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Os músicos mais ricos do Reino Unido

Adele e Paul McCartney estão na lista dos mais ricos. O velho Sir Macca é o primeiro colocado

Antiguidade é posto. A frase é antiga e batida, mas se encaixa perfeitamente no contexto dos músicos mais ricos do Reino Unido. Berço do melhor do rock (e outros ritmos) desde os anos 60, Inglaterra e adjacências também produziram alguns dos mais bem-sucedidos artistas do planeta. E, embora os mais jovens desdenhem do som que marcou e até hoje influencia o mundo, a maioria dos nomes é da velha guarda, com alguns que nem são tão levados a sério como talentos, mas que estão lá, marcados na história. Assim, membros dos Beatles, Stones, Pink Floyd e Queen, por exemplo, estão lá no topo da lista.

O ranking, produzido pelo jornal Sunday Times, é feita levando-se em conta vários fatores como terras, propriedades, bens móveis e ações em empresas públicas. Os valores guardados nos bancos não entram nessa conta. As cifras estão na moeda da Terra da Rainha (libras esterlinas), claro.

Chupa, garotada!

PS: O valor da libra está quase R$ 5

Os nomes e as cifras:

Eric Clapton, com £ 175 milhões, está na posição 12

1. Paul McCartney e Nancy Shevell – £ 820 milhões
2. Lord Lloyd Webber – £ 740 milhões
3. U2 – £ 569 milhões
4. Elton John – £ 300 milhões
5. Mick Jagger – £ 260 milhões
6. Keith Richards – £ 245 milhões
7. Olivia e Dhani Harrison – £ 230 milhões
8. Ringo Starr – £ 220 milhões
9. Michael Flatley – £ 202 milhões
10. Sting – £ 190 milhões
11. Rod Stewart – £ 180 milhões
12. Roger Waters – £ 175 milhões
12. Eric Clapton – £ 175 milhões
14. Robbie Williams – £ 165 milhões
15. Tom Jones – £ 163 mihões
16. Tim Rice – £ 152 milhões
17. Ozzy Ousbourne e Sharon Ousbourne – £ 145 milhões
18. Adele – £ 140 milhões
18. Calvin Harris – £ 140 milhões
18. Charlie Watts – £ 140 milhões
21. Brian May – £ 135 milhões
22. Roger Taylor – £ 130 milhões
23. Jimmy Page – £ 125 milhões
24. Phil Collins – £ 120 milhões
25. David Gilmour – £ 115 milhões
26. Robert Plant – £ 105 milhões
26. John Deacon – £ 105 milhões
28. Enya – £ 104 milhões
29. Chris Martin – £ 94 milhões
30. Nick Mason – £ 92 milhões
31. Pete Townshend – £ 82 milhões
31. Will Champion – £ 82 milhões
31. Jonny Buckland – £ 82 milhões
31. Guy Berryman – £ 82 milhões
35. Ed Sheeran – £ 80 milhões
35. Gary Barlow – £ 80 milhões

 

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

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Queen – outra crítica politicamente incorreta

Atenção: Para ler uma crítica puramente musical, leia meu texto no Dia Online. Saiba também como é o novo CD do Queen: The Cosmos Rocks.

Ag. NewsA semana tinha começado com um (bom) show de outra “banda do passado” – o Duran Duran – que, apesar dos esforços do último disco, com participações de queridinhos da indústria musical dos tempos de hoje, não conseguiu fazer decolar o CD. O que funcionou mesmo foram os antigos sucessos.

Ficava a dúvida: Se o Duran Duran não conseguiu lotar o Vivo Rio, será que o Queen (sem Freddie Mercury, óbvio) conseguiria lotar a Arena Multiuso (ou HSBC, como queiram), um local muito maior? Será que conseguiriam se livrar de apenas serem um ato nostálgico?

A resposta começou a ficar clara ao chegar nas proximidades do autódromo e deparar com um imenso engarrafamento. Não lotou, mas tinha pelo menos uma 4x mais gente que no show dos Durans, isso com o preço do ingresso chegando até R$ 400!

Ag. NewsSei que é injusto comparar o peso e a história do Queen com os Durans, mas temos que ter algum parâmetro. Os súditos da “Rainha” trouxeram um show de rock como se espera um. Bom som (que podia estar um pouco mais alto), luzes, telão, ótimos músicos de apoio e músicas para todos os gostos.

A seqüência inicial (cheia de sucessos), foi o que era preciso para se ter a certeza de que ninguém ousaria reclamar de Paul Rodgers, cantor competentíssimo (que faz o vocal da minha versão preferida de These Arms of Mine, de Ottis Reading) e que está na estrada há mais tempo que o próprio Queen. Rodgers é mais roqueiro, tem boa presença de palco e conseguiu demarcar seu lugar na banda, no show e no coração do público.

A emoção e alegria eram visíveis nos rostos de Rodgers (que sorria, agradecia e mandava beijos e acenos o tempo todo), de Roger Taylor (que chegou a ficar surpreso quando o público cantou 39 quase na sua totalidade) e Bran May (que chorou após Love of My Life e no fim do show, quando não conseguia segurar nenhuma lágrima).

“Ainda lembro de vocês cantando esta canção nos anos 80…Vamos cantar pelos amigos que estão ausentes. Vamos cantar por Freddie Mercury”, disse antes de Love of My Life.

Ag. NewsO que poderia ficar piegas (a própria Love of My Life) acabou sendo uma homenagem justa e na medida certa. As aparições de Mercury em Bijou e  Bohemian Rhapsody em nada soaram oportunistas. As músicas do Queen são patrimônios e a banda (mesmo sem John Deacon) cuida delas com carinho e respeito, e ainda mostram que há como viver convivendo com elementos do passado. Mostraram que o show e a vida podem continuar, sem ter que esquecer ou deixar de lado momentos, coisas ou pessoas do passado . Mostraram que é possível construir um futuro diferente e feliz apenas mudando aquilo que é preciso mudar.

Provavelmente o melhor show internacional de 2008.

Pontos altos:

O set de Brian May e Roger Taylor na rampa que cortava a platéia;
A montagem do kit de bateria de Roger durante o seu solo (a bateria foi montada enquanto ele tocava);
A inclusão de músicas do A Night At the Opera (como 39 e I’m in Love With My Car);
A Arena (ótima acústica e ótimas dependências):
A boa forma da guitarra de May,
A presença de palco de Paul Rodgers.

Pontos fracos:

O preço (abusivo para o Brasil);
O volume do som (poderia ter alguns decibéis a mais),
A Arena (looonnggeee demais e tudo e com um estacionamento difícil de chegar).

Love of My Life

39

Bohemian Rhapsody

Algumas fotos tiradas por mim (fotos profissionais você encontra no Dia Online).

Duas letras para parar, ler e pensar:

Love of My Life (Freddie Mercury)

Love of my life, you’ve hurt me
You’ve broken my heart, now you leave me.
Love of my life can’t you see,

Bring it back bring it back,
Don’t take it away from me,
Because you don’t know
What it means to me.

Love of my life dont leave me,
You’ve stolen my love, you now desert me,
Love of my life can’t you see,

Bring it back bring it back,
Don’t take it away from me,
Because you don’t know
What it means to me.

You will remember
When this is blown over,
And everythings all by the way,
When I grow older,
I will be there at your side,
To remind you how I still love you
I still love you.

Hurry back hurry back,
Don’t take it away from me,
Because you don’t know
What it means to me.

The Show must go on (Queen)

Empty spaces – what are we living for?
Abandoned places – I guess we know the score..
On and on!
Does anybody know what we are looking for?

Another hero – another mindless crime.
Behind the curtain, in the pantomime.
Hold the line!
Does anybody want to take it anymore?
The Show must go on!
The Show must go on!
Inside my heart is breaking,
My make-up may be flaking,
But my smile, still, stays on!

Whatever happens, I’ll leave it all to chance.
Another heartache – another failed romance.
On and on!
Does anybody know what we are living for?
I guess i’m learning
I must be warmer now..
I’ll soon be turning round the corner now.
Outside the dawn is breaking,
But inside in the dark I’m aching to be free!

The Show must go on!
The Show must go on! Yeah!
Ooh! Inside my heart is breaking!
My make-up may be flaking!
But my smile, still, stays on!
Yeah! oh oh oh

My soul is painted like the wings of butterflies,
Fairy tales of yesterday, will grow but never die,
I can fly, my friends!

The Show must go on! Yeah!
The Show must go on!
I’ll face it with a grin!
I’m never giving in!
On with the show!

I’ll top the bill!
I’ll overkill!
I have to find the will to carry on!
On with the,
On with the show!

The Show must go on.

Ouça as músicas do F(r)ases da Vida

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O novo Queen


Após muitas audições e um tremendo cuidado para não deixar o lado fã gritar mais alto, escrevi sobre o novo disco do Queen – agora também sem o baixista John Deacon. The Cosmos Rocks é um bastante decente disco de rock e um fraco disco do Queen.

Pena que eles só vão tocar em São Paulo.

Leia a crítica completa no Mistura Interativa.