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Dicas de Viagem – Escócia – Parte IV – Um roteiro dos TOP 10 imperdíveis na capital

Edinburgh Castle

A capital da Escócia é um sonho! Duvido que alguém conheça e não caia de amores. E não interessa se o céu está azul e o sol brilha, ou se é um dia tipicamente escocês, com chuva e muito, muito vento.

Edinburgh é uma cidade linda e cheia de programas maravilhosos para fazer.

Mas o que não dá para perder numa primeira visita?

Para facilitar a vida de quem tem pouco tempo e quer ver só o principal, selecionei dez atrações imperdíveis em Edinburgh. Como já estava prometido uns posts atrás

Tive a chance de apresentar a cidade para alguns amigos, que ficaram curiosos de eu tanto falar. Para eles, costumo dizer, sem medo de errar: a Escócia é dourada.

Edinburgh também!

Apesar de ser bem cosmopolita, é uma cidade pequena para os padrões brasileiros. E para quem já conhece Londres, por exemplo. O que é melhor ainda!

Então, a primeira dica para quem vai é: conheça a cidade a pé!

Com uma arquitetura basicamente vitoriana, a sensação é que as coisas não mudaram muito por ali com o passar dos séculos. É a capital escocesa desde 1492.

Dividida em Old Town e New Town, tem muitas de suas ruas principais ligadas por vielas, ladeiras e escadarias. Por isso, para ir de um lado para o outro, prepare as perninhas para trabalhar!

1 – Castelo de Edimburgo

Construído a 120 metros de altura do nível do mar, o Edinburgh Castle é onipresente. Onde quer que você esteja ali no centro da cidade, ele está te vigiando. A estrutura, que já sofreu várias transformações e reconstruções ao lono do tempo, guarda mais de 1.400 anos de história.

A cidade nasceu em torno no castelo. Isso lá pelo século IX. A Castle Rock, montanha onde a construção foi erguida, é, na verdade, um vulcão extinto que, estima-se, esteve em atividade há uns 340 milhões de anos.

Irado, não?

Visitar o castelo é atravessar toda a história do país e da cidade. Foi moradia preferida dos reis da Escócia até a união com a coroa inglesa, em 1603, e seus dangeons serviram de prisão para os jacobitas, um pouco mais de um século depois. Também teve papel estratégico importante durante a segunda grande guerra para o exército britânico.

Do alto do pátio está uma das mais belas vistas da cidade. No interior, as Joias da Coroa escocesa (Crown Jewels) e a Pedra do Destino (Stone of Destiny), a famosa rocha onde os monarcas eram coroados, levada para Londres e foi devolvida à Escócia em 1996.

Dica de ouro: programe-se para estar no castelo às 13h em ponto. De segunda a sábado, o One O’clock Gun, um canhão que fica no Mills Mount Battery, é acionado — proteja os ouvidos!

2 – Royal Mile

Robert Fergusson

É a rua mais turística e movimentada da cidade. Na verdade, a Royal Mile é uma sucessão de ruas que descem do Castelo até o Palácio de Holyroodhouse.

A extensão entre um e outro é de exatamente uma milha — ou seja, quase dois quilômetros de subidas e descidas cheias de atrações.

Desde os primórdios, foi a rua mais importante da cidade. E mantém seu status. Um status tão importante que estou pensando em fazer um post especial com cada uma das paradas que devem ser feitas ao longo da Royal Mile, para você não perder nem um centímetro desses quase dois quilômetros.

Na foto, a estátua do notável poeta escocês Robert Fergusson, em frente à Kirk of Canongate, construída entre 1688 e 1691, na Old Town.

3 – Palace of Holyroodhouse

Se o Edinburgh Castle era o preferido da realeza escocesa, o Palácio de Holyroodhouse é o favorito da realeza inglesa há gerações. É a residência oficial da Rainha Elizabeth II quando está no país. E está aberta a visitação, para quem tiver um tempinho sobrando.

É possível passear por vários ambientes do palácio em uma visita guiada. Mas apenas quando a família real não está na área. Incluindo a Galeria de Artes da Rainha, que por si só já vale o bilhete.

Mas não deixe de visitar as ruínas da Abadia, nos jardins do palácio, que data de 1128.

4 – Holyrood Park & Arthur’s Seat

Ruínas da St. Anthony’s Chapel

O parque fica bem ao lado do Palácio de Holyroodhouse, com o luxo de ter uma enorme montanha só pra ele. Outro vulcão extinto.

O monte é conhecido como Arthur’s Seat e tem algumas trilhas que levam ao seu topo. As vistas para a cidade são as mais arrasadoras da região. Quem assistiu a Trainspotting 2 vai identificar logo o local.

Trainspotting 2

São 251 metros de altura. Mas a subida é muito mais tranquila do que pode parecer a princípio. E vale muito à pena. A vista é realmente de tirar o fôlego (tanto quanto a subida!), e pode se ver quase toda cidade e muito dos seus arredores.

No parque, as atrações são algumas ruínas e lagos — como a St. Anthony’s Chapel, que data de 100 —, que dão fotos espetaculares para guardar pro resto da vida.

5 – Grassmarket

Last Drop Pub, na Grassmarket. Prisioneiros eram executados em frente ao pub

A praça não fica muito distante da Royal Mile. É cheia de restaurantes e pubs; um lugar bacana para sentar e beber e ver o tempo passar.

Uma informação macabra é que a praça já foi local de execução pública. O nome de alguns pubs por ali fazem referência ao fato e não me deixam mentir.

6 – National Museum of Scotland

É a casa da ovelha Dolly! Tá lá o primeiro clone “britânico” empalhada no museu, que a Dolly é escocesa. O acervo do museu é bem diversificado e vale uma visita.

A melhor parte é a que conta muito da cultura e história do país, mostrando tradições e inovações tecnológicas.

A entrada é gratuita!

7 – Princes Street, Rose Street e Princes Street Gardens

A Princes Street é passagem obrigatória para quem cruza da New Town para a Old Town e vice-versa.

É a rua mais comercial da cidade, tipo um shopping a céu aberto. Lojas famosas como a Jenners, a Galerie Lafayette escocesa, estão ali.

Na rua paralela, a Rose Street é um grande calçadão. Cheia de pubs e restaurantes charmosos, é perfeita para descansar das compras e curtir uma boa refeição.

Se de um lado a Princes Street tem lojas e magazines, do outro fica um belo parque. O Princes Street Gardens tem pequenos cafés para lanches rápidos e diversos banquinhos para descansar — olhe a plaquinha ao sentar!

Passear por ali é uma delícia, sempre com vista para o castelo. Se estiver na cidade durante a primavera, não deixe de procurar pelo Floral Clock. O relógio de flores é o mais antigo do mundo e marca as horas de verdade!

8 – Scott Monument

O monumento que fica na Princes Street é uma homenagem da cidade ao popular escritor escocês Sir Walter Scott.

Sua torre de 61 metros de altura oferece uma vista incrível do centro e do castelo.

Subir os 287 degraus é para os fortes, mas compensa!

9 – The Balmoral

Hotel de luxo em pleno centro da cidade. Pode não ser pro seu bico, mas vale foto, especialmente ao anoitecer, quando seus contornos de arquitetura vitoriana ficam iluminados.

A construção data de 1895, resultado de uma competição financiada pela Scottish Railway para dar um up no turismo local. Do gaélico, The Balmoral significa morada majestosa. Em 1991, depois de ter sido trocado de dono, o hotel foi reinaugurado com presença de ninguém menos que Sir Sean Connery.

Em fevereiro de 2007, J.K. Rowling se trancou no quarto 230 para terminar a saga Harry Potter. Anos mais tarde, a escritora escocesa retornou ao mesmo quarto para ser entrevistada por Oprah.

10 – Calton Hill

Outra das montanhas bem no centro da cidade. A Calton Hill fica na New Town. O acesso é bem fácil, com subida pouco íngreme e com o caminho de pedras.

Para encontrar o acesso, é só seguir pela Regent Road e logo chega lá. O lugar também oferece um linda vista panorâmica da cidade e arredores. Do alto, pode-se ver o Arthur’s Seat e o porto de Leith, além de Portobello Beach.

Alguns dos monumentos mais famosos da cidade, como Dugald Stewart Monument, Nelson Monument e o National Monument, estão no alto do Calton, onde também acontece, tradicionalmente, a festa pagã de Beltane.

Texto de Débora Thomé

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Escócia I

Dicas de Viagem: Escócia II – Qual é a melhor época do ano para conhecer a Escócia?

Dicas de Viagem – Escócia – Parte III – Afinal, o que não pode ser deixado de fora?

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Dicas de Viagem – Escócia – Parte III – Afinal, o que não pode ser deixado de fora?

Mel Gibson – Braveheart

Conversei com o chefe feroli e a culpa de ainda não ser desta vez que exibirei meus dotes geométricos é dele. Blame on him!

Mas é verdade; além das considerações acerca de clima e etc., que abordei no post anterior, tem mais coisa para levar em conta na hora de montar o seu roteiro de viagem para a Escócia.

Vamos a elas, então — e deixemos o trabalho mastigado para o fim; a cereja do bolo.

Até aqui concordamos que o mês campeão para viajar para a Escócia é maio (ou não; é com você) e que o ideal é reservar um mínimo de dez dias para ter uma experiência realmente válida nessa trip (embora eu tenha feito justamente o contrário na minha primeira vez).

É preciso destacar uma outra possibilidade, a de montar um roteiro temático — ilhas, castelos, Outlander, Harry Potter, etílico — coisa bem modinha. Basta escolher o que pretende fazer e arregaçar as mangas na pesquisa. Prefiro seguir meus instintos e conhecer o que vai me chamando mais atenção, em vez de afunilar opções desse jeito.

Mas vamos pensar no que não pode faltar nesse itinerário. Pablo, uma nota:

EDINBURGH

Conhecer a capital escocesa deve ser a sua primeira opção. Sempre. Se você não conhece nada da Escócia nem nunca pisou no país, comece por Edinburgh. Caso tenha apenas quatro ou cinco dias para passear em solo escocês, escolha Edinburgh. Ou, até, se dispõe de 15, 20 dias para perambular pelo território, o ponto de partida precisa ser Edinburgo.

Mas e se você conhece Edinburgh e já passou alguns dias na cidade alguma vez na vida?

Edinburgh é um lugar que tem uma magia pairando no ar. O guia da tour Dark Edinburgh, que fiz em 2016, garante que é karma esse negócio, e que nem sempre é bom. Achei marketing dele.

E tem uma penca de filmes sendo rodados no país e, mais especificamente, na cidade.

Trainspotting 1 e 2, Sunshine on Leith, Cova rasa, Filth, Carruagens de fogo, Um dia e, mais recentemente, Avengers – Guerra Infinita, que entra em cartaz no próximo dia 26.

Para além da capital

Tá certo, todo mundo quer ouvir gaitas de foles, ver homens de saias, conhecer castelos medievais e beber umas boas doses de whisky. Só que a Escócia vai muito, mas muito além disso daí.

Montanhas nevadas, campos, vales, cachoeiras, castelos, cenários de cinema, penhascos paradisíacos, sítios arqueológicos, aurora boreal, animais exóticos, praias de “dar surra no Caribe”. Tem tudo isso e muito mais para se ver na Escócia.

O país, embora pequeno, é dividido em nove regiões:

– Edingurh and the Lothians
– Southern Scotland
– Glasgow and the Clyde
– Central Scotland
– Argyll & Bute
– Northeast Scotland
– The Highlands
– Skye an Western Isles
– Orkney and Shetland

Repito: a escolha é sua. Tem que ser sua. Só estou por aqui para dar aquele famoso empurrãozinho e te guiar com uma mão amiga.Portanto, confira no resumo a seguir alguns dos detaques/o que fazer/ver de cada uma das nove regiões de ‘Bonnie Scotland’. O que pode te facilitar muito a vida! De nada!

1 – Edingurh and the Lothians

O canhão original dos disparos, hoje substituído por um armamento mais moderno

Embro, para os mais íntimos, é a capital escocesa desde 1492. A cidade cresceu à margem do Firth of Forth, ainda no século IX — uma região bastante acidentada (leia-se: vai precisar do joelho em dia para perambular pelos altos e baixos e muitas, muitas escadarias do local) com direito até a um vulcão adormecido, onde foi erguido o famoso e onipresente castelo.

Tem muito a se fazer na Auld Reekie (“velha fedorenta”), como costumavam chamá-la no século XVIII. Mas se você dispuser de pouco tempo, escolha sair do e subir a Royal Mile até o Edinburgh Castle para uma visita — vai ter post especial com roteiro para a cidade, mais à frente, onde eu detalho o que observar nesse 1,6 km de ruas.

Dica de ouro: ajuste seu pace para cobrir toda a milha a tempo de estar a postos no castelo antes das 13h. Assim dá para assistir ao tradicional disparo de canhão da Mill’s Mount Battery, que fica na face norte do cartão postal da cidade, realizado há mais de um século e meio. O One O’Clock Gun só não acontece aos domingo. E é impreterivelmente às 13h. Afinal, britânicos, né gente.

2 – Southern Scotland

Rosslyn Chapel, famosa pela ‘ponta’ nas franquias de Dan Brown

Uma parte da Escócia que pouco ou quase nada conheço. Repleta de abadias e castelos, a região fez filhos pródigos como Robert Burns, o famoso bardo escocês, e Sir Walter Scott, também escritor e poeta de fama mundial. Guarda recantos medievais, como a Rosslyn Chapel (basicamente tudo o que conheci da área), muita arquitetura renascentista.

 

Fundada em 1451, a Universidade de Glasgow é uma atração pela sua arquitetura

3 – Glasgow and the Clyde

Maior cidade do país e a mais populosa do Reino Unido fora da Inglaterra, Glasgow (ou Glesga, como eles pronunciam por lá), acaba subestimada se comparada com a capital Edinburgh. Mas não se engane, tem muita riqueza por lá. Não à toa, o lema da cidade é “Let Glasgow flourish”.

Traduzido do gaélico, Glasgow significa “vale verde”. Mas há tempos que a cidade transpira progresso e tendências. De um centro mercantil de grande importância no século XVI ao terceiro maior centro de comércio do Reino Unido, a cidade vem acompanhando as mudanças e o crescimento econômico mundial através dos séculos.

Berço de feras do rock como Mark Knopfler (Dire Straits) e os irmãos Angus e Malcolm Young (AC/DC), a cidade respira cultura — seu patrono é St. Mungo, também patrono da cultura e das artes. Está em Gesga um dos museus mais legais que já tive a oportunidade de visitar, o Kelvingrove Art Gallery and Museum, que fica no coração da ebulição noturna e cultural da cidade, entre o West End, a Universidade de Glasgow e o River Clyde — onde estão localizados vários pubs e galerias de artes e ciências.

Em tempo: embora pareça estranho, não deixe de visitar o cemitério da cidade, o Necropolis; tão legal quanto o Père-Lachaise, em Paris.

4 – Central Scotland

A vista do Castelo de Stirling para o Wallace Monnument

– Stirling
– Falkirk
– The Kelpies
– St. Andrews
– Doune Castle
– Trossaschs National Park
– Loch Lomond
– Battle of Bannockburn Centre

Prato cheio para quem é fã de Braveheart, William Wallace e toda essa fase histórica de heróis e vitórias do país.

 

Vista aérea de Oban, uma das pequenas grandes cidades mais legais que já vi na vida

5 – Argyll & Bute

É uma das regiões mais antigas da Escócia, a oeste do país. Há duas informações importantíssimas sobre a área: tem o pôr-do-sol mais bonito que presenciei na Escócia e reúne uma enorme quantidade de destilarias de whisky do país — alguns dos melhores, inclusive.

Por enquanto, além de Oban, apenas conheci Mull. Mas Islay e Jura estão na lista para as próximas passagens por lá.

Não deixe de passar pela menor maior destilaria escocesa, bem no centro de Oban, saboreie o melhor fish&chips de todo o Reino Unido (ou não, né) em uma barraquinha ao lado da entrada da estação de ferry-boat, e faça sua viagem a Mull para conhecer o castelo da família de Sean Connery e então siga até Kintyre para pisar na mesma areia da praia onde foi gravado o clipe da música dos Wings que leva o nome do lugar.

6 – Northeast Scotland

Na peça de Shakespeare, Macbeth residia neste castelo, vai saber…

A região banhada pelo Mar do Norte. A má notícia é que trago pouca informação de lá.

Nunca fui, pouco pesquisei a respeito. Há rumores de que a região guarda impressionantes sítios arqueológicos, remanescentes dos Pictish, povo que habitava a região desde, bem… sempre.

Parece que ganharam esse nome pelo hábito de se tatuarem.

Vale a visita por essas curiosidades e para visitar o Glamis Castle, lar de veraneio da Rainha Vitória em Aberdeenshire. Desculpem, mas é só.

7 – The Highlands

O Culloden Battefield, perto de Inverness, onde os clãs escoceses foram dizimados, em 1746

Sem dúvida, a região que mais atrai turistas. E a culpa é de um único escocês famoso: o monstro do lago Ness. Mas tem muito, muito mis para ser conferido por lá.

Tem para ver:

– Inverness
– Culloden
– Fort William e Mallaig (entre essas duas cidades, sugiro pegar o trem do Harry Potter, é verdade, o trem do Harry Potter!!!)
– The Cairngorms
– Ben Nevis (a montanha mais alta de todo o Reino Unido)
– Glen Coe, Ullapool
– Kyle of Lochalsh
– John O’Groats

8 – Skye an Western Isles

Neist Point, o lugar mais DUCA onde já pisei

As raivosas correntes do Atlântico que açoitam a costa oeste do país não poderiam ter feito um trabalho artístico mais perfeito na natureza. A Ilha de Skye é totalmente formada por penhascos cobertos de acidentes geológicos absurdamente espetaculares. Para completar, o tom profundo do azul do mar se confunde com o do céu e engolem, ambos o horizonte.

Ali, naquele pedacinho de lugar, mora a mais fiel definição para a palavra INFINITO.

Se vocês querem ter orgasmos visuais e perseguir paisagens de tirar o fôlego, Skye, senhoras e senhores, é o lugar a visitar.

E palavras mais, não tenho para descrever.

9 – Orkney and Shetland

Reprodução da internet das Callanish Standing Stones, em Orkney

São as duas ilhas mais distantes da costa escocesa, no extremo norte do país. Ainda não conheço, mas já estão na lista.

Principalmente Orkney, onde se pode ver tesouros da Era da Pedra em sítios arqueológicos absurdamente bem conservados, como Skara Brae e as Callanish Stand Stones, que bota Stonehenge no chi-ne-lo.

Estou trabalhando, embora lentamente, num itinerário que inclua, pelo menos, Orkney. Mantenho vocês informados.

Nota do editor: Embora já tenha sido abordado no post anterior, lembro que todos devem evitar viagens no fim do outono e no inverno. Mesmo uma criatura dotada de generosa camada de tecido adiposo vai sentir muito frio por lá.

Texto de Débora Thomé

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Escócia I

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Dicas de Viagem: Escócia II – Qual é a melhor época do ano para conhecer a Escócia?

Letreiro no aeroporto de Edingurgh, perto do ponto dos ‘tram’, como eles chamam o VLT

Existe uma corrente de nômades-mochileiros-viajantes-das-galáxias que defende a elaboração de roteiros geométricos. O objetivo, dizem, é economizar tempo, dinheiro e energia. Dá um trabalho do cacete fazer isso. Principalmente se você é libriano raiz, que fica totalmente perdido quando é obrigado a escolher entre tantas opções.

Aconteceu comigo. E foi uma morte horrível.

O lado bom é que agora tenho vários roteiros prontos, coisa de deixar o velho Euclides, pai da geometria, superorgulhoso!

Nos nossos próximos encontros por aqui explicarei como fazer um bom roteiro pela Escócia. E prometo mostrar minha experiência geométrica. Agora vamos falar de uns outros detalhes importantes. Tipo: qual é a melhor época do ano para visitar a Escócia? Eu poderia responder, simplesmente: TODAS.

Mas aí acabariam o post e a expectativa. Sendo assim, precisamos considerar alguns aspectos de calendário. E do mapa mundi também.

A Escócia fica ao norte do Reino Unido. Tem ilhas que pertencem ao país que estão até mais para a Noruega do que propriamente para a Escócia. E, vamos combinar, se a Inglaterra já tem fama de ser um lugar frio e chuvoso, imagina a Escócia, né. Por lá eles dizem que o país tem duas estações do ano: inverno e julho.

Já dá pra perceber que não é recomendável programar a viagem, especialmente se for a primeira visita, para os meses que correspondem ao inverno no hemisfério norte. Deixa pra fazer isso quando você estiver mais “corajoso”. Bem mais. Daí você fica de olho num troço chamado Hogmanay, o réveillon escocês, uma festa que dura TRÊS DIAS, companheiros, TRÊS! Com direito a banho no gelado Mar do Norte logo ao amanhecer.

Por outro lado, não acredito que seja uma boa ideia programar a estada para o verão deles, em julho/agosto. Até porque, como dizem por lá, o verão na Escócia dura apenas um dia.

Brincadeiras à parte, é bom ressaltar que em julho e agosto os europeus estão viajando. E os americanos também. E os japoneses (e esses são incrivelmente muitos). As cidades estão mais cheias, as atrações a serem visitadas são disputadas palmo a palmo e fica tudo mais caro. Muito mais caro. Sem falar na dificuldade de encontrar vagas em hotéis, que passam a ter diárias com valores exorbitantes, principalmente na capital escocesa, Edinburgh, que já não é um lugar barato. Mas não dá pra deixar fora da mira.

Outro aspecto negativo desses meses, que são o auge do verão, é que a Escócia fica mais verde. E a Escócia não pode ser vista tão verde, seria um absurdo; porque verde é a Irlanda.

A Escócia é dourada…

Kilt Rock, em Isle of Skye, nas Highlands

E é preciso conhecê-la na plenitude de seu tom mais belo sim. Portanto, esqueçam a fase de festas — Fringe, Military Tattoo e Highland Games — e optem por marcar viagem para o país na primavera ou no outono. A boa notícia é que nessa ocasiões os valores das passagens de avião estão sempre com valores mais agradáveis.

Por coincidência ou não, mesmo com o meu aniversário em outubro, nunca passei a data no “meu” país. Sempre opto por viajar na primavera. E em maio. Isso porque além da estação do ano, tenho levado em consideração outos tipos de calendário: o de corridas (esse eu explico em um papo bem mais reto, bem mais adiante) e a RODA DO ANO.

A melhor coisa que fiz na minha última viagem à Escócia foi levar em consideração o calendário pagão, que ainda é celebrado em várias partes do Reino Unido. Por isso, de olho nos Sabbats, defini, inicialmente, dois meses como preferidos: maio, mês de Beltane, comemorado no dia 1º, e outubro, mês de Samhain (pronucia “sôu-en”), a festa das bruxas, no dia 31.

Acabei indo em maio, e a experiência, amigos, de assistir ao Beltane em Edinburgh, num frio de 10 graus e sensação térmica em torno de 5 graus, no alto da Calton Hill, ainda não consegui explicar com palavras. Só “ibagens”.

Portanto, para responder, de verdade, à pergunta-título do post: maio vence. Tem corrida (maratonas e meias de Edinburgh e de Stirling), tem festa pagã, temfestival de whisky; também há mais dias ensolarados, os animais (na maioria, cavalos, ovelhas e as famosas hairy-coo) ficam soltos nos campos, as bluebells, marchairs e primroses já desabrocharam e o o clima está mais seco (embora possa mudar enlouquecidamente em uma única tarde, várias e várias vezes).

Mas, mesmo enfrentado vento e chuva (não tem como escapar; dizem que é isso em qualquer época do ano), você consegue se livrar dos “blood-sucking beasties”, como o povo se refere aos mosquitos por lá.

Resumindo, então. Fatores para pesar na definição do mês da viagem (aconselho passear por lá por, no mínimo, no mínimo, dez dias):

– Suas férias
– Tolerância do frio
– Tolerância a grandes grupos de turistas
– Poder aquisitivo
– Tempo de planejamento

Como no próximo post já prometi exibir meus dotes geométricos (pode chamar assim?), esses dois últimos ítens dessa listinha acima abordaremos logo em seguida. Mesmo que eu acredite que poder aquisitivo vai de cada um, correto?

Até a próxima!

Texto de Débora Thomé

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Scots Wha Hae!

O amigo Feroli ousou, mais uma vez, abrir espaço para minhas sandices em seu blog. Desta vez, o convite é para falar de viagens, outra coisa que gosto pouco, além de shows e café. O problema é que tenho uma –fixação incontrolável– especialidade no quesito trip: Scotland.

Já nem lembro mais quando comecei a responder “Escócia”, sem piscar, quando perguntada sobre um lugar que sonhava conhecer. Data de antes de eu descobrir que os vocalistas das minhas bandas favoritas na adolescência eram escoceses. Ou que meu 007 preferido usava kilt. E ainda antes de Highlander, Rob Roy e Braveheart e muito, mas muito antes de… Valente 😬.

Descobri que começou assistindo aos MacGregor na sessão faroeste na extinta TVS.

O sonho de conhecer a Escócia foi realizado em 2010, numa Eurotrip, quando passei apenas quatro dias no país e achei que era a pessoa mais feliz do mundo.

Mas foi uma enganação do cacete aquilo.

Explico.

Hoje em dia ainda há pouca informação precisa na internet a respeito de viagens à Escócia. Imagina em 2010. Fui tateando no escuro. Noves fora, deu tudo certo.

Mas só conhecer a capital, Edinburgh, com um bate-volta até as “highlands” — peguei um busão na cidade e só fui até Fort Augustus e achei que estava abafando —, era um grão de areia na praia escocesa. E eu descobriria isso durante a ressaca que bate depois que voltamos duma viagem dessas.

Só na volta comecei a pesquisar de verdade sobre o país, porque voltei com um arrependimento enorme de só ter ficado lá por quatro dias. Comecei a procurar filmes ambientados (ou que falassem sobre) na Escócia. Pesquisei fatos históricos, personagens, música, folclore e aprendi alguns termos e frases em socottish english, glesga slang e até gaélico escocês!

Achar que lá é a terra do whisky, do kilt e da gaita de foles é pensar muito pequeno.

Televisão, telefone, radar, bicicleta, pneu, geladeira, papel higiênico, fotografia colorida, Sherlock Holmes, Peter Pan, clonagem (a Dolly é escocesa), Bóson de Higgs, Adam Smith (motor a vapor), David Hume (pai do iluminismo), James Watt (pai da economia), ultra-som, anestesia geral, insulina, penincilina. Tudo coisa de escocês.

Até a “Valsa da despedida”, amores, veio da Escócia, lidem!

Já deixei você com vontade de conhecer o país? Então acompanhe o Blog do Feroli, que vamos contribuir com uma série de posts ajudando a preparar sua viagem e apontando os cantos imperdíveis e coisas que você deve fazer de qualquer jeito para ter uma experiência maravilhosa no pequeno e bravo país chamado Escócia.

Na próxima participação darei dicas sobre a melhor época para visitar a Escócia e como planejar um roteiro épico (e básico) ao país.

Slàinte mhath!

PS: A Querida Debinha é escocesa, embora seja do Méier. O que isso significa? Que o Méier deve ser um território escocês perdido no Brasil.

Dicas de Viagem – Programação

Dicas de Viagem – Orçamento

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Phil Collins – Maracanã – 22/2/2018 (by Débora Thomé)

“I can feel it coming in the air tonight, oh Lord
And I’ve been waiting for this moment for all my life, oh Lord
Can you feel it coming in the air tonight, oh Lord, oh Lord”

Dia 22 de fevereiro de 2018, guardem essa data: foi o dia em que o hitmaker Phil Collins atingiu 40 mil pessoas em cheio, de uma só vez, sem nem levantar da cadeira. Mas poderia ter sido mais, digamos assim, destruidor, caso o popstar britânico tivesse consultado minha página no Facebook — como “fizeram”, bem recentemente, os compatriotas do The Who.

(Explico. Sofro de alta-ansiedade-pré-mega-shows. O gatilho é a compra do ingresso; pesquiso setlists, assisto a shows, documentários e entrevistas antigos no YouTube, pesquiso a vida do artista/banda no Google, compro biografias. Mergulho de cabeça quando me interessa. Os mais recentes “music divings” desse tipo foram Rod Stewart, The Who e Phil Collins. Consulta às minhas sugestões de setlist não passa de uma brincadeira, que virou uma enorme coincidência no caso do The Who.

E apesar de ter sido tudo lindo, maravilhoso, tio Phil meteu um pequeno engodo em geral. Não mentiu quando disse que a voz está em dia, apesar das limitações físicas. Nem um pouco; está tinindo mesmo o gogó. Mas não cumpriu o prometido, que era trazer um show maior para o público brasileiro, que aguarda esse encontro desde 1980.

O safadjenho cortou a “parada técnica” — a turnê realizada em 2017 teve shows divididos em dois sets, com um video engraçadíneo de autozoação no intervalo — e limou uma música de cada set. Ou seja. Em vez de marcar um gol de placa em pleno Maracanã, resolveu fazer “o técnico maluco do Framengo*” e mexeu errado.

Só que ele acusou o golpe, que eu vi. Tomou um susto quando, mesmo sem querer, já garrou a gente pelos cabelos nos primeiros acordes da balada arrasa-quarteirão Against all odds. Dali do meio-campo, quer dizer, da pista, eu olhava aqueles celularzinhos todos acesos, balançando no anel do Maraca naquele efeito maravilhosamente brega e pensava “nossa, esse cara fez essa música por absoluta encomenda, como pode?”.

Moro em frente ao estádio. Fui brindada com dois shows, porque rolou ensaio (aquilo não foi passagem de som, não) na quarta à noite, e anotei o setlist para preparar meu coraçãozinho. Segunda música, outro sucesso balada; estava batendo com o ensaio, eu feliz e esperançosa. Na terceira veio o drible pro lado errado. CADÊ One more night, cacete? Quase ouvi o Galvão gritar PRA FOOOOOOOOOOOOORAAAAAAAAAAAAA no sistema de som da Suderj que mora dentro da minha cabeça.

Mas ok, emendou I missed again e tinha muito jogo pela frente. Mas aí ele me mete as desnecessárias Hang in long enough e Wake up call em sequência, e o time perdeu um pouco o ritmo.

Sério. Consegui até avançar mais no meio do público, que abriu um clarão nessa hora. Só que talento é talento, né. Para não deixar escapar o controle sobre a turba, que pulou no colo do cara nas primeiras músicas, ele me manda um clássico do Genesis.

Juro pra vocês: houve um momento, durante a execução de Throwing it all away, em que vi Phil Collins abrir um sorrisão enquanto a torcida (ops!) a plateia cantava o refrão a plenos pulmões, aquele monte de mãozinha batendo palmas pra cima. Show de bola. E foi só alegria dali até o fim, apesar de eu ter considerado desnecessário Dance into the light na sequência final dançante.

Se ele presta atenção em mim tinha incluído dois petardos ali naquela meiuca, para lavar a alma e correr pro abraço! Enfim, como ele mesmo canta, “it’s just another day for you and me in paradise“. Para quem vai assistir aos shows em São Paulo (dias 24 e 25) ou Porto Alegre (dia 27), desejo apenas que ele leia este post e faça os devidos (e pequenos, vamos combinar) ajustes!

COMO ENSAIOU

– Against all odds
– Another day in paradise
One more night
– Wake up call
– Follow you, follow me
Can’t turn back the years
– I missed again
– Hang in long enough
– Separate lives
I don’t care anymore
– Something happened on the way to heaven
You know what I mean
– In the air tonight
– You can’t hurry love
– Dance into the light
Don’t lose my number
– Invisible touch
– Easy lover
– Sussudio
– Take me home

COMO FOI

– Against all odds
– Another day in paradise
– I missed again
Hang in long enough
Wake up call
– Throwing it all away
– Follow you, follow me
– Only you know and I know
– Separate lives
– Something happened on the way to heaven
– In the air tonight
– You can’t hurry love
Dance into the light
– Invisible touch
– Easy lover
– Sussudio
– Take me home

O QUE EU SONHAVA PRESENCIAR

– Against all odds
– Another day in paradise
– One more night
– Tonight, tonight, tonight
– Follow you, follow me
– Land of confusion
– I missed again
– I wish it would rain down
– A groovy kind of love
– I don’t care anymore
– Something happened on the way to heaven
– You know what I mean
– In the air tonight
– You can’t hurry love
– I cannot believe it’s true
– Don’t lose my number
– Invisible touch
– Easy lover
– Sussudio
– Take me home

* Mudança feita pelo editor do site, que é limpinho.

Sobre a autora: Débora Thomé é jornalista talentosa, escocesa por opção e amiga por toda  vida. Como não pude ir ao show, escalei essa  enviada mais que especial.

Fotos: Marcos Serra Lima

Fotos da galeria: Marcos Hermes

Duas amigas e duas equipes muito talentosas

Jo Nunes, Eu e Claudia Holanda no Plumas e Paetês
Jo Nunes, Eu e Claudia Holanda no bloco de Carnaval Plumas e Paetês, Laranjeiras 2010

Equipes jornalísticas geralmente têm menos profissionais que o necessário. Não importa se em jornais, revistas, sites ou rádios. O mesmo acontece nas maioria das assessorias de imprensa. Alguns anos atrás caí na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio de Janeiro, onde encontrei pessoas que se tornaram duas das minhas melhores amigas e exemplos vivos de que é possível que homens e mulheres podem ser grandes amigos e jamais envolver sexo na relação: Claudia Holanda (também conhecida como Claudia Holanda) e Débora Thomé (também conhecida como Querida Debinha ).

Depois de algum tempo de adaptação ao novo ritmo de trabalho (nada no governo do estado é simples) e de algumas modificações na equipe (melhor pular essa parte), formamos uma equipe que funcionava sem stress e com cada um fazendo aquilo que mais gostava e sabia. Tudo funcionou tão bem, que nunca mais nos largamos – profissional e pessoalmente – passando por vários perrengues e dando força uns para os outros.

Querida Debinha toda pimpona na London Eye
Querida Debinha toda pimpona na London Eye

Se Claudinha se tornou uma eno-companheira, com trabalhos esparsos, mas ótimas risadas e muita torcida pela nossa Seleção, Debinha se transformou em grande companheira de vários trabalhos, além de conselheira pessoal.

Um dos trabalhos mais gratificantes foi com ela e o excelente André Az, no Jornal da Zona Norte. Qualquer um sabe que não é fácil comandar uma equipe tão pequena de maneira eficiente. Escolhendo corretamente as pautas, preparando o cronograma, pautando de maneira clara os repórteres (no caso apenas um) e editando o material usando sempre o lead correto. É coisa para poucos.

E olha que nós desafiávamos um ditado básico do jornalismo: Quem trabalha muito erra muito. Quem trabalha pouco erra pouco. Quem não trabalha não erra e quem não erra é promovido.

No fim das contas, esse texto é só para fazer um afago nos egos dessas duas grandes amigas, que merecem tudo (sempre).

Amo vocês!

Os melhores riffs e as melhores introduções do rock

Black SabbathTempos atrás (alguns anos, na verdade) fiz uma lista com as introduções de rock que mais gostava. Depois, fiz uma outra com os melhores riffs de todos os tempos. Essas listas ficaram perdidas em algum lugar do mundo encantado de Alta Fidelidade. Somente depois de ler o texto da querida companheira Debinha Thomé fez em seu Bla-Bla-Blog.

Lá tem a lista do The Sun e a da própria Debinha (ambas reproduzidas aqui). Aproveitei para colocar as minhas duas listas.

E ai, de qual você gostou mais? Deixe comentários.

Riffs

Deep PurpleThe Sun:

1. Guns ‘n’ Roses – Sweet Child O’Mine
2. Eric Clapton – Layla
3. Aerosmith – Walk This Way
4. Michael Jackson – Beat It
5. Motörhead – Ace of Spades
6. Jimi Hendrix – Voodoo Child
7. Queen – Another One Bites The Dust
8. Nirvana – Smells Like Teen Spirit
9. Deep Purple – Smoke on the Water
10. Green Day – American Idiot

Derek and the DominosDebinha Thomé:

1. Blitzkrieg Bop – The Ramones
2. Smells Like Teen Spirit – Nirvana
3. Iron Man – Black Sabbath
4. Smoke on the Water – Deep Purple
5. Born to be Wild – Steppenwolf
6. Satisfaction – Rolling Stones
7. Sunshine Of Your Love – Cream
8. Layla – Derek and the Dominos
9. Heartbreaker – Led Zeppelin
10. You Really Got Me – The Kinks

Pete TownshendMinha lista (riffs):

1. Layla – Derek and the Dominos (aka Eric Clapton)
2. Smoke on the Water – Deep Purple
3. Panama – Van Halen
4. Where the Streets Have no Name – U2
5. Sunshine of Your Love – Cream (aka Eric Clapton)
6. Jimmy Hendrix – Foxy Lady
7. Born to be Wild – Steppenwolf
8. Satisfaction – Rolling Stones
9. Iron Man – Black Sabbath
10. Hey Buldog – The Beatles

Minha lista (intros):

Emerson Lake Palmer1. A Little is Enough – Pete Townshend
2. California Girl – Beach Boys
3. Baba O’Riley – The Who
4. Won’t Get Fooled Again – The Who
5. Where the Streets Have no Name – U2
6. Stawberry Feilds Forever – The Beatles
7. Money for Nothing – Dire Straits (que poderia estar em riffs também)
8. Time – Pink Floyd
9. From the Beggining – Emeron, Lake & Palmer
10. Band on the Run – Paul McCartney & Wings

Menções honrosas:

Hotel California – Eagles
Thunderstruck – AC/DC

PS: Provavelmente deixei algumas coisas de fora, mas o básico é isso ai. Nada de muito relevante aconteceu nos últimos 5 anos para mudar a lista.

Beatles é cultura

A companheira Débora Thomé, responsável pelo bla-bla-blog e pelo canal de Educação do Dia Online, parece estar entrando nos eixos. Ela, que nem é muito chegada, informa que a Universidade de Manchester lança curso sobre Beatles. Chamado Os Beatles, a Música Pop e a Sociedade, o curso tem tudo para manter vivo o bom gosto musical das novas gerações.

E, para completar, Debinha ainda emenda com a notícia de que Paul McCartney e Ringo Starr dividirão um palco novamente, no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 4 de abril, em um evento beneficente. Vai ser a primeira vez que tocarão juntos desde o concerto em homenagem a George Harrison. Antes, só no telhado da Apple, em 1969.

Maria Rita lota o Verão do Morro

Da mesma forma que aqui é um espaço particular (com excessões), o Mistura Interativa (blog lá do Dia Online) é um esforço de equipe. A última é a contribuição da companheira Débora Thomé (dona do Bla-bla-blog), sobre o show de Maria Rita no Morro da Urca, como parte do projeto Verão do Morro.

Clique aqui e veja se nossa versátil blogueira está certa sobre a barriguinha da filha da Elis.

Ag. News