E os ‘velhinhos’ continuam arrebentando no Rock in Rio

Por enquanto os velhinhos Elton John e Stevie Wonder deram um banho nas atrações modernosas do rock. Sir Elton até sofreu com os gritos de Rihanna e deixou o palco – na primeira noite do festival – sem bis e sem Your Song. Já Estevão Maravilha compensou a falta de Ribbon in the Sky com trechos de Garota de Ipanema e Você Abusouesta última em português.

Aula de competência musical, com bandas sensacionais, além de melodias que estão nas vidas das pessoas por décadas.

Agora chega a vez de outros velhinhos (Guns N’ Roses) fazerem feio e mostrarem que, para alguns, o tempo pesa.

 

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Revelados os nomes dos reforços do Vasco da Gama

 

Em um grande furo jornalístico, esse repórter que vos fala encontrou pelas ruas de Buenos Aires o próximo reforço do Vasco para a Libertadores 2012 e o substituto do técnico Ricardo Gomes. Os dois futuros contratados fizeram questão de posar com a camisa cruzmaltina e declarar amor pelo time de São Januário.

Confira o flagrante!

 

 

 

 

 

 

Conar arquiva processo dos Pôneis Malditos

Comentário do blog: Ainda bem que o Conar não acatou reclamações com fundamentações tão fracas quanto estas. Temos alguma esperança na autoregulamentação da nossa propaganda.

Decisão unânime foi tomada nesta quarta, 28, durante reunião da 7ª Câmara do Conselho

Por unanimidade, os 15 membros presentes à reunião da 7ª Câmara do Conselho Nacional de Autorregulamentalção Publicitária resolveram arquivar a representação contra o comercial “Pôneis Malditos”, criada pela Lew’Lara\TBWA para o Nissan Frontier. O processo foi aberto após o Conar receber 30 reclamações, a maioria delas questionando o uso do termo “malditos” no filme. A reunião realizada nesta quarta-feira, 28, contou com a participação de 15 conselheiros.

O comercial “Pôneis Malditos” já foi assistido mais de 13 milhões de vezes no canal oficial da Nissan no YouTube, sendo que 46.758 gostaram do filme e 3.503 não gostaram (números do final da tarde desta quarta, 28).

Fonte: Meio & Mensagem

Microsoft irá produzir Xbox 360 no Brasil

Com a fabricação local, o preço do videogame será reduzido em até 40%

A Microsoft Brasil anunciou hoje a fabricação do console Xbox 360 no País, a ser produzido na Zona Franca de Manaus, em parceria com a Flextronics, que já os fabrica na China. A operação no Brasil terá capacidade para produzir 17 mil unidades por semana, e está preparada para triplicar o volume, de acordo com a demanda do mercado.
Produzido por aqui, o preço do Xbox 360 será reduzido em até 40%. Os consoles de 4 GB e 250 GB, vendidos anteriormente por R$ 1.299,00 e R$ 1.599,00, custarão respectivamente R$ 799,00 e R$ 1.099,00. Além disso, serão comercializadas as versões de 4 GB e 250 GB com Kinect, por R$ 1.099,00 e R$ 1.399,00, respectivamente.

“Acreditamos no potencial do mercado brasileiro e temos muito trabalho pela frente. Unindo forças com nossas revendas oficiais, conseguiremos ampliar as vendas em até 10 vezes em apenas um ano”, afirma Cristina Palmaka, diretora de canais para o consumidor da icrosoft.
Essa é a segunda aposta da empresa no mercado brasileiro: além dos consoles, a Microsoft já anunciara a fabricação de games em território nacional. No caso dos jogos, os preços variam entre R$ 69,00 e R$ 129,00 nas revendedoras oficiais da marca no País.

Fonte: Meio & Mensagem

Elton John salva a primeira noite do Rock in Rio

Se tivemos axé, um Milton Nascimento totalmente fora de contexto e coisas bizarras como Bebel Gilberto e Sandra de Sá, Sir Elton salvou a honra e o nome do festival.

Ave Skyline Pigeon!

 

 

Ocean’s Kingdom – Um Paul McCartney para balé

Ocean’s Kingdom é a primeira incursão de Paul no balé. A obra será executada na temporada 2011/2012 do New York City Ballet  e ainda conta com os figurinos de Stella McCartney. Para quem gosta mesmo da música uma boa notícia: as melodias são boas e a orquestração não torna a audição uma tortura, como em algumas outras obras clássicas de Sir Paul.

Veja aqui um trecho do balé.

Para quem quer ver o Rock in Rio em casa

 Multishow vai transmitir ao vivo mais de 60 horas do festival

Os shows do Palco Mundo estarão na TV enquanto o multishow.com.br transmite ao vivo as atrações do Palco Sunset

 Cobertura especial na TV será comandada por Beto Lee e Didi Wagner

 

O Multishow vai transmitir ao vivo na TV os shows do Palco Mundo e na web as atrações do Palco Sunset do Rock in Rio 2011. Direto da Cidade do Rock, Erika Mader entra ao vivo no canal a partir das 16h30 apresentando as atrações do Palco Sunset, que já vão estar no ar no multishow.com.br desde as 14h40. Em seguida, às 19h, tem início na TV a transmissão dos shows do Palco Mundo, sob o comando de Beto Lee e Didi Wagner, os âncoras no Multishow. Somando os sete dias do festival, o Multishow contabilizará cerca de 60 horas ao vivo no ar com as atrações principais do evento.

Diferentes integrantes do elenco do canal estarão em diversos pontos da Cidade do Rock para a cobertura do festival na TV. Direto do house mix, Luisa Micheletti vai apresentar e encerrar cada show, além de acompanhar a animação do público. Já Fernando Caruso vai circular pelo evento, conferindo a curtição da plateia e cada cantinho da Rock Street. A cobertura terá ainda Dani Monteiro, que estará na área VIP para acompanhar a agitação dos famosos.

“Vamos levar para a casa das pessoas, tanto na TV como na web com as atrações do Sunset, a maior cobertura e toda a animação do Rock in Rio 2011. São cerca de 500 profissionais envolvidos na transmissão ao vivo do festival, um dos principais eventos de música do mundo”, afirma Stella Amaral, gerente de produtos e negócios do Multishow.

Rock in Rio 2011 no Multishow – AO VIVO

Cobertura do festival – dias 23, 24, 25, 29 e 30/09 e 01 e 02/10, a partir das 16h30, no Multishow.

Transmissão dos shows do Palco Mundo – a partir das 19h, no Multishow.

Transmissão dos shows do Palco Sunset – a partir das 14h40, no multishow.com.br

Cognição – a experiência do saber

Cognição é todo o conjunto de processos que possibilita ao ser humano conhecer, aprender, adquirir a experiência de saber. Essa palavra, com origem nos escritos de Platão e Aristóteles, representa a forma como a mente, através do pensamento, da percepção, representação, associação e lembranças acumula conhecimento. Simplificando, cognição é como o cérebro administra, pensa, recorda e armazena as informações recebidas pelo corpo.

Gente, cognição não é para todos.

Definição:

(cog.ni.ção)

sf.

1. Ação ou resultado de ter ou adquirir conhecimento

2. Capacidade ou processo de adquirir e assimilar percepções, conhecimentos etc.: a cognição da realidade.

3. Esse conhecimento, ou essa percepção

4. Jurídico – Fase em processo judicial de uma demanda na qual o juiz toma conhecimento do pedido, da defesa e das provas e decide [Em contraposição à fase de execução.]

5. Psicológico – Conjunto dos processos da mente envolvidos na percepção, na representação, no pensamento, nas associações e lembranças etc.

6. Psicológico – Uma das três funções mentais básicas (afeto, cognição e volição)

[Pl.: -ções.]

[Pl.: -ções.]

[F.: Do lat. cognitio, onis.]

Para manter o clima romântico dessa vépera de Dia do Amante

Esqueça as preferências sexuais e químicas dos intérpretes. A canção e boa e a união das vozes de George Michael e Paul McCartney funcionou.

 

Heal The Pain

Let me tell you a secret
Put it in your heart and keep it
Something that I want you to know
Do something for me
Listen to my simple story
And maybe we’ll have something to show

You tell me you’re cold on the inside
How can the outside world
Be a place that your heart can embrace
Be good to yourself
‘Cause nobody else
Has the power to make you happy
How can I help you?
Please let me try to
I can heal the pain
That you’re feeling inside
Whenever you want me
You know that I will be
Waiting for the day
That you say you’ll be mine

He must have really hurt you
To make you say the things that you do
He must have really hurt you
To make those pretty eyes look so blue

He must have known
That he could
That you’d never leave him
Now you can’t see my love is good?
And that I’m not him
How can I help you?
Please let me try to
I can heal the pain
Won’t you let me inside?
Whenever you want me
You know that I will be
Waiting for the day
That you say you’ll be mine
Won’t you let me in?
Let this love begin
Won’t you show me your heart now?
I’ll be good to you
I can make this thing true
Show me that heart right now
Who needs a lover
That can’t be a friend
Something tells me I’m the one you’ve been looking for
If you ever should see him again
Won’t you tell him you’ve found someone who gives you more
Someone who will protect you
Love and respect you
All those things
That he never could bring to you
Like I do
Or rather I would
Won’t you show me your heart like you should?
How can I help you?
Please let me try to
I can heal the pain
That you’re feeling inside
Whenever you want me
You know that I will be
Waiting for the day
That you say you’ll be mine
Won’t you let me in?
Let this love begin
Won’t you show me your heart now?
I’ll be good to you
I can make this thing true
And get to your heart somehow

A estreia da nova temporada de Two and a Half Men sem Charlie Sheen: Faltou roteiro e química

A estreia da nova temporada do seriado Two and a Half Men, na noite desta segunda-feira, 19/09, (nos EUA), bateu todos os recordes de audiência do programa em suas oito temporadas anteriores – foram 27,7 milhões de espectadores no país -, mas revelou problemas que produtores e roteiristas precisarão consertar para garantir algum futuro ao show.

Para quem não lembra, o astro da série, Charlie Sheen, foi demitido após ofender produtores e o autor do programa. Com isso, a nona temporada foi adiada até que Ashton Kutcher fosse contratado como seu substituto. Porém, havia a dúvida de como os roteiristas tratariam o fim de Charlie Harper.

 Só leia se quiser saber como foi o episódio de estreia

O episódio de estreia começa com o funeral de Charlie, onde está sua família, Berta e várias de suas namoradas ao longo da trama. Infelizmente, a necessidade de explicar a morte de Charlie – que morreu atropelado por um trem do metrô de Paris, onde estava com Rose (sua vizinha louca) -, as piadas sobre sua personalidade promíscua e algumas críticas veladas de produtores e roteiristas acabaram se perdendo na obrigação de colocar todos esses elementos nos 30 minutos do programa.

A aparição de Kutcher, a pouca química entre o novato e os velhos personagens e a improvável solução encontrada para fazer com que ele entre para a família Harper, não ajudaram e tudo ficou parecendo mais raso e pueril do que na época de Sheen.

Imaginar que Allan (interpretado pelo ótimo Jon Cryer) iria convidar alguém para beber algo e pegar mulheres em um bar é indecente. Primeiro porque ele é pão-duro, segundo porque ele não tem charme. Além disso, a decisão de dizer que a casa de Malibu onde vivem terá que ser vendida por causa das dívidas de Charlie, também soou pouco criativa.

O episódio, que ainda vai ter uma segunda parte, termina com o personagem de Kutcher (Walden Schmidt), que apareceu do nada após uma tentativa de suicídio, dorme com duas mulheres e, nu, diz que gostou da casa e vai comprá-la.

Produtores aguardam agora como será a reação do público após a estreia. Por enquanto tudo continua um mistério.

Assista um trecho do episódio de estreia da nona temporada.

 

Veja a nova abertura e os trailers da temporada 9 de Two and a Half Men

Charlie Sheen anuncia nova série

Google Maps com previsão do tempo ou Querem acabar com os sites temáticos

Pelo jeito a caminhada do Google para dominar o mundo não para. Faz poucas semanas eles incluiram um botão com a previsão do tempo no Google Maps,dando a opção para o internauta de não precisar recorrer a outro site para saber como está o tempo no seu destino.

Sei que pode parecer besteira, até porque tenho simpatia pelo Google, mas, em aguns momentos, fico com medo dessa volúpia toda.

Paul vai se casar (de novo)

Paul McCartney está prestes a se casar no mesmo lugar onde foi realizado seu primeiro matrimônio, há mais de 40 anos.

O ex-Beatle e sua noiva Nancy Shevell apresentaram a notificação da intenção de se casarem no registro civil de Marylebone, um distrito de Londres.

O Conselho de Westminster disse que a notificação foi apresentada na quarta-feira, o que significa que o par pode se casar em qualquer data após o dia 30 de setembro.

Alison Cathcart, a supervisora de registros civis do conselho, afirmou nesta sexta-feira que realizará a cerimônia e que está “encantada que Paul e Nancy tenham escolhido Marylebone para seu grande dia”.

McCartney e sua primeira mulher, Linda, casaram-se no mesmo lugar em 1969. Ela morreu de câncer em 1998. Anos depois, McCartney se casou com Heather Mills, mas eles se divorciaram em 2008.

Fonte: AP

O significado dos sonhos

Essa veio do companheiro David Moreno Filstein!

A mulher acorda o marido no meio da noite e diz, emocionada:

 

– “Querido, sonhei que você estava me dando um colar de brilhantes!
“O que será que esse sonho quer dizer?”

E ele responde:
– “Você vai saber  no dia do seu aniversário, meu amor…”

O aniversário chega, o marido entra em casa com uma caixa  retangular, maravilhosamente decorada.

 

A mulher se agarra ao pacote quase chorando de emoção,rasga o papel, abre a caixa e dentro encontra um livro:

Versão remasterizada do álbum ‘1’ dos Beatles será lançado dia 19 no Brasil

Release da EMI diz:

Para comemorar o décimo aniversário de lançamento de 1 de Beatles, chega às lojas brasileiras, no dia 19 de setembro, a versão remasterizada do álbum que bateu recordes de vendas no mundo todo.

Neste aniversario, será colocada à venda a versão em digifile, assim como foi feito com os outros álbuns remasterizados dos Beatles, em 2009. O áudio foi trabalhado pela mesma equipe dos Remasters de 09/09/09 para que os fãs tenham mais um título dos Fab Four neste formato.

O disco atingiu o primeiro lugar em mais de 30 países e, durante o primeiro mês de lançamento, vendeu 6 unidades por segundo, algo nunca visto antes. Em apenas 5 semanas, 25 milhões de pessoas compraram o álbum.

O álbum 1 chega agora a uma nova geração de fãs, que passou a conhecer a banda, por exemplo, por meio de produtos como o The Beatles Rock Band. Além disso, quem não teve a oportunidade de comprar a discografia remasterizada, nas caixas ou separadamente, esta é uma ótima chance de escutar Beatles como se fosse a primeira vez.

Veja o que os próprios Beatles disseram sobre a banda:

JOHN: “Apesar de tudo, os Beatles verdadeiramente fizeram música juntos… Creio que fomos a melhor banda do mundo.”

PAUL: “Por tudo que conquistamos, os Beatles sempre foram uma pequena grande banda. Nem mais, nem menos. Sem pensar no reconhecimento como ‘membros do Império Britânico’ e a discografía, foi grandioso estar em uma boa banda.”

GEORGE: “The Beatles nunca vão se separar, porque como dissemos quando nos separamos, isso não faz diferença nenhuma. A música está aí; tudo o que fizemos está aí e sempre estará.”

RINGO: “Sinto que, entre nós quatro, houve magia e telepatia. Quando trabalhávamos no estúdio, algumas vezes foi algo indescritível mesmo. Se estivessem os quatro ou apenas um de nós, nossos corações batiam ao mesmo tempo.”

 

Discografia do Queen é remasterizada – Parte I

Queen, Queen II, Sheer Heart Attack, A Night At The Opera e A Day At The Races

Todos os discos lançados pelo Queen (com Freddie Mercury) estão sendo relançados desde início do ano pela Universal e chegando ao mercado em edições duplas, sempre com um EP com canções bônus que vão desde outtakes, ensaios até canções inéditas e versões ao vivo.

Até mesmo as duas coletâneas da banda ganharam sua versão com som melhorado. Mas o que conta mesmo são os discos de carreira. A primeira leva de lançamentos aconteceu em março e incluía os 5 primeiros álbuns lançados pela banda – Queen, Queen II, Sheer Heart Attack, A Night At The Opera e A Day At The Races.

A recente febre de remasterizações mostra que os executivos das gravadoras e os artistas finalmente se alinharam ao gosto do público, deixando para trás os tempos nos quais o ideal era remixar tudo e criar novas obras a partir de trabalhos já consolidados. Agora, pega-se os tapes originais, usa-se um pouco de noise reduction e dá-se brilho ao que já fora maltratado em edições anteriores: o som.

No caso do Queen, onde backings e baixo têm tanta importância quando as guitarras e a voz de Freddie Mercury, o tratamento dado aos primeiros discos fez quase um milagre. Tudo soa claro, cristalino e sem qualquer sinal de distorção.

Queen (1973) – O debut do Queen – com um disco com o mesmo nome da banda – está longe de ser um clássico. Em 1973 o Queen ainda procurava o seu som e ainda se ajustava a presença de John Deacon, que viria a se transformar em peça fundamental na construção do som e do sucesso do grupo. Keep Yourself Alive, Liar e Seven Seas of Rhye estão entre as preferidas dos fãs e faziam parte dos primeiros concertos da banda. Mas nada de impressionar.

O material extra – demos que o grupo apresentava para as gravadoras em busca de um contrato – mostra algum potencial, mas também ajudam a entender o porquê de tantas negativas.

Queen II (1974) – Mais pesado que o disco de estreia, mas ainda longe do glamour operístico dos grandes momentos de glória, Queen II nunca esteve entre os meus favoritos, mas a versão de Seven Seas of Rhye lançada aqui é extremamente superior ao take do disco anterior.

O EP bônus traz duas versões de See What a Fool I’ve Been e uma instrumental de Seven Seas como destaques.

Sheer Heart Attack (1974) – Produto de uma época no qual os artistas não viam problemas em lançar dois discos e vários singles no mesmo ano, Sheer Heart Attack é mais um avanço na identidade musical do Queen, que se preparava para grandes mudanças e para ser catapultado ao sucesso. O disco produziu bons singles (Killer Queen, Now I’m Here) e favoritas do palco (In the Lap of the Gods… Revisited). Um disco muito mais próximo do que viria a ser considerado som do Queen.

Infelizmente os bônus incluídos nessa edição (faixas ao vivo e gravações na BBC), não acrescentam muito ao pacote.

A Night at the Opera (1975) – Para muitos o grande disco do Queen. Com um título inspirado em um filme dos Irmãos Marx, o álbum dá realmente um grande salto de qualidade em relação aos trabalhos prévios da banda. É neste disco que encontramos os clássicos You’re My Best Friend, ’39, Love of My Life e Bohemian Rhapsody.  Como nos outros discos da série, o som é simplesmente fantástico e vale ser conferido. Nunca a voz de Freddie esteve tão clara, porém a falta de informações sobre a gravação do disco e a pobreza das faixas extras (remixes, versões ao vivo e uma versão a cappella de Bohemian Rhapsody) é de uma pobreza constrangedora, comprometendo o conjunto da obra. Somente a versão de Keep Yourself Alive vale o trabalho de ouvir o segundo CD.

O disco foi o primeiro a chegar ao topo das paradas inglesas, embora só tenha chegado em 4º na Billboard. Bohemian Rhapsody fez sucesso nos dois lados do Atlântico, solidificando o sucesso do Queen, que só aumentaria nos anos seguintes.

A Day at the Races (1976) – Outro título retirado de um filme dos Irmãos Marx. Outro blockbuster recheado de canções que se tornariam clássicos. Canções como Somebody to Love e Tie Your Mother Down, fizeram com que o disco liderasse as paradas inglesas e fosse bem na americana.  Embora não tão coeso quanto A Night at the Opera, o álbum ainda trazia muita música de qualidade como You Take My Breath Away e Good Old-Fashioned Lover Boy, deixando claro que o Queen não era apenas uma banda de bons singles.

Novamente o material do EP extra é desprezível.

To be continued…

O que Ringo Starr deve tocar no Brasil

O setlist abaixo foi tirado do show realizado em 9 de julho de 2011, na Holanda.

1.    It Don’t Come Easy
2.    Honey Don’t
3.    Choose Love
4.    What I Like About You  (Wally Palmar on vocals)
5.    Love Is Alive  (Gary Wright on vocals)
6.    Yellow Submarine
7.    Frankenstein  (Edgar Winter)
8.     Back Off Boogaloo
9.    Rock and Roll, Hoochie Koo  (Rick Derringer on vocals)
10.    I Wanna Be Your Man
11.    Broken Wings  (Richard Page on vocals)
12.    Photograph
13.    Act Naturally
14.    With a Little Help from My Friends
15.    Give Peace a Chance

Um show não muito longo.

A setlist do Quadrophenia Director’s Cut

Sai a setlist do mega relançamento do disco Quadrophenia, do The Who.

Que a greve dos Correios acabe logo!

Original album – 2011 Remaster

Disc One:
1. I Am The Sea
2. The Real Me
3. Quadrophenia
4. Cut My Hair
5. The Punk And The Godfather
6. I’m One
7. The Dirty Jobs
8. Helpless Dancer
9. Is It In My Head?
10. I’ve Had Enough

Disc Two:
1. 5:15
2. Sea And Sand
3. Drowned
4. Bell Boy
5. Doctor Jimmy
6. The Rock
7. Love Reign O’er Me

Disc three – the demos
1. The Real Me (demo)
2. Quadrophenia – Four Overtures (demo)
3. Cut My Hair (demo)
4. Fill No. 1 – Get Out and Stay Out (demo)
5. Quadrophenic – Four Faces (demo)
6. We Close Tonight (demo)
7. You Came Back (demo)
8. Get Inside (demo)
9. Joker James (demo)
10. Punk (demo)
11. I’m One (demo)
12. Dirty Jobs (demo)
13. Helpless Dancer (demo)

Disc four – the demos
14. Is It In My Head (demo)
15. Any More (demo)
16. I’ve Had Enough (demo)
17. Fill No. 2 (demo)
18. Wizardry (demo)
19. Sea & Sand (demo)
20. Drowned (demo)
21. Is It Me (demo)
22. Bell Boy (demo)
23. Dr Jimmy (demo)
24. Finale-The Rock (demo)
25. Love Reign O’er Me (demo)

Disc five – DVD – 5.1 surround-sound mix
1. I Am The Sea
2. The Real Me
3. Quadrophenia
4. I’ve Had Enough
5. 5.15
6. Dr Jimmy
7. The Rock
8. Love Reign O’er Me

7” single
Side one: 5.15
Side two: Water

Plus:

• Deluxe 100-page, hard-back book featuring a brand new 13,000 word essay by Pete Townshend, shedding exclusive light on the period before and during the creation of the album, explaining some of the technical processes – the startling and progressive use of synthesisers as well as a revealing insight into the story of the album’s central character – the mod Jimmy.

• Also features Pete’s in depth, track-by-track guide to the demos and revealing studio diary.

• The stunning book also includes a treasure trove of previously unseen personal notes, photographs, handwritten lyrics and memorabilia from the period, all recently uncovered in Pete’s archive.

Enquanto não chega a caixa do Achtung Baby


Já falei sobre o lançamento da caixa em comemoração aos 20 anos do disco Achtung Baby, do U2. Entretanto, ale lembrar outros dois lançamentos especiais de discos básicos grupo. The Unforgettable Fire e The Joshua Tree – ambos produzidos na década de 80 – ajudaram a tornar o U2 no gigantesco sucesso que é hoje. São álbuns bastante diferentes e que consolidaram o som do grupo.

The Joshua Tree

O primeiro relançamento – ainda em um molde mais modesto do que os das caixas que andam assombrando os colecionadores nos dias de hoje – aconteceu em 2007, quando o Joshua Tree completou 20 anos. Acondicionado em uma caixa extremamente elegante e com 2 CDs (um com o disco original e outro com B sides) e o DVD com o show gravado no the Hippodrome de Vincennes (em Paris), um documentário sobre as gravações e clipes. No pacote também temos um belo e bom livro com 56 páginas ilustrado com fotos raras e ótimos depoimentos de vários personagens envolvidos no projeto (músicos, produtores, etc).

O som é infinitamente superior ao encontrado em todas as versões anteriores do disco e até mesmo as faixas que apareceram em coletâneas foram beneficiadas pelo trabalho de remasterização. Baixo, bateria e vocais ganharam mais peso, enquanto as guitarras mais brilho. Entretanto, é o material extra que torna o pacote realmente especial, não apenas por compilar em um só local todos os Lados B lançados pelo grupo na época, como por alguns outtakes que facilitam entender como funciona o processo criativo da banda e a importância dos produtores Daniel Lanois e Brian Eno.

Alguns depoimentos seguem o tom muitas vezes pedante dos discursos de Bono. Há até um momento no qual dizem que o Unforgettable Fire foi um passo para o lado, ao contrário de Joshua Tree, que teria sido um passo para a frente. Uma colocação lamentável.

O disco é realmente uma obra prima e é gratificante termos todo o material produzido na época (1987) em um só produto, com um som que, espero, seja definitivo. Afinal, poucos álbuns têm canções da qualidade de With or Without You, I Still Haven’t Found What I’m Looking For, Where the Streets Have No Name, Running to Stand Still e Bullet the Blue Sky.

O capricho foi tanto que até mesmo legendas em português do Brasil foram incluídas.

The Unforgettable Fire

A versão Deluxe do álbum foi lançado em 2009, em comemoração aos 25 anos da sua gravação (1984). O mundo era bem diferente, o U2 ainda não era um supergrupo e, como está escrito no livreto que acompanha a caixa, “1984 foi um ano engraçado…O Bispo Tutu ganhou o Nobel da Paz, o primeiro Macintosh foi lançado e houve um eclipse solar”.

Na época, Bono Vox, The Edge & cia saiam de três discos pós-punk ou juvenis (Boy, War e October) para um trabalho mais maduro. Foi após a aparição no Live Aid que os irlandeses começaram a conquistar o mundo. Nela, Pride e Bad mostraram que o som da banda não iria mesmo ficar restrita as fronteiras do Reino Unido.

A edição comemorativa seguiu fielmente o modelo usado com The Joshua Tree, inclusive com seu livro no estilo Bíblia. Novamente o pacite traz 2 CDs e 1 DVD, com um belo livro e 5 fotos em papel grosso. Se o Joshua Tree ganhou muito com a remasterização, The Unforgettable Fire ganhou ainda mais. O som ficou mais profundo e principalmente o baixo de Adam Clayton soa muito melhor.

O material bônus é novamente sensacional. Todos os Lados Bs, além das faixas ao vivo – que toram o EP Wide Awake in America dispensável) e um ótimo documentário sobre a gravação do disco, a apresentação do Live Aid e da turnê Conspiracy of Hope, além dos clipes do disco.

Apesar de um tanto desprezado nos textos incluídos no livro que acompanha o The Joshua Tree, o álbum dá um tremendo salto de qualidade em relação aos discos anteriores da banda e está entre os seus melhores trabalhos até hoje. Lá estão Bad, Pride e MLK, todas canções com uma qualidade acima da média produzida na época.

As duas edições foram realizadas com cuidado e são um alívio para aqueles que gostam da música do grupo, famoso por lançar vários compactos com vasto material remix e restos das sessões de gravação. Está tudo lá.

Infelizmente esses lançamentos nunca foram fabricados no Brasil, restando apenas comprá-los nas Amazon da vida, e esperar que façam o mesmo belo trabalho com o Rattle and Hum.

PS: Os comentários de The Edge sobre as faixas extras são ótimos!

Problemas existem para serem resolvidos

Problemas existem para serem resolvidos. Resolvidos de verdade, não com soluções míopes. Mas, claro, precisamos primeiro saber qual é o problema!

Todos temos problemas, certo? Claro que todos merecem um tempinho para resolver suas questões pessoais ou deixar as preocupações para trás, mas, infelizmente, a profissão de jornalista (especialmente se você exerce algum cargo de chefia) impede que possamos passear por museus ou tomar chopes com os amigos enquanto aviões e helicópteros caem, traficantes entram em confronto com a polícia ou quarteis são invadidos. Ai, não dá, né? Tudo uma questão de responsabilidade.

É nessa hora que entra em campo a vontade de resolver os problemas. O negócio é saber identificar onde ele está. Senão, corre-se o risco de perder tempo, dinheiro e gente, enquanto o que realmente precisa ser defenestrado continua no lugar, imóvel, inerte e barulhento. Lembro sempre do que escrevi sobre arrogância e competência, e cada vez mais tenho certeza de que eles não andam juntas em condições normais de temperatura e pressão.

Sair pelos cantos sussurrando e se justificando com os outros sobre quem é o culpado pelos problemas que já deveriam ter sido solucionados é, sem dúvida, uma boa tática de auto preservação, mas juro que ainda acredito que toda a farsa acaba um dia. Mas, isso não é problema meu!

Pense bem antes de resolver um problema. Ele pode acabar crescendo e causando mais baixas.