Dilma vetou. E agora?

Será que o Congresso derruba? A tensão continua!

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Samba na Dose Certa

O grupo Dose Certa, uma improvável mistura de quatro sambistas e um carioca, chega com seu segundo disco, Pra Sempre Samba (Universal), recheado de referências aos sambas de antigamente e a nomes como Cartola, Noel Rosa e João Nogueira, entre muitos outros.

A lista de compositores e de participações especiais também é longa. Assinando as canções do disco há nomes do calibre de Moacyr Luz, Luiz Carlos da Vila, Dona Ivone Lara, Zé Renato e Nei Lopes, o que já seria garantia de qualidade, mas há mais em Pra Sempre Samba. O disco conta um naipe de convidados de primeira categoria: Ivan Lins, Ana Costa, Wanderley Monteiro, Pedro Miranda, Verônica Ferriani e Leci Brandão e a benção do jornalista Chico Pinheiro, que escreveu um belo texto para apresentar o novo trabalho do quinteto formado por Alemão do Cavaco (arranjos e cavaquinho), Vitor da Candelária (percussão), Wilsinho Peruche (voz e pandeiro), J. Petróleo (voz e banjo) e Vinicius Almeida (contrabaixo, violão de 6 e 7 cordas).

Pra Sempre Samba é uma viagem no tempo em que os sambas tinham ritmo e uma qualidade que há muito parece ir se perdendo de maneira irreversível e um trabalho altamente recomendável para quem gosta de samba com conteúdo (melódico e lírico).

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Uma Cat Power ensolarada

Charlyn Marie Marshall, também conhecida como Chan Marshall ou pelo seu nome artístico, Cat Power, lança um novo trabalho – Sun (Lab 344) – que chega seis anos depois do razoável The Greatest (2006). Sun é um disco pra cima, ancorado em um repertório dos mais inspirados e em muitos recursos eletrônicos e guitarras.

Sun tem pegada indie, embora não caia na mesmice que invade a maioria das FMs pelo mundo. As 11 canções do álbum mostram uma Cat Power em forma, pelo menos artística, já que, por problemas de saúde e problemas financeiros, ela teve que cancelar alguns shows da turnê que serviria para promover o disco.

O disco agrada e músicas como Ruin (o primeiro single do álbum) e Cherokee demonstram que Marshall também tem um grande talento na função de produtora, dosando os recursos e evitando usar elementos que poderiam soar dispensáveis.

O disco foi bem nas paradas de países como Bélgica, França e Estados Unidos, e merece atenção dos programadores das rádios com perfil indie/rock.

Sun pode ser mesmo considerado um raio de luz na carreira de Cat Power.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

O passado, presente e La Futura do ZZ Top

Os barbudos texanos do ZZ Top voltam, depois de um hiato de nove anos, com um novo disco de estúdio. La Futura (Universal), que reúne dez canções onde as guitarras distorcidas, o rock, o blues e baladas se encaixam de maneira perfeita.

Além das barbas compridas e do visual exótico, Billy Gibbons (guitarra e vocais), Dusty Hill (baixo e vocais), e Frank Beard (bateria e percussão), apresentam um som que remete ao passado, aposta no presente e dá pistas de como será o futuro da banda. O resultado é que La Futura é um dos melhores discos do grupo. Canções como Chartreuse e Consumptionm com suas guitarras sujas e vocal gutural, mostram que a mistura de blues-rock do Texas é combustão pura. Já Over You é mais uma das baladas inspiradas que vez ou outra o trio despeja em seus discos. Talvez para mirar nas rádios, talvez só para mostrar que rockeiros também podem ser pesados sem perder a ternura.

La Futura chega no mesmo ano no qual o grupo entra para o Hall da Fama do Rock Clássico como Lenda Viva. Com o prêmio, entregue em uma cerimônia realizada em Londres, o ZZ Top se junta a nomes como Jeff Beck, Alice Cooper, Jimmy Page, Ozzy Osbourne e Iggy Pop.

Não há como negar que 2012 foi um bom ano para os texanos!

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Facebook passa Google como site mais acessado no Brasil

A queda por cerca de uma hora durante a tarde da segunda-feira, 26, levou o Google para a segunda colocação no ranking de sites mais acessados no País. Segundo o Alexa, ferramenta que mensura diariamente as páginas mais visualizadas mundialmente, o gigante de buscas perdeu a liderança no Brasil para o Facebook.

Rede social serviu de espaço para comentar queda do Google

A rede social já tinha figurado à frente do Google, mas o ranking nacional apresentado pelo Alexa nesta terça-feira, 27, resulta na primeira vez que o Facebook lidera a lista em um dia útil. Nas demais ocasiões, o site criado por Mark Zuckerberg só superou o site de buscas durante finais de semana – fato que também ocorre de acordo com o ranking mundial do Alexa.

Com o Google fora do ar, o Facebook serviu justamente como espaço para promoção de brincadeiras e discussões relacionadas ao ocorrido. Comentarista de TV da rádio Jovem Pan, José Armando Vannucci afirmou, afirmou, em seu perfil na rede social, que a queda do site de buscas estava relacionada com o fim do mundo. “O mundo acabou: o Google caiu. Não haverá nada hoje e amanhã. O que você faz sem o Google?”, questionou o jornalista. Também no Facebook, a conta da TV Esporte Interativo perguntou se o Google seria rebaixado à Série B da internet.

Depois que voltou ao ar, o Google Brasil emitiu uma nota na qual afirma que a empresa não encontrou nenhum problema em seus servidores. “Soubemos que alguns usuários tiveram problemas para acessar algumas de nossas ferramentas, mas não encontramos problemas em qualquer serviço até agora. Continuamos monitorando nossos sistemas, e avisaremos sobre qualquer novidade”, informou.

Segundo o site de O Globo, usuários de algumas operadoras de banda larga, como a GVT, conseguiram ter acesso ao Google durante toda a tarde, sem interrupções. O veículo ainda divulgou que teve casos em que as páginas do Google foram abertas normalmente quando procuradas por números que identificam o endereço eletrônico na web, em substituição do Domain Name System (DNS – nome de domínio no sistema).

Fonte: Comunique-se

Mudanças na Record derrubam presidente da emissora no Rio de Janeiro

A notícia abaixo é apenas um novo capítulo da nau sem rumo que se transformou o jornalismo brasileiro, apostando em gente inexperiente e esperando que eles tragam o novo. Carlos Gerardo parecia gente boa e sério, com um carinho incomum pelos funcionários e pela casa, o que fugia do padrão da direção da empresa. Infelizmente teve que engolir sapos vindos da nave-mãe, mesmo sendo a emissora regional de melhor resultado da rede.

Bem…mais uma dos nossos sensacionais empresários.

Há três anos no cargo, Carlos Geraldo de Oliveira, que assumia a presidência da Rede Record no Rio de Janeiro, foi desligado da emissora. Segundo as informações do UOL, um comunicado sobre o assunto foi divulgado na tarde dessa segunda-feira, 26.

O profissional, que já comandou a Record News e o canal em Brasília, saiu da emissora em momento de reformulação. Ainda no UOL, informações não oficiais dão conta que a saída dele está ligada ao fato de ter se recusado a demitir funcionários às vésperas do Natal, o que vai contra a alta cúpula de São Paulo.

Não há informações sobre quem assumirá o posto, mas, segundo fontes, o atual diretor-executivo da Record de Minas Gerais, Cláudio Rodrigues Silva, tem grandes chances de ocupar a vaga.

Fonte: Comunique-se

Nokia disponibiliza Here Maps para iOS

Serviço que conta com mapas off-line já pode ser baixado gratuitamente para iPhone, iPad e iPod touch

Detalhe: Não funciona em todos os aparelhos da própria Nokia 😦

A Nokia disponibiliza o sistema de mapas Here Maps para dispositivos iOS onde é possível acessar o sistema de navegação por voz, além de analisar relatórios de tráfego, informações sobre transporte público e navegação off-line. O aplicativo mostra a localização dos estabelecimentos comerciais mais próximos utilizando um sistema de “balões” similar ao do Foursquare. O Nokia Here Maps pode ser baixado gratuitamente para iPhone, iPad e iPod touch com sistema iOS 4.3 ou superior.

Fonte: The Verge

Milton faz show histórico que vai virar DVD – Vivo Rio – 25/11/2012

São 50 anos de carreira, de um talento incomum e de uma voz que encanta por seu timbre e emoção. Com a participação especial dos amigos Lô Borges e Wagner Tiso, o mineiro Milton Nascimento subiu ao palco do Vivo Rio na noite deste domingo para registrar para a posteridade o show que comemora sua trajetória musical.

Confesso que fui com ao Vivo Rio com um pouco de receio. Embora amigos e coleguinhas tenham feito comentários mais que elogiosos aos espetáculos apresentados por Bituca nos últimos meses, ainda estava grudada na minha mente a sua apresentação na abertura do Rock in Rio, quando cantou Love of My Live de uma maneira assassina.  Sua entrada em cena, com passos, lentos, curtos e pesados, me deixou ainda mais tenso, mas a preocupação durou pouco.

Com um repertório que cobre todas as fases de sua extensa carreira – embora com mais destaque para as canções do Clube da Esquina e dos discos dos anos 60 e 70 – Milton mostrou que ainda está com a voz em forma.

Com canções como Maria. Maria, Para Lennon e McCartney, Coração de Estudante e Canção da América – onde a plateia cantou enquanto o autor ficava apenas ouvindo sua composição – a noite foi quase perfeita, com apenas três canções sendo repetidas ao fim do show. Além disso, se Wagner Tiso mostrou a sua habilidade ao piano em suas participações, o sempre tímido Lô Borges se mostrou solto, alegre e confortável ao lado do amigo (e nos momentos solo), quase roubando a cena, toda montada para reverenciar o anfitrião da noite. Sua presença em Nada Será Como Antes foi antológica e (tomara) deve ser um dos pontos altos do futuro DVD (ainda sem data definida para o lançamento).

Confira alguns vídeos da apresentação e comprove a boa forma do mineiro.

Uma noite de festa e boa música, com um cenário lembrando as rendas, típicas das Minas Gerais. Celebremos Milton, sempre!



Fotos e vídeos: Jo Nunes

Uma versão editada deste texto foi publicada no jornal O Fluminense

Mau jornalismo se pune – Record é condenada a indenizar William Waack por sugerir que ele fosse espião da CIA

Record é condenada a indenizar William Waack por sugerir que ele fosse espião da CIA

Devido às matérias publicadas no R7 e exibidas na televisão, a Record foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais ao apresentador do ‘Jornal da Globo’, William Waack. Divulgada nesta sexta-feira, 23, a decisão, em primeira instância, foi tomada pela 27ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e refere-se a conteúdos em que os veículos afirmaram que o site Wikileaks apontava o âncora como informante da CIA (agência de inteligência do governo dos Estados Unidos).

Uma das responsáveis pelo Wikileaks no Brasil, Natália Viana divulgou à imprensa a opinião do site, que foi contra o informado pela Record. De acordo com a repórter, a página comandada por Julian Assange nunca afirmou que Waack trabalhava para o serviço secreto americano. Natália, à época, ressaltou que os documentos revelados pelo Wikileaks citavam, em três ocasiões, o jornalista global, mas em que em nenhum momento ele foi tido como informante ou responsável por alguma ação ilícita.

A Record, que não se pronunciou sobre o caso, pode recorrer. Caso seja mantida a decisão da primeira instância, a emissora vai pagar a íntegra do valor que foi solicitado por Waack, R$ 50 mil, além das custas processuais. Na ação, de número 583.00.2012.103379-1, o jornalista global foi representado pelos advogados Marcelo Fernandes Habis e Luiz de Camargo Aranha Neto. Edinomar Luis Galter e Flavia Marina de Barros Monteiro fizeram a defesa do canal comandado por Edir Macedo.

Fonte: Comunique-se

Um bom queijos e vinhos – 18/11/2012

Para que um queijos e vinhos funcione é preciso saber escolher os queijos e harmonizar com os vinhos corretos, certo? Nem sempre.

Caso você tenha uma seleção de queijos de grande qualidade e vinhos bons ou excelentes, a harmonização pode até ser um pouco negligenciada. Além disso, nada impede que os queijos e o vinho não sirvam como aquecimento para um prato principal.

Foi assim que, na companhia especial de Sônia Azevedo e do companheiro Carlinhos Oliveira, desfrutamos de um apanhado de queijos italianos e franceses, espumantes nacionais e um belo chianti antes de encerrarmos com um risoto de bacalhau e alcachofras (cortesia de Soninha).

Como podem ver, há queijos de todos os tipos (de cabra, vaca, moles, semi moles, azuis, etc) que harmonizaram bem com bebidas de tão boa qualidade quanto eles (vejam os nomes nas bandeirinhas).

Resumo da história: fica fácil preparar um programa desses quando se tem companhias e ingredientes dessa qualidade.

Babem!

PS: E nem citei os foie gras!

R.I.P. Major Anthony Nelson, aka Larry Hagman, aka J.R. Ewing

O cara não era novo (81 anos) e passou de um astronauta trapalhão com sua gênia deliciosa para um grande vilão. Larry Hagman teve uma vida atribulada e lutava contra um câncer e uma cirrose. Pode até ser que os mais novos lembrem dele na nova versão de Dallas, mas foi ao lado de Barbara Eden e Bill Daily que ele se eternizou, nos fazendo rir com as confusões de Jeannie é um Gênio!

R.I.P.

 

 

 

NY substitui telefones públicos por Smart Screens

Será que chegamos lá algum dia (apesar das promessas)?

Além de Nova York, o Rio de Janeiro está na rota de expansão internacional do serviço high-tech

A prefeitura de Nova York, em parceria com as empresas Cisco IBSG e City24/7, inaugurou oficialmente na terça-feira, 20, os quiosques equipados com touch-screens de 32 polegadas que começaram a ser testados em abril – os “Smart Screens”, que nos próximos anos deverão substituir todos os 12,8 mil telefones públicos da cidade.

Conectados à internet e com recursos de toque, voz e áudio, os “tablets gigantes” fornecem informações gratuitas e em tempo real sobre lojas, bares, restaurantes, mapas de ruas e de estações de metrô, trajetos de ônibus, serviços públicos, pontos turísticos, teatros, cinemas, etc, situados num raio de dois quarteirões quadrados de cada quiosque. Todas as informações, e mesmo cupons de descontos oferecidos pelo comércio local, podem ser armazenados no celular ou outro device via bluetooth, código QR e outros mecanismos. Ferramentas de back-end da Cisco também integram o sistema de emergência 911 e o serviço de informação pública 311, que, além de atenderem reclamações e pedidos de ajuda, alertam sobre situações de risco e locais onde as pessoas podem se abrigar em caso de perigo.

Disponibilizadas em vários idiomas, as Smart Screens também podem ser acessadas via wifi por smartphones, tablets e laptops, e contam com recursos sofisticados para atendimento de deficientes físicos, visuais e auditivos.

Além de ultra-resistentes a choques, as telas são à prova d’água e de poeira, e facilmente laváveis. Um dado interessante e que mostra a boa recepção popular à iniciativa, observou Tom Touchet, CEO da City 24/7, é que não houve registro de casos de vandalismo em nenhum dos locais onde os quiosques foram testados.

Publicidade

Segundo o white paper da Cisco, toda a receita do serviço gratuito será gerada por publicidade (exterior, mobile, online e WiFi), patrocínios corporativos, fees de transações, promoções e agregação de dados. “As Smart Screens oferecem uma nova e lucrativa oportunidade para os anunciantes se conectarem e alcançarem os consumidores locais. Isso porque a publicidade oferecida nas telas ou entregue a smartphones e tablets pode ser altamente customizada para as condições locais – por exemplo, de acordo com os horários do dia (o restaurante mais próximo pode oferecer um cupon de entrada para sua happy hour), a temperatura exterior (a cafeteria do quarteirão dá um desconto no café quando a temperatura ficar abaixo de 10ºC), e mesmo segundo a intensidade do sol (a loja de conveniência local faz uma promoção de filtro solar quando o índice UV atinge níveis perigosos).”

O período de testes também registrou alguns fatores importantes, como o alto engajamento dos usuários com os anúncios e uma forte correlação entre localização e consumo. “Combinadas, essas descobertas indicam uma grande probabilidade de as pessoas reagirem às promoções e ofertas que recebem.”

Expansão

Nesta primeira fase do lançamento, que irá até o início de 2013, a City24/7 planeja instalar 250 quiosques em Nova York e aprimorar os aplicativos mobile, a segurança, os feeds de informação, a publicidade baseada em localização e as chamadas por vídeo, além de introduzir técnicas de “gamificação”.

A segunda fase, que será iniciada “quando os quiosques atingirem massa crítica em Nova York”, inclui a expansão para Los Angeles e Londres, e em seguida para outros mercados dos EUA, Canadá, Europa, Ásia e Brasil – onde a cidade citada pela Cisco é o Rio de Janeiro.

Em última instância, observa o relatório, “a meta da City24/7 é potencializar a comunicação de duas vias, em tempo real, entre prefeituras, empresas e cidadãos de cada município, de modo a viabilizar as ‘Smart Cities’ do futuro.

Fonte: ProXXIma

Credibilidade jornalística cai nos EUA

Enquanto as empresas confundirem juventude com renovação e novidade e continuarem elevando profissionais que na verdade são apenas Focas Arrogantes em Cargos de Chefia, a coisa vai continuar difícil, cheia de 171s, baratas, fuscas e séries históricas.

Também não adianta apostar em gente que só entende de um assunto. Já se foi o tempo dos setoristas puros. Hoje, o jornalista político precisa saber algo de esportes, assim como o esportivo precisa entender um pouco de economia.

Claro que o descrito acima é só um elemento da equação, mas um elemento de peso. Pelo menos esse não é um evento unicamente brasileiro.

Pesquisa do Pew Research Center aponta que os veículos noticiosos norte-americanos enfrentam o menor grau de confiança da década

Os norte-americanos nunca confiaram tão pouco nas principais organizações de notícia dos Estados Unidos, revela pesquisa elaborada pelo Pew Research Center For The People and The Press, divulgada no segundo semestre desse ano. De acordo com a pesquisa, em 2012 os veículos jornalísticos atingiram o menor grau de credibilidade da última década: 44% dos entrevistados atribuem nota 1 e 2 (negativa) para os meios. Em 2002 eram 30%. Já a avaliação positiva (3 e 4), hoje, é feita por 56% dos entrevistados, contra 71% em 2002.

Entre todos os veículos, as emissoras de TV locais têm a maior credibilidade, com 65% de avaliação positiva. O jornal USA Today, da Gannett Company, tem a pior avaliação entre os meios pesquisados, com 51% de percepção negativa por parte da opinião pública, junto da Fox News (51%) e New York Times (50%). 60 Minutos (64%), ABC News (59%) e Wall Street Journal (58%) são os mais bem avaliados. A pesquisa foi feita com 1001 moradores dos Estados Unidos maiores de 18 anos, entre os dias 19 e 21 de julho, por telefone e incluiu 13 veículos, de TV aberta, local, paga e jornais.

Fonte: Meio & Mensagem 

As incoerências do STF e da Justiça

O Julgamento do Mensalão ainda não acabou, mas é de impressionar o circo no qual se transformou. Não tenho dados para saber se as questões julgadas anteriormente tiveram esse mesmo clima, mas acho improvável. Os coleguinhas que cobrem o Congresso e os julgamentos no Supremo nunca noticiaram coisa igual, o que me leva a concluir que: ou os honoráveis ministros sempre saíram na porrada em debates acaloradíssimos  – fico imaginando como devem ter sidos os sobre a questão das células tronco – ou que saber que as sessões estavam sendo transmitidas ao vivo para todo o Brasil inflou os egos dos excelentíssimos.

Os embates entre o relator e o revisor do processo poderiam até ser pertinentes, caso os dois não exagerassem nas cores, poses e tons das interpelações. Tudo parece saído de um filme da década de 40, onde os gestos precisavam ser exagerados. Isso, só serve para enevoar o que deveria ser um dos momentos históricos do nosso Judiciário, deixando aquela sensação de que o ser humano comum – como são nossos representantes nesse caso – não resiste aos holofotes. Imagina como vai ser (na Copa?) agora que o Barbosão virou presidente!

Para piorar, tivemos, nos últimos dias, decisões que em nada ajudam a imagem da Justiça. As confusões do julgamento do goleiro do Framengo (sim, ele ainda é jogador do clube) Bruno e a soltura do nosso grande Cachoeira soam como piada. De mau-gosto, mas piada.

Juro que tento levar fé nas instituições (não só as brasileiras), mas elas não ajudam.

Fundadores do Twitter lançam Medium, nova plataforma de blogs

Alguém já experimentou?

Depois de criarem o Blogger (posteriormente vendido para o Google) e o Twitter, agora Biz Stone e Evan Willians, em parceria com Jason Goldman, criaram uma nova plataforma de blogs chamada Medium . O novo serviço pretende atender os usuários que acham o espaço dos blogs tradicionais muito longo e do Twitter muito curto para divulgar suas ideias.

Segundo Evan Williams, que criou com Biz Stone a incubadora Obvious em 2008, o Medium permite que o usuário escolha o tipo de contribuição que quer dar ao blog. “A maioria das pessoas, na maior parte do tempo, simplesmente leem conteúdo, e está tudo bem. Se elas escolherem, podem votar para indicar o que é bom ou dar algum retorno para o responsável pelo blog”, diz Williams.

Todas as postagens dos usuários do Medium serão organizadas em coleções, que são definidas pelo tema e modelo escolhido pelo usuário. Segundo Williams, o Medium oferecerá diversidade em temas e modelos para que “o design sirva ao propósito dos usuários da ferramenta”.

Os usuários da ferramenta também poderão criar coleções de conteúdos publicados em outros blogs do Medium, de maneira similar a como os internautas interagem com o mural de fotos online Pinterest. Porém, as coleções poderão ser construídas com posts de fotos, vídeos ou texto puro. Será possível, também, votar nos melhores conteúdos, como no novo Digg: os mais populares aparecerão no topo da página.

O Medium não está aberto para todos os usuários, mas qualquer pessoa com uma conta no Twitter poderá ler o conteúdo publicado pelos usuários beta – que incluem apenas amigos e familiares dos fundadores, por enquanto. É possível fazer um cadastro para ganhar acesso ao site na segunda fase dos testes.

Fonte: IG

Produced by George Martin – O legado do quinto Beatle em DVD

DVD conta a história do maior produtor musical da Inglaterra, Sir George Martin, responsável, entre outras obras, dos grandes sucessos dos Beatles

O legado musical dos Beatles é riquíssimo. As composições de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, estão na memória de milhões de pessoas no planeta, mas nada seria assim se não existisse a figura (os ouvidos e o talento) do produtor George Martin, o homem responsável pelo grupo assinar seu primeiro contrato de gravação e o criador dos sons que mudaram o mundo da música pop. Agora, o trabalho de Martin pode ser conferido no DVD Produced by Geroge Martin (ST2).

Para se ter ideia da importância de Martin, ele, assim como Paul McCartney, ganhou o título de Sir, a maior honraria concedida pela coroa britânica. Mas que não pensem que o seu trabalho se resumiu apenas aos Beatles. Nos anos 60, Martin produziu uma série de outros artistas e dezenas de canções que alcançaram o topo da parda inglesa, com artistas como Gerry and the Pacemakers, Billy J. Kramer and the Dakotas e Cilla Black. Nos anos 70, além de voltar a se reunir com o pupilo McCartney para produzir o single Live and Let Die (tema do filme de James Bond do mesmo nome), também é o nome por trás dos sucessos de grupos como o America e de álbuns de gente do calibre de Jeff Beck. Na década de 80, assinou registros de Cheap Trick, UFO e Paul McCartney (sempre). Depois, ainda gravou com Celine Dion e outros grandes nomes da música pop. Em seus estúdios, foram gravadas obras primas como Brothers in Arms (Dire Straits) e Nothing Like the Sun (Sting), além de sucessos do The Police e Eric Clapton, só para citar alguns.

O DVD conta a história de Martin, hoje um respeitável senhor inglês, que convive com a perda da audição, mas com muitas histórias. Em entrevistas conduzidas por seu filho Giles, o quinto Beatle conta detalhes de como era o seu trabalho com os rapazes de Liverpool e como foi construindo sua carreira, desde a gravação de discos de comédia (com Peter Sellers) até deixar a EMI (onde ganhava um pequeno salário) para construir seu primeiro estúdio de gravação e se tornar o maior produtor do planeta.

O documentário mantém o clima caseiro, não só pela presença do filho Giles, mas também da esposa Judy Lockhart-Smith, que conheceu em Abbey Road quando foi contratado para trabalhar no então pequeno selo Parlophone, nos anos 50.

No filme ainda há entrevistas gente como Ringo Starr, Paul McCartney e Jeff Beck, mas infelizmente não há legendas em português (somente inglês, espanhol e francês), o que pode dificultar um pouco a compreensão de quem não domina o idioma inglês.

Produced by Geroge Martin é um documento da evolução do rock inglês, dos Beatles e de uma das figuras mais simpáticas e criativas da música de todos os tempos. Se a capa onde os Beatles atravessam Abbey Road (a rua onde se localiza o estúdio onde gravaram a maioria de seus trabalhos) é um ícone reconhecido mundialmente, a música que saia daquelas salas de gravação para ganhar o mundo tem a assinatura de Martin.

Uma verdadeira aula de história musical.

 

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Software: 85% das empresas nacionais não têm certificação de qualidade

Pesquisa mostra que o software nacional tem uma dura lição de casa para fazer. Isso porque apenas 15% das empresas de software do país têm certificação – a maior parte no MPS.br, programa da Softex, e nos níveis considerados mais simples – E e G. Levantamento aponta ainda que as empresas do Centro-Oeste, Nordeste e Norte têm mais certificações em comparação com as da região Sul e Sudeste. A razão é simples: a exigência do governo.

O levantamento, batizado de Censo do setor de TI, realizado pela MBI em parceria com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação (Assespro), ouviu 285 empresas, de 19 estados do país, sendo 63% desenvolvedoras de software e 55%, revendedoras de software sob encomenda.

No item certificação, o estudo constatou que 28,4% não possuem nenhum profissional certificado e o mesmo percentual (28,4%) possui de um a dois profissionais certificados na empresa. Em relação às certificações empresariais, a mais comum é a MPS.br, níveis E a G, presente em 15,4% das empresas, seguida pela ISO 9000, com 13%. Já a CMMI, níveis 2 ou 3, está presente em 6,7% das empresas, enquanto que apenas 3,2% possuem a certificação MPS.br, níveis A a D.

“Essa questão da certificação fica clara que ela é encarada como um custo, não como um investimento para fomentar novas vendas”, diz Roberto Mayer, responsável pelo estudo, divulgado nesta terça-feira, 14/08, durante a 5ª Conferência da Qualidade de Software, realizada na capital paulista.

Outro dado considerado relevante é o fato de as empresas de software terem, apesar de não terem a certificação dos seus produtos, grandes empresas entre os clientes. Para Mayer, isso significa que boa parte das empresas está vendendo software de prateleira – que não exige qualidade para os seus funcionários.

“Os desenvolvedores estão em menor parcela”, salienta. Apesar de admitir que a certificação do software é baixa no país, Mayer destaca o bom resultado do programa MPS.br, liderado pela Softex. “Eles já estão em 20% das empresas e são fortes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que precisam vender para o governo. Mas é preciso um trabalho mais forte nas regiões Sul e Sudeste”, observa.

O Censo procurou identificar também as ferramentas utilizadas pelas empresas de TI. A maioria, 85,3%, utiliza como sistema operacional a família Microsoft, enquanto que o Linux esta presente em 49,1% das empresas. A família Apple aparece na quinta colocação, presente em 14,7% das empresas.

Fonte: Convergência Digital

Palavra do Dia: Internetês

O idioma brasileiro é interessante. Faz tempo já se libertou das amarras do português tradicional, subvertendo regras e criando novas tendências. O internetês é apenas mais um exemplo de que, não só o português, mas todos os idiomas podem se adaptar ao novo.

‘Internetês’ é um jargão que se popularizou a partir dos anos 2000. Trata-se de uma forma específica de escrever na internet, através de mensagens de correio eletrônico, em chats, redes sociais etc. Com o tempo, a forma de escrever do internetês se adotou, também, nas mensagens via celular. Popularizado pelos jovens, o internetês costuma abreviar palavras, para que a comunicação se estabeleça mais rapidamente. Por exemplo, ‘beijos’, vira ‘bjs’; ‘você’, vira ‘vc’; ‘porque’ e ‘por que’, viram ‘pq’; ‘amigo’, vira ‘amg’ etc. Algumas pessoas consideram o ‘internetês’ prejudicial para a língua portuguesa, mas se trata, apenas, de mais um movimento da língua, que está em constante evolução, em função de como seus falantes a exercitam.

Definição:

(in.ter.ne.tês)

sm.
1  Bras.  Gír.  O jargão empregado por usuários da internet em mensagens de correio eletrônico, em chats etc.: Você considera o internetês uma ameaça à língua portuguesa?

[F.: internet + -ês.]

Foursquare vai avaliar estabelecimentos

Ferramenta vai permitir que usuários classifiquem os locais utilizando um sistema de notas de zero a dez

O Foursquare anunciou um sistema de avaliação dos empreendimentos no aplicativo móvel. Os usuários poderão classificar os locais onde fizerem check-ins, utilizando um sistema de notas de zero a dez. Em post em seu blog oficial, a companhia deixou claro que o seu sistema de qualificação é bem diferente do que “existe no mercado atualmente”.

“Ao invés de outros sites, onde um lugar ganha três ou quatro estrelas, nossa classificação tem pontuações que usam a mesma mágica do Foursquare. Olhamos aos sinais como dicas, curtidas, não curtidas, popularidade, lealdade, expertise local e quase três bilhões de check-ins de mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo”, disse a nota no blog.

Fonte: Cnet

Amazon enfrenta novos obstáculos na luta por consumo de final de ano

Se está prestes a entrar no mercado brasileiro, a Amazon enfrenta problemas nos Estados Unidos para manter a liderança em vendas.

O dom de dominar a temporada de festas de final de ano que sempre beneficiou a Amazon pode perder parte de seu encanto este ano.

As maiores cadeias de varejo físico dos Estados Unidos, da Wal-Mart Stores e Target à Toys “R” Us, têm a Amazon na mira e estão concorrendo mais agressivamente quanto a preços e oferecendo entrega mais rápida, sites melhores e lojas que também servem como centrais locais de distribuição.

O ataque surge no momento em que a vantagem de preço da Amazon sobre o varejo físico está sendo reduzida. A empresa começou a pagar mais impostos de vendas este ano no Texas, Pensilvânia e Califórnia, o que pode resultar em aumento de preços a não ser que a Amazon decida bancar o prejuízo.

“São fatores que sem dúvida estão colocando mais pressão sobre a Amazon este ano, mais que no passado”, disse Eric Best, presidente-executivo da Mercent, que ajuda comerciantes a vender on-line.

O trimestre final de cada ano, que tem o Dia de Ação de Graças e o Natal, é vital para o varejo porque é quando as empresas geram mais receita e grande proporção de seus lucros. A Amazon, devido a suas despesas inferiores, gestão eficiente de estoques e melhor seleção e busca de produtos, domina as compras on-line na temporada de festas.

Agora, a própria Amazon parece estar reconhecendo a ameaça à sua liderança natalina, ou pelo menos a incerteza causada pela concorrência ressurgida.

Em teleconferência com analistas, a empresa previu resultados para o quarto trimestre que variavam de prejuízo de US$ 490 milhões a lucro de US$ 310 milhões — uma variação muito mais ampla do que no ano passado, quando previu resultado que variava de prejuízo de US$ 200 milhões a lucro de US$ 250 milhões. A Amazon terminou lucrando US$ 260 milhões no quarto trimestre de 2011.

Fonte: O Globo

Kiss volta ao Rio com a Monster Tour

De volta ao Brasil a banda se apresenta neste domingo no HSBC Arena. O espetáculo terá musicas do novo álbum e os clássicos que fazem a alegria dos fãs do grupo

Considerado (erradamente) por muitos como uma mistura de desfile de escola de samba com rock pesado, mais uma vez um show do Kiss desembarca no Rio. Apesar da pintura e dos vários efeitos especiais que utilizam, o mais importante da banda é mesmo a música.

Com uma relação com o Rio que se iniciou na década de 80, quando colocaram 200 mil pessoas no Maracanã, os mascarados do Kiss voltam à cidade pouco mais de três anos depois de sua última visita, em 2009, com a turnê Alive 35. Agora, chegam com a Monster Tour, que passa também por Porto Alegre e São Paulo, e serve para divulgar o seu último disco (Monster). O espetáculo, que acontece neste domingo na Arena HSBC, promete espremer os fãs, que não terão tanto espaço quanto tiveram nas últimas apresentações da banda por aqui.

“A Arena não é tão grande quanto a Apoteose (onde se apresentaram em 2009), mas também não vamos ter problemas com a chuva como aconteceu da última vez. É um show imperdível”, conta a estudante de comunicação Camila Farias, de 19 anos.

A maquiagem e o peso do som da banda formada por Paul Stanley (vocais e guitarra rítmica), Gene Simmons (vocais e baixo), Eric Singer (bateria, percussão e vocais) e Tommy Thayer (guitarra solo e vocais), hipnotizam fãs já há quase 40 anos.

“O show deles é uma festa com todo mundo curtindo o astral junto. Depois de 40 anos ouvindo o Kiss, os fãs se parecem com os dos Beatles no amor à banda. Gosto do hard rock com melodia, o descompromisso e o fato de serem quatro caras sem grana que correram atrás e se deram bem. São honestos ao reconhecerem isso. Como disse uma vez o Peter Criss, primeiro batera: ‘Se não ficarmos ricos com isso, vão ter que me internar num hospício’”, diz o músico niteroiense André “Barba The Axe”, nome inspirado no baixo em formato de machado usado por Simmons.

Os grandes sucessos como Rock And Roll All Nite, Detroit Rock City e Lick It Up estão sempre no setlist, junto das novas (e boas) canções de Monster, em uma demonstração de fôlego e criatividade raros em grupos com tantos anos de estrada.

“Foi o melhor em vinte anos, desde Revenge (1992). Nunca vi tanta música boa num só CD, e me senti de novo com 15 anos”, conta André.

Portanto, esperem Gene Simmons cuspindo fogo, Paul Stanley voando pelo palco, muitos efeitos especiais, músicos maquiados, mas aguardem mesmo é muita pauleira. Isso é o Kiss.

Crítica  – Monster

Espinafrados durante anos pela crítica especializada e quase sempre considerados mais um ato teatral do que uma expressão musical, o Kiss volta aos holofotes com o ótimo Monster. Desde os primeiros acordes de Hell or Hallelujah – primeiro single tirado do álbum – já sentimos o peso da banda, justificando o aviso estampado na capa do CD: “Sem Frescura. Sem baladas. Apenas Rock’n’Roll a todo o vapor“.

Depois de alguns discos apenas razoáveis (como Sonic Boon), Monster se beneficia da ótima produção de Paul Stanley e de uma safra de composições de primeira – a maioria parcerias entre os fundadores Gene Simmons, Paul Stanley e o guitarrista Tommy Thayer – o CD gira, queimando em alta octanagem do início ao fim. São muitos os destaques. Além da já citada Hell or Hallelujah, Wall of Sound, Outta This World, Take me Down Below e Eat Your Heart out, têm tudo para se colocarem entre os clássicos da banda, embora só as três primeiras façam parte das 18 canções que integram o setlist dos shows.

Os elementos que fizeram e fazem o sucesso da banda podem ser encontrados desde a capa – com as famosas maquiagens e a não menos famosa língua de Gene Simmons – até o último segundo da última música. Guitarras altas e um senso melódico raro no hard rock.

Com Monster, os integrantes do Kiss parecem querer passar a seguinte mensagem aos fãs: “Esqueçam as maquiagens, esqueçam os efeitos especiais, esqueçam o reality show de Gene Simmons e prestem atenção no som de uma das melhores e mais cultuadas bandas de rock de todos os tempos“.

Serviço:

O HSBC Arena fica na Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca. Horário: 21 horas. Informações: http://www.hsbcarena.com.br.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Amazon fecha acordo com editoras e chega ao Brasil até dezembro

Depois de alguns jornais garatirem que a Amazon passaria a atuar no Brasil em setembro, agora parece que a coisa vai. Ainda não foram divulgados os detalhes de como ela vai operar, mas vai mexer com o mercado.

Fontes do mercado editorial confirmam a iminência do fechamento do acordo entre a Amazon.com com a distribuidora de livros digitais DLD, que engloba as editoras Rocco, Sextante, Objetiva e Record.

O acordo, que vem sendo costurado há mais de um ano entre as editoras e a maior varejista on-line do mundo, deverá ser assinado em breve — ainda este mês — e prevê a estreia da operação da Amazon no Brasil entre o final de novembro e a primeira quinzena de dezembro.

A princípio, a livraria fundada por Jeff Bezos venderá no Brasil seu leitor Kindle e títulos de ebooks. A Amazon anuncia em seu site oficial que está abrindo 15 vagas de trabalho em São Paulo.

Segundo a Reuters apurou há alguns meses, a potência americana do e-commerce deve oferecer um catálogo de dez mil livros digitais em português para o Kindle. A estratégia 100% digital permitiria à varejista minimizar custos no país.

— O Brasil seria o primeiro país em que a Amazon entra apenas com produtos digitais, e essa decisão foi tomada por motivos logísticos e dificuldades tributárias — disse então à agência uma fonte da indústria.

A Amazon é a mais recente empresa americana a buscar uma fatia do mercado de e-commerce brasileiro de US$ 10,5 bilhões. Espera-se que o segmento cresça 25% neste ano, impulsionado pelo aumento da classe média do país. Essa seria a mais recente incursão da Amazon em mercados emergentes, após seu ingresso na China, em 2004, e na Índia, neste ano.

Para adquirir fatia de mercado rapidamente no Brasil, a Amazon provavelmente venderá o Kindle a um preço subsidiado de R$ 500 (US$ 239) — três vezes mais caro que nos Estados Unidos, mas abaixo de produtos rivais no mercado brasileiro, disse a agência.

Fonte: O Globo

Joss Stone mostra simpatia, beleza, sensualidade, voz e soul no feriado do Rio – 15/11/2012

Cantora inglesa mais uma vez encantou a plateia carioca com sorrisos, seu jeito meigo, danças sensuais e um repertório que não deixou ninguém parado

Joss Stone é a prova de que alguém ter alma negra passa longe de ser uma expressão preconceituosa ou pejorativa. A loira voltou ao Rio de Janeiro nesta quinta-feirae reafirmou que não é preciso ter a pele escura ou ser norte-americana para ter aquele timbre de voz que arrepia e emociona a cada nota.

Aliás, deveria ser proibido ser bonita como ela é, cantar como ela canta e ainda ser simpática. É uma covardia, mesmo levando-se em conta de que ela perdeu quilos demais, deixando a sua silhueta um pouco menos atrativa, mas ainda muito acima da média.

Apesar da chuva, que insistiu em cair durante todo o dia, a inglesa encheu o Citibankhall de fãs que sabiam todas as canções do início ao fim. Com um repertório onde valorizava canções de seu último trabalho – The Soul Sessions 2 – Joss ainda foi generosa e atendeu vários pedidos do público.

Aliás (2), o Citibankhall precisa dar um jeito no sistema de ar condicionado da casa. Sempre que a lotação é grande o calor acompanha o número de presentes, mesmo em dias mais frescos, como ontem. Outro ponto a ser conferido é o som. Quem estava do lado direito do palco sofreu em vários momentos com problemas na qualidade do áudio.

Desde os primeiros acordes de Give More Power to the People, ficou claro que Joss é garantia de boa música e que o Rio e ela têm uma ótima conexão. Relegada ao palco Sunset no último Rock in Rio – ela tem calibre para o palco principal – a intérprete de pérolas poderosas como Super Duper Love e Right To Be Wrong, se divertiu, conversou, ficou encabulada e teve até o seu momento Roberto Carlos, quando, ao fim do espetáculo, distribui rosas brancas para a audiência.

Quem não pôde ir, aguarde uma nova visita da cantora, que, com certeza, não vai nunca deixar o Rio fora da sua rota.

Joss foi só o início de uma série de bons concertos que vão animar o feriadão dos cariocas. Domingo é a vez do Kiss e dia 22 teremos a apresentação do Creed.

Bom feriado.


Parte deste texto foi publicado no jornal O Fluminense

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

Anunciantes preferem sites pagos ao Facebook

Pelo jeito continua a saga de como ganhar dinheiro com a internet. Mudam os nomes, as tecnologias, mas o problema persiste.

A Online Publishers Association (OPA) divulgou os resultados da pesquisa “Branding on Display”, que avalia o papel de branding na publicidade online e as mídias preferidas de agências e anunciantes para atingir seus objetivos de marca. Conduzido pela Advertiser Perceptions para a OPA e realizado entre 7 e 15 de agosto com 251 agências e anunciantes que investem no mínimo US$ 1 milhão em publicidade digital, o estudo de profundidade verificou que os sites de conteúdo premium não apenas oferecem nível de satisfação mais elevado do que o Facebook (78% versus 51%), mas também mais intenções de compra (78% x 50%), mais segurança para a reputação da marca (71% x 36%), melhores opções para as campanhas publicitárias (64% x 26%), maior nível de atenção da audiência (63% x 29%), mais oportunidades de plataformas cruzadas (60% x 29%) e melhor visibilidade dos anúncios (59% x 42%).

Outros resultados incluem:

– 55% dos respondentes afirmam conseguir mensurar o ROI de campanhas focadas em marca nos sites de conteúdo pago, uma proporção duas vezes maior dos que sentem o mesmo sobre o Facebook (27%).

– 47% consideram os sites pagos a melhor mídia para campanhas de marca, contra 16% que preferem mídia social em geral. (Apenas 13% preferem as video ad networks, e 11% os portais).

– Entre os que acreditam que os sites de conteúdo pago são a melhor mídia para campanhas de marca, 73% os consideram melhores para alcançar a audiência-alvo, e 63% para atingir os objetivos de branding.

– 61% dizem que os publisher pagos são a melhor mídia para qualidade e imagem da marca (contra 20% que favorem a mídia social), e 48% acreditam que eles oferecem conteúdo ou contexto mais relevante para as campanhas (contra apenas 23% da mídia social).

– 64% afirmam que os sites de conteúdo premium aumentam o tráfego para uma loja, e 45% que aumentam a resposta a uma oferta especial.

– Em relação aos segmentos demográficos mais focalizados, 74% dos respondentes visam a Geração X (30-44 anos), 56% os Baby Boomers (45-65 anos), e 48% a Geração Y (20-29 anos). Na comparação com a mídia social, os sites pagos são iguais ou superiores para atingir duas dessas três faixas etárias: Geração X (27% x 24% da mídia social) e Baby Boomers (45% x 5%).

Pam Horam, presidente da OPA, declarou em comunicado: “Queríamos compreender melhor as prioridades dos anunciantes na entrega dos seus objetivos online para as marcas. A pesquisa sem dúvida demonstra que os tomadores de decisão valorizam os Premium Content Publishers acima de todas as outras mídias para suas mensagens de branding. Com 63% dos pesquisados considerando esses publishers como canais superiores para atingir os objetivos de marca, comparados a apenas 27% que favorecem a Mídia Social, a mensagem é muito clara: eles consideram as top marcas da mídia mais vantajosas para suas campanhas.”

Fonte: ProXXIma

Veneza – ontem e hoje

Vejo as fotos de Veneza alagada e fico feliz em lembrar que no fim de outubro ela ainda estava ensolarada e linda.

Compare!

Fim de outubro de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novembro de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Jo Nunes, Fernando de Oliveira e Agências Internacionais