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Velocidade da internet cresce, mas Brasil cai para 84º em ranking mundial

Para complementar o post anterior, uma informação do início do ano, mas que ainda está bastante atual.

internet-speedApesar de a velocidade da internet no Brasil crescer 10% no terceiro trimestre de 2013, o país caiu no ranking da Akamai “Estado da Internet”, divulgado nesta terça-feira (11). Em uma lista de 239 países, o Brasil escorregou quatro posições e agora ocupa o 84º lugar, com velocidade média de 2,7 Megabit por segundo (Mbps).

O levantamento considera apenas países que tenham pelo menos 25 mil endereços IP conectados à rede da Akamai.

A velocidade média do Brasil foi de 2,7 Mbps é 10% maior que os 2,4 Mbps registrados no segundo trimestre de 2013. Em relação ao terceiro trimestre de 2012, o incremento foi de 19%. Ainda assim, porém, a taxa brasileira ficou abaixo da média global, que cresceu 10%, e chegou a 3,6 Mbps.

Ter uma velocidade de internet ainda abaixo da média mundial associado ao fato de outros 121 países terem elevado suas taxas podem explicar porque, a despeito do avanço, o Brasil caiu quatro posições no ranking mundial.

Na ponta da lista, a velocidade não para de crescer. Dentre os dez países que possuem a maior velocidade de internet, sete aumentaram suas taxas de transferência.

speednetHong Kong, primeiro país da lista, elevou a velocidade em 0,5%, para 65,4 Mbps; Coréia do Sul e Israel aceleraram 19%, para 63,6 Mbps e 47,7 Mbps, respectivamente.

Em relação à média de picos de conexão, o Brasil atingiu os 16,7 Mbps, queda de 10% em relação ao segundo trimestre de 2013. No mundo, o pico chegou a uma velocidade média de 17,9 Mbps.

Conexões móveis

A pesquisa da Akamai também mensura a velocidade de conexão da internet móvel no mundo. Entre julho e setembro, houve uma variação entre 0,6 Mbps e 9,5 Mbps no mundo. No Brasil, a velocidade média ficou em 1,4 Mbps.

Nos picos de conexão, a velocidade da internet móvel no mundo chegou a 49,8 Mbps.
O país foi o que mais cresceu no mundo em número de endereços de IPv4 no período estudado pela Akamai.

Dos 8 milhões de novos endereços surgidos no período analisado pela Akamai, 3,3 milhões foram criados no Brasil, um volume que representa um aumento de 11% em relação ao trimestre anterior.

Ao todo, mais de 760 milhões de endereços no mundo todo estiveram conectados à rede da Akamai.

Ataques

O Brasil também teve destaque no ranking que mede a origem dos ataques na internet. Com crescimento de 1,8%, o país foi o 6º que mais originou pragas virtuais.

Durante o período analisado, o relatório identificou tráfego de ataques a partir de 185 países ou regiões, dez a mais do que o verificado no trimestre passado. Os três primeiros países deste ranking são China, com 35%, Indonésia, com 20% e Estados Unidos, com 11% dos ataques.

Fonte: G1

As “incoerência” da telefonia celular no país da Copa

celulares xing-lingO Brasil é mesmo um país muito peculiar, não importa sob qual aspecto olharmos. Um dos últimos exemplos é a série de situações que envolvem a telefonia celular no país e na época da Copa do Mundo. Que o Brasil é um dos maiores países em volume de aparelhos pré-pagos no mundo não é novidade. Que a qualidade do serviço é precária até mesmo nas grandes cidades, também. Mas o que impressiona é a total falta de foco de autoridades na condução de políticas e ações que realmente venham se traduzir em alguma melhora no serviço ou benefício ao consumidor.

Na mesma época na qual autoridades anunciam que celulares não testados pelos órgãos competentes (Anatel), uma outra série de problemas bate a nossa porta, sem maior preocupação dessas mesmas autoridades. Primeiro vamos deixar claro que só os muito inocentes podem acreditar que essa censura aos aparelhos Xing-Ling tem relação com o bem estar e com a segurança dos consumidores. Como sempre acontece, uma cortina de fumaça é levantada para encobrir ações que visam apenas defender interesses econômicos sob a bandeira do bem estar social. Que os aparelhos Xing-Ling devem ser combatidos – por conta da má qualidade – ninguém discute, mas seria muito mais importante para o brasileiro que se fiscalizasse a qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras e as razões para que os aparelhos vendidos por aqui sejam tão caros.

Na Europa, por exemplo, é possível comprar um chip 4G com validade de 1 mês por meros R$ 40. Caso prefira um combo com um aparelho (médio), fica por aproximadamente R$ 350. Esses preços nos fazem pensar o porquê de um smartphone médio custar mais de R$ 1 mil e dos planos de internet (longe de entregarem o 3G prometido) sejam tão caros. O capitalismo é ótimo, mas a fiscalização é sempre necessária.

xing-ling-de-respeitoOutro ponto interessante desse bloqueio é o timing. Ele acontece (em fase de testes) exatamente na época que o Brasil vai receber milhares de turistas por conta da Copa do Mundo. Podem até dizer que esse bloqueio só irá acontecer efetivamente após o torneio, mas essa é apenas uma meia verdade. Meia verdade porque vários aparelhos vendidos na Europa e nos Estados Unidos não foram analisados pela Anatel ou porque muitos deles não operam nas frequências usadas no Brasil. Pior, nem nos estádios – que precisariam de pelo menos 90 dias para que o sistema fosse implantado – ele vai funcionar, já que alguns serão entregues a menos de um mês do início da competição.

“O leilão da faixa de 2,5 GHZ ocorrido em 2012, que inaugurou a era 4G no Brasil, teve como principal objetivo cumprir uma exigência da Fifa para a Copa do Mundo. Tal cobrança, bastante razoável assevere-se, tem como fundamento garantir que os torcedores pudessem compartilhar os melhores lances do evento com seus amigos mundo afora.

Arena PantanalDizer que o Brasil não cumpriu a exigência não podemos, pois há 4G nos estádios, só que não disponível aos torcedores – de muitos países do mundo – conforme era a intenção da Fifa. Explico. A faixa de frequências de 2,5 Ghz não é utilizada pela maioria dos países da Europa, nem por países como os EUA, por exemplo. Não bastasse esse fato, agora o bloqueio de celulares pode atingir inclusive consumidores daqui que adquiriram equipamentos nos EUA e Europa, compatíveis com o 3G brasileiro.

O Governo Federal prejudicou a indústria brasileira, usuária da faixa de 450 mhz e criou uma hipervalorização das frequências do 4G, encareceu a conta do consumidor e inviabilizou que muitos dos celulares de estrangeiros funcionem na Copa do Mundo”, explica Adriano Fachini, residente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Pelo jeito, o governo está preocupado com a saúde financeira de empresas como a Motorola, Samsung e similares, e não com salvar alguma pequena parte da organização do mundial e da imagem do nosso país.

complexo-penitenciário-de-BanguA coisa fica ainda mais surreal se pensarmos que onde os celulares e smartphones não deveriam funcionar (dentro dos presídios, por exemplo) o seu uso é mais eficiente do que dentro de muitos lares espalhados nas grandes capitais do Brasil. Falam em “falta de vontade política” – uma expressão que nunca desceu pela garganta -, mas acho que falta mesmo é vontade (ponto).

A segurança no Rio (apenas para me prender a cidade com mais visibilidade do país) é colocada em cheque e as autoridades de segurança admitem que ordens para crimes e ataques a alvos policiais vêm de presídios. Penso se não seria mais importante cuidar desse problema do que procurar proteger a indústria (nem tão) nacional.

Mas, como sempre, existe a possibilidade da minha opinião estar totalmente errada (sqn).

Softwares de limpeza nem sempre são úteis e podem prejudicar computador

Desde os tempos do bom e velho galã de filmes B Peter Norton e seu Norton Utilities que depois ganhou vários nomes até a marca ser vendida e deixar de ser referência, que os softwares de limpeza e aceleração estão entre os mais populares. Claro que limpar registros e desfragmentar HDs sempre podem causar alguma surpresa, mas jamais foram incluídos na categoria de grandes ameaças.

Norton UtilitiesSoftwares que prometem limpar o PC e acelerar o computador nem sempre são tão eficientes quanto prometem – sejam eles caros, baratos ou gratuitos – e podem, inclusive, prejudicar o seu equipamento. Pensando nisso, o site Online Tech Tips reuniu os principais softwares do gênero e fez uma avaliação sobre o desempenho de cada um deles.

Limpadores de registro

Os sofwares limpadores de registro deveriam tornar o computador mais rápido ao fazer uma limpeza de itens redundantes. Contudo, na prática, o resultado é mínimo. Às vezes, eles podem também limpar arquivos errados.

O único indicado pelo site foi o CCleaner. Além disso, o site afirmou que a forma mais prática para acelerar o computador é mesmo desinstalando programas desnecessários.

Limpadores de arquivos

As ferramentas de limpeza de arquivos (conhecidos por “file cleaners”) tentarão remover arquivos não utilizados no computador, assim como arquivos temporários, cookies, histórico, logins, etc. Apenas dois softwares foram bem avaliados para esta função: CCleaner e PC Decrapifier.

Ccleaner-DiskDesinstaladores

Os desinstaladores podem ajudar a remover arquivos de programas que, mesmo após terem sido desinstalados, ainda deixam algum vestígio no computador, além de programas que não têm a opção de exclusão do PC.

O Revo Uninstaller foi a escolha do site, mas seu uso é recomendado apenas em casos em que há muitos programas sem a opção de desinstalar, pois a versão gratuita só oferece alguns poucos recursos e a completa é paga.

Startup Cleaners

Este tipo de software é, na prática, inútil, pois o Windows já tem ferramentas que possibilitam ver os programas que inicializam com o sistema e o impacto que cada um deles tem no carregamento do sistema. Assim, o usuário pode, ele mesmo, desabilitar programas que fazem o PC ficar mais lento, porém tendo a certeza de que não está desabilitando um item necessário para o bom funcionamento do computador.

Buscadores de arquivos duplicados

As ferramentas que encontram arquivos duplicados são úteis para a memória do computador. Para fotos, o melhor é o Picasa. Já para vídeos e música há vários disponíveis na internet, porém é importante verificar no VirusTotal se não há arquivos maliciosos no software. Também não vale a pena comprar, pois há bons programas gratuitos.

Limpadores de cookies e histórico

As opções de limpeza do histórico, presentes no navegador, são suficientes para apagar informações de visitas do usuário a páginas da internet com a garantia de que não poderão ser recuperadas. Portanto, não há necessidade de um programa específico para esse fim.

Programas de aceleração de internet

Os programas de aceleração de internet, além de inúteis, podem fazer com que a conexão fique ainda mais lenta. Algumas das maneiras de acelerar a conexão com a internet são trocar o roteador wireless por um mais rápido e aumentar a velocidade do sinal do Wi-Fi, por exemplo.

Fonte: Canal Tech

Linux roda em 41% das empresas brasileiras de TI

As vezes, até esqueço que em um passado distante já escrevi um livro sobre Linux. Na época, ele ainda era bastante áspero e pouco amigável. O tempo passou e parece que o preconceito vem sendo vencido. Seria a época de nova empreitada literária?

Linux Ciomece AquiSistema operacional de código aberto, o Linux é usado como plataforma tecnológica em 41% das empresas de Tecnologia da Informação do país, de acordo com o Censo do Setor de TI desenvolvido pela Assespro Nacional em cooperação com a Aleti (Associação das empresas de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha).

A única família de sistemas operacionais que supera o Linux é o conjunto dos produtos da Microsoft, que detém 78% do mercado. Já a Apple possui 10%, enquanto os demais sistemas operacionais para dispositivos móveis, contam com 28% de participação.

Na comparação do Linux com os demais países cobertos pelo estudo, chama a atenção que o Brasil apresenta índices bem inferiores aos de outras regiões. Na Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai, o software está em 58% das empresas. Apenas na Península Ibérica (Portugal e Espanha) o índice de utilização é semelhante ao do Brasil.

“Após mais de uma década de políticas públicas de fomento ao software livre por parte do governo, estes dados indicam que os resultados obtidos no setor privado de TI são inferiores ao de outros países onde essas políticas não foram implementadas, o que serve de alerta em relação à eficácia delas”, comenta Roberto Carlos Mayer, presidente da ALETI e vice presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional.

Os números relacionados ao uso de tecnologia aberta em geral confirmam o fenômeno: enquanto no Brasil 38% das empresas afirmam usar tecnologia aberta em seus processos internos com frequência ou de forma contínua, esse índice é de 55% nos países do Cone Sul e na Península Ibérica.

Maior ainda é a diferença obtida na disponibilização da tecnologia das empresas no modelo aberto: enquanto no Brasil essa prática é comum em apenas 9% das empresas, no Cone Sul este índice alcança a 22%, e na Península Ibérica a 28%.

O Censo Aleti foi realizado junto a 849 empresas de Tecnologia da Informação de 17 países membros da federação, abrangendo a América Latina, Caribe, Portugal e Espanha.

Fonte: Olhar Digital

Nove a cada dez aplicativos baixados por brasileiros são grátis

Uma coisa que não mudou desde o início da internet no Brasil é a fome da população por tudo o que for grátis. Foi assim com os provedores gratuitos (lembram?), com a resistência em pagar por informação ou paa pagar até mesmo por um necessário antivírus. Essa característica parece ser uma das marcas registradas do internauta brasileiro e mesmo depois de algumas décadas essa tendência não dá mostras de que vai mudar.

Essa é daquelas notícias que devem surpreender apenas os mais jovens.

Apps grátisA cada dez aplicativos baixados no celular de brasileiros, nove (ou 93%) são gratuitos. Mas, quando esses usuários de smartphones pagam pelo download, o valor médio desembolsado é de US$ 1,26 (R$ 2,96). As informações fazem parte do estudo “Índice Qualcomm da Sociedade da Inovação”, divulgado nesta segunda-feira (17), elaborado em parceria entre a fabricante e o instituto Convergência Research.

A pesquisa indica ainda que dois a cada três brasileiros donos de smartphones (ou 65%) baixam aplicativos no celular. O índice é considerado baixo, se comparado ao de outros países, como o México. Lá, 76% dos usuários fazem downloads de softwares para portáteis. Os dados divulgados são todos em porcentagens, sem especificar valores absolutos.

Daqueles que baixam aplicativos no smartphone, 79% costumam fazer o download de mais de um app. Porém, a maioria dos programas baixados é de aplicativos internacionais (76%). Apenas 15% são feitos com foco no público brasileiro (por exemplo, dispõem de versão em português). Não foi possível, segundo o instituto Convergência Research, identificar a origem dos 9% dos aplicativos restantes.

Alguns fatores fazem com que os brasileiros não baixem tantos aplicativos quanto usuários de outros países. Entre eles está a falta de softwares móveis específicos para o público brasileiro, além da pequena variedade de aplicativos para tarefas procuradas pelos usuários daqui.
Outros dois fatores apontados pela Qualcomm foram a qualidade ruim da internet móvel no país, que desestimularia o usuário a baixar os aplicativos, e a falta de informação sobre softwares que o brasileiro gostaria de baixar no celular. O aplicativo até existe, mas a pessoa não consegue encontrá-lo.

Para realizar o estudo, foram entrevistadas 1.400 pessoas, de todas as regiões do Brasil e de várias classes sociais distintas (cerca de 1.100 pela internet e 300 por telefone). A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais.

Fonte: Uol

Palavra do Dia: Corporativismo

Corporativismo é uma daquelas palavras que talvez nem precisem de explicação para o povo brasileiro. Sofremos com ela em vários níveis da nossa sociedade e nada indica que essa situação vá mudar.

corporativismoTermo pelo qual se identifica doutrina ou sistema baseados no espírito associativo das atividades profissionais. Com isso, essa doutrina procura eliminar conflitos e dissensões habitualmente provocadas pela concorrência econômica, a luta social e as diferenças ideológicas. O objetivo fundamental do corporativismo é assegurar a ordem e a propriedade. Além de buscar o equilíbrio entre as forças sociais, considerando secundários os interesses individuais.

Definição:

(cor.po.ra.ti.vis.mo)

sm.
1. Pol. Soc. Doutrina para a qual a ordem político-social deve basear-se na constituição e representação de corporações profissionais, ger. sob controle de um Estado autoritário.

2. Defesa dos interesses de uma categoria profissional em detrimento dos da sociedade como um todo; espírito de corpo.

[F.: corporativo + -ismo.]

O fim do Windows XP pode afetar 95% dos caixas eletrônicos em todo o mundo

É triste mas é verdade: o fim do Windows XP pode afetar as nossas vidas d uma maneira muito desagradável. Tenho medo só de pensar nisso.

caixa1De acordo com o maior fabricante de caixas eletrônicos dos Estados Unidos, o Windows XP está presente em 95% das máquinas automáticas em todo o mundo. E os fabricantes não vão conseguir migrar a tempo de fugir da aposentadoria do sistema operacional.

Embora a Microsoft tenha alertado por anos que o fim do suporte do Windows XP estava chegando, os fabricantes demoraram para reagir. A NCR é o maior destes fabricantes e se defende alegando que muitas destas máquinas utilizam a versão Embedded, cujo suporte pela Microsoft foi estendido até 2016 e que a migração para o Windows 7 já está em andamento. Entretanto, a KAL, principal desenvolvedora de softwares para caixas eletrônicos, declarou que apenas 15% dos dispositivos nos Estados Unidos estarão usando o Windows 7 em abril deste ano, quando se encerra o suporte do XP.

caixa-atendimentoA solução encontrada por muitas firmas é pagar por suporte estendido da Microsoft, enquanto tentam acelerar o processo de migração. Mas há um sério risco de que milhares de caixas automáticos em todo o mundo estarão expostos a vulnerabilidades de segurança a partir de abril. A maioria destes aparelhos utiliza hardware ultrapassado e já apresentam problemas de performance usando o o Windows XP, o que tornaria a migração extremamente complicada sem um upgrade de componentes. Em alguns casos, o próprio caixa eletrônico precisaria ser aposentado junto com o sistema operacional.

O grupo bancário JPMorgan admite ter comprado suporte estendido para 2014 e que cerca de 3.000 caixas dos 19.000 que controla precisarão de “melhorias” antes de serem compatíveis com o Windows 7. As outras instituições bancárias e fabricantes de caixas eletrônicos ainda não se manifestaram publicamente sobre o problema.

Fonte: Código Fonte

Paul McCartney na América do Sul (e eu em vídeo)

Eu e Paul no Chile

*Adicionado o show de Montevidéu

Depois de visitas anuais iniciadas em 2010, parece que Paul McCartney vai dar um descanso aos bolsos de seus fãs brasileiros em 2014 (pelo menos até a Copa). Até o momento já foram confirmados shows no Chile, Peru, Equador e Costa Rica. Além dessas apresentações, ainda há chance dele se apresentar no Uruguai (show confirmado para o dia 19 de abril).

Como sempre acontece, Paul gravou mensagens para convocar os fãs para seus shows. O interessante é que na chamada do Chile o primeiro frame mostra a minha imagem com a camisa do Liverpool (de novo). Já estou pensando em cobrar direito de imagem.

Abaixo as datas e os vídeos que Paul fez para cada apresentação.

19 de abril – Estádio CentenárioMontevidéu – Uruguai
21 e 22 de abril
– Arena Movistar – Santiago – Chile
25 de abril – Estádio Nacional – Lima – Peru
28 de abril – Estádio de Liga – Quito – Equador
1 de maio – Estádio Nacional – San Jose – Costa Rica

Os vídeos:

Chile e eu

Peru

Equador

Costa Rica

Uruguai

Nomenclaturas que não mudam nada

Empreendedor e líderA mania de modernidade acaba trazendo para o português palavras e expressões que nada mais são sinônimos de palavras já existentes em nossa língua, mas que soam mais solenes quando usadas por algum engravatado ou com o visual super despojado. Entregas se transformaram em delivery, unir várias mídias virou crossmedia e agora essas mudanças chegaram ao mercado empresarial. Dono virou chefe que virou empreendedor que virou executivo que agora, sei lá o porquê, virou líder. Bem, desde quando um executivo é necessariamente um líder. Desde quando um dono de empresa precisar ser um líder?

Essa mania de querer transformar as funções em algo mais importante do que são é uma das coisas que só fazem bem aos egos de quem participa desse tipo de ação. Promover (e se inscrever) em cursos de liderança é o fim do mundo.

Internet das Coisas: SmartTVs e geladeiras podem enviar spam

SpamSerá que no mundo da Internet das Coisas as geladeiras também poderiam se conectar à parte maliciosa da Web, com e-mails mal-intencionados, como parte de uma botnet? E quanto aos televisores ou outros dispositivos inteligentes?

No lado estranho da Internet das Coisas, os pesquisadores da Proofpoint afirmaram ter descoberto um ciberataque em que geladeiras e TVs comprometidas enviaram e-mails maliciosos.

O termo “Internet das Coisas” descreve como uma variedade de aparelhos domésticos ou industriais podem ser conectados à web para gerenciamento remoto.

A Proofpoint “identificou o que pode ser a primeira comprovação de um ataque baseado na Internet das Coisas, que envolve aparelhos convencionais inteligentes”, disse a empresa de segurança.

Ele foi descrito como “uma campanha de ataque global, envolvendo mais de 750 mil comunicações de e-mail maliciosos provenientes de mais de 100 mil aparelhos eletrônicos, tais como roteadores, centros multimídia conectados, televisores e ao menos uma geladeira, que foi comprometida e usada como uma plataforma para lançar ataques.”

Mas uma outra empresa de segurança, a Symantec, desmentiu o caso, afirmando que não identificou nenhuma evidência de tal ataque.

“Monitoramos o tráfego na Internet extensivamente e acreditamos que saberíamos se isso acontecesse”, diz Liam O’Murchu, gerente de operações de resposta de segurança da Symantec. “Nunca vimos isso acontecer antes”.

Geladeira com internetA Symantec acredita que a Proofpoint possa ter errado em alguma ponto da sua análise.

Uma geladeira moderna poderia ter um endereço IP que pode dar suporte a uma função como testar temperatura, mas não enviaria spam, diz O’Murchu.

Evidência limitadaA Symantec acredita que o que a Proofpoint provavelmente viu foi roteadores domésticos fazendo a tradução de rede de endereço (NAT) e redirecionamento de portas em uma configuração onde, de fato, havia um computador que estava comprometido e gerava spam.

A Proofpoint afirma que está certa em sua análise que “cibercriminosos começaram a comandar roteadores domésticos, aparelhos inteligentes e outros componentes da Internet das Coisas e transformá-las em ‘thingbots’ para realizar o mesmo tipo de atividade maliciosa.”

No entanto, quando perguntado se poderia citar os modelos de TVs e geladeiras inteligentes que a empresa detectou o envio de spams, a Proofpoint respondeu que “não irá revelar nomes de marcas dos dispositivos comprometidos.”

SmartvKevin Epstein, vice-presidente de segurança da informação da Proofpoint, disse não poder comentar sobre o que a Symantec afirmou, mas “podemos confirmar que observamos dispositivos da Internet das Coisas enviando spam.”

A Proofpoint está “ciente do comportamento destes dispositivos que a Symantec e outros mencionaram”, comentou Epstein. “Verificamos estatísticas de interface e descobrimos evidências de que as mensagens de e-mail passaram por um servidor proxy por meio de uma interface WAN, e não tinham origem na conexão NAT interna.”

Epstein concluiu: “em suma, verificamos que estes dispositivos foram configurados para atuar como proxies de e-mail, e coletamos provas que indicam que o e-mail proxing estava ativo.”

A Proofpoint disse estar confiante sobre o que afirma. “Mas a Symantec permaneceu cético sobre as geladeiras e televisões se tornarem parte de uma botnet. A empresa de segurança disse, ainda, que isso não significa que há problemas de segurança associados à Internet das Coisas.

A Symantec ressaltou que identificou worms que infectam dispositivos de Internet das Coisas baseadas em Linux, como roteadores, câmeras e sistemas de entretenimento. Uma das ameaças, chamada Linux.Darlioz, é “interessante, pois está envolvido em uma guerra sem fim com outra ameaça conhecida como Linux.Aidra. O Darlioz verifica se um dispositivo está infectado com o Aidra e, se encontrado, o remove do dispositivo.”

A empresa também observa que “esta é a primeira vez que vimos criadores de worms lutar por territórios na Internet das coisas e é uma reminiscência das guerras sem-fim de 2004.

Considerando que esses dispositivos têm processamento e memória limitada, esperaríamos ver disputas territoriais semelhantes no futuro. Enquanto o malware para a Internet das Coisas ainda está dando os primeiros passos, os dispositivos da Internet das Coisas estão sujeitos a uma ampla gama de questões de segurança. Portanto, não se surpreenda caso, num futuro próximo, sua geladeira começar a enviar spam.”

Fonte: IDG Now!

Windows Phone ultrapassa iOS e fica na 2ª posição

iphone-3g-de-8gbO Windows Phone, sistema operacional para smartphones da Microsoft, ultrapassou o iOS, da Apple, assumindo a segunda posição no mercado brasileiro.

Entre o 4º trimestre de 2012 e o mesmo período do ano passado, o sistema apresentou um aumento de participação de 1,22 ponto percentual, ficando com uma fatia de 6% do total. O iOS, por sua vez, teve uma queda de 3,36 pontos percentuais na mesma comparação e fechou o ano com 4,7%. O Android, do Google, ampliou sua participação, chegando a 88,73% (de 76,44% no quarto trimestre de 2012. Os números são da empresa de pesquisa IDC e foram informados ao Valor pela Microsoft. Atualmente, duas companhias vendem aparelhos com Windows no Brasil, a Nokia e a Samsung. A maior parte das vendas foi feita pela Nokia, que tem oito telefones no mercado. A Samsung só tem um modelo.

Para Mariano de Beer, presidente da Microsoft no Brasil, o avanço ocorreu tanto nas vendas para consumidores residenciais quanto para empresas. O desempenho foi resultado de três fatores principais: o aumento no portfólio de produtos (que agora abrange mais faixas de preços e perfis de consumidores); os investimentos em distribuição e a promoção do sistema, que incluiu anúncios na TV aberta; e o lançamento de aplicativos populares como a rede social de fotos Instagram. “No 4º trimestre fomos o único sistema a ganhar mercado. Isso nos deixa muito confiantes”, disse de Beer ao Valor. De acordo com a IDC, foram vendidos 34 milhões de smartphones no Brasil em 2013, um crescimento de 120% na comparação com 2012. A expectativa é que o número chegue a 47 milhões neste ano. “O Brasil é um mercado prioritário”, disse Celso Winick, gerente-geral de mobilidade da Microsoft.

Fonte: Valor Econômico

Como a Easy Taxi se transformou no maior app de serviços mobile do mundo

Sempre achei que ping-pongs só se sustemtam caso o entrevistado seja realmente relevante. Esse é o caso de Tallis Gomes, o mineiro criador do Easy Taxi, o aplicativo para chamar táxi que está presente em vários países além do Brasil e é extremamente eficiente.

Bom ler algo dito por alguém realmente inovador.

Easy Taxi IIIDepois de sofrer pela espera de um táxi em uma noite chuvosa no Rio de Janeiro, veio o insight necessário para enxergar um mercado ainda inexplorado. Foi, então, que o mineiro Tallis Gomes, correu atrás, suou a camisa e lançou o Easy Taxi, um aplicativo pioneiro no serviço móvel de chamada de táxi. O app facilita a conexão entre passageiro e taxista, viabilizando a corrida com apenas alguns cliques, Hoje o app é usado em 23 países, sendo considerado o maior aplicativo mobile de serviços do mundo.

A Easy Taxi já registrou mais de quatro milhões de downloads e recebeu investimentos que ultrapassam a casa de R$ 55 milhões, o que a torna a startup de mobile que mais recebeu investimento na história do país. Mas longe de ter sido fácil. Como parte do especial “2014: o ano da sua startup”, divulgado na edição 24 da revista Administradores, conversamos com Tallis Gomes, que contou todos os detalhes dessa trajetória.

Hoje o sucesso do Easy Taxi é inegável. Mas como surgiu a ideia de fazer esse aplicativo?

A Easy Taxi é a minha quarta empresa, a terceira formal, e eu sempre estive muito envolvido nesse mundo de empreendedorismo. Eu morava no Rio de Janeiro nessa época e, em junho de 2011, ia acontecer um campeonato de startups chamado Startups Weekend. Nessa oportunidade estava um dos top três de gurus de startup, o David McGovern, e eu pensei: ‘bom, quero ir lá, no mínimo, para conhecer o cara’. E na verdade eu estava cansado de fazer empresa de economia real, de serviço, mas que não agregava tanto valor para a sociedade.

E eu sempre tive muita implicância com trânsito. E tive uma ideia de fazer um aplicativo para ônibus, que basicamente funcionava com geo-localização, onde ele apontaria quais ônibus que passariam no local que você estava para o destino que desejaria. Então como os ônibus contêm GPS, então, de fato, daria para acompanhar o ônibus vendo onde ele está e tudo mais. E tive essa ideia no Startup Weekend. Lá é uma competição de três dias em que você cria um protótipo navegável da sua ideia. O David McGovern passou na mesa da minha equipe – eram umas 16 pessoas – e disse: ‘Não faz isso não, pois a Google está fazendo algo parecido e vocês vão perder tempo fazendo isso’. Isso desabou o time, cada um foi para o canto e a maioria falou: “olha, como não tem ideia mais, você era o líder do time, desculpe, mas vou para outro time”. Quando fui ver, ficaram eu e mais três pessoas na mesa, os caras ficaram com pena de mim, e passamos o dia inteiro tendo ideias que tentávamos validar, que era um problema real.

Na hora de ir embora do hotel na sexta-feira, estava chovendo muito, e a gente tentou um taxi para ir embora. Mas não tinha nada de taxi.

Liguei para cooperativa e disseram que em 30 minutos o taxi estava ali. Depois do tempo eles ligam dizendo que não conseguiriam um taxi logo. Eu sai bravo na rua para tentar conseguir um taxi, debaixo de chuva, e foi nesse tempo que veio um insight: “por que eu não uso o mecanismo de geo-localização para poder conseguir um taxi para as pessoas?”. E aí, de fato, as pessoas iam poder diminuir o uso do carro próprio e ter um impacto na diminuição do trânsito. A gente acabou sendo campeões desse campeonato e a Easy Taxi nasceu assim.

E esses outros negócios anteriores que citou? O que você pode falar deles?

Eu comecei a empreender em 1999, com 14 anos. Eu sou de uma pequena cidade de Minas Gerais, chamada Carangola, e sempre tive muito ligado com tecnologia. Eu lembro que quando chegou a internet, e comecei a ver alguns exemplos nos Estados Unidos de jovens ganhando dinheiro com a internet. E eu pensei: “Também quero ganhar dinheiro com internet”, enfim mais não consegui. Mas na época a gente tinha uma banda de Rock e a banda não tinha bateria.

Precisávamos de uma para poder ensaiar e tudo mais. Mas um bando de mineiro quebrado, com 14 anos, não tínhamos dinheiro. Então, tive a ideia de montar um negócio para comprar a bateria. Aí, todo mundo duvidou: ‘Tá bom, monta o negócio aí, que a gente tá esperando’.
Eu fiquei pensando nas possibilidades e coincidiu com o boom de celulares com câmera, todo mundo queria uma. Mas lá no interior não tinha uma loja que vendesse celular assim. E aí eu descobri o Mercado Livre e pensei nele para trazer o celular para a cidade. Como eu não tinha um capital para começar, eu dava print nas ofertas, montei um book com um monte de imagens de celulares usados e comecei a levar para o colégio para mostrar aos professores, como uma revenda. Aí um deles comprou e deu certo. Aí os outros começaram a comprar e isso deu para comprar a bateria da banda.

Easy Taxi IO outro negócio foi algo em 2005 e 2006. Eu trabalhava em uma rede de cinemas. Na época eu fiz uma ação de mídia social que deu muito certo, lotou a sala de cinema – naquele período ninguém pensava em mídia social. Acabei que, depois disso, resolvi explorar o mercado e abri uma agência de game estação de mídia social – a Eletronic Spartan. Obviamente, eu quebrei em seis meses, consegui apenas dois clientes e eles não se mantiveram. Foi minha primeira grande falha e depois disso fui para o mercado: trabalhei na Unilever, como gerente de Marketing da Ortobom também.

Depois resolvi criar a Tech Samurai, agência de desenvolvimento de software, e começou a dar muito certo. Larguei a faculdade de Marketing, na ESPM, e vendi a minha participação na Tech Samurai e veio a Easy Taxi

Eu vi que vocês ganharam várias premiações de startups. Você pode um contar um pouco dessas conquistas?

Fomos muito felizes em premiações. Tudo que foi possível ganhar, a gente já ganhou. Eu sempre entendi que a mídia seria crucial para que o aplicativo funcionasse. Então sempre foi uma área que demos muita atenção, apesar de que os empreendedores tendem a negligenciar isso. Então pensei que para chamar a atenção da mídia tinha que ganhar prêmio e comecei a inscrever a Easy Taxi em todos possíveis.

Para chegar ao aplicativo que está hoje, nós acabamos testando alguns modelos. No início a gente chegou a ter três modelos de Easy Taxi rodando e o engraçado é que acabamos ganhando prêmios em todos os três. Teve o Startup Weekend que foi o primeiro, depois ganhamos o Startup Farm, que é da Microsoft. Depois teve um crucial que foi o IBM Global Smartcamp Brazil, pois tinha investidores do Facebook, muita gente importante e isso foi um boom na mídia.

O consulado americano chegou a publicar que a gente estava mudando o transporte no Brasil. Mas não estava nada, ainda nem tínhamos definido completamente o melhor modelo do produto. Enfim, continuamos a participar de outras premiações e ganhamos também o TNW Awards e Spark Awards como melhor aplicativo mobile da América Latina.

Acho que foi muito disso: buscávamos visibilidade e um dos caminhos que encontramos era através desses campeonatos. Afinal, o app era algo muito novo e sabíamos que teríamos que mudar a cultura das pessoas relacionadas ao uso do taxi. Nada melhor do que um veículo de credibilidade falando sobre isso.

Qual é o alcance de vocês? Quantas cidades e países?

Esse número muda frequentemente, mas hoje são 80 cidades no mundo, em 23 de países diferentes, e quatro continentes.

Quais foram as principais dificuldades? Ou, melhor: quais foram os principais desafios encontrados?

Foram tantos desafios, deixa eu pensar… Acho que o maior de todos foi mudar a cultura de uso das duas partes: dos taxistas e dos passageiros. Nós somos um Marketing Place de serviço. O que é isso? Você imagina os árabes na antiguidade e chegava um espertinho como uma bancada na feira e dizia: ‘eu não tenho produto e nem cliente, mas eu tenho a bancada’. E a bancada era complicada de ter na feira. Então, ele chamava um comerciante que tinha fruta e fazia uma proposta: ‘coloca na minha bancada a fruta e você me dá um percentual na venda para os clientes’. Aí, ele também ajudava e ficava gritando na feira que existia uma bancada na feira vendendo fruta. Isso é Marketing Place. É o que a gente faz adaptando para nossa realidade: fazemos a ponte entre o taxista e o cliente.

Você ter que gerar oferta e demanda e fazer isso de forma equilibrada é hiper complicado. Você tem que trabalhar as duas áreas ao mesmo tempo e que elas cresçam com união, porque se uma área estiver fraca em relação à outra – você ter taxi demais com pouco passageiro – ele vai parar de usar o seu produto ou muito cliente chamando e não ter taxi para atender, o passageiro não vai usar mais porque a experiência não foi boa. Então, esse é um desafio continuo pelo resto da vida.

Easy Taxi IIMas acho que no início da Easy Taxi o maior desafio de todos foi mudar a cultura dos taxistas cariocas. Você imagina esses caras em 2011, que estava no auge do Nextel e eu falava para eles: “esse Nextel não presta não, cara” e ele: “Como não presta, amigo, isso aqui ajuda de mais”. “Mas a internet é muito boa”, retruncava, e ele: “eu vou querer internet pra que, Doutor, internet é coisa de rico. E eu mal sei mexer no Nextel”. Então, eu tinha que convencer os taxistas e nesse processo enfrentamos uma série de problemas.

Teve um modelo que a gente tentou dar um celular para o taxista. Eu vendi o carro, meu sócio foi pegar empréstimo, mas teve uma hora que acabou o dinheiro e eu disse, a única forma de fazer esse negócio acontecer é fazer com que o taxista compre o seu próprio celular. Temos que mudar a cultura desse público. E eu comecei a ir aos churrascos com os taxistas, comecei a jogar bola com os caras, comecei a ficar amigo dos taxistas que eram chefes de ponto. E a gente foi tentando repassar porque seria útil aderir ao Easy Taxi.

Então, o outro desafio era conseguir que os passageiros passassem a usar o Easy Taxi para gerar corrida para os taxistas. Mas, na época, nem meus amigos usavam o aplicativo (risos).

Enfim, então, eu fui para porta de hotel apresentar o aplicativo para os turistas, principalmente os estrangeiros: ‘Por que você não pega um taxi com a gente, é seguro, você vai pegar taxi na rua e ele vai tentar te enrolar’. E mostrava aos estrangeiros para eles baixarem o aplicativo e usarem. O pessoal ficava maravilhado. ‘Não sabia que tinha isso no Brasil, nunca vi isso no mundo’. E eu ficava o dia inteiro debaixo do sol quente, apresentando o aplicativo, de domingo a domingo, e isso comoçou a dar certo, começou a gerar bastante corrida e volta e meia fazia alguns encontros com os taxistas, tomar uma cerveja e tal. E eles me perguntavam: ‘Mas por que tanto gringo usa esse aplicativo’. Aí, tipo, para dar uma valorizada eu dizia: ‘o Easy Taxi já é um sucesso internacional, está em um monte de país.’ Mas não estava nada. A questão é que isso começou a gerar um boca a boca e mais aderência dos taxistas e dos passageiros.

Em relação aos investimentos obtidos pela Easy Taxi, houve recentemente um forte aporte financeiro de um grupo Alemão. Como surgiu essa proposta? Vocês foram atrás ou existiu um interesse direto deles através das premiações?

Acho que no total a gente recebeu 54, 55 milhões de reais. A gente é hoje a startup brasileira que mais recebeu investimento na história do país. O mobile, sem dúvida. A verdade é que chegou um momento da Easy Taxi que a gente estava com muito fundo de negociação, com muita gente. E eu queria deixar claro isso na entrevista para quem está lendo não cometer os mesmo erros que eu cometi. Eu passei seis meses da minha vida mais procurando investimento do que qualquer outra coisa.

Então, de vez eu fazer o certo, que é o empreendedor executar o negócio, fazer acontecer, eu perdi muito tempo em reunião indo para São Paulo, para Brasília, falando com um bando de investidor e preparando material para apresentar. Foi a maior bobagem que fiz na minha vida, porque investidor ele vai lhe enrolar até você ter um negócio. Um investidor não é ONG. Ele vai investir em você quando você conseguir lhe dar retorno. E eu ficava nesse blá blá blá e nunca acontecia nada. Até que chegou o momento, no final de 2011, que eu resolvi não falar com ninguém mais. Fui focar no meu negócio. Quando saiu o produto e ele funcionou, eu vi que era o momento de voltar a procurar os investimentos e aí começou a surgir novos fundos.

E aí surgiu a Rocket que tinha uma tremenda sinergia conosco, a forma de gerir o negócio. Então, mandei um e-mail para Rocket Alemanha apresentando o Easy. O Rodrigo Sampaio, CEO da Rocket na América Latina, que hoje é meu mentor, respondeu, chamou para conversar e acabou que tudo foi acontecendo até ter o primeiro aporte.

Quais são os próximos passos para o Easy Taxi?

A gente ainda continua nesse game de jogar WAR: de dominação mundial. Ou seja, tem muito que fazer, tem muito país para entrar, operações para melhorar. A ideia é continua expandindo para outras cidades e aperfeiçoar cada vez mais a experiência para o usuário. Estamos lançando também outros produtos, como a carteira virtual, que dá desconto com o uso de cartão de crédito no taxi.

Para encerrar, o que você diria para alguém que deseja começar um startup ou virar um empreendedor de sucesso?

Se ele quer começar uma startup de fato, se não tem nada ainda, eu diria que, ao invés de pensar numa ideia, pense em um problema real. Depois você começa o método de validação: “Será que as pessoas pagariam para resolver esse problema? Quantos eles pagariam? Você conseguiria escalar o produto para resolução desse problema?” Se você conseguir responder sim e positivo para essas três perguntas, com certeza você terá um bom negócio na mão.

Fonte: Administradores

Google já vale quase R$ 1 trilhão

google11O ano de 2013 foi incrível para os acionistas do Google e o início de 2014 também está se mostrando promissor. A empresa, criada em 1998 como um mero site de buscas e só cresceu e diversificou as atividades desde então, já está valendo mais de US$ 400 bilhões, ou cerca de R$ 960 bilhões em conversão livre para a moeda nacional.

O valor em questão é referente à capitalização de mercado, que significa o número de ações em que a empresa está dividida multiplicado pelo valor de cada uma delas. Neste momento, o Google oferece mais de 330 milhões de ações, que são trocadas em média por quase US$ 1,2 mil.

Vale lembrar que o valor de capitalização de mercado é muito diferente de “valor de marca”, divulgado em tantos rankings. Neste caso, se trata de um estudo mais subjetivo sobre o alcance e reconhecimento da empresa, bem como a visão que o público tem sobre seus serviços.

Com a constante valorização de suas ações, o Google começa a pressionar a Apple para tentar roubar o posto de empresa de tecnologia mais valiosa do mundo. A capitalização de mercado da maçã chega a US$ 484 bilhões, superando a casa do trilhão de reais. Em moeda brasileira, a Apple vale R$ 1,15 trilhão.

A marca também distancia o Google de outra concorrente, a Microsoft. Por muito tempo as duas empresas ficaram praticamente juntas neste ranking, mas agora a empresa das buscas conseguiu abrir uma vantagem, deixando a criadora do Windows, com seus US$ 312 bilhões (R$ 744 milhões), para trás.

Fonte: Olhar Digital

Londres, uma cidade em constante movimento – Parte I

Esse é um texto escrito em duas partes condensando minhas memórias de uma das cidades mais cativantes do mundo.

Torre de Londres 2013Poucos lugares são tão apegados as tradições do que Londres. A fleuma britânica, o humor peculiar, a educação impecável, a loucura incontrolável, a mão invertida e aquele sentimento de que a cultura é exalada de cada parede levantada na cidade. Mesmo assim, poucos lugares têm um processo de evolução tão constante quanto Londres. Você pode lembrar que o metrô (The Tube) tem mais de 150 anos, centenas de estações (em funcionamento e fechadas) e que mesmo assim continua sendo modificado de acordo com as necessidades dos moradores ou do desenvolvimento de alguma área. Visitar Londres é sempre um prazer, sempre uma novidade, sempre diferente. Desde 2002 que a cidade é uma das minhas paradas preferidas (como turista e como cidadão comum), seja pela sua música, sua história ou sua gente, cada vez mais globalizada.

A festa dos turistas

heathrowexpress3A festa começa logo na chegada. Ao contrário do que acontece no Galeão, sair e chegar do aeroporto de Heathrow é fácil e com uma boa gama de opções. Você pode escolher entre ônibus, táxi, serviço de vans, metrô ou Heathrow Express – trem de alta velocidade que o levará até o centro da cidade em meros 15 minutos. Isso, com TV exclusiva, local para bagagem, tomadas para recarregar o smartphone e wi-fi. Igualzinho ao Brasil. Você pode comprar o ticket na hora, mas comprar pela internet sai mais barato.

Nesta última viagem (outubro de 2013) foi possível ver (e rever) locais já conhecidos, outros novos e chegar a conclusão de que a cidade sabe se modernizar sem perder a identidade. Se o aeroporto continua sendo um exemplo de funcionalidade, os parques continuam bem cuidados e sendo uma ótima opção de passeio e os double decks ainda passeiam pelas ruas da cidade, embora bem mais modernos e confortáveis, as atrações turísticas mantêm o charme e o cuidado no trato com o turista.

Mão inglesaPara começar, nada como uma cidade que tenha um bom sistema de transportes. Se andar de táxi é caro, também é praticamente desnecessário. O sistema trem/ônibus/metrô é de uma eficiência indescritível para alguém que mora no Brasil. São linhas e linhas que se cruzam e dão opções de tarifas que, ao contrário do que acontece no Rio, por exemplo, ficam mais baratas a medida que você utiliza mais viagens ou compra passes para vários dias. E mesmo quando há paralisações no sistema (seja por problemas técnicos ou por obras de expansão), há avisos e opções alternativas grátis) que não causam grandes transtornos. Vale destacar que mesmo com 150 anos o metrô de Londres continua abrindo e fechando estações, se modernizando para atender melhor seus usuários. Vale lembrar que o intervalo entre os trens do metrô raramente chegam aos 3 minutos e que os pontos de ônibus também indicam quanto tempo determinada linha vai demorar para chegar. Como lá vale a mão inglesa, com os carros andando em sentido contrário ao do resto do mundo, olhe sempre para baixo antes de atravessar uma rua. Nos sinais há sempre uma mensagem lembrando os turistas para qual lado devem olhar antes de atravessar. Outros pontos positivos são a educação dos motoristas – que param sempre que você coloca o pé na rua (menos em uma travessia famosa) e o pedágio urbano, que diminuiu consideravelmente o número de carros nas ruas e o tamanho dos congestionamentos.

london-eye-pictureComo na maioria das cidades evoluídas, há um passe para descontos e entrada gratuita em atrações da cidade (museus, etc), que pode ser muito útil ao turista de primeira viagem ou aquele que queira mesmo agir como um turista, mesmo já conhecendo a cidade, que não cobra entrada em seus museus. Outros locais, como a London Eye, evoluíram em termos de comodidade e abrigam agora vários tipos de passeio, um ótimo local para quem aguarda sua vez na roda gigante e até mesmo um filme 3D sobre a cidade.

Mas se Londres é a casa do Big Ben, das Casas do Parlamento, da Torre e da Ponte de Londres, todas atrações erguidas séculos atrás, também é a casa do ainda jovem Museu do Rock, da Arena O2 e do novíssimo The Shard, o prédio mais alto da Europa que, como em todo bom local destinado ao turismo, tem uma bela estrutura de apoio, loja, pessoas tirando fotos que depois servem de souvenir, etc.

A segurança feita por uma polícia que não usa armas e que, longe de ser perfeita, não permite que sintamos medo de andar pelas ruas da cidade mais bem vigiada por câmeras do mundo, permite que existam caminhadas temáticas para personagens reais (Jack, O Estripador), fictícios (Sherlock Holmes) e até mesmo para quem ainda está vivo (Beatles). Os museus, que vão do chá das cinco até galerias de arte moderna, passando por figuras de cera, são muitos e imperdíveis.

Gastronomia renovada

Um dos pontos fracos da capital inglesa sempre foi a sua gastronomia. Durante décadas ela foi criticada pela péssima comida servida em restaurantes e pubs. Bem, a diferença entre a Londres de 2002 e a de 2013 é grande em vários aspectos, principalmente no quesito comida. Espalhados pela cidade estão cadeias de comida italiana, os pubs melhoraram muito e até mesmo as chip shops (que fechavam exatamente quando sentíamos fome) melhoraram e a rede Fish! Provou que o fish and chips pode ser uma iguaria e não apenas um prato tradicional e barato (provem os feitos com bacalhau). Outro ponto positivo são os sempre bons restaurantes do bairro chinês e os dos cheffs modernos, como Jamie Oliver, que servem refeições baratas e de ótima qualidade (na maioria das vezes).

Fish and chips 2013Outra vantagem da nova gastronomia londrina é a possibilidade de combinar uma visita a alguma das atrações da cidade, com uma refeição em algum restaurante parceiro. Isso economiza tempo, dinheiro e ainda garante uma qualidade mínima da refeição. E, para finalizar, fica a dica: marque tudo com antecedência pela internet. Até o tradicional chá da cinco pode ser reservado em um local perto de onde você vai estar e no horário que você quiser.

Parques, feiras e caminhadas

Londres não tem um espaço como o Central Park ou a Floresta da Tijuca, mas a beleza e tranquilidade do Hyde Park e do Regent’s Park (só para citar os meus preferidos) torna-os perfeito para uma caminhada matinal, um passeio de bicicleta ou mesmo para passar alguns momentos de ócio ou leitura de um bom livro, embora um turista raramente tenha tempo para ler. Mas, se a ideia for mesmo bater perna, as várias feiras e mercados da cidade (Camden Town, Portobello Road e Borough Market) servem como ótimos passeios e uma boa oportunidade para comprar algo que sirva como lembrança para toda a vida. Quem sabe você não dá sorte de encontrar até uma barraca de água-de-coco no meio de uma das mais movimentadas ruas da cidade.

Aproveitar o que Londres tem para oferecer não é tarefa para novatos. São muitos os guias (online e impressos), mas nada substitui o bom e velho roteiro feito a mão, dividindo a cidade em áreas e aproveitando cada segundo na capital do Reino Unido(?).

Quase 70% dos usuários de smartphones são fieis ao sistema operacional

androidUm estudo feito pela Kantar Worldpanel aponta que, no ano passado, o sistema operacional Android teve uma clara liderança na batalha de smartphones e chegou a responder por 70% do mercado nas 12 principais economias mundiais, contra 22% do iOS, sistema operacional da Apple.

O relatório ComTech mostra as principais tendências do ano que passou baseado em alguns dos mercados mais importantes do mundo.

Smartphones-UsersJá o Windows Phone, apesar de não ter um começo muito promissor no início de 2010 devido à falta de aplicativos e a cautela do consumidor com relação a uma nova plataforma, atualmente vem sendo o sistema operacional que mais cresce no mundo e chegou a ultrapassar a Apple na Itália e está em segundo lugar na Alemanha, e em terceiro na Grã-Betanha.

O uso diferenciado dos smartphones levou o consumidor a uma busca por aparelhos com telas cada vez maiores. Com a possibilidade de assistir vídeos e navegar pela Internet, 58% dos consumidores já procuram por uma tela com 5 ou mais polegadas, enquanto outros 32% optam pela tela de 4.5 ou 4.9 polegadas e 31% dos usuários investem em aparelhos com telas de 4.0 ou 4.4 polegadas.

smartphones, tablets e FacebookQuando o assunto é fidelidade em relação à marca, é possível analisar que cerca de 41% dos usuários de smartphones costumam ser fieis a uma marca específica quando decidem mudar de dispositivo, contra 68% que preferem manter sua lealdade ao sistema operacional do aparelho.

Persuadir os clientes a comprar a marca e não o sistema operacional tem sido um foco importante para a Samsung nos últimos dois anos, com os resultados claros em seus números crescentes. Já as marcas HTC, Sony e LG estão investindo também em ajudar os consumidores a se conectar com a marca e não apenas com o software, pensando em trazer sucesso em longo prazo aos negócios.

Fonte: IDG Now!

Sete erros que as empresas devem evitar nas redes sociais

Essas não são regras definitivas, mas deveriam ser aplicadas na maioria das vezes. Algumas delas são aterrorizantemente familiares.

Social Media Logotype BackgroundAs mídias sociais são uma bênção para as empresas, tanto de pequeno, médio e grande porte, mas também estão se tornando um “campo minado” para as que não sabem como lidar com a crescente complexidade deste novo paradigma.

Erros podem ocorrer em redes sociais com uma velocidade incrível. Apesar de tweets e mensagens no Facebook poderem ser removidos, a prova de sua existência se multiplica questão de segundos após sua publicação.

Assim algo errado em uma rede social pode assombrar a vida da empresa por muito tempo. Especialistas listam abaixo sete erros graves que muitas companhias cometem e que podem ser evitados:

1- Deixar o gerenciamento das redes sociais nas mãos de profissionais despreparados

É compreensível que, como proprietário de uma empresa de pequeno porte você não queira passar seus dias gerenciando a conta do Twitter ou páginas do Facebook. É um trabalho que exige muito esforço e, que muitas vezes, tem um impacto mínimo no caixa da empresa.

Por isso, é muito tentador delegar essa tarefa a uma empresa externa ou deixá-lo nas mãos de funcionário despreparado. É um grande erro. Estes profissionais muitas vezes misturam a sua conta pessoal com a da empresa, sem estabelecer limites no momento de falar em nome da organização.

2. Despedir encarregada pelas redes sociais, sem adoção de medidas

As empresas podem ter que demitir alguns de seus funcionários se o negócio não decolou. Mas e se os cortes afetarem pessoas que gerenciam as redes sociais?

O varejista do setor de entretenimento, HMV, descobriu as consequências desta ação quando começou uma rodada de demissões em cortou o gerente de mídia social da empresa. O profissional aproveitou a ocasião e publicou vários tweets que incluiu acusações de práticas ilegais adotadas pela corporação.

Lembre-se, se a demissão é necessária, tente mudar todas as senhas de perfis oficiais e bloqueie o acesso ao ex-empregado para se prevenir contra potencial “vingança digital”.

3. Confundir o Twitter com correio eletrônico

É comum as pessoas cometerem essa falha no uso do e-mail corporativo, enviando acidentalmente uma mensagem, clicando em “responder a todos” em vez de encaminhar apenas ao remetente original.

Mas essa falha no Twitter tem um agravante. Ao enviar resposta de uma mensagem para todos, o conteúdo será visto por toda a empresa e seus seguidores até que seja removido.

4. Falta de sensibilidade sobre o alcance das redes sociais

Muitas empresas se aproveitam das hashtags para publicar suas mensagens corporativas ou para atrair mais seguidores. Mas esta tática pode trazer consequências.

Exemplo disso são algumas empresas norte-americanas que aproveitaram o furacão Sandy para promover seus produtos em redes sociais, pegando uma carona no sofrimento humano causado por este fenômeno natural. Elas não conseguiram melhorar vendas por esses serviços e ainda causaram desconfiança e rejeição nas mídias sociais.

5. Não entender sobre a confidencialidade comercial

Se você é o diretor financeiro de uma empresa de capital aberto, não publicar no Twitter mensagens como: “Reunião do Conselho. Números bons. Board feliz”.

Parece óbvio, mas na Gene Morphis, loja de roupas, o CFO da rede varejista francesa cometeu esse erro no ano passado, causando um aumento artificial no preço das ações em 15%.

Este tipo de comportamento é ilegal e a empresa pode ser punida pelos órgãos reguladores.

6. Pedir a usuários hostis para participarem de sua rede social

A cadeia de fast food McDonald’s criou uma hashtag (# McDstories) para encorajar seus McFanáticos a discutir os benefícios de seus restaurantes. A empresa recebeu uma chuva de tweets, pedindo um McDouble e para parar de atormentá-los.

Portanto, se sua empresa pretende promover um concurso por meio de uma hashtag no Twitter, tenha sempre em mente que, uma vez que desencadeada uma campanha, não pode ser desfeita. Avalie bem antes para evitar surpresas desagradáveis.

7. Descuidar da segurança

A segurança nos meios de comunicação social é um assunto sério. São comuns as tentativas de ataque por phishing ao Twitter e Facebook. Certifique-se de que os que estão acessando sua conta usam senha forte, bem como seguindo políticas de segurança e confidencialidade.

Fonte: Computerworld

Intel lança processadores de 64-Bit para smartphones e tablets

Novo processador IntelA Intel está anunciando novos processadores de 64-Bit na família Atom para dispositivos móveis. O Atom Z34XX, codinome Merrifield, é um processador dual-core voltado a smartphones e tablets na faixa dos US$ 250 e o Z35XX, um modelo quad-core de codinome Moorefield, é voltado a aparelhos high-end, diz Julie Coppernoll, diretora de marketing do grupo de mobilidade e comunicação da Intel.

Além de uma maior autonomia de bateria, os dispositivos móveis equipados com os novos chips terão maior desempenho tanto na execução de aplicativos quanto na renderização de gráficos, quando comparados aos Atom anteriores, diz Coppernoll.

Smartphones e tablets com o Merrifield serão os primeiros a chegar ao mercado, no segundo trimestre deste ano. Aparelhos com o Moorefield chegarão na segunda metade do ano. Sem nomear parceiros, a Intel diz que muitos fabricantes de dispositivos já se comprometeram a usar os chips. Segundo Coppernoll “Iremos anunciar um portfólio amplo e expandido de produtos com a ASUS e a Lenovo”, e a Foxconn também irá anunciar uma expansão em seu uso da arquitetura x86.

De acordo com a Intel o Merrifield terá um desempenho 1.7 vezes superior ao seu antecessor, conhecido como Clover Trail + e lançado no ano passado, na execução de aplicativos “single-threaded”. O melhor desempenho não significa um sacrifício na autonomia de bateria: a empresa conseguiu até dois dias de autonomia em um smartphone com Merrifield, embora Coppernoll afirme que os resultados podem variar de acordo com o projeto do aparelho.

A urgência no lançamento dos novos chips traz um maior interesse em uma versão de 64-Bit do Android, que também trará melhorias de desempenho aos dispositivos móveis, disse Coppernoll. A Intel finalizou o desenvolvimento de uma versão de 64-Bit do Android 4.4 em janeiro deste ano, abrindo caminho para que o sistema seja usado pelos fabricantes em conjunto com os novos chips em aparelhos.

Segundo Coppernoll, a arquitetura de 64-Bit trará um ganho notável em desempenho na reprodução e compressão de vídeo e outras tarefas que exigem um considerável esforço de processamento. Aparelhos também poderão ter mais de 4 GB de RAM, o que pode indiretamente levar a ganhos no desempenho.

A Intel entrou no mercado de chips para smartphones em meados de 2012, mais seus produtos ainda são usados em poucos aparelhos (no Brasil podem ser encontrados no smartphone RAZR i, da Motorola, e nos tablets Fonepad, da ASUS). O mercado de dispositivos móveis é dominado pela ARM, cujos processadores são usados na esmagadora maioria dos smartphones e tablets. A Intel “ficou para trás” na corrida por um processador de 64-Bit para dispositivos móveis quando a Apple lançou o A7 em Setembro passado, junto com o iPhone 5S.

A Qualcomm e outros fabricantes de processadores ARM já anunciaram chips de 64-Bits, mas ainda não há aparelhos com eles no mercado.

A Intel está atualizando seus processadores para dispositivos móveis em um ritmo maior do que os processadores para PCs em uma tentativa de conquistar parte do mercado da ARM. Os novos Atom serão produzidos em um avançado processo de 22 nanômetros, o que leva a ganhos de desempenho e eficiência no uso de energia. A maioria dos processadores ARM é feita usando um processo de 28 nanômetros.

Os novos Atom são baseados na arquitetura Silvermont. Eles têm um núcleo dedicado para reprodução de vídeo, com decodificação de vídeo em 1080p por hardware, mas decodificação de vídeo em 4K apenas por software. A GPU é uma PowerVR Série 6 da Imagination Technologies, também usada no processador A7, da Apple.

Os chips também tem suporte a Wi-Di (Wireless Display), que permite a transmissão de vídeo, sem fios, para TVs equipadas com a mesma tecnologia. Também há suporte a memória RAM DDR3 de baixo consumo (LP-DDR3) e um controlador USB 3.0 integrado.

A Intel irá combinar os novos Atom com o controlador de comunicações XMM 7260, um chip que tem suporte a redes LTE (4G) e LTE-Advanced, além dos padrões TDD LTE e TD-SCDMA, em uso na China.

Fonte: IDG Now!

Greves e manifestações – a inversão de valores

Lixo Rio IIA recente onda de protestos, greves e manifestações fechando ruas de grandes cidades do Brasil mostram que houve uma inversão de valores na nossa sociedade. Que a maioria das reivindicações é justa (a dos trabalhadores), não se discute. Que nossa classe política trata os professores, motoristas e garis (entre outras categorias) de forma indecente, oferecendo-lhes salários ridículos e deixando-os com a sensação de que são cidadãos de segunda categoria, também é fato. Porém, garis, assim como policiais, professores, motoristas, cobradores e médicos não têm o direito de paralisar suas atividades causando transtornos a população. A maioria dos profissionais dessas categorias aceitaram a regra do jogo ao se candidatarem aos empregos. Portanto, se lutar por melhores condições de trabalho é um direito, que encontrem uma maneira que não pareça com extorsão e que não deixe as cidades reféns da má fé de sindicatos e bandidos disfarçados de gente de bem.

greve-onibus-poa IIDois casos que ilustram bem a má conduta de certas categorias são a greve dos garis no Rio de Janeiro e a dos rodoviários, no Rio Grande do Sul. Os garis cariocas decidiram deixar a cidade emporcalhada durante o carnaval, fazendo com que qualquer simpatia que pudessem conseguir fosse ralo abaixo e ainda por cima fazendo passeatas com menos de 500 pessoas, mas que conseguiam interditar ruas e avenidas de uma cidade que já sofre com o caos no trânsito, mostrando uma total falta de consideração e de responsabilidade. Para piorar, a defensoria pública ainda sugeriu que as demissões anunciadas pelo prefeito da cidade fossem perdoadas, em mais uma atitude paternalista de nossos dirigentes. Ora, se a greve era legal ou não, pouco importa. Há oferta de trabalhadores, então que se substitua quem não quer ir para as ruas. Simples lei da oferta e da procura. Para piorar o estelionato, conseguiram um (merecido) super reajuste nos salários. Parabéns aos garis pelo aumento e pêsames pela maneira desrespeitosa pela qual conseguiram. Parabéns ao prefeito do Rio pelo aumento dado e pêsames por só ter concedido após um ato dessa magnitude de uma categoria que presta um serviço essencial.

Já no caso dos rodoviários do RS, que deixaram a cidade parada por 15 dias, fico pasmo ao saber que houve uma nova greve para protestar pelos descontos dos dias parados. Bem, até onde eu sei, não trabalhou, não recebe. Ainda mais se o movimento for considerado ilegal e abusivo, como esse foi.

Lixo Rio IQue não venham dizer que essas são opiniões de direita, até porque, no Brasil, a distância entre direita, centro-direita, centro, centro-esquerda e esquerda é praticamente nula. O que é preciso é cobrar condições de trabalho decentes dos patrões e governos e responsabilidade dos trabalhadores/servidores. Chega de passar a mão na cabeça de malandros que manipulam pessoas de bem e de dar voz a políticos oportunistas e que ainda vivem com a cabeça no comunismo.

Outro ponto que também já encheu o saco é a paciência que a polícia e os governantes tem com posseiros que invadem propriedades privadas e ainda se acham no direito de parar o trânsito para reclamar que foram “despejados“. Isso aconteceu recentemente no Rio, na Avenida Francisco Bicalho, importante via da cidade, quando posseiros resolveram sentar no meio da rua e causar um tremendo engarrafamento. Um desses seres ainda deu a seguinte declaração a uma emissora de rádio.

– Invadi esse local faz cinco anos com a minha família e agora querem me tirar daqui. Não tenho para onde ir. A Prefeitura tem que resolver isso. Queremos casa!

Ora, vá se catar! Eu também quero casa, meus parentes querem e todos eles (não importa o grau de escolaridade) conseguem viver sem infringir (quase) nenhuma lei. Pior, essas pessoas não aceitam ir morar longe do Centro ou da Zona Sul. Querem locais “nobres“. Para piorar, a polícia fica olhando esse tipo de manifestação sem fazer nada porque ainda vão acusá-la de truculência.

greve-onibus-poaReforma agrária e projetos como o Bolsa Família seriam bem vindos se as pessoas beneficiadas fossem realmente necessitadas. Infelizmente, uma grande parte é só um grupo de aproveitadores. Há pessoas que pagam tarifas sociais para luz, gás e transporte (ok, merecidos), mas há tarifa social até para TV a cabo. Peraí, quem não tem como pagar aluguel, a passagem do ônibus, etc, precisa ter TV a cabo? Eu também quero. Afinal, pago impostos e sou taxado por todos os lados.

Pelo jeito, a prioridade é o cidadão que não paga impostos ou que descumpre alguma lei.

Já está na hora de termos governantes que não se preocupem apenas com o seu bem estar e de acabar com essa benevolência em relação a atos que simplesmente não têm respaldo popular. Traduzindo: que se use a lei para coibir a bagunça que se instaurou no país. Claro que vão levantar a bandeira de que a Justiça não é igual para todos (realmente, aqui não é) e que até o STF se mostrou capaz de assar um belo calzone (aquela pizza mais sofisticada e com mais recheio), mas isso, senhoras e senhores, é outra (infeliz) história.

Sugiro que da próxima vez escolham bloquear a saída da casa do prefeito, do governador ou do presidente da empresa da qual são funcionários. São eles quem merecem sofrer!

Por favor, nada de ofensas nos comentários.

Consumo recorde de dados na Copa do Mundo deve comprometer internet móvel

Eu reclamo, mas vez ou oura dou voz aos especialistas.

Internet na Copa do MundoAs empresas de telecomunicações estão correndo contra o tempo para garantirem uma infraestrutura eficaz para fornecimento da internet de qualidade durante a Copa do Mundo, evento esportivo global mais aguardado nos últimos anos. Entretanto, especialistas alertam que a transmissão de dados no megaevento pode apresentar falhas. Com base no levantamento da Frost & Sullivan’s e Cisco, a expectativa é que sejam consumidos cerca de 19,2 bilhões de gigabytes (GB) em 2014. O número representa um crescimento de 65,09% do consumo em relação ao ano passado.

O especialista em tecnologia e diretor da empresa Ledcorp, José Lúcio Balbi de Mello, afirma que há possibilidades da internet apresentar falhas ou ficar lenta durante os jogos.

Recentemente, as cinco operadoras móveis – Oi, Vivo, TIM, Claro e Nextel – criaram um consórcio para montarem a infraestrutura dos estádios que receberão os jogos da Copa. Para isso, realizaram um investimento de R$ 200 milhões, abrangendo compra de antenas, cabos e roteadores nos estádios, que devem ficar prontos em abril, com dois meses de antecedência dos jogos. “A preparação pode não ser o suficiente para atender todo o público esperado. A demanda elevada na Copa deverá criar um congestionamento na rede de dados e, consequentemente, falhas na conexão. Para isso não acontecer, é preciso mais investimentos, como o uso de antenas emergenciais nos locais de maior concentração de pessoas”, alerta o especialista.

Ele explica que esses problemas refletem também na falta de organização da Anatel por não ter liberado, com antecedência, uma frequência que não interferisse na implantação do 4G. “As operadoras ainda não possuem estruturas adequadas para oferecerem o serviço de internet com qualidade, o que vale tanto para a internet 3G, quanto para o 4G. Para ser ter uma dimensão dessa falha, a rede 3G disponível no Brasil alcança a velocidade máxima de 7 Mbps, enquanto a internet 4G, utilizada nos EUA, na Ásia e Europa, pode atingir até 100 Mbps. As empresas de telefonia esqueceram que, além de implantarem o 4G, é necessário cuidarem da qualidade dos serviços já prestados. É importante investir no 3G para oferecer o mínimo de qualidade para a conversação e para a voz”, analisa o especialista.

Fonte: Administradores

 

Diretor do Android diz que sistema não foi criado para ser seguro

Quem disse que a internet também deveria ser segura?

Android inseguroO Android tem algumas vantagens interessantes em relação aos concorrentes, que incluem personalização e abertura, mas segurança não é uma delas. Sundar Pichai, chefe da divisão responsável pelo sistema no Google, concorda com isso, mas minimiza a situação.

Durante a Mobile World Congress, em Barcelona, Pichai declarou que a popularidade do sistema operacional pesa muito na hora da distribuição de malware, considerando as pesquisas recentes de que mais 90% dos vírus para celulares miram os dispositivos com Android.

“Quando as pessoas falam nesse número, elas devem levar em consideração que é o sistema operacional móvel mais popular do mundo. Se eu tivesse uma empresa dedicada a malware, eu estaria direcionando meus ataques ao Android”, afirma ele quando questionado sobre o assunto, relata o FrAndroid.

Entretanto, ele também deu uma declaração interessante. “Nós não podemos garantir que o Android foi criado para ser seguro; o formato foi criado para dar mais liberdade”, afirmou ele.

Fonte: Olhar Digital

 

Van Morrison ajuda ex-guitarrista de Paul McCartney

Henry McCullough shot on locationHenry McCullough, de 70 anos, recrutado por Paul McCartney para ser o primeiro guitarrista da sua banda pós-Beatles, Wings, sofreu um ataque do coração em 2012 que ocasionou perda de oxigênio no cérebro, deixando-o em uma cadeira de rodas e sem conseguir falar pelo resto da vida. Ao contrário do que poderia se esperar, não foi Paul, mas sim o também músico Van Morrison quem ajudou a família do guitarrista, financiando uma reforma na casa onde McCullough e sua esposa vivem.

Van Morrison pode até não ter muito talento (há controvérsias), mas, com certeza, tem um bom coração.

Para quem não sabe quem é McCullough, é dele o solo da canção My Love (um dos grandes sucessos do Wings) e da frase “I don’t know, I was really drunk at the time”, ouvida no fim da canção Money, do Pink Floyd.

PS: Todas as piadas internas sobre “Van” foram para o amigo Antonio Carlos Ramos.

Newsweek volta às bancas nesta sexta

DDOMNOUPCv3-P1.tiffRealmente a experiência nos dá uma visão mais clara de algumas decisões que devem (ou não) ser tomadas. Assim como o clássico exemplo do jornalista/diretor que foi contratado para instituir a cobrança em um site de notícias, coisa que só aconteceu seis anos depois (quando ele nem mais trabalhava na empresa), a decisão de retirar a revista Newsweek das bancas foi mais uma daquelas tomadas na onda de que “as publicações de papel não têm futuro”, provavelmente por uma das jovens mentes brilhantes que povoam empresas e redações e que se auto intitulam “especialistas em jornalismo digital” ou algo do gênero.

Depois da saída das bancas, a revista foi vendida e a “nova” administração encontrou uma maneira de ganhar dinheiro e visibilidade com a edição impressa, que agora terá uma tiragem menor e vai trabalhar em parceria com a sua versão online, muito mais ágil, claro. Se ainda é complicado obter grandes lucros com a cobrança de assinatura nos órgãos de imprensa (os do Brasil são um ótimo exemplo), acabar com as versões impressas parece uma atitude que ainda não se sustenta, apesar de todas as “tendências” apontadas por aqueles especialistas citados acima. As possibilidades são muitas e cada caso precisa ser estudado com cuidado e individualmente. Simples assim.

Mídia impressa continua bem nos EUA

Uma pesquisa realizada em 150 mercados de mídia dos Estados Unidos — encomendada pela NAA (Associação de Jornais da América) — aponta que mais da metade (55%) do público que consome notícias nos EUA continua a ler seu jornal local apenas na versão impressa, com o restante desfrutando este conteúdo usando uma mistura de impresso, web e móvel em várias combinações.

Em um país com as características culturais e o nível de educação e inclusão digital da população, parece mais lógico apostar no papel do que apenas no digital, certo?

Aplicativo que promete melhorar a visão

Tem coisas que fazem com que duvidemos um pouco da seriedade dos que trabalham com o desenvolvimento da tecnologia. Bem, essa vai para odos os míopes do mundo.

App visãoUm neurocientista da Universidade da Califórnia criou um aplicativo que promete melhorar a visão, inclusive fazendo com que os usuários enxerguem melhor em ambientes escurecidos.

Conforme explica o Mashable, o app, chamado UltimEyes, pede à pessoa que complete tarefas a fim de reprogramar o cérebro para interpretar as informações recebidas dos olhos, algo chamado de neuroplasticidade. As tarefas são atreladas a pontuações, o que mantém o estímulo do usuário em efetuá-las.

Quem desenvolveu a tecnologia por trás do app foi a Carrot Neurotechnology, empresa especializada em ferramentas para melhorar a visão.

Aaron Seitz, professor associado de psicologia da universidade, testou a eficácia do UltimEyes em 19 jogadores de beisebol, fazendo com que cada um usasse o app 30 vezes em intervalos de 25 minutos. O resultado foi uma melhora média de 31% na visão.

Por enquanto, o aplicativo só está disponível para download na App Store da Apple, em que pode ser comprado por US$ 5,99 para ser usado no iPad.

Fonte: Olhar Digital

Agência britânica espionou milhões de usuários de webcam

Spy Webcam IDocumentos revelados hoje pelo jornal The Guardian informam que a agência de espionagem britânica, em parceria com a americana NSA, interceptou milhões de imagens de webcam transmitidas em chats do Yahoo!. Grande parte do conteúdo coletado entre 2008 e 2010 pelo programa Optic Nerve contém imagens sexuais.

Em apenas seis meses, a espionagem armazenou material de mais de 1,8 milhão de usuários do Yahoo!. A empresa reagiu prontamente à reportagem e se mostrou indignada com a invasão, acusando as agências de “atingirem um novo nível de violação de privacidade dos usuários”.

O programa Optic Nerve, hoje desativado, era utilizado para experimentos de reconhecimento facial automatizado e monitorava alvos sugeridos pelos departamentos de inteligência. De acordo com os relatórios, o software tinha como principal função buscar suspeitos de terrorismo e criminosos na internet.

Fonte: Olhar Digital