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Música do Dia: I Know There’s An Answer

O álbum Pet Sounds, geralmente considerado o segundo disco mais importante da história, perdendo apenas para a produção que o teve como inspiração – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles – tem várias pequenas obras primas. Dentre as faixas menos comentadas está I Know There’s An Answer (Brian Wilson/Mike Love/Terry Sachen).

Tão brilhante quanto a melodia e o arranjo, é a letra, que fala daquelas pessoas que acham que podem resolver tudo sozinhas e fingem estarem cercadas de amigos. Que se mostram calmos, quando na verdade estão sempre desconfortavelmente tensos e passam as noites com seus pensamentos vazios.

Quem não conhece Pet Sounds precisa ouvi-lo logo.

Lembre: sempre há uma resposta.

I know so many people who think they can do it alone
They isolate their head and stay in their safety zone
Now what can you tell them
And what can you say that won’t make them defensive

I know there’s an answer
I know now but I had to find it by myself

They come on like they’re peaceful
But inside they’re so uptight
They trip through their day
And waste all their thoughts at night
Now how can I come on
And tell them the way that they live could be better

I know there’s an answer
I know now but I had to find it by myself

Now how can I come on
And tell them the way that they live could be better

I know there’s an answer
I know now but I had to find it by myself

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Retorno dos Beach Boys rende álbum ao vivo

CD duplo traz 41 faixas da turnê realizada pelo quinteto em comemoração aos 50 anos da banda

bboys50thA breve reunião de Brian Wilson, Al Jardine, Mike Love, Bruce Johnston e Dave Marks, que resultou no sensacional álbum That’s Why God Made the Radio e uma curta turnê comemorando os 50 anos do grupo, também foi perpetuada com o lançamento do DVD e Blu-ray Live in Concert – The 50th Anniversary Tour (leia aqui a crítica do DVD). Agora é a vez do registro em CD da turnê, com o CD de mesmo nome. Se o filme da turnê trazia 21 canções, o CD (duplo) é bem mais abrangente, oferecendo 41 faixas do longo catálogo da banda. Infelizmente, apesar das harmonias ainda terem alguma magia, o som do CD não esconde a fragilidade das vozes de Mike Love e de Brian. A mixagem também não privilegia as guitarras e deixa as harmonias vocais um tanto indefinidas.

Pode até ser que a atitude mesquinha de Mike Love de demitir Brian, Al e Dave e seguir pelo mundo usando o nome The Beach Boys pelos quatro cantos do mundo, influencie na hora de ouvir este The 50th Anniversary Tour.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Mini Retrospectiva: Beach Boys e Van Halen

Pensei em fazer uma lista com os melhores discos de 2012 (nacionais e internacionais), mas desisti depois de ver que as várias listas publicadas desde o fim do ano passado incuiam alguns discos que considerei bem ruins, o que levaria a discussões acaloradas e comentários nem sempre educados, já que muitos não aceitam opinições contrárias a genialidade de seus ídolos. Uma pena, já que 2012 foi um ano com uma produção musical acima da média (em qualidade e quantidade).

Então, vou falar apenas de dois lançamentos internacionais de grupos veteranos que acabaram não tendo um final feliz, fazendo uma pausa para uma menção honrosa para o ótimo Victoria de Herbert Vianna.

That’s Why God Made the Radio – The Beach Boys

beach-boys-50th-anniversary-robert-matheu5No ano em que comemoravam 50 anos de carreira, os Beach Boys reuniram os membros que ainda estavam/estão vivos e partiram para o estúdio e a estrada. O resultado da reunião de Brian Wilson, Mike Love, Al Jardine, Bruce Johnston e David Marks, foi o sensacional That’s Why God Made the Radio, que trouxe de volta ao grupo as harmonias perdidas durante as últimas décadas de brigas entre os membros – principalmente Mike e Brian – e as perdas de dois dos irmãos Wilson (Carl e Dennis).

O CD, devolveu ao mundo as melodias e tormentos de Brian Wilson que, Thanks God, se sobrepôs em relação as também inspiradas, mas bem mais leves, composições do primo Mike Love. Infelizmente, a ganância e a falta de caráter de Love fizeram com que ele – que por alguma razão que jamais será compreendida – é o detentor da marca The Beach Boys, demitisse Brian, Al e Mark para seguir com a sua versão do grupo em shows pelo mundo. O detalhe é que ela não tem a noção de que os Beach Boys são um grupo familiar e que sem um dos irmãos Wilson (principalemte Brian) o máximo que podemos ter é um cover requentado da banda.

Pelo menos os planos de faturar com o nome e o bom trabalho da banda parecem ter ido por água abaixo, já que muitas datas já tratadas foram simplesmente canceladas depois que os promotores souberam quais membros iriam se apresentar.

Não sei como a história vai terminar, mas é triste entrar no site da banda e ver uma foto do grupo ao lado de datas em branco.

Another Kind of Truth – Van Halen

Van HalenJá os velhinhos (mas nem tanto quando os Beach Boys) do Van Halen também deixaram suas rusgas de lado e foram para o estúdio e para a estrada. Eddie, David & Cia, rasparam o baú de canções inéditas, agruparam mais uma ou outra nova composição e lançaram um dos melhores discos da carreira. A química explosiva (em vários sentidos) dos dois astros principais mostrou-se intacta, ativa, volátil.

Another Kind of Truth é daqueles discos para serem ouvidos em alçto volume, até para quem considera que Eddie é muito mais presepeiro que bom guitarrista. Não há como não se balançar ao som de canções como Tatoo ou She’s the Woman. Há blues, há riffs, há bons vocais e um peso que havia se diluído com o passar do tempo. Porém, assim como os Beach Boys, a aventura na estrada foi curta. Oficialmente uma diverticulite tirou Eddie Van Halen de combate, obrigando-o a uma cirurgia. Mas, em off, as más línguas dizem que a pancadaria entre ele e o pavão David Lee Roth também havia recomeçado.

Eles prometem retornar aos palcos esse ano, mas até agora nada de datas, apesar das promessas dos membros da banda. Let’s wait!


Eu não fui feito para os dias de hoje

Não gosto de batucada, letras ralas e arranjos popbres (pop+pobres), O último disco dos Beach Boys (That’s Why God Made The Radio) já se coloca, ao lado do último do Van Halen, como um dos melhores lançamentos do ano. Vocais fantásticos, nostalgia da melhor década de todos os tempos na música (anos 60) e letras que nos fazem pensar.

Leiam, ouçam e reflitam sobre suas vidas.

Abaixo duas das minhas prefridas do disco – From There to Back Again e Pacific Coast Highway

 

From There to Back Again

Why don’t you, run away
And spend some time with me
On this summer’s day
There’s nowhere else I’d rather be

Why don’t we feel the way we used to
Anymore
There’s a place we love the way
That maybe we could stay
Listen to the waves at my front door

You’ve been thinking about some things
We used to do
Thinking about while life was still in front of you
Back where you belong, our favorite song
Won’t you listen?

Don’t you understand the words
Are singing in the wind
I wish that we could get through that
And back again

The clouds are breaking it’s a beautiful day
Oow, wonderful, as if it comes a getaway
Sun is shining, could we just find a way
If you’d just fall, just fall, just fall
To the love

Through the compromised paradise
It’s just another place upon the wall
Through the common sense of it all
We had a lot to live, we gave it all
Through the consequence, of the war
Another place in time


Pacific Coast Highway

Sometimes I realise the days are getting on
Sometimes I will it’s time for me move on
And I wanna go home

Sunlight it’s fading and there no much left to say
My life I’m better off alone,
My life I’m better on my own.
Driving down pacific cost
Out on highway on the setting sun
Goodbye

O Jubileu de Ouro dos Beach Boys

Não é só a rainha da Inglaterra quem comemora um jubileu importante neste 2012. Os Beach Boys, um dos mais importantes grupos da música pop mundial, completam 50 anos de carreira, lançam um novo disco – That’s Why God Made the Radio (EMI) – e fazem uma turnê para comemorar a data.

Formado originalmente pelos irmãos Brian, Carl e Dennis Wilson, o primo Mike Love e o amigo Al Jardine, os Beach Boys rivalizaram em talento e projeção com os Beatles durante meados dos anos 60, sempre liderados pelo talento de Brian, um dos mais geniais e atormentados compositores do século passado (e desse também). Primeiro, com canções que falavam de garotas, carros e ondas, embora somente um integrante do grupo soubesse nadar e surfar – Dennis, que ironicamente morreu afogado. Com isso, o grupo, sempre com harmonias vocais elaboradas, acabou se tornando sinônimo de surf music, com sucessos como Surfin’ USA, Surfin’ Safari, Hawaii, 409 e muitos outros.

Depois de todos os problemas, brigas, processos e mortes, os membros restantes do grupo – Brian, Mike, Al, Bruce Johnston (que entrou para a banda em 1965, quando Brian decidiu não mais fazer turnês) e David Marks – se reuniram para, provavelmente, um último esforço criativo, que terminasse o ciclo do grupo de maneira majestosa, como merece a sua obra.

That’s Why God Made the Radio é um disco que traz de volta os vocais angelicais, os carros, as ondas, as garotas de biquíni, as melodias intrincadas e algumas letras onde impera a agonia. Mas, acima de tudo, é um disco que recoloca o grupo no patamar de qualidade de seus melhores trabalhos. No mínimo, o novo disco é o melhor lançado desde Surf’s Up (1971).

Brigas

Como em toda família, as brigas também são uma marca registrada na história dos Beach Boys, principalmente entre Mike Love e Brian Wilson, pelo posto de líder da banda e pelo controle artístico do grupo. Mike sempre mais comercial enquanto Brian se colocava (mesmo que sem querer) na condição de gênio louco.

Por coincidência, o trabalho anterior dos Beach Boys foi lançado pouco depois da visita de Mike, Al, Bruce e Carl ao Rio, na época da Eco 92. Summer in Paradise foi um disco capitaneado por Mike Love, cheio de baterias eletrônicas e canções que tentavam ser ensolaradas, mas que pecavam pela falta de inspiração e pelo excesso de sons eletrônicos. That’s Why God Made the Radio veio para colocar as coisas em seu devido lugar.

Entretanto, rumores de que Mike Love – que detém os direitos sobre o nome Beach Boys – estaria negociando shows com sua banda cover (onde o único outro membro original é Bruce Johnston) na América do Sul, causaram mal estar entre os outros integrantes (em especial Brian) e podem até ofuscar um pouco do brilho da volta da banda, causando novas brigas.

Pet Sounds x Sgt. Pepper’s

Quem acha que Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band é o disco mais importante da história do rock deve procurar ouvir Pet Sounds (1966), disco que inspirou os Beatles a experimentar e serviu como modelo a ser superado por Lennon, McCartney & Cia. Em Pet Sounds os Beach Boys deixaram de lado a surf music para criar sons, texturas, melodias e harmonias que emocionam até hoje, apesar de, na época do seu lançamento, não ter agradado muito o público americano e os executivos da Capitol, gravadora da banda. No disco está, por exemplo, a canção God Only Knows, que, segundo Paul McCartney é a sua composição favorita.

Pet Sounds é o divisor de águas na carreira dos rapazes da praia, que apesar de alguns ótimos momentos nos anos seguintes, nunca mais conseguiram repetir o êxito e coesão criativa alcançados com ele, muito por causa da instabilidade mental de Brian.

Perdendo o foco

Brian Wilson sempre foi uma figura singular. Com um pai severo e controlador, o jovem Brian conviveu desde cedo com a pressão de tornar a banda em um sucesso. Em 1965, ele decidiu parar de fazer turnês para poder se concentrar na composição, produção e gravação das canções que fariam parte dos álbuns do grupo.

Porém, após o relativo sucesso de Pet Sounds e a audição do disco Revolver, dos Beatles, Brian decidiu que iria produzir o melhor álbum de todos os tempos. Porém, alguns problemas viriam a impedir Brian: o crescente uso de drogas, a pressão da gravadora e dos membros do grupo pelo lançamento do disco (que iria se chamar Smile) e um surto depressivo de Brian após ouvir Sgt. Pepper’s, que o fez desistir do projeto e até mesmo queimar as fitas com algumas das gravações já feitas.  Com isso, as canções de Smile foram sendo espalhadas por vários discos dos Beach Boys, até que em 2004 Brian resolveu terminar o projeto, compondo e recuperando algumas das canções perdidas. Mais recentemente os tapes originais de Smile foram lançados em vários formatos (inclusive um box com cinco CDs, um vinil duplo, dois compactos e um livro, com o título de The Smile Sessions, acabando com o mito do melhor disco não lançado de todos os tempos.

A depressão de Brian e o sua deterioração mental fizeram com que ele vivesse recluso, deitado em uma cama de areia durante anos. Brian chegou a ser demitido dos Beach Boys e para a sua volta (em meado dos anos 70) um professor foi contratado para ‘ensinar’ a ele as canções que ele havia composto.

Brian só voltou a produzir de verdade a partir de 1988, quando lançou seu primeiro disco solo. A partir dai, passou a lançar álbuns com freqüência e até voltou a fazer turnês – chegou a tocar no Brasil – no finado Tim Festival de 2004 -, sempre com um ar meio perdido e ainda assustado por vozes que vez ou outra diziam que iriam matá-lo.

That’s Why God Made the Radio

Primeiro disco de inéditas desde Summer in Paradise (1992) e o primeiro com a participação de Brian Wilson desde Still Cruisin’ (1989) e também o primeiro lançamento da banda após a morte de Carl Wilson (em 1998). O projeto, que causou grandes expectativas desde que foi anunciado, mostrou-se um sucesso tanto artístico quanto comercial (chegou ao 3º lugar na parada americana).

O disco, que foi precedido de uma nova gravação de Do it Again (faixa bônus na edição japonesa do disco) foi produzido por Brian, que também compôs a maior parte das músicas do álbum, That’s Why God Made the Radio, o disco tem todos os ingredientes de um clássico dos Beach Boys: letras falando sobre garotas, ondas e amores, vocais criativos e intrincados e até mesmo uma boa dose de humor, em momentos que o grupo brinca com o fato de estarem voltando, como na letra de Spring Vacation.

Spring Vacation
Good vibrations
Summer
We’re back together
Easy money, ain’t life funny

O disco começa com Think About The Days, que lembra um canto religioso, com inspiração em faixas como Our Prayer (do álbum Smile) e One For The Boys (do primeiro disco solo de Brian Wilson) onde as vozes de Brian, Al, Bruce voltam a se encaixar como nos velhos tempos, com a luxuosa ajuda de Jeff Foskett, hoje o responsável pelos falsetos que eram a marca registrada do jovem Brian, hoje um senhor de 70 anos.

A faixa-título, e primeira música de trabalho do disco, têm um sabor de novidade com um som totalmente característico do melhor dos Garotos da Praia. Não surpreende que ela tenha sido escrita em 1988. Na verdade, é uma música atemporal, que traz a alegria das canções ensolaradas do início da década de 60. Esse clima se repete em Beaches in Mind e Daybreak Over the Ocean, canções onde Mike Love parece assumir o comando.

Mas é mesmo Brian a principal força do disco. Com composições densas, harmonias mais elaboradas e muitos ecos do Summer of Love. O ponto alto talvez seja mesmo Summer’s Gone, que segundo Wilson, foi composta para ser a última música do último disco dos Beach Boys (será?).

Summer’s gone
It’s finally sinking in
One day begins
Another ends
I live them all and back again

That’s Why God Made the Radio traz aos fãs um disco que resgata o som que tornou a banda um ícone do rock. Se a produção a partir de meados dos anos 70 foi sempre inconsistente, pendendo para o fraco, o novo disco confirma que, bem produzidos, com os egos e mágoas deixados de lado, mesmo que apenas por algum tempo, os Beach Boys continuam relevantes e infinitamente mais afinados que a maioria dos jovens grupos em atividade.


Uma versão editada deste texto foi publicado no jornal O Fluminense

Parabéns para Brian Wilson

O gênio da surf music e das melodias intrincadas, o louco depressivo, Brian Wilson é – ao lado de Paul McCartney, outro aniversariante da semana – um dos maiores gênios da música pop de todos os tempos.

Parabéns e muito obrigado.

 

Fox vai produzir musical sobre os Beach Boys

Pelo jeito o resgate dos grandes artistas da música não vai ser uma moda passageira. Apesar dos resultados diversos (bons e maus) das produções, a gente tem mais é que tocer para que mais e mais musicais cheguem às telonas.

Parece que o próximo alvo são os Beach Boys!

Michael Sucsy, do sucesso Para Sempre, é o favorito para dirigir o projeto.

Por Bruno Carmelo

Os filmes musicais estão na mira da Fox 2000. Após o sucesso de Mamma Mia! – O Filme, com canções do ABBA, e de Across the Universe, com trilha dos Beatles, a major americana pretende levar às telas um roteiro ainda sem título, escrito por Susannah Grant (Erin Brockovich, Uma Mulher de Talento), com canções do grupo americano The Beach Boys.

Para a produção, foram escolhidos dois nomes especialistas dos musicais: Craig Zadan e Neil Meron, responsáveis por sucessos de público como Hairspray – Em Busca da Fama e Chicago. Para este novo projeto, a história ainda é desconhecida, mas a roteirista já avisou que não se trata da ascensão dos membros da banda, e sim de personagens fictícios. Mesmo assim, a produção será supervisionada por John Stamos, que já tocou na banda e ainda mantém contato com os membros do grupo.

A Fox 2000 teve que batalhar com a Universal (de Mamma Mia! – O Filme) para ganhar os direitos das músicas do grupo, e a determinação da produtora é tamanha que, na pressa de encontrar um diretor, o projeto foi enviado a um punhado de potenciais diretores. Por enquanto, é Michael Sucsy que sai na frente, em função do sucesso de seu filme Para Sempre (que já arrecadou mais de $100 milhões em quatro semanas, tendo custado $30 milhões).

Fonte: Adoro Cinema

Para babarmos com o Smile Sessions

Saiba (quase) tudo sobre o lançamento aqui.

Box Set Track List

2CD Set Tracklisting
CD 1
SMiLE

1. Our Prayer
2. Gee
3. Heroes And Villains
4. Do You Like Worms (Roll Plymouth Rock)
5. I’m In Great Shape
6. Barnyard
7. My Only Sunshine (The Old Master Painter / You Are My Sunshine)
8. Cabin Essence
9. Wonderful
10. Look (Song For Children)
11. Child Is Father Of The Man
12. Surf’s Up
13. I Wanna Be Around / Workshop
14. Vega-Tables
15. Holidays
16. Wind Chimes
17. The Elements: Fire (Mrs. O’Leary’s Cow)
18. Love To Say Dada
19. Good Vibrations

Bonus Tracks CD 1:
20. You’re Welcome
21. Heroes And Villains (Stereo Mix)
22. Heroes And Villains Sections (Stereo Mix)
23. Vega-Tables Demo
24. He Gives Speeches
25. Smile Backing Vocals Montage
26. Surf’s Up 1967 (Solo version)
27. Psycodelic Sounds: Brian Falls Into A Piano

CD2
1. Our Prayer “Dialog” (9/19/66) 3:02
2. Heroes and Villains (Part 1) 3:08
3. Heroes and Villains (Part 2) 4:18
4. Heroes and Villains: Children Were Raised (1/27/67) 2:07
5. Heroes and Villains: Prelude to Fade (2/15/67) 3:42
6. My Only Sunshine (11/14/66) 6:52
7. Cabin Essence (10/3/66) 5:19
8. Surf’s Up: 1st Movement (11/4/66) 4:55
9. Surf’s Up Piano Demo (12/15/66) 3:53
10. Vegetables Fade (4/12/67) 5:25
11. The Elements: Fire session (11/28/66) 8:27
12. Cool Cool Water version 2 (10/26-10/29/67) 3:32
13. Good Vibrations Session Highlights 8:20

Hidden Track

14. Psycodelic Sounds: Brian Falls Into A Microphone (11/4/66) 1:10

HEROES AND VILLAINS
Heroes And Villains Session: 10/20/66
3. Heroes And Villains: Verse (Master Take)
4. Heroes And Villains: Barnyard (Master Take)
5. Heroes And Villains: I’m In Great Shape 10/27/66
6. Heroes and Villains Intro (Early Version) circa 12/66

Heroes And Villains Session: 1/3/67
7. Heroes And Villains: Do A Lot
8. Heroes And Villains: Bag Of Tricks
9. Heroes And Villains: Mission Pak
10. Heroes And Villains: Bridge To Indians

11. Heroes And Villains: Part 1 Tag
12. Heroes And Villains: Pickup To 3rd Verse

Heroes And Villains Session: 1/27/67
13. Heroes And Villains: Children Were Raised
14. Heroes And Villains: Part 2 (Cantina track)
15. Heroes And Villains: Whistling Bridge
16. Heroes And Villains: Cantina
17. Heroes And Villains: All Day
18. Heroes And Villains: Verse Edit Experiment

Heroes And Villains Session: 2/15/67
19. Heroes And Villains: Prelude To Fade
20. Heroes And Villains: Piano Theme

Heroes And Villains Sesssion: 2/20/67
21. Heroes And Villains: Part 2
22. Heroes And Villains: Part 2 (Gee) (Master Take)
23. Heroes And Villains: Part 2 Revised
24. Heroes And Villains: Part 2 Revised (Master Take)
25. Heroes And Villains: Part 3 (Animals) (Master Take)
26. Heroes And Villains: Part 4

Heroes And Villains Sesssion: 2/27/67
27. Heroes And Villains: Part Two (Master Take) 2/27/67
28. Heroes And Villains: Fade 2/28/67

Heroes And Villains Session: 3/1/67
29. Heroes And Villains: Verse remake
30. Heroes And Villains: Organ Waltz / Intro

Heroes And Villains Session: 6/14/67
31. Heroes And Villains: Chorus Vocals
32. Heroes And Villains: Barbershop
33. Heroes And Villains: Children Were Raised (Remake)
34. Heroes And Villains: Children Were Raised (Master Take Overdubs Mix 1)
35. Heroes And Villains: Children Were Raised (Master Take A Capella)

Bonus Tracks CD 2:
36. Heroes And Villains Piano Demo (incorporating “I’m In Great Shape”
and “Barnyard”) Brian with Van Dyke Parks and “Humble Harve” Miller,
KHJ Radio 11/4/66
37. Psycodelic Sounds: Brian Falls Into A Microphone 11/4/66
38. Psycodelic Sounds: Moaning Laughing 11/4/66

CD 3
DO YOU LIKE WORMS (ROLL PLYMOUTH ROCK)

Do You Like Worms Session: 10/18/66
1. Do You Like Worms: Part 1
2. Do You Like Worms: Part 2 (Bicycle Rider)
3. Do You Like Worms: Part 3
4. Do You Like Worms: Part 4 (Bicycle Rider)
5. Do You Like Worms: Bicycle Rider Overdubs (Heroes And Villains Part 2)
1/5/67

MY ONLY SUNSHINE
(THE OLD MASTER PAINTER / YOU ARE MY SUNSHINE)
6. My Only Sunshine: Parts 1 & 2 11/14/66
7. My Only Sunshine: Part 2 (Master Take With Vocal Overdubs) 2/10/67

CABIN ESSENCE
Cabin Essence Session: 10/3/66
8. Cabin Essence: Verse
9. Cabin Essence: Chorus
10. Cabin Essence: Tag

WONDERFUL
11. Wonderful (Version 1) 8/25/66

Wonderful (Version 2 “Rock With Me Henry”) Session: 1/9/67
12. Wonderful (Version 2)
13. Wonderful (Version 2 Tag)
14. Wonderful (Version 3) 4/10/67 ?

LOOK (SONG FOR CHILDREN)
15. Look 8/12/66

CHILD IS FATHER OF THE MAN
16. Child Is Father Of The Man (Version 1) 10/7/66
17. Child Is Father Of The Man (Version 2) 10/11/66

SURF’S UP
18. Surf’s Up: 1ST Movement 11/4/66
19. Surf’s Up: Talking Horns 11/7/66
20. Surf’s Up: Piano Demo (Master Take) 12/15/66

I WANNA BE AROUND / WORKSHOP (FRIDAY NIGHT)
21. I Wanna Be Around 11/29/66

VEGA-TABLES (VEGETABLES)
Vegetables Sessions: 4/4–4/11/67
22. Vegetables: Verse (Master Take Track) 4/4 – 4/11/67
23. Vegetables: Sleep A Lot (Chorus)
24. Vegetables: Chorus 1 (Master Take)

25. Vegetables: 2nd Chorus (Master Take Track And Backing Vocals)
26. Vegetables: Insert (Part 4) (Master Take)

CD 4
VEGA-TABLES (VEGETABLES) (continued)
1. Vegetables: Fade 4/12/67
2. Vegetables: Ballad Insert 4/14/67

HOLIDAYS
3. Holidays 9/8/66

WIND CHIMES
4. Wind Chimes (Version 1) 8/3/66

Wind Chimes (Version 2) Session: 10/5/66
5. Wind Chimes (Version 2)
6. Wind Chimes (Version 2 Tag)

THE ELEMENTS: FIRE (MRS. O’LEARY’S COW)
7. The Elements: Fire 11/28/66

LOVE TO SAY DADA / COOL, COOL WATER
Da Da Session: 12/22/66
8. Da Da (Taped Piano Strings)
9. Da Da (Fender Rhodes)

Love To Say Dada Sessions: 5/16-5/18/67
10. Love To Say Dada: Part 1 5/16/67
11. Love To Say Dada: Part 2 5/17/67
12. Love To Say Dada: Part 2 (Master Take) 5/17/67
13. Love To Say Dada: Part 2 (Second Day) 5/18/67

COOL, COOL WATER
14. Cool, Cool Water (Version 1) 6/7/67
15. Cool, Cool Water (Version 2) 10/26/67 & 10/29/67

SMILE ADDITIONAL SESSIONS
16. You’re Welcome 12/15/66
17. You’re With Me Tonight 6/6–6/7/67
18. Tune X (Carl Wilson) 3/3/67–3/31/67
19. I Don’t Know (Dennis Wilson) 1/12/67
20. Three Blind Mice 10/15/65
21. Teeter Totter Love (Jasper Dailey) 1/25/67 & 2/9/67

Bonus Tracks CD 4:
22. Psycodelic Sounds – Underwater Chant 11/4/66
23. Hal Blaine Vega-Tables Promo Session 11/11/66

24. Heroes And Villains: Early Version Outtake Sections 1/67 – 2/67

CD 5
GOOD VIBRATIONS SESSIONS
1. Good Vibrations: Gold Star 2/18/66 (The Pet Sounds Session)
2. Good Vibrations: Gold Star 4/9/66
3. Good Vibrations: Western 5/4/66 (First Chorus)
4. Good Vibrations: Western 5/4/66 (Second Chorus & Fade)
5. Good Vibrations: Sunset Sound 5/24/66 (Part 1)
6. Good Vibrations: Sunset Sound 5/24/66 (Parts 2 & 3)
7. Good Vibrations: Sunset Sound 5/24/66 (Part 4)
8. Good Vibrations: Western 5/27/66 (Part C)
9. Good Vibrations: Western 5/27/66 (Chorus)
10. Good Vibrations: Western 5/27/66 (Fade Sequence)
11. Good Vibrations (Inspiration): Western 6/2/66 (Part 1)
12. Good Vibrations (Inspiration): Western 6/2/66 (Part 3)
13. Good Vibrations (Inspiration): Western 6/2/66 (Part 4)
14. Good Vibrations: Western 6/16/66 (Part 1)
15. Good Vibrations: Western 6/16/66 (Part 2 & verse)
16. Good Vibrations: Western 6/16/66 (Part 2 continued)
17. Good Vibrations: Western 6/18/66 (Part 1)
18. Good Vibrations: Western 6/18/66 (Part 2)
19. Good Vibrations (Persuasion): Western 9/1/66
20. Good Vibrations: Western 9/1/66 (new bridge)
21. Good Vibrations: Session Masters
22. Good Vibrations single version stereo track
23. Good Good Good Vibrations (first version with overdubs) 3/66
24. Good Vibrations: Alternate Edit 8/24/66

Box Set – 2 LP Vinyl
Side One
1. Our Prayer
2. Gee
3. Heroes and Villains
4. Do You Like Worms (Roll Plymouth Rock)
5. I’m In Great Shape
6. Barnyard
7. The Old Master Painter / You Are My Sunshine
8. Cabin Essence

Side Two
9. Wonderful
10. Look (Song for Children)

11. Child Is Father of the Man
12. Surf’s Up

Side Three
11. I Wanna Be Around / Workshop
12. Vega-Tables
13. Holidays
14. Wind Chimes
15. Mrs. O’Leary’s Cow (Fire)
16. Love to Say Dada
17. Good Vibrations

Side Four
18. Your Welcome – Stereo Mix
19. Vega-Tables – Stereo Mix
20. Wind Chimes – Stereo Mix
21. Cabin Essence – Session Highlights and Stereo Backing Track
22. Surf’s Up – Session Excerpt and Stereo Mix
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Box Set – 2 Vinyl 45s
1 – Heroes and Villains “Smile” single
A side: HEROES AND VILLAINS Part One
B side: HEROES AND VILLANS Part Two

2
A side: VEGA-TABLES
B Side: SURF’S UP

Smile Sessions sai em 1º de novembro

 

Já está em pre-order a caixa com as sessões de gravação do disco Smile (saiba mais sobre o disco aqui). A nova caixa terá 5 CDs, 2LPs, 2 7″ singles, livro, poster, etc.

O lançamento conta com a benção dos membros sobreviventes do grupo e terá relato de historiadores e músicos que participaram das gravações. Um produto para acabar ou aumentar o mito do maior disco não lançado de todos os tempos.

O preço nem é tão caro (pouco menos de US$ 150), mas se juntarmos os outros mega lançamentos (conheça alguns deles), prevejo um vermelho no saldo da minha conta corrente.

Brian Wilson regrava clássicos da Disney

Depois do ótimo Brian Wilson Reimagines Gershwin (2010), o músico volta a se unir com a Disney para mais um disco temático. Dessa vez o alvo do ex-líder dos Beach Boys serão as canções dos desenhos animados da companhia, como Rei Leão e Toy Story.

O álbum – com previsão de lançamento para o dia 25 de outubro – deve se chamar In the key of Disney e vai misturar o clima Beach Boys com pitadas de rock e, claro, a delicadeza dos temas escritos por gente como Elton John.

É esperar para ouvir o resultado.

 

Beach Boys Smile: O maior “Álbum não Lançado” de todos os tempos chega às lojas em 2011

Smile era para ser o grande disco de 1967. O genial Brian Wilson trabalhava no seu mais ambicioso projeto e prometia sacudir o mundo com novas composições e arranjos. Os Beach Boys estavam no auge e a sua gravadora (a Capitol) apostava todas as fichas no seu menino de ouro.

Infelizmente, um coquetel de drogas, depressão e loucura fizeram Brian desabar e o projeto afundar. Para piorar, os Beatles ainda vieram com Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, mudando a história do rock.

O baque foi grande e Brian nunca mais se recuperou plenamente. Os Beach Boys lançaram um híbrido Smiley Smile – com algumas canções do Smile original, retalhos e novas canções. O resultado foi um ótimo single – Good Vibrations – e um álbum fraco.

Dezenas de bootlegs foram lançados com trechos das sessões de gravação – todos superiores ao Lp lançado em 1967 – e várias canções do disco original foram sendo lançadas nas décadas seguintes.

Em 2004, Brian Wilson e sua banda resolveram recriar o Smile. Ele refez a parceira com o letrista Van Dyke Parks, terminou algumas composições inacabadas e encontrou outras que estavam perdidas. Vendeu milhões de cópias, foi bem nas paradas (chegou ao 7° posto no Reino Unido) e até ganhou um Grammy.

Agora, em 2011, a Billboard anunciou que a versão original de Smile será lançada, podendo fazer com que o melhor disco do ano tenha sido gravado há 45 anos. O lançamento foi compilado de mais de 30 horas de gravações e não teve nenhuma parte regravada. Serão vários formatos, incluindo um set com 4 CDs, 2 Lps em vinil e 2 singles, também em vinil, além de um libreto de 60 páginas.

A data do lançamento ainda não foi confirmada, mas a expectativa já é grande em todo o mundo. Afinal, faz tempo que não se produz algo com o padrão de qualidade dos anos 60.

O lançamento está a cargo do engenheiro de som Mark Linett e do historiador e arquivista Alan Boyd, que sempre estiveram relacionados aos lançamentos do grupo.

Vamos torcer para a Capitol não desistir da idéia, como já aconteceu nos anos 90.

Detalhe: Os outros Beach Boys Mike Love à frente – nunca gostaram do projeto.

Detalhe II: O novo lançamento será mixado em mono, como Brian sempre fazia, já que é surdo de um ouvido.

 

 

 

Quando os Beach Boys encontram Gershwin

Reunir dois dos maiores ícones da história da música americana, dois mestres da melodia, é uma ideia interessante e arriscada. Brian Wilson e George Gershwin (1898-1937) ajudaram a fundamentar o cenário musical norte-americano, com melodias que duram e vão durar por muitas décadas.

O líder dos Beach Boys decidiu reler alguns clássicos compostos por seu conterrâneo e até recebeu dos responsáveis pela obra de Gershwin autorização para ouvir e completar trechos de melodias inacabadas, que permaneciam inéditas. O resultado? O CD Brian Wilson Reimagines Gershwin, que chegou ao mercado nesta terça (17).

O disco traz 14 faixas, duas deles novas composições da dupla Wilson/Gershwin. Um deleite para todos os que gostam de melodias e arranjos sofisticados. O CD começa logo com Brian usando o seu talento para harmonias vocais na introdução de Rapshody in Blue, deixando claro que o espírito dos Beach Boys não ficaria de fora desse tributo.

– Eu sempre adorei George Gershwin. Uma das primeiras canções que lembro ter ouvido foi Rhapsody in Blue. Junto com Irving Berlin, Gershwin basicamente inventou a canção popular. E mais que isso, teve um incrível dom para as melodias, que ninguém foi capaz de igualar, e mesmo assim, sua música soa acessível. Este é o projeto mais profundo do qual já fiz parte.

– Eu sempre adorei George Gershwin. Uma das primeiras canções que lembro ter ouvido foi Rhapsody in Blue. Junto com Irving Berlin, Gershwin basicamente inventou a canção popular. E mais que isso, teve um incrível dom para as melodias, que ninguém foi capaz de igualar, e mesmo assim, sua música soa acessível. Este é o projeto mais profundo do qual já fiz parte.

Brian teve a ousadia de trazer para o seu mundo clássicos como Summertime, ’S Wonderful e They Can’t Take That Away From Me, usando elementos presentes nos seus dois trabalhos mais famosos Pet Sounds (1966) e Smile (1967/2004).

Os instrumentos e a produção remetem ao melhor do velho grupo formado por Brian e dão um ar totalmente fresco e inédito às canções imortalizadas por várias gerações de músicos de todos os estilos.

As duas canções da nova parceria, The Like in I Love You (primeira canção completa do disco) e Nothing But Love (que praticamente fecha o CD) soam como se fizessem parte de um duo que sempre trabalhou junto.

As canções soam familiar para quem é fã de Brian ou da dupla Irving Berlin/ George Gershwin. Letras falando sobre amor, belos arranjos vocais e produção que em nenhum momento pensa em rádio ou em fazer sucesso, apenas em criar boa música. Baladas e rocks em harmonia.

Brian Wilson Reimagines Gershwin é um belo lançamento da Walt Disney Records, altamente recomendado para quem tem ouvidos que sabem distinguir entre música de verdade e oportunismo.

Serviço

Brian Wilson- Brian Wilson Reimagines Gershwin
Gravadora: Walt Disney Records
Preço médio: R$ 25

Os 10 discos que levaria para uma ilha deserta (internacional)

Sempre faço uma brincadeira com amigos, músicos e famosos. Pergunto quais seus 10 discos favoritos e peço para listá-los. A última vez foi no (ainda) falecido Mistura Interativa.

Para nimar um pouco os comentários do blog, coloco abaixo meus 10 mais internacionais de todos os tempos.

Mandem os seus, reclamem, discordem, critiquem. A idéia é essa mesma.

Não há ordem de preferência!

1- Who’s Next – The Who

2- Tug Of War – Paul McCartney

3- Layla and Other Assorted Love Songs– Derek and the Dominos (aka, Eric Clapton)

4- Goodbye Tellow Brick Road – Elton John

5- Sweet Baby James – James Taylor

6- Bridge Over Trouble Water – Simon & Garfunkel

7- 1984 – Van Halen

8- Abbey Road – Beatles

9- Pet Sounds – Beach Boys

10- Joshua Tree – U2

A lista muda de tempos emtempos, e os discos que ficaram como reservas dessa vez foram:

All The Best Cowboys Have Chinese Eyes – Pete Townshend

Ringo – Ringo Starr

Tatoo You – Rolling Stones

PS: Confira a lista de shows internacionais que passarão pelo Rio.

PS”: A lista dos discos nacionais será publicada em um futuro não muito distante.

Don’t Let The Sun Go Down On Me

Alguma canções têm histórias interessantes. Don’t Let The Sun Go Down On Me é uma delas. Elton John escreveu a meldia em cima da letra escrita por Bernie Taupin e ao gravar a versao final não ficou contente com o seu vocal. Chamou Carl Wilson e  Bruce Johnston (dos Beach Boys) para ajudar no arranjo vocal e mesmo assim não ficou satisfeito. Foi convencido a lançar a música (no LP Caribou, de 1974), que acabou chegando ao primeiro lugar nas paradas de vários países e ainda ganhou uma indicação ao  Grammy.

A parte da letra em negrito é (para mim) uma das mais inteligentes já escritas por Bernie.

I can’t light no more of your darkness
All my pictures seem to fade to black and white
I’m growing tired and time stands still before me
Frozen here on the ladder of my life

Too late to save myself from falling
I took a chance and changed your way of life
But you misread my meaning when I met you
Closed the door and left me blinded by the light

Don’t let the sun go down on me
Although I search myself, it’s always someone else I see
I’d just allow a fragment of your life to wander free
But losing everything is like the sun going down on me

I can’t find, oh the right romantic line
But see me once and see the way I feel
Don’t discard me just because you think I mean you harm
But these cuts I have they need love to help them heal

Brian Wilson comes back

Quem me conhece sabe que sou fã xiita de carteirinha de fã clube oficial dos Beach Boys e que fico sempre animado quando algo novo é lançado. Recebi o novo CD do Brian Wilson e fiz crítica lá no site do Dia Online. Ainda por estes dias vou escrever (aqui ou lá) sobre os novos lançamentos do Queen, David Gilmour e Paul Weller, sobre quem fiz post alguns dias atrás.

Post mais profundo mesmo só no sábado 🙂

Leia a crítica do novo CD de Brian Wilson (That Lucky Old Sun), clicando aqui.