Who’s Gonna Ride Your Wild Horses

Seguindo a audição da caixa do Achtung Baby, uma canção que cai bem com algumas pessoas que conheço

Who’s Gonna Ride Your Wild Horses

You’re dangerous, ‘cos you’re honest.
You’re dangerous, you don’t know what you want.
Well you left my heart empty as a vacant lot
For any spirit to haunt.

You’re an accident waiting to happen
You’re a piece of glass left there on a beach.
Well you tell me things
I know you’re not supposed to
Then you leave me just out of reach.

Hey Hey Sha La La (2x)
Who’s gonna ride your wild horses?
Who’s gonna drown in your blue sea?
Who’s gonna ride your wild horses?
Who’s gonna fall at the foot of thee?

Well you stole it ‘cos I needed the cash
And you killed it ‘cos I wanted revenge.
Well you lied to me ‘cos I asked you to.
Baby, can we still be friends?

Hey Hey Sha la la (2x)
Who’s gonna ride your wild horses?
Who’s gonna drown in your blue sea?
Who’s gonna ride your wild horses?
Who’s gonna fall at the foot of thee?

Ah, the deeper I spin
Ah, the hunter will sin for your ivory skin.
Took a drive in the dirty rain
To a place where the wind calls your name
Under the trees, the river laughing at you and me.
Hallelujah! Heaven’s white rose
The doors you open I just can’t close.

Don’t turn around, don’t turn around again.
Don’t turn around your gypsy heart.
Don’t turn around, don’t turn around again.
Don’t turn around, and don’t look back.
Come on now love, don’t you look back.

Who’s gonna ride your wild horses?
Who’s gonna drown in your blue sea?
Who’s gonna taste your saltwater kisses?
Who’s gonna take the place of me?
Who’s gonna ride your wild horses?
Who’s gonna tame the heart of thee?

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Fãs do Queen ganham presentes

Coincidindo com o aniversário de 30 anos da primeira vinda do Queen ao Brasil – no estádio do Morumbi, em 1981 – os fãs brasileiros da banda formada por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor ganham um punhado de ótimos presentes para o Natal. Durante todo o ano de 2011 a Universal, gravadora que detém o catálogo do grupo, colocou no mercado versões remasterizadas de todos os álbuns da banda, com uma boa quantidade de material inédito.

Álbuns clássicos como A Night at the Opera, A Day at the Races, The Game, News of the World e Jazz, ganharam nova vida e até mesmo os títulos menos inspirados (mas nem por isso descartáveis) como Hot Space e A Kind of Magic ficam bem mais interessantes com o tratamento acústico recebido. E um punhado de gravações ao vivo e versões inéditas de várias canções. A última leva de lançamentos, que engloba os álbuns da parte final da carreira (The Works, A Kind of Magic, The Miracle, Innuendo e Made in Heaven), chegaram às lojas no fim de outubro e valem o investimento.

Além do legado musical renovado, o Queen ainda ganhou um livro que conta sua história de maneira ilustrada e bem colorida. Queen – História ilustrada da maior banda de rock de todos os tempos (Globo Livros), do jornalista inglês Phil Sutcliffe – que já trabalhou em publicações como a Q Magazine e Mojo, além de ter escrito biografias para outras bandas importantes na história do rock, como The Police e AC/DC – conta a trajetória do grupo através de entrevistas feitas pelo autor com os membros da banda e diversos colaboradores e amigos do grupo. O livro conta com um vasto material visual, que inclui mais de 500 imagens de shows, além de itens de memorabilia, como cartazes de apresentações, capas de disco, canhotos de ingresso e programas de concertos.

Outro ponto alto do livro é a discografia comentada, onde cada álbum do Queen ganha análises detalhadas assinadas por um time de jornalistas especializados em rock, onde se destacam nomes como os de Jim DeRogatis e Greg Kot.

E, para quem ainda quer mais Queen e conta com um orçamento generoso, além dos discos e do livro, ainda há o lançamento do DVD como Live at Wembley Stadium, que ganhou uma edição dupla, onde registra dois dos últimos concertos ao vivo de Freddie Mercury, ainda totalmente em forma.

Muita gente torce o nariz para o som do grupo, mas não há como não admitir que têm um lugar garantido na história.

Texto originalmente publicado no jornal O Fluminense

Aniversáriantes da Música em novembro

O mês está acabando mas ainda dá tempo de homenagear alguns dos nomes da música nascidos em novembro.

2- K.D. Lang
5 – Gram Parsons
6 – Glenn Frey
6- Wild Man Fischer
7 – Joni Mithchell
8- Bonnie Raitt
9 – Mary Travers
12 – Neil Young
17 – Gordon Lightfoot
21- Dr. John
25 – Percy Sledge
26- John McVie

As novidades de Paul McCartney em Bologna

O velhinho Macca continua aprontando. No show deste sábado (26 de novembro de 2011) ele incliu mais canções inéditas, sendo que uma delas ele nunca gravou. Confira as novas The Word/All You Need is Love e The Word.


O Caneco Gelado do Mário é uma fria!

Não sou de ficar fazendo comentários sobre bares e restaurantes (algumas vezes faço sobre os pratos), mas é triste quando vemos um local que é quase uma instituição ser desmoronada por uma série de erros básicos. Infelizmente é isso o que está acontecendo com o Caneco Gelado do Mário, um dos ícones gastronômicos de Niterói.

O que era um bar/restaurante simpático, com boa comida e que atraia gente de outras cidadades, se transformou em um gigantesco circo dos horrores. São pelo menos quatro ambientes onde tudo (ou nada) pode acontecer. Os garçons são totalmente despreparados (apesar da simpatia de alguns), o número de cardápios é insuficiente e salvam-se a cerveja e os petiscos, desde que você não faça questão de comer o que pediu.

Mas, vamos aos fatos:

1- Não se preocupe com o cardápio. Se o pastel ou bolinho de bacalhau não chegar após 30 minutos, peça para o terceiro garçom porque provavelmente eles esqueceram de fazer a comanda do pedido;

2- Não se preocupe com o cardápio. Peça o que quiser e reze para que venha algo parecido. Isso aconteceu comigo e mais quatro outras mesas em cerca de 1h;

3- Não tenha pressa. Nada vem rápido, a não ser que você peça apenas cervejas;

4- Se após falar com cinco atendentes diferentes e ninguém trouxer um sachê de sal, levante-se, vá até o fim do salão e pegue você mesmo. Deve ser algum tipo de self service;

5- Se depois de 40 minutos a conta que você espera não chegar…..

Gente, uma lástima!

Palavra do Dia: Atenção – Um conceito difícil de manter

Há situações nas quais manter o foco, a atenção, é muito difícil. São muitas as distrações ao redor e nossa concentração pode se comprometer.

Definição

(a.ten.ção)
sf.
1. Concentração total ou parcial da mente em alguma coisa, ou na perspectiva de algo: Leia com muita atenção, antes de assinar.: Atenção para não cair [ antôn.: Antôn.: distração. ]

2. Ação de se ocupar ou preocupar com alguém ou algo, em geral ou em certa circunstância; CUIDADO; DEDICAÇÃO; ZELO: Pessoas idosas precisam de muita atenção.: Foi muita atenção dele ceder o lugar à senhora idosa
3. Ação ou dito que demonstra carinho, consideração, urbanidade; a atitude de concedê-los ou fazê-los; DELICADEZA; GENTILEZA: Cercava o filho de atenções. [Mais us. no pl., nesta acp.]
4. Paciência ou disposição para ouvir o que alguém diz: Pediu atenção para o que tinha a dizer.

[Pl.: -ções.]
interj.
5. Expressa um alerta para que a(s) pessoa(s) alertada(s) se concentrem em possível perigo ou iminência de algo a evitar: Atenção! Olha o degrau!
6. Mil. Comando us. para pôr o soldado de sobreaviso quanto à ordem que virá em seguida
[Pl.: -ções.]
[F.: Do lat. attentio,onis]

Atenção flutuante
1 Psic. Libertação da atenção do psicanalista de motivações habituais, favorecendo escuta livre da fala do paciente.

Chamar atenção
1 Ser muito visível ou vistoso, dar na vista.

Chamar a atenção de
1 Advertir, repreender.

Chamar a atenção para
1 Alertar para, mostrar, ressaltar.

Dar atenção a
1 Ser atencioso com, tratar com respeito, ouvir atentamente (alguém).

Em atenção a
1 Por consideração a, por respeito a: Em atenção a você, vou aceitar o convite.

Prestar atenção (a/em)
1 Ficar atento (a algo ou alguém), concentrar a atenção em.

Budweiser lança primeiro comercial no Brasil

Quem costuma ir em casas de espetáculos já deve ter se deparado com outdoors da cerveja Budweiser (pelo menos no Rio e em São Paulo). A cerveja (que não é nenhuma Brastemp) estava ‘ensaiando’ sua entrada no mercado mas faltava, claro, a televisão.

Saiu o primeiro comercial para televisão da Budweiser desde que a marca chegou ao Brasil. Trata-se de uma adaptação da Africa, dona da conta brasileira, em cima de um comercial criado pela Anomaly.

O filme se apoia no posicionamento global “Great Times Are Coming”, que não sofreu tradução no Brasil. A ideia da peça é convidar as pessoas a celebrarem “os bons momentos que estão por vir”.

A maneira que a marca encontrou para fazer isso é exibir imagens da preparação das pessoas para grandes eventos, como um show ou uma festa de grandes proporções, intercalando com cenas dos próprios eventos. Tudo regado a muita Bud.

A veiculação envolve o estado de São Paulo, além das cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Fonte: Comunique-se

O mundo ainda pode ter salvação – Record perde ibope com programa da filha de Edir Macedo

A estreia do programa “The Love School” (A Escola do Amor), da Rede Record, comandado por Cristiane Cardoso, filha do dono da emissora Edir Macedo, não foi muito boa. A atração derrubou a audiência da Record no último sábado (19/11).

Produzido pela IURD TV (Canal de TV da Universal na internet), o programa marcou 2,6 pontos de audiência, deixando a emissora em terceiro lugar em ibope. No horário, o SBT marcou seis pontos e a Globo, 13 pontos. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande SP.

Antes da estreia da nova atração, a faixa horária na Record costumava chegar a casa dos quatro pontos de audiência, com a exibição da série ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, que saiu para dar lugar ao programa de Cristiane, no entanto, já há pedidos de que a emissora retome a exibição do seriado.

As informações são da Folha.com

 

Encontros estranhos

Em um dia cheio de febre e sem nenhuma inspiração, publico algumas fotos de encontros estranhos no mundo das artes.

Mick Jagger, Madonna e Tony Curtis by Dafydd Jones, 1997
Eartha Kitt e James Dean
Andy Warhol e Alfred Hitchcock
Steve McQueen, Paul Newman, Barbra Streisand, e Sidney Poitier
Micheal Jackson e Paul McCartney
Barack Obama e George Clooney
David Bowie, Art Garfunkel, Paul Simon, Yoko Ono, John Lennon & Roberta Flack

Pub que não vende álcool é inaugurado em Liverpool

Provavelmente essa iniciativa não vai durar mais que dois meses.

Os problemas de abuso de álcool na Grã-Bretanha são bem conhecidos em todo o mundo. Um estudo da Universidade de John Moores, em Liverpool, mostrou que a cidade tem o mais alto índice de admissões hospitalares relacionados a álcool da Inglaterra. No entanto, Liverpool também é conhecida como a capital da reabilitação, de acordo com Carl Alderdice, gerente do primeiro bar sem álcool do país, o Brink, que fica na Parr Street. O ‘empreendimento social’ funciona desde setembro.

“Somos pioneiros e investimos em ajudar pessoas com problemas de abuso de álcool e drogas”, disse Alderdice ao periódico britânico The Guardian.

A iniciativa de montar o ‘bar seco’ começou com uma campanha de caridade, chamada de ‘Ação no Vício’, em inglês Action on Addiction, que percebeu o impacto do abuso de álcool em pessoas em situação de rua.

No ambiente são oferecidas comidas quentes, frias e drinks não alcoólicos. Os fundadores planejam apresentações ao vivo com bandas e comediantes, além de oferecer espaço para treinamentos e seminários.

Ideia é levar ambiente para outros locais- De acordo com o administrador, clientes potenciais não são apenas os que estão evitando o álcool ou em reabilitação, mas também aqueles que preferem um ambiente com menos testosterona, sem bêbados nem as cenas tradicionais que acontecem nos pubs da cidade.

Alderdice diz que acredita que o bar está quebrando estereótipos e vê potencial para expandir em outras cidades. “Se o empreendimento conseguir prevenir uma internação por semana relacionada a abuso de álcool, eu já terei feito uma contribuição importante à cidade”, revela.

Além de uma saída social para quem quer evitar o álcool, o bar funciona como forma de quem está em recuperação conseguir voltar ao mercado de trabalho, já que muitos dos funcionários já tiveram problemas com o álcool no passado, que os impediu de trabalhar.

E você, o que acha? Um bar sem álcool pode funcionar aqui no Brasil? Deixe sua opinião em nossos comentários.

Com informações do The Guardian

Texto originalmente publicado no site do jornal O Fluminense

Fortaleza é a 5ª cidade do Brasil a proibir jornalistas sem diploma em órgãos públicos

A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), sancionou o projeto de lei que obriga os órgãos públicos do município a contratar apenas jornalistas com graduação na área para o exercício da profissão. O PL foi iniciativa da vereadora Magaly Marques (PMDB) e teve como relator Guilherme Sampaio (PT).

Com mais essa aprovação, a capital do Ceará se torna a quinta cidade brasileira a proibir a contratação de jornalistas sem diploma para atuar em órgãos públicos, ao lado de Belo Horizonte, Campina Grande, Natal e Maceió. Os estados de Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul também aprovaram projetos com a mesma exigência.

No ano passado, políticos do Rio de Janeiro e do Amazonas apresentaram projetos semelhantes em seus respectivos estados, mas os PLs foram rejeitados.

Os projetos foram discutidos após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em junho de 2009 derrubou a obrigatoriedade de graduação em jornalismo para o exercício da profissão.

Obrigatoriedade nacional

Um Projeto de Emenda à Constituição (PEC), que restabelece a exigência do diploma na esfera pública e privada, está em tramitação no Congresso Nacional. A PEC já foi aprovada em todas as comissões da Câmara e está pronta para ser votada em plenário. O projeto é apoiado por 109 parlamentares.

Fonte: Comunique-se

Lide – O significado

O LIDE, palavra originária do inglês ‘lead’, que significa ‘guiar’, é a apresentação da notícia. O LIDE é o primeiro parágrafo de uma notícia e deve apresentar ao leitor uma breve informação sobre o que vai ser tratado na mesma, com uma linguagem clara e sucinta. Segundo as técnicas do jornalismo, no lide devem estar respondidas as seguintes perguntas: ‘O que aconteceu?’, ‘Quem fez?’, ‘Quando aconteceu?’, ‘Onde aconteceu?’, ‘Como foi que aconteceu?’, e ‘Por que aconteceu?’.

Um exemplo: Quando chove forte e a cidade vira um caos, qual o lide?

a – Os bairros sem luz;

b – As ruas que estão alagadas;

c – A previsão do tempo para as próximas horas;

d – Os aeroportos fechados.

Se você respondeu ou conhece alguém que responderia a letra “d”, tenha certeza de que você não serve para ser jornalista.

 

lide (li.de) sf.

1. Trabalho duro, pesado; FAINA; LABUTA

2. Combate, luta.

3. Jur. Questão judicial; DEMANDA; LITÍGIO

4. Ato de enfrentar o touro.
[F.: Do lat. lis, lidis. Hom./Par.: lide (sf.), lide (fl. de lidar).]

lide2 (li.de) sm.

1. Jorn. Pequeno texto que aborda ou resume os principais temas de uma matéria jornalística; LEAD

[F.: Do ing. lead.]

Ringo Starr anima público do Rio – 15/11/2011

Ex-Beatle faz apresentação em clima de festa e relembra clássicos do rock

Se o público que lotava apenas pouco mais da metade do Citibank Hall no início de sua apresentação, que começou com pouco mais de cinco minutos de atraso, dava sinais de que estava lá para tornar a noite de Ringo Starr e sua All Starr Band mágica, o baterista e seus convidados retribuíram com um show animado, onde todos no palco pareceram se divertir muito.

Logo no número de abertura (It Don’t Come Easy), Ringo deixou claro o que devia se esperar dele: simpatia, animação, boas canções e algumas notas cantadas fora do tom. Mas, como pergunta a letra de With a Little Help From My Friends: “O que você acharia se eu cantasse fora do tom?”. A resposta unânime foi: “Não importa!”.

A mecânica do show de Ringo dá espaço para que cada um dos membros da banda mostre seus sucessos. Canções como Hang On Sloopy e Broken Wings fizeram bonito e não deixaram o pique cair.

Mas o que a platéia – formada em sua maioria por jovens até os 20 anos – queria mesmo era ouvir Ringo. E o baterista mostrou-se muito mais empolgado que nas apresentações de Porto Alegre e São Paulo. Por várias vezes ele elogiou o público, a banda, o local da apresentação e até arriscou uns passinhos de samba. Assim como aconteceu com Paul McCartney, parece que a audiência carioca conquistou mais coração Beatle.

É claro que o número de pessoas que se deslocou até a Barra para assistir Ringo & Cia foi algumas vezes menor do que os que foram até a Praça da Apoteose, mas ficou a esperança de que o mundo ainda pode ter salvação, pelo menos do ponto de vista musical.

Para quem já havia visto ou lido algo sobre as apresentações de Ringo, tudo correu dentro do esperado, sem surpresas. Para os que não sabiam o que esperar, foi um banho de alegria com canções que fazem parte da história do rock. Para todos foi uma noite alegre, que ficará na memória para o resto da vida.

O ano de 2011 fica marcado no calendário carioca como o ano onde a maratona musical de Paul McCartney e as quase 2 horas de apresentação de Ringo Starr agitaram noites mágicas na cidade.

 



Fotos: Fernando de Oliveira

Vídeos: Jo Nunes

Paul McCartney in Abu Dhabi – Muda o país mas mantém-se a rotina

O setlist foi parecido e a mecânica do show a mesma. Confira o repertório e um clipe do show (parece familiar?).

Hello, Goodbye
Junior’s Farm
All My Loving
Jet
Drive My Car
Sing the Changes
The Night Before
Let Me Roll It
Paperback Writer
The Long and Winding Road
Nineteen Hundred and Eighty-Five
Let ‘Em In
Maybe I’m Amazed
I’ve Just Seen a Face
I Will
Blackbird
Here Today
Dance Tonight
Mrs. Vandebilt
Eleanor Rigby
Something
Band on the Run
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Back in the U.S.S.R.
I’ve Got a Feeling
A Day in the Life / Give Peace A Chance
Let It Be
Live and Let Die
Hey Jude

Encore:
Lady Madonna
Day Tripper
Get Back

Encore 2:
Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers / Carry That Weight / The End

Para quem só pode ver o SWU de casa, a programação completa da TV e da Web

O Multishow vai transmitir ao vivo e com exclusividade os shows do SWU, festival que acontece nos dias 12, 13 e 14 de novembro em Paulínia, São Paulo. Além de curtir os artistas que vão se apresentar nos palcos “Energia” e “Consciência”, o público também vai poder acompanhar Beto Lee, Dani Monteiro, Didi Wagner, Erika Mader e Luisa Micheletti entre os camarins, plateia e área vip do evento.

Na web, os usuários poderão conferir com exclusividade os shows do palco New Stage, onde se apresentam artistas como Ghostland Observatory,  Bag Raiders e Is Tropical. O site do canal também vai transmitir na íntegra o Fórum de Sustentabilidade, que acontece em todos os dias do festival, de 10h às 13h e de 14h às 17h. Durante a programação, os internautas poderão escolher entre assistir aos shows ou ao Fórum.

Para aquecer os fãs, já está disponível em multishow.com.br/swu informações sobre o evento e um guia completo para o público com fotos e dicas importantes para aproveitar os shows. A página também traz informações dos artistas e as últimas notícias dos músicos que vão se apresentar nos três dias de SWU.

Durante os três dias de festival, os internautas também poderão acompanhar a cobertura do evento com fotos e vídeos do SWU.

SWU 2011 no Multishow – AO VIVO

Cobertura do festival:

Dia 12/11- a partir das 17h50

Marcelo D2

Damian Jr Gong Marley

Snoop Dogg

Kanye West

The Black Eyed Peas

 

Dia 13/11- a partir das 18h20

Chris Cornell

Duran Duran

Peter Gabriel & The New Blood Orchestra

Lynyrd Synyrd

 

Dia 14/11- a partir das 16h

Black Reber Motorcycle Club

Down

311

Sonic Youth

Primus

Megadeth

Stone Temple Pilots

Alice In Chains

Faith No More

SWU 2011 no multishow.com.br – AO VIVO

Palco New Stage

12/11 – a partir das 15h15

Copacabana Club

Miranda Kassin & Andre Frateschi

Matt & Kim

Ofwgkta

Ghostland Observatory

 

13/11 – a partir das 14h30

Apolonio

Sabonetes

Is Tropical

!!!

Playing for Change

Modest mouse

Hole

 

14/11 a partir das 15h30

Ash

Pepper

The Black Angels

Bag Raiders

Miyavi

Crystal Castles

Simple Plan                                      

 

Fórum de Sustentabilidade

12/11

De 10h às 13h

Neil Young

Professor David Cahen

Jopé Eli da Veiga

De 14h às 17h

Rigoberta Menchú

Laís Bodanzky

Manoel Cunha

Gilberto Dimenstein

Oskar Metsavath

 

13/11

De 10h às 13h

Marina Silva

Mario Mantovani

The Voice Project

De 14h às 17h

Daryl Hannah

Virgílio Viana

Milena Boniolo

M. K. Asante

Carla Mayumi

14/11

De 10h às 13h

Fábio Feldman

Céline Cousteau

Jon Rose

De 14h às 17h

Bob Geldof

SolarAid

Ringo, o Beatle ‘Paz e Amor’, chega ao Brasil

Para muitos Ringo Starr é um cara de sorte. Afinal, entrou para a maior banda de todos os tempos pouco antes de chegarem ao topo do mundo. Para outros, ele é peça fundamental na engrenagem que permitiu que talentos como John Lennon, Paul McCartney e George Harrison ficassem tanto tempo juntos. Ainda há os que dizem que ele é uma piada, um músico menor. A verdade é que ele é um dos Fab Four, um dos músicos mais importantes das últimas cinco décadas e que chega ao Brasil pela primeira vez para uma série de shows com a sua All Starr Band (a apresentação no Rio é no dia 15). Veja as outras datas aqui.

Realmente é difícil definir Ringo Starr. Último a entrar nos Beatles e o primeiro a deixar o grupo (durante as gravações do Álbum Branco), o baterista é considerado por muitos como o elemento que aglutinou e domou os egos de seus companheiros de banda. Mais estranho ainda é lembrar que, durante um período de tempo (no início da década de 70), Ringo chegou a fazer mais sucesso que McCartney ou Harrison e principalmente Lennon. Seus LPs e singles vendiam mais e eram mais executadas que as de seus ex-companheiros.

Até mesmo como baterista – apesar de bons trabalhos em canções como A Day in The Life e Rain – Ringo é visto com certa desconfiança. John Lennon, com seu humor ácido disse uma vez: “Ringo não é nem mesmo o melhor baterista dos Beatles”. Porém, quando falava sério dizia: “Ringo é um excelente baterista. Ele não é tecnicamente bom, mas acho que é subestimado como baterista, assim como Paul é subestimado como baixista”.

Entre os fãs das baquetas do senhor Richard Starkey (seu verdadeiro nome) está gente como Phil Collins, Alex Van Halen, Don Was e o ex-baterista do The Who (morto em 1978) Keith Moon.

A personalidade de Ringo também o fez figurinha fácil nos discos dos outros ex-Beatles. George Harrison chegou a dizer que “não há como fazer um disco de um ex-Beatle se o Ringo não tocar nele”. O baterista também foi o único capaz de reunir os Fab Four em um disco solo (Ringo, de 1973).

Boa praça, ele ainda se arriscou como ator em vários projetos de amigos do rock (como Willie and the Poor Boys, de Bill Wyman) e produções cinematográficas. Em uma delas, Caveman, de 1980, acabou conhecendo a atual Sra. Starkey, a linda ex-Bond Girl Barbara Bach, com quem mantém um dos casamentos mais duradouros da música.

O Brasil parece mesmo um destino apreciado pelos ex-Beatles (pelo menos nos últimos meses) – Paul McCartney esteve aqui no fim de 2010, em 2011 e já se fala em novos shows em 2012 – e Ringo faz uma turnê que ainda inclui Porto Alegre, Recife, Brasília e São Paulo. Vale lembrar que George Harrison esteve na Cidade Maravilhosa em 1979 para acompanhar o GP de Fórmula 1 daquele ano. Só mesmo John Lennon não passou por aqui.

Ringo traz sua All Starr Band (uma banda mutante formada por músicos que já tiveram algum sucesso nas paradas). Se a formação atual não é a melhor já reunida pelo baterista (ele já foi assessorado por nomes como Peter Frampton, Jack Bruce, Levon Helm, Billy Preston, Joe Walsh, Dr. John, John Entwistle, Gary Brooker e Greg Lake) ainda é um grupo de músicos super competentes, com destaque para Edgar Winter e Gary Wright, garantindo um acompanhamento de primeira para alguns clássicos dos Beatles. Além de Winter e Wright, a All Starr conta com o guitarrista Rick Derringer, vocalista do sucesso Hang On Sloopy, com a banda The McCoys; Richard Page, que fez parte da banda Mr. Mister e é o cantor de sucessos como Broken Wings; Wally Palmar, fundador da banda The Romantics e intérprete de canções como What I Like About You e o baterista Gregg Bissonette, que entre outros trabalhos, tocou em três discos solo do vocalista do Van Halen, David Lee Roth.

O show de Ringo não é a maratona musical de quase 3 horas apresentada por Paul McCartney pelos palcos do mundo. Sua apresentação passa um poucos dos 90 minutos de uma partida de futebol e Ringo dá espaço para que os membros de sua All Starr mostrem seus talentos. Mesmo assim, o Beatle Paz e Amor não deixa de solar como cantor e (bem pouco) como baterista. O capitão do Submarino Amarelo percorre os Jardins de Polvos com uma Pequena Ajuda dos Amigos e mostra canções como It Don’t Come Easy, Photograph, Back Off Boogaloo, Boys e, claro, as sempre presentes With a Little Help From My Friends e Yellow Submarine, presentes da dupla Lennon e McCartney para o baterista mais simpático do planeta.

Ringo é gente boa, simpático, engraçado, mas que os fãs não esperem apertos de mão ou autógrafos. O ex-Beatle deixou esses hábitos faz muito tempo, desde que descobriu que sua assinatura era vendida por um bom punhado de dólares em sites de leilão dos Estados Unidos.

O show de Ringo e sua All Starr Band acontece neste feriado de 15 de novembro no Citibank Hall, na Barra da Tijuca, e os ingressos custam entre R$200 e R$500.

Uma carreira de altos e baixos

O fim dos Beatles, em 1970, deixou uma dúvida sobre o futuro musical de Ringo Starr. Se suas primeiras incursões solo foram projetos pouco comerciais e ousados – Beaucoups of Blues (um disco country) e Sentimental Journey (feito apenas com regravações de clássicos da música americana) – seus primeiros lançamentos para valer deixaram para trás os amigos mais talentosos.

Em 1971 e 1972, respectivamente, lançou os compactos It Don’t Come Easy e Back Off Boogaloo, alcançando o primeiro lugar nas paradas norte-americanas.

Já em 1973, o baterista reuniu uma série de amigos para gravar as canções do disco chamado simplesmente de Ringo e que é considerado por muitos o melhor disco solo de um ex-Beatle, rivalizando ou superando obras como All Things Must Pass (de George Harrison), Band On The Run (de Paul McCartney) e Plastic Ono Band (de John Lennon).  Nele, o baterista se aproveitou do talento dos amigos para emplacar vários sucessos como Photograph (escrita em parceria com Harrison), You’re Sixteen e Oh My My, além de juntar Lennon, Harrison e Klaus Voorman (tocando baixo) na gravação da egocêntrica I’m the Greatest (Eu Sou o Maior), escrita por John Lennon.

Depois disso, Ringo ainda lançou o bom Goodnight Vienna (1974) onde repetiu a fórmula de reunir amigos famosos (Lennon, Elton John, Harry Nilson, etc). O single do disco foi uma regravação de Only You (sucesso na voz dos Platters) e que colocou Ringo novamente bem nas paradas. Mas começava aí o fim do sucesso comercial do baterista dos Beatles. De Ringo’s Rotogravure (1976) até Bad Boy (1978), passando ainda por Ringo the 4th (1977), a qualidade das canções e, talvez o excesso de álcool tenham prejudicado os trabalhos de Ringo. Nem mesmo com uma ajudinha dos amigos ele foi capaz de ficar entre os 100 mais das paradas de sucessos.

A morte de Lennon em 1980 foi um baque para seus ex-companheiros, mas parece ter despertado um sentimento de que precisavam homenageá-lo com boa música. Ringo lançou o ótimo Stop and Smell the Roses (1981) onde mais uma vez reuniu amigos talentosos para criar uma coleção de canções que mereciam muito mais reconhecimento do que alcançaram na época. Afinal, Attention e Private Property (Paul McCartney), Wrack My Brain (George Harrison), Drumming Is My Madness (Harry Nilsson) e You’ve Got a Nice Way (Stephen Stills) estão entre as melhores já gravadas pelo baterista. Ringo ainda tentou outra empreitada, sem sucesso, nos anos 80, com Old Wave (1983), mas parece que a ideia de juntar amigos famosos já não surtia o efeito desejado.

Pelo jeito os seguidos insucessos fizeram Ringo dar uma parada para repensar a vida e se livrar do vício do álcool. Seu próximo lançamento só aconteceu em 1992, com Time Take Time, um ótimo disco de rock puxado pela canção Weight of the World. Infelizmente nem o hiato de quase dez anos sem um disco de inéditas parece ter favorecido Ringo, que mais uma vez nem chegou perto de entrar na relação dos mais vendidos.

Ringo passou a lançar álbuns com frequência – Vertical Man (1988), Ringo Rama (2003), Choose Love (2005), Liverpool 8 (2008) e Y Not (2010), além de alguns discos temáticos como  I Wanna Be Santa Claus (1999) – e ainda voltou aos palcos com uma banda que seguia a mesma filosofia de grande parte de seus discos, uma reunião de amigos famosos, criando a All Starr Band, com quem também lançou uma longa série de discos ao vivo.

Saiba o que Ringo tocou em porto Alegre

It Don’t Come Easy
Honey Don’t
Choose Love
Hang On Sloopy  – The McCoys cover
Free Ride – sung by Edgar Winter
Talking in Your Sleep – sung by Wally Palmar
I Wanna Be Your Man
Dream Weaver – sung by Gary Wright
Kyrie – sung by Richard Page
The Other Side Of Liverpool
Yellow Submarine
Frankenstein – The only song without Ringo on stage
Back Off Boogaloo
What I Like About You – sung by Wally Palmar
Rock and Roll, Hoochie Koo – sung by Rick Derringer
Boys
Love Is Alive – sung by Gary Wright
Broken Wings – sung by Richard Page
Photograph
Act Naturally
With a Little Help from My Friends
Give Peace a Chance

Brasil será o maior produtor mundial de biodiesel

Relembrando meus tempos voltados para a Ciência e Tecnologia, uma notícia de um projeto que vi crescer. Se vai render mesmo algo? Nobody Knows.

Em 2012, o Brasil deverá ultrapassar a Alemanha na produção de biodiesel, se transformando no maior produtor mundial desse tipo de combustível. A previsão é do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que participou na tarde de hoje de uma audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado.

Segundo ele, apesar de ser considerado um sucesso, o programa de biodiesel brasileiro ainda tem desafios como a descentralização da produção e a ampliação da participação da agricultura familiar como fornecedora de matéria prima. “Nosso desafio é continuar crescendo com sucesso, mas de uma forma mais bem distribuída nos estados brasileiros e com maior participação dos pequenos produtores, especialmente nas regiões mais empobrecidas”, disse à Agência Brasil, antes da audiência.

De 2008 a 2011, a venda de biodiesel cresceu de 1,1 milhão de metros cúbicos (m³) para 2,6 milhões de m³. As regiões Centro-Oeste e Sul concentram o maior número de usinas. Em 2010, cerca de 100 mil agricultores familiares faziam parte do programa de biodiesel, mas, segundo Rossetto, a produção e a renda dessas famílias ainda não são satisfatórias.

Segundo Rossetto, o crescimento do programa de biodiesel depende do aumento da quantidade de biodiesel que é misturado ao óleo diesel mineral, atualmente na proporção de 5%, além do incentivo à exportação. Ele defendeu a atualização dos incentivos fiscais e tributários para o setor,  assegurando apoio às regiões de menor desenvolvimento agrícola e social.

Rosseto também falou sobre o etanol, cuja produção e consumo estão em queda. Nos próximos dias, o governo deve anunciar medidas para estimular o setor. “As medidas já estão definidas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia. Imagino que até sexta-feira [11] ou segunda-feira [14] isso seja anunciado”. Além de financiamento para estocagem, também devem ser abertas linhas de crédito para estimular a renovação e expansão dos canaviais e para aproveitar a capacidade ociosa das usinas.

As informações são da Agencia Brasil

Blues brasileiro na veia – Big Gilson lança seu primeiro DVD

Guitarrista se apresenta no dia 17 de dezembro, no Rio Rock e Blues Club, na Lapa

Blues é coisa de negro americano. A afirmação pode soar lógica, já que o ritmo criado nas plantações de algodão do Sul dos Estados Unidos e que fala de tristeza e amores perdidos, tem, entre os seus principais ícones, nomes como Robert Johnson, Buddy Guy, Muddy Waters, B.B.King, Ray Charles e Jimmy Hendrix. Entretanto, nomes como Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, Johnny Winter e, no Brasil, Big Gilson, desmentem essa verdade.

O guitarrista carioca, que já fez parte do finado e ótimo Big Allambik, é um dos músicos mais reconhecidos internacionalmente, sendo, inclusive, apoiado por empresas como a fabricante de amplificadores Marshall, que faz parte do equipamento dos maiores astros da música desde os anos 60. Com uma carreira internacional consolidada, Big Gilson lança seu primeiro DVD, comprovando sua excelência como um dos grandes guitar heroes da atualidade.

Gravado em um pequeno pub em Buenos Aires, Big Gilson & Blues Dynamite é um documento onde, acompanhado dos ótimos Gil Eduardo (bateria e backing vocals) e Flávia Couri (baixo, órgão e backing vocals), Gilson toca músicas próprias de seus vários discos com clássicos do blues e uma marcante homenagem a Jimmy Hendrix.

“Gravar em Buenos Aires foi uma coincidência. Três anos atrás, estive lá no Mr. Jones Pub, fiz um show acústico e acabei gostando. A casa é pequena, toda de madeira e tem uma ótima acústica”, conta Gilson sobre a escolha do local da gravação.

Intimidade pode ser a palavra perfeita para descrever o ambiente. Pouquíssimas mesas apertadas em um espaço exíguo e com garrafas de cerveja, vinho e uísque para regar o som que sai do apertado palco. Além disso, nada de participações especiais, o que se vê é Big Gilson e banda em estado puro, com destaque apenas para os próprios músicos.

Outro ponto importante do projeto foi a vontade de fazer um ‘trabalho honesto’, sem edições.

“O CD e DVD não tiveram overdub, foi tudo feito de primeira. Com isso, pelo menos umas quatro músicas não entraram no projeto por não ficarem no nível de performance das outras. Mas quem assistir ao DVD vai ter a certeza de ver e ouvir exatamente aquilo que foi tocado, sem truques ou retoques de estúdio”, explica o guitarrista.

O projeto é voltado não apenas para o Brasil, mas também para o mercado internacional. Assim, o máximo de português que se ouve é uma contagem antes de alguns números. Fora isso, tudo é falado em inglês, idioma ‘original’ do blues.

O repertório passa por canções de mestres como Al Green (Take Me To The River), Big Bill Bronzy (I Feel só Good) e Roy Buchanan (Messiah Will Come Again), além do já citado Hendrix e de canções do próprio Gilson. Todas interpretadas com uma energia e talento que separam os bons dos grandes músicos. Como bônus, ainda há uma versão de estúdio de Changes, do Black Sabbath, rock pesado de primeira em versão blues.

Mas qual a receita para um músico branco brasileiro ser reconhecido no mundo do blues?

“Hoje ficou mais fácil. As informações chegam com mais rapidez e é mais simples divulgar o seu trabalho. Há diferenças na maneira de tocar, já que nos Estados Unidos o pessoal é mais tradicionalista, enquanto na Europa já há mais pitadas de rock. Mas o básico mesmo é fazer boa música”, resume.

Estaria o blues morrendo?

“De maneira alguma. Claro que muitos dos grandes expoentes do gênero estão ficando velhos.

O Clapton mesmo já não é um garotinho (tem 66 anos) e é muito mais novo que a maioria dos grandes nomes conhecidos do público, mas tem gente como o Steve Strongmen, o Ian Parker e Joe Bonamassa, que ainda têm muita lenha para queimar. Há muitas bandas boas no Brasil e no exterior, o que falta mesmo é divulgação”, explica Gilson otimista. Com discos ao vivo gravados no Texas e até mesmo no Blues Note, em Nova York, Gilson espera alcançar novos públicos com esse trabalho, seu primeiro desde o ótimo Sentenced to Living (2009).

“Agora as pessoas de lugares onde ainda não tocamos poderão ter uma noção da música que tocamos. Isso deve abrir novos horizontes para nossas apresentações”, prevê.

Uma banda de respeito

Seguindo o conceito do power trio, imortalizado por bandas como o Cream ou o Jimmy Hendrix Experience, Gilson recrutou Gil Eduardo, que fundou e tocou nos cinco primeiros álbuns do Blues Etílicos e é considerado um dos maiores bateristas do gênero, e a bela e talentosa Flavia Couri, que também toca nas bandas Doidivinas e Autoramas.

O resultado é um som coeso, pesado e sem frescuras. Totalmente adequado ao clima do Mr. Jones Pub e da maioria dos palcos brasileiros de blues.

O lançamento oficial do CD e DVD acontece no dia 17 de dezembro no Rio Rock & Blues Club, na Lapa.

“Tocar no Rio ou Niterói não é fácil. Na verdade, o problema é o mesmo em quase todo o País. Precisamos de um circuito de bares onde se toque mais que samba ou MPB”, lamenta o guitarrista.

Enquanto não chega a hora de lançar o projeto no Rio, Gilson e o Blues Dynamite seguem para a Espanha, Inglaterra e Leste europeu, em novembro.

“Ainda não fechamos uma programação para divulgar o DVD, mas quero me dedicar a trabalhar o álbum. Provavelmente farei menos turnês lá fora para poder dar um gás na divulgação do álbum aqui no Brasil”, explica.

Texto originalmente publicado no site do jornal O Fluminense

Globo não vai transmitir especial inédito de Roberto Carlos no fim do ano

Estaria o mundo mesmo acabando em 2012? Seria isso um presságio?

Leia a notícia publicada em O Globo.

Conforme adiantou a coluna Gente Boa no domingo, ao contrário do que vem fazendo desde 1974, a Globo quebrou a tradição e, este ano, não apresenta especial inédito de Roberto Carlos em sua programação comemorativa de fim de ano. No lugar do programa, a emissora reprisa o show do rei em Jerusalém, exibido pela primeira vez em 10 de setembro. Segundo a assessoria da Globo, o evento será reprisado atendendo aos inúmeros pedidos de telespectadores na Central Globo de Atendimento (CAT). E também por seu conteúdo ecumênico. Nestes 37 anos, essa é a segunda vez que Roberto não grava seu show exclusivo para a Globo. A primeira foi em 1999, ano da morte de sua esposa, Maria Rita Simões.

Além da reprise, o cantor vai aparecer, ao lado do elenco da casa, nas vinhetas de fim de ano da emissora, gravadas no último fim de semana, em um estúdio do Projac, no Rio. Pela primeira vez, ele entoou o jingle “Um novo tempo” – com novo arranjo de Guto Graça Melo – acompanhado de mais de 130 globais.

Empolgado com as gravações, Roberto ainda deu canja e cantou a clássica “Emoções” a capela, atendendo a pedidos dos fãs famosos. Mas esta palinha, infelizmente, não vai ao ar…

Xenomania – Fanatismo por viagens

Algumas vezes mesmo com orelha de abano e uma certa falta de habilidade sexual as coisas funcionam bem para quem gosta de viajar.

(xe.no.ma.ni.a)

sf.

1. Paixão por tudo que é estrangeiro

2. Fanatismo por viagens

3. Curiosidade intensa para conhecer culturas, lugares e povos estrangeiros

[F.: xen(o)- + -mania.]