Steve Ballmer acredita que o futuro do Windows Phone está no Android

Pôxa, vocês não sabem como fico feliz quando vejo que um player de peso concorda com a minha opinião -não, não sei quem pensou nisso antes. Mesmo assim, estou longe (ufa) do título de Guru Digital.

windows-10-logoO Windows 10 para dispositivos móveis mal foi lançado, e ex-CEO da Microsoft já parece querer “enterrá-lo” ou, na melhor das hipóteses, apontar um melhor caminho para a própria companhia o fazê-lo.

Nesta semana, durante conferência da Microsoft para acionistas, a jornalista Dina Bass do Bloomberg – que se encontrava próxima a Steve Ballmer, o ex-CEO e ainda acionista da companhia, ouviu o executivo criticar o atual CEO, Satya Nadella e a posição da Microsoft. Um dos erros da companhia, segundo Ballmer? Ignorar aplicativos Android.

Dina também reporta que o executivo criticou a resposta de Nadella para um membro da audiência, quando este questionou a falta de aplicativos tidos como chaves, como um App do Starbucks, no telefone da companhia.

Nadella respondeu citando o plano da companhia que permite que desenvolvedores Windows escrevam aplicações universais que rodam tanto em computadores, quanto smartphones e tablets, tendo como alvo uma matriz maior de dispositivos do que apenas telefones da Microsoft, que no final das contas representa uma parte bem pequena do mercado mobile.

“Isso não funcionará”, comentou Ballmer enquanto Nadella falava. Ao invés disso, a companhia precisa permitir que os Windows Phones rodem também aplicativos Android, completou.

E Ballmer estaria certo? Provavelmente. Mas como a Microsoft convencerá desenvolvedores Android a direcionarem seus aplicativos para Windows? Cada vez mais parece que outro telefone Android poderia ser a resposta.

Uma questão de aplicativos

app2503[1]A loja de apps da Microsoft está muito atrás de sua competição. Verdade seja dita, a lista de aplicativos gratuitos mais baixados para o Windows Phone são os quase onipresentes Facebook, Twitter, Netflix e, olhando mais de perto, vários aplicativos como o Instagram e o próprio Twitter são listados em sua versão beta ou sua qualidade simplesmente não chega perto da qualidade daqueles oferecidos em outros sistemas operacionais.

E bem, isso piora quando falamos de aplicativos pagos que são populares no Android, mas não no Windows. Resumindo: tanto Android quando o iOS geram mais receita para desenvolvedores do que o Windows Phone. Assim, a maioria dos desenvolvedores negligenciam o sistema da Microsoft.

Entretanto, não está claro o que Ballmer exatamente quis dizer com seus comentários. Estaria ele sugerindo que o Windows Phone precise rodar aplicativos que foram originalmente projetados para Android e depois adaptados para Windows? Nesse caso, ele provavelmente deve estar ciente de que o Projeto Astoria, a ferramenta “ponte” do Windows que permitirá desenvolvedores migrarem aplicativos Android para Windows, foi colocado em estado de espera.

Há outra opção? Por mais estranho que isso possa soar, um telefone “Android-Windows” pode não ser tão distante. Vale lembrar que você provavelmente deve usar aplicativos como Cortana, Bing, Outlook, Skype e apps do Office e mais no seu aparelho Android ou mesmo iPhone.

Porém, até agora não houve o menor indício de que a Microsoft está desenvolvendo seu próprio sistema operacional Android ou um telefone novo.

E com a Microsoft já aplicando bilhões de dólares em seu próprio Windows Phone e no desenvolvimento de dispositivo, pode ser que a companhia se recuse a gastar mais.

Mas a pergunta incômoda permanece em relação ao lema da companhia “nuvem primeiro, mobile primeiro”. É de se pensar que uma plataforma móvel viável é necessária para avançar. E isso não parece apontar para um horizonte que inclui o Android?

Fonte: Computerworld

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Cidades inteligentes terão 1,6 bilhão de coisas conectadas em 2016

smart cityCidades inteligentes vão experimentar um drástico aumento no número de dispositivos conectados no ano que vem, de acordo com relatório recente do Gartner, intitulado “Forecast: Internet of Things — Endpoints and Associated Services, Worldwide, 2015”.

De acordo com a consultoria, 1,6 bilhão de coisas conectadas estão em uso nas cidades inteligentes em 2016, um aumento de 39 por cento em relação ao ano de 2015. O relatório afirma também que os edifícios comerciais inteligentes serão os maiores usuários de soluções de Internet das Coisas, com 518 milhões de itens conectados em uso em 2016.

Segundo Bettina Tratz-Ryan, vice-presidente de pesquisas do Gartner, os edifícios comerciais inteligentes serão o maiores usuários de Internet das Coisas até 2018, quando as casas inteligentes devem assumir a liderança com pouco mais de 1 bilhão de dispositivos conectados.

Inicialmente, os imóveis comerciais se beneficiarão muito da implementação IoT, de acordo com o Gartner, já que a IoT cria uma visão unificada de gestão das instalações, bem como de operações de serviços avançados através da coleta de dados e de insights a partir de uma infinidade de sensores.

“Especialmente em grandes sites, como zonas industriais, conjuntos de escritórios, shopping centers, aeroportos ou portos marítimos, a Internet das Coisas pode ajudar a reduzir os custos de energia, de gestão e manutenção dos prédios em até 30%”, afirma Tratz-Ryan.

De acordo com a consultoria, a implantação IoT em edifícios comerciais deve continuar a crescer em ritmo acelerado ao longo dos próximos anos, com a possibilidade real de atingir pouco mais de 1 bilhão em 2018.

Entre as aplicações de consumo que estão impulsionando o crescimento da IoT nas casas inteligentes estão as Smart TVs, os set-top boxes inteligentes, as lâmpadas inteligentes e várias ferramentas de automação residencial, como termostatos inteligentes, sistemas de segurança e utensílios de cozinha.

“A maturidade crescente das plataformas de casas inteligentes através de um ecossistema de eletrodomésticos, infotainment e sensores, deve fazer com que os investimentos nessas tecnologias ultrapasse os feitos na implantação de soluções disponíveis para os edifícios comerciais em 2018,” acrescenta Tratz-Ryan.

As casas inteligentes representarão 21% do total das soluções de IoT usadas nas cidades inteligentes em 2016, o maior aumento ao longo dos próximos cinco anos, afirma o Gartner.

Fonte: Computerworld

Conheça quatro áreas que apontam o futuro da pesquisa no Google

GoogleEm uma conferência realizada na última semana em Toulouse, na França, o diretor de pesquisa de inovação do Google, Behshad Behzadi, apontou que a companhia acredita que o futuro esteja nos dispositivos móveis e ofereceu algumas pistas do que deve ser o futuro da área de buscas na gigante de tecnologia. Segundo ele, 4 grandes áreas devem se modificar drasticamente nos próximos anos. Veja quais são elas:

  1. Voz

O processamento de linguagem natural do Google evoluiu bastante nos últimos anos: antes, a taxa de erro era de 1 em 4. Atualmente, o valor passou para 1 a cada 16. De acordo com Behzadi, isso significa que o sistema interpreta as pesquisas por voz na velocidade e com a capacidade de uma conversa entre pessoas.

  1. Contexto

Cada vez mais, o motor de busca do Google está tentando entender o que o usuário quer descobrir ou encontrar quando digita algo na página de buscas. O sistema capta as pesquisas do usuário e seu histórico para tentar captar o que ele realmente quer saber.

  1. Localização

As pesquisas baseadas em localização devem se tornar ainda mais importantes para a plataforma. Ao buscar itens gerais, o usuário deve obter resultados específicos, com base no lugar onde ele se encontra. Pesquisando, por exemplo, loja de roupas, em uma rua qualquer, o usuário receberá indicações dos estabelecimentos que se encontram próximos a ele.

  1. Dados pessoais

O item é uma das grandes polêmicas enfrentadas pelo Google atualmente. Questionada, a companhia revela que a intenção é saber mais sobre o usuário e adaptar os resultados com base em sua maneira de pesquisar e em seus interesses. No entanto, defensores da privacidade na rede apontam que essa pode ser uma grande oportunidade para obter informações sensíveis sobre as pessoas.

Fonte: Olhar Digital

PCs ficarão mais caros no Brasil em 2016

Infelizmente a mesma lógica pode ser usada para muitos outros produtos.

pcnovoAs projeções para o mercado brasileiro de PCs não são nada animadoras. Mas a diretora da área de Consumo da Intel no Brasil, Gisselle Ruiz Lanza ainda enxerga oportunidades na adversidade. Diante do inevitável reajuste no preço das máquinas em 2016 – mais por conta do aumento do dólar do que da Lei do Bem – e de uma postura mais conservadora por parte dos consumidores, a Intel aposta da diversificação das ofertas, a partir de uma maior segmentação e diferenciação de recursos capazes de aumentar a percepção de valor agregado dos PCs para o consumidor.

“Além de mais opções de configurações e preço, o consumidor precisa ter bons motivos para comprar um PC novo. O valor percebido com a oferta de novas tecnologias tira um pouco a referência de preço, principalmente da mera comparação de configurações”, explica a executiva.

Segundo Gisselle Lanza, o preço médio praticado na categoria PCs nos últimos 12 meses variou menos de 20%. A depreciação do Real frente ao dólar nos últimos 18 meses foi de 80%. E nos últimos 12 meses, de 50%. Em algum momento, os fabricantes vão ter que ajustar essa diferença.

“Há muitas máquinas já no varejo produzidas com componentes comprados com dólar mais baixo”, afirma Carlos Buarque, Diretor de Marketing da Intel Brasil para a área de Consumo.  “E mais de 90% dos componentes de um PC são fortemente impactados pelo valor do dólar”, completa Gisselle, lembrando que só o fim da Lei do Bem já será responsável por um reajuste de preços de no mínimo 12%.

A indústria está trabalhando fortemente junto ao governo no sentido de prorrogar a Lei do Bem.  “Há a possibilidade da publicação de uma Medida Provisória nos próximos dias, suspendendo o fim dos incentivos agora em dezembro”, afirma Américo Tomé, gerente de marketing da Intel.

De qualquer modo, na opinião de Américo, a janela para a compra de PCs ainda sem o reajuste previsto para próximo ano é agora, entre a BlackFriday e o saldão pós-Natal, no início de Janeiro, com a liquidação de estoques.

Para aquecer

Pesquisas feitas pela empresa revelam que as máquinas 2 em 1 têm um forte apelo para a troca antecipada de máquina.  “Do ponto de vista de comportamento, o que a gente tem visto é que o fato de ter o 2 em 1 na prateleira estimula a troca. Tem uma boa quantidade de consumidores que chega a antecipar a compra em 12 meses pelo fato de ter um dispositivo mais interessante para o perfil de uso”, explica Gisselle.

O 2 em 1 é, portanto, uma boa oportunidade para estimular essa base instalada de PCs com mais de 4 anos de uso. Até porque, de acordo com a executiva, a penetração dos dois em um no Brasil está abaixo da média mundial e também da média da América Látina. Em alguns países da região, como Colômbia, México e Chile, a penetração de 2 em 1 já está chegando a 15%, enquanto no Brasil fica entre 5% e 6%.  As mesmas pesquisas revelam também que muitos consumidores que desejavam comprar um tablet desistiram da compra para adquirir um 2 em 1.  “Comportamento que traz para o canal a oportunidade de aumento do ticket médio. A gente vê isso como uma oportunidade”, argumenta a executiva.

Um dos grandes desafios que a Intel teve nos últimos meses foi justamente aumentar a opção de escolhas, dos desktops aos 2 em 1. O que inclui novos formatos (All-in-One, 2 em 1, mini PCs), a chegada da 6ª geração Core no topo de linha e o lançamento de modelos de entrada, para compra da primeira máquina, rodando a mais recente geração dos Pentium.

“A gente nunca matou a marca na nossa estratégia de produto. A gente entende que no novo portfólio de preços o Pentium é uma boa opção para aquele consumidor de baixo poder executivo. O performance do Pentium de hoje é muito melhor que a do Pentium de 5 anos atrás. E vamos trazer máquinas mais finas, mais leves, com maior duração de bateria”, conta Gisselle.

Fonte: IDG Now!

Para 75% dos consumidores, conectividade é fator de decisão na compra de carros

Acredito que a conectividade seja um passo natural no desenvolvimento dos automóveis e que a preferência dos consumidores irá, cada vez mais, nessa direção.

Carros Conectados ICarros conectados têm chamado cada vez mais a atenção de potenciais consumidores e influenciado na decisão da compra do próximo veículo, segundo estudo realizado pela AT&T Drive Studio e Ericsson sobre Compradores de Carros Conectados.

De acordo com a pesquisa, três em cada quatro consumidores afirmam que serviços de conectividade veicular são recursos importantes em sua próxima compra de automóvel.

Conduzido em julho de 2015, o estudo foi realizado com consumidores que pretendem comprar um carro dentro dos próximos três anos no Brasil, México, Estados Unidos, Alemanha e China.

Por “carro conectado”, o estudo convencionou como aqueles automóveis equipados com uma conexão sem fio a Internet, que permite a execução de aplicativos de entretenimento e informação – como apps de música, serviços de navegação e atualizações em tempo real sobre o trânsito, entre outras possibilidades.

Para Chris Penrose, vice-presidente sênior de Internet das Coisas da AT&T Mobility, o estudo confirma que os motivadores atuais na compra de um carro se alinham com novidades tecnológicas e serviços de valor agregado que aprimoram a experiência ao volante.

“É ótimo ver que mais motoristas estão entendendo as possibilidades que um carro conectado oferece. Com essa maior conscientização, acreditamos que haverá uma adoção muito maior da conectividade sem fio integrada para carros”, defende.

Carros Conectados IIDe acordo com a pesquisa, 78% dos consumidores em todo o mundo esperariam um ano a mais para comprar um carro com serviços de conectividade veicular da sua marca preferida enquanto 62% dos entrevistados nos Estados Unidos disseram conhecer o termo “carro conectado”.

“Pelo segundo ano consecutivo, estamos presenciando uma tendência crescente em que consumidores em diferentes lugares do mundo não só estão cada vez mais conscientes do termo ‘carro conectado’, mas também estão dando mais valor aos serviços e recursos de conectividade veicular”, ressalta Orvar Hurtig, Vice-presidente da Ericsson Global Services e Diretor de Indústria e Sociedade da Ericsson.

Hurtig também chama atenção para o fato de que a conectividade nos carros também indica entrega mais rápida de soluções e reparos para carros “inteligentes”, incluindo aí atualizações de software e downloads de configurações avançadas. Já para o consumidor, a conectividade deve aprimorar a experiência de motoristas ao volante, mesmo após anos da compra do automóvel conectado.

Fonte: IDG Now!

Brasil é o 61º país mais conectado do mundo

A União Internacional das Telecomunicações, órgão ligado à ONU, liberou uma nova edição de seu ranking quinquenal que mede o grau de desenvolvimento da sociedade da informação. O documento mostra que o Brasil evoluiu nos últimos cinco anos e deu um bom salto na lista, atingindo uma nota 6,03.

O país ficava na 73ª colocação em 2010, e se tornou o 61º país mais conectado do mundo em 2015. Não chega a ser impressionante, mas é um crescimento bom, que se deu principalmente graças ao “boom” das assinaturas de banda larga móvel nos últimos cinco anos, mas também houve um aumento no número de casas com computares e casas com internet.

Brasil-e-o-61-pais-mais-conectado-do-mundoO ranking é um tipo de índice de desenvolvimento da tecnologia informática e telecomunicações. Ele é calculado a partir do nível de acesso às tecnologias, a utilização e a competência na área, levando em consideração a taxa de analfabetismo, o percentual da população que chegam aos níveis mais altos de estudo, além, claro, da disponibilidade de computadores, smartphones, telefones fixos e acesso à internet (fixa e móvel).

O relatório aponta também que o mundo já tem 3,2 bilhões de pessoas conectadas, ou cerca de 43,4% da população mundial. Em 2020, a expectativa é que 56% dos lares devem ter acesso à internet, mas só 53% da população global deve utilizar a rede.

No topo da lista está a Coreia do Sul, com nota 8,93 que se manteve no posto em comparação com 2010, seguido de perto pela Dinamarca, com pontuação de 8,88, e Islândia, com 8,86. Você pode conferir o top 10 abaixo, ou clicar neste link para ver o ranking completo.

 

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Fonte: Exame

Na ‘hora H’ o inglês falha. Por quê?

Eu, particularmente, acho que o maior problema é a preguiça. Hoje, com TV por assinatura e a possibilidade de assistir a qualquer programa com som original e legendas em vários idiomas, só mesmo quem não se interessa para dizer que há dificuldade em praticar o idioma estrangeiro. Ouvir já seria um bom começo.

Nunca fui favorável aos cursos no exterior onde misturam pessoas de várias nacionalidades. Geralmente essas pessoas falam um inglês ruim e permitem que companheiros de nacionalidade acabem falando mais a língua mãe do que o inglês.

Quer aprender de verdade? Viaje szinho e fique uma semana fora sem apelar para apps, tradutores e afins.

MisunderstandingO conhecimento na língua inglesa, não de hoje, é um dos principais fatores eliminatórios em processos seletivos. Os candidatos, cientes dessa realidade, ingressam cada vez mais em cursos presenciais e on-line, a fim de aprimorar o idioma. Mesmo assim, na “hora H”, poucos têm o desenvolvimento necessário e exigido. Diante desse panorama, fica a dúvida: “Por que tanta gente faz Inglês, mas poucos são fluentes?”.

Essa pergunta foi tema de estudo realizado pelo Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios, entre 2 e 13 de novembro de 2015, com 7.306 jovens de 15 a 26 anos, em todo o Brasil. Para a grande maioria, ou seja, 58,09% (4.244 votantes), a ‘dificuldade de praticar a língua fora da escola’ foi o principal motivo para o baixo domínio.

Na visão de Rafaela Gonçalves, analista de treinamento do Nube, na verdade, a falta de disciplina e o pouco estímulo à busca de conhecimentos extras são problemas recorrentes no dia a dia de muitos. Isso já é um grande obstáculo.

“Administrar melhor o tempo é o segredo para essa prática se tornar viável. É preciso encaixar na rotina, hábitos de estudo capazes de facilitar a compreensão. Isso deve ocorrer, de preferência, durante o lazer, para ser mais prazeroso”, afirma. A dica é separar alguns momentos para ouvir as aulas, assistir filmes legendados e depois, sem a tradução, ouvir músicas e então procurar traduzi-las com o dicionário.

No entanto, para 13,30% (972), outro fator é o responsável pelo problema: ‘Os cursos pecam na didática, logo, não há incentivo para quem os realiza’. De acordo com a especialista, as escolas precisam realmente pensar em novos métodos de ensino e investir em salas de inglês diversificadas ainda no ensino fundamental. “Algumas instituições de ensino vêm apresentando alternativas mais motivadoras, incluindo lições a distância, vídeos interativos, jogos de memorização e até estabelecendo relações com alunos do exterior para a prática de conversação on-line”, comenta.

Em terceiro lugar, para 11,68% (853), tudo é resultado de “pura preguiça e desinteresse, pois o brasileiro só estuda minutos antes da aula”. Todavia, o desleixo nem sempre é a justificativa correta. Há de se fazer uma reflexão ao ensino básico e perceber o fato dos deveres de casa já serem encarados como um transtorno pelos estudantes.

“Deveria ser algo positivo, pois é a chance de aprender também fora do ambiente acadêmico”, ressalta Rafaela. Para ela, a mudança começa na educação familiar. “Pais e educadores precisam perceber como o estímulo atinge melhores resultados se comparado ao simples fato de obrigar as crianças a “engolirem” informações. Se isso muda, a displicência reduz consideravelmente e o aprendizado aumenta”, enfatiza.

Por fim, para 8,8% (643) dos pesquisados, a baixa compreensão da língua ocorre porque muitos ingressam nos cursos “apenas por status, afinal virou moda estudar o idioma’, seguidos de outros 8,13% (594) crentes de “As pessoas não serem fluentes nem em Português, imagine em Inglês”. De acordo com a analista, o dialeto se tornou universal, por isso, boa parte das comunicações são realizadas por meio dele. Logo não é uma tendência, mas sim uma necessidade geral o conhecimento por parte de todos.

Fonte: Convergência Digital

Número de residências com computador no país cai pela primeira vez

Saturação de mercado, crise econômica ou ambos? Cada “guru digital‘ vai vir com suas teses e certezas, mas prefiro deixar vocês pensando sobre o assunto.

PC desktopPela primeira vez desde 2004, caiu o número de domicílios com microcomputador no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mostram que a proporção de domicílios com PCs passou de 48,9% em 2013 para 48,5% no ano passado, quando totalizou 32,5 milhões de residências.

A Pnad 2014 aponta também a queda no número de residências com PCs com acesso à internet no período de referência da pesquisa (28/09/2013 a 27/09/2014), que recuou de 42,4% para 42,1%, embora, pela primeira vez, a proporção de pessoas que acessaram a internet por meio de um microcomputador tenha passado da metade da população com idade a partir de dez anos (de 49,4% em 2013 para 54,4% em 2014), chegando a 95,4 milhões, um incremento de 11,4%. Em todas as grandes regiões, houve crescimento do contingente de internautas — 19,3% no Norte, 14,6% no Nordeste, 9,5% no Sudeste, 10,0% no Sul e 12,0% no Centro-Oeste.

Uma das possibilidades consideradas pelos pesquisados do IBGE para a queda no número de residências com PCs com acesso à web é o crescimento dos outros meios de acesso à rede mundial, como smartphones e tablets, ainda não incluídos no estudo. De 2013 para 2014, por exemplo, a proporção de pessoas que possuíam apenas telefone celular em casa cresceu, passando de 54% para 56,3%, totalizando 37,8 milhões de domicílios. Isso representa um aumento de 2,3 pontos percentuais, mais do que a proporção de domicílios com algum tipo de telefone, que aumentou 0,9 ponto percentual, para 62,7 milhões de residências.

A posse de telefone celular para uso pessoal também teve incremento, de 4,9% em 2014 (6,4 milhões de pessoas a mais), totalizando 136,6 milhões de pessoas com dez anos ou mais de idade que tinham o aparelho. A proporção dessas pessoas, que em 2013 era de 75,2%, passou a 77,9% do total.

Fonte: TI Inside

Brasil ocupa 6º lugar em avaliação sobre disparidade salarial entre gêneros

Em tempos onde se discutem questões periféricas no lugar dos assuntos realmente importantes, fica a informação sobre a disparidade salarial, embora esteja mais preocupado com a falta de salários.

Men x Women working IIO Brasil tem uma das maiores diferenças entre salários de homens e mulheres com o mesmo nível de formação analisadas no relatório Education at a Glance 2015: Panorama da Educação, lançado mundialmente hoje (24). A renda média de uma mulher com educação superior no país representa cerca de 62% da renda média de um homem com o mesmo nível de escolaridade. Com o resultado, o Brasil aparece em sexto lugar na avaliação dessa disparidade, dentre os países que disponibilizaram dados.

O Education at a Glance 2015: Panorama da Educação é a principal fonte de informações comparáveis sobre a educação ao redor do mundo. A publicação oferece dados sobre a estrutura, o financiamento e o desempenho de sistemas educacionais de 46 países: 34 deles são membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), alguns países parceiros, além dos membros do Grupo dos 20 (G20).

A publicação mostra que, no Brasil, 72% de homens com ensino superior ganham mais que duas vezes a média da renda nacional. Entre as mulheres isso ocorre com 51% das que têm ensino superior. “A desigualdade de renda entre gêneros é igualmente grande entre homens e mulheres cujo nível mais alto de escolaridade é o ensino médio regular ou a educação profissional”, acrescenta o texto.

Uma tabela referente a pessoas com idades entre 35 e 44 anos com educação terciária, que inclui tanto formação acadêmica quanto educação técnica de nível médio, mostra o Brasil com a sexta maior diferença nas remunarações. O salário das mulheres representa cerca de 65% do dos homens com a mesma formação e faixa etária.

Men x Women working IA disparidade salarial é ainda maior na Coreia, Eslováquia, Estônia, em Israel e também na Hungria, onde as mulheres ganham pouco menos de 60% do salário dos homens. No ranking, quanto maior a disparidade, mais alta a colocação. Já o país com a menor diferença salarial entre os gêneros é a Bélgica, onde os salários das mulheres representam cerca de 87% do dos homens com a mesma formação.

No Brasil, as mulheres também são maioria entre os que não estudam nem trabalham, grupo conhecico como nem-nem. Em 2014, 27,9% das mulheres de 15 a 29 anos estavam nessa situação, enquanto 12,7% dos homens estavam no grupo. As médias da OCDE são respectivamente 17,9% e 13,2%.

A OCDE é uma organização internacional composta por economias com elevados PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano e são considerados países desenvolvidos. Os representantes do grupo promovem o intercâmbio de informações e alinham políticas, com o objetivo de potencializar seu crescimento econômico e colaborar com o desenvolvimento de todos os demais países membros.

Fonte: Administradores

TV Cultura investe em mais de 15 atrações para 2016

TV_CulturaUm novo mundo. Uma nova Cultura. É assim que a emissora vai se apresentar para o mercado a partir de agora. Com a proposta de alinhar a grade de programação ao modo atual como o usuário consome mídia, o canal compartilhou com a imprensa o que pensa para o próximo ano. No total, a empresa pretende colocar no ar 20 novas atrações, mas apenas 12 foram reveladas. A grande novidade no modelo é a abertura para o mercado publicitário.

À reportagem do Portal Comunique-se, o diretor comercial e de programação da TV Cultura, Marcos Amazonas, explicou que a crise e o boom de notícias negativas sobre a emissora acabaram desmotivando os profissionais e “apequenando” a empresa. “Eu visitava o mercado e eles me perguntavam se o canal não ia fechar porque era isso que eles liam na imprensa. Era praticamente inútil fazer reuniões. Com isso, decidimos inverter as coisas”. Amazonas assumiu o cargo de diretor em agosto deste ano e esteve envolvido em todo processo de mudança. Para ele, era importante mostrar o que a Cultura pode fazer pelo anunciante e pelo telespectador. Inclusive, ele explicou a mudança de postura com relação ao modelo financeiro. “Nós recebemos dotação do governo, que é uma grande vantagem, mas esse valor não é suficiente para cumprir o papel de ser inovador”.

Ainda não é possível saber quantos programas vão, de fato, para a grade da TV no próximo ano. A estratégia, agora, é levar todo o material para o mercado, com a proposta de recrutar investimentos para as atrações. A lista traz as seguintes propostas de exibições: ‘Canções da Terra’, ‘Programa Rolling Stone’ (em parceria com o impresso de mesmo nome), ‘DNA – Domínio No Ar’, ‘Metrópolis’ (reformulado), ‘Um Novo Estilo de Vida’, ‘Jogue o Jogo’, ‘Terra Dois’, ‘Novo Elenco’ (reality show dedicado ao teatro), ‘TV QI’, ‘Quintal’, ‘Robô TV’ e ‘O Quarto 13’. Em todas as atrações, as estratégias de interatividade e multiplataforma são percebidas.

Segundo Amazonas, o que vai acontecer se todos os projetos conseguirem financiamento é a readequação da grade. Ele afirma que não vai abrir mão dos programas existentes. “Vamos diminuir reprises, mudar o horário de alguns programas. Boa parte dos nossos lançamentos são semanais e ocupam espaço pequeno na grade”. O diretor explica que, diante dos pedidos dos telespectadores, o programa de Inezita Barroso, falecida neste ano, segue com as reprises. Já o de Antônio Abujamra deve sair da programação por questões de temporalidade.

As novidades refletem em outro ponto: investimento em digital. Para colocar a TV Cultura no novo cenário de consumo de conteúdo, o portal será reformulado. O executivo adianta ao Portal Comunique-se que ainda neste mês o internauta vai ter contato com a página atualizada, mas o redesenho segue sendo aprimorado e atualizado no ano que vem. Para atender a interatividade dos programas, a equipe de tecnologia do canal vai desenvolver aplicativos que serão lançados até abril de 2016. “O que quisemos fazer aqui foi mostrar que também sabemos fazer coisas para o futuro. Temos que nos inserir nessa nova maneira de consumo. Boa parte dos programas busca isso”.

A visão dele sobre conteúdo é que cada vez mais as empresas vão produzir seus trabalhos. “Hoje, a TV mais transmite do que produz. Isso é o passado. No futuro, você tem de apostar no próprio conteúdo para trabalhar em multiplataformas. E é por isso que vamos fazer uma TV Cultura para a próxima década”. Nos próximos dias, a emissora deve divulgar para o público o teaser que mostra os detalhes dos novos projetos.

Fonte: Comunique-se

Celulares estão canibalizando os tablets?

Posso soar repetitivo, mas sempre achei que os tablets só seriam úteis para trabalho (ok, depois descobri que é uma ferramenta importantíssima para os pais de filhos endiabrados) e a queda nas vendas me parece totalmente normal, já que não há apelo para a troca tão frequente como acontece com os smartphones.

Seria eu um “Guru Digital”?

smartphones, tablets e FacebookO embarque e despacho de tablets declinou 12,6% do ano passado até novembro, revela o mais recente estudo do IDC chamado Worldwide Quarterly Tablet Tracker. Sob todos os aspectos, seja de venda quanto de expansão de mercados, os indicadores de consumo de tablets vêm demonstrando queda.

Segundo analistas, isso se dá por alguns motivos.

Um deles é a saturação dos grandes mercados. O mesmo IDC estimava ao final do 2014 que a base instalada de tablets no mundo era de aproximados 581,9 milhões, mas de lá para cá essa base não registrou expressivo crescimento, sendo que mercados mais desenvolvidos como EUA, Europa Ocidental e a região da Ásia e Pacífico, tendo atingido 100 milhões de aparelhos em cada um deles, aparenta ter atingido o limite de seu potencial total de ocupação.

A outra razão é que a renovação dessa base instalada é mais lenta do que a de celulares, por exemplo, já que, na média, os usuários de tablets só trocam seu aparelho em média de quatro em quatro anos.

Trabalhando com tabletMas um dos fatores que de fato parece estar influenciando fortemente esse desempenho vem dos mais recentes modelos de smartphones, com telas maiores, que oferecem uma experiência de visualização e usabilidade eventualmente considerada mais confortável e completa, já que além de se aproximarem fortemente da visualização das telas maiores dos tablets, celulares fazem ligações telefônicas e tablets não.

Novos lançamentos de todas as grandes marcas para final deste ano podem alterar este quadro, mas não substancialmente. Na verdade, esses mesmos fabricantes estão colocando, em seu conjunto, um número menor de novidades no mercado ano após ano. Exatamente ao contrário dos fabricantes de celulares (os mesmos, em boa parte das vezes), que seguem num ritmo acelerado de competição via novos modelos.

O boom dos tablets diminuiu fortemente seu ritmo, enfrentando os menores índices de desempenho em vendas desde que eles foram criados primeiro pela Microsoft em 1999 e, depois, acabaram popularizados pelo iPad, da Apple, em 2010, há apenas 5 anos, portanto.

grafico tablets 11-15

Fonte: ProXXIma