Filme que contará a história de Elton John libera a primeira imagem

Rocketman, que estreia no dia 30 de março de 2019, vai contar a história de um dos músicos mais talentosos e extravagantes da nossa época: Sir Elton John.

Definido como “uma fantasia épica musical, sem censura”, a produção britânica tem direção de Dexter Fletcher (Hotel Babilônia) e será estrelado por Taron Egerton (Kingsman: The Secret Service e Kingsman: O Círculo Dourado).

O filme chegará aos cinemas de todo o mundo enquanto Sir Elton faz a sua turnê de despedida dos palcos.

 

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Grupo de “Space Rock” lança disco com a participação de Eric Clapton

O Hawkwind, formado em 1969 na Inglaterra, lançou Road To Utopia , o seu 31° disco de estúdio. Tendo passado por diversas vertentes como hard rock, progressivo e rock psicodélico, a banda decidiu recriar várias de suas canções com a participação de uma orquestra.

Com arranjos criados pelo maestro Mike Batt e vários solos de ninguém menos que Eric Clapton (na faixa The Watcher), o Hawkwind consegue reoxigenar algumas canções que ainda mantêm sua força nas versões originais.

Para os que não conhecem a banda, vale uma pesquisada. Para os que já estão familiares com a sua obra, Road To Utopia é um disco interessante e desafiador.

Cotação *** ½

Livro revela o banquete que marcou o fim da Era Cabral

Obra, do jornalista Sílvio Barsetti, é uma leitura envolvente e traz detalhes assustadores da festa que marcou o início do fim de uma dinastia no Rio de Janeiro

Definitivamente, Cultura não está restrita as áreas que normalmente são lembradas pela maioria das pessoas — música, teatro, cinema, poesia, prosa, romance, etc. Uma boa pesquisa pode render uma obra primordial, mesmo que seja sobre política ou quase isso.

Leitura envolvente

A Farra dos Guardanapos – O último baile da Era Cabral, é um livro envolvente e ao mesmo tempo assustador. O jornalista Silvio Barsetti apurou detalhes que deixam qualquer leitor boquiaberto, principalmente às vésperas de uma eleição.

As pouco mais de 150 páginas de texto podem ser devoradas em poucas horas e revelam momentos que não podem ser repetidos. Não importa qual a tendência dos eleitores, é deles a responsabilidade em evitar um déja vu.

O Rio era Paris

Para quem ainda não ligou os pontos, A Farra dos Guardanapos foi o nome dado a festa promovida por Sérgio Cabral Filho, então governador do Rio de Janeiro, promoveu em uma mansão na Avenida Champs-Elysées, em Paris, em 2009.

O trem da alegria promovido por Cabral & Cia é dissecado minunciosamente. Os convidados, o cardápio, os diálogos, os assessores que ajudaram na preparação do evento e até mesmo os que ficaram encarregados de encobrir tudo, são revelados.

Afinal, saber que foram gastos R$ 1,5 milhão na festa e que foram consumidas 300 garrafas de vinhos e espumantes (franceses, é claro), são dados tão relevantes quanto saber quem as bebeu.

Inimigo perigoso

Hoje, fica fácil lembrar que essa festa foi um dos estopins para a prisão do ex-governador e vários de seus colaboradores, mas será que as pessoas lembram quem acendeu o estopim disso tudo?

Acreditem, foi o também ex-governador e ex-aliado Anthony Garotinho, figura pra lá de controversa.

Foram três anos entre a festa e a divulgação das primeiras fotos, mas, como dizem, a vingança é um prato que se come frio.

Dentro do salão

Provavelmente, os dois maiores trunfos do livro são ter uma narrativa que coloca o leitor praticamente dentro do salão onde a festa acontecia e não se deixar levar pela tentação de falar sobre as inúmeras falcatruas da gangue.

Tão importante quanto saber os detalhes dos bastidores dos filmes da saga Guerra nas Estrelas ou ler a biografia de um grande astro do rock, é saber como a história aconteceu e o que fazer para impedir que ela se repita.

Cotação *****

Serviço

A Farra dos Guardanapos – O último baile da Era Cabral
Autor: Sílvio Barsetti
Editora: Máquina de Livros
Páginas: 176
Preço: R$ 39,90

Televisão: Os apartamentos de Jorge Bispo

Fotógrafo estreia no Canal Brasil “502”,  programa que aborda a nudez masculina

Neste post, faço um mea culpa, conto uma historinha rápida e aproveito para jogar umanovidade no colo de vocês. Não necessariamente nessa ordem, é claro.

Outro dia mesmo estava na lavanderia e a moça que ocupava uma das máquinas puxou papo. Aquela espera tipo fila. Nem adiantou o fato de eu estar com a cara enfiada no meu livro.

Conversamos amenidades por dois minutos.

Voltei para a leitura, mas ela disparou:

— Quando você terminar de ler, tenho uma pergunta para fazer. Uma curiosidade…

O livro na minha mão, bojudo, nem tinha chegado à metade de suas páginas. Respirei fundo e prestei atenção na companheira de roupa suja. Ela queria saber, antes de mais nada, se eu assistia ao Canal Brasil. E aqui vem o mea culpa.

Parei e pensei. Não lembrava a última vez que sintonizei na emissora. Inclusive, preciso frisar que, tirando futebol, não ligo mais canal de TV aberta e, com a facilidade do streaming, abandonei até a TV a cabo, que me prende a horários. Respondi que não, não tinha o costume.

Foi aí que ela introduziu seu desconforto com um programa com o qual se deparou, um belo dia, zapeando. Era o “302”. Desde 2014, o fotógrafo Jorge Bispo trabalha seu projeto, concebido para a internet — o “Apartamento 302” —, como programa televisivo.

Já foram ao ar quatro temporadas. Nele, mulheres comuns se despem, no sentido mais amplo da palavra, para a lente de Bispo. E as câmeras do Canal Brasil. O questionamento da companheira de lavanderia:

— O que leva essas mulheres a fazer isso? E por que mulheres, e não homens?

O que acontece em 10 minutos no 302

Curiosa, fui conferir.

Cada episódio tem duração de cerca de 10 minutos. A convidada, uma mulher “comum”, conta sua própria história diante das câmeras. O tratamento é típico de documentário.

Mulheres reais em seus próprios ambientes onde, teoricamente, se sentem mais confortáveis. Elas narram suas histórias, conversam com um interlocutor que nunca aparece. Não interessa; ela está falando com você, espectador.

No início, a nudez é metafórica. O assunto abordado deve ter o máximo de honestidade possível. A câmera é sua terapia, naquele momento. Depois de enfrentar seus fantasmas, é preciso se reencontrar. E, segundo Bispo, nenhuma maneira é melhor de fazê-lo, a não ser totalmente despida.

No fim, uma foto. E, talvez para muitas mulheres, a paz interior.

Para minha melhor amiga da lavanderia, a satisfação de tentar entender, agora, o universo masculino.

Nudez masculina dois andares acima: 502

A partir de 28 de setembro, o fotógrafo trará novidades para as telas: o “502”, programa que explora a nudez masculina. A série será dirigida por Helena de Castro. Matheus VK assina a trilha original da abertura.

Assim como no “302”, a relação com corpo será um tema bastante presente no “502”. Mas assuntos como racismo, masculinidade, virilidade, sexualidade e, claro, tamanho do pênis, também entram em questão quando homens tiram a roupa.

O programa ainda contará com a participação de um personagem trans que deixa bem clara sua motivação para estar ali: se reconhecer e se afirmar como homem. Quanto ao ato de despir-se, Bispo afirmou que os caras o fazem de forma bastante semelhante às mulheres.

“Venho me surpreendendo com como não faz muita diferença. Mesmo com o tabu do tamanho do pênis, masculinidade e etc. Vi que existem homens com perfis variados assim como acontecia com as mulheres. Não consigo identificar uma característica própria dos homens nesse aspecto”

Jorge Bispo

Enquanto nas mulheres fotografadas para o  “302”, liberdade e autoconhecimento apareciam entre os principais motivos para embarcar  no projeto, para os homens os motivos são mais variados: o desafio, vaidade, afirmação perante a sociedade de sua sexualidade.

Bateu curiosidade? Zapeia!

502 
Estreia: Sexta, dia 28, à 0h
Quando: Sextas, meia-noite
Classificação: 14 anos
Direção: Helena de Castro

Relembrando – Jeannie é um Gênio (I Dream Of Jeannie)

Um dos meus seriados preferidos.

IDEIAS EM BLOG

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Hoje iremos relembrar um pouco um grande seriado do passado, Jeannie é um Gênio (I Dream of Jeannie, em inglês). A série Americana de fantasia foi estrelada por Barbara Eden como um gênio de 2.000 anos de idade e Larry Hagman como um astronauta que se torna seu mestre, com quem ela se apaixona e acaba se casando. Produzido pela Screen Gems, o programa foi ao ar em 18 de setembro de 1965 até 26 de maio de 1970 com novos episódios, e até setembro de 1970, com repetições de temporada, na NBC. A série durou cinco temporadas e produziu 139 episódios.

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No episódio inicial, o astronauta Capitão (depois Major) Anthony Nelson, da Força Aérea dos Estados Unidos, parte em um voo espacial quando sua cápsula, Stardust One, cai acidentalmente numa ilha deserta no Pacífico Sul. Na praia, Anthony nota uma estranha garrafa que rola sozinha. Quando ele a…

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Álbum Branco ganha superedição pelos 50 anos

O disco The Beatles, que ficou conhecido como Álbum Branco, chega aos 50 anos e ganha caixa com 6 CDs, 1 Blu-ray, livro e mais

O ano era 1968, os Beatles — o maior, mais criativo e importante grupo de rock da época (e de todos os tempos) estava em ebulição.

Tinham perdido seu empresário (Brian Epstein), recebido críticas negativas (pelo filme Magical Mystery Tour) e começava a sofrer com as desavenças entre seus integrantes e a aparição de Yoko Ono.

Foi nesse cenário de início de caos que a banda voltou da Índia carregada de novas composições que acabaram se transformando no primeiro e único disco duplo da sua carreira.

Encomende a sua cópia aqui!

Clássicos e raridades

Nas suas 30 canções há clássicos como Back in the U.S.S.R., Blackbird, While My Guitar Gently Weeps, Sexy Sadie e Helter Skelter, sem contar com algumas loucuras que foram incluídas (e outras deixadas de lado) pelo produtor George Martin.

Depois de vários relançamentos comemorativos e raridades pinçadas em várias coletâneas (vide os três volumes do Anthology), o Álbum Branco ganha a sua versão definitiva (apesar da expressão estar bem batida).

Produzida por Giles Martin, filho de George Martin, o novo Álbum Branco vai ganhar uma nova mixagem, uma versão 5.1 e uma enxurrada de versões alternativas além das 27 demos gravados pelo grupo na casa de George Harrison.

São 6 CDs e 1 Blu-ray, livro, fotos e muita história e talento. O preço ultrapassa as 100 libras (R$ 500), mas, após o que vimos na versão comemorativa do álbum Sgt. Pepper’s, tenho certeza de que valerá a pena.

O disco chega ao mercado no dia 9 de novembro.

Versão mono

Quem conhece um pouco da história dos Beatles sabe que eles só davam atenção aos lançamentos em mono. Portanto, saber que a nova mixagem tomou como base a versão estéreo do disco é um pouco decepcionante.

As diferenças são tantas que citar todas elas seria trabalho para uma grande série de posts. Sendo assim, é melhor ouvir por você mesmo — a mixagem mono também estará na caixa.

PS: Ouvir a versão mono é ouvir o verdadeiro Álbum Branco.

O conteúdo e as versões

Apesar de algumas raridades esperadas pelos fãs não terem sido incluídas e permanecerem um mistério (como a canção Etcetera e a versão de 27 minutos de Helter Skelter) a lista de outtakes é de impressionar, principalmente um ensaio da canção Let it Be, que nunca havia sido citada em nenhum livro sobre a banda.

Você poderá escolher entre os seguintes formatos:

6CD+blu-ray box set
4LP vinyl set (stereo remix + Esher Demos)
3CD deluxe (stereo remix + Esher Demos) – Versão que será lançada no Brasil
2LP vinyl (stereo remix)

CD 1: The BEATLES (‘White Album’) 2018 Stereo Mix

Back in the U.S.S.R.
Dear Prudence
Glass Onion
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Wild Honey Pie
The Continuing Story of Bungalow Bill
While My Guitar Gently Weeps
Happiness is a Warm Gun
Martha My Dear
I’m so tired
Blackbird
Piggies
Rocky Raccoon
Don’t Pass Me By
Why don’t we do it in the road?
I Will
Julia

CD 2 The BEATLES (‘White Album’) 2018 Stereo Mix

Birthday
Yer Blues
Mother Nature’s Son
Everybody’s Got Something to Hide Except Me and My Monkey
Sexy Sadie
Helter Skelter
Long, Long, Long
Revolution I
Honey Pie
Savoy Truffle
Cry Baby Cry
Revolution 9
Good Night

CD 3: Esher Demos

Back in the U.S.S.R.
Dear Prudence
Glass Onion
Ob-La-Di, Ob-La-Da
The Continuing Story of Bungalow Bill
While My Guitar Gently Weeps
Happiness is a Warm Gun
I’m so tired
Blackbird
Piggies
Rocky Raccoon
Julia
Yer Blues
Mother Nature’s Son
Everybody’s Got Something to Hide Except Me and My Monkey
Sexy Sadie
Revolution
Honey Pie
Cry Baby Cry
Sour Milk Sea
Junk
Child of Nature
Circles
Mean Mr. Mustard
Polythene Pam
Not Guilty
What’s the New Mary Jane

CD 4: Sessions

Revolution I (Take 18)
A Beginning (Take 4) / Don’t Pass Me By (Take 7)
Blackbird (Take 28)
Everybody’s Got Something to Hide Except Me and My Monkey (Unnumbered rehearsal)
Good Night (Unnumbered rehearsal)
Good Night (Take 10 with a guitar part from Take 5)
Good Night (Take 22)
Ob-La-Di, Ob-La-Da (Take 3)
Revolution (Unnumbered rehearsal)
Revolution (Take 14 – Instrumental backing track)
Cry Baby Cry (Unnumbered rehearsal)
Helter Skelter (First version – Take 2)

CD 5: Sessions

Sexy Sadie (Take 3)
While My Guitar Gently Weeps (Acoustic version – Take 2)
Hey Jude (Take 1)
St. Louis Blues (Studio jam)
Not Guilty (Take 102)
Mother Nature’s Son (Take 15)
Yer Blues (Take 5 with guide vocal)
What’s the New Mary Jane (Take 1)
Rocky Raccoon (Take 8)
Back in the U.S.S.R. (Take 5 – Instrumental backing track)
Dear Prudence (Vocal, guitar & drums)
Let It Be (Unnumbered rehearsal)
While My Guitar Gently Weeps (Third version – Take 27)
(You’re so Square) Baby, I Don’t Care (Studio jam)
Helter Skelter (Second version – Take 17)
Glass Onion (Take 10)

CD 6: Sessions

I Will (Take 13)
Blue Moon (Studio jam)
I Will (Take 29)
Step Inside Love (Studio jam)
Los Paranoias (Studio jam)
Can You Take Me Back? (Take 1)
Birthday (Take 2 – Instrumental backing track)
Piggies (Take 12 – Instrumental backing track)
Happiness is a Warm Gun (Take 19)
Honey Pie (Instrumental backing track)
Savoy Truffle (Instrumental backing track)
Martha My Dear (Without brass and strings)
Long, Long, Long (Take 44)
I’m so tired (Take 7)
I’m so tired (Take 14)
The Continuing Story of Bungalow Bill (Take 2)
Why don’t we do it in the road? (Take 5)
Julia (Two rehearsals)
The Inner Light (Take 6 – Instrumental backing track)
Lady Madonna (Take 2 – Piano and drums)
Lady Madonna (Backing vocals from take 3)
Across the Universe (Take 6)

Blu-ray: The BEATLES (‘White Album’)

Audio Features:
: PCM Stereo (2018 Stereo Mix)
: Mono Mix
: DTS-HD Master Audio 5.1 (2018)
: Dolby True HD 5.1 (2018)

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

Jeff Goldblum vai lançar seu esperado disco de jazz

Astro de A Mosca, Independence Day e Jurassic Park segue o caminho de Hugh Laurie e vai lançar disco de jazz

O ator Jeff Goldblum surpreendeu os fãs ao fazer uma pequena apresentação na estação de trem de St Pancras (em Londres) para promover o disco Jeff Goldblum & The Mildred Snitzer Orchestra- The Capitol Studios Sessions, que será lançado no da 9 de novembro.

Assim como Hugh Laurie (o eterno Dr. House), Goldblum decidiu levar a sério suas habilidades ao piano e sua paixão pelo jazz. O disco terá 14 faixas e duas delas — My Baby Just Cares For Me e Cantaloupe Island — já podem ser conferidas nos serviços de streaming.

O álbum vai trazer clássicos do jazz e convidados da categoria de Imelda May.

The Capitol Studios Sessions Tracklist:

1. Cantaloupe Island
2. Don’t Mess With Mister T (feat. Till Bronner)
3. My Baby Just Cares For Me (feat. Haley Reinhart)
4. Straighten Up And Fly Right (feat. Imelda May & Till Bronner)
5. Jeff Introduces Sarah Silverman (feat. Sarah Silverman)
6. Me And My Shadow (feat. Sarah Silverman & Till Bronner)
7. Nostalgia In Times Square
8. It Never Entered My Mind (feat. Till Bronner)
9. Gee Baby (Aint I Good To You) (feat/ Haley Reinhart)
10. I Wish I Knew (How It Could Feel To Be Free)
11. This Bitter Earth (feat. Imelda May & Till Bronner)
12. Come On-A-My House (feat. Imelda May & Till Bronner)
13. Caravan (feat. Till Bronner)
14. Good Nights

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

Não gosta de cães e gatos? Cuidado com os voos da Gol

Empresa lança serviço que permite que cães e gatos viagem na cabine do avião, até em voos internacionais

Essa é uma dica de viagem extra

Toda novidade envolvendo empresas aéreas pode ser controversa. Franquia e cobrança de bagagens, novas classes econômicas vip e facilidades para os passageiros precisam sempre de um olhar minucioso.

A última novidade é a possibilidade que a Gol dá aos donos de animais de viajarem com eles dentro das cabines dos aviões. Chamado de Pet na Cabine, o serviço pode ser um alívio para os donos dos animais e um tormento para os demais passageiros.

Assim como acontece com as crianças, animais viajando nas cabines têm um grande potencial para incomodar muita gente.

Crianças na cabine

A coisa é tão séria que uma pesquisa com passageiros dos Estados Unidos mostrou que mais da metade deles (52%, para ser exato) acham que famílias com crianças menores de 10 anos deveriam viajar em uma parte separada do avião.

Empresas como Malaysian Airlines e AirAsia já oferecem zonas livres de crianças em aos seus clientes.

A ideia não é bem vista por empresas brasileiras e norte-americanas, preocupadas com os possíveis problemas de relações-públicas, mas são um sucesso onde existem.

Pode parecer preconceito, mas quem já viajou mais de 11 horas com uma criança chorando por perto sabe que é tudo uma questão de conforto. Afinal, ter filhos é uma escolha do casal e não da coletividade.

Animais de estimação

Sendo um adorador de gatos, entendo totalmente que as pessoas prefiram viajar perto de seus bichanos do que deixá-los em um compartimento isolado.

O problema é que nem todo mundo gosta de animais e eles podem exalar odores e emitir sons nada agradáveis.

Todo o material promocional sobre o novo serviço da Gol é voltado apenas para os donos dos pets. Porém, além de não falar nada sobre quem está sentado no entorno, algumas fotos e informações divulgadas são preocupantes.

A empresa informa que o animal precisa ter no máximo 10 kg (incluindo a caixa de transporte — que não é fornecida pela empresa) e ter, no mínimo, 4 meses de vida. O bichinho vai viajar sob o assento da poltrona a sua frente.

Mas, por exemplo, e os pés da pessoa sentada na poltrona sob a qual está o bicho? E caso o animal urine ou defeque? E se alguém for alérgico a pelos de animais? Bem, nada disso é explicado.

Viagem tranquila?

Seu gato ou cachorro pode ficar pertinho de você durante todo o voo, o que vai deixar a viagem muito mais agradável e tranquila

A frase acima parece até uma provocação para boa parte dos viajantes, mas é assim que a empresa pensa.

Quem quiser saber como seu bichano pode acompanha-lo em um voo da Gol, deve ir até a página do serviço e conferir as condições (embora o preço seja diferente para cada tipo de viagem). Está tudo bem explicado lá.

SFA

Descontos? Avisos aos passageiros? Plano de contingencia? Não. Nada disso é citado no material promocional sobre esse novo serviço.


Procurada, a assessoria da Gol sugeriu que visitássemos a página do serviço — como se isso já não tivesse sido feito — e não respondeu a nenhum dos questionamentos feitos, “por conta de agenda dos porta-vozes”.

Para que porta-vozes se eles não estão disponíveis para falar?

É o famoso SFA!

Update: Conforme avisado nos comentários, quase todas as empresas oferecem esse serviço (cobrando ou não). O que não muda nada.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

Dicas de Viagem V: Tipos de tomadas pelo mundo

Dicas de Viagem VI: Não se aperte com comida

Brasileiros incrementam a compra de livros usados

Livros e automóveis são os produtos usados mais adquiridos nos últimos 12 meses, revela estudo da CNDL/SPC Brasil de setembro

Num país onde o índice de leitura é insuficiente e as editoras sofrem com o baixo número de exemplares vendidos, é um alento saber que os livros são os produtos usados mais comprados pelos brasileiros.

Um país se constrói com homens e livros“. A frase — adaptação da sentença de Monteiro Lobato e lema dos comerciais da Biblioteca do Exército — serviu como base para a formação de uma geração que tinha na leitura um dos alicerces da sua educação.

Líder de vendas

Os livros foram responsáveis por 54% das vendas de produtos usados em 2017, na frente até dos automóveis (43%), segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Não sei se isso significa que a população está lendo mais, mas é um dado que deve ser comemorado de qualquer forma. Ainda mais, se levarmos em conta que a maior parte dos produtos colocados à venda no período foi formada por eletrônicos (40%) e smartphones (40%).

A pesquisa mostra que a oportunidade de diminuir gastos e poupar é um dos objetivos da maioria das pessoas que optam pela aquisição de produtos usados. Dentre os que compraram ou venderam produtos usados nos últimos 12 meses, 65% calcularam a economia proporcionada, sendo 41% no caso da compra e 24% com a venda. Entre esses, nove (92%) em cada dez consumidores acreditam que a economia de dinheiro com a compra de usados foi significativa para o bolso. Os sites ou aplicativos especializados e o contato com amigos e conhecidos se destacam entre os principais locais para compra e venda de usados.

A pesquisa

A pesquisa ouviu 824 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais do país e acima de 18 anos. A margem de erro é de no máximo 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

22 Milhas, um longa fraco com cara de franquia

22 Milhas, dirigido por Peter Berg, mistura referências e clichês de vários filmes consagrados

Uma equipe de elite cumprindo uma missão que não pode ser resolvida por mais ninguém; uma ameaça terrorista; uma pessoa que precisa ser levada de um ponto a outro, sendo seguida por assassinos bem armados, e um personagem que pode ou não ser um vilão.

Esse pequeno conjunto de fatores pode parecer familiar, e é.

Sendo assim, fica claro que 22 Milhas, novo longa dirigido por Peter Berg (O Grande Herói e O Dia do Atentado) e estrelado por Mark Wahlberg (Os Infiltrados, Ted e Uma Saída de Mestre), tem um roteiro bem pouco criativo.

Todos com mais de 30 anos já viram todos esses elementos em um grande número de longas que fizeram sucesso e não sei se precisamos de (re)ver tudo isso novamente.

Ah, não esqueçamos das inevitáveis reviravoltas no enredo.

Elenco de peso e edição nervosa

A produção não foi barata. O elenco — no qual ainda encontramos nomes como Lauren Cohan, Iko Uwais, Ronda Rousey e John Malkovich — é bem afiado, mas não consegue tirar a incômoda sensação de déja vu.

A edição e a montagem tentam (com algum sucesso) tornar a ação intensa, embora deixem as cenas um pouco picotadas demais.

A violência também não é pouca e deve agradar boa parte do público dos filmes de ação.

Misturando Bourne, Rambo e Bond

 

O herói interpretado por Wahlberg é uma pessoa cheia de tiques, com pouca interação social e habilidades que lembram Rambo, Jason Bourne e James Bond.

O funcionamento da equipe tem um quê de Missão Impossível e o fim do longa deixa claro a intenção de criar uma nova franquia.

Perseguições de automóveis, pancadaria e tecnologia tentam dar um ar de novidade e emoção ao filme, mas nada funciona muito bem.

Tela Quente

O resultado é um filme nervoso, confuso, com uma história pouco criativa e um gancho que pode levar (tomar que não) a uma continuação. Não chega a ser um desastre, mas é fácil de ser esquecido.

Algum dia, vai ser uma boa Tela Quente  ou Temperatura Máxima.

Cotação: ** ½

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

Dicas de Viagem VI: Não se aperte com comida

Muita gente acha que é difícil conseguir contornar alguma preferência ou alergia alimentar durante uma viagem. Não é!

Que comida de avião é ruim — apesar de detestar a palavra — é consenso, mas foi-se o tempo onde as opções ficavam na tradicional pergunta: carne ou pasta?

Com o crescente número de pessoas com restrições alimentares — seja por problemas de saúde, convicção religiosa ou preferência própria — as empresas aéreas passaram a oferecer uma série de opções aos passageiros.

Até na classe econômica

Como a maioria das pessoas viaja mesmo na rabeira, na senzala (como podia ser chamada antes do nefasto advento do politicamente correto), as preocupações são grandes na hora de encarar uma viagem longa.

Felizmente, as companhias aéreas conseguem adaptar os seus cardápios para quem tem alguma alergia ou restrição alimentar.

É só entrar em contato com a empresa assim que fizer a reserva. Muitas vezes é até possível resolver isso no momento da compra da passagem.

Há pratos vegetarianos, sem glúten, sem lactose, para crianças, kosher (alimentos judaicos), para bebês e ainda há a possibilidade de levar seus próprios alimentos. Fale com a companhia e veja as suas opções.

Para os passageiros das classes executivas e da primeira classe, há mais variedades ainda, mas nem vou falar disso para não chorar.

Declaração médica

Uma dica bastante interessante é, nas viagens para o exterior, levar uma declaração médica especificando a sua restrição/alergia.

Não esqueça que ela deve estar devidamente traduzida para o idioma do país de destino, que deve trazer uma relação dos alimentos que não podem ser consumidos e que sempre deve estar com você, para o caso de alguma emergência.

Nos hotéis e nos passeios

No Brasil, o idioma facilita evitar problemas, mas mesmo no exterior as coisas estão bem mais simples. Muitos hotéis e destinos turísticos (parques, monumentos, etc.) já se adaptaram aos novos tempos.

Disney, Universal Studios e muitos lugares em grandes cidades, como Nova York, Londres e Paris, possuem uma série de opções sem glúten, nut-free (sem nozes, amendoim, caju, castanhas e similares), sem lactose, veganas, etc.

Na Disney, por exemplo, há até uma linha de salgadinhos especiais, a Snacks with Character. Não há motivos para passar fome em lugar nenhum, seja lá qual for o seu problema.

Nos hotéis, o ideal é informar do problema antes de fazer a reserva. Sempre há como pedir refeições especiais e a coisa pode ficar mais fácil quando os quartos estão equipados com geladeira e fogão. Aí, tudo fica por conta da criatividade culinária do viajante.

Caso o hotel não ofereça nenhuma opção, esqueça e procure outro lugar. Saúde em primeiro lugar.

Conclusão

No fim das contas, a modernidade facilita a vida de quem não pode apreciar todas as delícias e gordices do mundo. Os antialérgicos são sempre companheiros leias e podem permitir que lagostas e camarões sejam consumidos sem medo (ufa), mas sempre tome cuidado.

Com alguns cuidados básicos crianças, adultos e idosos podem viajar sem preocupações.

Bom apetite!

Outros bizus

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

Dicas de Viagem V: Tipos de tomadas pelo mundo

Fotos: Divulgação, Till Bartels e Fernando de Oliveira

Tony Bennett e Diana Krall: Love Is Here to Stay, um senhor disco

Aos 92 anos, Bennett mostra que ainda domina a arte de escolher bons parceiros e boas canções em mais um disco fundamental, Love Is Here to Stay

Tony Bennett e Diana Krall não são desconhecidos um do outro, muito pelo contrário. Desde 1999 que os dois andam se esbarrando nos palcos e estúdios, tendo lançado canções nos discos Playin’ With My Friends (2001) e Duets: An American Classic (2006).

Em Love Is Here to Stay a dupla esbanja classe em certeiras 12 canções e econômicos 36 minutos, que devem ser aproveitados ao máximo pelo ouvinte, pois não há excessos ou escolhas equivocadas.

Gershwin na veia

A obra criada por George e Ira Gershwin já serviu de combustível para o lançamento de centenas de álbuns. Poucos com a categoria de Love Is Here to Stay, produzido por Dae Bennett e Bill Charlap.

Os arranjos, econômicos e muito elegantes, ficam por conta do Bill Charlap Trio — Bill Charlap (piano), Peter Washington (baixo) e Kenny Washington (bateria) — que faz um trabalho perfeito, destacando as vozes dos dois intérpretes.

Prêmios e recordes

Krall e Bennet são dois artistas reconhecidos pelo público e crítica pela qualidade de seus trabalhos. Os dois já ganharam uma quantidade considerável de prêmios Grammy.

Bennett é o único artista que, com 85 e 88 anos, respectivamente, teve álbuns debutando no primeiro lugar da Billboard, a parada norte-americana — Duets II e Cheek to Cheek (com Lady Gaga).

Diana Krall é a única artista de jazz a ter oito álbuns chegando em primeiro ligar na Billboard na semana de seu lançamento.

Para aumentar ainda mais a quantidade de prêmios de Bennet, Love Is Here to Stay já lhe rendeu mais um. No show de lançamento do disco, na última quarta-feira, 12 de setembro, em Nova York, Bennett foi homenageado pelo Guinness Book (o livro dos recordes).

O cantor, agora, é o artista mais tempo levou para fazer uma regravação de um single. Foram 68 anos e 342 dias (contando do dia 3 de agosto de 2018) entre a primeira vez que gravou Fascinating Rhythm — ainda sob o pseudônimo de Joe Bari — e o novo registro.

Um senhor esperto

Normalmente artistas mais veteranos vão perdendo espaço na mídia e relevância no mercado. Parece que 2018 veio para demolir essa verdade.

Assim como Paul McCartney — que emplacou um disco em 1º lugar na parada após 36 anos — Bennett mostra que qualidade ainda faz a diferença.

Mas não é apenas a longevidade da sua voz que faz de Bennett um fenômeno. Suas escolhas recentes têm sido acertadíssimas.

Desde 2014, quando convidou Lady Gaga para gravar um álbum — o maravilhoso Cheek to Cheek, um dos melhores discos dos últimos 20 anos e que também gerou um ótimo DVD ao vivo — que Bennett só acerta.

Depois disso, lançou The Silver Lining: The Songs of Jerome Kern e o especial de TV — que também virou disco — Tony Bennett Celebrates 90: The Best Is Yet to Come.

Esse especial, que conta com as participações de Andrea Bocelli, Michael Bublé, Aretha Franklin, Billy Joel, Elton John, Diana Krall, Lady Gaga, k.d. lang, Rufus Wainwright e Stevie Wonder, é imperdível.

Levando-se em conta que esses projetos foram propostos por Bennett, vê-se que o homem ainda sabe como se manter no topo.

Muitos pontos altos

Difícil apontar as melhores faixas de Love Is Here to Stay . S’Wonderful, I Got Rhythm, I’ve Got A Crush On You, But Not For Me e Fascinating Rhythm seriam as minhas escolhidas hoje, o que não quer dizer que outras não possam entrar na lista amanhã mesmo.

Se Love Is Here to Stay não tem o vigor de Cheek to Cheek, mostra que Bennett ainda é rei quando se fala em crooner de jazz. Sua voz ainda é potente e impecavelmente afinada. Um fenômeno!

Para ouvir repetidamente.

**** ½

PS: Surpreendentemente, a versão física do disco já foi lançada no Brasil.

Fotos: Gregg Greenwood e Divulgação

Uma versão deste texto foi publicado na Revista Ambrosia

Receita: Lombinho de porco assado com ervas

Faz pouco menos de cinco anos que postei minha receita de lombinho de porco assado com melado. Agora, chegou a hora de compartilhar outra receita com o mesmo corte de carne.

Equipamento

1 travessa (para o lombinho)
1 recipiente para misturar as ervas

Ingredientes


1 lombinho (entre 1kg e 1,5kg, com capa de gordura)
Suco de ½ laranja ou 100ml de seco de maça
Suco de ½ limão
Sal grosso (a gosto)
Alho picado (a gosto)
Vinagre (a gosto)
Azeite (a gosto)
Pimenta calabresa
Tempero do Edu Guedes (pode ser comprado nas Casas Pedro)
Lemon Pepper
Louro em folhas
Queijo parmesão ralado

Modo de fazer

Antes de iniciar, lembre que o lombinho vai diminuir muito de tamanho durante o preparo.

Portanto, pense em uma peça maior caso tenha mais de três pessoas para o almoço.

Primeiro passo: em um recipiente misture o sal, o alho, o louro, a pimenta calabresa, o tempero do Edu Guedes, o lemon pepper e o parmesão ralado. Faça uma quantidade suficiente para cobrir o lombinho por dentro e por fora.

Depois, pegue o lombinho e faça um corte (não a ponto de dividir o lombinho) para poder abrir uma fenda e temperar por dentro.

Porém, antes de colocar as ervas, pegue o suco de laranja (ou maça) e injete no lombinho — use uma seringa ou faça furos na carne com uma faca e despeje o suco). Reserve por cerca de 40 minutos.

Agora, pegue a mistura de ervas, sal e alho e espalhe por dentro e por fora do lombinho até criar uma crosta. Leve ao forno pré-aquecido (aproximadamente 180ºC) por aproximadamente 45 minutos (ou até a crosta começar a ficar tostada).

Retire do forno, coloque sobre papel alumínio, despeje o suco de limão, embrulhe e leve novamente ao forno por mais 20 minutos.

Está pronto!

Fica ótimo com arroz branco, purê de batatas, batatas com alecrim e/ou uma salada caprese.

PS: Ervas secas costumam potencializar o sabor e aroma se comparadas com as ervas frescas. Não exagere em nada.

Conheça outras receitas do blog

Parabéns, Paul McCartney, por mais um nº 1

Paul McCartney chega ao topo da Billboard novamente, depois de 36 anos 3 meses e 10 dias

Egypt Station, lançado no dia 7 de setembro (leia a crítica aqui) pode não ser uma obra prima, mas deu ao ex-beatle Paul McCartney o seu 8º álbum no topo da parada americana (sem contar com os Beatles*, claro).

A pesada agenda promocional deu resultado e foram vendidas 153 mil cópias do disco, apenas na primeira semana nas lojas.

Tug of War

O último disco de Paul a alcançar o lugar máximo nas paradas havia sido o maravilhoso Tug of War (1982).

Qualidade a parte, é uma grande façanha a de Egypt Station e de seu autor, no auge dos 76 anos.

Leia mais sobre o 1º lugar de Egypt Station (em inglês) e saiba tudo sobre o disco e o esforço promocional de Paul.

*Foram mais 19 álbuns no topo da Billboard.

 

Como e porque conservar um (bom) vinho – Parte II

Agora que já falamos sobre o básico do conceito de vinhos de guarda, vamos tentar entender quais vinhos realmente merecem serem bebidos depois de evoluídos.

Há vinhos que, por melhor que seja a sua qualidade, são produzidos para serem consumidos ainda jovens. Um ótimo exemplo são os vinhos verdes, produzidos em Portugal e que devem ser abertos o mais rápido possível.

O vinho, quanto mais envelhece mais calor ganha; pelo contrário, a nossa natureza quanto mais vive, mais vai esfriando — Lope de Veja

Mas vamos ao que interessa, os vinhos que devemos preservar.

As origens

França

Muitos dos vinhos produzidos no país têm grande potencial de guarda, mas não se iluda, a maioria não se encaixa nessa categoria.

Champagne: todas as bebidas produzidas nessa região podem ser consumidas quando chegam ao mercado, porém os safrados e os Cuvée Prestige ainda evoluem bastante com alguns anos de garrafa.

Rhône: segundo os especialistas que já tiveram a chance de prova-los, rótulos como Hermitage de Chave, Châteauneuf-du-Pape, Château Rayas, Paul Jaboulet e Côte-Rôtie de Guigal, para citar alguns, merecem um tempo de evolução na garrafa.

Borgonha: os grandes produtores da região lançam rótulos que normalmente alcançam o seu melhor após cerca de 15 anos, sem distinção de cor.

Bordeaux: aqui é a exceção que comprova a regra. Muitos vinhos produzidos na região merecem um tratamento especial. Rótulos como Pétrus, Latour, Mouton, Lafite, Haut-Brion, Margaux e até alguns os Sauternes (vinho doces) podem ficar bem por 40 anos ou mais, mas o normal é se manterem no auge por 10 ou 20 anos. Isso, sem citar os Gran Cru (brancos ou tintos).

Portugal

Os vinhos portugueses têm algumas características únicas — principalmente por conta das castas utilizadas e pelo método de produção, no caso dos Portos. São menos opções de guarda, mas não deixam de serem importantes.

Porto: produzidos desde sempre para durarem, alguns já saem das vinícolas com mais de 10 anos de guarda. O seu sabor muda muito e quem já experimentou um Porto de 40 anos sabe do que estou falando. Mas não é qualquer Porto que envelhece bem. Os mais básicos devem ser consumidos logo. Guarde os Colheita e os Vintage.

Setúbal e Ilha da Madeira: assim como os vinhos do Porto, os vinhos Madeira são bem longevos, podendo evoluir por décadas. Já os vinhos produzidos na região de Setúbal são menos afeitos ao tempo, mas há alguns — Bacalhôa (Moscatel), por exemplo — que resistem bem.

Espanha

Os Jerez são os principais vinhos de guarda produzidos no país, e os bons podem durar até 40 anos, mas há outros.

Rioja: os tintos Reserva e Gran Reserva da Rioja também estão entre os que podem se manter no auge por décadas. Se topar com um deles, pode guardar (ou beber).

Itália

Um dos maiores produtores de vinhos, o país também é rico na variedade de castas e denominações de origem controlada. Destaco os Amarone e os vinhos da Toscana.

Vêneto: os Amarone de Valpolicella, são vinhos potentes e que podem melhorar na garrafa por década, embora sejam deliciosos mesmo quando jovens. Há excelentes produtores na região e vinícolas como a Santa Sofia merecem uma visita. Seus vinhos são fantásticos.

Toscana: região, entre outros, dos Chianti, tem uma série de ótimas vinícolas produzindo Chianti Classico Riserva, que podem evoluir por até 10 anos.

Piemonte: os Barolo e Barbaresco —principais vinhos da região — normalmente chegam aos seu auge atingem com 15 anos. Novamente, há um grande número de produtores fazendo ótimos vinhos.

Novo Mundo

Estados Unidos, Argentina, Chile e Austrália também têm rótulos que podem se beneficiar do tempo. Infelizmente, os preços são muito altos para criar tradição ou permitir que mortais os provem.

Destaques: Opus One (EUA); Almaviva, Don Melchor e Clos Apalta (Chile) e Weinert (Argentina).

Outros países

Hungria: Terra dos Tokaji — inacreditáveis vinhos de sobremesa — tem alguns rótulos que se mantêm por mais de 30 anos. Vinícolas como Oremus, Royal Tokaj e Pendits merecem destaque.

Áustria: outro país especialista em vinhos de sobremesa. Alguns deles podem ser guardados por décadas. Procure por bons produtores, como a Kracher.

Agora que já sabemos quais vinhos devem ser guardados, vamos descobrir como fazê-lo. Aguarde o próximo post da série.

Como e porque conservar um (bom) vinho – Parte I

Mais posts sobre vinho

Spotify lança show de McCartney em Abbey Road

McCartney lança show gravado no estúdio 2 de Abbey Road, teaser da apresentação no Cavern Club e clipe de canção do novo disco

Nas manchetes

Paul McCartney e seu time estão mesmo empenhados em fazer de Egypt Station, lançado no dia 7 de setembro, um sucesso.

Poucas vezes nas últimas décadas Macca esteve tantas vezes nas manchetes. São entrevistas para revistas, jornais, Q&A no Twitter e muitas outras ações. O esforço para levar Paul novamente ao topo das paradas contrasta com a atuação da sua gravadora no Brasil, onde nem se sabe quando haverá o lançamento físico do disco.

Depois de várias ações promocionais bem-sucedidas — o emocionante Carpool Karaoke (que teve milhões de visualizações e ganhou uma versão estendida); a entrevista no seu antigo colégio, em Liverpool; o show secreto na Grand Central Station, em NY.

Agora, Paul e o Spotify lançam Under the Staircase, a apresentação para 150 convidados no estúdio 2 de Abbey Road.

Novo Fuh You

Poucos dias antes do lançamento de Under the Staircase, Paul divulgou o vídeo oficial da canção Fuh You, um dos singles de Egypt Station.

O roteiro pode ser capenga, mas as imagens são fofas.

Cavern Club

Paul esteve em Liverpool e proporcionou para alguns felizardos um concerto surpresa no Cavern Club, onde os Beatles começaram a sua lenda.

Ainda não há data para o lançamento do vídeo, mas é certo que não vai demorar muito para acontecer.

Sob as escadas

Gravado em 23 de julho, mesmo dia no qual voltou a atravessar a faixa de pedestres e ganhar espaço nos noticiários de todo o mundo, o show foi gravado pelo Spotify, em uma parceria inédita.

Gravado sob a supervisão de Giles Martin, filho do 5º beatle Sir George Martin, Under the Staircase é uma experiência única para quem nunca teve a oportunidade de entrar no estúdio ou ouvir as histórias de Sir Paul McCartney.

Se você não é daqueles  que já assistiram dezenas de shows do ex-beatle (no Brasil e, principalmente, no exterior), não se preocupe. Ele sempre guarda alguma novidade para contar.

As canções

São 17 canções e 34 clipes de vídeo (números musicais e histórias). Entre as canções estão:

•    A Hard Day’s Night
•    Love Me Do
•    Drive My Car
•    Got To Get You Into My Life
•    We Can Work It Out
•    I’ve Just Seen A Face
•    Lady Madonna
•    Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band/Helter Skelter
•    Nineteen Hundred And Eighty Five
•    My Valentine
•    Fuh You
•    Come On To Me
•    I’ve Got a Feeling
•    One After 909
•    Ob-La-Di, Ob-La-Da
•    Back In The U.S.S.R.
•    Birthday

Para assistir ao concerto é só ir no Spotify e procurar pela playlist criada para o evento (link aqui).

Aproveitem!

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia.

Setor de entregas de comida movimenta R$ 10 bi por ano

Setor entrega desde pizzas até comida mineira, passando por sushis e churrasco

Chamado pelos empresários de delivery, o setor de entregas de alimentos vai bem no Brasil, principalmente graças ao crescimento da popularidade dos aplicativos para smartphones.

Este é um dos casos onde a tecnologia realmente melhora a experiência do consumidor (em casa ou no trabalho).

Além das tradicionais pizzas e comidas orientais, o brasileiro se acostumou a pedir pratos que podem ser tradicionais como arroz com feijão e bife ou mesmo uma comidinha mineira com sotaque, uai.

Levantamento feito pelo Sebrae mostra que a maioria dos consumidores prefere locais que ofereçam entrega em domicílio, mesmo quando esse serviço não é usado.

Já um estudo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), mostra um crescimento do número de pedidos via aplicativo em torno de R$1 bilhão por ano. Já o total do setor chega aos R$10 bilhões por ano.

Claro que os números são apetitosos (para empreendedores e clientes), mas, enquanto a crise durar, é melhor ficarmos cozinhando em casa.

Veja algumas sugestões de receitas testadas pelo blog.

O “Outro Sol” de Max Viana, filho de Djavan

Max Viana, filho de Djavan faz homenagem ao pai com regravação de Samurai, em disco recheado de ritmos e climas

Ser filho de um dos ícones da música brasileira não deve ser fácil. As comparações são praticamente inevitáveis e a pressão para desenvolver um trabalho de qualidade enormes.

Felizmente, esses fatores não parecem afetar Max Viana, filho de Djavan, que lançou seu quarto álbum, Outro Sol, simultaneamente no Brasil e no Japão (onde a versão física chega ao mercado em novembro). Hoje, o disco pode ser encontrado nas plataformas digitais.

— É um disco que passeia por diversos estilos e explora a riqueza da MPB, que é a música que mais permite falar de tantos gêneros diferentes. Sou de uma época na qual a gente ouvia de tudo no rádio — explicou o músico.

A experiência de ter atuado como guitarrista do pai e já ter trabalhado com gente do calibre de Arlindo Cruz, Luiza Possi, Claudia Leitte, Ana Petkovic e Rappin’ Hood, além do próprio Djavan, é claro, trouxeram uma segurança e experiência que estão visíveis no novo trabalho.

Evoluindo

Produzido pelo próprio Max (assim como os trabalhos anteriores) e Renato Iwai, Outro Sol soa como uma evolução natural dos discos anteriores — o Calçadão (2003), Com Mais Cor (2007) e Um Quadro de Nós Dois (2011) — misturando jazz, soul, funk, samba e pop de maneira muito inspirada.

— Acho que é uma evolução natural. O tempo vai passando e a gente vai apurando algumas coisas. Ele tem umas coisas de arranjo que eu gosto mais, que são mais objetivas. Tem uma escolha de repertório que me grada muito e onde posso ter canções como Outro Sol, que remetem ao meu primeiro disco — revelou Max.

A mistura de influências começa logo na faixa-título (a primeira do disco), que traz aquele suingue dançante que deixa claro o pedigree (no bom sentido) de Max. Essa mesma linha dançante está em Tem Fé e Linha de Frente, fazendo uma trinca de abertura de muito peso.

Mas não são apenas os ritmos dançantes que se destacam em Outro Sol. As baladas Pontos de Partida e Tem Nada Não mostram que o talento de Max vai bem mais além do óbvio.

Tem nada não
Meu bem querer
Eu fico aqui até passar
Seu coração vai aprender a não se machucar

Um dia sol, um dia sem
Nenhum motivo pra nublar
Felicidade um dia vem
Pedindo pra ficar

Fim em alto nível

Se as baladas fazem Outro Sol subir de nível novamente, as duas últimas canções — o samba O Amor Não Acabou e a regravação de Samurai — fecham o disco com aquele velho chavão: “chave de ouro”.

O Amor Não Acabou é daqueles sambas com toques pop que não se ouve muito mais nas rádios. Longe do popularesco, a canção tem a elegância de um Paulinho da Viola, mesclado com uma contemporaneidade do Casuarina.

A parceria com Pretinho da Serrinha e Leandro Fab seria um encerramento perfeito para um ótimo trabalho, mas tem mais!

Samurai

Uma das canções mais conhecidas da MPB e da carreira do pai, Samurai ganha uma nova roupagem, mais balançante ainda, com um toque de modernidade, mas sem cair no pastiche ou soar oportunista.

— Quando estava fechando o repertório, uma pessoa da gravadora de lá perguntou se eu poderia regravar essa canção. Como é uma música muito emblemática do meu pai, não é uma que eu escolheria para gravar. Eles disseram que exatamente por isso eles achavam que seria bacana para apresentar no Japão. Gostei do desafio e meu pai gostou muito, até porque ela é muito diferente da original — revelou.

No fim, Max Viana oferece um trabalho de altíssima qualidade e com uma versatilidade capaz de agradar fãs de (quase) todos os gêneros.

Início, meio e fim

Outro Sol, que ganha edição física no Japão (ainda não há confirmação de seu lançamento no Brasil) é um disco clássico, com uma história própria.

— O streaming mudou um pouco a maneira das pessoas ouvirem música, exatamente por essa opção de ouvir uma faixa aleatória ou na ordem que mais gostar, mas ainda acho que o disco é uma história com início, meio e fim, que deve ser ouvida na sequência concebida pelo autor — explicou o músico.

No outro lado do sol

Aproveitando o lançamento simultâneo no Brasil e no Japão, Max embarca, em dezembro, para uma turnê do outro lado do mundo.

Cotação: ****

Fotos: Marcos Hermes

Uma versão desse texto foi publicada na Revista Ambrosia

Os 20 anos do Google

Site de buscas revolucionou a internet e trouxe uma série de novidades para o ciberespaço

Apesar de muita gente não acreditar, houve um tempo onde a hegemonia para das buscas na internet era compartilhado por sites como AltaVista, Hot Bot ou Yahoo Search.

Isso pode parecer estranho, mas o mundo funcionava com tecnologias tão antigas quanto o fax, o telefone e o pager (façam buscas para saber o que são).

Dois aniversários

A data oficial de nascimento do Google é 4 de setembro 1998 (quando foi registrado como empresa, embora o Google comemore no dia 27, sem uma explicação plausível para a escolha dessa data).

Segundo dados da própria empresa, 15% das consultas feitas no buscador são inéditas, há 130 trilhões de endereços que já foram pesquisados, com uma média de tempo de resposta de apenas 0,25 segundo.

A empresa também é responsável por outros serviços que dominam a internet como o YouTube, Chrome, Maps, Gmail, Drive e o Google Translator (para citar alguns).

No Brasil desde 2005, o Google já investiu milhões no país — somente entre janeiro de 2017 e maio de 2018 foram R$ 700 milhões — e tem quase mil funcionários.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o Brasil é um dos cinco principais mercados do Google.

Parabéns pra você!

Os vencedores do Comunique-se 2018

Prêmio destaca jornalistas de várias áreas

O Prêmio Comunique-se já se tornou um dos principais eventos na área jornalística. Vencer (e até mesmo ser indicado) pode ser considerado uma honra.

Este ano, figurinhas carimbadas e novatos apareceram na lista de vencedores.

Confira.

Âncora

Rádio
Ricardo Boechat – BandNews FM

TV
Chico Pinheiro – TV Globo

Blog & Tecnologia

Blog
Andréia Sadi – G1

Tecnologia
Viviane Werneck – TechTudo

Colunista

Notícia
Ricardo Boechat – IstoÉ

Opinião
Eliane Brum – El País

Correspondente Internacional

Brasileiro no Exterior – Mídia Escrita
Claudia Trevisan – ex-Estadão

Brasileiro no Exterior – Mídia Falada
Rodrigo Alvarez – TV Globo

Estrangeiro no Brasil
Alba Santandreu – EFE

Cultura

Mídia Escrita
Xico Sá – El País

Mídia Falada
Adriana Couto – TV Cultura

Economia

Mídia Escrita
Nathalia Arcuri – Me Poupe

Mídia Falada
Flávia Oliveira – GloboNews

Empreendedorismo

Cobertura de Empreendedorismo
Maria Prata – GloboNews

Jornalista Empreendedor
Conrado Corsalette – Nexo Jornal

Esporte

Mídia Escrita
Paulo Vinícius Coelho – UOL

Mídia Falada
Tino Marcos – TV Globo

Locutor
Luís Roberto – TV Globo

Nacional

Mídia Escrita
Malu Gaspar – Piauí

Mídia Falada
Zileide Silva – TV Globo

Repórter

Imagem
Marlene Bergamo – Folhapress

Mídia Escrita
Chico Felitti – BuzzFeed BR

Mídia Falada
Caco Barcellos – TV Globo

Sustentabilidade
Rosana Jatobá – Rádio Globo, Rede TV e Universo Jatobá

Ponto Nero faz dez anos e muda a identidade visual

Rótulo, pertencente ao grupo Famiglia Valduga, quer mostrar que espumantes são bons par todas as épocas do ano

Quem já provou os espumantes da marca Ponto Nero (. Nero), da Famiglia Valduga, sabe que são bebidas de boa qualidade e com preços extremamente competitivos.

Agora, ao completar dez anos, os produtos ganham uma repaginada, sem mudar o conteúdo de dentro das garrafas.

Vale conferir.

A linha de espumantes (com comentários do fabricante):

Ponto Nero Cult Brut (750ml / 1,5L) – Considerado jovem e elegante, o Ponto Nero Brut possui aroma frutado e dominado por notas de maçã, abacaxi e melão, mescladas a delicados nuances florais. O equilíbrio gustativo é resultado da perfeita harmonia entre as três uvas que compõem o rótulo, Chardonnay, Pinot Noir e Riesling.É um espumante de textura cremosa e viva acidez, porém leve e refrescante.

Ponto Nero Cult Brut Rosé (750ml) – Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir, este elegante espumante Brut Rosé apresenta coloração rosa alaranjado. A delicadeza das uvas combinada com os 6 meses de autólise resulta em um espumante com notas de cereja, pêssego e damasco com delicadas nuances de brioche. No paladar tem uma perfeita harmonia entre a elegância e frescor do rosé com a textura cremosa proveniente de sua maturação.

Ponto Nero Live Celebration Brut (750ml) – O espumante Ponto Nero Live Celebration Brut é elaborado com 30% de Chardonnay, 30% de Rielsing, 20% de Pinot Noir e 20% de Prosecco. Com uvas cultivadas no Vale dos Vinhedos (RS), o espumante Nero Live Celebration Brut é elaborado através do método Charmat. Possui aroma elegante com notas de frutas como maçã e pêssego. Suas nuances cítricas aportam um estilo leve e delicado ao seu perfil aromático.

Ponto Nero Live Celebration Moscatel (750ml) – O espumante Ponto Nero Live Celebration Moscatel é elaborado com 100% de uvas tipo Moscato Branco. É um espumante cristalino, doce, de coloração amarela esverdeada, perlage fino e persistente. Intenso aroma frutado, notas de flores brancas como jasmin e flor de laranjeira.

Ponto Nero Live Celebration Glera (750ml) – Elaborado 100% com uvas Glera, este elegante espumante possui coloração esverdeada clara com perlage fino e constante. Aromas delicados como pomelo, lima e flores brancas harmonizam com o paladar aveludado e envolvente com final refrescante.

Ponto Nero Live Celebration Rosé (750ml) Elaborado com uvas Chardonnay, Merlot, Riesling e Glera, apresenta coloração vermelho cereja. Aromas de frutas vermelhas como morango e framboesa formam a base de um vibrante aroma frutado. Discretas nuances lácteas se entrelaçam às notas frutadas e somam complexidade ao perfil aromático. O ataque inicial oferece toda a intensidade da fruta acompanhada de uma refrescante acidez. Na sequência é macio e sedoso, resultado da incrível harmonia entre as uvas.

Todos os produtos Ponto Nero podem ser adquiridos pelo e-commerce: http://www.famigliavalduga.com.br

Elton John inicia mais uma turnê de despedida

A Farewell Yellow Brick Road teve seu início no sábado (8) em Allentown, na Pennsylvania. Turnê de Elton John terá mais de 300 shows e vai durar três anos

Sir Elton John é um veterano com muitos prêmios na prateleira e uma carreira recheada de clássicos. Foi o rei das paradas na década de 70 e manteve-se ativo e relevante por quase cinco décadas. Agora, parece que, aos 71 anos, ele vai mesmo pendurar as chuteiras.

— Gostaria de agradecer do fundo do meu coração por tudo o que vocês me deram nesses últimos 50 anos. Tenho a mais bela família de todas e eu realmente preciso passar mais tempo com eles. Eu sei que vocês vão entender isso, já que a maioria de vocês tem seus próprios filhos. Eu só quero que vocês saibam a razão pela qual estou fazendo essa turnê —explicou Elton durante o show.

Veja a primeira imagem de RocketMan, filme que vai contar a trajetória de Elton

Três anos de despedida

Anunciada em janeiro, a Farewell Yellow Brick Road está programada para ter mais de 300 datas, com shows em todos os continentes e duração de três anos. O Brasil vai estar no roteiro (embora ainda sem data definida) e podemos esperar mais uma inclusão de Skyline Pigeon no repertório.

Clássicos e números menos conhecidos

Acompanhado de um grupo formado por craques — alguns deles fazendo parte das bandas do músico desde 1968 e início dos anos 70 — Elton fez o que se espera dele: desfilou grande parte de seus sucessos e pinçou algumas obscuridades (veja o setlist no fim do texto).

Um show que reúne Ray Cooper, Dave Johnstone e Nilgel Olson no mesmo palco, não pode dar errado. Uma apresentação onde são interpretados números como Tiny Dancer, Someone Saved My Life Tonight, Don’t Let The Sun Go Down On Me e Your Song, só pode deixar o público extasiado.

Agora é esperar que o Rocket Man aterrisse no Brasil.

O setlist

Bennie and the Jets
All the Girls Love Alice
I Guess That’s Why They Call It the Blues
Border Song
Tiny Dancer
Philadelphia Freedom
Indian Sunset
Rocket Man (I Think It’s Going to Be a Long, Long Time)
Take Me to the Pilot
Someone Saved My Life Tonight
Levon
Candle in the Wind

Intervalo

Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding
Burn Down the Mission
Believe
Daniel
Sad Songs (Say So Much)
Don’t Let the Sun Go Down on Me
The Bitch Is Back
I’m Still Standing
Crocodile Rock
Saturday Night’s Alright for Fighting

Bis

Your Song
Goodbye Yellow Brick Road

Silvio Caldas inglês?

Reginald Kenneth Dwight nunca foi uma pessoa fácil. Seus chiliques são famosos e, assim como o nosso Silvio Caldas, seus anúncios de despedida dos palcos não foram poucos.

Abaixo alguns das mais famosas histórias de despedida de Elton John.

1977 (Wembley Stadium)

O primeiro dos anúncios de despedida aconteceu em novembro de 1977, antes de tocar (apropriadamente) Sorry Seems to be the Hardest World. A ideia não durou muito e dois anos depois ele já estava de volta aos estúdios e aos palcos.

1984 — turnê do disco Breaking Hearts

Drogas e uma extensa turnê parecem ter, novamente, esgotado o músico. Depois problemas em vários shows — teve de receber oxigênio durante uma apresentação no Madison Square Garden — Elton decidiu que esta seria a sua “última grande turnê e rock and roll”.

No entanto, um ano depois, Elton estava firme e forte nos palcos do mundo para promover seu álbum Ice on Fire.

2010 — em entrevista a revista GQ

Elton disse que, aos 63 anos, estava se sentindo velho e que não podia mais concorrer com os astros mais jovens.

— Eu não consigo mais escrever canções pop. Eu não posso mais sentar e fazer uma verdadeira canção de rock — disse.

Bem, em 2013, lá estava ele novamente na estrada para promover o disco The Diving Board, passando inclusive pelo Brasil (em 2014). Leia a crítica aqui.

2014 — no Festival de Carcassone, na França

No dia 15 de julho de 2014, durante a sua apresentação no Festival de Carcassone, na França, Elton disparou: “nada mais de shows, nada mais de música, nada mais de canções”.

Porém, apenas um dia depois, o músico disse ao tabloide The Mirror que “estava brincando” (e estava).

Será que essa será mesmo a sua última turnê?

Fotos: Ben Gibson

Em julho, 19% dos brasileiros tiveram crédito negado

Situação econômica da população continua ruim

O número de brasileiros que tiveram o crédito negado (em julho) foi de 19%. Pior que esse número é saber que 44% dos consumidores usaram algum tipo de crédito, o que deve aumentar a quantidade de inadimplentes nos balanços dos próximos meses.

Os dados do Indicador de Uso do Crédito apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o não pagamento de contas foi a principal razão para as negativas.

Ainda segundo o indicador, apenas 13% dos consumidores brasileiros estão com as contas no azul, enquanto 35% encontram-se no vermelho.

São muitas as informações — Leia o estudo completo aqui — e todas elas muito preocupantes.

Como venho repetindo: as eleições vêm aí. Vote com inteligência.

As duas canções extras do novo de Paul McCartney

Get Started e Nothing for Free podem ser encontradas, até agora, nas versões de Egypt Station vendidos na Target (USA), HMV (Inglaterra) e na edição japonesa, em SHM-CD)

Como sempre acontece com os lançamentos de Paul McCartney desde…muito tempo, os álbuns são oferecidos em uma grande variedade de formatos.

Não seria diferente com Egypt Station (leia a crítica aqui) que, além da versão normal em CD e vinil, também tem uma versão dupla (vinil), também pode ser encontrado em versões exclusivas das lojas Target (Estados Unidos) e HMV (Inglaterra), além da edição japonesa, que por lei precisa sempre ter algo extra.

Só para fãs

No caso, o diferencial são duas canções extras: Get Started e Nothing for Free (ouça as duas no fim do post). Normalmente as canções que McCartney escolhe para lados B e como faixas extras são bastante boas. Infelizmente, esse não é o caso.

Nenhuma das duas gravações acrescenta nada ao álbum e são recomendadas apenas para os fãs mais completistas.

Mas essa é apenas a minha opinião. Tire as suas.

Get Started

Nothing for Free