Lady Gaga surpreende pessoas em abrigo com pizza e café

I love this girl!

UFW

Cantora aproveitou o Dia Mundial da Gentileza para visitar quem teve de deixar suas casas na Califórnia devido ao incêndio florestal

‘Pizza quente, café e gift cards para o abrigo’, publicou Lady Gaga no Instagram Stories.Foto: Instagram/ladygaga


Lady Gagaaproveitou o Dia Mundial da Gentileza, celebrado nesta terça-feira, 13, para surpreender pessoas abrigadas pela Cruz Vermelha, que tiveram de deixar suas casas na Califórnia devido aoincêndio florestal que provocou, até o momento, 50 mortes.

A cantora foi até o local, em Los Angeles, com caixas de pizza e café. Antes, ela encorajou outras pessoas a fazer atos de gentileza naquele dia.

“Hoje é meu dia favorito do ano, Dia Mundial da Gentileza. Eu encorajo todos vocês a fazer um ato de gentileza, mesmo que seja para você mesmo”, disse no Instagram Stories.

Gaga foi uma daspersonalidades que tiveram de deixar suas casas, em Malibu, por conta da…

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Aparentemente, até Pokémon está na Escócia

Trailer mostra cenários como Devil’s Pulpit em Stirlingshire, River Affric em Cannich e, possivelmente, Glen Nevis

Assisti, com atraso, ao trailer oficial do live-action Pokémon: Detective Pikachu, que tem estreia prevista para 10 de maio de 2019. E levei um susto com vislumbres de panos de fundo de uma beleza estonteante. Só para espectadores atentos.

Pouco mais da metade do trailer, quatro dos protagonistas do filme — personagens humanos Tim Goodman, Lucy Stevens, um Psyduck e um Pikachu — podem ser vistos pilotando um REVA G-Wiz pelo inconfundível cenário naturalescocês. Só não ficou claro se a
montanha em neve é a de Glen Nevis ou Glen Affric.

Segundos depois, pinheiros da Caledônia, provavelmente de Glen Affric, podem ser vistos quando os quatro personagens parecem
surpreendidos por um objeto invisível/Pokémon/inimigo que surge no horizonte.

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O cenário, onde parece ocorrer uma espécie de explosão, sugere que as Highlands se tornarão palco de uma batalha épica de Pokémons.

Mais cedo, no trailer, uma escola de Bulbasaurs pode ser vista atravessando um riacho que poderia ser Finnich Glen,  enquanto a geração VI Pokemon Greninja também pode ser vista saltando através do que parece ser a floresta escocesa.

 

Produção jurou sigilo. Mas…

O blockbuster da Warner baseado na imensamente popular franquia de games terá Ryan Reynolds (como Pikachu), a cantora Rita Ora e o ator veterano Bill Nighy no elenco. A direção é assinada por Rob Letterman. O protagonista do filme, Tim, será interpretado por Justice Smith.

A personagem se une a Pikachu para “descobrir uma trama chocante que poderia destruir a coexistência pacífica e ameaçar todo o universo de Pokemon”.

O papel da Escócia no filme ainda não está claro. A produção jurou sigilo. Apesar disso, de acordo com o jornal The Scotsman, uma fonte disse:

“Quando o filme for lançado, certamente mostrará os encantos naturais da Escócia sob uma luz ótima para milhões de pessoas.”

Assista ao trailer!

True Meanings, um Paul Weller acústico

Disco, o 26º da carreira de Weller, conta com participações de Martin Carthy e Danny Thompson, Conor O’Brien, Noel Gallagher e Lucy Rose

Clique e encomende a sua versão standard

Paul Weller é um veterano com mais de 40 anos de uma carreira muito respeitada e, no Brasil, pouco popular. Membro e principal força dos grupos The Jam e Style Council, Weller já navegou pelo rock, punk, new wave, pop, jazz, r&b e soul, sempre com maestria.

Agora, Weller lançou True Meanings — 26º disco da carreira ou 14º da carreira solo — um trabalho mais introspectivo e quase todo acústico.

Gravado no conforto de seu próprio estúdio, o álbum (lançado em setembro) pode até não estar entre os seus melhores, mas oferece ótimos momentos e vai crescendo a cada audição.

Climão folk

O folk é a principal influência do disco, até mesmo pelos convidados convocados por Weller. Martin Carthy e Danny Thompson, Conor O’Brien, Noel Gallagher e Lucy Rose são, na sua maioria, grandes nomes do gênero.

Mas o pop/jazz/soul não está ausente nesse novo trabalho. Logo na faixa de abertura — The Soul Searchers — a belíssima voz de Weller adorna uma melodia folk com toques do pop típico do inglês.

Talvez o momento mais belo e interessante do álbum seja Mayfly, canção que tem um sabor de r&b e blues com aquele tempero que só os britânicos sabem colocar em canções que poderiam ter sido criadas no interior dos Estados Unidos.

Marcas do tempo e David Bowie

Clique e encomende a versão deluxe

As rugas não escondem a idade. Aos 60, Weller parece mais reflexivo, mas não parece ter perdido o tesão e a inspiração para continuar como um dos nomes mais respeitados da cena inglesa desde os anos 80.

Outro momento interessante do disco é a homenagem que Weller faz ao camaleão David Bowie. Depois de alguns arranca-rabos, a dupla se entendeu e os dois acabaram se tornando bons amigos.

Agora, a homenagem sincera ao amigo chega na canção singelamente intitulada Bowie. Dá até para imaginar o camaleão ouvindo a canção e sorrindo lisonjeado.

Deluxe

True Meanings também pode ser encontrado em uma versão deluxe, com 5 faixas bônus, entre versões instrumentais e remixes e um libreto com 28 páginas.

Já a versão standard vem com 14 canções e um libreto de 12 páginas.

Em qualquer versão, True Meanings é um belo trabalho.

Escolha a sua versão.

As faixas da versão standard

1. The Soul Searchers
2. Glide
3. Mayfly
4. Gravity
5. Old Castles
6. What Would He Say?
7. Aspects
8. Bowie
9. Wishing Well
10. Come Along
11. Books
12. Movin On
13. May Love Travel With You
14. White Horses

Springsteen on Broadway em CD e vinil

Registro do show onde The Boss conta e canta suas canções chega ao mercado em dezembro, junto a especial na Netflix

O fim de 2018 está mesmo sendo cruel com os bolsos dos apreciadores e colecionadores de boa música. Além dos mega lançamentos dos Beatles e de Paul McCartney, agora a Sony anuncia o lançamento do CD (duplo) e vinil (quádruplo) do registro do espetáculo Springsteen on Broadway, de Bruce Springsteen.

Clique na imagem e peça o seu

Intimidade e proximidade

Walter Kerr Theatre – simpático e acanhado

Springsteen on Broadway é um espetáculo único na história dos grandes astros do rock. Um chefão sobe ao palco de um pequeno (e nem muito badalado) teatro na Broadway (Walter Kerr Theatre) e, munido apenas de um piano e um violão, conta histórias sobre algumas de suas mais conhecidas canções.

O resultado foi — além do preço dos ingressos terem chegado a inacreditáveis US$ 2.500 — um espetáculo cujas datas foram lotadas em segundos e onde os fãs puderam ficar a pouco metros do ídolo e ainda ouvir piadas e causos deliciosos.

Baseado na autobiografia Born to Run, Springsteen on Broadway será lançado dia 14 de dezembro — um dia antes do 236º e último show — e ainda vai ganhar o registro em vídeo, através da Netflix (também em dezembro, nos EUA).

Aguardemos notícias sobre algum lançamento no Brasil.

Clique na imagem e peça a sua cópia

2CD set

DISC 1
1. Growin’ Up (Introduction)
2. Growin’ Up
3. My Hometown (Introduction)
4. My Hometown
5. My Father’s House (Introduction)
6. My Father’s House
7. The Wish (Introduction)
8. The Wish
9. Thunder Road (Introduction)
10. Thunder Road
11. The Promised Land (Introduction)
12. The Promised Land

DISC 2
1. Born In the U.S.A. (Introduction)
2. Born In the U.S.A.
3. Tenth Avenue Freeze-Out (Introduction)
4. Tenth Avenue Freeze-Out
5. Tougher Than the Rest (Introduction)
6. Tougher Than the Rest
7. Brilliant Disguise (Introduction)
8. Brilliant Disguise
9. Long Time Comin’ (Introduction)
10. Long Time Comin’
11. The Ghost of Tom Joad (Introduction)
12. The Ghost of Tom Joad
13. The Rising
14. Dancing In the Dark (Introduction)
15. Dancing In the Dark
16. Land of Hope and Dreams
17. Born To Run (Introduction)
18. Born To Run

Netflix UK ‘rebrands’ para o lançamento de ‘Outlaw King’

A popular conta do Twitter foi renomeada de Netflix UK para  Netflix Scotland  (ps. assista Outlaw King)  para promover filme

Finalmente chegou o dia! Outlaw King, a grande aposta dos originais Netflix este ano, está disponível para todo o mundo no serviço de streaming. Para comemorar, a conta do Twitter da empresa no Reino Unido mudou até de nome.

E, claro, o social media está se divertindo horrores:

A Escócia como protagonista

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De Seacliff Beach, em East Lothian, até a Talisker Bay, na Ilha de Skye, o filme foi rodado em locais incríveis em toda a Escócia. Pode não ter um verdadeiro escocês no papel titular, mas os landscapes do país são o verdadeiro protagonista do longa.

A primeira versão de Outlaw King foi exibida durante o Toronto International Film Festival, no início deste semestre. Como a reação do público foi fria, o diretor David MacKenzie fez uma reedição. Versão que foi exibida em meados de outubro em
Edinburgh, com pré-estreia de gala.

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Outlaw King será exibido em salas de cinemas nas grandes cidades escocesas — Edinburgh, Glasgow e Inverness. O longa, estima-se, valeu pelo menos 17,5 milhões de libras para a economia. MacKenzie disse ao The Scotsman, em uma entrevista anterior:

“Braveheart fez um desserviço a Robert [The Bruce]. Retratou-o como uma pessoa molhada e muito desagradável. Achei que havia um buraco na história do cinema daquele período em que queríamos entrar.”

De acordo com a VisitScotland — que oferece visitas  guiadas a alguns das locações — o filme usou 45 locais escoceses diferentes em sua produção.

Algumas cenas foram filmadas em Northumberland — que teria ficado sob o domínio da Escócia nos dias de glória de Robert the Bruce.

Locais para visitar (um dia)

Aqui estão alguns dos melhores locais que serviram de set para o filme que você pode visitar quando decidir conhecer a Escócia.

Craigmillar Castle
 As ruínas do castelo medieval de Edimburgo parecem ter sido usadas para uma cena de batalha no filme, com fotógrafos de olhos
ágeis observando Chris Pine e James Cosmo vestindo roupas de batalha na área, bem como vários extras disparando flechas flamejantes em setembro de 2017.

O castelo não existia durante a época de Robert the Bruce, mas os produtores ignoraram um pouco da imprecisão histórica
para um impressionante local de filmagem.

Dunfermline Abbey
A Abadia de Dunfermline — agora o lugar de descanso final real de Robert the Bruce depois que ele foi enterrado lá, em 1329 — foi parcialmente fechado em setembro de 2017 para as filmagens de Outlaw King.

Linlithgow Palace  e St. Michael’s Parish Church 
O palácio localizado em West Lothian será familiar para os telespectadores da TV e dos filmes
escoceses como o local usado para servir
como prisão de Wentworth em Outlander.

Foi fechado no fim de agosto passado para
filmar, e a igreja paroquial próxima também
foi fechada.

Glasgow Cathedral
A armadura e os cavalos medievais foram trazidos para o prédio de 800 anos no ano passado, enquanto a equipe filmava cenas para o drama histórico, com Chris Pine sendo visto no set várias vezes.

Mugdock CastleA equipe de produção por trás do filme Netflix chegou a construir uma vila medieval em torno do histórico castelo escocês, construindo seis barracas medievais à frente das cenas de Chris Pine em novembro de 2017. Os planos para a vila também incluíram um estábulo temporário para 50 cavalos usados durante uma sequência de filmes no campo de batalha.

Inverbeg
Fotógrafos rápidos conseguiram tirar fotos de membros do elenco apertando garrafas de água quente enquanto filmavam cenas nas
margens do Loch Lomond no ano passado.

University of Glasgow Você pode não ter acesso aos icônicos cloisters da Universidade de Glasgow, a menos que você seja um estudante lá, mas é
interessante ver como eles foram transformados em um grande salão de banquetes, fazendo um banquete digno de um rei.

Blackness Castle
As filmagens que ocorreram no Blackness Castle no final de novembro passado podem ter sido as mais árduas do lote, já que as
temperaturas despencaram abaixo de zero durante um frio. Um extra foi suspenso em uma gaiola de ferro do lado de fora do
prédio, expondo-a aos elementos enquanto algumas tomadas eram feitas para obter certas cenas bem na margem sul do Firth of Forth.

Berwick-upon-TweedA cidade de Northumberland pode não estar na Escócia agora, mas durante a vida de Robert, o Bruce, foi.

Berwick Quayside foi transformado no porto de Glasgow, enquanto a ponte velha foi transformada em London Bridge para as filmagens.

Doune Castle
Não é estranho para a tela, Doune Castle é escolhido novamente como um local para Outlaw King, e torna-se o castelo e a igreja
de Douglas no filme. Fique atento para uma foto brilhante do castelo em chamas!

Biquini Cavadão faz releituras de canções de Herbert Vianna

Projeto Ilustre Guerreiro recria oito canções dos Paralamas do Sucesso

A admiração e camaradagem entre as bandas do rock nacional não é segredo. Porém, são poucas as bandas que tomam a iniciativa de homenagear outros grupos. O Biquini Cavadão está, desde meados do mês passado, fazendo isso com a obra de Herbert Viana e Os Paralamas do Sucesso.

Toda sexta-feira o Biquini lança uma canção nas plataformas de streaming. Serão oito canções — Cuide Bem de Seu Amor, Ska, Só pra te Mostrar e Vital e Sua Moto, só para citar algumas e deixar o suspense em alta.

O projeto vai até o dia 30 de novembro, data da divulgação da última canção na internet.

Uma versão deste texto foi publicada na Revista Ambrosia

As empresas aéreas e as novas ‘Classes Econômicas’

Enquanto no Brasil aparecem as ‘Econômicas Premium’, lá fora a tendência são as ‘Econômicas Básicas

Uma das principais (e justas) reclamações dos viajantes brasileiros é em relação ao preço das passagens aéreas e a qualidade dos serviços prestados.

Enquanto no Brasil as empresas criam Classes Econômicas Premium para tentar compensar o aperto e a ausência de um simples amendoim ou barrinha de cereais, lá fora — principalmente nos Estados Unidos — as grandes companhias tentam combater os preços das empresas low-cost criando as Classes Econômicas Básicas.

Mas o que são as ‘econômicas básicas’?

Econômica básica é a denominação que algumas empresas — Delta e American, para citar alguns exemplos — utilizam para as passagens que praticamente não dão direito a nada (muitas vezes nem mesmo bagagem de mão). Há outros nomes como Eco Promo ou Light, mas a premissa é a mesma.

A ideia por trás dessas tarifas é rivalizar com os preços das empresas low-cost e ultra-low-cost, que, por lá, realmente cobram preços bem abaixo das companhias normais. Empresas que se encaixam na categoria ultra-low-cost (Allegiant, Frontier e Spirit, por exemplo) não chamam suas econômicas de Basic Economy. Afinal, isso seria um pleonasmo.

Sendo assim, fica claro que essas novas classes não possuem uma cabine especial. Elas se situam na mesma boa cabine onde os passageiros das classes econômicas normais se espremem.
Nada de barrinha de cereais

Nessas tarifas o passageiro geralmente não tem o direito de levar bagagem despachada, escolher o assento — o que não chega a ser um inconveniente em viagens curtas, mas que pode ser um empecilho para famílias em viagens mais longas — e não ganha nem uma barrinha de cerais sem ter que pagar.

Ah, em algumas empresas o assento nem mesmo reclina!

A vantagem é que as tarifas normalmente compensam, caso você esteja indo fazer um bate e volta, principalmente.

Mas vale destacar que na maioria das vezes não é possível fazer upgrade (nem mesmo pagando) e não há possibilidade de reembolso da passagem em (quase) nenhuma circunstância.

Portanto, nada de atrasos ou no shows.

Low-costs são confiáveis?

Assentos não reclináveis da Spirit

Essa é outra pergunta muito comum entre os brasileiros, já que não estão acostumados com empresas cobrando barato por qualquer tipo e voo. A resposta é simples: sim!

As razões para os preços serem mais baratos são muitas, mas a segurança e pontualidade dos voos é acima da média.

Essas empresas usam aeroportos secundários e suas partidas têm horários (muitas vezes) pouco convencionais e o uso de papel é mínimo.

Também não é incomum o funcionário que faz o check-in ser o comissário de bordo.

Na Europa, por conta das distâncias menores, utilizar o serviço dessas empresas pode ser muito interessante do ponto de vista econômico.

Dependendo da época do ano e da antecedência da compra da passagem, é possível ir de Londres para Edimburgo por meras £6!

Letrinhas pequenas

Como já citei, há várias restrições contidas nas tarifas chamadas básicas. É preciso ler com muito cuidado as letrinhas pequenas onde estão detalhadas as características de cada bilhete. Pode ser que o preço não compense.

Veja também em quais aeroportos a empresa atua. O custo do deslocamento pode ser até maior que o do voo.

Outro ponto importante é o acúmulo de milhas. Em alguns voos o acúmulo é normal, mas pode ter milhas reduzidas ou até mesmo não acumular milhas.

Caso queira despachar alguma bagagem, a tarifa média cobrada é de US$ 30.

Fora de alinhamento

Há empresas que não oferecem esse tipo de bilhete básico. Entre elas estão Avianca, Caribbean Airlines, e a Copa estão nessa categoria de dissidentes. Fique atento.

Dicas importantes

• Leve pouca bagagem. Tente ser o mais leve possível;

• Se for preciso levar alguma bagagem para despachar, procure fazer isso na hora da compra da passagem. Normalmente as tarifas são mais baratas.;

• Leve seus próprios salgadinhos ou lanches. Não há restrições;

• Leve seu game/laptop ou smartphone. Não é comum ter nenhum tipo de entretenimento nos voos;

• Faça uma pesquisa de preços e dos aeroportos utilizados antes de fazer a sua reserva.

Algumas características das principais ‘Econômicas Básicas’ (EUA/Canadá/México)

Aeromexico (Basic)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop), desde que os dois itens (combinados) não ultrapassem os 10 kg. Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas em quantidade reduzida.

Air Canada (Economy Basic)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso, mas é bom checar. Não acumula milhas.

American Airlines (Basic Economy)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso, mas é bom checar. São creditadas apenas 50% das milhas.


Delta (Basic Economy)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop) e a escolha de acentos na hora do check-in. Oferece refrigerantes e snacks.

Não indica limite de peso da bagagem de mão e item pessoal, mas é bom checar. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

United Airlines (Basic Economy)

Não permite bagagem de mão. Apenas um item pessoal que não ultrapasse as medidas 22cm x 25,4cm x 43cm. Oferece refrigerantes e snacks. Algumas milhas são creditadas.

Allegiant (Economy)

Não permite bagagem de mão. Apenas um item pessoal que não ultrapasse as medidas 17cm x 38cm x 40cm.

Cobra por todas as bebidas e salgadinhos. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Air Transat (Eco promo ou Eco)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop). Não indica limite de peso da bagagem de mão e item pessoal, mas é bom checar.

Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Frontier (Standard Fare)

Permite um item pessoal desde que não ultrapasse as medidas 20cm x 35cm x 45,7cm.

Cobra por todas as bebidas e salgadinhos. Milhas são creditadas normalmente como nas tarifas cheias.

Interjet (Light)

Permite uma bagagem de mão e um item pessoal (laptop), desde que os dois itens (combinados) não ultrapassem os 10 kg. Oferece refrigerantes e snacks. Milhas são creditadas em quantidade reduzida.

Europa

As principais empresas low-cost da Europa são:

Ryanair, Eurowings e EasyJet. Já usei os serviços das três e não me arrependi.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Dicas de Viagem IV(a): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (vistos)

Dicas de Viagem IV(b): Cuidados para não ser barrado em um país estrangeiro (seguro de viagem)

Dicas de Viagem IV(c): Minivisto para a Europa

Dicas de Viagem V: Tipos de tomadas pelo mundo

Dicas de Viagem VI: Não se aperte com comida

Dicas de Viagem VII:  Vinho quente nos jardins de Paris

Dica de Viagem VIII: comer e beber bem em Veneza

Leia outros posts sobre viagens

Biografia dos Beatles completa 50 anos

Às vésperas do relançamento da versão comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, A Vida dos Beatles, única biografia autorizada dos Beatles, continua uma leitura obrigatória

Os Beatles se separaram oficialmente em 1970. Portanto, é impressionante o efeito que a música e a atitude da banda ainda têm sobre a nossa sociedade.

Vários ótimos (e vários péssimos) livros já foram escritos sobre o grupo, mas um deles continua imprescindível.

The Beatles — que no Brasil teve a sua primeira edição publicada com o título A Vida dos Beatles — é a única biografia autorizada pela banda e a única na qual o autor realmente conviveu com a banda durante sua carreira, presenciando fatos reais e não apenas através de depoimentos de terceiros.

Um pouco de história

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Hunter Davies — hoje um respeitado senhor de 82 anos (que se recupera de uma cirurgia para a colocação de três pontes de safena) e autor de uma série de livros sobre turismo, esportes e, claro, Beatles — era um jovem jornalista trabalhando no Sunday Times, quando recebeu o sinal verde de Brian Epstein para escrever a biografia da maior banda de todos os tempos.

Isso, depois de ter sugerido a Paul McCartney a ideia do livro, em 1966, bem no meio da revolução psicodélica e do início das gravações de Sgt. Pepper’s, mas o OK final aconteceu apenas em 25 de janeiro de 1967, quando Penny Lane e Strawberry Fields Forever já estavam finalizadas.

— Eles sabiam que Pepper seria algo diferente e grande. Paul estava definitivamente no comando. Nesta época, John estava ficando entediado com os Beatles e se tornando preguiçoso — me disse Davies.

Lançado em 30 de setembro, o livro se tornou a única biografia da banda por conta de uma cláusula (sugerida por Brian Epstein) que garantia que nenhum outro escritor teria acesso aos Fab Four por dois anos. Como eles se separaram em 1970…

Fool on the Hill

Dentre as grandes histórias do livro está o dia no qual John falou para Paul gravar uma demo daquela música do cara da montanha e Paul respondeu que não iria esquecer dela. No fim, Fool on the Hill se tornou uma das canções mais conhecidas dos Beatles.

— Passei muitas tardes com eles no estúdio enquanto gravavam Sgt. Pepper’s e também em suas casas, observando Paul e John dando vida as canções. Infelizmente, eu nunca gravei nenhum desses momentos. Escrevi tudo em 30 pequenos cadernos de anotação e, hoje, nem consigo entender minha letra — revelou Davies.

Getting Better

Outro momento que causa inveja aos admiradores da música dos Beatles é a descrição da criação de Getting Better, até hoje uma das histórias citadas por Paul McCartney.

— Eu estava lá desde o início da composição. Eu caminhava com Paul quando ele teve a ideia pela primeira vez. Também estava em Cavendish Avenue (casa de Paul McCartney) quando ele e John escolhiam palavras e rimas para a canção — lembrou o escritor.

Álbum Branco

— Eu fui com eles para a Índia quando eles foram encontrar o Maharishi. As esposas e os rodies foram deixados para trás e eu viajei em um vagão com eles, Mick Jagger e Marianne Faithfull. Foi lá que compuseram a maior parte das canções do Álbum Branco — relembrou.

O disco que agora completa 50 anos é, de muitas maneiras, o ponto de ruptura da banda, principalmente pela presença de uma certa japonesa.

— Eu conheci Yoko antes do John. Um dia (em 1967) ela me ligou dizendo que estava fazendo um filme e se eu toparia participar. O problema é que era um filme sobre bundas nuas. Então, eu inventei uma desculpa e declinei do convite — confessou o jornalista.

Na casa de Hunter Davies (outubro/2013). Foto: Jo Nunes

E, apesar da camaradagem que Giles Martin diz ter encontrado nas fitas que ouviu para produzir a versão comemorativa do Álbum Branco, que sai no próximo dia 9, essa não é a lembrança de Hunter Davies.

— Em 68, o único que parecia ainda estar gostando de ser um beatle era Paul. Ele morava em uma casa perto de Abbey Road enquanto John e Ringo viviam bem mais afastados (em Weybridge) e George em Esher, não muito longe deles —relembrou.

Isso pode explicar tudo o que aconteceu depois e que culminou na separação do grupo.

Rebatendo John Lennon e George Harrison

Na sua famosa entrevista para a revista Rolling Stone (em 1970) John se referiu ao livro de Davies como bullshit (merda).

— Eu liguei para John em 1971, logo depois que a entrevista foi publicada, e ele me disse rindo: “Você me conhece, eu falo as coisas que me vêm à cabeça. Hunt”. Nem Paul ou Ringo tiveram objeções ao livro, embora George tenha ficado contrariado por eu não ter escrito mais sobre suas opiniões sobre o hinduísmo e crenças espirituais, coisas que achei que não se encaixavam no livro — revelou.

Outros livros

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 Hunter Davies é reconhecido hoje pela biografia dos Beatles, mas sua ligação com a banda vai além. Ele escreveu (e ainda escreve) vários outros títulos com relação ao grupo. Dois deles são especialmente relevantes e especiais.

As Letras dos Beatles é o livro onde Davies revela ao mundo uma série de manuscritos com versões (muitas originais) de letras de canções dos Beatles, algumas escritas em guardanapos e até mesmo no verso de cartões de aniversário. São imagens reveladoras.

O outro tem o título de As Cartas de John Lennon (The John Lennon Letters, no original), onde revela uma série de recados, cartas e cartões postais escritos por Lennon para assistentes, amigos e fãs.

Brasileiros em alta

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Em Lennon Letters o Brasil ganha destaque especial em dois momentos distintos. Um quando Davies mostra algumas raridades de Lizzie Bravo — a brasileira que gravou os backing vocals da canção Across the Universe — e quando conta a história de um certo fã carioca para o qual Lennon escreveu três cartões postais entre novembro de 1979 e janeiro de 1980.

Vale conferir.

Portanto, se algum fã dos Beatles ainda não leu a biografia autorizada, acredite, ela ainda é leitura obrigatória, mesmo que existam outros títulos mais completos sobre o fenômeno que até hoje influencia o mundo.

Bilheteria EUA: Bohemian Rhapsody,  O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, Nobody’s Fool, Nasce uma Estrela, Halloween

Como era de se esperar.

UFW

Bohemian Rhapsody, cinebiografia do Queen, estreia liderando com vantagem na bilheteria dos EUA

rhapsody.jpgBohemian Rhapsody


Como era de se esperar, Bohemian Rhapsody, a cinebiografia do Queen, estreou liderando o ranking de arrecadação da bilheteria norte-americana. O longa arrecadou US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana.

Vale lembrar que os números são superiores ao esperado – durante a semana, era especulado que o filme estrelado por Rami Malek somasse cerca de US$ 35 milhões. A abertura com larga vantagem em relação ao segundo filme do ranking fez com que Bohemian Rhapsody se tornasse a segunda melhor estreia de uma cinebiografia musical nos Estados Unidos, perdendo apenas para Straight Outta Compton, de 2015, que abocanhou US$ 60 milhões.

O segundo colocado também é um estreante: O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, a nova fantasia dos Estúdios Disney, arrecadou US$ 20 milhões. Fechando o pódio só com estreia…

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The Beatles – Glass Onion – o vídeo

Falta apenas uma semana para o lançamento oficial da versão comemorativa dos 50 anos do Álbum Branco, dos Beatles.

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Para dar mais um gostinho do que vem por aí, a Apple (dos Beatles) divulgou um vídeo da canção Glass Onion.

 

Dica de Viagem VIII: comer e beber bem em Veneza

A Itália é uma perdição para quem gosta de comer. Veneza, que esteve nos noticiários por conta de uma série de restrições aos turistas, não foge a regra

Polenta, Bellini, bacalhau e frutos do mar. Veneza pode ser famosa por seus canais e sua estrutura típica, mas a gastronomia fala alto por lá, assim como em toda a Itália.

Se a constante ameaça de desaparecimento e as recentes restrições as ações e hábitos dos turistas não são notícias simpáticas para os visitantes, isso não diminui o fascínio da cidade e os seus encantos.

Tomar um café ou um drink gelado nas cadeiras do Caffè Florian, no coração da Piazza San Marco — o mais antigo do lugar, fundado em 1720 — pode ser quase uma obrigação para os turistas, mas, o que mais há para degustar em Veneza?

Bellini

O que não faltam são opções. As lógicas — massas e frutos do mar — podem ser encontradas em praticamente qualquer restaurante da cidade, mas há mais segredos. O primeiro deles é o Bellini.

O Bellini — drink feito com Prosecco e purê de pêssegos brancos — foi criado no Harry´s Bar, no início dos anos 30. O bar, que funciona até hoje no mesmo endereço (Calle Vallaresso 1323), não muito longe da Piazza San Marco, é uma parada obrigatória para qualquer turista de carteirinha.

Há quem diga que o lugar não merece a fama, mas a história contradiz esses hereges. A atmosfera e o prazer de experimentar o verdadeiro drink valem qualquer preço (que nem é tão caro).



Entrada e prato principal

Petiscar é sempre bom e Veneza nos oferece o carpaccio. Sabe onde foi criado? No mesmo Harry´s Bar responsável pelo Bellini. Até não acho que os dois — Bellini e carpaccio — combinam, mas você pode ir lá em momentos diferentes para experimentar os dois.

Porém, se quiser provar uma entrada matadora e menos habitual, procure pelo Bacalà Mantecato, um purê feito de bacalhau seco hidratado, cortado em tiras e misturado com alho e azeite.

A maioria dos lugares servem o prato acompanhado por polenta grelhada, embora vá muito bem (ou até melhor) com pão.

Impossível indicar apenas um lugar para experimentar o Bacalà Mantecato. A dica aqui é andar pela cidade, olhar os cardápios e entrar onde você achar mais simpático.

Mesmo os restaurantes/osterias menos nobres fazem bem essa entrada.

Como outra opção de entrada ou prato principal é praticamente inevitável sugerir algo que não tenha polenta — faça um esforço e experimente, mesmo que não goste muito. Portanto, indico o polenta e schie, que nada mais é do que polenta com camarão.

Pode parecer simples (e é), mas em Veneza os camarões são especiais, pequenos e saborosos. São pescados na laguna da cidade.

Para um prato principal mais tradicional, peça alguma massa com frutos do mar. Onde? Procure um lugar que esteja cheio de pessoas que não pareçam turistas. Como sugestão deixo o Taverna al Remer.

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Sobremesa

Para a sobremesa: tiramisú. Simples, direto e delicioso.

Há vários segredos na cidade, mas ainda preciso ir lá conferi-los. Ficam as dicas que sei que são boas.

Outras dicas de viagem

Dicas de Viagem Parte I – Programação

Dicas de Viagem Parte II – Orçamento

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

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Johnny English ataca novamente

Depois de sete anos, Rowan Atkinson, o eterno Mr. Bean, volta a encarnar o Inspetor Clouseau dos agentes secretos

Alguns personagens colam nos artistas e mesmo que venham a ter outros papeis de destaque, sempre serão lembrados por eles. Sean Connery será sempre o 007, assim como Peter Sellers será sempre ligado ao inspetor Clouseau e Rowan Atkinson ao Mr. Bean.

Atkinson, hoje uma instituição britânica, volta a desfilar o seu humor clássico na nova aventura do agente secreto do MI 7, Johnny English, cuja última aparição nas telonas já faz sete anos.

Johnny English 3.0 (Johnny English Strikes Back, no original em inglês) é uma comédia da velha guarda. Há momentos nos quais é impossível não lembrar de filmes como Corra Que a Polícia Vem Aí, A Pantera Cor de Rosa e, claro, os filmes anteriores da franquia.

Analógico

O humor do longa é analógico, assim como o seu enredo. Aposentado e dando aulas para alunos de uma escola primária, English é reconvocado para o seu antigo posto de agente secreto depois de um ataque cibernético que revelou a identidade de todos os agentes em atividade.

Ele precisa descobrir a identidade do vilão e neutralizar a ameaça. A história não é lá muito nova ou criativa, mas é o veículo perfeito para as caretas e confusões de Bean, digo, English, e seu fiel escudeiro, o agente Bough (Ben Miller).

Bond Girl

Outra característica dos agentes secretos ingleses é a presença de belas figuras femininas em seus filmes. Dessa vez, English (re)aproveitou o talento de Olga Kurylenko (um dos pares românticos de Daniel Craig em 007 Quantum of Solace).

E, acredite, uma relação entre os dois parece tão improvável que você chega até a torcer pelo herói. Mais estranho ainda, a dupla tem uma boa química e timing humorístico.

Inocência e algumas (boas) risadas

No fim das contas, entre qualidades e defeitos, Johnny English 3.0 cumpre o seu papel, que é tirar risadas do público, mesmo em gags que os mais velhos vão achar familiares.

Mas é um filme onde há Rowan Atkinson e isso garante sempre algum bom momento (preste atenção na cena onde ele usa a realidade virtual).

Além de Atkinson, Kurylenko e Miller, o filme ainda conta com a luxuosa participação de Emma Thompson, como a primeira-ministra da Inglaterra, que faz o tradicional papel do superior que não acredita na capacidade de seu comandado.

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O filme vai virar uma boa opção para as sessões da tarde e deve fazer sucesso nos canais a cabo. Vale a ida ao cinema se a ideia for esvaziar o cérebro ou dar algumas risadas antes do festival de lágrimas de Bohemian Rhapsody, que também entra em cartaz nesta quinta (1).

Cotação ***