Coisas que gostaríamos de ouvir

“Encontrei um errinho ali e EU VOU consertar”.

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Qual o seu notebook?

Não tem jeito. Mesmo que você – assim como eu – tenha restrições ao seu uso, não dá para fugir dos notebooks e do trabalho remoto 24h por dia. O problema é escolher um que nos satisfaça em termos de tamanho, peso e performace.

Dia desses recebi um texto que deve ajudar. Vejam o que acham.

Os notebooks são similares a remédios comuns para gripe: alguns agem rápido e outros duram bastante tempo. Com notebooks, no entanto, é possível personalizar as peças e as especificações da máquina. Como consequência, é importante saber quais são os “ingredientes” principais e o quanto de cada um deles será necessário para satisfazer suas necessidades, agora e no futuro. A primeira pergunta que você deve fazer a si mesmo é: para que usarei o notebook?

Tamanho

É aí que está: tamanho não importa. Sim, o notebook menor, mais fino e mais leve é ultraportátil. Mas também ultralimitado em desempenho e no que ele pode fazer. Essas máquinas são básicas, adequadas para tarefas simples como digitar textos, navegar na Internet e ler e-mails. Se você não precisa de nada além disso, um desses “netbooks” seria ideal para você. Por outro lado, notebooks excessivamente grandes, com telas maiores e imagens em resoluções mais altas, são muito mais do que substitutos do desktop – não é recomendável se quiser carregá-lo com você no dia a dia. Com a configuração correta, contudo, eles podem ser adequados para suas necessidades gráficas exigentes. A maior parte dos usuários optará pelo perfeito equilíbrio entre tamanho e desempenho.

Processador (CPU)

O processador determina a velocidade com que o notebook executará aplicativos e tarefas. Procure um notebook que tenha um processador com dois núcleos, já que apresentam excelentes capacidades multitarefas. Processadores com três a quatro núcleos terão melhor poder de desempenho, principalmente em se tratando de aplicativos exigentes, como os de edição de vídeos. Contudo, a maioria dos usuários não aproveitam as vantagens dessa potência absoluta.

Memória (RAM)

Na linguagem dos computadores, a “memória” tem um significado um pouco diferente daquele com o qual estamos acostumados, embora ambos tenham o mesmo nível de importância. Quanto mais memória seu notebook tiver, mais aplicativos poderão ser executados de uma vez e melhor será o desempenho da máquina. Notebooks com 2 GB de RAM são ideais, junto com a opção de adicionar mais memória. Os notebooks pré-carregados com mais memória existem, mas é melhor adquirir um notebook com menos RAM, para começar, e adicionar mais posteriormente se achar que o desempenho do computador está deixando a desejar. Incluída desde o início ou adicionada com o passar do tempo, uma maior quantidade de RAM estende a vida útil do notebook. Apenas certifique-se de que a configuração interna permite atualização.

Disco rígido

Quanto maior o disco rígido, mais dados poderão ser armazenados no notebook. Até mesmo os menores notebooks oferecem 80 GB de espaço de armazenamento, o que seria suficiente para trabalhar com e-mails, bancos de dados, planilhas e outros documentos de trabalho. Se você instala todos os programas gratuitos que se depara, usa o computador para armazenar vídeos e fotografias e baixa várias músicas e filmes, você deve optar por um disco rígido maior – de, no mínimo, 500 GB. Além dos tamanhos diferentes, os discos rígidos também apresentam diferentes velocidades. Os discos rígidos giram em velocidades que variam entre 5.400 e 10.000 RPM, com as velocidades mais rápidas obviamente proporcionando acesso mais rápido aos dados. Um disco rígido rápido tem capacidade de aprimorar o tempo que leva para abrir um programa ou iniciar o Windows®, mas somente de forma marginal. Até mesmo a maior parte dos discos de 5.400 RPM costumam funcionar bem para a maioria dos usuários, mas um de 7.200 RPM seria o ideal, se possível. Usuários que fazem questão de um bom desempenho devem procurar discos rígidos de 10.000 RPM.

Vida útil da bateria

Para realmente aproveitar as vantagens da mobilidade de um notebook, verifique se ele tem vida útil de bateria suficiente para evitar ter dores de cabeça tentando encontrar uma tomada. Baterias com seis ou nove células são os tamanhos comuns para notebooks. Baterias com 12 células também estão disponíveis. Quando maior a bateria, mais tempo ela durará. Ao mesmo tempo, quanto maior o notebook, mais energia será necessária para alimentá-lo.

E ai, já escolheu o seu?

 

Estrela morre sufocada com poeira

Não. Não estamos falando de uma cantora de rock ou atriz de cinema. Estamos falando de uma estrela de verdade (daquelas que brilham no céu). Essa é mais uma notícia bizarra que não vai mudar as nossas vidas.

Astrônomos utilizando o telescópio Spitzer, da Nasa – a agência espacial americana, descobriram que uma estrela gigante em galáxia remota morreu sufocada por sua própria poeira.

Pesquisadores suspeitam que este evento, o primeiro do tipo visto por astrônomos, era mais comum no começo do universo. A galáxia está localizada a cerca de 3 bi de anos luz da Terra.

Segundo os cientistas, é uma dica do que veríamos caso a estrela mais brilhante da Via Láctea explodisse, evento conhecido por supernova, maneira mais comum de morte das estrelas.

Os astrônomos estavam procurando dados de atividades de núcleos galáticos em buracos negros no centro de galáxias.

Notícia originalmente publicada no Portal Terra.

Pesquisa revela o comportamento do jovem brasileiro na Internet

Como os jovens brasileiros se comportam na Internet? Este foi o tema da sexta edição do projeto “Este jovem brasileiro”, desenvolvido pelo Portal Educacional (www.educacional.com.br). Mais de 10,5 mil alunos de 13 a 17 anos, de 75 escolas da rede particular de ensino de todo o país, participaram da pesquisa. Eles responderam anonimamente a um questionário online sobre seus hábitos de uso da Internet, relações virtuais, exposição, violência e situações hipotéticas que podem ocorrer com quem usa a rede.

Entre os participantes da pesquisa, 99% têm computador em casa, metade no próprio quarto, e 55% usam computador todos os dias, sendo que 40% usam Internet de 2 a 4 horas por dia durante a semana, mas 15% ficam conectados por mais de 8 horas. Nos finais de semana, o número de horas de conexão é maior, e as redes sociais (MSN, Facebook, Orkut) são a categoria mais acessada, o que sinaliza que muitos estão trocando horas de lazer e convivência com os amigos para ficar na frente do computador. Mais de 20% dos participantes avaliam que seu uso de Internet está acima do normal ou se consideram dependentes e 17% enfrentam conflitos com os pais por conta do excesso de uso.

A sexta edição do projeto “Este jovem brasileiro” confirma dados já observados em edições anteriores no que diz respeito à forma como os jovens estão se relacionando: 60% dos participantes da pesquisa já usaram a Web como forma de conhecer pessoas, sendo que desses, 27% usaram as redes sociais para tanto; 38% já fizeram amigos na Internet que trouxeram para a vida real e 25% já “ficaram” com pessoas conhecidas por meio da rede. Ao se aproximar de um desconhecido, 97% dizem não confiar logo de cara em quem conhecem pela rede – 44% admitem a possibilidade de marcar encontros reais, 32% seriam muito cuidadosos, 10% teriam algum tipo de cuidado, mas 2% não teriam maiores preocupações.

Outra questão importante é como o jovem se expõe na Internet e se ele tem noção do impacto que essa exposição pode ter em sua vida futura. As respostas revelam que 36% costumam postar comentários na Internet, e 71% costumam postar fotos; 7% já colocaram fotos ou filmes mais ousados na rede. 35% não usam filtros para impedir que qualquer um acesse as suas informações e quase 7% costumam abrir a webcam para pessoas que não conhecem. Do outro lado, muitos já enfrentaram problemas por causa dos conteúdos publicados na Internet: 17% no namoro, 11% na escola e 19% com os amigos. Além disso, 10% já enfrentaram problemas por causa de imagens ou posts publicados por outras pessoas na rede.

A violência também foi abordada na pesquisa, e entre os entrevistados, 69% concordam que o anonimato da Internet estimula as pessoas a ofenderem umas às outras, e 29% já fizeram algum comentário ou tiveram alguma atitude ofensiva com amigos ou desconhecidos na Internet. Nas respostas, 31% disseram que já foram vítimas de alguma forma de violência, 11% de preconceito e 15% já se sentiram mal em função de alguma agressão sofrida. Mais de 3% evitaram sair de casa, falar com alguém ou ir à escola por algum problema surgido na Internet.

O projeto também procurou checar se alguns tipos de comportamento na Internet poderiam estar potencializados em alguns grupos de jovens. A conclusão é que quem falta muito e vai mal na escola, tem problemas emocionais frequentes, relação péssima em casa ou pai e mãe que já faleceram, fuma, usa drogas ou bebe com freqüência, tem maiores riscos de exagerar no uso da Internet, passando noites em claros e criando dependência, de desenvolver comportamentos que coloquem em risco sua segurança, criem problemas de relacionamento com os amigos ou causem exposição indesejada, e ainda de fazer comentários ou agir de modo ofensivo

Texto divulgado originalmente pela Positivo Informática

Agenda de shows internacionais no Rio em 2011

Atualizado em 12/10/11 – Críticas: Eric Clapton e Tears for Fears

Mantendo a tradição, aqui está a agenda com os shows internacionais que passarão pela Cidade Maravilhosa durante o ano (2011).

Com a confirmação do Rock in Rio, o ano promete!

A lista será atualizada sempre que alguma novidade for confirmada.

E agora os leitores do blog também podem acompanhar os shows internacionais no resto do país em 2011.

Quem está certo:

10 de janeiro: Amy Winehouse (HSBC Arena)

11 de janeiro: Amy Winehouse (HSBC Arena)

14 de janeiro: Mayer Hawthorn (Circo Voador)

19 de janeiro: All Time Low (Vivo Rio)

30 de janeiro: Two Door Cinema Club (Circo Voador)

03 de fevereiro: Vampire Weekend (Circo Voador)

17 de fevereiro: LCD Soundsystem (Vivo Rio)

19 de fevereiro: Paramore (Citibank Hall)

24 de fevereiro: Kate Nash (Circo Voador)

25 de fevereiro: Cindi Lauper (Vivo Rio)

25 de fevereiro: Backstreet Boys (Citibank Hall)

20 de março: Seal (Citibank Hall)

25 de março: Anahí e Christian Chávez (Local ainda não divulgado)

27 de março: Iron Maiden (HSBC Arena)

27 de março: Anahy e Christian Chavez (Vivo Rio)

29 de março: 30 Seconds to Mars (Vivo Rio)

02 de março: Air Supply (Vivo Rio)

03 de março: Boys Like Girls (Vivo Rio)

06 de abril: Elvis Costello (Citibank Hall) – CANCELADO

07 de abril: Ozzy Osbourne (Citibank Hall)

06 de abril: Slash (Vivo Rio)

09 de abril: Mason (Kaballah Festival)

16 de abril: Roxette (Citibank Hall)

16 de abril: Natalie Cole (Vivo Rio)

11 de maio: Scott Stapp (Citibank Hall)

22 de maio: Paul McCartney (Engenhão)

23 de maio: Paul McCartney (Engenhão)

03 de junho: Alice Cooper (Citibank Hall)

05 de junho: Jack Johnson (HSBC Arena)

11 de junho: Billy Paul (Vivo Rio)

01 de julho: Ed Kowalczyk (Vivo Rio)

06 de agosto: Erasure (Citibank Hall)

26 de agosto: Macy Gray (Leopoldinal)

27 de agosto: Chaka Khan (Leopoldina)

27 de agosto: Prince (Leopoldina) CANCELADO

27 de agosto: Ricky Martin (Citibank Hall)

11 de setembro: Judas Priest & Whitesnake (Citibank Hall)

23 de setembro: Elton John (Rock in Rio)

23 de setembro: Rihanna (Rock in Rio)

23 de setembro: Katy Perry (Rock in Rio)

24 de setembro: Red Hot Chili Peppers (Rock in Rio)

24 de setembro: Snow Patrol (Rock in Rio)

25 de setembro: Slipknot (Rock in Rio)

25 de setembro: Motörhead (Rock in Rio)

25 de setembro: Coheed and Cambria (Rock in Rio)

25 de setembro: Metallica (Rock in Rio)

08 de outubro: Tears for Fears (Citibank Hall)

09 de outubro: Eric Clapton (Arena HSBC)

06 de novembro: Pearl Jam (Apoteosea)

15 de novembro: Ringo Starr (Citibank Hall)

15 de novembro: Britney Spears (Apoteose)

EUA: 22% dos adolescentes têm problemas psicológicos graves

Que muitos americanos não batem bem da bola é de conhecimento público. Vide a qantidade de Dias de Fúria que temos por lá todos os anos. Agora, faltava que nossos intrépidos cientistas fizessem uma comprovação do fato.

Ai está:

Problemas de comportamento, humor e de ansiedade severos, que interferem na vida cotidiana, afetam quase um quarto dos adolescentes americanos, afirma um estudo divulgado nesta quinta-feira nos Estados Unidos por uma revista especializada.

Segundo o trabalho elaborado por Kathleen Merikangas, do Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH, em inglês), 22,2% dos adolescentes sofrem de transtornos que afetam suas atividades diárias, os quais geram grandes angústias.

De modo geral, pelo menos 51% dos meninos e 49% das meninas de 13 a 19 anos têm problemas de comportamento, humor, ansiedade ou de consumo de drogas, afirma o estudo publicado no Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry.

Trata-se do primeiro estudo que analisa a prevalência de uma grande variedade de transtornos psiquiátricos com uma mostra representativa em nível nacional. “A prevalência dos transtornos emocionais e psicológicos é ainda mais forte do que de doenças comuns, como a asma ou a diabetes”, diz o estudo, realizado com 10 mil adolescentes.

O problema mais frequente (30%) é a ansiedade, que pode ser registrada acompanhada de ataques de pânico e fobias sociais. O segundo mais presente é o déficit de atenção com hiperatividade (19,1%), seguido dos transtornos de humor e depressão (14,3%).

As informações são da AFP

Capcioso

Há mais significados capciosos do que imagina a nossa vã filosofia. Você acaba descobrindo que conhece mais pessoas capciosas do que imagina – e nem sempre no bom sentido.

1. Que usa de astúcia para enganar, confundir, enredar; CAVILOSO

2. Que procura levar ao erro; que tem ou é feito com intenção prévia maliciosa, para fazer com que se notem defeitos em algo, ou que se levantem objeções etc. (pergunta capciosa; reportagem capciosa); ARDILOSO; ASTUCIOSO

3. Que envolve, encanta; INSINUANTE

[Pl.: [ó].]

[F.: Do lat. captiosu(m).]

Vinho do Porto com 150 anos

Essa é daquelas notas que faz chorar ao lembrar que nosso dinheiro é pouco.

Porto Taylor’s Scion

A Taylor’s, empresa fundada em 1692 e que produz Vinho do Porto há mais de 300 anos, anunciou que lançará um dos poucos vinhos pré-filoxéricos do mundo. Sabe-se que a filoxera atingiu a região do Douro em meados do século XIX, logo, este porto terá algo em torno de 150 anos.

Dois cascos do vinho teriam ficado com uma importante família portuguesa e sido descobertos em 2008 pelo enólogo da Taylor’s que pegou amostras e comprovou que o vinho está em excelentes condições, com grande evolução e concentração. No ano seguinte os cascos foram comprados pela Taylor’s que dará o nome de Scion a esse raríssimo e disputado vinho.

O lançamento está previsto para dezembro deste ano e será vendido em quantidade bastante limitada por um valor aproximado de 2500,00 euros.

Texto publicado originalmente no blog Vinho em Pauta

Os piores músicos da década

Esse texto de Rafael Fernandes é mais uma daquelas listas que geram polêmica. Faltou a Alcione, mas creio que ela já é tão ruim que nem participe mais dessas listas. Esse texto foi originalmente publicado no site Digestivo Cultural.

Enjoy.

Chamar de músicos os dignísismos abaixo é uma ofensa aos músicos de verdade. Mas não posso me furtar de homenagear alguns daqueles que deturparam o valor da música ― intencionalmente ou não ― durante a última década.

Mallu Magalhães
Festa de família. O tio chama todo mundo para ver sua filha tocando a música que acabara de aprender. Com quatro acordes bem treinadinhos ela se esforça. É até simpático, mas o pessoal aplaude por educação. As tias avós adoram, claro. Os mais bêbados dizem que ela é maravilhosa. É mais ou menos esse o papel de Mallu Magalhães na música brasileira. Como começou cedo, pode até virar alguma coisa interessante. Mas não agora. Por enquanto, é café com leite.

Black Eyed Peas
Se eles alegarem que são uma piada as coisas começarão a fazer sentido. Mas pela aparência e pompa, não é o caso. Será que eles, realmente, se levam a sério? Como bem escreveu o The Guardian sobre “My Humps“, em seu artigo “As pessoas que arruinaram a década“: “É uma piada? É sério? Ah, é apenas uma m…”. A “música” do grupo é baseada nos mais surrados acordes (hein?) e melodias, com estrutura e métrica repetitivas para que o esforço de compreensão seja mínimo. Coisas que tornam “Parabéns a você” e “Cai cai balão” pérolas do arrojo musical. A gororoba é temperada com insinuações sexuais, como manda o manual do pop e do hip hop dos anos 2000. E muita pose, claro. Numa festa, pode até fazer algum sentido. Fora dela? Ressaca.

Latino
Esse campeão conseguiu ser parte da Escória Musical Brasileira (EMB) por duas décadas seguidas! Sempre apostando na pose bobalhão-pseudogalã-amigãodagalera, com tiradas tão criativas quanto as da Praça é Nossa. E buscando instigar o ridículo das pessoas. Taí: diferente do Black Eyed Peas, Latino abraçou o bizarro e faz dele sua marca registrada. Além disso, provou conhecer muito bem o nível de seu público alvo. É inegável que é competente em sua proposta. Não que isso seja um elogio.

Cantoras de samba
Elas foram surgindo aos montes pelos bares e pequenas casas de show no Brasil. Meninas lindas, de saias rodadas e mãos para cima cantando “lalalaiá”. Mas fraquinhas na música, tadinhas. Faltava preparo, suingue, relevância e, por que não, samba. Eram aplaudidas efusivamente, afinal, no mínimo estavam resgatando o “samba de raiz” ― que anda sendo exaltado como arte simplesmente por continuar existindo. Talvez eu, realmente, não seja bom sujeito. Mas se me acusarem de ruim da cabeça, posso alegar que é efeito das vozes irritantes dessas pseudo-cantoras de neo-samba.

(Qualquer ritmo aqui) universitário
Forró universitário, pagode universitário, sertanejo universitário, entre outros. A fórmula é simples: pegue um ritmo já desgastado e adicione a palavra “universitário” para dar um ar de jovialidade. Use clichês da música pop, refrões pegajosos e uma pitada do ritmo citado para tentar enganar. Exemplo: coloque uma sanfona se quiser parecer forró e um chapéu de cowboy se quiser parecer sertanejo. Nas letras, fale de amor e baladas ― não importa qual o estilo. Embora existam artistas que realmente gostam do que fazem, a maioria é, como sempre, de “espertos” querendo se pendurar no bonde do sucesso passageiro. Aguardem que em 2011 lanço o próximo ritmo a estourar nas paradas: o fado universitário.

Roberto Justus
Justus é um daqueles caras que, por ter sucesso profissional, dinheiro, poder e influência, acham que pode tudo. Daí ter lançado um disco. Sabem o pior? Ele levou a sério e achou ótimo. Você está demitido da música, Justus. Mas não fique triste. Você ainda é milionário, casado com a Ticiane e o melhor: tem um topete impecável. E fica a dica: por que não criar um duo vocal com o Eike Batista?

White Stripes
Pense que você é um guitarrista bem, mas bem ruinzinho (pode imaginar Jack White sem perdas). Como se destacar musicalmente? Fácil! Dispense o baixista e chame uma baterista muito pior do que você. Voilá! Junte com um visual meio cool, meio loser e boatos sobre sua relação com a moça e a receita de sucesso está pronta. A partir disso, qualquer besteira cola. Como dizer que a sujeira do som é “estética” e que tocar um instrumento de plástico é “genialidade”. O duo deveria chamar o Roberto Justus para uma jam. Se você ainda não consegue entender o quanto o White Stripes é enganação, pense em Gerald Thomas.

Qualquer artista de axé
Aqui, temos vários representantes da EMB. Na pré-história do gênero, “Fricote” foi um clássico; Araketu, um sucesso; Netinho (se lembram dele?) foi ídolo; Daniela Mercury e Margareth Menezes, duas das primeiras musas do gênero. O É o Tchan nos deu bons exemplos de sutileza e bom gosto ao falar de sexo, bem antes de Britney Spears nos apresentar seu repertório de danças exóticas. Aí vieram as ivetes e cláudias, versões 2000 e turbinadas de danielas e margareths. Hoje, graças à evolução do mercado, temos o privilégio de ter todos esses sub-gêneros fazendo sucesso ao mesmo tempo! Com músicas muito bem pensadas, verdadeiras revoluções estéticas. E versos que fariam Fernando Pessoa ruborizar de inveja. Vamos a alguns:

― “Pirou! Minha cabeça e o coração / Feito bola de sabão / Me desmancho por você” (como não se emocionar?)

― “Poeira! Poeira! Poeira! Levantou poeira!” (sacaram?)

― “Chi-cle-te! Oba, oba! Chi-cle-te! Oba, oba! Chiclete, chiclete quero chiclete” (declame algumas vezes com voz alta e empostada para notar a força literária)

Cansei de ser sexy
Uma bobagem maquiada com hype e aprovada por gringos sem noção. Destaque-se aqui que a autoestima de muitos “críticos” nacionais ainda é baixa. Um dos argumentos com os quais tentavam qualificar a banda e torná-la um “sucesso” era de que estavam fazendo “muitos shows no exterior”. Lixo internacionalizado é mais chique. Num certo sentido, valeu como troco: os gringos mandam tanta porcaria para cá, que fiquem com o CSS. Afinal, a melhor (e única) contribuição musical do grupo foi o Também Sou Hype.

Concupiscência

Você sabia?

1. Apetite sexual intenso: “…aquelas contra cujo pudor a sua brutal concupiscência se aguçava…” (Franklin Távora, O cabeleira)) [ antôn.: Antôn.: castidade, pureza. ]

2. Ambição, desejo, cobiça de bens ou de prazeres materiais [ antôn.: Antôn.: desambição, desapego. ]

3. Fil. Rel. A tendência do homem de cobiçar bens terrenos, decorrente do pecado original

[F.: Do lat. conscupiscentia.]

Paul in POA – Soundcheck 7/11/2010

Dentro da tenda Vip, com crachá e tudo

Novamente sem qualquer responsabilidade profissional, o domingo começou com a tensão (a)normal de quem poderia assistir ao show e ao soundcheck de Paul McCartney em Porto Alegre. A entrada estava marcada para o meio-dia, onde deveríamos ser recepcionados e ficar em uma tenda, se protegendo do sol (feroz) e apreciando comidinhas veggie. Para não ter surpresas resolvemos chegar mais cedo.

Logo ao chegar ao Beira Rio fomos procurar os quiosques de material oficial e depois fomos para o local onde estava a tenda (ainda totalmente vazia). Logo foi se formando uma fila sob um sol indecente e, para minha surpresa, vários conhecidos chegavam na tenda, mostrando que são sempre os mesmos loucos de sempre que aparecem nessas horas.

Bem, depois de alguns (poucos) drinks e alguns salgadinhos, veio a informação de que Paul iria estar presente ao soundcheck – Ué, existia a chance dele não estar lá? -. A tensão aumentava.

A seleta galera assistindo ao soundcheck

Pouco antes de 4h25 fomos autorizados a entrar no gramado. Infelizmente não nos deixaram ficar muito perto do palco. Ficamos mais ou menos onde o pessoal da pista comum deveria ficar. Mas, se o show fosse bom, tava valendo. Como Paul não fazia shows desde 19 de agosto e já havia feito uma mini passagem de som na noite do sábado, imaginava que ele pudesse aproveitar a tarde para dar uma esquentada na banda.

Logo que entramos vimos Wix pilotando o seu teclado. Logo depois chegou Abe Laboriel Jr. (bateria) e Rusty Anderson e Brian Ray (guitarras). Eles tocaram alguns acordes até que Sir Paul chegou.  A essa altura, já tinha tomado uns três copos de água, gentilmente oferecidos pela produção, e já me sentia no Saara (o deserto).

Após um Welcome to Soundchek, Paul cumprimentou cada um dos músicos e mandou ver. Foram 1h14 de música, onde ele tocou guitarra, baixo, piano, ukulele e mandolin. Para se ter uma ideia, os portões abriram com atraso porque ele não deixava o palco.

1h14 de um show exclusivo

Paul mandou alguns Muito Obrigado e até fez um comercial para protetor solar, que usou sem cerimônia. Nenhum fã foi chamado para subir ao palco (como fez no México e na Argentina), mas valeu pela quantidade de músicas tocadas. Um verdadeiro novo show. Ele começou com alguns rockabillies, fazendo uma releitura interessante de Blue Suede Shoes. passou por canções que até pouco tempo estavam no setlist do show (Coming Up e Magical Mystery Tour), tocou a sempre lembrada C’moon e outras coisas boas de se ouvir como Sea Melody (do abortado disco do ursinho Rupert), além da excelente (I Want to) Come Home, seu mais recente lançamento. Teve Don1t Let the Sun Catch You Crying, Everynight e, a melhor surpresa de todas, Bluebird. Melhor mesmo é conferir o setlist abaixo e esperar por alguns vídeos.

Pode até ser que Sir Paul McCartney não seja esse personagem bonzinho que ele gosta de passar que é. Mas, se tudo é uma farsa, tenho que admitir que ele finge muito bem. Ele chamou pelo nome seguranças, o responsável pelo som e por cuidar dos fãs. Tratou todos com atenção e pareceu ter real carinho pelos membros da banda. Ele pode ser o demônio, mas engana direitinho.

Veja o setlist

1- Matchbox

2- Honey Don’t

3- Blue Suede Shoes

4- Coming Up

5- Magical Mystery Tour

6- C’Moon

7- Happy Birthday (para um fã que levou um cartaz)

8- Sea Melody

9- (I Want To) Come Home

10- Don’t Let the Sun Catch You Crying

11- Don’t Let the Sun Catch You Crying (reprise do final)

12- What a Thrill, We’re in Brazil (jam)

13- Every Night

14- I’m Looking Through You

15- I’ll Follow The Sun

16- San Francisco Bay

17- Dance Tonight

18- Ram On

19- Something

20- Bluebird

21- Yesterday

22 -Lady Madonna

Leia também:
Paul in POA – 7/11/2010 – A crítica do show
Paul in POA – 6 e 7/11/2010 – O pré-show

Indo para o soundcheck de sábado

Paul in POA – 6 e 7/11/2010 – O pré-show

Rio de Janeiro com chuva e Porto Alegre com um sol de rachar. Esse era o panorama do sábado (5 de novembro de 2010). A ida ao Rio Grande do Sul para a Maratona McCartney começou cedo. Depois de muita ansiedade e várias pesquisas para calcular os custos da empreitada, desembarcamos no Rio Grande – eu e minha fiel escudeira e amada Jo Nunes – por volta de 13h30. Táxi, hotel e uma ida até o Beira Rio para checar o caminho até o local do show e onde ficaria a tenda onde ficaríamos concentrados até a hora do soundcheck de Sir Paul McCartney.

Logo na chegada ao estádio uma ótima surpresa. Filas organizadas para a troca de ingressos (boa notícia para quem precisava), guardas educados e prestativos e facilidade para encontrar a nossa porta para a Disneylândia Musical do dia seguinte. O maior problema era mesmo o sol, daqueles dignos do Rio de Janeiro em tardes de verão. Pior, a previsão para o dia seguinte era de temperaturas ainda mais altas! O sol era tão forte que as filas eram compostas de pessoas em barracas ou se protegendo com guarda-chuvas ou caixas de papelão. Tudo na maior paz.

A cidade respirava Beatles. A porta do hotel onde Macca estava hospedado parecia ter saído de um filme sobre a beatlemania. Os jornais tinham cadernos especiais e até mesmo um táxi-beatle rodava pela cidade.

Almoço com um belo drink a base de vinho e volta para o hotel, preparar tudo para a maratona soundcheck (relato no próximo post). Ficou a sensação de que as coisas não serão tão tranquilas na capital do estado mais rico da Federação.

Leia também:
Paul in POA – 7/11/2010 – A crítica do show
Paul in POA – Soundcheck 7/11/2010

Fotos: Marcos Hermes, Fernando de Oliveira, Sabrina Gabana e Franco Rodrigues.


Paul in POA – 7/11/2010 – A crítica do show

Foto tirada por um segurança do palco

Finalmente encontro condições físicas para escrever sobre o fim de semana do show de Paul McCartney em Porto Alegre. Como esse blog não é amarrado ao factual, vou escrever tudo de trás para frente (primeiro o show, depois o pré-show e, por último, o soundcheck do dia 7, com 1h15 de duração).

Pude até ler algumas (poucas) resenhas sobre o espetáculo. Textos de pessoas que gosto e admiro (como o amigo Leonardo Lichote, que fugiu da sua amada MPB), mas que não chegaram a influenciar nada do que escreverei abaixo.

Hope you enjoy the show

Depois de tudo pronto e sem a obrigação de escrever a cobertura do show para lugar nenhum – coisa que descobri aos 44 do segundo tempo e que deixou a cobertura bem mais pobre, já que são poucos os que sabem 1/12 do que sei sobre a carreira de Sir Paul – o negócio era relaxar e curtir cada segundo. Colocado estrategicamente na primeira fila (literalmente, como podem ver na foto), munido de minha camisa do Liverpool – embora ele torça pel Everton – e de muita expectativa, começou o show.

O início

Para a maioria das pessoas que ficou horas na fila sob um calor inacreditável – o sábado (6), domingo (7) e segunda (8) foram os dias mais quentes do ano em Porto Alegre – o espetáculo que Sir Paul McCartney realizou no ótimo estádio do Beira Rio foi uma sucessão de surpresas. Para quem acompanha esse blog, quase nada de novo.

Logo ao entrar o gigantismo do palco assustava. Eram 23 metros de altura, 28 de profundidade e 148 toneladas de peso. Para o som mais 20 toneladas – 200.000 watts de som –, com 150 caixas de som espalhadas pelo estádio. Dois telões laterais (verticais) enormes e mais um ao fundo. Tudo muito parecido com o que se pode ver no DVD Good Evening New York City – seu último lançamento.

Paul McCartney não é chegado a surpresas. Muito mais depois de três meses de hiato entre seu último concerto e o de POA e com um show tão bem formatado e testado como esse. Em março coloquei aqui no F(r)ases algumas das mudanças feitas por Paul no setlist e praticamente todas elas foram mantidas. Portanto, nada de mexer em time que está ganhando.

Com um clima quente (temperatura) mas extremamente calmo, sem brigas ou aquele costumeiro cheiro de maconha característico de shows de rock, o público, estimado em 50 mil pessoas, encheu o estádio como – me contaram vários colorados – nunca havia acontecido.

Mas, claro, nem tudo podia ser perfeito. E não foi. Por conta de uma lei local que exige que haja uma apresentação de algum artista brasileiro antes de um show internacional, a dupla Kleiton e Kleidir foi convidada para abrir o show. Entretanto, para não mexer na configuração do palco (instrumentos) tudo foi cancelado na última hora e colocaram um DJ acompanhado de um saxofonista e um guitarrista tocando versões eletrônicas para alguns rocks clássicos.

No meio da apresentação recebo um SMS de um amigo dizendo: “Entrei no estádio e estão tocando Sunshine of Your Love – música do Cream – em versão tecno”. Minha resposta imediata: “Estou quase vomitando”.

Felizmente – depois de muitos gritos de “Kleiton e Keidir” vindos da platéia – a apresentação terminou após pouco mais de 20 minutos. Acho que não deu para matar ninguém.

Showtime

Eram 21h10 quando os telões deixaram de exibir colagens de imagens sob o som de algumas canções de Macca.

Logo de cara o medley Venus and Mars/Rockshow/Jet. Assim como na abertura da turnê mundial de 1975/76 – registrada no filme Rockshow – a platéia fica de quatro na hora. Primeiro porque é uma espécie de redenção dos Wings, que ficaram meio de fora das primeiras turnês solo de McCartney, segundo porque é um início de show muito mais para cima que Hello Goodbye, por exemplo. Começar com um show com uma música dos Beatles sempre me pareceu um erro.

Logo depois Paul emenda All My Loving (a primeira dos Fab Four) deixando definitivamente todo o estádio aos seus pés. Para arrematar, solta umas gracinhas em português (Obrigado, gaúchos. Boa noite Porto Alegre! Boa noite Brasil!) inflando o ego do povo local e deixando uma imagem de simpatia que só iria aumentar durante as quase 3 horas de espetáculo.

Era óbvio que a maioria das pessoas que foram ao Beira Rio estavam sedentas por ouvir um Beatle cantando os sucessos da banda mais famosa de todos os tempos, mas, musicalmente, o melhor estava mesmo nas canções dos Wings, nas da carreira solo e nas homenagens aos companheiros John e George.

Músicas como Letting Go, 1985, Mrs. Vanderbilt, Ram On e Sing the Changes, deram a dose de frescor e atualidade a uma setlist repleta de clássicos; Something (Para meu amigo George) e Here Today (Para meu amigo John) deixaram muitos marmanjos de olhos vermelhos de tanto chorar; The Long and Winding Road, Ob-la-di Ob-la-da e Hey Jude transformaram o estádio em um grande coral; e a simpatia do quase setentão fez o resto. Ou você imaginaria alguém do Oasis falando: “Mas, Bah, Tchê” ou “Ah, eu sou gaúcho”? Pois é, Paul McCartney falou.

Ainda cantou parabéns para você em homenagem a algum fã que carregava um cartaz dizendo ser o dia do seu aniversário e autografou o braço de duas fãs – que subiram ao palco e depois transformaram os autógrafos em tatuagens.

PS: As duas estavam pouco atrás de mim. Muito engraçado ver a reação delas na hora em que Paul pediu ao chefe da segurança pra levá-las ao palco.

Lá pelo meio do show uma pessoa ao meu lado perguntou: “Ainda falta muito para terminar?”. Já estávamos com quase 2 horas de apresentação e, sim, ainda faltava muita coisa. Aos 68 anos, o músico deixa algumas canções difíceis de cantar para a parte final do show. I’ve Got a Felling – favor não confundir com o hit do Black Eyed Peas – e, principalmente, Helter Skelter são a prova de que, se alaguns agudos já são coisas do passado, a voz de Macca ainda segura muito bem um repertório onde nenhuma canção teve seu tom original mudado.

Lembrando Linda McCartney

Mas não foram apenas John Lennon e George Harrison os lembrados por Paul durante o show. Se em 1990 a frase “Minha gatinha, Linda” ficou imortalizada no CD Tripping The Live Fantastic, em 2010 Paul arrumou uma maneira de homenagear o grande amor de sua vida (morta em 1998, devido a um câncer). Antes da balada My Love, Paul disparou: “Esta música eu escrevi para a minha gatinha, Linda, mas esta noite ela é para todos os namorados”. Era o que faltava para colocar o mais reticente dos fãs no bolso.

Com o portfólio musical do calibre e do tamanho que tem, Paul McCartney nem precisaria se esforçar para agradar. Era chegar, subir ao palco, tocar, cantar e sair. Não era preciso esboçar um sorriso sequer. Mas ai, não seria Paul McCartney.

Inesquecível

No fim, um comentário que para muita gente sempre soou como uma heresia: o melhor concerto que já havia assistido foi o de Eric Clapton na Praça da Apoteose (1990). Não era nenhum dos anteriores de McCartney, apesar de toda a carga emocional dos concertos realizados no Maracanão de São Paulo (1993) nem fica no meu top 5 -, mas esse de 2010 é, DE LONGE, o mais espetacular realizado no País.

Dá orgulho gostar da música de um cara desses.

Termina o concerto e Sir McCartney vai direto para o aeroporto em direção a Buenos Aires (onde toca nos dias 10 e 11). Fica marcado o encontro para o próximo dia 22, no Morumbi.

PS final: Durante o show Paul só não executou músicas dos LPs Please Please Me e Beatles For Sale, mas no soundcheck ele foi de I’ll Follow the Sun, o que deixou de fora do fim se semana apenas um disco do Quarteto de Liverpool. Outro detalhe importante é o quanto ele gosta do disco Band On The Run. Foram cinco músicas durante o show e mais uma no soundcheck.

Setlist

Venus and Mars
Rock Show
Jet
All My Loving
Letting Go
Drive My Car
Highway
Let Me Roll It
The Long and Winding Road
1985
Let Me In
My Love
I’ve Just Seen a Face
And I Love Her
Blackbird
Here Today
Dance Tonight
Mrs. Vanderbilt
Eleanor Rigby
Ram On
Something
Sing the Changes
Band on the Run
Od-La-Di Ob-La-Da
Back in the USSR
I’ve Got Feeling
Paperback Writter
A Day in the Life
Let It Be
Live and Let Die
Hey Jude

Bis 1
Day Tripper
Lady Madonna
Get Back

Bis 2
Yesterday
Helter Skelter
Sgt. Pepper’s / The End

Leia também: Paul in POA – 6 e 7/11/2010 – O pré-show


Fotos: Marcos Hermes / Divulgação

Cerveja brasileira eleita a melhor lager aromatizada do mundo

Nem só de alemãs e belgas vive o mundo das cervejas.

A cerveja Bamberg Rauchbier, produzida em Votorantim (SP), foi eleita a melhor lager aromatizada do mundo pelo World Beer Awards 2010, uma das mais importantes premiações do setor, que ocorre na Inglaterra. Ela também foi a favorita no quesito melhor das Américas (The America´s Best Flavoured Lager). Este ano, a Rauchbier, dirigida por Alexandre Bazzo, já havia ganho a medalha de prata no Australian Internacional Beer Awards na categoria smoked beer (cerveja defumada).

Organizado pela revista Beers of the World e pelo site Tasting Beers, o World Beer Awards 2010 premiou como as cinco melhroes cervejas do mundo as seguintes:

  • Pale Ale: Deschutes Red Chair NWPA (Estado Unidos)
  • Ale escura: Unibroue Unibroue 17 (Canadá)
  • Lager: Primator Premium (República Tcheca)
  • Strout: Minoh Beer Imperial Stout (Japão)
  • Wheat: Weihenstephaner Vitus (Alemanha)

Veja a lista completa das premiadas em http://www.tastingbeers.com/awards/wba/2010/.

As informações são do Viagem & Sabor

Windows 7 já tem mais usuários que Windows Vista

A prova do fracaddo do Vista

Quem já usou o Windows 7 dificilmente quer voltar para o Vista. Prova disso é que menos de um ano depois de seu lançamento, o número de computadores com Win7 já ultrapassou os equipados com o Windows Vista. Os dados são da empresa Netmarketshare e, segundo ela, 14,46% das máquinas roda o 7, enquanto 14,46% têm o Vista, nos EUA.

É uma diferença mínima, mas que conta muito para o marketing da Microsoft, que afirma ter vendido 175 milhões de licenças. O XP ainda reina absoluto, não só entre os Windows, mas entre os outros SO com 62% de participação no mercado. Já o Mac OS da Apple tem 5%, versões do Linux e demais sistemas operacionais não chegam a 1%.

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