Jogador de futebol precisa ser burro?

Acho que não, mas eles gostam! Só pode.

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Mother Nature’s Son

Incrível pensar que uma das mais belas baladas já compostas (e que fala sobre um Filho da Mãe Natureza) foi composta e gravada sob as luzes artificiais dos estudios de Abbey Road.

Mother Nature’s Son
Lennon & McCartney

Born a poor young country boy
Mother Nature’s son.
All day long I’m sitting singing songs for everyone.

Sit beside a mountain stream
see her waters rise.
Listen to the pretty sound of music as she flies.

Find me in my field of grass
Mother Nature’s son.
Swaying daisies sing a lazy song beneath the sun.

Mother Nature’s son.

R.I.P. Dennis Hopper

Muito será escrito sobre Dennis Hopper. A maior parte falando sobre Easy Rider e de como ele era rebelde e ficou anos marginalizado pela indústria do cinema. Mas o ator/diretor, que iniciou sua carreira em 1954, em um filme de menor expressão e depois participou de clássicos como Rebelde Sem Causa, Apocalypse Now, Veludo Azul e blockbusters como Velocidade Máxima.

O cara era fera, mas sofreu com drogas, álcool e o câncer que o matou. Suas últimas aparições deixavam claro que seu tempo estava curto.

Paz para um dos últimos artistas que se atreveram a desafiar o sistema.

Os 50 mais ricos da música britânica

Apesar dos dinossauros do rock estarem bem colocados, a lista dos 50 mais ricos da música inglesa é encabeçada pelo presidente da Warner, Edgar Bronfman, com 1,6 bilhão de libras, e por Clive Calder, outro executivo do mundo da música. O primeiro rockeiro da lista é, claro, Sir Paul McCartney, com parcos 475 milhões de libras, atrás até de outro Sir, Andrew Lloyd-Webber, o mago dos musicais, que possui exatos 700 milhões de libras.

Confira a lista completa, que ainda tem Elton john, Eric Clapton, os filósofos Jagger e Richards, Sting e até Ringo Starr.

1. Edgar Bronfman and family (£1,640 bilion)

2. Clive Calder (£1,300 bilion)

3. Lord Lloyd-Webber (£700 million)

4. Sir Cameron Mackintosh (£635 million)

5. Sir Paul McCartney (£475 million)

6. Simon Fuller (£350 million)

7. Sir Mick Jagger (£190 million)

8. Sir Elton John (£185 million)

9. Sting (£180 million)

10. Keith Richards (£175 million)

11. Simon Cowell (£165 million)

12. Olivia and Dhani Harrison (£160 million)

13. Jamie Palumbo (£150 million)

14. David and Victoria Beckham (£145 million)

15= Sir Tim Rice (£140 million)

15= Ringo Starr (£140 million)

17. Sir Tom Jones (£135 million)

18. Eric Clapton (£125 million)

19. Roger Ames (£120 million)

20. Barry and Robin Gibb (£110 million)

Rio ganha festival de cinema sobre futebol – 1º CINEfoot acontece até 1º de junho

Véspera de Copa do Mundo e o país já respira e fala apenas sobre o evento. O Rio, pela primeira vez, vai ser palco de um festival de cinema sobre futebol. O 1º CINEfoot, que acontece até 1º de junho, no Unibanco Arteplex, em Botafogo, vai exibir uma série de curtas e longas sobre o esporte bretão e ainda homenagear Félix, o grande goleiro tricampeão do mundo em 1970.

Segundo o Antonio Leal – diretor e idealizador do festival – “o objetivo é oferecer à sociedade um evento inédito, de excelência, capaz de unir a magia do futebol à emoção do cinema. Duas artes centenárias e apaixonantes”.

Serão oito longas, 14 curtas e mais o documentário “João”, sobre o sempre polêmico João Saldanha.

As produções escolhidas são todas brasileiras, vindas de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

Na sessão de encerramento, no dia 1º de junho, os melhores filmes serão premiados, de acordo com a opinião do público.

Para saber a programação completa, vá até o site do festival.

Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazer

Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança, um prazerTácito

Essa é daquelas verdades incontestáveis. Das que confirmam os maus instintos do ser humano. Nada pior que dever algo para alguém, um favor. Melhor manter a raiva, o ódio. Quem disse que quero ser seu amigo?

Mais fácil nunca mais perguntar, citar, pensar, do que lembrar de que pode dever algo, de que alguma parte sua pode não ser só sua. Revidar uma agressão é tarefa rápida, muito planejada e bastante prazerosa.

Olhar para a parede e ver que não existe aquele buraco, assar uma massa longe do fogão, relaxar com uma taça de espumante nas borbulhas quentes. Tudo pode ser um fardo.

Dever um favor é algo que deveríamos ter a permissão de esquecer. Não importa o quanto chovia naquela tarde ou quantos não responderam os nossos chamados.

Ter que retribuir um favor é algo doloroso. Mais doloroso ainda se a retribuição tenha que ser algo que agrade o outro. Melhor sempre pensar que ‘isso que estou fazendo é um favor‘.

Melhor cuidar da aparência, armar um sorriso aberto, subir o tom da voz e rir bem alto, pelo menos enquanto ninguém aparece com uma torta para jogar na cara. Afinal, por que retornar uma ligação, desejar feliz aniversário ou dar os parabéns por alguma conquista, se é mais fácil só pedir favores?

Será que sabemos quando casamos danos?

Vem ai mais um Rio das Ostras Jazz & Blues Festival

Em 2010, a 8º edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival vai ter muitas boas atrações. A cobertura você vai poder ler aqui no F(r)ases da Vida e no Portal R7, de 3 até 6 de junho.

Como aconteceu nos últimos anos, estarei lá cobrindo o evento, publicando matérias no R7 e postando algo dos bastidores aqui no F(r)ases. Este ano teremos bem mais jazz que blues, mas con qualidade.

As atrações serão: Ron Carter Trio com Russel Malone e Mulgrew Miller, T.M. Stevens Project com Cindy Blackman, Delmar Brown & Blackbyrd Mc Knight, Rod Piazza & The Mighty Flyers, Glen David Andrews, Michael “Patches” Stewart, The Michael Landau Group, Victor Bailey Band, Stanley Jordan Trio com Armandinho Macêdo, Joey Calderazzo Quartet, Raul de Souza, André Cristóvam, Brazilian Blues Band, Plataforma C Instrumental e Rio Jazz Big Band & Taryn.

Aguarde!


Outra sobre o iPad

Pouco tempo atrás escrevi que achava o iPad um gadget sem muita utilidade. Já não sou grande fã dos notebooks e, embora esteja cada vez mais difícil viver sem eles, não creio que um tablet possa substituí-los com qualquer tipo de vantagem. Claro que gostaria de testar o bichinho, mas, enquanto ele não chega ao Brasil, fica a curiosidade.

Outro dia, enquanto tomava café em uma mega padaria d’além mar (Niterói), vi – pela primeira vez ao vivo – um iPad. A minha impressão a distância (sem crase) foi a mesma: É um iPhone gigante ou um notebook miniatura. Pequeno demais para agradar, grande demais para ser portátil e discreto. Enquanto lia meu jornal (em papel) tranquilamente, o dono do iPad lutava para conseguir um lugar para o aparelho na mesa (que já era pequena para o café). Pude ver que ele acessou o conteúdo do O Globo, mas que também estava cheio de dedos (sujos) para operar ogadget.

Com certeza os problemas para conseguir ler algo no iPad não vale a perda do prazer de ir até uma banca e comprar a versão em papel. No mínimo, valeria mais estar munido de um laptop ou netbook. Vários jornais brasileiros já anunciaram o lançamento de aplicativos para o iPad, mas, applemaníacos que me perdoem, acho que a coisa não vai pegar por aqui.

Espaço Cultural Sérgio Porto – Uma roubada

Ir ao Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, é coisa para poucos heróis. O lugar, controlado pelo município, não fica em um local muito simpático, não tem nenhum estacionamento pelas redondezas (na Cobal, talvez) e uma programação pouco divulgada.

No último domingo (23/05/10) fui com minha namorada assistir ao show do cantor e compositor Marcelo Costa Santos. Nos poucos lugares onde foi feita alguma divulgação, o horário para o início era 19h30. Ao chegar lá, descobrimos que seria 20h30. Nenhum problema, era o que estava impresso no cartaz dentro do Espaço Cultural e permitiria um bom set, já que 22h em ponto o lugar é fechado.

O problema foi que quem entrou no palco, sem NENHUM AVISO PRÉVIO – foi um outro grupo, novo, que, não importando a qualidade da apresentação, tocou várias músicas e ainda convidou o público a assistir ao show do Marcelo, que, TAMBÉM NÃO HAVIA SIDO AVISADO DESSA ‘ATRAÇÃO EXTRA‘!

O resultado foi que Marcelo foi obrigado a abreviar sua apresentação, cortar diálogos e fazer medleys de algumas canções, numa tentativa de não estragar completamente a noite de quem pagou para vê-lo. Na boa, a administração do Sérgio Porto e a tal Carambola Produções (empresa responsável pela programação) pisaram na bola. Querer ajudar novos artistas é louvável e deve mesmo ser a filosofia do local, mas empurrar goela abaixo algo que não estava no programa e que prejudicou o que deveria ser o único show da noite é de um amadorismo assustador.

Um exemplo de quando o mais é BEM menos. Cortou o clima de escrever algo sobre o show.  Lamentável!

Can’t Lose What You Never Had – The Allman Brothers Band

Can’t Lose What You Never Had
The Allman Brothers Band

Had a sweet little girl,
Run out and took the baby boy, people ain’t that sad.
Oh, had a sweet little girl,
Left me, run out and took the baby boy, oh ain’t that sad.

Chorus:

Can’t spend what you ain’t got,
Can’t lose what you never had.
Can’t spend what you ain’t got,
Can’t lose what you never had.

Had some money in the bank,
Got busted, people ain’t that so sad.
Oh, I had some money in the bank,
Got busted, people, people ain’t that sad.

Chorus

Had a sweet little home,
Got drunk, burned it down, people ain’t that sad.
Oh, had a sweet little home,
Got drunk, burned it down, people ain’t that sad.

Receitas: Peru com Vinho do Porto

Ai vai mais uma receita da série Vinho do Porto, uma das minhas bebidas preferidas. Infelizmente não tirei fotos, mas prometo fazê-lo da próxima vez.

Para variar, a receita é simples e rápida. Ótima para quem mora sozinho ou tem poucas pessoas em casa.

Ingredientes:
4 colheres de sopa de manteiga
1/2 copo de vinho branco seco
1 cálice de vinho do Porto (Ruby, de preferência)
A casca de 1 laranja
Suco de 1 laranja
Sal
Pimenta do reino (em grão)
1 peito de perú

Modo de fazer:
Colocar na água as cascas de laranja e limão, retiradas bem finas, sem a parte branca, que amarga e levar ao fogo. Quando levantar fervura, retirar e escorrer, cortar em fatias finas e juntar ao vinho do Porto, deixando macerar. Temperar o peru com o sal e a pimenta, colocar o sumo de laranja e levar ao forno coberto com a manteiga, regando de vez em quando com o vinho. Depois de assado, fatiar o peru e cobrir com o Porto e as cascas de laranja e limão e com molho da assadeira.

Para acompanhar, salada verde e arroz branco.

O último grande show internacional do Canecão? Tomara que não

Ainda vamos ter Billy Paul, mas ele já é um velho conhecido dos cariocas e da casa. Que os cultos cinsigam usar a sabedoria e chegar a um acordo.

Eu sempre amei o blues e nunca quis tocar nada além do blues, mesmo durante os meus anos de rock. Planejo continuar tocando até a minha morteJohnny Winter

Johnny Winter – Canecão – 20/05/10

O albino magro e doente, um dos melhores guitarristas de todos os tempos, pode já não ser o virtuose e ter a mesma relevância que tinha nos anos 60 e 70, mas ainda é um artista que merece ser assistido. Johnny Winter tocou pela primeira vez no Brasil no Canecão, na última quinta-fera (25/05/10), para uma platéia que enfrentou o frio, as dúvidas sobre o funcionamento ou não da casa de espetáculos e até mesmo um jogo decisivo do time que tem a maior torcida da cidade.

Johnny tocou canções que fizeram um retrato de sua carreira, usando a voz fragilizada e os dedos ágeis para hipnotizar a platéia.

Confira a crítica do show no site do R7 e comente se gostou.

Fotos: Ag. News

Mais um Jason – GM volta lucrar depois de três anos

Várias pessoas desistiram de comprar carros da General Motors depois da crise que praticamente fechou a empresa, em 2007. Várias concessionárias e fábricas (no Brasil e no mundo) fecharam e só mesmo com o auxílio de Obama & Cia a empresa sobreviveu. Agora, em 2010, vem uma notícia que parecia improvável: a GM volta lucrar depois de três anos!

De acordo com os resultados divulgados pela companhia, a GM encerrou os três primeiros meses de 2010 com um lucro liquido de US$ 865 milhões. No primeiro trimestre do ano passado, a GM havia registrado um prejuízo de US$ 6 milhões!

Pelo jeito há uma luz no fim do túnel.

Rio Restaurant Week – algumas impressões

O Rio Restaurant Week é uma ideia brilhante. Assim como acontece em várias cidades do mundo, o evento reúne restaurantes (chiques ou não) que criam menus com entrada, prato principal e sobremesa por preços atrativos. É a chance de conhecer lugares onde normalmente o seu bolso iria reclamar.

Na edição 2010 são 90 restaurantes espalhados pela cidade. Infelizmente, poucos deles na zona norte, o que reforça a ideia de que tudo gira em torno da zona sul e Barra. Reuni alguns depoimentos de amigos e algumas impressões próprias que acho que merecem destaque, antes que o evento acabe, no dia 23.

Primeiro as boas notícias:

Os pratos estão menos microscópicos. Em vários restaurantes realmente dá para sair satisfeito com o que é servido.

A variedade de opções está muito maior que na primeira edição.

As más notícias:

As filas estão enormes e é preciso sair com bastante antecedência e paciência.

Alguns estabelecimentos parecem não ter se preparado para o crescimento no movimento. Principalmente os mais refinados.

Dou dois exemplos de aspectos que podem melhorar ainda mais.

1- O Focaccia, no Leblon, – restaurante especializado em…Focaccia – não colocou o seu carro-chefe em nenhum item do menu do Restaurant Week. Gente, não faz sentido ir lá e não provar as maravilhosas misturas da casa.

2- O Garcia & Rodrigues, também no Leblon, precisa melhorar o humor dos garçons e o serviço em dias de grande movimento. Tudo demorava muito tempo e a cara de quem servia nem sempre era melhor que assustadora. Sem contar que foi um parto pagar a conta somente depois de fazer compras na padaria (queriam que enfrentasse duas filas para pagar as duas contas separadamente). Será que achavam que alguém iria dar calote em um menu de menos de R$ 30?

Bem, ainda faltam alguns dias para acabar o evento e espero poder aproveitar mais dessas criações gastronômicas.

Bom apetite!

O Fim da 6ª Temporada de House


Ainda não sei como foram os índices de audiência do episódio final da 6ª temporada de House (chamado Help Me), apenas que a Fox confirmou mais uma temporada do programa. Este 6º ano foi estranho. Começou com um House internado e histórias que ficaram abaixo do padrão do show. Depois, engrenou e deu espaço para que Cuddy e Wilson tivessem seus momentos de brilho como protagonistas. Um desempenho irregular dos roteiros, que contou até mesmo com um deles escrito para que Hugh Laurie pudesse fazer seu debut na direção.

Help Me foi brilhante. Com certeza o House mais humano, arrasado e frágil de todos os shows que foram ao ar até hoje. Lidando com situações difíceis, declarações dolorosas feitas na sua cara, ficando enclausurado e com uma solidão que nunca antes pareceu incomodar tanto. Não, não vou contar muito sobre o episódio, até porque nem sei quando será exibido no Brasil, mas garanto, é imperdível.

Provavelmente o 7º ano vai ser de arrepiar e (espero) não seja o início do fim das histórias do Dr. Mau-Humor. Uma nova vida está começando e muita coisa boa deve acontecer com ele, 13 e o resto da equipe.

Se o ano foi de histórias irregulares, só esse final já vale a compra da caixa da 6ª temporada. Aproveitem o spoiler.

Notícia velha: As Frases dos Ônibus das Seleções na Copa

Ai estão os dizeres dos ônibus das 32 seleções.  Muitos deles super bregas e patrióticos.

África do Sul: Uma nação unida e orgulhosa sob um arco-íris

Alemanha: No caminho de ganhar a Copa!

Argélia: Estrela e crescente com um objetivo: Vitória!

Argentina: Última parada, a glória

Austrália: Ouse sonhar, avance Austrália

Brasil: Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!

Camarões: Os leões indomáveis estão de volta

Chile: Vermelho é o sangue do meu coração, Chile campeão

Coreia do Norte: 1966 de novo! Vitória para a Coreia!

Coreia do Sul: Os gritos dos vermelhos, República da Coreia Unida!

Costa do Marfim: Elefantes, vamos lutar pela vitória!

Dinamarca: Tudo de que você precisa é um time dinamarquês e um sonho

Eslováquia: Balance o campo verde: Vá Eslováquia!

Eslovênia: Com 11 corações valentes até o fim

Espanha: Esperança é o meu caminho. Vitória, meu destino

Estados Unidos: Vida, liberdade e a busca pela vitória!

França: Todos juntos por um novo sonho em azul

Gana: A esperança da África

Grécia: A Grécia está em todos os lugares

Holanda: Não tema os 5 grandes, tema os 11 laranjas

Honduras: Um país, uma paixão e 5 estrelas no coração

Inglaterra: Jogando com orgulho e glória

Itália: O nosso azul no céu da África

Japão: O espírito samurai nunca morre! Vitória para o Japão!

México: É tempo de um novo campeão!

Nigéria: Super Águias e super fãs unidos, nós acreditamos

Nova Zelândia: Chutando no estilo Kiwi

Paraguai: O leão guarani ruge na África do Sul

Portugal: Um sonho, uma ambição… Portugal campeão!

Sérvia: Jogando com o coração, andando com um sorriso!

Suíça: Vamos, Suíça! (nas quatro línguas oficiais do país)

Uruguai: O sol brilha sobre nós! Vamos, Uruguai

Cronofobia

Peter Pan tem adeptos. Muitos não aceitam a natureza, mesmo quando precisam usar óculos. A vida exige calma e segurança, para quem não tem mais 20 anos.

Cronofobia

Caracterizadas por sensações como ansiedade e claustrofobia, as crises de cronofobia são desencadeadas pelo medo neurótico da passagem do tempo. A inexorabilidade do tempo é encarada como grande adversária para o indivíduo cronófobo (ou cronofóbico) e a incapacidade de controlar o passar dos segundos lança-o num estado de pânico. É um tipo de neurose bastante comum entre presos, já que a reclusão faz com que contem o tempo que ainda falta serem libertos e um dos efeitos da ociosidade do encarceramento costuma ser a impressão de que tudo passa mais vagarosamente. O termoo cronofobia também está relacionado ao medo exacerbado de envelhecer.

(cro.no.fo.bi.a)

sf.

1. Psiq. Temor patológico à passagem do tempo; medo patológico de envelhecer

[F.: cron(o)- + -fobia.]

Essa é para você

Further On Up The Road
by Joe Medwich Veasey and Don D. Robey

Further on up the road
Someone’s gonna hurt you like you hurt me.
Further on up the road
Someone’s gonna hurt you like you hurt me.
Further on up the road,
Baby, just you wait and see.

You gotta reap just what you sow;
That old saying is true.
You gotta reap just what you sow;
That old saying is true.
Just like you mistreat someone,
Someone’s gonna mistreat you.

You been laughing, pretty baby,
Someday you’re gonna be crying.
You been laughing, pretty baby,
Someday you’re gonna be crying.
Further on up the road
You’ll find out I wasn’t lying.

Further on up the road
Someone’s gonna hurt you like you hurt me.
Further on up the road
Someone’s gonna hurt you like you hurt me.
Further on up the road,
Baby, just you wait and see.

O fim dos bootlegs soundboard

Com a facilidade em copiar CDs e DVDs e de trocar música pela internet, uma dos melhores momentos para um colecionador de música pode estar morrendo: o lançamento de algum título (show) gravado diretamente da mesa de som.

O fim do comércio de bootlegs (erradamente chamados, no Brasil, de discos piratas) fez com que também terminasse o interesse em conseguir gravações em estéreo, com ou sem mixagem da plateia. Assim, fica mais fácil conseguir um show da década de 80 com qualidade soberba, que um gravado em 2010.

Como alguns dos meus artistas favoritos fizeram suas melhores turnês na década de 80 (é, ela serviu para algo), to feliz. Só da turnê de 1985 de Eric Clapton já devo estar com meu 13º show em mãos. Apesar de ser um concerto com vários CDs lançadas, acho que consegui a versão definitiva.

Como ainda não tenho como hospedar os áudios, compartilho a capa com vocês.

Quem nunca ouviu uma gravação como esta pode não saber que existe muito mais vida além dos lançamentos oficiais.

A vida deveria ser um pedaço de bolo

Nem gosto tanto assim de doces, mas adoro a frase de Alfred Hitchcock – já citada várias vezes neste blog – Alguns filmes são como pedações da vida, os meus são como pedações de bolo. Na verdade, cheguei a conclusão de que a vida é que deveria ser como pedaços de bolo, daqueles que você come, se lambuza, não fica culpado por ter experimentado e se repete sempre.

Vem ai uma nova Copa do Mundo e a sensação de que tudo passa muito rápido também se acelera. Já está chegando a hora de juntar os amigos para xingar e torcer pela seleção (mesmo com o Dunga). É a hora de gritar (menos para os que já falam alto demais) e falar apenas sobre o velho esporte bretão.

Mas, assim como Hitchocock se achava um diretor marcado: Sou um diretor estereotipado. Se eu fizesse Cinderella, o público estaria imediatamente procurando por um corpo na carruagem, eu também me considero um idealista, mesmo não confiando na natureza humana. Imagino que sempre vou ser considerado rasteiro, mesmo quando somente uma rasteirice possa explicar algumas decisões tomadas.

Walt Disney tem o melhor elenco. Se não gosta de um ator, ele simplesmente o apaga. Essa era a definição da inveja que o Mestre do Suspense tinha do seu companheiro Walt Disney. Como ele, também gostaria poder apagar alguns personagens e rescrever o roteiro e a fala de alguns outros. Afinal, o meu roteiro é sempre perfeito.

Mas, como dizia, a vida deveria ser mais leve, menos exigente, com menos medos e egoísmos. São pocas as chances disso acontecer. Então, enquanto a temperatura está agradável, vou alugar alguns filmes do mestre e sonhar com uma civilização menos focada no EU.

Egípcios querem proibir As Mil e Uma Noites

Foi só me pronunciar aqui, neste espaço livre (ahahahah) sobre os problemas de querer controlar o que se escreve nas redes sociais e reclamar do politicamente correto que recebo essa sensacional notícia: Um grupo de egípcios modernos quer proibir o livro As mil e uma noites por entender que atenta contra a decência e instiga ao pecado.

Vale lembrar que o livro teve a sua primeira edição em 1835. Ou seja, as pessoas estão entrando em um delírio coletivo onde tudo deveria ser proibido e tudo é incorreto. Pior, já houve tentativas de recolher a publicação na década de 80.

Quero distância dessas pessoas loucas.

Redes Sociais são o fim da liberdade expressão?

Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin, etc. São várias as redes sociais que se espalham pelo universo globalizado, permitindo que mais gente se encontre, troque ideias, comentários bobos e paqueras, certo? Bem, nem tanto. Enquanto as redes sociais (assim como os blogs) deveriam ser espaços onde o politicamente correto deveria passar longe (liberdade de expressão, lembra?), a verdade é que o seu uso pode causar danos aos usuários. Danos profissionais.

No início desta semana o editor da revista National Geographic Brasil, publicada pela editora Abril, foi demitido por alguns comentários que postou em seu Twitter. CLARO que, por mais democráticos e pessoais que sejam os espaços utilizados, não dá para um funcionário execrar seus chefes, dizer que são incompetentes, sem foco ou feios, nem soltar os podres da empresa onde trabalha. Tem que vestir a camisa. Porém, não dá para ser demitido por ter opinião própria. Boa polêmica, não?

O que faltam são regras (nas empresas) que sejam claras e não firam os direitos individuais dos funcionários. Eu, particularmente, acho que uma conversa em uma mesa de bar pode ser muito mais prejudicial que um comentário no Twitter. Isso, sem contar que perder a liberdade de escrever um palavrão, fazer uma piada de mau gosto, ser politicamente incorreto está (e se não está, devia) na Constituição.

Imagine se alguém for demitido porque discordou de uma crítica de cinema, acha um determinado crítico fraco ou um colunista tendencioso(a) e com nariz feio?

Os e-mails corporativos já foram alvo de restrições, mas são corporativos, da empresa. Se meter na opinião e na individualidade dos funcionários parece um passo um pouco largo demais.

Leia mais sobre o caso da demissão do editor da National Geographic Brasil