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Mozilla detona Microsoft por dificultar uso do Firefox no Windows 10

Como sempre, dificuldades para o usuário.

firefoxA Mozilla não gostou nada de a Microsoft ter mudado a forma como navegadores e outros apps são configurados como padrão no Windows 10. Tanto que o CEO da Mozilla, Chris Beard, enviou uma carta aberta sobre o assunto para o chefão da Microsoft, Satya Nadella.

A novidade do novo sistema, lançado oficialmente nesta quarta-feira, 29/7, não permite mais que apps como o Firefox, da Mozilla, e o Chrome, do Google, se configurem sozinhos como o navegador padrão durante o processo de instalação – para isso, os usuários agora precisam realizar uma alteração nas configurações do sistema.

windows-10-logo“Compreendemos que ainda é tecnicamente possível preservar as configurações e padrões anteriores dos usuários, mas o design de toda a experiência de upgrade e as APIs das configurações padrão foram alteradas para tornar isso menos óbvio e mais difícil. Agora é necessário mais do que o dobro de número de cliques, rolagem através de conteúdos e alguma sofisticação técnica para as pessoas reafirmarem as escolhas que tinham feito previamente em versões anteriores do Windows. É confuso, difícil de navegar e fácil de se perder”, reclama a Mozilla no documento.

Até o fechamento da reportagem, a Microsoft ainda não tinha se pronunciado oficialmente sobre o assunto. Vale notar que a empresa de Redmond aposta alto no seu novo navegador Edge, substituto do sempre criticado Internet Explorer no Windows 10.

Mozilla logo

Carta da Mozilla

Confira abaixo a íntegra da carta de Chris Beard para o CEO da Microsoft, Satya Nadella.

“Carta aberta ao CEO da Microsoft: Não retroceda quanto à escolha e ao controle

Satya,

Estou escrevendo para falar com você a respeito de um aspecto muito preocupante do Windows 10. Especificamente, pelo fato de que a experiência da atualização parece ter sido projetada para renegar a escolha que seus clientes têm feito sobre a experiência de Internet que eles querem ter, e substituí-la com a experiência de Internet que a Microsoft quer que eles tenham.

Quando vimos pela primeira vez a experiência do upgrade do Windows 10 que tira a escolha dos usuários, ignorando suas preferências já existentes para o navegador da Web e outros aplicativos, entramos em contato com a sua equipe para discutirmos este assunto. Infelizmente, não houve nenhum resultado nem qualquer progresso significativo, por isso, o motivo desta carta.

Compreendemos que ainda é tecnicamente possível preservar as configurações e padrões anteriores dos usuários, mas o design de toda a experiência de upgrade e as APIs das configurações padrão foram alteradas para tornar isso menos óbvio e mais difícil. Agora é necessário mais do que o dobro de número de cliques, rolagem através de conteúdos e alguma sofisticação técnica para as pessoas reafirmarem as escolhas que tinham feito previamente em versões anteriores do Windows. É confuso, difícil de navegar e fácil de se perder.

Mozilla-Firefox IIA Mozilla existe para oferecer escolhas, controle e oportunidades para todos. Criamos o Firefox e outros produtos por esta razão. Por isso também construímos a Mozilla como uma organização sem fins lucrativos. E trabalhamos para que a experiência com Internet, além de nossos produtos, represente esses valores o máximo que podemos.

Às vezes vemos grande progresso quando produtos de consumo respeitam os indivíduos e suas escolhas. Com o lançamento do Windows 10, contudo, estamos profundamente desapontados ao ver a Microsoft dar um passo tão dramático para trás.

Essas mudanças não nos trazem inquietações porque nós somos a organização que faz o Firefox. Elas trazem inquietações porque há milhões de usuários que gostam do Windows e que estão vendo suas escolhas serem ignoradas, e porque há um aumento da complexidade colocado no caminho de todos se e quando eles quiserem fazer uma escolha diferente do que o que prefere a Microsoft.

Nós pedimos fortemente que você reconsidere sua tática de negócios nesse caso e, mais uma vez, respeite o direito de escolha das pessoas e o controle de suas experiências online, tornando mais fácil, óbvio e intuitivo para elas manterem as escolhas que já fizeram por meio deste upgrade. Deve ser mais fácil para as pessoas declararem novas escolhas e preferências, não apenas para outros produtos da Microsoft, através das APIs das configurações padrão e interfaces de usuário.

Por favor, dê a seus usuários a escolha e o controle que eles merecem no Windows 10.

Atenciosamente,

Chris Beard

CEO da Mozilla”

Fonte: IDG Now!

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Microsoft investirá R$ 1 milhão em instituições de ensino brasileiras

 

Fico só imaginando onde realmente vai parar esse dinheiro.

MicrosoftEm 2015, a Microsoft vai destinar R$ 1 milhão à organizações brasileiras sem fins lucrativos focadas na capacitação de jovens por meio da tecnologia. Segundo a companhia, o valor será doado em dinheiro e também em licenças de software. A expectativa é que mais de 460 mil jovens sejam impactados.

A iniciativa faz parte do programa global Microsoft YouthSpark, que integra a área de cidadania corporativa da companhia. O objetivo do programa é contribuir para que jovens estejam capacitados para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo.

Todas as entidades beneficiadas no programa desenvolvem trabalhos que vão da alfabetização digital até cursos de linguagem de programação e oportunidades de empreendedorismo.

O CDI – Comitê para Democratização da Informática (CDI) para jovens infratores é uma das entidades que vai receber apoio da Microsoft. A ONG é focada na formação em tecnologia e cidadania e estímulo à atividade empreendedora entre jovens de 16 a 24 anos, com presença em 15 Estados brasileiros e mais 12 países.

Outra instituição que receberá suporte é a Associação Telecentro de Informação e Negócios (ATN). Neste ano, a ATN segue com o desafio de promover o aprendizado de programação por meio da Hora do Código.

A ATN trabalha em parceria com dois programas do Governo Federal para criar oportunidades para jovens: Brasil Mais TI e Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). A entidade brasileira também possui um banco de currículos para jovens que realizam treinamentos em TI e estão em busca de oportunidades no mercado de trabalho.

Desde setembro de 2012 no Brasil, o Microsoft YouthSpark já beneficiou mais de 11,600 milhões de jovens.

Fonte: IDG Now!

Internet das Coisas: SmartTVs e geladeiras podem enviar spam

SpamSerá que no mundo da Internet das Coisas as geladeiras também poderiam se conectar à parte maliciosa da Web, com e-mails mal-intencionados, como parte de uma botnet? E quanto aos televisores ou outros dispositivos inteligentes?

No lado estranho da Internet das Coisas, os pesquisadores da Proofpoint afirmaram ter descoberto um ciberataque em que geladeiras e TVs comprometidas enviaram e-mails maliciosos.

O termo “Internet das Coisas” descreve como uma variedade de aparelhos domésticos ou industriais podem ser conectados à web para gerenciamento remoto.

A Proofpoint “identificou o que pode ser a primeira comprovação de um ataque baseado na Internet das Coisas, que envolve aparelhos convencionais inteligentes”, disse a empresa de segurança.

Ele foi descrito como “uma campanha de ataque global, envolvendo mais de 750 mil comunicações de e-mail maliciosos provenientes de mais de 100 mil aparelhos eletrônicos, tais como roteadores, centros multimídia conectados, televisores e ao menos uma geladeira, que foi comprometida e usada como uma plataforma para lançar ataques.”

Mas uma outra empresa de segurança, a Symantec, desmentiu o caso, afirmando que não identificou nenhuma evidência de tal ataque.

“Monitoramos o tráfego na Internet extensivamente e acreditamos que saberíamos se isso acontecesse”, diz Liam O’Murchu, gerente de operações de resposta de segurança da Symantec. “Nunca vimos isso acontecer antes”.

Geladeira com internetA Symantec acredita que a Proofpoint possa ter errado em alguma ponto da sua análise.

Uma geladeira moderna poderia ter um endereço IP que pode dar suporte a uma função como testar temperatura, mas não enviaria spam, diz O’Murchu.

Evidência limitadaA Symantec acredita que o que a Proofpoint provavelmente viu foi roteadores domésticos fazendo a tradução de rede de endereço (NAT) e redirecionamento de portas em uma configuração onde, de fato, havia um computador que estava comprometido e gerava spam.

A Proofpoint afirma que está certa em sua análise que “cibercriminosos começaram a comandar roteadores domésticos, aparelhos inteligentes e outros componentes da Internet das Coisas e transformá-las em ‘thingbots’ para realizar o mesmo tipo de atividade maliciosa.”

No entanto, quando perguntado se poderia citar os modelos de TVs e geladeiras inteligentes que a empresa detectou o envio de spams, a Proofpoint respondeu que “não irá revelar nomes de marcas dos dispositivos comprometidos.”

SmartvKevin Epstein, vice-presidente de segurança da informação da Proofpoint, disse não poder comentar sobre o que a Symantec afirmou, mas “podemos confirmar que observamos dispositivos da Internet das Coisas enviando spam.”

A Proofpoint está “ciente do comportamento destes dispositivos que a Symantec e outros mencionaram”, comentou Epstein. “Verificamos estatísticas de interface e descobrimos evidências de que as mensagens de e-mail passaram por um servidor proxy por meio de uma interface WAN, e não tinham origem na conexão NAT interna.”

Epstein concluiu: “em suma, verificamos que estes dispositivos foram configurados para atuar como proxies de e-mail, e coletamos provas que indicam que o e-mail proxing estava ativo.”

A Proofpoint disse estar confiante sobre o que afirma. “Mas a Symantec permaneceu cético sobre as geladeiras e televisões se tornarem parte de uma botnet. A empresa de segurança disse, ainda, que isso não significa que há problemas de segurança associados à Internet das Coisas.

A Symantec ressaltou que identificou worms que infectam dispositivos de Internet das Coisas baseadas em Linux, como roteadores, câmeras e sistemas de entretenimento. Uma das ameaças, chamada Linux.Darlioz, é “interessante, pois está envolvido em uma guerra sem fim com outra ameaça conhecida como Linux.Aidra. O Darlioz verifica se um dispositivo está infectado com o Aidra e, se encontrado, o remove do dispositivo.”

A empresa também observa que “esta é a primeira vez que vimos criadores de worms lutar por territórios na Internet das coisas e é uma reminiscência das guerras sem-fim de 2004.

Considerando que esses dispositivos têm processamento e memória limitada, esperaríamos ver disputas territoriais semelhantes no futuro. Enquanto o malware para a Internet das Coisas ainda está dando os primeiros passos, os dispositivos da Internet das Coisas estão sujeitos a uma ampla gama de questões de segurança. Portanto, não se surpreenda caso, num futuro próximo, sua geladeira começar a enviar spam.”

Fonte: IDG Now!

Intel lança processadores de 64-Bit para smartphones e tablets

Novo processador IntelA Intel está anunciando novos processadores de 64-Bit na família Atom para dispositivos móveis. O Atom Z34XX, codinome Merrifield, é um processador dual-core voltado a smartphones e tablets na faixa dos US$ 250 e o Z35XX, um modelo quad-core de codinome Moorefield, é voltado a aparelhos high-end, diz Julie Coppernoll, diretora de marketing do grupo de mobilidade e comunicação da Intel.

Além de uma maior autonomia de bateria, os dispositivos móveis equipados com os novos chips terão maior desempenho tanto na execução de aplicativos quanto na renderização de gráficos, quando comparados aos Atom anteriores, diz Coppernoll.

Smartphones e tablets com o Merrifield serão os primeiros a chegar ao mercado, no segundo trimestre deste ano. Aparelhos com o Moorefield chegarão na segunda metade do ano. Sem nomear parceiros, a Intel diz que muitos fabricantes de dispositivos já se comprometeram a usar os chips. Segundo Coppernoll “Iremos anunciar um portfólio amplo e expandido de produtos com a ASUS e a Lenovo”, e a Foxconn também irá anunciar uma expansão em seu uso da arquitetura x86.

De acordo com a Intel o Merrifield terá um desempenho 1.7 vezes superior ao seu antecessor, conhecido como Clover Trail + e lançado no ano passado, na execução de aplicativos “single-threaded”. O melhor desempenho não significa um sacrifício na autonomia de bateria: a empresa conseguiu até dois dias de autonomia em um smartphone com Merrifield, embora Coppernoll afirme que os resultados podem variar de acordo com o projeto do aparelho.

A urgência no lançamento dos novos chips traz um maior interesse em uma versão de 64-Bit do Android, que também trará melhorias de desempenho aos dispositivos móveis, disse Coppernoll. A Intel finalizou o desenvolvimento de uma versão de 64-Bit do Android 4.4 em janeiro deste ano, abrindo caminho para que o sistema seja usado pelos fabricantes em conjunto com os novos chips em aparelhos.

Segundo Coppernoll, a arquitetura de 64-Bit trará um ganho notável em desempenho na reprodução e compressão de vídeo e outras tarefas que exigem um considerável esforço de processamento. Aparelhos também poderão ter mais de 4 GB de RAM, o que pode indiretamente levar a ganhos no desempenho.

A Intel entrou no mercado de chips para smartphones em meados de 2012, mais seus produtos ainda são usados em poucos aparelhos (no Brasil podem ser encontrados no smartphone RAZR i, da Motorola, e nos tablets Fonepad, da ASUS). O mercado de dispositivos móveis é dominado pela ARM, cujos processadores são usados na esmagadora maioria dos smartphones e tablets. A Intel “ficou para trás” na corrida por um processador de 64-Bit para dispositivos móveis quando a Apple lançou o A7 em Setembro passado, junto com o iPhone 5S.

A Qualcomm e outros fabricantes de processadores ARM já anunciaram chips de 64-Bits, mas ainda não há aparelhos com eles no mercado.

A Intel está atualizando seus processadores para dispositivos móveis em um ritmo maior do que os processadores para PCs em uma tentativa de conquistar parte do mercado da ARM. Os novos Atom serão produzidos em um avançado processo de 22 nanômetros, o que leva a ganhos de desempenho e eficiência no uso de energia. A maioria dos processadores ARM é feita usando um processo de 28 nanômetros.

Os novos Atom são baseados na arquitetura Silvermont. Eles têm um núcleo dedicado para reprodução de vídeo, com decodificação de vídeo em 1080p por hardware, mas decodificação de vídeo em 4K apenas por software. A GPU é uma PowerVR Série 6 da Imagination Technologies, também usada no processador A7, da Apple.

Os chips também tem suporte a Wi-Di (Wireless Display), que permite a transmissão de vídeo, sem fios, para TVs equipadas com a mesma tecnologia. Também há suporte a memória RAM DDR3 de baixo consumo (LP-DDR3) e um controlador USB 3.0 integrado.

A Intel irá combinar os novos Atom com o controlador de comunicações XMM 7260, um chip que tem suporte a redes LTE (4G) e LTE-Advanced, além dos padrões TDD LTE e TD-SCDMA, em uso na China.

Fonte: IDG Now!

Google Play ainda luta contra adware e malware em apps

Google PlayA loja virtual Google Play está cheia de adware e malware, não é mesmo? De acordo com o último Relatório de Cyber Risco da HP, tudo depende do antivírus móvel que você executa.

Os pesquisadores da gigante de TI tentaram lidar com o problema comparando uma amostra de 500 mil aplicativos da Google Play contra uma base de dois milhões de dados de malware conhecidos e amostras de adware, chegando a alguns números surpreendentes.

A HP descobriu uma lista de Cavalos de Troia conhecidos que foram baixados por usuários em uma quatidade entre 1.1 milhão e 11 milhões de vezes globalmente. Em se tratando de adware para apps menos graves, mas ainda potencialmente problemáticos, estes foram baixados nada menos que 10 milhões de vezes.

A questão de malware furtivo no Google Play está bem documentado e a empresa tem sido mais rígida nos controles para evitar a sua entrada na loja virtual – ou pelo menos garantir sejam removidos mais rapidamente quando conseguirem entrar.

No entanto, a empresa também revelou uma questão mais ampla de como diferentes empresas de antivírus categorizam os aplicativos que tem como ofensa principal servir anúncios e coletar dados pessoais depois de ter sido instalado voluntariamente por usuários Android.

Rodando 7 mil aplicativos conhecidos que servem anúncios por meio de base de dados usados por programas de segurança móvel fornecidos por diferentes empresas, alguns resultados intrigantes foram encontrados.


Quais números você deve acreditar? Quem está correto, ou será que isso importa?
Empresas como a ESET, Fortinet, DrWeb e Sophos registraram entre 4507 e 5121 como adware suspeito, enquanto outros como Symantec identificaram apenas uma dúzia das mesmas amostras como sendo um problema.

“A indústria ainda não chegou a um consenso”, observaram os pesquisadores da HP, sugerindo que alguns dos verificadores de segurança móvel podem ter bancos de dados voltados para malware com foco no Windows.

google-play-updateNo entanto, o fato de Android ter mais dessas detecções de adware do que o iOS da Apple sugeriu diferenças mais profundas na forma como as lojas de aplicativos foram feitos para trabalhar.

“Uma maneira analisar isso é que o Google é mais amigável para desenvolvedores, e que não rejeita aplicativos por razões estéticas. Outra maneira de olhar para isso poderia ser que a receita do Google é mais direcionada a anúncios que a receita de centrada em hardware da Apple e, portanto, a empresa de Cupertino poderia impor uma política na app store mais favorável ao consumidor”, disse o relatório da HP.

“A indústria precisa trabalhar em conjunto para chegar a definições consistentes do que constitui comportamentos maliciosos ou indesejados e uma política e diretrizes de lojas virtuais mais sensata, voltada aos usuários de aplicativos, desenvolvedores e provedores de anúncios de terceiros, enquanto previne os abusos.”

Uma vantagem que os usuários móveis e Android têm sobre o mundo Windows é o poder da não recomendação de apps que abusam das permissões solicitadas, ou servem propaganda demais.

O fato de os aplicativos da loja virtual do Google servirem adware foi anteriormente observado por pesquisadores de empresas de segurança, com a Lookout Mobile Security tomando uma postura particularmente difícil na questão que envolvia nomear redes de anúncios que ela acreditava terem “cruzado a linha vermelha”.

Outras empresas acreditam que muitos aplicativos populares já vêm com essa desvantagem, uma consequência direta do modelo livre em que pequenos desenvolvedores se baseiam para ganhar algum dinheiro e justificar o seu esforço e adotam sistemas de publicidade que eles nem sempre compreendem.

Em uma nota separada no mesmo relatório, a divisão Fortify da HP analisou 180 aplicações móveis desenvolvidas para uso comercial, descobrindo que um número mais ou menos igual mostrou implementações pobres em criptografia – principalmente algoritmos fracos ou armazenamento de dados sem criptografia alguma.

Fonte: IDG Now!

Maioria dos trabalhadores móveis usa seus próprios dispositivos

Trabalhando com tabletA empresa Ipass, provedora de Wi-Fi, questionou 1.150 trabalhadores móveis em todo o mundo e descobriu que 70% agora fazem parte das políticas Byod. Tais políticas estão se tornando tão importantes que 35% de todos os entrevistados disseram que a política Byod de uma empresa pode influenciar suas escolhas de emprego.

Para ilustrar o Capex e os benefícios de produtividade para as empresas que as estratégias Byod (traga seu próprio dispositivo) trazem, a pesquisa constatou que 51% trabalhavam mais de 50 horas ou mais por semana, a maioria com a ajuda de seus próprios gadgets. Além disso, 16% trabalhavam 60 ou mais horas por semana.

A maioria dos pesquisados considerou “mais produtivo” trabalhar em casa e em escritórios remotos. Dos trabalhadores que se aproveitam do Byod, a maioria reivindica custos com Wi-Fi em suas despesas. Quase três em cada quatro (71%) trabalhadores móveis investigam a disponibilidade de hotspots Wi-Fi antes de viajar.

Evan Kaplan, CEO da iPass, disse: “Os trabalhadores móveis querem ter acesso à conectividade confiável e de custo eficaz quando e onde precisarem trabalhar”.

Fonte: IDG Now!

Você vai controlar seu PC com o movimento dos olhos

Tobii Rex-580-75A Tobii Technology em breve começará a distribuir um dispositivo que permite aos usuários controlar um PC usando o movimento dos olhos. O equipamento foi batizado de REX e está disponível na  para desenvolvedores desde janeiro. A Tobii promete versões do periférico para usuários finais no segundo semestre deste ano, ainda sem preço definido, apenas para o sistema operacional Windows 8.

A companhia chama o REX de “interação de contemplação periférica”, já que ele se une à tela de um PC. A empresa, sueca, disse que ele é o primeiro periférico desse tipo para o mercado consumidor. “Temos trabalhado em produtos para nichos de mercado por muitos anos, mas o objetivo final sempre foi o de desenvolver nossa própria tecnologia para que possa ser adicionada a qualquer computador”, disse Sara Hyléen, diretora de marketing da Tobii.

Tobii-Rex-EyetrackigNa CES, a Tobii demonstrou algumas das características fundamentais de sua tecnologia, incluindo a capacidade do usuário de selecionar, rolar a tela, aplicar zoom e navegar usando os movimentos dos olhos. Para manter o controle do que o usuário está olhando, a Tobii utiliza dois sensores ópticos especialmente desenvolvidos para o equipamento.

Os desenvolvedores de aplicações serão os primeiros a ter o REX em suas mãos: uma edição especial do periférico, chamada de Tobii REX Developer Edition, estará à venda na semana que vem, de acordo com Hyléen, pelo valor de 995 dólares. O pacote para desenvolvedores inclui, além do equipamento, SDK (software development kit) e outros materiais de apoio necessários para ajudar os desenvolvedores a começar em uma área com a qual a maioria não está familiarizada.

Para começar, a empresa irá fabricar uma série limitada de 5 mil unidades do Tobii REX para os consumidores. Os usuários que quiserem ter acesso ao produto já podem entrar na fila e se inscrever no site da Tobii. “Nós sentimos que é uma boa ideia começar pequeno e provar que a tecnologia funciona e que há um mercado viável para isso”, disse a diretora.

Fonte: IDG Now!

Twitter alcança a marca de meio bilhão de contas. Brasil é 2° país na rede

O Facebook anunciou recentemente a marca de 1 bilhão de pessoas conectadas, mas o Twitter, meses antes, também anunciou uma marca importante. Sucesso total dos dois.

O Twitter alcançou, em junho, a marca de meio bilhão de contas criadas, segundo estudo realizado pela Semiocast, empresa com sede em Paris, que realiza pesquisa sobre mídias sociais.

Os Estados Unidos representa o maior número de novas contas desde o começo do ano – mais de 140 milhões. Mesmo assim, os resultados da pesquisa mostram que o número de usuários norte-americanos na rede está caindo. Em janeiro de 2012, o país representava 28,1% dos usuários. Em julho, esse número foi para 27,4%.

Já o Brasil foi o país que mais cresceu, com 41,2 milhões de usuários – contra os 33,3 milhões registrados em janeiro. Isso representa apenas 8% do total. No entanto, no ranking de mais tweets postados, o País representa apenas 6,6% – porcentagem menor que o esperado, se levar em conta que ele é o segundo país na classificação de contas criadas.

O terceiro lugar ficou com o Japão, que, mesmo com essa classificação, continua sendo o país com usuários mais ativos – 10,6% de todos os tweets postados eram provenientes de lá, apesar de representar apenas 6,7% dos usuários e com um número menor de novas contas criadas (cerca de 35 milhões). Por conta desses valores, a língua japonesa conquistou também o posto de segunda língua mais falada no Twitter – perdendo apenas para o inglês.

No ranking de postagens de tweets, São Paulo ficou em 4º lugar, perdendo apenas para Tókio (segunda posição) e Londres, que ficou em terceiro lugar. Outra cidade brasileira que entrou para o ranking foi o Rio de Janeiro, que alcançou a 16º posição. O primeiro lugar de cidade mais ativa na rede social ficou com Jacarta, capital da Indonésia, representando 27% de todos os tweets públicos. Bandung, a segunda maior área metropolitana, ocupa o 6º lugar, seguido por Paris, Los Angeles e Chicago.

Apesar de representar a maior nação no Twitter, os Estados Unidos só aparecem na lista de cidades mais ativas em 5º, representado por Nova York – com 0,4% dos tweets. Ironicamente, São Francisco – terra natal da rede social – representa menos de 0,2% do total de postagens no site. Ela nem chegou a entrar para o ranking, que apresenta apenas as 20 cidades mais ativas.

A pesquisa mostra ainda outro sinal da globalização do serviço. A Semiocast afirma que o árabe segue forte no Twitter e é a sexta língua mais popular do site, respondendo por 2,8% de todos os tweets. O número de usuários da Arábia Saudita cresceu 93% em seis meses – chegando a 2,9 milhões.

A pesquisa foi realizada com base em uma amostra de 1.058 milhões de tweets públicos registrados no mês de junho.

Fonte: IDG Now!

Brasil é um dos países que mais pedem retirada de conteúdo, diz Google

Segundo o Google, democracias ocidentais, que não são tipicamente associadas a censuras, têm solicitado a gigante que exclua alguns vídeos políticos, posts em blogs e outros conteúdos. A empresa também disse que, no passado, já havia sido solicitada para derrubar discursos políticos em muitos países.

Os Estados Unidos seguem no topo da lista, com 6321 pedidos, dos quais 93% foram totalmente ou parcialmente cumpridos. A Índia ficou em segundo, com mais de 2.000 pedidos, 66% cumpridos pelo Google.

O Brasil aparece em terceiro lugar na lista, com 1.615 solicitações, das quais 90% foram total ou parcialmente atendidas. Alguns dos pedidos dos EUA estavam em nome de outros governos.

“Isso é alarmante, não apenas pelo fato de colocar a liberdade de expressão em risco, mas também porque algumas dessas solicitações vieram de países que você dificilmente suspeitaria – democracias ocidentais que não são tipicamente associadas à censura”, disse a analista de políticas sênior do Google, Dorothy Chou, em um post no blog oficial.

A Google recebeu, por exemplo, uma solicitação do Escritório de Emissão de Passaportes do Canadá pedindo para que removessem um vídeo do Youtube em que um cidadão canadense aparece urinando em seu passaporte e jogando-o descarga abaixo. “Nós não cumprimos com esse pedido”, disse a Google.

Reguladores espanhois pediram ao Google, na metade no ano passado, que removesse 270 resultados que levavam a blogs e artigos de jornais que se referiam a indivíduos e figuras públicas, incluindo prefeitos e promotores. “Na Polônia, recebemos uma solicitação de uma instituição pública que dizia para removermos links de um site que a criticava”, disse Chou. A empresa afirmou que não cumpriu com nenhuma dessas solicitações.

O relatório da política de transparência do Google mostrou também que os pedidos feitos pelo governo dos Estados Unidos tiveram um aumento de 103% da metade do ano passado até o primeiro semestre deste ano.

Nos Estados Unidos, uma das solicitações que a gigante recebeu foi de uma agência local de aplicação da lei que pedia para que fossem removidos 1400 vídeos do Youtube que supostamente apresentavam assédio, mas a Google não cumpriu. A companhia também recebeu uma ordem judicial solicitando a derrubada de 218 resultados de buscas que levavam a sites de conteúdo supostamente difamatório. Apenas 25% dos resultados citados foram removidos.

Mas a Google chegou a cumprir algumas solicitações de governos como da Tailândia, que pediu a retirada de 149 vídeos do Youtube que supostamente insultavam a monarquia do país, considerado crime por lá. “Nós restringimos 70% desses vídeos na Tailândia, em conformidade com a lei local”, o relatório mostrou. Em seguida, uma solicitação vinda da Associação da Polícia do Reino Unido, a Google encerrou 5 contas de usuários do Youtube – que supostamente faziam apologia ao terrorismo -, alegando violação das leis do site. Foram removidos cerca de 640 vídeos.

Mundialmente, a Google disse que recebeu mais de 467 ordens judiciais, totalizando mais de 7000 itens entre julho e dezembro de 2011. A gigante também recebeu 561 solicitações, inclusive da polícia, que alcançou a marca de 5000 itens no segundo semestre daquele ano.

Outros países que são conhecidos pelas suas diferenças com o Google sobre conteúdo on-line continuam exigindo a remoção de tal conteúdo. Na Índia, por exemplo, o número de pedidos de remoção de conteúdo por parte do governo cresceu 49% comparado com o relatório do ano anterior.

A Google, juntamente com algumas outras empresas de Internet, enfrenta ações judiciais na Índia por conta de conteúdo considerado censurável em seus sites. A questão-chave na disputa é saber se um intermediário pode ser responsabilizado pelo conteúdo de terceiros em seus sites.

Fonte: IDG Now!

Google Street View chega a Brasília e mais de 70 cidades brasileiras

O Google Brasil anunciou na terça-feira, 14/08, a chegada do serviço de mapeamento Street View a mais de 70 novas cidades brasileiras, incluindo a capital nacional Brasília.

Por meio de um post em seu blog oficial, a gigante de buscas nota que os usuários agora podem acessar imagens panorâmicas de diversas cidades históricas do país, como Paraty e Salvador pelo computador e aparelhos móveis.

Segundo a assessoria do Google, o total de 76 novas cidades de todo o país estará disponível para os usuários brasileiros até a próxima sexta-feira, 17/8. A relação inclui capitais como Natal, João Pessoa, Aracaju, Fortaleza e Maceió, além das já citadas Salvador e Brasília.

O Street View chegou ao Brasil em 2010 e já está disponível em locais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Foz do Iguaçu, e até por rios da Amazônia.

Confira abaixo a lista completa das 76 novas cidades brasileiras do Street View: Cascavel, Toledo, Assis Chateaubrand, Goioere, Umuarama, Campo Mourão, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apuranga, Arapongas, Rolândia, Cambe, Londrina, Presidente Prudente, Assis, Ourinhos, Marilia, Bauru, Avaré, Piraju, Presidente Epitácio, Lençóis Paulista, São Jose do Rio Preto, Ribeirão Preto, Catanduva, Jaboticabal, Sertãozinho, Araraquara, Matão,
Franca, Goiana, Uberlândia,
Araguari, Brasília,
Luziânia, Vitória da Conquista,
Feira de Santana,
Salvador,
Ipira,
Itabuna,
Ihéus, Petrolina,
Aracaju,
Maceió, Recife, Campina Grande,
João Pessoa,
Natal,
 Fortaleza,
Mossoró,
Juazeiro do Norte, Trairi, Teresina,
Sao Luis,
Imperatriz, Vila Velha, Campos,
Muriae,
Juiz de Fora, Macaé,
Cabo Frio, Barra do Pirai,
Volta Redonda,
Resende,
Cruzeiro,
Lorena,
Guaratinguetá,
Angra dos Reis, Paraty,
Ubatuba, Itapetininga,
Itapeva, Castro,
Ponta Grossa, Irati,
e Rio Azul.

Fonte: IDG Now!

Quatro em cada 10 empresas brasileiras ainda não estão na web

Quatro em cada dez empresas com dez ou mais funcionários no Brasil ainda não estão na internet. O resultado é um dos obtidos pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em sua 7ª pesquisa TIC Empresas 2011, conduzida pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br). Os registros foram obtidos a partir de entrevistas com 5,6 mil empresas com dez ou mais funcionários no Brasil.

De acordo com a pesquisa, 60% das empresas possuem um site ou uma simples página na Internet e quase a totalidade dessas companhias (93%) os utiliza para oferecer informações institucionais. Os recursos menos comuns nesses sites são “sistema de pedidos ou reserva/carrinho de compras” (17%) e “pagamento online/completar transação” (12%), o que sugere a existência de um menor percentual de empresas que ofereçam condições para seus clientes finalizarem pedidos de compra de produtos e serviços online.

Praticamente todas as empresas com dez ou mais funcionários possuem computadores e acesso à Internet (99% e 98% respectivamente). Além disso, aumentaram em índices como a posse de rede LAN com fio e sem fio, que alcançaram, respectivamente, 88% e 68% das empresas. Estes são alguns dos resultados

“O cenário econômico brasileiro favorável parece ter contribuído para o crescimento regular da infraestrutura tecnológica das empresas brasileiras”, diz Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

A pesquisa revela ainda que o índice de proporção de empresas cujos funcionários têm acesso remoto ao sistema de computadores chegou a 46%.

Impactos de softwares
As atividades que utilizam Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), desde 2005, mais realizadas nas empresas analisadas são “enviar e receber e-mails” (99% delas declararam ter realizado essa atividade em 2011), “buscar informações sobre produtos ou serviços” (92%), e “outras buscas de informação e atividades de pesquisa” (84%).

Estagnadas seguem outras, em menor proporção, como monitoramento de mercado (59%), uso de mensagens instantâneas (55%), recrutamento de pessoas (39%). Por fim, o uso de telefone (VoIP) e a vídeo conferência via Internet (24%) e a entrega de produtos online (13%), são realizadas por um pequeno grupo de empresas.

“De acordo com o Information Economy Report 2010, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), as TICs podem dar origem a atividades que não existiam anteriormente, envolvendo a produção de novos bens ou serviços. Além disso, podem alterar a maneira como as atividades existentes são realizadas, levando a um aumento de receitas, redução de custos, melhora da qualidade e maior agilidade”, ressalta Alexandre Barbosa.

A partir dessa edição da pesquisa, o Cetic.br passou a investigar a introdução e os impactos que softwares novos ou aperfeiçoados trouxeram para as empresas brasileiras. “Apesar de ser a primeira coleta, os resultados encontrados indicam que esse uso tem importante papel para melhorar e tornar mais eficientes os processos empresariais”, afirma Alexandre.

Cerca de um terço das empresas brasileiras introduziu softwares novos ou que passaram por um aperfeiçoamento significativo em sua rotina. Dentre os principais motivos mencionados, o mais citado foi “melhoria de processos e procedimentos internos” (44%). Devido à própria complexidade das empresas médias e grandes, elas foram as que mais adotaram essa prática: essa proporção sobe para 49% e 50%, respectivamente.

O segundo motivo mais citado foi “ganho de produtividade e eficiência” (22%), em terceiro, o “objetivo de atender a demandas de clientes e fornecedores”, com 12%, e em seguida, com 11%, “a introdução se deu devido ao fato do software já ser integrado ao produto da empresa”. “Diferenciação e adaptação à concorrência” foi o principal motivo da introdução do software novo para apenas 8% das empresas e “viabilização de novas atividades e tarefas” para 7% delas. Todos os resultados da pesquisa TIC Empresas estão disponíveis em http://www.cetic.br/.

Fonte: IDG Now

Mais de 25% dos brasileiros não usam internet banking por medo de segurança

Ainda há gente que não se importa em comprar pelo telefone, passar dados do cartão de crédito e coisas do tipo, mas acha perigosíssimo fazer qualquer transação pela internet. Não sei de onde essas pessoas tiram essas ideias ou em qual época vivem, mas tenho pena.

Uma pesquisa feita pela  agência de relações públicas Edelman mostrou quais são as principais preocupações do internauta brasileiro em relação a seus dados, ao realizar compras ou utilizar serviços pela internet.

Entre os dados, chama a atenção o medo do internet banking. Apesar de contar com um dos sistemas mais desenvolvidos do mundo, mais de um quarto (27,3%) dos entrevistados afirma não acessar suas contas online. É mais do que o dobro da média mundial, de 13,4%.

No País, 60,2% dos consumidores considera a privacidade e a segurança na hora de adquirir produtos. A média global é de 38,2%, e estamos bem à frente dos Estados Unidos, segundo colocado com 41%.  Ao contrário de outros mercados, o Brasil enxerga nas companhias de segurança a principal fonte para orientações sobre segurança online e privacidade, seguidas por organizações de defesa de consumidores e amigos/família.

Em caso de quebra de privacidade do usuário, os pesquisados apontaram que a tendência seria deixar de usar produtos ou serviços da companhia ou ir para a concorrente. No setor bancário, 80,6% dos brasileiros afirmam que provavelmente ou muito provavelmente trocariam de instituição caso isto acontecesse, alinhados com a média global de 79,5%. No caso do varejo online, o brasileiro também é o mais propenso a abandonar as compras online com 80,2%, enquanto o índice global atingiu 75,1%.

Aproximadamente 35,5% dos brasileiros que usam a web estão significativamente mais preocupados hoje do que há cinco anos com segurança e privacidade de seus dados na rede. O Brasil ocupa a 3ª posição e fica acima da média global de 28,1% nesta categoria.

A pesquisa foi feita em mais seis países, sendo eles Alemanha, Coreia do Sul, China, Estados Unidos, Índia e Reino Unido, e reuniu 4.050 depoimentos com pessoas com mais de 18 anos. Para mais informações, basta acessar http://datasecurity.edelman.com.

Fonte: IDG Now!

Microsoft diz para usuários desativarem barra lateral no Windows 7

O cúmulo do abrsurdo! A Microsoft reconhece a falha e manda os consumidores se danaraem.

Ao invés de corrigir as vulnerabilidades com os Gadgets e a Barra Lateral no Windows Vista e Windows 7, a Microsoft está aconselhando os usuários a desativar os recursos completamente.

Os Gadgets e a Barra Lateral permitem aos usuários adicionar informações visuais e pequenos programas ao desktop do Windows, como relógios, tocadores de música e leitores de feeds RSS.

A Microsoft lançou uma correção para desativar ambos os recursos. Esses recursos se forem deixados habilitados, podem permitir a execução de código arbitrário, e acabar permitindo que atacantes assumam controle completo do sistema, adverte a empresa.

Pesquisadores estão se preparando para revelar as vulnerabilidades nos Gadgets na conferência Black Hat deste mês. A MS descreve a correção como uma solução temporária, por isso é possível que a empresa lance uma adequada e definitiva.

De acordo com o site The Verge, a Microsoft vai eliminar ambas as ferramentas no Windows 8. Eles estão disponíveis nas edições Consumer e Release Preview do Win8, mas tal como o Aero, não devem aparecer no produto final. É importante notar que a correção de segurança não se aplica a qualquer versão do Windows 8.

O triste fim dos Gadgets e da barra lateral não é uma surpresa. O recurso não tem sido muito popular, e a Microsoft entrega apenas nove de seus Gadgets no Windows 7. A empresa oferecia mais apps online, mas parou de fazê-lo. O site da empresa agora aconselha os usuários a não procurar Gadgets de fontes não confiáveis.

Fonte: Site: IDG Now!

Próxima geração de Ultrabooks terá resolução Full HD, bateria de 24h e 3D

Ultrabooks fizeram muito progresso no mercado como atraentes notebooks ultrafinos com Windows, porém os recursos que vimos até aqui podem ser apenas a ponta do iceberg. A terceira geração desses dispositivos deve chegar com ferramentas muito mais avançadas do que as atuais, incluindo telas de alta definição, novos tipos de sensores, displays 3D e muito mais.

Conforme informações do Digitimes, a Intel está pedindo para que seus fabricantes parceiros insiram as tecnologias mais recentes nos equipamentos. As fontes do site taiwanês listam não apenas telas sensíveis ao toque e drives de estado sólido (SSD), mas também displays de altíssima resolução e sensores inovadores.

Atualmente, a maioria dos notebooks oferece resoluções de tela de 1368×768 pixels. Ao fazer o upgrade para displays Full HD, como os Ultrabooks Zenbok Prime da Asus, a resolução é de 1920×1080 pixels, o que poderia tornar os laptops muito mais atraentes, especialmente depois que a Apple apresentou o MacBook Pro Retina, com a impressionante resolução de 2880×1800 pixels.

Além da melhoria na resolução, as telas também poderão ter suporte a 3D. Esse tipo de laptop ainda não decolou, principalmente devido ao custo elevado e ao fato de que o recurso parece apenas uma grande novidade, e acaba não reproduzindo o efeito muito bem. No entanto, como os Ultrabooks representam o que há de mais novo na tecnologia de laptops, faz sentido que o 3D apareça na categoria de produto.

Displays touchscreen já representam uma certeza bem maior, já que o Windows 8, que chega em outubro, possui a interface otimizada para esse tipo de tela e por causa de muitos outros indícios da Intel sobre esse assunto, já que alguns representantes da empresa já disseram que Ultrabooks com telas sensíveis ao toque devem aparecer ainda este ano.

A multinacional americana também deu a entender que os novos laptops trarão tecnologias adicionais como sensores e acelerômetros, aponta o Digitimes. Esses sensores podem ajudar a encontrar as informações mais relevantes próximos de você, melhorar seu gameplay, entre outros.

Apesar dos preços dos Ultrabooks terem caído para mais ou menos 600 dólares, esses recursos podem aumentar o custo dos laptops ultrafinos. Além disso, a terceira geração dos Ultrabooks é esperada para chegar apenas no segundo semestre de 2013, com a nova geração de processadores da Intel que, de acordo com a gigante, irá oferecer 10 dias de bateria útil em standby e a possibilidade de utilizar o laptop por até 24 horas com apenas uma carga.

Fonte: IDG Now!

Versão beta do Firefox 14 chega com segurança extra

A versão do Firefox 13 mal chegou aos computadores dos usuários e a Mozilla já liberou para os fãs mais curiosos a versão beta do Firefox 14 – e uma versão Aurora para o Firefox 15 também.

O mais notável no Firefox 14 são as novas ferramentas de segurança que “trazem facilidades aos usuários, para que eles possam ter controle sobre suas experiências na rede”, de acordo com um anúncio oficial divulgado pelo blog da Mozilla na semana passada.

Diversas novas ferramentas que chegam com a última versão desse popular e gratuito browser open source foram projetadas para facilitar a vida dos usuários, de fato. O esperado é que versão final não seja liberada até julho, mas aqui está um resumo de algumas das principais melhorias que você pode esperar.

1. Padrão HTTPS
No novo Firefox 14 beta, o HTTPS será habilitado como padrão em pesquisas feitas no Google, para ajudar na proteção dos usuários contra “infraestruturas na rede que possam coletar dados, modificar ou censurar resultados de buscas”, explicou a Mozilla. Essa nova ferramenta também impedirá que sites de terceiros possam coletar dados de pesquisas quando você clicar em itens localizados na página de buscas. “Estamos desenvolvendo um suporte adicional em sites de buscas que visa habilitar buscas com certificados SSL”, escreveu a Mozilla.

2. Uma nova bandeira vermelha
Também está inclusa na última versão do Firefox uma nova maneira de mostrar no browser a identificação verificada de um site na barra de endereços. São ícones específicos para cada tipo de site. Um ícone de um globo será posicionado próximo ao domínio, indicando quando um site não utiliza certificação SSL. Para os sites seguros (com a certificação SSL verificada), aparecerá um cadeado trancado e mostrará “https” no inicio do endereço.

Páginas que possuírem Extended Validation Certificate (certificado emitido apenas depois de rigorosas verificações da página), no entanto, serão identificados por um cadeado verde e mostrarão, ainda, o nome do dono do site. Sites com Http e Https misturados serão identificados por um triângulo cinza.

Esse será um guia visual rápido para o nível de segurança do site que você está visitando, identificando mais facilmente a “falsificação” de sites seguros.

3. Mais controle sobre plugins
A nova versão do browser permitirá aos usuários maior controle sobre plugins, como Flash e Quicktime, com a ferramenta “click-to-play”, a qual adiciona um botão de “play” em todos os conteúdos que necessitam desses plugins. Assim, os usuários poderão escolher quando dar o play. “A nova versão incluirá customizações específicas e uma interface robusta. Por enquanto, você pode experimentar a nova ferramenta em ‘plugins’, mudar o “click to play” para ‘true’, nas configurações”, explicou Mozilla.

4. Melhor suporte para Lion
Para usuários do Mac, Firefox 14 oferece agora suporte full-screen para Mac OS X Lion 10.7, fornecendo “uma experiência mais rica e imersiva de navegação”, como definiu a Mozilla.

5. Recurso autocompletar para URL
O último – e não menos importante – botão da barra de endereços do Firefox 14 beta é o autocompletar. Enquanto você está digitando o endereço da página, o recurso completa-o para você, facilitando o processo e tornando-o mais rápido do que nunca.

E quanto ao Firefox 15? A versão Aurora desse software já está liberada. A mais notável adição é o suporte para PDF – ferramenta que o Chrome teve por um tempo. Nenhuma dessas novidades foram projetadas para propósitos comerciais, claro, mas se você está interessado em dar uma olhada neles, ambas estão liberada gratuitamente para Windows, Linux e Mac. O Firefox 14 beta pode ser achado no canal da Mozilla e o preview do Firefox 15, na página do Aurora.

Fonte: IDG Now

Justiça decide que Google não violou patentes ao usar Java no Android

Uma corte distrital da Califórnia decidiu que as APIs (interface de programação) do Java no Android não são elegíveis de proteção pela lei de copyrights americana, o que representa uma grande derrota da Oracle em um dos maiores processos da empresa contra a Google.

A decisão foi bem apertada, e foi aplicada apenas às 37 interfaces de programação de aplicativos Java que a Google era acusada de infringir. Ainda assim, ela é vista por muitos como uma vitória na indústria de software, que temia que os desenvolvedores fossem sufocados caso a Oracle ganhasse a causa.

“Essa decisão não afirma que os pacotes de APIs Java estão livres de quaisquer licenças” escreveu o juiz William Alsup. “Não defende que a estrutura, sequência e organização de todos os programas de computador possam ser roubadas. Ao invés disso, assegura os fatos específicos deste caso, que os elementos replicados em particular pela Google eram livres para todos, sob o a lei de copyright”. A Oracle, por sua vez, afirmou que irá “apelar vigorosamente da decisão”.

A Oracle processou a Google há cerca de dois anos, alegando que o sistema operacional Android infringia suas patentes do Java, que foram adquiridas pela empresa quando esta comprou a Sun Microsystems em 2010. O júri declarou a companhia de Mountain View culpada no começo do mês, porém a corte entregou apenas um veredito parcial na questão de infração de copyright. Antes do julgamento dessa semana, a Google enfrentava a perspectiva de um novo julgamento para decidir a questão.

No entanto, havia uma questão muito maior: as APIs Java podem ser protegidas pelas leis americanas de direitos autorais? Depois do julgamento, o júri decidiu que as APIs são funcionais, apenas utilitários da plataforma Java e, por isso, não são elegíveis de proteção. Essas APIs são basicamente pequenas palavras e frases que descrevem funções que um programador pode querer implementar em um programa Java, como “print screen” ou “encontre a raiz quadrada de”, por exemplo.

Qualquer um é livre para escrever um código que implemente essas funções, desde que esse código para a implementação seja original, afirmou o juiz. O fato de que a Google utilizou os mesmos nomes que a Oracle optou não necessariamente importa.

Fonte: IDG Now!

Computadores brasileiros estão mais protegidos do que americanos

Pesquisa realizada pela McAfee com computadores do mundo todo mostrou que 17% das máquinas analisadas não possui antivírus instalado. Os Estados Unidos ficou com uma das piores posições, com 19% de computadores desprotegidos.

Já o Brasil conseguiu um resultado melhor e se manteve abaixo da média, com quase 15% dos equipamentos sem antivírus – a empresa afirma que quase 85% dos computadores do país foram examinados.O estudo classificou como computadores ‘sem-proteção’ aqueles que não possuíam antivírus instalado, ou cujas assinaturas estavam vencidas. Nos Estados Unidos, 12% dos computadores não possuíam qualquer programa antivírus e 7% tinham o software expirado.

A McAfee realizou a pesquisa com dados de verificações de computadores de 27 milhões de pessoas em 24 países. De acordo com a companhia, o estudo foi o primeiro a examinar diretamente os computadores ao invés de aplicar pesquisas em usuários. Segundo o diretor de marketing global de produtos de consumo da MacAfee, Gary Davis, pesquisas com usuários geralmente apontam que apenas 6% dos computadores não estão protegidos. “As pessoas sabem que é politicamente correto ter um antivírus”, explicou Davis. Em alguns casos, os usuários chegam a acreditar que a assinatura de seu software ainda está funcionando, quando, na verdade, está vencida.”

A pesquisa também mostrou que computadores da Finlândia, Itália, Nova Zelândia, Alemanha e Dinamarca são os mais propensos a estarem protegidos. Já os de Singapura, Espanha, México, Japão e Estados Unidos têm menor probabilidade de terem uma proteção antivírus válida. “Acreditávamos que os computadores do Japão e dos Estados Unidos seriam aqueles que estariam no topo dos computadores com proteção, mas eles de fato estão lá embaixo”, disse Davis.

Espanha teve a maior porcentagem (16%) de computadores sem qualquer proteção instalada. Singapura teve o maior percentual se usuários com proteção inválida (12%).

Davis acredita que educar os usuários talvez ajude a reduzir o número de máquinas desprotegidas. Atualizar o sistema para o Windows 8 – que necessita um antivírus válido instalado – também pode ajudar.

Fonte: IDG Now!

Um terço dos brasileiros faz compras pelo smartphone, diz Google

Pesquisa conduzida pelo Google em parceria com a IpsosMediaCT estima que 14% da população brasileira  possua um smartphone.

Utilizadas por 59% dos brasileiros que possuem um smartphone, as redes sociais são as categorias de serviço mais popular, seguidas de perto pelo e-mail (57%) e pelos mecanismos de pesquisa (55%). Pouco mais de 40% dos entrevistados disseram acessar a Internet por meio de seus dispositivos pelo uma vez por dia.

Um quarto dos consumidores ouvidos também afirmou que prefere ficar sem a TV a abrir mão do smartphone.  Ele, porém, é mais valorizado como ferramenta de entretenimento do que de comunicação. Enquanto 92% o usam para tarefas como navegar na web, ouvir músicas ou jogar games, 86% disseram adotá-lo para interagir por redes sociais ou enviar e-mails. Três quartos costumam assistir vídeos no celular, apesar das pequenas telas.

Os dispositivos são populares na hora de fazer compras: 45% pesquisam sobre os produtos neles e depois os adquirem pelo computador e 30% agem de maneira semelhante, mas preferem fechar o negócio em uma loja física. Interessante notar que 31% optam por realizar a transação a partir do próprio aparelho.

Esse índice, aliás, tende a crescer, pois 38% dos usuários brasileiros pretendem fazer mais compras pelo dispositivo nos próximos meses. O que impede que o mesmo seja ainda maior é a falta de confiança: 34% afirmam que não usam o smartphone para adquirir produtos por não se sentirem seguros para tanto. Outros 15% dizem que “é muito complicado”.

Segundo o estudo, 75% dos entrevistados iniciam uma pesquisa no celular após verem um anúncio em outra mídia, como TV e revistas. Quase metade, entretanto, não vai longe e não passa da primeira página da busca. Quanto à publicidade no celular, as mais notadas são as veiculadas em mecanismos de pesquisa (43%) e em sites (42%). Aplicativos aparecem bem atrás, com 31%.

Para a pesquisa, mil internautas brasileiros com idade entre 18 e 64 anos foram ouvidos durante os três primeiros meses deste ano.

Fonte: IDG Now!

Symantec anuncia fabricação do Norton no Brasil

Finalmente o velho galã de filmes B chega ao Brasil

A Norton, da Symantec, que atua no mercado de segurança da informação, vai iniciar a fabricação de toda a linha de produtos no Brasil. Entre eles estão Norton AntiVirus, Norton Internet Security, Norton 360, Norton Ghost, Norton Mobile Security, Norton Tablet Security e futuras soluções.

De acordo com a companhia, com a produção local, o prazo de entrega dos produtos após solicitação do distribuidor terá redução de 70% [de 25 dias para sete dias]. Antes, o pedido era feito diretamente para os Estados Unidos, onde a solução era manufaturada e então importada para o Brasil, o que ocasionava em atrasos e uma relação menos vantajosa de custo-benefício.

Com a mudança, a companhia espera crescimento de 20% nas vendas no varejo. Segundo a empresa, outra vantagem do novo modelo está no tempo de lançamento dos produtos, que demorava em média 30 dias para chegar ao Brasil. A partir de agora, os produtos estarão disponíveis no mercado nacional ao mesmo tempo que nos Estados Unidos.

Fabiano Tricarico, diretor de vendas da Norton da Symantec para a América Latina, explica que a decisão pela fabricação local foi possível após uma reestruturação da empresa que resultou na criação de uma divisão de desenvolvimento de negócios em países estratégicos. Ele aponta que o Brasil é o quarto país do mundo, dentro da Symantec, que possui um centro de produção local, além de Singapura, Estados Unidos, China e República Checa.

Fonte: IDG Now!

Com anúncio na TV, Chrome poderá ultrapassar o Firefox antes do Natal

Pelo jeito não é só o péssimo IE quem está perdendo terreno. Até mesmo o ótimo Firefox está ameaçado pelo Google e o seu Chrome. A reportagem abaixo é uma esperança de que as pessoas realmente usem bons programas para navegar.

Desde janeiro, fatia de mercado do browser da Google tem crescido um ponto porcentual por mês, enquanto Firefox e IE perdem usuários.

Desde janeiro, a fatia de mercado do navegador Chrome tem crescido um ponto porcentual por mês, enquanto a do Firefox cai 0,4 ponto, indicam dados da empresa de métricas web StatCounter. A participação atual de mercado do Chrome é de 23,16% e a do Firefox, 27,49%.

Quando analisadas em conjunto, a taxa de crescimento do Chrome e a de declínio do Firefox sugerem que o navegador da Google deverá roubar o segundo lugar da Mozilla no ranking até dezembro. O Internet Explorer, da Microsoft, ainda é o líder, com participação de 41,89%, mas essa vantagem também tem diminuído.

As descobertas da StatCounter coincidem com as de outras empresas que medem a utilização de browsers. A NetApplications, por exemplo, dá ao Firefox uma vantagem ainda maior em relação ao Chrome (22,57% ante 15,51%). Mesmo assim, o Chrome iria ocupar o segundo lugar no ranking em meados de 2012.

Na TV

A Google tem divulgado o Chrome de forma agressiva, com anúncios de TV de apelo sentimental, até mesmo no Brasil – um deles mostra um pai usando o YouTube, o Gmail e outros serviços da Google para criar uma versão digital de cápsula do tempo a ser aberta no futuro por sua filha. Nos Estados Unidos, os anúncios começaram a ser veiculados em maio e, nos dois meses seguintes, o Chrome teve sua maior ascensão no ano.

Enquanto isso, o Firefox tem recebido críticas por um cronograma mais rápido de lançamento de versões. O ciclo de seis semanas tem a vantagem de trazer novos recursos ao navegador em períodos regulares, mas também causa problemas com a exterminação de bugs e incompatibilidades com alguns add-ons.

O Chrome também tem roubado mercado do Internet Explorer. Isso pode ocorrer em parte por causa da decisão da Microsoft de matar o Internet Explorer 6. Tanto a Microsoft como seus parceiros encorajam empresas a abandonar o velho navegador e, embora o IE como um todo venha perdendo mercado, o Internet Explorer 9 tem ganhado participação de forma rápida, especialmente em PCs com Windows 7.

Nenhuma dessas métricas leva em conta smartphones, tablets e outros aparelhos móveis, mas o mercado móvel é dominado pelo navegador que estiver pré-carregado no aparelho. O Safari 5.0, da Apple, para iOS é o grande líder, com 46,15% de penetração, seguido do browser Android 4.0, com 15,15%. O Firefox tem apenas 0,03% do mercado móvel.

Fonte: IDG Now!