Feliz 2010!

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Você é única

Todas as pessoas são únicas. Algumas merecem seus próprios toques nos celulares, fotos, vídeos e canções. Todas estarãos empre nas memórias de alguém, mesmo quando não sabem o quão queridos são.

Abaixo duas versões do clip de uma das músicas que melhor traduzem o amor. Seja ele platônico, burro, apaixonado, correspondido ou dispensado.

O debut de Clapton em versão de luxo

Em 1970, Eric Clapton era uma guitarrista de fama estratosférica – já havia sido chamado de Deus e, depois do aparecimento de Jimmy Hendrix, passou a ser considerado o maior guitarrista branco do mundo -, um vocalista medíocre e um artista em busca de um caminho.

Já havia passado pelo pop dos Yardbirds, pelo blues dos Bluesbrakers, de John Mayall, pela egotrip do Cream e grandiosidade sem conteúdo do Blind Faith. Grandiosidade sem conteúdo, mas com algumas boas canções, é bom frisar. Logo após o fim da única turnê do Blind Faith, Clapton se juntou ao grupo que fazia os shows de abertura (Delaney e Bonnie) e caiu na estrada, como músico de apoio.

Impressionado com o som da The Band (grupo que acompanhava Bob Dylan e que havia acabado de lançar seu primeiro disco), Clapton decidiu usar aquele som mais descontraído e um approach mais discreto para gravar seu primeiro disco solo.

Eric Clapton (1970), que acaba de ser relançado pela Universal em versão dupla, com duas mixagens e vários bônus, é um disco menor de Clapton. Seu grande mérito foi ter formado a espinha dorsal do que seria o Derek and the Dominos, que gravou a obra-prima Layla and Other Assorted Love Songs, também lançado em 1970.

O relançamento de Eric Clapton é uma boa oportunidade para fãs de Clapton e para todos os que gostam de música entenderem como funcionava a indústria da música do fim dos anos 60 / início dos 70. Clapton gravou todo o disco com a banda de Delaney Bramlett e deixou os masters com ele para serem mixados. Como Delaney achava que Clapton ainda iria regravar algumas partes, ficou segurando sua mixagem. Nesse meio tempo, a gravadora fez pressão e Tom Dowd, que entre outras coisas produziu o ótimo Disraeli Gears (Cream), acabou incumbido de fazer uma mixagem do disco, para um lançamento rápido.

Com isso, a mixagem de Delaney ficou esquecida, sendo lançada em um bootleg chamado Unsurpassed Clapton, na década de 90. Essa mixagem perdida e mais outros ótimos extras tornam o CD uma obra indispensável na discografia do guitarrista. Dizer que a mixagem de Delaney é mais suja e a de Dowd mais pop é extremamente clichê e fica sendo somente uma cópia do que esta escrito no ótimo booklet que acompanha o disco.

A verdade é que apesar de serem os mesmos takes, a identidade musical das versões é bastante independente. Enquanto Delaney tendia para ter mais balanço, mais sou, mais metais e guitarras, Dowd optou por um disco com menos elementos, mais econômico. Talvez o grande exemplo seja a faixa After Midnight – escrita por J. J. Cale e maior sucesso do disco -, que tem os backing vocals como destaque em uma mixagem e metais (que não aparecem na versão oficial) como mola mestra da outra.

Outro destaque é a faixa She Rides, que é uma versão diferente de Let it Rain. Na verdade, é a primeira versão da canção, que utiliza o mesmo instrumental, mas tem letra e melodia diferentes. Se você gosta de Let it Rain, vai gostar muito de She Rides.

Eric Clapton (o disco) ganha vida nova. Ainda fica ensanduichado entre o Blind Faith e o Derek and the Dominos, mas serve para mostrar como era a busca de uma direção por parte de Clapton (o guitarrista).

Ingleses desistem dos OVNIs

A crise econômica parece que chegou no seu ponto mais delicado. Para conter despesas o Ministério da Defesa britânico decidiu fechar o departamento que investigava a existência de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs).

O ministério disse que não encontrou qualquer evidência de ameaças à Grã-Bretanha ou prova da existência de extraterrestres, apesar dos relatos de pessoas através de email e telefone afirmando que avistaram objetos voadores não-identificados (OVNIs).

O mais triste é que os recursos não irão para áreas nobres ou para gastos que possam beneficiar a população. Segundo um porta-voz, os recursos economizados vão para a guerra do Afeganistão (!?).

Na boa, não seria melhor correndo atrás de UFOs d que financiando mais mortes reais.

O pobre funcionário que cuidava do setor será realocado para outro cargo. O salário do rapaz? Somente 44 mil libras (73 mil dólares) por ano. Mais ou menos 6 mil dólares por mês.

Isso é que é presente: Vale-Divórcio

A imagem ai de cima é o Vale-Divórcio, cupom que foi criado por uma firma de advocacia inglesa (Lloyd Platt & Co). Segundo o escritório, o cupom cupom dá direito a uma consulta de meia hora com um advogado especializado em divórcios – cujo valor é 125 libras ou R$ 360 – e já foram vendidos mais de 50 desde o lançamento, no nício de dezembro.

É ou não é um presentão bem simpático?

Um blog para discordar de dois amigos: MPB Player

Ricardo Calazans se juntou a Leonardo Lichote no blog MPB Player. Os dois são jornalistas competentíssimos e com gostos musicais bastante distintos. Agora, o que era leitura obrigatória se tornou duplamente obrigatória. Finalmente posso discordar dos dois ao mesmo tempo.

Visitem e comprovem.

Receita: Peixe com banana e passas

Mais uma boa opção para os dias quentes de verão e que pode ser acompanhado por um belo Chardonnay do novo mundo – aqueles que passaram algum tempo por madeira.

Como sempre, aceito comentários sobre modificações em mais esta receita, também modificada.

Ingredientes:

Dois filés de peixe branco (menos cação)
2 frigideiras
Duas bananas da terra cortadas ao meio
200g de manteiga
Azeite
Uma cebola cortada
Dois dentes de alho cortados
Meia xícara de coentro fresco e picado
Suco de 1 limão
Molho shoyu
100g passas pretas
Sal e pimenta moída na hora a gosto

Modo de fazer:

Leve uma frigideira ao fogo médio e coloque um fio de azeite. Doure os filés e coloque em um refratário. Aproveite o azeite da frigideira e coloque as bananas para dourarem rapidamente.

Na outra frigideira , derreta a manteiga até começar a escurecer. Junte a cebola e o alho e depois acrescente o coentro, uma colher de shoyo, as passas e o suco de limão. Depois de aproximadamente 3 minutos coloque o sal e a pimenta (de preferência moída na hora).

No refratário coloque a banana, o peixe por cima dela e regue com o molho que está na frigideira.

Para acompanhar, uma salada com aspargos verdes e palmitos.

O Brasil e a Internet – Crescimento no número de pessoas conectadas

Somos os maiores no Orkut, uma potência no Twitter, líderes em Internet Banking e vamos bem no comércio eletrônico. Agora, sai o dado oficial: Em três anos, acesso à internet cresce 75% no Brasil. É ou não é para se orgulhar?

Se lembrarmos das desigualdades econômicas, de que há gente sem água potável e em estado de pobreza total, pode soar estranho que tenhamos Internet grátis em praias e acesso restrito aos domínios .gov.br nos aeroportos, assim como um crescimento desse tamanho em um país onde a TV ainda é a maior força.

São 56,4 milhões de brasileiros plugados na rede (2008), contra 31,9 milhões em 2005. Segundo os dados do IBGE, a maior parte dos novos internautas vem das camadas mais pobres. Mesmo assim, continuamos atrás (em termos percentuais de população conectada) de países como Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia.

O nosso atraso é explicado por um conjunto de características, que vão da pobreza (já mencionada) a total falta de educação, passando por falta de infra-estrutura.

Anyway, vamos celebrar nosso crescimento (em alguma área, pelo menos).

Segunda a Sexta: Quando é o Fim

Mais um texto de um dos meus blogs favoritos. O Segunda a Sexta reune uma série de talentosos jornalistas expondo seus sentimentos. No texto abaixo o tema era Carta e Aline Leal deu um show.

Quando é o fim
Aline Leal

Devemos chegar a um acordo ou então selar o fracasso da situação. Mais tarde, remoermos o que poderíamos ter feito e não fizemos. Estendermos a bandeira branca e confessarmos a nossa fraqueza em seguir adiante, afinal, ninguém gosta de sofrer por muito tempo, é necessário colocar na balança.

Viver junto requer zelo, compreensão, abertura, vontade, cada um precisa abrir mão de um pouco de sua independência para acomodar o outro, entender suas necessidades, anseios, sem negligenciar-se por inteiro.

Há momentos em que é preciso medir as palavras, suavizar as reações, segurar o ímpeto de ferir, refletir sobre as injustiças do outro e as que cometemos. O amor não nos exime da dificuldade de compreender além de nós mesmos, apenas torna a tarefa menos árdua.

Falo tudo isso, Raul, para pedir desculpas por todas as minhas limitações em fazê-lo feliz e para dizer que quero continuar tentando.

Anna, eu quero o divórcio.

Eric Clapton vai para a estrada com Jeff Beck, Roger Daltrey e Steve Winwood

Depois que disse que não iria mais fazer grandes turnês, alguns anos atrás, Eric Clapton parece ter tido um surto de amnésia. Além dos inúmeros concertos solo, Slowhand tem tocado ao lado de gente como Steve Winwood com bastante frequência.

Agora, Clapton anuncia mais uma série de datas onde vai dividir o palco com Jeff Beck e Roger Daltrey (cada um datas diferentes) e mais alguns shows com Winwood.. Beck é um conhecido desde os tempos de Yadbirds, onde ele e Jimmy Page substituíram Deus. Já Daltrey, que acaba uma turnê solo enquanto o The Who não volta a ativa, onde misturou canções da banda com de seus disco solo.

Para saber a relação completa de datas da nova turnê de Clapton, clique aqui. Enquanto isso, assista algumas canções da excursão solo de Roger Daltrey.

Agenda de shows internacionais no Rio em 2010

Atualizado em 5/11/2010 – Stone Temple Pilots – Circo Voador – 11 de dezembro

Mantendo a tradição, aqui está a agenda com os shows internacionais que passarão pela Cidade Maravilhosa durante o ano (2010).

A lista será atualizada sempre que alguma novidade for confirmada.

Quem está certo:

19 de janeiro: Eagle Eye-Cherry (Circo Voador)

20 de janeiro: Jesse Harris (Teatro Odisséia)

24 de janeiro: The Wailers & Alpha Blondy (Citibank Hall)

28 de janeiro: Akon (Vivo Rio)

28 de janeiro: The Cranberries (Citibank Hall)

7 de fevereiro: Beyoncé (HSBC Arena)

8 de fevereiro: Beyoncé (HSBC Arena)

28 de fevereiro: Coldplay (Praça da Apoteose)

13 de março: A-Ha (Citibank Hall)

14 de março: Guns N’ Roses (Praça da Apoteose) *ADIADO

16 de março: B B King (Vivo Rio)

19 de março: Franz Ferdinand (Fundição Progressso)

20 de março: Dream Theater (Citibank Hall)

28 de março: Anberlin e Fresno (Canecão)

28 de março: Nelly Furtado (HSBC Arena)

4 de abril: Guns N’ Roses (Praça da Apoteose)

9 de abril: Dionne Warwick (Vivo Rio)

10 de abril: Jon Secada (Vivo Rio)

23 de abril: Simply Red (Citibank Hall)

30 de abril: Johnny Rivers (Canecão)

8 de maio: Manowar (Citibank Hall)

20 de maio: Johnny Winter (Canecão)

21 de maio: Chris Brown (Citibank Hall)

27 de maio: Demi Lovato (HSBC Arena)

10 de junho: Madeleine Peyroux (Vivo Rio)

11 de junho: Gloria Gaynor (Vivo Rio)

11 de junho: Billy Paul (Canecão)

17 de julho: 50 Cent (Marina da Glória)

14 de agosto: Ne-Yo (Rio Centro)

19 de agosto: Simple Minds (Vivo Rio)

28 de agosto: Swell Season (Vivo Rio)

28 e 29 de agosto: Stomp (Citibank Hall)

29 de agosto: Lionel Richie (HSBC Arena)

6 de setembro: Lauryn Hill (Citibank Hall)

11 de setembro: Peter Frampton (HSBC Arena)

16 de setembro: Stacey Kent (Vivo Rio)

22 de setembro: Christian Chávez (Vivo Rio)

24 de setembro:Yanni (Citibank Hall)

25 de setembro: Chicago e America (HSBC Arena)

26 de setembro: Drake Bell (Citibank Hall)

6 de outubro: Gotan Project (Vivo Rio)

8 de outubro: Dave Matthews Band (HSBC Arena)

8 de outubro: Bon Jovi (Praça da Apoteose)

9 de outubro: Anahí Portillo (Vivo Rio)

1o de outubro: Rush (Praça da Apoteose)

12 de outubro: The Cranberries (Citibank Hall)

15 de outubro: Grren Day (HSBC Arena)

17 de outubro: Alejandro Sanz (Citibank Hall)

24 de outubro: Black Eyed Peas (Praça da Apoteose)

31 de outubro: Emily Osment (Citibank Hall)

7 de novembro: Jonas Brothers (Estádio Célio de Barros)

24 de novembro: Jeff Beck (Vivo Rio)

11 de dezembro: Stone Temple Pilots (Circo Voador)

Mais novidades nos shows de Macca

Parece que Paul McCartney está mesmo em boa forma. Além de fazer shows mais longos que os normais, as últimas apresentações na Alemanha trouxeram algumas novidades ao setlist, como Wonderful Xmastime, And I Love Her (versão elétrica), I Want to Come Home (nova que concorre ao Globo de Ouro) e Ob-la-di Ob-la-da (ver post anterior).

O engraçado é que a mais festejada delas é Wonderful Xmastime, uma velha (e nem tão boa) canção de 1979, lançada como single solo, mas ainda na época dos Wings.

Será que Paul finalmente vai se tocar de que novas canções, músicas recentes e sucessos dos Wings podem agradar mais que as ótimas canções dos Beatles?

Abaixo Wonderful Xmastime (na Alemanha) e I Want to Come Home (o clipe oficial).

A stelist do show em Colone (17/12/2009)

1. Magical Mystery Tour
2. Drive My Car
3. Jet
4. Only Mama Knows
5. Flaming Pie
6. Got To Get You Into My Life
7. Let Me Roll It / Foxy Lady
8. Highway
9. The Long And Winding Road
10. (I Want To) Come Home
11. My Love
12. Blackbird
13. Here Today
14. Dance Tonight
15. And I Love Her
16. Eleanor Rigby
17. Something
18. Mrs. Vandebilt
19. Sing The Changes
20. Band On The Run
21. Ob-La-Di, Ob-La-Da
22. Back In The USSR
23. I’ve Got A Feeling
24. Paperback Writer
25. A Day In The Life / Give Peace A Chance
26. Let It Be
27. Live And Let Die
28. Hey Jude

Encore:
29. Wonderful Christmas Time
30. Day Tripper
31. Lady Madonna
32. Get Back

Encore 2:

33. Yesterday
34. Helter Skelter
35. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
36. The End

Source: setlist.fm

Crazy

Vendo Dr. Holywood (o filme) ouvi novamente uma das canções mais bonitas e tristes já escritas (Willie Nelson) e interpretada pela bela voz de Mrs. Patsy Cline, que morreu em um acidente de avião, aos 30 anos, em 1963.

Crazy

Crazy, I’m crazy for feelin’ so lonely,
I’m crazy, crazy for feelin’ so blue……
I knew, you’d love me as long as you wanted,
And then someday, you’d leave me for somebody new.
Worry, why do I let myself worry?
Wonderin’, what in the world did I do?
Oh, crazy, for thinkin’ that my love could hold you…..
I’m crazy for tryin’ and crazy for cryin
And I’m crazy for lovin’ you.
Crazy, for thinkin’ that my love could hold you,
I’m crazy for tryin, and crazy for cryin
And I’m crazy for lovin’ you…..

Solidão pode ser sinal de sanidade

Solidão nem sempre é triste, nem sempre é silenciosa
Solidão pode significar sanidade, pode manter nossa identidade

Fugir da solidão pode virar doença, se transformar em uma má necessidade
Fugir da solidão pode ser sinal de fraqueza, de que não se sabe valorizar nada

O silêncio pode estar em uma sala cheia de gente, em uma reunião com uma besta
O silêncio pode ensurdecer, pode incomodar pelo excesso de barulho

Viver não é fácil, viver não é simples
Para que complicar ainda mais o que já não é simples?

Batuques são sempre dispensáveis

Compilação de fragmentos escritos entre 1997 e 2003

O novo e o velho Band Aid

Em 1984, Bob Geldof e Midge Ure reuniram um time de astros para gravar uma música – Do They Know It’s Xmas? – em prol das crianças da Etiópia. Phil Collins, Paul Young, Bono Vox, George Michael, Sting, além das bandas Duran Duran, Kool & The Gang (os únicos norte-americanos do projeto), David Bowie, Boy George e Paul McCartney, fizersm parte do projeto.

Agora, em 2009, a agência digital Lean Mean Fighting Machine (LMFM), em prol da doação de microcomputadores para a África, por meio da ONG Computers for Africa, fez uma paródia do clip original.

Confira aqui as duas versões.

Tweet the World depois do Feed the World.


Quando a saudade bate

Algumas vezes acordamos na madrugada lembrando de algo, alguém ou algum lugar. Barra pesada é quando lembramos dos três, em épocas diferentes, sem conexão.

A canção me faz lembrar do lugar,  de uma frase dita por um amigo, de uma pessoa e de um momento muito especial da minha vida. Todos sem conexão de tempo.

Corrida de jegues quer virar evento olímpico

Eu, um especialista em corrida de jegues (na verdade, rally de jegues), acabo de descobrir que a Bahia quer colocar sua corrida na programação oficial das Olimpíadas do Rio (?!?), embora sempre achasse que as Olimpíadas eram de uma cidade específica e não do país.

Quer saber mais? Siga este link.

Indexação para não preparados e a vida antes do Google (parte II)

De tempos em tempos esse post será colocado em destaque, para que sembre lembremos da última frase dele. Também sugiro a leitura de Saber se vender – Jactância (20/2/10)

“O Google é uma ótima ferramenta para buscas rápidas, mas como jornalista considero a Wikipedia uma grande vitória do conhecimento na internet. Cansei de ir ao arquivo da Manchete pesquisar pastas físicas de muitos assuntos, ou verificar compêndios da Enciclopédia Britânica nos meus tempos de Geográfica Universal. A Wikipedia oferece referências e permite aprofundar a busca de maneira mais útil a quem pesquisa.”

Essa colocação do André Machado é algo que passa ao largo da maioria dos coleguinhas. A Wikipedia é muito importante, principalmente para os que sabem ler em inglês. Mesmo que estejamos procurando por bundas, sempre há algo para acrescentar, caso tenhamos um mínimo de boa vontade e competência, claro.

“O aparecimento das mídias sociais é um cenário perigoso para muitas empresas com profissionais despreparados. Aqueles que pretensamente se destacaram – mesmo que só atrapalhando – acabam sendo empurrados para esse setor. Provavelmente vão causar mais transtornos e criar mais trabalho para os outros”, diz o estudo do MIT.

Não tenho como discordar de uma afirmação tão conectada com a realidade brasileira. Mas indexação é sempre uma questão que pode separar os bons dos ruins.

Lembrem-se: se o seu chefe não sabe que você pode recuperar um site velho na Internet, ele é um merda.

Leia a primeira parte do texto aqui.

Seleção Brasileira: O grupo da Copa é difícil?

Ou eu estou louco ou os críticos, cronistas e comentaristas estão muito preocupados com Dunga e a Seleção, na Copa da África do Sul, em 2010. O tema é velho, mas o blog ficou meio de lado por conta das várias pautas externas, então vale.

Vi o sorteio e não consigo concordar que Costa do Marfim, Coreia do Norte e Portugal sejam de meter medo. Coreia é fraca, Costa do Marfim é a melhor seleção da África (dizem) e Portugal é Portugal, embora tenha se classificado com extrema dificuldade.

Estou pasmo como andam chamando o grupo de difícil e até de grupo da morte! Se o Brasil tiver dificuldade contra esses times, estaremos no mesmo caminho de 2006, o da derrota.

Não sei se é pelo comando de Dunga, que ao invés de aproveitar os bons resultados e curtir, faz questão de dizer que tudo de ruim é culpa da imprensa – como na lamentável palestra dada no Footecon deste ano – ou tenta convencer que sua geração tinha talento.

Caro Dunga, talento tinha a geração do Zico, que não ganhou mas sempre vai ser mais reverenciada que a sua.

Tomara que tenhamos condições de aprender a sair de retrancas e torcer para que o Cristiano Ronaldo amarele, assim como seus antecessores faziam.