A Copa de 2014 já começou

Foram R$ 30 milhões gastos pela prefeitura e pelo governo do estado para bancar a festa que, apesar de alguns discordarem das atrações musicais, correu muito bem e mostrou que o Brasil pode projetar uma imagem muito longe da real. Todos os que assistiram pela TV ao sorteio dos grupos das eliminatórias devem estar achando que tudo anda bem aqui pelo hemisfério Sul.

Com a presença de velhos ídolos e jovens promessas do nosso futebol – além de apresentadores da Rede Globo, claro – a festa foi pontual e sem atropelos. Houve uma ou outra gafe, mas nada que embaçasse o brilho da cerimônia. Políticos tentaram aparecer e revelaram certos ciúmes e disputas para saber quem é o verdadeiro dono da festa, mas, mais uma vez, nada comprometedor.

Ficou mais uma vez a certeza de que tudo vai ficar pronto e lindo na data marcada para a bola rolar.

Tomara!

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Concerto para Bangladesh ao vivo na internet


Para quem ão conhece e para aqueles que já viram e querem rever, em comemoração aos 40 anos do Concerto para Bangladesh – realizado por Gerorge Harrison no dia 1 de agosto de 1971 – a gravadora Rhyno e o site oficial de George Harrison estão transmitindo em streaming o filme completo do concerto até o dia 1 de agosto (segunda-feira).

Sigam o link e aproveitem o primeiro supershow realizado na Terra.

‘Chico’ mostra um Chico Buarque maduro e sofisticado

O novo CD de Chico Buarque é um trabalho que passa longe da simplicidade, mesmo sem ter qualquer tom de arrogância. Por isso, só agora (uma semana após seu lançamento) decidi escrever sobre ele. O trabalho, chamado simplesmente Chico, merece várias audições antes de se fazer um juízo sobre ele.

Chico é um disco maduro, onde fica a impressão que o seu autor está fazendo a música que lhe agrada, sem outras preocupações. Não é um disco para quem quer encontrar rimas fáceis – muitas vezes é difícil até mesmo encontrar uma – ou melodias que possam ser assobiadas após poucos minutos. O novo trabalho de Chico Buarque é recheado de melodias intrincadas, acordes dissonantes e arranjos elegantemente complexos. Nele, há mudanças de tempos, ritmos e uma (sempre) ótima poesia.

Na minha mão
O coração balança
Quando ela se lança
No salão
Para esse ela bamboleia
Para aquele ela roda a saia
Com o outro ela se desfaz
Da sandália

Em apenas dez faixas e pouco mais de meia hora, Chico nos leva a um universo romântico que, com o aprimoramento da vertente literária do autor, ficou mais maduro. Até mesmo as decepções parecem menos doídas e desesperadas. O CD nos leva pelo samba, baião, xote e outras paisagens musicais que vão passando com uma agradável brisa por nossas mentes.

Para os que gostam de uma música mais palatável, Querido Diário e Sou Eu – essa última uma parceria com Ivan Lins, gravada aqui em dueto com Wilson das Neves – parecem as escolhas óbvias. Seriam boas candidatas a single, caso eles ainda existissem.

Os gostos podem variar – Nina é outra das minhas preferidas enquanto Sinhá me diz pouco – mas Chico é mesmo um daqueles discos que merecem muitas audições antes de podermos dizer se gostamos dele ou não.

Para saber mais sobre o disco, siga esse link.

Capitão América – O Primeiro Vingador – A Crítica

Fazer a crítica de um filme baseado em um personagem dos quadrinhos é sempre complicado. Primeiro temos que nos separar da realidade e lembrar que o personagem foi criado com um intuito, uma missão e que seu mundo em nada se parece com o nosso. Caso contrário, podemos cair no erro de tentar comparar caráteres e linhas de pensamento que jamais deveriam ser misturados.

O Capitão América é, dos heróis criados pela equipe da Marvel, o mais complicado para se transferir para a telona. Seja pelo seu perfil patriótico-americano, pela falta de superpoderes ou mesmo pelo desafio de criar um roteiro que pudesse costurar sua história em 120 minutos. Essa missão caiu nas mãos do diretor Joe Johnston (de Jurassic Park III e IV, entre outras produções menos brilhantes).

Johnston e os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely (ambos veteranos de produções Disney) tiveram o trabalho de mostrar como o jovem e franzino Steve Rogers se transforma no Capitão América. Nesse momento vale lembrar que o herói foi criado antes da entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial e era um estímulo ao lado civicamente inchado dos americanos, o que se pode notar pelo uniforme criado, onde a bandeira americana ganha destaque. Só essas circunstâncias poderiam explicar porque um jovem faz tanta força para se alistar e ainda aceita participar de um projeto para criar um super-soldado.

Mas e o filme? Bem, como disse no início, o Capitão América é o Vingador mais complicado para vender e a escolha de Chris Evans – o Tocha Humana dos dois (fracos) filmes do Quarteto Fantástico – parece não ter ajudado muito. Não que ele esteja mal na fita, mas nem de longe consegue o resultado de Robert Downey Jr. como Homem de Ferro. Ate mesmo o vilão Caveira Vermelha (Hugo Weaving, da saga Matrix) ficou muito pouco aterrorizador e malvado. O destaque mesmo vai para o veterano Tommy Lee Jones, que vive o coronel Chester Phillips, um dos responsáveis pela criação do herói.

3D perfeito e mocinha sem sal

O filme mistura ação, humor e romance, em doses mais açucaradas que nos outros Vingadores, mas ganha com a ótima utilização da tecnologia 3D. As cenas de combate ganham muito com essa tecnologia e o filme também.

Nem mesmo a presença da bela Hayley Atwell como par do baixinho/franzino Steve Rogers ou do alto/sarado Capitão América. Aliás, difícil saber quais efeitos foram usados em Chris Evans para as duas encarnações do personagem. Atwell não consegue passar emoção, sensualidade ou qualquer tipo de veracidade a sua Peggy Carter.

No fim, o filme serve apenas para explicar o envolvimento de Howard Stark (pai de Tony Stark) com o que viria a se tornar a S.H.I.E.L.D., de Nick Fury, e para preparar terreno para o longa dos Vingadores – previsto para 2012 – e que vai reunir os heróis Marvel em uma grande aventura.

Capitão América – O Primeiro Vingador é um filme menor no universo dos super-heróis Marvel e, apesar de não ser um desastre completo, fica muito longe do melhor produzido nos últimos anos pelo estúdio.

Sem delírios políticos-cinematrográficos, é essa a minha opinião.

P.S.: Sim, há uma cena escondida nos créditos, mas isso é melhor você saber como é lá no cinema.

Laia sobre outros filmes da Marvel: Thor, Homem de Ferro, Homem de Ferro 2,

Cerveja é cerveja, vinho é vinho

Cervejas têm o seu valor. São deliciosas (muitas) e bastante democráticas (principalmente nos preços0. Bem, pelo menos a maioria ainda é. Hoje, há uma moda de cervejas premium, gourmet e outras expressões, que fazem a bebida chegar a ter preços altíssimos e requintes que chegam a lembrar os mais sofisticados vinhos.

Logo agora que os vinhos estão se popularizando, as cervejas parecem querer deixar o povão.

Leia a matéria publicada na Veja Rio.

Cervejas nobres chegam às importadoras com preço de vinho de primeira linha

O ritual lembra a degustação de um vinho raro. Carregada cuidadosamente pelo garçom, a garrafa chega à mesa com temperatura de 7 graus, nem mais, nem menos. Aberta, é servida entre os convivas em taças alongadas de cristal. A bebida em questão não leva uvas em sua formulação, mas sim cevada e lúpulo, e é proveniente de uma cidadezinha litorânea no nordeste da Escócia. Batizada como BrewDog Sink The Bismarck (uma homenagem ao cruzador alemão afundado pelos ingleses na II Guerra Mundial), a cerveja carrega o título de mais cara da cidade do Rio de Janeiro. Cada garrafa, de 330 mililitros, custa inacreditáveis 699,90 reais.

Assim como acontece com a marca escocesa, uma série de novidades tem animado os apreciadores de cervejas finas. Quase todas carregam histórias tão instigantes quanto o sabor que apresentam. A belga Gouden Carolus Cuvee Van Keizer Blauw é feita uma única vez por ano, no dia 24 de fevereiro, em honra ao aniversário do imperador Carlos V, que reinou sobre a Europa Central no comando do Sacro Império Romano entre 1519 e 1556. Apenas 312 unidades são fabricadas nessa ocasião e despachadas para distribuidores de todo o mundo. Por aqui cada garrafa de 750 mililitros sai por 299,90 reais. A também belga Deus, de 249,90 reais, e a alemã Infinium, de 199,90 reais, incorporam técnicas vinícolas, como o método champagnoise, que lhes conferem sabor levemente adocicado e aroma cítrico.

As cervejas de primeiríssima linha fazem parte de um fenômeno que tem ampliado os limites do universo cervejeiro. Ele começou com a chegada de variedades que iam além da pilsen tradicional, como as feitas de trigo, as ale e stout e as do tipo abadia — tanto nacionais quanto importadas. Desdobrou-se em novos hábitos, como o interesse pela produção artesanal da bebida, no fundo do quintal ou na cozinha do apartamento, e pelas degustações de marcas importadas em bares especializados. O próprio Delirium Café, em Ipanema, aberto há onze meses, é uma franquia de uma rede criada em Bruxelas presente em sessenta países. Ligada à cervejaria Huyghe, dona da marca Delirium Tremens, ela se orgulha de oferecer em sua sede 2 004 rótulos diferentes. Por aqui, são 300. Não deixa de ser um bom começo.

Fonte: Veja Rio

Mais novidades de Paul McCartney – Hitch Hike – Detroit (24 de julho de 2011)

Mais uma novidade do velho Macca, desta vez homenageando a Motown.


Veja mais da nova turnê de Paul McCartney aqui e aqui.

Lasanhas e pizzas da Perdigão terão que sair do mercado

Pelo jeito a fusão da Perdigão e da Sadia vai trazer alguns desconfortos para a Brasil Foods. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu que será preciso que vários de seus produtos saiam do mercado.

Por três anos, não veremos nas prateleiras presuntos, apresuntado e afiambrado; cortes suínos de festa (lombo, pernil, tender); linguiça e paio. O prazo de suspensão aumenta para quatro anos no caso de salames e para cinco anos para a venda de lasanhas, pizzas congeladas, quibes, almôndegas e frios saudáveis.

A Brasil Foods também terá que vender as marcas Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Escolha Saudável, Light Ellegant, Fiesta, Freski, Confiança, Doriana e Delicata.

Tudo pela livre concorrência!

Roufenhos – Os Desagradáveis

O timbre da voz é algo que, dependendo da pessoa que está escutando, pode agradar ou desagradar. Quando uma voz é muito aguda, por exemplo, incomoda algumas pessoas, enquanto outras podem achar bonito. Uma pessoa que tem a voz rouca, fanhosa, é chamada, assim como essa voz, de roufenha.

Junte-se a isso o fato de que a voz pode vir acompanhada de uma figura sacal e má-educada (com e sem hífen), que tudo torna-se ainda pior.

Definição

1. Que tem a voz fanhosa ou rouca; que fala pelo nariz

2. Diz-se de voz que é fanhosa ou rouca, anasalada.

3. Que tem um som áspero e cavo; que tem som estridente, Baixo ou grave e ao mesmo tempo áspero (tuba roufenha).: “Mas, roufenho, o berrante trombeteou de novo, mais forte, na frente.” (Guimarães Rosa, “O burrinho pedrês” in Sagarana))

[F.: De orig.duvidosa, voc. onom.]

Pesquisador brasileiro rastreia origem do Big Mac

Apesar da decadência do império do McDonald’s, parece que o fascínio sobre a outrora incontestável líder no ramo do fast food continua grande. No Brasil um pesquisador resolveu determinar as características do gado através da carne do Big Mac (entre outros aspectos). Leia a íntegra do texto publicado no Portal Terra.

A fim de identificar as características culturais da alimentação mundial, pesquisadores do Laboratório de Ecologia Isotópica do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Universidade de São Paulo (USP), viajaram o mundo para analisar o Big Mac, principal e mais conhecido produto da rede de fast-food McDonald’s, presente em mais de 100 países. “O lanche, considerado o carro-chefe do McDonald’s, funciona como um poderoso traçador do sistema de produção de carne dos países. O hambúrguer fornece diversas e variadas informações”, informa o pesquisador Luiz Antonio Martinelli, responsável pela pesquisa divulgada pela USP.

Para descobrir onde e como é produzido o principal produto do Big Mac, o hambúrguer, a pesquisa rastreou a cadeia alimentar do gado. Martinelli chegou à conclusão que, apesar de o sanduíche ser uma comida global, seu sabor é local, pois a carne é originária do rebanho de cada país. “Mas isso não ocorre no mundo todo. Os isótopos estáveis do carbono e do nitrogênio da carne contida em cada um dos Big Macs estudados mostraram, por exemplo, que o lanche consumido no Japão é proveniente da Austrália, com gado alimentado com gramíneas do tipo fotossintético C4″. Os isótopos são o núcleo das reações químicas de um alimento. É o núcleo, espécie de DNA, onde estão as informações sobre as composições químicas.

Esta conclusão foi baseada no fato que as carnes dos lanches japoneses tinham uma razão isotópica do carbono-13/carbono-12 mais elevada do que os esperados num país baseado em uma agricultura de ciclo C3 (norma que caracteriza a forma como a planta faz sua fotossíntese). O fato comprova que o Japão importa carne da Austrália, onde prevalece o modo fotossintético C4 da lavoura, ou seja, das plantas que suportam altas luminosidades, fato que não ocorre no país nipônico.

Esta pesquisa permitiu chegar a três conclusões. “A primeira é que com um simples hambúrguer é possível rastrear o que o gado come pelo mundo todo. A segunda confere a possibilidade de estabelecer como carnes produzidas em diferentes países viajam. E a terceira é que, por uma questão de mercado, o igual não é tão semelhante assim”, relata Martinelli, que empregou o conceito “glocal” (global + local) para caracterizar o Big Mac.

É curioso que até existe um índice econômico que calcula o preço do Big Mac em todos os países em que é consumido, com o intuito de medir o valor de uma moeda em relação ao dólar, o Big Mac Index. “O famoso lanche do McDonald’s tem a capacidade de estar, ao mesmo tempo, atualizado ao sistema mercadológico das empresas globais sem perder a influência cultural imposta pelo mercado local”, conclui o pesquisador.

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIV – Cientistas pesquisam comportamento de gatos com câmera e GPS

Depois de vários posts musicais, aqui vai o primeiro sobre pesquisas e, claro, deles: os ingleses.

Cientistas britânicos estão usando uma câmera especial, em miniatura, e um sistema de GPS para aprender mais sobre o comportamento dos gatos. O sistema foi apelidado de “cat-nav”, uma referência aos sistemas de navegação via satélite usados em carros e barcos. O novo estudo revela o que os gatos realmente fazem quando saem sozinhos.

Jim Fowler, dono de um dos gatos estudados, contou à BBC que foi interessante finalmente descobrir por onde seu gato, Freddy, andava o dia inteiro. “Foi interessante ver como ele andava em volta da casa, em nosso jardim, ver o que ele apronta”, disse. Fowler, que tem outro gato, Totty, contou que Freddy é o gato que “realmente gosta de ficar fora de casa, que gosta de escalar as coisas, explorar, pegar ratos”. E, segundo o dono de Freddy, no verão ele só entra em casa para comer e dormir.

Fonte: BBC Brasil

Quando você cria expectativas, automaticamente você cria decepções

Quando você cria expectativas, automaticamente você cria decepçõesCarolina Bensino

Expectativas podem ser profissionais, pessoais, românticas ou até mesmo monetárias, e todas elas terminam sempre em decepções, mais cedo ou mais tarde. A conclusão não é minha – mas deveria ser, caso fosse mais velho (e sábio).

Não seja tolo, não confie na aça humana, nos pseudo-amigos e nas boas intenções. Não acredite que seus sonhos são partilhados por quem deveriam (na sua opinião, claro) ou que seu futuro possa ser tranquilo desde que cada um fala a sua parte. Sweet Dreams, my Friend.

É fato que de tempos em tempos a vida joga sobre você uma coisa boa e é obrigação segurá-la o máximo possível. Mas essas coisas nem sempre são fáceis de perceber e muito menos fáceis de agarrar.

Não seja pessimista. Seja realista e desconfiado. Há muitos farsantes por ai girando o mundo.

Round and round and round and round….

Charlie Sheen anuncia nova série

Tudo bem que ainda falta um canal para transmitir o novo programa, mas Charlie Sheen parece estar apostando na popularidade do seu xará Charlie Harper. Leia abaixo a notícia do O Globo e também outras notícias sobre Two and a Half Men nos links abaixo.

Charlie Sheen é demitido e Two and a Half Men deve mesmo acabar
Charlie Sheen é vaiado em estreia de teatro nos EUA
Ashton Kutcher substituirá Charlie Sheen em Two and A Half Men

Charlie Sheen anuncia nova série

Depois de muita especulação e polêmicas, Charlie Sheen finalmente anunciou como será sua nova série, nesta segunda-feira. O programa, que ainda não foi comprado por nenhuma emissora, vai ser uma comédia com base no filme “Tratamento de choque” (“Anger management”), de 2003. Sheen interpretará o papel que era de Jack Nicholson, um psiquiatra com problemas temperamentais, responsável por liderar um grupo que busca uma maneira de “lidar com a raiva”.

“Eu escolhi a série porque será um desafio interpretar um homem com sérios problemas para controlar sua raiva. Acho que é um grande tema. Além disso, terei autonomia no programa para ter ideias e é uma chance de voltar ao mercado com um dos meus produtores de filme favorito, Joe Roth”, disse o ator.

Mas a proposta não foi aceita por acaso e beneficia o ex-Charlie Harper em muitos quesitos.

“Analisamos muitas ofertas para Charlie desde que ele saiu de ‘Two and a half men’, mas nenhuma foi tão criativa e rentável quanto essa”, disse o empresário do ator.

É a quinta vez que acontece uma parceria entre Sheen e Roth, que já fizeram juntos “Major league”, “Os jovens pistoleiros” e “Os três mosqueteiros”.

“Não existe ninguém melhor que Charlie Sheen para estar em ‘Tratamento de choque’. Com o talento inacreditável de Charlie e sua habilidade para comédia, ele segue como o principal personagem de sitcoms. Estou ansioso para voltar a colaborar com ele”, disse Roth.

As novidades de Paul McCartney – New Jersey (15 e 16 de julho de 2011)

O ex-beatle, que trouxe a sua Up and Coming Tour ao Brasil em novmbro de 2010 e maio de 2011, está de turnê nova: On the Run. As mudanças no repertório não são grandes (numericamente falando), mas já valem pagar novos ingressos para assistir ao show. Entraram no setlist Junior’s Farm, The Night Before, I Will, Maybe Im Amazed e o medley final do Abbey RoadGolden Slumbers / Carry That Wieght / The End.

Pela empolgação da plateia em New Jersey (15 e 16 de julho), Paul deve estar louco para voltar ao Brasil e para seus baruhentos fãs tupiniquins.

Abaixo os dois setlists e três vídeos das novas canções. Você também pode assistir Junior’s Farm aqui.

15/7/11

Hello, Goodbye
Junior’s Farm
All My Loving
Jet
Drive My Car
Sing the Changes
The Night Before
Let Me Roll It
Paperback Writer
The Long and Winding Road
Nineteen Hundred and Eighty-Five
Let ‘Em In
Maybe I’m Amazed
I’ve Just Seen a Face
I Will
Blackbird
Here Today
Dance Tonight
Mrs Vandebilt
Eleanor Rigby
Something
Band on the Run
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Back in the U.S.S.R.
I’ve Got a Feeling
A Day in the Life / Give Peace A Chance
Let It Be
Live and Let Die
Hey Jude

Encore:
Lady Madonna
Day Tripper
Get Back

Encore 2:
Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers / Carry That Weight / The End

16/7/11

Magical Mystery Tour
Jet
All My Loving
Junior’s Farm
Drive My Car
Sing the Changes
The Night Before
Let Me Roll It
Paperback Writer
The Long and Winding Road
Nineteen Hundred and Eighty-Five
Let ‘Em In
Maybe I’m Amazed
I’m Looking Through You
I Will
Blackbird
Here Today
Dance Tonight
Mrs Vanderbilt
Eleanor Rigby
Something
Band on the Run
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Back in the U.S.S.R.
I’ve Got a Feeling
A Day in the Life / Give Peace A Chance
Let It Be
Live and Let Die
Hey Jude

Encore:
Lady Madonna
I Saw Her Standing There (with Billy Joel)
Get Back

Encore 2:
Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers / Carry That Weight / The End

A Cor do Som – Teatro Rival – 14, 15 e 16 de julho de 2011 – Crítica

Palco simples para boa música

Um dos melhores grupos já formados na Música Popular Brasileira, A Cor do Som se reuniu, com sua formação original – Armandinho (guitarras), Ary Dias (percussão), Dadi Carvalho (baixo), Gustavo Schroeter (bateria) e Mu Carvalho (teclados) – para uma mini-temporada de três dias no Teatro Rival, no Centro do Rio.

Criado em 1977 e com uma série de sucessos que se sucederam até 1986. Depois disso, foram só algumas reuniões esporádicas e dois lançamentos ao vivo. A reunião no Rival foi um mix de nostalgia, esperança e boa música. Nostalgia, por conta das várias capas de LPs do grupo que apareceram na plateia, que cantava todos os números, assim como ouvia com atenção todos os instrumentais apresentados. Esperança, pelo anúncio de que o grupo está preparando um novo trabalho com músicas inéditas. Boa música, pelo talento dos instrumentistas, todos metres.

Dadi, Ari e Nivaldo Ornelas, convidado da noite de estreia

A estreia, porém, foi decepcionante. O set foi permeado por climas instrumentais que não davam uma boa continuidade ao espetáculo, alguns esquecimentos de partes das canções e performances vocais constrangedoras, mesmo para artistas que nunca foram considerados exímios vocalistas.

O próprio Armandinho confessou que o grupo ensaiava por osmose, tentando lembrar como eram as canções (veja o vídeo de Beleza Pura). Portanto, era mais que normal que a estreia (numa quinta-feira) fosse um pouco insegura e cheia de vacilos. Mesmo assim, era possível sentir que ainda há uma grande química entre os músicos.

Entrosamento maior no sábado

Para tirar qualquer má impressão, voltei ao Rival no sábado para ver a evolução do espetáculo. Valeu demais! O set estava mais afiado e, em vários momentos, perdeu aquela cara de show do Armandinho (como em Noites Cariocas). Até mesmo as intervenções vocais melhoraram muito, após dois dias de ensaio com plateia.

A guitarra 'A Cor do Som' e um detalhe Beatle

Dadi estava bem mais seguro para cantar Abri a Porta e Menino Deus, aproveitando bem até mesmo a ajuda do coro do público. Armandinho também foi bem em Zamzibar e Beleza Pura, assim como Mu em Semente do Amor e Swingue Menina, além de Ari, na divertida Dentro da Minha Cabeça.

A recepção do público foi tão boa que mereceu elogios de Armandinho e o fez pensar em voltar ao Rio (atualmente mora na Bahia). Mas, mais importante que o revival, é a certeza de que a Cor do Som ainda tem muito para dar a MPB e para ensinar a um grande número de músicos das novas gerações.

Torço para que o projeto do disco novo siga em velocidade acelerada. Já foram anos demais longe das belas cores e tons da Cor do Som.

 

Fotos e vídeos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

Música para levantar o espírito: Steve Winwood e Eric Clapton

Outro dia tocava Gimme Some Lovin’ no rádio e perguntei para a minha namorada se ela sabia quem estava cantando. A resposta foi: “Não. Só sei que é um negão”.

Ai estão duas canções do negão. Aproveite e leia sobre como é este show.

Documentário de Scorsese sobre George Harrison será lançado em DVD no dia 10 de outubro

Deu no O Globo

A vida de George Harrison, o Beatle que levou o misticismo indiano ao centro da música do quarteto de Liverpool, vai virar um documentário dirigido por Martin Scorsese. O filme, “George Harrison: Living in the Material World”, estreia nos EUA na HBO, dividido em duas partes que serão exibidas nos dias 5 e 6 de outubro. No dia 10, o DVD chegará às lojas americanas, segundo a NME.com .

Scorsese levou cerca de quatro anos para fazer o documentário, produzido em parceria com Olivia Harrison, a viúva de George. O longa traz muito material raro, como filmes caseiros, entrevistas e imagens inéditas do ex-Beatle. Um livro feito com base nas gravações será lançado em setembro com fotos, cartas, diários e outros arquivos pessoais de George.

O documentário falará sobre a música e a vida espiritual de George, com entrevistas concedidas pelo próprio guitarrista, além de depoimentos dos ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr e personalidades próximas à banda, como Yoko Ono, Phil Spector, George Martin e o amigo Eric Clapton. Também aparecem no filme os ex-Monty Python Terry Gilliam e Eric Idle e o tricampeão de Fórmula-1 Jackie Stewart – Harrison era um grande fã de automobilismo.

George Harrison era o Beatle mais novo. Ele se juntou ao grupo a convite de Paul quando tinha apenas 15 anos e a banda ainda se chamava “The Quarrymen”. Com o tempo o domínio de Lennon e McCartney sobre as composições da banda começou a incomodá-lo, uma vez que George também havia desenvolvido um talento indiscutível no ofício – vide “Something”.

A música indiana foi apresentada a Harrison por David Crosby, dos Byrds, em 1965. Poucos depois ele conheceu o hinduísmo e chegou a levar todos os Beatles para uma temporada no templo de meditação transcedental do guru Maharishi Mahesh Yogi, em 1968. Harrison acabou abraçando a crença Hare Krishna, a qual seguiu até a morte.

Logo após o fim dos Beatles, ele lançou o disco triplo “All things must pass”, considerado por muitos o melhor trabalho solo de um ex-Beatle. O nome do documentário, “Living in the Material World”, é inspirado num outro disco de George lançado em 1973, que a traz a popular canção “Give Me Love (Give Me Peace on Earth)”.

George Harrison morreu de câncer no pulmão em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, em Los Angeles, nos EUA.

Mineiros querem acabar com a cerveja em garrafa

Nem dá para comentar!

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel MG) declarou-se contra ao Projeto de Lei 839/09, que proíbe a venda de bebidas em recipientes de vidro nos bares e casas noturnas da capital mineira. Os vereadoresde BH aprovaram, em segundo turno, o PL que prevê multa para estabelecimentos que comercializam bebidas em garrafas de vidro. De acordo com o projeto, os estabelecimento que forem notificados mais de três vezes podem ser fechados. O autor do projeto, Paulinho Motorista (PSL), propõe a substituição de recipientes de vidro por copos de plástico ou descartáveis. A justificativa do vereador é o combate à violência na capital dos bares.

A entidade não concorda com a proposta da Câmara, e afirma que essa não é precedida de nenhum estudo científico que prove que há relação direta entre a utilização de garrafas de vidro em bares e restaurantes e o aumento da violência. Além disso, o projeto abre margem para que outros utensílios sejam proibidos nesses estabelecimentos, como copos, taças e talheres, levando nosso setor ao colapso. Para a associação, a proposta não leva em conta questões técnicas que incidem sobre as bebidas em garrafas de vidro, as quais evitam contaminação e são mais higiênicas e seguras para o transporte e armazenamento.

A opção pelo vidro como matéria-prima para embalagens de bebidas tem relação com sua característica inerte, ou seja, de não passar à bebida qualquer aroma ou gosto que não sejam do próprio líquido que ela abriga. O material ainda fornece isolamento térmico e proteção contra a incidência de luz. Os bares, restaurantes e boates de Belo Horizonte não têm acesso e nem poder sobre os fabricantes de bebidas para interferir na mudança das embalagens de envase. Dessa forma, se aprovada, a proposta poderá implicar em aumento do preço de venda das bebidas aos consumidores, já que os estabelecimentos terão que somar aos preços atuais o custo de copos de plástico ou acrílico. Além disso, a proposta é totalmente antiecológica. Ela diverge da Lei n° 9.529 (27/02/08) – aprovada pela própria Câmara -, que dispõe sobre a substituição do uso de saco plástico de lixo e de sacola plástica por sacola ecológica.

Fonte: Malagueta Assessoria

Dia do Rock ganha homenagem do Multishow e do Multishow HD

Confira a programação para 2012

Multishow e o Multishow HD prepararam uma programação especial para comemorar o Dia do Rock, celebrado em 13 de julho. Enquanto o Multishow HD – canal de música em alta definição – dedica no própria dia 13/07 mais de 16 horas da programação ao rock, o Multishow adianta a festa e exibe, a partir do dia 11/07, um especial sobre o gênero mais popular do mundo.

Multishow

SETE DÉCADAS DO ROCK

De 11 a 17/07, às 14h

Premiada série da BBC que aborda a história de subgêneros do rock, com depoimentos e imagens raras de integrantes de bandas como Rolling Stones, Pink Floyd, U2 e Oasis entre outras.

12/07 – Sete Décadas do Rock – Art Rock

13/07 – Sete Décadas do Rock – Punk Rock

14/07 – Sete Décadas do Rock – Heavy Metal

15/07 – Sete Décadas do Rock – Rock de Arena

16/07 – Sete Décadas do Rock – Rock Alternativo Americano

17/07 – Sete Décadas do Rock – O Rock Indie Britânico

Programação Especial dia 13/07

16h30 – Multishow Ao Vivo – Paralamas Brasil Afora

Apresentação que os Os Paralamas do Sucesso fizeram em dezembro no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro. No show, os grandes clássicos da banda se misturam a faixas do mais recente álbum Brasil Afora (2009). A banda conta ainda com as participações especiais de Pitty, que interpreta a canção “Tendo a Lua”, e Zé Ramalho que sobe ao palco para cantar “Mormaço”. No set list, estão também os sucessos “Óculos”, “Ska” e “Sonífera Ilha”.

17h30 – Hebert de Perto

O documentário é um mergulho na vida de um dos mais talentosos músicos brasileiros. Uma visão íntima e corajosa da vida e carreira do líder da banda Paralamas do Sucesso. Herbert Vianna confronta-se com imagens de sua vida para contar sua história de luta, persistência e superação.

Multishow HD

Programação especial 13/07

7h – BBC One Session: The Who

7h55 – Red Hot Chili Peppers

9h40 – Metal: A Headbanger´s Journey

11h20 – Bon Jovi – When We Were Beautiful

12h45 – Kings of Leon: Live from Apollo Hammersmith – London

14h – U2 360 Live From Los Angeles

15h – Titãs: A Vida Até Parece um Festa

16h40 – Rush: Beyond the Lighted Stage

18h30 – Setlist Especial

19h30 – Blur: No Distance Left to Run

21h15 – Multishow Ao Vivo – Paralamas Brasil Afora

22g30 – Hebert de Perto

00h0 – Lemmy

Calomania

Não, não é nada relacionado com pés ou podólogos (ou sim). Calomania é superestimar a própria beleza. Há quem superestime seu desempenho (sexual, profissional, etc). Pior que há pessoas que falam barbaridades sobre o assunto e acabam acreditando nelas. Mas, como dizia, calomania é um culto a beleza.

Você é assim?

Definição do Aulete:

(ca.lo.ma.ni:a)

sf.

1. Condição em que a pessoa superestima a própria beleza.

[Etim.: De calo -+ -mania.]

Niterói é a cidade que mais concentra famílias das classes A e B

Não é pesquisa inglesa, mas parece, né?

Niterói é a cidade brasileira com mais famílias pertencentes às classes AB, com 42,9% delas no topo da pirâmidade, de acordo com a pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas), intitulada Os Emergentes dos Emergentes: Reflexões Globais e Ações Locais para a Nova Classe Média Brasileira.

Ainda de acordo com estudo divulgado nesta segunda-feira (27), no top 5 das cidades com mais pessoas dentro das classes AB, em segundo lugar, aparece São Caetano do Sul (na região metropolitana de SP), seguida por Florianópolis (SC), conforme a tabela abaixo:

POSIÇÃO ESTADO MUNICÍPIO Parcela de famílias nas classes AB

1º Rio de Janeiro Niterói 42,90%
2º São Paulo São Caetano do Sul 42,55%
3º Santa Catarina Florianópolis 41,61%
4º São Paulo Santos 39,25%
5º Espírito Santo Vitória 39,22%

Fonte: Centro de Políticas Sociais da FGV a partir de dados do Censo 2010/IBGE

Elite

A pesquisa também considerou a classe A de forma isolada, e como aconteceu com as classes AB, Niterói (RJ) também apareceu no topo, com 30,7% das famílias na elite econômica.

Comparando com o ranking das classes AB, Santos (SP) saiu da lista das cinco cidades com maior número de representantes da classe A e abriu espaço para a capital gaúcha.

Na outra ponta, é na região Nordeste que estão as cidades com menor número de famílias na classe A, sendo elas Água Nova (RN) e Assunção do Piauí (PI), com 0%, e Quixaba (PE), com 0,03%.

Classe A – Top 5

POSIÇÃO ESTADO MUNICÍPIO

Parcela de famílias na classe A

1º Rio de Janeiro Niterói 30,65%
2º Santa Catarina Florianópolis 27,66%
3º Espírito Santo Vitória 26,92%
4º São Paulo São Caetano do Sul 26,53%
5º Rio Grande do Sul Porto Alegre 25,26%

Fonte: Centro de Políticas Sociais da FGV a partir dos dados do Censo 2010/IBGE

Igualdade

Considerando os representantes das classes ABC, a pesquisa constatou que, dos 5.565 municípios brasileiros, os 30 com maior participação destas classes estão no Sul do País, o que demonstrou menor desigualdade de renda nesta região.

Incluindo as classes B e C, o município gaúcho de Westfália é o que apresenta maior número de famílias (94,2%).

Do UOL