Skyfall – Um brilhante e definitivo (?) 007

SkyfallOperação Skyfall, no Brasil – é um exemplo perfeito de como uma franquia, um personagem e um grande negócio podem se reinventar e atualizar sem perder suas características básicas. O terceiro longa estrelado por Daniel Craig – e que comemora os 50 anos de James Bond – tem todos os ingredientes de um filme de ação, com pitadas de drama, um ótimo vilão (na melhor tradição do Agente com Licença para Matar) e belas mulheres – se bem que a Bond Girl desse filme seja a menos memorável de toda a série, embora isso seja um detalhe quase insignificante.

Tendo visto o filme após todas as críticas já terem sido escritas, estava preocupado com alguns textos de entendidos que diziam que a interpretação de Craig era robótica. Na verdade, quem escreve algo como isso pode até entender de cinema, mas mostra-se um imbecil em termos de 007.

Tivemos o charme-bruto de Sean Connery, a gaiatice cínica de Roger Moore e a mistura dos dois estilos de Pierce Brosnan – os outros intérpretes nem merecem menção -, mas o Bond de Daniel Craig parecer ser a melhor encarnação do que deveria ser o personagem: Duro, violento, emotivo, patriota e com vários defeitos total e absolutamente humanos, embora mantenha todos os poderes do super agente secreto. Claro que sempre teremos os defensores do Bond original, mas não é possível ignorar a qualidade tanto dos filmes, quanto do intérprete dessa última triologia.

Skyfall, além de comemorar os 50 anos da franquia e de ter uma ótima série de referências aos Bonds anteriores, também serve como ponto de partida para uma nova era, com novos personagens e a garantia de que Craig estará lá por (pelo menos) mais dois longas.

Com toques de Jason Bourne, o James Bond de Skyfall usa menos as geringonças de Q e se mostra um fã de técnicas mais, digamos, convencionais. A edição acentua a emoção, seja nas cenas de ação, seja nas cenas mais dramáticas. A direção (Sam Mendes) é segura e consegue tirar de cada um dos atores uma atuação acima da média para um filme onde geralmente as ações têm mais importância que as expressões. Como já disse, o vilão interpretado por Javier Bardem (já na galeria dos melhores da série) e a beleza de Naomie Harris (como Moneypenny) elevam ainda mais a categoria do filme.

Para complementar a obra, a canção-tema composta e interpretada por Adele é uma das mais belas já compostas para Bond, ficando lado a lado com clássicos como Goldfinger e Live and Let Die.

Traduzindo, vá ver o filme (em Imax, se possível). É diversão garantida.

Anúncios

Palavra do Dia: Pizza

Já na temporada italiana e torcendo para que o Mensalão não se transforme em uma, aqui vai a definição de pizza


Pizza

A pizza, com seus diversos sabores, é, hoje em dia praticamente uma unanimidade entre as pessoas, como um dos pratos favoritos de muitos. Trata-se de uma massa feita com farinha de trigo em forma de disco, aberta, com ingredientes acrescentados em cima, como queijo, tomates, carnes defumadas e orégano (ou manjericão). A pizza, como se conhece hoje, é de origem italiana, mas há muito tempo já se faziam massas em forma de disco, misturando farinha e água, com recheios por cima. Desde o Egito Antigo tem-se esse costume. Os tomates, que hoje são fundamentais para o preparo das pizzas, foram descobertos na América e levados para a Europa. Na Itália, antigamente, a pizza era uma comida destinada aos pobres, por ser feita com ingredientes baratos e sobras. Havia, também, o costume de servi-la fechada, em forma de sanduíche ou kalzone.

Definição

Ä  ( (It. /pítsa/))

sf.
1  Prato de or. italiana feito de massa de pão aberta em forma de disco e coberta com molho de tomates, queijo e orégano, ou com diversos outros ingredientes, e assada no forno.

[NOTA: Em Portugal se pronuncia /piza/.]

Acabar em pizza  
1   Bras.   Gír.  Ser encerrada ou interrompida (investigação ou apuração de denúncias de irregularidades administrativas, corrupção etc.) sem levar – ger,. devido a manobras políticas – ao julgamento ou punição dos implicados.
2   P.ext.  Não ter (processo, investigação, denúncia etc.) resultados efetivos, concretos; não dar em nada.

Frase: Nós podemos perdoar facilmente uma criança que tem medo do escuro. A tragédia real é quando os homens têm medo da luz – Platão

Medos são, assim como a loucura, sem padrão, sem razão, sem lógica. Todos temos nossas manias e idiossincrasias. Pode ser medo do escuro, de compromisso, de mostrar nossas fraquezas, vulnerabilidades ou de apenas se mostrar humano.

A luz muitas vezes cega e muitos usam óculos escuros para ajudar a manter a escuridão. Sempre há os que acendem lanternas na esperança de ofuscar a visão de suas vítimas. Promessas, auto-propagandas enganosas, belezas fabricadas e batuques que mantêm algo inanimado e sem a necessidade de cuidados em suas mãos.

Perdoar pode ser um fardo, mas é um mal necessário que pode demorar anos, décadas ou uma vida inteira. Talvez algumas feridas dificultem a arte deixar o coração aberto, porém é preciso tentar.

Algumas almas não são tão negras quanto à cor da pele, mas escorregam feio no cinza. Uma verdadeira tragédia.

Esse texto foi escrito em 2007

“We can easily forgive a child who is afraid of the dark. The real tragedy of life is when men are afraid of the light.” 

Palavra do Dia: Ócio

Não importa se ele é criativo, por conta de falta de vontade de fazer algo ou apenas um modo de vida. A verdade é que ócio pode ser muito bom (quando você pode bancá-lo).

Definição:

(ó.ci:o)

sm.
1  Repouso, folga, suspensão do trabalho.; LAZER; VAGAR
2  Lapso de tempo em que se descansa.
3  Ociosidade, falta de ocupação.
4  P.ext.  Moleza, preguiça; MANDRIICE; VAGABUNDAGEM; INDOLÊNCIA
5  Fig.  Trabalho mentao ou ocupação do espírito que não exige grandes lucubrações.

[F.: Do lat. otium, i. Ant. ger.: atividade, trabalho]

Levadas e Quebradas: ‘Causos’ que valem a pena serem lidos e escutados

Livro de Fê Lemos, baterista do Capital Inicial, reproduz histórias vividas pela banda já contadas em seu blog. São situações divertidas e inusitadas

Muitos dizem que a internet é uma terra sem inteligência e que os blogs estão (assim como os livros em papel) fadados à morte. Entretanto, publicações como Levadas e Quebradas (Editora Pedra na Mão / Briquet de Lemos), onde o baterista do Capital Inicial, Fê Lemos, reproduz histórias contadas em seu blog sobre as aventuras da banda, revela o contrário.

Os causos – muitos deles desconhecidos e ambientados em pequenas cidades do interior do País – são, na sua maioria, divertidos e servem para mostrar que nem tudo são rosas na vida de um roqueiro. Há ônibus quebrados, aviões velhos e de dar medo, gororobas que desafiam o fígado e, claro, muita música.

Publicados originalmente entre 2006 e 2012, os textos são diretos e poéticos, compondo um diário de bordo poucas vezes revelado por membros de grandes bandas. Levadas e Quebradas é leitura rápida e constitui uma ótima companhia para viagens.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Vendas nos supermercados crescem 3,63% no primeiro semestre

Lucros, lucros e lucros!

As vendas nos supermercados tiveram aumento de 3,63% no primeiro semestre de 2012, segundo dados do Índice de Vendas nos Supermercados (IVS/APAS). No mês de junho, o aumento foi de 3,03%, no conceito “Todas as lojas” (inclui lojas criadas no período pesquisado), em relação a junho de 2011. No conceito “Mesmas lojas” (que consideram as lojas em operação no tempo mínimo de 12 meses), o crescimento foi de 6,96% em junho de 2012, comparado ao mesmo período do ano anterior.

O diretor de Economia da Associação Paulista de Supermercados (APAS), Martinho Paiva Moreira, explica que o crescimento das vendas nos supermercados ocorreu devido ao reajuste do salário mínimo em janeiro e ao momento favorável no mercado de trabalho ao longo do primeiro semestre. “Isso deve ditar o crescimento das vendas ao longo de 2012, porém em um ritmo mais moderado”, ressalta Moreira.

Quando comparado a outras atividades econômicas e ao PIB Brasileiro, o setor supermercadista apresentou desempenho favorável no primeiro semestre.

Na comparação mensal, houve queda de 1,64% no conceito “Todas as lojas” e queda de 3,30% no conceito “Mesmas lojas”. Segundo Moreira, assim como nos meses de abril e maio, essa queda era esperada porque a renda começou a ficar mais comprometida com outras despesas, diferentemente do primeiro trimestre, em que o consumo foi favorecido pelo aumento do salário mínimo em janeiro.

Fonte: Agência IN

Os 30 anos do Kid Abelha

Nascido em 1981 com o nome de Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, o grupo carioca formado por Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato, Beni Borja (1981-1984) e Leoni (1981-1986), chega aos 30 anos com aquele corpão de 20, que carrega a sua vocalista.

Para comemorar a data, a banda está lançando o CD e DVD Multishow ao Vivo – Kid Abelha 30 Anos, onde revisam boa parte de seus grandes sucessos. São 19 músicas no CD e 21 no DVD (que inclui Na Rua na Chuva, Na Fazenda e Lagrimas e Chuva).

Gravado no Rio em abril deste ano, o show comprova a boa forma e o amadurecimento musical dos seus integrantes. Nunca Paul Toller esteve tão bem, com tanto charme, segurança, afinação e beleza. George Israel se divide entre o sax e o violão, sempre com naturalidade, dando vida nova aos seus solos. Já Bruno Fortunato comprova seu talento para guitar hero, mesmo nos momentos nos quais conduz a banda com seus acordes, deixando os solos um pouco de lado.

Há participações especiais – um mal que aflige 99,74% dos CDs e DVDs produzidos em todo o mundo -, mas o que importa é ouvir o grupo interpretando canções como Amanhã é 23, Em noventa e dois, Grand Hotel, Seu Espião e várias canções que embalaram festinhas nos anos 80 e continuam atuais até hoje.

Multishow ao Vivo – Kid Abelha 30 Anos é um documento do pop em sua essência: popular. Solos de guitarra e de sax, letras inteligentes e sem compromisso, melodias chiclete e uma front-woman de uma beleza de ímpar. Um retrato de velhos e bons tempos, da banda que seguiu uma linha só trilhada antes pelos Mutantes, de ter uma mulher como figura principal.

Recomendado para os fãs do Kid Abelha (com ou sem os Abóboras Selvagens), para quem viveu os anos 80 e para os que apenas gostam de boa música. Afinal de contas, uma banda que se mantém 30 anos na estrada, ainda lotando casas de show por onde passa, não pode ser ignorada.




Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Twitter alcança a marca de meio bilhão de contas. Brasil é 2° país na rede

O Facebook anunciou recentemente a marca de 1 bilhão de pessoas conectadas, mas o Twitter, meses antes, também anunciou uma marca importante. Sucesso total dos dois.

O Twitter alcançou, em junho, a marca de meio bilhão de contas criadas, segundo estudo realizado pela Semiocast, empresa com sede em Paris, que realiza pesquisa sobre mídias sociais.

Os Estados Unidos representa o maior número de novas contas desde o começo do ano – mais de 140 milhões. Mesmo assim, os resultados da pesquisa mostram que o número de usuários norte-americanos na rede está caindo. Em janeiro de 2012, o país representava 28,1% dos usuários. Em julho, esse número foi para 27,4%.

Já o Brasil foi o país que mais cresceu, com 41,2 milhões de usuários – contra os 33,3 milhões registrados em janeiro. Isso representa apenas 8% do total. No entanto, no ranking de mais tweets postados, o País representa apenas 6,6% – porcentagem menor que o esperado, se levar em conta que ele é o segundo país na classificação de contas criadas.

O terceiro lugar ficou com o Japão, que, mesmo com essa classificação, continua sendo o país com usuários mais ativos – 10,6% de todos os tweets postados eram provenientes de lá, apesar de representar apenas 6,7% dos usuários e com um número menor de novas contas criadas (cerca de 35 milhões). Por conta desses valores, a língua japonesa conquistou também o posto de segunda língua mais falada no Twitter – perdendo apenas para o inglês.

No ranking de postagens de tweets, São Paulo ficou em 4º lugar, perdendo apenas para Tókio (segunda posição) e Londres, que ficou em terceiro lugar. Outra cidade brasileira que entrou para o ranking foi o Rio de Janeiro, que alcançou a 16º posição. O primeiro lugar de cidade mais ativa na rede social ficou com Jacarta, capital da Indonésia, representando 27% de todos os tweets públicos. Bandung, a segunda maior área metropolitana, ocupa o 6º lugar, seguido por Paris, Los Angeles e Chicago.

Apesar de representar a maior nação no Twitter, os Estados Unidos só aparecem na lista de cidades mais ativas em 5º, representado por Nova York – com 0,4% dos tweets. Ironicamente, São Francisco – terra natal da rede social – representa menos de 0,2% do total de postagens no site. Ela nem chegou a entrar para o ranking, que apresenta apenas as 20 cidades mais ativas.

A pesquisa mostra ainda outro sinal da globalização do serviço. A Semiocast afirma que o árabe segue forte no Twitter e é a sexta língua mais popular do site, respondendo por 2,8% de todos os tweets. O número de usuários da Arábia Saudita cresceu 93% em seis meses – chegando a 2,9 milhões.

A pesquisa foi realizada com base em uma amostra de 1.058 milhões de tweets públicos registrados no mês de junho.

Fonte: IDG Now!

As Cartas de John Lennon (e os meus postais também)

Dia 9 de outubro de 1940 é a data de nascimento de John Lennon, que estaria completando seus 72 anos de vida, caso não tivesse sido vítima de um louco em dezembro de 1980. Para comemorar a data, está chegando as livrarias inglesas um livro chamado The John Lennon Letters. A publicação, ideia do autor da biografia autorizada dos Beatles (A Vida dos Beatles), o jornalista inglês  Hunter Davies, reúne mais de 200 cartas e cartões postais escritos por Lennon.

O importante para nós, que vivemos neste país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, é que dois brasileiros estão representados no livro com correspondências enviadas por Lennon. Por coincidência, os dois nasceram e vivem no Rio de Janeiro: Lizzie Bravo (a fã que fez backing na canção Across the Universe) e este jornalista que vos fala.

Quem quiser reler a história dos cartões que Lennon enviou para mim pode clicar aqui.

O livro, que tem a chancela de Yoko Ono, será editado em 15 idiomas inclusive o português, onde sai pela Editora Planeta com o título de As Cartas de John Lennon -, além dos países de língua inglesa. A maioria desses lançamentos agora em outubro.

Reprodução da versão brasileira do livro The John Lennon Letters

Aproveitando a ocasião, publico abaixo uma pequena entrevista com Hunter Davies, sobre o novo livro e sobre a biografia dos Beatles.

Mr. Davies, como foi o tempo que passou com os Beatles enquanto preparava a biografia?

Foi fantástico. O ano de 1967 foi realmente especial para ele e para todos ligados em música. Eu conto essa história toda na última atualização da biografia (em meados dos anos 80).

Seu livro é “bem limpo” em alguns aspectos. Você gostaria de reescrever algo ou contar alguma história mais picante que tenha ficado fora do livro?

Ele não foi considerado “limpo” na época (1968). Todas as críticas, especialmente nos Estados Unidos,disseram que era o livro mais revelador já escrito sobre estrelas pop. Ele incluía a palavra “fuck”, dizia que o Brian Epstein era um gay solteiro, tinha histórias do John roubando quando era criança, etc. As pessoas ficara chocadas naquele tempo. Eu só não inclui nada sobre sexo com groupies – embora todos soubessem disso – porque cada um deles tinha esposa ou namoradas e resolvi poupá-las.

Reprodução da versão brasileira do livro The John Lennon Letters

Caso fosse escrever o livro novamente, ainda deixaria de fora essa parte sobre sexo. Eu só gostaria de ter alado mais sobre a música deles e usado um gravador  – já que eu presenciei muito mais sessões de gravação e ensaio que  as que usei no texto final. Imagino quanto essas fitas não valeriam hoje. Eu só fiz anotações.

Sempre soube que você e Paul McCartney eram amigos. Porém, li uma entrevista dele em 1986 na qual ele fala de você de uma maneira não muito elogiosa. O que aconteceu?

Por favor me mande uma cópia do que o Paul disse. Eu não lembro de ter visto isso. *

*Após enviar a entrevista da Musician de outubro de 1986, Davies disse que as reclamações de Paul não eram procedentes.

Como foi que Yoko chegou até você para escrever esse novo livro?

Na verdade eu fui até a Yoko. Foi tudo ideia minha, mas ela me deu sua benção e permissão, como detentora dos copyrights, sem o qual isso não seria possível.

Mas ela não forneceu nenhuma correspondência do John.

Alguma história o deixou surpreso enquanto preparava o The John Lennon Letters?

Não consigo lembrar de nenhuma grande revelação. São apenas cartas que mostram várias partes da personalidade de john.

E o que achou de encontrar dois brasileiros com correspondências enviadas por Lennon?

Foi uma surpresa muito agradável ter duas pessoas do Brasil com tanta coisa enviada por ele.

Você já escreveu livros sobre ferrovias, a história do futebol e os Beatles, claro. Sobre quais assuntos você gostaria de escrever no futuro?

Gostaria de escrever mais sobre a história do futebol.

Quantas cartas você conseguiu recolher e qual foi o critério para publicá-las?

No total eu consegui 300, mas eu ultrapassei o conceito de cartas, incluindo também cartões postais (como o seu), além de alguns bilhetes e anotações.

É isso! Depois digam o que acharam do livro.

Iscas de Picanha ao Molho Madeira

Antes das férias, mais uma receita que alivia fomes pelos quatro cantos do Brasil.

Ingredientes

– 500gr de picanha cortada em tiras
– 2 cebola em tiras
– 3 colheres de sopa de manteiga
– Óleo de soja
– 1 copo de vinho madeira
– pimenta-do-reino branca
– sal
– Molho inglês
– caldo de carne ou bacon (50ml) ou 1 tablete
– Água (50ml)

Modo de preparo

Tempere as iscas de picanha com sal e pimenta a gosto e deixe descansar por aproximadamente 15 minutos. Enquanto isso, aqueça a manteiga, refogue a cebola e reserve.

Em uma panela, coloque um fio de óleo, esquente bem e adicione as tiras de picanha. Em fogo alto, junte a cebola refogada na manteiga. Despeje o vinho madeira, coloque o caldo de carne, diminua o fogo, coloque a água, o moho inglês (a gosto) e vá mexendo até o líquido engrossar.

Acompanhamento recomendado: Arroz branco e farofa de ovos
A foto é meramente ilustrativa

John Lennon & Paul McCartney – 1974

Não são muitos os registros de encontros entre John Lennon e Paul McCartney depois da separação dos Beatles. Durante anos, a única foto dos dois juntos estava no livro de Keith Moon (ex-baterista do The Who). Entretanto, algumas outras vão aparecendo com  o passar dos (muitos) anos.

Futebol 2013 da Globo vale R$ 1,155 bilhão

Pelo jeito, por mais que as pessoas reclamem do nível dos jogos, o futebol vai bem, obrigado.

Plano comercial contempla seis cotas de patrocínio, com valor de tabela de R$ 192,5 milhões cada

Já chegou ao mercado o plano comercial da temporada de 2013 do Futebol da TV Globo (que contempla todos os campeonatos exibidos pela emissora, com exceção da Copa das Confederações).

A Globo oferece seis cotas de patrocínio, pelo valor de tabela de R$ 192,5 milhões (10% a mais do que o cobrado no ano passado). O plano contempla inserções em 100 jogos e 49 comerciais de apoio, o que totalizaria 1.908 inserções no ano. Têm preferência na renovação os atuais cotistas (Ambev, Coca-Cola, Itaú, Johnson & Johnson, Vivo e Volkswagen).

Se for considerado em sua totalidade – e o valor integral da tabela – o plano comercial pode render um faturamento de R$ 1,155 bilhão à emissora. Inicialmente, a Globo pretendia lançar no mercado um único pacote comercial, que englobasse as temporadas de 2012 e 2013 do futebol mais a Copa das Confederações e a Copa do Mundo (eventos que acontecem no Brasil nos anos de 2013 e 2014, respectivamente). Por conta dos critérios da Fifa – que obrigada a emissora oficial local a oferecer o plano primeiramente aos seus anunciantes globais – a emissora optou por desmembrar o pacote e assim, evitar de perder seus atuais parceiros.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook: 1 bilhão de usuários e 1 obrigado social

Rede liderada por Mark Zuckerberg lança vídeo institucional para agradecer a marca de um bilhão de usuários ativos na rede

A expectativa em torno do primeiro bilhão de usuários no Facebook já rondava o co-fundador da rede Mark Zuckerberg havia alguns meses. Institutos de pesquisa e especuladores de plantão lançaram apostas e até cronogramas sobre o crescimento da base. Nesta quarta-feira, 3, a marca foi alcançada e, pela primeira vez desde seu surgimento, o Facebook lançou um vídeo institucional que exalta a conexão entre os seres humanos.

No perfil que mantém no Facebook, Zuckerberg comemorou o recorde e agradeceu aos usuários pela honra em servi-los e conectá-los com o mundo. O filme criado pela Wieden+Kennedy tem direção do premiado diretor mexicano Alejandro Gonzalez Inarritu, responsável por longas como Babel, 21 Gramas, Amores Brutos, entre outros.

“Celebrar 1 bilhão de pessoas é muito especial para mim. É um momento de homenagear as pessoas a quem nós servimos. Pela primeira vez em nossa história, nós fizemos um vídeo institucional para expressar qual é nosso lugar nesse mundo.

Acreditamos que a necessidade de abrir-se e conectar-se é o que nos torna humanos. Isso é o que nós une. Isso é o que traz sentido às nossas vidas.O Facebook não é a primeira coisa feita para ajudar as pessoas a se conectarem. Nós pertencemos à rica tradição das pessoas de criar coisas para nos unir.

Hoje, nós homenageamos essa tradição. Nós homenageamos a humanidade das pessoas a quem servimos. Homenageamos as coisas que as pessoas fazem, todos os dias, para nos unir.

Cadeiras, campainhas, aviões, pontes, jogos. São todas essas coisas que nos conectam. E, agora, o Facebook é parte dessas tradicionais coisas que nos conectam, também.

Espero que você goste desse vídeo tanto quanto nós gostamos. Obrigado por ajudar a conectar um bilhão de pessoas.”

Veja a mensagem postada por Zuckerberg e o vídeo The Things That Connected Us:


Fonte: Revista ProXXIma

It was 50 years ago today: o single Love Me Do era lançado e o mundo nunca mais seria o mesmo

Das inocentes canções de amor, passando pelo psicodelismo e terminando no melhor do pop/rock, o mundo agradece.

Venda de notebooks no Brasil cresce 60% em um ano

O mercado brasileiro vive a febre dos computadores portáteis. No ano passado, 5 milhões de notebooks foram vendidos no País, um aumento de 60% em relação a 2010. Apenas em dezembro foram comercializadas em torno de 800 mil unidades no varejo, confirmando que essa é a principal categoria no segmento de computadores no Brasil. Os dados constam da segunda e última etapa da auditoria realizada pela GfK Consumer Choices. O resultado parcial de 2011 foi divulgado em novembro.

Alex Ivanov, gerente de Negócios IT e Foto da GfK CC, chama a atenção para a queda de 20% nos preços da categoria em comparação com 2010. “Notebooks acima de R$ 1.500 perderam importância. Mais de um terço das vendas já está abaixo de R$ 1.000 reais”, afirma.

Segundo ele, como o preço influencia diretamente na decisão de compra do consumidor, o Canal Generalista (supermercados, hipermercados e lojas de departamentos) acabou se fortalecendo. Em 2010 era responsável por 31% das vendas de informática no varejo, em 2011 fechou com 35%.

Além de ter o menor preço, o Canal Generalista apresentou a maior variação no número de itens vendidos. Ao todo, 1.548 modelos diferentes de notebooks foram encontrados nesse Canal, um crescimento de 37% em relação a 2010.

“A média Brasil fechou com 2.200 peças diferentes. Para quem pensa que é muito, a Rússia encerrou 2011 com 10.000 modelos de notebooks vendidos e a Alemanha teve 9.000”, compara o executivo, que ressalta ainda a concentração do mercado brasileiro: “São 55 marcas diferentes do eletrônico, mas apenas cinco respondem por quase 70% das vendas.”

De acordo com o estudo da GfK CC, quando comparada a importância dos segmentos notebook, netbook, desktop, All-in-one e Tablets, a região que apresenta a maior concentração em vendas de notebooks é a Região Sul (57%), enquanto o Nordeste respondeu por 41% das vendas de desktops, quando a média nacional desse item foi de 34%. Nas Regiões Norte e Centro-Oeste, a novidade foi a expressiva venda de modelos All-in-one: 6%, enquanto a média Brasil é de 3%. Já na Região Sudeste as vendas no varejo tiveram como destaque a concentração de netbooks na Grande RJ: 10% nessa área contra a média Brasil de 8%.

Tablets

Ainda engatinhando no mercado brasileiro, os tablets já começam a ganhar território. Considerando os cinco segmentos, em 2011 eles responderam por 5% das vendas no varejo brasileiro.

Grande Rio e Grande SP ficaram acima da média nacional, com os tablets significando 8% do total de vendas. “No Brasil, estes eletrônicos chegaram em 2011 ao patamar de vendas de netbooks. Mas se compararmos com o mercado mundial, verificamos que lá fora esse produto ganha ainda mais corpo, respondendo por quase  um quarto das vendas de computadores na média global”, assinala Ivanov.

O cenário mundial para o segmento de eletrônicos é positivo. Os consumidores devem gastar acima de US$ 1 trilhão com esses itens no próximo ano, cerca de 5% a mais em relação a 2011. Em 2010, o segmento de eletrônicos foi de US$ 922 bi, passando para US$ 993 bi em 2011, um crescimento de 8%.

A categoria de smartphones, que em 2008 representava 7% das vendas, deve chegar a 22% em 2012, o maior crescimento. Os computadores permanecem estáveis: em 2008 representavam 23% das vendas e em 2012 a expectativa é de 22%.

“A vedete são mesmo os tablets, que segundo projeções chegarão a responder no fechamento deste ano a 5% do total de vendas de eletrônicos no mundo”, avisa Ivanov, alertando ainda para a queda mundial de 28% na categoria de monitores, tanto em decorrência do sucesso dos computadores portáteis quanto pela expansão de monitores de TV. “Aliás, de todas as categorias de eletrônicos no mundo, 14% das vendas em 2011 foram de TVs de telas finas. Na América Latina é as vendas são ainda mais  concentradas, representando 22% de todas as categorias de eletrônicos”, conclui.

Fonte: Ad News

Piano clássico com repertório brasileiro

Trabalho de Nelson Freire, Brasileiro – Villa-Lobos & Friends, mostra que nem só de sambas, bossas, rocks e sertanejos vive o universo musical brasileiro

Nelson Freire, um dos mais importantes pianistas clássicos do mundo, tem editado no Brasil o álbum Brasileiro – Villa-Lobos & Friends (Universal). O disco, gravado nos Estados Unidos, tem interpretações de composições de nomes como Camargo Guarnieri e Claudio Santoro, além do citado Heitor Villa-Lobos, responsável pela maioria dos temas registrados.

O trabalho mostra que nem só de sambas, bossas, rocks e sertanejos vive o universo musical brasileiro. A beleza das músicas nos faz (re)pensar que devemos dar mais espaço ao erudito, sem detrimento do popular.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Universal lança a trilha sonora do filme ‘Tropicália’

CD é um desfile de canções clássicas como Alegria, Alegria, Minha Menina, Domingo no Parque e Panis et circenses

Embalado pelo documentário sobre o movimento liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, a Universal lança a trilha sonora do filme Tropicália. Musicalmente o CD é um desfile de canções clássicas como Alegria, Alegria, Minha Menina, Domingo no Parque e Panis et circenses. Mutantes, Tom Zé e Gal Costa também aparecem em registros que confirmam a importância e criatividade da produção da época.

Infelizmente, o disco não traz nenhuma informação além dos nomes das músicas, compositores e intérpretes, o que deixa os menos familiares com a história sem nenhuma referência histórica sobre o contexto.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Agnaldo Timóteo e Wanderléa – Para relembrar os anos 70

Os dois artistas que, foram sucesso na Jovem Guarda, resgatam suas trajetórias musicais. São três caixas que trazem discos lançados pelos artistas e algumas faixas extras

Os anos 70 foram uma década de contrastes, principalmente na música brasileira. A mistura de romantismo, breguiçe, mineirices e a necessidade de alguns artistas em se reinventar tornou o panorama musical um labirinto cheio de surpresas. Dois artistas de apelo popular – Agnaldo Timóteo e Wanderléa – ganharam caixas resgatando sua produção musical, através do selo Discobertas, especializado em reedições.

As três caixas (duas de Agnaldo e uma da Ternurinha) trazem os discos lançados pelos artistas e algumas faixas extras, lançadas em compactos ou projetos especiais.

No caso de Timóteo, são 12 CDs (divididos em Anos 70 Vol. 1 e Anos 70 Vol. 2) onde o cantor – grande sucesso de vendas nos anos 60 – entra de vez no campo do repertório romântico, muitas vezes indo mesmo para o brega, no bom sentido. Afinal, ainda há canções como Os Brutos Também Amam – composta por Roberto e Erasmo especialmente para Timóteo – que fizeram grande sucesso, além de álbuns lançados para o mercado argentino e o ótimo Ângela & Timóteo, Juntos (1979) – disco que divide com a diva Ângela Maria. Detalhe: no início da carreira ele havia trabalhado como motorista para a cantora.

Já a caixa de Wanderléa (chamada simplesmente Anos 70) traz os cinco discos gravados pela cantora durante a década (embora um deles só tenha sido lançado em 1981) e um CD só com raridades da época.

Apesar de já não alcançar o sucesso de quando era um dos destaques da Jovem guarda, Wanderléa procurou novos rumos e seus álbuns contêm pérolas que merecem ser apreciadas e até alguns hits, como Na Hora da Raiva – outra canção escrita por Roberto e Erasmo Carlos para um artista amigo.

A coleção de canções pop de boa qualidade espalhadas pelos álbuns – Maravilhosa (1972),  Feito Gente (1975), Vamos Que Eu Já Vou (1977), Mais que a Paixão (1978) e Wanderléa (1981) – comprova que a Ternurinha merecia mais espaço em nossas rádios, assim como muitos nomes que fizeram sucesso na Jovem Guarda.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Mulheres gostam mais dos homens quando eles estão chateados

Ainda bem que faz tempo que parei de tentar entender essa raça!

A psicóloga Shiri Cohen, da Escola de Medicina de Harvard, fez um estudo junto com outros pesquisadores para o qual conversou com 156 casais sobre seus relacionamentos e descobriu algo interessante: os homens gostam quando suas namoradas ou esposas compartilham sua felicidade com eles. Mas o contrário não é verdadeiro. Elas preferem quando os homens compartilham sua raiva ou frustração.

É fácil entender a motivação dos homens – quer dizer, quem não gosta de ver os outros felizes, né? Mas e quanto às mulheres? Calma, isso não significa que sejamos do mal ou algo assim.

Segundo Cohen, as mulheres encaram a disposição de um homem em compartilhar sentimentos negativos como um sinal de que ele está investindo no relacionamento e disposto a se envolver. “As mulheres tendem a gostar mais de se envolver em conflitos”, disse ela. Já os homens sentem exatamente o oposto em relação a esses momentos de conflito e encaram isso como uma ameaça à relação. É por isso que preferem quando todo mundo parece feliz.

Parece um problema? Não precisa ser. Segundo o estudo, o que realmente importa em um relacionamento é se você sente que a outra pessoa está tentando se conectar a essas emoções – sejam elas boas ou más.

Fonte: Blog Como as Pessoas Funcionam

Palavra do Dia: Cinéfilo

O Festival do Rio come solto e muita gente sai da toca para desfilar seus conhecimentos cinematográficos e cuspir verdades definitivas sobre diretores, roteiristas, produtores e atores.

Vivo dando minhas cacetadas e comparecendo em cabines sempre que possível, publicando vez ou outra uma crítica. Mesmo assim, sempre me surpreendo com as conversas dos entendidos.

Cinéfilo

A cinefilia é a paixão, grande admiração e alto conhecimento sobre cinema. Cinéfilos são pessoas que dedicam parte da sua vida à apreciação de filmes, ao estudo do cinema; são aquelas pessoas que adoram cinema. Muitas vezes o cinéfilo não trabalha necessariamente com cinema, mas essa paixão acaba refletindo no seu dia a dia e sendo referência em seu trabalho.

Definição:

(ci.né.fi.lo)

a.
1  Diz-se de indivíduo que ama cinema e é grande conhecedor da sétima arte

sm.
2  Esse indivíduo

[F.: Adaptç. do fr. cinéphile (1912); ver cine e – filo1 .]

O CD é trintão?

Nem vou comentar muito a notícia abaixo para não ficar deprimido com a descoberta de que já faz esse tempo todo que o CD entrou em nossas vidas. Mas vale o registro.

Há 30 anos, a Sony e a Phillips anunciavam uma das maiores inovações não apenas do mundo da música, mas também do armazenamento e distribuição de mídia. Em 1982, chegava ao mercado o CDP-101, o primeiro aparelho capaz de reproduzir CDs, e o primeiro disco do tipo, 52nd Street, de Billy Joel.

A intenção era clara: substituir os velhos “bolachões” de vinil pelos pequenos discos plásticos. A ideia começou a dar certo e ganhou ainda mais força com a chegada do CD-ROM, em 1985, transformando a mídia não apenas em sinônimo de música mas também de entretenimento. Jogos, aplicativos e todo tipo de conteúdo também passaram a vir no interior dos disquinhos.

Assim como o CD veio para substituir o vinil, porém, a mídia tem caído cada vez mais em desuso. A distribuição digital e o DVD, com maior espaço de armazenamento, têm cada vez mais ganhado o espaço dos velhos discos ópticos. O aniversário de 30 anos, então, é ao mesmo tempo uma comemoração e um adeus.

Fonte: Gizmodo

Um Ogro em Paris – parte II

Esse foi o primeiro carro amassado que vi nas ruas de Paris. Como sempre, a foto não está nenhuma maravilha

Bem, antes de começar a falar do Louvre, vale destacar que a primeira coisa que me chamou a atenção na cidade (ainda no caminho do aeroporto para o hotel) foi a quantidade de carros amassados trafegando pelas ruas da capital francesa. Fiquei na dúvida se os parisienses seriam péssimos motoristas ou se algum fator externo seria o responsável pelo número de carros danificados. Caros, com aquele trânsito e aquelas ruas, é impossível não bater. Só para ter uma ideia da confusão, na praça onde está o Arco do Triunfo (Praça Charles de Gaulle, antes chamada de Place de l’Étoile) convergem 12 avenidas, com carros querendo entrar e sair dela, sem qualquer tipo de sinalização. Loucura total!

Bem, voltando ao Louvre, vale reforçar que aquele papo de que é a Torre Eiffel a grande estrela de Paris, que é uma figura onipresente na paisagem da cidade, é mentira! O grande astro é mesmo o Louvre, não só pelo tamanho, mas principalmente pela localização. É praticamente impossível ir a qualquer lugar da cidade sem passar por ele. Até mesmo para chegar a outros pontos turísticos como o Hotel De Ville é preciso passar por lá. Mas a primeira dica é fugir das filas enormes que são formadas na entrada principal (a da pirâmide). Para isso – assim como em vários outros momentos da viagem -, vá de metrô, mas não saia na estação do museu (Louvre-Rivoli) e sim na (Palais Royal – Musee du Louvre), onde você sai dentro de um pequeno shopping,compra os ingressos e entra no museu sem fila ou contratempo.

Realmente o tamanho do Louvre assusta. Como já chegamos no meio da tarde e o horário de fechamento era pouco antes das 22h, resolvemos focar nas coisas imperdíveis (Mona Lisa, o Egito, Venus de Milo, etc) para depois vermos o que fosse possível. Os corredores são gigantescos, as salas intermináveis e a quantidade de obras expostas é de fazer corar de vergonha qualquer espaço no Brasil (talvez só o Metropolitan de NY seja páreo para ele). E caminhar por ele é um exercício que exige preparo físico e paciência. O número de pessoas lá dentro é indecente e desviar de grupos lerdos ou pessoas distraídas requer habilidade.

A sala onde está a Mona Lisa é, sem dúvidas, o local mais procurado e praticamente o único lugar para onde há sinalização (pegue um guia do museu – há deles em português). Lá está sempre entulhado de gente, sejam grupos de japoneses ou crianças. Procure um momento quando os grupos estejam chegando e saindo para ver a tela. Leve em conta que você não chega muito perto dela e que o quadro não é muito grande. Filme, fotografe, se esprema. O momento é único para um turista de primeira viagem.

Outra dica: preprare-se não apenas para se exaurir com o interior, mas também com o exterior do museu. A praça onde ficam as pirâmides é linda, assim como o pátio interior, que tem um belo chafariz. A noite produz fotos belíssimas e dá até para namorar sob essas luzes.

Saímos do Louvre prontos para um jantar e para o merecido descanso antes do primeiro dia cheio.

PS: Na saída da visitação chuviscou por cerca de 70 minutos. Foi o único momento onde o sol e o calor não estiveram presentes durante a viagem. Portanto, não sei dizer se Woody Allen está certo ao afirmar que Paris é mais bonita na chuva.

Fim da Parte II

Relembro como foi a Parte I

A seguir: Baguetes, pães bundados e a Torre Eiffel

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes