Léo Gandelman no Teatro Municipal de Niterói

O saxofonista Léo Gandelman, um dos mais requisitados músicos brasileiros e que já tocou com gente como Guilherme Arantes, Lulu Santos, Gilberto Gil e Paralamas do Sucesso, para citar alguns, chega ao Teatro Municipal de Niterói amanhã para apresentar o seu último trabalho, Vip Vop, neste sábado, às 21 horas.

Na verdade, Gandelman volta ao local onde gravou o DVD ao vivo que leva o mesmo nome do disco – título inspirado em um jogo de palavras com as expressões VIP (Very Important People) e VOP (Very Ordinary People) que brinca com a fama imediata conseguida por certas celebridades atuais.

“Durante dois anos eu tive um programa de rádio chamado Instrumental MPB e, uma vez por mês, fazíamos uma apresentação com algum convidado no Teatro Municipal. Em 2011 – no meu aniversário – eu resolvi me convidar e fazer uma premier do que seria o meu próximo trabalho. Minha intenção original era fazer clipes para o programa, mas, depois de ver o resultado final, decidi lançar o DVD. Foi uma apresentação única, que eu pretendo reproduzir neste sábado”, conta Gandelman.

Outra razão para a escolha do Municipal como local para a gravação do DVD foi a admiração de Gandelman pelo cenário musical de Niterói.

“Niterói é, antes de mais nada, um celeiro de ótimos músicos. Não sei bem explicar o porquê disso. Além do mais, o público de Niterói é extremamente musical e o Municipal é perfeito para a apresentação de música de Câmara”, conta Léo.

Sem lançar um disco com composições inéditas desde 2004, o músico se mostra preocupado com o futuro da profissão e do mercado da música.

“Prever o futuro da música é muito difícil. Se há 20 anos me dissessem que a carreira seria assim eu não acreditaria. A profissão de músico praticamente foi destruída com a plataforma digital. Hoje, qualquer um grava em qualquer lugar e por qualquer preço. Acho que a democratização dos meios de produção também banalizou a produção”, diz Léo.

Ao lado de uma banda formada por Serginho Trombone (Trombone), Eduardo Farias (Piano), Renato Massa (Bateria) e Alberto Continentino (Baixo) – Gandelman levará, não apenas o jazz, mas um apanhado musical da MPB durante as últimas décadas, principalmente os anos 50 e 60, em composições como Sinal Vermelho, Nêgo tá Sabendo, Vip Vop, Luz Azul, Numa Boa e Reza (Edu Lobo e Ruy Guerra).

“Procuro nunca fazer um roteiro totalmente fechado. Apesar da ideia ser reproduzir o DVD, surpresas sempre podem acontecer”, explica o músico.

Um mosaico de influências

“Ouço jazz e clássicos, música que contém improviso e choro. Não ouço música das quais eu não gosto. Música é uma árvore com muitos galhos, que serve até para vender. Eu acredito na música ao vivo. A música é um esporte coletivo e os músicos tocarem juntos faz toda a diferença”, filosofa.


Com esse pensamento de reproduzir essa ideia, Léo Gandelman juntou a banda, foi para o estúdio e gravou Vip Vop, em um clima de apresentação ao vivo, com todos tocando ao mesmo tempo, sem acréscimos posteriores e dando tons coloridos a temas aparentemente simples, em contrapartida a elegância em preto e branco das imagens captadas pelo DVD, onde apenas duas músicas registradas em estúdio não fazem parte do repertório.

Composto quase na totalidade em parceria com o pianista David Feldman, Vip Vop é um apanhado de influências que traduzem o painel multiétnico da música brasileira, que passa longe do comum, seja nas faixas mais influenciadas pelo samba, pelo jazz ou pela bossa nova.

Apesar do saxofone não ser um instrumento que se encaixe bem na função de acompanhar – é basicamente um instrumento para solos – as intervenções de Gandelman passam longe das babas de artistas como Kenny G, que tanto servem para popularizar quanto para criar preconceitos.

Nas dez faixas de Vip Vop não há concessões para nada que lembre “música de elevador”, que, erradamente, grande parte dos ouvintes imagina ser grande parte da produção da música instrumental. O que se encontra são temas delicados e sofisticados, sem ser de difícil entendimento.

Serviço: O Teatro Municipal de Niterói fica na Rua XV de Novembro, 35 – Centro. Às 21h. Mais informações: 2620-1624.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

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Um ogro em Paris – Parte I

Um comunicado antes do texto propriamente dito: não pretendo fazer um diário de viagem ou de dicas (há muitos excelentes pelo cyberespaço). Essa série de posts são apenas para dividir com quem quiser ler as minhas experiências (caso queira saber algum detalhe mais específico sobre um lugar ou situação, mande um e-mail).

Espero que se divirtam

Não sou grande fã da língua francesa, acho o cinema chato (na maior parte das vezes) e a música francesa é bem ruim. Por isso, viajar para a França nunca foi parte das minhas prioridades. Em maio deste ano, entretanto, resolvemos (eu e Jo Nunes) irmos até lá conhecer a cidade, mesmo que por poucos dias.

A ida foi por conta de uma empresa de viagens (Compett) que fez de tudo para que a empreitada desse errado. Durante todo o processo de preparação para a viagem eles nos enviaram transfer e número de passagens como se fossemos para Nova York! E, claro, as trapalhadas continuariam mesmo conosco já na Europa.

A viagem

Para quem quiser ir e aproveitar a crise econômica europeia que assola o continente, dois lembretes: nada de Compett e nada de Iberia – embora ela tenha as melhores tarifas, o que sempre pesa na decisão. A empresa espanhola tem razões para cobrar taxas mais baratas. A distância entre as cadeiras é ridícula, o café é péssimo e a comida não existe. Além disso, algumas aerovelhas são extremamente mal-humoradas, o que torna uma viagem de 10h ou mais em uma verdadeira agonia (saudades da British). Pelo menos os voos saíram no horário e a conexão em Madrid não foi complicada. Vale um comentário sobre o aeroporto de Madrid. Nunca andei tanto a pé, em esteiras rolantes ou embarquei em tantos elevadores para chegar a algum lugar como nesse aeroporto. Gigante, limpo, moderno e gigante (já tinha dito que ele é muito grande?).

A chegada em Paris foi tranquila, por volta das 12h. Ai aconteceu a primeira surpresa, não informada por nenhum dos meus amigos que já haviam estado na capital francesa: você não passa pela imigração! Você sai do avião, pega suas bagagens e vai andando… quando vê, está no lado de fora do setor de desembarque! Nem uma autoridade, nem um carimbo, nada! Cheguei a ir a um balcão de informações saber se era assim mesmo. ERA!

Já no saguão do aeroporto descubro que nosso transfer estava atrasado porque a Compett havia informado errado o horário da nossa chegada. Precisei ligar para a empresa responsável pelo transfer e torcer para que falassem um inglês que eu entendesse. Tudo certo (ou quase). O carro chegou, nos levou para o hotel e COBROU, sendo que o serviço já havia sido pago no Brasil.

Mas ainda tinha mais….

Ao chegar ao hotel (pequeno, mas simpático e otimamente localizado (Montmartre), descobrimos que nossa reserva havia sido cancelada porque a empresa (já falei que o nome dela é Compett?) havia informado que deveríamos ter chegado no dia anterior!

Depois de alguma conversa e de sermos acomodados em um quarto diferente do que havíamos pago, fomos aconselhados a ligar para São Paulo e ver o que estava acontecendo. Depois de pagar uma ligação internacional, tudo foi resolvido e nos prometeram trocar de quarto no dia seguinte e devolver o dinheiro pago pelo transfer.

Após essa novela mexicana (ou seria francesa?), deixamos as malas no hotel e fomos direto para o primeiro ponto turísitico da viagem: o Louvre.

Fim da parte I

Um ogro em Paris – Parte I

Um ogro em Paris – Parte II

Fotos: Jo Nunes e Fernando de Oliveira

Microsoft muda logomarca pela primeira vez em 25 anos

Será que essa mudança fará alguma diferença na qualidade dos produtos e serviços da empresa?

A Microsoft apresentou nesta quinta-feira a primeira mudança na logomarca em 25 anos, com o objetivo de integrar os produtos às vésperas de fazer uma série de lançamentos.

A maior fabricante de softwares do mundo adotou um quadro multicolorido perto do nome da companhia escrito de maneira simples, em vez do conhecido logo em estilo itálico.

A companhia lançará ainda neste ano o sistema operacional Windows 8, mais uma versão do pacote Office e o novo software para smartphone, e espera que a nova marca faça o cliente ter uma visão mais integrada dos produtos, assim como a Apple.

“Já faz 25 anos que a Microsoft tinha mudado o logo e agora é a hora certa de mudar”, disse o diretor-geral da estratégia de marca da Microsoft.

“Esta série de lançamentos não só reúne apenas os nossos melhores produtos como representa uma nova era para a Microsoft. Então, nossa marca deve acentuar visualmente este novo começo”, acrescentou no site da companhia.

A nova marca, que lembra a do Windows, já está no site da Microsoft e à mostra na mais nova loja, aberta nesta quina-feira em Boston.

Fonte: UOL

Enquanto os show não chegam, Robert Plant em DVD

Para quem não pode esperar para ver as apresentações de Robert Plant, o eterno vocalista do Led Zeppelin, no Brasil – no Rio ele sobe ao palco da HSBC Arena no dia 18 de outubro – um bom aperitivo é p lançamento do DVD Robert Plant & Band of Joy: Live from the Artists Den (Universal), gravado ao vivo em Nashiville, em 2011. Nele, Plant mistura clássicos do Zep (devidamente revisitados com roupagem mais… folk/country) e canções que fazem parte do disco lançado em 2010.

Apesar da qualidade da apresentação e do ótimo repertório, o DVD não deve servir como parâmetro para o Plant que encontraremos por aqui. Nessa apresentação da Terra da Country Music, o vocalista mergulha nas raízes da música norte-americana, dando continuidade a sua incessante busca por algo novo para a sua carreira. Já nos concertos brasileiros ele deve ser, digamos, mais conservador.

O show é entremeado de depoimentos de Plant (que podem ser conferidos na íntegra nos extras do DVD) e mostram um sessentão de bem com a vida, com as marcas do tempo estampadas no rosto, mas com a voz ainda em forma.


Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Twitter vai abrir escritório no Brasil

Será?

O jornal Financial Times anunciou que o Twitter está trabalhando para abrir escritórios em vários países, entre eles o Brasil. A publicação revela que o objetivo do microblog é chegar ao país antes da realização da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos, em 2016. O Twitter busca expandir seus negócios no mercado internacional, abrindo escritórios também na Itália, Espanha, França, Alemanha e Países Baixos.

Fonte: ProXXIma

Pseudo seita inaugura sistema de doações via Facebook

Matéria publicada na edição de hoje do jornal O Globo mostra que uma dessas seitas travestidas de igrejas (assim mesmo, com “i” minúsculo) decidiu inovar e cobrar o dízimo dos pobres fieis através da internet. Isso vem reforçar o argumento de que fazer transações pela rede é perigoso e que o usuário pode cair em alguma falcatrua.

As opções desse verdadeiro câncer social são: dízimo, oferta para a construção do Templo, oferta para evangelização em rádio e televisão, auxiliares do Bispo e voto com Deus.

Cara de pau para dar e vender!

Que fiquemos livres dos que usam salmos e passagens da Bíblia (que nunca devem ter lido ou entendido o que leram) em suas assinaturas de e-mail.

Leia a matéria completa.

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) inaugurou um sistema de doações via Facebook, uma espécie de “dízimo virtual”. A igreja garante que o aplicativo Doações IURD “é seguro e permite transações totalmente online”. Na página da Universal na rede social, um vídeo explica didaticamente como o fiel pode fazer a doação, através de três passos “simples”, ainda segundo a IURD.

A fé levanta paredes e legaliza megatemplo

O primeiro deles é a escolha da forma de pagamento (cartão de crédito ou boleto bancário). Em seguida estão as opções de doação: dízimo, oferta para a construção do Templo, oferta para evangelização em rádio e televisão, auxiliares do Bispo (Edir) Macedo e voto com Deus. Para finalizar, o doador deve preencher um cadastro com seus dados, além de escolher o valor (mínimo de R$ 20). O sistema é similar ao das cobranças por jogos e aplicativos do próprio Facebook.

“Um novo sistema tecnológico de doações faz da Igreja Universal do Reino de Deus uma pioneira nesse quesito”, diz a introdução do vídeo postado na página da IURD no Facebook.

No release de apresentação, divulgado no site “Arca Universal”, o texto diz que a doação voluntária “pode ser realizada em qualquer parte do mundo via cartão de crédito, sem burocracias”.

Além da página do Facebook, doações dos fiéis internautas também podem ser feitas pelos sites “Arca Universal” e “IURD TV”. Em todos os casos, os doadores têm de seguir os mesmos três passos antes de finalizar a contribuição.

Cientistas criam vírus “Frankenstein” capaz de se construir usando pedaços de softwares do PC

Cientistas da computação da Universidade do Texas afirmam ter criado uma espécie de vírus capaz de se construir a partir de partes “saudáveis” de softwares instalados em um PC, segundo informa a revista “New Scientist”. O trabalho foi apresentado durante o USENIX Workshop on Offensive Technologies, evento sobre segurança realizado em Washington (EUA).

O vírus “Frankenstein”, como foi apelidado pelos pesquisadores Vishwath Mohan e Kevin Hamlen,  é capaz de procurar partes de código de softwares chamadas de “gadgets”, pequenas instruções responsáveis por tarefas simples. Por exemplo, ele poderia se construir a partir do código do Internet Explorer ou do Notepad responsável pelo comando de “copiar e colar”.

Mohan e Hamlen não precisaram construir o malware “por inteiro” – bastou desenvolver dois algoritmos, que então terminam de criar o vírus usando partes de códigos encontradas no PC.

“Os dois algoritmos de teste que escolhemos são mais simples que o malware completo, mas representativos da lógica do núcleo usado pelo malware para se ‘descompactar’”, explicou Hamlen.

A pesquisa, financiada parcialmente pela Força Aérea dos Estados Unidos, poderá ser útil para agências de seguranças nacionais se infiltrarem em sistemas de computadores de inimigos, destacaram os cientistas.

Segundo os pesquisadores, como o vírus Frankenstein pega partes diferentes de programas instalados no PC a cada infecção no computador, dificilmente ele é detectado pelos softwares de segurança atuais.

Fonte: UOL

Obras no porto do Rio descobrem jornais de 1871

Nas obras de revitalização da zona portuária do Rio, operários encontraram uma caixa de madeira revestida internamente de chumbo. O que vem sendo chamado de “cápsula do tempo” foi levado para o Laboratório de Restauração da Fundação Biblioteca Nacional.

A caixa continha um exemplar do Diário Oficial datado de agosto de 1871 e uma “massa de papel jornal” com fragmentos. Após o processo de secagem, análises revelaram que se trata dos jornais A Reforma, Diário do Império e Jornal do Comércio, todos de setembro do mesmo ano, tendo como referência versões originais preservadas pela Divisão de Periódicos.

A caixa foi encontrada na pedra fundamental das docas de Pedro II, localizadas no Parque Noronha Santos, na Praça XI, centro do Rio. Ainda não se sabe por que estava ali, pois o conteúdo dos jornais trata apenas de transações comerciais do governo da época. Os técnicos tentam agora recompor o quebra–cabeças. “O próximo passo é fazer os restos virarem jornal de novo”, diz Fernando Amaro, chefe do Laboratório.

Fonte: Jornalistas & CIA

Brasil é um dos países que mais pedem retirada de conteúdo, diz Google

Segundo o Google, democracias ocidentais, que não são tipicamente associadas a censuras, têm solicitado a gigante que exclua alguns vídeos políticos, posts em blogs e outros conteúdos. A empresa também disse que, no passado, já havia sido solicitada para derrubar discursos políticos em muitos países.

Os Estados Unidos seguem no topo da lista, com 6321 pedidos, dos quais 93% foram totalmente ou parcialmente cumpridos. A Índia ficou em segundo, com mais de 2.000 pedidos, 66% cumpridos pelo Google.

O Brasil aparece em terceiro lugar na lista, com 1.615 solicitações, das quais 90% foram total ou parcialmente atendidas. Alguns dos pedidos dos EUA estavam em nome de outros governos.

“Isso é alarmante, não apenas pelo fato de colocar a liberdade de expressão em risco, mas também porque algumas dessas solicitações vieram de países que você dificilmente suspeitaria – democracias ocidentais que não são tipicamente associadas à censura”, disse a analista de políticas sênior do Google, Dorothy Chou, em um post no blog oficial.

A Google recebeu, por exemplo, uma solicitação do Escritório de Emissão de Passaportes do Canadá pedindo para que removessem um vídeo do Youtube em que um cidadão canadense aparece urinando em seu passaporte e jogando-o descarga abaixo. “Nós não cumprimos com esse pedido”, disse a Google.

Reguladores espanhois pediram ao Google, na metade no ano passado, que removesse 270 resultados que levavam a blogs e artigos de jornais que se referiam a indivíduos e figuras públicas, incluindo prefeitos e promotores. “Na Polônia, recebemos uma solicitação de uma instituição pública que dizia para removermos links de um site que a criticava”, disse Chou. A empresa afirmou que não cumpriu com nenhuma dessas solicitações.

O relatório da política de transparência do Google mostrou também que os pedidos feitos pelo governo dos Estados Unidos tiveram um aumento de 103% da metade do ano passado até o primeiro semestre deste ano.

Nos Estados Unidos, uma das solicitações que a gigante recebeu foi de uma agência local de aplicação da lei que pedia para que fossem removidos 1400 vídeos do Youtube que supostamente apresentavam assédio, mas a Google não cumpriu. A companhia também recebeu uma ordem judicial solicitando a derrubada de 218 resultados de buscas que levavam a sites de conteúdo supostamente difamatório. Apenas 25% dos resultados citados foram removidos.

Mas a Google chegou a cumprir algumas solicitações de governos como da Tailândia, que pediu a retirada de 149 vídeos do Youtube que supostamente insultavam a monarquia do país, considerado crime por lá. “Nós restringimos 70% desses vídeos na Tailândia, em conformidade com a lei local”, o relatório mostrou. Em seguida, uma solicitação vinda da Associação da Polícia do Reino Unido, a Google encerrou 5 contas de usuários do Youtube – que supostamente faziam apologia ao terrorismo -, alegando violação das leis do site. Foram removidos cerca de 640 vídeos.

Mundialmente, a Google disse que recebeu mais de 467 ordens judiciais, totalizando mais de 7000 itens entre julho e dezembro de 2011. A gigante também recebeu 561 solicitações, inclusive da polícia, que alcançou a marca de 5000 itens no segundo semestre daquele ano.

Outros países que são conhecidos pelas suas diferenças com o Google sobre conteúdo on-line continuam exigindo a remoção de tal conteúdo. Na Índia, por exemplo, o número de pedidos de remoção de conteúdo por parte do governo cresceu 49% comparado com o relatório do ano anterior.

A Google, juntamente com algumas outras empresas de Internet, enfrenta ações judiciais na Índia por conta de conteúdo considerado censurável em seus sites. A questão-chave na disputa é saber se um intermediário pode ser responsabilizado pelo conteúdo de terceiros em seus sites.

Fonte: IDG Now!

Site de compras on-line cobra taxa extra de usuários do IE 7

A loja australiana de eletrônicos Kogan adotou uma medida inusitada para desencorajar o uso do Internet Explorer 7: cobrar uma taxa extra de 6,8% de clientes usuários do navegador. O valor foi calculado com base no tempo em que o browser está no mercado: 0,1% para cada mês,  conforme o Dvice.

Para o fundador da loja, Ruslan Kogan, a medida deve incrementar as atividades da empresa, uma vez que seu time de desenvolvedores “têm que gastar muito tempo fazendo o site aparecer normalmente no IE 7”. Conforme o executivo, “isso não está só custando muito caro para nós, como afeta qualquer negócio on-line, e custa milhões à economia da Internet.”

“Como cidadãos da Internet, todos temos a responsabilidade de fazer da web um lugar melhor. Tomando essa medida, estamos fazendo a nossa parte”, justifica Kogan. “Isso vai ajudar a aumentar nossa eficiência e manter os preços baixos.”

Para evitar a taxa, o site encoraja os usuários a usar o Chrome, Firefox, Safari, Opera ou versões mais recentes do Internet Explorer. Atualmente, o browser está em sua nona versão, o que torna o IE 7 bastante ultrapassado.

Fonte: Adrenaline

Marisa Monte – Vivo Rio – 23 de agosto de 2012 – Crítica

Salão lotado, algumas pseudo-celebridades e até os genuinamente famosos circulando pelos corredores do Vivo Rio e aquela expectativa pela estreia de mais um espetáculo de Marisa Monte na cidade. Desde sua última turnê – Universo Particular, que aconteceu entre2006 e 2008 – que todos aguardavam a nova empreitada da cantora.

A primeira apresentação do show Verdade Uma Ilusão – espetáculo baseado no repertório do disco O Que Você Quer Saber de Verdade, lançado em 2011, se transformou em um evento sócio-cultural.

A turnê teve o seu pontapé inicial em Curitiba, no início de junho, e recebeu críticas positivas de todos os que assistiram ao show. Para o início da temporada carioca, Marisa não fez grandes modificações no roteiro, que mistura as novas canções com alguns sucessos de sua carreira. Em um setlist dominado pelo trabalho mais recente, sempre fica o sentimento de que está faltando algo, principalmente quando lembramos que sua última turnê trazia músicas de dois discos lançados simultaneamente e que fizeram grande sucesso. Agora, apenas Infinito Particular faz parte do roteiro.

Visualmente Marisa inovou. Para compor o clima das canções e o cenário do show há seis multi-telas espalhadas pelo palco, onde são projetadas 16 telas de artistas brasileiros, dando nova dimensão aos temas interpretados por Marisa e banda, transformando o espetáculo em um teste para os sentidos. A beleza e bom gosto das projeções reforçou a beleza das melodias e letras, sem nunca brigar com elas ou tirar a atenção do que realmente importa: a música. Até mesmo quando Marisa se veste de luz – em Verdade Uma Ilusão – é possível absorver o impacto visual sem perder qualquer detalhe das notas tocadas.

O figurino – a cargo de Rita Murtinho – é belíssimo e torna a figura de Marisa ainda mais sensual, em mais uma prova do cuidado com a produção do show. Palmas para Leonardo Netto e Claudio Torres, responsáveis pela direção do espetáculo.


Por falar em banda, o acréscimo dos três músicos que formam o núcleo do Nação ZumbiPupillo (bateria e cocktail drums), Lúcio Maia (guitarras, violões e cítara) e Dengue (baixo) – fez com que Dadi Carvalho, um dos melhores baixistas do país, fosse deslocado do seu instrumento, o que ao mesmo tempo é um luxo e uma pena. Já o acréscimo do quarteto de cordas é daquelas decisões que mostram a diferença entre Marisa e as várias outras cantoras que aparecem todos os das pelo país. Os violinos, viola e cello dão um colorido todo especial aos temas e conferem um tom de superprodução a apresentação.

A formação que se apresenta durante os (teoricamente) 12 shows que serão realizados na casa de espetáculos do MAM é:

Dadi: violões, guitarra e ukulele; Carlos Trilha: teclados, voz e programações; Pedro Mibielli: 1º violino e adaptação de arranjos para quarteto; Glauco Fernandes: violino; Bernardo Fantini: viola; e Marcus Ribeiro: cello. Além disso, a própria Marisa se divide entre violões, guitarra e ukelele.

O setlist (veja no fim do texto) incluiu duas canções que podem ser consideradas escolhas inusitadas: Sono Como Tu Mi Vuoi – sucesso da cantora italiana Mina Mazzini – e E.C.T. – composta por Marisa, Nando Reis e Carlinhos Brown, e que foi gravada por Cássia Eller. Outra novidade é a ausência de uma sequência sobre desilusões e amores perdidos, daqueles que deixam você com vontade de cortar os pulsos, deixando o clima do espetáculo bem mais leve.

Pela reação do público, a temporada de Verdade Uma Ilusão deverá se estender bem mais do que os 12 shows programados inicialmente. Marisa Monte montou – mais uma vez – um espetáculo que merece bis.

As canções:

1. Blanco (Marisa Monte, Octavio Paz e Haroldo de Campos)
2. O Que Você Quer Saber de Verdade (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes)
3. Descalço no Parque (Jorge Benjor)
4. Arrepio (Carlinhos Brown)
5. Ilusão (Ilusión) (Julieta Venegas, Marisa Monte e Arnaldo Antunes)
6. Depois (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte)
7. Amar Alguém (Arnaldo Antunes, Dadi e Marisa Monte)
8. Diariamente (Nando Reis)
9. Infinito Particular (Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brown)
10. E.C.T. (Nando Reis, Marisa Monte e Carlinhos Brown)
11. De Mais Ninguém (Marisa Monte e Arnaldo Antunes)
12. Beija Eu (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Arto Lindsay)
13. Eu Sei (Na Mira) (Marisa Monte)
14. Sono Como Tu Mi Vuoi (Antonio Amurri, Bruno Canfora e Maurizio Jurgens)
15. Ainda Bem (Marisa Monte e Arnaldo Antunes)
16. Verdade Uma Ilusão (Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes e Marisa Monte)
17. A Sua (Marisa Monte)
18. O Que Se Quer (Marisa Monte e Rodrigo Amarante)
19. Gentileza (Marisa Monte)
20. Tema de Amor (Carlinhos Brown e Marisa Monte)
21. Não Vá Embora (Carlinhos Brown e Marisa Monte)

Bis:
22. Amor I Love You (Carlinhos Brown e Marisa Monte)
23. Velha Infância (Davi Moraes, Marisa Monte, Pedro Baby, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes)
24. Seja Feliz (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Dadi)

Serviço:

O Vivo Rio fica na Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo. Sexta e sábado, às 22 horas. Domingo, às 20 horas. Ingressos variam entre R$ 100 e R$ 300 (domingo), e entre R$ 120 e R$ 320 (sexta e sábado). Informações: 2272-2901.

Fotos: Fernando de Oliveira, Jo Nunes e Ricardo Nunes (divulgação)

Vídeos: Jo Nunes

Internet supera jornais e já é segunda mídia no País

De acordo com o estudo “Indicadores de Mercado”, elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), a Internet superou os jornais e já é a segunda mídia no Brasil (atrás apenas da TV aberta), alcançando 12% do total (display+search).

Os dados são referentes aos três primeiros meses de 2012 e mostram que a Internet faturou mais de 840 milhões de reais, sendo 512 milhões em search (sites de busca) e 330 milhões em display (banners em site). Em 2011, esses números foram, respectivamente, de 1,88 bilhão de reais e 1,45 bilhão.

Segundo Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, a Internet já é o meio mais utilizado pelos anunciantes, ficando atrás somente da TV aberta. “A mídia digital está mostrando seu potencial e se consolidando como uma das alternativas mais lucrativas para as empresas anunciarem seus produtos e serviços. O IAB estimou que o mercado brasileiro fechará o ano com participação de 13,7% e este desempenho no primeiro trimestre só confirma a nossa projeção”, completa.

De acordo com a pesquisa, a Internet tem 60% de penetração nas regiões metropolitanas do Brasil. O IAB diz que, em todos os países onde esse índice superou os 40%, os anunciantes migraram para a mídia digital.

Nos países desenvolvidos, a mídia online responde por 20% do mercado publicitário, em média. Na Inglaterra, ela chega a quase 32% do total.

Inter-Meios

De acordo com dados do Projeto Inter-Meios, a mídia internet está atrás apenas de Revista (360 milhões), Jornal (777 milhões) e TV Aberta (4,26 bilhões).

No entanto, o Inter-Meios não considera o mercado de search.

A diferença entre Internet e Revistas, no entanto, caiu de 93 milhões de reais no primeiro trimestre de 2011 para 30 milhões este ano.

Fonte: IDG Now

Lojas online apresentam crescimento 127% maior que as multicanais

As lojas exclusivamente online têm melhor desempenho no primeiro quadrimestre deste ano, do que os varejistas que apostam em multicanais de comercialização. As puramente virtuais avançaram 127% entre janeiro e abril deste ano ante o mesmo período do ano passado, enquanto as que atendem on e off-line aumentaram 76%. Os números foram divulgados em um levantamento feito pela empresa de pagamento eletrônico Braspag, com 16 lojas que atuam no e-commerce.

De acordo com a pesquisa, as lojas somente online já batem a marca de 20% do mercado. Essa tendência de lojas puramente virtuais começou a se desenvolver a cerca de quatro anos e, desde então, começaram a ganhar o mercado. O varejo eletrônico movimentou R$ 18,7 bilhões em 2011, em crescimento de 26% sobre 2010, de acordo com a consultoria e-bit. O comércio on-line representa hoje mais de 2% do varejo total no Brasil, segundo o levantamento da Braspag. Em 2002, essa fatia era de 0,35%.

Fonte: Agência IN

Músicos vascaínos se unem para comemorar o aniversário do clube

O Vasco da Gama reuniu um time de craques para comemorar os seus 113 anos de existência. Na festa, que virou o CD, DVD e Blue-Ray, Vamos Todos Cantar de Coração (Som Livre), estiveram presentes Erasmo Carlos, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Teresa Cristina, Fernanda Abreu, Luiz Melodia, Nelson Sargento e Celso Blues Boy, entre outras feras.

Com um clima de festa, o show desfila clássicos da MPB como Coqueiro Verde, Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Frevo Mulher, Congênito e Coração Leviano, além de conter o último registro ao vivo do bluseiro Celso Blues Boy, que faz uma bela interpretação do hino do clube com sua guitarra afiada e um belo coro do público presente e uma canção inédita do mestre Nelson Sargento (Casaca Casaca).


 

Um irregular truibuto a obra de Caetano Veloso

Um dos vários setentões do ano, Caetano Veloso talvez seja aquele que esteja recebendo menos ‘presentes’, muito por conta de sua própria atitude um tanto quanto low profile. A Tribute to Caetano Veloso (Universal) é um dos poucos projetos realizados para celebrar a obra do baiano.

Idealizado pelo produtor Paul Ralphes, o CD reúne uma série de nomes (nacionais e estrangeiros) interpretando algumas das canções mais emblemáticas da obra de Caetano. O resultado soa desigual e nem mesmo com a intenção de se ter um disco ‘globalizado’ consegue disfarçar o resultado desigual, culpa principalmente dos artistas brasileiros.

Se o Magic Numbers consegue passar simpatia até mesmo na hora de tentar cantar em português a parte da letra de You Don’t Know Me ou se a voz de Chrissie Hynde enche de vigor e sensualidade The Empty Boat, o mesmo não acontece com Céu na sua insossa versão de Eclipse Oculto ou com De Manhã, revista por Marcelo Camelo.

Alguns dos 16 números ficam no meio do caminho, como a London, London dos Mutantes, que mesmo com a produção pseudamente psicodélica não conseguiu recriar o clima ácido de meados da década de 60.

Na escassez de homenagens, A Tribute to Caetano Veloso traz alguns momentos que podem valer a compra, mas fica distante da qualidade da obra de Caetano.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Os vários tipos de amor de Ivan Lins

Amorágio – A crítica

Amorágio (Som Livre) é quase um disco conceitual. Nele, o amor está presente em todas as faixas e de todas as maneiras: suave, amargo, com saudades, apaixonado, arrependido. Ivan Lins, talvez o nosso artista atual mais (re)conhecido no exterior, mais uma vez mostra as características que o fizeram ganhar o respeito de público e crítica ao redor do Globo.

O novo CD tem momentos brilhantes, canções que têm tudo para se transformarem em clássicos da carreira do artista e algumas apostas que não vingaram. Há canções inéditas e algumas que foram revisitatas. Logo na faixa de abertura (Quero falar de Amor) o ouvinte se depara com uma das mais belas melodias da safra recente de Ivan, com uma letra que cativa e faz pensar. O resultado é que é quase impossível não sair cantarolando a melodia logo após a primeira audição.

Quero falar de amor
Nesses tempos de ensandecer
Amor devastador
Impossível de se conter

No mesmo nível de inspiração estão Roda Bahiana (Ivan Lins e Vitor Martins), o ótimo e divertido xote/baião Carrosel do Bate-Coxa (parceria de Ivan com o filho, Cláudio Lins), além da sua versão para Sou Eu (composta com Chico Buarque), que ganhou uma versão muito superior aquela gravada pelo coautor em seu último disco e a doída E Isso Acontece.

Amor, fogo que desata os novelos da vontade
Ignora o bem, desdenha da verdade
Ponte-aérea do Éden à insanidade

Rico em melodias, harmonias, passeando por estilos nem sempre comuns na sua obra (rap, fado sertanejo) e com a classe característica da produção de Lins, Amorágio encanta pela maneira na qual o compositor expõe suas visões do amor.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

A Magical Mystery Tour está de volta

Um dos filmes mais loucos e (merecidamente) incompreendido de todos os tempos, Magical Mystery Tour, dos Beatles, voltará ao mercado totalmente restaurado, em DVD e Blu-ray, com som 5.1 (tomara que da trilha original) e vários extras. Lançado em 1967, logo após Sgt. Pepper’s, ele é considerado o primeiro (talvez único) grande fracasso dos Rapazes de Liverpool, embora musicalmente seja excelente.

Curtam o trailer.

O fim do Summer of Love – R.I.P Scott Mckenzie

O Verão do Amor (Summer of Love), que aconteceu em 1967 e marcou a época hippe e do amor livre oficialmente fechou as portas com a morte (sábado, 18/8) de Scott Mckenzie, o intérporete do hino San Francisco (Be Sure to Wear Flowers in Your Hair). Composta pelo genial John Phillips (a cabeça pensante dos The Mamas & the Papas) para promover o Festival de Monterey – aquele onde Hendrix pôs fogo em sua Fender – a canção passou pelo fim do movimento e do festival mantendo-se como um parte importante da cultura pop do século passado.

Scott Mckenzie sofria da síndrome de Guillain–Barré (doença que ataca o sistema nervoso e que é bastante conhecida dos fãs de House). Ele tinha 73 anos.

Realmente 2012 está sendo um mau ano para a música.

R.I.P.


San Francisco (Be Sure to Wear Flowers in Your Hair)

If you’re going to San Francisco.
Be sure to wear some flowers in your hair.
If you’re going to San Francisco.
You’re gonna meet some gentle people there.

For those who come to San Francisco,
Summer time will be a love-in there.
In the streets of San Francisco,
Gentle people with flowers in their hair.

All across the nation, such a strange vibration
People in motion.
There’s a whole generation with a new explanation.
People in motion. People in motion.

For those who come to San Francisco,
Be sure to wear some flowers in your hair.
If you come to San Francisco,
Summertime will be a love-in there.

If you come to San Francisco
Summertime will be a love-in there.

Google Street View chega a Brasília e mais de 70 cidades brasileiras

O Google Brasil anunciou na terça-feira, 14/08, a chegada do serviço de mapeamento Street View a mais de 70 novas cidades brasileiras, incluindo a capital nacional Brasília.

Por meio de um post em seu blog oficial, a gigante de buscas nota que os usuários agora podem acessar imagens panorâmicas de diversas cidades históricas do país, como Paraty e Salvador pelo computador e aparelhos móveis.

Segundo a assessoria do Google, o total de 76 novas cidades de todo o país estará disponível para os usuários brasileiros até a próxima sexta-feira, 17/8. A relação inclui capitais como Natal, João Pessoa, Aracaju, Fortaleza e Maceió, além das já citadas Salvador e Brasília.

O Street View chegou ao Brasil em 2010 e já está disponível em locais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Foz do Iguaçu, e até por rios da Amazônia.

Confira abaixo a lista completa das 76 novas cidades brasileiras do Street View: Cascavel, Toledo, Assis Chateaubrand, Goioere, Umuarama, Campo Mourão, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apuranga, Arapongas, Rolândia, Cambe, Londrina, Presidente Prudente, Assis, Ourinhos, Marilia, Bauru, Avaré, Piraju, Presidente Epitácio, Lençóis Paulista, São Jose do Rio Preto, Ribeirão Preto, Catanduva, Jaboticabal, Sertãozinho, Araraquara, Matão,
Franca, Goiana, Uberlândia,
Araguari, Brasília,
Luziânia, Vitória da Conquista,
Feira de Santana,
Salvador,
Ipira,
Itabuna,
Ihéus, Petrolina,
Aracaju,
Maceió, Recife, Campina Grande,
João Pessoa,
Natal,
 Fortaleza,
Mossoró,
Juazeiro do Norte, Trairi, Teresina,
Sao Luis,
Imperatriz, Vila Velha, Campos,
Muriae,
Juiz de Fora, Macaé,
Cabo Frio, Barra do Pirai,
Volta Redonda,
Resende,
Cruzeiro,
Lorena,
Guaratinguetá,
Angra dos Reis, Paraty,
Ubatuba, Itapetininga,
Itapeva, Castro,
Ponta Grossa, Irati,
e Rio Azul.

Fonte: IDG Now!

Um novo (e desnecessário) Vingador do Futuro

O Vingador do Futuro (Total Recall, no original), filme estrelado por Colin Farrell, Kate Beckinsal e Jessica Biel, reconta a história do original de 1990, que era estrelado por Arnold Schwarzenegger e Sharon Stone. Nessa nova versão, cabe a  Farrell interpretar Douglas Quaid, um trabalhador que acaba descobrindo ser um super espião.

Para quem tem mais de 30 anos (e para os que ainda não chegaram lá, acredito) a história é mais do que conhecida e as poucas mudanças no script não justificam uma refilmagem. As cenas de perseguição de automóveis, tiros e pancadaria se beneficiaram do avanço tecnológico de mais de duas décadas, mas sem acrescentar algo de realmente novo a trama.

Farrell – em ótima atuação – já confessou ter ficado em dúvida sobre estrelar um remake. E ele estava certo. Não que o filme seja ruim, mas a lembrança do original – por menos brilhante que ele seja – é uma sombra inevitável, assim como as comparações.

As poucas referências ao filme de 1990 permitidas pelo diretor Len Wiseman são simpáticas, mas só acentuam o questionamento sobre o porquê de se gastar milhões de dólares em uma película como essa. Crise de criatividade dos roteiristas de Hollywood?

Se colocado totalmente fora do contexto histórico, O Vingador do Futuro é um bom filme de ação, com boas atuações do elenco, belas mulheres, um Colin Farrel em forma, mas que não engata para valer em nenhum momento. Até mesmo a preocupação em não mostrar um excesso de sangue e violência – teoricamente para atrair expectadores de todas as faixas etárias – parece ter sido diluída na edição final. Pode até não haver muito sangue, mas não faltam socos, tiros e mortes.

Como o original continua sendo reprisado nos canais de TV por assinatura, só mesmo sendo muito fã de algum dos protagonistas para gastar seu tempo e dinheiro indo ao cinema.

Governo gastou quase R$ 338 milhões com tablets no 1º semestre

Dos 852,6 milhões de reais gastos pelo governo federal com a compra de bens e serviços de Tecnologia da Informação no primeiro semestre de 2012, por meio de 1222 licitações públicas, 337,9 milhões de reais (45%) foram direcionados à aquisição de tablets. Os dados são do Ministério do Planejamento. Parte desses recursos foram usados pelo Ministério da Educação na aquisição de quase 600 mil tablets para professores da rede pública de ensino (entre 150 milhões e 180 milhões de reais). O restante, por áreas administrativas da União.

As compras de tablets e os contratos de serviços de licença pelo uso de software foram os bens e serviços mais adquiridos pela administração pública federal nos seis primeiros meses deste ano. As compras de bens representaram 87%, cerca de  R$ 745 milhões, e as de serviços 13%,  com R$ 107,6 milhões. A aquisição de serviços e licença pelo uso de software somaram R$ 31,1 milhões (29%).

De janeiro a junho de 2012, o Ministério da Educação foi o órgão da administração federal que mais realizou compras de TI, respondendo por 59% dessas contratações, cerca de R$ 499,3 milhões.

Regionalmente, os órgãos federais que mais contrataram bens e serviços estão concentrados no Centro-Oeste, totalizando gastos da ordem de R$ 565,4 milhões (66%). Os órgãos do Distrito Federal respondem pela quase totalidade das compras nessa região, atingindo o valor de R$ 547,1 milhões.

Evolução

Em relação a 2007, a compra de bens e serviços de TI em 2012 cresceram 25%. Nesse período, o pregão eletrônico foi a modalidade mais utilizada, gerando uma economia média de 19%, cerca de R$ 83 milhões, nas contratações. Em 2012, o pregão eletrônico já  responde por 99,3% das licitações dessas compras, proporcionado uma economia de R$ 332,9 milhões (28%). “Este número demonstra o quanto o pregão eletrônico se transformou em instrumento hegemônico para as aquisições de TI”, comemora Souza.

Os dados do Comprasnet indicam ainda uma evolução no número de fornecedores, passando de 6.887, em 2007, para  7.983, em 2012. Nesse período, entre as micro e pequenas empresas, a evolução foi de 30%. Neste ano, esses fornecedores representaram 73% (5.847) do total de participantes nas licitações de bens e serviços de TI.

Os dados foram extraídos do Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet), gerenciado pela secretaria de logística e tecnologia da informação (SLTI), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Fonte: IDG Now!

Dicionário compila buscas do Google Imagens

Felix Heyes e Ben West criam Google Dictionary com 21 mil imagens que foram retiradas de pesquisas feitas no buscador

Um livro com 21 mil imagens que foram retiradas de pesquisas feitas no buscador do Google. Esse é o Google Dictionary, livro com 1.240 páginas, criado por Felix Heyes e Ben West. O objetivo dos artistas foi de mostrar a importância das imagens no dia a dia atual. O livro tem apenas fotografias ou representações gráficas.

Segundo West, este dicionário pode ser classificado como “o que você quiser”. Enquanto Heyes declarou que cerca de 20% tem imagens a ver com suas palavras buscadas. “E cerca de metade leva para conteúdo erótico ou pornográfico”, concluiu.

Fonte: ProXXIma

Mais uma (boa) chance para os fãs do Duran Duran

O Duran Duran já foi um dos maiores nomes da música pop internacional. Hoje, os meninos de Birmingham – Nick Rhodes (teclados), Simon Le Bon (vocais), John Taylor (baixo) e Roger Taylor (bateria) – ainda estão na estrada, levando o seu som para uma bateria de fãs (muitos deles xiitas e que não aceitam críticas ao grupo) e procurando retomar os tempos de glória.

Figuras constantes nos palcos brasileiros, o Duran Duran lança agora o DVD A Diamond in the Mind (Lab 344), onde registra parte da apresentação realizada em Manchester, na Inglaterra, em 16 de dezembro de 2011. Nela, os ingleses fazem um mix de seus sucessos com canções do seu último (bom) CD de estúdio – All You Need Is Now (2010).

Filmado em alta definição, A Diamond in the Mind mostra que a banda ainda sabe como fazer um bom show. São 22 canções, além de um documentário sobre a apresentação, com entrevistas com os músicos.

Os fãs mais antigos podem sentir falta de canções como Save a Prayer, mas fica óbvio que a ideia era mesmo dar visibilidade ao material mais novo, embora hits como View to A Kill, Rio e The Reflex estejam lá para deleite de novatos e iniciados.

Para quem não teve a oportunidade de ver a banda em suas últimas passagens pelo Brasil, A Diamond in the Mind é uma ótima oportunidade de guardar um registro ao vivo de uma boa banda pop.

Relembre como foi o show do grupo em 2008

Um versão deste texto foi publicada no jornal O Fluminense

Yahoo! lança nova ferramenta de busca, o Axis

O Yahoo! lançou uma nova ferramenta de busca, chamada Axis (“eixo”), com significativas diferenças em relação ao seu buscador tradicional. Ela foca na experiência visual, tem resultados instantâneos e sincronização entre computador e dispositivos móveis.

O Axis está disponível em forma de plug-in para os navegadores Internet Explorer, Firefox, Chrome e Safari. No iPhone e no iPad, o Axis é um aplicativo.

No anúncio feito por meio do “Yahoo! Search Blog”, um dos diretores da empresa, Ethan Batraski, afirmou que o produto estava em desenvolvimento há 18 meses.

“Decidimos focar no que vocês realmente querem e tiramos qualquer ruído dos resultados”, escreveu Batraski.

Em rápido teste realizado pela Folha, o plug-in para Chrome do Axis agradou ao mostrar resultados de maneira pouco poluída –já que, ao menos por enquanto, não exibe propagandas.
A maior diferença na exibição de resultados é a navegação lateral. Também é notável a exibição de miniaturas da maioria das páginas resgatadas.

Uma das principais vantagens em relação à busca tradicional do Yahoo! é a velocidade em que os resultados são resgatados.

Isso se dá por causa da exibição dos links enquanto os termos a serem buscados ainda estão sendo digitados, uma capacidade apresentada pelo Google em 2010.

O lançamento é uma tentativa da empresa de recuperar participação no mercado de buscadores.

A empresa de pesquisa comScore divulgou que, no mês de abril, o Yahoo! fez 13,5% das buscas da web, fatia menor em sete pontos percentuais de dois anos antes.

Em abril, a parcela de buscas que o Google realizou em toda a web foi de 66,5%.

Fonte: Folha

Amazon chega ao Brasil no dia 1 de setembro

E lá vão nossas economias!

A Amazon, maior empresa de comércio eletrônico do mundo, começa as atividades no Brasil no dia 1 de setembro. A informação é do site Brasil Econômico e, segundo executivos ligados à companhia, a meta é vender 1,1 milhão de produtos até o final do ano. Para 2013, a expectativa é alcançar a marca de 6 milhões de unidades vendidas.

Trabalhando inicialmente apenas com a versão online, em sua primeira fase no país a empresa deve manter o foco em produtos como CDs, DVDs, Blu-rays, jogos de video game, livros e softwares. Móveis e televisores LCD serão disponibilizados apenas em uma segunda fase, de acordo com os resultados obtidos pela companhia.

Um centro de distribuição de mercadorias está sendo preparado para a cidade de São Paulo e, a exemplo do que acontece com a B2W, responsável pelos sites Submarino, Americanas e Shoptime, deverá ser o coração de todas as operações da empresa no país.

Mudanças no mercado

A chegada da gigante Amazon ao mercado brasileiro deve ampliar os números do segmento no país e impor mudanças na forma como o comércio eletrônico é feito no Brasil. A B2W, por exemplo, vem acumulando prejuízos nos últimos anos. Em 2011, o déficit foi de R$ 89,2 milhões, mesmo em um ano em que o mercado cresceu 26%.

Para a Amazon, um dos maiores desafios será enfrentar as dificuldades de logística no país, e encontrar um bom parceiro para as entregas é tido como prioridade máxima pela empresa. Contudo, inicialmente, a companhia deverá utilizar o serviço dos Correios para as suas encomendas.

Fonte: Brasil Econômico