Natura, Google e Nubank tem os melhores serviços de atendimento ao cliente

O sucesso de uma empresa nem sempre está ligado apenas ao produto ou serviço que é oferecido. Muitas vezes o atendimento e o pós-venda são tão ou mais importantes. Ranking criado pela revista Exame e pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) mostra que mesmo as empresas que não possuem call center próprio – como a Natura – podem obter ótimos resultados se utilizarem as práticas corretas.

O estudo mostra que as grandes marcas normalmente se aproveitem do seu poderia econômico para oferecer uma experiência melhor ao cliente. Porém, o grande destaque do ranking é o Nubank (na posição 3), uma startup relativamente nova, que oferece serviços financeiros (cartão de crédito e conta corrente) sem a cobrança de tarifas.

A discussão sobre atendimento interno ou terceirizado parece infinita e a decisão por uma ou outra opção pode definir a diferença entre o sucesso ou o fracasso de uma boa ideia/produto. Claro que um bom serviço de atendimento não garante nada. Vide os setores de telecomunicações, internet banda larga, TV a cabo e telefonia celular, que estão sempre entre os piores serviços e atendimentos.

Veja o ranking

Fonte: Blog Televendas & Cobrança

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WhatsApp ganha recurso para usuário avisar que mudou o número de telefone

Essa pode ser uma má notícia para quem quer se esconder ou fugir de alguém.

O WhatsApp ganhou um recurso que promete facilitar a vida dos usuários que trocam o número de telefone e precisam avisar a mudança aos seus contatos. Conforme relata o WABetaInfo, a funcionalidade já está sendo liberada para a versão beta do aplicativo para Android (2.18.97) e, em breve, também estará disponível para iPhone.

Agora, quando o usuário entrar na seção de “Alterar/Mudar número” poderá escolher se quer notificar os contatos sobre a alteração. Neste caso, é possível escolher entre notificar todos os contatos, somente os contatos que estão com conversas salvas ou pessoas específicas.

Fonte: Olhar Digital

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XXIII – Pessoas confiam mais nos jornais locais que nas redes sociais

Esta é, provavelmente, a pesquisa menos bizarra de toda a série. Porém, ela permite um número tão grande de reflexões que acho que ela se qualifica para fazer parte do rol das pesquisas voadoras.

A pesquisa, patrocinada pela News Media Association (NMA), mostrou que os ingleses confiam mais nos veículos locais (rádios e jornais, principalmente) do que nos grandes veículos nacionais e nas redes sociais. Os números mostram que 74% das pessoas confiam nos pequenos veículos locais, contra apenas 22% que disseram acreditar no que leem nas redes sociais, um território onde qualquer um escreve qualquer coisa sem o mínimo de apuração. A vantagem dos veículos de comunicação regionais também é grande quando comparado com os grandes jornais. O mais incrível é que os jornais alcançaram uma credibilidade maior que as TVs e rádios regionais (73% contra 43%).

A saída do jornalismo está nos veículos locais?

Claro que há grandes diferenças entre a mídia inglesa e brasileira. Entretanto, parece lógico que jornais locais acabem tendo a preferência das pessoas quando o assunto são notícias locais (com o perdão pela repetição). Infelizmente, no Brasil, os jornais (principalmente os menores) sofrem com uma visão distorcida do que deve ou não ser noticiado.

Muitas vezes um assunto é varrido para baixo do tapete por conta de amizades ou preferências polícias ou religiosas. Isso acaba se tornando uma bola de neve contraproducente, que vai minando a credibilidade do veículo, fazendo com que cada vez menos as notícias sejam recebidas da maneira correta.

A grande força dos veículos locais vem da proximidade. Os repórteres, editores e diretores são, na enorme maioria das vezes, pessoas que nasceram ou moram nas redondezas e que conhecem as pessoas, a cidade, a região e seus problemas. Impedir que determinada crítica seja publicada ou que determinado assunto seja impresso é de uma estupidez que me dá vergonha. Sempre há uma maneira positiva de se noticiar algo, mesmo que isso exija um pouco mais de trabalho.

Todo jornalista sabe que números, para citar um exemplo, podem dizer coisas totalmente diferentes, dependendo do viés que se pretenda dar ao assunto. O mesmo acontece com uma denúncia contra uma empresa, um segmento ou uma administração municipal. O jornalismo pressupõe que se ouçam todos os lados de uma questão, mas não impede que se tenham posições e uma linha editorial definida. O problema é que muitos jornais não possuem esse direcionamento definido.

A constante suposta crise do mercado jornalístico serve como justificativa para a diminuição das redações e a contratação de profissionais cada vez menos experientes e competentes. Enquanto na Inglaterra a confiança nos jornalistas subiu de 19% para 32%, nos últimos 6 anos, o mesmo não deve acontecer por aqui – não só pela qualidade dos profissionais, mas também pelo crescente clima de Fla-Flu que permeia quase todas as discussões sobre matérias que falem sobre temas que podem melindrar pessoas que não estão prontas para discutir, ouvir ou ler argumentos que não se encaixem na sua visão das coisas (política e futebol, por exemplo).

É bom saber que a imprensa inglesa está longe de ser um primor, mas tenho certeza de que lá tudo é feito muito mais as claras que em terras tupiniquins.

Fonte: PressGazette

Veja outras pesquisas inglesas

Outros posts sobre jornalismo

Dicas de Viagem Parte III – Transportes

Chegar em uma cidade ou país diferente do seu é sempre um prazer, mas também traz seus desafios. Um dos principais é saber como se locomover e chegar até os locais de seu interesse. Nesse momento, muitas vezes o turista acaba embarcando em algumas furadas que podem (e devem) ser evitadas. Vale lembrar que, com exceção da maioria das cidades do Brasil, usar o transporte público é quase sempre a melhor opção.

Transporte no Brasil

Infelizmente a infraestrutura de transportes no Brasil é muito precária. Portanto, ao decidirmos por um destino nacional é preciso pensar bem se vale apostar em táxis, Uber ou similares, alugar um carro ou utilizar ônibus e metrô.

Caso o seu destino seja uma grande capital ou cidades de praia, montanha e serra, de grande fluxo de turistas, as chances de conseguir utilizar ônibus, metrô ou táxi, embora seja bom checar quanto custa a bandeirada do táxi e se existe mesmo a opção do Uber, são boas. Ônibus e metrô deveriam ser as decisões lógicas, mas a violência e a pequena malha metroviária inviabilizam ao turista utilizar esses meios de transporte sem correr nenhum risco, vide a situação da segurança em cidades como o Rio de Janeiro, Recife, Natal ou São Paulo. Nesse caso, a minha sugestão é mesmo utilizar táxi, Uber ou equivalente. Não vale correr o risco de seguir por um caminho errado e parar em uma área de risco. Em algumas capitais há bares e restaurante que possuem um serviço de transfer de hotéis até o estabelecimento. É sempre bom conferir essa opção.

Se o destino for uma cidade do interior, pode ser que alugar um carro seja uma opção mais em conta e mais prática do que o táxi. Um exemplo disso é Campos do Jordão. A cidade do interior de São Paulo, considerada a Suíça Brasileira, tem a maioria dos seus atrativos no centro de Capivari, podendo ser explorado a pé, sem problemas. Porém, dependendo da localização do seu hotel/pousada qualquer deslocamento pode exigir um carro ou táxi. O problema é que a bandeirada dos táxis faz com que qualquer corrida dificilmente saia por menos de R$ 50. Por esse preço, dependendo de quantas vezes você pretende se deslocar, vale mais a pena alugar um carro do que ficar na dependência dos táxis, que são poucos na cidade. Portanto, faça um cálculo aproximado de quanto deve gastar (normalmente as cidades turísticas possuem portais onde pode-se encontrar as informações básicas sobre preços dos transportes e distâncias dos principais pontos turísticos. Além disso, os próprios hotéis e pousadas costumam dar aos hóspedes esse tipo de informação. Vale ligar e checar.

No exterior

Caso a sua viagem seja para o exterior, mas o destino seja próximo (Argentina, Uruguai ou Chile, por exemplo) a dica é: use o táxi e, quando possível, o metrô. A diferença de câmbio favorece o turista brasileiro, tornando as viagens super baratas. Mas há de se tomar alguns cuidados. Em Buenos Aires, por exemplo, evite pagar as corridas com notas de valor muito alto. Há um enorme número de relatos de turistas que receberam o troco com notas falsas. Alugar um carro só mesmo se os planos incluírem deslocamentos por grandes distâncias. Normalmente não há problemas com as carteiras de motoristas. As emitidas no Brasil são válidas em praticamente todos os países.

Europa e Estados Unidos

Nos países do 1° Mundo a coisa é diferente. Cidades como Londres, Paris ou Nova York possuem sistemas de transporte público que são inimagináveis para o brasileiro comum. As redes de metrô levam a praticamente qualquer lugar e os ônibus são confortáveis e com intervalos mais que convenientes, embora sempre sofram com os engarrafamentos.

A grande dica para esses destinos é comprar passes relativos ao número de dias que você pretende ficar no destino. Normalmente há bilhetes para 1, 3 ou 7 dias. O melhor de tudo é que esses bilhetes permitem (na grande maioria das vezes) viagens ilimitadas em qualquer um dos meios de transporte (ônibus, trens e metrô). Há também a opção de comprar um cartão e carregar com o valor desejado, o que pode ser melhor para quem prefere caminhar. Porém, nas cidades citadas, as distâncias e a quantidade de atrações faz com que essa tática, apesar de saudável, seja pouco prática.

Há também a opção de incluir o transporte nos City Pass que oferecem descontos em atrações e evitam filas (falo sobre eles em um próximo post). É uma boa saída para economizar tempo e dinheiro caso a sua lista de atrações seja extensa e esteja contemplada na lista de locais englobados nesse passe turístico.

Pode-se comprar os City Pass no Brasil e receber em casa ou (minha opção preferida) recolher o passe em algum endereço da cidade destino (normalmente há algum ponto de recolhimento nos aeroportos ou perto dos centros turísticos e, algumas vezes pode mandar entregar no hotel onde vai ficar. Há também a opção de utilizar as cabines ou máquinas automáticas das estações de metrô locais, mas, mesmo com a possibilidade de usar o espanhol, pode ser complicado. Portanto, se você não domina a língua do país para onde vai, sugiro a compra antecipada – Dizer “A 7 day travelcard, please” deve funcionar nos guichês do metrô de países de língua inglesa.

Outra dica importante: verifique em qual parte da cidade você está hospedado e para onde vai precisar ir na maioria das vezes. O metrô costuma ser dividido em zonas (Londres é um exemplo disso) e a viagem para cada uma delas tem um preço diferente. Portanto, se você está na zona 1 e, no máximo, vai se deslocar para a zona 2, não é preciso comprar um ticket que dê direito de ir até as estações da zona 5. Observar esse detalhe pode economizar um bom dinheiro. Usei o exemplo de Londres, mas Nova York e Paris usam basicamente o mesmo sistema.

Nas três cidades há aplicativos que auxiliam o turista sobre qual a melhor linha e estação para chegar até determinado destino e o serviço de wi-fi nas estações funciona muito bem (esses aplicativos também serão tema de um post futuro).

Segurança

Apesar da possibilidade de você ser ameaçado por alguém portando ema faca ou uma arma de fogo, há um grande número de batedores de carteira (pickpockets) atuando nas estações de metrô de Londres e Paris (menos em NY) é grande. Muitas vezes á avisos sonoros nas estações avisando da atuação dessas gangues. Portanto, não relaxe apenas porque a sensação de segurança é grande. Não deixe sua carteira, bolsa ou celular dando mole. Mantenha sempre os olhos abertos e suas coisas perto de você.

Aluguel de carros

O aluguel de um carro pode ser feito de várias maneiras. Pode-se incluir essa opção na hora da compra da passagem aérea, diretamente nos sites ou balcões das empresas, no local de destino ou usando descontos de algum clube de vantagens (postos de gasolina ou cartões e crédito, por exemplo). Para destinos nacionais eu sugiro que o aluguel seja feito antes da chegada ao destino. Digo isso porque, apesar das grandes operadoras possuírem balcões nos principais aeroportos do país, a burocracia pode acabar causando dores de cabeça e atrasos. Além disso, é mais fácil verificar as diferenças de tarifa e os tipos de aluguel possíveis – quilometragem livre ou não, tipo de automóvel, wi-fi ou não, etc. – para as suas necessidades.

É possível andar sozinho nos ônibus de Nova York. O trânsito é pesado

Já para os destinos internacionais a burocracia é bem menor. Normalmente, em menos de meia-hora você resolve tudo e sai dirigindo um carro nos principais aeroportos do mundo. Outra facilidade é o grande número de locais onde você pode devolver o automóvel, mesmo em outra cidade/estado. Eu mesmo saí de Miami e fui até Nova York, dirigindo milhares de quilômetros e passando por mais de dez estados, sem nenhum problema (essa história ainda vai se transformar em uma série de posts). Outra coisa que vale destacar é que no exterior, além das marcas famosas, há muitas empresas que oferecem o serviço e que são extremamente confiáveis e, algumas vezes, com preços mais em conta. Mas aí, o melhor é conferir in loco todas as opções. No fim do post coloco o link para algumas empresas de aluguel de automóveis.

Para obter mais informações sobre o transporte público siga os links (em inglês)

Londres

Nova York

Paris


Empresas de aluguel de carros

Unidas

Localiza

Alamo

Caso tenha alguma sugestão sobre tema ou alguma crítica, deixe um comentário.

Dicas de Viagem Parte I

Dicas de Viagem Parte II

Receita: Quiche de espinafre (com bacon)

A minha receita de quiche é bastante versátil. O recheio de espinafre (com bacon opcional) pode ser trocado por queijo com cebola, presunto e queijo ou qualquer outro da sua preferência. Até o bacon (que coloco como opcional) pode ser suprimido. Tudo uma questão de preferência, mas sugiro a sua adição. Afinal, bacon é vida!

Equipamento

Não há necessidade de nenhum equipamento especial – um pirex redondo, uma frigideira e/ou uma panela devem dar conta do recado -, mas se você tiver uma forma de fundo removível a sua vida vai ficar muito mais fácil e seu quiche, provavelmente, muito mais bonito. Não é dos utensílios mais caros e pode ser um ótimo investimento para as suas aventuras gastronômicas.

Ingredientes

Massa:

2 xícaras de farinha de trigo
100 g de margarina para cozinhar ou manteiga (Primor Forno & Fogão ou equivalente)
Creme de leite (1 caixinha)
Sal
Fermento químico (opcional)

Recheio:

1 maço de espinafre
1/2 cebola
3 dentes de alho
Azeite
1 ovo
Leite (+/- 300ml)
Amido de milho
Mussarela (100g)
Bacon (50g) – opcional

Modo de fazer

Comece pela massa. Em um pirex ou tigela funda coloque o tablete de margarina, uma pitada de sal, uma colher de chá de fermento e vá acrescentando a farinha aos poucos, mexendo sempre com as mãos até formar uma farofa que se solte das mãos. Coloque o creme de leite aos poucos, sempre misturando com as mãos até formar uma massa homogênea. Pegue a forma e forre o fundo e os lados com a massa (o fundo com cerca de 1,5 cm de espessura e os lados com menos). Com um garfo faça furos na massa que está no fundo da forma e deixe descansar.

O recheio

Vou descrever a receita com bacon. Porém, caso prefira, é só ignorar os primeiros passos da receita e seguir em frente. Corte o bacon (não muito magro) em cubos pequenos e coloque em uma panela pré-aquecida em fogo médio/baixo. Espere o bacon começar a derreter a gordura e coloque o espinafre (devidamente lavado e cortado em tirinhas). Caso não queira o bacon, use azeite. Quando começar a murchar adicione a cebola, o alho e uma pitada de sal. Aos poucos despeje o leite (cerca de 300ml), mexendo sempre. Antes do leite começar a ferver coloque o ovo e vá despejando o amido de milho até ficar com uma consistência cremosa. Prove, ajuste o sal e então desligue o fogo e deixe esfriar. Enquanto isso, pré-aqueça o forno (aproximadamente 200℃).

Quando esfriar, coloque a mussarela cortada em cubinhos, misture ao recheio e coloque na forma previamente forrada de massa. Leve ao forno por cerca de 15 minutos ou até as bordas começarem a ficar torradas e se soltarem da forma.

Pronto.

Serve como prato principal ou como acompanhamento de, por exemplo, um peito de frango grelhado.

Fotos: Fernando de Oliveira

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