At Sonisphere

Além disso:

Arquivo Musical (19h)

13/jul    sex    Queen
16/jul    seg    Metal – A Headbanger’s Journey
18/jul    qua    AC/DC
20/jul    sex    U2: From the Sky Down
23/jul    seg    Lemmy
25/jul    qua    Iron Maiden: Flight 666
27/jul    sex    Shine A Light
30/jul    seg    Pearl Jam Twenty

Elza Soares comemora 50 anos de carreira com novo show

Uma das vozes mais marcantes e reverenciadas da MPB, Elza Soares continua na ativa do alto dos seus 74 (muito bem vividos) anos. A diva não para e volta nesta sexta e neste sábado, ao palco do Teatro Rival Petrobras para uma minitemporada de seu show Deixa a nega gingar, título da coletânea lançada em 2010, que comemorou seus 50 anos de carreira musical.

O Rival, local da maioria das suas últimas apresentações no Rio, deve, como sempre, receber um grande público, ansioso por ouvir os malabarismos vocais e scats da cantora.

“Elza é sempre um espetáculo. É incrível sua facilidade para brincar com a voz unicamente rouca e sua vitalidade. Ela sempre tem alguma surpresa para o público. No último show que a vi, ela trocava de roupa no palco, atrás de um biombo”, conta o empresário Aurélio da Matta, fã da cantora e que garante a presença nos dois dias de apresentação.

Mas não são apenas surpresas cênicas que aguardam o público. Elza não só viaja pelo samba e samba-jazz, como também vem flertando com ritmos e tendências mais atuais, como o house, techno, drum’nbass, dubstep e breakbeat, que estão presentes em seus últimos trabalhos, como os excelentes Do Cóccix até o Pescoço (2002) e Vivo Feliz (2004).

“Eu também sou bluseira. Gosto de Billy Holiday e Elizete Cardoso, da mesma forma que sou fanática por Chet Baker e João Gilberto. Ao mesmo tempo, quero que a nova geração conheça meu trabalho, por isso esse flerte com o hip hop, techno, etc”, explica Elza.

Presente também em vários projetos de outros artistas, Elza Soares mantém seu suingue brasileiro, mesmo com novas leituras de clássicos de seu repertório como Nega do cabelo duro, Malandro, Chove chuva e Mas que nada. As novas roupagens, que ficam a cargo de uma banda – JP Silva (violão de sete cordas), Gabriel Bubu (baixo), Marcelo Callado (bateria) – onde se destacam as presenças de dois DJs (Ricardo Muralha e Bruno Queiroz), responsáveis pelo sabor moderno das novas interpretações.

“Não importa como ela apresenta as canções, é a voz que nos hipnotiza. Elza é uma cantora única no mundo. Sua técnica é incrível e cada apresentação é uma verdadeira aula para qualquer um que queira viver de música”, diz o professor de música Antônio Pedro de Oliveira, outro fã de carteirinha da cantora.

A mesma opinião de Antônio Pedro é compartilhada por grandes nomes da MPB.

“Elza é a expressão raríssima da voz feminina num País de cantoras”, definiu outra grande musa da nossa música, Maria Bethânia.

Mas nem tudo foram flores na vida dessa mulher com seu jeito eterno de musa. Mãe de nove filhos, ela teve um início de vida difícil e chegou a pensar em abandonar a carreira, após a morte trágica do filho Manuel, em um acidente de carro quando ia visitar o túmulo do pai, Garrincha, em 1986.

Mulher vaidosa, Elza Soares também é dona de frases de efeito e orgulha-se de ser constantemente convidada para fazer ensaios sensuais.

Não tenho culpa de ser gostosa, né?”, costuma dizer.

Quem quiser entender melhor como foi a vida e a carreira dessa cantora mundialmente conhecida, a melhor pedida é assistir ao documentário Elza, dirigido por Izabel Jaguaribe e Ernesto Baldan (lançado em 2010). Lá, depoimentos e números musicais retratam um perfil honesto da artista. As participações ao lado de nomes como Caetano Veloso e Paulinho da Viola já valeriam o aluguel do DVD.

Reedições

Além dos lançamentos mais recentes, a discografia de Elza Soares também ganhou um reforço com as reedições de seis álbuns da cantora pelo selo DiscobertasElza Soares (1974), Nos braços do samba (1975), Lição de Vida (1976), Pilão + Raça = Elza (1977), Somos Todos Iguais (1985) e Voltei (1988) – todos com reprodução das artes originais dos LPs e faixas bônus.

Apesar da irregularidade do material que compõe os discos, fica sempre evidente o profissionalismo e a paixão com a qual Elza se entregava a cada uma das interpretações. O destaque maior fica mesmo pelo álbum de 1974, onde a versão de Quem há de dizer (Alcides Gonçalves e Lupicínio Rodrigues) já vale todo o investimento. Mas em Lição de Vida (1976), a cantora gravou o samba Malandro (Jorge Aragão e Jotabê), que se tornou obrigatório na maioria de seus shows pelo mundo.

Outro disco que merece uma audição atenta é Voltei (1988), onde Elza interpreta uma série de sambas compostos por integrantes do histórico bloco carnavalesco Cacique de Ramos.

Pode não ser muito fácil encontrar esses relançamentos (originalmente editados em 2010), mas todo o esforço será compensado pela audição de uma das intérpretes mais ecléticas e talentosas já produzidas pelo “País das cantoras”.

Serviço:

O Teatro Rival Petrobras fica na Rua Álvaro Alvim, 33/37, Cinelândia. Sexta e Sábado, às 19h30. Os ingressos variam entre R$ 30 e R$ 75. Informações: 2240-4469.

Texto originalmente publicano no jornal O Fluminense

Buddy Guy: Um mago do blues no Rio de Janeiro

Considerado um dos pioneiros do blues de Chicago, o guitarrista de 76 anos segue rodando o mundo com apresentações marcadas por surpresas no repertório

Se B.B. King é rei e se Eric Clapton é Deus, Buddy Guy é um mago. Esse negro, nascido no estado norte-americano da Louisiana, em 1936, é considerado um dos pioneiros do que se convencionou chamar de blues de Chicago.

Influência sempre citada por gente como Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan e o já citado Clapton, Buddy Guy apareceu com seu estilo avassalador quando ainda fazia parte da banda de outra lenda do blues, Muddy Waters. Depois, foi disparando solos alucinados em discos de gente como Koko Taylor, Howlin’ Wolf e do camarada Junior Wells.

O seu jeito agressivo de tocar o faz ser lembrado em qualquer lista dos maiores guitarristas de todos os tempos, fazendo com que um grande número de fãs do blues o siga em qualquer uma das suas (muitas) passagens pelo Brasil e pelo Rio, onde já se apresentou em praticamente todas as grandes casas de espetáculos da cidade.

“Buddy Guy é um artista que não podemos nos dar ao luxo de não ir ver. Todas as suas apresentações são únicas e são sempre aulas de blues. Juntei um grupo de amigos e fechamos um camarote para assistir com o conforto e atenção que sua música merece”, afirma o engenheiro Rodrigo Cobra, que comprou seu ingresso desde dezembro do ano passado.

Indicado ao Hall da Fama do Rock’n’Roll em 2005, Buddy Guy, ao contrário de muitos artistas que se escondem da fala ou se mostram aborrecidos com ela, Buddy é uma figuraça. Sorriso aberto e gargalhada sonora, ele adora bater papo com a plateia e até mesmo se dá ao luxo de mostrar como vários outros guitarristas tocam o blues, para logo depois emendar algum clássico com uma ferocidade não encontrada em nenhum outro instrumentista do gênero.

“Houve uma vez na qual ele desceu do palco tocando, passou pelo meio do público, foi até o bar, pediu uma cerveja e voltou ao palco, bebendo e tocando. É um showman com blues na veia”, conta Cobra.

O humor de Guy arranca risadas e ameniza o teor quase sempre trágico da maioria das letras de canções de blues, cheias de sofrimento, amores perdidos e não correspondidos. Ninguém sai triste de seus shows.

A discografia de Buddy Guy é extensa e são vários os álbuns que merecem destaque como Every Day I Have the Blues (com Junior Wells), Hot And Cool (1969) e Living Proof (2010), que ganhou um prêmio Grammy (são cinco, no total da carreira) como melhor álbum de blues contemporâneo. Guy também é figura constante em vídeos e shows ao vivo de outros artistas como Santana e John Mayall. Um dos momentos clássicos aconteceu no DVD Shine a Light (2008), dos Rolling Stones, quando, após uma performance incendiária em Champagne & Reefer (uma antiga canção de Muddy Waters), Keith Richards dá a sua guitarra ao mestre, em um sincero gesto de reverência.

Aos 76 anos, Buddy segue rodando o mundo com a mesma disposição de um garoto. Suas apresentações são realmente únicas e é praticamente impossível prever o que será tocado. Ele pode desfilar uma sequência de clássicos de Muddy Waters, prestar homenagem ao também lendário John Lee Hooker, ou relembrar Peggy Lee, Cream ou Jimmy Hendrix. Os shows geralmente não apresentam mais do que 12 canções, mas que são recheadas daquilo que o público quer: solos e mais solos de guitarra.

Mas que não pensem que ele é apenas um excepcional guitarrista, Buddy Guy também é um cantor talentoso e que leva o blues para um registro bem diferente do de gente como Howlin’ Wolf ou Albert King, com seus agudos, que combinam perfeitamente com o timbre da sua Fender Stratocaster. Buddy não faz promessas, mas sempre cumpre sua missão de tornar seus shows homenagens ao bom blues.

Serviço

Buddy Guy
Local: Vivo Rio – Aterro do Flamengo
Data: 11 de Maio
Horário: 22 horas
Preços: Entre R$ 130 e R$ 320

Texto originalmente publicado no Jornal O Fluminense

Noel Gallagher em versão luxo se apresenta no Vivo Rio

Aproveitando a apresentação do ex-Oasis no Vivo Rio, nesta quinta-feira, a Universal coloca no mercado uma edição especial que inclui CD e DVD do ótimo Noel Gallagher’s High Flying Horses.

O grande destaque da nova edição é o documentário It’s Never Too Late To Be What U Might Have Been, que mostra o processo de criação e gravação do álbum, com depoimentos, cenas e fotos de Gallagher no estúdio durante a formatação do trabalho.

Para quem ainda não  conseguiu comprar e ouvir o CD Noel Gallagher’s High Flying Horses, essa é uma ótima oportunidade de conferir toda a evolução de Noel após sua saída e consequente dissolução Oasis.

No DVD ainda é possível assistir ao clipe e ao making of da canção The Death of You and Me, uma das composições mais inspiradas do álbum.

Rio ganha calendário de shows de blues no Centro

Fugindo da ditadura dos sambas de raiz, pagodes & afins, chega a informação de que o Centro do Rio ganhou uma casa onde poderemos ouvir a boa e velha música criada pelos negros catadores de algodão do Mississipi.

O local – Lapa Café – já entrou nos meus locais favoritos, mesmo sem nunca ter ido lá.  Propaganda totalmente gratuita. Valendo mesmo pelo prazer pessoal.

Até uma terça dessas.

Shows internacionais em 2011

Esse post é só para lembrar que agora são duas listas: a dos shows no Rio e a dos shows no Brasil.

Caso tenham algo para ser acrescido, mandem uma mensagem.

Agenda de shows internacionais no Brasil em 2011

Em 2011 resolvi ampliar a agenda de shows internacionais para o resto do Brasil (veja os shows do Rio de Janeiro em 2011, aqui). A lista ainda está em construção e adições são sempre bem vindas.

A lista será atualizada sempre que alguma novidade for confirmada.

Última atualização em 23/09/11

Quem está certo:

08 de janeiro: Amy Winehouse (Florianópolis)

13 de janeiro: Amy Winehouse (Recife)

15 de janeiro: Amy Winehouse (São Paulo)

23 de janeiro: All Time Low (Belo Horizonte)

29 de janeiro: All Time Low (São Paulo)

16 de fevereiro: Paramore (Brasília)

17 de fevereiro: Paramore (Belo Horizonte)

19 de fevereiro: Cyndi Lauper (Belo Horizonte)

20 de fevereiro: Cyndi Lauper (São Paulo)

20 de fevereiro: Paramore (São Paulo)

20 de fevereiro: LCD Soundsystem (Porto Alegre)

21 de fevereiro: Cindi Lauper (São Paulo)

22 de fevereiro: Paramore (Porto Alegre)

25 de fevereiro: Backstreet Boys (São Paulo)

25 de fevereiro: Kate Nash (São Paulo)

27 de fevereiro: Cyndi Lauper (Porto Alegre)

27 de fevereiro: Boy George (São Paulo)

12 de março: Tarja (São Paulo)

17 de março: Seal (São Paulo)

19 de março: Seal (Belo Horizonte)

23 de março: Seal (Brasília)

25 de março: Anahí e Christian Chávez (Local ainda não divulgado)

26 de fevereiro: Cyndi Lauper (Florianópolis)

26 de março: Seal (Fortaleza)

27 de março: Seal (Recife)

13 de março: Shakira (Porto Alegre)

16 de março: Shakira (Brasília) – CANCELADO PELA CHUVA

19 de março: Shakira (São Paulo)

24 de março: Chimarruts, Train e Shakira (Brasília) – REMARADO POR CAUSA DA CHUVA

26 de março: Anahi e Christian Chavez (São Paulo)

27 de março: 30 Seconds to Mars (São Paulo)

30 de março: Iron Maiden (Brasília)

30 de março: Ozzy Osbourne (Porto Alegre)

30 de março: Journey (São Paulo)

01 de abril Iron Maiden (Belém)

01 de abril: Boys Like Girls (Porto Alegre)

02 de abril: Boys Like Girls (São Paulo)

03 de abril Iron Maiden (Recife)

05 de abril Iron Maiden (Curitiba)

02 de abril: Ozzy Osbourne (Brasília)

04 de abril: Cypress Hill & Deftones (São Paulo)

05 de abril: Elvis Costello (São Paulo) – CANCELADO

06 de abril: Mason (São Paulo)

08 de abril: Mason (Campinas)

07 de abril: Slash (São Paulo)

08 de abril: Slash (Curitiba)

09 de abril: Ozzy Osbourne (Belo Horizonte)

09 de abril: U2 (São Paulo)

10 de abril: U2 (São Paulo)

13 de abril: U2 (São Paulo)

12 de abril: Roxette (Porto Alegre)

14 de abril: Roxette (São Paulo)

16 de abril: Motörhead (São Paulo)

17 de abril: Roxette (Belo Horizonte)

14 de maio: Ian Anderson (São Paulo)

14 de maio: Miley Cyrus (São Paulo)

14 de maio: The Cult (São Paulo)

17 de maio: Motley Crue & Buckcherry (São Paulo)

21 de maio: Jack Johnson, Jamie Cullum e Sizzla (São Paulo)

24 de maio: Jack Johnson (Belo Horizonte)

25 de maio: Jack Johnson (Brasília)

27 de maio: Jack Johnson (Fortaleza)

28 de maio: Jack Johnson (Recife)

27 de maio: Village People (São Paulo)

31 de maio: Alice Cooper (Porto Alegre)

09 de maio: Scott Stapp (Belo Horizonte)

10 de maio: Cut Copy (São Paulo)

12 de maio: Scott Stapp (São Paulo)

15 de maio: Scott Stapp (Porto Alegre)

30 de maio: Ed Kowalczyk (São Paulo)

02 de junho: Alice Cooper (São Paulo)

02 de junho: Jack Johnson (Porto Alegre)

03 de junho: Jack Johnson (Florianópolis)

12 de junho: Scott Stapp (São Paulo)

30 de junho: Ed Kowalczyk (São Paulo)

03 de julho: Ed Kowalczyk (Porto Alegre)

07 de agosto: Erasure (Belo Horizonte)

09 de agosto: Erasure (São Paulo)

26 de agosto: Ricky Martin (São Paulo)

30 de agosto: Ricky Martin (Porto Alegre)

10 de setembro: Judas Priest & Whistesnake (São Paulo)

13 de setembro: Judas Priest & Whistesnake (Belo Horizonte)

04 de outubro: Tears for Fears (Porto Alegre)

06 de outubro: Tears for Fears (São Paulo)

06 de outubro: Eric Clapton (Porto Alegre)

09 de outubro: Tears for Fears (Belo Horizonte)

11 de outubro: Tears for Fears (Brasília)

14 de outubro: Tears for Fears (São Paulo)

30 de outubro: Aerosmith (São Paulo)

03 de novembro: Pearl Jam (São Paulo)

04 de novembro: Hanson (Porto Alegre)

04 de novembro: Pearl Jam (São Paulo)

06 de novembro: Hanson (São Paulo)

09 de novembro: Pearl Jam (Curitiba)

10 de novembro: Ringo Starr (Porto Alegre)

11 de novembro: Pearl Jam (Porto Alegre)

12 de novembro: Ringo Starr (São Paulo)

13 de novembro: Ringo Starr (São Paulo)

16 de novembro: Ringo Starr (Belo Horizonte)

18 de novembro: Ringo Starr (Brasília)

18 de novembro: Britney Spears (São Paulo)

20 de novembro: Ringo Starr (Recife)

Agenda de shows internacionais no Rio em 2011

Atualizado em 12/10/11 – Críticas: Eric Clapton e Tears for Fears

Mantendo a tradição, aqui está a agenda com os shows internacionais que passarão pela Cidade Maravilhosa durante o ano (2011).

Com a confirmação do Rock in Rio, o ano promete!

A lista será atualizada sempre que alguma novidade for confirmada.

E agora os leitores do blog também podem acompanhar os shows internacionais no resto do país em 2011.

Quem está certo:

10 de janeiro: Amy Winehouse (HSBC Arena)

11 de janeiro: Amy Winehouse (HSBC Arena)

14 de janeiro: Mayer Hawthorn (Circo Voador)

19 de janeiro: All Time Low (Vivo Rio)

30 de janeiro: Two Door Cinema Club (Circo Voador)

03 de fevereiro: Vampire Weekend (Circo Voador)

17 de fevereiro: LCD Soundsystem (Vivo Rio)

19 de fevereiro: Paramore (Citibank Hall)

24 de fevereiro: Kate Nash (Circo Voador)

25 de fevereiro: Cindi Lauper (Vivo Rio)

25 de fevereiro: Backstreet Boys (Citibank Hall)

20 de março: Seal (Citibank Hall)

25 de março: Anahí e Christian Chávez (Local ainda não divulgado)

27 de março: Iron Maiden (HSBC Arena)

27 de março: Anahy e Christian Chavez (Vivo Rio)

29 de março: 30 Seconds to Mars (Vivo Rio)

02 de março: Air Supply (Vivo Rio)

03 de março: Boys Like Girls (Vivo Rio)

06 de abril: Elvis Costello (Citibank Hall) – CANCELADO

07 de abril: Ozzy Osbourne (Citibank Hall)

06 de abril: Slash (Vivo Rio)

09 de abril: Mason (Kaballah Festival)

16 de abril: Roxette (Citibank Hall)

16 de abril: Natalie Cole (Vivo Rio)

11 de maio: Scott Stapp (Citibank Hall)

22 de maio: Paul McCartney (Engenhão)

23 de maio: Paul McCartney (Engenhão)

03 de junho: Alice Cooper (Citibank Hall)

05 de junho: Jack Johnson (HSBC Arena)

11 de junho: Billy Paul (Vivo Rio)

01 de julho: Ed Kowalczyk (Vivo Rio)

06 de agosto: Erasure (Citibank Hall)

26 de agosto: Macy Gray (Leopoldinal)

27 de agosto: Chaka Khan (Leopoldina)

27 de agosto: Prince (Leopoldina) CANCELADO

27 de agosto: Ricky Martin (Citibank Hall)

11 de setembro: Judas Priest & Whitesnake (Citibank Hall)

23 de setembro: Elton John (Rock in Rio)

23 de setembro: Rihanna (Rock in Rio)

23 de setembro: Katy Perry (Rock in Rio)

24 de setembro: Red Hot Chili Peppers (Rock in Rio)

24 de setembro: Snow Patrol (Rock in Rio)

25 de setembro: Slipknot (Rock in Rio)

25 de setembro: Motörhead (Rock in Rio)

25 de setembro: Coheed and Cambria (Rock in Rio)

25 de setembro: Metallica (Rock in Rio)

08 de outubro: Tears for Fears (Citibank Hall)

09 de outubro: Eric Clapton (Arena HSBC)

06 de novembro: Pearl Jam (Apoteosea)

15 de novembro: Ringo Starr (Citibank Hall)

15 de novembro: Britney Spears (Apoteose)

U2 ainda incerto no Brasil

A turnê 360º já tem datas marcadas de junho até outubro. Estados Unidos e vários países da Europa (incluindo dois shows em Coimbra, Portugal) estão confirmados. Por enquanto, qualquer informação sobre shows na América Latina e Brasil não passam de especulação.

Alguns veículos de informação brasileiros já confirmaram a vinda da banda, enquanto outros descartaram shows por aqui, por conta do alto custo do gigantesco palco. Mas, a informação oficial é de que ainda não há nada decidido. A única coisa certa é que os irlandeses não pousam por aqui antes de outubro.

Confira a lista de shows internacionais confirmados para o Rio de Janeiro em 2010.