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Monty Python ganha biografia

Talvez os mais jovens estejam se perguntando: “o que diabos é Monty Python?”. O Monty Python é/foi um grupo humorístico inglês que revolucionou o jeito de fazer graça na TV (entre 1969 e 1974) e no cinema (entre 1975 e 1983), influenciando gente como o ex-beatle George Harrison, o comediante e ator Tom Hanks, os comediantes do Saturday Night Live e as mentes que criaram o TV Pirata e Casseta & Planeta – afinal, o humor começou muito antes do Porta dos Fundos. Lançado originalmente em 2003, Monty Python – Uma Autobiografia Escrita Por Monty Python, ganhou versão brasileira no início do ano, com prefácio do cronista Antonio Prata e de Gregório Duvivier, do já citado Porta dos Fundos.

As informações acima podem gerar uma outra dúvida: por que fazer uma crítica de um livro lançado em 2003 e que chegou ao Brasil em janeiro, quando já estamos em março? A resposta merece um parêntesis.

Abre parêntesis

Sempre que possível faço criticas de discos, filmes, shows, peças de teatro e livros. Porém, diferentemente de muitos veículos de comunicação que até gozam de certo prestígio, não escrevo sobre nada que não tenha lido, ouvido ou assistido. Não acho justo com o artista, escritor e, principalmente, com o leitor. Reproduzir as informações contidas em um release é fácil, mas está longe de poder ser considerado jornalismo. Portanto, você jamais irá ler uma crítica no F(r)ases sobre algo que não tenha sido verdadeiramente analisado. Se você vai concordar ou não é outra história.

Fecha parêntesis

 

Formado pelos britânicos Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones e pelo americano e Terry Gilliam (responsável pelas ilustrações que tornavam o humor do grupo ainda mais único), o sexteto mudou o mundo e tinha uma química tão poderosa que George Harrison dizia acreditar que o espírito dos Beatles havia reencarnado no Monty Python, já que eles se reuniram no mesmo ano no qual os Fab Four se separaram. Harrison era tão fã do grupo que chegou a criar uma produtora de cinema e a hipotecar a sua casa para produzir o filme A Vida de Brian, o que, segundo os Pythons, deve ter sido o ingresso de cinema mais caro da história.

Spam e outros quadros

Mas, provavelmente, a maior contribuição dos Pythons (como eles se chamavam) foi a inclusão da expressão spam na vida de praticamente todos os moradores da Terra que usem a internet. A expressão spam/caixa de spam foi adotado por cause de um esquete do grupo onde um casal vai até uma taberna viking onde todos os pratos são servidos com spam (uma marca de carne suína enlatada, popular e de má qualidade). Depois do esquete, o spam (Sending and Posting Advertisement in Mass, ou enviar e postar publicidade em massa, ou ainda Stupid Pointless Annoying Messages) foi incorporado aos leitores de e-mail de todo o mundo.

O livro – publicado pela editora Realejo – sofre com algums problemas de tradução, especialmente nos nomes dos quadros que fizeram a fama dos Pythons, mas nada que atrapalhe o entendimento do espírito da coisa, como A Inquisição Espanhola, O Papagaio Morto, O Ministério das Caminhadas Tolas ou a Canção do Lenhador (The Lumberjack Song), a minha preferida.

Outro detalhe do livro é que a narrativa, apesar de cronológica, não é linear. Todo o texto é baseado em entrevistas dos membros vivos e nos relatos do diário e de familiares de Graham, morto em 1989, o que faz com que cada tópico seja comentado por cada um dos membros do grupo, muitas vezes mais de uma vez, e exige uma atenção extra para lembrar quem falou o que. Uma bagunça organizada, bem ao estilo Python.

 

Eric Idle, Graham Chapman, Michael Palin, John Cleese,, Terry Jones e Terry Gilliam

Flying Circus e a conquista do cinema

 

O legado do Monty Python vai desde as esquetes criadas para o Monty Python’s Flying Circus (transmitido pela BBC entre 1969 e 1974), como as citadas anteriormente, mas também pelos filmes produzidos para o cinema e que foram, em alguns aspectos ainda mais brilhantes que os exibidos no programa de TV. Em Busca do Cálice Sagrado (1975), A Vida de Brian (1979) e, em menor escala, O Sentido da Vida (1983), são obras que não envelhecem e que estão entre o melhor que o humor já levou para as telas. Há também o Monty Python Ao Vivo no Hollywood Bowl (1982), mas esse é uma coletânea de esquetes e não um filme propriamente dito.

Provavelmente você vai lembrar de algumas das cenas que espalhei pelo post ou, pelo menos, notar semelhanças em muitos outros quadros e piadas de humoristas mais jovens.

A vida após o Monty Python

Com a morte de Chapman uma reunião verdadeira dos Pythons se tornou impossível, embora os sobreviventes tenham, vez ou outra, se encontrado para algum projeto. Porém, a atividade dos comediantes após a sua separação oficial foi sempre intensa e muitas vezes contando com a participação de algum dos antigos companheiros. Filmes de sucesso como Um Peixe Chamado Wanda, Brazil, As Aventuras do Barão de Munchausen, são alguns dos projetos nos quais pelo menos um dos Pythons esteve envolvido. Além desses filmes, há de se destacar as participações de John Cleese como M em alguns filmes da série James Bond, o especial de TV Rutles: All You Need is Cash (no qual Idle e amigos fazer uma paródia dos Beatles, com a participação de gente como Paul Simon, Mick Jagger e, claro, George Harrison). Cleese, talvez o mais ativo dos Pythons, também protagonizou a série de TV Fawlty Towers e fez aparições em outros programas como Cheers e 3rd Rock from the Sun.

Reconhecimento da classe

Os membros do Monty Python ganharam o reconhecimento definitivo dos colegas de profissão quando, em 2005, uma pesquisa feita com 300 outros comediantes, produtores, escritoires e diretores, colocou três dos seis Pythons entre os 30 melhores comediantes em lingua inglesa de todos os tempos: Cleese na posição 2, Idle na 21, e Palin na número 30.

Monty Python – Uma Autobiografia Escrita Por Monty Python conta muitos detalhes e curiosidades sobre a vida e carreira do grupo (quase totalmente) inglês e é uma leitura muito interessante, embora exija, como já foi dito, uma certa atenção. Creio que os vídeos e áudios que complementam esse post sirvam para ajudar a entender porque eles alcançaram o status de um dos melhores (senão o melhor) grupo humorístico de todos os tempos.

Monty Python – Uma Autobiografia Escrita Por Monty Python
Editora: Realejo
Páginas: 432 páginas
Preço sugerido: R$ 69,90

Mais dos Pythons

 

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Jornal chama Dilma de “louca” e sugere internação da presidente

Como jornalismo, nota zero! Como jogada de marketing, dez, nota dez! A notícia nem é totalmente mentirosa, mas dá munição para os que defendem que tudo é golpe e que quem fala mal não sabe o que diz. Mas, admito, morri de rir!

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Editado pelo Instituto Brasileiro de Comunicação Social, o jornal Hora do Povo divulgou em sua capa a seguinte manchete: “Louca inicia terceira onda de cortes e impostos para engordar bancos”. Ao lado do texto, uma foto da presidente Dilma Rousseff com os olhos “tortos”. O impresso publicou, também, que “por menos que isso, D. Maria I foi internada”. A reportagem sobre o momento político foi veiculada nesta semana.

O impresso Hora do Povo tem como editor-geral Clóvis Monteiro Neto e conta com sucursais no Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Belém, além do escritório principal na Vila Mariana, em São Paulo. Na reportagem que chama Dilma de “louca”, o jornal comenta o lançamento do projeto de cortes de gastos e aumento de impostos promovido pelo governo federal.

“O lançamento do pacote de Dilma – mais um – na segunda-feira, teve um subproduto marginal: o desmascaramento completo dos fariseus que, por uma coisa à toa, um carguinho qualquer ou um pedaço de cetim – ou um dinheiro desviado da Petrobrás – apoiam qualquer coisa que saia do Planalto”, escreveu a publicação.

A primeira página apresenta outras manchetes como “Objetivo do governo é obter mais recursos para torrar com juros”, “O dilatado placar do impeachment: 887.458 a 1.125” e “Volta da CPMF não prevê nenhum tostão para Saúde”. Nas redes sociais, a capa do jornal com a manchete de Dilma tem mais de 950 compartilhamentos e mais de 2.900 mil curtidas.

Fonte: Comunique-se

Jimmy Fallon e Nicole Kidman

Essa entrevista passou faz pouco tempo e é uma das coisas mais engraçadas que vi nos últimos tempos. A cara de Fallon ao descobrir que Nicole Kidman tentou ter um caso com ele. É sensacional!

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Quem não viu, veja. Quem já viu, reveja!

‘Desilusões Perdidas’: O jornalista supersincero

Precisava compartilhar essa. Afinal, qual jornalista nunca teve vontade de dizer alguma dessas frases?

 

01-job-interview-cartoons-face-to-face-interview-interview-answers-personal-interview-questionsVocê não tem uma foto melhor, não? Você tá com um cabelo horroroso na que você me mandou. Vai estragar minha matéria.

Eu não vou publicar o seu release porque tá uma merda.

Caneta de novo? Vocês já deram jabá melhor pra imprensa, hein?

Reunião? Teu chefe não tá em porra nenhuma de reunião. Ele não quer é me atender.

Não vem com esse papo de amiguinho. Você só tá me escrevendo porque tá desempregado e quer uma boquinha aqui na redação.

Prefiro que você me envie as respostas por e-mail. É que estou com uma preguiça danada de fazer a entrevista por telefone.

O lançamento do celular em si não me despertou nenhum interesse. Eu só vim mesmo pra coletiva pra comer. Aproveita e me passa aquele canapé. O de tomate seco.

Você não tem uma declaração mais original, não? Essa história de que agora é levantar a cabeça, corrigir os erros e trabalhar duro em busca dos três pontos é tão clichê.

Ele tá em reunião ainda? Escuta, querida, não é que eu me importe com o que ele tem a falar. Eu tô cagando pro que ele tem a falar. É que eu tenho que ouvir a porra do outro lado pra fechar a matéria.

Adoro desgraça de pobre. Sempre dá audiência.

Já que você está muito a fim de me namorar, eu preciso te avisar: eu não sou famoso, eu trabalho de fim de semana e, ontem num e-mail, você escreveu abraço com dois esses. É com cedilha, anta!

Escrito por Duda Rangel

Fonte: Comunique-se

 

Um dicionário de carioquês-português

O Brasil é mesmo um país de muitas realidades e muitos dialetos. Já ganhei um dicionário de baianês e aprendi muitas expressões usadas em Pernambuco. Sendo assim, foi bom encontrar esse dicionário de carioquês no blog Diário do Rio de Janeiro. Abaixo reproduzo o ótimo trabalho feito por eles.

Rio de Janeiro IxQue o carioca é o sotaque oficial do Brasil (nem que seja na língua cantada e cênica) a gente já sabe mas e como a gente faz para explicar algumas de nossas muitas gírias a quem não teve a sorte de pertencer à Cidade Maravilhosa. Afinal ser carioca, ser do Rio de Janeiro, não é para qualquer um.

Conheça então o dicionário de português-carioquês e aproveita para traduzir a seguinte frase: O mané não partiu para um 0800 bolado e acabou ficando na mão do palhaço de arroz.
0800

Diz-se de qualquer situação que não demandará gasto monetário. De graça. “O show será 0800”. “Pode vir que hoje é tudo 0800”

1. Partícula iniciadora de frase. “Aê, se liga (…)”.

2. Advérbio de lugar. “A parada está por aê”.

A porra toda

[Termo composto] “Tudo”, com eventual viés agressivo. Totalidade do que está ao alcance. “Quebramos a porra toda”. “Sai xingando a porra toda”.

Arroz

Aquele que só acompanha. Sujeito que vive rodeado de mulheres, tem muitas amigas, e não pega nenhuma.

Sin. “Arame-liso” (cerca, mas não machuca); “mestre-sala” (só dança em volta); “Cantor de churrascaria” (canta enquanto os outros comem).

Beleza

1. Cumprimento usual. “E ai, beleza?”

2. Aceitação. “Tá ok, beleza!”

3. Expressa exaltação. “Que beleza!!”

Boiola

Homossexual masculino; gay; bichona; bicha; bambi; baitola; viadinho.

Rio de Janeiro IVxBolado

Condição de incompreensão momentânea ou preocupação em qualquer nível. “Tô ficando bolado”.

Bucha

Indivíduo com marra de malandro, mas que não passa de um tremendo prego; as antigas era chamado de malandro coca-cola (só dar um sacode que ele perde o gás).

Cabaço

Sujeito trapalhão. “Tu viu que merda? Esse cara é mó cabaço!”.

Caído

1. Evento pouco divertido. “A festa estava caída”.

2. Mulher de traços físicos ou mentais pouco atraentes. “Achei a mulher meio caída”.

Coé

Aglutinação de “qual é”.

1. Partícula iniciadora da frase. “Coé, irmão, beleza?!”.

2. Partícula afrontativa. “Coé, irmão, tá maluco?!”

3. artícula de incerteza. “Não entendi coé a do maluco”.

Conto

Unidade monetária sem plural. “Essa parada custa 10 conto”.

Dá uma moral (aê!)

[Termo composto]

1. Pedir auxílio a outrem. “Dá uma moral pra eu empurrar o carro, aê!”

2. Barganhar pequena vantagem. “Dá uma moral nessa dose, aê!”

Fluir

Dar certo. “Meu projeto fluiu”. “Essa parada tá fluindo”.

Sin. “Rolou”.

Filhadaputa

1. Interjeição genérica de descontentamento. Pode ser usada após qualquer acontecimento desagradável e/ou inesperado.

2. Adjetivo utilizado para humilhar, xingar, ofender aqueles que merecem.

Ver fura-olho.

Rio de Janeiro IIxFoda

1. Qualificação indicativa de dificuldade. “Aquela parada é foda!”.

2. Qualificação positiva indicando algo muito bom “Aquela parada é foda!”.

3. Qualificação que indica algo impressionante “Aquela parada é foda!”.

Fura-olho

[Termo composto] Fala-se do indivíduo que, incapaz de conseguir realizar os feitos próprios, usufrui das glórias alheias.

Ver filhodaputa.

Goxtosa

Diz-se da mulher de formas físicas harmoniosas. Elogio glorioso. “Aquela garota nova da turma é muito goxtosa”. “Você viu a goxtosa que entrou no ônibus?”. “Tem uma goxtosa na mesa do lado”.

Irado

1. Qualificação positiva relacionada a um fato, ocorrência ou objeto. “O jogo de ontem foi irado!”.

2. Qualificação positiva a um sujeito. “Aquele cara é irado”.

Já é!

[Termo composto] Exclamação da pessoa que demonstra concordância com o que foi proposto. “Vamos embora daqui a uma hora?” “Já é!”.

Sin. “Demorô”.

Maluco

Cara; sujeito; indivíduo. “Eu não conheço aquele maluco”. “Estava com uns malucos da faculdade”.

Maneiro

Muito legal. Show de bola. Um estágio acima do simples “legal”. Às vezes menos eufórico do que “irado”.

Mermão (masculino)

Aglutinação de “meu irmão”. “Aí, mermão, que parada é essa?”

Rio de Janeiro IIIx

Aglutinação de maior. “Ih, coé? Mó otário, aê!”.

Na mão do palhaço

[Termo composto] Diz-se da condição das pessoas entorpecidas, não importa com qual substância. “Virou dez copos de pinga e agora está na mão do palhaço”.

Nego

Toma o lugar da terceira pessoa do plural. Curiosamente flexiona o verbo que o segue para a terceira pessoa do singular. “Nego vai pra festa amanhã” (Eles vão pra festa amanhã). “Nego é muito burro” (Eles são muito burros).

Night

Diz-se sobre a diversão noturna, comumente acompanhada de entorpecentes e saliências com outrem. Chamada de diferentes formas pelo Brasil, como “Balada” em São Paulo. “Partiu night hoje!”

Parada

Substantivo genérico. Pilar da linguagem carioca. Refere-se a qualquer coisa para a qual a pessoa não ache um termo digno. “Que parada é essa?”. “Qualquer parada me liga”. “Parada doida”. “Preciso fazer uma parada”.

Partiu

1. Interrogação sobre se é o momento certo de iniciar uma ação. “Partiu?”.

2. Exclamação de quem julga ser aquele o momento certo para começar uma ação. “Partiu!”.

Paraíba

Indivíduo nascido ou residente acima do paralelo que passa por Copacabana.

Peidão

Covarde, frouxo, borra-botas. “Maluco mó peidão”.

Pela-saco

1. Pessoa chata; piegas.

2. Puxa-saco; baba-ovo; rabiola.

Ver Arroz.

Rio de Janeiro XxPerdeu a linha

[Termo composto] Fala-se do indivíduo que cometeu um ato inconsequente/insensato. “Perdeu a linha e virou seis doses de tequila em meia hora”. “Perdeu a linha e foi o centro das atenções na festa da empresa”.

Porra

Segundo sustentáculo da linguagem carioca.

1. Interjeição (“Porra!”).

2. Substitutivo para “parada”. “Olha aquela porra ali!”

3. Advérbio de intensidade. “Em São Leopoldo estava um frio da porra!”.

Porrada

1. Coletivo genérico. Multidão – uma porrada de gente. Matilha – uma porrada de cachorros.

2. Briga. Sujeitos em momento não muito romântico.

Se liga

[Termo composto] Apelo por atenção para o que será dito a seguir. “Se liga, pra onde a gente vai hoje a noite?”.

Sin. “Então”.

Sinistro

1. Adjetivo que qualifica aquilo que acompanha. “O Neymar é um jogador sinistro”

2. Adjetivo que expressa dificuldade. “Essa fase do jogo é bem mais sinistra que a outra”.

Tu

Pronome pessoal do caso reto de comportamento esquizofrênico. Segue sendo segunda pessoa do singular, mas flexiona o verbo que o segue na terceira pessoa. “Tu viu”,”Tu faz”, “Tu é”.

Fonte:  Diário do Rio de Janeiro

 

Dia do Gordo – um recadinho atrasado

Elefante com minissaiaVocê sabe que tem algo errado quando alguém que tem um corpinho digno de ser exposto no zoológico acha que pode se vestir como a Mary Quant. Pior ainda quando acha que o QI é elevado.

 

PS: Se não sabe quem é Mary Quant, pede pra cagar e sai de fininho!

Joel Santana e o seu ingrêis!

Depois do “pode tubí”, o folclórico técnico de futebol Joel Santana volt a se utilizar do seu peculiar modo de falar inglês para ganhar uma boa grana.

Será que tem alguém que ainda não viu o novo comercial de Sir Natalino?

maxresdefaultDonti you révi caspa? Se você tiver, é melhor obedecer às ordens do professor Joel Santana e usar Head&Shoulders.

Em nova campanha que explora o sotaque único do treinador – que já foi sucesso na ação “Pode to be”, da AlmapBBDO para Pepsi – o xampu da P&G quer mostrar a importância do combate à caspa, principal benefício do produto.

O comercial foi criado pela Africa e traz pérolas de Joel como “you ar a véri mutchi caspa man”. Em uma cena, ele até se torna professor de inglês, mostrando no quadro da Monalisa o que é head e o que é shoulders. Naturalmente, poucos alunos entendem o que ele quer dizer.

Ao final, sobra até para o anunciante, já que a pronúncia de Procter&Gamble também é bastante característica.

A criação é de Eco Moliterno, Carlos Fonseca, Alexandre Esposito, Tarek Farahat, Waldemar França e Sergio Gordilho. A ficha técnica traz o nome de Farahat, que é diretor-geral da P&G para a América Latina. Segundo a agência, ele participou do nascimento da ideia e, por isso, consta como redator.

Reação

Por meio de sua conta no Twitter, o sócio-presidente e diretor de criação da AlmapBBDO Marcello Serpa alfinetou a campanha. Ele afirmou: “Na boa, pode “to be” igual?”, em referência ao slogan usado por sua agência na campanha para Pepsi.

Alguns minutos depois, ele voltou a criticar os concorrentes: “Se pode “to be”igual, então podemos fazer um filme aqui na agência com aquele bebe fofo rindo e rasgando papel. Vai ficar uma graça”.

A Africa afirmou que não irá comentar as declarações.

Fonte: Meio & Mensagem

Queijo curado – Uma boa do Simão

Quem me conhece sabe da bronca que tenho com a “coluna” do José Simão todas as manhãs na Bandnews FM. Acho a maioria das colocações sem graça e não entendo as gargalhadas de Boechat & Cia. Porém, como acontece com todos, uma vez ou outra ele acerta. A foto abaixo, admito, foi bem bolada!

Queijo curado

Jerry Lewis e a máquina de escrever

Difícil acreditar que alguém ache que Jim Carrey é original. Basta ver esse número clássico do original Jerry Lewis (aqui em duas versões) para notar que há quilômetros de distância entre os dois comediantes.

Com ou sem Dean Martin, Jerry era imbatível.

Alguém ai sabe o que é uma máquina de escrever?

 

 

Mico histórico: ‘Carta de amor’ vai parar no Diário da Justiça do Trabalho da Paraíba

Alguns anos atrás um comentário sobre uma ‘matéria de punheta’ que estava sendo feita por dois repórteres entrou na versão online de um grande jornal do Nordeste, no meio de um texto sobre economia. Ontem, essa outra pérola foi parar no Diário da Justiça do Trabalho da Paraíba.

Gente, cuidado com o copy and paste!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entenda o mole:

Uma carta de amor foi parar no Diário Oficial do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, que tem sua sede localizada na Paraíba. A edição do último dia 16 de fevereiro trouxe no lugar em que deveria constar o resultado de um processo a inusitada publicação que conta em detalhes o término do relacionamento de um casal.

Em nota enviada à imprensa, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho, desembargador Paulo Maia Filho, informou a abertura de processo administrativo disciplinar para a apuração da ocorrência pela Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar do TRT.

Informou também que a servidora que assina a publicação pediu exoneração do cargo em comissão que exercia e que o pedido foi atendido pela presidência. A edição do Diário Oficial com a publicação amorosa continua disponível no site do TRT.

A nota da assessoria frisa ainda que o teor da carta não revela a prática de nenhum ilícito, nem causou prejuízo às partes do processo, apenas fatos da vida pessoal da servidora, que não tem em seu histórico funcional nada que macule sua dignidade.

A carta relata o fim de um relacionamento provocado pela entrada de uma terceira pessoa. A mulher, que assina, se queixa do seu amante, relembra momentos vividos com ele e até revela que vai devolver um iphone que ganhou de presente.

A mulher não aceitou que o homem se envolvesse com uma outra mulher. Ela diz que já tinha aceitado ser amante dele em outra situação, mas não aceitaria o novo caso porque a da vez seria alguém próxima a ela. A autora, inclusive, diz que o ‘amante’ propôs ter as duas ao mesmo tempo.

“Sempre soube que não havia um compromisso entre nós e sou romântica e idealista mesmo e esse lado bem cru e realista da vida me deixa perplexa”, diz a mulher insatisfeita em um dos últimos trechos.

Fonte: G1

Verdades Inquestionáveis

– No Havaí, todas as sandálias são havaianas.

– A primeira missa do Brasil foi o maior programa de índio.

– Mulher grávida reclama de barriga cheia.

– Os filósofos têm um problema para cada solução.

– Lixo: coisas que jogamos fora.     Coisas: lixo que guardamos.

– As fitas são virgens porque o gravador é estéreo.

– Herói é o covarde que não teve tempo de fugir.

– Pinte os cabelos de preto para encontros amorosos, e de branco para encontros de negócio.

– Relógio que atrasa não adianta.

– Nasci careca, pelado e sem dente. O que vier é lucro.

– Um chato nunca perde o seu tempo. Perde o dos outros.

– Não brinque com fogo, ele não sabe brincar.

– Uma celebridade é alguém que trabalha duro muito tempo para se tornar conhecida, e depois passa a usar óculos escuros para não ser reconhecida.

– Você está velho quando achar que antigamente isso ou aquilo era melhor.

– Canela é um dispositivo para achar móveis no escuro.

– Amigo é alguém que tem os mesmos inimigos que você.

– A fé move montanhas. Os ecologistas são contra.

– Ser canhoto é muito fácil, difícil é ser direito.

– Quando não restar mais nenhuma opção, leia o manual.

– Evite acidentes. Faça de propósito mesmo.

– Quando era menor, supunha que dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje tenho certeza.

– Você sabe que está ficando velho quando as velas custam mais caro que o bolo.

– A primeira amnésia a gente nunca esquece.

– A vantagem de ter péssima memória, é poder divertir-se muitas vezes com a mesma coisa boa como se fosse a primeira vez.

– Não existem ateus quando dá uma pane no avião.

– No avião, o medo é sempre passageiro.

Revelados os nomes dos reforços do Vasco da Gama

 

Em um grande furo jornalístico, esse repórter que vos fala encontrou pelas ruas de Buenos Aires o próximo reforço do Vasco para a Libertadores 2012 e o substituto do técnico Ricardo Gomes. Os dois futuros contratados fizeram questão de posar com a camisa cruzmaltina e declarar amor pelo time de São Januário.

Confira o flagrante!

 

 

 

 

 

 

O significado dos sonhos

Essa veio do companheiro David Moreno Filstein!

A mulher acorda o marido no meio da noite e diz, emocionada:

 

– “Querido, sonhei que você estava me dando um colar de brilhantes!
“O que será que esse sonho quer dizer?”

E ele responde:
– “Você vai saber  no dia do seu aniversário, meu amor…”

O aniversário chega, o marido entra em casa com uma caixa  retangular, maravilhosamente decorada.

 

A mulher se agarra ao pacote quase chorando de emoção,rasga o papel, abre a caixa e dentro encontra um livro: