Falta de respeito é pouco: Hertz confirma cancelamentos e alega erro em tarifa

É inacreditável a falta de respeito com a qual as empresas (nacionais e estrangeiras) tratam o consumidor no Brasil. Pior quando sabemos que em casos semelhantes no exterior a solução encontrada seria totalmente diferente. A Hertz, uma das maiores locadoras de automóveis do mundo, resolveu cancelar várias reservas feitas no Brasil porque o seu sistema cobrou um preço “muito inferior ao praticado para alguns grupos de veículos”.

Sei que se você for até um supermercado ou qualquer loja e um produto tiver dois preços, você vai pagar o menos. Se você compra uma mercadoria pela internet e o produto não chega, você sobre que vão mandar outro sem nenhum custo. No caso da Hertz é pedir para ser processada e perder consumidores. Podem ter certeza de que não vou nunca utilizar os serviços de uma empresa que trata assim seus clientes (imagine se você sofre um acidente com um carro deles).

Hertz logoA Hertz confirmou que o cancelamento das reservas de veículos foi devido a um erro na tarifa. Segundo a locadora, o problema ocorreu em reservas feitas por meio de empresas parceiras nos dias 22 e 23 de deste mês. O cancelamento causou protesto de vários leitores.

Confira o posicionamento enviada pela empresa ao Melhores Destinos:

A Hertz informa que as reservas de locação de veículos para destinos internacionais realizadas no período de 22 a 23 de julho de 2015, por meio de empresas parceiras como Decolar, Mobicar e TAM foram canceladas devido a um erro no sistema de reservas da Hertz, que apresentou valor de tarifa muito inferior ao praticado para alguns grupos de veículos.

Dessa forma, a Hertz orienta os clientes que realizaram reservas neste período que entrem em contato com o SAC da Companhia (11) 3524-7527 para que uma nova reserva seja realizada com base nas tarifas corretas vigentes. No caso de não realização de nova reserva, os valores serão estornados em sua integralidade automaticamente ou os clientes poderão cancelar a reserva.

A Hertz lamenta o ocorrido e coloca-se à disposição por meio dos seus canais de atendimento para prestar maiores esclarecimentos sobre o ocorrido.

Fonte: Melhores Destinos

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Redes sociais são apps mais usados no País

Redes Sociais IAs redes sociais e os comunicadores por mensagens são os aplicativos mais populares do país, de acordo com a pesquisa Mobile Report, da Nielson IBOPE. Entre os dez apps mais usados, quatro pertencem a essa categoria e dois são de e-mail.

Por outro lado, o uso dos aplicativos de bancos está crescendo e um deles já aparece no top 10, enquanto quatro estão no top 20.

Os hábitos relacionados a tablets também foram investigados. Enquanto os adultos são os que mais usam os aparelhos nos domicílios brasileiros (54%), as crianças estão em segundo ligar na lista, com 28%. O tablet é usado, principalmente, para jogos, mas também se destaca o uso para redes sociais, vídeos e e-mail.

A pesquisa foi realizada pela internet com 881 usuários brasileiros de smartphones de 29 de maio e 9 de junho deste ano.

Fonte: ProXXIma

mi.tv: Brasileiros ganham um “guia de TV inteligente”

mi-tv-560Faz tempo que não testo mais aplicativos com o intuito de publicar minhas impressões. Este ainda não é o caso, mas achei que o mi.tv merecia algumas linhas. A ideia é simples: reunir a programação de todos os canais (tanto da TV aberta quanto da TV a cabo), permitindo que o usuário possa saber o que está passando e o que vai passar em seus canais preferidos em qualquer horário.

A instalação é simples e a escolha dos seus canais preferidos é também muito fácil. Daí, é só ficar monitorando quando seus programas favoritos vão passar ou consultar o que está no ar agora, com muito mais facilidade do que nos guias das TV por assinatura. Porém, é importante destacar, o app não permite que se assista nada. É apenas um guia.

Gostei!

Cristo Redentor agora tem o wi-fi grátis

Como acontece em quase todos os pontos turísticos do mundo, o wi-fi grátis vai ganhando força. Pena que, por motivos (alegados) de segurança, proíbam o seu uso em bancos e outros locais onde o cidadão deveria estar protegido.

wireless-hotspot-tips-tucson-azO Cristo Redentor terá internet sem fio gratuita disponível para todos os visitantes pelos próximos dois anos. A iniciativa é da Hyundai Motor Brasil, montadora que também vai apoiar, pelo mesmo período, quatro atletas brasileiros da vela e do tiro com arco. Segundo a empresa, passam pelo ponto turístico três milhões de visitantes por ano. Em 2007, o monumento foi eleito uma das novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma votação feita pela internet, em todo o mundo, que contou com mais de 100 milhões de participantes.

Com o patrocínio, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze e os arqueiros Marcus Vinícius D’Almeida e Andrey Muniz de Castro terão participação em ações digitais e eventos organizados pela Hyundai para promover suas histórias. Nos Jogos Pan-Americanos que estão acontecendo em Toronto, no Canadá, Martine e Kahena conquistaram uma medalha de prata para o Brasil, enquanto Marcus Vinícius conquistou o bronze no Tiro com Arco por equipes. Andrey participa do Parapan em agosto.

Fonte: ProXXIma

No Brasil, quase metade das transações mobile são realizadas por meio de apps

Complementando o post anterior, essa notícia, sim, é para parar e pensar. Juro que achei que o número seria maior ainda, mas conversando com alguns analistas econômicos e verdadeiros gurus digitais cheguei à conclusão é que a tendência e esse número subir.

App moneyUm estudo realizado pela Criteo S.A. divulgou dados sobre o e-commerce brasileiro durante o segundo trimestre de 2015 apontou que quase 50% das transações mobile ocorreram por meio de aplicativos. Durante o período, foram analisados dados de 1,4 bilhões de transações online, que movimentaram US$ 160 bilhões de vendas mundiais.

Treze  por cento do comércio eletrônico brasileiro foi feito por meio de dispositivos móveis; quando se tratam de varejistas online, esse resultado é ainda maior: 25%. Para os varejistas que já aderiram aos aplicativos, eles geram 47% de toda a receita mobile. A taxa de conversão deles é três vezes maior que o browser mobile.

Os dados também indicaram que os consumidores visualizam três vezes mais produtos no aplicativo do que no browser mobile. Contudo, no setor de varejo, o valor do pedido por transação no app, no browser mobile e no desktop é quase o mesmo, sendo, respectivamente, de US$95, US$98 e US$100.

Fonte: ProXXIma

Transações pelo celular vão crescer 150% em 2015

A informação é lógica, mas merece o registro.

Compra pelo smartphoneQue as redes sociais se tornaram verdadeiros diários virtuais dos usuários, isso todo mundo já sabe. Mas essas plataformas, geralmente usadas para conversar com os amigos ou postar coisas do dia a dia, estão cada vez mais integradas em um mercado que não para de crescer: o do comércio online através dos dispositivos móveis.

Esse é o resultado de um levantamento da empresa de pesquisas Juniper Research. De acordo com o estudo, o número de transações financeiras feitas em dinheiro por meio de tablets e smartphones vai crescer mais de 150% no mundo até o final de 2015, totalizando mais de 13 bilhões de transações registradas. E as redes sociais terão papel decisivo nessa taxa de aumento.

Um dos exemplos citados pelo relatório é o do Snapchat, que fechou parceria com a Square para permitir que os internautas façam pagamentos dentro do próprio aplicativo. O Facebook é outra companhia que elaborou um serviço dedicado para esse tipo de atividade e que está em operação desde o começo deste ano nos Estados Unidos. Dentre as empresas que mais crescem nesse serviço está a norte-americana Venmo, que possui tráfego de US$ 1 bilhão por trimestre.

Comércio na InternetDo outro lado do Pacífico, as entidades chinesas Alipay e WeChat viram um crescimento nas transações entre pessoas (P2P – Person to Person) em fevereiro de 2015, durante os seis dias do Ano Novo Chinês. Apenas no WeChat, 3,3 bilhões de transações P2P foram registradas no principal feriado comercial da China devido a uma ação com um voucher de presente chamado “envelope vermelho”.

Nos países emergentes, onde o Brasil está inserido, a Juniper indica que houve melhorias na adoção e desenvolvimento de serviços como microcrédito, poupança e microsseguro. São 17 mercados, a maioria da África Subsaariana, com o número de carteiras móveis superando a quantidade de indivíduos bancarizados.

Fonte: Canaltech

Microsoft promete suporte ao Windows 10 até 2025

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Todos os sistemas operacionais têm uma vida útil, e a do Windows 10 já está definida: a Microsoft mantém sua política de 10 anos de suporte grátis, prometendo encerrá-lo no dia 14 de outubro de 2025.

O prazo é o mesmo que a empresa tem feito com as últimas versões do Windows. A primeira parte do ciclo de vida do W10, chamada “suporte base”, será concluída em 13 de outubro de 2020, enquanto a segunda parte, o “suporte estendido” vai até 2025.

Se você não conhece o jargão da Microsoft: “suporte base” significa, resumidamente, que o sistema operacional ainda pode ganhar novos recursos e atualizações que não são focadas apenas em segurança. Quando o produto chega ao “suporte estendido”, ele terá só correção de falhas de segurança até o dia em que ele for descontinuado.

Apesar de a informação significar que “tudo continua igual”, ela é extremamente importante devido à nova visão da Microsoft para o Windows. Terry Myerson, afirmava que as atualizações do sistema serão grátis “durante toda a vida útil do dispositivo”, o que gerou alguma controvérsia.

Fonte: Olhar Digital

iG vai abrigar a versão digital do Brasil Econômico ou: Mais um Caô

Esses realinhamentos são de doer. A ideia de manter uma marca não funciona e não engana ninguém, além de não ajudar o mercado ou os demitidos. Uma vergonha que essa tática continue sendo repetida.

Brasil Econômico OnlineO Brasil Econômico não existe mais na versão impressa, mas a marca continuará ativa no ambiente digital. Nesta terça-feira, 21, o iG informou que o noticiário do veículo continuará sendo alimentado em sua editoria de Economia.

No comunicado, a diretora de conteúdo do portal iG, Bia Sant’Anna, diz que a movimentação faz parte de uma “estratégia do portal iG em parceria com a Ejesa para dar cada vez mais relevância às suas marcas” e que esse alinhamento das plataformas online contempla também as versões digitais dos jornais O Dia e Meia Hora (todos da Ejesa).

Apesar do anúncio da manutenção do noticiário digital, o Brasil Econômico deverá ser alimentado pela própria equipe do iG, uma vez que os 40 funcionários que faziam parte da operação do título – entre editores, repórteres, colunistas, fotógrafos e profissionais de outras áreas – foram demitidos na semana passada. Entre a equipe não havia qualquer informação sobre o aproveitamento da mão-de-obra dos funcionários do Brasil Econômico para outros títulos da Ejesa.

Fonte: ProXXIma

Leia também: Brasil perdeu oito jornais em 6 anos

Receita: Escondidinho de frango e batata baroa

O escondidinho é um dos pratos mais populares do Brasil. Porém, como a sua origem é incerta – há quem diga que veio do Nordeste, outros que é uma criação de um restaurante do Sudeste e ainda há quem acredite que a receita é uma adaptação da Shepherds’ Pie (receita irlandesa feita com carne moída e purê de batatas) -, as variações são muitas, já que todos se acham meio donos da receita.

O original é aquele com purê de aipim, recheio de carne do sol ou carne seca e gratinado com queijo coalho ou requeijão. Esse que vou postar é feito com base de batata baroa e recheio de frango. Uma mudança não muito radical. Testem e deem suas opiniões.

 

Ingredientes

5 batatas baroas

100 ml de leite

1 copo de requeijão (pode ser light)

2 peitos de frango

1 lata de tomate sem pele e sem sementes (pelatti)

½ tablete de Claybon / margarina

Sal

Pimenta do reino

4 azeitonas

Extrato de tomate

1 dente de alho

Óleo de soja


Modo de fazer

Recheio:

Encha uma panela com água e sal e coloque para ferver. Coloque os peitos de frango e deixe cozinhar bem. Quando estiverem bem cozidos, retire o frango e reserve um pouco da água do cozimento. Retire a pele do frango e desfie com as mãos.

Em uma panela, coloque o dente de alho picado para refogar em um fio de óleo. Acrescente o frango, um pouco da água de cozimento e o tomate pelatti. Moa um pouco da pimenta do reino e deixe em fogo baixo até que os tomates desmanchem. Por último, junte as azeitonas, cortadas em fatias finas. Caso note que vai ficar muito seco, acrescente mais um pouco da água do cozimento. O ideal é que o recheio fique um pouco cremoso.

Purê de baroa

Descasque as batatas e cozinhe até que fiquem bem macias. Com elas ainda quentes, amasse com um garfo ou passe em uma peneira, depois acrescente a manteiga e 50 ml de leite. Misture bem (o ideal é que fique um pouco mais consistente que um purê) e forre um pirex redondo e alto com esse creme.

Cobertura

Caso use o requeijão light, não é preciso fazer nada. Caso use o requeijão comum, misture o restante do leite (50 ml) para que o requeijão fique um pouco mais cremoso e um pouco menos salgado.

Montagem

Com o pirex já forrado com o creme de baroa, coloque o recheio do frango e cubra com o requeijão. Coloque em forno pré-aquecido (200 °C) por 5 minutos e depois coloque para gratinar por mais 5 minutos.

Sirva em seguida.

Dica: Vai bem acompanhado com arroz branco e uma salada.

 

 

Galeria de fotos

 

Fotos e vídeos: Fernando de Oliveira

Brasil perdeu oito jornais em 6 anos

jornaisxxOs empresários falam da crise no meio jornal faz tempo. Continuo achando que más administrações e lentidão na demora de mudar o rumo e procurar novas possibilidades de renda que venham se combinar com as formas tradicionais de manter os lucros são os principais problemas. Alguns veículos perderam o rumo, contrataram pessoas com experiências que em nada se encaixam na cultura dos jornais e, principalmente, permitiram mudanças que se mostraram altamente equivocadas e que, muitas vezes, foram desfeitas. O incrível é que algumas dessas pessoas ainda são consideradas gênios.

A dificuldade em entender os meios digitais ainda é grande e a equação que permite lucros com qualidade de informações e empregos parece ser difícil de encontrar. Infelizmente, enquanto a inércia continua, os títulos vão sumindo.

Não é de hoje que o fechamento de jornais ou o encerramento de versões impressas vêm sendo tema do noticiário especializado e alvo de discussões em cursos de comunicação. Porém, quando se lê a notícia do fechamento de um título toda essa obviedade ou previsibilidade acaba se transformando até mesmo em surpresa e certa indignação. Seja pelos empregos perdidos ou até mesmo pelo apego sentimental a um determinado título. Todos esses sentimentos vieram à tona novamente na noite desta terça-feira 14 com a notícia de que o Brasil Econômico vai encerrar suas atividades nesta semana. Conforme informação da diretoria do jornal aos funcionários, o título circula até a próxima sexta-feira 17. Cerca de 40 profissionais serão demitidos.

De propriedade do grupo Ejesa, empresa do grupo português Ongoing, o Brasil Econômico gerou boas expectativas quando foi lançado, em 2009. Naquele mesmo ano, um grande título de economia fechava as portas, a Gazeta Mercantil e abria espaço para o novo título. O jornal se saiu bem no início. Tinha ambições, formou uma equipe competente com profissionais que migraram de grandes redações, mas acabou sofrendo dos mesmos problemas de outros veículos: a conta não fechou. No ano de 2013, o jornal viveu uma forte reformulação com a mudança de sua sede de São Paulo para o Rio de Janeiro e o corte de dezenas de vagas.

Como justificativa, a Ejesa divulgou um comunicado na capa da edição desta quarta-feira, 15, informando sobre a descontinuidade do título. Como justificativa, a Ejesa declarou que “o impacto gerado pela forte desaceleração econômica, combinado a uma crescente retração nos investimentos publicitários, levou a esta decisão”. Ainda no comunicado, a Ejesa diz que o encerramento da operação impressa irá possibiltiar uma ampliação da versão digital do Brasil Econômico, mas não deu detalhes em relação a essa possível iniciativa. Internamente, de acordo com o apurado pela reportagem, a equipe toda do veículo foi dispensada e não há qualquer projeto claro de manter os funcionários para uma operação online.

Com o fim do Brasil Econômico, a lista de jornais relevantes fechados ou que perderam suas versões impressas nos últimos seis anos sobe para oito. Apesar do destaque para os mais relevantes, muitos outros jornais menores foram fechados no País neste período. De títulos icônicos como a Gazeta Mercantil aos regionais como O Sul e outros premiados como o Jornal da Tarde. Os desafios continuam para o meio impresso. De acordo com o Projeto Inter-Meios, a receita do meio jornal sofreu uma queda de 11,6%, na comparação 2013 com 2014. O mercado sabe que a situação continua difícil, mas sempre fica a torcida para que notícias sobre fechamentos de títulos não sejam manchetes constantes.

2009

 

Gazeta Mercantil
Gazeta Mercantil

Criado em 1920, o título foi uma referência para o jornalismo econômico brasileiro e, prestes a completar 90 anos, deixou de circular, em junho de 2009. Além dos problemas econômicos, o jornal também sofreu as consequências do impasse entre o empresário Nelson Tanure, que licenciou a marca, e o antigo proprietário Luiz Fernando Levy.

2010

Jornal do Brasil Old
Jornal do Brasil

Um dos mais antigos jornais do país, criado em 1891, o JB, também de propriedade de Nelson Tanure à época, encerrou sua versão impressa. Atualmente, a marca existe apenas na internet.

 

2011

O Estado do Paraná

O Estado do Paraná

Ele chegou aos 59 anos de circulaçao e foi o segundo jornal mais importante do Paraná. De propriedade do Grupo Paulo Pimentel (GPP), o título perdeu sua versão impressa em janeiro de 2011, dando lugar ao Paraná online, que existe até hoje.

 

2012

Jornal da Tarde

Jornal da Tarde

Seu tempo de vida foi de 46 anos e sua última edição circulou em 31 de outubro de 2012. Na ocasião, o Grupo Estado alegou que o objetivo de fechar o JT era focar seus esforços na marca Estadão. Perdeu-se um título que foi referência e ficou conhecido por abrigar grandes nomes do jornalismo e do fotojornalismo brasileiro, além dos diversos prêmios recebidos.

Diário do Povo

Diário do Povo

O jornal circulava há 100 anos na cidade de Campinas. O Grupo RAC, dono do título, alegou que ia concentrar esforços em outras marcas como o portal e a agência de notícias.

2014

Diário do Comércio

Diário do Comércio

Apesar de circular apenas em São Paulo, o jornal mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ficou conhecido por suas capas ousadas e provocativas. Cobriu muito bem o cenário econômico nacional e local, mas deixou de circular em outubro do ano passado ficando apenas com uma versão online.

 

O Sul

Jornal O Sul

Em agosto do ano passado, o jornal O Sul, que circulava na região metropolitona de Porto Alegre, também encerrou sua vesão impressa. Entre os motivos, a alta do dólar e as dificuldades financeiras. A marca continua na internet.

2015

Brasil Econômico dead

Brasil Econômico

Quando chegou ao Brasil, em 2009, tinha um projeto ousado, chegou a ocupar parte do espaço deixado pela Gazeta Mercantil e trazia um formato diferenciado. Mas, desde 2013, veio perdendo força econômica e relevância.

Fonte: Meio & Mensagem

Os 30 sobrenomes mais comuns do Brasil

Uma pesquisa recente listou os 20 sobrenomes mais comuns no Brasil. O meu está bem posicionado!

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1°- Silva
2°- Souza
3°- Costa
4°- Santos
5°- Oliveira
6°- Pereira
7°- Rodrigues
8°- Almeida
9°- Nascimento
10°- Lima
11°- Araújo
12°- Fernandes
13°- Carvalho
14°- Gomes
15°- Martins
16°- Rocha
17°- Ribeiro
18°- Alves
19°- Monteiro
20°- Mendes
21°- Barros
22°- Freitas
23°- Barbosa
24°- Pinto
25°- Moura
26°- Cavalcanti
27°- Dias
28°- Castro
29°- Campos
30°- Cardoso

Novo Wi-Fi cria conexão inteligente entre gadgets sem Internet

Mais do que a internet das Coisas, esse novo wi-fi é o grande sonho de consumo, pelo menos por enquanto.

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Em breve, a tecnologia Wi-Fi pode ganhar uma atualização que vai permitir que gadgets se conectem sem a necessidade de Internet. Chamado de Wi-Fi Aware, o recurso inteligente foi criado pela Wi-Fi Alliance, associação de pesquisas sem fins lucrativos, e promete um serviço personalizado de transmissão de dados entre aparelhos. A novidade é resultado de três anos de pesquisa e promete impulsionar a Internet das Coisas.

O Aware é uma tecnologia inteligente que permite que diferentes dispositivos consigam se localizar e se comunicar entre si. Esse processo acontecerá via aplicativos e possibilitará transmissão de arquivos sem que seja preciso usar planos de dados ou uma conexão à Internet. Será mais ou menos como acontece com Bluetooth ou NFC, mas de uma maneira otimizada, já que o usuário terá acesso a informações selecionadas de acordo com o seu perfil. O objetivo é fazer com que pessoas que estejam em uma região próxima possam se localizar e usar isso para dar dicas, descobrir novos serviços, compartilhar arquivos, disputar partidas de jogos multiplayer, entre outras ações.

Para funcionar, o Wi-Fi Aware vai estudar o seu perfil de usuário. A partir dos sites e páginas que você acessa, ele selecionará informações que possam ser interessantes. Por exemplo: se o usuário interagir muito com uma página de uma loja no Facebook, o Wi-Fi emitirá alertas quando estiver perto dela. O usuário poderá definir se deseja ligar o recurso no seu dispositivo nas configurações de privacidade.

wifi_awareSmartphones, tablets e outros produtos eletrônicos podem se beneficiar do novo recurso. De acordo com Edgar Figueroa, presidente e CEO da Wi-Fi Alliance, o objetivo da tecnologia é deixar a experiência do usuário ainda melhor com conexões sem fio, fazendo com que ela seja cada vez mais completa.

Os primeiros processadores já certificados com a tecnologia são o Broadcom BCM4358, Intel Dual Band Wireless-AC 7260, Marvell Avastar 88W8897 802.11ac low power Wi-Fi combo chip e Realtek RTL8812AE 2×2 a/b/g/n/ac MiniCard. Segundo os responsáveis, os primeiros aplicativos compatíveis com o recurso serão lançados até o final do ano.

Para a experiência toda funcionar, é preciso ter um aparelho com o hardware já habilitado para o Wi-Fi Aware, e também que mais aplicativos compatíveis com o recurso sejam disponibilizados.

Fonte: iMasters

A culpa é do foie gras

Foie Gras Pierre Champion IIA companheira Roberta Carvalho diz há anos que O Mundo É Estranho, e o Brasil parece fazer questão de ter um lugar de destaque nesse bizarro ranking de estranhamento. Seguindo as boas práticas do ex-prefeito do Rio Cesar Maia, o atual prefeito de São Paulo – Fernando Haddad – resolveu criar um factoide para tentar tirar o foco do mar de lama, corrupção e crise que toma conta do país: sancionou a lei que proíbe a produção e a venda de foie gras na cidade de São Paulo.

Foie Gras Pierre ChampionComo todos sabemos, o foie gras é uma iguaria que faz parte da cesta básica de todo brasileiro, do mais rico ao mais humilde, e essa proibição deve causar um grande impacto nos hábitos alimentares da população, podendo gerar passeatas e grandes manifestações por conta da proibição.

Haddad disse (eu ouvi) que estudou muito a questão antes de decidir pela aprovação da lei. Bom saber que o prefeito da mais rica cidade do país prefere gastar seu tempo com uma questão primordial como essa do que perder tempo procurando soluções para a Saúde, o Transporte Público ou a Segurança, assuntos muito menos importantes.

Foie Gras Pierre Champion IIIAlguns vão dizer que esse texto tem conotação política, mas, na verdade, é apenas um veículo para expressar a minha indignação. Afinal, sempre lembro com carinho da loja de foie gras da Rue Mouffetard, lá naquela feia cidade europeia.

Viva os gansos!

Menos contratações e mais busca por emprego

Futuro nebuloso para o brasileiro!

Carteira de TrabalhoA desaceleração da economia nacional chegou até o mercado de trabalho. A taxa de desocupação no Brasil ficou em 8,1% no trimestre encerrado em maio de 2015, conforme aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Parece que houve uma parada súbita do mercado de trabalho”, afirma o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) Rodrigo Leandro de Moura. O resultado superou tanto a taxa de 7,0% observada no mesmo período do ano passado, quanto a de 7,4% referente ao trimestre de dezembro a fevereiro de 2015.

Para o especialista, dois fatores são responsáveis pelos resultados da pesquisa. “Primeiro, porque as empresas não estão absorvendo tanto a mão-de-obra e, segundo, porque há cada vez mais pessoas entrando no mercado de trabalho sem conseguir emprego”, explica Moura. A desaceleração do indicador referente à população ocupada, que, segundo a PNAD, registrou um aumento de apenas 0,3%, caracteriza, portanto, uma estagnação com relação ao mesmo trimestre de 2014. Por outro lado, o indicador que mede a variação da população desocupada atingiu 18,4%. Dessa forma, há, aproximadamente, 8,2 milhões de brasileiros sem trabalho. Se comparado ao mesmo período do ano passado, cerca de 1,3 milhão de pessoas perderam seus empregos. “O nível de emprego não cresce mais e não é um problema de qualificação. O desemprego parece que está afetando todos os grupos educacionais, dos menos aos mais qualificados”, completa o pesquisador. Quanto ao aumento do fluxo de pessoas compondo a População Economicamente Ativa (PEA), Moura enxerga como um reflexo das condições financeiras na família. “Enquanto a economia não voltar a crescer, o mercado de trabalho vai continuar desaquecendo”, salienta.

A PNAD Contínua mostra, ainda, uma pequena variação negativa da renda do trabalho, permanecendo, praticamente, estável. “Isso é reflexo não somente do fato de que as empresas estão concedendo menos reajustes aos trabalhadores, mas também porque a inflação está aumentando, ou seja, os consumidores estão perdendo poder de compra”, justifica Moura. Ainda que, no geral, a renda tenha se mantido estável, a pesquisa mostra outra realidade para os trabalhadores por conta própria, cujo rendimento real apresentou recuo de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, a pesquisa indica que a ocupação desses trabalhadores aumentou 4,4% no último ano. “O mercado tem tentado forçar uma flexibilização maior das relações trabalhistas. Isso envolve contratar mais trabalhadores por conta própria ou através de PJ. O emprego formal está diminuindo porque pararam, praticamente, as contratações”, conclui o pesquisador.

Fonte: Agência IN

Homem-Formiga – Uma boa Sessão da Tarde

Se você ficou entusiasmado com as aventuras do Homem de Ferro, se impressionou com os feitos do Capitão América, se emocionou com Thor e riu com a interação entre Os Vingadores, vai achar os feitos do Homem-Formiga (que entra em cartaz nesta sexta) engraçadinhos.

Estrelado por Paul Rudd e com a (ótima) participação de Michael Douglas, o projeto – que demorou muito para ser finalizado (havia rumores de que o personagem estaria no último filme dos Vingadores) -, mostra o Dr. Hank Pym (Douglas) já bem mais velho e tendo que recrutar o jovem ladrão Scott Lang (Rudd) para usar o seu velho traje de Homem-Formiga e salvar o mundo de uma terrível ameaça (nada de spoiler).

O problema é que o herói é um dos menos famosos e mostrou-se difícil de encaixar no atual universo da Marvel e as citações tiradas das histórias em quadrinhos são muitas, o que deve fazer com que o espectador normal tenha dificuldades em entender o passado do personagem. A saída encontrada pelo diretor Peyton Reed foi o humor em grandes doses, tornando o longa um grande candidato a sucesso na Sessão da Tarde. Claro que deve render bons milhões para a dupla Disney/Marvel e que a continuação já está garantida, mas fica longe da qualidade dos outros filmes baseados nas criações de Stan Lee & Cia, apesar das ótimas atuações de Michael Douglas, Evangeline Lilly, Paul Rudd, que mantém bem seu jeitão de galã de comédias românticas e do elenco de apoio, que mantêm o humor sempre em alta.

Homem-Formiga XI
Ficou a impressão de que com a interação com os demais Vingadores o Homem-Formiga pode ganhar corpo e crescer, mas isso só no próximo longa. Vá ao cinema sem grandes expectativas e divirta-se.divirta-se.

Fotos: Divulgação Marvel

Texto escrito para a Revista Ambrosia

LinkedIn divulga as marcas mais influentes de 2015

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O LinkedIn revelou o ranking das Marcas Mais Influentes entre seus 364 milhões de usuários globais e também as mais influentes entre os 21 milhões de usuários do Brasil. O ranking é feito com base no LinkedIn Content Marketing Score, que relaciona a audiência total e os usuários únicos que interagiram com o que foi postado na rede. O estudo avalia todo o conteúdo baseado em atividades no LinkedIn, incluindo atualizações na página da empresa, conteúdo compartilhado por funcionários, updates patrocinados, atividades em grupos e publicações de funcionários. Veja o ranking: tabela+linkedin Sobre as principais marcas globais, o LinkedIn constatou que 99% têm funcionários compartilhando conteúdo corporativo em suas redes, 97% têm seus conteúdos reforçados pelas publicações dos funcionários e todas as empresas publicam, em média, 12,6 atualizações por semana.

Fonte: ProXXIma

Questões sociais em pauta: Déficit Habitacional e invasões

invasão sem teto IIO Brasil é um país peculiar. Essa frase – que repito faz mais de duas décadas – parece cada vez mais atual, principalmente quando entram em pauta assuntos como política, violência e políticas públicas.

Nos últimos meses, os noticiários têm mostrado mais e mais casos de violência e crimes graves praticados por menores e confusões em reintegrações de posse, o que faz com que muitas opiniões divergentes venham a público. Porém, o que mais surpreende é que as pessoas não cansam de (con)fundir questões totalmente independentes para cimentar seus pensamentos. Mais estranho ainda é que pessoas pseudamente esclarecidas (algumas que eu respeito muito) usem lógicas dignas dos nossos piores políticos para justificar suas posições. Vou me ater apenas ao problema das invasões de prédios e terrenos por foras da lei travestidos de população carente. Sei que só por usar o termo foras da lei já serei massacrado, mas não há outra designação melhor para essas pessoas.

Vamos deixar uma coisa clara: há realmente um grande déficit habitacional e é grande o número de pessoas que vivem em condições sub-humanas. Entretanto, também é de conhecimento de todos que é grande o número de oportunistas que se juntam a essas pessoas de bem para conseguir lucros, vendendo as habitações que ganham ou executando ações ainda mais revoltantes.

invasão sem teto IHá (sempre há) especialistas que aparecem com expressões como “esse prédio não está cumprindo o seu papel social”, para justificar invasões ilegais, se bem que toda invasão é ilegal! O problema dessas pessoas é que elas deturpam a função de um bem privado. Nenhum prédio tem função social. Caso os governos achem que ele está sendo utilizado de forma inapropriada, podem aumentar o IPTU, aplicar multas ou até mesmo desapropriar, mas jamais podem obrigar um proprietário a abrir mão de seu bem para qualquer utilização que não seja de seu interesse. Os proprietários podem até derrubar uma construção, já que é deles, certo?

Acho engraçado essas gangues travestidas de movimentos sociais exigirem moradias em locais nobres. Ninguém aceita ir morar nos subúrbios ou longe das regiões onde o poder aquisitivo e a valorização dos terrenos sejam maiores. Não dá nem mesmo para alegar que nessas regiões mais afastadas as condições de segurança e infraestrutura são ruins, já que isso acontece em todo o país, inclusive nas áreas nobres das grandes cidades.

É estranho ver imagens de invasões e ouvir depoimentos de pessoas que tem geladeira, freezer, dois televisores, computador e outros equipamentos, reclamando de que não tem para onde ir. Deve mesmo ser difícil encontrar um lugar onde não se paga aluguel, luz, gás e água, e ainda ter espaço para colocar todos esses pertences. Sempre fico pensando de onde essa gente veio e como um morador de rua pode ter geladeira e freezer. Deve haver uma explicação lógica. Vou perguntas aos especialistas.

invasão sem teto IIIEnquanto o país chafurda em escândalos, desgoverno e crise econômica, fica mesmo difícil esperar que nossos congressistas e governantes se debrucem sobre o assunto, que vem sendo ignorado por décadas e, portanto, não é culpa do governo A ou B.  Resta esperar que a ordem e o direito de propriedade sejam protegidos e que as soluções para o déficit habitacional voltem a ser tema de estudos nos gabinetes dos palácios e sedes de governos. Resta também esperar que todas as manifestações que tenham por objetivo prejudicar a população dessas cidades sejam coibidas e que as cidades não virem reféns desses grupos.

Atualização de último minuto

A moda agora é morar na Avenida Paulista, principal via da cidade de São Paulo, a maior do país. A justificativa para a montagem de barracas e acomodação das pessoas? “Aqui é mais seguro”, dizem os invasores.

Fecha o pano.

PS: Qual a solução ideal para o problema? Não sei. Mas sei que temos que exigir que as leis sejam cumpridas (por pior que elas sejam).

Mercado de PCs encolhe 10%, mas vê sobrevida com o Windows 10

Mesmo sendo fã dos desktops fica a pergunta: será?

pcnovoApós dois anos consecutivos de declínio, o mercado de PCs está preparado para um possível crescimento com o lançamento do Windows 10. Embora seja muito cedo para afirmar se isso realmente irá acontecer, as empresas de pesquisa de mercado IDC e Gartner calcularam que o mercado de PCs diminuiu 10% nos últimos anos. Com o lançamento do novo sistema da Microsoft, esperado para o dia 29 de julho, a expectativa é que as vendas de computadores apresentem crescimento, visto que muitos podem trocar seus PCs para usufruírem do novo sistema operacional.

De acordo com a IDC, “a queda nas vendas de PCs foi resultado do forte número de embarques do ano anterior, principalmente por causa do fim do suporte ao Windows XP e a redução de estoque antes do lançamento do Windows 10”.

Apesar da queda, espera-se que o mercado de PCs se estabilize em breve. “Enquanto a indústria de PCs está passando por um declínio, o mercado deverá apresentar um crescimento constante em 2016”, observa o Gartner. A IDC espera que o lançamento do Windows 10 seja “relativamente bom”, mas adverte que muitos vão optar apenas pelo sistema operacional ao invés de comprar um novo computador. Isso porque a Microsoft permitirá que computadores com Windows 7 e Windows 8.1 recebam o Windows 10 gratuitamente até 29 de julho de 2016.

PC desktopTanto a IDC como o Gartner concordam que a Lenovo ainda é a principal fabricante de computadores do mundo, seguida pela HP e Dell, respectivamente. Já em relação ao quarto e quinto lugar no mercado de PCs, as empresas discordam. A IDC afirma que a Apple é a quarta maior fabricante de PCs graças a um impressionante aumento de 16,1% em suas vendas. Já a quinta maior fabricante de computadores, segundo a IDC, é a Acer. O Gartner, por sua vez, afirma que a taiwanesa Asus é a quarta maior fabricante de computadores do mundo.

Mesmo com a diferença referente a cota de algumas fabricantes, é nítido notar que a Apple conseguiu ampliar suas vendas de computadores. Assim, a empresa norte-americana pode ajudar a reverter a tendência de declínio no mercado de PCs.

Fonte: Canaltech

Projeção do mercado financeiro para inflação sobe para 9,12%

Lembro com saudades daquele país de sonho no qual vivia na época da última campanha presidencial. Emprego em alta, dólar estável, inflação controlada e dinheiro para investir em educação, habitação e saúde…..

Inflação X

A projeção do mercado financeiro para a inflação, este ano, não para de subir. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu pela 13ª vez seguida. Desta vez, a projeção passou de 9,04% para 9,12%. Para 2016, no entanto, a estimativa teve duas leves reduções seguidas. A expectativa é que no final do próximo ano o IPCA fique em 5,44%, contra 5,45% previstos na semana passada.

Essas projeções são do boletim Focus, publicação semanal, feita pelo Banco Central, com base em pesquisa a instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

As estimativas para a inflação estão distantes do centro da meta que é 4,5%. Neste ano, a expectativa é de estouro até do teto da meta, 6,5%. O próprio BC projeta inflação em 9%.

Para tentar frear a alta dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC tem elevado a taxa básica de juros, a Selic. A taxa já foi elevada por seis vezes seguidas e o BC tem sinalizado que o ciclo de alta continua. A próxima reunião do comitê está marcada para os dias 28 e 29 deste mês. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano e as instituições financeiras esperam que a taxa chegue a 14,5% ao final deste ano. No final de 2016, a Selic deve ficar em 12,25% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

Embora ajude no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica a economia, que atravessa um ano de recessão, com queda na produção e no consumo.

A expectativa das instituições financeiras para a retração da economia, este ano, permaneceu em 1,50%. Para o próximo ano, a projeção é de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mas de apenas 0,5%. Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter uma queda de 5%, contra 4,72% previstos na semana passada. Em 2016, a projeção de crescimento passou de 1,35% para 1,40%.

A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,42% para 7,51%, este ano. Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,32% para 7,42%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) permanece em 8,60%, este ano.

A projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 3,22 para R$ 3,23, ao final de 2015, e segue em R$ 3,40, no fim de 2016.

Fonte: Agência Brasil

TV Globo, O Globo, Veja e UOL lideram fatias da publicidade do governo federal

E olha que eles são o inimigo! Cadê a coerência desse povo?

Estranho…..

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Jornalista do UOL, Fernando Rodrigues resolveu pedir, por meio da Lei de Acesso à Informação, dados sobre o investimento de publicidade do governo federal durante a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT). Os números oficiais do Instituto para Acompanhamento da Publicidade, fornecidos pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, mostram que TV Globo, O Globo, Veja e UOL lideram as fatias nos mercados de televisão, jornal, revista e site, respectivamente.

Os números revelam que, sem contar as afiliadas, a Globo e suas cinco emissoras próprias (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife) foram responsáveis por arrecadar R$ 6,2 bilhões em publicidade estatal federal ao longo de 12 anos dos governos Lula (2003 a 2010) e Dilma (2011 a 2014). Segundo o UOL, até 2013 esses valores foram corrigidos pelo IGP-M, índice usado no mercado quando o assunto é publicidade. Os dados de 2014 são correntes.

No total, ressalta Rodrigues, os governos petistas investiram R$ 13,9 bilhões em publicidade para TV nesse período. Isso significa que quase a metade do valor foi destinada ao Grupo Globo, que veiculou comerciais estatais na TV aberta. A Record teve R$ 2 bilhões de verbas nos 12 anos, contra R$ 1,6 bilhão do SBT e R$ 1 bilhão da Band.

Na lista dos impressos, os jornais ganharam R$ 2,1 bilhões com a publicação de propagandas. O UOL mostra que, do total, R$ 730 milhões foram destinados a quatro publicações: O Globo, Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e Valor Econômico. Durante os governos Lula e Dilma, O Globo faturou R$ 213 milhões, contra R$ 199 milhões da Folha, R$ 186 milhões do Estadão e R$ 130 milhões do Valor Econômico.

Em revistas, a Veja, semanal da Editora Abril, ganhou R$ 370 milhões nos governos Lula e Dilma, seguida de Época (R$ 168 milhões), IstoÉ (R$ 145 milhões) e Carta Capital (R$ 61 milhões). No segmento online, que é, atualmente, o segundo meio que mais recebe publicidade estatal do governo federal, o UOL lidera o ranking com R$ 74,5 milhões. Em seguida, Terra (R$ 69,9 milhões), Globo.com/G1 (R$ 69,8 milhões) e R7 (R$ 23,9 milhões).

Os dados foram reunidos por meio de informações do IAP e abrange as seguintes empresas públicas e de economia mista: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banespa, Basa, BEA, Besc, BNDES, BR Petrobras, Caixa, Centro Cultural BB, Correios, Liquigás, Fundação BB, Nossa Caixa, Petrobras e Transpetro. Para acessar a íntegra dos dados, clique aqui.

Fonte: Comunique-se

Dubai vai construir o primeiro edifício impresso em 3D do mundo

O mundo anda mesmo muito muderno, mas a questão é: Você moraria em um prédio desses?

Edifício em 3DDubai vai construir o primeiro edifício impresso em 3D do mundo. A iniciativa dos Emirados Árabes Unidos estará localizada próxima ao Museu do Futuro (inaugurado no início do ano) e servirá como sede temporária para os funcionários. O projeto é promovido em parceria com a empresa chinesa de impressão 3D WinSun Global e as firmas de arquitetura e engenharia Gensler, Thornton Thomasetti e Syska Hennessy.

“O edifício será um testemunho da eficácia e da criatividade da tecnologia de impressão 3D, que acreditamos que desempenhará um papel fundamental na remodelação dos setores de construção e design”, disse Mohammed Al Gergawi, ministro de Assuntos do Gabinete dos EAU e presidente da Comissão de Inovação Nacional. “Visamos aproveitar este crescimento tornando-nos um centro global de inovação e de impressão 3D”.

O prédio ocupará 600m² e usará uma impressora 3D de 6m de altura para ser impresso camada por camada. Além dele, a mobília, os detalhes e os componentes estruturais interiores também serão construídos com base na tecnologia.

A iniciativa se apoia em um design aberto e flexível para construir um ambiente de trabalho que aproxime os profissionais e membros da comunidade em eventos públicos e privados. O espaço terá instalações para fabricação digital e exposição de impressões 3D.

O projeto quer revolucionar os setores de construção e design com a tecnologia de fabricação digital. Especialistas acreditam que a impressão em 3D possa reduzir o tempo de produção entre 50% e 70%, diminuindo em até 80% os gastos com mão de obra e minimizando o desperdício em no máximo 60%.

Fonte: Computerworld

Quase um quarto do conteúdo publicado no Twitter é falso

twitter_logoEsse é um ótimo alerta para aqueles que disputam os Fla x Flu imaginários e embarcam em qualquer canoa furada postada nas redes sociais. Apuração é sempre muito importante e, muitas vezes, a melhor maneira de confirmar informações fica longe da internet.

Quase um quarto de tudo conteúdo publicado no Twitter é falso, conforme constatou um estudo do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, nos Estados Unidos, encabeçado pela pesquisadora indiana Tanushree Mitra. O levantamento ganhou o nome de CredBank por avaliar a credibilidade dos tuítes e averigou mais de 1 bilhão de dados de outubro de 2014 a fevereiro de 2015.

A partir dos dados coletados, a acadêmica descobriu um hoax que surgiu num site de paródias e foi divulgado por veículos como a Newsweek como um “apocalipse zumbi do ebola”. Apesar de ser piada, a chamada gerou uma onde de desinformação na rede de microblogs. “A mídia social ganhou proeminência como fonte de informação, mas persistem os questionamentos sobre a sua capacidade para espalhar boatos”, justifica Tanushree.

Além de ser divulgada por publicações especializadas como “New Scientist” e “Adweek”, a pesquisa foi liberada publicamente na web para promover o debate sobre o alarmante número de 23,46% da corrente global de tuítes que não trazem informações verdadeiras. Confira a íntegra do estudo.

Fonte: Comunique-se

Metade dos brasileiros assiste a vídeos pelo celular quando conectados no WiFi

Acho que as TVs a cabo vão precisar melhorar suas práticas para continuar com as (boas) margens de lucro do setor.

Smartphones-UsersMetade dos brasileiros aproveitam a conexão por WiFi de seus celulares para assistir vídeos, de acordo com o estudo Uso de vídeo mobile: perspectiva global, realizado pelo Interactive Advertising Bureau dos Estados Unidos (IAB). Com um questionário de 20 perguntas aplicado em 24 países entre abril e maio deste ano, o IAB descobriu que o número de espectadores de vídeo em smartphones tem aumentado ano a ano em todas as nações participantes do estudo, com destaque para Estados Unidos (50), Canadá (42%), Nova Zelândia (42%), África do Sul (42%) e Reino Unido (40%). No Brasil, 37% disseram assistir mais vídeos pelo celular atualmente do que há um ano.

O YouTube é o canal pelo qual os usuários de smartphones mais assistem a vídeos (62%). Aplicativos como o Netflix são apontados por 48% dos entrevistados como outra via importante para o consumo de vídeos pelo celular. O Brasil (60%), ao lado de Reino Unido (63%) e Turquia (58%), lidera esse formato de mídia.

Ainda que 28% dos entrevistados tenham dto já ter visto alguma publicidade em vídeo mobile anteriormente na televisão, mais de 80% disseram não haver problema nessa repetição e manifestaram interesse em qualquer tipo de publicidade em vídeo.

Mesmo que a pesquisa tenha demonstrado potencialização para monetização do vídeo mobile por meio de subscrição e de modelos pay-on-demand, 78% dos entrevistados pela pesquisa disseram preferir consumir vídeos gratuitamente, custeados pela publicidade. No Brasil, 18% pagariam por conteúdo em vídeo sem publicidade versus 83% que preferem o modelo mais utilizado de acesso gratuito sustentado pelo mercado anunciante.

Veja todos todos os dados da pesquisa realizada pelo IAB EUA.

Fonte: ProXXIma

Facebook e Google dominam tempo gasto por usuários em apps

A notícia não traz nenhuma novidade, mas dados que podem ajudar nas reflexões sobre vantagens e desvantagens da era das redes sociais.

Social Media Logotype BackgroundA batalha pela supremacia no mundo móvel se concentra em dois competidores. Juntos, Facebook e Google respondem por um em cada quatro minutos que os norte-americanos passam em dispositivos móveis. O dado é da Forrester Research, que rastreou o uso dos smartphones de 1721 pessoas por um período de três meses.

A coleção de aplicativos do Facebook — que inclui Messenger, Instagram e Whatsapp – responde por 13% do tempo gasto pelos usuários. A gigante das redes sociais também marcou presença considerável no mercado de apps corporativos, responsável por 8% do tempo passado em smartphones.

A oferta mais ampla e diversa do Google – com serviços como Gmail, Chrome e YouTube – tomou cerca de 12% do tempo dos consultados pela pesquisa. Players remanescentes como Apple, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay demandaram entre 1% e 3% do tempo dos usuários.

A Forrester ressaltou que seu sistema de rastreamento não registra de forma exata o tempo passado em apps pré-instalados, reduzindo de forma significativa o percentual do Google, que possui diversas de aplicações nativas no Android.

Outros apps sociais, como Twitter, Snapchat e LinkedIn, registram vasta audiência em categorias-chave, mas “falharam em dominar ou expandir seus nichos” e não equivalem a 1% do tempo gasto nos dispositivos móveis, apontou o relatório.

Os minutos ou horas passadas em cada serviço e a receita associada são importantes, mas a principal medida do poder desses serviços é a recorrência do que a Forrester chama de “momentos mobile”, ou “todo minuto que um usuário passa em um app junto com os dados que coleta durante esse período”.

O relatório assinala que as empresas ganham poder no setor móvel quando dominam uma audiência (os tais “momentos mobile”) ou dados de consumidor e podem monetizar esses ativos enquanto ditam as regras.

Fonte: Computerworld

Spotify pagou US$ 2,6 bi a gravadoras

A briga entre artistas, gravadoras e empresas de streaming ainda está feroz, mas tudo caminha (parece) para uma solução que, de uma forma ou de outra, agrade a todos. Parece claro que a remuneração ainda é pequena se comparada com os lucros conseguidos na época em que a “música física” era o carro-chefe da indústria. Não creio que aquelas cifras voltem a ser alcançadas, mas acredito que o dinheiro será compensador para todas as partes em um futuro não tão distante.

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O streaming de música Spotify desembolsou US$ 2,6 bilhões para pagamentos de direitos autorais a gravadoras e bandas desde que surgiu, em 2008. A informação foi dada por Miguel Bañon, porta-voz da empresa na Europa, durante o Fórum Tecnológico de Las Palmas, na Espanha. De toda a receita gerada pelo Spotify em assinaturas, 30% ficam com a empresa e o restante é direcionado aos donos de direitos autorais.

No mesmo evento, Bañon disse que a plataforma surgiu em um momento delicado para o mercado, época em que a pirataria estava afetando as vendas das gravadoras. Atualmente, o Spotify tem 75 milhões de usuários ativos, sendo que 20 milhões pagam pelo serviço. Recentemente, o aplicativo ganhou um concorrente de peso com a chegada do Apple Music ao mercado.

A estreia do Apple Music foi marcada, inclusive, por polêmica, em relação ao tema direitos autorais. A empresa não queria pagar a artistas durante o período de testes da plataforma. Após um protesto da cantora Taylor Swift, a Apple voltou atrás e anunciou o pagamento.

Fonte: ProXXIma