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As cervejas preferidas dos torcedores brasileiros

Que o brasileiro gosta de cerveja todo mundo sabe. Que muita gente reclama que a Ambev pasteurizou o sabor de várias marcas tradicionais, também é verdade. Porém, saber quais marcas são as preferidas dos brasileiros na hora de ver uma partida de futebol pode ser fundamental na hora de reunir os amigos para assistir a um jogo da Copa.

Um levantamento do aplicativo Snapcart, em parceria com a agência de marketing esportivo Sport Track, mostrou que as campeãs de venda – Brahma, Skol e Itaipava – continuam sendo as preferidas dos beberrões.

Rio x São Paulo

O estudo pesquisou torcedores das 14 maiores torcidas do Brasil para saber qual marca é a preferida dos fãs de cada time. Por uma pequena margem (0,2%) a Brahma ficou na liderança com 20,2%, seguida pela Skol (20%) e deixando a Itaipava em terceiro, com 14,4% da preferência. Não sei como a Antarctica não está nesse pódio.

Em São Paulo, a preferida é mesmo a Brahma, enquanto no Rio a Skol ganha, com a Antarctica ficando como uma opção para duas das quatro maiores torcidas do estado. Foram ouvidas 10.800 pessoas com idades entre 18 e 64 anos.

Agora, vamos iniciar os trabalhos.

Fonte: Meio & Mensagem

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Cervejas premium apostam no digital para crescer no Brasil

Cervejas IVenho notando, faz algum tempo, que até mesmo os mais modestos (ou pululares) supermercados vêm sendo invadidos por uma série de marcas de cervejas (importadas e nacionais) daquelas que se autointitulam premium. Caras e (algumas deles) deliciosas, essas cervejas estão ficando mais fáceis de encontrar do que um tablete de caldo de carne líquido.

Para ilustrar, resgato esse texto escrito por Débora Yuri para a agência ProXXima.

Elas são desejadas, badaladas e top. E estão em ascensão no concorrido mercado nacional. No Brasil, terceiro país que mais produz cerveja no mundo (só fica atrás de China e Estados Unidos), as marcas premium da bebida viraram produtos de desejo e vivem um boom.

O nicho detém hoje cerca de 5% do mercado total de cervejas e movimenta R$ 300 milhões por ano. Mas é o crescimento registrado nos últimos meses, aliado ao potencial de incremento nos próximos anos, que anima os investidores.

De acordo com estimativas da Ambev, o mercado de cervejas caiu 0,6% no Brasil, de janeiro a dezembro do ano passado. No mesmo período, as vendas das marcas premium da companhia cresceram 12,4%, com destaque para Budweiser e Stella Artois.

Para Sérgio Esteves, gerente corporativo de marcas premium da empresa, o mercado brasileiro é um dos mais promissores do mundo, escorado no fortalecimento do real diante das moedas internacionais, no aumento da renda da população e no interesse por conhecer novos rótulos.

“Aqui, as marcas premium de cerveja ainda têm uma grande oportunidade de crescimento, se compararmos com mercados como a Argentina, onde o nicho tem 11% do total, a Europa, que registra 20%, e a América do Norte, com 17%”, diz.

Elas também não cabem no bolso de qualquer um, e o desejo por exclusividade talvez explique a queda de um certo estrato pelas louras geladas top, num cenário onde a classe C conquista cada vez mais poder de consumo. “O consumidor brasileiro de marcas premium procura se diferenciar no momento de escolher a cerveja que bebe”, define Esteves.

Depois de consolidar no país a grife Stella Artois, de origem belga, a Ambev reforçou seu portfólio com a norte-americana Budweiser. Marca popular nos EUA, ela chegou ao Brasil no segundo semestre de 2011, mirando a classe A/B. Hoje, a Ambev detém 70% do segmento premium nacional de cervejas.

Cervejas Premium IIDigital alavanca os ‘brand lovers’
Outra grife já consolidada por aqui, a Heineken também tem números para comemorar no país. Em 2012, a cerveja de origem holandesa cresceu mais de 40% no mercado nacional, e o Brasil registrou o maior crescimento percentual em absoluto para a marca no mundo.

Segundo Daniela Cachich, diretora de marcas premium da Heineken Brasil, a ascensão do segmento no mercado nacional é um movimento recente e uma consequência do aumento de renda da população. “Isso eleva também a exigência por produtos de maior valor agregado. Além disso, notamos que o consumidor brasileiro está mais aberto a marcas internacionais”, diz.

Para ela, ainda há muito espaço a ser conquistado, já que a categoria de cerveja é uma das últimas a sofrer o processo de “premiunização”. “É por isso que registramos taxas de crescimento expressivas. Esse nicho tem potencial para chegar a cerca de 15% do mercado total, que é a realidade do segmento premium em outros países do mundo.”

Aquecido, o mercado segue recebendo novidades. Em dezembro, a cervejaria espanhola Estrella Galicia anunciou a abertura de uma fábrica no Brasil. Já a Brasil Kirin, novo nome da antiga Schincariol, que foi comprada pela japonesa Kirin, promete lançar novas bebidas em 2013.

E o digital está inserido nas estratégias de comunicação das louras top. Sérgio Esteves, da Ambev, lembra que o Brasil já tem quase 95 milhões de pessoas conectadas. “Quando fazemos o corte demográfico para o target das cervejas premium, a penetração é equivalente à da TV aberta”, conta. Assim, marcas como a novata Budweiser ascenderam misturando patrocínio a shows internacionais e esportistas como o lutador Anderson Silva com ações em redes sociais e aplicativos do UFC para smartphones e tablets.

Integrar o online e o offline também é a estratégia da Heineken, que patrocina a UEFA Champions League, o mais top torneio de clubes do futebol mundial, e trará ao Brasil a taça da liga europeia em março. “As plataformas digitais são nossa principal ferramenta de diálogo com os consumidores”, diz Daniela Cachich. “Mais que isso, elas engajam e transformam os consumidores em brand lovers.”

Levedo de cerveja combate lesões e o envelhecimento precoce

A cerveja é uma das bebidas preferidas do brasileiro e a sua principal finalidade é servir de desculpa para reunir os amigos, correto? Nem sempre. Há muitos anos, ela também vem sendo utilizada como base para tratamentos estéticos, que recorrem ao levedo – rico em fibras, aminoácidos e vitaminas do Complexo B -, para combater problemas de pele como acne e psoríase.

De acordo com Ana Luísa Sampaio, dermatologista responsável pelo serviço de Dermatologia do Hospital Israelita Albert Sabin, do Rio de Janeiro, e sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), “o levedo de cerveja beneficia pessoas que possuem deficiência de nutrientes e pode atuar ainda sobre o estresse oxidativo, que é uma das causas do envelhecimento cutâneo”.

Entretanto, segundo Moises Albuquerque, dermatologista e também membro da SBD, apesar dos relatos do uso desta substância ser de longa data, sua aplicabilidade para melhoria da cútis ainda não foi comprovada, por isso, o tratamento com levedo só deve ser utilizado como um método auxiliar. “Há indícios de que o levedo de cerveja já era utilizado para tratar da acne por volta de 300 a.C., fase em que não existiam remédios eficazes para tratamento. Agora, estamos em 2012, e vivemos em uma época, na qual os dermatologistas combatem a acne com relativa tranquilidade. Além do mais, até hoje não existem estudos conclusivos sobre os benefícios desta substância no combate à acne, portanto, é fundamental que as pessoas interessadas neste método consultem um médico”.

A nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde, defende que “o levedo combate a fraqueza muscular e a dificuldade de concentração. Também pode melhorar o funcionamento cerebral e a pele, como nos casos de acne, eczemas (irritação na pele) e psoríase”. Segundo ela, as vitaminas do complexo B, presentes no levedo de cerveja, estão envolvidas em vários processos metabólicos do corpo humano, principalmente na síntese (formação) de carboidratos, que são importantes para fornecer energia ao organismo, mantendo seu equilíbrio e bom funcionamento.

Da acne à queda de cabelo

Apesar de a maioria dos benefícios ainda requerer comprovação científica, o levedo, obtido por meio do fungo Saccharomyces cerevisiae , também pode ser uma boa opção para as mulheres que sofrem com a oleosidade da cútis.

“A substância contribui para a melhoria das lesões causadas pela acne, para a redução da oleosidade da pele e até mesmo para a queda de cabelo. Ela também tem se mostrado promissora no tratamento de eczemas e psoríase (doença inflamatória da pele)”, revela Luciana do Espírito Santo Saraiva, dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro integrante do corpo clínico do Hospital Felício Rocho, de Belo Horizonte.

Onde encontrar?

Ainda pouco conhecido do grande público, a substância não é comercializado em grande escala. Por isso, o levedo pode ser encontrado com mais facilidade em casas de produtos naturais sob a forma de farinhas (que pode ser misturada aos alimentos) ou em cápsulas (consumidas 30 minutos antes das refeições).

Além disso, já existem linhas de cosméticos que exploram as propriedades do levedo em cremes e xampus. Uma das principais redes que comercializam esse tipo de produto é a loja virtual Payot e a linha importada Manufaktura.

Com restrições

Mesmo com o seu alto poder nutritivo e benefícios, os produtos naturais e industrializados feitos à base da substância devem ser consumidos apenas com a autorização prévia de um profissional da área da saúde, pois a substância pode causar algumas disfunções intestinais por competir com bactérias probióticas (bactérias benéficas) presentes no intestino. Portanto, pessoas que apresentam algum problema intestinal devem evitar o levedo.

Mas, na maioria dos casos, a substância não oferece riscos à saúde. “Quando ingerido sob orientação médica e na quantidade adequada, não há efeitos colaterais”, garante Luciana.

Fonte: Meio News

Budweiser lança primeiro comercial no Brasil

Quem costuma ir em casas de espetáculos já deve ter se deparado com outdoors da cerveja Budweiser (pelo menos no Rio e em São Paulo). A cerveja (que não é nenhuma Brastemp) estava ‘ensaiando’ sua entrada no mercado mas faltava, claro, a televisão.

Saiu o primeiro comercial para televisão da Budweiser desde que a marca chegou ao Brasil. Trata-se de uma adaptação da Africa, dona da conta brasileira, em cima de um comercial criado pela Anomaly.

O filme se apoia no posicionamento global “Great Times Are Coming”, que não sofreu tradução no Brasil. A ideia da peça é convidar as pessoas a celebrarem “os bons momentos que estão por vir”.

A maneira que a marca encontrou para fazer isso é exibir imagens da preparação das pessoas para grandes eventos, como um show ou uma festa de grandes proporções, intercalando com cenas dos próprios eventos. Tudo regado a muita Bud.

A veiculação envolve o estado de São Paulo, além das cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Fonte: Comunique-se

Boa notícia para quem gosta de cerveja: Petrópolis assume a vice-liderança do mercado

Pela primeira vez em oito anos, Schincariol cai para a terceira posição

Enquanto disputam na Justiça pela efetivação ou suspensão da venda do controle acionário da companhia, os sócios da Schincariol receberam uma má notícia quanto à participação de mercado da empresa na categoria de cervejas. Depois de ameaçar a vice-liderança da cervejaria de Itu ao longo do ano, a Petrópolis, pela primeira vez, aparece à frente da concorrente no levantamento de setembro da Nielsen.

A Petrópolis fechou o terceiro trimestre de 2011 com 10,3% de participação de mercado, enquanto a Schincariol tem 10%. É a mais baixa participação de mercado da Schincariol desde junho de 2003 e a primeira vez em oito anos que a empresa perde a vice-liderança do mercado.

A Ambev manteve a liderança absoluta com 69,8%. A Heineken segue estacionada com 8,5%.

A notícia repercutiu na noite de quinta-feira 13, nos sites das revistas Veja e Exame. Procurada, a Nielsen não confirmou as informações, sob a alegação de que não divulga informações relativas a market share.

A hipótese de perda de mercado como consequência de uma guerra judicial entre os sócios foi levantada em manchete da edição impressa do Meio & Mensagem, de 8 de agosto de 2011. A matéria foi publicada após o primeiro pedido de liminar (solicitado por José Augusto, Gilberto e Daniela Schincariol, acionistas minoritários da Schincariol) pela suspensão da venda de 50,45% das ações (que pertenciam aos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol) para a japonesa Kirin ter sido acolhida pela Justiça.

Fonte: Meio & Mensagem

Cerveja é cerveja, vinho é vinho

Cervejas têm o seu valor. São deliciosas (muitas) e bastante democráticas (principalmente nos preços0. Bem, pelo menos a maioria ainda é. Hoje, há uma moda de cervejas premium, gourmet e outras expressões, que fazem a bebida chegar a ter preços altíssimos e requintes que chegam a lembrar os mais sofisticados vinhos.

Logo agora que os vinhos estão se popularizando, as cervejas parecem querer deixar o povão.

Leia a matéria publicada na Veja Rio.

Cervejas nobres chegam às importadoras com preço de vinho de primeira linha

O ritual lembra a degustação de um vinho raro. Carregada cuidadosamente pelo garçom, a garrafa chega à mesa com temperatura de 7 graus, nem mais, nem menos. Aberta, é servida entre os convivas em taças alongadas de cristal. A bebida em questão não leva uvas em sua formulação, mas sim cevada e lúpulo, e é proveniente de uma cidadezinha litorânea no nordeste da Escócia. Batizada como BrewDog Sink The Bismarck (uma homenagem ao cruzador alemão afundado pelos ingleses na II Guerra Mundial), a cerveja carrega o título de mais cara da cidade do Rio de Janeiro. Cada garrafa, de 330 mililitros, custa inacreditáveis 699,90 reais.

Assim como acontece com a marca escocesa, uma série de novidades tem animado os apreciadores de cervejas finas. Quase todas carregam histórias tão instigantes quanto o sabor que apresentam. A belga Gouden Carolus Cuvee Van Keizer Blauw é feita uma única vez por ano, no dia 24 de fevereiro, em honra ao aniversário do imperador Carlos V, que reinou sobre a Europa Central no comando do Sacro Império Romano entre 1519 e 1556. Apenas 312 unidades são fabricadas nessa ocasião e despachadas para distribuidores de todo o mundo. Por aqui cada garrafa de 750 mililitros sai por 299,90 reais. A também belga Deus, de 249,90 reais, e a alemã Infinium, de 199,90 reais, incorporam técnicas vinícolas, como o método champagnoise, que lhes conferem sabor levemente adocicado e aroma cítrico.

As cervejas de primeiríssima linha fazem parte de um fenômeno que tem ampliado os limites do universo cervejeiro. Ele começou com a chegada de variedades que iam além da pilsen tradicional, como as feitas de trigo, as ale e stout e as do tipo abadia — tanto nacionais quanto importadas. Desdobrou-se em novos hábitos, como o interesse pela produção artesanal da bebida, no fundo do quintal ou na cozinha do apartamento, e pelas degustações de marcas importadas em bares especializados. O próprio Delirium Café, em Ipanema, aberto há onze meses, é uma franquia de uma rede criada em Bruxelas presente em sessenta países. Ligada à cervejaria Huyghe, dona da marca Delirium Tremens, ela se orgulha de oferecer em sua sede 2 004 rótulos diferentes. Por aqui, são 300. Não deixa de ser um bom começo.

Fonte: Veja Rio

Cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos

O mundo das pesquisas não pára de assombrar o mundo.  Depois de muito estudo e muitos porres, pesquisadores americanos descobriram que o consumo moderado de alguns tipos de cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos,

Não sei o que os rapazes da Journal of the Science of Food and Agriculture andam fumando, mas fez com que concluissem que as cervejas com mais silício são as melhores.

Eu vou fazer minha própria pesquisa, mas se quiser saber mais sobre o assunto, é só seguir o link.

Cerveja diminui o stress

Cerveja alemãFinalmente uma pesquisa que vale a pena ler. Cientistas chilenos descobriram que o consumo regular e responsável de cerveja diminui o estresse e melhora a eficiência do metabolismo.

Talvez esse seja um estudo que nossas autoridades responsáveis pela fiscalização da Lei Seca deveriam ler.

Saiba tudo sobre esse sensacional estudo no R7.